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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04363
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, December 01, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04363

Full Text
A_NNO DE J841. QuATAjFElg\
I ilf?1.do or,d,Pn(,.d,n6,",,IBO; < no" prudencia; modera
k el. JZIVM atn.aonio priucipi.moi, e seremos apontados
f na adouracae entre ai Naeoesujau cuitii;
Proclamasio da Viitmblea aral do Brasil |
l
SubserCTe-se paraestafelba a 3'ooo por cuartel patos adlantsdoi
"* T/?g,?B ""d" Grutas D.3, naPraca da Independen-
cia, u. S7 a 38, onda se recebem correspondencias' lepalitadas a an-
amno, tasincido-aa cstci gratis ; leudo do proprioi aitigoantai. *
Tiudo alienados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRESj
Qdadt da Parahiba a Villas da saa r>r atenea o t SIS 3 4 9\
DiU do Rio Grande do Norte, a Villas dem.......(. ,i..pi.i*,ii
Dita da Fortaleza o VUlas Idaai.............(S,* Salai[teliall
Cidade de Goianna ....... .. . .i .'..../
Cidade de Olinda . ' 3 S '' 3 J S Todos os disl
Villa deS. Anto J >/- S9 Quintas feiras:
Dita deGaranhuns a Povoacio do Bonito ...."..-... io, e 14 de cada mes
Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Fortnoio, a Porto Calvo. 1, II, 11 dito dito
Cidade das Alagos, a de Mceid ..;.........dem dem
Villa da Paja da Flores................., Idea 13, dito dita
Todos os Correiot partem ao meio dia.

n
PHASES DA LOA NO MEZ DE DE/,
Quart. minp. a 5 as g b. a 53 a. da manJ
La Nova a 12 as 7h.11lD.da tard.
Quart. eresa. a ao as oh. n m. da tard.
La C&ea a 27 as 4 b. a 13 na. da tard.
Uart thcia para o dia 1. de Dezembroi
As 6 horas e 54 minutos da tarde.
As 7 boras e 18 minutos da raanb.
I de Dezemuro. Xom. 262
1 -. ' j .LA- '! -'
CAMBIOS. Novembro 29
Londres.;;;;. 3j d. por 1/000 cea.
Lisboa ...... 80 a 83 por oopreccio por metal ofTereeidoi j
Franca...... 3*0 reis por franco.' Comp. Venda.
CURO-Moedade6/400 reis,relbas U5oo l4#7oo
I litis . navas 14/400 Hfoa
Dius de 000 res, 8/100 8/boo
PRATA PaUees Brasileiros - s 1/610 1/640
PazosColumnarios ------ 1/610 iftUo
Ditos Mexicanos ------- 1/600 i/6i#
Hade. ............1/420- if4Ao;
Dise. debilb. da Alfandega 1 i|8 por loo ao mi. I o|
dem de letras da boas firmas 1 i|i* 11|
Moada da cobra 3 por 100 da disc
DIAS DA SEMANA:
29 Segunda S. Saturnino M. Audiencia do Juis da Oirelo da a.'
Tara.
30 Terca >fc S. Andr5 Ap. Relace a aud. do Juiz da Diraito da l
vai.
t Quarta S Eloy I!. And. do Jaiz da D da 3. var*?
2 Quinta S./hbiana V. M. Audiencia do Jais de Direito da 1.'
vara.
3 Sexta S. Francis:o Xavier Ap. das Indiai- And. do J. de O. da 1. rt
4 Sabbado Aarbo a V. M. Relac. e audiencia do Juiz de D. da 3j
Tara.
5 Domingo 1. do Advento S. eraldo Ate;
RIO DE JANEIRO.
~ -~~ 1
DECRETO . Sai D 16 DE OUTBRO
DE 1841.
Mandando fxerutar a resoluiaa da assembfa
nao fr concluida a paciEcaco da provin-
cia do Rio Grande do Sul afim de sup-
prir a falta de (orea de linba nos lugares
onde fr precisa.
Hei portcm senrcionar e mandar que se
execue a resoluco seguinle da assembla ge-
ral legislativa :
Art. 1.0 governo fica autorisado para des-
tacar at 1 i neo mil hemens das guardas naci-
ontfs de todo o imperio em quanto ne Mr
rom luida a pacificado da provincia do Rio
Grande do Sul a fim de suprir a falta de
forca'de linia nos lugares onde r precisa.
Alt. a. Os guardas naciouaes que nao de
corr r estes destacamentos ser^ designados
pelogoverno, e por elle tirados 'entreas
tres piiraeiraj ciasses do artigo cenlo e vinle
c hu'm da le de 18 de agosto de i83i.
A>t. 3. Cs gualdas nauonaes que recusa-
ren) ia7er o servico de destacatsento sendo
para isso dev idamente designados serd 0-
rigados a servir pelo lempo de dous an-
cos nos cornos de primeira linhac
Art. 4- Os cabos de esquadra e orHciaes in-
t rieres 'dos cor pos destacados sero no me-
ados pela rxesira maneira por que o sao o
furrieis sargentos ajodautes u sargentos
qnaiteis mestres. Os alteres e lenles romo
os capites omciaes supeiiores e mais oibei-
aes do eslado-maior.
Ait. 5. Fico, -para este fim rehogadas
todas as disposi<,5fs em conlrario
Paulino JotSoes de Souza, do neu con-
telho, ministro e tecrelaiio de estado dos ne-
gocios da justica o lenba assim entendido
- faca executar com os despachos neiessariua.
Palacio do Rio de Janeiro, em dezeseis de
outubro de miloito ceutos quarenla hum ,
Tgesin o da independencia e o imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. -
* Paulino Jote Soaies do Souza. Re-
vistada a'fl. 15^ do litro 1. de leis- "Pau-
lino Jote Soaits de Souza. * ja. Trausitou
11a chancellara do iu peno em u6 de no-
vembro de 184-1. .-. ** JcAj Carneiro de
Campoii
duas pracas de que tracta o precedente of-
Gcio.
Offico Ao inspector da thesouraria da fa-
senda tranimiltindo-lhe para seo cohheci-
mento e esecuco a ordem do tribunal do
tbescuro publico nacional sob o n. 87.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha
authorisaudo-o para ornecer ao comman-
geial legislativa queautotisa o governo a
destacar ar cinco mil bornens das guarda
nscionaes de todo o imperio em quanto danle do vapor P^raense as bandejas e a-
guada que requesila para os reculas que
transporta para a corte,
Portara Ao mesmo para lemetter para
bordo do vapor Paraense a fim de seguir
para a corte, o reo Felicianna Antonio muco
do fogo da barca de escavaco.
Dita Aocommandante do vapor Paraense
para receber a seu bordo e transportar para
a corte endedevet entregar a disposico do
Snr. ministro da maiinba, o reo de que tra-
ta a portara precedente.
dem do dia 26.
ORcio Ao prefeito da comarca envian-
do- Ihe d cus autos devestoiias feitas nos ca-
dveres dos sentenciados Liento Jos de Aze-
vedo e Jos ds Sanios deOliveira falle-
cidos no hospital da ilba de Fernando a fim
de que Ibes d o conveniente destino.
importando em 73U5G1 reis, a fim de que
a mande pagar ao secretario do lvceo.
Dito Ao director do lyceo commu-
nicaudo-lbe o conleudo no precedente of-
fico.
Dito Ao rotomandanle superior da guar-
da nacional do Recfe, ordenando-lhe que
faca desligar do esquadro de cavallaria os
guardas C*elano Maria Bessone, e Caelano
de Assis Campes, visto lerem mudado a sua
residencia para o municipia de Olinda e
tenm sido a!i qualificados para servir na pri-
meira com panbia do esquxdro d'aquelle mu-
nicipio em virlude do Artigo 7. da reaolufao
de 25 de oulubro de i832.
Dito Ao coronel c befe da legio da guar-
da nacional de Olinda coramuiiicaido-lho
a expedoro da ordena su pea.
COMMANDO DAS AR.V1AS.
Expediente do dia a3 do passido.
Officio Ao cemmandante superior da
guarda nacional do municipio do Kecile, iu-
teligenciando-o, que estavo passadas as con-
venientes ordena, para que as 10 horas di
Dito Ao major commandante di fortale
sa de Tamandar, disendo-lhe em resposl*
ao seu cilicio do 1 deste raez que adiando-
ae arruinada a cadeia da villa de Seri11l1ae.n1
e tendo ordenado a presidencia o emeerto
della nao se poda por ora faser a remocao
dos presos de justica rerolhidos na fortalesti,
convindo no entretanto empregar os meios a
seo alcance para ter os meamos presos era
seguranca e pr curar alguma pessoa da
lugar que se encarregasse do reparo do cal-
labouc.0 remetendo o orcament da despe-
sa para em vista delle ser o concert autho-
risaJo.
Portaiia Ao tenente coronel comman-
dante do deposito, mandando excluir do mes-
mo a 24 pracas pertenrentes a provincij do
IMaranhao, as quaes en bircar) pira a corta
no vapor Paraense, socorridas de sold ate
ao, e de elape at 23 do corretite.
