Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04353


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Full Text
Anno de 1841. Quinta Feira
Todo agora dependo de*naneesmoi; da nom prndiiii; modere
e \ e energa : continuemos como principiamos, seremos apontadoi
*om admirace entra al Naeesmais cultai!
Proelamaeo da Vssemblea Geral de Braiil|
Hhf> Sobserere-se para cata
acata Tipografa > ra das
fclha a 3fooo por cuartel pagos adiantadot
struxes D. 3, e na Praca da Independen-
cia, n. 7 a 38, onde aa reeebem correspondencias legalisades a an-
uncioa, (asirndo-ac estes gratis; sendo dos proprios assignantai, c
Tin do asignados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES!
?dedada Parahiba a Villas de la preteneo i ." 3 J 5 3 9\
Dita do Rio Grande do Norte, e Vlas dem.. .'. ? f s j 8tltt|.Wfti,
Dite da ForUieca e Villas dem ............. .1
LTidade de Goienna ....>3*> .4" #
Cidada de Olinda .' .".V ." jr3 *' S i .' 8 Todos os dialf
Villa deS. Anto .. ............. a ..'. Quintas Cairas.
Dita deGaranhuns a Povoaco do Bonito .' ;.;..'. lo, e ?{ de cada mas
Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Kor-nozo, e Porto Calvo.'i, II, C SI dito dte
Cidada das Alagoas, de Maeei ......"...... dem dem
Villa de Paja de Flores................. .., ; Idea 13, dito dite
Todos os Correioi partem aomeio dia;

PHAS.ES DA LOA NO MEZ DE WOV.
Qnart.raing.a 5 -as i h. e 5i m; da tara",
Lna Nota a i3 as 3 h. e 6 m. da man.
Quart. creso, a if i as 3h. e 48 ra. da man.
La Ckeu a 38-as 4 b. c li> m. datard.
Mari ihtia para 0 dia 18 de Novembro.
As 8 horas t 3o minutos da tarde.'
As 8 horas a 4 minutos da manh.
18 de NovEMBifo. Nrtvt. 253.
CAMBIOS. Novembro 17.
Londres;;;?:.' *) 'P < P ifoooeed.
Lisboa ...... 80 a 85 por 010 premio por metal offereeidol
Franca......3io res por franco. Comp. Vende.
OURO- *toedade6f4oo reis, velhas l*f5oo ifcfjoo
Ditaa m h n9* <|4oo Uftfeo
Ditas de jooo ron, 8f100 8f3oo
PRATA Pauces Braaileiros i#6io i|64o
Peos Coluranerios------- 1/6:10 i|6,o
Ditos Mexicanos ------- 1/600 ifbio
Miuda.------------------------i#4m- i#4Ao
Disc. debilb. da Alfandege r 118 por loo comea. I ojo
dem de letras de boas firmas i ira a l'l|
Moeda de cobre 5 por 100 de disc;
DAS DA SEMANA;
15 Segunds S. Gertrudes V. Audiencia do Juit de Direito da 1
rara. .
16 Terca S. Valerio M. Relac e aud. do Juii de Direito da ti
Tara.
17 Quarta 3. Alfco e Zachio Mu. Aud. do Juizlds O. da 3. Tare."
18 Quinta S. O lo n ,Ab, Audieacia de Jais de Direitj da .'
vara,
iq Sexta S. Iahel ninha F.- Audiencia do Joiz de D. da l: vJ
:o abba.lo Octavio M. Reala;, e audiencia do Juiz de D. da 3.
Tara.
31 Domingo Apresentar.o de N. S.
IfQO
RIO DE .JANEIRO.
MINISTERIO DA GUERRA.
Ilion, e Exm. Snr. Acusando a recepeo
do seo officio o. g3, que acompanhou as gui-
es de a55 recrutas e dous cadetes que re-
meneo para esta corte ne brigue Flor da A-
rnerira cora m un ico a V. Ex. que S. Yl.o
Imgerador mandou louvar oseo zelo pelo
bom provimento com que fez embarcar os
ditos recrutas, que chegaru com feliz via-
gem, havendofallecido nicamente uro.
Dos guarde aV. Ex. Palacio do Re de
Janeiro em 91 de eutubro de 1841-Jose
Clemente Pereira Sur. presidente da pro-
vincia dePernambnco,
o
PERNAMBUGO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do da 10 do corren tai
Officio Aa tenente coronel commandan-
te do deposito, remelttendo-lbe os papis de
rontabeiidade do destacamento da comarca de
Nassretb pertencentes aa mes deontubro
ultimo cuja importancia devia entregar ao
vice-consul Jos Joaquim dos Reis.
Dito A o prefeito da comarca de Nasaretb,
communicando-lhe o exposto no officio cima,
com o que ficava respuudido o seu de 8 do
cor renta.
Dito- Ao prefeito da comarca do Recife,
diseado-lbe em resposta ao sea officio desta
data, que acompanhou preso o soldado do
deposito Ignacio Mancel por se Ihe ter
encontrado em seo poder o pardo menor de
norte Uiaz escravo de Joanna Rodrigues,
moradora no engerido Cumbe, que o mesmo
soldado ficava recolbido a disposico do res-
pectivo Juiz do erime devendo elle dirigir-
se, ao commandante do deposito, sempre
que fosse necessario condusir a sua presenca
o pieso para a forma portara Ao capitao commandante inte-
rino da companbia de artfices, mandando
em cumprimento a lei dar demiiio ao
Soldada Luis Correia do Rosario por ter
finalisado o seo engijamento e nao que-
rer continuar no sen ico*
dem do dia 11.
Officio Ao xm. presidente rogando-
lbe a txpediccao da suas ordeos a tbesoura-
ria, a fim fie se pagar ao thesoureirodi ir-
insndade de Nossa benhora da Couceico dos
ir Hitares, a quantia de igUaoo reis, impor-
taupia das sepulturas dadas pela mesma ir-
a.'iidade a lies recrutas da depoiito.
Lito Ao rcesmo Extn. Snr. aiguifican-
tlo-llic em vista do seo despacho desta data,
queorecruta das Alagoas Joo Ferreir da
Jlotia, eabrtearapara acorte no dia 6 do
ejrrente.
Dito Ao mesmo Extn. Sur., enviando
Ibe, duplitados os mappas da forea de Iinha,
existtiie na provincia, e da guarda Naci-
canal destacada as comarcas a servico da
polica, no mez de outubro ultimo.
Dito Ao capito co 1 mandante do Forte
do L uraco, ordenando Ihe envista de sua
informaco datada de boje dada sobre o re-
qnerimente de Francisca Mara de lesas,
que remeltesse ao prefeito da comarca os u-
Unsis que na priiio dos calcetas bavia dcix-
do ; qusndo de evadi, o sentenciado Joa-
quim deCarvalbo Maciel.
Dito- Ao prefeito da comarca, disnd)-
Ilie, que tendo o sentenciad) Joaquim de
Carvalbo Vlaciel quando fugira do forte do
Buraca,deixado na priso alguna utsnsis, que
oraero reelamados por Francisca Mara de
Jesus.e declarando a exigente em juiso nio ser
como se inculcara ate ento legitima mulliar
do fugitivos, tomara o acord de lhe enviar
ditos utensis afim de Ibes dar o destino que
julgasse conveniente certo qae ueste sentido
bavia nesta data expedida ordem as comman-
dante daquelle forte.
Dito Ao mesmo, dhendo-lhe eni respos-
ta ao seu officio desta data, qae ficava entre-
gue do preso soldado da eompanhia de Art-
fices Caetano de Souza Mouttiro a quem
passava a dar o devido destino.
Dito Ao capito commandante interino
da eompanhia de artfices mandiudo por
em liberdade o soldado Francisco Marcelino,
que s achava preso desde o dia 4> e recollier
a priso o soldado Caetano de Souza Mon-
teiro a fim de ser corregido conforme se in -
dicava.
Portara'- A tenente coronel commandante
do deposito, mandando considerar pracas
addidasao mesmo,aa i3g vndas do Maranbo
constantes das guias que lhe remettia abo-
nando-Ibes sold e etape de boje em di-
ante*
dem do di i3.
Officio Ao tenente coronel commandante
do deposito, remetlendo-lbe os papis de
contabelidade do destacamento da comarca do
Rio Formoso, relativos ao mez de oulubro
fino, devendo entregar a respectiva im-
portancia ao cabo Francisto Rodrigues Pi-
mentel. ,
Dito.-Ao prefeito da comarca de Rio For-
moso commonicando-lhe o exposto no prece-
dente officio como que ficava respondido o
seo de 9 do correte.
Dito Ao mesmo communcando-lbe nao
se lhe ter aposentado o recruta r*edro Alve
Peixoto mencionado no seo offi'io de 9, por
ter adoecdo e achar-se impossibelitido de
faser viagem, conforme pirtecipava o Sub-
prefeitoAlbuquerque x6a. *
Dito Ao tenente coronel esub-prefeito da
freguesia de Serinhaem fedro Cvalcante de
Albuquerquexa, acensando recebido o se
officio de li noqual faiia ver que o re-
cruta mencionado no officio cima iinba in-
fernado, e nao poda ser remettido a esta ca-
pital ; como determina o prefeito da comar-
ca do Rio Formoso.
