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Anno de 1841. Quinta Feira
Todo agora dependo de*naneesmoi; da nom prndiiii; modere e \ e energa : continuemos como principiamos, seremos apontadoi *om admirace entra al Naeesmais cultai! Proelamaeo da Vssemblea Geral de Braiil| Hhf> acata Tipografa > ra das fclha a 3fooo por cuartel pagos adiantadot struxes D. 3, e na Praca da Independen- cia, n. 7 a 38, onde aa reeebem correspondencias legalisades a an- uncioa, (asirndo-ac estes gratis; sendo dos proprios assignantai, c Tin do asignados. PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES! ?dedada Parahiba a Villas de la preteneo i ." 3 J 5 3 9\ Dita do Rio Grande do Norte, e Vlas dem.. .'. ? f s j 8tltt|.Wfti, Dite da ForUieca e Villas dem ............. .1 LTidade de Goienna ....>3*> .4" # Cidada de Olinda .' .".V ." jr3 ' *' ' S i .' 8 Todos os dialf Villa deS. Anto .. ............. a ..'. Quintas Cairas. Dita deGaranhuns a Povoaco do Bonito . .' ;.;..'. lo, e ?{ de cada mas Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Kor-nozo, e Porto Calvo.'i, II, C SI dito dte Cidada das Alagoas, de Maeei ......"...... dem dem Villa de Paja de Flores................. .., ; Idea 13, dito dite Todos os Correioi partem aomeio dia; PHAS.ES DA LOA NO MEZ DE WOV. Qnart.raing.a 5 -as i h. e 5i m; da tara", Lna Nota a i3 as 3 h. e 6 m. da man. Quart. creso, a if i as 3h. e 48 ra. da man. La Ckeu a 38-as 4 b. c li> m. datard. Mari ihtia para 0 dia 18 de Novembro. As 8 horas t 3o minutos da tarde.' As 8 horas a 4 minutos da manh. 18 de NovEMBifo. Nrtvt. 253. CAMBIOS. Novembro 17. Londres;;;?:.' *) 'P < P ifoooeed. Lisboa ...... 80 a 85 por 010 premio por metal offereeidol Franca......3io res por franco. Comp. Vende. OURO- *toedade6f4oo reis, velhas l*f5oo ifcfjoo Ditaa m h n9* <|4oo Uftfeo Ditas de jooo ron, 8f100 8f3oo PRATA Pauces Braaileiros - - i#6io i|64o Peos Coluranerios------- - 1/6:10 i|6,o Ditos Mexicanos ------- 1/600 ifbio Miuda.------------------------i#4m- i#4Ao Disc. debilb. da Alfandege r 118 por loo comea. I ojo dem de letras de boas firmas i ira a l'l| Moeda de cobre 5 por 100 de disc; DAS DA SEMANA; 15 Segunds S. Gertrudes V. Audiencia do Juit de Direito da 1 rara. . 16 Terca S. Valerio M. Relac e aud. do Juii de Direito da ti Tara. 17 Quarta 3. Alfco e Zachio Mu. Aud. do Juizlds O. da 3. Tare." 18 Quinta S. O lo n ,Ab, Audieacia de Jais de Direitj da .' vara, iq Sexta S. Iahel ninha F.- Audiencia do Joiz de D. da l: vJ :o abba.lo Octavio M. Reala;, e audiencia do Juiz de D. da 3. Tara. 31 Domingo Apresentar.o de N. S. IfQO RIO DE .JANEIRO. MINISTERIO DA GUERRA. Ilion, e Exm. Snr. Acusando a recepeo do seo officio o. g3, que acompanhou as gui- es de a55 recrutas e dous cadetes que re- meneo para esta corte ne brigue Flor da A- rnerira cora m un ico a V. Ex. que S. Yl.o Imgerador mandou louvar oseo zelo pelo bom provimento com que fez embarcar os ditos recrutas, que chegaru com feliz via- gem, havendofallecido nicamente uro. Dos guarde aV. Ex. Palacio do Re de Janeiro em 91 de eutubro de 1841-Jose Clemente Pereira Sur. presidente da pro- vincia dePernambnco, o PERNAMBUGO. COMMANDO DAS ARMAS. Expediente do da 10 do corren tai Officio Aa tenente coronel commandan- te do deposito, remelttendo-lbe os papis de rontabeiidade do destacamento da comarca de Nassretb pertencentes aa mes deontubro ultimo cuja importancia devia entregar ao vice-consul Jos Joaquim dos Reis. Dito A o prefeito da comarca de Nasaretb, communicando-lhe o exposto no officio cima, com o que ficava respuudido o seu de 8 do cor renta. Dito- Ao prefeito da comarca do Recife, diseado-lbe em resposta ao sea officio desta data, que acompanhou preso o soldado do deposito Ignacio Mancel por se Ihe ter encontrado em seo poder o pardo menor de norte Uiaz escravo de Joanna Rodrigues, moradora no engerido Cumbe, que o mesmo soldado ficava recolbido a disposico do res- pectivo Juiz do erime devendo elle dirigir- se, ao commandante do deposito, sempre que fosse necessario condusir a sua presenca o pieso para a forma rino da companbia de artfices, mandando em cumprimento a lei dar demiiio ao Soldada Luis Correia do Rosario por ter finalisado o seo engijamento e nao que- rer continuar no sen ico* dem do dia 11. Officio Ao xm. presidente rogando- lbe a txpediccao da suas ordeos a tbesoura- ria, a fim fie se pagar ao thesoureirodi ir- insndade de Nossa benhora da Couceico dos ir Hitares, a quantia de igUaoo reis, impor- taupia das sepulturas dadas pela mesma ir- a.'iidade a lies recrutas da depoiito. Lito Ao rcesmo Extn. Snr. aiguifican- tlo-llic em vista do seo despacho desta data, queorecruta das Alagoas Joo Ferreir da Jlotia, eabrtearapara acorte no dia 6 do ejrrente. Dito Ao mesmo Extn. Sur., enviando Ibe, duplitados os mappas da forea de Iinha, existtiie na provincia, e da guarda Naci- canal destacada as comarcas a servico da polica, no mez de outubro ultimo. Dito Ao capito co 1 mandante do Forte do L uraco, ordenando Ihe envista de sua informaco datada de boje dada sobre o re- qnerimente de Francisca Mara de lesas, que remeltesse ao prefeito da comarca os u- Unsis que na priiio dos calcetas bavia dcix- do ; qusndo de evadi, o sentenciado Joa- quim deCarvalbo Maciel. Dito- Ao prefeito da comarca, disnd)- Ilie, que tendo o sentenciad) Joaquim de Carvalbo Vlaciel quando fugira do forte do Buraca,deixado na priso alguna utsnsis, que oraero reelamados por Francisca Mara de Jesus.e declarando a exigente em juiso nio ser como se inculcara ate ento legitima mulliar do fugitivos, tomara o acord de lhe enviar ditos utensis afim de Ibes dar o destino que julgasse conveniente certo qae ueste sentido bavia nesta data expedida ordem as comman- dante daquelle forte. Dito Ao mesmo, dhendo-lhe eni respos- ta ao seu officio desta data, qae ficava entre- gue do preso soldado da eompanhia de Art- fices Caetano de Souza Mouttiro a quem passava a dar o devido destino. Dito Ao capito commandante interino da eompanhia de artfices mandiudo por em liberdade o soldado Francisco Marcelino, que s achava preso desde o dia 4> e recollier a priso o soldado Caetano de Souza Mon- teiro a fim de ser corregido conforme se in - dicava. Portara'- A tenente coronel commandante do deposito, mandando considerar pracas addidasao mesmo,aa i3g vndas do Maranbo constantes das guias que lhe remettia abo- nando-Ibes sold e etape de boje em di- ante* dem do di i3. Officio Ao tenente coronel commandante do deposito, remetlendo-lbe os papis de contabelidade do destacamento da comarca do Rio Formoso, relativos ao mez de oulubro fino, devendo entregar a respectiva im- portancia ao cabo Francisto Rodrigues Pi- mentel. , Dito.