Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04352


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Full Text
'
NNO DE 1841. QCJAATA FeIRA
risa-
. Todo agora depende d|a seseamos; da nona prudencia,' meder
Cgo, energa : continaeraoscomo principiamos, a icrcmoi apoatados
ou adatirace ntra as Macees mais caltas;
ProclamaeSo da tisembiea GeraidoBratill
I I aa>
SubscrCTe-se para ata folha a 3/000 por cuartel pagos adianfadot
oaau Trpografia na da C me D.3, e na Praca da Independen-
cia, n.yj o 38, onda m recebara correspondencia* lagaliaadaa ea-
uncioc, nairindo-sa catas gratis ; sendo doi proprios aiaignanta,
lindo assgnedos.
PARTIDAS DOS GORREIOS TERRESTRES!
CMidada Parahiba a Villa da ana prelaticio S S 3.13 3)
ita do Rio Grande do Nortt, a Villa* dem; .' .'.'. .' '( Sotn' fciaai
Dita da Fortalna a Villas Idtn .i...*....... A** 5"w,,*"
Cidade da Goianna *'' 8
Cidada da Olinda...........;;. ; 3 J .' 3 Todos os dial!
Villa daS. Anto ."........... .. J... Quintas feiras;
Dita dcGaranhuns a Poroacio do Bonito ....' lo, a 14 da cada anas
Dita* do Cabo, Sarinhaem, Rio Foroozo, o Porto Calvo.i, n, a 21 dito dito
Cidada das Alageas, a de Maeei
.Villa da Paja da Flora*
Todo os Correio partem ao meto dia.
.....
_ dem Idea
. ida lo, dito dito
PllASES DA LOA HO HEZ DE NOV.
Qaart. ring, a 5 as 1 h. e 5i a. da tard.
Loa Nora a i3 as 3 h. c 6 m da mea;
Quart. rese, a ai 1 as 3 b. c 48 a. da rain.
Loa Ckoa a 28 a a h. 15 m. da tard.
Mari thtia para o dio 17 de Novembro
s 7 horas e 41 minutos da tarde.
As 3 horas e 6 minutos da naanb.
17 DE NoVEMfjRO. NM~25
CAMBIOS. Novembxo 16.
Londres:;;*. *Q n d. por ifooo ced.
Lisbca ...... 80 a 85 por ojo premio por metal oHcrcetdof
Frasca......3io ro por franco. Coi.-.p. Venda.
OfJio- Moedade6#*>o reis, ralbas M|5oo ihi-jou
. Ditas n novas i|4o ie#b:>o
Dita* deefooorfis, *#ioo 8f3oo
PRATA PaUees Brasilciros ----- i#6io 1/640
PetosColumoarios ------ i/oao i/6/to
Ditos Mexicano* ------- 1(600 1/620
Miu.:. ---------- i#4w /to
Dis. debilb. da Alfandege r i|8 por loo ao mea. I 0|0
dem de letra* da boas firmes i, "I* > 14
Meada de cobra 5 por 100 da di se.
DAS DA SEMANA;
15 Sagaoda S. Gertrades V. Audicucia do Juii de Direito da a"
rara.
16 Terca S. Valeria M. Relajo e aud. do Juis de Direito da U
vara.
17 Quarta 8. Alfe.i e /.icliioM n. Aud. do Juix'de D. da 3. vare*
to Quinta S. OJo.n Ab. Audiencia do Jais de Dircita da ".:
rara.

N
n
T -
19 Sexta S. I-abel rainha F.- Audiencia do Jais de D. da I. ?
10 Sabbado Octavio M. Reala:, e audiencia do Juis. de D. da
tara.
Si
11 Domingo ApresentacSo de N. S.
P R N A M B U G O.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da t5do corrente.
Offieio AoExm. presidente do Maranho
rcmmunirando-lhe, que dos rento e quaren-
ta remitas iodos no brigue Leo, e do*
quaes trata o rea tfficio de 16 de setembro
ultimo f chegara *3g, por ter fallecido
ufo na riagem.
Dito Ao inspector da thesoursris das
rendas provineiaes. signifinando-lhe, quere-
quesilando o engenbeiro Waulhier dous de-
linatarios em lugar de un que a pouco se
perder no porto do Recife na occasio em
<|ue o engenbeiro Portier se achara traba-
1 liando na concluso da planta geral desta ci-
dada ; por ter sido o dito instrumento arras-
lado pelo mar ; cumple que mande vir da
Franca os mencionados inslramentos.
Dito Ao enfienbeiro L. L. Wauliier ,
ommanicando-lke o cjuteuJa no preceden-
te t fficio.
DitU AorUImiiilautc sujiciiui dn guar-
da nacional do liedle, ordensndo-lhe l"ca
desligar do segundo batalhio o capito Jo-
s Egidio Ferreira qae acaba de ser nome-
do majar da legio do municipio de Igua-
rassu*.
Dito Ao engenbeiro Wautbier, ordenan-
do-lhe, que forneca ao inspector Geral das
obras publicas os livros que elle lhe requi-
silar resacnsabelisando-se pelaentrrgi n>
estado em que forera recebidos.
Dilo Ao inspector geral ds obras publi-
cas communicando'lhe o couleuo no pre-
cedente CfficO;
Portara Nomeand? o bacharel Pedro
Gaudino de Rales e Silva para Sub-pre-
feito da Freguesia de Agoa-Preta.
Offieio Ao prefeilo da comarca do Rio
Formoso, communicando-lhe a nomeapo
supra e enriando-lbe o titulo do nomeade a
fim de o faier eotrri logj em etercicio.
COMMANDO DASARV1AS.
Expediente do dia 8 do correntc.
Offieio Ao lente coronel eommandan-
te do deposito, remeUtertdo-lhe os papis de
rontabelidade db destacamento da comarca do
Konito pettencentes ao mes de oulubro ul-
timo tai importancia devia entregar ao
poitador Jos Joaquim de Vasconcellos.
Dito-Ao prefeilo da comarca do Bonito,
communicando-lhe o expasto no offi jo cima,
com o que ficava respjudido o seu do I. dts-
te mee. ,
Dito Ao tenente coronel commaudante
do deposilo, remetundo-lbo t>e pape de
ecutabelidadedo destacamento da comarca dt
hento AntSo lei-iivos a0 mes finuo, de-
vendo entregar a itspecttra importancia ao
caboManoelBibosadeLacerda.
Dito -Ao prefrilo da comarca de banlo An-
lo communicendo-lhe o exposto no preie-
deoie tfficio com o que ficara respondido o
seo de ti do corrente.
Uito Ao preftito da comarca de Uara-
pliuos accuiando o lecebiaoto do seo om-
de 9 do crtente que acompanhou a 10 re-
clutas e 1 desertor que tivero conteniente
tlistino, e disendo-lbe, que loda a desj-esa
Ir i la com-o 1 ecru lamento e marcada no
attigo 8. dasiusiiuc^gcs de 6 de abtil detle
anno devia ser paga pela collectoria da co-
marca, como se echa expresso no artigo i3
das mesmas instrucc5es.
Dito Ao rom mandante interino da com-
panhia de artfices, mandando incluir na fo
Iba das prestces o soldado Victorino dos
Santos, tirando-lbe de 21 de setembro deste
anno em diante o quantitatiro de 5 reis
diarios que deixou a sua madrinba Anna
Luir Ferreira quando embarcou para a
corte do Rio de J-meiro.
Portara A tenente coronel commandaute
do deposito remettendo-lbe o conselln de
averiguajij feito ao soldado Juliio Rogero
Marcelino emendando reconhecer segun-
do cadele ao mesmo soldado na forma do
decreto de 4 de fevereiro de i8ao e Mi*
lucio de 6 de setembro do dito anno, cujas
diposiedes prehencheo ; Esta portara
de 6.
dem do dia 9.
Offieio-Ao Exm. presidente, requist-
tando-lbe a expediccio de suas ordena para
que a escolta que conde-sta da comarca de
Caranhuns; para e&ta cidade lo>recrulas ,
foaac Hg !" een.tawrt* ijuc ILc eumjjeti
em ristado art. K. das intruccSes de 6 de a-
brildeiteenno posloqueesla dispesa de-
res se ser salisfeita pela comarca como se a-
cba indicado no artigo 13 das mesmas ins-
trueces que convinba. ser notamente lm-
brado ao ptefeitorespecliro a fi de ser li-
teralmente cumpiindo, e evitar assim a que
se lecorro a mei^s illegaes a se lance mo
de medidas como a pieseute dictadas n-
icamente pela neressidade dos guardas que
competero a escolta, os quaes reclamavo
sens psgementos, abas de occorrer as dis-
pesas da viagem.
Dilo- Ao lenle coronel coirmandau-
te do deposilo, reaetlebdolbe os papis de
conlabedade do destacamenlo da comarca de
Goianna pertencenles ao mes de oulubro ul-
timo cuja imponencia deviiia entregar ao
cabo Manoel d'j Monte.
Dilo Ao prefeilo da comarca de Goiooa .
commuuicandj-lhe o exposto no precdenle
cilicio, cou o que ficava respondido o seo de
6 deste oes*
Dito Ao prefeilo da comarca de Gara-
ubns disendo-lbe que posto lhe tivesse
bontem officiado para mandar abonar pe-
la collectoria da mtsma comarca a impor-
lant.cia dos encmenlos da escolta queeon-
dusira rfecrulas conforme dispoem o artigo
i3 das iuliucce9 de 6 de abril desle anno,
sobre reclamases da u-esma escolta toma-
ta a esoluto de deprecar por esla res so-
menle no Exm. j residente o pagnenlo ,
que seterincou na impoiiancia de 5aB8oo
reis.