THEZORARIA DE FAZENDA.'
A thesouraria de fasenda desta provincia ,
temde faser alguros remessa em letras para
Londres e por isso es Snrs. negociantes,
que as quisereiu dar, bajo de comparecer
oa mesma thesouraria, nos das deseo ex-
pediente.
Secrataiia da thesouraria de fasenda da pro-
vincia de Pernambuco 17 de novembra de
Joaquim Francisco, Bastos,
fficial maior.
ARSENAL DE MARINHA.
D'ordem do Illm. Snr. inspector do arse-
utl de marinha se fax constar que na dia
19 do eotreota, pela* boraa da maubi, se
vender em hasta publica na pirta d>^ a!-
moxarifado desta reparticio, huma pirco de
farinha toucinho, bolaxa, cal e aju.r len-
te, que foi entregue arroinadis pelo brigue
brasileiro Leo, que ltimamente chegou do
Maranho om recrutas.
Secretaria da iuspecco do arsenal de ma-
rinha de Peraambueo 16 de noveaebre da
1841.
Alexandre Rodrigues des Anjos.
Secretario*
Conlinuaco dos devedare de paites do
banco.
Antonio Jorge
Manoel Cardozo da Fonceca
Gaudiao Agostiuho de Barros
Joaquim Jos da Costa Oliveira
Jos Gabriel da Silva Loureire
Joaquim Lopes de Almeida
Jos de Medeires Jnior
Zimm&Comp.
Jos Ja Silva Guimares
Jos Joaquim Pereira
Juse Alerandre Ribeiro
Sebastio Jos Gomes Pena
Antonio Jos Coeibo do Rosario
Joaquim Jos Benevides
Antonio Vicente Guimares
Antonio Jos Alves da Fonceca
Antonio da Silva Oliveira
Francisco Cordeiro Ripozo
Antonio Jos Ribeiro Guimares
Joo Jaciatho de Oliveira.
15Uooo
5U003
2iUooo
18U000
S0U000
10U000
l5Uooo
3'Uooa
8U000
^oTJooo
l&Uooo
iSUooo
4oUooa
2oDooo
iUoo.'i
aoUooo
aoUooo
iSUjoo
15090
I0U000
(Continuar*se-ba.)
BRITISH CNSUL ATE.'
i) Jvrucber i84t.
The undersigned requests the altendanca
at Ibes Consu'ale of the British Residents in.
Pernsmbuco on Juesday the a3rd.inst.at
one oclork for lhe discutsion of matters
relsting to the British. A spilal.
A* augustus Cowper ,
Cnsul.
NOTICIAS PROVINCIAES.
Hecebemos folhas de Muas at i3da ou-
tubro pp. e nella nada encontramos digno
de publicacaj.
BAHA.
Da Rabia as folbis recebidas alcmcio at 8
do corrente. Est tranquilla, e pelas indsga-
ces, que se procedeo, tem-se condecido ser
inlundada a noticia da insurreicj dos escra-
vos. Em algumos dessas folhas se leem os
nterrogao.nos feitus em Sergipe a un deser-
tor permanente, de nome Manoel Marianno
Pereira Pedra, encarregado pelo doutor Ma-
noel Jos da Silva Porto, Antonio Jos da Sil-
va Travasse e Antonia Jos do Valle, d<> as-
sassinio do Extn. Vice-presidente daquella
provincia do commandante sapperior Se-
bastio Gaspir de Almeida Boto, do com-
maudanle superior interino Joo de Aguiar
Caldeira Roto, de un seo sobriaho o tenente
coronel Francisco de barros de Almeida Ro-
lo e outras pessjas de sua familia premet-
tendo-selhe douj cont* de reis pela lealisa-
co desse enorme atleotado. O crime devia
ser te rpelrado na parada do da a de dezea-
bro cujas circunstancias se veeaa do inter-
regatorio abaixo sopiado.
liilcrrog'i lorio.
Aos 16 dias de mes de setembro de 1841
toaos, neota villa dot*oxario do Catetcj-
->. ? -- -*
mam de Lar^n^eiras provincia de Sergpa
d'EI-Rei no quartel d'esta mesma villa aon-
de se achava preso o cidadfo Manoel Maria-
no Pereira Pedra por ordem d > juiz de paz
0 capito Gonce lo l'aes da Azevedo e Almei-
da e sendo hi foi vindoo mesmo juiz de pae
commigo escrivo de seo cargo para se proce-
der o interrogatorio no dito Mariano e pco-
cedendo-se parante as testemunhas abaixo as-
signtdas, sao as perguntas e res posta seguin-
tes.
P, Que declarasse a commissCo que lhe
encarregaram o De Manoel Jos da Silva
Porto, Antonio Jos da Silva Travassos
Antonio Jos do Valle.
H. Cjue perente as testemunhas disso
Que estando no Penedo com o Travassos, s
Valle ahi combinaram com elle reo que da-
vii dirigirse cidade de Sergipe, a apreaea-
tar-so ae govetno oblendo para isso por aquel-
es ditos Valle e Travassos duaa cartas da
eapenbo para o vice-preiidente lbe perdoar
a desercio que elle reo bavia commetlido ,
sendo urna das cartas do coronel Manoel Go-
mes Rib-iro pareo brigadeiro Joo de A-
guiar Caldeira Bolo e ueste para o govtr-
no eoutra do coronel Jos Rodrigues Dan-
tas ao coronel Domingos Dias Cjelue e Mel-
lo, ed'esteparao mesmo governo dixendo a
elle reo, que assim se cooservasse livrementa
na praca esperando e dia a de Dezembro .
que deve baver arruiuamento, em cuja occa-
sio se devia prevenir com un cirtuxo de tres,
ou cinco bailas, e que na oceasiao daa des-
cargas que deviam estar as janellas de pa-
lacio o Fxcel-viee presidente di provincia
Joaquim Martins Fontes e e Excel, Sebas-
tio Gaspar de Almeida Bote assassinasse a
ambos ; disse mais que assim planejado n
villa do Penedo dirigiram-aecom elle r>
ao povoado de S. Pedro do Porto di Foi ha
aonde se acbaoDr, Manoel Jos di Silva
1 orto, a quem loi communicado e infernal
plana que o aprovou*
E dizendo que ja tinha mandado para o
ser loes de cima ver dou> borneas de toda a
confianca para virem can cartas de reeoa-
mendaco ao Sr. brigadeiro Caldeira pira
pjderea sej salvo assissina-lo e que quin-
to ao tenente coronel Francisco de Barro*
Almeida Roto ja bavia d .do as providencias
para o mesan tiro de o assassinar e que se )*
nao tivease acontecido nao tardma muito lem-
po. Disse mais o leo que ponderando qufo>
arriscado seria por em pratica este plano da
asssssinar essss pessoaa que mais representa-
vam u provincia responderam elles PortJ ,
Travasso e Valle que uso lvese ie ihum
receio e que linbam para elle t> dous con-
loa de reis, e um ca vallo para peder-aa retirar
para lora da provincia* Disse mais o rj qua
para o Um d'ali rclirar-se e dirK<*-se da for-
ana ja referida eapial da provincia deram-
Ihe o Travassos urna moeda de U jareis,
eo Valle urna ordem da jo reis para esta
villa a Pedro Luiz de Goes. Avista d'esta
dim inuta quautia pondevou o reo, e fez ver
elle* Travassos Porto e Valle, que nao
se podis manter na cipital, alienta a demora
que bavia uos piganaentos de so i >s e qua
era necessario ms diuhdiro ao qu 1 eiles
responderam, que nao precstva mus dtohei-
ro, pjrque el'es vin'.in pira a Lo bad pi-
ra a casa docorjuel Untas, e rius d'ali iuau-
dariam 4uU reis; e como o rj nao quize.ss
annuir aviata da diminuta quautii que loe
davam. e mesmo por repugnancia da com-
?l.


*m
s
nARio d Pin hiMifffln
*
9"
K^m.*i mi. mw^fiw
55
i
rieo'i, prineipiou ser maltrtala por a-
iuel!i.-s seductores fazendo-lhe persuadir q'
rivia ir ella leo rom reeomendacao para Ma-ma cauallia ? I-so he que Convem exami-
rso e nao para cata provincia como pre- aar; ir fonta do
mal e procurar secalla.