Dita Ao mesmo mandandj en excru-
930 ao oli-io da presidencia desta data di-
mitir ao soldado Wanoel Solero, por ter ai-
do julgado incapat do servico em sesso d
junta de saude de 15 do curenle.
manli do dia 2 do prximo viodourj au-
Dilo Ao comandandante geral do corpo niversario nalaliiiode S. M. o Imperador,
de polica, para mandar por a ctespo-ico do eslivesse postado a sua disposio, como che- J' os portos do JVortu tlie o IVlaranlio bojo
inspector do arsenal de marinba as tres lior s le da parada desse dia um parque comporto (1. de de ) as tres horas da tarde, devend>>
CORREIO.
O vapor S Salvador, recebe as mallas pa-'
da taide do dia 27 do conenle em que de-
ve cair ao mar o brigue Cspibaiibe urna
guarda de vinte praces, commandada por
um ticial inferior.
Dito-A cmara municinal de Olinda ,
de quatro bocas de fogo guarnecido, e mu-
niciado pata executar tres salvas de 2 1 tiros,
rujo parque era dirigido pelo capito AUju-
so Honorato Bastos.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha,
'JSIUAMBUO.
GOVERNO DA FflOVIIsClA.
FlfcJiute do dia 24 do pa:ado,
CScio Ao cea mandante das armas, res
poudeodo-lbe que mande dar baiza as pra-
\*t que loio iulgedas pela junta de saude,
incapasea de continuar no servico militar.
Dito Ao mesmo, paia mandar receber
do inspector do arsenal de maiiuha duas
pracas de primeira liuba, viadas do ftorte no
vapor Paraense e que se acbo doeules,
a om de seiem tecolnida e curadas no hos-
pital regimental.
Pon ana Ao inspector do ai seal de ma-
iinba, para mandar receber do lommandau-
significando-lhe que t> presidencia ficou sci- para que bouvesse de dar transporte para
eute da parleripaco que Ihe fez em seo olli- bordo do vapor Paraeuse a 24 pracas do
co de ifj do corrtnte de haver nooieado na deposito que hoje pelas quatro horas di
conformidade da le de 18 de agosto de tarde deviio ser remettidas com destino a cor-
i83i ao ridadao Gaspar da Silva Fioes para le do Rio de Janeiro.
secretario do promoltor da guarda nacional. Dito- A o tenente coronel commandante
Dito Ao inspector do arsenal de marinha, do deposito delerminando-lhe que hoje
ordenando-lhe, quemando entregar a dii- j | elas quatro horas da larde fisesse embir.
posico do director do arsenal de guerra car no vapor Paraeuse, c m desuno a cap-
para terein a approvavo que ccuvier os tal do imperio, ai pracas perlencentes a pro-
objectos quedesemb.rcaro no brigue Le- vincia do M ranbo devendo iosere.o es-
o que trouxe recrutas do lUar-nbo.
Poit. Ao dilector interino do arsenal de
dente ctli io.
Dita Ao administrador fiscal das obras
as tartas acharem-se na caixi geral as duas
horas e meia.
O brigue o Bio de Janeiro hoje (1. de dezembro) as io
horas da manh.
Carlas seguras existentes no crrelo geral,
para os Snis. abjixo,
fJuas cartas para o Ex u. Thomaz Antonio
M. M.
IJuas ditas para Jos Libanio de Souza.
Huma dita para Francisco Glz' Gurjio.
(lama dita para Luiz Aolouio Birbjsi de
Brito
Huma dita para Joaquim Elias de Moura.
OBRAS PUBLICAS.
Tendo-se dado boje piineipio edeficaca
da puntemba no regato do Paroamenm jun-
devendo
colhidas a fimdeguardarem outras vind.s
da rele ida provincia, utra sim determina
guerra para rtcebet nos armasens do mes- va, que as guias destas pravas devo e-iar ' a Siuta Anni ,"faz-se publica que'lern
do arsenal os ibjeilos oe que Irala o piece- entregues at amanhau ao meio dia e que de ser interrompida a passagem de carriubos e
o iulerior que fosse levar a gente a bordo do I cavallos por aquelle pjutoda estrada do Poco-
vapor, linha de receber do core man Jante o'da Panella podenilj eulrelanto quaa obra
publicas para mandar receber, e dar o con- soldado Antonio Bernardo que (icaria per-
venitnte deslino ao carregamento de pedras lencendo ao deposito como efiectivo a-
de calcar, viudo da ilha de Fernando no pala- bonan do-se-lhe sold de 11, e ttape d 2 j
cbo Piapama
Officio Ao in-peclor do atsenal de mari-
nba declarando Ihe que Q cairegamenlo de
pedra de calcar, vindo da ilha de Fernando
ca disposico do.admiuistr ador fiscal das
obias publicas*
Portara Momeando ao bacbarel Jos
Francisco da Costa Gomes, para substituir ao
juiz de direilo do civel da comarca do Limo-
eiro, em quanto durar a licenc,a que Ihe foi
concedida,
Ctucio Ao inspector da iheseoraria das
rendas provinriaes, coi muuicando-lhe a no-
meaco supra.
Jgual communicaco foi feta ao presidji.te
da relaco e a cmara municipal do Limo -
eiro.
dem do dia 27.
Oh' io Ae inspector uu thescuraiia das
renddj provinciaes enviando-le a coala
da despesa Lita com a compra de livros pa
te da baica de vapor Paraense e entregar
a uitposicao docomataudanie das antas as ra os concuisos delalim e primeiras letirs,
do crrenle em diante.;
Dito Ao cotuioandante do vipor Pjra-
ense scientificando-o de quanto fica expendi-
do no officio cima, e preveniudo-j a resuci-
to da guarda, qu? tiriha de vigiar as pra-
cas que trasia a seo bordo viudas do Mara-
nhao.
Dilo Ao capito rommandinte interino
da compendia de artificca dando-ihe auas
disyosices para a marcha do parque de ar-
iillieiii, que linba de entrar em parada ao
dii 2 de deseuibro viudouro, e prevenindo-
oqueo restante das pr. stm, lana a guanucj da pnca seguiido
o delaltie que ihe seiia enviado pela s..la da*
ordeus.
dem do dia 24
Officio--Ao b'xm. piesidente envian-
du-lnc as guijs das 2 j pracas viudas do iVla-
raniio que secundo luis oidens loro pal-
iadas pia bordo dj vapor Paraca>e jin des-
i'j corle d j Kio do Janeiro.
no se acaba passtrem pela volta do Arraial
Gasa forie Iaspece,o das obras publicas
2j da ftorembrde 1841*
Moraes Aora,
PREFEITIU.
Parte do dia 29 do correte.
I lien, e Exm. Snr. Rond*udo eu hda.v
tem depoisde meia rioite em o hiirro do Re-
cite toi-me parlecipado rij amj da Cooce-
cao pelo sargeulo da gmrJt p in.ipil, qai
elle ali se achava mindadd por seo coa-
mandaute, pira coadjuvar a captura de u a
preto, que eacontiado Lra em urna, bilsi ,
com animo de roubal-a, o quil tei 1 j-s<* -
pois refugiado em urna lauoba, e seuij ael-
ta perseguidj se laogiu ai m>r em dtrec-
9o a poule, deb.ixjdi tpuL djnpireo, j
uj mais foi visto.
Sio occorreo maii novidado
pules hoje lecebidas.
O Sr. Prefeito d'esta comaaarc mand f 1-
zer publico para conuociueutj de qucu
pertencer, que as cadeia d'esta cidade ex>siem
presas os pieles Autoato estrave de i'rau-
seunJo as


2
bu nlo b e Per
SIambco
aii.ro de IbI ir orador no lugar do Monleiro ,
Fr a usco esrravo de Felisberto de tal, roo-
xador no rngeuho Vama provincia das A-
lagos e Salvador, escravo de Mancel Flix
de Govea, morador va i .ovoacio de Bizerrcs ,
t licita* cu Thctt ctcrsvode Jos Lu-
iida Concruio morador no engeabo Bcm
Jardiro provincia da Babia a lim de
qua se feos Senbores, < a procuradores
iracit m de vir reclamar a mlrega doa ditos es*
cavos dentro do praso da le.
Piefeitura da Commarra do Recife 4 de
Noven bro de i H41 -
CLudino do Reg Lima.
Offieial da Secretaria
Conlinuaco dos deredores do imposto do
Lance.
3K UoOO
acUooo
16U000
I90O0
J. e Este ves Van na
Joao Heminegildo Borges Diniz
Jcse Dias Moreira
Jcao Manuel Pereira de Abreu
AJbnoel Joaquina Ferreira Jnior
Antonio Jos Teixeira Bastos
Mancel Rodrigues da Rucha
Antonio Bapliala
FYaneisro Jos Mariins da Costa.
'Tiumo Francisco Xavier.
.Antonio ftluoiz Pereira
Jos Antonio da Silva
JNanoel Ferreira da Silva
JManoel Antonio Vieira
Ala noel "Filippe da Fonceca Candi
Jos 1-eireir Coulo
Joao iv anct I Rodrigues Vallcnca
Mara Francisca de Jezus
sr/us srnlios de lelicidade irraginfo enrumear-
se e tirar proveitcs nessa noaordem, ou
antes desordena de cousas As levoluces ,
como o Saturno da Fbula, devorio os pro-
piios filhos : nellas s lucran os mais ousa-
dcs os grandes f.ce morosos assenboreio-se
do can- po, o mrrilo, e a virtude ogem espa-
voridos e rruitas veces sio as victimas sacri-
ficadas ao demonio da revolla.
