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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04365
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, December 03, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04365

Full Text
no de 1841. Sexta Fkira
Tudo a taargia : e iitiaua aoeo:ao principiamos, itinuoi apoatadoi
adjurafi* ntr ai Naaasoiaii cuitas;
Prolamaco da isftmblaa Garal do Braiill
iiii iia
SahvrrTt-i para cstafolha a 3'ooc por ajuarttl pagos ediactadot
^ r/.pograna ruadas Cruaes 0.3, a na Praca da Indrfendco-
: n. 37 D*> on,,e * rseehem corraspondanciaa legaiisadas c d-
ui, insinndo-t stes gratu ; lando dos prcprioi assiguantas,
lindo asignados.
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES*
radadsda Parahtba a Villas da su* praUrteo ; ." . s\
Pito do Rio (irand. do Norta, Villas Id.m.......L 5tEUlf(i|tMi
0itj da Fortaleza a Villas lita.............i k
Cididc dt (ioianiia ... ....'
Cidadt da Olinda...................'.. Todos os diasl
Villa dS. Anto ...... ........ ...4'.... (Quintas Wr;
Pita de (araouns a PovoacXo do Bonito ......... lo, c 7% tle cada mas
Ditasdo Caoo, Serinhaem, Rio For>noxo, a Porto Caito, i, II, 21 dito dito
Cidad da Alatjoas de Maeei............ldam Mam
filia da Paja da Floras.....................Mana lt dito dita
'Iodos os Correiot partem ao meio da.
3 de Dezimuro. Nim. 204.
". .'-
CAMBIOS. Tezembuo i,
Lcndra. .i"... A> d. porifoooctu.
Linlx a......8c a 83 por oro pratnio por metal offereci.loj J
lMai.ru......320 res por franco. Comp. Venda.
ULUO Moedade6|4oo res, velbat u;5oo 14/700
Ditas ., n.yai 14/400 lajooo
Ui'.ms de i/00o res,
8/100 -
PRATA Fataees Brasileiros - - ifio -
Pesos Columnahos----------- 1/620 -
Ditos Maiicanos --..--- 1/600 -
Miuda.-----------------1/420-
Dise. debilb. da Alfandega 1 i|8 por 100 aoinas. I o|o
I *> Moada de cobre 3 por 100 de dis*.


n
8/5oo
1/640
i/c&o
1/620
i/iac
PB&SES DA LOA NO MEZ, DE DEL
Quart. minp. a 5 al g b. e 63 ra. da man.
La Nova a 13 al 7 h. e 1! m. da tard.
Quart. cresc. a 10 ai O h. c la m. da inri
La C&ea a 27 as b. e l3 m. da tard.
Alare thcia para O din a de Detembro
As 8 horas c 3o minutos da tarde.
As 8 hcras e 54 minutes da inanb.
das da semana.
99 Segunda S. Saturnino M. Au heucia do Juil de Direito da a.
vara
3X< S. Andr Ap. Relaco e aud. do Juis de Direito da l
Tara.
1 Quarta S Eloy B. Aud. do.luir, di D. da 3. van>.
2 Quinta S 6'ibani V. M. Audiencia do Juis de Direito da .'
va-a
3 Seita S. Franjis'o Xavier Ap. das Indias- Au 1. do .'. de O. da I. tv
4 atibado Zaibo a V. M. Rea:, a audiencia do Juit de D. da o.
Tara.
5 Domingo 2. do Advento S. Geraldo A.c.
P 11 iN A MBO;
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
O Brigue rteles Courier indo re Tr-
ra Nova entrado no mes p. p. consignado
a Me, Catrsont & Coropanhia.
IV'anifestou o seguinte.
i45 bricas com bacslho 1 seliim
O Brigue Portugus Flor Je Beiris -
vind^do Porto entrado nomeip. p. coa-
signado a M. F. Pontea.
Manifest, o aeguinte.
q5 barricas cotn ferragero 18 caixas cona
dita 3 fardos coro fi 1 3 caixas rom azen-
ds 9 ditas coro fio Sj ditas com poma la,
170 ditas com vellag 5 pipas com vinagre ,
iq barril as com oscile 2 ditas com prixe ,
3a4 cadeires 5 esmappz a5 mesas, i mar-
quesas
9 vnlumrscom lixa 3t c-ixasrom
albos 6 barricas com farioba 6 ditas o. m
nil')o, i5 barrias com carne, lo caixas
r. m linliA* m ditas rom rhapeoft 1 R.^ bar-
ricas coro aduellas 146 rodas d arcos i4
iiuait.)las Ci m vinho I fardo cora palhosa ,
\ ditas rom fatendas 8 caixas roo calcado ,
ti ditas 5 caixsscom dilas 2 ditas curo obras de xi-
fre 3 ditas coro palitos i cmoda a toca-
doies, 2169 restis Mbos, 6 cHxiscjm
doce, 24 b*rticosc.ro farellos 8 ditas coro
bfitaias fip canastras coro alhos, 1 caixa com
retros, iu7dt*s coro fruUs 5o canastras
com dita i3 btrricas com cevada 3i far-
dos coro albos 1 caix* com obras de prata,
Fora do Mautsu.
8 canastras ctm fi utas 1 dita com batatas,
I bauil com aiee 2 embrulhcs com f-zen-
d. 2 pias de pedra 2 barricas coui pcix ; ,
5 caixas rom faiendas, 1 dila com obras de
pratt, 2 diiasc6.n doce 1 cixa ignra-
le, 16 barricas coro ftrragero 6 cuui.e'es
(Duiditi 2.tii icsteas de btbullas 1 gaioia
(o.n passJlo l vivtiru coro dito I sacco
fotii orugas 17 cunastras com albos I cai-
xi .om obras de lata, I porto de pedra ,
17 Itixos de folha de louro i sacio coro di-
ulieiru.
U Patacho Americano Arriel viudo de
l'hilaileldhia no aei p. p. contijnado a '
ftiaibeus Austin &Coropauhia.
\Janileslou oseguinte.
4co barricas coro ferinba 100 meias ditas
com dtts 25 saccas com pimeuta 5o ca -
Sil com vellas i6 caixas com titile, 12 lai-
dos co 1. fazenda 144 barril com potac,u 1
tbico coou viribo 40U barriquiuhas com bo-
1 xinha 100 burrias coro larellos a5 bar
ns (on ptixe a5 ditos com breu 20 di-
l-stuiu salitre ri3 barricas abatidas Oj
ditas coui lampo;.
OBRAS PUliLICAS.
Ter.t'o-se dado boje principio a cdoficaco
da pcnteiinba no regato de Paroamerim j un-
to u >auta Atina fat-se publico que tem
de ser inleTon-pida a pas;gem de carriiihos e
favaus cor aquelle ponto c'a estrada do P090
caPneiU| iodendo, enlrrlantoquea obra
'iu se acaba pais^rem pela volia ao Arrul
'Casa lorie. liib,tciao d.s obras puUtcas
** de INof enebro de 184
Rlorats Ancora,
i PREFE1TR..
Jila, EB< Sr, paitecipo a V, Efl( que
nosdias 1 e a do correte nao otconeo no-
idade.
U Sr. Prefeito d'esta commsrca manda, fa-
ler publico para conlicrimento de quero
pertencer, que na cadeia d'esta cidade ex'stem
preos os prelas Antonio escravo de Fran-
rsco de tal i< orador no lugar do Monteiro ,
Francisco escravo de Felisberto de tal, mo-
rador no engeuho Varria provincia das A-
la>s e Salvador, escravo de Manoel Flix
de Govea, morad ir na povoaqo de Buerroa ,
e Thoma-, ou Thom escravo de Jos Lu-
ir, da Conceicj morador no engeuho liom
Jardim provincia da Babia a lim de
qua seos Senhores tu procuradores
tractem de vir reclamar a entrega dos ditos es-
era vos dentro do prsso da le
Prefeitura da Commarca do Recite 24 de
Novembrode |8||.
Cl..udinodo Rrgo Lima.
Olficiil da Secretar i 1.
CONSULADO DE PORTUGAL Ett
1'LHJNA.J.UUCU,
No da 4 do corrente mez s onre horas d*
manl-.a, por parle d'este Cousuladj, se ha-
de arrematar a arroacj vidros e tintas
exitentes na loja de vidraceiro e pintor ds
ra da Vladre de Dos defronte da roa nova
d'Alfandrga perlencentes ao fallerilo sub-
dito portuguez Lourenca Gomes Frneira.
Os liritantes poderlo con.parecer nj lugar in-
diedo hora designada e ahi se achara
patente o inventario e avaliaco.
Consulado r!e Portugal em Peraambuco, o
I, ce Uezenabro de 8 |i.
Joai'jim Baplista Moreira ,
Cnsul.
DIARIO D3 PKRNAMBCO.
es triv \c5e
Sobren Liberdads da Imprenta ealnt-
inicuo publica concideradan cuino
nietos doblar huma repreventacao
nacional.
Que a le he a nica auctoridide legitima ,
e que ella nao tem o seu verdadero eiracler,
se nao quandj tia a sua origem da raaao
coromuiD ou da vonlade geral cousihe
reconheciJa dos maiores Publicistas: mas co-
mo desta se pode extrair aquella ? Em as
enligas Repblicas da Grecia e de Roma ,
em algumas pequeas UemocraciiS dos teno-
pjs modernos os cidad 3 podii ajuntar-se
na praca publica ; e deliberar subre co das suas leis tal irei J pot n nio se p )d
applicar, se nao a huno pequeo Eslaao ; e
se os progressos do tilinto humano nos nao
fjrneccssem huo recurso ira^ticavtl para
es anillos a esp'.cie humaua seria condes-
nada a vegetar semble ob o despotismo.