-Ao prefeito da comarca de Rio For- moso commonicando-lhe o exposto no prece- dente officio como que ficava respondido o seo de 9 do correte. Dito Ao mesmo communcando-lbe nao se lhe ter aposentado o recruta r*edro Alve Peixoto mencionado no seo offi'io de 9, por ter adoecdo e achar-se impossibelitido de faser viagem, conforme pirtecipava o Sub- prefeitoAlbuquerque x6a. * Dito Ao tenente coronel esub-prefeito da freguesia de Serinhaem fedro Cvalcante de Albuquerquexa, acensando recebido o se officio de li noqual faiia ver que o re- cruta mencionado no officio cima iinba in- fernado, e nao poda ser remettido a esta ca- pital ; como determina o prefeito da comar- ca do Rio Formoso. THEZORARIA DE FAZENDA.' A thesouraria de fasenda desta provincia , temde faser alguros remessa em letras para Londres e por isso es Snrs. negociantes, que as quisereiu dar, bajo de comparecer oa mesma thesouraria, nos das deseo ex- pediente. Secrataiia da thesouraria de fasenda da pro- vincia de Pernambuco 17 de novembra de Joaquim Francisco, Bastos, fficial maior. ARSENAL DE MARINHA. D'ordem do Illm. Snr. inspector do arse- utl de marinha se fax constar que na dia 19 do eotreota, pela* boraa da maubi, se vender em hasta publica na pirta d>^ a!- moxarifado desta reparticio, huma pirco de farinha toucinho, bolaxa, cal e aju.r len- te, que foi entregue arroinadis pelo brigue brasileiro Leo, que ltimamente chegou do Maranho om recrutas. Secretaria da iuspecco do arsenal de ma- rinha de Peraambueo 16 de noveaebre da 1841. Alexandre Rodrigues des Anjos. Secretario* Conlinuaco dos devedare de paites do banco. Antonio Jorge Manoel Cardozo da Fonceca Gaudiao Agostiuho de Barros Joaquim Jos da Costa Oliveira Jos Gabriel da Silva Loureire Joaquim Lopes de Almeida Jos de Medeires Jnior Zimm&Comp. Jos Ja Silva Guimares Jos Joaquim Pereira Juse Alerandre Ribeiro Sebastio Jos Gomes Pena Antonio Jos Coeibo do Rosario Joaquim Jos Benevides Antonio Vicente Guimares Antonio Jos Alves da Fonceca Antonio da Silva Oliveira Francisco Cordeiro Ripozo Antonio Jos Ribeiro Guimares Joo Jaciatho de Oliveira. 15Uooo 5U003 2iUooo 18U000 S0U000 10U000 l5Uooo 3'Uooa 8U000 ^oTJooo l&Uooo iSUooo 4oUooa 2oDooo iUoo.'i aoUooo aoUooo iSUjoo 15090 I0U000 (Continuar*se-ba.) BRITISH CNSUL ATE.' i) Jvrucber i84t. The undersigned requests the altendanca at Ibes Consu'ale of the British Residents in. Pernsmbuco on Juesday the a3rd.inst.at one oclork for lhe discutsion of matters relsting to the British. A spilal. A* augustus Cowper , Cnsul. NOTICIAS PROVINCIAES. Hecebemos folhas de Muas at i3da ou- tubro pp. e nella nada encontramos digno de publicacaj. BAHA. Da Rabia as folbis recebidas alcmcio at 8 do corrente. Est tranquilla, e pelas indsga- ces, que se procedeo, tem-se condecido ser inlundada a noticia da insurreicj dos escra- vos. Em algumos dessas folhas se leem os nterrogao.nos feitus em Sergipe a un deser- tor permanente, de nome Manoel Marianno Pereira Pedra, encarregado pelo doutor Ma- noel Jos da Silva Porto, Antonio Jos da Sil- va Travasse e Antonia Jos do Valle, d<> as- sassinio do Extn. Vice-presidente daquella provincia do commandante sapperior Se- bastio Gaspir de Almeida Boto, do com- maudanle superior interino Joo de Aguiar Caldeira Roto, de un seo sobriaho o tenente coronel Francisco de barros de Almeida Ro- lo e outras pessjas de sua familia premet- tendo-selhe douj cont* de reis pela lealisa- co desse enorme atleotado. O crime devia ser te rpelrado na parada do da a de dezea- bro cujas circunstancias se veeaa do inter- regatorio abaixo sopiado. liilcrrog'i lorio. Aos 16 dias de mes de setembro de 1841 toaos, neota villa dot*oxario do Catetcj- ->. ? - -- -* mam de Lar^n^eiras provincia de Sergpa d'EI-Rei no quartel d'esta mesma villa aon- de se achava preso o cidadfo Manoel Maria- no Pereira Pedra por ordem d > juiz de paz 0 capito Gonce lo l'aes da Azevedo e Almei- da e sendo hi foi vindoo mesmo juiz de pae commigo escrivo de seo cargo para se proce- der o interrogatorio no dito Mariano e pco- cedendo-se parante as testemunhas abaixo as- signtdas, sao as perguntas e res posta seguin- tes. P, Que declarasse a commissCo que lhe encarregaram o De Manoel Jos da Silva Porto, Antonio Jos da Silva Travassos Antonio Jos do Valle. H. Cjue perente as testemunhas disso Que estando no Penedo com o Travassos, s Valle ahi combinaram com elle reo que da- vii dirigirse cidade de Sergipe, a apreaea- tar-so ae govetno oblendo para isso por aquel- es ditos Valle e Travassos duaa cartas da eapenbo para o vice-preiidente lbe perdoar a desercio que elle reo bavia commetlido , sendo urna das cartas do coronel Manoel Go- mes Rib-iro pareo brigadeiro Joo de A- guiar Caldeira Bolo e ueste para o govtr- no eoutra do coronel Jos Rodrigues Dan- tas ao coronel Domingos Dias Cjelue e Mel- lo, ed'esteparao mesmo governo dixendo a elle reo, que assim se cooservasse livrementa na praca esperando e dia a de Dezembro . que deve baver arruiuamento, em cuja occa- sio se devia prevenir com un cirtuxo de tres, ou cinco bailas, e que na oceasiao daa des- cargas que deviam estar as janellas de pa- lacio o Fxcel-viee presidente di provincia Joaquim Martins Fontes e e Excel, Sebas- tio Gaspar de Almeida Bote assassinasse a ambos ; disse mais que assim planejado n villa do Penedo dirigiram-aecom elle r> ao povoado de S. Pedro do Porto di Foi ha aonde se acbaoDr, Manoel Jos di Silva 1 orto, a quem loi communicado e infernal plana que o aprovou* E dizendo que ja tinha mandado para o ser loes de cima ver dou> borneas de toda a confianca para virem can cartas de reeoa- mendaco ao Sr. brigadeiro Caldeira pira pjderea sej salvo assissina-lo e que quin- to ao tenente coronel Francisco de Barro* Almeida Roto ja bavia d .do as providencias para o mesan tiro de o assassinar e que se )* nao tivease acontecido nao tardma muito lem- po. Disse mais o leo que ponderando qufo> arriscado seria por em pratica este plano da asssssinar essss pessoaa que mais representa- vam u provincia responderam elles PortJ , Travasso e Valle que uso lvese ie ihum receio e que linbam para elle t> dous con- loa de reis, e um ca vallo para peder-aa retirar para lora da provincia* Disse mais o rj qua para o Um d'ali rclirar-se e dirK<*-se da for- ana ja referida eapial da provincia deram- Ihe o Travassos urna moeda de U jareis, eo Valle urna ordem da jo reis para esta villa a Pedro Luiz de Goes. Avista d'esta dim inuta quautia pondevou o reo, e fez ver elle* Travassos Porto e Valle, que nao se podis manter na cipital, alienta a demora que bavia uos piganaentos de so i >s e qua era necessario ms diuhdiro ao qu 1 eiles responderam, que nao precstva mus dtohei- ro, pjrque el'es vin'.in pira a Lo bad pi- ra a casa docorjuel Untas, e rius d'ali iuau- dariam 4uU reis; e como o rj nao quize.ss annuir aviata da diminuta quautii que loe davam. e mesmo por repugnancia da com- ?l. *m s nARio d Pin hiMifffln * 9" K^m.*i mi. mw^fiw 55 i rieo'i, prineipiou ser maltrtala por a- iuel!i.-s seductores fazendo-lhe persuadir q' rivia ir ella leo rom reeomendacao para Ma-ma cauallia ? I-so he que Convem exami- rso e nao para cata provincia como pre- aar; ir fonta do mal e procurar secalla. Urda elle rio ( e iaio recioins de que ella A*s in jualic-is a lyrannia negligencia do* viuda a asta provincia podesse declarar o in- fernal plana por etica combinado; avista disto liest'ouieu o red i'essa protscclo q' Ihe davam para Maceio e resignando se a vir para a fu pioviniia e negando esla villa foi puso pelo crinoe de desertor. que govcrno sao devidoa sem duvida pela mor parle s crimt-s frequenlea que pe tur- bio o scego das Nac&cs. Os rigores kijus- tos da poder arbitrario, as vexaces, ed-s- p.