Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04360


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Full Text
_
Anno de 1841. Sexta Feira
Tildo ajrora dependedt nsraasrnos; da nosta prudencie, modera
fia, ener^i : ejitinuernoseorao prinsipiamos, seremos apoutado*
eam aOifluefM catre ai JNaeeiiaaueulUi;
Pxdlamaeo da\iembla Geni do Brai}
m

Sariwrava-M paratftafclha a 3/ooo por parte] pagoi adiawtados
euta Typografia ruadasOuzes D.3 o na Prac da Independen-
cia, n. 37 % '53, onde se recelen correspondencias' leealisadas e an-
uncioc, (nsirindo-sa estes gratis; toado dos proprios aisii.nci.Ui, *
Tiudo asignados.
PARTIDAS DOS GORREIOS TERRESTRES*
Qdada da Parahiba a Villas de toa preteneio 3 J 1 3 3\
Dta do Rio Grande do Norte, e Vlas dem.:.' .' -(3,,-- c SrxlasFfeirata
Dita da Fortaleza e Villas dem ....'. ; ........
Cidade de Goianna ......' .'' '' /
Ciriade de Olinda .......... ^ S ... J J 1 Todos os diasi
Villa deS. Anteo...........'..;; 'J .' J ..'. Quintas feiras:0
Dita deGaranbuns e Povoaco do Bonito ......... lo, elide cada mes
Ditaj do Cabo, Serinhaem, Rio Formoao, t Porto Calvo, i, II, e li dito dito
Cidade das Alabeas, t de Maeci ; ....... dem dem
.Villa da Paja de Floras................. j dem 13, dito dito
Todos os Correiot partem ao meio dia:
PHA.SES DA LOA J5O MEZ DE NOV
Quart. minf. a 5 as ib.) 5 m. da tar.!.
La Nova a i3 M 3 h. (> o. da roaa*
Quart. rese, a 3< as o h. e 48 rn. d roen.
La Ckei ai8-s 4h.e i m.datard.
Sdart thcia para o dia aS ae NovcmbrO
As 2 lloras e 5{ minutos da tarde.
As 3 horas e irf admites da manb. .
80 DE NoVBMbo. NfM. 250,
CAMBIOS. Ncvk-mbro a5.
Landre....... *) P d. por ifioocati.
I.isixa ...... 8o a 8i> por 010 preuuo par metal oHereeiao.
Prsmeai ...... 5ao res porfraneo. Cerop. Venda.
URO Moedae64o is, Ibas UfSoo It^oo
Ditas ,, -. '" *4 4I?>
Ditas delooore, #ioo 8laoo
I RATA -- r-'aUto>s Hrasiieiros ----- lyOio 1I040
Pcios Colomnarios-----------i/jo i folio
' Ditos Mncanos.......l/ '#<><
;; ............#*>- #m
isc. debli!:. da Almndega r i|8 por loo aonez. 1 010
letras de bojs iir.nas 1 'Ia H|4
Uoeda de cobre .3 per ico de dis
DIAS DA SEMANA I
u Segunrla S. Cecilia V. U. Anuencia do Juii de Direito da 3
vari.
2 Terca S. Cimente P. M. Rclaco e aud. do Juiz de Direito da u
vara.
a 4 (Miarla S. JoSn di Cruz C. --Aud. do Juiz de D. d 3 vare.
25 !^ur. S. Catliaiin: V. 51.--Audiencia do Juiz deiieito da J
V!'a.
a6 Sexta S. Ps 1ro Alezandrino f. 51.- Aa !. t.'o lat de D. da I. r.
7 Jabbado JosaplutU.- Elelalacj e audiencia do Juiz de D. da 5
vara.
18 Do:. ".- 1. do Advento S. Gregorio 3. P
RIO DE JANEIRO.
A REFORMA DO CDIGO
Conforme passou na cam&ra dos deputados.
Continuado do numero anteedente;
Capitulo 8. -Da formaco da culpa.
Artigo 47 Nos ctirres que nao dcixo vis-
tigics ou de que se tiver noticia quando os
vestigios j nao existo, e nao se posso ve-
riGcar oceularmente por hum ou rnais pe-
ritos poder-se-ba formar o processo inde-
pendente de inquirir} especial para corpa
de delicio sendo no summario inquiridas as
testemunbas, nao su a respeito da existencia
do|delicto e suas circunstancias, como tamben
acerca do delinquente.
Artigo 48. No summario a quem se pro-
ceder para a formaco da culpa, e nos casos
etn que nao bouver lugar o procedimento ol-
ficial da justiga, podero inquinr-se de duas
at cinco testemunbas alem das referiJas ou
iiilcrmantes. Nos casos de denuucia po-
deio ser inqueridas de cinco at oito. Q.ian-
do porem bouver mais de hum indicado de-
linquente, e es testemunbas inqueridas nao
deposerem contra bum ou outro de quem o
juii tiver vehementes suspei'.as podei es-
te inquirir duas ou tres testemunbas a res-
peito del le somente. Se (indo o processo e
lemeltido aojuiso competente para a presen-
lal-oaojuty, tiver o juiz conbecimento de
que existem bum ou mais criminosos po-
der ormar-lhes novo processo era quinto
o crime nao prescrever.
Artigo 4g Os delegados e subdelegados
que liverem pronunciado ou nao pronuncia-
do algum reo remeltero o process j ao juiz
municipal pura sustentar ou revogar a pro-
nuncia ou despronuucia. fo caso de nao
pronuncia e de est r o reo preso nao ser
boito antes da deciso do juiz municipal.
Artigo 5o. Os juists muniripaes quando
Ibes crem presentes os procesaos cora as pro-
nuutias para o sobredilo fm, podtrSo pro-
ceder a tocas as diligencias que julgsrem
piciisus p:.r; a ratiGcaco das queixas ou de-
nuncias para emenda de ulgumas (altas que
iuduio nulidade c para esclarecixento da
verdade do fado e suas circunstancia:?, ou
Leja tx-oicio, ou a nquerimento das parles,
cooi tanto q' tudo se faca o mais bttve e sum-
tuariamenle que for possivel.
Artig 5l As testemunbas da formaco da
culpa seobiigaro per bum termo & commu-
nicar ao juiz dentro de ba auno qual-
qutr rxudanca de residencia, sujeitando-se
pela simples omisso a todas aa penas do nao
comparecimento*
Artigo 5a. As cotiGcaces das lesterr.u-
nbas se Liro por mandados dos juises muni-
cipae9 que co substiluindo os juises de
pae de tabeca do termo ou do dislricto onde
se reunirem os jurados para cumprirem
quantoaestes con pelia, a ies,.cito dos ';iro-(
cestos que liverem de ser suboiettiiio ao
Jur'" A
Artigo 5S: As testeicunbas que, sendo
EGlikadas, nao eoaipurecerem na sessaj em
qm a cauza deve ser julgada ; poderio ser
cocJusidds debaixo de uiio pra deporem
u punidas pelo juiz de direito cono a ptm de
tilico a quinze dias de prisao. Alem di^to se,
em raso de lalia de compardcenlo tic al-
t'uma uualguuias lesieuiuiiba^, auuw IJI'
ati' igvmh' 'i '-^ > ?* Uesp'ift
das novas n< tificagoBS e citagoes que se fise-
rem e das iudemnisncOes as outras testernu-
nhas, ero pBgas por aquella ou aquellas
que faltaren as quaes podero ser a isso con-
demnadas pelo juiz de direito n* decio
que temar sobre o ademento da cauM e
pot'ero ser constrangidas a pagarera da ca-
deia.
Capitulo9; -Dos jnlgaroentos das causas
peranle o conselho dos jurados.
Artigo 54. As sentenens de pronuncia nos
criaies individuaes proferidas pelos chcfcs de
policia juises municipaes, e as dos dele-
gados e subdelegados que forem confirmadas
pelos juises municipaes sujeito os reos a ac-
cusaco e a serem julgados pelo jury, pro-
cedendo-se na forma indicada no artigo ?54
e seguintes do cdigo do processo criminal.
Artigo 55. Se, depoia dos debates o de -
poimento de buma ou mais testemunbas. ou
bum ou mais documentos forem argidos
de falsos com fundamento rasoavel, o juiz de
direito examinar logo esta quest inciden-
te e h decidir sutamaria e verbilmente,
fasendo depois continuar o processo da cau-
sa principal ; eno caso de entender pelas a-
veriguaces a que proceder que concorrem
vehementes indicios de falsiJade9, propor,
em priroeiro quesilp aos jura Jos, no mesmo
acto em que izer os\ outros sobre a cmsi
principal ; Se os jurados pdete pronunciar
algumas deciso a respeito dessa causa princi-
pal sem atteogo ao depoimenlo ou d-cu-
mento argido de falso.
Artigo b6, Retirando se os jurados, se de-
cidirem afirmativamente esta questaj res-
pondero aos outros quesitos 9obre a causa
priucipal; resolvendo-a porem negativamen-
te, nao decidirio a cauza piincipil que fiear
suspensa, e dissolvido este conseluo O ju-
iz de direiio em ambos os casas remetiera a
copia do documento ou depoimenta argi-
do de falso cot oa indiciados delinquen-
tes eo iuie competteute para formaco da
culpa.
