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Anno de 1841 Sexta Feira Todo aijora depende da7as ooi ad.airaeao entra as Naeesiuais cultas; Proclamaeo da isierablea Garaldo Braiill ? o ata ta nnneioi, . viudo asignados. PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES* Gdade da Parahiba a Villas da ma preteneo i Sii S -\ Dita do Rio Grande do Norte, a Villa dem. '' (g., a Scxlas'feilaSI Dita da Fortaleza a Villas dem..... . ......( Cidade de Goianna ........... '' Cidade de Oiinda ..................i.'.. Todos os diall Villa deS. Atito . ............ . ' . . Quintas feiras; Dita deGaranhuns a Povoaco do Bonito ........ lo, e 14 ae cada mas Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Formoxo, e Porto Cairo, 'i, II i dito dito Cidade das Alabeas, a de Macei............dem dem Villa de Paja de Flores................. i + Ida 3, dito dte Todas os Corrcio partem ao meio dia. PHiSES DA LOA NO MEZ DE NOY. Quart. ming.a 5 -as i b. a 5t m. da tard, Lna Nova ai3-as Mi. i (i;n.rfaraao. Quart. erase, nuil O h. e <8 m. da man. La C.-eu aa8-as h. a 1S m. da tard. Idart theia para o dia 19 de Novembr Ai Q horas e i3 minutos da tarde. As g boras e 4a minutos da manb. \0 DE NoVEMhRO. NcM, 253. CAMKIOS. Novembro 18. Londr.'.J. tg "?" d- porifoooced. Lisboa ...... 8o a 85 por o|0 preemo por metal offereeidoj Frar ca......3ao ris porfraneo. Comp. Venda. OnRO- Moedade6#4oo re, velhas I4f5oo lfc,7oo Ditas .. ne* '*^oo i^oao Ditas deafoooreii, 8J100 8J3oo PRATA -- PaUees Brasileiros - r - i#5ao i|oo Peecs Colurooarios------------ifGao if6?iu Ditos Menanos--------------1/600- i#6ao alinda.------------------------l#4ao 1/4&0 Dise. de bilh. da Alfandega 1 i|8 por loo ao moz. I ojo dem de letras de boas Turnas i l'J '4 Moeda de cobre 5 por 100 de dise. DAS DA SEMANA: 15 Segunda S. (iertraas V. Audiencia do Juiz da Dirclto' da a'9 vara. 16 Terca S. Valeria M. Relac" aud. do Juiz de Direito da i vara. 17 Qnarta H. Alfc) e Zichio Jln, Aud. doJn7/de D. da 3. vare/ 18 Quinta S. O.lo.n Ab. Audiencia do Juiz de Direit da f. vara - 19 Sexta S. I a'iel ninln F.- Anuencia do Jnii de D. da 1. v; JO Sabbado Octavio M. Reala:, e audiencia do Juiz de D. da 3a vara, ai Domingo Apreentad5o de N. S. PERNAMBUGO. CO VI MAS DO DAS ARMAS. Expediente do dia i5 do corrate. Gfficio--Ao Fxm. presidente, requisi- tando-lhe rom urgencia o conserto da cober- ta da enfermara do hospital regimental do lado do Sul, que se chava Listante arruina- da a ponto de ter sido mandada destelhar pelo Ccromaodanfe do deposito para evitar algum desastre e disendo-lhe que este con- serlo godera ser feito Cero menos de 8 dias tal vez), corn oiuita economa, sendo admiras- Dado pelo commmandante do deposito em- pregando na obla alguns soldados como em outras occasies se praticara. Dito Ao mesmo Fxm. Sr enviando-Ihe inlornado o requerimento do capito Manoel Jcse Vi concedesse passagem para sua provincia a lialia na priiiitira enibnrcacio que se offe- ucesse e bem es im a dous cadetes do mes - too batalho, que o acomptnhavo, recolhi- dos da Campanha do Maranhio. Dito Ao mesmo Exm. Snr. reroetten- do-lhfc informado catro requerimento do ca- pito Vieira e dos cadetes Lula, Hibeiro anches e Pedro Jos Vieira, recolhidos da campanha doMaranho, que pedio o pagamento do que se 1 be eslava a dever, em vista das guias que trouxero e noro a- bono de commedorias de embarque. Dito Ao mesmo Exm. Snr., transmitlin- do-lbe iufoimado o requerimento do Sida - do decavallario bilvestre de Resende que pedia demisso llegando baver sido im- propriamente recrutado. Dito Ao lente coronel commandan- te do deposito, remettlendo-llie os papis de rontabelidede do destacamento da comarca de liaranbuns, pertencentes ao met de outubro ultimo, o mandando entregar a respectiva importancia ao portador Thomaz Fernandes da Cunta. Dilo-Ao prefeo da comarca de Garaohuns communicando-lhe o exposlo iio precedente ciiio, com oque ficavu respondido o seu lie 1. do cor rente. Dito A lente coronel >omrosndante do deposito, ordenando-lbe a remessa da l de oficio do atieres Joaquina da Silva I'errtira, para ser enviada a reparlico da guerra* Dito Ao capito com mandante interino da ton panliia de ares ordenando-lhe semelhanlemente a rewessa da l de ofiicio segundo tenente Jeo Marinbo Cavalcante ' c/Albuquerque qna nao fora remetida com os de naisdes cfficiaes do terceiro balalbo de ariilbeiia a p. ALFANDEGAS DAS FAZENDAS. A barca americana A-nelia vinda de Philadenpbia,.enlrada no correute mei, [con- signada a A. Schram, manifestou o se- guinte i 36 fardos com fasandas, 4>o barricas com farinba de trigo, 8jo barriera com holaxinlia, ia quartolas com aseite de peixe, 6 ditas com fumo, 11 cams com dito ioj ditas com vel- las, 15 ditas com charutos, ao5 ditas com cha toditas com toucinuo, 93 barris com carne loo ditos com breu 100 ditos com pix't, l5 dito! com agoa-raz, 3o ditos com vi- nagre, 70 ditos com vinho, 5o sacras com pi- menta, 4o duiias e meia de Cidtiras, 4o bir- ricas com batatas, a3g ditas balitas 97 ditas com fundos, 601 ditas vasias. ARSENAL DE MARlNHAi D'ordem do Illm< ,Sr. inspector do arse- nil de marinha se faz constar que no dia 19 dj torrente, pelan horas da manh, se vender em hasta publica na porta do a!- moxarifido desta repartico, huma porco de farinba, taucinho, bolaxa, caf e agurden- le, que foi entregue arruinados pelo brigue brasiieiro Leao, que ltimamente chegou do Maranho corn recrutas. Secretaria Jda iuspecco do arsenal de ma- rimba de Pernambuco 16 de novembro de 1841. Alexandre Rodrigues das Anjos. Secretario* A cmara municipal desta cidade faz sesso exiraordDaria boje 19 do correte, O secretario Fulgeneio Infante de Albuqnerquee Me'.b. Correspondencia. THEZORARIA DE FAZENDA. A tliesouratia de fasenda desta provincia , tena de f*ser elguroas emessa em letras para Londres e por isso es Sors. negociantes , que as quiserem dar, bfcjo de coupxreeer na sesma thtsoura lia nes dias de aeu ex- pediente Secretaria da tbesouraria de fasenda da pre- vinria de Pernambuco 17 de noveub.o de i84i* Joaqoim Francisco BulOe Cmcial maior. Srs. Redactores.-Tendo nos compromet- ido emnossa ultima corresp .udenci a res- ponder ao admirado e a ordem n. 4,*- chamo-nos obligados a faze-lo; por Uso princiando pelo admirado ; por quinto a or- dem depois da insigne sova que lhe deo a Aristarco ha roister de alguma convalesren- cia para poder solTier segunda pois isto nao vai a matar ; eis-no9 terceira vez em lica com os athlelicos deffensores da Cmara que de cerlo nao poda eseolber alUntea que m&is se Ibe assemelhassem. Principia o Admirado declarando que muito o suprendeo o ollicio do Etm. 1 resi- dente da proncia dirigido a Cmara Muni- cipal e o motivo de sua surpreza be ter nel- le o Exm. Presidente ludibiiado a Cmara , privando-a de huma attribuico importante, quando deveria como principal aulhorid.de da provincia ser o piimeiro a rodea-la do devido prestigio ereconhecer a importancia de seus direitos. Com effeito se acaso o Exea Presidente houvesse em seu ofiicio roubado a Cmara Municipal algumdireito que a lei Ibe conferisse se houvesse annullado algu- ma deciso justa d'ella tendo-a sem duvidd despido da necessaria forc.i moral, reso te- lia a Cmara para tornar-se ciosa de suas at- liibuifoens, e o Adoarado para surpreender- se i por que nao est ao arbitrio de huma au- tboridade qual quer atacar as altribuices de cutra seropre independecle na esphera que lhe esi trabada e por que nao poderia dei- xar de admirar que o Exm. Presidente que l eutao se havia condusido pela ?eieda d justica, sp disviassedella to de subiti; mas pire dir que dittroe n forrea moral quandooExm. P. nada mais fezdo q'obstar do poder judiciario quando perdoium Rao