> pequeos povos livres uio podenj sm
tenlar-se ao p dt graudes Estados despjii-
cos-, porque estes os devoraii; e se eaalgu-
aa parle s podesse eslabe ecer bum gore.na
Icitimo seria ero alguma pequea 11.ia
de"cjnhecida ou ii.abjriiatel. Talve que
hum grande desconleiitarteiito levasse al ju-
ma grande Naco aos horroie* das revoluv-
es ; oics iuiposiioililada de estabelecer ai.u>
loridade legitima passaria allerualivamente
do dcspuiismj anarebia por desconhecer o
meio de consultar, e de fixara opioio publi-
ca ou a iiio coatnain uui-a 1ju'. *
l ... w. wJ '- -- . '~- -
-----------'
lei. Este recurso impraticavel paraosaoti-
' g he o modo de Hepres^ntac).
Os piv .s d'anliguidade tantis monumentos
! nos deix'ri) da sua raso, da sua penetiaci)
e de seus c^nhecimeotos, qua n s convencem,
saberio achar e empregar e>te roei se n>
! seu tempo o ulgsssem cap iz de eslabeleer .
! e mantee a auctoridade le^ilimi. Delle sem
duvida se ajuiariio as Reoublicas daG'ecia
para ligar-se entre si, e firmar bumgranie
Estado cjpaz de resistir s armas e cjr-
rupcao de Philippe e de FUminto. Si os
Romanos em (im o eropregisseao poderiii
Mioeiar aua liberdade todos os pivos con-
quistados ; e Rom t livre em seu* muros nao
seria o ligello de tantas n-.ces eicravas.
Mu como acreditario elles que hum s
' bomem poJesse representar cea mil que
Ihes sao desconhecido e cuja vootade e
iuteres^es ignora ? E nao deveriio esses re-
presentantes formar liga huua aristocracit ,
e perder a Repblica ? Por isooinci ou-
\ sarao empreg%r eile meii : circunscrevero a
' hi SU^cnw 001% na murria ri'l,imi #i i n-r n a
bordis do mar em algum> ilha, ou em a'gj.n
terreno roontanhoso, e tude. Os escravos Ibes
cultivavo a ierra ao mesmo teaipi que 01
senhores n linhe outras luncces mai-, do
que defender o Eslido, ou deliberar ni pra-
ia publici.
Dspotas frente d'huma grande poiula-
cao que conservavo debiixo djseujug) ,
ja pela forca j pela corrupcao pela {uj-
rancia e pelos prejuizoi Gzero desappare-
cer succesivarnente essas pequeas Repbli-
cas e a especie human ItVJ de gerner por
desoilo oecu os debaixo de goveruos des-
pticos,
O se u'o dcci.no quinto frtil em desco-
b i lientos produiio aite dt Imprrnsa: des-
d'entao tud ) mudou de lace j u espirito hu-
ra no tomn o seu \>i suhio di infancia 6
a cirilisaci) leve de mudir de face. Em bal-
de quizero oppor diques aos progressos de
sua marcha ; que ella todo roja^eo; I'j mis-
ler ceder torrente e deixar-se arrastrar em
stu enra,
A imprensa loraau-se para o hmem buu
novo orgao ptloqial pode elle fazer-se en-
tender em to'iis a dislaucias e em todas as
prt s o tLeamo tempa. Por meio della os
poros esto em conven tco pe mnenle i ai
ideias e as ojiaies ie coaiinunico con a
raptde: do Huido elctrico e a como^ij (>
para uo poni, onde se nao s bj mais .-.
Asg-*rdi,*a accumulio successivameuta a ex-
pe ieu 1 i e os couheci'Jientos dos secu'.os
pas>adjs, e iransmiuen larubem posten-
i'ade seus procreas js e seus descubr ce-
ios i), sie iiioJ j lie que u espitilo humano
c\ininha para a p^iieijo, que o preseute dif-
iere do pissaio e q te as geraces fulurai
sibei") Iuu ii o que ni aiudt iguo-
raoipi
5 depjis dessa invenco loera^iliioi ha
iu; os povos se i'oJeai servir dt Ripresonta-
topara estabelecer e mml r a auliiorija-
tle legitima. D'autes s cidides ou peqae-
11 is l'ovoces he iji; podio viver de bnxj
do seu reg nen t esses povos uns cid*-
dei devio ser eugolldos pe os grande! Esta-
dos despticos, liije poiai a impreusa nos
l'jraece o meio d'eslbelecec bum modo de re-
prtsenUcio, que nao he Ilusoria ; as gran-
des iNacoc podem esubelecer o goveruo das
leis e he d"esperar quea civilis.te.ao la-
teado grandes progresos. aiseulo coau .9li-
derSibreas su 11 verdadeiras b .ses.
O Ingieres em suas ilh*sl ros, que pol'o dar o exeoaplo Europa ,
sem que tive> t a da lutar cm a lig* do Jus-i
pitisaio c inli. e tal. Seguiro-lhe os pisos
os Americn a. A Franca rompeo os seus
diiues ; as a;oa> im;iradeut ac-iits aecunu-
Udas produtiro a torrente inevitivel da Ra-
voluco que hoje se h derramad) por tola
o mundo. E anda h py ; ne >s to intensa-
tos que pretenlo resistir-lhe ; que qu-
ro fazer que retrograde a natureit, e vol-
ver-ms ao ferrenh jugo do despolism ?
Se Jepois da i iveuco ds inaptas* ha ,
que sj pole emo-e.jtr o Giverno Represai-
tavo pira esUbaleoar a authoriJida legiti-
ma deveuos c incluir nocessariimiati) qua
n.io .'o: livur (i vento Representativo saua
inleira libar Jada d'ia,rens e sem ellta
sua intlituivio nao he se uio humi maset-
ra eiijjan .si con qu o de,p)liimt p"ocu-
ra eacobrir a sji face helioiilt. E em ver-
d de cono poi^ria han Givern Represan-
tativo estabelecer snu aliberdada da im ren-
la o govurno dis leis ? E>tai devamdimiuir
da raso counuo ou di vautada gersl v
mas sem a ib;rdaJe dt ispreuss podero os
epresena-iles conlucer o voto dt risoojai-
raam? E pola esta servir-ia d'outro 0"giv
para se f >a :r entender ?
Hum gran ie povo he obrigiJo a racorrerf
repre 'nt-icio pira f ser as suas lejs
().,n|uelha he impissival ieauir-ia e de-
liberar m massa : donde sa deve coa Muir ,
qUe para que a represintacu seja _
melhor possivel releva qi seja a
ilinlS
nu-naroso a n de que tolos os
ia'eresies possao ser repres nta.los e sa tor-
ne mais dilh'il a corrupjio. As eletcfaa pai
ro devemexpe-inenlar rianbum iiliiucii
eilrsnha devem ser livres em luinms. A
sesies dos Representantes devem outro si,o
ser publicas e os v#tos emiliiJos d,huo4
min-ira osteusiva.
O qe sao na realiiada as coairns>is l-
crelas i* Uiro mercado tenebroso dis consci-
emits ouda o interesse particular preldre
ao geral ; onde ms sombras do myUeiio al-
gumts persouagens viz ousio appreseitir
humaopinio assalariadi, q le enveg) t:i tr-
se-io de mauifastar em preseuca da seus co-
mitt-n'.es ; he Lum meio que elles se re-r
atrvio pira por a Unco os seus vulos i porqua
para l zar bem ser lo neci*fi J o segrtdo ?'
Di roais po lero por ruuilo teupi hivar se-
greJo em huma assembli uumaiosi ? S*
os Representantes aeguem a opiaiio publica ,
o mysieiio he nocivo ou pelo menos suosr-
10 1 se della ae apirlo as Uis qua resul-
lao de ius de ib Eac^fli Moret'8 , nii taav
! o seu carcter estancia,I $ ajilas sio rep M4 is ^
'e a su execu o exciit descoaieutameuloi rt
|sedicves, e desorden*. Independeata en->
te da publicidtda dn sesses a*dehb.racesj
deve ser pulo icaJss por viada looorenvi e
dos periodi os Se h algn projecio d hr
importtuie que deixa alga na tuvid* ao;
a certeza da opiniao publica em seu lavj 1
dever lazci-ss publico anteriocmsaie < *
cussio o rouito laoipo autea par cir jf "
quella possi ser consultada j e od* rep' ti36llm
lado deve lar o direito da dirigir p- ,,.Jt
mamonas, |e inslrucces a seus preseii'J
tantea.
Para contar a estea no sentidu. (j;, opa0
publica 0 impedir a corrujir^o, pnreoe-
. nos mai ulil cou.edcr
r.-- r"
. .- l"'WC-
;aVJU>lefi.os dWlaj^
MUTILADO


ft.'i X fc'l o ni Perambco

o oirei'o de sensuta que Cerera limilar-se cionido d atine lo cidadfo o Sr. Antonio Jo-
rietlarar raaiui a que os Representantes da
Provincia que a abarlo de prehencher a
ma aii-ro tcm ou ufo seguido o voto da
aqnim de Mello por laxar em lium oflicio
o procedimenio do Presidente de precipitado,
e leviano onde sem o menor respeito he
opiniio publica. Tal c nsura nao devtra colirio de improperios o Exc. Sr. Manoel
de Souta Teixeira sera que o Sr. Piomotor
siga o exeutplo de s< u antecessor ! E por
qnem... tmpora mulantur et nos niu-
acarielar nenharaa dis.-ussio t bastara,
que bolas brancas ou pretas derignatsern a
afirmativa ou a negativa ; e qual qner qu<*
iosse o resultado, a .ppiov.tcio ouaiepio-
vvaciodevea aer a tnica recompensa o
castigo un ico,
Nio sendo idnticos os enteroses de todas
as idade, a He presen lacio coniposta s de
anciios seria viciosa htm como te s cons-
tarse de joven*'. Tamben: o seiia se se com-
pises?e pela mor parte de legstas; por que
ueste casa o p.-.dre o negociante o agricul-
tor o capitalista, o militar nfc serijo re-
presentados, e deixariio de ser dt(Tendidos
os seto nteresses alias mu i influentes no
Est-do.