Artigo bj Formada a culpa, no caso de
que a decisuo da causa principal tenha (ieado
suspensa, ser el.a decidida conjuuctamcnle
por novo conitlno do juradjs cu.a a causa
de fjlaidadu argida.
Arii;.> !> ') juiz de direito, d.-pois que
tiver lesuiiiido a materia da accusai.au e de-
lesa pioj'oi Hosjurp.dos sorteados para a
deciso da caus;i s qiteston de facto noces *
sanas, pira poder ella 88C u pplicavio do
direito.
Artigo 59 A primeira questo ser do
couformidue com o libello assim o juu do
direito a propot nos seguintes turnos ;
O reo pralicou o tacto (refeundo-se ao li-
bdllo) com tal e tal circunstancia ?
Artigo 6j. Se rosult-r dos debites ocj-
uhecimeuto da existencia de algu.ua ou al-
gumas circuustaucias Agravantes nao I
clonadas ao libello propor lambem a se-
guibte questo.
eo cmmetteu o crime com Ul ou ti
eircunttancia eggravante ?
Artigo tt. S o reo appresentar ea> sua de-
fesa ou no debte alegar cou o soasa hua
'faci que a lei reconlieie como jualiacalivo,
e qu o isente da pena, o juit de dueiio pu-
por a seguinte questo.
juiy recoabeua a existencia de L>1 fado
cu circunstancia *
Artigo 4t Se o reo for mepor de quar
torze annos, o juiz de direito fari a s.-yain-
tt queslo r
O reo obrou com dicernimento ?
Artigo 63. (Rundoos pontos da aecus :-
V'o forem diversa, o juitdfl diraito proport
acerca de cada I ni ra dellcs todos os quesitos
indipensaveis e os mais que ju'gif conve-
nientes*
Artiga 6.\. Em todo o caso o juiz do di-
reito propor sempie a seguinte questo :
Existem circuustaucias attenuantes a favor
3 re ?
Artigo 65. Todas asderijes do jury de-
^ero ser dadas em escrutinio secreto ; nem
se poder faser declaraco alguma no proces-
so, por onde se ouheca quaes o jurado*
veucidas e quaes os vencedores.
Artigo ti. A deciso dj jury par apjl i-
caco da pena de marte ser vencida por
duas tercas partes de vultos ; todas as man
decisSes sobre as quesle* propalas sero por
maioria absolutas e, no easa de empate ,
se adoptar 5. opiuiio mais l ivoravel ao aceu-
sado.
I O governo est-doelacer o moda pcalic de
proc?*e.-se a votsv'o no regulameuto que
eipedir pira execusso dosta lei.
Artigo 67* Ao juiz de direito perlence a
applicajo da pena, a qual dever ser ao
grao mximo medio ou minio, isguodj
as regras de direito a vista dudecises so-
bre o faci proferidas pelos jurados.
Artigo 6a. A ii:deraaisa;o, em todos os
casas ser pedida por ac;o civel licando
revocado o arti;o 5 ido coligo crimiual e o
paragrapho 5. do artigo i\) do c-
digo do processo. Nao se poiei* porem ques-
tiouar mais sobie a existencia do tacto e so-
bre quem seja o seo aullior qumdo estas
uuesioes se achem decididas no crime.
Capitulo 10. Dos recursos.
Artigoti. Uar-se-ba recurso :
j. Da deciso que obriji a te.r.uo d viver e de s^gurau^a e apreseaiac pSa-
porte.
3. Da deciso que declara improcedente o
corpo de delicio.
3. Da que pronuncia ou nao pronuncu e
que sustenta uu revoga a pronuncia,
4. Da roncesso ou ouegaco de flanea e
do seo arbitramento,
5. Da deciso que julga perdida a quautia
a.ucada.
O. Da deciso contra a prescripeo alle-
y Da decs io que concede soltura em
qner.cia de habea* corpns este recurso
si.' interposte ex-oficio, He somente tom^-
olepara conceder b.beas corpua o juiz
superior ao que decretou a prisio.
Artigo 50. lisies recursos sero interpostos
para o rebico do dcstricto quando as doci-
5'jjs l'jre i proferidas pelos juises de direi-
to ou chafes de polica, nos casos em que Ibes
compumrem Dar-sebo, porem, pira o
uit ge direito qu .luloridajes judiciaias inferiores. O e-
1 de uj jjijiHiu l i. nos dticspou-
ulade, ser ii -o'cio.
Artigo 71. iscuiso des despachos do juiz
. que o os artigos b*l
uj cdigo do utocea^O) seca' interj
a veUcaje
ugorz. 1'.-.;,-. recurso notero cfJeito
susptjusivoi e sero interpostos dentro de 5
, touttdoa da iul'.iuavo ua t>u\)\v
em presnos das partes ou seus procuradores
por buma simples petcfo assignada, na qual
deven es pecificar-se tolas ns pecos dos autos
de que so pretenda traslado para documentar
o recurso.
Ter. perem, effelto su=p"n'v'o o recurso
no caso da'.pronuncia a fim de que o proces-
so nao seja remet ido para o jury a: a apre-
sentago 1I0 n.rsmo recurso ao juiz, a que, se-
gundo o artigo 7 'desta lni.
Artigo 7J. Dentro de cinco di9 contad >s
da inlerposicaodo recurso devela o recor-
rente a juntar a sua petico todos os ditos
traslados e ras6s ; e se dentro dsse praso,
o recurrid) pedir vista ser-liie-ha conce-
dida por cinco dias contados d^quelle em
qtie findareii os do recrrante e ser I he h
permittido ajuntatar as rasods e traslados qua
quiser.
Artigo 74. Com a resposU do recorrido,
ou sem ella, ser o recurs 1 concluso ao juiz
quo ; e dentro de outros cinco dias con-
tados diquelleem q-ie |findar o praso do re-
corrido ou recrreme, sa q:elll nio tirer
pedido vista podar o juiz reformar o desoa-
cbo ou mandar ajunlar ao recurso os tratados
dos auto que jultar onveuieutes, e luud-
mentar o seo despacho.
Artigo 70. Os prasos concedidos ao reo ar-
rete e recorr lo para ajitntar traslados a ar-
rasordos podero ser ampliados al o dobro
pelo juiz se entender que assim o exige a
qu'.nlidade e qualidade dos traslados.
Artigo jt O recurso deve ser apresenta-
do na superior iustaucia dentro dos cinco d-
as seguintes alem dos da viage.n ni raso
de quatro legois por dia, ou entregua na
adasiaistracSo docorreio dentro dos cuco di-
as. Nas relaces sero julgados esses recur-
sos pulo modo estabelelecido no artigo I i do
sen reglamento.
Artigo 77 P-ri oapesimento do provi-
ment do recarao ao juii a quo lie concedido o
uaesmo te.npo que segi.ta pira a sua apre-
semacSo na superior instancia, conuudo-e
di publicaaia do mesmo provirneuto.
Cpiulo 11.- Das 01 gnisacoe revista.
Artigo 7$. lia parmetiidotppella :
1. fara os juises de direito dassenteness
dos juises munici/iaes, delegados e tubJele-.
gadoi nos cassos em qua ilies competi O
julgamenlo final
2. l'ara as relaces das decises definitivas,
ou nierlocutorias com (orea da definitivas,
proferidas pelos juises da direito. nos caso
em que Ibes compete j bavtir por udo o pro-,
cesso.
3. as sentencas dos juises de direito qua
absolveren ou coudemuurum nos iiimes da
le.-pon; 'belidade.
i. Sos casos de artigo 3oi do cdigo do
procesco criminal.
Artigo 79. O juii de direito appellar ex-
olfi:io
1. Se entender que o jury proferio de.
ciso sobre o ponto piincipalda cjusi coiK
traiia a evidencia resultante dos debates,
depoimeutOS e prevas parante elle apresen-
; diiveudo, em tal cso escrerer na pro-
cesso os fundan, ualr, do su 1 couvioccao cou-
traria para quo a rolacSo, a vista deltas, deci-
da se a causa dve ou nao ser suhmeiidn a a-.
vj ju- y. Neos o reo, nem o ecrasadbr ou pr<."
motor tero direito de solicitar este prwwe-
to d parte do juiz Ai direito, o quai nao
ofoder ter.se, immcdiatamenie q 1S J *
cijios do jury loiem lidia em pabli* 'Sis
- -------- J e....... "
I.


I
b'l I i I O l> PRRNAMRrCO
po oVtlarar qie a[ pellar ex* rff>o, oque
ser drcl.rado pelo earrivo do jtlty.
a. Se puta applirada ft>r a roerte ou ga-
les perpetuas.
Arl. 80. Pas enlenccs proferidas nos cri-
C e f que traa a le de 10 di jnnho de |855, l respeito.
rao hsvrr recurso algum ero megmo o d<
1 vista.
Art, 81. AsrrlarSea n caso do :. do
frtieo filfi-fdfnle ; ejeniiriar a r/6esda
IpelUco; *, fe bar precedentes orde-
i>.i no qual nr potaao entrar nem os rresmcs
juiadcs que pr- ftlirio a primeira deciso ,
,., d> o mesmo juiz de dirrilo que interpoz a
|)|!lavo, devendo este nOvo jury ser pre-
sidido pelo substituto do juiz de direilo.
Arl. 8a. Se a relaco mandar proredor a
novojiuy, ds derisao deste nao competir
a apiellaco de que trata o artigo 79.