Bem conbece o Snr. Repullieo que ease
Imperio do glorie be huma palhacaria he
huma veidadeira burla ; por quequal o Prin-
cipe ou Princesa queviria para coccu-
par esse tbrono de cao era ptica ? Ou lem-
br.-r-se-; alguem de que arvoremos em Rei a
algum lturl ide ? Logo a ideia dominante no
Snr. Republico, e seus adherentes he a De-
mocracia, be huma quixotada assim por modo
da Cunfederaco do Estado de 24
E quaes os elementos que temos para se-
melhante iorma de Goveruo ? A nature/a da
nossa populaco nossa educaco nossos
principios nossos usos e cestumes ludo
aoUooo se oppoe ao estabelecinenlo dtsse Rgimen,
lvUooo alias excellente para tfulros povos colocados
j5Uioo cuj outraa circunstancias. Os nossos males
0U000 ** l'fo-e. u cerlamente das Instiluoes -, que
qU6oo lom lias 1 rospero varias Na. oes : os nossss
itiUooo males procedem de nos mesmos isto he ; da
aL'ooo nossa pesiiros educaco do uosso egosmo ,
j5TJooo da nossa immoralidade. E essa conlederaco
j5Uooo Republicaua lo desejada do Snr. Republi-
2oooo co e *eus amigos ter a prodigiosa virtude de
la'Vooo trasmudar-nos e laier que sejamos indus-
14U000 Iriosos morigerados t fiis execulores das
acUooo 'leis?
I7000
(Conlinuar-se-ha).
DIARIO DE PFRNAWBUCO.
ANDA O C0RMSIO DJ NORTS.
Como conceber-se a possiblidade de Demo-
cracias pacificas e prosperas ero hum paiz
lo em m inentemenle aristcrata qual he o
nosso brasil i1 He verdade que mu temosa
Aristocracia de familias nao temos esses Ba-
lees essrs Fidalgos cujas casas lemonto 1
a os seculos gloriosos da cavalarta e que
sempre se conservaro com esp'endor, e gran-
deza : mas temos a Aristocracia das cantas ,
Nunca foi nem he de nossa intencio sus- que he a pior de todas ; por isso que pa e-
tenlnr (Ble ou aquelle Gabinete } por que temos embarazos praticos gualdadedos d-
csiranhos a preteoces do Goveino saiisfei- reitos principio fundamental da Democra-
los de viver de nosso trabalbo pouco nos cia. Em hum paiz onde o ho 1 ern de pel-
imperta que eslejo no poder estes ou a- le branc s por este accidente superiorisa-se
quellea huxa vez que se nao partera da do de pelle escura e este olha com desprezo
Cousliluico. JNi propugnamos pelos prin- para oaficano em hum paiz Gnalmenle ,
ripios austentamos cousas e nao pessoas. onde existe a horrorosa distincjde senhores.
Ora se a dual adminislraco he to m.-i be e cscravos, e onde todo o trabalho 6e reputa
lio inlensa ao paii como o sprrgoo e vo- ignominioso por ser p itiiha desles, a Demo-
aeao o Correio do Torte eseus consocios; cracia he hum contrasenso ou antes huma
se alias estes Srs. amo sinceramente a eli- verdadeira burla. Reflicla a!m disto o Snr.'
cidfcde do Brazil ; se tanto be o seu patriotis- Republico na estirada lista dos prelendeuies '
r o que desejem de corato o melhoramen- a hbitos e commenda as intrigas e |
to de nossos negocios , lacio em hora decorosa, odios, que se hio suscitado entre r.i pela
mas enrgica oppoiao a este Gabinete ; pa- ecquisicSo dessas distinves honorficas 5 e1
lenleicm seus eiros protem suas malversa- diga-nos coro siuceiidade se isto he (ente ,
ces demnstreos sua incapacidade de- que tenha as p recisas disposives os hbitos
iium icm-o romo inienso ao Brasil peranie a convenientes p ara huma Repblica
opiniiu publica ; que elle ( gracas ao Re Nao nos contunda com os povos Angl -me- .
gimero Repiesentativo ) hque.r ; e homens ricanos. Este li*ero ouiros comeaos, ou-
de oppostos piincipios notabilidades do gos- ira educaco outros hbitos outroi costu- ,
lo do toireio lancando mo do teme poro mes 1 elles foro criados com oiegimenRe-j
a hom caninboa nao do estado. presenl-iivo ; rada provincicia governava-se
Mas tal nao 4>e seguramente a ideia do Sr. sobre si por suas leis peculiares tinba seus
ex-AlieU.a, e x-Repul.lico. A sua Lgica tnhunaes,&c &Lc. D'aiii Democracia Fe-
|e ehta como se | tentela no seu novo re- deral nao havia mas que hum passo. Os
tm (lioo. O hio de Janeiro est dominado por vexames e caprichos da Metropole os orc-
rinma facco oligarchica : o actual Minite-! rao a isso ; e a mudanza loi quisi insensivel.
rio he opposto s lihtrdades patrias &c: lo- Os Americanos do N re alm disto sao exac-
go acabemos com ludo, desappareca alnte- lissimos no cumprimento dos deveres reliio-
gridade do Imperio, Iraccionem-se as Pro- sos; entre i.s a Religio he i de apparato
vircias eiija-se o quixolal Imperio do or- paia o vulgo e para a gente iiiais grada ob-
le rrduzamo-nos em sumaa Federaco jecio de desprezo ou de absoluta ludiileren-
dos Estados Unidos a'Aaerica do Norte: is- ca. Nos Estados Unidos o cid.do malrico ,
lo he *, rtmedtie-se iium nalcomoutro in- e poderoso curva-se reverente em presenta da
finitamente maior* Que taessio as suas boas lei; entre nos qual quer sujeilo basta audir
intentos claranenle se v em o 1. n. do de cazaca para zombar Jtl.a e de seus exe-
Contio do Norte ende o asss conhecido tutores. Alio trab.lho be amis honrosa
Sor Republico da Parabiba faz votos ao; octupaco do hornero aqu todos querem vi
'Grande tactor do Universo para que se aprer- ver a rusta do '1 heiouro publico. All invi-
te o da da reden pcao con vero a saber 3 a dio-ae todos ca calreos e sacrificios por a-
tpecha da desmembiatao das provincias I cabar com o resto de escravai-ia que anda e-
He evidente que ul rxovlmento se nao aisle ; 8qui s se cuida ero importar mais e
pode efltetuar como j dissemos pelos tra- \ sais Africanos. Ali o assassinio he reputa-
miles da Constituido que tainovidade nao do inimigo publico como tal perseguido de
pocetn aumma oimanar u'huma hi; s todos; aqu o tcesmo assassino em toda a pai-
ushrutaes caprichos e ptix5es Ecomt'es
elementos be que se hio de firmar Rep-
blicas ? Esta forma de Goveroo requer, par
manier- se bons habitantes bous eostumes,
e grande aferr ao trabalho, indu-slria ero
lim: mas nbi.ro paiz d'escravaria o tiahalho
objecto de desprezo e a occio&idade doce
44 (ir niente ''de Epiruro he a paixo domi-
nante e o germen de todos os vicios.
Finalmente diremos com o Snr. Matter ,
que i.enhurn progresso politico he desejavel ,
nem possivel se nao he natural e fcilmen-
te trazido por hum progresso moral. E ero
verdade s os eostumes podem inspirar beas
leis; e por isso as instituices que nao cor-
respndeos a os bons cosime* do paiz sio
ms nao s por serem prematuras e oile-
recerem anicbrenismos que revollao a rasio,
como por que laricio a perlurbapo no orga-
nismo moral dos povos u toino-se causas de
relrocesso ou de paralesia } causas de re-
troradigo em summa.
E quaes sao ( perguntaremos ao Sor Re-
publico ) os nossos pregressos moraes ? Em
que tem melborado os nossos eostumes ? Pe
lo contrario nunca se comet rao tantos cri-
mescom tanto desfastio impudencia e a-
l alacridade. Nunca ntrenos foro as leis
lo menosprezadas e as autoridades to
pouco resjieitadas e obededidas. O nosso
progresso tem sido todo material e poltico ,
sequizerem i havemos crescido consideravel-
rxenteem gozos e regalos da vida em luxo,
etc. etc.; mas a respeiio de eostumes temos
caminbado de m al a pior. Logo como que-
rer lr ludo em combusto para estabelecer
Repblicas coro semelbante g-nie ? De mais
idilio-nos verdadeiras capacidades para a ge-
rencia dos nossos negocios sob hum s Impe-
rio ; e acbar-se-hio s duzias psra os de
tantos Estados divididos e sobdividldos ?
esengaue-se o Snr. Republico, que no
couceilo das pessoas sensatas, e desapaixo-
nadas a revolla de 1824 nesta Provincia foi
hum acto de inconciderado despeito foi huma
quixotada j cor que era impossivel que tal
conllederai o toase por dianie ; por que para
ella nos faltavo e anda nos fallo os pre-
cisas e indispensaveis elementos. Tod* a
revoluco que nao he trazida para as ideias,
hbitos e eostumes pela ma vagarosa ; mas
firme, e segura do lempo ( o maior innova-
dor do mundo segundo o dizer de Bacoo )
he hum devnelo he huma loucura cujos
i.ulbores quando nao mereco castigo nao
podem escape nodoa de imprudentes e
desassisodos, por melhores que sejo as su-
as inlenges.