Urda elle rio ( e iaio recioins de que ella A*s in jualic-is a lyrannia negligencia do*
viuda a asta provincia podesse declarar o in-
fernal plana por etica combinado; avista disto
liest'ouieu o red i'essa protscclo q' Ihe davam
para Maceio e resignando se a vir para a
fu pioviniia e negando esla villa foi
puso pelo crinoe de desertor.
que govcrno sao devidoa sem duvida pela
mor parle s crimt-s frequenlea que pe tur-
bio o scego das Nac&cs. Os rigores kijus-
tos da poder arbitrario, as vexaces, ed-s-
p.-ezos di s grandes, dos r'oos J e poderosas
tii o a o humem da nfima ple'e todo o sen-
Tudo he queixarem.se da canalha : e don- na s riuva, hum orfao, huma familia; mas
de procedem quasi lodos os crinara. dessa mes- geraces inteiras, Nao he a canalha, que
compra o K-crivo, peita a teslemunha, su-
borna o Magistrado ; he siiri o cidado abas-
lado, e ordinariamente dos que mais figurio
i a repuhlica. Nao he a can !!n, que trama
as revoluces e pe em combuslio hura Es-
tado inteiro: So as Aulliorkbdes corrt osseus
despoti-mo, os gi andes, e validos com as su-
as vexaces, que levo os povos a esse exces-
sos, quasi sempre inevila\ci*. No uosso Bra-
sil pode-se dizer que as sedice's e revol-
tas tem sido tramadas nao ah porqualquer
hornero, sim p;r cidadios conspicuos e na-
da menos que revestidos d'ulla mitsio de Re-
presentantes da Naco. A sede de mando, o
dselo ardeote de empollar poder he o mo-
pelo ecpie Ferro. Cisse roai* tile reo que v. r, ou de cuja beneficencia ha rBsfdr: elle vel de todas ests dasordens, que tanto han
o acto da sua partida do poveado do Colle-mui fcilmente lbe sacrilio huma honra qie devrooralisado o Brasil. Gaerreilo-se desa-
fio infelizmente comaaetteu utn roubo aos I nio precia : elle nao tem ideia da virtude; piedadamente os partidos polticos, assailo-se
si us seductores, o qual foi entregue exuou- \ei/de a propria ronsciencia por dnheiro, ou de parte a paite os mais vergonhosos baUlfie*:
i- r earreiite no acto de sua priso ao coronel proteccio e irrita de longe os vici >s e tra- todoj se cobiem com a capa do bem publico;
vessursa daquelle*, que suppoe mas aforlu- mas na realidade nao sao se nao intrigan tas
nados, do que elle. especuladores, que s se occupS do sen in
Os inao exemplos, as arbitrariedades as
tyrannias d>s grandes lazeno pulular desgra*
molidos rcioia releridos e con-iderauda que : codos a cadi canto*, a os quaes muitas vezes
usfirn nao devia existir entre seus patricias |a mesina miseria reJiiz desesperaco que
caujprcviaciamos, com nma laca que idde : 0s leva ao crime, como meio mais perempto-
Disse maia que os seus seductores ditseram, | tmenlo de honra e toda a estima de si mea-
que csaeram a ebegada do commandanle su- rn > : d'ajni elopiompto para tudo a fin de
pteiior Sebastiaa Gaspar de Alnceida Batey I sabir da miseria, na qual muilas vezes lo
para roajpimento de urna revoluto eque I precipitado pela opprcssio : a depmdeucia
para isso tinhaot tido prometimiento de qui- : em que vire obriga-u a conformar com os
nl.entos clavinotes e o mais que precizasse vicios d'aqnelles, de quera raroe para vi-
Ferro. Disse n>ait elle reo que v> v, mi de cuja beneficencia ha mistdi' t elle
Antonio Luiede Araujo Mariel como pre-
teuciou o commaudante do destacamento e
mais pesioas que ali eslava; prezentes. De-
claren ii ais o leo que adiando -se preso pelos
ocultar no acto da priso suiridou-se, e dei-
xnndo-lbe anda rom vida, sem a menor per-
rio de sahir da desgracu Se aopulenci.i he
nii dos vicios, a indigencia he nii dos cri-
turbaco fazia a prsenle loofisso perante as roM, Ouarido hum Estado he mal governa-
tea.tfxuuhaa abaixo asaignadas e mus pes- ,] f quando as ciqnezas, e a abastanza to
fc;.i que stj acl.avam presente. E par nada repartidas com exticma desigualdade,5de ma-
ir,aisci 1 ..rar no presente iulerio^Jtotio 0neica que millioes de ho'tutns iaiogoaio nen
J. oe ojuiz de paz por acbade en que as-, ,0 necessario, ao mesmo tunpo que hum pe
teresse particular; e h genle to papalea ,
que ainda pega i a isrn das promessas, que
llie fazeui esses faui ln>s espertalh 8, que
em se apanhando encumeados traelfio de
derrubar osproprios legraos, que Ibes ser-
vil o para trepar Em vrrdade quem ha,
que tendo bom seus' c'tia ij pequi e 3e sa-
criicar-ee para que seja, porexejnplo, l're
sideule da Provincia o Snr; Antonio de tal,
e i:io o Snr. JgSo d? qaal ? Quem eonhere
o quesio os nosso g:i if.ilrs ptdilreos he ci-
dado pacifico recoucenlra-ae no seio da
tifjrmu ci w o reo, e ttstemunlus, Eu i'V- queno numero de cidados nido em sn-1- sua familia, compre religiosamente a lei,
cisco Feneiru i;ssos escrivao que o escrevi. f]5,jai|e d.-vem de appartcer commumente respeila as Autlioriiades pertenco ellas a
oncalo l'aei de Aievedo e Ain-eid. -'.a- raiJitos malleitorcs, os castigos nao faro di- Cephas ou a Apollo, to.-na paiiido em
mel NUvtaDo lJereira Pedia.-- Antonio minuir o iM'iiiero dos criminosos. Em quan- deftza da Couslituico, do Imperador, e da
JwaiiLim de Aji'o. Luii l'ioxedes Soares j0 as Aulh"idades punem ai bilia iameute inligridade do Imperio, e deixa, querichem,
Acto ciseo des jautos Est conior- os miseraveis e pequeos, deixio em p.tz os e at te esbofeteeni es paladinos, que l tem
ice- Ir i i'reo t'erreira Passos escrivao ;le vicios, que Uvo o Estado sua ruina, e nao suos rates particulares de quererem na Pre-
jez. Esta icnforme AntcLo Augusto Pe- oucas vezes entilo tamb-.n cim o sen con- sidencia o cidado A e nao o cidado B.
reia da uuha secreta i io do gaverno.
(Coneio iiergipeiise )
^Lommeicio )
O DESPOTISMO.
{Continuado do Numero antecedente.)
A ennalha lie sem duvida in.moral, e de
: tincente de vicios para a obra da destruidlo finalmente nao he a canalha que nos
g ral: os castigos f so para os pobres, a caua os primarios, e maiores males: he a
desvalidos, no mesuro passo que a corrupeo, masa quasi nenhuma educaco moral sao
e desgeverno dos poderofO, fizendo misera- as notsas paises desregradas sao os vicios ,
veis, fazrm ladio's, hand.leiros assaasi- a que estaa habituados assm os governantes ,
e malfeitores de teda a laH. como os governados. Todo o Brazil est re-
nos
O homm que nada po-sue em hum Es- duzido ao jego do empurra. Cada qual s
la-lo, nlo lem l.cos, qtte o prendao, que o ruid-i em apear o ontro para se Ihe encaixar
afiViooem sociedad** CoBwqnerem, que no lugar cada qusl t se oceupa de adqai-
j_v.;-.v-:da: mas qual be a ratfo aufliciVnte de h(jm- mu|ldj ,]e desgracados a quem se rir riquezas poder, e distinecoes honori6-
comprCo ? Stffo liomens pobies, e misera- a rojferia pubUB Como conseguir, que E i.-> be huro solemoissimo tollo todo aquel-
i -i' jNco seguramente : to alguna desque reipet m ;, mopiedade allnia inlelizfs que le que serve de degrao para a elevacio de
f- i -uan.io degr*vala lavada, tio sujeilos mi,jta8 ves fors0 victimas da rapacidade do huma dutia de espertales desfructadores
qi.e irais Llazoiiio de bomens de bem. Por rco ol, e C8(So T,,1)(lo a u0 0 mome. ,ores da Brasil ? Estes a final comern a fruc-
(juo motivo .^ao to lacilmenle bollos os acci- t(J nvat|;jos pela violencia ou pela fraude ta ; e ainda se incolco de beneficientes e
toroso? Ser pelos empenhos, ou dinheiro os bena de eua concilladlos? Como be pos- dadivosos quando a os seus Beis servidores
d canalha l JNIo de certo : he por que mu sve| fiu,imeniet qe 8e aubmeltio s leis lio- aliio com desprezo algumas castas e caro-
i.-.obeo malleilor, que nao leuba padnubos inen8 > quc esto i-bservaado que e.-sas leis, eos. En summa refuaemos pnmeirameo-
lialgumarfpre.-enlaclojbeporque nao pou- f rorles C011tra c\]ea f tg indulgentes para le os nessos maos coslumea laca o governo
cosseiihoresd'engenhos,e propnetarius con- os g,ands e,felizes da tena, tornendo-M derramar a in.tiucco quer cil quer reli-
i nao roerecesse este trattmento : e poderemo 9
; eos diiel-o assim de Napolio ? E' verdade ,'
( que efle se intregou ua mos de seus maio-
res inimig s ; mas foi quando estava desgra-
Cdo e se a-fjituna o auxiliasse oque nlo
fiia elle contra os inglezes ? Do mesmo dra-
! ma se eonbeeem as suas inteniojs.