Art. 83, Aapiellacao interposla da sen-
tenca condemnatoria produz t U'eito susprosivo,
trente*
1 (guando o appellante estiver preso e
pena im posta for a de priso simples ou
mesmo com irabalho havendo casa de cor-
jetjo com systema penitenciario.
F. ; mencionado no sen < linio desta data,
f>ra mandado apresentnr a presidencia por
issoque declara nao querer servir no esercito ,
e sim engajar-se no coipo policial coro cujo
tonn andante j se havia entendido a esse
dem do dia a?.
a. (guando a pena lor pecuniaria nsaa
ncste caso dever a sua importancia sor rero-
il.ul.i a deposito ; e em quanlo nao for de-
cidida a appellaco nao poder o reo soflrer
priso a pretexto de pagamento de multa.
Ait. :. A apiellacao interposa da sen-
tenca de l >oU itao nao suspende a execuco,
enepto no raso do artigo 79 denla le c, no
ciims inaiancaves.
Art. 85. l'nra o julgamento da appellaco,
s suLir o 1 recoso original quando nelle nao
ht imiem mais los para strem juliados a-
lis subir traslado.
Ait. 86. N as causas crimes de que trata
esta iei, cao te admittir.-i embargos s deci-
sts e senlengs da primeira e segUDda ins-
ticcia.
Art- 8j. O protesto por novo julgaroento,
pern'ilt'do pelo trt. 3o8 do cdigo do proces-
30 criminal fomente tero lugar nos rasos em
que lor imposta a pena de u.orte ou de gales
perpetuas e para eutro juiy no mearon lu-
gar ou no mais visinbo quando baja im-
possibilidade naqutlle.
Art. 8. Usando ocondemnado deste re-
curso, firarO stm effeitos os do artigo 790
maesquer outros.
^ Arl. J-Q lif permillida revista para o tri-
bunal compleme:
i, Das rtnitiicas do juiz de direilo proferi-
das em g'o de ipptllaco sobre crine de
lontiabbndo, srgunuo o artigo 17 1. des-
la le esobie a |-resrrij) o de que trata o
ailigo 35 querido se julgar pioedente.
v. |)as decistes das lelatts nos casos do
ailigo 78 a. i> e 4 desta lei.
Art. 90. JNoln permiltidaa revista ;
i. Des sentencas de pronuncia ccncesso
co denegarlo de banca, edequaesquer inter-
locutorias.
3. Das sentenciis proleridas no foro mili-
tar e do eclesistico*
( Coutinuar-se-ba. ;
Difo o Fxm. presidente enviando-lhe
para serm desraehadas, < sutisfeitas pelo ar-
cenal de guerra duas requisiees da forta-
leza de llamarac j urna de objectos que se
f*so de mister para o concert da nova ca-
noa, liutradeuroa corrente erm radeado e
liave para ter segura a canoa no porto e do-
01 remos precisos para a sua navegaco.
I lito Ao vimmBiid'iite interino da or-
ti. le-a de llaronrac respondendo ao seo oi-
fieio de *l do rorrente con municando-llio
o exposto no officio cima e dando-lbe al-
gUiuaa i-nlrs dispesicoes sobYe os irvctamcnloa
do G. JN. Luiz Gonsaga e almoxarife A-
lex.i'i.iie Sin.iaoda Cruz.
JWaria Ao rapitocommandante interi-
no da rompanhia d'arlifces mandando em
cumprimento da lei da r demicio ao soldado
AleixoJos Rodrigues, por ter se.T, nota dis-
lavoravel finalisado o feo engajamento ,
e nao queier continnar no servico,
ALFAHDF.GAS DAS FAZEftDAS.
O pataclm prrloguet Prineei" v,nr
do l'orto entrado o rorrenle mee consigna"
le. 5p pipas coro vinlio 11 ditas coro vi-
nagre 3oo tnicas coro bacallao, 4o CIX88 taraos alto e malo ludo quanlo se queira dar
com frutas 38 barris com ferrajem 8 bar- ao pre |0, fica-nos o mui licito arbritrio d'es-
DIARIO DE PFRNAMBUCO.
O COKHBIO D3 N RTE.
Os nossos pescadores polticos entralho as
suas redes preparo os seus anzes forne-
cem-se de boas iscas, e julgando favoravel a
quadra atiro-se aos mares contando com
abundante* pescara, H l3 annos, que por
aqui zumbi buma Abelha a qual teve lo-
go de recolher-se ao cortico 5 porque nao -
cbou materia d'onde extrabisse mel, at
que zangada de tanta indolencia ruetamor-
fose.i-se em Correio do Norte e sem robu-
co opregoa-se arauto da desroembraco do
Imperio f iIh quixotal ideia de separaco
de Norte e Sul. Mas rbegou tarde. Quem
nao conhece o Snr. A bel b1, que he o mes-
missimo Snr. Hepublico? Pernarobuco de
boje nao be o Pernarobuco de 28 99 e 3o.
F.-treia-se o fatal Correio chamando intil
a nossa impiensa e que sahiraroos do nos-
so proposito por havermos dado lugar a duas
publica.jes a Forquilba e a Ordem. Fx-
tranba denominaco ou antes antinomia !
Porque se a nossa Typographia presta-se a
estes dous Peridicos j Dio he absoluta-
mente intil 1 be pelo contrario til para es-
tes ; s se a utilidade de qualquer Typogra-
pbia depende de acceitar submissa e reve-
rente os inieressantes escriptos doex-Redac-
tor da Abelha., doRepublico, e agora es-
ciiptor do Correio do Norte
Le mais sendo a imprensa do Diario boje
propriedade nossa e nao ha vendo nos con-
11 acudo com o respeitavel Publico de accei-
ricas cero sardiobas, an3o restis de sebollas,
2 barris com carnes a caixas com miudesas ,
148 ranastras cena frutas, 9 barris com vi-
nho i caixa coro stindaresa, a ditas com 1-
nliss i dita coro 60 1 barril coro vinagre ,
11 barricas cero Rutas, 4*> canastrascom ba-
tatas 96carieiras a marquesas 3o bar-
ricas cero cevada l caixa com doce 1 dita
com fasenda 4 csxbs com miudezao loca-
dores e varios objectos ao saceos com feijo.
colber os escriptos do nosso agrado, da nossa
sympatbia : e como no aspiramos a promo-
ver rtvoluces para nos encaixarmos em al-
gum em prego lucrativo, como em sumisa
nos (Obtenamos de viver de nossa honesta
industria s dos convem a ordem so que-
remos o socego publico ; e nao estamos para
prestar os nossos types a especuladores, e
I saliimbancos polticos que buscao turvar as
I egoas a lim de ver se pilbo o pescado ,
Fora do manifest : 585 pessas d ouro 9 pf(lUe muito susp iro j e isto sem anda
barris cem terrajen i4 ditos com carnes 5 meUer em coula as ras5e9 e vur08 calotes ,
fardos com fio 1/1 cenastras curo all.os 52
dita com frutas, l pote com peixe vivos 1
vidro para os ditos 4 barris com peiae 6
latasccan dito, 6fardos com fasenda, 44
cunhetes abatidos a caias com drogas, 1
dila com bitoques 38 ditas com frutas 6
ditas com plantas a erobrulbos com asen-
das 4 galops coro passaros 1 viveiro com
ditos 1 purcao de sebollas.
O briguc portnguez Leopoldina vindo
de Lisboa entrado no cor rente mez cou-
que niguas sublimados patriotas tem pregado
a esta nesma intil imprensa do Diario*
'.' C^ais potest capare capiat ".
jx outros deixaremos a lingoagem borda-
lenga e exquisita Ortografa do Correio do
Norte; e s nos occupaiemos em fazer algumas
ielltxes b| ideias desta nova buzioa da fac-
co '' separsla ". Sim bum pugillo de bo-
rn ns desvairados unidos a ambiciosos, des-
conleutes e especuladores pretendem abys-
mar o brasil em todos os horrores da guerra
PERNAMBUCO.
COMMARDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 19 do correte.
Officio- AoFxro. Presidente, propondo-
lbe para deroico o cabo Joaquim Tbomaz
'Aquino e soldados Jco Francisco Pinto ,
e Jos Nunes Cavalcanted'Albuquerque do
contingente de cavallara ; assim como o sol-
dado Manoel Solero pertenceote ao deposito ,
lodos julgados absolutamente incapases do
aervico em consequencia de soas crnicas in-
fermidades declarando que o cabo fora re-
medido da corte em julbo do auno passado
com ordem de servir nesta provincia e de
trio vollar sob qaalquer pretexto a do Rio
Grande onde fu estada era perigosa por ter
sido rebelde e que os de mais soldados loro
nesia provincia recrulados.
Dito Ao mesmo Exm Sr, roandando-
Ihe apresentar o paisano C J. R. da F., que
se leudo cfieiecidoao comu andante geral do
coipoe polica para asseotar praca 00 exer-
cilo lora por este remeilido eo preieito da
commarca que nesta dala lisera del le reuiessa;
|ortn> que declarava querer se eogaiar 00
referido corpo, e nao no exercito.
Dito Ao preteito da commarca do Rio
I'oibqoso, aecusando o recebimeoto do seo
cficio de ib do correle que acompanbara
e dezerlor Pedro Jacinto.
