Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04366


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Full Text
"A.NNO DE 1841. Sa ISBA DO
a*ora depend dt niroeirnoi; da doiii prudencia; naodert
coerca: c jutinuaroostomo principiamos, seremos aponlados
adroirace entra ai Nacesmais calta;
Prodamaeao datsscmblea Gcrldo BratUl
?'
Sab**rv-M para estatal ha a 3*ooo por sjuartel pagos adiafitadba
0u Trpograia rndas Cruzes D. 3 e na Praca da Independen-
cia, n. 37 58, onde st reeehera correspondanaiaa legalisadas a an-
Buio, insirindo-se titas gratis ; lando dos propnos assignanlas,
indo asignados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.1
rjtdadeda Parahiba a Villas da sui preteneio .". ? ; !\
pfa do grande .lo Norte, Villa. Idea. 4 .* s ,,|ail
Pli* da Fortaleza Villas Idea............ j k
Podada da (yoianna ./
rjioada de Oliod.................. J Todos os diasl
Villa deS. Anto...............*... Quintas feirs.
QiU deGaranbuns ePovoaeo do iionito i ....... lo, e 1* de cada mea
Oitado Cabo, Seriohaem, IV i o Fornaoto, e Porto Calvo. 1, n, 11 dito dito
Cidade "das Alagoas e de Maeei i. ."......d,m Ideo
filiada Paia de Flores..................... dem io, dito dito
Todos os Corrcioi parttm ao meio dia.
PBA.SES DA LA HO MEZ DE DEZ.J
Quart. ming a 5 as 9 b. e 53 m. da man
La Nova a ta as 7h. e 11 m. da tard
Quart. eiesc. a 90 as Oh. e 12 ni. da tard tard
La Ctcta a 2j as 4h, e 13 ib . da
Mar* thtia par* di 4 t Dcttmbr
As g horas e 18 minutos da tarda.
As g horas e 4> minutes da manh.
4 de Dezemro. Npm." 263
CAMBIOS.. Dezehbeo .
Londio.;:;-.. j d. por i#ooo ceu.
Lishca ...... 80 a 85 por Ojo premio por racial offtraeldei j
Franca......Sao raa por franco. Corop. Venda.
UUUO-- Moeda de6/a> re, ralba i*J5oo l*f7o(.
Ditas ., nva M#4oo UI600
Ditas de af 000 res, K/100 8/300
PEATA PaUees Brasileos = tf6w 1/640
t, Pecoa Coluranaros----------- 1/620 1/640
Ditos Meneados ------- 1/600 i/6j#
Miu^a. ............i#4*o- i/44o
Disc. de biih. da Alfandega r 1 j8 por loo ao mes. I 0|o
|dep de letras de boas firma 1 i|l a 1 11 a>
Moeda de cobr 3 por 100 d dise,
DAS DA SEMANA;
sg Segunda S. Saturniuo M. Audiencia do Juii d Uireilo da i
Tara.
io Terca > S. Andr Ap. RelacSo e ad. do Juii de Direito da iv
vara.
I Qnarta S. Elov B. And. do Jais da D. da 3 vare.
I Quinta S. /Tibana Y. M. Audiencia do Jais de Direito da .1
vaia
3 Sexta S. Francisco Xavier Ap. das India- And. do J. de O. Ha I. *.
a Sabbado /farboia V. M. IWa:. e audiencia do Juit de Di da i4
*ara. .
5 Domingo 1. do Advento S. eraldo Ate.
ffAMBUC*
j"
PEANAMBUGO*
GOVERNO DI PROVINCIA
Expedien te dj dia 39 do piscado.
. OfEcio Ao corrmandanle das armas, sig-
rifirendo-lhe, que coro a orden) expedida em
33 do corrente ao chefe da legio da guar-
da neciooal de Olioda para ordenar que o
segundo batalbo da rresma Ifgiao faca a
puainico da praca dos dias 1 e a de dezttri
bto u dadas as providenci<<9, que sobre
a n eura guarni(,u reclaa em seo oftioio des-
ta dala*
liito Ao inspector da theso'uraria das ren-
das proviiK'iaes, decliraiido*the em resposta
aoseoofcio de 2o o frrenle, e de confor-
midade com a inLrre>a>.o do procurador fis-
cal di thesouraria que na forma do arlio
6. desdesposiies geraes da lei provincial
bumero 6i de a de meio de i83, disigna a
presidencia a villa e as povoac,5es de Biser-
vs etmunru para o pagamento da dcima
diS piedlos uibaes
Dito Ao mesmo remetiendo a nota da fe-
)iv*o tic tmi coi neia engajado para o (er-
Crirc bal iiiu da guarda nacional de Ol inda
a fien deque ibe mande abrir o preciso as-
leniaeceniq de prafa a fim de ser pago dos
seos venciaenloa.
Lilo Ao coronel chefe da legio da guar-
da nacional de lindi commuuicandu-kbe
o conltudo no precedente ofiicio.
Uno Ao preieitQ da comen f a do Boni-
to respondendO'lhe que nao pode deixu-
de ttr lugar o regiego para esu capital do
c.-bode polica lirai Benlo da Costa, que
jro'dtm do tes|tciio comroaudnte ge-
tal loi mandado reoder pelo outro Caba Au-
looio Teixeira Peixoio visto iulormar o di-
to (ommandante geral que assim o julgou
dtver lser por bem doseivi.o publico.
Jdem do dia 1 do corrate'.
Cfficio Ao commandanle d*s antes pa-
ra ordenar ao commanl4ante da loilalesa do
Biutn, quemandedar urna salva, qusndo
sabir oapcr S. balvsdor que conduf. o
Lxm. presidente do Rio Grande do JNoite.
L'ito-Ao txeao, significando-Ibe que
batendo sido o roijor Manoel Ignacio de
Ceivdho MendonQaencarrfgado peiogover-
Eoinpeiiai de inspeccionar todas ta lottaly-
xss e pontos foilifi.ados da prouocia cum-
pre que eXpeca s sus oidens sos tomroau-
aiiles respectivos a fim de que lorneco
"o dito major lodosos esclsrtiimeutos -
isibjeclo, que elle hpuver de lequisiiar
pua o bom desempenbo desta commisso
,l,iio-Aoasjor M. 1. de C. iVendooca,
tamunicando-lbe a expedictio d< ordepi
W'* r
Dito Ao inspector da ibesourana da la-
enda ordeoando-lhe em cumplimento
doiirperial aviso de 9 de novembro ultimo,
qut4na1.de abonar ao uiajor M. 1. de Carva-
liio Alendonea os seps vencimenlos disde o
da i e utembru do coireute auno emdt-
'^,e' IU
biio Ao nesmo communicando-lhe ,
qe coravi.o de i5 de .novembro ultimo,
oue por bem>. M. o Imperador coi ca-
dtr ao Ueiembargador da ieU,ao destapio-
incia Fiancisco de Paula CerqueKa Letle,
tis meses de licena com osseus veuumeu-
toi pegos pelo Tbetouro publico nacionsli
Dito Ao presidente da relayfo cotn-
municauJj-llie o couleuia no preceiente of-
ficio.
Dito Ao commandanle suoemr di guar-
da nari mal do Recife signifkand i-lh-j
vista da informacao dad e o seo oncio de Sa
de novembro ultimo lelalivamenla a queixa
que contra oajudante da primeiro Bat^lhj
deste Municipio dirigir o major do primeiro
de Olinda por baver aquelledeixaij-> da cor-
tejar o seo. bilalho m occasio em que a
frente do mesmo pissasa n.is dios iQ de jn-
Ibo e 7 de setembro ; ^que deve advertir aj
referid ojudante a fim de cu nprir roilhor
as su-:s obrigices, deixmdo de reincidir en
faltas iguae as que se nolo na referid 1
queixa e que lio contrarias e prejudiciaes
se tonio ao servico militar.
Ditd Ao cofonel ebefe da legiio da <*.
N. de Olinda commumeanio Ibe o cinteu-
do no cilicio picedeitte.
Dito Ao inspector ]erl das obras publi-
cas approvanao as condic^es oig^uisadas
p lauco da estrada de Santo Anlao a operayo
de cobrir de aieiios seus empedrameolos na
oonformitlade do orca.uento du engeubeiro
A. K.ersting.
Dito Ao mesmo respondendo-lhe, que
pode mandar reparar m ruinas do caes que se-
gu do trapixe luvo para o forle do Bom
Jess a (im de nao progredir a brexa que
o mar lem eito e couliiiua a faser segundo
partecipa.
Dito Ao mesm), ordenando-lhe que
mande faser os pequeo* reparoi que preo
aa o caes que liga u ponte do Recife ao tra -
picne da alfandega.
DU0-A0 inspector do arsenal de ma-
nlia comu.unicaiuK-'.lio que pelo ioope-
11 terminado, que a escuna Bella Americdna
- fique tstaiionada tu pollo desta cid^de.
Dtlo Ao agente da companhia dos pa-
quetes de >auor, esnondfndo-lhe que pode
User seguir para os Pjiio do Worle a barca
- i>. Salvad.r -d^poi de Completa as 4B o-
rhb do reguiamento.
Dito Ao presidente da cmara municipal
do Becile tespondendo ao seo ovio em que
pede se decUi-rt se deve ou nao mandar illu-
minar a ct.sa de suas sesses por occasio do
anni*eJSrio Wallicio de S. M.o Imperador
nao obstante m falla dos de mais Vereado-
les julgar nao poder assim deliberar; que nao
sendo conveniente < que a cmara deixasse
de cumprir coro uro semilhante daver por uro
to glorioso como justo motivo, deve elle pre-
sidente ds^camaia maudar lser a rele ida
iliuminacio.