A uistruecio publica he da mais alta inpor-
ta nria e da mior necessidade para dar ao
Rgimen R que he susceplivel ; por-iiuanto decendo as
leisser a expre.sio da rsilo comrnum, im-
-porta, que esta seja bem exclarecida ; e
huma boa inslruccio publica applicada a
huma grande maioria da Nacao he que po
de esclarecer a razio comrnnm. Se a ins-
lruccio f chegasse a huma fiaca menora ,
seria para temer que ella formasse no Esta*
to huma ni isio' racio.
Oln mem faldo do soccrrro da mprensa. e
daleilura est reduzido sua propria ex-
periencia : o honidii instruido aprepria-se
do saber dosseculos pa-sado e sobra mu
to a que He que te T redolido somente a sua
experiencia. Se em hum estado s fo sem
instruidos poJe corromper, ouagiaciar, a nstrurcio
seria hm genero de tyrania horrivel e ib-
ra para proferir huma ignorancia guala a-
riktocracia do sal cr.
Os puvos aniigos, que se diz'io livres ,
tinhfo cscravos para os traba'lhos rsticos.,
e artes grosseiras j a oscidadios calda o olli-
rio das armas, e a dbcuss5es ua praca pu>
i)lica. Ali he que se desenvolva a sua razio,
ali he, que adquiiilo as nocoes nece;sirias
para faaer as suas leis. NoSystema Repre-
sentativo porem nio pudendo a mas-a da
Nacao formar a sua razio por mtio da dis
i-iiM-o cumpre que lance mi da educa-
^v uutlui <*m liucniac \ia liuuitnstt r
da leitura. lajui concluimos, gue nosso pensar o sber Jer pelo menos devera
tev indispensavel a qual quer para exeicer
og direitos decidadio*
qoe a ordem considera huma energa louva
vel ! I He pena con effeito que a ordem
nio va habitar o Japio a6rn d} poder apre-
ciar dividaraentea energa maso co-lo he que
quandoa tal energa Ib? tocar p r casi nio
lia deg-star rruito d'ella ; cono por exeni-
p'o e etives;e cm hum luger vitalicio e 'enr-
gicamente1 Iosse delle demettido. Basta de
taranr in IIis I ! Felizmente a gente sen- p,eamholos ; entremos em nnieria.
sata de Pernambuco las a ordem a devida I A Ordem, qoe julgoo dever tergiversar
justica esabe mui bem que huma" penna|por t..das ss maneins iirncipi* tasando de
Correspondencia.
j Sn s. Redactores
Temos dado bastante tcm pode discanco
oicJem, e por bao su pomos estar j de vez
para entrar coro nosco em refrega ; es ares
do campo, a doce tranquilidade, que elle
olTerece, proporciono hum prompto lesta-
Delecimento ; he por tanto muilo de presu-
mir ja tenha a od m concluido a sua con-
'Vale-scenca. Cerloa por tanto de que nio
pastaremos por deshumanos pedimos! cen-
ca ao publico para a inda oerupa-lo com a
discussio do prjcedimenlo da Cmara Mu-
nicipal na duuisso de seus Empregados*
Antes porem de entrarmos na questio,
.cabe, que tacamos alguroas ibservaces a
respeito do 4 n. daoidem. E-ia l'oilu,
que s tero lido at hrje por fim de-acredit-r
a Adminiitito do Etc. Sr. Mane el de S u-
sa Teixeira rensuiando-o pela maneira mais
grcieeia, eirijns*, sem duvida com o lito de
fazer cier necessario hum outro Governo .
p< r quem sutpie como os Egipcios pelas
suassebolas, ultrapassou em o seu n. 4.
todas as raas do dero'O e respeito que se
devetn guardar a prime-a au'oi idade da Pro*
vincia. Uep.isde rtdicularisar a sabia deci-
sio de S. Exc a respeito da demi-sio dos
Eiupieg.'dos da Cantara dep is de proferir
os mais iusulscs doestes contra o seu digno
Secretario depois de haver dito que S.
Exc. subrogou e infringi a le, utuipou
fiumdueito que Vi.o'r seu'(nio sabemos
cerno poda &. Exc. uzurpar -hum direito
seu ) depms de dirigr-lhe em sunima inn-
meras injurias acaba at augurando, hum
ten i vel porvir ao Tur. no do Sr. D. Pedro
a. se o Exc. S. Manoel de Sonta Tei-
xeira como nw.u Delegado do Poder nio for
demettido rerlamando d'esta -arle bem cla-
ra e explcitamente a deiuis>o do mesmo
Exc. Si. / / E lie na Capital de Pernam-
Luco em que. nio lia muito lempo, o
t Ur. Nabuco, eolio Prouioior, deum-
venal nao desacredita alguem ; por que se
maor interesse enxergas.e rm deflender a-
quelle, que trata de menoscabar, o feria
com a mesma lacilidade -, tilizoiente a gente
sensata de P/rnambuco sabe que a viogan-
<;a de hum Prefeito e seus subprefreitos de
uielido* mntivou o aparecimento da ordem
nm < fim privativo de desarredilar o Exc.
Presidente e seu honrado Secretario; fe-
lizmente a gente sensata de Pernamhueo reco-
nhece no Exc. Presidente, e seu Secre t rio
a idoneidade precisa para governar a Pr .vin-
cia sem camai ilhas, que em vez de dar con-
sillios iinprem preceitos ; esabe muito bem
que as vozeria da ordem que ni> ddf. rem
do latido de rlea goxos, sio impotentes para
destruir a bem fundada opiniio de que go
zio dois cid-idios distintos. Clame pois a
ordem contra o Exc. P.esidente. eieu Se-
cretario i esbreveje, e faca etalar o ar ,
rbente en fim em toda la a de injuria1); ns-
llie distemos como hum Poeta Portuguez
Bravejas emoqueces nio commove's Ge-
las a contri.co no centro d'alma.
Admia sobre modo a maneira por que
pretexto da i>ecessidade de huma reforma
pessoal, procura a ordem colorear o igno-
minioso procedimento da Cmara Munici
pal, admirando a inergia com que levou de
vencida as considerares qoe a cercario. Se
acaso huma lalsahida wse dada perante hum
publico ignorante do laclo poderia sem du-
vida embar a qurra nio conbecesse os dignos
Venadores, que votailo pe'a demisio dos
Empregados: porem ni presenca da hum
publico que es' ao alcance de ludo, e que
sabe mui brm os motivos punco honrosos pa
ra a Cmara que deiio lugar a ella romper
em hum tal excesso he sem din ida o muior
despropsito a que podeeia recorrer a ordem.
'Quem ignoia na C'idade do Recife que a
mais baixa vinganca nascida da oppo>ii:io ,
que as E'lle':t;5es sotTre-io alguna camaristas
e que mes occasionou a rorqnilha as K
leicoes para E't'ilores unida ao desejo de ler
Empregados na Cmara que de futuro se
prestas-em as suas coballas, eco interese
immediato, quetinha eeito venador de em-
prear hum seu cunhado e hum seu sol.ri-
nho f rios verdadeiros motivos que re-
solveao a Cmara a dmiiir os seus Emprega-
dos ? Quem ignora que desde que os d'gnos
veriadoi es tomario poste tiverio logo a firme
res.lut,'io ds demttir os Empregados ; nvs
queque rendo colorear de algnma maneira o
seu piocedimento espeaio algum ten po
a ver se da vio motivos que ju-tifiess-em a
demusio, at que por fim reconheeendo
! quauto erio exactos no cumplimento de seus
devens, se viiio (oreadas a demetlilos
mesmo sem que dessem a menor causa ? To-
dos sibeut muito bem ludo slo e como cre-
rio que a necessidade de huma reforma pes-
soal foi quem indusio a Cmara a demiihr os
seus Empregsdos ? Que causas fizerio pare-
cer essa necessidade ? Quats os f'actos pela
Cmara aprestlitados rontia os Empngauo-?