-ezos di s grandes, dos r'oos J e poderosas tii o a o humem da nfima ple'e todo o sen- Tudo he queixarem.se da canalha : e don- na s riuva, hum orfao, huma familia; mas de procedem quasi lodos os crinara. dessa mes- geraces inteiras, Nao he a canalha, que compra o K-crivo, peita a teslemunha, su- borna o Magistrado ; he siiri o cidado abas- lado, e ordinariamente dos que mais figurio i a repuhlica. Nao he a can !!n, que trama as revoluces e pe em combuslio hura Es- tado inteiro: So as Aulliorkbdes corrt osseus despoti-mo, os gi andes, e validos com as su- as vexaces, que levo os povos a esse exces- sos, quasi sempre inevila\ci*. No uosso Bra- sil pode-se dizer que as sedice's e revol- tas tem sido tramadas nao ah porqualquer hornero, sim p;r cidadios conspicuos e na- da menos que revestidos d'ulla mitsio de Re- presentantes da Naco. A sede de mando, o dselo ardeote de empollar poder he o mo- pelo ecpie Ferro. Cisse roai* tile reo que v. r, ou de cuja beneficencia ha rBsfdr: elle vel de todas ests dasordens, que tanto han o acto da sua partida do poveado do Colle-mui fcilmente lbe sacrilio huma honra qie devrooralisado o Brasil. Gaerreilo-se desa- fio infelizmente comaaetteu utn roubo aos I nio precia : elle nao tem ideia da virtude; piedadamente os partidos polticos, assailo-se si us seductores, o qual foi entregue exuou- \ei/de a propria ronsciencia por dnheiro, ou de parte a paite os mais vergonhosos baUlfie*: i- r earreiite no acto de sua priso ao coronel proteccio e irrita de longe os vici >s e tra- todoj se cobiem com a capa do bem publico; vessursa daquelle*, que suppoe mas aforlu- mas na realidade nao sao se nao intrigan tas nados, do que elle. especuladores, que s se occupS do sen in Os inao exemplos, as arbitrariedades as tyrannias d>s grandes lazeno pulular desgra* molidos rcioia releridos e con-iderauda que : codos a cadi canto*, a os quaes muitas vezes usfirn nao devia existir entre seus patricias |a mesina miseria reJiiz desesperaco que caujprcviaciamos, com nma laca que idde : 0s leva ao crime, como meio mais perempto- Disse maia que os seus seductores ditseram, | tmenlo de honra e toda a estima de si mea- que csaeram a ebegada do commandanle su- rn > : d'ajni elopiompto para tudo a fin de pteiior Sebastiaa Gaspar de Alnceida Batey I sabir da miseria, na qual muilas vezes lo para roajpimento de urna revoluto eque I precipitado pela opprcssio : a depmdeucia para isso tinhaot tido prometimiento de qui- : em que vire obriga-u a conformar com os nl.entos clavinotes e o mais que precizasse vicios d'aqnelles, de quera raroe para vi- Ferro. Disse n>ait elle reo que v> v, mi de cuja beneficencia ha mistdi' t elle Antonio Luiede Araujo Mariel como pre- teuciou o commaudante do destacamento e mais pesioas que ali eslava; prezentes. De- claren ii ais o leo que adiando -se preso pelos ocultar no acto da priso suiridou-se, e dei- xnndo-lbe anda rom vida, sem a menor per- rio de sahir da desgracu Se aopulenci.i he nii dos vicios, a indigencia he nii dos cri- turbaco fazia a prsenle loofisso perante as roM, Ouarido hum Estado he mal governa- tea.tfxuuhaa abaixo asaignadas e mus pes- ,] f quando as ciqnezas, e a abastanza to fc;.i que stj acl.avam presente. E par nada repartidas com exticma desigualdade,5de ma- ir,aisci 1 ..rar no presente iulerio^Jtotio 0neica que millioes de ho'tutns iaiogoaio nen J. oe ojuiz de paz por acbade en que as-, ,0 necessario, ao mesmo tunpo que hum pe teresse particular; e h genle to papalea , que ainda pega i a isrn das promessas, que llie fazeui esses faui ln>s espertalh 8, que em se apanhando encumeados traelfio de derrubar osproprios legraos, que Ibes ser- vil o para trepar Em vrrdade quem ha, que tendo bom seus' c'tia ij pequi e 3e sa- criicar-ee para que seja, porexejnplo, l're sideule da Provincia o Snr; Antonio de tal, e i:io o Snr. JgSo d? qaal ? Quem eonhere o quesio os nosso g:i if.ilrs ptdilreos he ci- dado pacifico recoucenlra-ae no seio da tifjrmu ci w o reo, e ttstemunlus, Eu i'V- queno numero de cidados nido em sn-1- sua familia, compre religiosamente a lei, cisco Feneiru i;ssos escrivao que o escrevi. f]5,jai|e d.-vem de appartcer commumente respeila as Autlioriiades pertenco ellas a oncalo l'aei de Aievedo e Ain-eid. -'.a- raiJitos malleitorcs, os castigos nao faro di- Cephas ou a Apollo, to.-na paiiido em mel NUvtaDo lJereira Pedia.-- Antonio minuir o iM'iiiero dos criminosos. Em quan- deftza da Couslituico, do Imperador, e da JwaiiLim de Aji'o. Luii l'ioxedes Soares j0 as Aulh"idades punem ai bilia iameute inligridade do Imperio, e deixa, querichem, Acto ciseo des jautos Est conior- os miseraveis e pequeos, deixio em p.tz os e at te esbofeteeni es paladinos, que l tem ice- Ir i i'reo t'erreira Passos escrivao ;le vicios, que Uvo o Estado sua ruina, e nao suos rates particulares de quererem na Pre- jez. Esta icnforme AntcLo Augusto Pe- oucas vezes entilo tamb-.n cim o sen con- sidencia o cidado A e nao o cidado B. reia da . uuha secreta i io do gaverno. (Coneio iiergipeiise ) ^Lommeicio ) O DESPOTISMO. {Continuado do Numero antecedente.) A ennalha lie sem duvida in.moral, e de : tincente de vicios para a obra da destruidlo finalmente nao he a canalha que nos g ral: os castigos f so para os pobres, a caua os primarios, e maiores males: he a desvalidos, no mesuro passo que a corrupeo, masa quasi nenhuma educaco moral sao e desgeverno dos poderofO, fizendo misera- as notsas paises desregradas sao os vicios , veis, fazrm ladio's, hand.leiros assaasi- a que estaa habituados assm os governantes , e malfeitores de teda a laH. como os governados. Todo o Brazil est re- nos O homm que nada po-sue em hum Es- duzido ao jego do empurra. Cada qual s la-lo, nlo lem l.cos, qtte o prendao, que o ruid-i em apear o ontro para se Ihe encaixar afiViooem sociedad** CoBwqnerem, que no lugar cada qusl t se oceupa de adqai- j_v.;-.v-:da: mas qual be a ratfo aufliciVnte de h(jm- mu|ldj ,]e desgracados a quem se rir riquezas poder, e distinecoes honori6- comprCo ? Stffo liomens pobies, e misera- a rojferia pubUB Como conseguir, que E i.-> be huro solemoissimo tollo todo aquel- i -i' jNco seguramente : to alguna desque reipet m ;, mopiedade allnia inlelizfs que le que serve de degrao para a elevacio de f- i -uan.io degr*vala lavada, tio sujeilos mi,jta8 ves fors0 victimas da rapacidade do huma dutia de espertales desfructadores qi.e irais Llazoiiio de bomens de bem. Por rco ol, e C8(So T,,1)(lo a u0 0 mome. ,ores da Brasil ? Estes a final comern a fruc- (juo motivo .^ao to lacilmenle bollos os acci- t(J nvat|;jos pela violencia ou pela fraude ta ; e ainda se incolco de beneficientes e toroso? Ser pelos empenhos, ou dinheiro os bena de eua concilladlos? Como be pos- dadivosos quando a os seus Beis servidores d canalha l JNIo de certo : he por que mu sve| fiu,imeniet qe 8e aubmeltio s leis lio- aliio com desprezo algumas castas e caro- i.-.obeo malleilor, que nao leuba padnubos inen8 > quc esto i-bservaado que e.-sas leis, eos. En summa refuaemos pnmeirameo- lialgumarfpre.