Dira um genio nao alhr maremos se foi
Marmontel, que elle nao quena ver no tbe-
! atro aquillo que poderia ver de sua analta.
E que vemos nos na Morte de Nepolilo Y O
Imperador dos franceses quereudo fugir, por
j persuasio de um seu veterano a fgida ,
1 como era natural deacobrta pelo commandan-
*e da liba e Napolio morrendo ou da
(Vsgosto o qua nao proprio da alma da
; um homem grande ou pslo insalubre cu-
ica da ilha o que muilo natural.
iVUs nos tocamos nisto de passagem ; pois a
! nossi intenco :o laiermos ver que con-
i.n qe se auutiem as prtrioticas inten-
do Sr. Empresario ; pois de outro modo
',; i inutem os seus exforcos e Ion va veis
deseaos, principiando este auxilio pelas Auc-
loridadea, Quando estas deixao de compare-
'eerno thealre dexa tambem de aparicer a
i m platea t Ho necessaria para que
' elle se torna em casa de civilidade e escola
j de mojil e nao risa v orales onde uns
j griio cutres astobiio e outroi repico.
OSr. Emprtzaiio alem do grande esfor-
r.a i que ffz para vemer es obstculos que
i ihe BUtoub pela pequinez e cmperfeiio do
; ihea'lto ai" *cmo Pel Pouco 60Sto ^ue
.;!' I i entre ni pelos e#pectaculos, teiu
di envolvido sem pre ujn carcter desenleres-
sado e urna alma phibnlrepica quando
se trata de valer os nlelkes ou de cooperar
para o culto religioso. Falle em sen abono
as obras da Matriz da Boa-vista t e de S. Jo-
s de Mucaml os infolices Paraenses as
viuvas dos militares morios na restauradlo
da Babia os mendigos desta cidade e os
infelices da Villa da Piaia-grande da Viclo-
ria* M a a -
Sao pois tedas fulas rasces que deven ao
convidar a concurrencia ao nosso thealro; mas
vemos pelo co nlraiio que mesmo nos dias
de suasiepresenlaces que trabalho thea-
iros particulares em opposko a os inleresses
do tbeatro publico \ poi s sendo ali a entrada
gratis e ainda co ic maior razo sendo pa-
ra ali convidados erogados os ixj,cctadores ,
de certo aqu api rceraano concurrencia, e
por con sequen cia iueviiavel perda para a
caza.
Parece por tanto justo, qaeesse therlros
particulares deverao irabalbar em dias *tn
que sesso ai nprcienlfaies publicas j e que
mismo as aulboridades dem preferencia a o
iheatro publ ico oeUixo de euja guarda e
patrocinio est. Sim que as autoridades le
pretem com as suas pr esencas, e auxilio, sem
que o povo concorra baldados serio os ex-*
torcos do empresario e da compau.bia.
Noticias btTaiiffeiras.
nnr quando a Polica he bem e dcvida- gog ^ ,|exand0 0s pequen s a dtscripco e que be sempre mao sempre injusto sempre
mente exercida ; precede eim dos maos bab- aiu;t|() d(8 que gOVerno ? funesto, sempre deteslavel. S a lei be au-
tos que contrabimos do egosmo de buns,, A fa,,;i de ju>lca he> (jue commUmenle le- thoridade(diz o ja citado P^6i ; e liberdade ;
da indiberenca de ouiroa ; e da ignorancia de Ta os homens a o crime. Huma vez que esta fer* da le nlo se encontra sei.o usurpa-
muitos. ^ i he calcada a es pi pelos governante-, pelos lio e itrolta." ISo l, b>sla nais ftioz do
O Povos se queris serlivres, e fehzes p0t]erCiS s bilma ve* que c forte pode op- que o homem, quaado as paiies ajuma o po-
sfde justos; obodaeei nligiosamenle le, e ,.{,. impunemente a o fraco a genlalba dea arbilranu ( duia Plutarco.)
nlo a os homeriF. Nao corniolas, que o en,rega.e 5S Uas paixCes e ere que todos
despotismo appareca em nenhum eso ou os exceasos Ihe to penuitidos. l'ss.s delen-
O Pbilopatiia.
que seja exercido por pefsoa alguma, Quan-
do a Authoridade vos impozer a lei ciuzai
sores do despotisn.o nao fazem se tilo decla-
mar contra a tanalha laccinoiosa: mas o que
THEATROPDBLICO.
irosa ella resptit-sa, e submissamente ; mas J^ que faz e.-sa geule misera ve! ? Se rouba,' Ccntinna o notso Thealro a convidar a
quando vo intimar a sua vontade podis bemn-qu* >* na tnendicidade, be por que experUca publica com representaces dignas
leiislr-lhe iem crime ; por que neste caso el- a(jJa 8enipre grandes, que a arcolhlo e pro- de um povo civilisado e para sentir que
ladeixa de cr Authoridade, e torna se ag- (ejo e nio p0UCM veaes Igunsdeslea par- fntre grandes j-ecas dramticas apresentasse a
gressorade vosos direitoa. Cicero, esse fi- ,itjpif) Ja celheila. Seassa.'biiia, heoidinfl- Moite de Napolio e a far?a Manoal Aien-
losco lio profundo, esse Orador to cons- ramente .,ara ,oubar, algumas tezes por des, esta por que a pecar das bellas jocosi-
picuo, esse poltico lio perspicaz, esse pa- rca|evolencia propn'a, e nutras muitas por dades de que consta tem palavras eir-
tucta lio ztlojo dizia com a sua habitual do- fo a ,s0 cj0 1c0 ^rguihuio equivocas que por qualquer pessoa po-
quencia-Dom cidadio heaquelle, que niopelo grande enlatuado, oue se julga cffenddo dem ser lomada por immoraes e obsenas a-
podcaofrer, baja na Repnblca poder algum,; de -,querc0llsa: em f a continuaeo dos quella por que s tem de grande o nome da
que quena poi-se a cima das 'cia-E quando C1nje, nasCe da impunidade, e a impunidade Napolio.
proferia elle esla verdade? Nos dias mais tem- n|0 he rert&menle obra da canalha porm i E*le drama, em nosio entender, nao
peatuosoa daautiga Roma: quando os Cati- gj,,, Jasmearoai Authoridades, queao mesmo ^fis que a m contada hisloria da morle do
linaai, is Lentulos os Cet liegos, ehuma a-j aMOj e querem Ur as nilos lvres para e- grande Napolio na ilha de Santa Elena, e
luviao de lacciuorosos as:elavo es campos, ieixer hum nouco de despotismo contra es- j >' etboco do indigno tratamento quedeoo
intadiio de u:lo armada as prnpedades e
cometto horoi osos assatsinos.Cicero no meio
de lio grandes desordena nunca disse s au-
tboridades sem hum pouco de despotismo
nio se pode conter es malvados pelo con-
trario elle ufo quer como acabamos de \er,
que baja pcebr algum que castigue axbilra-
riijpeotrr
te ou aqutle nvstravel ," deixio passear im-1 governo inglez ao homem se o mais ambi-
punes, emuius vezes protegem, delendem, doio, tambem o maior de seu secuto } della
e sustenio rnutadorea pblicos, e faccino-
rosos conbecidus.
Ni j he a canalha que mantem csses plei-
tos f srani'alosos, de que esli abarrotados es
carinos, pleitos, per meio dos quaes o rico,
e poderoso tem reduzido injgeuciu uio lui.-
t pode tirar-se a muraliitade de que os res
mesaos servem de zombsria 'ao desuno j que
ninguem por mais elevado que se veja ,
Loder-se- julgar a abrigo da inconstancia da
lu luna 5 mas para dar-se a bondade dram-
tica utsuatiau Mla necesBaio quo o hroe
MANIFEST.
Do governo hespanhal em resposta allecn-*
9o do Papa.