O que he leiio deste libe lo de acusacio con-
tra cada un dos Empregados que os mem-
bros da commssiu prometeiioem seu pare-
cer api eseniar '( Clamio que os Empiega-
dos io prevaricadores mas nio obstante
pedirni-se reiteradas vezes as proras hum
s fado nio be a presentado 111! E en ti e
tanto trige-se a cmara em hum Tluibunal
de Justica airoga a si attribuicdes do poder
J udit iar io e sem ao menos declarar o crime
des Empregados edar-Ibes lugar a d. ffes,
condemna-os a perderm osempregos, que
a le Ibes garante por espaco de quati o anuos ,
e dentro dos quaes por cotisequencia sao hu-
ma propriedade tio inviolavel como outra
qualqucr 11! Se os Empregados sio preva-
ricadores, se huma relorma pessoal se tor-
nara necessaiia a seu respeito exislem Tribu-
naes competentes para conhecerem c'e seus de-
litos e imporIbes a pena coie-pon-
dente : mas nio eslava na juridicio da Ca-
ra, ra a quem umc-menle incumbe impor
multas de deis mil reisat trinta aos Fiscaes ,
e seus suplentes, julgar das prevaicacoes
ji curial o mei porque soa Fx. coneceo do
dec i-lia da Cmara e isto porque nio f i
nenhum dos Empregsdos que reoresentou
sobre a demissso e sim o Presiden'.e di C-
mara: qusliBca de desfrute a represen-
lacio do digno Presidente da Cmara. e
mesma decso do Exm. Presiaeote A* Pro-
vinria a quem pplica o ambo Arenles
ce'ate, Arrsdeg ambo ; mas permit* n >s a
Ordem, que Ihe digamos, quaseueda ma-
teria leu hatido algum deslructe he sem
duvida o que Vm. (perdoe se ses< na tsbe-
la) deo chamando inrorial o meia porque
S. Ez conhpceo da deei/io da Casara. O
art j5 da Le do i. de Oulubro de 1818 d
o direito de recorrer dss derizSes da Cmara
para o Presidente dos Cidados que pir el
las se senlirem agravados sem qoe restrinja
este direito privativamente aquello sobre
quemo mal recabe directamente ; log, se
he principio correte, que quando huma
Authoidsde viola os direitos de oualquer
Cidsdio sendo a Sociedade toda offendid ,
cada eidsdoem particular be tamben offen-
dido senio directa ao menos indirecta
mente, he inqut-stionavel que tendo a Ca-
reara Muni'ipal i ITeudido direi'o garantidos
uela Cunsl. i'o Imperio com a demisiio que
deu aos seus tmpregados direito tinha qual
quer Cidado de recjrrer desta deciio para
a Aulboridade competente, romo agravado
por ella, usando da gsranii, que lbe outo'g
o $ "o dj sil. 179 da Constiiuico Ora que
a Caara Munipal offendeu direitos gran-
udos pela Consl. he huma verdade incoiicus-
aa ; por isso que pelo Sj 20 do citado art. 179
he garantido odireilo de propriedade em to-
da a sua plenitude e os empregos pblicos
tod-s as ve/es que sao garantidos por le co-
no sio os dos Empregados que a Cmara
demidiu por estaco de 4 annos em virlude
da le do 1. de Oulubro torna5-se huma
oroprieddde que dee ser lio respeiuda .
orno oulra qutlquer. A isto acresre que
a eoln.cia que contra os Km pregados com-
meileu a Cmara importando bao criase
pulluo, d lug'.r a arcio popular pelo 4
art 14 do Cod. do Procesa Criminal, e se
qualquer do poto podia e poda deuuu ier
da Careara como oe;ar-se-ltie o direito de
dirigir boma repiesentaco a Aulboridade
competente para sanar a injosliea ? Ese qual
quer do povo tinha odiieilo do representar
do Exm. Prndenle, s o dif.no Presidente
da Cmara siaria privido desie dieito por
frtier parte delta e dever por coosequeocid ,
segundo quera Ordem curvsr-se legamen-
te as decitis da inaiori. ? Onde loi a Or-
dem beber esta dout iua die que a menoiis
deve sempre e em lodo caso curvarse as
tistes da msioria ? Onde chou a jusliBca-
to de-sa 0>i nipoiencia Ntunicipal? Por
veuiura a n eooiia nao be mais do que bum
ceg iustrumenio da muioiia que ludo pode
Uzer a seu contento ? l terrivel doulrma ,
que las derivar a moralidade das att^es em
hum cor po cellectivo de serefn ellas epoiadss
celo maior nume'O. A menoiii ero regn
deve sujeilar-se as decisoes da maioria por
qoe be aa naiureza tia couas que uao seo-
an possivel obler-se sempre ous corpos colec-
tivos unsuimidade sejao os negocios dici-
oidos pluradade de votos ; at que em
todo esto deva a menora cegameme cuiva-se
que Iba d a le Geral citada no art. j J -
que fundamento a anadenlo na mesms lei
nio quiz com isto dar inslruccues pira a su
exerocio, oem de cerlo deu: portante oi
uzurpou S. Ex direiu algn utou d* bu
que Ihe outorga a lei; parojae sup3tlo perter.
ca aro Governo Suorema dsr instrucedes par
a boa execoco dis leis Geraes, lodivn cj-
mo ao Presidente incumbe tomar coulieci
ment dis deliberapes d* Cimera o a de-
liberacio sobre que tiuhi d decidir S. Es.
devesle ser julgsda segnr.do huma lei Geni,
mister era, que S. Ex. d-ciJi.se aqu^j
segundo essa lei Geral. A Ordem pj>,
lonlundindo a deciiio de huma questio se-
gundo a lei '-oro as ioslruJvoes d ec"C|0 (ja mesma mostr mu claramente
nio ter ideia exseta do que sio regulameotoi
de Admnistracj Publica ; por isso que i.
ora que os re^ulamenlos ten por fim p es.
creve'r ludo que par* que a lei seja execq
taa deve ser feito pelos Cidados e Fun-
cionarios pblicos em *>*<** cerla orden s
sob condieSes deierroind* enlreanio qUa
bumadeiisij tem por fi determinar a m,-
neira porque a lei deve ' entendida. Foi
por lauto por onhecer o seu dever e uao
ignorar os seus direito, qu< o *> Presi-
denta mui juliciosimenle decidi a que>lia ,
que ihe foi subroetiida \ entremos agora no
merecimento da decito. Ws j temos vic-
toriosamente demonstra lo em noisa* tres Cor-
respondenciss, que a Cmara em caso algum
tam direito de demi tir os seus Empregados,
a excepcio do Secretario e que por coose-
quencia a decisio do Exm- Piesideoie he a
mais jurdica possivel ; e al aqui anda ao
vimos combatido hum s dos nossos princi.
pos ; ludo quinto tem apperecido contra uao
passa de lergirersaves em que ou sio des
presadas a* regras mais tiivues da lgica ,
ou consagrados os erros mais grosseros em
Jurisprudencial he o que noia oos nos ar-
gumentos da Ordem que cbammdo Juris-
consulto improvisado ao digno Secretario do
Governo, a quem attribue o officio do Exm,
Presidente, d bastantes mostrea de pou o
e.iteuder de 'eito ou pelo menos de ha-
ver esquecido o que apreudeu Ou a urden
que o Esm. Presidente iropoz condices direito, que reconhe e na Cmara de de-
mttir os Espreg-tdos nomeados pela sua ao
tfce-sor e que desla maneira subrogou I
lei, acresceulaodo-lbe uispjsie;oes que c/i
nio conlem : maa qu-l be essa condico, q'
6 Ex impoz ? qual easa disposicao que a-
crescenlou ? Dizer que a Camaia deve pro-
ceder logo que loma posie a noaeagaode
novos Emnregados, caso nio queira cou>er-
var os antigs, he por ventura impor ao ex-
ercicio do omito de nomeavao alguma coudi-
cio nova e acres rentar alguma dis.iosnao ,
que a lei nao contenhn? Ws ja demons-
tramos que a lei do I. de Outubro de 1818
nos aits 8je 85 he preceptiva, e que por
isso danoo hum direilo imt-ds ao rae.mo
lempo bu 10 dever j logo deveudo ser cum-
prido este dever nio est ao arbitrio da Ci-
mera diU'enr o seu exe cicio como poderia
faer, se a lei fosse meramente p rmessi'a ;
sallo pas as o Cmara sem Empreados logo que toma
posse deve em eu 1 primenloda iei ou no-
mear os amigos F.inpieg-.dos ou chamar
uovoS e que he por consecuencia smente
esta a epotha e m que pude despedir os Em-
piegadoi, que servirn cun a soa antecesso-
ra u.o os nao julgue rxerecedores de sus
eoufisnca como muno acertadamente dicidio
o Exm Presideote. re por tanio muito mal
applicado o xioma quod lex non Uislio-
guit, ue nos sistioguie debemus porque
se elle procedesse nesve caso e por isso a C-
mara podesse utar do duei o Ue nocue-cio ,
,, i Y. .__1 quando quisesse por u j na ver a le uealm-
sem que jamis Ihe tea licito procurar pelos I ^ r
ueva ica^o
udiciario ,
doa Empiegadot como p der
arvorauUo ae em Legislador impor a pena de
perda de em prego he a ccragen de com-
mettei taca abusos que propriamcnle cna-
loauos despejo f animosiade, audacia &c. o
guido o itmpo, seguir-se- bu, como ja mos-r
tramos em nossa lerueira Correspaud ocia ,
que a (Jamura Uirferin 10 o direitj a seu cou-
leuto poderia deizar de dar executio a pie-
cuto da le. Ajas eoii eUio eoleude a Ordem,
qoe o sentido, que deu le o ! xm. Pre:i-
deuleiojuila O Legislador, e insulta a ra-
iiu 1 que a clausula de ser ezercido o direito
no piiueipio da insiallac,ao toiu uiuiil, <
Julga a Ordem que o Exm Presideote suacepmei de tiu meios legtimos a itvogacio de huma decisao
injusta da maioria be (.rincipio lio mons-
truoso, que t enunciado arripi* as carnes :
he para la tm ai-se que a Oideru nioeate-
ja suieila a huma maiona da Convenci 1" la-
cera do Parlamento de Oomwel para ceg-
oienle submetler-se todas as suasiesolu-
ces.
uiui'iou direitos quando decidlo a quesiao,
que lbe lei submetuda ; por isso que a Iti do
1. de Ouiubrs oe 10*8 be geral, e a S. Ex.