oa dio excesso de juri?diso que queri co-net- lhe minora as penas '{ dir que o juiz de su- tera Cmara e anullar uma decizo niDS peror instancia distroe a forca moral dojaic injusta se nao 1S0 l em immoral, que mo- tivo authoriza a Cmara para tornar-se zelo- sa de seus abuzs eso Admirado parasur- preender-5e ? tupr-aa causa a audacia, com qup a Cmara, dezobedecend > a 1. autho- ridadeda provincia em suas justas decis99 , fundadas em um direito concedido expresa- mente no artigo 73 da lei de 1. de Outubro , se imperra em su iniqua pretencp esque- cendo qu? aoExm. Presidente compste sas- pende'-a e manda-la autuar : suoreza causa a supreza do Admirado, #eonsislente em ter o Exm- Prez, a quem compete c^nbecer das decises da Cmara usado do seu direito , julgando que ella decidi mal quando a deciso de S> Ex. he olhos visto a mais ju- rdica que na naturesa se poda dar, quando eom ella cobrio-se S. Ex- de immarcessiveis louros que lhe sio oflerecidos ni por uma caBla de aveniureiros que soem vender os loHvores que prodigaliio, pelos favores, que recebem e que sempre cpm a mira em seus enteresses adulia iodos aquelles queea- tio no poder : mas sim por aquelles, que sa- bendo conservar a dignidade de cid-ao de bum paiz livre soem estimar o governo pela pessoa que nelle se acba e nao a pessoa pelo alio cargo de que se arha revistido ;^ pora- quelles em fim que sem se constituirem vit aduladores do governo, sem escraviiuem su- as opioioens e accoens ao seo raaw leve ac- cenotem a preciza independencia para pode- retn com toda aliberdade e imparcialidade jul- Rardo mrito ou demerito do seo proceder. N ,s concordamos como Admirado que tod* authoridade h mister de for?i moral, por que toda ella oecessita d'a hum certo grao da seguranca que a ser sempre firmada na for- cn fisica custaria innmeros Sacrificios: mas releva ad tirtir-lbe que esse grau de seguran- ca tem limites e que por comequencia huma authoridade qualquer nao deve ter tanta for- ca moral, que lhe aisigure fater tudo quinto lhe aprover ; por que como diz bum' cele- bre Publicista Msim o a ^li de tal se- guranca expoem authoridade a lar disoba- decida assim tambem a demaziada seguran- ca expoem o povo a ser constantemente lyra- nisado : e he por isso que o governo repre- sentativo que seguaJo a expresso do Sr. Torombert. be a peileifo do espirito huma- no applicadou poltica di?idindo-os pode- res polilioos constituindo-os indepeudenles, e dando meios para inotilisar-se a aeco de qualquer d'eile qu mi excede a rbita de suas atlribuices mantean sempre e somen- te aquella grau do forca moral, que be in- dispensavel e do qual por consecuencia nio podem as authoiidades prescindir. O Exm. Presidente por tanto annullando a de- ciso da Cmara nao a despio da forca moral, de que ella ha mister inhibio-a de adqui- rir por essa diciso mbitraria um grau de seguranza superior aquelle que deve ter, um grau de sigunn;% prejudicial e isto por que o Exm. Presidente ha a aulhoridadd designada pela lei para conter a Cmara na esphera de suas attnbuicoens mantendo-i mquelle grsu de torca moral que lhe deve justamente competir. Por ventura (tari o Admirado que o Imperador distroe a forpa iroral das Cmaras Legislativas quando nega a sua saofo a um projecto de lei aprovaJo de instancia inferior quando revoga urna sentenca dada por este ? Supomos que a tanta nao ebegar sua coragem ; logo com a.*"- foita a aventurar, que o Exm. Pres'u'eite destruio a forca moral da Cmara Municipal por que decedio o contrario do que ella q ie- ria ? Ceda a raso e concorde com nosco ,' que o Exm, Presidente rodeou a Cmara dU prestigio que lhe he devido e reronbecao a importancia de seos direitos, quaado iba nio quiz dar aaior prestigio do que ella deve ter ne m reconhecer um direito 9 que ella nao tem como havemo* demonstrado va mos demonstrar, e estamos promptos de- monstrar em todo tempo e lugar em que que nos chamarem a campo os deffensores da Cmara. Os artigos 80 e 83 dis o Admirado d as Cmaras o direito de nomiar procurador fis- caea e suplentes deslea os qaaes servirs quttro annos E' logo Cjnsequente e di- roan das palavras da lei que logo que ha- )io fiid.'s os q utros anos poder a Cmara demittilos sem forma alguma de pro^esso temos pois que o Admirado reconoece cora nosco que dentro dos quatros annos nao poda demitlir a Cmara os em prega Jos e neste ponto mo-tra ( a fazer-lhe juatica ) sermaii rasoavel do que o dispropozitado G, V, qua s pode conceber a irrevocabilidade dosem- pregados durante os quatros annos havend huma tarraza que os prend, tal vez simi- Ihaate a de S. Jorge ; por^ que ( coitado ) a su* crassa ignorancia lhe nao permite saber, que por tres modos se delegoas funches pu- blicas : por commissoens que sao revogave- is ad nutum-, por um certo tempo determina- do na lei durante o qual sao ellas irreroga- veis e vitaliciamente, quando a duraco he determ inada pela vida do iddeviduo. Mas releva advertir que o Admirado est em hum perfeilo ijuivocj quando confunde demisso com nio uj. 11 cacao coisas entre (aoto to distintas, quanto sao a privaca de nm di- reito de que se gosa e a nao conseco de ou- tro a que se aspira. Quando os artig )s8j e 8J da leidd 1. de Ouiubro dio a Cmara o direito de nomiar procurador fiscaes e aup'eu- tes do-lhe sem duvida tambem o direito e nomiar novos : mas como a mesma lei mar- ca quatro anuos para duraco de toes empre- gos e por coasequencia rindo estes tea lin- dado o emprego nao se pode dar dimisso quesupos-u nice'sanamente q ij o iadividuj est na poss3 do emprego j mis sim noao- meaco ; o que recouhece o mesmo Admira- do quando du neo se offeuda o di eito dos empregados, que forem darntltiJos : or que passadosso ja us quatro annos quelneg-f rante a lei , por qua se o direito b ao gr cia lindos el'es exiinguese oa ndividios que estavo empregados deixo de ser empre- gados logo que ispira ese praso e a Cima ra nova o que tem a fazer he ou no malo* no- vamenle ou deixar de namialos uautati- do oulros : nio podeudo assim dar-ie demis- so de empregados emcasoalgum. Tenis p )is a queslo trazida ao seu verdadeiro pou 10 a Lamara tem o direito da deixar dd ** miar os empregados mas uma vez nomiadJi ellas us os pode demitlir : estamw *->cf3 MUTILADO fc i a o ir per mbCco 5 xr.icu dte coufessr o Admirado que nao como a questia he assas melindrosa ,'e en- es pedia dimillir que sto mesmo elld reco->o!ve em si a violaeo de direito seguiremos nhere quando se exforya em atacar a n difluir o seo direilo de nomea- de nomeae,o : e isto pelesseguintes princi- ttais dn que cao Mostraremos pois primeiroaienle que a Cmara nomiou os empreados em segun- do lugar que nao podia diffirir este direito de nomeaco. Nos ja mostremos em a nossa 2 correspondencia, que ne ha repugnanvii e.Vuma em urna nomeaco tacita mus torea be que demos maior desenvolvimento as nos- *as ideias a G:n de que fique isto lio claro romo a lu meridiana. Coabate o Admirado a ideu de urna nomiaco tacita por uso que a nomeaco he un ato pozetivo, eu arirm d'um acto -, mes quem ja diste ao Admirado, que um acto po.-iiivo ou uBrnaaco d'um ac- to nao pade ir.iar-se em um consenliminto tcito? Nao he por ventora lodo contrato um acto poxitivo, cu t-firm;co de hum acto, e nao Um uelle tanta validado o eoncentimeuto tcito t eomeaexpresso ? Ou o Admirada por urna ora junspi udencia a do excluir dos contratos o conserniosent tcito ou me ade conceder qua pode dar-se nomeaco tacita. Nao confunda o Admirado o acto pozetivo com a declaraco de conseuso para elle: quan- do diseos que teme urr-a nomeaco Ucila , ce queremos diser que nao houve um acto postio cu a'irmiuj de um acto o que di- scaos nicamente lie que o consculimeuto para tale ..do ai dado tcitamente por conse- cuencia em quauo nao demonstrar o Admira- do que nao |0 leve a nomeaco tacita. A ncmeaco sabemosmuito be;i, he hum acto positivo ; mas com* houve este acto po- sitivo, se bem que fundado em um consen- tmenlo tcito, ouve necessariameate no- xceago tacita, O que he urna nomeaco, se nao um acto pelo qual urna autboridade que te acba revestida do mandato denomearou- tras declara que quer ero no ru da naco con ti acta r com ella odesempeubo de taes e tacs attribnic.es ? Logo e.