Chegue-86 por tsnto o Snr. Republico
rasio, abra mo dessa loucura de separaces
do Norle e Sul queapregoa em seu Cor-
reio ; por que todos os Pernambucanus sen-
satos todos quantos tem que perder estio
resolutos e determinados a manter cusa
dos maiores sacrificios rusta da propria
vida a Integridade do Imperio a Constitui-
co e o Tbrono indiviso do Sur. D. Pedro
. e de sua Augusta Dinasta. Combata
quanto e como quiaer o Ministerio : mas
nao se atreva a locar nesses Objeclos Sagra-
pos Penbores da nossa salvaco e prosj e -
ridade.
pode por tanto ser ieita revoluriooariaaieBle
Ejeelculou o Snr. Abelha da Paralaba a
tnasaa de males a catadupa de desgiacas ,
^ua tobie tvs airojaiia semelbante revoluco r*
Lao o.prineiro impulso quebrados os la-
cuui umo deseutieadaa spaiides aor.de
iltagaiiaBLOs nos ? Ujual este brac mas que
lleiiuleo que posaa 1 ferecer-se para fazer litoral, l'ra d'abi por esses matos, por
le enconlra protectores e amigos que o ac-
colho que o defendi e sustente.o. A'-
visladetle para-litio que nos parece ajusta-
do quem du que esie povo deve ser go-
vernado do mesme modo que aquelle '
Acresce que alguma instrucco que e-
xisie entre nos toda se acba em as cidades do
parar em sna ditu uidoia can tira a enorme
jtdra despendida e precipitada da mon-
uuha ? Ljutm ronttntaru tanlaa ambives ?
CJuem oiiitiia a torrente demaggica huma
\tt dlfrubados oa diques que a represarn ?
AL Quenlo se illuUtm aquelles ? que en
esses centros a ignorancia he extrema. Nes-
ses lugares na se conhecem dueilos nem
everes ; a lei he a vonlade do mais lorie ,
que rodeai'o de seus sicarios he senhor abso-
lulodevida, emoite, e nao conbece outi a
regra f que nao se ja a plena salislacoile se-
NOTICIAS PROVINCIAES.
HIO I)B JANEIRO,
Recebemos ful has da corte que alcanco
al 18 do p. p. Outubro.
Na cmara dos Deputados concluio-se a dis
cusso da resuloyio sobre minas de car-
vo de pedia a qual foi ren eltida com as
emendas commissio de redaeco. Tinho-
se lido, para subir a saneco as redaeges da
lei que organiza o quadro dos orficiaes do e-
xeiciio e armada. No dia 16 pela hora e meia
da larde dirigie ao paco da Boa-vista a
de putaio da -amara dos deputados para a-
presentar saneca de S. NI. 1. o projeclo
de lei reformando o cdigo do proceiso cri-
minal ; e o q ue cria o ronselho de Estado.
No c'ia 17 tinba sido comeada a commis-
sio que deve pedir a S. Al. hora dia e
logar para o encerrameoto da presente sesso
legislativa.
No Senado tinha sido aprovada em a. dia
cusso a resolueo que a.anda deduzir ao
por tent de todas as loteras que se extra-
tur em para beneficio e imposto ; igualmente
fui ap provada em lerceira discusso a reso-
luto q ue manda p.-gar os juros e fasera
transiereucia das apolices as provincias da
Babia l'ernambuco e Maranbio. Passon
em segunda a proposla do goveiuo tix&ndo
a des pesa e rece i ta geral do imperio e ero
primara e segunda a resulucao creando 9 jul-
io privativo dos feitos da fasenda.
O Kxrn. Sr. D. Manoel d*\siifc Mascarenbi
vae presidir a prov. do R. G. do N. elemos
em un dos numeres do Diario do Rio, qu
fora nonoeado presidente de \linas o Snr. Dr
Carlos Carneiro de Campas.
Taro bcm em o num. de i5 de novambro do
mesroojornal lemos a seguinte noticia ;
Hoje a noile(i3 do pp.) foi preso um in-
dividuo que se acbava no pateo de paco im-
perial da cidade. Em quanlo S. M. d&ra
audiencia reparario algumas pessoas da guar-
da, que o dilo individuo se conservara senta-
do junto a urna das janellas, a que tinha por
dentro da jaqueta un grande volume. Por
desconfianza passario-lhe revista ao corno, e
encontrou-se Ihe urna pistola carregada e h-
ma faca de ponta. Dizem-nos, que este in-
dividuo conhteido por lonco e assim de
cree, por que nenhum pro sedimento jo lici.
al bouve contra elle, que foi atendido para a
Santa casa da Misericordia.
MINAS GERAES.
Ate* a de novembro poca, a que aloanclo
as folnas, que recebemos, gosava tranquili-
dade.
BAHA.
As fol'oas da Babia alcanca at1 a5 do pp.;
eslava tranquilla.
S. PEDRO DO SUL
Porto Alegre 16 de outubro de 1841*
Estio os intrigantes desengaados de que o
exercito havia de marchar para aonde se Ihe
mandasse ; com 1 licito marchou e est a-
campado alm do P-sso do Jacuhy aonde o
conde o mandouficar, e para onde j se acha
em esminho lardinento, remedios, familia,
e outros recursos. Nao estamos com o sitio
poita como abi publiccu o Despertador em
huma carta fabricada por l ; aa pulidas do
Viamio de Beleme da Aldea esto nos seus
districtos tem-se perseguido ss partidas
rebeldes que por aqui pela visinhanca se fo-
ro levantando desses 1,800 apresentadosde
que tanto falln o Snr. Antonio Carlos, e l
lorio presos para a (fie l.uns titos del les com
o seu ebefe Jos Luis, anistiado, e agora prir
sioneiro em combate, em que (icario no cam-
po doze morios e mais dous feridos queja
liveiflo igual sorle.
He singular o empenho que fazem os jor-
naes da corte em inculcar desbarmonit entre
o presidente e o conde e a Senlinella nio
quiz deixar essa trela tmente ae Maiorista e
o Monarchista pois o seu correspondente ,
alias mui digno de eredito como assegura ,
que Ihv transmittio as noticias que pubticou
non. 10a sobre a demissio do marechal Sil-
va de commaudanle da guarnicio desta cida-
de roeniio-llie completamente ; nao houve
tal medida tomada peto marechal de acord
com o presidente e que poda ser encarada
como perlencendo repartico civil ou mili-
tar nem o conde tra capaz dezangar-se por
isso ; nem o marechal foi demiltido ; nem o
presidente se oppz ; antes em tudo o que
houve foi ouvido pelo cande e com elle con-
coidou.
O conde estranhou ao marechal nio Ihe dar
parle da priso de hum soldado feita por or-
dem do juiz de paz ; o marechal responden-
Ihe que tinha representado ao presidente e
ainda que com termos respeilosos cilavu leis e
regulamentos para mostrar que Ihe competa
dirigir-se directamente s autoridades civis
em laes casos ; f o conde bem ou mal vio
ueste otlicio hum espirito de dar quinao e
rispido como he em disciplina estianhou ao
marechal esse espirito mestrando-lhe que
por essas mesnibs leis, estando elle prsenle,
deua dirigir-se a elle para elle representar
ao presidente, ma: que nio era isso o que Iba
estranhava e sim uio Ihe dar parte do laclo,
como devia fazer logo, embora Ihe dsse tam-
bera parte do passo que j tinba dado de re-
presentar ao presidente. O marechal acbou
que o conde o tinba trat do com mnita aspe-
reza e pedio a sua demissio. Antea de a
pedir com municou ao presidente que a ia
pedir ; este diste-lhe que nfo acbava motivo
para isso antes Ihe pareca que elle devia ir
ao cunde e assegurar-lbe peasoalmeote que
nio tinha tido tn vista as suas palavraa 4
dar quinao : o marechal insisti e o presi-
dente diste-lbe que uzease o que quizesse.
Logo que o conde receben o ocio do mare-
chal pedindoa demissao foi pessoalmente
ter com o presidente o qual, nao s concor-
do u em dar-se a demissio pedida como na
nome&cio do visconde de Castro por ser quem
compela visto que era hum brigadeiro, el-.
lectivo que eslava na guarnicio deaemprega-
do } e alm delle, su havia hum brigadeir
ro rclormado e hum marechal reforoaiUo c
/


V
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S


hio se devia ir chamar hum destes dous e dei-
*ar o pfferlivo ; por tanto sem consideraco
* aeices e partidos fizerio justca, Gzero
o que di viao conservarlo o que eslava nao
listante ser reformado ; mas vagando o lu-
gar nono e rao a quem ticava.