lomete ct ni pete telo arl. a^ ^ 4 do Acto Ad-
a Cusrtada uaj lu mis leli/ do que us ou-
tias. Injuria ao Legisl tlor e lusuiu ra-
zio cauca a lulclligea.u que a le o,uei dr
a Ordem por isso quetu e o Le^.uiadof
dicional dar ioslruci&es para a bo exeiussao tau nesiio ejue gaiantiudo na le o liprq^i
uaa ieis Proviociaea peritnceudo esta at- g-Ui.s ^or quaiio .unos uese a Cmara odi
uiLuiijo, quauto a leis tiats ao Guveruo itito de ueuiiitl-ios aoseu arbitral Uto be
.u| rtaio j mas nao nflectio a Oidem que que Uaodo ao emprego numa duratio fixac'
S. Ex. na decito que deu, nao lea mais na lei, o lornasseao mesmo lempo mera coi
do que eooLecer de huma deliberaeio da Ca- I misso amornel ad uutum. Equila iaulf-
mia Municipal em virlude da authoritegio [ luUde, e susceplibiUdade da abuo, que t&



b f i Si o i PKSNASRnB
i gaita da clausula ? A lr*i dando as Ctmaras
o dieito Je nomear os seas Empregados o q'
quii fci ; que ella servisse cona Empregados
de sua escolha e na dar-Ibes o direilo re
drr.ittil-os ao sea arbitrio ; porque quando
elUs rorrm prevaricadores lu tribunaes que
osju'gnem; por tanto o direito de norceacV
nao be necessari" quand o Em pregado he
ronhecido prevaricador segundo supe a
Ordem j he necesario sement para que a
C.reara nao seja foruada a servir con Era-
pregados nomead >i por outretn e por sso
logo que ella os h uomeado tem ejercido o
seu direito quanto era necesiaiio. Oa poi
mo mesmo que a Cmara nao pude trabalbar
(esa Empregados e 09 nnligos nao podam
contloosl servir sem huma nova nomeacio,
be eidete que no principio da installagao
justamente quando o exercicio d j direito se
|az oeressario por quanto servir rom os an-
tigos Empregados sem seiem novaraente n >-
d eados por ella ( o que absurdo) equivale-
na a servir o i Empreados que nao "o
de sua escolha illuaiudo inleiramente o 6m
da lei que pira evilr i.-io mesmo deu o di-
reito ue uomeaco. O buso, quedad.u-
ula imposta ao direito ar derivar a Ordera ,
be o mais gratuito oosi>el; porque elle exis-
te leiLpre, quer a Cu,, r> deva usar no prin-
cipio da insullfcco do seu direito de n ornea-
ca0 quer o pussa diffrfrir porque em au-
tos os casos he sempre pelo conhecimenlo
previo qut se tem de decidir : porque como
coubecera a Cmara do procedimento dos
Embregados sem que elle* sirvi com ella .
vcou.0 sei virio ellts sem serem uoaieaJos ?
Logo, se quer eaa huno quer en oulro caso
a Cmara tem sempre de diridir se pe o co-
nliet'iment previo que dos E-J0p:eg*dos ti-
ver, cumo altiibuir-se a clausula a collist .
em que se pode achar a Cmara dedemittir
ledos os Empregados de sua antecesora e a
por em ceu lugar os ( idadaos que previa-
n ente couhertir ? Nao existe esta col.iso to-
das as eses que a Cmara quiser usar do di-
eito de nomt-aiio, dado que o possa ditlerii ?
Mas existe tambe osb.urdo de Bear a C-
mara sem En pregados por todo lempo, em
que o exercicio do direito for dierido e por
consequeucia sem eiucussaoo preceilo da lei-
m ni'ara- Passaudo por alto quanto diz a
Oiaem a resuelto dos aits ;ge oti da Lei do
l. de ulubiu ; (urque be ctro a otltta fis-
tos, qu.i.iu p Lgica em sua celebrrima concluso- a
tui.naiiu uso pasaremos logo aos Avisos
que ftpitteuta e o u os qui>es supe devera
o to., fiesidenle necessaiiamente couor-
nar-M.
Cabe aqoi adverlir-mos que a Ordem a-
presentandu estes Aviso como o aeu mais
loite escudo patenteia entender pouco a For.
ca dos Avisos e ei ra cratsamente quando se
atlieve aventurar que o Governo Supre-
O o be con i eitnte para dar a inteligencia das
Iris Geraes de huma maneira obligaron.
tos deitiugui.i os com loaos os Puolicistas
clcia modos de dar a inteligencia da le, 0u
iiier, leul-a ; bum no temido proprio que
Le quai.do se txp lica o sentido qne o legis-
lador de quem a lei emana, Ibe quii ligar ,
cutio no s nlido (guiado que he quando *e
ixa o sentido q" de futuro se devo ligara
lei j e (oiicebeifcus com ellet, qoe smenle
do sentido propiio pode competir as riulbori-
rjfcdis Administrativas o direilo de io-
ttrpietar a lei como executores delta per-
lei.ctnoo a inttrprelaco no sentido figurado
nicamente ao legislador: mas ob ti vamos
t.u Lem de conormidade com elles que por
isso o tsmo que a iuterpietaco, que coro -
pete as Auihoridadrs Administrativas, s
leu. por objeclo dar-Ibes bum resultado se-
guouu o qual Los^ao orar, ninguembeo-
bngad o a prestar ibe o seu tonseulimeoto
ptio que respeaa justica della / sendo ni-
camente obligatoria (ara lodos a iulerpreta-
iao ao poder legislsiifo pur isso que cou-
sisie en | itsiit ver o que se ueve observar ro-
mo Iti para o iuluro tornando se dVsta ar-
le i.urna nova lei. Atsim quando a Ordem
fcigumeutaudo com os A*i-os uo Governo diz.
qte a este compete o dieito de dar a inielti-
gtncia das leiseraes se quer luiuar obn-
goluiia a sua luteipiela^o tomando-a no
btiitiuu lnjuiaJo, ti id ciassameute, e ataca
a toi.Miiutvau doEslaao que no ^ o doa/l
10 (a tasa all il-ui.j au C-ruo Ltgislativo,
ese loma a m ti, itiatao uu seuiido proprio ,
qte auibonUude pooe della urai? L/ir-lue
rn m queoli00it Ioj Coutl U-
i'jf.ueiile o aw r'odtr Lzeiuiivo o uirtiio de
intuir os oetitios iUiiucvots, eiegula-
ttnits aotuuauoa a boa exeiu^ao das leu no
cue de maneira alguma se pode incluir o di-
tfiio de bx*f oieutido, que de iuiura de ve L
tera lei, isto he de substituir huma lei,
obscura oulra lei clara ; altribuicii somente
propria do PoJer Legislativo. Deiie poif a
Ordem de matar-nos a paciencia com tantos
Avisos, e persaada-se que 'em qu-nto nfo
demonstrar com a lei que a Cunara tem o
direito de demittir os seos Empreados nao
tem ganho hum f palmo de ierren. Nos
poderiamos citar Ordem iunumeraveis A-
vizos, que se acblo em contradir-co e que
tem deixado de ser curtopri Jos em coosequen -
mo j nos vamos tornando prolixos, forra*
me-ios esse trabalho prometiendo voltar.
se misier for. Sou Sors. Redactores Seu
Venerador e Creado,
O Legista*
Noticias Estran^eir.is.
Roma aa de Agosto.
Appresentacio a S. Santidad dos embaixa-
d >re-t enviados por tres Reis curislios da
frica.
No da 17 do corren le S. S. recebeu rm
audiencia publica os ernbsixados dos tees Res
rlnis'-i8 do Trig*e de Amar e de Scho ,
tres reinos da Abissinia enviad s por o U.-
ges macho Ubif?, soberano daTVigr.
O Papa sentado a seu throno linda a di -
reita o Cardeal Mezzofante c a sua esquetda
o ecrtario da Propaganda O tres ernbai
va dores que f >r0 entrodufidoa j presenca de
S. S eiS' o pru-ipe Apta Sallazia prente
do Re de S lioi primeiro ministro do Re
de Trig, e presidente da instrucelo nos tres
reinos da Ab'ssinia; o Abba Res-eJehore ,
sacerdote, sen lio de ama provincia e chefe
de uma Ijgrvji; e o Abba Gbebere Michel
dontor de G ndar ; sendo seus intrepretes M.
Giculino de Jocobs sacerdote da congrega.
cao da mi**io e prereito apoostocc da Abis
sinia e M. Jorge Gelabadosacerdote eihio-
pe reitor da igreja de Santo Estevfo dos
roo 11 ros.
O embaixaderes ajoelbarfo respetoaa-
mente e beijario depois os p^s do suben-no
poalifice, que se dignou mand-Ios aentar
em tres escabellos collocados dianle de sen
throno e e do cardeal Mezzofantee do prefeito nposloli-
ro M. Jacohig (|im flacilo de interpretes
Em seguido S. S. hotive por bem adrnitlir
sua presenca os Abiasinios de distinecio que
aocorrapanharfo a Roma os embaixadores .
e entre os quans ha varios doutores clri-
gos e frades de Elhnpia.
Os embaixadsre pozero aos ps do P.ipa
uma caria de sen soberano sellada com tres
sellos, os qoaes rotos pelo Su romo Pontfice,
foi aquella lida pelo inlreprete em alta voz ,
e tradurida inmediatamente em italiano pelo
sabio C ideal Aljzz'ifanle.
Finalmente os embaixadores africanos se
ama das difierentas Aulas, terio lagar nos
dias seguintes : -
Os de Philoovsi*. nodia 3 de Deiem-
bro prximo, pelas nove horas da manhf.
Os de Hr-ioBi*, em cada ama de soas sec-
c6>s, nos dias 3, 4 e 6, pelas mesaras horas.
Os de Matheuticx, no dia 6, pelas & ho-
ras da tarde.
Oj de GsoaaAreA, nos dias 3,4 e., pe-
lasi horas da tarde.