Pottaiia Ao commandanle geral do coi-
pode polica, para lser retirar os tre sol-
dados, que se acbav a isposico o ios- j
pector da alfand ga para |vigiar aquella re- |
partea> em quanlo se f>sio as ntviS obras,
visto nao seren mais precisos segundo fmt-
tecipa o referido io*pector.
Dita Aocommahd uta da escum Bella ,
Americana para d >r urna salva na oecastio
em que siir o vapor Se Salvador que
condiuotxm. presidente da provincia d
Rio Grande do Morie.
Direitos d> i5 pir 100
Dit >s de 49 'Ia P>r l30 ^e oe"
hidas espirituosas
Ditos de 5o por 100 da pl-
vora
Di tos de 3o por 1 o o d o cha
Ditos de a por ioj de reexpor
tacj
Piemio dos assijmdis %\i por
lto ao mes
Expediente de 1 i|i por too
Armasenag^m de 114 por Dita ad'iu-uual de i iU por
IOJ
Rroolumentoi da certidas
91-,10011065
19577 iU46a
566Ua5o
6i5Uooo
ifjjUiBo
ajt I9U007
1 u, s 161)71 i
344Jba
aa,89784
i48joo5Uji4
aUooo

148 ;oc744
ALFANDEGA DAS 'AZENDAS.
Rendimeoto da alfandega da.Pernambuco no
mtx de novtunbiu. i>p> A i*-r ';
Al fan dega 3 de deiembro de I41.
O Esciivo da AlLudega.
3acoo> Crruido Mara l.uOiacbide Mello
OBRAS PUBLICAS.
Tendo-se dado hoje principio edeficapio
da pouleinba no regato de Parfainerioi jun-
to a Santa Aun faa-se publica que tero
de ser iuterrom pida a passagem de carrinbos e
cavallos por quelle pjulo da estrada do Popo
da Panella podendo entretanto que a obra
nao se acaba passarern pela volta do Arraial
Casa forte. Inspecpo das dbras publicas
a a de Novembro de 184 <
ulpraes Ancora.
PREFEITA.
Sr. Prefeitp d'esta commarca manda fa-
zer publico para conbr?cimeqti de quem
(.eiteueer, que na cadtia d'esta cidade exstem
preius os pieles Antonio ecravo de Fran-
cisco de tal norador no lugar do Vlouteiro ,
Francisco escravo de r'eiisberto de tal, mo-
rador no eogeulio Varita provincia das A-
lag* e Salvador, escravo de Man or Flix
de ove, moradjr ua povoapo de Buerroa ,
e TLomat ou Tbom ecravode Jos Lu-
ir, da Conceico morador no engenbo Bom
Jaidim proviucia da Babia j a fim de
qua seos S"ennores cu piocuradores
traclem de vir reclamar a eutrega dos dilo.es-
cravo denlro do praso da lei.
I' releiiura da Commarca do Recife i\ de
Novembro de 1 ^ ti
C.L udmo do Reg Lima.
ObScitlda Secretaria.
Liux Fnnoisco de Mello Cavalcants escri-
vio e adnioistrador da Meza dfl Rendas
internas ProvinCtaes.
Pe'o preieote edital i-n constar o todos os
Sr. proprietario de predios urbanos djs tres
btirros tVesla cidade e po'oaco do Al-
logados que di dais d'esie e priucipiou a
contar os 5o dis marcados paia o pagaroenU
a boca do colreda respectiva dcima do
mestre do correte aono finnceiro n* coalor-
midade do ai tiqo 9 da lei de 2; de AAOO de
ibJe e Cndo> os quaes se proceder ex^cu-
livameo le contra os devedore em vu tuda da
citada le. E pare ebegar a noticia de lodo*
maudei fixar o presente e pubitca-lo pela
iroprensa. Mexa de Renda Interna Proiin->
ciae l. de Detembrode 1K41.
CMARA MUNICIVLDO RECIFE.
Dlm. e Fxm. Snr. A Cmara Manici-
oal desta cidade l) com pnfmdo respailo
e devida attenpio o ofRciode V. Ex. firmado
a i5 da Oulbbro deste anno em o qual coi-
sidera como irregular a deliberado que a
mesma Cmara lomo j de notnear novots*
pregados para substituirem aos qua estavo
em exen-icio ; e debaiko desta ideit bou ve V.
Ex. por bem declarar que nao tendo a C-
mara logo nocomp.) de sua ad niuistracse
quatrieoal elegido os novos empregtdos, que
com ella tinhio de servir fiavie por isso t-
citamente cedido ou virlualmenla se destil-
ado d'ese direito \ e que por tanto os antigs
etnpregadosdsvii'J ficar recon uiidj ni -
ventta de mat qu.trO anuoi nao podendo ser
de iiettiiloa seno por senten;a. Mis a C-
mara ua persuaco em quesaacbi deqdV.
Ex. ujdexeja tomar pjr fundameno di seos
actos admenistrativoi sa ni o bam publioo ,
fazendo completa abiti jio de inleresses pura -
mente .idivtddaes, assentou em uida obrar
em quanlo navas cnaideracoes ina luieo
submetidasaimparcialidade da V Ex para
serem devid mente pendas e retol'idts.
Por du rar a quest que se (em amonado t Tora a
Cmara o direito dedexillir seos empreados
mesmo dentro dos qualro anios em qua tea
de servir l nova Cmara que entra em exerci i-, ele.
ger ses empregido. denlro dos qua ros aonos
de sua admenislrpo nao tendo lelo logj 00
prirtcipi> ? Taes sao a dus espacies que ti
offerecem delucidat.
Altendenda-" o principios ; qa regu-
lio a repartice* administrativas que iavol-
vem tal ou'qal fiscaliiapo a Cam.ra p-
deria isislentar u vigorozamenie qua lbs
compele demiltir em todo e qualquec lem-
po o procurador e 6scae logo que bsai
nao sirvi e deixem do merecer con.iauct :
p,r que a recorrer-se ao Inste precario mo-
la de lium processo para medame elle reir,
r-se h prevaricador fiscal que com indi-
tivelfaeidade pode de l. loslanle pra utf-
tro compromelter gravemeute os inlereases
pblicos e timbeo os d aquellas qua pjf
suas faltas respndeos de ceito qua o reme-
dio nao curando a chaga a tornara mai
cancroaa : a dificuldade daa proras por ba
lado, por outro a nimia mJulgeuia en
punifem-sa crimes que parecen a niajaea
affender explica .1 salisfalonameota o po-
poiilo ejusiilicj asdisponcaslegislaivas,
que lorno a demisso dosempregatfjs da fs-
zenda e liscae* sugeilo ao justo *i luno de
seos superiores. Kaia imparta que taes
empregadossejo n>madospar qunroou mi>
laM4, e muilo mena quse Ijos 1 u-
panba a dbil peii de mulla de d x a trmta
mil reis por que a fixaeio da lem.ao, quau
do mesmo exprima hi co'ivooteoiia daeni*
p egado deve empre etr subjrdeaiid a
grande e impreterivel condi^j de bam ser-
vir contra a qual nada e pode eoaceder ,
quod contra rationea juns reeptuon en, mkt
e>l 1 rodu enduro ad coiise jueau \ eap*ua
da mulla qoe sem duvid se devrieacarir
como correctivo de pequeuas atlaa nuuca
poder excluir pena ex tecuca da pro apta
- deoatssao por que et be a verdaueira-
meota prelicui. Se coai o vir ui lei do 1,
deOalubroda 181 a peni de mulu para o
procurador e fisoies outra alBi se Ibes niu
pe svezemoro uo a"4i. 1-------------- ~-------- -. .
Luu Frnci>sde*\WJ>CaTaicaal. Pd8 impor entioioulU "'

i
MUTILADO


* i A R 1 O b g PeRNMBGO
COI
tem llies ser appli rato de malversareid devem ter responsabe-
lizedas rea vas ordinaiiss. E visto que a
nuil iio he a nica pena que lr.es deve
ser ii Qigtda por que nao porera a Cenara
urar do justo arl iiriu dedemiitir quaudo se
trata de ea pregados de sua confianca e que
ten de fiscalizar ? Sen. duvida que pode : e
te per isso que o aviso de 3 de Feereiro
de i83a fallando de bum fiscal decide mu
claramente que segundo o espiito da lei do
j. de Outubroo Goterno Imperi.-l julga que
Catrera est authorizada para demitlir seos
esorregados qur-ndo estes mal deiempenho
assuts cbrigaies. Fste avizo consegrando
bum principio absoluto nada tem com a e-
poi-a (D que Tora expedido ou com a em que
o fiteal especlivo lora demitiido.
Mas eos fim a Cmara abandona esta ques-
tso para tratar da secunda expecie que les o
cbjecto da deliberavo de V. Ex. Eila en-
ttude, que nao pode ser privada de nomenr
seos noves ero pregados por nao te-lo Itilo lo-
go no prinripio de sua administrado. Por
d. criminal, que V. Ex. reconhece pode- j miar seos no vos empregados dispensando ss
antiges coubesse recurso a V. Ex. ; ou se
os distiluidos se lembrassem de repretentar a
V. Ex* a Cmara ento expolia es motivos ,
por que lie niomererem a menor confianca :
mas a Cfcmsra julga derer nV. tomar I o*, t-
rela que posto pcsa egore nesmo deierope
nbar rom mwita largueza julga tedavia por
ora intempestiva e lora do caro porque
ruda mt>is pretende ella nesla occasio que
pugnar pelo inquestionavel dirtilodc nomear
lees noves ere prega el js direilo que V. Ex
supe tantamente perdido.
Snr. Csefe de L^gio do Municipio de O-
linda. ___________________
Noticias Estrangeiras.
RUbSIA.