Tudo isto foi feito imito de acrordo entre
ambos e deliberado no palacio do presiden-
te, cr.de o conde oi peesoalmente tratar com
elle eis o que o tal correspondente fidedigno
da Sentinella chama iretter o conde oa ps
parede, spetar dos esforcos do presidente
para que nem a demissio nem a suhstitui-
co livesseo lugar, s para concluir q* o conde
nao est em hrmonia com o presidente e
que duaa autoridades nao se pdem eombi-
Dar*. O 9ue n* st' he porque hum faelo
lio simples e ordinario es ah tanta bulha ,
e a nao ser de proposito o quererem des-
figurar para incui'-ar-te desinteliigencia pjr
hum Tarto de grandes consecuencias. O que
Ihe posso as3egurar be que esse fatto passou-
e como I be digo { que as autoridades esto
na mais perieita harmona. O presidente er
e contii . a ser amigo do marechal Silva e
esie delle r.j obstante as cous.s tere m-se
pastado romo Ihe digo, A Sentinella que
mande dizereo seu correspondente fidedigno
que nao seja mentiroso que a nao engae ,
ce nao quizer Iludir o publico com noticias
to (alsas do RioGraode como tantas vetes
Ihe tem acontecido. O que admira he que
nesse jornal anda sppareco ai tigos susten-
tando que a provincia se pude pacificar por
meio de defecces as Torcas rebeldes 1 ac-
rece que os homens ando pelo mundo da la.
Adeos, intu amigo al outra vez,
( Carla particular. )
- a? de Outubro.
O nosso exerrito marchou todo do rinco
de S, Vicente e Loureiro com a sua briga-
da de Misses. fcsto lodos acampados para
c de S. Maiia em hum rincio junio ao
Vacacahy pequeo 5 ou 6 legoas alem do
passo geral do rio Jacuhy. J daqui parti o
pi imeiro comboi de recursos que oi por a-
goa Me o Rio Parda aonde chegou a salvo ,
e escoltado por 5 lanches de guerra e 5o bo-
nens de infantera. Dahi devia partir hon*
tem por Ierra em carretas escoltado por um
batalbu de cacadores e too homens de cava -
laria at o pesso do Jacuhy aonde outra
i orea do exercito o vira receber : Toro s
i5oo Tardamentos de Cooo que o Sr. Joo
Paulo pedia de S Vicente, e cpalos bo-
tina ecaixas com remedios Iguns coberto-
res e lencue para os doentes, e icoU cartu-
xos : isto que foi oceupava m.us de to Tardos
grandes caixes para os cipalos, &c. mais
de loo volumes bem grandes alem de mais
de jo cu ribetes rom cu luame. Anda nao
Toi aro amento, corrame e equipamenio.
Jslo que oi nao he a \% parte do que o Snr.
Joo Paulo pedio de S. Vicente e que disse
que tudo poda ir por onde o conde julgasse
conveniente, eqae alguna seus partidistas
diiio que poda ir p l Serra de Bulucara-
hy em cargenos que terio de Tazer do Tlio
Pardo la buma viagem de 90 legoas 1 e por
baixo da Serra em carretas 45 a 5o leguas
Ajutic por aqu quanUs carretas, quautos
bois quautos tocadores serio necessarios
para levar ludo a S. Vicente e quautos ho-
mens para escoltaiem e Jeienderem do iui-
migo uum comboi de 100 carretas ao menos,
ctiii os coa ptenles bois para mudas.
Os suppostos rorrtspondentes do Desper-
tador que tanto ci imino a sabida do exer-
cito da S. Vicente querio antes que ne-
nbum recurso l se Ihe mandasse para elle
acbbar de se estragar ou devem mostrar a
possibilidade pralica de se lite mandar o que
oSr. Joo Paulo pedio romo indispensavel,
Pouco he preciso para se conbecer que as
caitas publicadas no Despertador de 24 e 25
de selerubro sao forjad-* na corte pela gen-
te da icunio e como taes nenhutn crdito
podem merecer* Mais depresta se apanba
hum mentiroso do que hum coao. A prova
mais clara he a centuso que taz a carta de
?4 do rio Cahy com o Jacuhy fallando
em volta ou retirada do exercito par* o Cahy.
Lilao looi aa ideas das operacea pastadas ,
e cooundem l os ros porque nada sabem
da topographia da previntia, assim como o
Sur. Antonio Carlos que poz a villa do Tri-
timi lio na ronteira, O Cahy he aqu pe to
de roito Alegie ; o passo da Jacuby para 00-
se nandou approximar o exercito be an-
da 14 legoas alem do Rio Pardo e do Caby
no Rio Paido, anda sao mais de so leguas ,
,t o forjador da caita he que se lembroude
volta do exeiciio para o Caby. Tamben nao
- fia aqu uingueu: capaz ue escrever huma
caita naquelle estylo. que nao coubeya o bri-
**
gadeiro Gama, faznnd<'ir.) de Misses eq
nao saiba que elle be brigadeiro e nao teen -
te-coroner, como se Ihe chama na carta ,
cujo autor ouvio I i Tallar em hum Gama ,
que se ditia que eslava encarregado de com-
prar cavallos com o tenente-coroncl Mai tins
ou o Mingte (que he o mesmo sujeitoje
chamou-lhe tambera tenenle-coronel.
O que Ihe posso asseverar he que os taes
18U cavallos de Corrientes posto* dispo-
sico de Martina pira ell* escolher 6 ou ; he a mais refinada palranha j hoje muito
conhecida me=mo daquelles que nao tem visto
os documentos ohViaes. Sei que o Vlartins
oluciou ao conde em principios de setembro ,
drendo-lhe que j liaba 5o> cavallos 1 . .
Bem o que nao he pouco para as nossas pre-
ciies. Era necessario d.-r alguma rato pa-
ra conservar-se o exercito em S. Vicente e
nao havia outra sena j essa patrauha da cava-
Ihada de Corrientes.
A ou'ra carta publicada no Despertad jr de
a5 de setembro uio mostra menos que he
Torjada na corle. Admira-se o autor de que
o nosso exercito no rinco de S. Vicente ,
meu a-
nj por
tilla de
Aelll
(Idem.^i Pernamluico em sessio
(Do Jornal do Coro.)
do
passasse tres das sem carne ; pois ,
migo, nao Toro so tres foro seis ,
que nao houves e gajo mis por
providencial, e porque nao havia cav para o ir buscar a quatro leguas de distancia !
E isto he (acto confirmado n as partes offi iaes,
e por todos quantos tem viudo do exercito ,
laclo de que. aqu ninguea duvida e que
s o autor da carta se atreve a contestar na
corte. Esse sujeito tambera mostra m t ,
ou ignorancia do estado actual da provincia
em querer com >arar a guerra presente com as
campanbas de liiio II, laedeiS.rj, 17,
18 e 19. Se ento as nossas tropas nao pre-
risavo regressar para dentro para se refa-
zerem, be porque tinbamos depsitos na
camp exercito transitavo com suas carretas pelo
nosso territorio as povoace* di campanba
ero nossas os recursos del la ero nossos:
boje ludo isto he do inimigo em se passan-
do o Jacuhy ou o S. Gonzalo he o mesun
que entrar-se em hum paizestranjeiro A-
inda nao se desengaar os honens d reu-
nio de que nao estamos senhores da campa-
nba como sseveraro ? S desconhecendj
isto be que pode fazer-se comparando da
guerra actual com as passadas l Assim que-
rio elles dirigir os negocios, e por isso nos
levij ao estajo em que estamos; esta com
paraco be a prova mais evidente de que na-
da sabem daquillo sobre que Tallo e escre-
vem ou que quereo illudir o publico com
essas patranbas.
Querem que o nosso exercilo se sustente
na campanil*; porque os Tarrapos tambem se
sustento E porque na > se suitentou o
Sr. Joo Paulo, que nao era senbor seuj
do terreno que pisava p Porgue conTessou
que em sua digresso s (ule adquirir 60)
cavallos? Porque conTessou em huma or-
dena do dia que os seus soldados nao podij
sabir do seu acampamento sen sereno morios
ou aprisionados pelos rebeldes, mesmo as
liuhas delle ? Nao sao os generaes q' carecem
de atavos sao os soldados que carecem
de roupa de comida de armamento, de
corrame e de carluxame. Nao acreditan q'
o exercito careca de tudo isto ? Pois Toi o
mesmo Sr. Joo Paulo que disse que careca,
e que o pedio de S. Vicente. Cbamo-lhe
exageraco sem se lembrarem que elle Toi o
primeiro a descrever ao goveruo o estajo de-
ploravel daquella tropa.
Meu amigo teuho visto os officios d js co-
mandantes do3 corpjs sobre o estado do seu
armamento, vestuario e equipamento j a
maior parte dizem que sahira com tudo ve*
Ibo e que tudo esta em pessitno estado. Mis
esses tenbores nao quere n que se Ibes d
credito, e querem que o conde parta, va
reunir-se com essa tropa estrangulada ui,
descalca desarmada e a p* e at sem am-
bulancias de remedios para os doantes, e po-
nba-se a eatninbar com ella por essa campa-
nba fbra 1 levando apenas cada soldado 60
cartuxos, sem reserva alguma 1 ( .. Desse
modo veobo elles abrir as operacoea que
quem c est nao be doudo para alar nessa ,
ou nao qoer acabar de aoniqnillar o que elles
comecro a estragar. Taes forio os plano
desses senhores que para se dever desconfiar
da eonseivaco do exercito em S. Vicente,
basta que elles a defendi com tanto empe-
nho t nao be m regra fazer no Rio Grande
em todo o contrario do que querem os lu-
mens da reuniao \ se elles em tudo fizeio
mal quem nao Tor com elles ao menos tem
piobabilidade de acertar. Elles anda tem a
coragem de dar d pianos para a pacifioacio
du lUo Craude l Cjue Uesejijbaracjdegeii-
Correspondencia.