-se aeto poselivo que depois de seguido ti a eUac,o cria di- rcitos e obr'ig-ces-, reciprocas heumver- dadeire ccntiacto, que segundo todos os pu- blicistas deve ser regulado pela juri-pruden- cia do mandato ; mas em todo contracto ad- mite-seo conseulimento tcito logo tambero pode dar-se nomeaco tacita ; toda a repug- nancia est em conuadir-se a nomeaco com o consentimento p" 'la applicando-se a palavra tacita a nomeaco quando se de- bera rnente arpliar ao consensa } pre- cindamos pois d.ate equivoco e veremos, que a nomeaco fundada em um consenso t- cito torna-se expressa logo que o consen- timento be conbecido ; assim em ultimo re- sultado diremos para tirar todas as carradas, A' muita diffrieic entre as leis per messivas, e a< lf n iirjerativas, aquella con- cedendo urna f.cul.lade, un direilo di a iiberdad < Je usar delle ou ni), estas orJe- raudo o exercicudo direito Cisesi delle tarn- bem um dever e p-i eensrq lencia se nao pade precio lir do seu exerci: i >. Ora o ar- tigo 8o e Sida re do 1, da oulubro he im- perativo, o que sj - da txore?su oomo r por conseqoepcia dandi urn direito a cmara Ike iinpoiTO ao mesmo tempo un dever e porisso -i cmara nao pode daixir de iaser a o.uneaco Delle determinado e isto por que sendo os rmpiegado's essencial- ment nt cessarios.Je nao pudendo consequen- temenle a cmara predndlr deUes, nao poda aleideixar de impor-ltie a obrigaco do os nomear ; mais a ruesosa iei marca ass eaipre- gadus a durflco de quatro auno) duraco que tem a amara t-imbem : logo he evideu le queseado a disposicao da fei iiparatl- va a cmara be rigorosamente ebrigal ani- mrar os seus etepregados logo que toma pos- se o argumento pote, que dedi z o admi- rado do lempo em que ur.ve a cmara usar do direito quereado piovar qae visto a lei nao ter expressitenie disiguido qum- dodde ella lser a nomeaeio, pode usar des- i>e dfreila quando bem lia aporover se converte contra elle : por qu3 se a camiri o | O inimigo foi totalmente destruido e des- J es mnito com o Admirado. Por consequen- quatro annos foi ojo.U s-gunio os imm General ^Burrell da' t8 de Reaes ^U^9"s I Ca se demonstramos que a Cmara asno- principies, eos do ad nirado mesmo mas com os Reaes Vlinoheir s dis.loiou o ij i j gj do outeir.i ea frente que eslavs tirte- menta occuoaio. Ubi brigih de mn- nheiros atacou ao me?ni> temo os fortes o:- cidentaes, de sort? que o ii *i? J n > soh M msi segurauca em parte alguiin da sea po- sic. Tendo s->ado o toque de avancada as tro- pas assi-n nicbnae* can Ruropeas porta- rao-so con aqoelte danod > que cracterisa um exercito logle e em meo >s da meia ho- ra depoj que se deu a ordem pira avancar , esInglH7.-s olbavii sobraaceiros para a ci Ja- de de Cvnlo d'u na distancia apenas d* loo varas d^s f?us murosi fiaras veees frouti n> causa do sen pait a brigada dos marinbeiros deb^ixodo coromando do sea valente ciefe, o Capito Bourcbier mesmo bocea d'unsa tremenda canhonada, desalojou oinii)igi do forte ccidental e plantn nelle o pavi- llio d.< fnglalterr** Durante" a maior prt do diacoi.nuara as tropas inimigs a fazer sortijas d'um acampimauto forteroente et> tiiiicheirdo sobre a esquerda ; mas foso sempre rcchaoidas pelo ^9 com a maior cal- ma e delibera^'o. Kcceando o Coramandante em Chefeum ktaqu8 aindi mais serio d'um forea cjmbi- nada concentrando-se apparente.nen'.e den tro do enlrincheira-nento expediu 0189 reforcar o 4f> os q0"163 80D commando d Maior cn;ral Burrell re^elUtao o ioimi- gj perseguiro-no ao longo estrello ater- ro que atravessava o pantanoso lerreuo e finalmente fizero-se stiiliores du seu arraid pode delerir por nove meses, pjio l^mbim por umanno pul- dios, f-o; lies, a; por qaalro, e Ue que serve eaiio o preceiio da Le -nomear-fcso-esiij imperilir', que produz origaco 'l sobreomi que trs o Admirado a retpto doi avisos mai dir nos por ora ; porque tnuilo teajuj que faltar so- bre este assuiujito em a respOsHa que tica0)08. forgicando ao celebra numero 4 di Omisa ; nesta occasioenlofaiemo ver es erro i cra- sos em que ella cabio, indignos at d un menino que principia a ler o> priaeiros ru- dimentos de direilo publico, Sou Snrs. Reilm-lores. Seo venrado.- e criado, O Legista. Noticias JEaStraogeiras. baratado', o seu acampamento foi immedia- lamcnte incendiado e osarmazem que elle eontiuba vouo pelos ares. As Iropas ingiera* estando cxpostis a um fogo consu- aidor da face do nordeste d Ciiade sof- frero muito durante este aUque no qual se deslinguio pela approva;o doCommin- dante em Chele a haroici con lucia do Capi- i;i Giaitin que dirigi :s Coupanbiis da vanguarda ao longo do caminho atterradi. Lata prova do valor e pericia militar dos Inglezes produzio um rjsu't do mais salutar : urna bindeira de irgoi appareceu icada so- bre os muros. A todas as ridiculas repte* suoiifes do inimigo respondeu Sir Hugli , que se o General que com maudava os C unc- zes nao coosentissa em vir ler cojo elle, cou- tinuario de novo as boililidades no Gm de duas boras. Passadas as duts horas ain.la uctuava a bandeira branca, mas o General Chinez niochegavo a os quirteis Iagiezes b'uaro-se enlj preoaratiros pira touara Cidade por assil'.o e dero-se as ordeus ne- Icesiariaif jumio foi entregue a Sir liogh que a cmara nomeou os empregados exp.es- sf Hugh 0(Jgh ( omou-se aa Coaselho smente. Ora que ella prestou o sea_ can- \ de gURrra > t que a$siill0 \]r. RUiot e eolio senso bem clammenle para que el es s jteve Sir Hugh occasiu de vericir_os prepi- considerassem nomeados,demana,ja dos uctos, j rattf0S Q Ulim\g0, Uezejoso o commaudan- q' a seo resptito praticou dando procuravao o* ; te da expedivo de atacar o iu uig 1 em um procurador, cxpedindu odens aos outros em- pegados nsanaando-lhts pagar ordenados , id de sua propria conGaso, como vamos mos- trar. Vejamos oa roqueiimenlos que nessa ? Particulafidades do ataqu: de Canlo pelos Ingleses." Pelos despachas omciaes dtado3 de Calcuta a 7 de Agosto de 184i sab^-sa que estando ^''U do Weoi^aeTirio C a forca naval e militar Ingle, concentrada I orJ..u|dj a sus.enso das hostilidades. na vizinhanca de Lanlo aqaella dabaiu | Eu ^0 me cousi'iero diz o General no do commando da birf leming Senhouse, nj ^ 9& ., coinpeteu:t d* polilica da (lolenbeim e esta a carg) do Major-Geaera,! que o Plenipotenciaria de S. Vi. estava com- pletamente satisfeit) com o girantia dada oa- ra p*!ment) do mhio restante pelo res;i. te deCiniio, e que para mais de i{.ooi soldados Tunaros havio sabido da Cuide , conforma'as pnnulas do tratado sena n- gignias ou bandeiras fluctuaates, ouioqoe de mudiM , que 3,ooo tinhio ido embarca- dos, e que o resto se pr>eprt pira seuil-o<, quando se Hit desse transportes, acced vontade do Plenipotenciario de S. M, deem- bircir as fopas o que e(Te>tuando-se no r, do correnle ao meio dia se arreou a bandei- ra loglea nos quatro fortes a. e aabindo as trop*& e a brigada dos miriiiheiros voltario para Tsin-gai. fo Jornal do Conamerci j de Lonl e s.) v '__________ -N BOSOUEIO DE AL(iUVI\S SCENASDA PRAlADv VICTORIA. iceuida, m d'elia extep;ao das suas deten sas, Logo depon d'tsto ebegou o Cspitio Uiot, e ces- saro inteirameoie as opera,.es activas. As trops Trtaras que se suppe serem /i ojo combtanles evacuaro eulo a Cida- versano do nascimento da sua i.