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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04354
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, November 19, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04354

Full Text

Anno de 1841 Sexta Feira
Todo aijora depende da7as f'S* eo*ra;ia : coatiauemoscorao principame!, seremos apontadof
ooi ad.airaeao entra as Naeesiuais cultas;
Proclamaeo da isierablea Garaldo Braiill
?
o ata
ta
nnneioi, .
viudo asignados.
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES*
Gdade da Parahiba a Villas da ma preteneo i Sii S -\
Dita do Rio Grande do Norte, a Villa dem. '' (g., a Scxlas'feilaSI
Dita da Fortaleza a Villas dem..... . ......(
Cidade de Goianna ........... ''
Cidade de Oiinda ..................i.'.. Todos os diall
Villa deS. Atito . ............ . ' . . Quintas feiras;
Dita deGaranhuns a Povoaco do Bonito ........ lo, e 14 ae cada mas
Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Formoxo, e Porto Cairo, 'i, II i dito dito
Cidade das Alabeas, a de Macei............dem dem
Villa de Paja de Flores................. i + Ida 3, dito dte
Todas os Corrcio partem ao meio dia.
PHiSES DA LOA NO MEZ DE NOY.
Quart. ming.a 5 -as i b. a 5t m. da tard,
Lna Nova ai3-as Mi. i (i;n.rfaraao.
Quart. erase, nuil O h. e <8 m. da man.
La C.-eu aa8-as h. a 1S m. da tard.
Idart theia para o dia 19 de Novembr
Ai Q horas e i3 minutos da tarde.
As g boras e 4a minutos da manb.
\0 DE NoVEMhRO. NcM, 253.
CAMKIOS. Novembro 18.
Londr.'.J. tg "?" d- porifoooced.
Lisboa ...... 8o a 85 por o|0 preemo por metal offereeidoj
Frar ca......3ao ris porfraneo. Comp. Venda.
OnRO- Moedade6#4oo re, velhas I4f5oo lfc,7oo
Ditas .. ne* '*^oo i^oao
Ditas deafoooreii, 8J100 8J3oo
PRATA -- PaUees Brasileiros - r - i#5ao i|oo
Peecs Colurooarios------------ifGao if6?iu
Ditos Menanos--------------1/600- i#6ao
alinda.------------------------l#4ao 1/4&0
Dise. de bilh. da Alfandega 1 i|8 por loo ao moz. I ojo
dem de letras de boas Turnas i l'J '4
Moeda de cobre 5 por 100 de dise.
DAS DA SEMANA:
15 Segunda S. (iertraas V. Audiencia do Juiz da Dirclto' da a'9
vara.
16 Terca S. Valeria M. Relac" aud. do Juiz de Direito da i
vara.
17 Qnarta H. Alfc) e Zichio Jln, Aud. doJn7/de D. da 3. vare/
18 Quinta S. O.lo.n Ab. Audiencia do Juiz de Direit da f.
vara -
19 Sexta S. I a'iel ninln F.- Anuencia do Jnii de D. da 1. v;
JO Sabbado Octavio M. Reala:, e audiencia do Juiz de D. da 3a
vara,
ai Domingo Apreentad5o de N. S.
PERNAMBUGO.
CO VI MAS DO DAS ARMAS.
Expediente do dia i5 do corrate.
Gfficio--Ao Fxm. presidente, requisi-
tando-lhe rom urgencia o conserto da cober-
ta da enfermara do hospital regimental do
lado do Sul, que se chava Listante arruina-
da a ponto de ter sido mandada destelhar
pelo Ccromaodanfe do deposito para evitar
algum desastre e disendo-lhe que este con-
serlo godera ser feito Cero menos de 8 dias tal
vez), corn oiuita economa, sendo admiras-
Dado pelo commmandante do deposito em-
pregando na obla alguns soldados como em
outras occasies se praticara.
Dito Ao mesmo Fxm. Sr enviando-Ihe
inlornado o requerimento do capito Manoel
Jcse Vi risa 1 , noqual pedia que o governo lhe
concedesse passagem para sua provincia a
lialia na priiiitira enibnrcacio que se offe-
ucesse e bem es im a dous cadetes do mes -
too batalho, que o acomptnhavo, recolhi-
dos da Campanha do Maranhio.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. reroetten-
do-lhfc informado catro requerimento do ca-
pito Vieira e dos cadetes Lula, Hibeiro
anches e Pedro Jos Vieira, recolhidos
da campanha doMaranho, que pedio o
pagamento do que se 1 be eslava a dever, em
vista das guias que trouxero e noro a-
bono de commedorias de embarque.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., transmitlin-
do-lbe iufoimado o requerimento do Sida -
do decavallario bilvestre de Resende que
pedia demisso llegando baver sido im-
propriamente recrutado.
Dito Ao lente coronel commandan-
te do deposito, remettlendo-llie os papis de
rontabelidede do destacamento da comarca de
liaranbuns, pertencentes ao met de outubro
ultimo, o mandando entregar a respectiva
importancia ao portador Thomaz Fernandes
da Cunta.
Dilo-Ao prefeo da comarca de Garaohuns
communicando-lhe o exposlo iio precedente
ciiio, com oque ficavu respondido o seu
lie 1. do cor rente.
Dito A lente coronel >omrosndante do
deposito, ordenando-lbe a remessa da l de
oficio do atieres Joaquina da Silva I'errtira,
para ser enviada a reparlico da guerra*
Dito Ao capito com mandante interino
da ton panliia de ares ordenando-lhe
semelhanlemente a rewessa da l de ofiicio
segundo tenente Jeo Marinbo Cavalcante
' c/Albuquerque qna nao fora remetida com os
de naisdes cfficiaes do terceiro balalbo de
ariilbeiia a p.
ALFANDEGAS DAS FAZENDAS.
A barca americana A-nelia vinda de
Philadenpbia,.enlrada no correute mei, [con-
signada a A. Schram, manifestou o se-
guinte i
36 fardos com fasandas, 4>o barricas com
farinba de trigo, 8jo barriera com holaxinlia,
ia quartolas com aseite de peixe, 6 ditas com
fumo, 11 cams com dito ioj ditas com vel-
las, 15 ditas com charutos, ao5 ditas com
cha toditas com toucinuo, 93 barris com
carne loo ditos com breu 100 ditos com
pix't, l5 dito! com agoa-raz, 3o ditos com vi-
nagre, 70 ditos com vinho, 5o sacras com pi-
menta, 4o duiias e meia de Cidtiras, 4o bir-
ricas com batatas, a3g ditas balitas 97
ditas com fundos, 601 ditas vasias.
ARSENAL DE MARlNHAi
D'ordem do Illm< ,Sr. inspector do arse-
nil de marinha se faz constar que no dia
19 dj torrente, pelan horas da manh, se
vender em hasta publica na porta do a!-
moxarifido desta repartico, huma porco de
farinba, taucinho, bolaxa, caf e agurden-
le, que foi entregue arruinados pelo brigue
brasiieiro Leao, que ltimamente chegou do
Maranho corn recrutas.
Secretaria Jda iuspecco do arsenal de ma-
rimba de Pernambuco 16 de novembro de
1841.
Alexandre Rodrigues das Anjos.
Secretario*
A cmara municipal desta cidade faz sesso
exiraordDaria boje 19 do correte,
O secretario
Fulgeneio Infante de Albuqnerquee Me'.b.
Correspondencia.
THEZORARIA DE FAZENDA.
A tliesouratia de fasenda desta provincia ,
tena de f*ser elguroas emessa em letras para
Londres e por isso es Sors. negociantes ,
que as quiserem dar, bfcjo de coupxreeer
na sesma thtsoura lia nes dias de aeu ex-
pediente
Secretaria da tbesouraria de fasenda da pre-
vinria de Pernambuco 17 de noveub.o de
i84i*
Joaqoim Francisco BulOe
Cmcial maior.
Srs. Redactores.-Tendo nos compromet-
ido emnossa ultima corresp .udenci a res-
ponder ao admirado e a ordem n. 4,*-
chamo-nos obligados a faze-lo; por Uso
princiando pelo admirado ; por quinto a or-
dem depois da insigne sova que lhe deo a
Aristarco ha roister de alguma convalesren-
cia para poder solTier segunda pois isto nao
vai a matar ; eis-no9 terceira vez em lica com
os athlelicos deffensores da Cmara que de
cerlo nao poda eseolber alUntea que m&is se
Ibe assemelhassem.