Dito Ao preieito da commarca do Reci-
fa disendo-lhe que o paisano C. J. h, da |
signado Jos Francisco de Azevedo Lisboa cil, da fome dt. miseria da escravido
manileettu o seguinte. 10a duzas de labo-
as 00 varas de pao, cjtawas com grao de
bico 10 pipas com vinagre 1 caxa enm o-
ralorio 1 dila cem maqunela 4 barricas
rom tlpisla 5 pipas com vinlio 85 barris
rom dito a raixas com chocolate 4oo ditas
com passas.
Fora do manifest. 3ooo mullios de cebol-
las 1 barrica com alpista 10a saceos com
batatas, 6 barris coro vii.bo 2 caixas com
doce 1 dita com sag 4 gamellas de cera ,
iij barricas vasias.
OBRAS PUBLICAS.
em tiro, u nos develemos (direi com o mesmo
loneio do Norte ) nao mudos especiar j por
que especiar nunca significou cousa alguma
em nossa lingua, onde apenas temos o verbo
" espelar '', que significa enfiar em esoeto ;
e aguarde o sabio Snr. Republico, quo se
etUnunn as Repblicas da Albandra ja
Jacoca ,, Sic. &r. e ento estbelecer novo
idioma e 01 logra fia nova : e nos de veremos
espirar silenciosos, que os desordeiros, e
aiiaiihistas que os aventrenos de tuda a
laia desmembrem o uascente Imperio e nos
reduzo a n.uito pior estado do que as tur-
bulentas Reiiublicas d'America do Sul? De-
Tendo-sedadohojepnnc.p.0 a edefiracao x ^ Q .
da pontez.nba no regato de Parn.n.er.m jun- f Uagogos se apoderem do tereuo
to a Santa Anna faz-se publico que tem do Bril. como se costuma diJ
de ser .n.erromp.da a passagem de carnnhos e J de p ^ ? K ".
cava los por aquelle ponto a estrada do Po?o J J^.
daPanella, podendo en treanoquea obra ^ tlorquilar que'he quas
nao se acaba passarem pela volta do Arraial c 1 > hw "c iuaa'
'^T^'JT.T, d8S braS PULlUaSi O o Republico nao tem caixas enroi-
deNovembrode 4-^ das Mu.to pavamente em alto e bom
leom declara que auparece agora emScena
FREFEITDRA. sob o titulo ue Correio do Norte para promo-
k, ,. ver a desmembraco do Brasil em Norte e
No d,a a4 do correte, nao occorreo nov- w ? para dar fabo em fim da j,^,^^6
alguma. Imperio j e o motivo que da para esta sua
O Sr. Prefeito d'esta commarca manda fa- prelenco be a iniquidade da Oligarcbia ,
zer publico, para conbenirento.de quem que domina no Rio de Janeiro. Ora setal
pertencer q* na cadeia d'esta cidade existem be o anhello do Sur. ex*Republico, e ex-A-
prezos os pretos Antonio escravo de I rao- beiba de que se eeitue essa separaco a pon-
cisco de tal morador 11 lugar do Monguiro lo de fazer sinceros votos ao Grande Factor do
Francisco escravo de Felisberto de tal, mo- Universo a fim de que contioue a impieda-
rador no engeubo Varzia provincia das A- de dessa gente, parece, que em vez de a
lagos e Salvador, escravo de Manoel Flix aggredir em vez de se tornar criminoso er-
de Govea, morador na povoaco de Bizerros guendo o pendi da revolta, devra at coad-
fafim de que se seos Srs. ou procuradores juvar a tal cubada iaccio Oligarcbica ; por
traclem de vir reclamar a entrega dos ditos es- que noseu proprio pensar '' s assim pode-
cravos dentro do 'praso da lei. r o Brasil sentir a violencia de seus males'*
1* refeitura da Commarca do Recite a4 de para se salvar -, porque s assim se apprei-
Novembrode i84l sarao dia da redempyo j isto be, odia
Claudino do Reg Lima.
Omcial da Secretaria,
da desmembraco, e total desmantelo do
Brasil! Viva o Snr. Abelha Republico ,
eConeio do Norte, que veio da Parabiba
abrir os olhos ao pobre, e estopido Pemam "
buco. Mas esta-n os parecendo que desta
vez pouco ou na da conseguir os zuido3
desse insecto bolicoso.
S por dous meios se levara a eflfeita essa
ioucftra essa desgraca de separaco d Nor-
te e Sul: ou por huma Lei d'Assemblee
Geral, ou revoltando-ie os povos para esse
fim. O primeiro nao pode ser ; porque a
Assembla nao tem a antiga omnipotencia
Parlamentar da Gri-Bretanha nem est
auctorizada a tocar na lntegridade do Impe-
rio principio vital da nossa associaco poli-
tica nem o Imperador stm coja sanecio
nao se d lei snnuiria sua propria ruina ,
a seu mesmo opprobrio : logo ao Snr. Repu-
blico e a seus consocios s resta o recurso
dos desordeiros, queremos dizer, a re be-
lia o ; logo o Correio do Norte he emmioen-
temente revolucionaria a bem longe de ser
amigo zelozo do povo, como seapregoa, e
sempre se apregorao todos os demagogos,
be o seu mais infenso e mais desapiadado
inimigo.
Em verdade quando qaalquer cidadio me-;
dita deapaixonado nesso pe nsamentoomino-
so de separaco de Provincias, recua, e
treme de horror ao conciderar o delovio de
desgracas que tal revoluco nos traria se
o bom se n so e firmeza dos Brasileiros ho-
nestos e que tem que perder, nao pozer
todos os embaracos realisaco desse plano
infernal,
Sim se to duro fosie o nosso mo fado
que os desordeiros conseguiasem desmantel-
ar este todo respeitavel, qual seria a sede
desse palhaco Imperio do Norte? O Sor.
Republico, campeio desta boa obra dei-
xaria s mios lavadas que a sua Parahi-
ba por ex., recebesse a lei de Pernambuco ?
E caso ge snjeitassem a isso temporariamente,
o que assim mesmo duvidamos, em breve
tempo surgiriao Republicos Abelhas Mar
ribondos Gafanbotos, Zanges, e Correios
de toda a parte propugnando pelos direitos
dos povos ( de que todos sao procuradores
bastantes por devocio ) e fariao de Pernam-
buco as mesmas queixas, que hoja faz do
Rio o Correio do Norte. ento qual a
Provincia qual a Cidade, Villa ou mes*
mo Povoaco, que nao gritara por sua in-
dependencia e plena emancipaco poltica ?
Ento a p parecera o para honra e proveito
de todos os importantes Estados do Rio Negro,'
do Para do Piauhy da Parahiba, do Cca-j
r &c &c. Ento he muito provavel, q'
o Snr. Republico assnmisse huma das pastas,
e fosse bum Pitt do Imperio Parahibanol
Oh l que dourados das 1
Mas quem ser esse Principe; que venha
assentar-se revolucionariamente em o fosfri-
co e fantasmagrico tbrono do Norte ? Di-
zem, q* vira para c a Serensima Sra. Prin-
cesa l). Januaria; mas esta por ventura estar
s ordena do Republico e companhia ? Es-
ta Joven e virtuoza Princeza to grave, to
cheia de modestia to respeitozaaente aflei-
coada a seu Augustol mo ser-lhe-h perju-
ra traidora e rebelde ? D'onde pois nos
vira esse Principe para oceupar o novo tbrono
de vapor ? Se be quasi impossivel esta ac-
(juisiiao o que se segu he, que o Norte
(cuja linha divisoria anda se nao sabe qual
seja ) retalbar-se-ia em guapos Estados e~.
socrticos. Abi, abi bate o ponto do Snr,
ex-Abelha, Democracias no Brasil ? CJue
eoubo que demencia que frenezim f To-
dos os elementos da nossa populaco repug-
uo com semelhante forma de Governo. To-
dos bem sabemos de qne se compde o nosso
povo, e n'hum paiz, onde o numero dos
esclavos, e os homens de cor he muito mais
de metade da gente branca como estabeler
cer bum rgimen que s se pode fundar na
maior igualdade de direitos quer civiz quer
polticos? Logo para sedar tal governo no
brasil ou se bao de inverter todos os babilos ,
libertar os escravos, amalgamar todas as con-
dices ou estabelecer a mais dura, a mais
barbara das Oligarcbias, como succede nos
lo gabados Estados Unidos d'America do
Norte onde nao s os homens de cor, seno
os que se diz desceuderem de sangue africano
ainda que delle estejo longe mais de seculo ,
sao tracudos com hum desprezo com huma
ignominia com buma barbaridade de que
6 ha exemplo nos miseros Parias das Indias*
Se o Snr. Republico tanto detesta a essa ,
que denomina Oligarcbia do Rio de Janeiro ;
como a deseja criar, e muito mais dura,
muito mais cega muito mais injusta em as
Provincias do Norte ? Alem disto onde se
acbara lautas capacidades para prebeneber
tantos, e lu ponderosos cargos, que neces-
sariamenle se uavio de estabelecer ? Quem
ignora, que os nossos males proven dos ho-


A
I
I
ni II i i o 1 r n i n e 8
tt^ns e nao das coicas ? E essa desmem-
bracao do Brasil essa desorden gigantesca
que exaltara todas s paixoes que disper-
tar ia todas as ambices que poria em con-
il^raco todo o solo Brasileiro teria a nun-
ca vista virtude de trasmudar os nossos mos
hbitos, de nos tornar bum pavo industrio-
6o paciQco e morigerado ?