-beraaa fe /,J' ; ., ., . da: porem ieunio-se urna leros cana: u d dia de to bons auspicios qu.il o do anu- versario do nascimento da sua Soberana fe todos osexforcos por desembarcar urna grande celebre uiscusso sobre a dmi^so dos empre- gados oro apresenUdos e ap pro vado* pela cmara aleles ceubeceremos que a ca^a- ra .econhecia que os empregados estavo no- meilte constf aioi aj long., dj ltdj mefida. Major Pratt com um uoro do a4 que os desa aeades. Priraeiro requerimento que esta I na, di cldadC( lojou d'uma forta posiyao e pol-os todas em earnaia nomei urna coma is,o para tra-| Estando completas as dioosi352s para este ,u8a< Apparecerao ouiros muuos bandos, tar das relormas des empregados desta cama- intento, forao postos os barcos a reboque dos hormidaveis so pelo seu numero ; porem a ra- assignado Mello Cavalcan.e Oa se vapores, emoverao-se as orcas para o pinto BW e do* q"8 oS P"68"8- rfP "f" o do ataque. O Major Pratt execatou s or- > movirneuto*. iaa* occasiao ellesti os emf legados ero da cmara estavo nome- adus, pois sem nomeaco ell os nao podia conbecer por seos eoipregados. eguodo-O Sur. MelloCaralcaute requereo que fossem comeados nevos err pregados anda que inte- rinamente i resolvto purem a cmara que se fiseftse a nomeaco dos novos empregados no dia da prxima sessao continuando os em- pieados demittidos notxercicio al esse da - Ora cofctiiiuaiu suppoem priucipio lu- go teos empregados continuavo no ejerci- cio be poroue ja utio principio mas o ex- ercick'Suppoem nomeagao : logo estavo uo- Keados. k. o que dirao agora os que negao 1. v cacao Ucita, depois de bavermoa ue- n.oiibtibdo que a mesma cmara.leconbetia es euipitgados norteados PQuem mais com- petente du que ella mesu.a para declarar um aclo de sua vontade ? Ju poderla dis- jitnsar a demonstravo do seguuUo ponto, por C|' provaedo que esUvo no e.dos provado ' que a cmara cao delerio oseo direilo dens com prestezae aceito apoisa*udo-se das feiio.'ias antes das tinco horas ; mas a colum- na esquerda levada a rebojue pela Neme- sis, por varias dusas nao ple alean caro Sulphur Capito Belcher sa nao ao cre- psculo. Tendo eulao o regi menta 49 de- xembarcado e postados os piquetes o gros- soda forca relrocedeu sobre Tsiu-gai para vero a ousadia de eucerrar urna compo.ibia destacada commandada pelo Teneola Had- li .Id e uiuilos milhares de Cbinezes linbo effeclivameuie cercado a sua pequea pba- lange em quadrado qu^udo chegou o soc- rorro. Com ludo isto *oi atuiuui ij aos effeilos d'u.na tremenda tempestada de tro- vles acompaubada d'uma torrente de ebu- proteger o desembarque das pecas que se ' que tanto a-.clou as armas de fogo qu*e tffeduou durante a noile. A lorca priuci- o at d urna vex nao pode disparar um *o Uro pal avancou enlao par as emioemi .s orlifi- M oda no aperuuo conuido bravo a bragu cadas e muraltias de Canto cerca de trez os Chiuezes ero intetramente desiguaes ao milbas distantes tomando successivamente IJleies. Apenas ir Hugh Gouh coohe- asmelhores posees no desigual e apaulado ceu eieutemente que as guerntbas que terrenoquehaviadepermeio at qua se a- continuavo a ame-v-f a sua posteo oo chou deotro da liuba dos fortes dos Cbinezes. obravo p-r 1. il aeoois d'alguma das autlu- Teudo cnegado a batezia de roquairas e o ndades Chiuezas pedio que se Ibe enviasse parque d'artilberia fizero-se as disposifbes um mundano para dispersal-as, e que o para atacar e.n escalo de columnas da es- Capito Moo e o acompauhana a im de ve- querda. O Tenente Coronel Morris do fa lifictr se a ordem lora expedid* de eonfor- com o ij de Madras e os voluntarios de Bsn jmidade. gala aucou e gauhou o ouleiiro mais visi- Veado dic o Commandante ea Chefa , iH i de bomeacd e que por consequencu ad- u isao rjue deo aos Empregados dentro dos [uno o forte do ceuUo ,'em' qnanto oMajo'f- 'q*n*iotao pagos cinco milbei de doltaret, e Triste .. Trista i. Era a hora ero que no horisonle asoma du- vidosa lux mensageira tmida do astro ra- diante que allumia o mundo.'Mal ee destn- guio os objetos purgue airida'as trevas nao liavio de lodo cediu o passo ao seo vencedor, serena tianquiRa esTa a rutureza, como in- noce.'i'e crianca nos bracos de biando omno, te refiescava a trra e era delicioso respi- rar eriti o ar puro e vivo da machio a* bor- das desse mar tasto que tanto ao longe es- tende seos bracos excusos. Era a hora do remanso em que o bomein repousa anda das fadigas do dia para mais larde recmec.ir a hita contra o aoffrimento. Momentos apraziveis qnanto rpidos, em que mentirosos sonlios ou quieto durmir embalio as creaturas em dourado berco at que em despertando rhoVfo a agitacSo de tjmpcituosa vida e o affmoso lidar da mi- sera existen, ia to prosaica, to enfado- nha quando ao menos nao he cor'ada de perigos de dsgoslos Instantes de evenlu- ia, emjque - o crime vela porqu Oeos nao deixa cerrar os ollios ao criminoso em quanto este nao se arrepende ou nao repa- ra o mal que fez por impulso de funestas paixes I E com ttido ja a esse tempo no da 15 de Junho do anno que vai 001 rendo, os ha- bitantes da villa da Praia bavio dexado os leitos de^uismoradis e aguardavo impa- cientes o romper da aurora, acampados como um exercito que armou.leudas p3r urna no^- te. E anda bem que t5o acertada rsolucio lomaro elles pois que o Senhor os tnha ja aviado. Ameanavaos um grande perigo - recavio ficarem suhmergidos as nuinat de seos lares porque repdidos e recentes tre- mores do ierra te Iba nliguravao o sinistro sgnal de pr>xm,a cata t.|die. A [tradicio e memorias de e-criptura relero lastimosos csjs lerreuiotos expeiT.enta dos naquelU parageen em eras nao uiui re motas-e a cautela be inspirada pelo conliecimenlo do passalo. Nenhum flagello da natureza deixa de offe- recer a esperanca de um refugio, urna eva- siva, um elemento de consolaco. Os raios nao destroem cidades a pes:e nao aniquila as povodcS:*, apenas as d minu. Mas una tei> remoto .' Oh Kes.e.. .. leva ao longe os seos estragos, inevilaves vidos de todo o genero de prezas nocivos na mais fonesla general 1- dada acoropanhados de terror de assom- bro, de destruico como se fossem obra de um genio mo que sabe das voragens do in- ferno para assolar a trra. Mas um terremo- to....... oh! esse.......de?ora chou- pana3 e palacios arrasa cidades assola re- gies interas d a morte a familias, e todo umpovo, coraosuccedeo ao de Herculanum e de Pompeia no anno 81 da nossa era no momento em que folgava descuidado nos^he- atroj. Mas um terremoto......oh! e*s>.:- accalnmula os honores todos de ura incen- dio da tomada d'uma praca da endienta d'um lio comprenda todas as aceas crue- lssimas, medonlns, e alterradoras que es- magfio a coragern do homem que lazem per- der a esperanca: Una salus viclis nullam esperare salutem, Ero poa aprehencSes desta natureza quem incutira desalent no animo dos Pratenses , e osobrigara a refugiar se nos campos e nos quintaes de suas moradas. Dolorosos trances pesia quem espera a ra- da instante um acontecimento fatal um de- sasir. Quem poderia dar contadas peno- sas cogitacis d a socied de da tristeza con- sumidora do su.-to que renova que se au- gmenta que se esvaeca e depois volia mais forte emlim de todas as ssnsaces desses cru- s mo atentos ? He mais fcil imaginar luj0 ' MUTILAD OTARIO l PErfNAttlilied so do que esrrevel o e too Dante, ou By ron seriio capazes de desenliar con figo a sgonia o martirio do cora roa do homem nessas ci ises atnarguradas. vertido nessai poucag linhas que deixo esrp Neste padecer de crueis tratos se debati tas. Se outra vez esc revesamos ubre este a eemibilidadc e o peusamento dos Prayense, assuropto seria nosso objecto agradecermos a )ante. ou By-1 deboquejar uin quadro de horrores he groa*, ra do Rozarlo estrella,, par. ah se tratar o tanto psra carpina como para marcioeiro pe- com Irecos de sena a minha palheta perada e inhbil a negocio qu se pretende. | lo rnais rasuavel preco. loraco e d'al- mi que a niove e asas de amarga he i. j s& Quem precisar de um rapaz portugus! tS> Precsa-sa de lugar una preta qaa qnando a tena comecou a oscilar medonha. e irada como acommettida dos espasmos de- penosa convuhio. Mova se arrebatada e co- lrica aemelhanca dt-sses poneos homens de prodigioso esforco que chfgavio a despeda- car as farsa no Circo da Cidade (tema. Aba- bva-se de.