Principia o Admirado declarando que
muito o suprendeo o ollicio do Etm. 1 resi-
dente da proncia dirigido a Cmara Muni-
cipal e o motivo de sua surpreza be ter nel-
le o Exm. Presidente ludibiiado a Cmara ,
privando-a de huma attribuico importante,
quando deveria como principal aulhorid.de
da provincia ser o piimeiro a rodea-la do
devido prestigio ereconhecer a importancia
de seus direitos. Com effeito se acaso o Exea
Presidente houvesse em seu ofiicio roubado a
Cmara Municipal algumdireito que a lei
Ibe conferisse se houvesse annullado algu-
ma deciso justa d'ella tendo-a sem duvidd
despido da necessaria forc.i moral, reso te-
lia a Cmara para tornar-se ciosa de suas at-
liibuifoens, e o Adoarado para surpreender-
se i por que nao est ao arbitrio de huma au-
tboridade qual quer atacar as altribuices de
cutra seropre independecle na esphera que
lhe esi trabada e por que nao poderia dei-
xar de admirar que o Exm. Presidente que
l eutao se havia condusido pela ?eieda d
justica, sp disviassedella to de subiti; mas pire
dir que dittroe n forrea moral
quandooExm. P. nada mais fezdo q'obstar do poder judiciario quando perdoium Rao oa
dio excesso de juri?diso que queri co-net- lhe minora as penas '{ dir que o juiz de su-
tera Cmara e anullar uma decizo niDS peror instancia distroe a forca moral dojaic
injusta se nao 1S0 l em immoral, que mo-
tivo authoriza a Cmara para tornar-se zelo-
sa de seus abuzs eso Admirado parasur-
preender-5e ? tupr-aa causa a audacia, com
qup a Cmara, dezobedecend > a 1. autho-
ridadeda provincia em suas justas decis99 ,
fundadas em um direito concedido expresa-
mente no artigo 73 da lei de 1. de Outubro ,
se imperra em su iniqua pretencp esque-
cendo qu? aoExm. Presidente compste sas-
pende'-a e manda-la autuar : suoreza causa a
supreza do Admirado, #eonsislente em ter o
Exm- Prez, a quem compete c^nbecer das
decises da Cmara usado do seu direito ,
julgando que ella decidi mal quando a
deciso de S> Ex. he olhos visto a mais ju-
rdica que na naturesa se poda dar, quando
eom ella cobrio-se S. Ex- de immarcessiveis
louros que lhe sio oflerecidos ni por uma
caBla de aveniureiros que soem vender
os loHvores que prodigaliio, pelos favores,
que recebem e que sempre cpm a mira em
seus enteresses adulia iodos aquelles queea-
tio no poder : mas sim por aquelles, que sa-
bendo conservar a dignidade de cid-ao de
bum paiz livre soem estimar o governo pela
pessoa que nelle se acba e nao a pessoa pelo
alio cargo de que se arha revistido ;^ pora-
quelles em fim que sem se constituirem vit
aduladores do governo, sem escraviiuem su-
as opioioens e accoens ao seo raaw leve ac-
cenotem a preciza independencia para pode-
retn com toda aliberdade e imparcialidade jul-
Rardo mrito ou demerito do seo proceder.
N ,s concordamos como Admirado que tod*
authoridade h mister de for?i moral, por
que toda ella oecessita d'a hum certo grao da
seguranca que a ser sempre firmada na for-
cn fisica custaria innmeros Sacrificios: mas
releva ad tirtir-lbe que esse grau de seguran-
ca tem limites e que por comequencia huma
authoridade qualquer nao deve ter tanta for-
ca moral, que lhe aisigure fater tudo quinto
lhe aprover ; por que como diz bum' cele-
bre Publicista Msim o a ^li de tal se-
guranca expoem authoridade a lar disoba-
decida assim tambem a demaziada seguran-
ca expoem o povo a ser constantemente lyra-
nisado : e he por isso que o governo repre-
sentativo que seguaJo a expresso do Sr.
Torombert. be a peileifo do espirito huma-
no applicadou poltica di?idindo-os pode-
res polilioos constituindo-os indepeudenles,
e dando meios para inotilisar-se a aeco de
qualquer d'eile qu mi excede a rbita de
suas atlribuices mantean sempre e somen-
te aquella grau do forca moral, que be in-
dispensavel e do qual por consecuencia
nio podem as authoiidades prescindir. O
Exm. Presidente por tanto annullando a de-
ciso da Cmara nao a despio da forca moral,
de que ella ha mister inhibio-a de adqui-
rir por essa diciso mbitraria um grau de
seguranza superior aquelle que deve ter,
um grau de sigunn;% prejudicial e isto
por que o Exm. Presidente ha a aulhoridadd
designada pela lei para conter a Cmara na
esphera de suas attnbuicoens mantendo-i
mquelle grsu de torca moral que lhe deve
justamente competir. Por ventura (tari o
Admirado que o Imperador distroe a forpa
iroral das Cmaras Legislativas quando nega
a sua saofo a um projecto de lei aprovaJo
de instancia inferior quando revoga urna
sentenca dada por este ? Supomos que a tanta
nao ebegar sua coragem ; logo com a.*"-
foita a aventurar, que o Exm. Pres'u'eite
destruio a forca moral da Cmara Municipal
por que decedio o contrario do que ella q ie-
ria ? Ceda a raso e concorde com nosco ,'
que o Exm, Presidente rodeou a Cmara dU
prestigio que lhe he devido e reronbecao
a importancia de seos direitos, quaado iba
nio quiz dar aaior prestigio do que ella deve
ter ne m reconhecer um direito 9 que ella
nao tem como havemo* demonstrado va
mos demonstrar, e estamos promptos de-
monstrar em todo tempo e lugar em que
que nos chamarem a campo os deffensores da
Cmara.
Os artigos 80 e 83 dis o Admirado d as
Cmaras o direito de nomiar procurador fis-
caea e suplentes deslea os qaaes servirs
quttro annos E' logo Cjnsequente e di-
roan das palavras da lei que logo que ha-
)io fiid.'s os q utros anos poder a Cmara
demittilos sem forma alguma de pro^esso
temos pois que o Admirado reconoece cora
nosco que dentro dos quatros annos nao poda
demitlir a Cmara os em prega Jos e neste
ponto mo-tra ( a fazer-lhe juatica ) sermaii
rasoavel do que o dispropozitado G, V, qua
s pode conceber a irrevocabilidade dosem-
pregados durante os quatros annos havend
huma tarraza que os prend, tal vez simi-
Ihaate a de S. Jorge ; por^ que ( coitado ) a
su* crassa ignorancia lhe nao permite saber,
que por tres modos se delegoas funches pu-
blicas : por commissoens que sao revogave-
is ad nutum-, por um certo tempo determina-
do na lei durante o qual sao ellas irreroga-
veis e vitaliciamente, quando a duraco
he determ inada pela vida do iddeviduo. Mas
releva advertir que o Admirado est em hum
perfeilo ijuivocj quando confunde demisso
com nio uj. 11 cacao coisas entre (aoto to
distintas, quanto sao a privaca de nm di-
reito de que se gosa e a nao conseco de ou-
tro a que se aspira. Quando os artig )s8j e
8J da leidd 1. de Ouiubro dio a Cmara o
direito de nomiar procurador fiscaes e aup'eu-
tes do-lhe sem duvida tambem o direito deixar de nomiar os empregados que ada ,
e nomiar novos : mas como a mesma lei mar-
ca quatro anuos para duraco de toes empre-
gos e por coasequencia rindo estes tea lin-
dado o emprego nao se pode dar dimisso
quesupos-u nice'sanamente q ij o iadividuj
est na poss3 do emprego j mis sim noao-
meaco ; o que recouhece o mesmo Admira-
do quando du neo se offeuda o di eito dos
empregados, que forem darntltiJos : or que
passadosso ja us quatro annos quelneg-f
rante a lei , por qua se o direito b ao gr tido dentro dos quatro anuos, po.- conteqiian-.
cia lindos el'es exiinguese oa ndividios
que estavo empregados deixo de ser empre-
gados logo que ispira ese praso e a Cima
ra nova o que tem a fazer he ou no malo* no-
vamenle ou deixar de namialos uautati-
do oulros : nio podeudo assim dar-ie demis-
so de empregados emcasoalgum. Tenis
p )is a queslo trazida ao seu verdadeiro pou
10 a Lamara tem o direito da deixar dd **
miar os empregados mas uma vez nomiadJi
ellas us os pode demitlir : estamw *->cf3
MUTILADO



fc i a o ir per mbCco
5
xr.icu dte coufessr o Admirado que nao como a questia he assas melindrosa ,'e en-
es pedia dimillir que sto mesmo elld reco->o!ve em si a violaeo de direito seguiremos
nhere quando se exforya em atacar a n c larita allegando que a Cmara nao fes | que a cmara ni) poda defferir o seo direito
difluir o seo direilo de nomea- de nomeae,o : e isto pelesseguintes princi-
ttais dn que
cao Mostraremos pois primeiroaienle que a
Cmara nomiou os empreados em segun-
do lugar que nao podia diffirir este direito de
nomeaco. Nos ja mostremos em a nossa 2
correspondencia, que ne ha repugnanvii
e.Vuma em urna nomeaco tacita mus torea
be que demos maior desenvolvimento as nos-
*as ideias a G:n de que fique isto lio claro
romo a lu meridiana. Coabate o Admirado
a ideu de urna nomiaco tacita por uso que a
nomeaco he un ato pozetivo, eu arirm
d'um acto -, mes quem ja diste ao Admirado,
que um acto po.-iiivo ou uBrnaaco d'um ac-
to nao pade ir.iar-se em um consenliminto
tcito? Nao he por ventora lodo contrato um
acto poxitivo, cu t-firm;co de hum acto, e
nao Um uelle tanta validado o eoncentimeuto
tcito t eomeaexpresso ? Ou o Admirada por
urna ora junspi udencia a do excluir dos
contratos o conserniosent tcito ou me ade
conceder qua pode dar-se nomeaco tacita.
Nao confunda o Admirado o acto pozetivo
com a declaraco de conseuso para elle: quan-
do diseos que teme urr-a nomeaco Ucila ,
ce queremos diser que nao houve um acto
postio cu a'irmiuj de um acto o que di-
scaos nicamente lie que o consculimeuto
para tale ..do ai dado tcitamente por conse-
cuencia em quauo nao demonstrar o Admira-
do que nao |0 festado lautamente r.fio tem atacado nem de
leve a nomeaco tacita.