-enlaclojbeporque nao pou- f rorles C011tra c\]ea f tg indulgentes para le os nessos maos coslumea laca o governo cosseiihoresd'engenhos,e propnetarius con- os g,ands e,felizes da tena, tornendo-M derramar a in.tiucco quer cil quer reli- i nao roerecesse este trattmento : e poderemo 9 ; eos diiel-o assim de Napolio ? E' verdade ,' ( que efle se intregou ua mos de seus maio- res inimig s ; mas foi quando estava desgra- Cdo e se a-fjituna o auxiliasse oque nlo fiia elle contra os inglezes ? Do mesmo dra- ! ma se eonbeeem as suas inteniojs. Dira um genio nao alhr maremos se foi Marmontel, que elle nao quena ver no tbe- ! atro aquillo que poderia ver de sua analta. E que vemos nos na Morte de Nepolilo Y O Imperador dos franceses quereudo fugir, por j persuasio de um seu veterano a fgida , 1 como era natural deacobrta pelo commandan- *e da liba e Napolio morrendo ou da (Vsgosto o qua nao proprio da alma da ; um homem grande ou pslo insalubre cu- ica da ilha o que muilo natural. iVUs nos tocamos nisto de passagem ; pois a ! nossi intenco :o laiermos ver que con- i.n qe se auutiem as prtrioticas inten- do Sr. Empresario ; pois de outro modo ',; i inutem os seus exforcos e Ion va veis deseaos, principiando este auxilio pelas Auc- loridadea, Quando estas deixao de compare- 'eerno thealre dexa tambem de aparicer a i m platea t Ho necessaria para que ' elle se torna em casa de civilidade e escola j de mojil e nao risa v orales onde uns j griio cutres astobiio e outroi repico. OSr. Emprtzaiio alem do grande esfor- r.a i que ffz para vemer es obstculos que i ihe BUtoub pela pequinez e cmperfeiio do ; ihea'lto ai" *cmo Pel Pouco 60Sto ^ue .;!' I i entre ni pelos e#pectaculos, teiu di envolvido sem pre ujn carcter desenleres- sado e urna alma phibnlrepica quando se trata de valer os nlelkes ou de cooperar para o culto religioso. Falle em sen abono as obras da Matriz da Boa-vista t e de S. Jo- s de Mucaml os infolices Paraenses as viuvas dos militares morios na restauradlo da Babia os mendigos desta cidade e os infelices da Villa da Piaia-grande da Viclo- ria* M a a - Sao pois tedas fulas rasces que deven ao convidar a concurrencia ao nosso thealro; mas vemos pelo co nlraiio que mesmo nos dias de suasiepresenlaces que trabalho thea- iros particulares em opposko a os inleresses do tbeatro publico \ poi s sendo ali a entrada gratis e ainda co ic maior razo sendo pa- ra ali convidados erogados os ixj,cctadores , de certo aqu api rceraano concurrencia, e por con sequen cia iueviiavel perda para a caza. Parece por tanto justo, qaeesse therlros particulares deverao irabalbar em dias *tn que sesso ai nprcienlfaies publicas j e que mismo as aulboridades dem preferencia a o iheatro publ ico oeUixo de euja guarda e patrocinio est. Sim que as autoridades le pretem com as suas pr esencas, e auxilio, sem que o povo concorra baldados serio os ex-* torcos do empresario e da compau.bia. Noticias btTaiiffeiras. nnr quando a Polica he bem e dcvida- gog ^ ,|exand0 0s pequen s a dtscripco e que be sempre mao sempre injusto sempre mente exercida ; precede eim dos maos bab- aiu;t|() d(8 que gOVerno ? funesto, sempre deteslavel. S a lei be au- tos que contrabimos do egosmo de buns,, A fa,,;i de ju>lca he> (jue commUmenle le- thoridade(diz o ja citado P^6i ; e liberdade ; da indiberenca de ouiroa ; e da ignorancia de Ta os homens a o crime. Huma vez que esta fer* da le nlo se encontra sei.o usurpa- muitos. ^ i he calcada a es pi pelos governante-, pelos lio e itrolta." ISo l, b>sla nais ftioz do O Povos se queris serlivres, e fehzes p0t]erCiS s bilma ve* que c forte pode op- que o homem, quaado as paiies ajuma o po- sfde justos; obodaeei nligiosamenle le, e ,.{,. impunemente a o fraco a genlalba dea arbilranu ( duia Plutarco.) nlo a os homeriF. Nao corniolas, que o en,rega.e 5S Uas paixCes e ere que todos despotismo appareca em nenhum eso ou os exceasos Ihe to penuitidos. l'ss.s delen- O Pbilopatiia. que seja exercido por pefsoa alguma, Quan- do a Authoridade vos impozer a lei ciuzai sores do despotisn.o nao fazem se tilo decla- mar contra a tanalha laccinoiosa: mas o que THEATROPDBLICO. irosa ella resptit-sa, e submissamente ; mas J^ que faz e.-sa geule misera ve! ? Se rouba,' Ccntinna o notso Thealro a convidar a quando vo intimar a sua vontade podis bemn-qu* >* na tnendicidade, be por que experUca publica com representaces dignas leiislr-lhe iem crime ; por que neste caso el- a(jJa 8enipre grandes, que a arcolhlo e pro- de um povo civilisado e para sentir que ladeixa de cr Authoridade, e torna se ag- (ejo e nio p0UCM veaes Igunsdeslea par- fntre grandes j-ecas dramticas apresentasse a gressorade vosos direitoa. Cicero, esse fi- ,itjpif) Ja celheila. Seassa.'biiia, heoidinfl- Moite de Napolio e a far?a Manoal Aien- losco lio profundo, esse Orador to cons- ramente .,ara ,oubar, algumas tezes por des, esta por que a pecar das bellas jocosi- picuo, esse poltico lio perspicaz, esse pa- rca|evolencia propn'a, e nutras muitas por dades de que consta tem palavras eir- tucta lio ztlojo dizia com a sua habitual do- fo a ,s0 cj0 1c0 ^rguihuio equivocas que por qualquer pessoa po- quencia-Dom cidadio heaquelle, que niopelo grande enlatuado, oue se julga cffenddo dem ser lomada por immoraes e obsenas a- podcaofrer, baja na Repnblca poder algum,; de -,querc0llsa: em f a continuaeo dos quella por que s tem de grande o nome da que quena poi-se a cima das 'cia-E quando C1nje, nasCe da impunidade, e a impunidade Napolio. proferia elle esla verdade? Nos dias mais tem- n|0 he rert&menle obra da canalha porm i E*le drama, em nosio entender, nao peatuosoa daautiga Roma: quando os Cati- gj,,, Jasmearoai Authoridades, queao mesmo ^fis que a m contada hisloria da morle do linaai, is Lentulos os Cet liegos, ehuma a-j aMOj e querem Ur as nilos lvres para e- grande Napolio na ilha de Santa Elena, e luviao de lacciuorosos as:elavo es campos, ieixer hum nouco de despotismo contra es- j >' etboco do indigno tratamento quedeoo intadiio de u:lo armada as prnpedades e cometto horoi osos assatsinos.Cicero no meio de lio grandes desordena nunca disse s au- tboridades sem hum pouco de despotismo nio se pode conter es malvados pelo con- trario elle ufo quer como acabamos de \er, que baja pcebr algum que castigue axbilra- riijpeotrr te ou aqutle nvstravel ," deixio passear im-1 governo inglez ao homem se o mais ambi- punes, emuius vezes protegem, delendem, doio, tambem o maior de seu secuto } della e sustenio rnutadorea pblicos, e faccino- rosos conbecidus. Ni j he a canalha que mantem csses plei- tos f srani'alosos, de que esli abarrotados es carinos, pleitos, per meio dos quaes o rico, e poderoso tem reduzido injgeuciu uio lui.