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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04359
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, November 25, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04359

Full Text
Anno de 1841. Quinta Feira
Tudo a^ora dependa dt ninimai; da nona prudencia; moderf
Ti1! anergia : oaimutmoicomo principiamos, t seranos apon lados
Oo adtairaca catre ai Sa$e*inaii culta.
Proclama?io da Vssemblca Garaldo Brasil
-
Sstheercve-se para cata folha a 3 loo o por cuartel pagos adiatitadoi
aaata Tipografa ra das Cruze D. 3 e na Praca da Independer-
is, n. 67 38, onde se recchem correspondencias legaligarlas nt-
uncios, fnsirindo-aa astas gratis ; sendo dos proprios signantes, a
ipdo asignados.
* PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES,
Odade da Parahiba a Villas da saa preteneo Z 3 )
Dita do Rio Grandt do Norte, a Villas hiero. . ,
Dita da fortaleza a Villas Idam .........<
Cidadc da (Joianna .....
Cidada da Olinda .....# i
Villa deS. Anuo J-.
DiU deGaranhuns a PovoeftSo do Bonito.........lo, a 14 da cada mas
Ditas do Cabo, Seriobaem, Rio Fornaozo, c Porto Calvo. 1, ll| a 11 dito dito
Cidada" das Aiagoas, a da Maeei............Idam Idam
Villa da Paja de Floras.....................Wana 13, dito dito
Todos os Correioi partem aomeio dia.
'San. eSelasffaU
. Todos os diaSl
. Quintas fairas;
PHASeS DA LOA HO MEZ DE HOTJ
Quart. mine;, a 5 as 1 h. a 5-> m. da tard.
La Nova a i3 as 3 h. t 6 m. da man;
Quart. rese, a ?< as 3h.a48m.da man.
La OttO a 38 -as 4 b. a i> m. da lard.
Id.xre theta para o dia ?'> de Novcmbrol
As 2 horas a 'i minutos da tarde.
As a horas a 3o minutos da manb.
25 pe NovEMio. NitJM. 268.
CAMBIOS. Ncvcjbro a4
Londres*..... W n *. porioooce.
Lishc.....o a 83 por o|o praanio por metal offereetde.,
Franca......Sao reis porfraneo. Comp. V ata.
UUllO- Moadada6/4oo res, ralbas ttfSoo latfroo
Ditas deajoooreis, *lg*' *<>
PIUTA-- Paticoes Brasilelros - - # #*'
Pesos Colnmnanos----------- #ao "
Ditos Mexicanos -.....(>0 *
Miuda. ............# Dise. de bilh. da Alfandaga 1 1 8 por loo aa mex.
dem de letras de boas firmes 1 'Ia
Mooda da obre 3 por 100 de dia*
DAS DA SEMANA;
n Sepinda S. CeoiKa V. M. Audiencia do Juii de Direito da *
vara.
s3 Terca S. Cimente P. M. RelacSe e aud. do Juii de Direito da i.J
vara.
ni Qoarta S. Juo di Cruz C. Aud. do Joiz He D. da 3 ver-.
55 Quinta S. Calhaiina V. M. Audiencia do Jni* de Direito da 9*1
vara.
16 Seita S. Pedro AlevandrinO B. M- An 1. do Jail fie D. da I. *M
7 Sabbado Josiphal M. Relalac; e audiencia do Juit de D. d 3J
vara.
38 Domingo 1. do Advento S. Gregorio 3. Pi
ifoaw
i|6?c
I OJO
>r
RIO DE .JANEIRO.
., .. .,.- .. - ... ..------------------------. _-------------------------_ ~^
A REFORMA DO CDIGO
Conforme p*ssoh na cmara dos deputados.
Aassemb'ei geral legislativa decreta :
Titulo primero Dispo'i jes criminaes.
Capitulo primero Da polica;
Artigo i. Hver;5, no municin da corte.
e em cada provincia um chefe de polica
rom 03 delegados e subdelegados neoessarios ,
os quaes sobre proposta, serio nomead->s pe-
lo imperador ou pelos prest lentes. Todas as
autoridades policiaes sao subordinadas ao che-
le de polica*
Artigo a. Os cheles de polica sern es-
colhidos d'entre os desembBr-radores e juises
re direito ; os detegados e subdelego d'en-
tre quaesquer juises e cdadios. -Serio todos
amoviveis e obrigadoi a accei'.ar.
Artigo 3. Os chefes de polica, alera do
ordenado que Ihes compettir como desembar-
gadores ou juises de direito poder ter
buma gratificacio proporecional ao trabalh>s,
inda quando nao arcumulem o exercicio de
hum e outro cargo.
Artigo 4* Aos chefes de polica em to-
da a provincia e na corte, e aos seus dele-
gados nos seos respectivos destrictos com-
pele t
i. As attribuieesronferidas aos juises de
pat pelo artigo li paragraphos 1, . 3.,
4. 5. e 7. doeodig da processo criminal.
. Canceder Banga na forma dss lea ,
sos reos que pronuuciarem ou prenderem.
3. As atribuices qie acerca d des secretas e ajuntamentJS illicitos con-
cedero aos juises de pat as leis em vigor.
4. Vigiar e providenciar, na forma das le-
is, robre todo que perteacer a prevencio
dos delirios e tnanutencio da segurauca e
tranquilidsde publica.
5. Examinar se as cmaras municipaes ten
providenciado sobre os objecto de polica que
por lei se chao a seu cargo, representando-
Ibes com civilidade as medidas que enten-
deris convenientes pira que sa convenio
cm posturas e usando do recurso do artigo
ni da lei do 1. de outubro de 1828, quando
nu torem altendidos.
6. Inspeccionar os tbeatros e espectculos
pblicos. Gscalisando a .xetuco de seus res-
pectivos tegimentos e pudendo delegar esta
inspeixio nociso de impossibelidade de <*
fxeicer porsimesmos na lorma dos respeclt-
ves reguUuientos as autboridades judie ta-
llas ou administrativas dos lugires.
<]. inspeccionar, na forma dos regulamen-
tos as prises da provincia.
8. Conceder mandados de busca, na forma
da lei.
9. Rcaetter quando julgaren conveni-
ente tedos os dados, po* sclarecimen-
tos que houverem oblido sobre bum delicio,
com buma exposico do caso e de suas cir-
cunstancias, aos juise compettenles, a tim
deformaren a culpa.
Se mais de huma sulboridade compelen-
te comecareiu hum precesso de formaco de
culpa, proseguir neile o ebefe de policio ou
elegaao, salvo porera ocaso da iemessa de
tjuesettata na ptimeira pirle desie paragra-
r,b0# 1 j k
10. Vellar am que os seus delegados, suD-
ltlegadosjousubaiiero trumurao os seus
re',imentos e desempenhe-u os seus deveres
do que toca a polica e formar-lhes culpa
quando "merecin.
11 Oar-llies as iontroeces que forem
necessarias, pira melhor deseraofnho dis aU
tribuijcs policiaes que Ihe forem incumb
das.
Artigo3. Os subdelegados nos seusdis-
triclos terio as tnesm attribuices mrc<-
dns no artigo antecedente pan oschef-s de
pilicia e delegados, exceptmdos as dos pi-
ragraphos 5. 6 e g.
Artigo 6. As attribuices criminaes e pa
lciaes que actualmente pertence^i aos juises
de pai e que por esta lei nao forem es-
pecialmente devolvidas as autoridades que
crea flcio perte ncendo aos delegados e sub-
delegados.
Artigo 7. Compete ao chefes de polica ex-
clusivamente.
I. Organisar na forma dos seis respec-
tivos regulameutos a estatistica criminal
da provincia e da corte pra o qu^ toda
as autoridades criminaes, embora n.-> sejao
delegados da ssolteU, seri obrigidos a
prestar-Ibes, na fama dos ditos regulimeii-
tos os esclarecimentos que dallas depende-
rem,
3. Organsar na forma que for presen0-
ta nos seus regulamentos pir meio d>s seus
delegados, juises de p^z e ptrochos, o arro-
lamento da populaci > da provincia.
3. Faser ao ministro da justica.e aos presi-
dentes das provincias -s partecipicoes que o*
regulamentos exigirem, as pocas e pela
maneira nelles marcadas.
4. Momear os carcereiros, e demittil-os,
quando nao Ibes mereci eonfianca.
Artigo 8. Para o expeliente da polieia e
escripturaco dos negocios aseo cargo \ po-
dero ler os befes de polica das provincias
bum at dous amanuenies cojos ven amen-
tos e os dos carcereiros serio marcados pelo
governo, e sugeitos a approvagio da assem-
blea geral legislativa. O expediente da po-
lica da corte pdela ter naor numero de
empregados.
Artigo g Os escrives de pat e os inspec-
tores dequartero serviro peraule os subde-
legados s.bre cuja proposta serio nomea-
dus pelos delegados.
Artigo 10. Para t concesso de hum man-
dado de busca, ou para expedico ex-orficioj
nos casos em que este procedimeoio lean lug.r
bstaiio vehementes indicios. ou fundad
probabelid-de de existencia dos objectos ou
do criminoso no lugar da busca. O manda-
do nao contera nem o nome nem o depoi-
menlo dequalquer testemunba. Nu caso de
nao vericar-se a adiada serio cotnmu-
nicado a quem soffreu a busca as ptovas
em que o mandado se fundou logo que
as axigir.