Os de LingoA lactEXA, no da 7, pelas 4
horas da tarde.
Os de LiKaoi Frascex, nodia 7, peiii
4 horas da larde.
OsdeLiHcoi Latina, no dia 7, pelas 10
horas da manrii
Os de rniMtiius x.btras e LisrooA Poa-
tucoezv nos dias, d, 4, 6 e 7 pelas 9 ho-
ras da manhi.
Os de DouTaiMA csisisT.nos diis 3, 4,
6 e 7 de mwnha e de larde.
Os Exames sao pblicos, e Collegid he
franco nos dias cima designados a todas as
pessoas deceoies qu quiseram presenciar os
ctoa.
THEATRO*
Doosidgo 5 do correte se reprsenla
grande Peca D. Fernando de Castro cap-
tivo de Fez que tanto agradou do beneficio
do Empreara rematando com a linda Far
ca O Frenen' das denboras.
Avisos Uiveisos.
tsar O Esrrtvo da trmandade de N. S. da
Conceico da Igreja da Congregapo convi*
da a luil s os lrmios para cdmpareeerem no
di* 5 do correte pelas tf horas da manhi ,
no C nristorb da mestna Igreja par a el-
leico da nova meza em conformidade ad
Art. 48 do Comproroisso.
tsr Precisarse de ama casa d sobrado ,
rom pequeo sitio ou quintal e pertd do
Recife, com commodoi para uma familia pe
quena: quem a tiver para alugar dirija-se
a ra da Cadeia velha, . 9 que acuar
com quem tratar.
tar Precisa-se d'um caixeiro que tenha
bastante pratica de venda para tomar corita
(iOr btlanco, o qual d fiador a su* conduc-
ta : a fallar na ra da Florentina D. 5.
Of Qnalquer Sor. Sacerdote, qde qui-
zer ser Coadjuctor da Freguezia de Nossa Se
nhora da Paz dos Aflbgadus, aonuncie pdis
tem duas Capellanas mui boas, uma nos
Domingos 1 e dias S pendio e outra as (Quintas leiras dentro
da Matriz: alem disto tem o terso do qu
rende a Freguezia e a melado da Desobli-
ga : a quem convier, dirija-se ao mesmo
Vgario na mencionada Freguezia do
residente em a ra de Watoco-
Allogados,
(omb.
desculpaiioeorn muila franqueza e ingenu-I tsr Precisa-se de um rapas portugaez ,
dad* de rilo poder oF;recer ao Papa presen-
tes de ouro, por causa da pobreza de Seu
paiz; porem supplra o-llie que acceitasse
varios incensos e pe fumes preciosos de Abis-
sinia, cujos brindes estavio mais em har-
mona com a mis.-io que tinhfo vindo desem-
penhar accre myrtha lgubre e tiiste symbolo que qui-
zetlo afasia i- para sempre de S. S, deseja-
vio < ffrecer-lhe algumas das aves mais ra as
da Elliiopia.
O Sancto Padre dignou- e expressar o
grande prazer que Ibe hiva rauzado a visita
dos embaixadores africanos ; e depois doan-
nunciar-lhes que em outra 'audiencia Ibes
dara a respos a caria do seu Rci despediu-
os daixando-os peerados de gralidao pela
boadade com que os havia recehido.
( Diario de Roma. )
( Peridico dos pobres Porto. 1
LOTERA DA MATRIZ DA BOA-VISTA.
No da treze do correle Dezembro cor-
re impreterivelmente ai.* parle da ti. *
Lotera ; os restos dos hilhetes abio-se
venda ao Recife roa da Cadeia toja de Sor.
Vieira ; em S. Antonia rns do Colegio,
luja do Sur. Menezes ra do Cabula. bii-
para caixeiro de venda ebegado ltima-
mente idade in annos : a tratar ha ponte
velba venda da esquina.
%sr Precisa-se de alugar orna caza com
coraod. s suficieotes no bairro da Boavista ;
preferindo-se ras de Santa Cruz Velba ,
ou d j Rozario: quem a tiver annuocie ou
dirija-se aos i cautos segunda casa junto
ao sobrado.
tar A pessoa que quer 100U rs. a premio,
sobre penhores de ouro; anndacie sua ajo-
rada.
h i tsr. No armasen de laboado de pinho por
delraz do Tbeatro, robliaua-se a vender
excellente farinha de trigo para pao e bo-
laxa e pelos mdicos procos d lo/,
1 ijf, l4f. e <># rs., a dioheiro, ou praso ; e
tambe se vende uma porcao de superior la'
b_ado de pinito americano : na ra da Sn-
zala velba rmaseos de Vicente Jote de
lirito.
or Mr, Regnair, Agricultor Francs!,
lm a honra de CooviJar aoS agricultores d'es-
ta Proviocta e aoS negociantes estrangul ros
della para examinarem ua loja dos Srs San-
tos fuaes 6l Compaubia as amostras de di-
ferentes especies de asaucar por elle ullima-
mema leitas noengeniio Gara rapes f e que
proveo a superioiidade do seu meiliodo u
casa de tres portas verdes.
%& Ds-se 5oo rs. a jaros a a or cent
ao eom boas firmas : na praca da Indepen -
dencia N. a se dir.
sar- Partecipa-se aos Snrs. de engenho ,
que se compra qaalqur porcao de un n)i[)
nesta praca ; aquelles Srs a quem este ne-
gocio convier podem procurar ao Snr. Angelo
Francisco Carneiro para tratar do seu ajaste.
HT Se alguma Senhdra de familia ca*
paz se quiser encarregir de acabar a criaco
com todo o mimo de um menino que teas
pouco mais de auno e mio de idade e ja
mu i lo desmamado: queira aoou'iciar o
procurar na rda da Conceico da Boavista ,
casa deiront do ranxo de SerWnejos do Sor.
R06110, que se Ibe dir quem quer est
negocio.
sar Aldga-se dma exceleate caz na Ci-
dade de Olmda ra do Amparo N. 3i :
tralar-se com o proprictario no Kecife ri
do Viga rio N. iti.
sar* A quem lhe faltar urna nera bucal ;
nato conga com vestido de chla lev iva.
dm acafate com varias cousas dentro.; oro-tu-
re oo logar dos Afligidos a Thom Pereira
Lagos que dir quem a pegou para Ih
Ser entregue dando es signaes e recon-
pencando bem quem pegou.
sar O Presidente da Irmanlide da N. S.
da Conceico dos Vitulares faz certa a todos
os Irmos ; que em virlud dos estatutos, que
regen a mesma Irmandade lera lugir no>
di 5 do corrale a romaco do novo pre-
sidenta, para esse boa espera qu
os Irmos compareci as y lioras da manhi ai
coucistorio da Igreja da nsesma Sentiora.
tsr Arrend-se as olarlis de Santa Annaj
defrouta o engenho da Torre, com birrd.
dentro 1 e todas as mais comodidades neces-
saris: atraase na rus Nova, lojadefer-t
ragem ti.
%sr Precisa-se atug'ar uma preta para
servijo de udia casa de pequen 1 familia, ni
roa do S Joze L). 4* iVa mesma fat-se bo-
linbos de todas as qualidades ; e tobem pre;
ciss-se alugar prelt para vender bolinhos.
. Precisa-se comprar Manual Encyclo**
pede 3. dio e Ortograpbia de Maiurei-
rat nesla Tvpograpbia atbar coa queat
ir. tar.
sar Mr. Kisse, relojoeiro francs qae
n'outro lempo trabalhou. em l'ari* para Caza
Real, reinado de Luis XV111, avua ao res*>
peitavel publico que elle concerta qaalqur
lelojo que Ih seja confiado patentes,
horiontaes virgulas, gronomelres e em
p.eraI todas as obras tocante a mecauisma : aa
roa das Cruies junto Tf pographia } ai-
sim como, vende-se relajos borizoaaesem
ouro e em prate.
tsr Fogio no auno d i8a5 um molequ
com idade de 10 para i2 annos por 11 une Flo-
rencio, falla descansado cabeca ponluda pa-
ra Irs, olbos gran les, pestaas comprid as ,
tem uma costura em Uma das perrias da pir-
te de Tora a sima do torno'.ello tem sido vis-
to no engenho da Agoa fra do Porto ds C <1-
voou do Rio Formato : rogi-sa as passja*
psrrulares, e capities de campo qae delb
souberem o prendi e o tragid aa praca de
Pernsmbuco ao sed Sr. o escrivo Joaquina
Jos*} Pereira dos Santos morador oa ra drs
Trioxeiras sobrado C. ai da na mesis,
roa ao Padre Beato Maaool de Souca Castro ,
que se dar am mil reis de gratificac).
-Na manhi do dia 19 de Novembro do cor*
rente aand, sabia de caza uma preta crila de
nome Antonia bm eonhecida nesta praca
por ndar sempre vendendo peine, costuma-
va morar em tora de Portas por qae pav*
ca do Sur. Moreira Marques,e no Livrarcen- cerca de todos osoutros at boje eonbecidds ,
lo, Loica do Sur. Cliagas ; e na Boa-vista I e emprt-gaoos ns colonias inglesas frauce-
defronte da .Vlalris botica do Sor Joaquim
Jos Moieira,
COLLEGIO PERNAMBUCANO.
AYaaao ba boa-vista m. 6.
Os Exames dos alamnos do Collegio pro-
san e bespaabolas,
sar A pessoa que aoouocioa 110 Diario a.
j5ti de iNovembro p. querer comprar um
sitio em Bebhibe perto Uo 110 sendo anda
o queira inja-se ao Arsenal de Mariuba ,
a irai r com Lino Francisco Xavier ou com
Joo Feliiapa da Costa.
tar Aluga. se uma canoa a berta que car-
semana consta estar oculta qualquer pes-
soa que dla tiver noticia, a levar na praca
da,Boa-vista D. iti quesera bem recom-
pensado ; assim como se protesta proceder ,
com'todo o rigor da le contra quero a tiver
oculta.