- t pode tirar-se a muraliitade de que os res mesaos servem de zombsria 'ao desuno j que ninguem por mais elevado que se veja , Loder-se- julgar a abrigo da inconstancia da lu luna 5 mas para dar-se a bondade dram- tica utsuatiau Mla necesBaio quo o hroe MANIFEST. Do governo hespanhal em resposta allecn-* 9o do Papa. Continuafo do Pumen anteeadeata; A rainha D; Isabel 2. tem os meamos di- reitos e seu Roverno actual est resolvido a defende-los com a mesma energa. E urna i vez que o Summo Pontfice negando-seco- mo principe a reconhecer a S. M. liglima successora no throno de seus maiores se rie- ga tambem na qu adade de pai esper lual dos fiis a remediar as necessidaes da Igreja doHespanhs, e ni contente com esta por- longada resistencia alca de repente a voz no tea consistorio para atacar a authoridade su* prema do estado annullar snas dsposiies eerigir-se em superior de quem nesta parte nao o recoubese nena te quer como iPl i elle mes mo quem levan ta um muro de iep:< - raco entre ss duas cortes que fecha por ora a ~~( ) Em i83a deo o empresario urna noite para as obras da Igreja de S. Jos do Moca m- b-Em 1835 liea noiles pagando sua cusa as dispezas-Em i838 urna noite para as viuvas dos militares morios na restaura- ci da cidade da Babia pagand o sua ensfa as despezas Em i83g urna noite paraos mendigos dasta cidade pagando as dispezas , e como por (alta de con currencia nao bouve tbeatro deo o empresario 100U ao prefeito pa- i ra distribuir pelos pobres E neste anno j ' deo livre de tod as as despesas urna noite pi- ra a* obras da Matiiz da Boa-vista eduss paraos infelices da Pr ta da Vicloiia p- gando o empresai io a sua cnsta todas a* dis- 1 pezas, MUTI * m perla a toda a relaco amigavel a toda a es- pnrie detransacio. Emsumraa violenta al* lecucodo Santo Padre nao pode tonsiderar- se mtiSo como un a declaraco de guerra con- tra a Rainha Isabel i. contra a seguranc publica e contra a conslituito rio estada. ' na realidade um manifest ero favor do ven- cido e expulso pertendente e uroa escanda- lora vis de scima de discordia de desor- dena e derpbellio. Nao pode j por sso mes- no o goveroo de S. M. sem mingoa de leal- d- de e de sua honra quer do silencio sobre to fnoiir attentd i, nem deixar de eropregar pia o conter todos os meios justos que poetn na sua rfo a iao a rciueniencia e dis- ciplina da igreja e o peder de urna naci grande e nobre to indignamente fggrava- d Madrid 3o de Julbo de 1841. Como ministro de Graga e da J estica Jes A- lonso ^ Caceta de Madrid.) b i i I 8 ?EfeNAifhie9 A Conteos poranea, Um redartor da Quotlidienne, que c! e- gcu de Londres, relata o que se segu: Fallemos om pouco da (.'onteapomine , que segundo toda a a aj paremia dar' mui- to que lser a Pars e Londres daqui a pouco tere o. tu fui visital-a a Tumbridge-Pla- ce numero a4; New-Rood e cstive dua9 horas a conversar com ella. Ella conta ss- saz claiamente esnn reticencencia a histo- ria das cartas. A crigem daquellas de Ca- g iari 1 ero ccnhccida, sabe-se que ellas o- ziem paite dos aspis deque o governo in- gle* se arpessou depois do assassinato do conde de Knlraigues ella explica a posse doquellas depois de r8Jo por urna amiga e iLtina linio cem AJ. de Taeyraud qe icaonta aos ltimos das do Directorio eaos lar se a fira de se igualar a renda publica cota a despea annual e nitros importantes objectos relativos ao negocio e commercio do paiz oceupar necessariamente a vossa al- ien'a no primeiro periodo depois do adia- roento. " 5, M. nos ha ordeosdo que repitamos a manifestua do scu profundo pez.r pela pt.iria q>e lem reinado durante um cons- deravel espado de tempo ero alguna dos ptin cipaes destrictes roanufaclureiros ; e que vos asseguremos que podis confiar na cordial cooperario de , Al. ero todas aquellas me- didas qii" deso} de madura reflexao parece- rem mus bem calentadas para previoir a no- va occonencia dVssa penuria e promover o grande objecto de todos os dezejos de S. Al. - a ventura a contentamen'o do sen povo> ,, CHI.\A Tomada de Canto. Mareciba, 3 de Outubro. Cbegou esta maullaba 10 horas o Oriental, trazendo a seu bordo o Capito Brewa encarregado de despachos para a Rainha de Ingluterra. Os Inglezes romptra es guardas ayancadas de Canto de "j'i a 37 de Aiaio. O Cbinezes caplularo no roon.ento ero que a mesma Ci- dade estova prestes a ser lomada. Pelas clausulas da captulaco teero elles de pagar 6,oo,ooo de dollare de indemuisicio aos in- gleses pelas o^pezas da guerra coro a China ; mas nao obtiverao estes vantagem aijuma cummerciaf. A guarnicio Trtara evacuou a Cidade a 5 de Junho ; e os Inglezes lornaro a oceupar Heng Kaog, A este rtspeito diz o Jornal do Commercio de Londres o seguate : - Tendo-nos pagado os Cbinezes a impor- tancia das iiosss reclame'es provenientes de Idepreuacues nem por isso nielnorao as nos- lao por ai'ora a sua disposiao: tiles estaoi . . , a i- Ij il tivesse tornado a molestia incuravel. depositados etn casa de um individuo que le da tanta importancia segundo parece que Henry uo devia pedir indemnisacio pecu- niaria mas sim a paz- a perroisso de h. 1 i 1 lilaila uio 011 ectu a eflerecer 10 ntl libras esterlinas, ,' . b ... Uvautar leitorjos em mullo des trincipaes quandoeile negocio ctntr cor.c.u.do e que ,03 mariliaJ0 a permanente roideocw espera acresecnta a centemporame por es- ^ ^.^ ^^ #jjJ pekia a dufa_ t. derrmamelo de sommai assas considera- : ci. de bem estar. Eu tenho visto tido e li- Mns,er0 a0 B08S0 Enviado 0rienl,, e no do es fac s.mile de cinco cartas aulhogra- mQa con(.eb(r necessi(Jade al de al. id,tcoina.oiiiisin>oidado. Os fae uw- ^ -o [o t(J> Eu C0QleinQma le nao se um anda publicado mas elles o jU gUJ com o carcter nacion.l. eiiodaqai. pouco toa.po. A Conten.por.i- ^ represento a Inglaterra como naco roarab.de perseguir o limes por difama- ffieicanll'1 e uio mercenaria respeiladora tao, ,cr a ttr tratado de faisn.. EU ^ ( dos tratados e deseca da par t cas memos.rou umreu.o deao libr.s este,li-.!unca desapeCehija a deiender-se da lias, catado, segundo eu julgo, da i> de julho ultimo remo direiio jerrebido para o deposito da queixa ; e ella me disse com urna emmaio inttiamenle vi vil : Recua-se em Frtnca diante d'um processo pois bem 1 eu peicenii. pi aggiesso u para castigar os seus inimigos, EYPTO., Acbar-se-ha digna de atlen^So a seguiute 1 ao iciuo, eu vou intental-o contra o Times, noticia da inlenpa ds parte do Pacha de a- jois que se no quer intental-o entra miro btei" o valor dos direilos sobre us mereadu- eu dnei toda a teidade late da liuropa. ii,.8 que paissarero pelo Stus dominios : Se dtvo j'.:l{/.r pelo que a CouUmporanea m lugar do imposto dea por cent ad meitmaito, este piocesso ser una des mais valorero pegavel em coniormidado dos e:c*r.dalosos que icro batido, depon do fa tratados e conveiuo de commercio entre a ntsocullar. Sem as demoras dos tribunaes Gran Urelanba e aporta, e que teria op- ii.gicsts tssciuiicio tsrtclaculo DOS seria posto urna completa barreira ao transno d logu dado ^ maseile nao te deve espetar 01:- gneros pelo bgyrto Alebemet tiro conten- ttsdo ati prximo. tidoerobt.ru a passbgeru de mercadorias pelo (Vtc. t'e Lisboa de 6 de SetembroJ. Egypto entre a Europa 1 onente midiautu o iiujtsio de miij por ceulo soaente. A LONDRES, 9 D'CUTUBRO DK 1841, ALIAIlKMO DO Pir.LAMF.aTO. Cmara dos Communs. ' (Ousei|uencia ser urna revoluco impertaatu e btneca no commercio do Oriente porque ledos os gneros de valor sero daqui ero di- ente transportados peloAlediterrauto o Egyp to ; derrota que combinada com as co.muoai- u Lord "thancener fe ub seguiute mensa- 'dadea da navegafo por vapor, habiltala a da -Rain*', adiando o Parlamento para Euro a t a India a permutaiero os seus ga- eNovembro: eros mais preciosos tm menor numero de '' A yloida e Senhores, semanas do que do me*es que al a gora gas " S. M. ci(ieriou-oos qne