Artigo 11. A contecendo que urna autbo-
ridade policial ; ou qualquer olhci"l dejus
tica munido de conipeiten'.e mandado v;t
am seguimeuto de objeclos furlaUos ou da
algum reo em disliicto alheio noder ali
mesmo eprehendel-os e d ceesarias, preveniedo antes as autoridades
competentes do lugar, as quaes Ibes presta-
rio o auxilio preciso s uj legal a rtque-
sicio. No caso porem de que essa coromun 1-
ca?ao previa posta iraser demora iacompiti-
vel tom o botn xito da deliencij puder
ser feila depois e iinmediiiaujcnle quu se
vcricat a dliuuci9
Artigo 1. Niogoem poder viajar por
mar 00 por trra dentro de imperio sem
patsaporte nos casas e pela maneira que for
determinada nos regulamentos do gnvern .
Capitulo 3. Dos juises municipaes
Artigo 13. Os juises municipaes ser> ny
meados pelo imperador dentro os hachareis
formados etn direito que tenho pelo me-
nos bum anuo He pratica do foro adquirida
depois de sua forroatura.
Artigo 14. Estes juises serviro pelo lem-
po de qualro annos, lindo 09 quaes, poderao
ser recondusidos ou Humeados para oulros
lugares, por outro lauto lempo com tanto
que tenho lis n servido.
Artigo 15. O Roverno poder m*rcr a es-
tes juises hum ordenado que nao exceda a
quatrocentos mil reis.
Artigo 16. Km quanto se nao estabelece-
rem os juises do artig ij. e nos lugares on-
de elles |ni> forem absolutamente precisos,
serviro substitutos do artigo Artigo 17. Compele aosjuises munici-
paes .
1. Julgar erinitvamente o contrabando,
excepto o apprebendido em fl^gran'e cdjo
conhecimento na forma das leis e reguls-
mentos de fnsend. perlence as authorida-
edministrativas ; e de Africanos que con-
tinuar a ser julgido na forma do proceso
com mu m.
a. As a tribuioes criminaes e policiaes que
coropet'.io aos juises de pat.
3. Sustentar ou revogar ex oficio as
pronuncias feilas pelos delegados e subdele-
gados.
4. Verificar os f.ctos que fuerera o objecto
de queit contra os juises de direiio dis
ornares em que nao houvt-r relaco , in-
quirir sobre os roesmos fados leslemilnhas, e
facilitar as parles a eslracos dos documentos
que estas exigirem para b'm a ius'.ruirem,
salva a disposico do ai ligo I61 do cdigo do
processo criminal.
5. Conceder flanea aos reo que pronun-
ciar ou prender.
6. Julgar a suspeices posias aos subdele
ga^8" j-
7. Substituir na cmara aojuiz de direito,
Da sua talla ou impedimento. A substitu-
cao ser fe la pela ofdem que designaren o
gove rno na corte e os presdeutes as provin-
cias. .
Arligo i*. Quando os juises muuicipaes,
ptssarem a exener as fuOCCOes de juix de
direito ou tiverem algum legitimo impedi-
mento o forem suspeito sefo substitu-
dos por suplentes, na lorma do arligo se-
guidle.
Arligo 19 O g?verno na corte e os presi-
dentes as provincias nomeario por qualro
anuos, seis cid .dio notavei do lugar, pela
su* fortuna inteliigencia e boa conducta ,
para substituirem os juises municipaes nos
seus impedimentos seguudo a ordem em
que seos uomes esliverein. >e a lista se es-
gotar Ur-se-ha onlra nova pela n-esroa
maneira dever.do os iucluidos nesla servi-
rem pelo lempo que lallar aos primeiros se-
is e eui quanto ella se uo lonuar, os veja-
dores serviro de s-ubslitulos pela oideni da
votaco.
Arli-'o ao. A autoridade dos juises muni-
cipaes -empiebender bum ou mais munici-
pios, segundo a sua cxleiico e populacio.
JNos grandes ts populosos poder ha ver os jui-
wj luuiipacs uteessartos coa juptsdicco
cumulativa.
Arlijoi. Osjuse,- muuicipaes e di or-
phos pelos actos qun praticrem tanto n >
cirel como oo erime ptcebe'io dnbrad) O
emnluTiento maread os no a|va-a de ir de
outubr de 1764 para 01 uises de fora or-
phos das comarcas de MinsGeraes, Cui-
b e Millo Gr sso
Capitulo i. Dos prnrjJDtJrespuhlicos. ^
Arligo i. Os pr motores pblicos serlo
nomad e demi tidos pelo imperador ou
pelos presidentes das provincias pref* inlo
sempre os bicliarei forndis, que forem
idneos serviro pelo lempo que roivier.
Sa fnlta ou impedimento, sero nomeados
interinamente pelos juises de direito.
Artigo->3. llavera pelo menos, em cala
comarca hum promotor que acnmpsnhara
o julz de direito quando, prem, as circuns-
tancias exigirem ; podero ser nume*dos mais
de bum. Os promotores vencero o ordena-
do que Ibes for aibitrado , o qual 111 corte
ser de i,iooUora por anno lem de 1U6 >o
porcada offerecim nlo de libill. 5Ua d
por cada suslentacio nojuiy, e %U$oj por
arrasoados escriptos
Capitulo 4- Dos juisds de direito.
Artigo 24 Os juises de direito serio no-
meados pelo imperador de ehtre os cidados
babellitados, ua forma d> artigo 4t do cdigo
do processo t e, quando llvefe o decorridd
qutro aiinos da eitc-oco desta le, s pode-
rao ser nomeados jrtises de direito daquelles
hachareis lormados que tiverem servido con
dislinrc-io os cargos de juises ronnicipaes oil
deorphos, e de piomotores pblicos ao
menos por um quatrie.-no completo.
Artigo a5. Aus juises de direi'o di co-
reas, ilem d*s attribuices que tem pelo
marc
codito do processo criminal, compel :
I, l'uin.Hi culpa aos empregados pblicos
nao privilegiidu nosciimesde respousabe-
hdade.
Esta jurilicio se cumulativamente ex-
ercida peas autoridades judtciarta' a respeito
dos olfi-iaes que p-rante as mesitas servi-
lein. .
a. Julgir as sn^peicoes aos juises munici-
paes edeiegido.
i. Proceder ou mandar proceder ex-otlicio,
qu indo Ihe for presente por qualquer ra.nei-
ra algum processo crime, em que teuhl logar
a acusscio por parte da juslica, a tod.s as di-*
ligencias paa sanar qual quer uuUidade,
ou p.ra mais arop'o conhecimento da verdada
e circunstancia qda posso influir no julga-
neiito. Nos crimes em qo nao liver aecu-
saco por parte da juslica, > o poder faser a
requerifuento da pirle.
4. Correr os lemos da comarc onunero
de vezes que Ihe marcar o regulamento.
5. Julgat definitivamente o eriales de res*
ponsabiliuade des empregados publicas nao
pri.ilegiados.
Arl. 26 Os uuesdedireila nos correi-
tes que fizerem nos termos de suas comar-
cas deveraexmiuar.
. Todos os procesaos de forrascao de culpa,
quer tenho sido processadoa peraute os del-
(ados e subdelegados quer pranle o juit
municipal j para o que ordenarn que lodos
os esenvies dos referidos junes Ins aprese.!-1
tem os processos dentro de ires das leo io
ou nao havido nelles pronuncia umenJi-
i.o os erros que acharem proedend coa-'
iro os juies, esciives eomrej dt jasliV*
cu Jio tur de direito.


a
MARlo bi PER MUflCO
Mi


a. Trdo procenos ci roes que liverem sido que ndieades no mencionado artiga lol do
cdigo do proceiso *i igualen ou excedi
consideradas conjunctamente.
3. Aoa que huma ver quebrares flanea.
Art. 3p. No termo da fianca o* Gadores
sentenciados pelos juie* munipipael, dclega-
dra r subdelegados proredendo contra elle,
ii- acharen que rondemnario ou absolverlo o*
reo* por prevaricada paita ou soborno.
3. Oa livros doa tabelliese esrrives paral se obrigar aten do mais cootido no artigo
renhfcerem a ateneira porque usio de seus
i ftcioa preredendo contra o que foresn a-
chadoeem culpa,
4 Se as juizea nunicipaee de rpbioa ,
delegados e sobdelegados fazem aa auden-
ras a te sao essiduos e diligentes no cum-
plimento doaspus deveres procedendo con-
tra o que acharrm em culpa.
Opitulo 5. Dos jurados,
Art, 07. Sao aptos para jurados os cida-
dos que poderero ser eleitores com a ex-
cepcao dos decorados no artigo a5 do cdigo
do .rofesso criminal e es cletigos de oreos
sacras, romtanto que esses cidadaos saibo ler
t escrever e tenbo de rendimento annual ,
por hens de raz ou ero prego publico qua-
troetntos mil res nos termos das cidade* do
P.io de Janeiro Rabia Recife e S. Luir
do Maranbo \ trezentos mil reis nos termos
das outras ridades do imperio e duzentos em
todos os mais termos.
Quando o rendimento provier de commer-
rio ou industria dever ter o duplo.
Art. a8. Os delegados da polica organisa-
tib huma lista ( que ser animalmente re-
vista ; de lodos es cidadaos que liverem as
qi.oiiades exigidas no artigo anteen
dente e a far efttar na porta da paroclna
cu ce pella e publicar pela imprensa, onde
a houver.