A ncmeaco sabemosmuito be;i, he hum
acto positivo ; mas com* houve este acto po-
sitivo, se bem que fundado em um consen-
tmenlo tcito, ouve necessariameate no-
xceago tacita, O que he urna nomeaco, se
nao um acto pelo qual urna autboridade que
te acba revestida do mandato denomearou-
tras declara que quer ero no ru da naco
con ti acta r com ella odesempeubo de taes e
tacs attribnic.es ? Logo e.-se aeto poselivo
que depois de seguido ti a eUac,o cria di-
rcitos e obr'ig-ces-, reciprocas heumver-
dadeire ccntiacto, que segundo todos os pu-
blicistas deve ser regulado pela juri-pruden-
cia do mandato ; mas em todo contracto ad-
mite-seo conseulimento tcito logo tambero
pode dar-se nomeaco tacita ; toda a repug-
nancia est em conuadir-se a nomeaco com
o consentimento p" 'la applicando-se a
palavra tacita a nomeaco quando se de-
bera rnente arpliar ao consensa } pre-
cindamos pois d.ate equivoco e veremos,
que a nomeaco fundada em um consenso t-
cito torna-se expressa logo que o consen-
timento be conbecido ; assim em ultimo re-
sultado diremos para tirar todas as carradas,
A' muita diffrieic entre as leis per
messivas, e a< lf n iirjerativas, aquella con-
cedendo urna f.cul.lade, un direilo di a
iiberdad < Je usar delle ou ni), estas orJe-
raudo o exercicudo direito Cisesi delle tarn-
bem um dever e p-i eensrq lencia se nao
pade precio lir do seu exerci: i >. Ora o ar-
tigo 8o e Sida re do 1, da oulubro he im-
perativo, o que sj - da txore?su oomo
r por conseqoepcia dandi urn direito
a cmara Ike iinpoiTO ao mesmo tempo un
dever e porisso -i cmara nao pode daixir
de iaser a o.uneaco Delle determinado e
isto por que sendo os rmpiegado's essencial-
ment nt cessarios.Je nao pudendo consequen-
temenle a cmara predndlr deUes, nao poda
aleideixar de impor-ltie a obrigaco do os
nomear ; mais a ruesosa iei marca ass eaipre-
gadus a durflco de quatro auno) duraco
que tem a amara t-imbem : logo he evideu
le queseado a disposicao da fei iiparatl-
va a cmara be rigorosamente ebrigal ani-
mrar os seus etepregados logo que toma pos-
se o argumento pote, que dedi z o admi-
rado do lempo em que ur.ve a cmara usar
do direito quereado piovar qae visto a
lei nao ter expressitenie disiguido qum-
dodde ella lser a nomeaeio, pode usar des-
i>e dfreila quando bem lia aporover se
converte contra elle : por qu3 se a camiri o | O inimigo foi totalmente destruido e des-
J es mnito com o Admirado. Por consequen- quatro annos foi ojo.U s-gunio os imm General ^Burrell da' t8 de Reaes ^U^9"s I
Ca se demonstramos que a Cmara asno- principies, eos do ad nirado mesmo mas com os Reaes Vlinoheir s dis.loiou o ij i j
gj do outeir.i ea frente que eslavs tirte-
menta occuoaio. Ubi brigih de mn-
nheiros atacou ao me?ni> temo os fortes o:-
cidentaes, de sort? que o ii *i? J n > soh M
msi segurauca em parte alguiin da sea po-
sic.
Tendo s->ado o toque de avancada as tro-
pas assi-n nicbnae* can Ruropeas porta-
rao-so con aqoelte danod > que cracterisa
um exercito logle e em meo >s da meia ho-
ra depoj que se deu a ordem pira avancar ,
esInglH7.-s olbavii sobraaceiros para a ci Ja-
de de Cvnlo d'u na distancia apenas d* loo
varas d^s f?us murosi fiaras veees frouti n>
causa do sen pait a brigada dos marinbeiros
deb^ixodo coromando do sea valente ciefe, o
Capito Bourcbier mesmo bocea d'unsa
tremenda canhonada, desalojou oinii)igi
do forte ccidental e plantn nelle o pavi-
llio d.< fnglalterr** Durante" a maior prt
do diacoi.nuara as tropas inimigs a fazer
sortijas d'um acampimauto forteroente et>
tiiiicheirdo sobre a esquerda ; mas foso
sempre rcchaoidas pelo ^9 com a maior cal-
ma e delibera^'o.
Kcceando o Coramandante em Chefeum
ktaqu8 aindi mais serio d'um forea cjmbi-
nada concentrando-se apparente.nen'.e den
tro do enlrincheira-nento expediu 0189
reforcar o 4f> os q0"163 80D commando d
Maior cn;ral Burrell re^elUtao o ioimi-
gj perseguiro-no ao longo estrello ater-
ro que atravessava o pantanoso lerreuo e
finalmente fizero-se stiiliores du seu arraid
pode delerir por nove meses, pjio l^mbim
por umanno pul- dios, f-o; lies, a; por
qaalro, e Ue que serve eaiio o preceiio da
Le -nomear-fcso-esiij imperilir', que
produz origaco 'l sobreomi que trs o
Admirado a retpto doi avisos mai dir nos
por ora ; porque tnuilo teajuj que faltar so-
bre este assuiujito em a respOsHa que tica0)08.
forgicando ao celebra numero 4 di Omisa ;
nesta occasioenlofaiemo ver es erro i cra-
sos em que ella cabio, indignos at d un
menino que principia a ler o> priaeiros ru-
dimentos de direilo publico,
Sou Snrs. Reilm-lores.
Seo venrado.- e criado,
O Legista.
Noticias JEaStraogeiras.
baratado', o seu acampamento foi immedia-
lamcnte incendiado e osarmazem que elle
eontiuba vouo pelos ares. As Iropas
ingiera* estando cxpostis a um fogo consu-
aidor da face do nordeste d Ciiade sof-
frero muito durante este aUque no qual
se deslinguio pela approva;o doCommin-
dante em Chele a haroici con lucia do Capi-
i;i Giaitin que dirigi :s Coupanbiis da
vanguarda ao longo do caminho atterradi.
Lata prova do valor e pericia militar dos
Inglezes produzio um rjsu't do mais salutar :
urna bindeira de irgoi appareceu icada so-
bre os muros. A todas as ridiculas repte*
suoiifes do inimigo respondeu Sir Hugli ,
que se o General que com maudava os C unc-
zes nao coosentissa em vir ler cojo elle, cou-
tinuario de novo as boililidades no Gm de
duas boras. Passadas as duts horas ain.la
uctuava a bandeira branca, mas o General
Chinez niochegavo a os quirteis Iagiezes
b'uaro-se enlj preoaratiros pira touara
Cidade por assil'.o e dero-se as ordeus ne-
Icesiariaif jumio foi entregue a Sir liogh
que a cmara nomeou os empregados exp.es- sf Hugh 0(Jgh ( omou-se aa Coaselho
smente. Ora que ella prestou o sea_ can- \ de gURrra > t que a$siill0 \]r. RUiot e eolio
senso bem clammenle para que el es s jteve Sir Hugh occasiu de vericir_os prepi-
considerassem nomeados,demana,ja dos uctos, j rattf0S Q Ulim\g0, Uezejoso o commaudan-
q' a seo resptito praticou dando procuravao o* ; te da expedivo de atacar o iu uig 1 em um
procurador, cxpedindu odens aos outros em-
pegados nsanaando-lhts pagar ordenados ,
id de sua propria conGaso, como vamos mos-
trar. Vejamos oa roqueiimenlos que nessa
? Particulafidades do ataqu: de
Canlo pelos Ingleses."
Pelos despachas omciaes dtado3 de Calcuta
a 7 de Agosto de 184i sab^-sa que estando ^''U do Weoi^aeTirio C
a forca naval e militar Ingle, concentrada I orJ..u|dj a sus.enso das hostilidades.
na vizinhanca de Lanlo aqaella dabaiu | Eu ^0 me cousi'iero diz o General no
do commando da birf leming Senhouse, nj ^ 9& ., coinpeteu:t d* polilica da
(lolenbeim e esta a carg) do Major-Geaera,!
que o Plenipotenciaria de S. Vi. estava com-
pletamente satisfeit) com o girantia dada oa-
ra p*!ment) do mhio restante pelo res;i.
te deCiniio, e que para mais de i{.ooi
soldados Tunaros havio sabido da Cuide ,
conforma'as pnnulas do tratado sena n-
gignias ou bandeiras fluctuaates, ouioqoe
de mudiM , que 3,ooo tinhio ido embarca-
dos, e que o resto se pr>eprt pira seuil-o<,
quando se Hit desse transportes, acced
vontade do Plenipotenciario de S. M, deem-
bircir as fopas o que e(Te>tuando-se no r,
do correnle ao meio dia se arreou a bandei-
ra loglea nos quatro fortes a. e aabindo as
trop*& e a brigada dos miriiiheiros voltario
para Tsin-gai.
fo Jornal do Conamerci j de Lonl e s.)
v '__________ -N
BOSOUEIO DE AL(iUVI\S SCENASDA
PRAlADv VICTORIA.
iceuida, m meute poupidi se eu me livess; apoisado
d'elia extep;ao das suas deten sas, Logo
depon d'tsto ebegou o Cspitio Uiot, e ces-
saro inteirameoie as opera,.es activas.