vos informas- t^o para o laier. Malta por conseguate renes que S. Al. ha por htm adiar a presen- tirata lambem consideravel lucro d'eaia ar - tf srtso do harlamento. raujo | orque ella vira a ser o deposito para " De sicoido com o ronselhodo seu Parla- a"' Pi liu commercio oneot.l Uo Me- mento, e ero coi.lotmidado das manifeslas interrneo. A coi>eeuci comedia a ler ef- inttnc&ts de S Al., l.mS.JVl. tomado as ieito do 1. de Jueiio de 1*4 em_disnie. >- n euidBs precisas para a lormaco d'uma nova Adn iuistregio e es desposivoOS ledenles & tsse fix' se .cLo concluidas 1 or S AJ. ; Sei.bores da Cmara dos Communs. U leaos oidemdeb. Ai. para agradeeer- \cs es ivippiimentos que ttndes consignado a 5. Ai. pi-ia acuelles rau ct t'o j ubluose vi.o a que o ullimu Parlamento no linha piovi- o ccmpletauenie. A.yloids t Senhores. " As atdidbs que lor convenante adop- LADO Times. HESPAlUl.i. Tentasiva de Revolnco. Urna noticia reiebida de . ^eaastiao por Pauz, e publicad* no '' Al-roiteui Univeraai e no A onileui Piisieuse" .unuucia que linha lebenlado em i\av.rra umi lussuii-ci- to. O Ctntial O' Donuel lenle do dous bi-talLuos pi.tii.1. .u ua loitltzd de Pamp- lora, O General Ribeiro anda sustentava a Cidade corn 3oo homens e a Guarda Nacio- nal. Diz-se que se liona-} reunido a O' Oonnell algumas tropas mandadas contra elle. (Do Jornal do Commercio de Londres.) LOTERA DEN. S. DO ROSARIO DA BOA-VIST A. A mera regpdora da Irmandado de N. S do Rozario \ Boa-vista j tem determinado que cerrad iropreterivelmenle as rodas d 1.* paite da i." Lotera no dia 29 d corrrento osbilbetes acho-se a vp.oda nos seguintes Ingares ; no Recifo rua di Cadeia, loja de Cambio do Snr. Vieira em S. An- tonio rua do Collegio loja do Sr. Aenezes J- nior ; rua do Cabula botica do Sor. Joo Moieira Marques $ e na lioa-vista loja da Sur. Rapozo rua do alterro. lotera da matriz dv boa-vista. A meza actual da IrmandaJe do SS. Sa- cramento da freguezia da Boa-vista tendo marcado no dia 1 i de Dezerobro prximo fu- turo para correrera impreteiivelmente as ro- dis da 1. parte da ti. Lotera a beneficio das obras espera dos amadores deste jogo bajo da concorrer para a compra dos bi- Ihetes que se aho venda do Rocile rua da Cadelo loja de Snr. Vieira,- em S. Antonio rua doCol'egi}, loja do Snr. Meoezes rua do Cabu;i, ntica do Sur. Moreira Marque?, e no Livramento , hoiica do Snr. Chagas ; e na Boa-vista na botica do Snr. Joaquiu Jo- sa Moreira delroute da Matriz. THEATRO GRUTESCO. Dnca de corda barobi boje 13 di> cor- rente expectaculo na) rito nesta CiJade ba mais de 24 annos. A corda suspens djs 1 Camarotes di 5. crdero n, n e 5a e neisa altura exeruUr Mr. Alenard os seus eserci- eios. A Coiipanhia Dramtica representar a excelle.nte l'eoa O Alu Amigo Os Ca- marotes e Bilhetes se vendero na loja do Sur. Antonio Jorge na rua do S. Francisco, - Avisos JJiveisos. tsr flojo sahia luz o Nieulu N. 3 , s Irel -s com a f'itomba lambida dos nossos dias, e um pouco arrependido de haver ta mal gat3 o seu tempo. Aeha-su na praoa d Independencia loja da livros N. j e 33, ordena de seus pos devotos j se sabe , mediante os abencoados dous vintens. tsr Sahu o 5. N. da Marcianna : ven- de-se na rua do Collegio, escriptorio da Ty pographia lroparial D. 11 oBde totwm se vende o l'oema intitulado- Principi.), Meio, e Pim daa Filhas de Jermalero ou a FAR-1 PELLI'JA bem camo no Recife rua da Cti ia ., loja de ferragens do Sr. Moraes e na botica que loi do ialescid} Narciso. 62?" O Sr. que na noite de 9 de Janeiro' do co< rente anno, pregou a uro seu amigo u- j ica pe quanlo antes acabar com urna tal esperleza ,| do contrario re far publico seu rume e tf* dos os pormenores j e mesmo se proceder ju- | dicialmenta sem conteroplai-ti e respoitOS humanos. s:v~ Um hotcem casado maior de 4 *U' nos, (ero filhos, natural das libas e que lem 4 annos de trra pretende ser ieitor de um sitio que nao diste mais de duas legoas desta Cidade e d hinca a sua conducta ; dirijio-sa a praca da Independencia foja da livros Ni 3j e 68. tsr Aluga-se a casa de a andares da praca da Boavista U. 3 : a tallar na botica por bai- xo da mesma. tsr Aluga se o 1. andar da casa N. 6 da rua do Collegio lado do nascente para salla de fasendas ou outra semelhaale appli- cacj.ij : na ro-jsroa caza. UT Perdeu se na tarde do dia 16 do cof- re 11 te da Trempe at o sitio doSr. Aliguel Aicaojo Mouieiro, um relojo d'ouro lavra- do, aabouete, sem vi 1ro, e horisoatal, pie^o a uu traneelliro lino d'ouro : quero o liver echado e qu>ser entregar a seu dono Joaquim Joie Carneiro Monteiro, dirija-se ot^uarlel de Polica, que sera generosa- mente graiificado. kSSr I Ja-se por junto, ou ero psquenas quantias 400^003 rs. a juros de a por canto ao Uitt, sobre penbures de curo, ou piala ntsta Typjgr.na se dir quero d i. s9* Alug.se o 1. ui Jar da cua na ru* da Collegio lado do uasceuU ; na atsmt toza, S O afaaixo essignado avisa as publico, que pessoa alguena hca negocio coa Doroio. gas Fernandes Vanos sabr seis escravos dos Bornes o cilicios segninlss: Jare, ser- rador } Joze dito ; Vicente d;to ; Thera- za e Alaria filh. d. mesma \ Ricardo; p.rd por Ihe estarci hy,)olheca Jos por hyp-jhae especial de 21 d'Agosto de 1839 ; esngtitos at real robolco do salda d.i-y- potboe. que o dito Visoria fez ao baixo as- signada* Aknoel Antonio ds Je*us' W5 A!uja-se o sobrado do fallecido Dr. Bernardo defronte do Carmo deita Cidade s' os pretendeotcs dirijio-sa praca ds lode^ pendencia loja de livros N. 37 e 38. 0> O Snr. Padre Joo Vicente Gueds morador tu liba do Itaroarac quera man- dar a esta Typographia a negocio de sea interesse. ^- Precisa-se alugar urna casa terrea , que o seu alogusl no excadi a 8 rail rs. msn. saes ; uo s'exige bondade de ru* quem a, liver annuncie* SST Alluga.aa pelo teropo de festa hura* gr.nde casa a margem do rio, no lugar do Cordero defronte do cilio do Sur. Gabriel coro duas sallas dous gabinetes, cinco quar-i tos, cosinha e estribara, tractar na ra nova loja deferragem . i3. tsr Vende-se huroa f tda para guarda na- cional, conjunctamento um correiamc e bar- ratina, tudo ero boro estado e prago eoromo- do ; nesta TipograGa se dir. t3" Aiuga se o sobrado de dous andares na pracaa d Boa-vista llj: a follar no mes- mo ssr Alluga-Ba huma coseira no beco do Tamb da Boa-visia ; follar na praca casi *J. o* *2F Marcos Evangelista da Siqneira mo-, rador no Espirito Santa Ribeir. do Cspiba- ribe taz cente qu pegsoa alguroa negocie huma obrigaca da qtianlii de canto o vini e cinco mil reis p.ssida a lie anounciaate, ' por Folia Ferrera Franco a qual foi perdi- da nesta praca no dia 16 do corrale, e d dsvedoraja esl seianle assim como, roa-sa a quero achou queira entregar no forte do Maitos ua Preucado Sur. Francisco Ribeiro de Brito. t^>* PreCiSa-Se de nm prola eap>., TwTxck ou captiva, para buma casa estraogeira, sendo o eservico principal a costura, lavar & ei.