-d* as entran has, e no sacudir vi- olento de sua agitacio fendia os muros das cavas, cuja solidez pareca p.der. afrentar os insultos do lempo. Esla\a poreui c!k gado o instante Fatal em que a furia da Naturesa havia de aubir ao mator auge, Um cstrondo rned. nho se ouvia Ib i o percursor do violentsimo abalo que reeluzo a ruinas a mimosa da Victoria a risonha villa da Praia. Pareceo que l as * rofunderas de subterrneas cavernas se dis- paravo oo mesmo tempo innmeros canhG es ; pareceo que urna latera dos abismos tro* a va hormona para annunciar a festa dos demonion......e nos nimos de todos calou o error. Mu havia (Spirado o espan- toso estrondo lego a tena tremeo mil vezes inais enfurecida do que at enlo. Agravio- na perseguirlo-na as furias todis e como ?que atormentava o dilirio e o frenes de ar- dentsima lebre. Pareca nts primeros lis- iantes fizer lepetidos esforco,"* para erguer-se embaladamente, t que desengaada de sua impotencia caba desfallecida e depon o.s-emelhavo-se os seos nievimentos ao on- dear de vagas que a vanco, recuo rpidas, furiosas Jem proceloso mar. E por tffeto tiesta lida violentsima desaliarlo com pavo- roso sollo os edifieios ja d'anles alluidos ; e logo urna ntgr.'t, solfcadora nuvem de p toldou os ares. As malfadadas ciealuras , attonitas espavoridas, em tino rom pe- rio em mil vozes confusas, gemidos, bia- dos de misericordia entercnlados solucos- cat os irraconaes seltaro spero;, medo- nhos benos. Eludo Uto redohrava maise mais o horror dista pungente scena em que o ir. mem prestado de foi cas abjndonado da esperanca entregue ao dominio de supers- ticiosa enferma imaginacfo s V diante de si o derradeiro dia da creaco a auniqui- l.ico a morte ..; Alvoreceo a manh e virSo os miseros Prayenses o ro ais lastimoso estrago o espe- ctculo mais aflictivo urna povoacSo ani- quilada edificios, templos lancados por trra as ruase as pracas obstruidas e o ge- nio da melancola esvoacando sobre um mun- to de ruinas, E entlo foi um renovar de prontos, de sentidas lagrimas, de con fus s grites e entSo fo um endoudecer de cons- lernaco de pavorS . Se ao menos a i* magn:.cao podesse trnnquilizar-se com a cer- tesa de haver terminado a catstrofe Mas iio. A Ierra agilava-se ainda em oscilaces continuas ouv-se de qnando cm quando o temeroso trovSo subterrneo a atmosphera t .mi a i a-se carregada, oppr(Ssora o sol dar* dejava raios de intensissimo calor e tudo inspirava o receo de mais pesado infortunio. tf)s abismes iao par ventura rasga6-se e do seu eio sahirio torrentes de fogo e de lava. Esse solo, Qude ha pouro floreca urna povo- acio brilhante, eslava agora alastrado de des- trecos, e talvex que era breve ou desapBrcces- se, ou ficasse stbraei gdo debaixo de materias arrojados por um volcio.. . JN'ssses instantes de imondavel amargura o homem ergue osolhos para o fnmamento, e chega com o coraco at ao trono do Eterno. Filhos desgranados implorSo o soccorro d'um pai de misericordia. E a quem, senao ao Sr. das Alturas, contario elhs suas angustias, e pedirioauxilio, conforto, perdi? Todos ejfes phenomenosda Natureza sao, he veida- ' oe, reguladas por les geraes, e eternas- mas quem estalieleceo essasleis, quem as impoz a Natureza? Fo o Omnipotente, foi o Dos Grande.. Nao tem elle as mesqfinhaspai- ies dos horaein. , nao, mas consola o crer que aceita a suplica do inf rtuni, que escu. la as vozes do arrependimento, de sujeicio da creatura no seo poder infortunio. Assiin os Prayenses, attonitos, e confusos como atavio avassalados pelas mais crueis im prestes de honor, de pasmo, de desalen- t, prefer! o em grito palavras de entra- nliadj son timen lo pediio perdi de suas culpas, invocavoa Divina Clemencia. No delirat porem de seo desacord c llega- rlo a maldizer a existencia ; mas essa blasfe- mia l fica conta da fraqueza humana e J)eos a perdoar porque t elle he grande, s elle he forte Lembrou buscar refugio., ",::r, mas basta Dos o beneficio de haverern cessado os fla ge'l s que nos tem afligido. Angra do Herosmo 10 de julho de 1841. Jos Silvestre Ribeiro, ( l)o Correio Mercantil ). LOTERA DEN. S. DO ROSARIO DA BOA-VISTA. A meta regedora da Irmandada de N. S. do Rozario da Boa-vista tem determinado, que corrao impreterrvelmente as rodds da i.A parte da 1. Lotera no dia 29 do corrrenle 1 os bilbetes acho-se a venp"a nos seguate lngares no Kecife ra da Cadeia, Lija de Cambio do Sur. Vieira em S. An- tonio ra do t'ollej'i j loja do Sr. \7enezes lu- nior : ra do Cabula botica do Sur. Joo Moreira Marques; e na Boa-vista leja do Sar. lapozo ra do atierro. LOTERA DA MATRIZ DA BOA VISTA A meza actual da Irmandade do SS. Sa- cramento da freguezia da Boa-vista tenda marcado no dia jS deDezembro prximo fu- turo para correrem unpreteiivelmente as ro- da* da 1. parte da ti. a Lotera a beneficio das obras t espera dos amadores deste jos > hajo de concorrer para a compra dos bi- lbetes que se bao venda 00 Recite ra da c ru qua oqual so propoem a ensuir primara letras nao tenba vicus i.em achaques para todj ser- fora desta praca -eta qualquer lu*ar do. vico de urna caaacapai de pequana familia J niatto ou sertio, pois tem al;*ons estados de pois na mesma se asiegura o bom trata nenio ; gramtica portuguesa latina e escrere p- timamente ; dirija-sn ao p da ponte d Boa-vista vnda di di esquina qua acha- ra com ana n tratar. tsar Qaem liver algum escravo com prin- cipio de marinheiro e queiro vender diri - ja-se ao esiriptorio de Manuel Joa juiai Ra- nos e Silva, SF Lenoir Puei & Comp. novamente ro- go a todos os Snbores qud tiverera contas quen a tiver e quser alugar dirija-si a ra njvt na paderia D. 16. (39* Alaga -se metade da ama caaa terrea rom alfluns com modos em baa ra, qaa mora nab un borne n soltairo aem familia quem pretender sen a" o tamben bornea, soltei- ra sen familii oa prefere-se nona Sra. de ida- de ; dirija-se a ra do Rangel na veuia, Di i8 do lado do nasceaie, isr Quaae quiser caicarar um preto "aa- a rrcebor do seo finado socio fredericoSchalcii mojo carregidor de cadeira coq es officioa bajo de as appresntar a: o dia a4 docorren-i de caraiceiro e eanoeiro, de muito boa con- iadeia loja de Snr. Vieira ; em S. Antonio ua do Collegio loja do Sur. Meneaei s ra do Cabula, botica do Snr. Moreira Marques mo uaja ama. le ; porque desta dita em diante e\la nao p^garo mais conta al^uma eos creiores sero obri*-).ljs a reebinara.il dos seos her- deiroi na Europa. 