Dito Ao prefeilo da comarca do Recite,
disendo-lheem resposla ao seo oftio de bo-
je que recebera e uvera destino o deser-
tor fcebastio Jos de Frenas.
Dilo Ao prefeilo da conrarca de Goian-
na, cisendo lhe em soluco ao seo offieio de
6 do correntei q Unl Idado Aulonio
Jos de Lima, que se achara em deligeticia
ah como o paisano Manoel Das F'erreira.
que se offerecera para assenlar pra?a live-
ro deslino.
Portara- Ao commandaute do contingen-
te de caballera mandando excluir do mes-
mo, com guia de passagem para o deposito,
os soldados Anselmo de S Brandan, e Ana-
clelc doGirmo da SilascconidosdeiX)lr
do e etape al esta data.
Dita Ao tenente coronel cotnmandante
do deposito authorisando-o a receber cora
guia de passsgem as pracas de cafallaria
designadas oa por taria cima.
TRIBUNAL DARELLAQAO'.
Sessio de 16 de corren le.
Na ppella;5o cirel do Juiso de direit) del-
ta cidade, apellante Jos Rodrigues de Ol-
veira Lima e appellado D. Jgnacia Mara
Xarier, escrvo R* bel lo se julgou pela
conBrmacio da seotanca recorrida.
Na appellacio cirel desta cidade appel-
Isnte Antonio da Sika & Companhia ap-
pllado a fasenda publica, escriro Bandeira-,
se julgou pela conferencia da senleuc.* de
que se appellou.
Na appellacio civel do juiso de direito des-
ta cdade, appellante Fradcsco Josa Aires,
appellado Jos Higino de Miranda, escnrlo
Rebello 5 fo coutirmada a seutenca appel-
lada.
Na sppellacSocrime desta cidade appel-
lonic Jos Jernimo Monteiro e appellado
Jos Ray, escrivo Bandeira j se jufgOu pa-
la reforma da mesma.
Na j-ppeluco crime desta cidade, sppel
Joaquim Lbalo e Joo Teixeira Bastos, e ap-
pellado Vicente Ferreira Gomes, escriro
Poslbum o ; foi jnlgedo o appellado carecedor
da faao e cundea.uado as cuates.
ARSENAL DE MARINHA.
D'ordem do lUm. 6nr. iuapeetor sa fat
constar a renda em basta publica de quarenta
barricas de secco que ioro entregues nes-
la reparticot pelo pataxo Francelioa, que
irau9porlou tropa do Maranhio^ no dia 17 do
corrente, por as 11 botas da manh.
Secretaria da nspecco do arsenal de ma-
riuha de Pcrnambuco 13 de novembro de
10*4'*
Alexindre Rodrigues dos An;os.
SecreUiio.
PREFtlTRA.
No dia 16 do correule, nao ocedrreo noii-
dadealguma.
C onlinaco dos devedores de impostes do
banco.
Joaquim Antonio de Vasconcellos 6U000
Joo Manoel 84oo
JcoClimacd Fieire 7Uoo
Jc>|uim Barbosa de Mello & G. gtoo
ftiuiCtl Jos Ferreira booo
Joaqui.D Antonio de Vasconcellos gU3oo
Antonio da Rocba Conpasso gTJGoo
Felis da Cunba Teixeira 4D800
Jos da furicaco Ferreira bU4>
Jos da Silva Mendonca Viann i^Uooo
Fiancisco Antonio Goutiobo soUiJoo
Jernimo Ferreira de Siqueira aooo
Gidio Frojas de Lacerda 7U joo
Joaquim Jos doi Santos 10U000
Luiz Antonio Vieira 9U600
Joo Machado gl)6oo
Gustavo Adolfo Blam auUooo
tVtttuoel Goasalves Lima. gboo
(Conliouar-se-ba.)
S, Hx. Reverendissima bouve por bem no-
mear para administradores des bins perten-
cenles ao recolbimenlo de Nossa Senhora da
Gloria aos Reverendos Snrs. ^Joaquim An-
tonio GonialVe Lesia, e douior Luis i m
Aires Ferreira Freir de Afidrade a ao
Srtr. Manoel Ferreira Raas o q Jal be o
caita da administrar j o que se publio a
bem das peisoas a qdem cortvier o piesa.ta
aoauncio.
NOTICIAS PROVINCIAES.
Recebemos foibas do Rio de Janeiro al 3 o
de oulubro pp.
Tendo sido remettido o projecto das ref jr -
mas do cdigo do processo do senado a cma-
ra dos Snrs deputados o Snr. Maciel Mon-
teiro propoz urna qoesia de ordem para que
fosse submeltido a urna s dis?u>slo em glo-
bo } e para suceder o mesmo na cmara tem-
porera que havia sucedido na Vitaliaia o
Snr. Al vares Machado requereo que o pro-
jecto fosse remettido a urna commisso ; offe-
recido porem a votac em urna reunii d<*
7o membros s 8 formars a minora. Auim,
dicidido, que passasse por urna d'neusso s,
princpiou ella com urna maiorii comple-
ta e e0|>[i5e-se que nao durar niiis d
oito das.
Tinhio sido chamado algn* supplentes
de modo que a cmara contiva m*ir nume-
ro de Deputados, do que contara a mei o
mel.
A sessio lioba sido prorogad at o dia as
do crrenle, como se \ do decreto, qua
copiamos.
Em quanto no Rio Grande do SjI, os qos-
sos leitors arharo em lugar competente as
noticias oais modernas, que ericonlrainos.
RIO DS JANEIfiO,
PARTE OFF1CIAL.
Procgaci las remaras.
DECRETO.
Nao sendo pessivel conuluir-se, rio pouro
tempo que resta da presente sesso da assem-
blea geral legislativa a discussio de di-
versos projectos e propostas indispeosaveis
para o leguUr audamento da administraco
do estado, hei por bem prorogar a mesma
sesso at o dia vate do prximo facturo
roez de novembro. Candido Jos de Arauja
Viauna, do meu conselho ministro e secre-
tario de estado dos negocios do imperio as-
simo tenha entendido e faca executar cana
os despachos riecessarios. Palacio do Rio da
Janeiro; em deseaseis de oulubro de 1841 .
vigessujo da independencia e da im-
perio.
Com a rubrica de Sua Magestade o Irape-
lor. Candido Jos de Araoio Vtiuua.
rado
rio grande;
COSTO ALBGKE a DE SETEMBIlOi
Com mando em Chee do Kxercito.
Illm.' e Exm. Snr. Inslaudo V. Ex, eo
offieio de 1 do presente mee de agosto ser
desonerado do com mando geral,das palicias
locaes como me ha va solicitado em 29 do
julhd } nao obstante as poadaracea, qie
continha o meu de 5 d'aq*uelle primairo ci-
tado mea, entre as qaaes eureconueit a
impossfbilidade de V. Ex- ser sobrecarregado
d'aquee servco ; nip' por alguna dos moit-
vos sugeridos pea nimia delicadeza de V.
Ex., mas porque tal incumbensia nao aa
compadece com a actividad^ inherente ao c5-
mando de urna diviiao, que taires teah'a q,
mors-se de combinaclo ca a f, e a., co-
mo ja prevtni a V. Ex. causervar-sa *" a


tllo hT. frfc* RAMBQEd
posto iaiegraote da mesaa diviso na sxlre- i espeeises encomios asseguraado-lhe que es-
midade do vaslissimo territorio que cora-f te n oro ser rica subir ao alto coiiheciment
prebende os destrites das mencionadas poli- ideS M. o Imperador cora as recomenda-
ciase n'uDt Jongitude tal que iacompati- ces de que se torna digno. -Conde do Rio
t1 dar muitas rezes as devidaa providencias
cem a prompiidlo que as circumloneias ex-
iges ; rcsulande disto ser neeesssrio alterar
osyitcwa gradoativo na expedicao das or-
dena : por to ponderosas rases fica V. Ex.
dispensado da con mando geral das policiaa
dos "estrictos do Cali y S. Leopoldo e Al-
dtiaa dos Aojos, Capella da ViamSo o Be-
Itm expedindo-se n'esta data as conveni-
entes ordees eos respectivos comaosndantes
para que d'ora tm diante se dirijio directa-
manta a este quartel general tm quanto nao
don a este ramo do ser vico militar aquella
forma e regularidade que se carece para o
tornar mais proficuo e econmico : cumprin-
(Jo-rre dirigir a V. Ex. os devidos leu vores
pelo bem que se bouve n'aquella laboriosa
iocumbencia.
Pardo general commandante vm chefe.
( dem)
( Do Diario do Rio.)
O DESPOTISMO.
Derivando-setste vocahulo dapalnvra Ore
ga Despotis que quer diier serihor abso-
luto voluntarioso, que faz oque beiu lhe
parece, he claro, que o despotismo nao cons-
titue forma de Governo, porm hutn abuso,
que se podeintroduzirem qualqner Rgimen,
ou seja Monarchico, ou Aristocrtico, ou
Democrtico, ou Mixto. Verdade lie, que
ha forma deGoverno mais sujeita a esses a-
busoa do que mitra. Em geral toda a for-
ma simples he muito sujeita ao despotismo :
a Monarchia simples ao despotismo do Piin-
Deos guarde a V. Ex. Quartel general |cpe dos seus ulicos Ministro adulado^
em Porto Alegre 4 de Setembro de 1841. ],es e parasylas : a Aiislocracia ao defpstis-
Conde do Rio Pardo general commandante
m ebefe. lllm. e Exm. Sr. brigadeiro Fe-
lippe Mtry de Oliveira commandante da
divio( (Comaaercio.J
- 5 de outubro
O groiso de nos:o exereito lendo sabido do
Blocao de b. Vicente acha-se j cm Santa
Itiaiia da Boca do Monte. Nada mais oeste
omero podemos dizer par falta do dadas
cerles, (dem.)