-joroar roup . a qunro convier, diriia-ss no Hjs|.co, casa assobradida do Sor. Antonio da Cuuha (uimares defronte do caminUo que vai para a i Ib), -* No dia 16 do corrente raes pelas 4 hora* da tarde apareceo hum preto na rua da C 1- deia do Recife, na casa u. 6, offorecendd a covados de seda de llores, e por diminu- to prego e como se conhecesse que era for> tado quiz-se pegar o negro para confesiii: quero era seu dono o qual nesta occaiio fu- gio j quem se acliar com direito ao dito furto- pude comparecer na referida casa, que daa- do es sinaes cortos Ihe ser entiegue. Foi apreendida huroa prela que diz ser de Alanoel de tal mirador 111 rua do aivigo 5 quem lor s.-udaao p'gando o 1ra- hallu 1 lie ser entregue : quem a aprehen- di uo se responsahelizi pela fuga da mes- ma no Paleo do Carmo venda D, 7. --Vende se m-rguihoj de parreira que j dio fruto 1 atrs dos martirios casa de trest portas. Venderse vinho do Porto rnuita boa qua- lidade chamado de ramo por nio ter comfei- co e por isso muito proprio para o tempo da callor a i5oo a caada e aooa garrafa; no Ar-, mazem de viuhos na rua do Rozario estrel- la D. aS. tsr Uroa senbora de bous costumes so propoem tomar crianzas coro ama para se criar com leite impedidas e dsii apediJs ; c tambero se rec o mimo eamor; na direiia, no sobrad , D. 'i3 no segn lindar. tsr Arenda-se urna parte de um sitian* estrada de Betera com casa, esemala par escravos trra para plantaco de invern , e vtio bstanles ar vares de fruto j a falac ni ruada Gloria sobrado D. 3o. tsr Precisa-se do urna ama de leite ', e tambero de um cscr. ti que ssibi arraujar o di Aria de uroa : dando se 4^ Por dia n> ma da Flountina D. 11. tsr Veude se um sino ai estrada do ar- raial com casa de vi venda mullos arvoredus de Irutos por preco corrolo quem o prn tenier fale coro Manool Vicente do JVasci-. mei.to : coa cuda tu povotfio dn casa \ Forte. D I A B I penmbSco v Tendo i* os herdeiros dos Bnedot Ma- cel Pereira Bastos e da Reverendo M.n- "| Franciieo Pereira Bastos avisado .o respe^ ttfd publico 3. me. por ,.,, **Z* 8 ultima ve no di iS de Jull'J ,raiassem 8Dno que rao *pro.| e n finad>. reeccio Igum coro es Lerueire Mf,i n^**> *-5K ,,;,;md: Ciitro e Paulino da Silva ie" vra:nen_ propriedade e soto lila na ru.^L" . r estar e rjoesma propnedae litigiosa , Siij. S! berdein/em qu.lidade de au- ibores reivendic.ntes rasoado a final cujas u?o se cbJo parausaos por ser prenso a JSbilit.cSo enonseque.icia eos aleamentos d olhr do pi-ero reo ^ > f ,' ^oporhaver falecimentopor parte d s "- ores e como lenho ido surd >s a este avi- o Iludidos l.lfe. pelos sesmos ^Jo- cheados a ponto de ja ter ido a P? J opedade por venda e como nao .cha. e [.mador UW por ser conbendo o dolo, de>- io. d. er arrestada e porque a, not.- ciai el eca-o aos authores revendientes, que segunda ve. pretende os reos coercer se- ;Ado .tentado evisao por Uso quar.a ez eauelles authores e berde.ros ao o - reitavel publico na fotma que a c,ma reler. io lem pata eenio cbaonarem ao engao. U O Sr. Frenriero Jgn'do Feneira Di- B8 de Lacerda quein dirija-se atraz dos Martirios casa de 3 rUulas verdes para se lbe ecW'ar urna caita vindi de Atalaia. Quem precisar de um moco estran- Feir> para pegero nesta praca cu foro della L'iriia-se a pia?a da boa vista D. b. tST Do-se 4oo,ooo a juros i na ra ao Livrarr.nto sobrado de a andares D. 9. nicamente por encargo de consciencis re- partir coro oabaixo asignado o sen ach.do, far o prevente anouncio ; sertificando a mes roa pessoa qne por qualquer somma que ge- nerosamente lbe envi muito agradecido me ficar testf-muuhando semnre por tal acto asua eterna gratidio podendo para esse fimdlrigir-seou mandar a> atierro de boa ihtiiii segundo andar da casa di Sor. Jos Rodrigues do Passo ou na roa do Zigano D. ,5 noprimeiro and.r. Salustiano Au- gusta Pimenta de S >uza Peres. tsr A iua de 3 jfd Francisco Martina de Almeida arrenda pilos 4 meies de festa o obrado'de s?u casal situad > na pa=sagem da Magdalena s carrerao outra berta ; trta-s na ra do Palacete coro Mano<-l Jos GaUa). ET Pa casa do r. Jos 'dent na ra no- va D. a3 furtarao um par de rasligaes de pre- ta torneada e simples con abaie oita- rada em feicio de roei* c%a ; qaem delles ti ver noticia e quizer o commooicar tara ia- tor ao dono e ser recompensad >. Avisos Martimos. Baudeira ; o. o da Cade do R*ce l de forragera D. 4 ** M ?eS J e q fronte da Matri. da Boa vista botica do Sor. ^"rPor grande pr.cisSo nm roolatinho d id.de de. 18 annos ptimo ofici*l de lapa- -eiro e a-fri.el co.ioheiro; em Olinda uo COO- vento do G Oliodamrmda Boaifi-nD 9- ^ er A'-u^o se e tambetn doitaose l.i jhas grandes e suoeriores ; na ra da alfandega velha loia de Barbeiro D lia - t^- Na roa direita sobrado de um andar ao p de dous de verandas douradas D. i5 , loces seceos e de caldas de caj-i .mangaba , limo, e outras muitia qualidides, assiro differentesqualidadesde bolinhos, ludo por prepocommodo. tsr P >r P'eco commodo o engenho otno de agoa na Villa de Marnoagu.odiU.nteda Farahiba 11 legoas moeote e corrente, com planta de cana pir de emparqae com pe- quena distancia, sendo as torras de prodigiosa nroduco, pode-se regar fcilmente toda* as plantacoens cuja terreno be Dreiro a aeoho- rio de mi morta e paga annu.lmente ib.ooo a praso recebeodo-ae um coato de res a vista PARA O RIO DE JAHEiaO o M. ^'ZIZZ S'b Nacional Leio, rebebe carga e pa^ssgeiros ; atratarnaroadoViguio D. lacom o c.n- 6-natario Nono Vlaria de Seix'S. 13- P.annosdemuv.o boas voe, temos de bocetas brancas redondas propnas para doces cliocolate de vanilba o mais superior } ..Mano Nono viariaoe wa n :.:;, M 35. . teoPatachoSardoFortuna Cp.ta^ Lisboa ; na ruado , r.ichelmi; trata-se com o consignatario A. io ^^ ^ ^ ^ ^ Sclra^T,rt nm nv TiNFTRO a Barea ^r Um bom escravo de bonita figura, sem PAR\ O RIO DE JANEIRO a Barca i-j- fl9 de id,de de ai annos, Brasileira Firme.. Lem conheeda nao so WlS"hl7 por'ter aprendido o ofii:io } eo estopa aigoaoensencorpwa -, r--o- . dl"- :2'LMlo,eil. pr.pt... d..l. do, le..nur..B...d.M ".' '' J - e a Olinda na veeda do sobrado da quina cuui. to 5 [n, C Quero pncisar de um caixeiro por- luuez que da fiadora aua conducta, din ja.Se a Olinda na venda do sobrado da quina ^ 6^ ^de ^r ^^ feixar coqUs % 8oled&de cotn se4 proprietano.no sobrado de nue Vi-i Pra a campia do Carmo. nuiola feira 18 do corrente as 10 horas da seisianelas. ^ L___..__l....,.r .im> nreln Irtrra mi t _____ i. ... .^ II. aue ve i pr 8 empina do Larmo. nuinta feira 18 do corrente as 10 horas da seisjanelas. ... ^T r-recise-ie alugar uma preta forra ou Jlinh etD p0Di0 0 seu armazem da ra Um realejo imtiando a pianno por captita cu preto e mear o ,alum rapar, du Cruj r pre90 coa,m0do ; na ra de S. llierea* U. . para tender na ra ; na praca da boa vista ^^ ue fa,0 Co-retor Oliveira segn- rar Sapatos de burracba de todos os laroa- .,5. da firoaa do torrente ao aoeio dia em ponto, nbos chegados ltimamente j . ra dos Quero precisar de um capelao nesta -meir0 anar dacasa da sua reaidencii, Quarleis U. 2. . I.______._________ ti.,**... m. m.