Continuafo do Pumen anteeadeata;
A rainha D; Isabel 2. tem os meamos di-
reitos e seu Roverno actual est resolvido a
defende-los com a mesma energa. E urna
i vez que o Summo Pontfice negando-seco-
mo principe a reconhecer a S. M. liglima
successora no throno de seus maiores se rie-
ga tambem na qu adade de pai esper lual
dos fiis a remediar as necessidaes da Igreja
doHespanhs, e ni contente com esta por-
longada resistencia alca de repente a voz no
tea consistorio para atacar a authoridade su*
prema do estado annullar snas dsposiies
eerigir-se em superior de quem nesta parte
nao o recoubese nena te quer como iPl i
elle mes mo quem levan ta um muro de iep:< -
raco entre ss duas cortes que fecha por ora a
~~( ) Em i83a deo o empresario urna noite
para as obras da Igreja de S. Jos do Moca m-
b-Em 1835 liea noiles pagando sua
cusa as dispezas-Em i838 urna noite para
as viuvas dos militares morios na restaura-
ci da cidade da Babia pagand o sua ensfa
as despezas Em i83g urna noite paraos
mendigos dasta cidade pagando as dispezas ,
e como por (alta de con currencia nao bouve
tbeatro deo o empresario 100U ao prefeito pa-
i ra distribuir pelos pobres E neste anno j
' deo livre de tod as as despesas urna noite pi-
ra a* obras da Matiiz da Boa-vista eduss
paraos infelices da Pr ta da Vicloiia p-
gando o empresai io a sua cnsta todas a* dis-
1 pezas,
MUTI


*
m
perla a toda a relaco amigavel a toda a es-
pnrie detransacio. Emsumraa violenta al*
lecucodo Santo Padre nao pode tonsiderar-
se mtiSo como un a declaraco de guerra con-
tra a Rainha Isabel i. contra a seguranc
publica e contra a conslituito rio estada. '
na realidade um manifest ero favor do ven-
cido e expulso pertendente e uroa escanda-
lora vis de scima de discordia de desor-
dena e derpbellio. Nao pode j por sso mes-
no o goveroo de S. M. sem mingoa de leal-
d- de e de sua honra quer do silencio sobre to
fnoiir attentd i, nem deixar de eropregar
pia o conter todos os meios justos que poetn
na sua rfo a iao a rciueniencia e dis-
ciplina da igreja e o peder de urna naci
grande e nobre to indignamente fggrava-
d Madrid 3o de Julbo de 1841. Como
ministro de Graga e da J estica Jes A-
lonso
^ Caceta de Madrid.)
b i i I
8 ?EfeNAifhie9
A Conteos poranea,
Um redartor da Quotlidienne, que c! e-
gcu de Londres, relata o que se segu:
Fallemos om pouco da (.'onteapomine ,
que segundo toda a a aj paremia dar' mui-
to que lser a Pars e Londres daqui a pouco
tere o. tu fui visital-a a Tumbridge-Pla-
ce numero a4; New-Rood e cstive dua9
horas a conversar com ella. Ella conta ss-
saz claiamente esnn reticencencia a histo-
ria das cartas. A crigem daquellas de Ca-
g iari 1 ero ccnhccida, sabe-se que ellas o-
ziem paite dos aspis deque o governo in-
gle* se arpessou depois do assassinato do
conde de Knlraigues ella explica a posse
doquellas depois de r8Jo por urna amiga e
iLtina linio cem AJ. de Taeyraud qe
icaonta aos ltimos das do Directorio eaos
lar se a fira de se igualar a renda publica
cota a despea annual e nitros importantes
objectos relativos ao negocio e commercio do
paiz oceupar necessariamente a vossa al-
ien'a no primeiro periodo depois do adia-
roento.
" 5, M. nos ha ordeosdo que repitamos
a manifestua do scu profundo pez.r pela
pt.iria q>e lem reinado durante um cons-
deravel espado de tempo ero alguna dos ptin
cipaes destrictes roanufaclureiros ; e que vos
asseguremos que podis confiar na cordial
cooperario de Al. ero todas aquellas me-
didas qii" deso} de madura reflexao parece-
rem mus bem calentadas para previoir a no-
va occonencia dVssa penuria e promover o
grande objecto de todos os dezejos de S. Al. -
a ventura a contentamen'o do sen povo> ,,
CHI.\A
Tomada de Canto.
Mareciba, 3 de Outubro. Cbegou esta
maullaba 10 horas o Oriental, trazendo a
seu bordo o Capito Brewa encarregado de
despachos para a Rainha de Ingluterra. Os
Inglezes romptra es guardas ayancadas de
Canto de "j'i a 37 de Aiaio. O Cbinezes
caplularo no roon.ento ero que a mesma Ci-
dade estova prestes a ser lomada. Pelas
clausulas da captulaco teero elles de pagar
6,oo,ooo de dollare de indemuisicio aos in-
gleses pelas o^pezas da guerra coro a China ;
mas nao obtiverao estes vantagem aijuma
cummerciaf.
A guarnicio Trtara evacuou a Cidade a 5
de Junho ; e os Inglezes lornaro a oceupar
Heng Kaog,
A este rtspeito diz o Jornal do Commercio
de Londres o seguate : -
Tendo-nos pagado os Cbinezes a impor-
tancia das iiosss reclame'es provenientes de
Idepreuacues nem por isso nielnorao as nos-
lao por ai'ora a sua disposiao: tiles estaoi .
. a i- Ij il tivesse tornado a molestia incuravel.
depositados etn casa de um individuo que le
da tanta importancia segundo parece que
Henry uo devia pedir indemnisacio pecu-
niaria mas sim a paz- a perroisso de
h. 1 i 1 lilaila uio 011
ectu a eflerecer 10 ntl libras esterlinas, ,' .
b ... Uvautar leitorjos em mullo des trincipaes
quandoeile negocio ctntr cor.c.u.do e que ,03 mariliaJ0 a permanente roideocw
espera acresecnta a centemporame por es- ^ ^.^ ^^ #jjJ pekia a dufa_
t. derrmamelo de sommai assas considera- : veis para a faser v.ver com toda app.ren. ^ .^ qto as in8tru 6ees do tran3&iC|0
ci. de bem estar. Eu tenho visto tido e li- Mns,er0 a0 B08S0 Enviado 0rienl,, e no
do es fac s.mile de cinco cartas aulhogra- mQa con(.eb(r necessi(Jade al de al.
id,tcoina.oiiiisin>oidado. Os fae uw- ^ -o [o t(J> Eu C0QleinQma
le nao se um anda publicado mas elles o jU gUJ com o carcter nacion.l.
eiiodaqai. pouco toa.po. A Conten.por.i- ^ represento a Inglaterra como naco
roarab.de perseguir o limes por difama- ffieicanll'1 e uio mercenaria respeiladora
tao, ,cr a ttr tratado de faisn.. EU ^ ( dos tratados e deseca da par t cas
memos.rou umreu.o deao libr.s este,li-.!unca desapeCehija a deiender-se da
lias, catado, segundo eu julgo, da i> de
julho ultimo remo direiio jerrebido para o
deposito da queixa ; e ella me disse com urna
emmaio inttiamenle vi vil : Recua-se em
Frtnca diante d'um processo pois bem 1 eu
peicenii. pi
aggiesso u para castigar os seus inimigos,
EYPTO.,
Acbar-se-ha digna de atlen^So a seguiute
1 ao iciuo, eu vou intental-o contra o Times, noticia da inlenpa ds parte do Pacha de a-
jois que se no quer intental-o entra miro btei" o valor dos direilos sobre us mereadu-
eu dnei toda a teidade late da liuropa. ii,.8 que paissarero pelo Stus dominios :
Se dtvo j'.:l{/.r pelo que a CouUmporanea m lugar do imposto dea por cent ad
meitmaito, este piocesso ser una des mais valorero pegavel em coniormidado dos
e:c*r.dalosos que icro batido, depon do fa tratados e conveiuo de commercio entre a
ntsocullar. Sem as demoras dos tribunaes Gran Urelanba e aporta, e que teria op-
ii.gicsts tssciuiicio tsrtclaculo DOS seria posto urna completa barreira ao transno d
logu dado ^ maseile nao te deve espetar 01:- gneros pelo bgyrto Alebemet tiro conten-
ttsdo ati prximo. tidoerobt.ru a passbgeru de mercadorias pelo
(Vtc. t'e Lisboa de 6 de SetembroJ. Egypto entre a Europa 1 onente midiautu
o iiujtsio de miij por ceulo soaente. A
LONDRES, 9 D'CUTUBRO DK 1841,
ALIAIlKMO DO Pir.LAMF.aTO.
Cmara dos Communs.
' (Ousei|uencia ser urna revoluco impertaatu
e btneca no commercio do Oriente porque
ledos os gneros de valor sero daqui ero di-
ente transportados peloAlediterrauto o Egyp
to ; derrota que combinada com as co.muoai-
u Lord "thancener fe ub seguiute mensa- 'dadea da navegafo por vapor, habiltala a
da -Rain*', adiando o Parlamento para Euro a t a India a permutaiero os seus ga-
eNovembro: eros mais preciosos tm menor numero de
'' A yloida e Senhores, semanas do que do me*es que al a gora gas
" S. M. ci(ieriou-oos qne vos informas- t^o para o laier. Malta por conseguate
renes que S. Al. ha por htm adiar a presen- tirata lambem consideravel lucro d'eaia ar -
tf srtso do harlamento. raujo | orque ella vira a ser o deposito para
" De sicoido com o ronselhodo seu Parla- a"' Pi liu commercio oneot.l Uo Me-
mento, e ero coi.lotmidado das manifeslas interrneo. A coi>eeuci comedia a ler ef-
inttnc&ts de S Al., l.mS.JVl. tomado as ieito do 1. de Jueiio de 1*4 em_disnie. >-
n euidBs precisas para a lormaco d'uma nova
Adn iuistregio e es desposivoOS ledenles &
tsse fix' se .cLo concluidas 1 or S AJ.
; Sei.bores da Cmara dos Communs.