As trops Trtaras que se suppe serem
/i ojo combtanles evacuaro eulo a Cida-
versano do nascimento da sua i.-beraaa fe /,J' ; ., ., .
da: porem ieunio-se urna leros cana: u d
dia de to bons auspicios qu.il o do anu-
versario do nascimento da sua Soberana fe
todos osexforcos por desembarcar urna grande
celebre uiscusso sobre a dmi^so dos empre-
gados oro apresenUdos e ap pro vado* pela
cmara aleles ceubeceremos que a ca^a-
ra .econhecia que os empregados estavo no- meilte constf aioi aj long., dj ltdj mefida. Major Pratt com um uoro do a4 que os desa
aeades. Priraeiro requerimento que esta I na, di cldadC( lojou d'uma forta posiyao e pol-os todas em
earnaia nomei urna coma is,o para tra-| Estando completas as dioosi352s para este ,u8a< Apparecerao ouiros muuos bandos,
tar das relormas des empregados desta cama- intento, forao postos os barcos a reboque dos hormidaveis so pelo seu numero ; porem a
ra- assignado Mello Cavalcan.e Oa se vapores, emoverao-se as orcas para o pinto BW e do* q"8 oS P"68"8- rfP "f" o
do ataque. O Major Pratt execatou s or- > movirneuto*. iaa* occasiao ellesti
os emf legados ero da cmara estavo nome-
adus, pois sem nomeaco ell os nao podia
conbecer por seos eoipregados. eguodo-O
Sur. MelloCaralcaute requereo que fossem
comeados nevos err pregados anda que inte-
rinamente i resolvto purem a cmara que se
fiseftse a nomeaco dos novos empregados no
dia da prxima sessao continuando os em-
pieados demittidos notxercicio al esse da
- Ora cofctiiiuaiu suppoem priucipio lu-
go teos empregados continuavo no ejerci-
cio be poroue ja utio principio mas o ex-
ercick'Suppoem nomeagao : logo estavo uo-
Keados. k. o que dirao agora os que negao
1. v cacao Ucita, depois de bavermoa ue-
n.oiibtibdo que a mesma cmara.leconbetia
es euipitgados norteados PQuem mais com-
petente du que ella mesu.a para declarar
um aclo de sua vontade ? Ju poderla dis-
jitnsar a demonstravo do seguuUo ponto, por
C|' provaedo que esUvo no e.dos provado
' que a cmara cao delerio oseo direilo
dens com prestezae aceito apoisa*udo-se das
feiio.'ias antes das tinco horas ; mas a colum-
na esquerda levada a rebojue pela Neme-
sis, por varias dusas nao ple alean caro
Sulphur Capito Belcher sa nao ao cre-
psculo. Tendo eulao o regi menta 49 de-
xembarcado e postados os piquetes o gros-
soda forca relrocedeu sobre Tsiu-gai para
vero a ousadia de eucerrar urna compo.ibia
destacada commandada pelo Teneola Had-
li .Id e uiuilos milhares de Cbinezes linbo
effeclivameuie cercado a sua pequea pba-
lange em quadrado qu^udo chegou o soc-
rorro. Com ludo isto *oi atuiuui ij aos
effeilos d'u.na tremenda tempestada de tro-
vles acompaubada d'uma torrente de ebu-
proteger o desembarque das pecas que se ' que tanto a-.clou as armas de fogo qu*e
tffeduou durante a noile. A lorca priuci- o at d urna vex nao pode disparar um *o Uro
pal avancou enlao par as emioemi .s orlifi- M oda no aperuuo conuido bravo a bragu
cadas e muraltias de Canto cerca
de trez os Chiuezes ero intetramente desiguaes ao
milbas distantes tomando successivamente IJleies. Apenas ir Hugh Gouh coohe-
asmelhores posees no desigual e apaulado ceu eieutemente que as guerntbas que
terrenoquehaviadepermeio at qua se a- continuavo a ame-v-f a sua posteo oo
chou deotro da liuba dos fortes dos Cbinezes. obravo p-r 1. il aeoois d'alguma das autlu-
Teudo cnegado a batezia de roquairas e o ndades Chiuezas pedio que se Ibe enviasse
parque d'artilberia fizero-se as disposifbes um mundano para dispersal-as, e que o
para atacar e.n escalo de columnas da es- Capito Moo e o acompauhana a im de ve-
querda. O Tenente Coronel Morris do fa lifictr se a ordem lora expedid* de eonfor-
com o ij de Madras e os voluntarios de Bsn jmidade.
gala aucou e gauhou o ouleiiro mais visi- Veado dic o Commandante ea Chefa ,
iH i
de bomeacd e que por consequencu ad-
u isao rjue deo aos Empregados dentro dos [uno o forte do ceuUo ,'em' qnanto oMajo'f- 'q*n*iotao pagos cinco milbei de doltaret, e
Triste .. Trista i.
Era a hora ero que no horisonle asoma du-
vidosa lux mensageira tmida do astro ra-
diante que allumia o mundo.'Mal ee destn-
guio os objetos purgue airida'as trevas nao
liavio de lodo cediu o passo ao seo vencedor,
serena tianquiRa esTa a rutureza, como in-
noce.'i'e crianca nos bracos de biando omno,
Urna viraco que viu'ia la das bandas do nor-
te refiescava a trra e era delicioso respi-
rar eriti o ar puro e vivo da machio a* bor-
das desse mar tasto que tanto ao longe es-
tende seos bracos excusos.
Era a hora do remanso em que o bomein
repousa anda das fadigas do dia para mais
larde recmec.ir a hita contra o aoffrimento.
Momentos apraziveis qnanto rpidos, em
que mentirosos sonlios ou quieto durmir
embalio as creaturas em dourado berco at
que em despertando rhoVfo a agitacSo de
tjmpcituosa vida e o affmoso lidar da mi-
sera existen, ia to prosaica, to enfado-
nha quando ao menos nao he cor'ada de
perigos de dsgoslos Instantes de evenlu-
ia, emjque - o crime vela porqu Oeos
nao deixa cerrar os ollios ao criminoso em
quanto este nao se arrepende ou nao repa-
ra o mal que fez por impulso de funestas
paixes I
E com ttido ja a esse tempo no da 15
de Junho do anno que vai 001 rendo, os ha-
bitantes da villa da Praia bavio dexado os
leitos de^uismoradis e aguardavo impa-
cientes o romper da aurora, acampados como
um exercito que armou.leudas p3r urna no^-
te. E anda bem que t5o acertada rsolucio
lomaro elles pois que o Senhor os tnha ja
aviado. Ameanavaos um grande perigo -
recavio ficarem suhmergidos as nuinat de
seos lares porque repdidos e recentes tre-
mores do ierra te Iba nliguravao o sinistro
sgnal de pr>xm,a cata t.|die. A [tradicio
e memorias de e-criptura relero lastimosos
csjs lerreuiotos expeiT.enta dos naquelU
parageen em eras nao uiui re motas-e a cautela
be inspirada pelo conliecimenlo do passalo.
Nenhum flagello da natureza deixa de offe-
recer a esperanca de um refugio, urna eva-
siva, um elemento de consolaco. Os raios
nao destroem cidades a pes:e nao aniquila as
povodcS:*, apenas as d minu. Mas una tei>
remoto .' Oh Kes.e.. .. leva ao longe os seos
estragos, inevilaves vidos de todo o genero
de prezas nocivos na mais fonesla general 1-
dada acoropanhados de terror de assom-
bro, de destruico como se fossem obra de
um genio mo que sabe das voragens do in-
ferno para assolar a trra. Mas um terremo-
to....... oh! esse.......de?ora chou-
pana3 e palacios arrasa cidades assola re-
gies interas d a morte a familias, e todo
umpovo, coraosuccedeo ao de Herculanum
e de Pompeia no anno 81 da nossa era no
momento em que folgava descuidado nos^he-
atroj. Mas um terremoto......oh! e*s>.:-
accalnmula os honores todos de ura incen-
dio da tomada d'uma praca da endienta
d'um lio comprenda todas as aceas crue-
lssimas, medonlns, e alterradoras que es-
magfio a coragern do homem que lazem per-
der a esperanca:
Una salus viclis nullam esperare salutem,
Ero poa aprehencSes desta natureza quem
incutira desalent no animo dos Pratenses ,
e osobrigara a refugiar se nos campos e nos
quintaes de suas moradas.
Dolorosos trances pesia quem espera a ra-
da instante um acontecimento fatal um de-
sasir. Quem poderia dar contadas peno-
sas cogitacis d a socied de da tristeza con-
sumidora do su.-to que renova que se au-
gmenta que se esvaeca e depois volia mais
forte emlim de todas as ssnsaces desses cru-
s mo atentos ? He mais fcil imaginar luj0

'
MUTILAD



OTARIO l PErfNAttlilied
so do que esrrevel o e too Dante, ou By
ron seriio capazes de desenliar con
figo a sgonia o martirio do cora
roa do homem nessas ci ises atnarguradas. vertido nessai poucag linhas que deixo esrp
Neste padecer de crueis tratos se debati tas. Se outra vez esc revesamos ubre este
a eemibilidadc e o peusamento dos Prayense, assuropto seria nosso objecto agradecermos a
)ante. ou By-1 deboquejar uin quadro de horrores he groa*, ra do Rozarlo estrella,, par. ah se tratar o tanto psra carpina como para marcioeiro pe-
com Irecos de sena a minha palheta perada e inhbil a negocio qu se pretende. | lo rnais rasuavel preco.
loraco e d'al- mi que a niove e asas de amarga he i. j s& Quem precisar de um rapaz portugus! tS> Precsa-sa de lugar una preta qaa
qnando a tena comecou a oscilar medonha.
e irada como acommettida dos espasmos de-
penosa convuhio. Mova se arrebatada e co-
lrica aemelhanca dt-sses poneos homens de
prodigioso esforco que chfgavio a despeda-
car as farsa no Circo da Cidade (tema. Aba-
bva-se de.-d* as entran has, e no sacudir vi-
olento de sua agitacio fendia os muros das
cavas, cuja solidez pareca p.der. afrentar os
insultos do lempo.