^^ 1 nnon. taca assim como de algum sacerdote para na'|ua dl Conreico , celebrar as rxissas do Natal lora du praga an- nuncie. . tST A Senhora que costumava o fabricar ebreias, hostias, estampas para tenulios asaaosseu. Iregueiea que est inorando na ru larga do tiozario no primeiro aodar xor cima da loja do Sr. Lody. Arrenda-seosilio que foi do fallecido , de numerosos livros >w Lencos desuda preta grandes e pe- bemencadernado'queconiliiuiaoaexcelloo- qaenoi meiaa de aeda prelo para horoem , le e completo Imaria de um bem coobecido luvas de seda preta e branca para n.merae li.erato.os quaes sao coropobtos pelos me- senbora ; na ra do Qieiondo toja U. 7. Ibores e mais ucredilados autbores em as lio- I isr Uma negra de uacao angola de daJe pobs Bree* latina italiana francesa, por- de aa annos coznba lava roupa e ven- fuguMO alema e inglesa principalmente de na ruof na ra da praia armaiom de Ma- esero vendidos iudlivelmenle pelo maior noel de Sjuza (aimaraes leC,d pie. o que se oUerecer nao se especiuca cada tssr trastos .ojo lmannos sendoi os gran- Begadas, na estrada da soltdr.de para o mn- Dra e per si porque o catalogo deilas seria des a 3,'2ooe os pe juenos a 100 ; na ruiid . guinbo com uma ptima cas* para duas la- | demasittdo exlenco para esta follia basta po- abob.d* da tVnha venda da quina de Jos milita, lem imiuenstis arvores de fruclss, com j rem asseverar.se f qUe sao as mais uleis e l-iancisco JM-tlins . 67. nim p hnm m.sso de i ._j------ ,..^ .n.i.iit I ^st Sacas de larinba de Mag 1 e 5 pipas vanas ; naiuada cabuga loja du Anlouio Rodrigues da Cruz. ssr Uma preta de naco aindi moc'a ca- zinba lava engoinma e be quiladdeira . na ra do Nogueua . 19. sur 47 naves de boa qualiJade todas ou parle deiias por |>reso cooicnodo j 11a ra J 1 cadea do Uecile ), O. %3r lint excellente nrgra de idade de 18 aunus com puncipiosde cotinba j 11a ra.da woeda n. 161. U7* Uma negra creoula de idada d ao an- DiiiiB, itw iuiiku." .vi. ..i .- 1 Kin asseverar-se que sao as mus uien o grande baixa para capim e bom posso de rec,,ves para tod*s as pessoas instruidas , de agoa de beber oa prttendentes dinjo-se elttman,es das bei,as letras, a nracinha do Livrarnento L). o. _^______----------- praci..- C3T* No di sabbfda io do torrente as 61 horas da noute regressando o bbtixo assigna.* do para esta Cidae e tendo de pag*r nm latal vintem de taxa na barrtira do Giqui , aconteceo-lbe que dentre vanos papatis que Comp r*a %sr Est-ravos de ambos os sexos co ba- belid.de. ou sem ellas nao sendo veibos . 1 nara fara aa nro.iocia: no armazem de Auto- ira... n'uro boleo lbe .hM desde aquel e P y^P'^. bloi braga na ra da sitio at o altano dos allegados, uma carta "ia i ranMSC 1 moeda n. 142. xsr Urna manga de vidro lisa que u.o lenba pareiba caso faca parelha coa ouira que existe stm parelbo i neila Ty^ograa. dentro da qu.l traaia 2oo,ooo tm duas stdu- 1.. emaisembiulhadas n'um quarlo de pi- pelatmaasob quanlia de 107,000 em uma as> dula de 5o, 000 duas de utooe varias mi- sadas ; tendo poi.o abaixo ussigoado volla- do anuele lugar as o horaa e treiu da manb e procurado com muila altenco ja nada en- Lontruu t portanto coreo ouira recurso lbe xio 1 esto aeco convidar a 1 soa 00 pessoas cue acirtsee qualquer das ditas qu.nii para V e 11 el a s annos as babeiidades e o motivo da venda s? uira ao comprador j uaruadeS, lina uov Cbsa conioiile a lgfe|i. VST iNa praca ua Independencia loja n. oot eba i sou de primeira borle a joj < libra, de listras a nto a vara e dito branco a 8n di ta botoens de metal amarelo para casacas e coletea com acompetente argolinha ditos cera letreiro de Pedro Segundo ditos com a letra - A para guarda da alfandega ditos para marinha abotuaduras de reiroz ditas da sarja ditas de Jveludo^ para casaca cordo de quatro quinas e redondo linhas de mar- car muito fiaas em caixiohi, pentes ds mu* rlfas de tartaruga, dilis de mu-iuda lirir piolho feitos em Lisboa estovas finas para denles, caixinhss de [i para denles, trau- selim de burracha rico sortimenlo de bicos e re.ndas largas e estieitas dito de fila de parca de todas aa cores as verdadeiras pu- l'*s da familia em frascos de 5o con o com-. plente folaeto e ptimas bichis da him- burgo tuio a preco que oSj desgostari aoi freguezes. ... C3- O vzilbame de agoada o o taboa Jo dos billus do Bri ;ue Leao que do \lara- nbo trouxe recrutas pira esta Ciiade j na ra do Vigario D. 11. tsr Ou psrmuta-sa por predios nesta Ci- d-da um en-jeo^io qu1? moe con agoa, e noyamenteeJifi-ado, filtando-lbe algunas obras para sus perfaico com boas trras da plantar canas e varze de massap sito ai tregaesn delpojuca distante daita praca 10 a ia Icoas coaa embarque para os assu'-ures atraz di engeubo ; a tiaur na ra da cadeii do bairro de S. Antonio sobrado D. a. j- 4 escravas mocas com boas babelida- des duas dellas engommo bem, cosen e cozinbo uma dita por 32o,ooo ptima para todo o servifo de uma casa um preto moco de boa figura, nm molato de idada de 16 an- nos bom para pagem um mole pa de ida- de de 12 annos na ra de agoas verdes casa terrea D. 67. vssr Farelloo mais fresco possivel para ca- vallos a dooo o saco tornando aoo res pela volta do saco o a bem condecida larinba de trigo das marcas XXXF e XXX a mellur e mais nova qne ha em Peruambuco ; na la-, brica de farinba no atierro da boa vista. Escravos Fgidos tro" No da 15 do corrente fugia pela* 6 horas da nimba do sitio dos abaixo assigaa- dos na soledade uma negra creoula de no- , me Sabina estatura baizt reotas largisf de idade de 18 annos (multo esperta com um vestido de panno azul ba indicios que esta negra foi illudiia par certa pessoa qua a tem oca la por isso os abaixo assignados proteslo com todo o rigor da lei conira eisa pessoa ) quera a pegar leve ao dito sitio ou ni ra da Cruz L). g que ser gralilindj. Le- bmann & Companbia* ar No dia i3 do correte fugio urna pre- ta ds nome Catbarina de naco angola, le- vou vestido de cbila asal com bsbado por b'ixo ; panno da eostaja velbo alta secca, meia fulla ps grandes tem un forida no p esijuerdo quisi no meia do lado fora fu- la, aluma couza atrapalbdi ; quem a ps~ gar leve a ra do Arago . da que ser (ra- tiGc-do. S39* Fugirao a Antonio Cavalcanti de in- drada morador na ll.ia do Nogueira dju escravos ; um de nomo Pedro Songj mo- co biixo e g'osso gi.;o tem em mu perna a sicalri ue umi furria outro de no- me Jacinto, baugu-'li, rnuili fulo uin dadj da mo direita aleijado mui pouca barba e com os ps bicuentji Pedro fugio com cal- cas e j quieta de ganga preta e Jaci.t j de ca- rena e ceroulas de estopa com outr.1 canisa por baixo de algidioVio ; qui-u o pagar leve-os a seu Sr. na dita iiba quesera re- compensado. i-jr No dia a do coi rente fug;a do enge* nho Piabas termo de Saiiaba^m u u ei- cravo de nome (juiiherne cabra reli , canelo batanle encarapiubado ; esttlura . de bom corpa lem um sicurii ni fice ' querda apenas da buco de barba ha ol al de ftapaleiro ; quem o pajar leve a ra Cruz casa de Jos Jioo a Silva que ei recompensado. iUoviiiitto do k*rto ^ NAVIO ENTRADO NO DIA 16 Baha j 6 dias, Patacho Brasileiro Deja Flor de nd tonel- Gao. MunoeL Jos vlacba do e.piip (o, carga carne secca ; a Anto- nio Francisco de O iveira. SAHlUOS^O DIV 17. Bahia e Rio de Janeiro Paquete In:le: '- *. Linnet Conmaud*nl4 o Teaauta Cogiera. cr Folbioba. para oanno de 184a : na " I,,; Aa livrilS CS. c,,a ou" uc imiiiniB duiio a **\jki - --------------.----------------------------------. 1 Ti*)* ua^rua di aboga, loja do Snr. K Meia ptVft, bfiu transados cicuros e .HEC1FENA VW. UB M. r. .-. 184 I |
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