4Z& O aliai.ioassignado faz pub'o que todas aquellas pestoHS que tem tomado di- nbeiroa premio aorx Cixeira Vlanoel Lopes di wilva e entregado a este penhores de ouro prata comprela em casa d)nb ixo assigaado para faserem as neressarias declardcoi para o que se do tres dias aos que moraren nesta praca e quin?e aos de fora della poii que pas- sado o di'.o praso sero considerado! os mes- ro'oS penhores como propriedaie do abaix) assigrodo por ser deste o dinheiro que sabr elles deo seo aitoex-caueiro. Jos Uo* mingues da Costa, %W Prerisa-se allugar urna preta cativa, que saiba engomar etc s quem a tiver diri- ia-se a ra da Cluiaf sobrado de dous andares ouannuncie, para ser procurado oumes- e no Livramento bolica Jo Snr. Chagas ; e na Boa-vista na botica do Snr. Joaquina Jo- s Moreira defronte da Matriz, THEATRO, Grande Drama; ' CATHARINA HOWARD. Vai a scena sabbado uo do correte em beneficio de Modesto Francisco das Chagas com a pompa e brillianlismo que peje seo ulbor, o sabio Alexaodre Uuaoas. Se a presente noticia tratasse de elogiar tio excellente drama tornar-se-hia fastidiosa, porque o respeitavel publico est bem aa fac- i desta sublime peca pala muila fama que lem adqueiido. O Snr. Gamboa nao se poupar a fadigas para presental-a com o decoro devido e para muito roaia abiilhan- tar, vai a pedido de muitas pessoas desem- penhar a dicultosissima parte de Ethel- wjod -bem como o beneficiado a do Dnque de -Norfolk-e presidente da cmara dos Pares. Foi marcado odia de sabbado para meior commodidade e em consequeucia da pe$a ser dividida em 5 actos, e oito quadro s. SOCIEDADE NOVA PASTORIL. O 1. Secretario da mesma convida aos Snrs. Socios ec geral para sessio extraor- dinaria boje as 6 horas e meia da tarde. SOCIEDADE APOLLINKA, A Commisso Administrstiva partecipa aos Snrs. Socios, que por inconveniente deixa de haver a ultima partida do correte mez, Arrendo-&e a grande Olarias de St. Anna, delronle do engenho da Forre com barro dentro, e mais comodidades necessa- rias i e tambem se aluga par* a festa urna ca- sa com muitos commodos e quintal com la- ducta e se dir fielmente o motivo por qaa he vendida; quem o pretender procura ai ra Augusta caza da quina confronta com o beco do Peixoto. kst* Compra-se 3o3 caadas da aseite da carrapitoque seja em conta : aanuacie. <-*&* Afljnco S. Martin st com nova Toja Franceta no palio da Matriz de Santo Antonio, caza terrea .8, tem, aleada muitas outraa fazendas francezas qoe agora chegtro pelo navio a pouco ebegado de Fra- ca , chapeos de muito bom gosto para Se- nhoras bons challes de seda tudo na ul- tima moda, como se ver nos Ggurins m.is modernos *. ca qua es se mostrarn aos com- pradores : tambem tem b>as sedas para ves-* lids meias de seda pretas e braucas lavas sem dedos de todas as corea, botinas psra Senhoras do gosto mais moderno espatos de lustro e de marroquim de todas as corea para Senhoras boa agoa de colonia, oa fras- quinlios de reine des fiurs a 4o rs., os feas-; eos grandes a i^.J0 rs., bons selias com epa- relbos e sem elles a preco comnsdo fun- das para quebraduras de homens tanto d'u- ma verilba, como piraasduas, caoiveteg superiores, tanto para algibeira como para Avisos Diveisos. O baixo ass)|nado aviza ao Publico que no 1. do co; rente separou amigavel- mente a sociedade que tinba cun o Snr. A - iiedo Willeis ena seu esbbtleCimento que gi- ra va com a firma de Christovio Diestel & Companhia, e que-dessa dacta em diante con* tinuar o seu estabeleeimento a girar s com a firna do annuuciante, o qual se obligar pela liquidacio da extinta firma Christovio Diestel. SST" Oabaixo assignado tendo de se reti- rar para fora da Provincia avisa eo Publi- co que o seu estabeleeimento continua a gi- rar como at agora, e que na >sua auzencia (ira encarregado de promover 'as negocios tendentes ao mesmo estabeleeimento, o Snr. Gregorio Autunts d'Uliveira ao qual o au- nunciante Ihe tem p s>ado procutaco bastan- te authorizando-o para este fim. Christovio Diestel. SST" O Snr. que annunciou dar i;aooU a premio sobre Lipothecas ou boas firmas, dinja.se a betica de Jlo Pcrein da Silvcira, l ! *** q^Udadea de Urragem ranaiiras e boa cacimba a tratar na ra j aparar penas marroquins de loJas as corea a Nova, loja de ferragem D. i3 ou no Maa- guisho, sitio de U. Matwnaa Theres. de Jess Sequeira. agr Um caxeiro para ae arrumar vindo proilmamenie d Muranho compralicade oegogio de loja de faaendas e miulezos e enlende de escrituraco ; quem o perleuder fale na ra doQneimado D. t, tsr Alugao- se tres escravos para serventes da pedreiio ou para eulro qualquer servi- co na ra do rozario larga casa pegada a botica do Sr. Bartholomeo no a. andar. *j- O abaixo assignado previno aorespoi- lav publico haja de nao contratar com acu eacoxio Mimo Lopes da Silva sobre um fica de sua firma da quautia de um cenlo e seis sentosmil reis passado a favor do dito Ma- ooel Lopes da Silva pois que em jutzo v-i tra- tar de reivind.car o mencionado fica eai cou- sequeucia do mesmo ex caXiiro ser devedor de grande quaotia ao abaixo assignaio sein beus com que a possa satisfazer. Jote Dominguc-s da Coita, S3r Precisa-se de urna ama de leile e tambem de urna escara que saiba arranjar o diario de Casa : dando se 480 por dia f na ua da Florentina U. ! tsr Precisa-sede um caxeiro eum fei- lordemoenda para engenho perto da praca : quemesliver nesta circunst.ncta d'rija-se a cinco ponas venda D. 17. SST OSr. Fernando Antonio Sarment d Mua queira procurar umcaixo viadodo Ma- ranbono brigue escuna Laura remetido por Jo. Mariano Correia de Azevedo Coiunbo em caza de Firiciuo J. b\ ua Roza : ra da Mus- da ' ,4l< > ja n k S- Aluga-seo3. andar da caza U. 0, da ra do Queiuiado : a tratar na loja do matoso, - Na loja franceza ultimamen e estaba- lecidn no atierro da Boa-vista defronte do co- legio J'ernambucano se vende pelo mais c- modo prego as seguintes faisndas do rtilhor e mais delicado gosto de Pars, chegadis por ejtefl ltimos i.at ios a saber lindos e magni- fico* chapeos de seda e de palha para senliora' lenas de seda com dedos e sem elles, suas sedas 1 aia vestidos mais bellas mantas de fi. de linho bordadas leos de cambraias di- to com fiares e sem ellas tanto para horneo* co- nt para senbora, um bello sortimenio das mais bonitas fitas e bicos de todas as quali - dades e de todas as largues perfumara de diversas cualidades ao mais frescas e mais a- romaticas, meias de seda lauto para bomd.n , como para aenhora eoulras fazendas, seda, lia e algudo todaa pruprias pira o tempo de festa asaim como tam bem ae vendem na 1 4o rs. a pelle esporas de tsdss as quali-- dades, boas sedas, Gtaa e flores pa ra cha- peos de Svnheras , tudo a um precinho tal que nao desagradar as amadoras o aau- dates. OT Qaem quiser comprar eseellente fa* rinha de trigo da marca SSSF SSF e ame j ricana eui barricas grandes e pequea*a e por prego commodo ; dirija-se a ra dos Quar- (eis paderia D. 5. * tsr A luga-se a casa de s andares da praca da Boavista U. : a fallar ni botica por bai- xo da mesma. Da'se por junio, oa em pequeas quaotias 400,5000 rs. juros da a por cenlo so mea, sobre penhores de ouro, ou prata : nestaTypografia se dir quem di. H^. O Bacharel formido e Professor da Geographia e Historia do Carso Jurdico Mi noel Ferrera da Silva, d ligei de Geo- graphia Lalim eGemetra nasta Cida- de do Recife 1 as pessoas que quiterem ui- luar-se de seu presumo dinjiosa a casa de sua residencia, uirua Direila . i*,, i andar. ssr Precisa-se alugar urna casa terrea , que o seu alugu.'l nao exceda a 8 mil rs. mea* saes ; nao s'exige bondade de ra i quem a tiver annuncie tar De*eja-se filiar ao Sr. Padre Gonca- lo Victuriao liorgea, a negocio de sea in- teresse : atraz dos Marlyrios casa da S por- tas verdes. U5* A pessoa qua annunciou em um dos Diarios do principio do corrate ter em seu sitio urna crioul. muito hbil, declare o ao- me do lugar do dito sitio para se ir ver se um< que anda fgida leuapos. tar No armaseta de taboado de pinl-3 por deiraz do Tbealro, continua-se a vender exct'licnte iarinha de trigo para pao e bo- laxa e pelos mdicos probos de 1 ;s , if, e l'tsrs. a dinheiro ou praso ; e lambem se vende urna ptelo da superior ti- boado de piubo americano ; na ra da Sen- zalla velna armasem de Viceuie Joze da Brito. tsi" A Ssnhora que eostumava fabricar o- bieas O.lias, e Estampas para Bauliuttos, aviza aos reguezas que est morando ai ra* Jo Rozario t.rg* no t. andar poteim di loja do Snr. Lod e continu na aiesaii , iomo d'anles. flt^* Depozito de caff molo sendo de t> libras para cima o mesan preco qae aa ra do Azeite de peixa (onde torrado^ no pa-: lio da Santa Cruz na Boavista, ua paderia de urna porta, virada ao poente, r Precisa-se alugar pitio* pira irsba-j xl.wr aun litio ; nnuu\ie, % DO DIARIO BB P EBN AMBDCQ de Olinda, resolvido em sesso no da ji do p. p. met de Outubra convidar a todas as pessoas que lera dinheiros a premio da me*- maS.Casa, pa un novo contrata e" rrivo respectivo segunda vez o Ui constar, declarando a essa* raesmas pessoas que a commisso encarregada para isso e ashara rennida na ra do Bom Gna cm n. aa todas as quinta* feirasde cada semana das 9 |lDrw corrente anno fiodos os quaes sera* aquella* que nao comparecer. judicialmente obri- aados a recolher os pitaes, e para ch'gar Quem precisar de ama ama para casa de homem olteiro que cese, en,*omma , e cotinha e tem bons costuraos dinja-ae a ra da Florentina D. 3. . cr Oaem precisar de um caueiro ponu- puea atra *nda ou Pd<"ado " fen> P- tica e da fiador a sua conduela dirUa-se as 5 SSl";m'pr.