- 8 de oatubro.
Qutnto ao grosso de nosso exereito temos a
amrmar aos nossos leiteres ; que ebedienlis-
cimo como sempre foi esperar se tem mos-
trado s ordens do Exm. general em ebefe ;
e por isso coa? mu justa rasao nos declaramos
contra esses malditos propaladores de infaus-
tas noticiss que Unto e (So repelidas rezes tem
piocurado cem falsos e criminosos boatos a-
terror es ouros legalistas e menoscabar a
reputacao militar dos dignos defensores da
tniuarchia ; bem desejaramos que para ex-
emplose descobrisse qual o primeiro inventor
de allerradoras uolicias o que sobre elle
aem piedade recabisse a espada da justica.
Breve varemos nosso exereito em logar
proprio pira se pader acudir as suas necesi-
dades e livre dos pangas emmiaeutes a que
aa achata expolio na Riuco dS. V cenle ,
t breva tambera este ter o prazer do ver jun-
to a si seu e.x, eiienlc e hbil gaueral, que
nao d'huuia classe de homens chamados no
bres: a Democracia simple ( se j a houve
rigorosamente em parte alguma) ao despo-
tismo da mullidlo, que he de todos o mais
insuportavel. Seja pois qual for a forma do
Governo, teda vez que as Authoridades, ou
ejo superiores, cu sejio subalternas, fazpra
os cnsules linhao violado contra aquelles tri-
bunos, foi violada por Mario contra o Se-
nado, porSylla contra o povo e por Tibe-
rio contra todos; pelo que s a lei he authe-
ridade e liberdade ; e fi a da lei nio se en-
contr se nio usurpacio e desordem.
Alm disto a canalha em que tantoae fal-
la comp6e.se de individuos da nossa espe-
cie, de homens em iim, e tanto basta para
deverein ser regidos como taes, islo he; ni-
camente pela lei. A Nature7a nio deo jur-
risdicSo algiira a nenhem liomem sol>;e nu-
tro homem exepto a jmi-dco paternal.
S a lei estahelcceo poderes, a firn deque
a suciedade s-bsistisse, e prosperasse: logo
toda e qualqner autheridade tem tanto peder
quanto lhe da a lei nem roa3, nem menos.
Quando hnm Piefeit?, cu hum Juizde Par. ,
porexeroplo, manda por-me cm torturas,
ou espmcsr-me sem que a lei o authorise
para is-o per mais criminoso, que cu st-ja ,
nao o faz como autheridade, por que como
tal a lei lhe nl> ca este poder : logo procede
como mera individuo apaixonado, obra pela
Forc; o neste caso se eu for mais forte do
que elle, far-lhe-hei o mesmo, cu pior; pois
huma forca com outra se repelle.
He hum principio de eterna justica, que
nenhum homem deve ser reputado crimino-
so se n5o depois de declarado tal pelo tri-
bunal, ou foro competente, e conforme lei;
mais, ou menos, 011 nao fazem o que man- as8in C(mio ninguem anda apandad-
da a le, dis-se despotismo. Os homens nio em Qagrante f deve sorrer 0 r'aalg0 ante$ de
?.e reunirn em suciedade se nio por h'ima
tendencia natural, e ae sujeitilo a sua inde-
pendencia, foi pura asEegurarem a sua lber-
ser ouvido e julgado. Lago com que juris-
diclo, com que consciencia hum Capillo Mor
no oulro lempo mandava, e agora hum Pre-
dadeemhum estado mais feliz, gosando dos felo f ou Sub-prefeto manda dar rodaa de
seusdireilos debaixo da salva guarda da le, | p0 em homens; por que furlro cavallos,
que he, e deve ser o nico regulador das riombio casas, assassinro &c. &c.?
accoes humanas. Logo nao ha Authoi idade, I gio 8em duvda muito criminosos esses inal-
que deva sahir do circulo que lhe marca a fe(ores ; convem que sejao punidos 5 mas
le, sem se tornar desptica oppressora e s 0 devem ser depois de sentenciados e se-
tyrannica, expomlo.se por consequencia a g,md0 \t.-u A que horrores se nio exrrfte
resistencia dos subditos ; por que onde acaba j a authoiidade ; que usa huma Yes por outra
o direit; conieca a foica. do despotismo, istohe ; que castiga a seu ar-
Ilepara lamentar, que entre homens, que bil o sob pretexto, de manter aboaordem.
se gabo de humanos, e civilisados, haja quem ^ Quanlas vezes lhe nao succeder esbordoar ,
chegue a proferir sem horror que *em hum ( e al malar a llum c;dado f a hum homem ,
pouco de despotismo nao he possivel gover- qne depois de examinado o negocio, era in-
nar. Tal absurdo he tanto mais pengosi, nocente ? Se podessemos descancar na infal-
quanto mais lisoujeia a natural propenco daa jvei ecenca f e impeccabilidade de todos os
Author.dades. E de cerlo o que quer dicer Juzes e agentes da Pocia ainda a-sim o
hum pouco de despotismo, sem oqualseaclo desptico seria reprehensivel por exor-
nio podegover.iar? Despotismo he hum a- i,lar da lfti. masall! quantas vezes a
buso liorrivel de poder e pnr consequencia
quantas vezes a mes-
111:1 ulhoridutlc cjic casilla o oi-> oibitiiv ov>
malfeitor condecido, manda aecurrentar, es-
11S0 pode convii- em nonliiiina bypothese, nem
muito nem pou.-o. Ser pnssivel, que te- pancar, e at assctsinar ao pobre desvalido
longedeo massacrar como o Sr. Joo Paulo | nliamos tralialliado tanto, que haja corrido i p0r que ngo obedeceo cega e instantanea-
quepara com eile se portou como se iuimigj o saugtie brasileiro para que sobre as ruinas I men[e aos seus mandados particulares; por
ca arbitiaritdade se estabeleca o imperio ds que deo huma m re,p09ta por que de qal_
le, e so da le; e que coarctaesemos o poder q,ier mine,.a em fim incorreo no 8eu desa_
desptico do Monarcha, nao para acabar com piado !
lio detesta vel buso, mas lio somente para, A> ra 8e9 ,go pa1paves e evidentes, a
deslocar o despotismo ou para transfegallo, principios to inconleslaveis oppoe os defon-
por asiim o dizer do tonel Regio ou Im- soies d bocado de de9pol5mo a8 mas fules
penal para tantas p.pas para tantos barra, e miaeravei* evasSes comosjSo: que a ca-
f canecos, potes, pucarinhos, e ontm vazi- nalha % mormenle do nossos matos, he uiui-
eommandante em chefe do exereito empregido "as quantos sao os Ministros d fcstado ra l0 ignorante viciosa, e brutal; que por
em p-ciear esta provincia, tem a saiisfa?iode' 'Sldentes das Provincias os Magistrado, I oulra parte mu(os Jujes 8-o {m% e (a a cor_
iosse o saber conducir ao templo da victo-
ria e coroal-o de immurchavais louros.
(dem.)
L- i\ de setambra.
Quartel general em Pono Alegre ao de
tetembrode 1841*
Ordem da dia N. 4*
O mareehal de campo coude do Rio Pardo,
deatro5ar as paradas rebeldes, que sob o man- a ,?ue no' v,e,n ,. ameacar a vida dos que o eceusrfe pren-
do dosanarchistai Jos Luiz Soaies e Lu* V* .lJal P"f P"> sustentlo d.iem i que drio f &c# vs|a do hum J(i|s>
JJeniel devastado os distrietos delielem e Vi- a9 Authoridades saopess:as honradas inca- prudeiIcia digna de Tu.iis, ou Areel de-
te pases defaiariniusticaa. Infelinnente a ex- cidc(n dVatalo que o tnico meio de manter
amo, tao destrmente o mesmo Sr. lente
orenel fez as anas disposices, que conteguio
desbaratar as ditas partidas no dia 16 do tor-
rente no campo do Varejo deixmdo ali o
inimigo la homem morios, e candoem nos-
ao poder 5 prisioneiros, entre estas o mencio-
nado Soares, qne anda se atrevao e empunbar os *" se,nelhanle3t eja Re, ou Stalouder,
aa armas contia os Leis e tlenlas detensores sea Sac ou SV3 tribuno seja Militar,
da ialejfidade do imperio, depois de deU se-ouclvl1' E"c,e8ias,IC0 ou secular, procura
pe.iencia de toJos os dias eal desmeiilindo a 0 s wco defender a propriedade
cada passo esta assersfo paradoxa. He h.im e segurar a vida dos dadlos abastados, e pa-
principio de eterna verdade princima de- ;r,/>t, u. ;______ .. _r
duaido da na
le que se v
------.,------..,^w. ... .... e seglunr a Vlda dos cidadlos aliastados, e pa-
ieterna verdade, pnnc.p.o de- cificus ,, rem 08preft.(os e Suh-prefei-
itunza humana, que todo aquel- los dandi) |JOas rodda j, pao c mesJQ ,im_
e revestido dalgum poder sobre do de |odo a c,naia' ma!feilora cor.for.
tjunda vea ter escandalosameote abusado da
imperial clemencia que o amaistiou. Sessenta
cavallas, diSrentes armamentos, earreios lo-
rie os despojos d'este briluanie feilo d'armas ,
queapenas aoi cuslou o ferimeato de um
trombea do a. regimentoj sendo de sintir que
o famigeiado Luit Daniel com o resto do*
ares sequaes te despersassem devendn sua
a* i vacio iigeireza at bous carillos q' mon-
tavo, escapando aisim com a fuga justa pu-
ztico de seos crimrs, nio obstante serem in-
trpidamente peizeguidos ua dulancia de
quasi me legoa.