Aat. 59. Estas listas aereo enviadas ao ju-
iz de direito o qoal com o promotor pu-
biiro c o presidente da cmara municipal, fr-
mete mirra juuta de revitio tomar conbe-
cic cuto das reclamacCcs que bouverem e
formar a lisia geral dos jurados excluindo
todos aquelles individuos que notoriamente
iirt-m runceituadas de faltos de bom senso ,
inlt gridaiie e bous coslumes os que eslive-
rero pronunciados e os que liverem soihri-
do alpina coudemnaco passada em jnlgado ,
por rriiBH de homicidio furto roubo, ban-
.uroiu estellionalo alsidde ou moeda
falsa.
Alt. 3o, O delegado qoe nao enviar a lis-
ta on o mimbro da junta que nao compare-
cer no dia marcado tirara sujeilo mulla de
rem a quatrocentos mil reis, imposta pelo
j -.i/ de diieito sem mais forran lidade que a
rioip'es eudiencia e com recurso para o go-
verno na corte e presidentes as provincias ;
que. a ir- f^or directa e inmediatamente ,
quando tiver Je recabir sobre ojoif de direi-
to Frcquantc se nao organisar t, lista geral ,
continuar em vigora do auno antecedente.
Art. 3(. Os termos em que se nao apura-
ren pelo menos 5o jurados reunir-se-bo
do lenco ou termos mais visinhos para
lorrrarem bum s consellio de jurados ; e os
picsidentes das provincias designado nesse
so o lugar da reunio do conseibo e da
junta revisora.
Capitulo 6. Oa prescripco,
Art. 8a, Os delictos em que ten lugar a
fianca prescrevem ao lim de ao anuos ectan-
io3 do cdigo do processo resoonderem
pelo quehramentoldas Bancas, eos afiaucados,
antes de ebterem contramandado ou mandado
de soltura, assignard termo de cpartcimento
parante o jury independetite de not6cacao,
em toda as subspqnentes reuoioes at se-
rena julgados a final quando nao Cnsig
disiiensa de comparecimento.
Arl, '\ >. Aos Gadores ser dados todos oa
OUxilioi ueressarios para a priso do reo qual-
quer que sfja o estado do sen livramento.
I. Se elle quebrar a llanca.
t. 8e fugirdepdi de ler di candara o id >
Art. 4' QuereniJ o fiador desistir da fl-
anea pode 1 a notificar o afiano^do para a-
presentar outro que o substitua dentro do ora-
zo de quinte dial ; e se elle o a\> satisfizer
dentrodese praro pider requere"1 manda-
do de priso ; porem s ficar desonerailo de-
pois que o io lor eUeciivaaiente preso ou li-
ver prestaao novo Gad-ir,
Kt\. 42. A Ganca se julgar quebrada de
direito.
vendo as cartas acbarem-se na caia geral as
8 horas.
PREFEITURV.
No dia a3 da torrante, ne asearree navi-
dade aljjunaa.
O Sr. Prefeiio d'aita coamarca manda f-
tar publico para eonbecimeoto de quena
pertaacer q* na cadeia d'esta cidade eiifteaa
prasoa os pelas Antonio escravo da Fran-
cisco de tal morador no lugar do Meuguiro ,
Francisco escravo de Felisberto de tal, mo-
rador 00 eagenho Var/ia provincia das A-
lagos e Salvador, escravo de Manoel Flix
de Govea, morador na povoaeao de Uizerroa ,
hm de que se seos Srs. ou procuradores
traclem de vir reclamar a entrega dos ditos es-
cravos dentro do prssoda lei.
I'releitura da Commarca do Recile i'\ de
.Novembrode i* Ciaodieo do Regu Lima.
Oiticl da Secretaria.
Correspoiidon ias.
Snr. editor.
Canstando-me, que em um dos m. do
" Echo da Relioio e do Imperio bavia si-
do publicada urna correspondencia, que ti-
1. Ouanil. o reo deixar de comparecer as 'riba por objecto os exames de Geographia do
sesgues do jury nao sendo dispensado peloLba, tratei como me convinba de pro-
juiz de direito por justa causa. jcuraro numero respeelivo, e de facto encon-
1. (guando oiodepois deafiancado, com- trei em o n l5? urna correspondencia, as-
rcellt-r delioto de ferimento ollensa phyiea. signada pelo Espectador Enforquilhado
do os reos aoaentea jora
ir r.m sabido.
do imperio ou
an e, c,i calumnia injuria cu daino con-
tra o queixojouu denunciante o presidente
do juryou promotor publico.
Art 43* l'rlo quebrronlo da funca o
reo perder metae da mulla substituitlva da
pena, isto be daquejla quantia que ojuiz
accresceiita ao aihitramento dos peritos na
lorrntt do artigo icgdo cdigo do process-j cri-
minal. O juiz que declarar o quebramento
dar logo todas as providencias para que seja
capturado o reo o qual tica sujeit.i a ser jul-
gado levelia se ao tempo do julgamento ,
nao tiver inda sido preso. Em todo o caso o
resto da Ganca fiea sujeita ao que dispoem os
rticos seguiitci.
Art. 4'. O ro perde a totalidade do valor
da fianca quando, sendo condemnado por
tentcnca irrev< gavel fugir antes de ser pre-
so. Nesle caso o producto da Banca depois
de deduzida a indemnisaco da parte e causas,
sei applicado a favor da cmara nunicipil ,
a quena tambera se applicar os productos
dos quebramentos de Bancas.
Art. 45. Se o reo afiancado que for con-
demnado nao fugir e poder sollrer a pena ,
mus nao tiver a esse tempo meios para a in-
demnisaco da parle e castas o ador ser
obriftado a essa indemnisaco e custas per-
dendo a parte do valor da Ginca destinada a
esse fim mas nao o que corresponde mul-
ta substituitiva da pena.
Art. 4. Firio suppri midas as palavras :
ou que sejio couhecidamenle abonados -
do ar, 107 do cdigo do processo.
Coulinuar-se-ha,
PERNA MBUCO.
Li-a
e como o seu auctor roga a quem
dtntro etn loga
Art. ii. Os defctos que ntoadmitlem fi-
anza pits< revem no fim de viole ennoa es-
taado os teos ausentes en lugar sabido den-
tro do ireperio ; estando os reos ausentes em
lugar nao sabido ou fora do imperio nao
prescrevem em lempo algum.
Ait, 34 O tempo para a prescripco con-
ta-te do da em que lor commeltido o delieto.
Se, purriii bouver pronuncia, interrom-
pe-.se e comeca contar-se da sua data,
Art. m A piesciipcao poder allegar-se
em qualquer tempo e acto do processo da for-
n bi?.o da cu.ra ou da ac.usaeo e sobre el-
\o juljjei luminaria e demtivamente o juu
municipal ou de diieilo com a inlerrupco
da causa principal.
Art. 6. A ebiigacode indemuisar pres-
creve (asitdos Iriula anuus contado do da
no que o delirio lor etido,
Ca. nulo 7. Lias balitas.
Aft, 7, r^os crimes mencionados 110 ar-
tigo a "-; 7 do cdigo do / roccaao os reos
( ijuc nao l-iem vez-abunos ou sem domici-
>i ) sa livrar olios.
An. fe. Alem oscriuies declarados no ar-
ligo ioi do cdigo do piocesso nao secooce-
Ucia ban^a.
1 Aos criminosos de que tralo 03 artigos
IC7 e 1 ib na pumeira pane e laj e la; do
cdigo criminal.
%, A os que fot eaa pronunciados por doos
ou Ubi 1 rimes cujas penas posto que a
MESA DO CONSULAO.
Miguel Arcaojo Moateiro de Andrede cava-
leiro da ordena de Ctirito, amiuistrador da
mesa da consulado por S. AI, I. a C*
que Dees guarde etc.
Fas saber que no dia 25 do correcta na
porta da mesis se bfc de arrematar beeaa
saca de algodo aprehendida por falsificada ;
em cujos dias se findo os presos marcados no
regulameato sendo a arrematado livre de
despesas ao arrematante,
estiver ao larto desse negocio queira porca-
ridade illustral-o tomo a meu cargo por em
pratiea e-u obra de ui'uericordia.
Na ultima Congiegaco de Outubro foro,
na conlormidade dos Estatutos nomeados
pelo Exm. Sr. Hispo Director os Professores ,
que devio ser examinadores das differentes
m.iteiias, em que houvesse examinados,
tanto as aulas do Liceo como as publicas
desia cidade entre estes foro nomeados o
Prolessor de Rhetorica e o Professor Ad-
iuncto da mesma cadeira para serem exami-
nadores de Geographia. Soccede porem ,
que no segundo dia dos exames indo eu as-
bisti1 os, como membro da Congregado o
Frofessor de Rhetorica me fes ver que
eslava determinado a nao examinar os alum-
nos de Geographia por motivos que me
communicou e que neobum hornero de sen-
so deixar 1 a de echal-os justos ; e me pedio,
que eu foste o examinador a que absoluta-
mente me neguei passados dias encoutrou-
me o Bedel na ra (pois eu s assisti aos exi-
mes do primeiro dia e parte do segundo; e
me deu ps pontos para os exames de Geogra-
phia que deveiio ser feitos no seguinte
dia a que me neguei, tanto mais porque
aquella ordem nao emanava directamente do
meu Director e continuando o meu passeio,
encontrei na loja do Snr. Randeira ra do
Cabug o meu amigo e collega o >r. IVo-
lesor de Geographia a quem dei parte do
accontecido fazendo-lhe ver que eu me
nao schava com os conbecimeutos em Geo-
graphia suficientes para ser examinador.