Esla\a poreui c!k gado o instante Fatal em
que a furia da Naturesa havia de aubir ao
mator auge, Um cstrondo rned. nho se
ouvia Ib i o percursor do violentsimo abalo
que reeluzo a ruinas a mimosa da Victoria a
risonha villa da Praia. Pareceo que l as
* rofunderas de subterrneas cavernas se dis-
paravo oo mesmo tempo innmeros canhG
es ; pareceo que urna latera dos abismos tro*
a va hormona para annunciar a festa dos
demonion......e nos nimos de todos
calou o error. Mu havia (Spirado o espan-
toso estrondo lego a tena tremeo mil vezes
inais enfurecida do que at enlo. Agravio-
na perseguirlo-na as furias todis e como
?que atormentava o dilirio e o frenes de ar-
dentsima lebre. Pareca nts primeros lis-
iantes fizer lepetidos esforco,"* para erguer-se
embaladamente, t que desengaada de
sua impotencia caba desfallecida e depon
o.s-emelhavo-se os seos nievimentos ao on-
dear de vagas que a vanco, recuo rpidas,
furiosas Jem proceloso mar. E por tffeto
tiesta lida violentsima desaliarlo com pavo-
roso sollo os edifieios ja d'anles alluidos ;
e logo urna ntgr.'t, solfcadora nuvem de p
toldou os ares. As malfadadas ciealuras ,
attonitas espavoridas, em tino rom pe-
rio em mil vozes confusas, gemidos, bia-
dos de misericordia entercnlados solucos-
cat os irraconaes seltaro spero;, medo-
nhos benos. Eludo Uto redohrava maise
mais o horror dista pungente scena em que
o ir. mem prestado de foi cas abjndonado da
esperanca entregue ao dominio de supers-
ticiosa enferma imaginacfo s V diante
de si o derradeiro dia da creaco a auniqui-
l.ico a morte ..;
Alvoreceo a manh e virSo os miseros
Prayenses o ro ais lastimoso estrago o espe-
ctculo mais aflictivo urna povoacSo ani-
quilada edificios, templos lancados por
trra as ruase as pracas obstruidas e o ge-
nio da melancola esvoacando sobre um mun-
to de ruinas, E entlo foi um renovar de
prontos, de sentidas lagrimas, de con fus s
grites e entSo fo um endoudecer de cons-
lernaco de pavorS . Se ao menos a i*
magn:.cao podesse trnnquilizar-se com a cer-
tesa de haver terminado a catstrofe Mas
iio. A Ierra agilava-se ainda em oscilaces
continuas ouv-se de qnando cm quando o
temeroso trovSo subterrneo a atmosphera
t .mi a i a-se carregada, oppr(Ssora o sol dar*
dejava raios de intensissimo calor e tudo
inspirava o receo de mais pesado infortunio.
tf)s abismes iao par ventura rasga6-se e do
seu eio sahirio torrentes de fogo e de lava.
Esse solo, Qude ha pouro floreca urna povo-
acio brilhante, eslava agora alastrado de des-
trecos, e talvex que era breve ou desapBrcces-
se, ou ficasse stbraei gdo debaixo de materias
arrojados por um volcio.. .
JN'ssses instantes de imondavel amargura o
homem ergue osolhos para o fnmamento, e
chega com o coraco at ao trono do Eterno.
Filhos desgranados implorSo o soccorro d'um
pai de misericordia. E a quem, senao ao Sr.
das Alturas, contario elhs suas angustias, e
pedirioauxilio, conforto, perdi? Todos
ejfes phenomenosda Natureza sao, he veida-
' oe, reguladas por les geraes, e eternas- mas
quem estalieleceo essasleis, quem as impoz a
Natureza? Fo o Omnipotente, foi o Dos
Grande.. Nao tem elle as mesqfinhaspai-
ies dos horaein. , nao, mas consola o crer
que aceita a suplica do inf rtuni, que escu.
la as vozes do arrependimento, de sujeicio
da creatura no seo poder infortunio.
Assiin os Prayenses, attonitos, e confusos
como atavio avassalados pelas mais crueis
im prestes de honor, de pasmo, de desalen-
t, prefer! o em grito palavras de entra-
nliadj son timen lo pediio perdi de suas
culpas, invocavoa Divina Clemencia.
No delirat porem de seo desacord c llega-
rlo a maldizer a existencia ; mas essa blasfe-
mia l fica conta da fraqueza humana e
J)eos a perdoar porque t elle he grande, s
elle he forte
Lembrou buscar refugio., ",::r, mas basta
Dos o beneficio de haverern cessado os fla
ge'l s que nos tem afligido.
Angra do Herosmo 10 de julho de 1841.
Jos Silvestre Ribeiro,
( l)o Correio Mercantil ).
LOTERA DEN. S. DO ROSARIO DA
BOA-VISTA.
A meta regedora da Irmandada de N. S.
do Rozario da Boa-vista tem determinado,
que corrao impreterrvelmente as rodds da
i.A parte da 1. Lotera no dia 29 do
corrrenle 1 os bilbetes acho-se a venp"a nos
seguate lngares no Kecife ra da Cadeia,
Lija de Cambio do Sur. Vieira em S. An-
tonio ra do t'ollej'i j loja do Sr. \7enezes lu-
nior : ra do Cabula botica do Sur. Joo
Moreira Marques; e na Boa-vista leja do
Sar. lapozo ra do atierro.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA VISTA
A meza actual da Irmandade do SS. Sa-
cramento da freguezia da Boa-vista tenda
marcado no dia jS deDezembro prximo fu-
turo para correrem unpreteiivelmente as ro-
da* da 1. parte da ti. a Lotera a beneficio
das obras t espera dos amadores deste jos >
hajo de concorrer para a compra dos bi-
lbetes que se bao venda 00 Recite ra da
c
ru
qua
oqual so propoem a ensuir primara letras nao tenba vicus i.em achaques para todj ser-
fora desta praca -eta qualquer lu*ar do. vico de urna caaacapai de pequana familia J
niatto ou sertio, pois tem al;*ons estados de pois na mesma se asiegura o bom trata nenio ;
gramtica portuguesa latina e escrere p-
timamente ; dirija-sn ao p da ponte d
Boa-vista vnda di di esquina qua acha-
ra com ana n tratar.
tsar Qaem liver algum escravo com prin-
cipio de marinheiro e queiro vender diri -
ja-se ao esiriptorio de Manuel Joa juiai Ra-
nos e Silva,
SF Lenoir Puei & Comp. novamente ro-
go a todos os Snbores qud tiverera contas
quen a tiver e quser alugar dirija-si a ra
njvt na paderia D. 16.
(39* Alaga -se metade da ama caaa terrea
rom alfluns com modos em baa ra, qaa
mora nab un borne n soltairo aem familia
quem pretender sen a" o tamben bornea, soltei-
ra sen familii oa prefere-se nona Sra. de ida-
de ; dirija-se a ra do Rangel na veuia, Di
i8 do lado do nasceaie,
isr Quaae quiser caicarar um preto "aa-
a rrcebor do seo finado socio fredericoSchalcii mojo carregidor de cadeira coq es officioa
bajo de as appresntar a: o dia a4 docorren-i de caraiceiro e eanoeiro, de muito boa con-
iadeia loja de Snr. Vieira ; em S. Antonio
ua do Collegio loja do Sur. Meneaei s ra
do Cabula, botica do Snr. Moreira Marques mo uaja ama.
le ; porque desta dita em diante e\la nao
p^garo mais conta al^uma eos creiores
sero obri*-).ljs a reebinara.il dos seos her-
deiroi na Europa.
4Z& O aliai.ioassignado faz pub'o que
todas aquellas pestoHS que tem tomado di-
nbeiroa premio aorx Cixeira Vlanoel Lopes
di wilva e entregado a este penhores de ouro
prata comprela em casa d)nb ixo assigaado
para faserem as neressarias declardcoi para
o que se do tres dias aos que moraren nesta
praca e quin?e aos de fora della poii que pas-
sado o di'.o praso sero considerado! os mes-
ro'oS penhores como propriedaie do abaix)
assigrodo por ser deste o dinheiro que sabr
elles deo seo aitoex-caueiro. Jos Uo*
mingues da Costa,
%W Prerisa-se allugar urna preta cativa,
que saiba engomar etc s quem a tiver diri-
ia-se a ra da Cluiaf sobrado de dous andares
ouannuncie, para ser procurado oumes-
e no Livramento bolica Jo Snr. Chagas ; e
na Boa-vista na botica do Snr. Joaquina Jo-
s Moreira defronte da Matriz,
THEATRO,
Grande Drama;
' CATHARINA HOWARD.
Vai a scena sabbado uo do correte em
beneficio de Modesto Francisco das Chagas
com a pompa e brillianlismo que peje seo
ulbor, o sabio Alexaodre Uuaoas.