S. Pelersbuigo ao de agosto.
Om espantoso acontecimento e que poda
ba*er lido consequeiicias mais funesta* tem
alemorisodo toda a ciiade. Antes de hontem
i eeou fogo na caixa de um dos theatros mais
(requemados desla capiul. Avista do cla-
ipoe tantamente permuo. to que se observava por detras do pao ,
A Cambra cubando fuas boas loteucces de se M(lireil,.se preparando os fogos ar-
. Ex.. que por uso La duvidara de re- \xnti com que segundo os annuuiios de
rmar 1 a decito tal vez lomada sob hlso via coinn)ecl,r a funvj.
uinnsto eat,era uue V, Ex. a declare no /->._. uia- -_J..;. __anc;;n -.
V
'o
sunposto espera que V. Cx. a declare no Q bico p
goza de nomiar 6eos novos em plegados",' o*k
que p>lo menos sogeite a questo o conhe- \
cimento Imperial i por que assi u ficar ella
liispt-nsid* de passar pelo etisgosto de contra-
vir a vonlbde de V Ex. por amor de sus-
tentar os seosdireilos.
Dos Guarde a V. Ex. muitos anoos. Sala
das sessSes da Cmara Municipal do liedle
cuanto bum direito to expli ella, em firtude da lei de seu regiment ,| Illm. e l'sm. Sr. JVIaocel de Souia Tei-
timarerca da noaeaeao de seos empregados xeira Piesideote desta Provincia
no deveersear a troco de meras prezumpeoes,
e graciosas ioterpielaies pois que mesmo
tos cazos duvidotos pelo rigor de direilo sem-
re te. deve respeilar o preeeito escrr'pto da lei:
jn re dubia melius esledicti servir ; pois que i
a lei do 1. de Cutubro dando as Cameras a
ficuldade de oome.ir seos procuradores e lis- ;
caes nio Ibes narra da e dia peiemploiiol
para a elleieo visto que pode esta ser ef-
feetuada em qualquer bum do quatrienio ,
ja por que as Mtribuices cor/cedidas pul lei
Jote de Bairos Tnlco de Lacrrda ,
P. P. vencido.
Maneel Caeano Soares Cmieiao Monteiro.
Luia Francisco de Millo Gavalcante.
I ''ra.cisco Antcuiode Oveira.
Manuel do Nseimenlo da Costa lYJoiiteiro
Domingos Aflonco Nuri Fer reir.
COiNSULAHO DE PORTUGAL EM
PEMNAMBUCO.
No dia 4 d(> coi rente mez s orue boras da
rnenle poden tesstr por irlude de oulra manida, por parle d'este Corisuladj seha-
lei terminante nao sendo licito alguero e arfenJatar a armaco vidros e Untas
distinguir onde a lei nio distingue ; e j por exiatezitts na luja de vidraceiro e pintor da ,
que a raio da elleicso existe ate o buido ua da Madre de Dos defronte da raa nova
qoatrieeio e txiilii.do a nesma razo deve d'Alf.odfga perlenrentes ao falleeiJo sub-
existir aiaefnradispozicio. ie a lei quer que dito p rtuguez Lourenco Gomes Feneira.
a nova Cmara cumpta cem os seus dev es q8 {icitaotes poderao comparecer n ccmo tbiigada ese ptra bsm dtzempe- lCt,0 ahora designada, e abi se achara
nha-lot conem que lenb eroprrgado de patente o inventario e avaliaco.
confianca evidente que o direilo de os es 1 Consulado de Portugal em Peroamhueo, o
aia com regosijo ; porem
nlou no prosee nio um ac-
Esta accUmajo foi a-
sada geral e ninguem
liico ; o que islo pt-lo
or do Ibealro maudou levantar o pan-
no. A vi=la das chamas que ja bavio ga-
nhado todo o aceuario os concorrentes se
enehero de terror ; e como sucede em se-
inilliantes ciicunstancias, lodos se amonloa-
rao ha porta ein estra nrullido :0 pode
sahir ttixendo grande numero ue morios e
lerido,
A p-ilicia que desgrar;adamenle a ni-
ca que u Kuasia Itm o direilo e permisaio
deeceudir eos incendios, a inda nao havia
chegado ao logar do desasir qu .nd u 11
houiem do povo -, arrojando se as clituias ,
ab'iu a mulli alletrad. oulra sabida pela
qual pode em brove corlir-se o iucendio. O
ioiperddjr no dia seg. i.iie poi por aua rso
urna Condecoraco 110 ptiio e'esda homem -
lievido enU*6,>udo Ihe ao mesmi lempo
um .espaeho peio quai Ihe concede a peuso
annuai de dous o-il Irancos.-
(G-zeta de Postas),
olfcer tem es mesaos limites que o seo fim.
Da deulrina contralla suidem mil absurdos ,
ct espirando contra a r^zao da lei Pe den-
do a Cmara o oireito de ncmear seos empe-
gados por nao te-Ios ncmeado no coa eco de
sua admenistraco vem o publico a ser lo-
te Dezembro de 8 |i.
Jaiuim Baplisla Moreira ,
Cnsul.
EXPORTAR \'
DA
VARIEDADES.
Casligo de um esciivo em Tunes.
Um esenvo de Tunes que osara de
bastante reputaeao no pair} oi aceus.do de
ter luto uuaa escriptuia falsa e leudo sido
cilado parnnli! o tubuual do Rfi fjrolo
convioerntts .s provss do seu ditto que se
viu pieeisadoa confessa-lo !
1 im lotio'jKKiK'ia Ihe loi applicada (hcIo
cmitiiiuoe tem sahir do uibunal a pena
dos falsarios que consiste em corlar ao reo
a mao direita. O eidugo executou esta
etntemente punido por qualroai.ms inteiros,
soliendo as malverseies dos eropregados an- Provincia para fora dlmperio no mei de opera c.o desailieul ndo antes a munheea cjo
tiges t por que a Cmara nao noa.eou logo Novembro prximo passad). ro"13 destresa e da Jo o golpe fatal metteo o
csiio'o; ea nesma Cmara inhibida tirana Igodo- Saccas 3 6 3 com 19,^54 ar.
deocroner a essa fulla nicamente pelo fado
Assucar Caixas
Fechos
Barricas
Saccas
com 38,55o
>
Ituits ezes inculpado de nao te- la preveni-
do a piinripio ; iu o que vem a .1 no
nomo seria constrangida a ad enislrar mal
ledo o quatrienio podtndo edmeni.-trar tx-
celltntemente em o testante do seo pe iodo Agoardenie Pipas i4 com a,5Jocanad3.
oaeando ea norosempregados. Cjuantoma- Couros Salgados 19 4<>6 -
isquepormuilastazes a nova eieico pode Cobre velho .... 1,^84 libras,
ser delicada : por lalla de pereilo conbeci- Dores ...... 68 libras.
vento dos amigos empregados que alias po- Pu Brasil.....4,696 qq.
dm ser itelcilus ; por querer nefbormenle Rap...... 2it libras.
escolber os notoa candidatos} por falta eio Sola e Vaqueta. 8^9 .VI.
fia de (requemes reunies, e oulras uuitss Taboas de Amarello 8-
oecurrtn.'ies. Todas estas cousiderates sao CnhasdeBoi. aooo -
nui piopiias para combaterem a prezumpcao Gneros miudos Rs. 859U89-
de eerlo gratuita de que a Cmara nao no- Moeda Rs 6603U9JO-
neando logo es novo empregados tem pres- Valor da Evport. *')i:i5Uofo -
ledo a 6ua confianca ereconduzido os anti-
coto do pades ente em pez fervendo para
te 11 le a bemorrho^ia.
Em seguida montaro o reo em um ju-
mento com a cara para Irs eolevaro tra-
tendo ao pescoco a nao cortada. Deste modo
o passearo pelas ras de Tunes, seguido por
11. ilhai es e ptsssoas e logo o levaro a sua
cesa, ond o reo pode vivar Irauquilameute
no eio de sua familia e de seus amigos, sem
baver peidido nada da sua satina couaidera-
cu pcis entre os u usulmenos a infamia do
ciime se extingue com a applicayo rta pena,
e o criminoso punido tica sem mancha neo a
sua l.ui.ia. Este faeto sucedeu em julho
pastado.
Venda de nnoa mulher.
gos. Essa prezumpcao que cerlamente nao
da direilo algum mas que deve ceder a vrr-
tlada, ioleiramenle desaparece se cciI-
eito a Cmara pretend nomiar os novos em-
pregedot, e nao d ios entibos o competente
Diploma (art. 55 da lei do J. de utubroJ q*
o sigoal sencivel de sua escolba,e confianca, e
q' Ihe conmumea a aulboridade real, e legal,
em odio da presumida que em diieito nada
st guinea t qusndo se tracta de dar ou tirar
iieioga^as.
A Cmara Exm. Sr. depois de refletir ma-
Curaaenie no alisto e menos prezo dos ne-
gocios Munieipaes nao p ue deixar de se ros-
suir do noble dezeje ue os n.t li orar quanto
No dia 14 de agosto passtado um jorna-
lero do povo de h/enkudge em Inglaterra ae
Esta exporlacao efectuou-se em 12 Navios, epresentou na preca uoaeicado liasendou-
dos quaes 1 era Americano, 1 Fraucez 7 na corda, em cuja ponta estav.^ alado o eorpo
Inglezes, 1 Pirluguet, e a Sardos leudo de urna mulher a qual tlie le*ava a vender
3404 tonelladas e tripulados por i4h pes- den du as rollas ptla praya e ei.controu por
soaa. fim o utro jornaleiro que se ejusiou em Ibe
..... com piar a u.ult.tr por 6sidos 1 e um tar-
-UbL.IwA^AL A J auiuu. hm seguida asparles contratantes enlra-
Em tOBSequencia do que Vm. me reprs- rao en iuli labein para aclicar o ceo-
senlou em seu Othcio de ii deSetembio ul- tracto.
timo, ecoropanhodo do que Ihe dirigir o I (Peridico dos pobres do Porte).