Passados diss soube que se nao tinba feito
os exmes ; porque a pezar de ser suprido
o logar do 1, exavinador. tinba faltado o
Prolessor adjnncto de Rhetorica,
Ora um caso tsl, que qosse sempre suc-
rede at nos exames de preparatorios na A-
cademia excandaliiou tanto ao Sr. Expec-
tador Inforquilbado *', que nio pode des-
cansar sena que fosse incoaimodar ao Redac-
tor do Ecbo para dar pub icidade a suas
amargas queixas, e to alienado ia de es-
panto e de adsairacao qna foi algum a coosa
byperbolico na exposieio de seu facto*
Deceno ; Sr, Editor levei muito a mal,
que o Sr. Expectador Enforquilhado '' u-
zasse desta frase informara-nie que ex-
para que ebegue a noticia a quem con-
vier mandei afixar o presente ediial na porta
desta administrado e publicar pela im- j istegrane desarmonia entre alguna Lentes -
prensa. ' ^'a b to Ulso e revoltante. No Liceo ,
Meza do consulado de Pernambueo 19 de !Snr. Editor existe a maior armona, a mais
novemhro d 1841.
Miguel Arcaojo Moateiro de Andrade.
OBRAS PUBLICAS.
Tendo-se dado boje principio edeficaco
da pcntezinba no regato de Paroainenm jun-
lerna confraleinidade entre todcs os seus
membros uem era de esperar o contrario ;
e desaGo ao >r. Expeclador", ou a outro
qualquer, que prove o contrario do que com
lauta verdade avanco salvo se me talla de
urna pequea desconfanos que ha do Sur.
to a Santa Anna faz-se publico que tem profeasor de eograpb para con o Sr. Pro
decaer interrompida a passagem de earrinbos e jess)r oe j^be,01.
aa de Novembrode 1841.
Moraes Ancora.
CORREIO.
O Vapar Paraease ieixa as mallas para os
icsi^rode cada huma ellas sejao menores portos do Sul boje as 9 horas ds manii de-
cer intrigas e desarmonias no Liceo refor-
mado pois seos membros sao horneas
mas ale boje nio nao, nao,
L' seu amigo
Joze Rernardioo de Sena.
Snrs. Redactores.
No seu Diario n; i5o, deparet eom o eooa j
municado di Pbilopatris euja leitura
muito me cnstou e cujas ideias a cerca dos
Engeiheiros estraageiros empregados nesta
provincia eu deiprezaria como evidentanen^
te falsas, se por ventura me nio consideras*
se de alguma forma obrigado a eontestal-as
pelo prelo por digoldade minba e de meas
coapanheiro* e em justa defesa das passoas
que intervirio no nosso engajamento.
Tractarei pois de responder a esse Com-
munirado nao 00 estilo em qoe se acba re-
digido por me ser inteirameote estraobo ;
mas com a seriedide e cirunspecio que he
devida ao publico e o assumplo exige.
Ten?ionaodo o Philopatria discutir pa-
la impreusa o nosso mrito e aptido para
a trela honroza a que nos propozemos ,
me parece que para evitar de ser leviano oa
pan la! nosso respeito cumpria-lhe formar
sua opinio qualquer que fosse nos ttulos
s:ientificus que cada huiu de ni possuisso ou
na importancia perei<,o, ou defeitos das
nossas obras, no caso de ser elle bum Juiz
competente o que nao creio.
Se com tal moderaco boavesse procedido
o Philopatria nos leria certamente poupa-
do os epithetos injuriosos de impostores a
f-.ventureiros que a lace do publico nos pro-
digalirou ; |s com documentos irrecusaveis
o tena eu convencido de que fui discpulo da
escolla. Polx/lethnica de Franca, cojo in-
gresso he apenas franqueado, como todo o
mundo ta be, aos poneos que triumpbo de
arduos e numerosos exornes dando provas nao
equivocas de profunda instrueco as malbe-
malicas e outras materiaes. Mostrar-lbe-hia
Umbem que entre os cento e trinta condisc-
pulos meus nessa famoza escolla fui concide*
rado o quaito na ordem das capacidades e o
segundo da escolla de Pontes- e Cateadas
para onde passei, como era oecessario a fin
de concluir o curso que segua e da qual
sabi depois de graves estudos, bum anno an-
tes que a maioria de meus condiscpulos,
para dirigir as obras martimas do Departa-,
ment do Morbian executados aob minba
inspeccio immediata e oceupar-me de m-
poriantissicos projectos de outras obras ava-
hadas em mais de bum rnilhio de francos ,
ppresentados por mim ao goveroo, e por
esie aceitos e spprovados com os mais lisoa-
geiros encomios; como sabe o Exm. Bario da
Boavista por informaedes exactas e olliciaes
de pessoas habilitadas a quem recorreu pa-
'* a realizaco do meu engajamento.
Pelo qoe toca sos meus companbeiros es-
tou que o Philopatria- se procurasse de boa
l a verdade nao fallara cono fes ; porque
outros ttulos igualmente preciosos e abona-
dores dos talentos e prestio del les lhe s-rio
com f 1 anqueza paienteados ; e pelos quaes
vera ao ronbecimento de que de 4 Enge-
nheiros actualmente empregados debaixo de
minba inspecdo en Pernambueo 3 servira5
comigo as grandes obras em que faei e o
quarto acbava-se oceupado oas da cidade de
Pars, quando veio para esta provincia ; e
nao podendo elles tomar os groi respectivos ,
sn passaren por exanes difiiecis, nen re-
ceber esses enpregos vitalicios do goveroo sem
provas antecipidaa de capacidade de sorte
siguana me parece, podero ser tido por
cbsrlatis.
Depois de nossa ehegada nio se fez aqu
obra alguna que possa servir de contraste aas
nossos eonbecimentos e demasiado injusto
tora semduvida de temilbm e falta moti-
vada tal vez pela debilidade dos Cafres pro-
vine iaes tirar argumento contra n.
Nada direi a cerca dos nossos talentos por
ser iiso contrario as regrss adoptadas a por
receiar de pastar por exagerado exprimindo
minba opinio tal res pe lo mas de passa-
gem asseguro ao Philopatria que jamis
considerarei tu, eiiores s nossas torcas os
trabalbos qoaesquer sejo suas difBculdades
de que o Go ver no da Provincia se dignar en-
ea r regar-nos.
Alem di-so nao pense o Philopatria ,
que se escon da debaixo de minhas palavras
alguma segunda inteocio ; conservando en
Franca nossos vmpregos por nos haverinos
engajado coaa liceoca do governo francez nao
reeei.mos de voltar a nossa patria onde acha-
remos sempre para aomer bum pao menos a-
margo do que o do descrdito e da injuria ;
pjis o M inistio d'Estado da nossa repartido
que em maio prximo passado sollicitoa
obteve do meu soberano bum posto de ac
cesso para mim apezar de auzente me vi-,
ria com prazer regressar Franca para con-*
partir a pesada carg a de trabalbos que sus-
tentan meus collegas.
I
I


Se rs engenheiros estrangeiros nao mere-
rpm ceusura ou desfavor por seus feitos e
ttulos scienli fieos eu peneo que na opinio
das pessoas sensatas anda sao menos credores logo naoeeoca os exforcos impotentes de urna
de cruenta guerra por seren nascidoi em di- empreza irreflectida e sbejameole contra -
terso paiz; por qoaoto as nesquinhas ideias ra aos nossos interesses. Essa idea nasceo em
breve desapparecer do meio de nos essa idea; sequencia da cobija e desacato do Extran- JGcariataWt privados dos grandes eiTeitos da e-
qae os exforc-os do nosso patriotismo que os geiro ou do poder da farces que agitio olconomia todo o mondo a*be qua a ocono-
sentimentos da nossa nacionalidade sufocars repouzo domestico. Nao temos te ocio de a- mi be tadibeai orna foate da riquez asi

!

i
de odioio bairritmo, gracss a civilisacao ,
desaparecen! totalmente e as diversas naces
do mundo trocan boje entre si seus hoccens e
>uas torcas eallectuaes com a mesma faci-
lidade com que permutio suas mercadorias.
Numerosos eslrangeiros occupio boje pos-
tos eminentes no exercito e armada imperial
em qua com gloria sua e ulilidade da naci
servem desde a poca da independencia do
Brazil. A mor parte dos estados da Europa
tem por veres recorrido s luies dos esiran-
l geros sem quebra de sua dignidade ou of-
icina de seus interesses ; a escola polytecboi-
oa da Russuia, foi criada por Kngenbeiros
Franceses das Pontes -e Calcadas e outros
.occupo os lugares os mais distinctos no Cor-
po Imperial des voice de communication -
I por muito lempo dirigido pelo general Baiai-
iie tambem engenbeiro das pontea- e calca-
das. A Inglaterra lo rica em homens sabios
e experimentados couou Mr, Brunel ,
Engenbeiro das Pontes-e Calcadas a facura
de seu tunnel a obra mais maravilhoza do
Seuculo actual. Sao Engenheiros trncete*
que tem ajudado Mehemet-uli as inmensas
obras com que se ba celebrizado no Egypto ,
cujas portas armadas e arstnaes foro crea-
dos por Mr. Cerisy engenbeiro Francs ,
cujas escolas sao dirigidas por Mr. Lambert *
finalmente cujas obras gigantescas eslo a-
gora cargo de mougel meu compatriota e
cumpant>eii o de esludo.