U leaos oidemdeb. Ai. para agradeeer-
\cs es ivippiimentos que ttndes consignado a
5. Ai. pi-ia acuelles rau ct t'o j ubluose vi.o
a que o ullimu Parlamento no linha piovi-
o ccmpletauenie.
A.yloids t Senhores.
" As atdidbs que lor convenante adop-
LADO
Times.
HESPAlUl.i.
Tentasiva de Revolnco.
Urna noticia reiebida de ^eaastiao por
Pauz, e publicad* no '' Al-roiteui Univeraai
e no A onileui Piisieuse" .unuucia que
linha lebenlado em i\av.rra umi lussuii-ci-
to. O Ctntial O' Donuel lenle do dous
bi-talLuos pi.tii.1. .u ua loitltzd de Pamp-
lora, O General Ribeiro anda sustentava a
Cidade corn 3oo homens e a Guarda Nacio-
nal. Diz-se que se liona-} reunido a O'
Oonnell algumas tropas mandadas contra elle.
(Do Jornal do Commercio de Londres.)
LOTERA DEN. S. DO ROSARIO DA
BOA-VIST A.
A mera regpdora da Irmandado de N. S
do Rozario \ Boa-vista j tem determinado
que cerrad iropreterivelmenle as rodas d
1.* paite da i." Lotera no dia 29 d
corrrento osbilbetes acho-se a vp.oda nos
seguintes Ingares ; no Recifo rua di Cadeia,
loja de Cambio do Snr. Vieira em S. An-
tonio rua do Collegio loja do Sr. Aenezes J-
nior ; rua do Cabula botica do Sor. Joo
Moieira Marques $ e na lioa-vista loja da
Sur. Rapozo rua do alterro.
lotera da matriz dv boa-vista.
A meza actual da IrmandaJe do SS. Sa-
cramento da freguezia da Boa-vista tendo
marcado no dia 1 i de Dezerobro prximo fu-
turo para correrera impreteiivelmente as ro-
dis da 1. parte da ti. Lotera a beneficio
das obras espera dos amadores deste jogo
bajo da concorrer para a compra dos bi-
Ihetes que se aho venda do Rocile rua da
Cadelo loja de Snr. Vieira,- em S. Antonio
rua doCol'egi}, loja do Snr. Meoezes rua
do Cabu;i, ntica do Sur. Moreira Marque?,
e no Livramento hoiica do Snr. Chagas ; e
na Boa-vista na botica do Snr. Joaquiu Jo-
sa Moreira delroute da Matriz.
THEATRO GRUTESCO.
Dnca de corda barobi boje 13 di> cor-
rente expectaculo na) rito nesta CiJade ba
mais de 24 annos. A corda suspens djs 1
Camarotes di 5. crdero n, n e 5a e neisa
altura exeruUr Mr. Alenard os seus eserci-
eios. A Coiipanhia Dramtica representar
a excelle.nte l'eoa O Alu Amigo Os Ca-
marotes e Bilhetes se vendero na loja do Sur.
Antonio Jorge na rua do S. Francisco,
-
Avisos JJiveisos.
tsr flojo sahia luz o Nieulu N. 3 ,
s Irel -s com a f'itomba lambida dos nossos
dias, e um pouco arrependido de haver ta
mal gat3 o seu tempo. Aeha-su na praoa
d Independencia loja da livros N. j e 33,
ordena de seus pos devotos j se sabe ,
mediante os abencoados dous vintens.
tsr Sahu o 5. N. da Marcianna : ven-
de-se na rua do Collegio, escriptorio da Ty
pographia lroparial D. 11 oBde totwm se
vende o l'oema intitulado- Principi.), Meio,
e Pim daa Filhas de Jermalero ou a FAR-1
PELLI'JA bem camo no Recife rua da
Cti ia ., loja de ferragens do Sr. Moraes e
na botica que loi do ialescid} Narciso.
62?" O Sr. que na noite de 9 de Janeiro'
do co< rente anno, pregou a uro seu amigo u- j
ica pe quanlo antes acabar com urna tal esperleza ,|
do contrario re far publico seu rume e tf*
dos os pormenores j e mesmo se proceder ju- |
dicialmenta sem conteroplai-ti e respoitOS
humanos.
s:v~ Um hotcem casado maior de 4 *U'
nos, (ero filhos, natural das libas e que
lem 4 annos de trra pretende ser ieitor de
um sitio que nao diste mais de duas legoas
desta Cidade e d hinca a sua conducta ;
dirijio-sa a praca da Independencia foja da
livros Ni 3j e 68.
tsr Aluga-se a casa de a andares da praca
da Boavista U. 3 : a tallar na botica por bai-
xo da mesma.
tsr Aluga se o 1. andar da casa N. 6 da
rua do Collegio lado do nascente para
salla de fasendas ou outra semelhaale appli-
cacj.ij : na ro-jsroa caza.
UT Perdeu se na tarde do dia 16 do cof-
re 11 te da Trempe at o sitio doSr. Aliguel
Aicaojo Mouieiro, um relojo d'ouro lavra-
do, aabouete, sem vi 1ro, e horisoatal,
pie^o a uu traneelliro lino d'ouro : quero o
liver echado e qu>ser entregar a seu dono
Joaquim Joie Carneiro Monteiro, dirija-se
ot^uarlel de Polica, que sera generosa-
mente graiificado.
kSSr I Ja-se por junto, ou ero psquenas
quantias 400^003 rs. a juros de a por canto ao
Uitt, sobre penbures de curo, ou piala
ntsta Typjgr.na se dir quero d i.
s9* Alug.se o 1. ui Jar da cua na ru*
da Collegio lado do uasceuU ; na atsmt
toza,
S
O afaaixo essignado avisa as publico,
que pessoa alguena hca negocio coa Doroio.
gas Fernandes Vanos sabr seis escravos
dos Bornes o cilicios segninlss: Jare, ser-
rador } Joze dito ; Vicente d;to ; Thera-
za e Alaria filh. d. mesma \ Ricardo;
p.rd por Ihe estarci hy,)olheca Jos por
hyp-jhae especial de 21 d'Agosto de 1839 ;
esngtitos at real robolco do salda d.i-y-
potboe. que o dito Visoria fez ao baixo as-
signada*
Aknoel Antonio ds Je*us'
W5 A!uja-se o sobrado do fallecido Dr.
Bernardo defronte do Carmo deita Cidade s'
os pretendeotcs dirijio-sa praca ds lode^
pendencia loja de livros N. 37 e 38.
0> O Snr. Padre Joo Vicente Gueds
morador tu liba do Itaroarac quera man-
dar a esta Typographia a negocio de sea
interesse.
^- Precisa-se alugar urna casa terrea ,
que o seu alogusl no excadi a 8 rail rs. msn.
saes ; uo s'exige bondade de ru* quem a,
liver annuncie*
SST Alluga.aa pelo teropo de festa hura*
gr.nde casa a margem do rio, no lugar do
Cordero defronte do cilio do Sur. Gabriel
coro duas sallas dous gabinetes, cinco quar-i
tos, cosinha e estribara, tractar na ra
nova loja deferragem i3.
tsr Vende-se huroa f tda para guarda na-
cional, conjunctamento um correiamc e bar-
ratina, tudo ero boro estado e prago eoromo-
do ; nesta TipograGa se dir.
t3" Aiuga se o sobrado de dous andares na
pracaa d Boa-vista llj: a follar no mes-
mo
ssr Alluga-Ba huma coseira no beco do
Tamb da Boa-visia ; follar na praca casi
*J. o*
*2F Marcos Evangelista da Siqneira mo-,
rador no Espirito Santa Ribeir. do Cspiba-
ribe taz cente qu pegsoa alguroa negocie
huma obrigaca da qtianlii de canto o vini
e cinco mil reis p.ssida a lie anounciaate, '
por Folia Ferrera Franco a qual foi perdi-
da nesta praca no dia 16 do corrale, e d
dsvedoraja esl seianle assim como, roa-sa
a quero achou queira entregar no forte do
Maitos ua Preucado Sur. Francisco Ribeiro
de Brito.
t^>* PreCiSa-Se de nm prola eap>., TwTxck
ou captiva, para buma casa estraogeira,
sendo o eservico principal a costura, lavar &
ei.-joroar roup a qunro convier, diriia-ss no
Hjs|.co, casa assobradida do Sor. Antonio
da Cuuha (uimares defronte do caminUo
que vai para a i Ib),
-* No dia 16 do corrente raes pelas 4 hora*
da tarde apareceo hum preto na rua da C 1-
deia do Recife, na casa u. 6, offorecendd
a covados de seda de llores, e por diminu-
to prego e como se conhecesse que era for>
tado quiz-se pegar o negro para confesiii:
quero era seu dono o qual nesta occaiio fu-
gio j quem se acliar com direito ao dito furto-
pude comparecer na referida casa, que daa-
do es sinaes cortos Ihe ser entiegue.
Foi apreendida huroa prela que diz
ser de Alanoel de tal mirador 111 rua do
aivigo 5 quem lor s.-udaao p'gando o 1ra-
hallu 1 lie ser entregue : quem a aprehen-
di uo se responsahelizi pela fuga da mes-
ma no Paleo do Carmo venda D, 7.