Atiente o Snr. Republico para as horriveis
defgracaa dos Estados Americanos do Sul,
alias muilo mais adiantados do que nos. ni
Carreira da civilisaco e recuar espavorido,
se or sincero. No imagine esse Snr., que
sao escravos quantosse nao nutrem dessas u-
.topi8s. Os que desejo a reorganisaco do
Rrasil amo a Constituico, esta mesma
Cocstituicfo, em que sua merc contra a
mais palmar evideucia diz que nenhuns sao
osdireitos do povo Brasileiro, uenhunas as
garantas. Dejramos nos mostrasse em
qualquer paiz do mundo conbecido, onde
haja o Systema Representativo, huma Cons-
tituico mais livre ainda mesmo comparan-
do-a com qualquer das Constituices dos Es-
tados Unidos. Talvez nos outorgasse a nos-
sa maior dose de liberdade do que se com-
padetia com as nossas circunstancias.
Todavia j boje cumpre mantela religio
smente e em toda a sua iutegridade. O q'
querem os bomens cordatos e pacficos he a
reforma de varias le, que feitas no calor
das paixoes, editadas pelo espirito de par-
tido, nao lem feito mais do que acorocoar
o crime e ex por os cidados honestos, e
pacatos ao punbal do assassino, e s especu-
lares revolucionarias dos desordeiros. Fi-
nalmente amamos a Monarchia Constitucio-
nal Representativa ; e a uossa imprensa a-
pezar da sua inutilidade, sustentara quanto
poder o Throno do Snr. D. Pedro a., e a
lntegridade do Imperio contra as machina-
cees de especuladores, de ambiciosos e
desordeiros. Acredan?os, que te remos de
nossa parte todos os Cidados industriosos ,
todos os homeus pacficos todos que tem ,
que perder.
Noticias Estrang^iras.
LISBOA.
( Decreto ) Em 18 de Outubro, Dona Ma-
ra &c
Art. i. Fica abolido o premio de quinze
por cento concedido pelo artigo primeiro do
Decreto de deieieis de Janeiro de mil oito-
centos trinta e sete aos gneros mercadori-
as, emanofaetnra importadas em navios Por-
tuguezes que se despachara as Alfandegas
do Continente do Reino e Ilhas adjacentes.
i. Os gneros mercadorias e manu-
facturas provenientes de pair.es ou de portos,
onde a bandeira prrtogueza nao for admitti-
da importadas, e despachadas para c ou-
sumo pagaro os respectivos direitos, e
mais um quinto da importancia dessas ms-
anos direitos.
a. Os gneros, mercadorias, e manu-
facturas, provenientes de paizes, ou de portos,
onde a bandeira portuguezafor admitida, e nao
estiver sujeita a direitos dillerenciaes,importa.
das em navios estrangeiros, q' nao ejam do paiz
da produecodos uisujos gneros, mercadorias
e manufacturas e despachadas para consu-
mo pagaro tambem os respectivos direitos,
e mais um quinto da importancia desses mea-
mos direitos.
3* Os gneros mercadorias, e manu-
facturas provenientes de paites ou portos ,
onde a bandeira portugueza estiver sujeita a
direitos dillerenciaes em navios estraugeiros ,
e despachados para consumo, pagaro os
respectivos direhos, e mais os addiciooaes
que o Governo fica ohrigado a impor-lhes em
ronformidade do artigo oitavo da pauta geral
alfandegas orgauisada segundo a carta de
lei de orne de Marco de de mil oitocentos
quarenta e um.
Art. a. As disposiies da presente lei co-
mecaro a ter vigor tres mezes depois da sua
publicdcao quanto aos gneros mercado-
rias e manufacturas que entrrem em navi-
os procedentes dos portos da Europa e Arae-
lica Septemtrional: e seis mezes pelo que res-
uelta aos outros portos.
Art. 3. Fica revogada toda a Legislaco
m contrario.
Mandamos por tanto i&c.
Carta de Lei &c.
INGLATERRA;
O novo ministerio Ioglez.
A administraco Melbourne tinha dado a
?ua demisso no dia 3o de Agosto e nessa
mesma tarde os ministros demitlidos o haviam
participado s duaa Cmaras addiando as
sesses para o dia 7 de setembro. Sir Rober-
to Peel tinha sido chamado pela Rainha pa-
ra formar a nova administraco que segun-
do o Times de 4 composta das seguintes
personagens :
Sir Robert Peel, Primeiro ministro.
O Duque de Wellington com voto no ga-
binete como Presidente da Ci niara dos Pares,
portn sem pasta.
Lord Lynphqrst Lord Chanceller.
O Duque de Buckingbam Lord guarda dos
sellas.
Lord WbamclifJe Presidente do Con-
selho.
Lord Haddingtou Primeiro Lord doal-
mirantado.
Sir George Gockburn Primeiro Lord da
Mariuha.
Lord Ellentorough Presidente do Tribu-
nal de Registro.
Sir James Grabara Ministro do Reino.
O Cunde Aberdeen Ministro dos Estrau-
geiros.
Lord Stanley Ministro das Colonias.
Uon. Iliiiry Goulburn Ministro da Fa-
zenda.
O Conde de Ripon Presdante do Tribu-
nal de Commercio.
Sir Ileiiry Hardinge Ministro da Guerra.
Sir Edward Kuatobbull fagidor geral
do exercito.
LordLowther, Inspector geral dos Cr-
relos.
Conde de Grey, Tenente Re da Irlanda.
Lord Eliot Secretario geral da Irlanda.
O Gonde de Jersey Eslribeiro mor.
O Duque de Rulland Mor do no mor.
O Conde de Liverpool Copeiro mor.
Lord Eme&t Bruce Primeiro Camarista ,
e como tal fazendo as ve:es de Mordomo mor
nos impedimentos deste.
Os Condes de Moretn Poworscourt, e
LorJ Sidney Camaristas.
Alm desles cargos ha outros de menor im-
portancia j nomeados, faltando algunus
nomeaces subalternas no Thesoaro o mi-
nisterio da Guerra que deviam ler logar no
dia seguinte.
FRaJNCA.
Novos pormoneros sobre o autbor do attenta-
do contra o Duque de Aumale.
Pariz 18 de Setembro. Eis aqui urna no-
ticia verdica cerca do individuo que d'spa-
rou a pistola contra o Duque de Aumale.
Francisco Quenisset, filbo de Francisco e
de Marga rida Marrey idade de vinte e sete
annos ; natural de Selle departamento do
Alto Saone cabello e barba ruiva frente
aberta olhos pardos nariz e bocea re-
gulares ; cara redonda, marcado de bexigas,
e rom tres cicatrizes, urna na testa, outra so-
bre o olho direito e outra na orelha desse mes-
mo lado.
Sentou praca voluntariamente no rgimen*
to numero de infantera no dia lo de No-
vembro de i832.
Em 18 de Agosto de i833 foi condemnado
pelo primeiro conselhu de guerra da stima
divisio militar a cinco annos de grilheta e a
degredo por ter injuriado e ameacado um
cabo de esquadra do seu regiment : cuja pe-
na lhe foi commutada em tres annos de tra-
balbos pblicos por decreto de a6 de Novem-
bro de 835.
Encerrado as fabricas de Bellecroix desde
o dia 27 de Abril de i836 evadiu-se uo dia
a8 de Julbo de 1837 desde cuja epoaha a re-
partido da guerra nada tinha podido saber a
seu respeito.
Depois disto soffreu a pena de seis metes de
priso por violencias graves na pessoa de um
obreiro do porto de Len y.
O processo criminal contra Queuisset pro-
segue com a maior actividade. Foram presos
na manb de ante-hontem varios individuos
por suspeitos de cumplieidade no seu crime, e
foram estas prises as que em parte motiva-
ram os alborotos acontecidos no bairro de S.
Antonio. Parece ser certo que tendo desen-
gaado a Quenisset da inutilidade de sua ne-
gativa este se decidiu a fazer algumas decla-
racc-'s em coniequencia das quaes a authori-
dade tem feito novos descobrimentos sendo j
mais de ao pessoas as que se achara presas por
este motivo.
Quenisset tem residido sempre em Pariz
desue 16 de Novembro do 1837 primera-
mente habitou na ra de tercy numero 55 ,
depois porta deste mesmo nomo e ltima-
mente na ra de Popencourt n. 53.
( Moniteur. )
Pariz aa de Setembro.
r-, A Cmara dos pavs se eonslituio boje
em tribunal de justca para occupar-*e do Moja do Snr. Meaezei ^ ra do Cibu.p, bitw
conteciraento (do attentado que lhe foi cora- lea do Snr. Moieira !Yl*r.i;iieske no Livramea-
mettido par real ordera do mesmo dia.
dem a3. Revelaces do autbor do atten-
tado c -mmettido contra o Duque de Anale.
- Os interrogatorios de Queni5el e dos in-
dividuos que tem sido presis cono complica-
dos era seu criminoso attentado contra o Du
que de Aumale no se transluzera absoluta-
mente no Tribunal dos Pares na n n casi djj
Conselhos, porem no Palacio no ha tanta
reserva, e eis-uqui o que disse Domingo car-
ta pessoa que se deve suppor bem informada
sobre este assumpto.