Depois de taes exempfos cuja lista pode-
rla eu fazer muito mais extensa be razoavel
peuar que o que nao esleve mal a tautus
paites pode tambem nao estar a provincia
de Pernambuco ; e possuindo eu os mesmos
mulos do que esses Ilustres Francezes nao
me considero inhabilitado de prestar iguaes
servicos o Brasil e particularmente a esta
provincia a cuja prosperidade tenbo j com
irazer dedicado miubas vigilias occupando-
zne de motu proprio de projectos mu uleis
e trabalbozos que breve daiei a luz.
Termino aqu, Snrs. Redactores, jul-
gando haver demouslrado a leviandade, com
que se exprimi o Pbilopairia a nosso
respeito ; e deixsici de tocar as pessoas que
elle imprudentemente menciona pora evitar
a cdiosiuade d'uma discussao pessoal ; asae-
gurando-lhe todava que apezar de injusta-
mente agredido jamis cessaiei de respeiur e
mostrar-ene agradecido aos honrados Pernam-
Lucsnos que me tem acolbido com estima e
benevolencia, bou Snrs. Redactores, leu
assignaule
L. L. Vauthier.
Amigo discpulo da escola polytechnicd de
Franca > engeobeire de seguoda ilasse ao
real corpo das ponies- e calcadas membro
da Socieade Polytecbuica de Pariz &c.
MARANHAO'.
Ser couveniente a separacio entre o Norte e
o Sul do Brasil ?
- Eis-nos chamados a urna discussao, tai-
vez a mais importante das que se tem agitado
em nossa Patria desde a epocha gloriosa t>
memoravel da sua emancipacio poltica. Mas
sioda que nao tenbamos tido o lempo sufi-
ciente para smadurecer as nossss reflexes a
respailo de urna questso, que gravemente nos
itttercssa porque vai n'tlla empenhada a
prosperidade e at mesmo a existencia da
Necio nio obstante emiltiiemos o nossa jui-
70 e desde ja assegoramos que nao temos
tro vista sustentar a nossa causa para afager-
oos albeios caprichos ou por qualquer outra
conveniencia particular. Debaiso das ban-
dtiras que adoptamos entendemos sempre
combater pela salvaco e depois pela gloria e
prosperidade do Paiz em que oascemoa i de-
vein pois desde j nossos concidadaos esperar
ce i.us urna linguagem Iranca e desinteressa-
da filha so do coraco e apoiada na experi-
encia. Assim por tanto deipiudo-noa de to-
das e quaesquer considerares secundarias e
lazendo sacrificio dellas sobre o Altar do m-
teresse commum e geral da nossa Patria di-
renos sem lebuco, que nem os Biazileiros do
bol nem os Biazileiros do borle se persuadi
deque tfio mais lelites ,. apoiando-se nos
:ui LiOslos inieiesses de urna separaco entre o
Noile eofiul ao Brasil, isim ou seja o
I\oile ou seja o Sul que se sacrifique iou-
na de urna sei aragao um o ouiro correi
de cello para um abismo de males nter mina-
veis. Mas nos estamos na conviccie de que J
alguma parte do Norte : o despeilo tal vez a
tenha predosido : mas nos nfo devemos dr
ouvidos aos concelbos do despeito e at o
Patrila, que asteou esse pendi, parecen-
do querer propugnar pelos interesses do Nor-
te nio faz mais do que propiobr-lhe um ve-
neno seductor que acabar por estinguic a
sua propria existencia. O Norte do Brazil sa -
ber de cerlo cerrar os ouvidos a esse canto
do deliro ou de m l. H hoje uo Norle bas-
tante inteligencia e illustrucio para temermos
que elle queira sacrificar as vantagens da U-
niio do 111 perio aos sonhosde urna prosperi-
dade imaginaria que se espera colber da sis-
tema da separacio. Sobre que bases se pode
apoiar por ventura o paradoxo daquelles que
advogio os interesses de urna separacio ? O
Norte dir-se, muito mal tem sido aquinbo-
ado na lembranca do Governo da Unio e
mesmo esse Governo tem sido muito mais lu-
crativo para as Provincias do Sul do Impe-
rio que mus prximas do que as Provin-
cias do Norte da sede do Governo da Uoiio.
estio por isso mais habilitadas par se apro-
veitarem melhor do influxo vivificante do po-
der governativo. Eis a cor com que se quer
disfarcar a pretendida necessidade de urna se-
paracio. Mas vio he o pretexto que inven-
tan, quaodo se sabe que existen) novos meios
de commuuicacio entre o Norte e o Sul que
acelerio boje a correspondencia do Governo
Geral com as Provincias do Norte por tal mo-
do que quasi he urna loucura o imagioar-se
aquelle pretexto, e quaodo o Norte tem me-
recido ao Governo da Unio a mesma protec-
cio e cuidados que o Sul sendo at muito
mais auxiliado que este em muitas despe-
ras para que nio ebegio as suas rendas par-
ticulares. Conceda-se porem que seja real
esse motivo de queixa por ventura teremos,
certeza de que essa actual ordem de couzas
ceasar com a separacio ? e se nio temos a
menor seguranza de que melhoraremos, por-
que nao havemos de preferir a Unio sepa-
radlo quando nio tendo 03 Brazileiros do
Norte bem fundada esperance de remediaren!
os males de que se queixio vio de certo ar-
riscar-sea um futuro, que lhes nio pode tra-
zer vantagens ou pelo menos cujas vantagens
sao inteiramente duvidosas ? Todo aquelle
que tiver bom senso todo aquelle que ti ver
meditado bem em as nossas couzas hade con-
cordar comuosco em que proclamando-se a
separacio que ter de ser apoiada por um
Governo qualquer os Brazileiros do Norte
lei muilo menores vantagens do que ss que
gozao no seio da Uniao. Supponbamos porem
queterioas mesmas be fcil de ver que a-
inda n'estas circunstancias nio seria conre-
nienle urna sepsracio porque be sempre pe-
tigoso agitar as massas, e anda mais que pe-
rigoso funestissimo para o Brazil agita-las
para se lograr as mesmas vantagens que actu-
almente se gozio : urna revolucio nio se em-
prebende seno para evitar-se males muito
maiores do que os que se soifre, e que tenhao
feilo do prezente urna ordem de couzas into-
leravel e desesperada. Mas nos anda vam os
adiante e sustentamos que nio s gosario
muito menores vantagens do que hoje gozo,
mas que at irio denbando cada vez mais
debaixo de urna atmosfera poltica sempre de-
sastrosa. Qoal he o 6m de um Governo ? o
m de um Governo nio be outro seno a fe-
licidade dos governados i e esta felicidade s
he poasivel enconlrar-se quando o Governo
he forte e prestigioso para sustentar as leis e
fsser com que o povo sombra dessas mesmas
leis possa desfructar todos os gozos de urna
existencia que nem he perturbada pelos re-
celo* das agitaces domesticas nem pelas a-
meacas das Naces extrangeiras. Urna vez
dividido o Brazil em dois Imperios qu il se-
r o penhor de segur anca eestabelidade para
a nova ordem de couzas ? quem poder sus-
tentar que havemos de vi ver em o novo go-
verno desassombrados dos sustos de dissences
internas e respeitados pelos Guveruos ex-
trangeiros ? Mediie-se bem e ver-se-ha ,
que da Unio e s da Uuio be que poderecuos
miudar reOexes para convencerosm os Bra-
zileiros que desejao a separacio de que um
Governo rodeado de todos os recursos da U-
nio est mais habilitado psra mauter o Paiz
livre dos medos de quilquer desacato ou inva-
zio do Extrangeiro do que o Governo de qual
quer fraeco do Imperio. Este de eerto sem
os recursos da Unio jimais ser capaz de sus-
tentar a su* propria dignidade e rodear-se de
prestigio necessario para sufocar as intrigas
do Eslrangeiro e combater as loucas e exage-
radas pretencoes de sua cubica ou de seo or-
gulbo. Se bouver um Brazileiro qae nos di-
ga que o Norle tem lodos os recursos para po-
der impjr as Naces estrangeiras um refpeilo
que uio proceda somente de bondade ou fa-
vor : mas que seja inspirado pela existencia
dos proprios recursos diremos que es*e
Brazileiro ou he um buco que se est emba-
lando nos sonhos de urna fallaz utopia ou he
um acelerado que se tem ensaiado, na esco-
la dos Revolucionarios e familiarisado com a
leilura de Macshiavello ad-iptou a mxima
divide et impera ou para elevar-se a urna a-
troz Dictadura ou para entregar as liberdades
patriasaojugidas pretences de Naces vi-
das e poderosas Com a separacio hade
necessariamente ser fraco o Governo que se
sim os Brazileiros sem necessi Ud* alguna
irifo aiquilar esse grande m*n> icial de ri-
ouezas, esse poder sustentador da prosperi-
dade e grandeza das apos. Mas os Brazi-
leiros tem bastante senso fiara se enredaren*
nos perigos de rea seprago e nio acredi-
tamos que elles se queirio precipitar em un