O general commandante em chefe lo uva a
tedosoa Sra. olfieiats inferiores e mais piacas
que uveieo parte n'esta imprtante deligeucia
|ta brioia condacu e valor com q' se bou-
*~ ?!C"BP' ( CBJM 0e no ficar em
lvidojbemcoao pelo acerlo com que com-
prirao as ordens do Sr. teneate coronel Mar-
pus, a qae o n.e general dirige os seus
empre dar-Ilie ensanchas ; e se o nao repii -
mem dos pequeos abusos vai passando a
os grandes, e de usurpacio em usurpeo clie-
ga a fazer talar de todo a lei, substituindo-
lhe a sua vontade: impectavel, e sempre jus-| C(
lo s foi o FiII>o de Dos, O sabio, e ex-
perimentado Plutarco dizia (a que seculos !)
que nio hi besta mai feroz, do que o bornem,
quando s paixes que sao inseparaveis da
nossa natureza ajunta qualquer poder arbi-
trario; e o Abbade Roubaud acrescenta a es-
te proposito- Dj despotismo em despotismo
vii a aiiniquilar se todas as liberdades pu-
blicas: boje vi auihoridade, e.-panc:ci o mal-
feitor quando a lei vos nio authorizava pa-
ra tanto; manb arrancar-me-eis a lingoaa
pretexto de que assim o pede o bem publi-
co, Sim (diz o bem conhecido e respei-
tavel Publicista Pags) a ordem arbitraria,
que fez perecer. os dous Graccos (alias dotis
faccinorosos) fea perecer ao mesmo lempo a
l liberdade de Roma j por que logo a k, que
meaocume, e as circunstancias.
Respondamos por partes a tantos absurdos.
Infelizmente he milita verdade que nio fal-
li Jm'zes cnrrompid s, e escondalosaniente
venacs; e milagro lora que no meio da cor-
rupcio geral, legado, que nos deixou csse r-
gimen absoluto d'execravel memoria s se
pura e incontaminada huma
do por mais nada
De mais : porque he criminoso e ladre ,'
osaltiador, o assassino ? Nio be sanio
porque sabe fra das leis natural, e posi-
tiva : lodo o crine be a violacio d'buma le t
lego a Autheridade que manda dar panca-
das que manda assassinsr a seu bel prazer ,
quer obstar a hum crime por outro crime ,
ou be hum criminoso puoinda a outro cri-
minoso. Mu mao he sem dunda que se
uro castigue o crime ; porque a impunidad
acorocoa os vicios, e he a maior peste da vida
social ; porem be igualmente mao que
qualquer Authoridada exorbite da lei a pre-
texto de vingar a ouesma lei. jtfe cusire-
mos negar que b muita gente dissoluta o
perversa : mas o meio de a corrigir nao he
lei'Urxenle exerttr para com ella despotis*
mo. Acor parte, ou quisi todos os vicios
procedem da ignorancia e dos maosexem-
plos. Procure-se doiramar a instroccao por
(odas as classes da suciedade cuide o Gover-
10 mui sei iamenle em le ser que nio bajio
oceiosos; e por oulra parte sejao os grandes ,
e podeosos bem morigerados (ementes a
Uecs observadores da lei; queessamesma
canalha aelborai a olhea vistos; porque be
hum lacto ansiante de luda a Historia que
ende as classes elevadas, e poderosas de qaal-
quer Enlodo teaa bous costumes, a geoialha
he erais moderada, e menos viciosa. Denos
he, que a coiiupcio cometa, de nos he,
que ella desee para os pequtnas, e mise*
taveir.
Despotismo necesario Que heresia po-
ltica l Esses, que tal absurdo prolerem ,
om que direito ciiminar o paseado rgi-
men Porque he que anda boje todo o
Peraambuco se recorda cem horror da per-
vena gente que rodeava ao alias estimavel
Geaertl Luiz do Reg ? Nao he ceitamente,
se nao pelas arbitrariedades contenidas por
esses Gfiuiaes que exao outres tantos Visi-
res ptias loitures em que meltiao a mui-
tos aitciavtis pelas redas de pao, que man
davao dar, &.c &c. : mas fossem pergun-
tai -ll.es, roique assim obravio que a sua
ita|0ila nao teiia oulra se nio esta Sem
bum puuco de despotismo nao se pode couter
o |ovu L ra eise procediicento delestavcl
em os i'gtiiits d'aquelle General; e sero ac-
edes louvavtis justas em as nossas Autbo-
iiddcs Ccnslilucionaes ? Os devotos da Mc-
narchia absoluta tem nos podem reprochar ,
aiccuUo \, Jciiubduiei i> nusio sys-
leixa e podero por amor do bem publico ,
e para colcenles o in. peno da lei sobre as
ruines da arbitrariedade ; vos sois to egos-
tas coico tos 1 > o que querieis com as
votis querimonijs e declimatdes era tirar
o exei cirio do despotismo das nossa* mios pa-
ta s vos-s : Lisio entendestes e isto he o
que ides la/.eiido,
(Continuar-se-h.)
Noticias Jifctrangeiras.
MANIFEST.
Do governo hespanhol em espesta allocui
cao do Papa*
Con'.inuaco do numero antecedente*
Pelo aspecto cannico e de doutrina
eocurio de Sua Sanlidade est jafxminnda
por iuinenies letrados, ejulgada romo per-,
lenco pelo supremo tribunal de justica.
E' a eterna disputa entre o sacerdocio e o
imperio sobre o temporal da igreja a con-
tend inabajavel entre as i en ces da curia ro-
mano e es regalas dos principes. Das quei-
xss que aecumuta S. Sanlidade em seu es-,
eripW nio ba urna s na verdade onde nio
transpire esta idea nao ha urna s onde nio
va enrolla a inunco de una melborameoto
de urna usurpacio eeclesiaslica sobre a autho-
iidade civil.
J o governo hespanhol tem mostrado aci
classe decidados; para prova do que esta- rea, que prescinde de argumentos e subtile-
mos vendo todos os di'-s o que pratirao os Ju
rados, que se compe nio de Magistrados
IttIrados ; mas de nos otitros; e bem se v o
que por ahi vai de escndalo, a respeito de
absolver faccinorosos. O que se segu porm
de ludo isto ? Que taes Juizes quer de Direi-
to quer de fado sao humas pestes da ocie-
dade : roas para que estes nao fallem lei,
devo eu quebrantaba ? Devo espancar a hum
homem e at malallo a fim de que aquel.
les cumprio com o seu dever ? Quem me
authorizou para isso? A minba obrigacio
para aonde a lei me manda parar. Se liz
a minba obrigacio que he prender e re-
melter o reo j de mrm para cima nao repon-
sis de estola ; o que lhe peilence 6 conside-
rar as contequencias polticas que levam co-
migo taes piincipios ; e taes preteuves o
repellirpaia bem longe todas as que sejara
incompativeiscom a seguranca e boa admi-
nistracio do estado com o decoro e a indepen-
dencia da naci e as prerogativas do tfaro-
no.
Seria por rerlo necesssrio para calsr a
querellssdo Sanio p Governo de. M. do direilo que Itae aisiaie
para an parar e defender aqu bubditos que atropellsdos pelos tribumes ec-
clesiaiticos, acede sua proieccio pelo direilo
teconfcecido, e legal do recursos da foica,


+**
Sf&ftio d TRNAMnfl
ni
"ia preciso tambera que o Gove*no ss pres-
tse osoffreruma competente demonstrarlo ,
es temerarias reciamacees a suppnsciode
lacios mal concebidos e explicados ; em m ,
perscnalidade iodevda de uno ecclesisstlco
que con o titulo de viee-rrgente do nuncio
no tribunal da Rota o vi ce-re*/rite mas lisia
tolerado que authorisado, ,f.a nge.isse na que
lhe nao pretenda e atropelasse m i espeitas d
naco erJo governo cm suas icopertinencias
e bcstis suggesldes. Isto oto eca conveni-
ente neoj pussvel e a consequt ncia ine-
vilawl de um pas.o lio imprudente, era o
quedeviaser, mandar sahi-lo do reino 5
pcii queaepuidia en cjutr.tii.ncoai a r.u-
thoridade suprema do estado e fechir o tri-
bunal da Ilota.
Clama o Summo PontiGc9 contra esta pro-
videncia que qualGu de violceo
la de sua jtiritdieceo sagrada e apostlica,
ejercida, diz senn obstculo esa tirwpanfa
desde os primeiros tempCs d igreja. Mas o
governo negt este fado cua o amboridade de
um dos concilios de Tcledo da historia an-
tiga de liespanha tcuiai segoranca de que
r* partida nao lera individ*ia e m nao pertenca ao nteresse mais vil ou supers-
ticaa mais immun;h que nao ajude e sus-
tente a Rainha Isabel IL e o seu Gaveras con-
tra esta inaudita a>gres5o.