--Vende se m-rguihoj de parreira que j
dio fruto 1 atrs dos martirios casa de trest
portas.
Venderse vinho do Porto rnuita boa qua-
lidade chamado de ramo por nio ter comfei-
co e por isso muito proprio para o tempo da
callor a i5oo a caada e aooa garrafa; no Ar-,
mazem de viuhos na rua do Rozario estrel-
la D. aS.
tsr Uroa senbora de bous costumes so
propoem tomar crianzas coro ama para se
criar com leite impedidas e dsii apediJs ;
c tambero se rec mamadas para se acibsrem de criar caro todo
o mimo eamor; na direiia, no sobrad ,
D. 'i3 no segn lindar.
tsr Arenda-se urna parte de um sitian*
estrada de Betera com casa, esemala par
escravos trra para plantaco de invern ,
e vtio bstanles ar vares de fruto j a falac
ni ruada Gloria sobrado D. 3o.
tsr Precisa-se do urna ama de leite ', e
tambero de um cscr. ti que ssibi arraujar o
di Aria de uroa : dando se 4^ Por dia n>
ma da Flountina D. 11.
tsr Veude se um sino ai estrada do ar-
raial com casa de vi venda mullos arvoredus
de Irutos por preco corrolo quem o prn
tenier fale coro Manool Vicente do JVasci-.
mei.to : coa cuda tu povotfio dn casa
\ Forte.


D I A B I
penmbSco
v Tendo i* os herdeiros dos Bnedot Ma-
cel Pereira Bastos e da Reverendo M.n-
"| Franciieo Pereira Bastos avisado .o respe^
ttfd publico 3. me. por ,.,, **Z*
8 ultima ve no di iS de Jull'J ,raiassem
8Dno que rao *pro.| e n finad>.
reeccio Igum coro es Lerueire
Mf,i n^**> *-5K ,,;,;md:
Ciitro e Paulino da Silva ie" vra:nen_
propriedade e soto lila na ru.^L"
. r estar e rjoesma propnedae litigiosa ,
Siij. S! berdein/em qu.lidade de au-
ibores reivendic.ntes rasoado a final cujas
u?o se cbJo parausaos por ser prenso a
JSbilit.cSo enonseque.icia eos aleamentos
d olhr do pi-ero reo ^ > f ,'
^oporhaver falecimentopor parte d s "-
ores e como lenho ido surd >s a este avi-
o Iludidos l.lfe. pelos sesmos ^Jo-
cheados a ponto de ja ter ido a P? J
opedade por venda e como nao .cha. e
[.mador UW por ser conbendo o dolo, de>-
io. d. er arrestada e porque a, not.-
ciai el eca-o aos authores revendientes, que
segunda ve. pretende os reos coercer se-
;Ado .tentado evisao por Uso quar.a ez
eauelles authores e berde.ros ao o -
reitavel publico na fotma que a c,ma reler. io
lem pata eenio cbaonarem ao engao.
U O Sr. Frenriero Jgn'do Feneira Di-
B8 de Lacerda quein dirija-se atraz dos
Martirios casa de 3 rUulas verdes para se lbe
ecW'ar urna caita vindi de Atalaia.
Quem precisar de um moco estran-
Feir> para pegero nesta praca cu foro della
L'iriia-se a pia?a da boa vista D. b.
tST Do-se 4oo,ooo a juros i na ra ao
Livrarr.nto sobrado de a andares D. 9.
nicamente por encargo de consciencis re-
partir coro oabaixo asignado o sen ach.do,
far o prevente anouncio ; sertificando a mes
roa pessoa qne por qualquer somma que ge-
nerosamente lbe envi muito agradecido me
ficar testf-muuhando semnre por tal acto
asua eterna gratidio podendo para esse
fimdlrigir-seou mandar a> atierro de boa
ihtiiii segundo andar da casa di Sor. Jos
Rodrigues do Passo ou na roa do Zigano
D. ,5 noprimeiro and.r. Salustiano Au-
gusta Pimenta de S >uza Peres.
tsr A iua de 3 jfd Francisco Martina de
Almeida arrenda pilos 4 meies de festa o
obrado'de s?u casal situad > na pa=sagem
da Magdalena s no lugar de S. Amaro e duas canoas urna de
carrerao outra berta ; trta-s na ra do
Palacete coro Mano<-l Jos GaUa).
ET Pa casa do r. Jos 'dent na ra no-
va D. a3 furtarao um par de rasligaes de pre-
ta torneada e simples con abaie oita-
rada em feicio de roei* c%a ; qaem delles
ti ver noticia e quizer o commooicar tara ia-
tor ao dono e ser recompensad >.
Avisos Martimos.
Baudeira ; o. o da Cade do R*ce l
de forragera D. 4 ** M ?eS J e q
fronte da Matri. da Boa vista botica do Sor.
^"rPor grande pr.cisSo nm roolatinho d
id.de de. 18 annos ptimo ofici*l de lapa-
-eiro e a-fri.el co.ioheiro; em Olinda uo COO-
vento do G xsr Doce de cajn a pat.ca a libra em
Oliodamrmda Boaifi-nD 9- ^
er A'-u^o se e tambetn doitaose l.i jhas
grandes e suoeriores ; na ra da alfandega
velha loia de Barbeiro D lia -
t^- Na roa direita sobrado de um andar
ao p de dous de verandas douradas D. i5 ,
loces seceos e de caldas de caj-i .mangaba ,
limo, e outras muitia qualidides, assiro
differentesqualidadesde bolinhos, ludo por
prepocommodo.
tsr P >r P'eco commodo o engenho otno
de agoa na Villa de Marnoagu.odiU.nteda
Farahiba 11 legoas moeote e corrente, com
planta de cana pir de emparqae com pe-
quena distancia, sendo as torras de prodigiosa
nroduco, pode-se regar fcilmente toda* as
plantacoens cuja terreno be Dreiro a aeoho-
rio de mi morta e paga annu.lmente ib.ooo
a praso recebeodo-ae um coato de res a vista
PARA O RIO DE JAHEiaO o M. ^'ZIZZ S'b
Nacional Leio, rebebe carga e pa^ssgeiros ;
atratarnaroadoViguio D. lacom o c.n-
6-natario Nono Vlaria de Seix'S.
13- P.annosdemuv.o boas voe, temos
de bocetas brancas redondas propnas para
doces cliocolate de vanilba o mais superior }
..Mano Nono viariaoe wa n :.:;, M 35.
. teoPatachoSardoFortuna Cp.ta^ Lisboa ; na ruado
, r.ichelmi; trata-se com o consignatario A. io ^^ ^ ^ ^ ^
Sclra^T,rt nm nv TiNFTRO a Barea ^r Um bom escravo de bonita figura, sem
PAR\ O RIO DE JANEIRO a Barca i-j- fl9 de id,de de ai annos,
Brasileira Firme.. Lem conheeda nao so WlS"hl7 por'ter aprendido o ofii:io }
eo estopa aigoaoensencorpwa -, r--o-
. dl"- :2'LMlo,eil. pr.pt... d..l. do, le..nur..B...d.M ".' '' J
- e a Olinda na veeda do sobrado da quina
cuui. to 5 [n,
C Quero pncisar de um caixeiro por-
luuez que da fiadora aua conducta, din
ja.Se a Olinda na venda do sobrado da quina ^ 6^ ^de ^r ^^ feixar coqUs % 8oled&de cotn se4 proprietano.no sobrado de
nue Vi-i Pra a campia do Carmo. nuiola feira 18 do corrente as 10 horas da seisianelas.
^ L___..__l....,.r .im> nreln Irtrra mi t _____ i. ... .^ II.
aue ve i pr 8 empina do Larmo. nuinta feira 18 do corrente as 10 horas da seisjanelas. ...
^T r-recise-ie alugar uma preta forra ou Jlinh etD p0Di0 0 seu armazem da ra Um realejo imtiando a pianno por
captita cu preto e mear o ,alum rapar, du Cruj r pre90 coa,m0do ; na ra de S. llierea* U. .
para tender na ra ; na praca da boa vista ^^ ue fa,0 Co-retor Oliveira segn- rar Sapatos de burracba de todos os laroa-
.,5. da firoaa do torrente ao aoeio dia em ponto, nbos chegados ltimamente j ra dos
Quero precisar de um capelao nesta -meir0 anar dacasa da sua reaidencii, Quarleis U. 2.
. I.______._________ ti.,**... m. m.^^ 1 nnon.
taca assim como de algum sacerdote para na'|ua dl Conreico ,
celebrar as rxissas do Natal lora du praga an-
nuncie. .
tST A Senhora que costumava o fabricar
ebreias, hostias, estampas para tenulios
asaaosseu. Iregueiea que est inorando
na ru larga do tiozario no primeiro aodar
xor cima da loja do Sr. Lody.