-:r de u feilor porlu- cuez dirija-ae as 5 ponas D- 31. s__sr Quem quem quiser dar 800,000 a pre- mio sobre bypolhecaem urna casa dirija-sea ra da praia armazera D. 11. tsr Precisa-ae de urna pequea casa ter- rea na boa vista com tanto que tenha qun- tale seja o alegue! pequeo; quem tiver dirij-se a ra da Gloria L). 40 quasi-defron- te do sobrado onde noorou o fallecido Adriio , cu na ra da cadeia velba n. 54 no urimeiro indar fi:, uc "cv#cr *" * Z r" r Quem tiverpretos que tenho pratica lugar do Calderero defronte do un de tirar areia na coroa, e os queira alugar Gama. por da ou por mez dando -se o sustento di - rija-a* a botica da ra da Cruz D. 34' . nr Pede-ae ao 5i\ que tes o obsequio de tirar do cormodo.a carta* para Manoel A- "-"-" alunr estabele- driano de Albuquerque Mello viudas por, na b.a vista propno P^4^.'^^ ^Yn correio terrestres, as queira botar na caixa ou cimento 5 a tralar na ru levar em aua caa na ra do jardim casa do D. 14. Aih..mi...,.nP faz sci- mesmo nome. tsr Antonio Jos de Albuquerqne taz ci OTO Notario d. freguesia da boa vista ente que tendo dado aulboris.Saoaosbrsj8e mudoo a sua residencia para a ru da trempe Mara de Amorim Jnior e> i0*^ na volta que vai para a soledade ; quom del- de Figueredo en ^esembra de i*o para le precisar ali o devem procurar, poder arrematar o contrato das freirs .ou r Nanoute dodia n do corrente per- outro que Ihe coaviesse, que o auan, u , deu-se desde o desembarque do porto das ca- e tendo os ditos Srs, arrebatado a barreira aa Iioa vindo pela ra da senzala nova, beco passagem espirou a dita auctonsacao e o largo ra da cadeia, ponte ra do crespo annunciante nao os aban? mais e n ra larga e estreita do Rosario, pateo do auclorisacio tem mais valar algum. *-________._ _____ _____.. _. .<_ k ! **_ >.;(._iai,. secca a variada por coirta de quem preten- cer. Compras conhecimento a todos mandou-se publica o presente. _ tsr Arrenda-separasepsssara festa um sitio com boa casa coxeira estribara e muitas arvores de fructo cacimba com boa agoa de beber e muito perto do baabo no r Precisa-se de um oficial dechspeleiro dando-se preferencia a brasileiro ou porlu- gue: nolargs da Terco D. 3. ArreoJa-se a serrana da pon-e ye lia Escravos de ambos os .ex. com ba- belidsdea ou sem ella*, nao senda velhos , para fara da provincia-, no armazem de Anto- nia Francisco dos Santos raga na ra da tnoeda n, 14* Vendas t^* Falbioha* para oanno de 184*: na praca da Independencia laja de hrros ns. 3; e 38 j na ra do Cabu loja do Bar. liandeira ; na ra da Gadeia do Recife loja de forragem D. 4' do"Snr. Moraes ; e de- fronte da Matrii da Boa vista botica do Snr. Moreira. tar No armarem de James Grabtree estopa algodoens encorpados de a4 noleg- das proprios para sacos de assucar ditos pa- ra consenos de sacas de algodo toallus de lltibo pannos azues para fardamentos de soldidos telios de superior qualidade para bomem e senbora e brins da Russia. SST Urna morada de cas de sobrado de a indares na ra velba quina que vira pira o beco do Veras D. 5j com chaos proprios , quintal murado e grande com bons com- modos ; a tratar na raesraa casa das 7 boras da manh as 9 e das 3 da tarde* as 5 C^i Um pa para ti->oia na ru* de S. Rila nova cas de 3 rotulaj verdes defronte do sobrado do fallecido R>ssad. Superior tinta verde em olio ; em ca- ma larga e estreita do Rosario, pateo do auclorisacio tem mai* valar aigum. 88 de Jones Patn & Companta na ra do Carmo endireitura ao convento, e da hi al ssr Avisa-ae su Sr. Antonio ida ,Sil- be novo ^ j6 ra das Flores casa twea D. 5 cabio e per- va CaHial, que a sua a nancaaa mana u ^^ Um escravo para o *ervi?o de campa, deo-sedo poscoco de um menino palmo e tal ja deve um mez de easa e como ja se om carreiro caldedeiro e serrador ; na - s ..- __!__..- ii._v._i r.:.-----:.. ..:_!. f._ o nrfi. ,lc ", ,T j c. p. bric* de anuba no alterro di boa vista. ra do Colegio por cima da venda do Sr. r ra- u,% u"""_________________.--------- dele* no segundo andar. !SCraVO FuST-tlOS f__r Farintia de mandioca ltimamente chegada do Rio de Janeiro a 5ooo a saca de tneiode cordio grossode ooro con colseite Ibe tenba feito aviso particular faz o pre- e enfiado no mesmo urna liga de unicornio gente para seno chamar o i,? .orana. encamada era ouro uma vernica de S. ur Da casa do Dr. Jos Bento na ra no- Jose uma moeda de des tuitoens tudo de va D. a3 lunario um par de tasines ee pra- ouro } quem aebou querendo restituir leve a ta torneados e simples com abase oitava- dita casa que ser recompensado. da em feico de meia cana ; quem delles ti- tsr Alugo-se 6 escravos para qualquer ver nolicia e a quuer comroooicar ao dono ervico a 10,000 tneosaes j quem precisar far favor e ser recompensado, annuncie. I or-PrecM_.se aluar a,n .od.r daum de"sIl*^d"rolD.T"~lda "da'ra de" Vgoas _ Perdeo-se uma espora de prata na obrado, ou casa terrea, que seu aiuguet ^^ uro ^. i 6 tr.dade belem quem a acl.ou querendo ao ceda de i2,ooo sendo no^burro de ( *p provincia ou para en- xeatituir dinja-se a Olinda a casa do Couego S. Antonio j nesta Typografia no primeiro Serveja branca de rauito boa qualida- de em porcoen* a vontade dos cooiprad.resi m casa de Russell Melbr. & Co.npanbu j na rna da cadeia do Recife D* 18. r__r E &foro-*e perpetuamente terrenos com arvoredos de fraeta e perlo do embar- que na .passagem da Magdalena entre as duas poutes a fallar com o seu praprietario Jos Joaquina Dererra Garalaaali na ra da Gloria D. 3o. SST Tres molecas ds iJade de i5 a 18 an- nos sendo duas recolbjdaa com ruui boa. habelidades dou* lindos moleque* de naca o de iilale de 11 a 18 anuos um preto de bo- nita figura deidade de ao aaoos bom eo- zinbeiro ,6 ditos para tolo o servico e dou. molatiobos ptimos para pigem i n ra da agoas verdes . 38. OT Um moleque de bonita fijuraj na ra do Nogueira sobrad. de u_nandar d. varanla de ferro cr Uma rotula de venesiana por preco commodo i as 5 ponas D. 5i tar Uma porcao de pipa* vaiia. propria* pira se desmanchar ; na ra da seuiaU ve- lhan.35. tsar Uma vendo com poucos fundo* beoa afreguesada n travessa do Roario D. 11 , a tratar na mesma ra D. i5- s_sr Um f ir Jmenlo para guirJi nacional de cavallaria com pouco uzo j na rui oora armazem D. 34* asr Vellas de spermacete de 6 em libra _ Unto a retalbo como em grosso a 800 rs a| libra isto para, pjustamento de contas ; na ra larga do Ro_ano loja de miuleas U. 7. J<4E_T Um diccionario de Moraes da uUi.ua tdioj na ruadeagoa verde* D 3j. __f- Farelloomais fresco possivel para ca- vallos a jooo o saco tornando aoo res pela volta do saco, e a hem condecid ariuha de trigo das 'marcas XXXF e XXX, a melbor e mais nova que ha em Peruambuco ; na U- i o dia 18 do p. p. ugio do segunda a alaueire* a raeio da medida nova j no arco, sitio ao pe da ponte que entra para a estra- -*.._._ si i. e-i... J. --.