sistema de couzas que levando-os a abandona^
reo as vaotagnft* reaes da Uaiio do loJperio
selado e comprada por doa mesmo sangue,
lende a fazer com que aqutlles que proceder
desse mesmo sartgue fiquem sendo extran-*
geiros inimigos e rives. E foi para istoi
que se apresiou tanto a gloriosa epocha da e-
mancipa^ij do nosso adorado Monarcba ? fox
para armar Brazileiros contra Brazileiros
para enfraquecer o dominio do Adgusto des;
ceadenta do fundador do Imperio que a Na-;
cao adoptou e proclamou a uaaiotididu do SrJ
O. Pedro i* ? Os Brazileiros aapregario t -
dos os exforcos para se libertaren dos malee
do Governo regeqcial para porem termo a
esse estadj anormal sempre clamito'o e os
mesmos Brazileiros irid agora entornar ota
coracio do jovem Monarcba os pesares de u-
ma coroa despelacada palas mioi da intri-
ga l'.l Que inaudita coitradifo 1 Nio estar
por acato no meio de u> algum Catilina tri-;
houver de organizar ,'e os males que rezul- cando a perdipo de Rom* r" Unio, Brazi->
to da fraqueza de um Governo fraco e sem leiros l Ni anda vos repetimos sepirado o>
prestigio sao bem patentes t a historia abi
est para nos mostrar a sorte que nos espe-
ra, se uma Vez despresando as luzes da espe-
riencia o Noi'e se quizer proclamar inde-
penden te. Est visto pois que o Norte divi-
dido nao ter os meios necessarios para cer-
car-se do respeito das outras Na?es; ti te-los-
ba tambem para destruir os germens de dis-
senses domesticas ? Nao de certo. O Nor"
te separado he um circulo muito eslreito em
que os embates das opinies e das aml.iges
sero mais violentos e as intrigas das faec
es mais ebeias de torca e de recursos: ao con-
trario no Governo da Uoiio, a eslera he mui-
to mais ampia e por conseguinte a mi do
Governo mais poderosa para repijmir as agi-
Norle o novo Estado ser Iraca e nao lendo>
us meios neeessarios para tranquilizar os ni-
mos dos habitantes acerca du negocios i-i-
teros uem para impor respeito as otras Na-
ces ver-se-ba o* necessidade de se unir a
outros Estados ou de se laucar nos bracos d
alguma Naci poderosa, qua acabar por
aorilhotr-lhe os pleos. Se ooii o novo Es-
do ou tem de ser pre/a de oUtras Naces ou d
se unir a outros Estados para adquirir mais
foros e poder melhor sdsteutar os seus direi
tos, que necessidade h de inno?aces ? por
que nao havemos conservar-nos no sistaoia do
Unio em que vivemos ? O sabio coaiaaedt-
dor de Moniesquieu disse que para dm Esiad
fraco muito melhor sem ddviiaqas el-
taces e segurar a tranquilidade interior do lie se junte a muilos outros por alliaocas oa
Paiz. Os especuladores polilicos com o sis- I por uma federaco que ha a alais eslreita da*
tema da separaco se arriscaro mais fcil-
mente a uma empresa porque o espaco ,
que tem de precorrer be mnito raais curta e
a esperanca de um triunfo menos arriscado os
alenta e acorocoa. Urna porc- do Norte ar-
mada contra o Norle ter muito maior nume-
ro de probabilidad ajogar em uma revolu-
cio do que se ella tivesse de se medir com
todas as forcas da Uniao.
Se conciderarmos agora qne em relacio ao
Commercio e agricultura, o Brazil unido of-
ferecer sem duvida maiores vantagens aos
Brazileiros someute o que for inimigo do
nosso eugrandecimento e prosperidade dese-
jar que tenha lugar uma separaco. He u-
ma verdade incontestavel e correte- noses-
criptos de todos os Estadistas, que o commer-
cio e agricultura de um Paiz sao tanto mais
florecentes, quanto mais recursos tiver o go-
verno desse paiz para os proteger e desenvol-
alliancas 1 masque, note-sebam, se todos
os Estados reunidos nio formassem seaio urn
s e mesmo Estada elles seno sea duvida
ainda mais fortes e poderosos. Meditem nos-
sos concidados as palavras desse Filosofo a
calcularn melhor a importancia das vauta-<
geas que se espera colber de uma Saparacia.
entre o Norte e o Sul do Brasil.
(Do a8 de Julbo do Vlifanhio.)
LOTERA DE N. S. DO ROSARIO D/l
BOA-VISTA.
A meza regedora da Irmandade d N. S*
do Rosario da Boa-vista tem determinado,
que cor rao impreterivel mente as rodas da
i.x parte da i." Lotera no di ag do
corrrente 1 os bilhtes ach0-se a venda nos
seguintes lugares \ no Recife rua daCadeia,
loja de Cambio do Sor. Vieira en S. At-
tonio rua do Collegio lojadoSr. Meneze J-
nior : rua do Cabug botica do Sor. Joa
icfja do
ver. Ora j mostramos que o Goveruo do
Surte independente seria necessariamenla \l0reira Marques ; e na Boa-vista ,
fraco e sem prestigio e sendo exacto aquelle sar. Raposo rua do atierro,
principio e verdadeirs esta as9erco, a sepa-
raco de certo tambem pelo la lo do com-
mercio e agricultura nenhumas vantagen
irar aos Brazileiros que pertencerem ao uovo
THEATRO.
E>n consequencia de ter de se armar o' Thea-
tro e colocarem se os bastidores por urna roti
Estado porque o commercio e agricultura so \ for(naf a lim de ser excelentemente exeouta-
podem florecer oode o Governo he lorie pira \ g 0 Divertimento da Illustre Sociedado
Phil'armonica, e nio ser suficiente um da
s, pois que a dita So^iedade trabalha rio S-
bado, e a le ni disto, nio se ter concluido a
manter as insttuices e o imperio da Lei. O*
ra aindamis terrivel ser a idea de sepa-
racio se Ibe ajuolarmos tambem o quadro
auferir as vanlageus de um Goveruo forte e
prestigioso que possa reprimir as faeces tur-
balantes e impor respeito s oulras -Naces.
Oh lancemos os olhos para a nossa aclua-
lidade meditemos bem uo que temos sido, e
ver-se-ba se uma separaco nos ser venta-
josa. Separado o Norle poder a boa f
sustentar, que nao ser perturbada a uossa
i,az e tranquilidade? O quebrantameuto da pas
medonho das dissentas qae liio de nascer brilhante Vista do Palaoio, que deve tomar
entre o Norle e o Sul pelas -ontesiaies que todo o fundo do Theatro, e mostrar um irt-;
sero rezultado de interesses dislinctos creados cendio completo, vendo-se saltar as damas
das janelas abaixo, por entre as chamas; por
estes lio justos motivos fica transferida a re-
prezentaco da Grande Peca -- O Sim das
dujs horas para Domingo 28 do correle'.
necesariamente por essa nova ordem de cou-
zas. Al boje o commercio e agrioullura in-
da nascentes entre nos, iio prosperando co-
mo era possivel, apotados nos recursos da U-
nio ; verificada porem a separacio ambos
definharo porque cada Estado nao ter os
meios neeessarios para os fazer prosperar e
iiur conseguate amortecidos esses oous ma-
naociaes da nossa riqueza por falta de uma
suilicieote pro'.eeco s lomes do rendimeu-
lo u ti'ionai o alimento das nancas do Paiz
iro tambem decrescendo.
Aleni disto, com a separacio > vio os Bra-
zileiros criar novas precizes: o Noite por ex.
ter necessidade de um Governo como o da
Unio : aonde ira pois parar o Norle chama-
do a necessidade de saiisfaser as enormes des-
pezas que Iraria consigo o eslabelecimento
indispensavel de um uovo Gocerno r" ainda
Avisos ihversos.
c da tranquilidade de uma Naco ou be cou- i por este lado a separaco nos lie deavaulajosa:
ssr Aluga-se pelo tempo de festa um si-
to no lugar da Capumga muilo perto da pra-
ca com asa de vivenda de pedra e cal, da-
as cacimbas d'agoa de beber mu exceltente ,
tanque, e com uma noreo de capim de planto,
que ser muito enieressaute para quaon tem
cavallo os pretendentes dirij'io-se a roa da
cadeia de San o Antonio em o cartorio do la-
beliio Coelho abi achar coa queaf tratar
das 9 horas at as 9 da trete.
S3T O Sr. que annauciou pracisai' de oa
csxeiro para tomar conla de eaXi'pwo-
.lauco t annuncre*


PERNAMnuro
tS9* Perder seno dia-aodo corriente urna
hrvegrauuc de broca, desde a ra de 5.
Theresa pateo d de Hortas i o largo das 5 p'a9 "oe
achou leve a ra das Cruzes D. 6 no seGundo
andar, que se gratificar.
JST Quem quiserdargoo oaoa juros so-
bre boa firma di.ija-se a ra nova padaria
D. 16. "' .
tsr Arrenda-se rnetade da prenca que loi
de Alejandre Lopes Ribeiro no foite do Ma-
tos a qoal serve lano para prenca como pa-
ra tocar de assucar ; na ra do Vigario n. 7.
tsr Precisa-se de 3oo 000 a juros a um
e meio por cento obre pinhores do ouro c
prata e pelo tempo de 4 meies ; quem qui-
serdar annuucie.