Snrs. Redactores,
Qj ndo ao lermos o ten Di uio N. a57 de
i4 uo torrente lobriga dos a asignatura dj
4 grande e volumoso '. D. Kuotta no (i n de
huma estirada e iniigesta massada com vi-
sos de correspondencia esperarais en^onicir
transcriptos todos os documentos diplomas ,
e mais papelada que o grande '. K.
nulh se^undj disse em asm primeira e u-
brulhada mana a vir djs Estados Uuidjs
11 de*
correnlc adoptou o seguinte as
siimpto para a memoria que ha ds
ser premiada em Abril de i843:
(f Indicar todas as cauzas de n-
saltthridade nesta Cidade e o*
meios de as combater.
U autor da memoria preferida
pela Sociedade ser premiado cont
huma medalha de ouro na forma
dos Estatutos e do valor de du-
zentos mil reis. As despezas que o>
autor da memoria tiver feito para a
en buma enbareacj tal vez s desles gene- maior perfcicao do SCtl trabalito Se-
agada; mas quem disse? Apezar dos r5o lonladas' em consideracao peU'
1 inouijuhd nasceu hum triste e mi- 011 1 1*
ooctetlauc e nidemiiisadas a seit
arbitrio.
O autor da memoria que foc
julgada segunda em mrito ser
premiado com lntma medalha d
rem que havemos de Tazer ? Vimjszdndo prata do valor de cillCOCllta mil
da lii,g).g;m ordinaria deque elle na sua r\St
ros cari
urros Ja
seravel raiinlio.
Mui lamentamos Snrs. Redactores o
nao termos huma lingoigem bella e hum
estillo sublime para escrevermos d maneira ,
que agrade ao volumoso . R toth (elle
nao gosia que se digt o tal D. K. uib) ; po-
semprd que
meia uugua uo Taz caso, e n
liogoagem Iba responderemos,
elle se nos dirigir.
Uepos de termos dado tratos aos nossot en-
gentaos para emndennos a genngouca di
"grande" D. Kiotb ( se nao be delle he
beu? ungida ) vieraos a concluir que nao
podeudo elle contestar que as nossas uilu-
las y e o nosso dipluma livessem viudo dos
Estados Unidos pji* que fjro mandados
vir por intermedio dos S.-s. H Foster S (J. ,
iNegjuianles de mu 10 conceito nesta praoi ,
tomou o pailido de desaareditar aos corres-
pondentes dos Srs. Foster & C. e ao Vice-
Cousul Urasileiro, residente em bostn ,
pessoas, que segundo humildemente eremos
Tasem muiu mais vult na sociedade do q'
As memorias scrao entregues adr
Secretario da Sociedade antes do*
ilm de Janeiro de i843 vindo
annexo s mesmas o nonie do autor,
em carta lacrada.
Pernambrtco 26 de Ndvembrd
de i84t.
O Secretario perpetuo
Doutor Sarment.
tOLLEIO PERNAMBdCACrO;
ATBRSO BA OA-VISTA H. 6.
Os Etames dos alumnos di Collegij ; pro-
o tal D. K loih (l un escapou- tal -) apecar postos pelos respeelivo Professoras em cada
do seu volume. i ama das di Oferentes Aulas trd lugar no
Com elfeito Srs. Redactores eusta a crer '^'M seguintos :
que hum pobre homem que nao passa d'm ^J ,,e PnaospritA ; nts di 3 d Deie4
venielbo de piluUs de Fora de l'ortas le- hro prximo, pelas nove horas da manh%
nba a ousadia de injuriar pessoas ti i respai- i Os de Historia, em cada urna de suas ec-
lavis como os correspondentes djs Snrs. ?"1'*' nos ^'a3 3, 4 e 6, pelas mesmas horas.
Foster & C. e o Vice-Consul lirasileiro "l Os de Mathematica no dia 6, pelas 3 no-
duendo que os primeiros compra rao pilu- ras da tarde.
las falsas e as mandarad para c por erda- Oi de GEOCRAPniA, nos das 3, 4 O 6, pe
d que o Vice-Consul fecoobecen ca- '8S 4 horas da tarde.
deiras e que o Vice-Consul fecoobecen co-
mo verdadeira a assignatura do Dr. 13. Uran-
dreth sem ter della o menor conhecimentj ,
e somente com o filo de re.eber os dous pezos:
e qual u raso que dude tudo isso ? lid
porque assim convert ao veodelbo das pilu-
Us: risum teneatist s o despreso ornis
tor nal despreso he a resposia, que nesta
parte merece o pobre homem.
Mas Snrs. Redactores Vms. j vira o
diplomi destruidor, que tem o grande "
D. Knoth ? De que he elle feito ? Ser de
alguma cousa que sofra com o contrato do
ar ? Assim nos parece porque elle nao po- rauco n09 d,a9 cna designados a tod ai
de apanbar venlo } porem apesar da grande Pe5soa9 decentes que quiserem presenciar o
destruieio que o tal diploma tem feito acto3,
podemos affirmar ao respeilavel publico q' -.--.
o nosso anda nao foi destruido. Continuarlo dos subscritores em favor do
Por m acaba o tal homem agradecendo- habitantes da villa da praia da Victoria, da
nos por nos termos opposlo. A isso Ibe res- liba Terceira.
pondemos, que nao ha deque-: e quanto | Kussell Vlellors & C.
a charada com que arremata a sua mixor- Deane Youle & C.
dia isto he que pelo tacto de nos termos Diogo Crabtree & C,
opposto o publico ticou esclarecido de que Me. Calmont & C.
o nico deposito das verdadeiras pilulas ve- Johntton Pater & C.
getaes he o seu apetar d'elle nada do que George envr >rtiy & Q,
allegou ter provado, confessamos que a Diojo Coiksholt & C.
Os de Lingoa Inglesa, no dia j, pilas 4
horas da tarde.
Os de Liwcoa Fuajceza, no dia 7, pelas
4 horas da tarde.
Os de Liugoi Latina, no dia 7, pelas 10
horas da manta.
Os de PlUM EIRAS LETRAS e LlGOA PdR--
TUGHEZ.v nos das, 3, 4, e 7 pelas 9 bo>
ras da mar.h.
OsdeDooTRiNA chuspa, nos dias 3, 4,'
6 e 7 de manh e de tarde.
Os Exames sao pblicos, e d Collegio he
quis poiest capere ca-
Uernardo Lasserre
N. O. Bieber Se C,
Adolfo Scbramm
naj advinbamos ;
pial."
Snrs Redactores basta por esta vez: r's
somos bastantemente conbecidos nesta pra?a Joaquim da Silva Castro1
e nao vivemos de vender as pilulis do Dt. b\ J. P. de A. e A.
Urandieib o que sem duvida nos dispensa- j Domingos Jos Vieira'.
va de responder a esse D. Knolh > mas paia Joe M .110 1 Fiuaa
que elle se nao persuada de que a sua ge- Jos Antonio bastos
ringonca val alguma cousa respondemoa- | Carlos Leocadio Vieira*
Ibe desla vez ; e continuaremos sempre que Joaquim BaptisU Moreira.
se oiereeer oceasio rogando por ultimo a
Vms. se sirvi de fazer inserir estas poucas
linhas na sua eslimavel tuina, com o que
muiloobrigiro aos seus veneradores
Saisset Se C.
SOCIEDADE DEMEDEGliNA
DE PERNAlUBUCO.
Progminma dos premios para o
anno de 1842.
A Sociedade de Uedecin em
6o
6o
6jU
5oU
SoU
5o
5o
5o
5o
SoU
bou
5oU
So
5oU
5o
Bou
5oUv
Avisos Diversos.
Segde viagem paira o' Rio de Janeiro
amanhi 1 do corrente o* Brigue Cicuna Isa-
bel 1 os Srs. que liverem de carrega escra-;
vos os poder mandar a bordo al hoje.
tsr Precisa se de urna casa d sobrado j
rom pequeo sitio', 00 quintal e perto' dar;
.Recife, com commodos para urna familia pev
quena : quem a tiver para a lugar dirija-sa
a ra da Cadeia velha, D. 9, que aear
com quero tratar.
r


!> I A I O * PERNMBfiO
tsP Precisa-se de 100,000 a joroa sobre
pinhores de ouro j quero qoiser dar annun-
e.
1 Precisa-le de roa ama para fazer o
servico interna e externo de tasa de urna se-
nhora solleira dando fiador a sua conducta;
no beco da bomba sobrado de uo andar.
~tSsr O Presidente da Irmandade de N S.
da Couceicio dos Militares faz ceito a todoa
os-Irmos ; que em virlude dos esalulos, que
xegem a mesma Irmandade lera lugar no
ia- 5 do corrente a nomeacio do novo pre-
os Irisaos compareci as 9 horas da maob no
coocistorio da Igreja da mesma Senhora.
tsr Que precisar de uro caiieiro para
ualquer arrumacio de venda ou loja dan-
do bono Bador dirija-se a praca da lude-
pendencia loja do Sr. Meros.
tsr Na padaria do pateo da S. Cr nz D. 3
yrecisa-se de um perito forneiro.