Se a presente noticia tratasse de elogiar tio
excellente drama tornar-se-hia fastidiosa,
porque o respeitavel publico est bem aa fac-
i desta sublime peca pala muila fama que
lem adqueiido. O Snr. Gamboa nao se
poupar a fadigas para presental-a com o
decoro devido e para muito roaia abiilhan-
tar, vai a pedido de muitas pessoas desem-
penhar a dicultosissima parte de Ethel-
wjod -bem como o beneficiado a do Dnque
de -Norfolk-e presidente da cmara dos
Pares. Foi marcado odia de sabbado para
meior commodidade e em consequeucia da
pe$a ser dividida em 5 actos, e oito quadro s.
SOCIEDADE NOVA PASTORIL.
O 1. Secretario da mesma convida aos
Snrs. Socios ec geral para sessio extraor-
dinaria boje as 6 horas e meia da tarde.
SOCIEDADE APOLLINKA,
A Commisso Administrstiva partecipa aos
Snrs. Socios, que por inconveniente deixa
de haver a ultima partida do correte mez,
Arrendo-&e a grande Olarias de St.
Anna, delronle do engenho da Forre com
barro dentro, e mais comodidades necessa-
rias i e tambem se aluga par* a festa urna ca-
sa com muitos commodos e quintal com la-
ducta e se dir fielmente o motivo por qaa
he vendida; quem o pretender procura ai
ra Augusta caza da quina confronta com o
beco do Peixoto.
kst* Compra-se 3o3 caadas da aseite da
carrapitoque seja em conta : aanuacie.
<-*&* Afljnco S. Martin st com nova
Toja Franceta no palio da Matriz de Santo
Antonio, caza terrea .8, tem, aleada
muitas outraa fazendas francezas qoe agora
chegtro pelo navio a pouco ebegado de Fra-
ca , chapeos de muito bom gosto para Se-
nhoras bons challes de seda tudo na ul-
tima moda, como se ver nos Ggurins m.is
modernos *. ca qua es se mostrarn aos com-
pradores : tambem tem b>as sedas para ves-*
lids meias de seda pretas e braucas lavas
sem dedos de todas as corea, botinas psra
Senhoras do gosto mais moderno espatos
de lustro e de marroquim de todas as corea
para Senhoras boa agoa de colonia, oa fras-
quinlios de reine des fiurs a 4o rs., os feas-;
eos grandes a i^.J0 rs., bons selias com epa-
relbos e sem elles a preco comnsdo fun-
das para quebraduras de homens tanto d'u-
ma verilba, como piraasduas, caoiveteg
superiores, tanto para algibeira como para
Avisos Diveisos.
O baixo ass)|nado aviza ao Publico
que no 1. do co; rente separou amigavel-
mente a sociedade que tinba cun o Snr. A -
iiedo Willeis ena seu esbbtleCimento que gi-
ra va com a firma de Christovio Diestel &
Companhia, e que-dessa dacta em diante con*
tinuar o seu estabeleeimento a girar s com
a firna do annuuciante, o qual se obligar
pela liquidacio da extinta firma
Christovio Diestel.
SST" Oabaixo assignado tendo de se reti-
rar para fora da Provincia avisa eo Publi-
co que o seu estabeleeimento continua a gi-
rar como at agora, e que na >sua auzencia
(ira encarregado de promover 'as negocios
tendentes ao mesmo estabeleeimento, o Snr.
Gregorio Autunts d'Uliveira ao qual o au-
nunciante Ihe tem p s>ado procutaco bastan-
te authorizando-o para este fim.
Christovio Diestel.
SST" O Snr. que annunciou dar i;aooU
a premio sobre Lipothecas ou boas firmas,
dinja.se a betica de Jlo Pcrein da Silvcira, l ! *** q^Udadea de Urragem
ranaiiras e boa cacimba a tratar na ra j aparar penas marroquins de loJas as corea a
Nova, loja de ferragem D. i3 ou no Maa-
guisho, sitio de U. Matwnaa Theres. de
Jess Sequeira.
agr Um caxeiro para ae arrumar vindo
proilmamenie d Muranho compralicade
oegogio de loja de faaendas e miulezos e
enlende de escrituraco ; quem o perleuder
fale na ra doQneimado D. t,
tsr Alugao- se tres escravos para serventes
da pedreiio ou para eulro qualquer servi-
co na ra do rozario larga casa pegada a
botica do Sr. Bartholomeo no a. andar.
*j- O abaixo assignado previno aorespoi-
lav publico haja de nao contratar com acu
eacoxio Mimo Lopes da Silva sobre um
fica de sua firma da quautia de um cenlo e
seis sentosmil reis passado a favor do dito Ma-
ooel Lopes da Silva pois que em jutzo v-i tra-
tar de reivind.car o mencionado fica eai cou-
sequeucia do mesmo ex caXiiro ser devedor
de grande quaotia ao abaixo assignaio sein
beus com que a possa satisfazer.
Jote Dominguc-s da Coita,
S3r Precisa-se de urna ama de leile e
tambem de urna escara que saiba arranjar o
diario de Casa : dando se 480 por dia f na
ua da Florentina U. !
tsr Precisa-sede um caxeiro eum fei-
lordemoenda para engenho perto da praca :
quemesliver nesta circunst.ncta d'rija-se a
cinco ponas venda D. 17.
SST OSr. Fernando Antonio Sarment d
Mua queira procurar umcaixo viadodo Ma-
ranbono brigue escuna Laura remetido por
Jo. Mariano Correia de Azevedo Coiunbo em
caza de Firiciuo J. b\ ua Roza : ra da Mus-
da ' ,4l< > ja n k
S- Aluga-seo3. andar da caza U. 0,
da ra do Queiuiado : a tratar na loja do
matoso,
- Na loja franceza ultimamen e estaba-
lecidn no atierro da Boa-vista defronte do co-
legio J'ernambucano se vende pelo mais c-
modo prego as seguintes faisndas do rtilhor
e mais delicado gosto de Pars, chegadis por
ejtefl ltimos i.at ios a saber lindos e magni-
fico* chapeos de seda e de palha para senliora'
lenas de seda com dedos e sem elles, suas
sedas 1 aia vestidos mais bellas mantas de fi.
de linho bordadas leos de cambraias di-
to com fiares e sem ellas tanto para horneo* co-
nt para senbora, um bello sortimenio das
mais bonitas fitas e bicos de todas as quali -
dades e de todas as largues perfumara de
diversas cualidades ao mais frescas e mais a-
romaticas, meias de seda lauto para bomd.n ,
como para aenhora eoulras fazendas, seda,
lia e algudo todaa pruprias pira o tempo
de festa asaim como tam bem ae vendem na
1 4o rs. a pelle esporas de tsdss as quali--
dades, boas sedas, Gtaa e flores pa ra cha-
peos de Svnheras , tudo a um precinho tal
que nao desagradar as amadoras o aau-
dates.
OT Qaem quiser comprar eseellente fa*
rinha de trigo da marca SSSF SSF e ame j
ricana eui barricas grandes e pequea*a e por
prego commodo ; dirija-se a ra dos Quar-
(eis paderia D. 5. *
tsr A luga-se a casa de s andares da praca
da Boavista U. : a fallar ni botica por bai-
xo da mesma.
Da'se por junio, oa em pequeas
quaotias 400,5000 rs. juros da a por cenlo so
mea, sobre penhores de ouro, ou prata :
nestaTypografia se dir quem di.
H^. O Bacharel formido e Professor da
Geographia e Historia do Carso Jurdico
Mi noel Ferrera da Silva, d ligei de Geo-
graphia Lalim eGemetra nasta Cida-
de do Recife 1 as pessoas que quiterem ui-
luar-se de seu presumo dinjiosa a casa de
sua residencia, uirua Direila . i*,, i
andar.
ssr Precisa-se alugar urna casa terrea ,
que o seu alugu.'l nao exceda a 8 mil rs. mea*
saes ; nao s'exige bondade de ra i quem a
tiver annuncie
tar De*eja-se filiar ao Sr. Padre Gonca-
lo Victuriao liorgea, a negocio de sea in-
teresse : atraz dos Marlyrios casa da S por-
tas verdes.
U5* A pessoa qua annunciou em um dos
Diarios do principio do corrate ter em seu
sitio urna crioul. muito hbil, declare o ao-
me do lugar do dito sitio para se ir ver se
um< que anda fgida leuapos.
tar No armaseta de taboado de pinl-3 por
deiraz do Tbealro, continua-se a vender
exct'licnte iarinha de trigo para pao e bo-
laxa e pelos mdicos probos de 1 ;s ,
if, e l'tsrs. a dinheiro ou praso ; e
lambem se vende urna ptelo da superior ti-
boado de piubo americano ; na ra da Sen-
zalla velna armasem de Viceuie Joze da
Brito.
tsi" A Ssnhora que eostumava fabricar o-
bieas O.lias, e Estampas para Bauliuttos,
aviza aos reguezas que est morando ai ra*
Jo Rozario t.rg* no t. andar poteim di
loja do Snr. Lod e continu na aiesaii ,
iomo d'anles.
flt^* Depozito de caff molo sendo de t>
libras para cima o mesan preco qae aa ra
do Azeite de peixa (onde torrado^ no pa-:
lio da Santa Cruz na Boavista, ua paderia
de urna porta, virada ao poente,
r Precisa-se alugar pitio* pira irsba-j
xl.wr aun litio ; nnuu\ie,
%
DO


DIARIO BB P EBN AMBDCQ
de Olinda, resolvido em sesso no da ji
do p. p. met de Outubra convidar a todas
as pessoas que lera dinheiros a premio da me*-
maS.Casa, pa un novo contrata e"
rrivo respectivo segunda vez o Ui constar,
declarando a essa* raesmas pessoas que a
commisso encarregada para isso e ashara
rennida na ra do Bom Gna cm n. aa todas
as quinta* feirasde cada semana das 9 |lDrw
mezes contados da dacta de ai de Outubrodo
corrente anno fiodos os quaes sera* aquella*
que nao comparecer. judicialmente obri-
aados a recolher os pitaes, e para ch'gar
Quem precisar de ama ama para casa
de homem olteiro que cese, en,*omma ,
e cotinha e tem bons costuraos dinja-ae a
ra da Florentina D. 3. .