%ST Aluga-seo teveiro andar do terceiro
sobrado da ra do Amorim, indo pela parle
da alfandtga lado esquerdo com comiuodos
para pequea familia j a tratar uo segundo
andar.
ty Aluga-se urna das excellentes casas
perceocentes ao Eira. 8r. Senador M. de C.
P. de Andrade sita na tua do Amoiim ,
mu perto da nova allandega grande desta
Cidade, este predio por ser de 4 andares ,
ter bous armazens e um grande mirante ero
cima d'onde se descobre o mar e a chegada
de navios a este porto, he ruui recommeu.
davel para qualquer estabelecimeEto com.
inercia l e he mesma que ocupou por roui-
tcs annos a respeitavel casa de Cmblree
Mejworth & Compsnhia \ os prttentenles
dinjo-se ao Corretor Uliveira.
C9> Os Srs Manoel Antonio da Silva,
Francisco de Paula hibeiro Guimaies, An-
tonio Jos Coelbo Juuior e Theodoro Joa-
qnim JJuarte ou seus procuradores quei-
lo declarar por esta iollia as suas ir oradlas
para se Ibes tallara negocio de inleresse.
Ka tarde do dia a5 do correte ser
p do arco da Conceigo de gigos com ba-
l-tas navas e chegadas ltimamente.
Compras
tST A Barca da carreira dos tolos obre
de Jcs Dai.iel : nesta TypogriGa.
tSS~ Um bsnheiro de aodres na roa lar-
ga do Retalio D 9.
tST" Escravos de ambos os sexos com ha -
belidedes ou sem ellas nao sendo velhos ,
para fora da provincia; no armazem de Anto-
nio Francisco dos Santos Braga na ra da
inoeda n. i4
tST Escravos de ambos os sexos, de idade
de ia a 20 annos defronle do trapiche novo
no escritorio de Joaquim Juse de Amorim.
E3T Um ou dous moleques que nao exce-
da.) de idade de 2o annus com officio ou sem
elle ; a fallar na botica que fica no Otio do
Livrameuto D. ai.'
tsr'Cano s pioprias pnr* abrir, sendo a
de 4o palmos e 4 de 56 ditos ; na roa da
Cru< D. a4. ... .
%3T Linim de p'anta ; na solidarte na
est rada que vai pea o rrai guinho no sitio do
fallecido Bernardo da Gama.
^v i> l. r? i;n. m.,tin pl'eiroX de nacao mocambique de allura ordinuru,
tST O 1 alafho 1* rncehna mono " e,r" 3 j -i j ___k.k.
pereceado ter ab annos de idade sem btrba,
horoeinem titulo de ir entregar pao que era
o que ella andava vndenlo ; quem a p9ar
leve a fora de portas 11a ra de S. Amaro eos
casa do .Tenente Joo Baptista de Oliveira
Guimares que ser recompensado.
Fugio no da a3 da corrente um pr*o
e 11 (1 a S
aterceia praca ua porta do Sr. Di Juizde
s.-j" Folhinhas para oanno de l84i na
praca da Independencia I<>j = de livros ns.
3; e 38 :, na ra do Cabog loja do Snr.
Bandeira ; na na da Cadeia do Recife loja
de forrugem D. 4 do Snr. Moraes ; e de-
fronte du Matriz da lioa vista botica do Snr.
Moreira.
fc^ A posse de um terreno com 3o pal-
mos de frente sobre 120 de fundo na ra
que est demarcada nos 1'unJos da Igreja da
rdem Te retira do Carreo o qual be foreiro
da mesma orden e proprio para urna ele-
gante edicaco ; a tratar ao lado da Igreja
de S. Jos u. j 4
tsr No vos curtes de superior cassa pinta-
da de lindos p^dreens e cures lixas ; na ra
do Cabug loja D. defronle do cerieiro.
ver O maual das molestias dos olhos di-
vidido eiu 3 partes primeira anatoma se-
e conb?cido de novo fabricadj prxima-
mente de quilha a bordo ; a tratar com seus
donosJ.se da Silva Neves e Pedro Mam-
an no. ,
jsr Duas escravus moc%s co*n bias habe-
lidades e um rivaib com tolos os andares;
n\ ra de agoas verdes U. 1a.
tsy Duas armacoens uma na roa direita
para rxiudezas e outra as 5 pontas par^
venda cu loja toda forrada de madeira ,
e com muitas vantagens que se dira'o ao com-
prador a fallar n ra da roda venda D.
ssjr Canoas de um s pao de 4- 45 e oJ
palmos mu fornidas e propinas para serem
alertas em b*rcacas e canoas de aga j a tra
lar com Jase Higinode Miranda.
33y [Jma duna de cadeiras 1 jogo de
banquinbas um ernap uma mesa d* meia
desala ludo oe Jacaranda um ielogj de
cima de mes- e uma parelha de etpe'his
grandes par sala tudo por prey,o commodo ;
ua na do Pagundes L). 18.
13- TJm ruolequede idade de id annos ,
rom officio de sapateiro na ra do Colegio
. 5.
fula o grosso do corpo ; de niroe Liuren?o ;
quem o pegar leve a c^sade Francisco Anto-
nio de O'iveira no atierro da boa vista que
ser gratificado.
tsy Desapareceo um preto de mena Aato-
tonio da costa alto magro coito de>
uma perna tena os olbos um pouco verme-
Ihos levou camisa e calcas de brim ; quem
o o pegr leve a casa de Manoel A Ivs Guer-
ri na ra do Vigarij e. 7 que ser gratifi-
cado.
ts^ Na noute do da sabbado aa do cor-
rente nm prelo cidoulo de ame B-nedi-
cto estatura baixa magro e barb do o
qual toi belieiro de Joo de Alemo Cisuai-
ro ; quem o pHgar lee a ra dj sol D. 8 ,
que sera rerampeus-ido.
ts" No di* igdeSetembro uti preto de
nome Do mingos de naci congo, lidino ,
de idide de 40 annos baixo cara redonda,
pouc buba slguns cbelo biancos pe's
grossos e com leudas ou marcas delias foi
esciavo do ngenho Cruassu em Serinbaem ,
e supe-se ter bid j pira este lugir ; quem o
pegr leve a ra nova ao p d* ponte a se-i
1 i* 1 /. Ucii ice a iu-i uu>o aj us u wi/nm i.
tsr Tinta verde e olio de l.nbac. a ^0 a P <; Co,ta Leite qu, g ili-
ibra paiosa a4o ea duzaa a5bo, '6- *!
issas a 3to a libra arrox de vapor em sicas
cara.
3"
Ko dia 17 do corrente as 4 horas da
. a i-L _| J *37^ 11UUH l-l UUlUIlfHlC na ix muios
a4oo.mob.,e.Bor..libt papel da Urde do 01D prelobjUr UM Una de a j
de aniz a 7oo rs. a caada,; genebra a 800 rs. de ^ o
a cenada agoa erdente do reino a 1000 a
1 icnaii ana h p - . -- ---------------r----------------- ------------ l .5 algodao di Ierra 5 quemo pdgar levo a ru4
Direilo da segunda vara na ma estrella do guuda pbisica dos olbos, terceira molestias c.n.da genebra cm nouja a aoo rs. espi- noY jj. l7 que8r gr.,i.ift4ao>
Rczario; far a arremalaco de um sitio de dos rxesmos destribuidas e ordenadas p.r rito de yiuho a 340 a garrata j na ra da ro- ( ^^ Tendo sido tunado no dia 6 do cor-
ierra rom arvoredos de fructo mas sem
tasa de vivenda no estrada de bellem jor
txecu*o de Ignacio Francisco da Silva con-
tra Marciano Marte da Trindade Escrivo
Vjagalhes.
tsw Aluga-se orna casa terrea com quin-
tal pequeo e cacimba no lugar do umn-
guinbo ao p do sitio de . Laurina j a fal-
lar na ruada Cadeia do Reciie u. xa.
Cr Quero precisar de um adeiro foruei-
ro e a n.Ssador dirija-se ao beco d pol D<-
_uis dasses e desi;revendo o curativo quej"a ) l^-
compete a cada uma tanto para u*o interno I GT Um pavo, oucompra-se uma pvoa;
como externo obra rouito iolerasante e o- no aterro da boa vuta U. 19 junto ao beco
bienios de algebra por Lacioix ticas gravu- do 1 ro.
cima i.
Avisos Martimos.
PARA O R. DE JANEIRO, o Patacho
Bella Amisade Capito Joze Joaquim Ma-
chado segoe na presente semina 1 quem no
tcesmo quieer carregar uu ir de psagm ,
diriia-se a Gaudino Agcstinho de barios
l'ARA O RIO Dfci JAJNEIKO a Barra
Braaileira Firmeza Lero loi.i.ecica i.ao so
pela velocidade de sus viagens como pelos
superiores conemodos e boro tralameuto aos
passageiros, segu impreteiivelaente no dia
37 do corrente, pode contratai alguma carga
aiuda passage'iros e esclavos, com Antu-
nio Franciscp dos Santos Brajja na ra da
rooeda n. J4a cu com o Lapitao JNarciso Jos
de 5. Anna.
PARA O RIO CEJA R El RO segu com
mulla brevidade o lierganlim lndiauo Ca-
piloJose Joaquiro de Uliveira ; quero quiser
canegar ou ir depassagem dinja-se i>o mes
n,u Lopitio ou a seu consignatario Manoel
Joaquim liamos e Silva.