Quenisset depois de se haver retractado de
S'ja primeira confissao tem feito posterior-
mente roui detalhadas revelaces, en ron-
sequencia das quaes tem sido presas muitas
pessoas. Segundo se diz Quenisset, tinha
urna trama formado para assassinar aos mera-
bros da familia real em todos os pontos em
que se encontrassera : o Duque de Orleins
era alvo principal dos golpes dos conjurados.
Para a execuco desse plano deviam alguns
delles dirigirem-se ao acampamento de Com-
piegne. A chegada do regiment n. 17 de
infantera e o boato que se expalhou de que
o re e todos os principes iriara a reeeber ao
Duque Aumale tinha parecido aos regicidas
urna occasio favoravel para o seu projecto.
E foi por essa razo, que se collocaram uo
transito por onde dev ia pasear o regiment, e
escolhendo com especialidad* os lugares mais
estreitos e cortados onde augmentando-se a
multido lhe facilitasse por este meio mais
probabilidade de escapar-se.
Oito iudividuos de urna sociedade secreta
tinbam jurado que dispararan! suas armas ao
mesmo tempo que Quenisset, prometiendo
igualmente nunca descuurirem uns aos ou-
tros. Quenisset foi o nico que cumpriu o
seu juramento e vendo-se assim abandonado
por seus cumplices no momento critico se
julgou livre do que prometiera e delatou a
todos,
(Temps.)
dem 24. Hontem s sete horas da lar-
de marchou o re para o acampameuto de
Compiegne em companhia de S. VI, a rai-
nha e das princezas AdeUide e Glementina.
O duque de Orleans que tinha regressado
de Compiegne tambem hontem de manh
to botica Jo Snr. Chagas ; e na li a- vista ,
ni botica do Snr. Joaquina Josa Moreira j
iefronte da Matriz.
r
THEATROl
Na noite da tf do corrente Woverabrj J
bale ter luir a Phil'armonica no Theatro ,
ecomeear Jas 8 boras. Nessa noite se exeH
cutar as s>aintes pessis de musir. U
partida 1 ouvertura composta pelo Sr. Far
chinetti o Dueto Belizario de onisetti
1 Concert de violo, pelo Senhor Pedro
Antonio, a. Partida 1 ouvertura cora-i
posta pelo Snr. Fachinett. A Aria : Anua
Bolena de Donisellw 1 Concert de Flauta '
pelo Sor. Candido da Silva Lisboa. A Aria
de Marida de Dirro composico do Snr.'
Fachin?tti. 3 Partida 1 ouvertura, coran
posta por o Snr. Fachinetti 1 Romanee, a
Cavatina dem. Dueto Silvio e Anfri-
sa obra do Sr. Rev. Padre Marinho, e pos-
to era muzica por o Sr. Faehinetti.
Os Srs., que quiserera bilhetes bajo d
mandar casa do Sr. Bariholomeu Francisca
de Souza ra do Rozario larga e casa do
Snr. Jos Narcizo Camello rus de S, Franrj
cisco.
SOCIEDADE NATALENSE.
O primeiro secretario convida aos Srs;
socios p,ra sesso hoja (16) pelas seis ho-^
ras da rfoute no Collegio.
tornou a sahir s quatro horas da tarde a- Orfaos.
Avisos Diversos.
- ......------------------------- ..-i 1 "
- Quera quizer arrendar um sitio com 9
a 10 vacas paridas cora bizerros no lugar da
agua.fria distante de Olinda meia legoa
entenda-se com Jos Francisco Mouteiro, na
mesmo.
SK> Pelo Juizo da 1. Vara do Civel and|o
era praca as fazendas e armacio da loja N
3, ra do Crespo, out'rora pertencente a Tho-;
maz d'Aqnino Pinto Bandeira para sereoa
arrematadas a quera mais dar por execu-
co da Administraco do Patrimonio dos
companhado de sua esposa. Os duques da
Anale e de Montpeniser iro reunir-se
com S. S. M. M. no prximo Domingo. O
rei premanecera oito das em Cumpiegne para
onde foram convidados a presenciar asevo-
luroes todos os embaixadores e ministros es-
trangeiros.
Honten s onze horas e meia da manh sa-
hiram do palacio de Saint-Cloud o rei e a ra-
inha dos Belgas em direceo a Bruxelas.
( Constitucionnel.)
Compiegne a3 de Setembro. Antes de
ontem S. S. A. A. R< R. o duque de Or-
leans e o duque de Nemours foram juntos
percorer o acampamento.
Todas as tropas fardadas em grande uni-
forme se achavam formadas em batalha. Os
principes foram recebidos em toda a parte
cora os mais vivos testemunhos de amor e de
respeito e felicitaran! os ohciaes pelo bri-
Ibante estado da tropa.
Esta noite espera-se o rei, o qui! deve
entregar no dia a6 as bandeiras respectivas a
t odos os corpos que foram novamente crea-
dos e quelles que no se acbam aqui se
Ibeenviaram deputaces para recbelas, S.
M. demorar-se-aa aqui oito das durante os
quaes ha ver grandes manobras.
(Constituonuel.J
[ Do Nacional de Lisboa de ia de Outubro. ]
LOTERA DE N. S. DO ROSARIO DA
BOA-VISTA.
A meza regedora da Irmandade de N. S.
do Rozario da Boa-vista j tem determinado,
que corrad impreterivelmente as rodas da
i." parte da 1." Lotera no da ag do
corrrente ; os bilhetes acbo-se a venda nos
seguintes logares ; no Recife ra da Cadeia,
hoja de Cambio do Snr. Vieira em S. An-
tonio ra do Collegio hoja do Sr. Menezes J-
nior : ra do Cabug botica do Snr. Joo
Moieira Marques ; e na Boa-vista loja do
Snr. Rapozo ra do atterro.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA-VISTA.
No dia i3 de Dezembro prximo futuro
corre impreterivelmente ai.* parte da ."
Lotera ; os restos dos bilhetes aho-se
venda no Recife ra da Cadeia loja de Snr.
Vieira ; em S. Amonio ra do Collegio,
Si As pessoas que fallarlo ao Doutor.
Vicenta do Nascimento Fuitosa para dar-lhea
lices de pbilosophia durante estas ferias ,'
poder con parecer em sua casa no dia a 5 da
corrente pelas trez horas da tarde.
c- Aluga-se pelo tempo de feita um si-;
tio no lugar da Capmnga rauito parto da pra-J
5a com casa de vivenda de pedra e cal, du-'
as cacimbas d'agoa de beber mu exceliente
tanque, e com urna porco de capim de planta,
que ser muito enteressante para quera tem
cavallo os pretendentes dirijo-se a ra da
cadeia de Santo Antonio em o cariara do la-
belio Coelho ah achara cora quem tratar
das 9 horas at as 5 da tarda.
ssr Precisa-se de urna ama de leite, for-
ra ou cativa : tambem se precisa da alugac
urna preta que saiba cosinbar o diario da u-
ma casa dando se 12U mensaes: na ra da
Florentina L). iu
ssv*A Sra. Joaquina Mara P. Vianna falta
a verdade em quanto o dizerqua o abtixi
assignado tbi afilado por muitas pessoas da
sua caza pois eu nao conheco a dita Snra.
com marido filhos, ou parantes que morera
em caza om quanto a dizer ser tambem a-
vizado por meu primo o Sor. Joze Domingas
da Costa, he falco, o que no posso provar a-
gorapor o dito Snr. estar em mo estado da
saude em quanto ao documento no negua
nem neg e estou prompto a pagar confor-
me o documento, a mais nada e respondo
pela chave se assim determinar a authoridade
competente visto o documento e o m3is reli-
ro-me ao meu anouncio da ao do carrete.
Antonio Das da Silva CardUl.-
ET Hindo na noite do dia Sexta feira ia'
do corrente, um menino conduzido por una
muleque succedeo perder desde a ra Nova
the a do Cabug ura cbapeozinho de palhi*
nha franceza com renda da mesma tanto no
meio da copa, como d'aba sendo o forro de
deotro de saim ama relio e a fita que forma
o arroxo de lora com um iacinho, igualmen-
te de palha: por tanto roga-se incarecidamen-
te a quem o achou para que tenha a bondad*
de o entregar na ra Nova sobrado D. 3a
do que ser recompensado; mas se ao contra-
n quem o ti ver nfo se rezolver a restitu-
lo ento como o cbapeozinho ha bem co-
nhecido talvez por ser o nico protesta-sa
toma-loonde quer, que for visto, ou su-j
icoutrado.


"-^w
cr No dia iZ do carrate as 8 horas d.
noute dcsapBreceo um preto coro um bbu
de rcupa conlendo o guite ; Par de
r-ulceir.s de ouro um dito de brinco! con
noute desapareceo um preto coro um bu
de rcupa conlendo o guite ; um Par de
rulceiras de ouro um dito de -brinco* com
dou* diamantes um arroxador de ouro, ves-
tidos novos s passados na .o. e ditos u-
os e rcupa de seda um lo grande um
manta de linho, uro challes de seda dou.
rodas ps uovoa e u tiIo de sarja prei..
quero de tudo isto souber p.iteupe uo beco da
viraco D. 27 que ser gr-tificado.