cr Oaem precisar de um caueiro ponu-
puea atra *nda ou Pd<"ado " fen> P-
tica e da fiador a sua conduela dirUa-se as
5 SSl";m'pr.-:r de u feilor porlu-
cuez dirija-ae as 5 ponas D- 31.
s__sr Quem quem quiser dar 800,000 a pre-
mio sobre bypolhecaem urna casa dirija-sea
ra da praia armazera D. 11.
tsr Precisa-ae de urna pequea casa ter-
rea na boa vista com tanto que tenha qun-
tale seja o alegue! pequeo; quem tiver
dirij-se a ra da Gloria L). 40 quasi-defron-
te do sobrado onde noorou o fallecido Adriio ,
cu na ra da cadeia velba n. 54 no urimeiro
indar fi:, uc "cv#cr *" * Z r"
r Quem tiverpretos que tenho pratica lugar do Calderero defronte do un
de tirar areia na coroa, e os queira alugar Gama.
por da ou por mez dando -se o sustento di -
rija-a* a botica da ra da Cruz D. 34'
. nr Pede-ae ao 5i\ que tes o obsequio de
tirar do cormodo.a carta* para Manoel A- "-"-" alunr estabele-
driano de Albuquerque Mello viudas por, na b.a vista propno P^4^.'^^ ^Yn
correio terrestres, as queira botar na caixa ou cimento 5 a tralar na ru
levar em aua caa na ra do jardim casa do D. 14. Aih..mi...,.nP faz sci-
mesmo nome. tsr Antonio Jos de Albuquerqne taz ci
OTO Notario d. freguesia da boa vista ente que tendo dado aulboris.Saoaosbrsj8e
mudoo a sua residencia para a ru da trempe Mara de Amorim Jnior e> i0*^
na volta que vai para a soledade ; quom del- de Figueredo en ^esembra de i*o para
le precisar ali o devem procurar, poder arrematar o contrato das freirs .ou
r Nanoute dodia n do corrente per- outro que Ihe coaviesse, que o auan, u ,
deu-se desde o desembarque do porto das ca- e tendo os ditos Srs, arrebatado a barreira aa
Iioa vindo pela ra da senzala nova, beco passagem espirou a dita auctonsacao e o
largo ra da cadeia, ponte ra do crespo annunciante nao os aban? mais e n
ra larga e estreita do Rosario, pateo do auclorisacio tem mais valar algum.
*-________._ _____ _____.. _. .<_ k ! **_ >.;(._iai,. horas da manh de urna porcao de carne
secca a variada por coirta de quem preten-
cer.
Compras
conhecimento a todos mandou-se publica o
presente. _
tsr Arrenda-separasepsssara festa um
sitio com boa casa coxeira estribara e
muitas arvores de fructo cacimba com boa
agoa de beber e muito perto do baabo no
r Precisa-se de um oficial dechspeleiro
dando-se preferencia a brasileiro ou porlu-
gue: nolargs da Terco D. 3.
ArreoJa-se a serrana da pon-e ye lia
Escravos de ambos os .ex. com ba-
belidsdea ou sem ella*, nao senda velhos ,
para fara da provincia-, no armazem de Anto-
nia Francisco dos Santos raga na ra da
tnoeda n, 14*
Vendas
t^* Falbioha* para oanno de 184*: na
praca da Independencia laja de hrros ns.
3; e 38 j na ra do Cabu loja do Bar.
liandeira ; na ra da Gadeia do Recife loja
de forragem D. 4' do"Snr. Moraes ; e de-
fronte da Matrii da Boa vista botica do Snr.
Moreira.
tar No armarem de James Grabtree tapetes muito r203 lona ingleaa estreita,
estopa algodoens encorpados de a4 noleg-
das proprios para sacos de assucar ditos pa-
ra consenos de sacas de algodo toallus de
lltibo pannos azues para fardamentos de
soldidos telios de superior qualidade para
bomem e senbora e brins da Russia.
SST Urna morada de cas de sobrado de a
indares na ra velba quina que vira pira o
beco do Veras D. 5j com chaos proprios ,
quintal murado e grande com bons com-
modos ; a tratar na raesraa casa das 7 boras
da manh as 9 e das 3 da tarde* as 5
C^i Um pa para ti->oia na ru* de S.
Rila nova cas de 3 rotulaj verdes defronte
do sobrado do fallecido R>ssad.
Superior tinta verde em olio ; em ca-
ma larga e estreita do Rosario, pateo do auclorisacio tem mai* valar aigum. 88 de Jones Patn & Companta na ra do
Carmo endireitura ao convento, e da hi al ssr Avisa-ae su Sr. Antonio ida ,Sil- be novo ^ j6
ra das Flores casa twea D. 5 cabio e per- va CaHial, que a sua a nancaaa mana u ^^ Um escravo para o *ervi?o de campa,
deo-sedo poscoco de um menino palmo e tal ja deve um mez de easa e como ja se om carreiro caldedeiro e serrador ; na -
s ..- __!__..- ii._v._i r.:.-----:.. ..:_!. f._ o nrfi. ,lc ", ,T j c. p. bric* de anuba no alterro di boa vista.
ra do Colegio por cima da venda do Sr. r ra- u,% u"""_________________.---------
dele* no segundo andar. !SCraVO FuST-tlOS
f__r Farintia de mandioca ltimamente
chegada do Rio de Janeiro a 5ooo a saca de
tneiode cordio grossode ooro con colseite Ibe tenba feito aviso particular faz o pre-
e enfiado no mesmo urna liga de unicornio gente para seno chamar o i,? .orana.
encamada era ouro uma vernica de S. ur Da casa do Dr. Jos Bento na ra no-
Jose uma moeda de des tuitoens tudo de va D. a3 lunario um par de tasines ee pra-
ouro } quem aebou querendo restituir leve a ta torneados e simples com abase oitava-
dita casa que ser recompensado. da em feico de meia cana ; quem delles ti-
tsr Alugo-se 6 escravos para qualquer ver nolicia e a quuer comroooicar ao dono
ervico a 10,000 tneosaes j quem precisar far favor e ser recompensado,
annuncie. I or-PrecM_.se aluar a,n .od.r daum de"sIl*^d"rolD.T"~lda "da'ra de" Vgoas
_ Perdeo-se uma espora de prata na obrado, ou casa terrea, que seu aiuguet ^^ uro ^. i 6
tr.dade belem quem a acl.ou querendo ao ceda de i2,ooo sendo no^burro de ( *p provincia ou para en-
xeatituir dinja-se a Olinda a casa do Couego S. Antonio j nesta Typografia no primeiro
Serveja branca de rauito boa qualida-
de em porcoen* a vontade dos cooiprad.resi
m casa de Russell Melbr. & Co.npanbu j
na rna da cadeia do Recife D* 18.
r__r E &foro-*e perpetuamente terrenos
com arvoredos de fraeta e perlo do embar-
que na .passagem da Magdalena entre as
duas poutes a fallar com o seu praprietario
Jos Joaquina Dererra Garalaaali na ra
da Gloria D. 3o.
SST Tres molecas ds iJade de i5 a 18 an-
nos sendo duas recolbjdaa com ruui boa.
habelidades dou* lindos moleque* de naca o
de iilale de 11 a 18 anuos um preto de bo-
nita figura deidade de ao aaoos bom eo-
zinbeiro ,6 ditos para tolo o servico e dou.
molatiobos ptimos para pigem i n ra da
agoas verdes . 38.
OT Um moleque de bonita fijuraj na ra
do Nogueira sobrad. de u_nandar d. varanla
de ferro
cr Uma rotula de venesiana por preco
commodo i as 5 ponas D. 5i
tar Uma porcao de pipa* vaiia. propria*
pira se desmanchar ; na ra da seuiaU ve-
lhan.35.
tsar Uma vendo com poucos fundo* beoa
afreguesada n travessa do Roario D. 11 ,
a tratar na mesma ra D. i5-
s_sr Um f ir Jmenlo para guirJi nacional
de cavallaria com pouco uzo j na rui oora
armazem D. 34*
asr Vellas de spermacete de 6 em libra _
Unto a retalbo como em grosso a 800 rs a|
libra isto para, pjustamento de contas ; na
ra larga do Ro_ano loja de miuleas U. 7.
J<4E_T Um diccionario de Moraes da uUi.ua
tdioj na ruadeagoa verde* D 3j.
__f- Farelloomais fresco possivel para ca-
vallos a jooo o saco tornando aoo res pela
volta do saco, e a hem condecid ariuha de
trigo das 'marcas XXXF e XXX, a melbor
e mais nova que ha em Peruambuco ; na U-

i
o dia 18 do p. p. ugio do segunda
a alaueire* a raeio da medida nova j no arco, sitio ao pe da ponte que entra para a estra-
-*.._._ si i. e-i... J. --.-_ ,1. r,,>,.. >. r, m.lii l.irlkiilnma da
di Concei9o a filiar com Gaetano da Silva
Azavedo.