Aeha-se fgidodesd o da 3 dt OuCa-
bro de i8i^ um negro, chsajadoig lacio e
temos signaes seguidles : baixo, falta da
dntes do lado si/perior alguma roaz edei
do corpo bem fallante os pdi um tanto.a-
p*(helados csdaeiro tem duas cicatrises,
ama sobre o lado direio do peito e oatra
sobre o lado esquerdo das cadeiras as qu.e
provierio* de ddas f cadas qua j i leoupos
levou e por rdnsequencia serio um tinto
cusi ai de se ver aa pares mas largas qu
as cadeiras : este scravo, segunjj cou>ta por
iniormaces cha-se de as stencia em aos
dos tres Seguiutes lugares-S>nt> ai.jo. ai-
raal ou estrada da atagdi'ena equ.ua o
pegar lera cincoea'ta mil reis da ; levaudo-o
a casa do abnxj assigoado n roa dj Ara-
gao defronte de ua sobrado de dous anda-
r* ou no escripioiio a travesea do Ru'.ario-
postos pelos respectivos Prafessores meada rega 000 i^llos j a tratar airaa dos-daTij-noa para o QueimadvT, ioti v>. do Casir o L;a~
MUTILADO


1
DIARIO O II PENAMBOCO
!
Precisa-se de uma ama de Jeite; quem
estiver oestas circunstancial, dirija-ie a cae
do Sor. Coronel Cheby no alieno da Boa-
Vista.
tsr Aloglo-se casas terreas notas coa
quintal. cacimba e todos os commados pa-
ra familia} quem as pertendar diri]%-se a
casa de F. A. de Oliteira no Alterro da
Boa-Vista.
tsr Na "a da Amargura sobrado de um
andar n. 16 por cima do marcineiro, cngom-
ma-se e lava-se roupa de toda qualidade ,
com todo asseio e pronoplidio a preco mais
biraloqueemoulra qualquer parte se pode
fazer ; assim como se lecebeoa escravas para
ie entinar a engommar.
tsr Preeiza-se de urna preta forra on
cativo para elugar que saiba engomar coser
cham, e todo u manejo d'uma casa de pes-
Boa estrangera pagando-se bem ; qaem qui-
zer, dirija se a tua da Cadeia venda D. 6a.
3r 13m homem branco, secco do corpo ,
untas tetes a cvalo e outras a 1 aco-
patibado de um 60 negro tem sido encon-
trtdo com vareas Curiadas dos sitios de S
Amaro, na noute dodia 18 do p. p a urna
hora depois de meia noute e na madrugada
do dia 37 as \ huras da manh ; a pessoa
que der noticias das dilas'vaccas e do nome
do ladro ou sua mordia e no caso de yse-
icm picadas em que assougue ou era que
lugar, dando disto noticia verificada re-
ceLer de Manoel Luiz da Veigaem S. A-
jLaio acoro ptenla grtt6caco no meamo
couro das va ceas se veio no ierro as letras
iniciaes do seu nome.
pofito no secundo andar da casa da roa no-
va D. *7 de fronte da que foi moradia do
fallecido Sr Thomaz Litis, de urna completa
mobilia consistindo em cadeias, sofs me-
sas e &c de Jacaranda em deus temos um
manufacturado no pais com todo o primor,
e outro em estado quasi novo vindo do por
to leitos, mesas para jantar e de jogo ,
marquetas cmodas, guarda louca apa-
radores toucador com espeibo lavatorios ,
guarda vestidos mangas de vidro lanternas
com castigaos de borne e de casquioha glo-
bos aparelbo para mesa dito requissimo
paracb, candieiros de brome, garrafas e
copos para vinbo, ditos para agoa, urna ca-
(.deira de rebuco; salvas de plata e &. adver-
te-te qoe ludo te vender pelos maiores pre-
cos que se offerecerem visto nao haver limi-
tes para a venda de ditos objeclot.
Compras
e por pre$o commodo ; no armasero de An-
tonio Joaqun Perera defronte da esca-
dinha da Alfandega.
tsr Soperi.r furinha de trigo SSS e SS ,
por preco commodo; na ra do Apolo ar-
masen) de Augusto & Companbia.
tsr Um realejo com boas votes ; a tras
dos Martin tsr Por 4:oooUooo a propriedade de casa
de um and 1 r e soltio sita na ra de i ir-
las com quatro cotias agoas nj quintal, tea-
do estas sabida iodependente ; a tratar na
ra do Liviatnento l). o, ou na ra do
Collegio D. 6 lado dj nascente.
tsr Vinhos finos engarrafadas da Madei-
ra secco, e malvase e de bueellas de i834
por dunas em can de L, A. Dubouiq na
ra do Vigarb D. 16.
OT Moxos para escriptorio e para Piano,
mezas pequeas meza de jtnlar; em casa
de Hermano Mebrtens rua da Cruz D. a'J.
6 vacas duas paridas e 4 proxi-
Urna rica flauta d'Ebano, cora 8'
chaves de prata e muito be n ipare.lbada
em bon? uii e por menos ds seu valor ; ai
ra N.iva loja de Joj Mendibju1' D. tt.
tsr Uma cama ora pouco uto e preca
commodo; na ra de St*. Thereza D. 18.
tsr Chapeos de palhinha e mesmo de pa-
pelo para se cobrir a 8jo espingarda da
espoleta a 384o botios francezes a 4o3o a
botuaduras pretas meias curtas de laia pra-
tas e de seda curtas e compridas peales de
tartaruga para marrafa a 1610, e outras mu-
tas mimietas por preco commid^s; ns ra
do Cabug n. 4
tsr S.chs com milbo a 4ooo ; no armazeo
de Feruando Jos Brague juatJ ao arco da
Couceifo.
Escravos Fusridos
Escravos deidadede 10 a ao anuos ,'mas a parir, todas filhas do pasto., a 10
para fjra da provincia; na la do colegio beritas ; a fallar na ra Nova, loja de ferra-
D. 5. 6ena D. 13.
tsr Uma pipa arqueada de ferro sendo j tsr Cadenas americanas com sent de
por preeo cemmodo, e estando em bom es-.palbinba ditas com assento de pao, camas
lado; no'beco do peixe fiito D. 4* de vento de amarelo-muito bera feitas a 45oo,
tsr* Alguns escravus sendo nuxos boas ditas de pinbo a 35oo, e piabo da Suetia
Fugio no dia 39 de Novenbro uq
preto de A'igila mjgo denime Antonii,
alto, cheio do corpo, binita figura, nariz
chato levou ctmiza de bteta encarnada ,
cale velha ; qaem op?gir dirija -se ; ru
Direits defronte di Oitlo do Livramento D,
a3 que ser bem recomoenedo.
- No dia 13 deNovemliro p. p. fugio
um molatinho de nome S-'vero, idade 13
Avisos Martimos.
PARA ILH A DE S. MIGUEL segu vis-
can) o B'igueTriumpbo Americano^ Capito
A exandre Jo.e Alves ; quem quiser carre-
jar ou ir de patsagem para o que tem mui-
to bons commodos dirija-so ao mesmo Ca-
pito ou no Recife ra da Crut O. 11, es-
criptorio de Jos Antonio Gomes Jnior.
P.\RA O RIO DE JANEIRO o Brigne
Lefio tem quasi prompto o seu cairegamento
c deve sahir at 4 de Dezembro recebe o
resto da carga e passageiros, tendo para es-
tes muito bons commodos ; trata-se na ra do
,\'igaiio D. acom Nuno Miria do Seixas ,
u com o Capito Amonio da Surtir Maciel
a praca do Coro me re i o.
h PARA TRIESTE a sabir com brevidade
o veieiro Brigue Austraco Vandeslsvo or-
Tdo e encaviilifido de cobre, anda precisa
de 100 a a5o raizas com assucar ; quem qui-
ter carregar dirija-ke ao Consignatarios Me,
Calmont & Companbia.
PAKA O PORTO segu viegem em pon-
eos das, o Brigue P01 tugues Primavera por
ier amaior parle de seu carregamento promp-
to ; quem nelle quizer cairegar ou hir de
passagem para o que tem txcellentes comno-
05 dirija-&e ac Consignis os Mendes &
Oliveira ou ao Capito Jos Carlos l cuti-
r Sobres.
PARA LIVERPOOL o superior evelei-
jro Brigue Irglez Rosalie Capito Jobu Al-
sop ; lor/ado e encavilhado de cobre e de
puntura classe quem quiaer carregar ou
ir de passagem dnija-se ao consignatario
Mr. Calmont.