PARA O ARACA'lYsahir multo breve
a Sumaca Felicidae Ivitstie Jos Uoclii,,uu.
-Pinbeiio coro a roaior parle da car^a prom-
pta j quem quiser ca regar ou ir d posaagem
fciilend-se com odito mtslre ou com o tu
01.0 Antonio Joaquim de Souza luLeu j uu
ra da cadeia*
rente um escravo de nome Manoel altura
regular secce do corpa, rosto cumpriio,
11 ai i' afilado beicos gio-ajs denles lima-
dos l'cm liito de mos e ps bracos e per-
nas linas com muito pouca bwba di ida*
de de a5 annos bastante bucal levou ves-
tido camisa de cila azul e obleas bra.c.s ;
quem delle souber e levar a ra de ljrtis
r.sdasumptuosavaranda eligida tro honra W Su, erior cer a de carnauba a b.5oo-ia
da Coroao de S. M. I. o Sur. D. II em arroba ; na loja de fazendas de Jos Esteves
fu 11 o e colorido, ua ra do Rosario da Loa Vianua na pracinha do Livramento ai.
vista loja da casa . ,6 ^r Wa Pl3?a da Independencia loja n. ao,
aar 60 caixss de madeira amarela para cha i-son de primeira sorte a 35bo a libra, u receber 6o000 de fir(,,inceo.
socar assucar, e uma txolala para fora da rape arela preta brins transados escuros e JN0 dia 10 do correte fugio u,
pia(a, ei>4omma liso e conuba j na ruada de iistras a 710 a vara e dito branco a 8jodi. crara do gento ae angola de-naCo gabj ,
prai serrana do Cardial. ta bttoen de metal amarelo para cisaras e ,)e muil0 ,adia e CfeouU dfl
eolelescemacoropetonteargolinha ditos com (Jaflp dfi %i an'nosr
ima es-
L 111.1 escrava de boa figura cozinha
o diaiio ce uma casa e he lavado-ira ; na ra
da c tsr Mangas de vidro lisa e lavradas vi-
leireiro de Pedro Segundo di,os com a letra deS Q Cm d cor" lula levou
-A- pata guarda da alfandega ditos para ^ ^^ desbotada' camUa de ,,
mar.nha, aboluadura, de retro., ditas de dsoiinho fino quenapegar leve a ru* d*
dios redondos para candieiros galbeteirosa sarja ditas de .veludo para casaca cordao Guia n. io, que se. recompensado.
moderna cafereira com filtre garrafas e'de quatro quinas e redondo linhas de mar- ^ Nodia ^ docorren,; { um8 ng.
poleiras lapidados, chapeos prelos de car muito finas emcaunhs, penles de mar- grk t.reoo|4 de noa,fl Semioa bem lallan-
sh o mais fino possivel e de forma mo- rafas de tartaruga, ditos de marum de tirar ^ fae bbxi > ^^ do cor^ ( fae bfm ^
ia, ptimo sortimenlo de calrado para piolho felos ero Lisboa estovas huas pata nbecida por ser quitandeira aqu uesta praca,
denles, calimbas de, o para denles trau- loi escraa de tslt;va-0 jose P<|, ijar,el0 que
sel.ro de burracha ico sortimen.o de btco. ^^ ao iuctt e ,. q hQ Q Jm_
e rendas largas e eslieiia dito de fita de terfo fl ^ a f% dj ^ ^
garca de todas as c;res, as verdadeiras pilu- & U(Jq aQne '* ef. utlcaio.
Lciiii o
65? Cjue f. o Corretor Oliveira Quii.-
ta ieira aa do couenie as 10 horas da ma-
i.ha em ponto no Mgundo andar da caga da
iu nova D. a7 dihtnte da quefoi da roo-
jbdia do fallecido Ttiuma. Lrns uma cem
pltta uiobili ecnaistiodo em cadeiras sefa,
Besas e &.c. de jacaianc em dous tenses uix
xci.nnlodurado no peu toro todo o pumor,
e cutio em osudo i^ufasi uovo \indo do l'oilo.
leitos mezas para jamar e de jogo marque.-
aas e lulo os mais rosles propiios ara loi -
xteer iiittiracseule uma caa a maia bem pie-
paihda.
6y Que se i boje ib do curenle na omi-
ta uo ari*b<*m de Femando Jos tttifgutz v
com
masas
Cerna
stiiora veludo preto para colete dito com
pintos encarnadas tecido setim maco preto
e decores cau.br..ia adamascadas lianceza a
9000 a peca que vero a sabir a tabo a vara,
L/icos blancos e pelos dito de seda e blom ,
o outras mullas iazendas, ludo por preto com.
modo; na ra nova l). 11
tsr Um negiooptiaso p;:ra o traballio de
piictiada j ua iua do Cabug loj* de miude-
z.s IJ. 4.
a^r Uma canoinie aberta nova que car-
nga oito pesaoas e outra que carreja ti ^ no
esioleiio de Joo de Unto Correia atraz da
ribt-ira.
C^r Esleirs diadas da india propias
paia janelas e pao fino de pulia t>mbein da
india iX'ollenie para jaquelas ; na ra do
Liespo U. 1'2 assim como c>i.vis de vidros
propnos para caixilbis.
KSiT Vmho do Porlo de muito boa quali-
dade chamado de ramo por nao ter ciifeicao
muilo proprio para o tempo de calor a i5ou a
caada e a gmala a uoo Vi. ; un ra estrel-
la do I o ano anua/0111 de vinlio D u8.
tsr UmaCiuz ptiio:al,e do habito de
Chnsto contendo peaias ncas e de muito
I,ouj goslOj na lieuij.e casa vcsmii1 o do Fau-
cl.imlli.
l*" A maior paite de nma morada de casa
(enea sita uo paleo da aiiospital Uo l'arahiso
U. i5 a qual taz quina com o beco qui; vai
par. oidem tercena de S rreuctsco j tratai
na la dos barL-eiios coro o Escrivo do faz ,
ionio to sobrado de Joo l loto de Lerxo*, das
bus * Luas aa nmin, e d s a as 5 da
larde.
WT Um si io no lugar de agoa ofria de
bebeiM e urna vucoa oe lite cun ciii ; a
l;.il.ir eoa Jcm.^uiiu .Jenaes uo sillo dclroule
aoCifur^iao Uouotl Bcinaidiuu,
las da lamia em frascos de o petente follieto e ptimas bichas de h-m-,
burgo ludo a pvero que uCj desgostar aos
tieguezes.
ar 4 escravas cocas com bo.s babeda-
des duas delias engommo bem cosem e
cozinlio uma dila por 32o,ooo ptima para
todo o serco de uma casa um preto moco
de boa (igura, um molalo de id^d-s de 16 an-
nos boro para pagem um mole jue de Ja-
de de 12 annos ; un ra de aoas verdes C3sa
terrea D. 37.
CSr Uma cabra bicho com Elba muito
manca e boa leileira ua ra de agoss ver-
des U. (i.
-eravos Mugidos
i3/* Nodiaa5 o corrale fugio ptlas"6
huis Cu tai iie un a pitia de neoao de no
me Calharina levou p^nno da cusa de uma
listia branca ecutra'bzul da largura db um
Ctdo, istatuia baixa e grossa comlcdosos
denles j e vesiidcs brancos e oulros que sena
.-abe da Coi 5 qutm a pegar leve delrouls do
tLealio tm 1 a.-a do tuLt.iao Loe ho que se-
ia lecompeusisdo.
tijr A ly do corrente as 5 horas da nuule
destp^re.t-u uma puta de nome JJjnjingaS ,
ue iittio L^uiouman Loixn, c-.tia 00 to; po ,
i-ou. Kiiu te um Cinto de ciaa pioximo aos
da fente tem una hairuga em cixa uOj
liumb.-os, tero os j oj um lano cambados lan-
o em bicnoa como ero torero torios, suposm-
se tci sido lunada par nao ter uuaca lagido ,
ebaver noiia 4ue elli acompanlma uta [u ttll E IiA T3fP. DE M. F. DE F^fo-fi
ifloVllIliJiltO lio t^tlfl
COJSTI.\UAC\0 DAS ENTRA JAS DJ
Babia; 10 dias Biiguede Guerra France.
Zebra Lommandaiite Cambrai.
SAH1DUS WO MES.dO DA
Trieste ; Gatera Amerkans L ndon Cap.
Ti.omaz D. Bruce caiga a mesma qua
irouxe.
ENTRADOS NO DIA a3
Por tos do Norte ; 17 dias Faquete de Vi-
por brasilciro Parantiense de 4o tonel. ,
Cima,mdanle Jcao Frederiro Lenizo ,
equip. a4 j a Jta Baptista AJoreira pas-
sageiros para esta provirvii 3 pera o 111 o
fie Janeiro 6,67a lecruUs
Terra nova ; 39 dias, B igne Ingle Con-
liei de i4' tonel. Cap. Roberto 11. ,
tqtiip. 9 carga bacalhlo j a Lalham &
Hibbert.
Poito ; 4.4 dias Brigue Portugus Flor de
Beiris de iba. tonel. Cap. Jos Thomaz
de Lima equip. ai carga iuboemais
gneros; a Manoel Fiancisco Puntes.
AH1U JNO tfE&UO DA.
Arccaty (ou e.-cslas pelos porlos do Norte ,
tjiale biaziUiro \ ingao'oi Cop. UiBiui
^os Antonio de Aitedo carga dneisoa
gneros.