Excellentes vellas de carnauba ; no
Manoel Frrreira da Assump.o ou no al dar.
trro dos allegados padaria de Jos Domin-
gucsdelivtiia que receber 6000 de gra-
ttfkarcfoi
Avisos Martimos.
genho um moleque bpm oficial de sapateiro ;
na ra do Hospicio casa junto a do Padre M.
L-.urentino.
asT Um sobrado de um andar D. a3 na
------ # 1 __________ a um JODraUJ uc um anual ^ - -
Io' ,. ~PARA0~RI0 DE JANEIRO o Bugue ra de S. Beato em Olinda em chaos pro-
OSr. Manoel Esleves deAbreuquei- Nacona, Leo ( reeebe carga e passageiros ; prios com quintal murado, e arvoredos;
ra fazer o favor de aingir-se a l..ra de ponas ^ ^^ ^ ^ dj Vj 0 d. 12 com o con- a trat.r na ra do Crespo D. 9 com Manoel
n. aa para negocio de sea 10lere.se. 8gnalar0 Nuno Mara de Seix .s. '
S3T Quem precisar de um rapa* portu- RA MONTEVIDEO recebe carga a fre-
gar o qual tem bastante pral.ca de negocio ^ q ^^ ^^ Forluns Capt5o G. B<
para esUPra?aon lora dell. para jum en- Rcbelmi lrai-se com o consignatario A.
genbo, d.r.ja-se ao baco do |,ae luto De- ^^
-ima 4. PaR\ O RIO DE JANEIP.O a Barca
BT Aluga-se uma sala com uma boa al- Bf8silera Firmeia Lem conbeci_a nao s
roTa para um bomem soiteno; ua ra do
Queimado D. 11.
trazia n'um boleo Ihe cabiise desde aquello
filio at o alieno dos allomados uma carta
dentro da qual traaia 2oaoooem duas sedu-
las e mais enibruihadas n'um quarto de pa-
relalmasso a quanlia de 137,000 em uma s_-
dula de 5o,000 duas de ao.coo e varias mi- j'' ^ ~ excelentes commoios dirjase
udas; tendo poiso abaixo assiguado volta- a p ^ Rodrigues & lrmo, na ra do ira-
do squele lug.r as o horas e ne:a da manha e hj ^ Q aQ c il,
fiocuiado com mulla aUtm.ao j* nada en- r________^______________
Ihe
-.ntrou pcitanto cono ouiro recurso
nao resta _.no convidar a ^essoa ou pessoas
que achasse qualqutr drs ditas quanlia* para
nicamente por encargo de con.ciencia re-
t-c rlir com o abixo at.ignado o seo achado ,
Iz o pre/enle annuncio j ferlic-udo a mes*
n.h pessoa que por qualquer somma que ge-
nerosamente Ibe envi ujuo -giadecido Ibe
licar tettemunhando tempre por tal acto
a .ua eterna gratido | odendo para esse
fim dirigir-se ou mandar ao atierro de boa
m u no stguinJa andar da c.ia ,do Snr. Jos
1'odrigues do Posso ou na ra do Vigario
1). ib no piioj.ito and ;r. Saiusliano Au-
fc ato Punen ta de Sjuza Peres.
aar Aluga-se para se passar a fes.a uma
ma na posado de Lcberibe junto a Igreja ,
t-in du.b s.U. a quarlos corlaba lora, e
sim graLde tuin'.tl tdo murado com fru-
tt.jrai. ti banho no tundo do qoiuUl a tra-
tar na ra nova D 34.
tST 'lendo a Mesa Regedora da Irmau-
Freir ftjlarir.
9P9> 5o gacas com feijo vindaa do Rio de
Janeiro no ultimo navio muito novo por
preco commodo ; na ra estreita do Rosario
L>. 3.
tsr Uma casa terrea de psdra e cal com
muro na frente que d tutra propriedade ,
pela velocidade de suas viagcn3 como pelos cooa Dajxa pjra capm e bastantes arvore-
* dos de fructo; a tratar em Olinda sobrado ao
p da ladeira da S.
33* Um pardo de boa figura pe feito
oficial de carpina o qual se d a contento ,
uma preta cotinheira e lavadeira uma ca-
brinha muito moca cozinha, cose e engom-
ma e um pr.to para todo o servico por 35o
mil ra ; na ra do Fogo ao p do Rozario De-
cima jo.
sjar Taboado de pinbo da Suecia custa-
dinho, costado assualho de i e meia po-
legada forro de meia polegada e 3| pro-
pno para casa e para fundos da barricas re-
mo* de faia de superior qualidade tudo por
preco commodo j no forte do mallos armazem
de Jos Antonio da SiUa Vianna.
tsar Papel de peso coroinha do superior
qualidaa i-j5o a resma tanto em poquena
oumo era grande porcao, e charuto* n*. 1 ; no
b.co da pol D. 6.
est Um boi manco feito ao pasto, e acoa-
tumado em carroca j na ra nova armazem
D. 34. ,.
tsr Chapeos francezes de superior quali-
dade e da ullima moda por preco mais
barato do que em outra qualquer parte na
ra da cadeia loja de chapeos de J. -O, Elater
D. 14.
tar Vellas de carnauba de 6, 7, e 11 por
libra a io,aao a arroba, e sapto* de bur-
reoeda n. 14a ou com o Capitao Narciso Jos
de S. Amia.
PARA O MARANH..O' em poucos das
o bem conhecido Biigue Escuua Giralina ,
por ter a maor parle dssu. carga prompta ;
quem quiaer carregar ou ir de passagem pa-
JL e 11 o
tar Que fazo Corretor Oliveira segun-
da feira aa do corrente ao meio dia em ponto,
no piimeiro anuar da casa da sua residencia,
na ra da Coureko de numerosos livros
bem encaderoados que consliluio a encllen-
te e completa livraria de um bem conhecido
literato os quaes sao coroposlo pelo* me-
Ihorese mais acreditados autboresem as lio-
goas grega latina italiana franceza, por-
mgueza alema e inglea principalmente ,
ei.rd vendidos intalivelmente pelo maior
pre< o que se offerecer nao se especifica cada
obra de per si porque o catalogo dellas seria
d.o-asiido extenso para esla folha basta po-
rem asseverar-se, qrw sao as mais atis e
apreciaveis para lods as pessoas in.trnidss ,
e amante da* bella letras.
tar Que fa Luiz Gomes de Figueireuo
Cpitouo BrigueBrasileiro Felia Destino,
. I* "_____. ____________ _I (Ifllrni. t et
ar- *cuuu- .:-- .-ijcuor.uii ] m- a bordo do me-mo Brigue ancorad, delronte
^uedS Caa da ntruordia da Lidade{do uemmtltiar, no Uta 19 do corrente a9
racha por preso commodo j na ra do Ilan-
gel D. 7.
ar Dous qoartos grandes e em mulo
boas carnes; na ra diraita D, 5 J
tsr Um preto de naco benguela para
todo o strvico j na pracnha do Livramento
da nova da Gapunga o pelo Baribolomeo, da
estatura regular seeco roslo descarnado ,
retinto da cor, e eio olho* encamisados ,
parece ser velho representa ter 5a anooi de
idade tem alguns cbelos braocos na cabe-
cae os da barba preto* be bem fallante, e
gagueija alguma cou.a em se ihe exigindo
resposta lam na canela da perna direita uma
chaga e por is.o esta parte be mai* grogsa do
que a outra tea alguns dedos de ambos os
ps um pouco comidos parecendo queimades
de sorte que visivelmeote se divulg esse def-
f.ito, quando anda he um tanto apre.sado.
e estonliado lerou calcas de riscado azul e
camisa de algodozinbo e outra de baeta par
cima} quemo pegar leve ao dito aiti. qaa
ser gratificado.
tsr A i de Julho p. p. fugio um escravo
do abaxo asignado de nome Manoel, de
na.o cabund trabalhador de olaii* e
canoeiro, alto, magro olbos pequeos e
a vermelhados, ps grandes, o* dedos gran-
de* dos ditos meio virados paaa fora com
uma pequea coroa na cabera de carregar
peso ; quem o pegar levo a ra das Cruzas
sobrado D. 1 a que receber 100,000 de gr liticacao. Antonio Al ve* da'Fonseca.
sjsi" No dia a do correle fug\o do enge
nho Fiabas termo deSeriohaem u.n es-
cravo de nome Guilher ne oabra retinto,
cbelo bastante eucarapinbado ; estatura alia,
de bom corpa tem urna sicairis oa face es-
querda apenas de buco de birba he ofi a
al de sapateiro ; quem o pegar leve a ra di
Cruz casa de Jos iogo da Silva que ser
recompensado.
MoYiiaeiito do Porto ^
_______________:-----------------ii^r
NAVIO ENTRADO NO DA 17
Porto ir? das Barca Portuguesa Iial da
417 tonel., Cap. Manoel Alves da Cunha
equip. 37, carga genero* do Paiz 5 a ,Mi
noel Joaquim Ramos & Silva.
SA111D0S NO WESVIO DA
Babia } Cter Brasileiro Aguia Caplo
Manoel Francisco Gardo.o carg la,iro_
ENTRADOS NO DIA 18
Porto; Brigue Pottuguez Primavera de |85
tonel,, Cap, Jos Curios Ferreira Soares ,
equip. i5 carga viabo e mais generoe ;
Mende*& Oliveira.

t
KECIEF NA L'lt.uq M. r. uttr.. -i>4 \ \
*