-_ ,1. r,,>,.. >. r, m.lii l.irlkiilnma da di Concei9o a filiar com Gaetano da Silva Azavedo. Excellentes vellas de carnauba ; no Manoel Frrreira da Assump.o ou no al dar. trro dos allegados padaria de Jos Domin- gucsdelivtiia que receber 6000 de gra- ttfkarcfoi Avisos Martimos. genho um moleque bpm oficial de sapateiro ; na ra do Hospicio casa junto a do Padre M. L-.urentino. asT Um sobrado de um andar D. a3 na ------ # 1 __________ a um JODraUJ uc um anual ^ - - Io' ,. ~PARA0~RI0 DE JANEIRO o Bugue ra de S. Beato em Olinda em chaos pro- OSr. Manoel Esleves deAbreuquei- Nacona, Leo ( reeebe carga e passageiros ; prios com quintal murado, e arvoredos; ra fazer o favor de aingir-se a l..ra de ponas ^ ^^ ^ ^ dj Vj 0 d. 12 com o con- a trat.r na ra do Crespo D. 9 com Manoel n. aa para negocio de sea 10lere.se. 8gnalar0 Nuno Mara de Seix .s. ' S3T Quem precisar de um rapa* portu- RA MONTEVIDEO recebe carga a fre- gar o qual tem bastante pral.ca de negocio ^ q ^^ ^^ Forluns Capt5o G. B< para esUPra?aon lora dell. para jum en- Rcbelmi lrai-se com o consignatario A. genbo, d.r.ja-se ao baco do |,ae luto De- ^^ -ima 4. PaR\ O RIO DE JANEIP.O a Barca BT Aluga-se uma sala com uma boa al- Bf8silera Firmeia Lem conbeci_a nao s roTa para um bomem soiteno; ua ra do Queimado D. 11. trazia n'um boleo Ihe cabiise desde aquello filio at o alieno dos allomados uma carta dentro da qual traaia 2oaoooem duas sedu- las e mais enibruihadas n'um quarto de pa- relalmasso a quanlia de 137,000 em uma s_- dula de 5o,000 duas de ao.coo e varias mi- j'' ^ ~ excelentes commoios dirjase udas; tendo poiso abaixo assiguado volta- a p ^ Rodrigues & lrmo, na ra do ira- do squele lug.r as o horas e ne:a da manha e hj ^ Q aQ c il, fiocuiado com mulla aUtm.ao j* nada en- r________^______________ Ihe -.ntrou pcitanto cono ouiro recurso nao resta _.no convidar a ^essoa ou pessoas que achasse qualqutr drs ditas quanlia* para nicamente por encargo de con.ciencia re- t-c rlir com o abixo at.ignado o seo achado , Iz o pre/enle annuncio j ferlic-udo a mes* n.h pessoa que por qualquer somma que ge- nerosamente Ibe envi ujuo -giadecido Ibe licar tettemunhando tempre por tal acto a .ua eterna gratido | odendo para esse fim dirigir-se ou mandar ao atierro de boa m u no stguinJa andar da c.ia ,do Snr. Jos 1'odrigues do Posso ou na ra do Vigario 1). ib no piioj.ito and ;r. Saiusliano Au- fc ato Punen ta de Sjuza Peres. aar Aluga-se para se passar a fes.a uma ma na posado de Lcberibe junto a Igreja , t-in du.b s.U. a quarlos corlaba lora, e sim graLde tuin'.tl tdo murado com fru- tt.jrai. ti banho no tundo do qoiuUl a tra- tar na ra nova D 34. tST 'lendo a Mesa Regedora da Irmau- Freir ftjlarir. 9P9> 5o gacas com feijo vindaa do Rio de Janeiro no ultimo navio muito novo por preco commodo ; na ra estreita do Rosario L>. 3. tsr Uma casa terrea de psdra e cal com muro na frente que d tutra propriedade , pela velocidade de suas viagcn3 como pelos cooa Dajxa pjra capm e bastantes arvore- * dos de fructo; a tratar em Olinda sobrado ao p da ladeira da S. 33* Um pardo de boa figura pe feito oficial de carpina o qual se d a contento , uma preta cotinheira e lavadeira uma ca- brinha muito moca cozinha, cose e engom- ma e um pr.to para todo o servico por 35o mil ra ; na ra do Fogo ao p do Rozario De- cima jo. sjar Taboado de pinbo da Suecia custa- dinho, costado assualho de i e meia po- legada forro de meia polegada e 3| pro- pno para casa e para fundos da barricas re- mo* de faia de superior qualidade tudo por preco commodo j no forte do mallos armazem de Jos Antonio da SiUa Vianna. tsar Papel de peso coroinha do superior qualidaa i-j5o a resma tanto em poquena oumo era grande porcao, e charuto* n*. 1 ; no b.co da pol D. 6. est Um boi manco feito ao pasto, e acoa- tumado em carroca j na ra nova armazem D. 34. ,. tsr Chapeos francezes de superior quali- dade e da ullima moda por preco mais barato do que em outra qualquer parte na ra da cadeia loja de chapeos de J. -O, Elater D. 14. tar Vellas de carnauba de 6, 7, e 11 por libra a io,aao a arroba, e sapto* de bur- reoeda n. 14a ou com o Capitao Narciso Jos de S. Amia. PARA O MARANH..O' em poucos das o bem conhecido Biigue Escuua Giralina , por ter a maor parle dssu. carga prompta ; quem quiaer carregar ou ir de passagem pa- JL e 11 o tar Que fazo Corretor Oliveira segun- da feira aa do corrente ao meio dia em ponto, no piimeiro anuar da casa da sua residencia, na ra da Coureko de numerosos livros bem encaderoados que consliluio a encllen- te e completa livraria de um bem conhecido literato os quaes sao coroposlo pelo* me- Ihorese mais acreditados autboresem as lio- goas grega latina italiana franceza, por- mgueza alema e inglea principalmente , ei.rd vendidos intalivelmente pelo maior pre< o que se offerecer nao se especifica cada obra de per si porque o catalogo dellas seria d.o-asiido extenso para esla folha basta po- rem asseverar-se, qrw sao as mais atis e apreciaveis para lods as pessoas in.trnidss , e amante da* bella letras. tar Que fa Luiz Gomes de Figueireuo Cpitouo BrigueBrasileiro Felia Destino, . I* "_____. ____________ _I (Ifllrni. t et ar- *cuuu- .:-- .-ijcuor.uii ] m- a bordo do me-mo Brigue ancorad, delronte ^uedS Caa da ntruordia da Lidade{do uemmtltiar, no Uta 19 do corrente a9 racha por preso commodo j na ra do Ilan- gel D. 7. ar Dous qoartos grandes e em mulo boas carnes; na ra diraita D, 5 J tsr Um preto de naco benguela para todo o strvico j na pracnha do Livramento da nova da Gapunga o pelo Baribolomeo, da estatura regular seeco roslo descarnado , retinto da cor, e eio olho* encamisados , parece ser velho representa ter 5a anooi de idade tem alguns cbelos braocos na cabe- cae os da barba preto* be bem fallante, e gagueija alguma cou.a em se ihe exigindo resposta lam na canela da perna direita uma chaga e por is.o esta parte be mai* grogsa do que a outra tea alguns dedos de ambos os ps um pouco comidos parecendo queimades de sorte que visivelmeote se divulg esse def- f.ito, quando anda he um tanto apre.sado. e estonliado lerou calcas de riscado azul e camisa de algodozinbo e outra de baeta par cima} quemo pegar leve ao dito aiti. qaa ser gratificado. tsr A i de Julho p. p. fugio um escravo do abaxo asignado de nome Manoel, de na.o cabund trabalhador de olaii* e canoeiro, alto, magro olbos pequeos e a vermelhados, ps grandes, o* dedos gran- de* dos ditos meio virados paaa fora com uma pequea coroa na cabera de carregar peso ; quem o pegar levo a ra das Cruzas sobrado D. 1 a que receber 100,000 de gr sjsi" No dia a do correle fug\o do enge nho Fiabas termo deSeriohaem u.n es- cravo de nome Guilher ne oabra retinto, cbelo bastante eucarapinbado ; estatura alia, de bom corpa tem urna sicairis oa face es- querda apenas de buco de birba he ofi a al de sapateiro ; quem o pegar leve a ra di Cruz casa de Jos iogo da Silva que ser recompensado. MoYiiaeiito do Porto ^ _______________:-----------------ii^r NAVIO ENTRADO NO DA 17 Porto ir? das Barca Portuguesa Iial da 417 tonel., Cap. Manoel Alves da Cunha equip. 37, carga genero* do Paiz 5 a ,Mi noel Joaquim Ramos & Silva. SA111D0S NO WESVIO DA Babia } Cter Brasileiro Aguia Caplo Manoel Francisco Gardo.o carg la,iro_ ENTRADOS NO DIA 18 Porto; Brigue Pottuguez Primavera de |85 tonel,, Cap, Jos Curios Ferreira Soares , equip. i5 carga viabo e mais generoe ; Mende*& Oliveira. t KECIEF NA L'lt.uq M. r. uttr.. -i>4 \ \ * |
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