US- Quem annuncion precisar de um cai-
xeiro portugue para lomar conla de urna casa
de negocio dirija-se a ra da cadeia velha
n. 58.
tsr Precisa-sede uro menino por tugue*
de idade de 10 a la anuos paia caixeiro ;
na ra oova D. 3a-
tar Precisa-se de um negro bom e bel,
par. pequeo servico de urna casa de pouca
familia dando-se comida roupa de servico
e um lano diariamente conforme se ajusiar,
r.oprimeiro andar da-casa da ra do porto
das canoas D. i* f
tsr Aluga-se um bom pi.nno lorie;
.uem o pretender ditija-re a ra larga do
ozaiio leja de niudtras D 7.
Roga-se a pessoa que por engao I
goinho ao p do sitio de D. Lauran. a fal-
lar na ra da Cadeia do Recife n. a.
SS3- OSr. Manoel Nunes Veira qucira
annunciar a sumorada parase lhd fallar u
oegociode seu interesse.
iST Quem precisar de urna ama para o
servico de urna casa dirija-se a ra atrae dos
Martirios casa de 3 rotulas verdes.
tsr Precisa-sede um menino por tugue*
p*ra venda e outra para loja de fatendas; u*s
5 ponas D. 5i.
5^- A pessea que precisa de um caixeiro
p*ra tomar conla de urna casa de negocio di-
rii*-se a ra do colegio D. 6 lado do nascente
Cj. Na padaria do Machado na ra dire
la ha um rapas de idade de 16 anuos que ja
foi caixeiro em Portugal que se offerece ao
mesmo servico, dando de liador o mesmu
Machado. ,
SS5- O Sr. que annunciou precisar de um
caixeiro pottuguei pira tomar corita de um
casa de negocio dirija-se a alfande;a jai-
lar com o porleiro Jos Antonio de Azevedo
Santos. ...
V-j- OSr. J'jaquim Corren Gomes din-
ja-se a travessa do Horario D. n.
C3T Aluga-se urna das excellentes cas**
percencentes ao E*ra. Sr. Senador M. de G.
P. de Anirade sita na ra do Amoros ,
r ^ s joto 121 ~ V&ST* sjvst* ^.-* **p*
JvZlvZ Prac" da ladependeaci. Cid.de, este predi, por ser de 4 andares ,
queira enliegar na pra JL OSr oue nuer entregar urna leja de cima d'onde se dcscobre o m*r e a cagada
f ^aul^2pouderpelore.dlU. de navios a este po.to be mu. recomae.
fazenda a quem pessa ic j-u r nar. aualouer estabelecimento toro-
d StSifc. *S*\~*** ao mercLf e Ta le. que ocupan por mui-
**", TIcubLea que tendo encentrado tos anuos a re.peit.vel casa de Cr.btree
respenavel1 pi.bic. qe de ,10. ht]V/,tiii & Curopanfc os prcteadeotes
cutre come ^ "'$" M^Llido Gu- dil io-se ao Cndor Olivena.
jeemdiantepor Alauoti J.se Macu aouu j^ 0 .bnxo waigned lendo no d.auo
ttt,^S,Trasp6sst.se as chaves de um gran- de a4 do correte um annuncou do Sr. Ben-
E3- Tr"f ssb> J!;lhl|d0 de canlaria, pte- lo francisco de Faria Teres em o qual du
dearmezem ^^^eciiBeato por ier que nin^uem faca negocio com es escravos
*r T3 Thoa ra n focio para ver Slanoel e Anastacio e a moleca o meamo
colorado ero boa ra de ^go P abfcM .M6n.do .fiw ao resueitivel publi-
na ra estreti a do Ro ar 0 ^ e P ^ ^^ ^ ^ qn< g(j ?M
"-Nn^A^ S uro emJuu o doli do Sur. liento coro muiUs
T Ir^itTdo marcineiro, enaoro- pessoas fidedignas por querer chamar a si o
andar n. ib por ^^u^uhlde lorlalo daqu.llo que Ihe nao pertence.
ma-se e lavaje loupa ue mu s Vrani-isco Euzebio de Faria.
cem todo asseio e promptidao a preto mais
baraloqoeemculraqualquer pane se pode
fazer ; assim como se leccbem escravas para I
se ensinar a engoromar. Q RK) De JANEIRO a barca
.___I- ..U> AvsosT^IaritJmos.
leitaa, mesas para juntar e de jogo mar-
quezas, pi.nns de excellentes vo'.es ber-
cos, cindieiros de brone laniernas ditas ,
di, ,| com eslieses de vidro mangas co.no-
d,cirleiras guarda vestidos a-arador,
guarda louca lou-adores lavatKios oa-
rellio para mesa, dito douradj para chi,
porta licores garrafas de cristal copas para
s-Ma e para vinho e*fl.p,teita< glob^a
lidro urna rica cadera de rbucj dius de
balaoco salvas de prala e fice
Compras
tsr Escravos de ambos os sexos con ha-
belidades ou sera ellas nao sendo velbos ,
para fora da provincia; no armazem de Anto-
nio Francisca dos Santos Braga na ra da
inoeda 11. i4 .. ,
%S3* Escravos de arahjs os sexos de idade
de i a a ao aonos defroute do trapiche novo
no esciintoriode Jaaciuim Jos de Amorim.
E3- Umoudous moleques que nao exce-
di de idade de 'a annos com oko ou sen
pile ; a fallar na botica que fica no oitao do
Livramento O. al.
aar Urna negra de naco i que aaiba co-
tinhar e engouimar ; na venda por baixo de
um sobradiuho defroute da ribeira da boa
visln.
Vendas
algodoens enno-paios de 4 ooleg-
das proprios para s*caa de assllcar ditos pa-
ra consenos de sacas de .Igodo, toallns le
linhp, pannos azues para fardimentos do
soldados selins de superior qaalid.de para
homena e senliora e brins da Russi..
*& Gadeiras americanas conassento da
palhinha ditas cJtnassenta de pao, caroaj
de vento de amarelo muilo beaa feitas a 45oo,
ditas de pinha a 35oo, e piaho da Snecia
com 3 poleadas de grossura, e dito serra-
do tudo inais em conta do que eua oulra
parte ; na ra da Florentina eai casa de J.:
Uerauger. .
ssr Umsiiio no luar de agoa alna de
beberibe e urna vacca da leite com cria ; a
fallar com Joaquiro Meles no sitio defroato
do Cirurgiao Manoel Bernardino.
S^- O Patacho Francolina muito velleira
e coohecido da novo fabricada prxima-
mente da quilhaa bordo a tratar com seoa
donos Jos da Silva INeves e Peiro Marc-,
auno. .
C5" Tinta verde e olio de hnhaca a a^o -
libra paios a 2$) 0 a duzia a s56o lingaa
ss a 36o a libra arroz de vapjr ero sacas
a a4oo a arroba e a 8j rs. a libra papel da
peso almassa e do e.nhrulho mascas do
todesasqualidales.milho alpista a 48)
quarteiro e outros mais gneros pot preco
comroodo ; no largo da Terco veo la D lea
CS- Urna cabra bicho com lha muito
manca e boa leileiraj ua ra de agoa ver-
des j.
scravoj Fgidos
tss- No dia a8 do correle fugio un mu-
latinho de idade de la aneo* tem as pernal
muito tortas principalmente a direita o do.
trr Folbinbas para oanno de l84z: na
praca da Independencia lja de livros ns.
37 e 38 ; na ra do Cabug loja do Sor.
Bandeira ; na ra da Cadeia do Recife loja
de forragem D. 41 da 5nr. Moraes ; e de-
fronte da Matriz da Boa vista botica do Sar.
Moieira. do erando da^o direita tambem torto le-
WJ Na escriptorio de r-rancisco Sevw- VJ camisa de briro ja velhi e do mei. man-
anr> Rabelo urna parco de varas de lajedo ga ^ cabei0 corUdo bero rente j quero o pi-
de Lisboa. I ieve a casa terrea por baixo do hospital da
tsr Farello o mais fresco possivel para ca- ^ Frarsc0 defroota do Sr Cunha.
vallos a iooo o saco tornaodo 900 res pela I ^ Roi,a.se as aulhoriiades paliciaes ,
voltadosaco, e a bej conW.d. farioha de ca l5c3 decainp3 aapreb.nciode uro roo-
tngo das aaarcas XXXt e XXX, a melhar creou|0 de idade da iS anaos esta-
e mais nova que ha em Peruambuco na la- ^ lar> de norae Bfrnado carpo rer
buca de fanoh. no atierro da boa vista. 1 ,ar tt Qnas e p grandes levou
*& Umaexcellentenegr.de idade de 18 aasa e ma(lap0la3 de mangas curUs ca-
annos com principios de cotinha e uro
moleque de idade de 17 annos com principi
---- os de tanoeiro ; na ruada moeda n. i5i.