Mejor Coinmandarite do l. Batalbo da Le- | __----
gio do seu Comm-Btio pelo fado de hovero Discurso Oratorio eru lavor dos Caes eGa-
njud*nte do Batalt.t deste Muoicipio Ma- ios por occasio d'liuat Projecto de Lei
ncel uarte JUdiigues, fallado ao cortejo
do seu dito Baialho na occasio em que
coutaise en suas lurcas j e 1 a das pnmeiras |ec,e delle passava nc* das iB de Julho e
Hedidas que mais urgente reputou foi a ? de Setembro do crtenle anno e leodo em
eecolbade tovea empregados. lnlentou faze- V8U a iLformaeao que a semelhante res-
la epor uno dispensou o procurador e tsca- peilo me deu o Commandante Supe.ior da
es por ihes uu merecer a eneis pequea cun-
fiaoca ( ttm que ba tal a.edida possa ser
consiceiaua i demuso no rigor do termo 1
por que elies ja lint o acabodo o seu lempo ,
t tamo assim que mm ao nenos se quei-
tharao j mea o 1'. Presidente da Cmara ,
iiBb do fiscal da Boa-vista le quera tomou
I a qienleua do uegoiio queixando a V. Ex.
Ca ; se do uzo que a Camaia fes da mais im-
' de Mr. Roger que suboieltia os
caes e gatos a numa laxa in-
dividual.
Prembulo.
Desde que habito o nosso pequeo planeta,
Guarda Nacional deste mesmo Municipio ,'nao oueo fallar se nao em reformar abusos,
ordenei-lhe que advirlisse aomeniiouado Em minna mocidade todos atiravo eos Fra-
Ajudante a bm de que nao reinciuisae eru des. Accusavio-os de privar o Estado de
igual falta que to prejudicial se torna ao ; populacho j e posto que iosae tal queixa mui-
s^rvico o disii) lui'1 militar : o que llie par-
tecipo para sua intelligencia e em resposta
a sua mencionada repieseulaco.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Governo
de Pcrnambuco 1. de Dezembro de 1811. -.
Maoctl de Souza Teixeira,
oulro escndalo^ Os nossos Caes, eGato
esto em r erig. Hum pbilanlropo quer prt
var-nos dos animaes dom^ticos, quemar
prezarnos: no seculo 19elle preg hutm criJ|
1 da contra innocente! victimes que ten di
reitos sagrados ao nosso recoobaeinenlo ;
ainda e.u cima pretenda colorar esse ltenla^
do cora o amor do bem publico! Elle invo-*
ca a humanidad* para excusar hora projecta
sanguiu.iio Releva confessar vista disto
que he bem barbara a Philosophu e que
forpa de humanidade temo-nos tornado solri-
velmenle deshu3> for as ii liosas nao -ero degolaJas sen re-
elamavo huma voz Inc. mas coraj si v erguer-se em seu fefjr. En oro pois pelos
caes e gatos real ladrantes e miantes
d'buana parte contra o Snr Altxindre Ro^er,
cavaileiro da Le^io d'honra e auclor d'ou
tra parle.
Apologa do Cao,
Em hum proeesso desta naturea Snrs. ,
devendo a moralid.de dos teusad 1 influir
necessariamente na deciso dos seus juires ,
convuii lembrar aqu as excelb-ntes qualida-
des de que a naiure?a dolou a metade ir ais
mteressanie de aosaos clientes : mas se eu di-
cesse turto quauto valem os caes muito le-
amos de que nos emergoohar. Alero dis-
to quein b hi que nao con liega a sua 11-
gura fidelidade, e inalterave. amisade ? \
quem poderla eu ensinar que cues atieico-
adus a nos por hum aeniinento que a nos-
sa mesma lerocidade nao pode auniquilar ,
assoiiao-se s no:saa magoas liern como aog
nossos praieres ..devinho e comparulho
todas as uossas efleues protegem-oos no
peugo con bueaj e oiuriem em no-sa dela-
za ? Elles nu sao Snrs. dtsses falsos a-
migosdodia, e&ciavo* da ioiluna a sem-
pre prom us a sbaudonar- vos na adverst-
dade. I^os emos a esses narlyes generosos
d'aai;aue sublrahir-so ao asilo dourado da'
opulencia onde os querem ter capiivos e
onde, como innii i- eios |.(irasitas ijuell.es
uaochego aos ps, terio tr.icUdus msg-
nibcanenie para lufuar hun.ilde baica
do pobre a quem se atleicoaro por hum
laio que a amisade loma iud ssoluvel ; e o
que restla a esse pobre se s Ihe liraeso
seu cao p O n.leliz lie hum homem apesta-
do ; ludo delle se tlaiU ludo Ihe foge cora
|iuu.o ttpene de horrui : seu eao be o umeo
eute, que em toda a natuie^a se mostra cem-
padecido da sua miseria consola-o rom suas
cailciag e niiliga-a parlicipando dea. E
u quem amai elle se Ihe liraes esse compa-
uheiro do seu iuforiumo ? Vas nunca huma
senienc.a iuiqua ordentru tan cruel sep^racs;
eu tallo e me dirijo a coracxts sensiveis j
e por isso os caes ganuar a sua causa,
A pologia do Gito.
Confesso Snrs. que a causa dos gatos
be mais dithcil de deleuder. Geralnenle
tem-se m opinio do seu carcter, e suas
uabas tem- Ihe grangeado bastantes ini'i igos:
mas cumpre, que cada bum lamber olhe pa-
ra si. Se os g'itos sao maos nos uem por
6S0 somos muito bous. Accusio-o de ego-
smo : e somos nos que Ibe laucamos esta
reproche ? Diz-se que sao malreiros mo-
quemos socarroes velbocos : mas quero
sabe se elles a dquiriro esta prendas com os
maos exeaplos ? Elies edulo por inters-
se : eim ; mas Snrs couheceis vos mui-
tos lisonjeiros desinteressados ? Todava a-
maes e provocaes a adula^o. Para que
pois lanear a couta de culpa aos pobres galo*
aujuiilo mesmo que na sociedade he a vosios
olhos o meii>r e talvez nico de todos os
memos ? Siu fallaiti ja de sua grava neoo
de suas gei.ti.lezas, Sao vos piutarei esses
requebros iniantiz esses corcovos graciosos,
essa cauca ondeante, e oul'os nuitos en-
cantos por u eio dos qoaes sabeiu lao lin-
damente os meus cliei.tes inleressar-nos pela
sua conserva' ao : motivos mais poderosos mi-
lito em seu fa'or,
Se deslruirdes os galos quem comer os
ralos? I\o ser de certo o nubre auctordo
Projecto. Fallo-vos em ratoeiras, tlatoei-
res meus Snrf. ? Qae influencia? Batotua he a que vos querem
amar : ah l logi de celiir nella ; e de mais
b muito que os ratos antj sobre-aviso-, e
sa bemafigir ueste la;o. Esperai pois ver des-
d o primeiro da o povo ratoueiriulio roer
impunemente lodos os Irnos das voseas bi-
bliotecas. Anda bem se elies nao se alrs-
vesse m se nao a esses poemas enfadouhos %
e inspidos com que nos ma sao a paciencia
lo mal fundada suprimiro-os ; por que
nessa epocha esto he que se reformsva ,
isto be j destruindo ludo. Logo lo houve d'alguns anuos a esta parle /as os laii-jhos
cousa que se nao dicesie abuso ecoao tal uu ttm gosto fixo e segur e roera com
reformado, Eu aesmo vi o momento, em lo mesmo desfestio a Voluue, que a fradju.
qut o Procuradores. mas aqu te-o jCJue digo eu ? Os noisospropriesauetos;


n a t i
r> i fRNUilneS
S
Btf9ce discursos tao longos e iSo blica nao| e roorrereis de foi>e. Nada se obten sem da Capiiro de Fez o mesmo Sr. Gambji.
fr8r(irb ais s D'. nde ccncluo que destruir os gatos h o
IttrsmOi que eslabeierer ente i.s o Vanda-
lismo*
Con*enbo todava que cerris os olhos
KyupeitO dos ralinhos: as advert, que iun..
inircigo rvuito ruis terrivcl v;s a n caca. As
ritmaras > a qtm os gatos inda csuso sus-
tos as r* ''as Sui?. tsto alerta : el
|,ssf,guardoorronctilo, em que houver-
as de prcri uiif'i r a sentenca fatal, que. omeu
fdn-isdfi'j Solicita | nara enlriir em campa
i 1.a e vir eslalelecer-se ero vossas habita-
les as quees Snrs. seris Toreados a a-
bsudonar. E ainda podis hesitar ? Ca-
lilina est a's vossas p.rtas e >i delibe-
re" ? Desculpai Sur*., descutpai es a
pinha vehetuncia; he diffijil conservar san-
gue f to quando se falla de rat-tnn s.
(Colnel: tiaducco do Phi'opatria. )
VANTAGENS LO TRABALHO.
ft'o g'za do prater do repouzo se rno a-
quelle que teco ir.lnll a 'o as>im como s
o. zi do piazer da remida o sujeilo aua tem
ierre. A activid-de be ptimo anliJoto con-
tra o enojo que be aeris mo:lal molestia
dVquelles que nada fazem ; o enojo que
he o fl;;ello da vida igualmente quedaec-
cenoosia e de faci o bun.em quanlo menos
ut ( upado i mais sent a necessidade de dis-
tender e de gozar.