Mu cedo tem S. M. o ciminbo que para
similhantes casos Ibe indica o exempla de
rr.uitos seus prcecessares que sena menos-
cabo da sua religiao e de sua pie-Jada tena
abido ntslhar com 3a firme e resoluta essas
demasas do"? pontinivi romanea, Ao ver-se
recen vi Ja o rei de Castetts Jai 1. pelaprl-
sao de uno prelado respondeo : '* qus a t j-
do o hispo que foa&e revolvedor etn seus rei-
nos o faria prender ero pessoa, e lir*p-aria e
obrarla sen habo para o enviar aa Santo
Pudre."' Ofendido Fernando o Catbocoda
conucisfaa que levau ao reino de Napjles un
Cursor pontificio, mostrau-10 mui de3r.->n -
tei.te da que nfo tess castigado com o ultimo
rigor e atrevimento e a insolencia daquetle
curial e a'vcigou se o raa usa cedia na
soa injasta pertencSo de faser-lba tirar a
obediencia nos reinos de Cssleae Arsgio.
Kessits questes suscitadas enlre a Santa
os nuncios da Sania sede nuuca exercerara ju- Sede e os principes da Caza da Austria lo-
liirco em Htspanha at que o Sr, Di Car-
los]. emiSS?, conservando por isto pira
si e seus snecessores o direito de renunciar a
este privilegio concedido a seu favor. Est
aini disto seguro o governo de que tal juris-
dicao nao tem podido exercer-se no reino, nena
amigamente mor agora sem o beneplci-
to nos principes. Nao ha neeescidade para
este proposito de ir com memoria mui longe
para ver no reinado do Sr. D. Filippe V.
fechado por ordeno do governo o tribunal d
Nunciatura enodoSr. Dakarlos III. sus-
penso por sete annos, at que emcousequeu-
cia do breve de 26 de marco de 1771 se su -
bregeu em seu logar o tribunal da Rota.
i.em por isso se artusou corle de \ U spanha
go que estes se convencern da instilidade do
suar reverentes exposr,5es a S. Santidad* ,
adoptarans as medidas que correspondam
dignidada de seus reinos e conservacio de
seus dir i tos, segundo a naturesa dos ca-
sos em que aquellas questes oecorreram, a-
meac-rara uus cortar e outros cortaran, com
elfeito a communicaco com Roma j expulsa -
ram o Nuncio de seus reinas fecharan o tri-
bunal da Nunciatura prohibir.ua recorrer
a Roma seno em casos especiaos e preeisos ,
segundo o julgasse omesmorei; prohibir^
tambem impetrar bullas e remetter dinheiro
para isso Eseram sabir daquella capital a
todos que alli disputavam rendas de Hespa-
nha e encarregarara por ultimo os bispos
de violar os direitos aposlolicos do Summo que ousassem de suas fatuidades nativas co-
Poniifice nesta parte nem se atreven ento a j m0 nos casos em que estiva mpossibilitado o
turia romana a insultar a religio e a mages- accesso da Sania Sede. Expedio-se por esta
lade dequilles monarebas com limilhante de- um breve ou monilcrio contra o governo de
clareci. Roma em que se ee atacavam as regalas de
Com nao menor amargura se csideram no um estado independente eopiedoso Carlos
discurso de >. Santidade a suppressio das ca- 3. considerando atacadas as suas e as dos ou.
sas, eaggregaco de seus bens aos fundos (*ros principes citbolicos nesta tentativa ambi-
nationaes a converso dos templos em usos ciosa mandou recolber o breve e o mei no
profanoi o atropellamento que suppoem da fez a quacaquer outros pipis cartas ou des-
immnnidade ecclesiastica em cousaa e em psebos da curia romana que podessem offen-
pessoat, a suspensio de conferir sagradas or- der as suas regalas j inquietar as conscieo-
dtns os bens do clero secular ameacados. j cias e por em perigo a tranquilidade de seus
Para dar corpo e peso invectiva n'oma reiuoa. Altamente affeicoado ao servico dos
parte detfiguram-se os factos n'outra antici- f'P" e favorecidos altamente por ellos era o
pam-se os cargos e em todos se d por esta- instituto dos Jesutas to poderoso to po -
belecido o principio tio aceito aquella curia ', polar. Mas tere a desgraca de por em con-
de que nio permitlido aulhoridade civil iradieco com a seguranza da estado, e o
ingerir-se adisror das cansas temporaei do njcsmo religioso monarca o supprimioem seus
clero rem conbeeimenlo e cor,formidade da reinos expulsou os individuos oceupou as
eutbcridade ecclesiastica. Daqui parle o San. \ suas temporalidades reservando em si mesmo
to padre para reprovar romo reprova diante de causas urgentes desta vigorosa disposieo ,
seus cardeaes ludo quanto secontem em suas e em consulta-la previamente nem coutar
qutix&s: cassar eannular todos os decretos cono o assenso da corle romana. Superlluo
00 gobern robre os pontos a que elles se seria amoutuar mais exemplos : de todos re-
icltrem e todas as suas coosequencias ede- soltara o mesmo que dos que vo exprtssos,
clarar que tem sido e sero eternamente nullos e que 0s res de Hespanha anda os mais
e de nenbum valor. j piedosos nao se tem deisado subjugar por
Nunca a Santa sede desde os lempos de "Us prelencesda Santa Sdfi, e lem defen-
Gregorio Vil. al agora tem tido pretenioes dde suas regalas as causas lemporaes da I-
mais alus nem as tem m. nifesiado de um greja com energa e um vigor que dsve ser-
nodo to imprudente e temerario. Cassir e vir de norma a seus su ccei-ores.
annular I Uunde tem vindo cadeira apost-
lica esla rova prerogaliva que se reconheei-
da fcsee'poria outra vez os reinos na mo do
Summo PontiGce e os principes a seus ps i
Cassar e annullar l Nunca se atropellaram
com tio pouca altenco os foros e fuculdades
Conlinusr-se-b.
RECTIFICAgiO'.
No Diario da bontem na % psg. i. li-
nha do artigo- Communieado deve ler-se-
da potestade temporal nem se tem feilo in- Tem sido materia para discussio e nao
sulto aaior s regalas sempre reconhecidas Tendo sido materia pira discuiso como
da Hespanfaa e deseus monarebas. Como meladamente sabia.
.
se os ponlcs convertidos pertencessem as altas
^g.oes do dogma e da lee nao fosse evidente- L0TERU DE N# S, D0 ROSARIO DA
nenie de mera administracao civil e de inte- *^*""" oq yie'fA.
A eia regedora da I mandado de N. S.
do Rozarlo da Boa-vista tem determinado,
resse temporal o Papa se arroga o direito de
as resolver por si mesmo, e se ei ige em supe-
rior de quem para o exerekio de sua autlio-
lidade eai becebeio do estado, em ninguem que corra impreieriveluenle as rodas da
dte em ninguem quem reconhecer a me- I#* parle da 1.* Lotera no da 39 do
or sonora de supremaca. corrrenle t osbilhetes acho-se a venda nos
Nem i fcil indicar a otigem desta repen- geguintes lugares ; no Recife ra da Cadeia,
tina e desusada confianza na curia romana, (oja de Cambio do Sor. Vieira em S. An-
E' talvea por que o throno das Hespanbas tonio ra do Collegio loja do Sr. MeneieaJu-
t.i occujado por urna menina orfa e inno- 'nior : ra do Cabug botica do Sor. Joao
cente e por isso mesmo falta de forca, de cen- Moreira Marques e na Boa-vista loja do
seibo e incapaz de resolueio #? E' acaso por Sur. Raposo ra do atierro.
ventura a aituacao de nossas ea'usas publicas a
que lhe d taes biios e espera que aiada 'L0TERIA DA MATRIZ DA BOA-VISTA*
tjub ndo nao encontr echo que cajute esta
leilama^oorgalbosa paesar quando menos
A meza actual da Irmandade do SS. Sa-
sem notar se ou sem vingar-se por meio do cramento da freguezia da Boa-vista tendo
coi.Uicto ruidoso dos partidos r Engani-se marcado na dia id de Dezembro prximo u-
11 uitu o Sanio padre se assim o pensa j ees- turo para correrem imprelerivelmente as ro-
ileja seguio de que nao tei opiuio, nao te- [da8 da 1, parte da Lotera a beneficio
das obras espera dos amadores deste joga
hajao de concorrer para a compra dos bi-
Ibetes que se ahio venda do Recife ra da
Cideisloja deSnr. Vieira; em S. Antonio
ra do Collegio, loja do Snr. Menezes ra
do Cabu, bjticadoSnr. Moreira Margues,
e no Livramento botica do Snr. Chagas ; e
na Boa-vista, na botica do Snr. Joaquina Jo-
te Moreira defronte da Matriz.
%3T Preciza-se arrendar um sitio bastante
$rande,e q' tenha bastantes frutas, e pasto pa-
ra o* vaccas caza para um familia, e que tam
llena tenra estribara para a ou 3 cavaflos ;
quena tiver dirija-se a entrada da ras do
Rangel loja de cera D. 37.
Avisos Diversos.
ttJ" Os Amigos da Liberdada i e prospe-
ridadrt da Bruil na i padem descanhfcer a
nscsssirlada de um perijdea que oceispsn-
da-se da pilitiea emgsral da Brazil se di
c m e?qecialidade ao melborameato das beos
roateriaes a moraes das Provincias da
Norte.