s&" Al 5o milheiros de lijlos de alve-
narii boa qualidade, por ser de bom barro,
_^ x-------_ ",,. ,,m, rju diri- lirasileira rirmeza ueiu iuut"" "" M..-, t ----------------,
a premio com bypolbecaro um veiocidade de suas viagens como pelos feito coro ag)a doce, o de marca grande,
ja-se aruadasenzalaveina eu *. ^UDenore9 coaimodos e bom tralamento aos que aug nenia muito na obra, por preco mui-
BT QueP"Xltia "...Elid Uro- panafieiroa. segu imprelerivel^ute no dia 10 comroodo larobero se troca por escravos;
S^Uo^dteslao do Sr. Jo, S*--^ -J
no dia
uma carga
p,o do meio passanuo o w- -......-.^ 'iros e escrav03> coro Anto-
ftlan. Placido Magalhaei 0'nio Francisco dos Sanios Braga, na ra da
rio cepibaribe acabada aromos di s co fuuJiaa defr0Qle do tu?i
grandes salas guarios soli ,r" > cJdo ., dio a ldUir C031 0 Mestre Jos de
c.xeira estnbaiia pata b cavados ca.a pa- c e
criado diu par. escravos i quero a P'^ pARA 0 Ri0 DE ,aNEIR segu com
underfallea Gabriel Antonio no pateo ^^^^vidad, o bergantiro Indiano Ca-
taimo j. nito Joc Joaauiro de Uliveira ; quem quiser
cr Quero annuncou querer urna c,sa ero PJ" J-e J oaq\ ^.^ J mei.
beberibe p.ra auar a fe.t-dirija-^ a Jos r.eu o P > B ^ ^^
Antonio dos Santose Silva na casa frontera JJ3J fl Si:va<
PABAO ARACA'IY sabira muito breve
a Sumaca Felicidade lUestre Jos Rodrigues
Pinheiro coro a maior parte da carga prom-
pla ; quero quiser carn-gar ou ir de passagem
lintenda-se com o diio meslre ou com o seu
do:.o Antonio Juaquim de Souta Ribeiro ua
ra da cadeia.
lo commodo tambem se troca por escravos
no sitio da Estancia do Giqui.
Uro candieiro aovo de meio de sala,
ILeii o
tos ltimos arcos da ribeira d< boa vista.
CT A pessea que quer alegar uro erma-
m na ra da praia dirija se a ma do Cabu-
g leja de miuderas junto do Sur. liandeira,
ST A pessoa que anuunciou precisar de
nmcaixeiio porluguez para tomar de urna
casa de negocio dirija-se a ra de S. Amaro
tro fora de portas n. 53.
ty A pesoa que quer um caixeiro para
cngenbo dirija-se a la do Rangtl U. 17.
C^> O baixo assignado previne ao res-
peiuvel publico que ninguem contrete com
i.uiza Alaria da Coucei^o sogra do anuun-
. iiiie a venda de urna casa terrea sita na
ra do nicho do Livramento 1). 4 > visl
.iie na lindo a mesina Luiza Mara da Con-
retco leito al o prsenle inventario e parti-
iLa dos bens deixadc por seu falecido mari-
o trata agora o aouunciante de acumpellir
a isto pelos meics ordiuiios a tiro de que
nao teja projudicado cora prescito exclusivo
de um seo lunhddo que sendo boje religio-
{0 .jro munido para o seculo. Pedro .ile-
iinbo Rodiigue Lius.
y Um rapaz casado bem conduzido e
que escieve e conla suiivelmcnte e de mais
izento da G. W., propoem-se a ser caixeiro
dtiua, cu admiuislraucr de obras paia o
que o Oadores a contento ; quem se quiser
uliliiar Co seu presumo dija-ie ao palto do
Caimo venda 3. zesic. __
' fjj- Aluga-se urna casa terrea com quin- manufacturado no paiz coro lo Jo o priaiur e
\ peQUt^oecaciBtba, no lugar do man- uutru em estado quasi aovo viudo do Porto
33- Qa fuzera George Knworthy & Coro-
paubia por interven9odo ContlJi' Olivei-
ra de muitas qualidades de fuzendas ingle-
zas as mais propnas deate mercddo, as quaes
se vendero para ultimaco de varias caulas,
(nana leira 1. de Dezembro as 10 horaa da
maub em o stu irmazem na ra da Cruz,
cy O annunciado da grande e valiosa
colecio de Livrcs gregos latinos poriu-
guezea francezes italianos, hespanhoes ,
alemes e inglezes principalmente fica trans-
iendo para seguuda eira 39 do crvente as 4
horas da tarde en casa do Lorretor Uliveira.
tsr Qae laz o Ccrretor Uliveira SaLba-
do 27 o crreme as 10 horas da maoh em
ponto no segundo andar da casa d;i ra no-
va L). a7 delioate da que foi da moradia do
fallecida 1 homar Lius de urna coupleta
mobiiia consislindo ero cadeiras solas, me-
de Jacaranda ero dous temos um
cas de metim ja velhas fagio ou Toi seduzub
a 16 do correte i quero o pegar leve na ru
da S. Gonsalo a sua senhora Anna Micaelia
viuva do fallecido Maooel Jos Medeiros ou
a Manoel Elias de Moma morador na mes-
ma rus que gratificar.
tsr A 19 do corrente as 7 horas da noute
desapareceo urna preta de uome Domingas ,
de nacao Quicaman baixa, cleia do coi po ,
ssr Uro candieiro aovo de meio de sala, com fttUa Je UQ1 deBte da cima prximo aos
do roelhor gosio possivel por preco com- da ffejte |en uma barruga em C!na do!
modo ; na ra do Aragao D. 17. hombros tero os ps um tanto cambados tan-
tsr Selle casas de pedra e cal, naGida- to em ^^ eomo em serem torto$) supoemr
de Goiaona, urna de sobrado e seis terreas sg lw sido furlada oo ,er nuat.a ffl ido ,
n s melhores ras os pretendentes dinjao- baver nolica e eRa acompanhara ua
seao Sr. Manoel de Alroeida l-erre.ra na homem em lUuiode ,r entregar pao qu era
rasma Cidade para as lodicar eparao.jus- ue eill andava VCndendo ; quero a pagar
te ao seu proprietano ero Olmda sitio dos ^ a for| dfl as ua rua de g# Am^Q eta
berdeiroa do falecido Maaoel Antonio I-err MM do lt Teneute Joo Baptisia de Oliveira
reir junto a Lo. hora. r.iiim.rSes aae ser reroropensada.
t2> A posse da uro
mos de fente sobre
, Guimaresqao ser reroropensado.
1 terreno coro 3o pal- Nodiaa do correle fugio pelas 6
mos de f.ente sobre i3a de tundo ; na rua hofag da tafde uma eU de u,c^ de nJ.
que esla demarcada nos fuios d. Igreja da me Catbaraa leVU pinild d C3ta de uala
rdemTerceir. doCrmo.oqualhetoreiro lkslra braC., e outra azul da largura de uro
da mesma ordem e proprio para uroa ele- de(Jo ^^ UX1 Q > cual t(Jos. 0J
gante ediflcacio; a tratar .0 lado da Igreja dealcs e veslidos bran^os e outros que seno
de >. Jos U. la. l-~Ka ,1. ,.- mim a npir ir Iwa (Icfrmil da
t~J~ A maior parte de ama morada de casa
terrea sita no paleo do Hospital do Parahiso
D. l5 a qual faz quina com o beco qua vai
para ordem terceira de S. Franqisco ; a tratar
ua rua dos barbeiros com o Bscrivio do Paz ,
junto ao sobrado de Joo Piolo de Leroos, das
(jas 10 horas da manu, e d.s a as 5 da
tardei
or Bolaxa a aooo a arroba ; na padaria
de Francisco Gonsalves Reg uo alterro da
boa vista L). do.
u*r Muito superior goaima de araruta ou
cataraa, ero porgu ea rctalhoe por pre:;o
mais barato do que ero outra qualquer parte,
na rua da cadeia velha venda L). 69.
tv? Uro moieque cieoulo de idade de l5
annos; us 5 ponas O. ao.
tJT Yellas do carnauba mui alvas dj 6,7,
en por libia a io,a4o a arroba e sapatos de
burracha ; ua rua do Bangei L). 7.
t_jr Urna canoa de carreira abeila coro as-
seulo pintada propiia para erragar fami-
lia j na rua atraz djs Martirios casa ue o' i por-
tas verdes.
sss~ No aterro da boa vista loja D. 10 fa-
rendas em pecas e a reaiiio por barato pie-
cu para liquidado de cotilas.
w_r JNo aruiarero de James Cr.btree & C. ,
topetes muilo rkos tona iogUza nlceitai,
sabe da cor } quero a pegtr leva deronta do
thealro em casa do labaiio Coelho quo so-
l recompensado. ^_^_____
Moviiueato do aborto
NAVIOS SABIDOS NO DIA 24
Rio de Janeiro -y Sumaca Brasileira No/a Sj-
ciedade Cap, Jos Gonsalves Caroacho }
carga assucar e &c.
ENTAUS NO DIA a5
Assu j 7 dias Sumaca Brasileira Perol, de 1
i3tf tonel. Cap. ernardino da Silva So-.^
na equip. 7 carga sal e palha j a Ma-
noel Joaquim Pedro da Costa.
Philadelphia i (fi dias Pataoho Americano
Ariel de i5i T, Cap. Silas Gregg, equip.
o carga fanha de trigo e mais geueroi j
a Malheus Austiu & Companhia.
SAHIDOS NO MESMO DA
Rio de Janeiro coro escala por Macei e t -|
bia Paquete de Vapor Brasileira l*Ai-
nhence Cap. Joo Frederico Berrizo.
Genova; Brigue Eieuna Providencia Cip.
B. A: CbigUxola carga algodo e assucar ,'
e couroi.
BCIFEpp. l>4 M...F, yEfe'.r^io4


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