Em verdade a o.cupaco be hlltn dos mais
S'g ros preservativos con'ra os langores e
dtsoidt i.> to rumo. Se sois Oppilitdo d*
Ittlli(clia dai vos ao fStudo ealadica:
e se a vossa attento rerusa desprender-se do
objtclo que tos molesta recorre i a algum
eicm to iiclenlo, levai-o a .unto de sentir
cosasso e o subsecuente prazer do repous >,
trido suspendido a dor., detx-r -aior cam-
po a i< fl xo, Verdade be demonstrada pela
experiencia que no occio ros somos mais
senstveisaos males Gzicos e rcoraei e que
os penstncenl.. molestos fixaiiJo-te nomi-
no por isso que nao sao enfrsqutci 1 s pela
Jorca dutra Lente degenero ero loucura.
l\cs bcspitt.es de doudos ( di Spurtheitn )
(rimen!) deve exercitar os seu dea ded 9
para tbler pao. A industria paga as suas
dividas ; a occi.isidade as augmenta. O
preguicoso vende os bofa e o rido; o in-
dustrioso Lom grao, a violto. Traballmi hq,-
e ; pois nao sabis que sinislro v ,s pode
-obrevir amarilla. A indostria andi consi-
teraente accorcDinhada do prazer d'abuu-
dancia, e dos respeitos. Ero quanto vio ,
que eu liaba en minha mezi bora vin'ao
que trajiva vellidos de pao que rrorava
en ca^a comnioaa que era senhor d'huma
cabra e d huma vacca lodos me tiravo o
seu chapeo, Eu nao gosto d bomens io-
consiaiites : nunca vi arvores transplanladas
muias v(z>9 orosper. reai comoasquefo-
laodv-ixadas Irn uillameote no seu poslo
O mes i.o sucefd-i as (ami'S : l'ez mu la:i-
ih9 de cas&s coirespondem aos estragos d'bum
incendio. Permanocei pois etn vossas bode-
gas fai vastos a'mazens, em vosso cios. Montera alfdato boje cabeleiifi o ,
amaab ai^ibeb seris mendijo m oulio
dia. ,,
U homem trabalbadjr e activo ach soc-
corros } pon|ue os podo preUr : ob'.ern ca
pt i es crdito; porque os pojep.gir; he
lIi i n; -. a incum benci is lucrativas; porque
as pode desem:>eiiiiar. For ventura hume -
vallo pezado aclia tintos io opra Jjre cono
ocavullo, qae lie ardi/.o, e de boas per'
as ?
O occioso, considerado ro*no hu z'ogto
que vive cusa dis .bejlias b despretado
de todos, e hum Govert! sabio nunra o ad
mitle a js cargos, neoj as honras civia Pe
las leis de Unco o ocio era punido de tro: le
em Alhenas a titulo de furto feito ao publie >
e Dom B'6floi severos ero es Egjpcioi a ese
respeito. Hum hornem que n-o tej> outra
ha! vi Ja Je mais do que >banj*r vegt*ndo
a lieraii:a [i-lerna be meaos e*tinavei qi'
hum burro que carrfrgs cacgi ou tira po:-
hum carro; al,' n disto o burro quando
nijne, deixa ao menos a pel!e que lie bja
pira algums cotisa.
Sendo a rique/i as mais d ts reres fil!n d i
aclivid rio conven reconhecer netli as vsnta'
tm que o irtbalbo be considerado como par- gens d'aqueili. A riqoetj di ni opiniio
te tbseiHial da tura moral o numero dos que publica hum pezo hui>a eonoidertclo bo
rtcobito a seude he muslo m;>ior do que oua au'loridade, qua a pobrezi nun^a ob-
ii'aquelles Is itaes em que vivem occioos. tem e eto ludas os g osda sori'.dade produ*
pelo que nada mais ordinaiio do que a cura efleilos pi'oporciooal de QLiidos pukres obligados vida activa, em quezas de Crasso o colocro enUeCezar, e
lJm^eo j as de Lepido o assoriiro a Anto-
nio e a Octavo l'or L;ual r--;i o lio i c-n
induslioso mu fio do cipitaes be hincado
de outros capitalistas, apenas se oQerece o-
easiiode grosso lorio j he sdiniti Joao pri-
n ero posto em as conversaces privadas he
chamado ajs prtfflel'OS cargos, \ mil pes-
soas correrem a Iiuig seu acceno ; porque to-
dos s.bem que elle pode recompensar.
Todava ottervamos, que a vaidade do
nasiiccenlo ou da primeira profisso muitas
mzcs nos desa d'huma industria que nos
podra ser proveilosa O nobre decabido de
fortuna recusa, p>r ex. entrar no commer
iO:iE0ADE NATALENSE.
O l. Secretario convils aos Snrs. So-
cios, para sesso lioj- (i) dj c>rrj(ita pelas 7
horas di noite no CoUe,;u.
Corilioinc,j dos subscriptares eu benefici)
das infelises babitaotas d> vt!14 Ja Fraii
da Victoria os i'ha Terte'fi,
Gaiksr Johnsoo & C. a^U
Jjus Patn & C: 25U
A. An *usto C'.opsr a5U
W. E. Siiih jU
A.S. Gorbelt ai>U
Alexaudre Wackay & G. a3U
Barnaido Antonio le vlirandt aoU
Caelinj da Silva Aievedo 20U
Ant nio i >' Gomn j,oU
Bolly & C-.av-nes Fieres 20U
il. Cnristophers jU
Cbjrloi Roo % iU
C : tu & G. aoU
J i\ Suq 20U
J Ei-ier 2 U
H II Hi'ch JoU
Jj-^e Teixeira B-stas 4<>U
Jos Das da Silva 'oli
A. visos Mi ve 1 sos.
quanto que 09 iij9 r,ue preferem a occiosi-
dade tarameiile recupero o jutzo.
Aiaao lz que se enferrugem, por
asin. diztr as faruldadea do espirito como
enltriujo os instrumentes que nao tem
txeituio ; e 1 or isso r.o esto aquellas espe-
dilas, e protrplas no momento de miijr pre-
mio o 1 ue e^uifu'e peda de eeoluali-
dade favoiavtis a realiato de eveclua-
lideui-a sinistias. L'e mais o uctio e a iner-
cia sao disposi\Oes que inlallivelmente con-
duiem t.o vicio. A vida sen? desejos ten
f.rojelos } destituida de fins, e desperan-
^as nao he se nao laigor e tristeza t pelo
(jUe nao b estultice ou iroperlineQcia de
que i.o sejA cap z o hoa.em OCCIOSO para sub-
ir, hi-se a essa iotpida ve^etaco. O octi-
csu eiilitga-se tQjh venus vaga, Ceslide hs m:.s /acuidades, per-
de u crdito e a fortuna toiua-se incom-
nodoaosmhis, e fcilmente se lira co debi-
to : de tem itssoas spphcadas nao havei y5,
qi.e \istsst m nuiosos em sua mocidade.
km quanlo dura iz o lempo desfe sem ru
mor, mas sem iutenup.o s vossas propri-
itisdes : a fraude gira em torno de vos para
to-Is tiu, olgar j a iniuiisHde corla o curso
io> vesiol prujeclos ; as occ&m s fvoravcis
|ssu sem lenoteder j e quando acordses ,
a rissa tasa isiu por ierra os vossos bens
loubados ps vossos inimigos tem pithado o
posto, a que a8piiave9 : de cem furtos po-
dem-se contar gysucctdidos por incuria dos
piopnelarios.
(^ueitis saber a rssio porque o vosso vui-
iibo itm dous palos n meza e vos so-
,,_(-( le pao diz b ra k 111 i1 lie porque elle
isiova no armaem quaudo \> esiaeia ua
tama, jno pa&teio ou o joo. O hoaem
auivodmmoeiihacem negocios, e con me-
hu 11.10au.odo, que oinuoeule. A per-
lia lodoftha oilcil j aacluidade sabe apla-
Mf lucs o tb.iatuos. toe vos ergueis tar-
de tu utfrtw develis trotar todo o dia e
thhtx uaconsiaesexecutar melade dos vos-
sos lipoma por causa da extessjva demora.
Assim ua vit-gem da vida a iLeicja camiuba
to ugarosboitiite, que a pobieta ebega a
apautiaila por mais parlada que sli-
*K6eisi U'ules. Ap"centai-Vs d'esperan9a;
ci ; hum Doctor nao quer se nao viver de
Empitg'jS publi.'os ; e ambos levo anuos a
sobir e descer pelas casas dos p.derosos, a
bajuUr bulos que in'erijnuen'e desorezo ,
a olrer orgulho a insjleocia 09 insultos
dos porlei.o. e criados an.es do que ap-
plicar-se a bum mister, que Ihe d Je co-
mer. Entre tanto a dorara da prrguica se
Ihe insina no anir.o e por ultimo vem a
amaressa mesma cilaaiii que a principio
odiavo ; e desi'arte paralizadas as suas (acui-
dades orna-se Ihes impossivel sen ir a ver-
dade desta mxima importante '' iNo espe-
res se nao tm ti mesmo, "-
O Phiiopatrii,
lotera da matriz da boa.vista
No dia treze do crtenle Dezembro cor-
re imnrelerivelmente ai." parle da ti. *
Loteria ; os restos dos bilketes ahio-se a
venda uo Recite ra da Gadea toja de Sin--
Vieira ; em S. Antonio ra doGol'egio,
loja do Sor. Menezes ra do Gabu, bili
cadoSur. Moreira Marqese no Livraaen-
to boica do 3nr. Ghagas ; e na boa-v;sla ,
delronie da Aialnx bulica do Sor. Joaquioi
Juse Moreira*
THEATRO.
Arcanb 5 do correte se representa a
ou menes altura regular, tem a cara la.