PARA TRIESTE a sabir com brevidade
o veleiro Brigue Austraco Vandeslavo for-
rado e encavilbado de cobre anda precisa
de 100 a a5o caixas coro assucar ; quena qui-
ser carregar ditija-se ao Consignatarios Me
Calmont & Companbia
Le la o
Que fasem Cieorpe Krrworlhy & Com-
paohia por intervencio do Corret>r Ol rei-
r de muitas qualidades de fazendas ingle-
stdentfl para esse fim ste fina espera^ que. zts a$ otis proprias deste mere ido, as quaes
se vendero para ulliruaco de virios coatas.
Quarta feira 1, de Deembro as 10 bom*d*
maulla em o seu armazem na rua'da Cruz,
asar Que fazero U. ilkmann'fc RoseaJuni ,
por intervencio do Cor re toe Olivera da
excedente e vaiiado sortimeulo de farendas
L'rancefas da Suissa e Hamburguesas, to-
das de prompita extraco e mui propviis ds-
mar coritas Sexta fera 3 do correnta
horas da machi no-seu
Cmu.
as 10
armazem da ra t!a
O Sr. Manoel de Oliveira e S queira. tercereado, as quaes se' vendero ptra-ulti-
dirigir-se ao botequim do Almeida para ne-
gocio de teu inleresse.
tsar Quem tiver paia alugar urna cee3 rre
;varadourc>em Olinda peJo lempo -de De-
acmbro e Janeiro annuncie.
tsr Pre.isa-se saber quem riesta^praca se ,*--.(]. p^nleiro deeiirtr-aem fem: nes-
correspende com o Padre Manoel Cousalves u Ty}l0,;raGl
Ferreira que se acba no sertao a negocio de ( ^^jj^ Ct
pria armazem de.
Compras
Ferreira que
seu inleresse na ra da
Luir Jos Magalhies,
tsr Traspasss-se-as chaves de um-gran-
de armazem todo ladrilhado de cantariaJ pro-
rio para qualquer esUbtlecimeiUo por ser
colocado em boa rut de negocio para ver
**--U;u rordo de ouro ou grilhio sem
feitio 12 coleles para soapa j na ra
nova U. 39.
Capim de planta muito verde a 3ao ,
e mais ordinario a 24 D0 s't' do Major
Mayer no corredor do Bispo.
sar O sitio denominado pisa par preco
muito eomtnodo sito no (atierro do varadou-
ro de Olinda com urna grande casa conten*
do 5 salas eiu frente an solio
nheiro no enlerior da casa. e mais 5 peque-
as casas contiguas sendo duas arruinadas ,
bastante terreno para plantar, fora o que
existe coberto pelo riu que se distingue qusn
do o rio esi arrombado e tambam contem
com l3 diamantes da
peilo ; no beco da
Vendas
'"Folhinhas para 'c anno de f84' :
algumas arvores de fructo ; t
jor Mayer.
tar Urna escraf cabra de bonita hgar
propria para todo o ser'vco ; no principio
do atierro dos affjgnd js em casa de 'Silvestre
Joaquina doNascimeblo.
tar 'Na rui nova loja francesa Dj 9 10 ,
defronte do beco da Matriz tem um grande
sertimeuto du spitos de tudas as qualidades ,
para homem senhoras e mehiuas bolins
gaspiados de lustro para'ditos fitas 'flores ,
sda e vellidos de todas as Realidades e co-
res tanto para vestidos como para bhapeos'de
senhora chapeos bratteos e prets para ho-
mem e meninos meias de seda de laia e
algud&o de todas as cores meias de seda para
senhora ditas curtas^borJadas de tares para
bomem luvas de seda e de periat 'de todas
as qualidades -. 'ditas sem ded*a chales 'e
Seda de dlerentes tamanhos e pregos e um
'grande forlimento de Vicos chapeos'de rolas
I as qualidades e melhot' gasto possivel para
'enliora o que podero mandar uscar para
na ecjlher a seu-gosto/tanto pelo prec'o como
pela quadade.
Tijolos de alvenaria
feitio e um aIGnete
muito bom goslo 'para o
Pole* D. 4.
tsr O bem acreditado vinbo do Porto
chamado de ramo por nao ter coofeico e por
isso mui proprio para o lempo de calor a
um b-^ 1600 a caada e a'Soo rs a garrafa $ na ra
estreite do Razano D. 28
ajr Bichas chegadas agora pelo Brigue
Primavera do Porto a 400 rs. cada urna j
na ra do Gabug n 4*
tar 'Sicas com milbo a 4ooo } no armazem
de Fernando Joie Braguez junto to arco da
Concedi.
ar 4 esersvas mocas com boas babelida-
des duas dellas erigommo bem, cosem e
coziobio urna dita por 320,000 ptima para
todo o servico de urna casa um preto moco
de boa figura, nm molato de idade de 16 an-
uos bom para pagem um moleque de ida-
de de 12 anuos; na ra* de aguas verdes casa
terrea D. 3>.
fallar ao Ma-
ldrilbo ,'t-
penultima loja.
*-^> Jm escrava de naco
de idade de
Raoello no'brte do 3oannos cozinha-, e be lavadeira o quitan
a ra eslreita do'Roiario D. 3i, e para tra- prara da Independencia loja de livros ns.
tar na ra da Florentina com J. Beran;er. | 3j e 38 ; na rua'do Cabuga loja do Sor.
' JBT No atierro da boa vista fabricare cha- Baodeira ; na ra da Cadfcia de Recife loja pamento telba e arete por preco commodo ,
neos l preeisa-se de urna ama de leite !de forregera D. 41 f do Sor. Moraes ; e de- posto na obra ou ao porto ; no beco largo da
fora ou captiva. fronte d Matriz da Boa vista botica do "Sur. Matriz de S. Antonio I). 6.
tar Manoel" Ferreira da Silva mora na Moreira. I 5sr"Logica de Pouelle, a colleco das dbras
auadireita D. II roterceiro andar. tsr-ma cmoda de columna, rguarda do Arcebispo di Babia bisloKt ecclesiasti-
g^. Oabaxoasignado segunda vea avisa rcupa de pinko e urna mesi de jaotar tu- ^ i na ra nova lado do norte na
aosSrs. proprieiarios de casas sitas na ra do novo ; 'na ra dis Cruzes . 19.
diieitaem chaos perteucentes ao annuncian-| la" Lajeado de Lisboa ; no escriptono de
le que vo a casa de sua residencia na ra Francisco Severiauo Rtello no'forte do
diria D. 11 no lerceiro andar fazer novos mallos. deira j em fora de portas D. 6J.
contratos de foro do contrario passai a obrar waar Na loja da quina da pracinba do Li- udicialmente para com os meamos segundo vraaento da viuva de Joio Callos Pereira de por preco commodo j na ra Augusta ar-
apena imposta aos que cshem em commibso. Burgos ha um completo sortimento de fa- mazem de Augusto & Companhia.
"K_. Arrenda-se pelo lempo da febta um zendas pelo preco o mais barato, entre as stsJr' Chapeos de palhinba e mesmo depa-
aobrado com commodos para familia, e um quaes sao pecas de chita a 5aoo 54oo, 56oo, pelo para se cobrir a 800, espiogatda de
sitio bastante grande com arvores de fructo 6800, tooo, 6400, dit^s para coberta agSoa espoleta a 384o botins .francezes a 4ooo a
e capim no Jugar dos Coelhos j na ra do pec*s de madapoloeos a 3900, 3ooo Saoo, botuaduras pretas meias Curtas de laia pre
colelo D. 8. I 4ooo dito de galo a 4000 dito verdadeiro a tas e de seda curtas e compridas pentes de
tar Precia-se por arrendamento urna ca- 4600, 5ooo 55oo, fioo, e 58oo corles de laitaruga para marrafa a ioo, e outras mui-
aa na Cidade de Olinda na ruado atjube, vebiiios decassa a zi\o panno da costa lar- tas miudezas por preco comtaod.s j na ra
que tenba commodos suficientes para familia} go a 440 o corado cbila encorpada a lio, doCabug n. 4.
auem tiver annuocie. i chapelinbas para seo-hora propiiis para a fes- MST i'onuos de linho enfestado dito de
tar A pessoa que'quer fallar com Este vo taa aooo lenqos de toquim de cores mui nbo aberto para toalhas e lengis chapeos
Troto Mrtir de Fipueiredo dirjanse ao prin- lindas a aooo ihales a 1000 e n2o, ditos deso de seda rosetas de ouro, lencos de
ci do atierro dos affogndos casa da Silvestre com Iranja de ohilaanaoe laoo riscadoa seda para grvala, toalhas de liobo alcirxua-
3oaquim do Nascimeoio. I encorpados para escravos a 180, fustoeus da da toucas de fil de linho para senhora,
tar O'Sr. Francisco Jos Machado Gui- cores a 3ao, 36o,-4>e 4^o eoutraa muir meias de liobo para hoarem ludo do Porto,
maraes tenba abondade de dirigir-se a fora tas fatendaa por preco commodo. \ a preco barato ; na ra do Faguodes sobrar
de ponas para se ultimar o negocio do cor-
alio de ouro.