PaKa O PORTO segu viogem com mu-
ta brevidade, a znuitu veleira e bem cols-
tiuida Barca Leal, Capito -Vaniel Alves da
Cunba quem na meseta quiter carregar cu
hir de passogem para o que tem muito bons
cote me dos ditija.te ao uesmo Capito ou
a seu consignatttiio Manuel Joaquija Ramos
t Silva*
figuras apuca idade, e milhor ser tendo com 3 poleadas de grossura e dito serra- anS lem as pern torta, principa monte
pnneipios de marinheiro : no escriptorio da do todo roa9 em onta do que em outra a d.re.ta tem na mi direita um dedo tor-
Manoel Joaqnim Ramos e Silva. parte; na ra da Florentina em oasa de J. <>> e^fu "* J ma de bnm. leu,
ir Urna casa terrea era qualquer dos Ber.nger. ca"?ll coriedo uo rente; quem o pe-
tres Bai, ros que 11I0 exceda a i:3ooUooo' ur Chocolate de Liaboa novo a 3ao a 1. 8r. ,efeo a ra doGolicgio D. ia segundo
_ _. .;________________1__j:.;: .. /, ...,
Das escravas e utn mtlque que cito Jos da Costa.
nao tenfio vicios, e que saibo engomar | op^ Muito superior gomma da ararula ,
nao te olha a preco j na ra d'Agoas Vetdes ou matarana em porcio e a relalbo por
D. 3d. prego mais barato do que em outr qual-
tar Uma negra ou negro de naco que qi.tr parte 5 na roa da Cadeia velha venda
por bolieiro q
AlemaoCisueiro ; quem o pegar leve a ra
do sol D. 8.
tsr Desapireceo no dia priimiro do tor-
rente um moleque de nome Francisco da
naco angola altura de 5 palmes e meio
da'Boa-Vista venda por baizo de um sobra- cf C8noinha aberta que pode car- P0'1" "/ oa "enM !ne,,0,r 8,S"1 qj"
dinbo, namesma casa ie di aSo.ooo icit regar ^ ?* ,\ outra que pode car- l be n. o esquerd. 6 dedos senda
joro, /dando por seguranca um egro ou L 8e P ba9' prec? commodo-no ^.^.^7^ o'^^
ufS'a'__________________________________, daiT Corre, atraz be6, ru8 do vg,r0 no terceiro anifr por
~ 'beira. cima do Sr Joao Veira Lima, que recebar
eUaS A casa terrea no pateo da nbe.ra di 3 de grallficJc0j
sejo bonitas figuras ; tefronte da Ribeira D, Bg
Peixe, l) 5, est situada entre ^sobrados ^ Nq da ^ do do f .q u
Folhiobas para oanno de 184* : ,em fundo, e largura para se lavantar a quera hjra da lsrde uma pr^la de ns?a'o ^e n(
fronte da Malr da Boa vista botica do Snr. relio, de c,slado assoalho. e forro, o mais sabe Ja ^ ,eVtJ de{r0ut3 d
Wereira. A -A A ? T- *"* h' P0""*1, qUa" "".T " e<* * * ^bliio Coeho qUB se-
tssr Uma esc r a va de n8cao de idade ao trabalho da ao carxpina para o aparethar ^ recompensado.
> iu i:uuipeiisac
annos com bonita figora ; cote cham eogo- pelo bem detempenadj e bonita cerrfgem, ^ p nod(j ^ d(j do ^
maliio, cotinhaeLerecoIbida; a ra Ui que parece ja> Li aplainado por ser cerrado ,a de noine6vl8r lepceDle ao Sjcerdta
rrarta J'sgoa no roenteiro cU]o depo- o
reila D ao : ledo do Livrameuto.
na ser
, o i .auo aoi.ivraa.emo. "' ^ D c r, hVrfp io8" morador na AJ.gdaleaa, di idade de
r Huma escrava de nacao de a5 annos, Jilo he as^cas,s nova, de Snr. Cunha de- 3588nao8 slatura Bla p. mio* p..
bonita figura, be engomare cter perfe.- foced, Ordem 3, de S. Fraw.sco e no ^ ^ ^ ^ hn *
lamente coainbar odiarlo, ensaboar e fa lundo da mesma da parte da ma. vendr do liBWIlhod(| un| fio,e;n |e lom fa-
ser tedos es mais sen icos de uma casa ; nao muito toa farinb do Rio de Janeiro a 5ooo
lem vicios nem achaque algum be reco- reig a saca.
Ihida e vende-se com huma filba de seis
annos ou sem ella ; na ra velha
sobiado direila indo p>
tai Lixas muito bas po
na venda grande da ra dn Crus n. i8/ bataneas e pesos para venda ; na ra da roda
ce at abaixo, de cima do la.10 direito tem ou-
saca. '|ra sicitria grande oas rostas abaixo dos hoa-
tsr Uma empead, para porta um bal. bros leVIf Vestido de cb.ta aml e am.reU ,
ra velha pr.meiro ca0 um fun.l grande de ,ai e outro de fo- caiil,sa d3 a,godioih n gar leit
&ra a Su. Cu. Iba urna cenada velha de madeir. ternos rua da ^ $ ^ ^ rblrea
ir preco commodo , de medidas de pao e de folha do novu padro, & c nit befa grali[icadj.
ao da cati nba<
tsr Huma preta moca bonita figura ern
vicio nem achaque de qualidade algum ,
venda D 8.
tsr O casco de uma venda com seus per
para negocio ,
lentes em muito bom local
peifeita ergommadeira coze cozii.ha, e a tratar na rua do Queimado O a, cuna
.Leiia o
CJue fazem K>lkmanu & Rosemund ,
por intervento do Corietor Oliveira de
izrellenlee vaiiado sorllmento de faiendas
Francetas da Suissa e H'amburgueas, to-
ie mercado as quaes se vendero para ul-
v ar lonus Sexta feira 3 do correte as 10
l oras da manh ce seu .armaiem da rua da
c rus.
t^ Que faaem Jones Pitn & Companbia
f.i r lultiventu doCorietor Oliveira e por
tonta de qutm prelenter, de cerca de i5o
: 'tas de cal no estado em que se achar des-
.abarcado de bordo do Biigue Ingles Mer-
(. rea arribado pela seguoda vez a este por-
to na sea vi&guem do l.io de Janeiro com
o 11 o ao de \tiieta ti-gui.da feira 6 do
-0 rente ai io horas da snaoLi no armazem
to trapiche novo.
aar Que faz o Corretor Oliveira Tej\a
tu. 7 qv correnle a 10 bortt d nanb em [
faz ledo o mais servico de huma casa j na
rua foimoza c 3. sobrado indo para a Igre-
ja do Inglezes.
tsr Hum relojo de ouro bom regulador
por preco cmodo, defronle do oito do Li-
vramento loja L). a 5
tr Salitre refinado em barrilinboa pe-
queos, carne de vacca salgada, vii.li.> de
champagnhe agoa ras em barra presuntos
em sal, temos de faia ; na rua do trapiche
novo n, ij casa de lieury Forster & Com-
panbia.
sr 2i travs de 4 palmos, e de 1 e
tomo de krgura no forte do mallo em hu-
ma baicoasa junio do eslaleiro do faleculo
Picio.
iST Bixas muito Ls e grandes porlu-
guezas e amburguezas, por lodo o preco con-
lorme o lamant o al 160 das pequeas;
r| de Lisi 1 novo, e cha muito bom j na
loja do Bandtira roa do Cabug.
tsr Ltjado de Lisboa em porij mt.ior
ou a retalUo ; a tratar com Francisco beve-
nano Ka 6e I lo no lorie do m^tlo.
tST Apolces da Lompanlua de l'ernam-
buco e l'arahiba > na rua do Vigario i>. i5
t^> Vellasdespermacelede t> em libra ,
a &00 e ditas de carnauba a 409 i ua rua
lrga do hoz.rio loja D. J do Ludj.
Caix^a con per fecu nuilo npv-s, estieiicdo R.wiioO28
uadoSrbo com Rernardioo Jos Alonteiro.
tsr Uma negra de naco de dezasseis an-
nos de idade bem p>recida sabe fazer o
arranjo de uma casa ; na rua da Praia n)
aimazem do Atevedo.
tsr Um psrdo perfeito olicial de carpioa,
que se dar a contento um preta moca de
bonita figura coziuba lava de sabio uma
dita cozioha lava engomma e cose ,
uina molutinfaa e urna negiinba de idade de
la a 14 3nnos ; na rua, do fogo ao \ do Ro-
sario . v5,
tsr Bichas chegadss agora pelo Brigue
1'iki avera do Porto a 4o0'rs* cada uma ;
i.a rua do Cabug o 4a
K37* Uma negra: de 18 a ao anos de i-
dade boniti lisura, svbe engomar cozinla
o diario de uma cxs propria para ludo o
servi.o ; na rua doLiviamento D. 9.
tsr Um cavallo caslanho novo bom car-
regador de Laiio a meio e est carnudo ,
mui proprio para Snra. por ser muito bran-
do nos andares e muito manco ; no Atierro
das 5 Poetas venda deioale da Fabrica do
Raj-.
tssr O bem acreditado vinbo do Porto
chmado de ramo por uo ler confuido e por
laso mui propiio para o lempo de calor a
i5ooa caada e a 00 ra garrafa 5 na rua
Moviiiiento do Porto
NAVIOS SAHIDOS NO DIA 3o O'J P.
Lisboa Barca Porlugueza Snra. do Rota-
rio ; Cap. B.iavtnluia Borges Pamplona;
carga .assucar.
Terra Nova ; Brigue Inglez Couriei \ Cap*
Roberto Hunlress ; carga lastro,
SAHIDOS NO DIA 1 DO COR.
Babia; Brigue de Guerra Franeez Z:bre*
Cosmandaole De Cambray.
Parahiba Rio Grande do Norte, Cetra e
Maranho ; Vapar Brazileiro S San-.
dor i Coinmandanle Henriqae Oiten.
ENTRADOS NO MESMO DA
Malaga e Tenerife ; 45 dias Caioo Hesp-
nhol Zero, de da tonel., eiuip ia
Cap. Jame Rose, carga viuhoec:. ;
Joo Piulo de Limos & Filho.
Ilha da Boa-Vista; 39 diis Patacho Dim-
marquez ConBdence de 148 tonel.; Ctp.
Cbristian Chri^tianson eqiij.g, carga
s.l, aN.O. Bieber&Ca.
S.
linho de Barros.