Ihada n'riz a pjr.pocao beicos dtscjhiioj,
lera nos pez o ded > w otno 8 n si oj djj m,j
dedos esta escrava dezipareceo no dia aS Ja
''Jovembro do presente anno soar hiver mo-
tivo albura supe ser se lui ia p>r aljum ;
Itiem ap-ehenl;r leve-a en S. Amaro J
ua entre 11 d: Beletn eutregir ao seo Snr.
Joio ilaplists GlauJi 1 Tress iij seo silio,
qje ter re^ imotnoid 1
SSF* O abaixo assignado faz publico a se-!
ganda vez o Snr seo compadie .Vlaaoel Jos
de Ma5!lii's Ui9tos que constan!o-lbe te\
rem a'gunn is pessosi apreseulado-lbe buha-.
t?s da si i nfi ea qua o dito Sf. foi ihe-
soureiro que uio pi,;u.-; b .1 !e alguna se-
na 08 dcr-larados no Diario nu ero aao da
9 de Oulub.'o (iroxi'D > passado por q.ie es
be n ao faci que loi os nicos du quem rece-
bes dirili no di/ que vendeo e mes-
mo dos ,u>* se vender.io onde o abaixo assig-
Qido os leve ex.iostos vondt : caro excepca
quetende na lojt do Snr. Jos Antonio Ma-
ii 5oo riii'Der's de billiele esle Ib'os nao
tem queiido entregar, u se te n valido de os
dir a diversas pesso*s pTi cobrarem do abii-
x > asiif;u ni 0 mesiiiO do tiiesoureiro como
fez o cuuhado do Sar. Maia Joio Laile d
Arevedo e 01 seos C'ii'iros .\lanoel Joie da
Castro Goinares, Joaqnn Es,oeridiio d
Silva Guimsres e outros maitdarius do Sor.
Maia por tinto o preiexo J. que o Sur. Vlaia
ae q ier tervr nao podem p^jar as bixas poC
H 1 se o aOaiti assiguado llid deve lila p l;a-
r.i p ,r ouira forma, e ni. por en n..
tT H, 3- C. d'A Imeida Tliezoureir i d
Lotera do Rosario da Hoavista aununria ,
que boje, e Segunda reir fa;a os prenios pois claro est q.ua o abaixo assiguado leva
dos billetes di 1. parte da Loters no!'-es billwles em so loja a vaoda e nao por
Consisirtriod. Igre ja Santo Gru, das 9 ho .- r da manila at o oa da tarde 5 o en sui j versos annuiuios que- saair- por este itrio
.mi, ni ra da Sji.u Crol, n Q tartas leitos por o ab >ixo asignado
[Viras e Sabbid.s que nio forem impe-
didos.
Or A vista do qtie dispe a Ordenaco do
I.i'. i'it g 1., desde j protesta o abai-
xo sssign ido contra ijh n por direito Ihe d-
verp'gar todas as perdaiedinnot, por ciu
iguido para OUtra occajiio pretende mellior
relatar e3ie fulO coo docuna.'Qlos que o des-
truio.
O abaixo assignado aproveita a occisio da
co ividar aosddcU.ado no Diario N. aio da
9 de Uuiubro pira irem ieceber o seu di-
zade se Ihe naocattprir oarrenitmiitj qti|oheir s Puntas U. la dj dia 1. do
correle em disnle. ,
Pel'o Antonio Teixeira Guimires.
tsy JHo armasen de taboilodj piniu por
por te-ropo crto Ihe fes do seu sitio do \rraitl,
Joaiins laquna do Niscioeilo Vitiva do
finado .Vlanoel do Cartn da Gorhi; porjua
este contrat de qualidade que passi para ; deiraz do l'tieairo, cominoi-se a vender
os herdeiros e por isa que o ab.ix assig- i excelienle iarinba de trigo para pi e bo-
naiiu vista da que dispoem a Ur lenaco do laxa', e pelos mdicos presos de |o|,
L i. T. 88a, ht ero dito siti > berafei 11 ,sV, J 4 #' e i5.sf rs.f a dinheiro, ou prasa j a
toriis, na certeza de se Ihe cumprir aquelle tambam se vende urna por^-o de superior U-
(e'mpo; porque a L do Imperio permute o boado de pinho americano ni rui da Sen-
disporcada ui do qut> seu como quiter j e Hila velha armasea de Vicuate Jote de
beut ihe parecer : porem salva oprejuz>ds Brilo.
3., e ne>te caso tem u;ar aquelle protesto j %.J~ O Presidente da IrmanJide d-J N. S.
que o abaixo assi;nado fai em lempo. Re : da Gonceicao dos Viililsres fat certa a todos
le a 3 de Movembro de 8i. | os Irmos-; q re e*n virtude dos estatutos, quo
Domingos AI ves Barbota. 1 rejn.n a m.-smi IroaanJido, lerlugira-
fcflr O Escrivlo da 1: m ni .de de N. S. da' roanha 5 do corrente a nomeaco do novo pe-
Conce.;ao d* Igfeji da lJuiig-.':;aco co-ivi- sidenti e para esse Gn espera que
da a toJ 'S os Irmios para omparecerem a- os lamaos compareci es g horas mnii.i 5 do corrente* pelas t horas da manila, concistorio da Igreja da uiesmi Seu'io'i
1,0 Concistorio d me.-m* Igteja pira a el-' l'iecisa-ae comprar Mmuil Eocyelo-
leico da nova met, em, conformidade ao pede 3. edigao eOrtugrapbia de Midarei-
ra s nesla Typograptjia asilar co o quem
tratar.
sST Arcnda-se para pissara festi uns ce-
ro sita no iVlondego con cmodos para urna
Art. 48 do Gompromisso
y Precisa se de urna casa de sobrado .
rom pequeo silio ou quintal e perlo do
Recife, coto commodos para u na familia pe
quena: quem a tiver para alugar dirija-se graude laoia duas salas umacomalt-o-
aruadaCidia vellTa, D. 9, queacaai va invidr.cads qualro quartos ogio \ft-
com quem iraiar.
gler coiredor lavado, qointal amarado.
tsr Rosa de Souza de Jezus, Viuva de con boa cacinba doagaidd baba:, as pes-
AnUio Lo,.es Chaves iu s:ienle ao publi-! soas que quuerem arrendar diriji-se a prac
co queexepluaiido um ajuste de coalas qua da Boi-vis'.a botica D. to.
- ( Hquer Si. de engnlio q' precisar de
um atnl oficial de fjrreiro ano Jocii oa pro-
tem com o seu Sohrinho Joo Anlcnio Lopes
1 heves, na la deve a pessoa a^usa; e por
conseqoeucia toda e qualquer obrija,o le-' core na ra do lanjel ig
ira, ou titulo que appaiepa IMio, como i" ("o Dp'.n-.e para fora da provincia trez
no traa se for precizo.
UT (alquer Sur. Scerdote qu-* qui-
carpinas dous pedreiro um ferreiro
e duas pretas que sejo caslureiras e engo-
zer ser Loadiuctor da Ereguetia de Nossa ae-j madeiras e mo.eques de 1 a 2o anuos ,
nhora da l'.-z dos Alionados, annuruie pois com vicio ou sem elies, o qui se exige boa
tem duas Capellanas mui boas, urna nos figira e pajara ban agraiisudo : nt prat>a
Do lingos e di .9 S>ntos, rom bo n esii-1 da Boi-visU D 3.
pendi e outia as (Quintas leiras dentro! da Maiiiz: alen disloien o lerso do que sa de pUc lanilla p renue a Freguecia, ea melado da Uesob.i- servido da mesmi qu-inse ac'nr nesuscir-
gOi a quem cunvier dirija-se ao mesmo1 cuustaotias procuro uo bjoo do Pdixa frilo sd?
Vigario na aenciouada t*"regueiii do brado O. 5.
Aliogados, esideiile em a ra de Motoco-
lombo.
c-n* A pessoa que 00 Diario de a do cr-
lenle annunciou querer que um pesaos C-
I az lomasse couta de um menino ju desmi-
n a :.o j dinja-se a ra da Florentina D 4 ,
que echar urna pessoa capis com quem laca
neocio.
- l'ede-se as uthorid-des po'.iciics e
u?* A pesso que annuucoii no) Diaria
qjerer alugar pretos pira Inilnir eo uri
sitio qu.ieuJo alugir dois dirija ae a rui da
Hospicio 111 ciza de Jos Crios a msala
se vende urna preli.
fcjr precisarse d'um eaixeira que teaba
biStinie pratius devundi, p>ri tomar couta
,.0. b hnyo o quil d lidor a sui couius-
ta i a tallar ni 101 da l/.oreuli.n D. 5.
grande Peja D. ernaudo de Castro cap-! mais Ss. Caiies de embirca.o baja de GT i Surs. Lino Eraiuisco X" vier oa
Uro de Fia. Esta Fea que tanto egradou pioliibir passdgem para qual quer poriu desie! Jo fellppeda Co,ia queirao por obiequia
uo benehcio do Sur. Gamboa, vai re,.elir-se imperio, tima cterafa den ci cosa, de Lp.aiecer na ra doNixi do m no da Penlii*
a pedido de mullas pessoas fatendo a parle i uoite Fi;a Ue idade 3o auuos, pouco uuu [, ttalar do negocio da siiu da i5.bstiia
1 MUTILADO


DIARI O OS PEBNAM B 0 C O
, Quero precisar de 100,000 premie,
dirija-se ra nova na penullim toja do
todo noite D. 7.
tr Quem auonciou precisar de urna ca-
a na ra tena cono boos rommcdjs para la-
ilia dirija-se *o pateo do Carmo venda
nido sociedde paro esta como de v tomar
conta do que deve a casa do caixa falecido a
sociedada assim com dos fundos que esta-
vam em seu poder tanto em letras cmo ena
diuheiro a mais de dous anuos que por mi-
lagro nao sei de quero imBca se dividi e
ra
1 neos querem dividir con os sucios a quem
pe lencero ; quarta porque razio ha de estar
can'o os dous tontos e quatro cen"os coma os
Jiuheiros recbidos da casa do fallecido Vaa-
concellos em ms de pessoas que nao sao
csrxasoem socios ; e os socios dmos des-tes
dioheiros privados delles talvex bem preei-
sjs em qmnt) os meninos bonitos pass>
bem eom estes dioheiros, e Dos o sabe quao-
do daro ; 5. te promete autes que Bode o
auno reunir a sociedde da ver e acabar
coro isso a vista de estatuto ; o Socio Jos
Domingos de Oliveira,.
D.7.
tr Aluga-se o 3. andar da casa da
Jo Queimado D. 4. a IrsUr na leja da mes-n*
t9 Cuilberae Augusto Rodrines Selle,
comprou e tero em seu poder nuio bildele da
juimeira parle da 6 Loteiia da Matriz da
boa visia de n. aoc8 oertenceuie ao Sr. Jo*
io SaiaUa de Aranji Galvo, do Limoeiro
S3T Na ra do Queimado D. 3 lado do
vpornte existe urna cana para o Sor. Manoel
Joaquina Pinto Machado Guiroares
tar Os nrs. Antonio L Mello e Joaqun Altes di Couto Filho do
Pirto dirijc-sea ruado Qutiturdo 2
pava lectteiem urnas cartas viudas de anas
lamillas,
or Qtem precisar de bfstas de roda dri-
ja-aeaoe'genlio Abfteu na Comarca de Na-
lieth.
tsr DaO-se 100,000 a proi io a dous por
cento ao roez ; sobre pinhores de ouroe pra-
u jna ra do Ra g-l D. 17.
ST" Dac-se 400,000 a premio a dous por ""'* ~ u ... ^.
,r i, ,. eos das, o Bngue Portuguez Pri navera por
ceiilo ao rxei ; na ra do Livramauto U. ii. ._. _
,. ., / l-.. j ler amajrparle deseu carregamento pvomp-
tsr Hote 4 do correle pelas 4 horas di ICI,""J p o r r
t.idT. ... .trro da boa ku ni porta do'o? quem nelle quuer c.rregar ou h,r de
Sr. Dr Felis piloto Juiz da lerceir. vara P* P" I"? "" T !< ^
. por .xecucao que roo ve Jos Pereira da Cu Jo d.r.j.-se ^SFS&!iS.
Feli- Onveira ou ao Capilao Jos Lartos l errei-
Avisos Martitnos.
PARA TRIESTE a sabir com brevidade
o veleiro Drigue Austraco VaudesUvo for-
rado e encarilhado de cobre, ain ta precisa
de 103 a a5o caixas com assuear ; quero qui-
ser carregar dirija-e ao Consignatarios Me
Calmonl & Companhit.
pira lora di proviocia 5 na ra do colegio
D. 5.
tsr Uan op^ra ou negro de naca, que
io bonitas figuras ; defroola da Ribeira
da Boa-Vista venda por biifJ da un sobra-
diuho na mesma casa se di a5o,ooo res a
juros, dinJo por seguranc, um negro ou
''fg'1
tsr Tres mil tipio- de tapa nenio ai ru*
dd Aurora n. 9.
V e 11 d as
Huma prela moca bonita figura semv
vicio neo acbaque da qualid&da algum x
perfeila engommadeira coze cozinlu a
faz todo o ruis servico de huma casa ; na
ra forro oa c 3. sobrado indo para a Igre-'
ja d is Ingleies. i
tar lium reloo d oro boro regulador '
por preeo cmodo, defronle do oitj do Li-
rramento loja D. a5
tj~ Saliti'i! refi.i'dj em barrilnSo pe-
queno? carne da vacca salgada, vinln dj
cbampagnhe aga riz en birris presuntai
ero sal remos de faij ; na ra do trapicha
oovon. 17 cu de Henry Forsler & Con-
panbii.
xsr Um terreno qm ten 41 pilnn di
frente e oito centos de fuaio sito e n fjrt
de portas di parte di mir pi|U4it, en o
q io! pissa a ra da S. Anrj outra ru eo
novo caes de novanente p-ojitaii, toli os,
retalhalo Qiesiadi e o que stiver 00, cm %
cohdicJ de se d alierradi ; '"tratir en lo-
ra de portas n 201
tsr Por (oooUjoo a proprieiide da can
Um. venda com poneos fundo com d um aud,r e so tio sit4 "' '*.**? *i!'
commolos para familia e paga de aluguel ," co n 6olo men.aes na ra do Padre Fio.imo na i dj eillS 8t'111 '"^P^'Je.'io |
quina que vira para os assouguiubos ; a tra-
tar na mema.
Flhinbas para eanno de 184* na
otaca da Independencia I *J* de livros ns.
3 ? e i8 ; na a>n do Cabula loja do S.ir.
Bandeira ; na ra da Cadeia do Recife toja
de forragem D 4' do Snr. Moraes ; e de-
fronte d* Matriz da Boa vista botica do Sur.
Mereira.
tsr Una b rcaca que pe*a em 8 eaisis de
ssucar rcuit > bo 1 de vella e prompla com
lodosos ulincilios para navegar; a tratar
com Joo Tnomaz Pereira na ra da praia.
nha contra os herdeiros do fallecido
ciano de Barros Reg Afaujo ter lugr a r
ultima prava de duas escravas sendj ui ,
j -1.. k ... ro Bru'ue Inff'ez Kosaiie Lapitao Jobu AI-
preta de lo o o servico, e urna pardn.ba moya ro_n6ue. ,f .,_;./,, k, a.
PARA LIVERPOOL o superior evelei-
P,r.- ue .u y u.y,--------p I ~7 sop ; loriado e encavilhado de cobre e de
toro urna cria de quatro uiezes, s^ba coser ? "J
r w. a*. iu. nrimeira c as^e quero quuer carregar ou
enfiomajar e bzer no* os pieteudeiilM P..,n,c,,a J. Jl 6 .
- .-, r lir de passagem auna-se ao cauaiguatano
ccrxpareco em dita praca. i* ,K 6
ra do Linaxeiilo 1). ti, ou ni ri dj
Collwgio U. 6 lado do nuceote.
tsar Urna morada da casa actuada da n>v>
e^ialiein deid.de de ao.do ji. ummo' a poneos di.s no bairro de S. AnUnb ten
latinbo perito sapaieiro, de idade de 16 a. | 3 pmtas da frente j a tratar O. ru di.elu
nos e coziuha o diario de una casa un
U na molata 'perfeila engommadeira ,
. 53.
ipareco em ana p
tar Cflerece-se urna parda* para ama de
csa de lioatm sooiru a qual cozioba ,
crigon roa e sabe leger urna casa ; quema
Me. Calmont.
' PaRa O PORTO segu viagem com mui-
la brevidade, a muilu veleira e bem cons-
molequede idade de 18 anoos uro escra-
vo ptimo canoeiro un prdo carpira n n
moUlinliide idadede 10 annoi 3escravos,
duas es -ravasj e una molecaj na ra de agas
verdes l). 31.
tar Urna cama com pouco uto e prego con
m:>Jo ; na ra de S Theresa U. 18.
Escrav Fgidos
t3^ Dio-se 5o,000 a quen aprehooJer o
escrav creoulo de mme Benedicto, una.
tura b-ixi secco bastante barbado e bem
conheeilo por bolieiro qua foi de Joao de
tsr
Boneguins de duraq.ie para 'senhora a Ale *CUaeM i queo, o pegir leva a r
l6oo canelas pratiad^s com panca e lapis a
do sol O. 8.
tino rs saboneles a 4o 1 a fiadores de ia-
valhaia 400 rs. graixa em latas a loo rs. ,
tsr Fugio no di* 1a de Selenbro do cr-
reme snno da praia de Tabiling Comarca
de (i i nn\ i um escravo do gauu da an ;j-
*.Zta.,A.A\.>\> a o h.rn da 'siihlha an iruiua Darca un, v^auuai ..laiiuei ai?es aa caizinuas para pregaros ub rosiura a it>o, 1 j .'
ntetender diuia-se ao Leco aa v.8i\ainaao r 1 1 .. r I*, nne nupce creoulo da none An oni.
; A ,. ...I. (a t.. InAnnin* liaiia do Cunha quero ua mesma quuer carrejar ou ll s de algodo a rmiacao da sel propriai qne P'ece creomo u o fu wat*,
v ele unja tenue casa e Joaquina nierta u ^ .__ l "i .. k i bastante robusto reoresa to ter Jo annjs da
L.- n hir de passagem para o que tero muitj bous para pistaras de presepios ; no atierro da D,a,e rDUSlJ "r""''* "
lioiaiio. 6j:;:r ._______/-_ ..*_ ,. ,vr idade cor bem prea aliara regular, ebeu
rosnsro
ai... Aluga-seurca casa terrea com nons j i: h **-. u J 1 < te 1 j do corpo pouca btrbt cabe;a p;quan e
1^. i.n. ;tia no lieinrU .Iiia a a seu conwgnataiio .Manoel Juaquim amos t^" Um pardo feto oto ul de cirpina u,pj l""1" '. r r "i
Jos, na Loa vista no beio aa ijiona a o t r. r" oe ha com o globo dos olhos muito bramo.
-ue ss da a contento, urna o* atinna e urna A .a A
e Silva,
casa de F. A. de OUveira no Atleiro da
siacaf para fora da pro-
neste Recife ; quem o aprehender leva ao re
mesmo quiser canegar ou ir de passagem pa- vincia cu para engenho ; em fora de portas t 1 m' .