Tal noca proposita om a publicacio de
um Peridica sala o Titulo Correio do Nor-
te no qual faremos opposco rasoada e
constitucional, quer ao Gaverno geral, e
quer aos Provineiaes quando nio mareba-
rem acordes para eise grande fina.
A snbseripcio se far por trimestre pagos
adiantados na importancia da aU rs., tea-
do de a4 a 3o nameros no referido trimestre,
e sobir t 3 nmeros por semana seguaio
for o numero dos subscriptores. O Peridi-
co appareeer no dia ao do carrate Novena-
bro. Assigna-se no Recifa na caz* do Snr.
Cardozo Ayres, ra da Cadeia D i5 { em
Santo Antonio na casado Sr. Bandeira rus
da Cabog ; na ra Nova D. 17 caza dos
Snrs. Bez Deshayes & Companhit e na ra
do Collegio D. la, no eseriptorio da Typo-
grapbia impareial do Snr. L. I. Hibeiro Ro-
ma ; e nestas duas ultimas cazas se veuder
avulsos a 100 rs.
As correspondencias dos Assignantes qu-in-
do tendentes ao 6m do Peridico se impri-
mirs gratis e nao sendo destes se publica-
r na razio de 80 rs. por linha impressa e
por igual preco a dos aasi^nantes quando dis-
serena respeito a negocias partiealaras pois
que devar apparecer em suplemento.
tar Da-se dinheiro a juros em pequeas
quantias sobre penbores d'ouro ou prata :
nesta Typographia ge dir quem d.
tsr Aluga-se metade de urna das casas do
Snr. Oliveira na trempe, ao virar para a
Soledade, a segunda : quem a pretender ,
dirija-se a mesms casa que achara com quem
tratar.
tsr A pessoa que annnnciou querer um
sitio para ter vaccas de leite e a cavallos de
estrilara e frutairas e cana baixa para ca-
pim ciza de sobrado para qealquer fami-
lia ; dirija-se a Boavsta ra da Conceicio
em caza de RuSno Gomes da Foncesa.
.tsr No armasem de taboado de pind por
deiraz do Theatro, continua-se a vender
excedente farinha de trigo para pao e bo-
la xa 1 e pelos mdicos preces de ios ,
iiji, e 14^ rs., a dinheiro ou prasa ; a
tambem se vende urna porcao de superior ta-
boado de pinbo americano : na ra da Sen-
talla velha armasem de Vicente Joze de
Brito.
tsr Pcrgunta-se acert Vigario encona-
eendado porque razio nio l os procla-
mas : ou se tem dispensa para isso fazer, pois
desoja saber
. Um que ignora da dispenca.
tar Aluga-se o 1. andar da cata na ra
do Collegio lado do nascente t na mesma
caza.
tsr Perdeu-se ao oscurecer da noite do
dia 13 docorrente no lugar do Varadouro
d'Olinda urna carteira conlendo dentro del-
ta en nottas eento e qualro mil rs. e urna
letra de Rs. ItoooU passada por o Reve-
rendo Sr. D. Abbade do Mosleiro da S tien-
to da Cidade do Rio de Janeiro a favar do
abaixo assignado areila por o Reverendo
D. Abbade do Mosleiro de S. liento da Cida-
de da Parahiba a quem j se previnia : a
pessoa que a aebou querendo restitail-a di-
rija-se ao Administrador do Correio desta
Cidade ou ao Director do Jirdim Botnico ,
que ser bem graneado.
Antonio Trillis de Serpa Brandio.
9> Deposito de call modo sendo de 8
libras pare cima o mesmo preco que na ra
do Azeile de peixe (onde torrado);; no pa-
lio da Santa Crus na Boavista, na paderia
de urna porta virada ao poente,
tsr O Sor. que no Diario de i5 docor-
rente annuacou preear de um lumen
para tomar con'a de urna oazs da negocia :
dirija-se a ra do A rigi-na Bavista D. 3u
Arreada-se um bem sitio muito parta
da praea eom caza de viven Ja tena como-
dos sufficientes para qualqusr familia bu-
tantea arroredos de frustas duas excedentes
baixas, urna com plaotacia de eap;a y e ou-
tra mui propria para plantar q'ulquarqm-
lidade de ortalice duas cacimbas urna d'a-
<;ua de bibsr e outra de gasto ; e tem aleas
de tuda isto no fundo um porto d'embsrqu* ;
quem o pretender dirija-se a ra velha da
Baavista D. %t t antes de chegar o beca de
Joio Francisco.
Cssr Perdea-se um brinco de pedrss bran-:
cas: quem o tiver achado e o queira restituir,
dirija-se a loja de Joze Esteres Viaaaa.
Quem annuneioa querer comprar unt
Diccionario de Moraa, e-u bom uzo ; dari-
ja-se a ra Nova fabrica de caldaireiro DW
cima 14.
tsar Q.aalquar Snr. Sacerdote, que qui-J
ser ser Coadjuctor da Freguezia de Nossa Se-
nhora da Paz das AfTagados annunc9 pois
tem duis Capellanas mu boas, urna not
Domingos, das S>atos, eom bom esti-
pendio outra as (Quintas firas dentro
da Matriz: alem disto (em o terso do qua
rende a Freguezia a a metade da Desobri-
fia: a quem cenvier t dirija-se ao mesmo
Vigario aa mencionada Freguezia do)
Aflogados, residente em a ra de Motee.
lomb. "
Pela 3. vara do civel dsta eidsde tem
de ser Arrematado por execuclo de Jos dos
Santos Nuces da Oliveira a loje de ferragem
cita na ruada da Madre de Dos pertacenta
a Domingos Fernandes Viana que ter prin-
cipio boje 17 do correnta.
s^" Arenda-se urna parte da tm sitio na
eslrada de Belem com casa, e sensata para
escrayos trra para plautaco de inferno ;
e vario bstanles arvarea de fruto j a falac
na ra da Gloria sobrada D. 3o.
astr Aluga-sa urna ezeeente casa de vi-:
venda em Onda, na ra do Amparo D*
3l : a iratar com o propriettrio no Resife ft
rus do Vigario N. 16.
KS^ A quem lhe faltar um cabritlaho pe*'
quena ; procure aa ra do Razario larga 0
1 para lbe ser entregue.
asar Da-ao por junta, ou em pequeas
quantias 400,1/000 rs. ajaros de a parenlo ao
mez, sabr penbores de ouro, ou prata ;
nesta Typogrsfia se dir qussa d<
sssr Qaem aebou na dia 14 as j horas
e meia da neite para amanhecer no da i5,
um S. Braz pequsae; urna fig'a pequea ,
urna moeda de det tusles, umbuzoencas-
tuado ; tudo isso d'ouro e urna moeda
pequea de prata eom argolazinha d'oura
perdeu-se vindo do patio de S. Pedro eax
seguimento por detraz do Carmo e rus das
Flores em seguimento pela ponte da Bj&-
vsia, at4 a Solidada, quem achar poder le-
var na Solidado caza, n 445, pegado o mu-
ro da sitio do Erculano, qua recebar a gra-
tificacio.
tf9> Precisa-se de urna preta capaz, forra
ou captiva, para huma casa estrangeira,'
sendo o eservico principal a costura, lavar &
engomar roupa; a qumn convier, dirija-se na
Hospicio, caja assobrad.da do Snr. Antonia!
da Cuoha (uimaries defronte do caminho
que vai para e ilba.
tsr Arreadio-se a grande Otarias de Se,'
Auna, defronte do engenho da Torra cona
barro dentro a mais comodidades neeessi-
rias j e tambem se aiuga par* aJest* urna ca-
sa eom muitos commoJos e quiutal com la-
rangsiras, e boa cacimba a tratar nt ra
Nova, loja de ferragem D. i3 ou no Man-
guinho, sitio da D. Mariano Theresa do
Jess Sequeira.
tsr Precisa-se allugar ama preta cativa,
que aaiba engomar etc : quem a tiver diri-
ja-se a ra da Guia sobrado de dous andares
ou annuncie para ser procurado ou me*~,
mo urna ama
Vende-ae rnrrgulbos de parreira que j
dio fruto i atrs dos martirios casa de tres
poitaa.
Vinho do Porto muita boa qualidade
chamado de ramo por nao ter comfeicfo ej
por isso muito proprio para o tempo de cal-
or a i5oo a cauada e aoo a garrafa j no Ar-
mazeiu de viuhos na ra do Aozario estiei*
ta D. 08 ha para vende .
Foi apreendida huma preta que dis
ser de Mainel de tal mirador na ra do
aiMgio ; quem lor aeudooo pigando o Ira-?
balho llie 6er entregue : quem a apreben-
deo uo se esponsabeliz pela fuga da zneq*
tna, no Pateo do Carmo veajda J? JA


IABIO D B PfiNAMBicb
_^Quem precisar de um moco par cria-
do nesta pr*ca ou fora della que d fia-
dor a sua ccndurt, dirija-se a ra nava ao
t da ponte do 4ado do noile na penltima
r Arfenda-seositio que foi do fallecido
llegadas, na estrada da soledade para o mjn
cuinho com urna ptima casa para duas fa-
milias, tem immensas rvores de fruclas, com
grande baxa para capim e boa U de
de agoa de beber os pretendiles dinjo-se
a pracioh do Livrarsento U. 3o.
tsr Alua-se o segundo andar da casa de
sobrado oa camboa do Carmo con bastantes
commodos para familia j a tratar no primei-
xo andar do mesmo.
ar A viuva de Jos Francisco Mar tiris de
Aimeida arrenda pelos 4 "9 de festa o
sobrado de seu casal situado na pa-sagem
da Magdalena assim como vende um rerreno
no lugar de S. Amaro e duas canoas urna de
carrorae outra berta; trata-se na ra do
Palacete com Manoel Jos Galtao.
tenha 6 a 8 citas -de ouro tem feitio ; quem
tiver a-nnunrie.
tar O. e a. tomo da historia universal
pelo Abbade Vilot anda em mo estado ,
eol. toma da historia de porlugal por Al-
veres,
A\isos Martimos.