Arrenda-seosilio que foi do fallecido
, de numerosos livros >w Lencos desuda preta grandes e pe-
bemencadernado'queconiliiuiaoaexcelloo- qaenoi meiaa de aeda prelo para horoem ,
le e completo Imaria de um bem coobecido luvas de seda preta e branca para n.merae
li.erato.os quaes sao coropobtos pelos me- senbora ; na ra do Qieiondo toja U. 7.
Ibores e mais ucredilados autbores em as lio- I isr Uma negra de uacao angola de daJe
pobs Bree* latina italiana francesa, por- de aa annos coznba lava roupa e ven-
fuguMO alema e inglesa principalmente de na ruof na ra da praia armaiom de Ma-
esero vendidos iudlivelmenle pelo maior noel de Sjuza (aimaraes
leC,d pie. o que se oUerecer nao se especiuca cada tssr trastos .ojo lmannos sendoi os gran-
Begadas, na estrada da soltdr.de para o mn- Dra e per si porque o catalogo deilas seria des a 3,'2ooe os pe juenos a 100 ; na ruiid .
guinbo com uma ptima cas* para duas la- | demasittdo exlenco para esta follia basta po- abob.d* da tVnha venda da quina de Jos
milita, lem imiuenstis arvores de fruclss, com j rem asseverar.se f qUe sao as mais uleis e l-iancisco JM-tlins 67.
nim p hnm m.sso de i ._j------ ,..^ .n.i.iit I ^st Sacas de larinba de Mag 1 e 5 pipas
vanas ; naiuada cabuga loja du Anlouio
Rodrigues da Cruz.
ssr Uma preta de naco aindi moc'a ca-
zinba lava engoinma e be quiladdeira .
na ra do Nogueua 19.
sur 47 naves de boa qualiJade todas ou
parle deiias por |>reso cooicnodo j 11a ra J 1
cadea do Uecile ), O.
%3r lint excellente nrgra de idade de 18
aunus com puncipiosde cotinba j 11a ra.da
woeda n. 161.
U7* Uma negra creoula de idada d ao an-
DiiiiB, itw iuiiku." .vi. ..i .- 1 Kin asseverar-se que sao as mus uien o
grande baixa para capim e bom posso de rec,,ves para tod*s as pessoas instruidas ,
de agoa de beber oa prttendentes dinjo-se elttman,es das bei,as letras,
a nracinha do Livrarnento L). o. _^______-----------
praci..-
C3T* No di sabbfda io do torrente as 61
horas da noute regressando o bbtixo assigna.*
do para esta Cidae e tendo de pag*r nm
latal vintem de taxa na barrtira do Giqui ,
aconteceo-lbe que dentre vanos papatis que
Comp r*a
%sr Est-ravos de ambos os sexos co ba-
belid.de. ou sem ellas nao sendo veibos .
1 nara fara aa nro.iocia: no armazem de Auto-
ira... n'uro boleo lbe .hM desde aquel e P y^P'^. bloi braga na ra da
sitio at o altano dos allegados, uma carta "ia i ranMSC
1 moeda n. 142.
xsr Urna manga de vidro lisa que u.o
lenba pareiba caso faca parelha coa ouira
que existe stm parelbo i neila Ty^ograa.
dentro da qu.l traaia 2oo,ooo tm duas stdu-
1.. emaisembiulhadas n'um quarlo de pi-
pelatmaasob quanlia de 107,000 em uma as>
dula de 5o, 000 duas de utooe varias mi-
sadas ; tendo poi.o abaixo ussigoado volla-
do anuele lugar as o horaa e treiu da manb e
procurado com muila altenco ja nada en-
Lontruu t portanto coreo ouira recurso lbe
xio 1 esto aeco convidar a 1 soa 00 pessoas
cue acirtsee qualquer das ditas qu.nii para
V e 11 el a s
annos as babeiidades e o motivo da venda s?
uira ao comprador j uaruadeS, lina uov
Cbsa conioiile a lgfe|i.
VST iNa praca ua Independencia loja n. oot
eba i sou de primeira borle a joj < libra,
de listras a nto a vara e dito branco a 8n di
ta botoens de metal amarelo para casacas e
coletea com acompetente argolinha ditos cera
letreiro de Pedro Segundo ditos com a letra
- A para guarda da alfandega ditos para
marinha abotuaduras de reiroz ditas da
sarja ditas de Jveludo^ para casaca cordo
de quatro quinas e redondo linhas de mar-
car muito fiaas em caixiohi, pentes ds mu*
rlfas de tartaruga, dilis de mu-iuda lirir
piolho feitos em Lisboa estovas finas para
denles, caixinhss de [i para denles, trau-
selim de burracha rico sortimenlo de bicos
e re.ndas largas e estieitas dito de fila de
parca de todas aa cores as verdadeiras pu-
l'*s da familia em frascos de 5o con o com-.
plente folaeto e ptimas bichis da him-
burgo tuio a preco que oSj desgostari aoi
freguezes. ...
C3- O vzilbame de agoada o o taboa Jo
dos billus do Bri ;ue Leao que do \lara-
nbo trouxe recrutas pira esta Ciiade j na
ra do Vigario D. 11.
tsr Ou psrmuta-sa por predios nesta Ci-
d-da um en-jeo^io qu1? moe con agoa, e
noyamenteeJifi-ado, filtando-lbe algunas
obras para sus perfaico com boas trras da
plantar canas e varze de massap sito ai
tregaesn delpojuca distante daita praca 10
a ia Icoas coaa embarque para os assu'-ures
atraz di engeubo ; a tiaur na ra da cadeii
do bairro de S. Antonio sobrado D. a.
j- 4 escravas mocas com boas babelida-
des duas dellas engommo bem, cosen e
cozinbo uma dita por 32o,ooo ptima para
todo o servifo de uma casa um preto moco
de boa figura, nm molato de idada de 16 an-
nos bom para pagem um mole pa de ida-
de de 12 annos na ra de agoas verdes casa
terrea D. 67.
vssr Farelloo mais fresco possivel para ca-
vallos a dooo o saco tornando aoo res pela
volta do saco o a bem condecida larinba de
trigo das marcas XXXF e XXX a mellur
e mais nova qne ha em Peruambuco ; na la-,
brica de farinba no atierro da boa vista.
Escravos Fgidos
tro" No da 15 do corrente fugia pela* 6
horas da nimba do sitio dos abaixo assigaa-
dos na soledade uma negra creoula de no-
, me Sabina estatura baizt reotas largisf
de idade de 18 annos (multo esperta com
um vestido de panno azul ba indicios que
esta negra foi illudiia par certa pessoa qua a
tem oca la por isso os abaixo assignados
proteslo com todo o rigor da lei conira eisa
pessoa ) quera a pegar leve ao dito sitio ou ni
ra da Cruz L). g que ser gralilindj. Le-
bmann & Companbia*
ar No dia i3 do correte fugio urna pre-
ta ds nome Catbarina de naco angola, le-
vou vestido de cbila asal com bsbado por
b'ixo ; panno da eostaja velbo alta secca,
meia fulla ps grandes tem un forida no
p esijuerdo quisi no meia do lado fora fu-
la, aluma couza atrapalbdi ; quem a ps~
gar leve a ra do Arago da que ser (ra-
tiGc-do.
S39* Fugirao a Antonio Cavalcanti de in-
drada morador na ll.ia do Nogueira dju
escravos ; um de nomo Pedro Songj mo-
co biixo e g'osso gi.;o tem em mu
perna a sicalri ue umi furria outro de no-
me Jacinto, baugu-'li, rnuili fulo uin dadj
da mo direita aleijado mui pouca barba e
com os ps bicuentji Pedro fugio com cal-
cas e j quieta de ganga preta e Jaci.t j de ca-
rena e ceroulas de estopa com outr.1 canisa
por baixo de algidioVio ; qui-u o pagar
leve-os a seu Sr. na dita iiba quesera re-
compensado.
i-jr No dia a do coi rente fug;a do enge*
nho Piabas termo de Saiiaba^m u u ei-
cravo de nome (juiiherne cabra reli ,
canelo batanle encarapiubado ; esttlura .
de bom corpa lem um sicurii ni fice '
querda apenas da buco de barba ha ol
al de ftapaleiro ; quem o pajar leve a ra
Cruz casa de Jos Jioo a Silva que ei
recompensado.
iUoviiiitto do k*rto ^
NAVIO ENTRADO NO DIA 16
Baha j 6 dias, Patacho Brasileiro Deja Flor
de nd tonel- Gao. MunoeL Jos vlacba
do e.piip (o, carga carne secca ; a Anto-
nio Francisco de O iveira.
SAHlUOS^O DIV 17.
Bahia e Rio de Janeiro Paquete In:le:
'- *.
Linnet Conmaud*nl4 o Teaauta Cogiera.
cr Folbioba. para oanno de 184a : na
" I,,; Aa livrilS CS. c,,a ou" uc imiiiniB duiio a **\jki --------------.----------------------------------. 1
Ti*)* ua^rua di aboga, loja do Snr. K Meia ptVft, bfiu transados cicuros e .HEC1FENA VW. UB M. r. .-. 184
I


Full Text
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