Boa-Vista. 1. r. H u i j 1 ferido lugar TaDitiue sitio da Aitouio dji
,\ -...j .. ,ta.,a .r. rao que tero Lona commodos dni-i-se aj ca,a icrrea anles de ebegar o larjio do pilar c ..6. & rii o
ts Ouero precisar de um moleque para j ., 3 o b Santos Vl^dairos ou nesta Lii.da di ttsci-
. 1 j ~ ~.t, .>uU.,x* dito Meslie a bordo ouion seu dono An-. delionle de um sobrado que lem urna vala 1 1 r? .1 v
senfnle de ptdieuo ou entro qualquer .... ,. b' .. kud, a ..,, a. -. k- fe ao Sr. r. 3oao Jos Fe-reira da Agmtr .
,. .r t______ n (e-no Jua juiui de oiuza liibeiro na ra aa em uaixo. -,.- _.w
aerico duija-se o mutdo novo U. 9. ^
Quem annuriciouqueier alugar urna ca ^,a* r'v i'i c
1'AhA O ARACATI sabira breve a Su
casa na boa vista oueiendo etna n ma ve
Iba ll.lt-, dinja sea IO. de ageas lardes *
1). id 1
%sr roga-separa rssar a fesla um so- l "q11
radocoma loja tm O iuda i.a la t S.
%sr
Jos Rodrigues ireita do Rozaiio O. 25.
U_ 1. 1 1 morador na ra nova que sea gsueroa-
m guarda roupa moderno de ama-
mate re onpensado.
t33r* Fugio no dia ao do passado una pre-
reio e um selim em boro estado^ ni tuaes-
j 11 ^~. k 1 a r> s. c .. 1 ta de nome viaria perle cenie ao a.carota
) por ler porcao de cargt a bordo:! SST V lo a de Carioca & bella na ra do \, 1 .' .
D V\ :_ a 1, 1 l maez morador na Maiidalena da idaJa de
iser c.iregar 01* ir de psiagem trate (Jueimado U. i chitas brancas de cores = "
Ki: \,~ w 1 h k 35 aliaos, eitatura regular p< e majspe-
> Mtsire a boido ou ton teu dono n*as pooo a peca. P-. r,.
enio com agiadaiel vila para o asr e
muito Tseos. por pieco coa modo a tra-
tar na iua v ti ha da Boa lala sobrado l) 33
a hilar com o Tenenle Ccionel Jos da Cu-
liba Mortira Alves.
tom dito
Antonio Joaquim da Soua Ribeiro.
JL ei i a o
tsr Que faz.-m Jones Patn & Companhia
Aa 1.. J- L j ct quenas, lem urna sicairu na lice esjuerdi
Lir Ultimas de velas de ra.niubi de 6, j l j <
a. i:t;, *. ., j 11 do tam-nhodo um viulem q ie Iue Urna a .a-
e Tem libia a Sao is ; no pateo do Hospilal M ^ .1 ...-
j *uu, 1 .1, / j ,\ ce aie abairj, de cima d# la.io direilo le.n ou-
do l'ardigj sobiado n. 4 e o ru dj Oaar- : -a., i
. i. ^ ^ Ira sicil* graude a tsr Uro rtelliodo para fltuti com muito
Sabina luz b reforma do Cdigo do Por u*'"n*' doCor.etor Oliveira e por poucjuio j na iu* da teaxale velba loja
.... ? conta de qutm irtieiner, de ceici de loo, taib:i:o
de
. qutm i
bom parel-, no eacripto.io da T.tyl! |""^dode bordo do Jugue lagt Mar- de!ro..le da nbe.ra da boa .vista a8 a
. carels airib^do pela segunda vez a eite por-
1 ptm.1 D.ia ene Recife n, ,ua da Cace.a ^ .M *m dobKJ de Jd,ieiro cm
lia botica do fallecido JNi\uu.
, %sr Rcga-se encaiecitaaente ao Sr. Fis-
cal (Ja FirfjU'tia da boa isla que Unce suob
destino ao de Veneza beguoda (eita 6 do
correte as io buras da manb no armazem
do trij.iche novo
vistos para o sitio cue frea conlionie a ra ^ Qat -[it Q Corretor Oiivcira terfa
daubo. poique delle 6i.be uro ledito pro- fciri J correj,,e a ro hortt da manh ero
eenHnreoo.JitiUttedesai.guede bol, que no segundo andar da casa da ra n0-
ertsta aosaoiadoies. tom effeilo causa ^ D %J ddronle da que foi moradia do
que loi moraaia ao
fallecido Sr Tbouaz Lins de urna completa
mobilia cun.-iiiuido em cadeias suts, me-
zcs e dic. de Jacaranda em d^us ternus um
manulacturado no \>>u com lodo o primor,
e utro em celado quasi novo viudo do por-
. to leitos. mesas para Untar e de pgo ,
\itirt, aoaiDiflrrdor d. Socied-de de p.- ma cmodas, gualda louca apa-
dtiiosdeu.medel'aiiaVSconcel se V.eira rildul-8l f-|OUcador com espelt.o Uvato.i.s ,
poicue nao Utn comprido con. sua obuga^ao, dd vt{lio% mangas de vi Jro lanternas
pictietta. que foi leunir a sociedde, e toin c8llC(,eg de booze e de c squiuha g 0-
fascr o omdtndo da ltli-s e de a 400,000 Lo 8parelbo para atsa dito rejuissimo
_ t.^^l nm i. i,uulLn.a i^iki lint tUiUim n .r .
dairaio cctuo c j loptietriio do mesmo, abu
xa da picieiuia dosdilos aortdures em om
ja iz pulula Jo tal nao l lia e se temel liante
nal nao testar protesia continuar a pedir
jio'ideijciiis. Uoj mirador da 1 ua
l'tiunu-f-e ao Snr. Carlos Leocadio
liatar na mesma.
t&T Im^eos de pedra da Baha mu ri-
tas sendo de Auna S- Jotquim e do
bnr. Ci uricado na ra da senzala -velba em
Cdsa de Mauoel Francisco Pontea.
tsr Pecas de madapoloens de ai earas 1' 01
45oo cada peca Gnos, e rxeias curtas lamban 6ahia C,c0 Hespanhol Z Qro Cap. Jama
linas a 8oo a dUzia ;'na pracioa do Livra- Bej carga a mesma que troxe.
tros levou Vestido de cuita a:al e amareU .
camisa ds algjdaoziuho \ que n a pegtr leve
a ra da Cruz u i i casa de J a as Crablreo
i Cj i p .itna que sera gralijado.
illoviiiieiiio do lJori(i
l
COiNTlNAgiO1 DAS SAUl )AS DO
Di 1 1
menlo U. ig.
(t^ Tapoadi de pinho da Sueca 4 costa-
do cusiadintio assoalno da juna poleg-ida
e urna e mtia dita torro de ueia pjegada e
Rio da Janeiro ; Patacno Uioamarquez Con-
ienee, Cap. Garistiao Cnriiiuui.w ,
ca {ja a mesma que trouxe.
ENTRADOS NO DIA 2
e tirulo is que lem a caixa em dinheiro a
para el.a, cai.dit-iros de bonze garrafas e
jnais de deu anuos e acabar com iw, que a viol d0J oa f U0Q. M.
3a be misaada e uiio biatde brquilna nos ^j. ^ febu0 ,,,, de plaU e & .
iocioi} segundo em que .. vs pan M di le.ie que ludo te vender petos m..o
iiLeuos que lem lettbidv da ca>a Uo Vascon-
ellos, |OIS yoe O raixa faleceo e o >nr Ad-
n.ioittiai'Oi nao rtunio a otitd neartiulro e lie tao pode uooiear (sal-
vo se toi uoaeado dtb^ix: di capole ) o que
i.ifl UejaUdo j lea tro porque aio un ieur
d>tr-
que iuuo te venaera pelos maiores pre-
sos que e ofiereceiem visto nao haver limi-
tes para a senda de ditos objecl.s.
C o ni [) r a 8
3|4 piopiu para casta e para fuudos do bar- Terra Nova ; 36 das, Bngue l biliam de 179 tonal. Cap \T Toay ,
equip 10 cargt bacalho a James Cra-
biree ck Compannia.
Sio^It'.olro gdits, Paticlio S leco Vigi-
leuce de itio tonel. Cap. O Jouson ,
carg. farro, lahoado breu pxa e alea-^
tto alN.O. Bieber&C.
r Esciavoi dt idade de 10 a ao anuos ,rtli 1C*!
mas piokimameule ebegado e remos de
1 ia> de&ujjdior qualidada ludo por preco
commoJo j no arui >zrin da Jote Anloaij da
ailva Vianua no kiie do malos
tST Ezcdeule labjado de louro e ama-
relio e costado assoalho. e torro, o mais
b m serrado que be postitel, qu. iiabaho da ao oipm j u ,1 o apareliiar ,
reio bem deeai,.eim j e bonita cerrtg^m,
que pnece j Li api.iuado por ser cerrado
na senaria oagoa no monieiro cu jo depo-
zuo be 1.0a casas novas Uo Sur. Cuuha de-
iiuule ua O.uem 3. de S. Francisco e no
luudo da n.eiuji da paite da mai veudc-je
muito lo taiiaia do Rio de Janeiro a 5ojo
SABIDO NO MESMO DA.
Babia; Brigue Inglez Brasriiaia Cap. W,
T. ,cafgA a mesma que trouxe.
Rio de Janeiro, Biigue Escuna Nac. Iazabel,
Cp. J. A.. carga assucer e mai ga-
teros'.


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