Vendas
Folhinhas para oanno de 184a : a
praca da Independencia luja de Irvros ns.
3; e 38 ; na ra do Cabula loja do Sor.
Banteira ; na ra da Cadera do Rectfe loja
de forragem D, 4 do Snr. Moraes ; e do-
fronte da Matriz da Boa vista botica do Snr.
Mor eir.
tsr Urna venda as 5 pontas largo do
Terco D. 7 cora poucos fundos e com
bons commodos para familia ; a tratar na
mesraa.
tsr Vellas decarnanaba mu aUa de 6, 7
e 11 em libra a 10,24 arroba; na ra
do Rangel D. j.
tsr Cal muido sem a menor mistura ,
qualquer porco e muito em conta para ser
vendido a retalho na ra do aaeite de peixe
padaria de fcjancel Ignacio da Silva Teixeira.
Urna negra cozinbeira muito sa-
Uma porco de-cera de carnauba, em
por-co de arroba para cima por precocim-
modo ; na'loja de Jos Esteres Vianna na
JPABAO FIO DE JANEIRO o B.igue
NacioniJ Lmo recebe carga e passgeiros },
a tratar na ra do Vigirio 1 a com 0 con- da j na ma da cadera d; lente n. ao.
igoatario Nuno Maria de Sexs. S3T Urna escrava da naco lava de sa-
PARAO MARANHAO' em poucos dias bao e varrella roiinha o diario de urna casa,
obcm coubecido Bigue Escuua Carolina, e be boa vendedeira de roa a ra da praia
por ter a maior parte-de sua carga prompta; lado de trra sobradinbo de um andar de a
quem quiser carregar ou ir de passagem pa- janels junto ao ferreiro.
ia o que lem excelentes commoios dirija se
a F. M. Rodrigues & lrmie. na ra do tra-
piche u. ia ou ao Capiao.
PARA LISBOA o Biigue Porluguez Jo- quina do beco da Cou^regacao ai.
sephina, Jorrado e pregado de cobre, deve tsr Por preco commodo um bote bem
aeguir com muita brevidade por ter parte construido e com ledos os seus utenclios ;
du seu csrregamento prompto ; quera quiser a tratar na olaria do beco dis barreiras.
carregar ou ir de passagem para o que lem j tsr Urna loalba de lavarinto em roda e
exl entes ronrnodo9 dirija-se eos Consi- outia com dito as pontas e mais 10 paoi-
roataiios JVleirdes & Oliveira ou ao Capilo nhos ; na ra dos ivlartirios do lado da Igra-
paulo Antonio da Rocha, ja U. 16 assrm como tambem marca-se
,______________________.------------------1 roupa cot toda perfeico a 10 rs cada letra.
JL 6 i i U O *ar Dma preta da costa para todo o ser-
________________.----------------------------------- vico de casa e campa ; na ra nava ao p* da
tsr Que [tum James Crabtree '& ''om- ponte D. 27.
panbia porinlervencfio do Corrector Ol- tsr aai toros de angrco com 7 a. g,pal-
Ctira Quarta leira 17 do correte ss 10 ho- mos de compndo e 5 a 9 polegadas de face j
ras da nanh pieciamei.te no seu arms- quem quiser anouncie.
zc-m da ra da Cruz, de grande variedade de tsr Urna negra muito fiel Loa quilan-
fazeodas para feixar cenias e enire muas deira ; na ra da roda venda L>. 8.
oulrss pannos pretos e azues ricas sedas tsr (Jma serrara de vapor montada ten-
pintadas e estampadas para clleles, ricos do ja serrado madeira sita nos Coelhos a
ustoens fios cassa* de diversas qualidades, dineiro ou apraso com boas firmas ; na ra
lentes de eassss e de chita challes escarales da senzala velha D. i casa de Fcx Stodart.
os unieos verdadsiros ebitas de cores fixas, tsr Urna por\o de taboado de loaro sr-
melas deslgodo para homem, e Snras., &c. rado na serrara de vapor dos Coelhos ; na
&c. as quaes faiendas serio vendidas eos ra de senxala velhi D. !
razas de 3 6, 9 & la 4 8 & 10 ? 5 ssr t)u hypotbeca-se por aoo.ooo tima
&L 10 ou 7 na metes escolh- dos arrema- morada de casa terrea de pedra e cal nos atfo-
UaM ficando porem optio dos veadedo- gados ; quem quiser annuneie.
resoexicii ltr6> oudinh-iro vista com tsr Urna pergo de barris qae foro de
5 cor cenru da descont quelles comprado- vinho e botijas vaiias j nos Coelhos^ oa pri-
ves que nao tiverem contas com a cara. meira casa defronte do sobrade do Snr. Ana-
t> ue faiemGkell Johnson & Com- cielo,
panbia por interven?! do Correlor Oliveira, tsr E alijgo-se bichas de Hamburgo por
decraude vaiiedade de faiendas ingleas de prego cmodo $ na ra do Padre Floriano
bom posto e muilo propiias deste mercado Ttnda junto ao beco tapado n 3j.
a quaes se bao de vender para ferxar contas tsr Ou aluga-se um preto a tratar na
fluila feia ib do correle as ro horas da ra do Colegio L). 6 lado do nascente.
ixutihi em poalo no seu armazem da ra tsr Um piesepio de muito bom gosto e
da Cr'ui em ^om eslat'0 1 UBa es,anle ena Pto gran-
iST uefai Luz Gomes de Figueiredo de duas jaras grandes vidradas para a/eite,
Caiiilou.i Brigu*- Brasileiro Feli* festino a e duas ditas para dgoa ; ni ra do Rangel
bordo do mesmo Brigue, encorado deroote i). 8.
do tiem militar 110 dia quarta leira 17 do tsr Farello o mais fresco possivel para ca-
torrenta as o horas da manh de urna per vallus a jooo o saco tornando soo res pela
.... a.. vo|ta 0 sac0 ^ e hem conbecida farinha de
trigo das '.narcas XXXF e XXX a melbor
W 3 vaceas com eriaa que esli dan-
do leite no mangainho onde divide eilra-
da dos pfflietos e da pjnte de Ucboa em casa
de O. Tberexa de Jess.
tsr Urna ptima bircaca prompta de lodos
os uteocilios necessarios e pega em 8 eai-
xas de easucar ; na ra da praia no eilaleiro
de Joo Thomas; Pereira
tsr Por preco cammodo um sitio em ter-
reno proprio a marcea do rio eoaa T,?*1"
principiado olho de agoa doce com sabida
para* ertrada do peuedo com varios utea-
cilias para levantar a casa nova ; nesla Ty-
pografis se dir.
-*tsr Chales de veludo grades e ricos ,
bicos lafrgos e estreilos, braucos e pretos ,
fitas de veludo para cabeca ditas de seda de
tudas as larguras cortes de seda para cole-
tea lencos de seda pretos brancos e de cores ,
meiss pretas e de cores leques chapeos de
sol de seda para homem e senbora j aquetas
de panno para bornean rap prinesa supe-
rior em boles e as oitavas ; assim como se re-
cebe encoosendas de chapeos de seda e de re-
de para senbora mais bem feitoi e mais em
conta do que em outra qualquer parle ; na
prasa da Independencia n. 2t e aa.
tsr Jos dos Santos Neves tem para ven
der urna cadeira de arruar muito rica
lbe foi cousigoada da Babia pelo m
tureiro das mesmas Jlo Lsocadio Virgne ,
cuja cadeira ainda se conserva em caisotada,
porem ser mostrada a quem quiser comprar
na loja da ra do Crespo D. 9.
tsr No armazem de James Crabtree & C. ,
tapetes muito ricos lona iogltz* estrenas,
trro da boa vista loja de Jos Joaqun da
SilvaGumaraesD.*i.
tsr m canoa aberta em bom eitadJ ,
que pega er 750 lijlos de al venara grossa ;
a tratar na passagent da Magdaleoa con G*
raido Antonio da Rost.
tsr 4 escravas mocas com boas babehda-
des dussdellas engommo bem, cosem e
cokinhSo una dita- por 32o,ooo ptima para
lodo o aervico de urna casa um prelo moco
de boa figura, um mulato de idade de 16 an-
uos bom para pagem um moleqoe de ida-
de de 1 a annos j na ra de agoas verdes cas
terrea D. 37._____________________________
tscravos Futidos
No dia 13 do correte, fugio un ne-
gia de nome Manoel do gautii de angola ,
com urna coroa ni cibaca de carrejar psso ,
com urna belida no olhoesquerdo tem un
ferid* uaperuaesqierdi, e tras um ferro
no pescojo } quen o pegir leve a ru d* aaa-
ula volha padaria O. 39 que ser gratifi-
cado.
tsr No da 14 do correte de]jp>ree)
desta Cidade um pceto de nome Antonio ,
africano, torio de um olho quebrado dis
verilhas e com sicatre* de lobinhoi que se
a 1 que rn9 tirnra nos bracos junto aos (cotovellos e
anttfa- |0bre as crtelas direias e tern dous lobi-
nhos nos quadrii ou em un s e as sic-,
trizes estao nascendo outros lobiabos, quen
o pegar leve na ra do Qaeimado ao segu lio
and ir do sobrado O. 10 ao Ur. Casimiro Josa
de Moraes Sarment que ser gratificado.
ioua ingiK ar No dia 18 do p. p. ugio do segunda
estopa algodoens encorpados de a4 po'eg*- sitio ao p da ponte que entra para a estra-
das proprios para sacos de assucar ditos pa- da nova da Capajaga o pelo Bartbolooaeo, da
ra consenos de sacas de algodo toalbas de estatura regular, secco ro>lo descarnado ,
linho pannos ames para fardamentos de retinto da cor ( e eio olbos encarnizados,
soldados selins de superior qualidade para parece (er Telho reprcseotJ ler 5o anuos de
homem e senbora e bros da Russit. | idade tem alguos cbelo brancos na erbe-
tST Taboado de pinho da Suecia custa- ?a e os j1 barba pretos, he bem fallante, e
dmho, custado, assualho de l e meia po- gaguerji algumt cou'.a em se lbe exigiodo
legada forro de meia polegad* e 34 pro- resposia tem ni canela da perna direrta umt
pr ro para casa e para fundos da barricas, re- CQaga e p jr isso esta parle be mais grossa do
mos de faia de superior qualidade ludo por que a outra ten alguus dedos de ambos os
preco commodo no forte do mallos armaiem pa um pouco comidos parecendo quermid s
de J: Airtonio da Silva Vianna. de sorte que visivelmeate se divuhji esse def-
tsr Um preto creouloofticial de sapateiro fei(o quando anda he um tanto aprensado,
para fora da provincia, e dous quinaos e e esionlrado le vori calcas da riscado asul e
urna cavallo de estribara j na ra da Gloria camisa de algodjzinhe e outra de baca por
D. 11. cima; quem O pegar leve ao dito sit qaa
tsr Outroca-seum negro ladino e pos- ser gratificado.
tsr No dia i5do correte fugio pela 6
horas da mtnh do sitio dos ab>ixo assigaa-
na ra nova laja ao p da ponte a fallar com dos na soledaJe urna negra creoule de no-v-
Luiz da Costa Leite. me Sabioa i estatura barxi venus Urgs,
tsr O Brigue Nacional Leo de lote de e idade de tSanno; jinuiu esoert com
8 a 10 mil arrob s fabricado de madeiras do um vestido de panm azul ,
sanie para lodo o servico por urna negra
que engomme e cozrnbe o diario de urna casa;
na ra nova bja ao p<*
Luis da Costa Leite.
o a 10 mu arrou-'a i1 unvauu o miuci ( & yesttuo ae panru azu ba iniifsios que
Brasil, novo e valeiro 5 a tratar na ra do esta negra toi illudiia por certa pesso qua a
Vigario U. ia. tem ocu ta por "iso os abiixo assigaidos
. tsr Maquinas de vapor de forca de 3, i, protesto com lodo o rigor da lei contra essa
e 6 cvalo* com moendas p%ra engenho, por peJSoa t quera a pear leve ao dito sitio ou n
ra da Crui L). 9 que ser gralrhido. -.Ls-
hmarrn &C Compauhia.
tsr No dia i3 do corrate fugio una pre-
ta da noaaeCatharroa de n*yaj ngala, la-
vou vestido de chila a:al com bibaJo por
bjixo ; panno da eosta ja velho alta sscca,
meia fulla ps grandes ten um tar id a no
cao de caine secca -a vanada por c-nla de quem
perteucer. .
5 ar Que fai o Correlor Oliveira segun-
da leira aa do lorente .0 meio dia em ponto,
no primeiro anuar da casa da sua residencia,
uaiuadd Comeico de numerosos livros
e mais nova que ha em Peruambuco j na la
brica de laaba no atierro da boa vista.
tsr Cadeiras americanas con assento de
palbinba ditas com assenlo de pao, camas
na ra (Id L-onieitao uc uuuiiw. ...,u. pn^m u......-------- r ----
fcem encadernados que constituio a excellen- de vento de amarelo muito bem teitas a 4000,
te e ccmplel* livaria de um bem conbecido' -
Jilerato os quats sao coropostos pelos nce-
lbores e mais icreditados aulhores em as Hn-
coas gteg l*'"a il*l*M 1'ranceaa, por-
irrguwa alema e ingle*a principalmente ,
jteid vendidos inialivelaente pelo maior
pieio que aeofleiecer nao se especica cada
obra de per ai porque o catalogo dellassena
demasiado extenco para esla tuina basta po-
ltra asseverar-se qe sao as mais uteis e
apreciavtis para lodas as pessoas instruidas ,
e amantes das bellas letras.
C omp ras
Uma canoa de carreira que carrfgue
4a 6 j.iSas \ na la do Queimado lojde
iarrsgeus D. t>.
*" kf Umacadtia de relogio moderna, que(
ditas de pinho a 36oo, e piobo da Suea
com j polegadas de grossura, e dito serra-
do ludo mais em conta do que em outra
parte ; na ra da Florentina em casa de J.
Beranger.
tsr Tmm coadas e batidas para engenho ,
urna maquina de vapor com moenda de for-
ca de b cavallos oplimos selins inglezea ,
a retalbo, sabio a 100 rs. a libra-;em porco
de o roixas para cima } no arma-zsm ue ier-
rsgens JoLnston Pater & Compauhia.
tsr Seis barricas de potassa a 140 a hbraj
ua ra do Colegio D. ia primeiro andar.
>sr Farelo em harneas de muito boa qua-
lidade por pre,n commodo j na ra da
Cruz D. bo.
^a' Um aobradinho na ra de S. Gonsa-
lo da boa visla pegido ao Sr. Francisco da
Silva j a tratar na ra da Cru* u, 35.
preco muito diminuto moendas para agoa
e arii uaes de todos os tamanbos laxas de
ferro coado a 100 rs. a libra ditas de Ierro
batido a ao rs em casa de Fox & Sloiait na
ra da senzala velha 1). 1.
^ tsr-Uma grammatica iogleza por Cons-
tnncia duas geografas de Gautier um
alias geogrfico um diccionario francs e eSqUerdo quasi no meio do lado fora fu-
uma arilbmetica de Bezout na praca da
Independencia n. 4-
s3> Um bom caixio para vanda ; na ra
da cadera na venda da quina do beco do ou-
vidor.
tsr Bichas pretas e grandes de superior
qualidade, e lioco se as que nao pegarern 5
no aterro da boa visla 1), 19 junto ao beco
do ferreiro.
sr Umi preta moca de bonita figura ,
coslureira e engornmadeira um prelo com
um detleitoem uiu olho por 35o, ooo-, u.a
molalinba e urna negrinba de idade de 11 1
iJ aunoo urna prea coiioheira e boceteira
tanto de faiend&b como de miudeas um mo-
leque e urna moleca de idade de 14 a 16 an-
nos ; na la do fogo ao p do Rozsrio sobra-
do U. 2 5
tsr O Engenho Camaro na ribeira de
Uuna tregusia de agoas pretss situado em
urna legoa de Ierra em qadro ou com toda
ierra ou dividida em duas ou 3 parles pois
alem daquella era que est o engenbo pode
levantar se mais du>us ; a tratar no largo da
soledade com se 4 proprietatio no sobrado de
seis janelas,
ssr Paj.elde peso da melbor qualidade
branco e azul a 800 a resma agea de co-
lonia da melbor qualidade que ha fsforos,
eacovas para deules brelas lamparillas ,
lapis carias frsocezas a 'i'\o espoletas,
lata de escrever boloens de ruartim pira
abeilura a aoo rs. e de vtdro a 80 rs. e ou-
tros muitas miudezas a pteco barato j no al-
*"- ^^ -j --
la, alguma couza atrapalbad* ; quem a pa-
gar leve a ra do Arago 3a que ser gra-
tificado.
SST No dia 24 do p. p. desapareceo ua
escravo de ruma Lucianas creoule, filtro
do lio do peixe de estatura regular ebeio
do corpo cara larga, cor fulla 11 im cinto,
o pescoco enterrado nos hombros : quem o
pegar leve a seu Sr. Manoel Luis uonsalres
que sei gratiicjtlo.
tsr Honlem de manh fu i o ama escrava
de nome Calharina de idade de iti aunor,
de uacao mojambique levou si e camisa
bastante soja cara redooda e i,e puxi
alguma couza por urna per,a a ; que o a pegar
leva ao beco do peixj frito 1). i qua ser gra-
tificado.
Movimeiito do Porto
NAVIOS SA'HIDOS NO DIA 16
Maranbo } Brigue Brasileiro Marquet do
Bombal Cap, Fernando Joae de Almeiia
carga diversos gneros.
ENTRADOS NO MESMO DIA
Rio de Janeiro j i4 dias Barca Brasileira
Firmeza de aa| tonel., Capilo Narciso
Jos de S, Anua equrp, 16 carga fari-
nha de mandioca e mais gneros ; a Anto-j
nio Francisco doi Santos Braga. '_
ottOFE NA 1TP. li M. F.~DliP7^i84f

-
.


Full Text
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