r Aluga-se-um sotio com muitos bons eir Guimaraesjunto ao arco da Lanceijao.
ommedos e boa vista para a ra., coziohaj Superiores e grandes bi has pretas
ora corredor independenle e um pequeo chegadas prximamente e as melbores que
Barricas com farek a 4ooo e sem do de u u andar D. a.
barrica a 3ooo ; no armazem de Joaquim -Vi*- 3T A obra de Voltaire em j$ volumes^ na
ra aova i). 39 j assi jj como um violo com
quintal, no paleo da S. Cruz ; a fallar na
na da Alegra co primeiro sobrado.
jar Partectpa-se aos Snrs. de engeoho ,
ene se compra qualquer porcio ,de mel posto
atesta praca ; aquelles Srs. a quem este ne-
gocio contier podem procurar o Sor. Angelo
francisco Carntiro para tratar do seu ajuste.
tsr Antonio Jos Duarte Jonior, e Fran-
cisco Xavier e Silva tendo perdido um meio
bilhete do primeira parle da primeira Loie*
xia de IN. S. do Bozario da Boa vista cujo
ai. seno lembrio, previnem ao Sr. 1 hesou-
ftuo a fin de que nao pague o que por sorte
abir no dito meio bilhelo senio aos aun un-
ciantes, por serem ttrus legtimos douos -e
*e acharem assiguados n verao do mesmo.
tar Precisao-ae de srvenla para as obras
ta Matria da Roa vista.
Avisos Martimos.
tem vindo a esta praca ; no atierro -da
vista D. 1.9 junio ao beeo do ferreiro.
boa-
pouco uto.
tar Urna cadeira de arruar em meio uzo ,
e urna grade de amarelo para repartimento
de umtrsciipioo na ra do tiapkbe novo
.tsr Coiecoens completas do archivo thea- l>. $
tral de Lisboa 43 lolheles e o prospecto por I ^ aar Abotuaduras amarelas de bom gosto a
17,000 j no escriptorio de E. Schaetfer na ra 1000 e a 19*0 dita? pretas a 48o facas e
o Vigario n. 18
garlos a a000 a duna fitas de setim e de
tar Rarricas com bolaiinha ing'eza a 4000 garca luvas a00 o par bicos fiuos e or-
azeiie de carrapatoa zjio a canana aevadi- .omario cartas de jogar francesas, pentes de
PARA O RIO L JANEIRO o Rrigue
Xeio t tem quasi prompto o seu carregaaato
deve sahir al 4 de Dezembro recebe o
aesto da carga e passageiros leudo para es-
tes nuio bons commodos j trata-se na ra do
jVigario U. la com Wuno Mura de Seixas ,
cu com o Capito A uionio da Sil reir Maciel
ta praca do Commercio.
PARA O RIO DE JANEIRO segu com
muila brevidade o Bergautim ladiauo Ca-
pitio Jote Joaquina de Uliveira ; quem quiser
carregar ou ir depassagem dirija-ae ao mes
no Capitio ou a seu consignatario Manoel
ojaquin Radios e Silva,
ohade tranca a 160, sevada a 100 sag a
20., farioba do Maranno a sao ieijao
tnolaiinbo a 12000 o alqueire cbisson a
2 i40, e a joo caf da trra a Sooo arroba e
180 a libra, passas novas a 240 a libra man-
teiga ds porco em barris a ario e em libra a
3ao grao de bico novo a 80 rs. a libra sal
de Lisboa a 1600 o alqueire paio-, presun-
tos lingoissas, e maoteiga a a4o, 3ao 4y
e 640 i na ra uova D. j3.
sar Saiike refinado eiu barriiinbos pe-
queos carne de vacca salgada vinho de
champagnbe agoa ras em barns presuntos
em sal, temos de faia j na ra do trapiche
nuvon.i? casa de Henry Eoiater & Com-
panhia.
aar Cadeiras americanas conassento de
palhinba ditas com assento de pao camas
de vento de amarelo muito bem feitas a 4 ooo,
ditas de pinho a 3Seo, e piobo da Suecit
com j polegadas de grosaura t e dilo serra-
do ludo mais em canta do que em oulra
parte ; na ra da Florentina em casa de J.
Beranger.
aar Canarios de Imperio ebegados pr-
ximamente a tjo ; na ra un cita venda
.8. 1 --
tartaruga p^ra marris casticaes de casqui
nba a idoo o par, peonas de asso a 400 a u-
zia e outras muitas miudezas ; na ra do
cabug . 3.
tar Um escravo moco de idade de ai an-
uos o&cial de sapaieire 5 na ra do Padre
b'lorianoU. 3i.
tar Memorias histricas e polticas da
Rfilia por Ignacio Aocioli de Cerqaeira e
Silva, 4 volumen no escriptorio de E. Schae-
ier na ra do Vigario n. 18.
tar Urna banelina para guarda nacional
do balalbo uai porvao de bicos de varias
larguras panno de aigodo da malta a 40
chitas wue de flotes ama ralas ditas de flo-
res brancas e encarnadas bretanha a ato a
vara paoinho cor de rosa e sapatos felos
no paic e urna preta para o ,servico de casa,
na ra ra aova la.o do norte na penltima
leja.
tw Ou permuia-se por casas de menor
preco u burn sobrado ua iua direita da par-
le da sombra coui bistautes commodos e
uuio freacoa bom quiutal, cbios proprios,
U. 18 j a tratai as lujas do mesmo.
aar Urna vauda no beco da Pule O. 1 ,
oma duaia de colb el teres de prala para sem

Escravos Fgidos
Do-sa 5o,000 a quem aprehender o
escravo creoulo \ de norne Benedicto eita-
tura baixa secco bastante barbado, e beaa
conhecido por buiieiro que foi de Joio de
Ale oCisneiro ; quem o pegir leve a rut
do sol D. 8.
tsr A dous Ou 3 mezes "desapareceo do
Idgar da solfdade o pardo sapateiro de no-
me Oamio escravo da vidva de Joio ir-
ricb de estatura regular magro, represen-;
ta ter 35 annosde idade levo'u em 'sua com-
pabhia'uma parda de neme Anna da qnal
tem um ou dousfithos, destfenfia-eque 'st'e-
ja testa praca Ou fora-, a titulo de forro, por
isso roga-se a qualquer pessoa que do dito
souber o pegue o leve a sua Senhora na ul-
tima casa da'ra da Floren1 i:.i do fado \To
norte que receber 5o.000 de gratiticacV.
tsr No da 20 de Feveriro de i835 fb-
-gio um escravo de nomc Antonio de nacao
mocambique bario grosso Com a marca
-C- na fon te fulo, olbos grandes cara
bem'becltgosa dous den tes de ci na podres
e os mais limados, tiariz chato, m dente ti-
rado a Ierro, mal feito de f's e pernas hun-
da grantle de idade de Jo a 4o aunos, poun
ca barba a travessado da falla canoir*o
bem conferido; ha noticias qUe est no ea-
genho j utara ou taboca; roga-se a todas aa
atithoridades poliliaes ou cimpinha de o pe
gare levar no aterro dos affogados armazem
de sal de Franciscs Xavier das Cbagaa qao
dar 5c,000 de gralicayo.
tsr Fugio no da ao do passadb urna pre-
ta de nome Mara perlencente ao Sacerdote
ioglez morador na Magdalena de idade de
35 anuos, estatura regular ps e mos pe-
quenas, tem urna sicatriz na face esquerdi
dolamanho do um vintem que lbe toma a fa-
ce at abaao, de cima do lado direito tem ou-
tra sicatriz grande as costas abaixo dos hom-
bros levou vestido de chita azul e amarela ,
camisa de algodiotiobo ; quem a pegar leve
a ra da Cruz n. 43 casa de James Crabtree
& Companbia que ser gratificado.
tsr No dia a5 do pansido fugio pelas 6
horas da tarde urna preta de naco de no-
me Catbarina levou panno da costa de urna
lastra -branca e outra azul da largura de um
dedo, estatura baixa e grossa cm todos os
deutes ; e vestidos braaeos e outros que senio
sabe da cor ; quem a pegar leva deronte do
theatroem casa do tabelio Coeho que se-
r recompensado
iMovimento do Porto
NAVIO SAHIOO NO OA a7 DO P.
Portos do Sul , Brigne Americana Sterliog,
Cap. Jonaibad TWinning carga a mes-
ma que trouxe*.
Porto Alegre ; Patacho Brasileto Lima, Gap
Antonio Martina Lima, carga diversos g-
neros.
ENTRADOS NO WA a8
Terra Nova } ag das, BrigueInglez Rosa-;
lye de aa8 tonel. Cap. Joba Alsope,'
equip. i3, csrga bacalhe a Me. Calmont
dt Companbia.
SAHIDO NO MESMO DIA.
Rio de J&neiro *, B.rca Brasileira Firmeza/
Cap. Narciso Jos de S. Anna carga assu-
car e 6cc. S
Liverpool Barca Iogleza Nightingale Cap
Thomaz Huoler carga algodo, assucar \
couros. I
UEC1FE NA TYP9 D($ M, p.yE F,i84a
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO