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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04348
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, November 12, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04348

Full Text
Anno de 1841. Sexta Feira
Todo agora depende d nsmasmoi; da nona prudencial moder
o, enersjia > continuemos romo principiamos, atrcmci apontadoi
oa adniracie ture ai Naccimais caltas;
Proclamaeio da Vssemblca (Jaral do Brasil I

Sobaereve-ie para astafolba a 3fooo por piarte! pagos adiarttadoe
nesta Tvpograna ra das Grases D.3, a na Praca da lndeper.dan-
sia, n. yj a 38, onde sa rece be ni correspondencias' legalisadas e an-
nnncioa, asirindo-ie astas gratis sendo dos propros assignantei, a
rindo asignados.
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES]
Ctdade da Parahiba Villas de sai prctenco
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem.
Dita da Fortaleza a Villas dem........
Cidade de G^Hpna ...'.... .....
Cidade de Omda ..>........^....

.
S
Villa de S. AntJo
Dita de Garanhuns c Povoacio do Bonito .........
DitasdoGabo, Serinhaern, Rio Formozo, e Porto Calvo.
Cidade das Atagoas e de Macei............
Villa de Paja de Flores.................
Todos os Correioi partem ao meio dia.
I-St?. eStzlasyfciall
Todos os diasl
(Quintas feiras.
lo, e 34 de cada mes
'i, ii, e 2i dito dito
. dem dem
dem la, dito dito
PH4SES DA LOA ft'O HEZ DE MOV.
Qnart. ming. a 5 -as i b. c5i m. da tard;
La Nova ai3-as3h.e 6midamaai
Quart. rese, a ii i as a b.e 48 ra. damtn.
La Caea a a3 as 4 b. tS m. da tard.
Mari theia para o dia ll de Novembro.
As 3 horas e a minutos da tarde.'
As 4 horas e t minutos da manb.
12 de Novembro. Nom. 941
,, CAMBIOS. Novembro i i.
Londres,-?**:, "q p d. por iffoooecd.
Lisboa ...*.. 8o a 85 por ojo premio por metal offerecidi/s
Franca...... 3ao reis por franco. Gomp. Venda.
OUlV MoedadeSftoo rcis, velhas laJSoo Ifc^oo
_ Ditas ,, r, *44oo M/too
Dius deafoooreil, *i ~ 8'5o
PRATA Pataees Bralileiro* - - ifoao 1*640
Pesos Columnarioi-----------1/620- i#6/jo
Ditos Mexicanos ------- 1/600 1/620
Miula. -.....-.....1/4"- l#4o
Dise. debilb. da Alfandega r i|8 por loo ao raes. 1 0|o
dem de letras de boas firmas 1 l5 l4
Moeda de cobre 3 por 100 de disc-
DIAS DA SEMAUA*
8 Segunda S. SeveriannoM. Audiencia do Juix de Direito da *
rara,
g Terra S. Theo loro M. Relaco e aud. do Juix de Direito da 1:
vara.
10 Qaarta S. Andr Avillino.' -- Aud. do Juiz de D. de 3; vare;
il Quinta S. Alarlinho B. Audiencia do Jais de Direito da 9.1
vara.
i2 Sexta S. Martnha P. W- Audiencia do Juiz da D. da I: r
i3 Sabbado Eozebio B. Reala?, a audiencia do Juiz de D. da 3j
Tara.
14 Domingo O Patrocinio N. S.<
PERSAUBGO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Fxpediente do dia 8 do correnta;
Officio Ao cota manda nte das armas, para
Ordenar que a cotnpanhia de Artfices d a
guaro icio da praga no dia \\ do corrate,
e iasendo render as guardas as sete horas da
manhi.
Dito-Ao mesmo ordenando-lhe queer*
peca as convenientes ordens sos commandan-
tes da forte lesa do Bru e forte do Buraco
para daremuma salva de 31 tiros na Urde do
dia 14 do rorrente na ocratiio em que a pro-
rissio deCorpo de Dos passar pela ra de
S. Francisco.
Dito Ao eommandante superior da guar-
da nacioual da Recife para ordenar que os
corpos da mesma guarda nacional e:-t 'jaj for-
mados na ra JNova pelas 3 horas da tarde
do dia 14 do corrente a fio de acompanba-
rem com o corpo de polica a procUso do
Corpo de Dos.
i/ito Ao rommnndanto (eral do corpo
de polica para faser marchar o mesmo
corpo para a ra Nova as tres horas da tar-
de do da 14 do corrente, para acompanbar
a procisso do corpo de Dos devecdo re-
ceber as ordenes do eommandante superior
da guxrda nacional.
Luto Ao coirrnndanle da escuna Bella A -
mrricaoa para dar urna salva de ai tivos na
orcasio era que salvar a fcrlalesa do Brum
e forte do Buraco,
Dito- A o Ex no. bispo deocesano corn-
iruuicando-lbe a expediccao das ordens su-
pras.
Dito-Ao inspector da thesouraria da fa-
senda enviando-lhe como requebitou um
cfficio do commandsnie das arcosa acompa-
nhado da iulvrmaro que deu o Mejor Anto-
nio Gomes Leal f teten oe varias drspesaa que
iiaviosido feitas pelo tenenie Jos Gregorio
de Jess a pouco fallecido.
Dito Ao asesino enviando-lhe pira
seo cci.betirtento e execuco um tx^pl.r do
tortoquarto, cadernu primeiro uas do governo imperial no qud achaia a de
nuecero 285 decl-iando os limites da autori-
dad dos inspectores das thes.urauas res-
peito o procuradores btCies dellaaw
LJilo Ao inspector da thesjuraria das
rendes provincias laiendo-lbe igual re-
iaeis%.
Dito Ao ttesmo partecipando -llie que
foio prvidos nas cadtiras fie 1. leUras
do l3rejo, Vallerianno liserra Lavalcante de
Albuquerque, e de j.Jeaiiueira Pedro Ernes-
to Kcdiiguea da Silva.
Dito Aa director do lyceo, conjmunicdn-
Jhe o conteudo no precedente cfficio.
Igual tommunicaco foi leila a cmara
municipal do Brejo #> e a de Cimbres.
Dito Ao Inspector da tbeso.iraria das
rendas provinciaes para fsier abonar dous
meses jle sold adianUdos ao lerceiro com-
mandante do corpo de polica Antouio Jos
l'estana que deslaca para a lomarca de Plores
Dito Ao comandandante geral do corj-o
de polica, communicando-lbe o conieudo no
precedente officio
Dilo A cmara municipal do Brejo, ap-
provsedo a arremats^o dos diurnos de mi-
miCs aquelle municipio por tempo de um
auno e pelo pre^o de i5oU5oo res.
Dito A"eamaia mooicipaldo Bonito, sig- :
nicando-lbe ern re>posta ao sei officio de l8
deoutubro ultimo, que ja foro dadas as
providencias riecpssria a cer^a da substitu-
co da cadeira de primeiras lettras daquelU
Villa.
Portara Ao administrador Bical as 0-
hras publicas oara fornecer ao doutor Jos
Joaquim de VIoraes Sirmentn as madetras e
maisobjectis constantes da relacjque se Ihe
remette precisos qira a factura de UTia das
estantes da aula de Cbimira e Pbisica.
Otficio Ao doutor J, J. de Moraes Sar-
ment communicsndo-lhe a expediros da
ordem supra,
dem do di 9.
Officio Ao inspector da ihesooraria da fa-
senda enviando-lhe a conta da despesa fei-
ta com iorecrutas vindos de Garanhuns e
que foi paga Dlo respectivo collector a fim
de que Ihe d o conveniente destuo , deven-
do mandar pagar a Ignacio do* Reis Carn-
pello procurador fiscal do prefeito daqueUa
comarca a quantia de aUjaoreis de despesas
miadas feitas com a condcelo dos ditos re-
crutas.
Dito Ao prefeito da comarca de Garanhus
communicando-lbe oconteudo no precedente
officio*
Dito Ao inspector da thesonraria dis
rendas provinciaes, ordenando.Ibe qoe man-
de psgjro alu^uel mensal de oito mil res
da casa perteucente a cmara municipal do
Brejo e que actualmente est servindo de
Cadeia segundo requesita a mencionada c-
mara eru otficiu de 3i de agosto ultimo.
Dito Acamara municipal do Brejo, com-
municando-lbe o conteudo no precedente of-
ficio,
Portara Nomeando para coronel ebefe
da legio da guarda nacional da Flores ao
lenle coronel do primeiro batalbo Fran-
cisco Barbosa Mogueira Paz, e para tenente
coronel do referido primeiro batalbio ao
major Alanoel Pereira ds ailva,
fficio Ao commandacle superior da
guarda naciooil de Plores communicando*
Ihe as nomeaces suplas, e determinando-Ihe
que ordene aos noae-dos que solicileo s^..s
patentes.
dem do dia 10.
Officio Ao prefeito da comarca signi-
Gcando-lbe em resposta ao seooffi-io de <)
do correte que a presidencia concede a
demisso, que pedio o rrajor Alanoel Bi-
seira do Valle do cargo de Sub prefeito desta
freguesia devendo louval-o palo bom ser-
vico que prestou oeste exercicio e remetter
a proposla de quem o substitua.
Dilo Ao prefeito da comarca de Goianna
respondendo-lbe qae foi remettidj o lus-
peclor da thesouraria das rendas pro-
viuciaes para ser pag* a coala que a-
compinhou oseo officio de 6 do correte da
des pesa leita com as lases da cadeia da mesma
comarca nos metes de agosto setembro e ou-
tubro deste anno.
Dito Ao inspector geral dss obras pu-
blicas approrando o contracto da arrema-
tacio da ebra do melboramento da estrada de
Parnameiiim junto a Santa Aun*, feilo com
o cidado Manuel Joaquim do Reg e Albu-
querque.
Dito Ao chefe interino da legio da
guarda nacional de Olinda paraordeinr que
u primeiro batalho da mesma Legio d
urna guarda de honra, para acompanbar a
procisso da Senbora do Amparo no dia 21
do c.irrente devendo a mesma presentar-
se a frente di respectiva igreja as nove ho-
ras da manhi do referido dia e fim de que
a festividade se torne mais esplendida.
ronf >rme requesita a irmandade da mesma
Senbora.
Dito Ao juiz e mesarlos da irmandade de
Nossa Senhora dj Amparo em Olinda.. com-
municando-lbe a expedico da ordem su-
pra.
Dito Ao eommandante geral do corpa de
policia respondendo-lbe oue ood derait-
tir o soldado Francisco de Paula S Leito
Amoso visto que a sua capacidade fsica o
priva a continuar no servico.
Dito- Ao juiz de direito interino da se-
gunda vara do crime nomeando-o para
presidir as rodas da segunda parte da stima
lotera do theatro, que tera' lugar no dia
16 do .correte conforme a parlecipaco do
respectivo escrivo
Dito Ao escrivo da loteria do theatro,
communicand)-lle a nomeaco supra,
Dilo Aaairematante do imposto sobre o
consumo das carnes verdes no municipio de
Garanhuns, significando emrespista ao se >
officio de 25 de setembro ultimo, em que par-
tecipa nao ter podido conseguir a cobranca
do dito imposto em algamas povoaedes por
se recusarem ao pagamento alguns individu-
os, que o devem e pedindo por conse-
guate providencias ; qne deve proceder a
tal respeito na conformidade da lei, mando
do direito, que ella Ihe concede.
THEZORARIA DE FAZENDA.
Expediente do dia 8 do correte.
Officio- Ao eommandante dis armas, en-
viando-lhe, em cumprimento do officio do
l'"xm. presidente da provincia de 29 de abril
ultimo, es fes de officio dos officiaes do esta-
do maior de prim>-ir.t e segunda classe e a-
vulsos que presentemente pertenceu a esta
provincia.
DitJ Ao inspector da Ifaudeg pirteci-
pando-lbe para sua iutelligencia baver o
Exm. presidente da provincia coaimunicada
por officio de t do corrente em cumprimen-
to do imperial aviso do primeiro de outubro
ultimo, que havendo o cnsul geral de S.
M. o llei dos Pases Baixos na corte solicita-
do que na ausencia do cnsul de sua naco
nesta proriocia G. A. B, a Brandis possa ex-
ercer t>s pensdes deste consulado P. Clvou
Scheten S, M. imperial approvara esta no
meacaj.
Igual officio foi dirigido ao administrador
da mesa do consulado.
Dito-Ao administrador da mesa do con-
sulado disendo-the, que reqaesitando o
administrador do correio desta cidade por of-
ficio da mesma data, hnma porco de pao
brasil quanto baste para faser lio.a encar-
nada para o carimbo das cartas no espago de
um anno tuesse a esta requesigo man-
dando entregar ao porteiro daquella ad ui-
oistraco; Joo Disas Barbosa das lascas do
dito pao que exislirem sem uzo, a dita por-
ciopedids.
Dito Ao Administrador do correio, pir-
tecipando-lbe o conieudo no precedente of-
ficio.
Uito Ao inspector geral das abras publi-
cas com o requer nenio da Hercnlano Jos
de Freitas pedindo por aforamenlo o terreno
de que se acha de posjo na tut da praia do\_
bairrode Snto Antonio desta cidade para
em vista do despicho do Exm. Presidente da
provincia no mesmo requerimento proferido
mandar oroceder a demarcigo e avalia-
co do dito terreno separanJo-se a parlo
pertencente a marinha daquella que for ala-
gado, marcando o prisa dentro do quai de-
ve o mesmo faser o caes, e a ra projectad*
na conformidade da informaco.
Dito Ao mesmo com o requerimento de
D. Francisca Escolstica Josefa da Costa para
se dignar mandar proceder a demarcaco e
avaliaco do terreno que Ihe foi concedido,
constante do requerimento e documentos,
que aconpanhavo separando-se o terreno
alagado do de marinha.
Dito Ao mesmo com o requerimento de
Domingos'Jos da Costa para se dignar man-
dar proceder a demarcaco, e avaliacio da
terreno de marinha e alagado que foi con-
cedido por despacho do Exm. presidente di
provincia no requerimento que acompa-
nhorj.
ED1TAL.
Francisco Manoel de Almeida Citsrtho, ad-
ministrador interino da mesa do consala-
do etc.
Faz saber que uo dia i5 do correte oa
porta da mesma se ba de arrematar huma
caita de assucar branco numero i aprehendi-
da pelo guarda conferente do trapixe da al-
fandega velha, por falsiicaco de marcas e
pesa liquido da assucar, em cajo da se So-
dio os prasos marcados no reglame it j sen-
do a arremataco livre de despesas ao arre-
mattante.
E para que cliegue a noticia a quem con-
vier mandei afixar o presente editai na parta
desta idministracfia, e publicar pela im-
prenta.
i*it-r.a do consulado de Pemsmbuco 11 d)
novembro de 18 ti.
N'j impedimento do administrador.
Francisco iVianoel de Almeida Citanho.
Contiauacio dos devedores de impostas do
banco.
Jos Joaquim Al ves Teixeira &
Camp. i5Uoo
Resende Alves da Silva, oooo
Manoel Pereira Caldas aoU
Joaquim de So'iM Piolo. tjooc
Jos Epianio uro uooat
Jlo Manoel Pinto Chaves inUoq
Antonia Jos Go tes. 8Uoj
Jos Zacaras de Carvalho laUooo
Felii Francisco iJUooo
Man >el Josa Alves Vianna aoao
Viuva de Joaquim Antonio de Vas-
concellos 12U000
Domingos Alves da Costa qU'jo
Luiz Ferreira dos Santo, bUaoo
Jos Joaquim Lopes Moreira ~Uaoo
IVianoel da Silva Lopes 6U000
Miguel Arcanjo de fi ueireda 9U000.
Jos de Carvalho Bastos. loUaoo
Mauoel Aves da Costa aUood
Francisco Rodrigues de Meara 6Ujou
Jos Antonio Marlius Breia. luUooo
(Canlinuar-se-ha.)
11 .. - 1 -
Coininunicado.
Al boje dia da carica j do 4- n. d^ (Jr-
dtm nada libamos do ouvid 1 a ntpeit*


2
"*"2
'.
Malo be prnimbuco
"V"l
de eu isao dos Fropregados da Cmara Mu-
nicipal deta Cidtde, que roerecesse resposta
finida i as declasnacces e voierias deseoloa-
dfS taes remo as que sabirao no d. 3. da Or-
c'i m e do bico da peona do Guarda Nacio-
nal, e do admirado cabe o silencio resposta
adaptada ais que fall*5 sem dar raiiodo
leu dito. O 4- " d* Ordem se entranha ruis
pela (iiesiao e peni* talves ter bem desem-
pernado a trela de Lum jurdico analtico ;
vejamos se Ihe cabe a gloria do tri&mpfao.
Piiniipiarencs protestando discriminar dos
argumentos ludo quanlo nos parece despeito,
de seu Illustre e honrado Presidente o Coro-
nel Barros propondo a demislo dos demais
Empreados coro exceji< o do honradsimo
Fhcal Bento de Barros Falco, e como o dig-
no Coronel repeli a medida porque seueo-
rago repugna com a violencia sem olfasr pa-
ra a
laquiar b boa f do Exm. Presidente da pro- Nos esperramos pela pro o Padre" que
vincia. pelo q' vera oatrode encomen bem nao lera cabido no animo do Exm. Pre- ra esperramos o Legista', e outros que
sidente que nao precia em materias desta seguind ja corda coral temta btfntopsalroiad
nalureza dos concelbos do seo digno e il- em louvor e honra dos meamos demiltidos ,
lustrado secretario alias mu cordatos e nunca poren nos veio a lembreuca tiriamos
pessoa que a sn're nao consenlio que mui valiosos quando saj precises para ver i de hitar com bum Conectar, que aparece,
se desse ao acto todo o effeito e mostrou em
fina que nao areitav* a cerla que astuciosa-
mente Ihe fatuo com a ronserv co de seu
honrado irroao hum aditamento accintoso
incluindo a seu irmo Ibe I. i fulminado como
pena celo Vereador...., que excede a rodos no
e lera dos principios qoe inculca proiessar despeito e desembarazo'. Bem se v que os
Jfum defensor d Ordem \ alnbuindo pri- Venadores querio que o seu acto passasse de
neira atlhordade da Provincia espirito de sbito, sem exame, tem opposico eque
partido a este Presidente que pela sua de- se querem constituir arbitros dos seus Em-
ciio a respeito da questo da Cmara apre- pregados, e tadbem dos interesses do Muni-
stsle a Pernanhuco e ao Brasil inteiroo tipio pelo que muilo es molestou a decidida
sais honroso titulo de sua imparcialidade e justa opposico dos dignos Venadores Ma-
e rtciido, e huma lico ezemplar pa-
ra acuelles que eixio os olhos Lei, e ao
direito, et enxergo mitades vingancas,
partidos &c, nao he pieciro dizer meis em
Jur.amhuco ende se sube mui btm que S
Ex. leve de vencer as tfeicSes de seu cora-
co as ccnsideactes de amhade para ligar-
se a Le, e a juitica he esta huma virtude
que dtveser picclamada sim seria hum de-
ver do estado de morigeraco ; mas huma
virtud?, repetimos, mu rara no meio da
centagio moral qne ataca e mata por toda
a parte do brasil. He na verdade inauporta-
vi l cuvir es raciocinios de hum Filosopbo ,
que baldo de latao recorte aos sofismas. Va-
nes a competencia do Exm. Presidente da
iludo hios, e Barros Falco.
Como he que em Pernaixbuco se ataca to
de frente ao diieito de petiejo consagrado
na Constituir. o do Imperio? como he que
se chama incurial o meio de que lar.cou mo
o I residen le de huma Corporaco para levar
ao ronht cimento do seu piioreiro Adminis-
trador o proiedimenlo tumultuaria da mtsma
Corporaco quando este diieito poda ser
exercido pcrqualquer Cidedo anda o mais
que este a viro de 3 de Marco de 183 \ foi lavra- \ e salta a lerreir'o com quatro pedras as mi-
do pelo ministro quando ao governo supremo os: '* ora istosempre foi o diabo que appa-
mais mediocre com o seguinte raciocinio. Em
que se fundarlo os venadores para determi-
nar a demiaso dos seos empregados ? Seria
no direito de demeli-Ios por nao serem de
sua confianca ou de mal servirem ? esle di-
ieito nao est escrito na lei, mas nos Ib'o con-
cedemos para Ibes dizermos que em tal cazo
j procedero contra a lei expressa, que marca a
indiferente aos negocios do Municipio ? e a duraco de quatro anuos pira tais emarega-
Lei queda ao Exro. Presidente da Prouocia |do8 ou seria a dmisso por terem os em-
aaltribuitao de inspenonar as Repaiticcesj pregados lindado os seos quatros annos ? tam-
dettra ina a morrena o modo porque deve i bem procedero contra a le por que hfi dos
empregar a oipeco ? j fiSCae9 Liento de Bmos pouco mais de I an-
coropelia exclutivamente o direito de enten-
der as leis, direito q' pela le posterior de 3 de
Outubro do mesmo anno se tornou tomula -
tivo aos Presidentes nas suas respectivas pro-
vincias e que nao pode pasaar por iriiali
vel a opinilo de b ministro quando vemos
na collecodfls lea braiileiaas infinitos exem-
plos de opinies encontradas sobre o mesmo
objecto. Redando enfadar ios leares com a
repetico dos raciocinios que muo bem de-
senvolvidos foro pelo legista e pela deiibs-
rac de &. Ex. nos chamamos a questo a guem dir que este Seobor he menos amlero
b ponto eso alcance da enleligencia a j conoscj do que foi Uieio com os seos
vassallos' este cocinando a morle aos que fal
receoa No da India!
E como podermos nos satisfarer ao Senhor
Corrector que guer Posturas que digo res-
peiio ao Cavallinbos que por ab; a sua von-
tade expeinoteia gob pena de cahir sobre nos
o Ceo velha se nos as nao escarrarmos no
seo Di*rio ? El Jrle Hiero * mandou por
huma Lei que seos vassalos no_alldssem e
nem abiissem boca sob pena de niWe ; o Se-
obor Corrector manda que fallemos sob
pena de huma solemne discompustura. Niu-
Tralos deu a Ordem ao seu juio para bem; no lem e exis,enca e os dois de Santo Anto-
nio e Recife assim como o procurador eslo
dtntro dos novos quatro annos por que con-
tinuarao a servir. Sen \ e n'ou
couia ? assim parece sigundo o que se lem por
Picvii.cia para dicdir a qucslo que lie be entender us fundamentos da justissima deli-
negada pela Oidem que melhor seria ha- btraco do Exm. Preiidenle da Frovincia ,
vei-ie circunscripto a este objecto como entretanto de nenbum estoico precisamos pa-
prejudicial a ledo o acontecido porque tal- | ra de&cobiir-mos os sofismas de sua desre-
vea se tabisse aais ainza negando a com-' grada annlise. Falla de huma Commisso ahi expendido e conforme a or'dem ros'se
jettnua e ipiicsbdo o principio de nao po- irjada especialmente para tratar da demusao | melhante doutrina encerra o grande' absurdo
der | rcduiir tffeito legal hurta causa illegi, dos Em pregados, e fas conservar o direito de, e exstirem co mesmo lempo duas couzas
o que clan ando a dtciso de S. Ex. a huma demiilir al a poca em que a Commisso leve j qUe se destroem mutuamente ; por que o di'
snaliie rigorosa. j de apiesentar o stu parecer: be este hum j le,0 de da ittir a arbitrio destroe a dur.c
Liz bOidcinqne a Ledo 1. de Oulubro novo modo de difioir Direilos e quaes loia |de quato annos, e o direito de durar quatro
hegtrtl, e queso ao Governo Supremo com- os fuidao; entes do parecer dessa Commisso ,'annos destroe o diieito de demitir a arbi-
pele dar instiuceces para tua bea execuio ; quaes os ciimes e as fullea que epresentou j lrj0. ue inegavel que este argumento des-
assim coro para boa execuco das tiovin- dos Empregfidos ? talvez que se leuho ago- nens todos os outros.
cites compele aos Presidentes de Provincias, ra ioijado ; masco cusiisitm ou exislo a-
Sbo sabemos quero dte a Ordem que a gora porque seno p. tenleiao ? os Emprega-
Lci do i- deOulubro he geral, do Acto Ad- ucs qut-rem ver denunciados ao publico seus
dicknal se deduz o conliario a inierpiela- crimes e as faltas que os conslitue prevan-
ceo i da dice de polivo e estamos peisua- cadoies e improbos ua inslenle expieaaio
dides que fea nica censa que resta as des- da Ordem.
tiluidas Asieroblas Provnciaes ; mas a Or- Causa ri e ao mesmo tempo injoa as con-
de m dtsviou-e inteiramenie da questo: cluzes que fora das regras asmis tieviaes
ao te trata agoia de dar execuco a huma do raciocinio tira a Ordem como por exem-
Ltinova, que deve sem duvida ser acompa- po quando diz que o Secretario sendo con-
chada dt)imtru(sces liaia-se da inlell- servado em quanto bem servir, e durando os
gencia de btm artigo, que se ostenta du- Fiscals quatro aunos Itmos que os Fiscaes
ciio e cu ella *ejs geial, ou Provincial te sero sempie conservados ainda que mal air-
tve recorrer so Presidente da Provincia lo vio ; ora teaelbanle modo de raciocinar nos
apte para explicar tsGerac,es como as Pro- leva tambem a concluso de que os Empre-
vinciats, torque os. i. a. e 3. do Art. 5. gados vitalicios anda que mal sirvo toda a
da Lei de 3 de Jututio de i834 nc fB"o sua vida sero seropre lonservados; masa
tas Leis Provnciaes sement, e sim de todas, Ordem Lem sabe, que os Empregados, que
e escuzair.es explicar que ao Presidente da nal servem cometiera bum crime e quepa.
Provincia compele a inteligencia das Leis ra os Tribunaes Judicuiios sao remeludoi
cerno meio para cumplir os preceilos do re- coro suas culpas eque de responderemaos
leudo Ait. 5< nos i* Execuiar '' e iazer ex- Tribunaes nao eslo ututos nem os de huma
ecutar asLtia'' s. Exigir dos Empregados duiajo certa nem osamoviveis aduutum ,
as informales e pailecipac,6es que julgar e que a nalureza do Emprego he que deman- tm seo seio b coronel Jos de BarrsFalco
pens
Parece que com o que temos dito bem pro-
vado est que os \eriadores nao olharo para
o direito, e s para a vontade o caprixo e
vinganca que irrogao huma injuria a hun
poneos do cidados dando lugar a seo dscon-
cefo para com o publico que nao tem podi-
do prescrutar hum dimisso toda misteriora,
que a socitdade dos pretendentes e o espi-
rit de partido tambem entro com a sua par-
te no proedmento dos venadores e final-
mente que nao esperavo elles por pareceres
de commiss5es e soaeate pelo tempo em
que se podessem aliar a vingan?a com a mal
vades i a ignt rancia con a condecendenci,
e iraquese de espirito.
Pernarobuco deve olhar pare o facto como b
igoal de boas desposicoes para seguir-sea-
qui oexemplo termel das outros provincias
do norte ^ onde as leis eslo mudas e os
cidados sao impunemente acometidos em
suas pessoas propriedades e honra ; fe-
lizmente esta provincia tem sua frente l
cidado constitucional e probo, e anda tem
convenientes para boa execuco das Leis ". da esle segundo modo de dimiitir ; e final-
3. Jiisi ecimar todas as Bepartiies para co- mente que nao i os vitalicios como os de u-
xbecer o estado dellas, e dar as providencias ma duratio temporaria podem ser dimitiidos
xecesraiias 'para queeslejo, eseconser- Ior scutenca. O Simile dos Omnaes do
vem srgoiido as Leu"; porque os meamos Corpo de Polica he deaiocbeial em ver-
Veriadores dcminenles reconbecero no Exm. dade be preciso argumentar com muile m
Presidente este direito. Reo lora os Vera- ' Pai a ccmpaiar a atiribuico de dimittir os
doies que Ibe subo eltera a duvida que ti- Clhciaes do Corpo de Polica que est escrita
vea ce str o digno Presidente de Cmara n.ui explcitamente na Lei em quanlo me-
jore de barios Falcode Laceida, competente 't'cicm a confianca do Piesidente da Pro-
pera piesidi a metma Can ara entregando vincia com a dmisso dos Empregados da
essm eo juizo do mesmo Exm. Sor. a inlel- i Cmara que a txcepio do Secretario uo es-
iigiocie Ce bem Ait. da Le Geral ( no en- ' consignada por atmelhanie maueira em
tender da Oidero) do i. de (Jutnbro de i8a8 nenbum des Arts. da Lei do i. de Outubro
to claro como a luz? e nao se sogeitara a deibaci, e o Simile pode antes corroborar
jodiciosa ctciiio de S. Ex. ? que rezes pois nossos entericres raciocinios porque se \ que
a nao ser o arbitrio o mais desregrtdo podem mesmo para os Empregados demiuidos eonu-
justifitar stmelhanle contradito? Pois ha lum os mtios judicunos.
competencia pare bum Art. esto ha pare | He veidadaque o artigo de lei que manda
cutio da mesmsiaa Le? Liz a Ordem q' impor mullas pecuniarias aos lisia es nao
o ntio pelo qnal conheceu o Exm. Presiden- falla do procurador mas he por que este es-
le da Provincia da injusta e arbitraria delibe- j t obrigado por seos bens ou de seo fiador a
jacode Camsre foi incurial; porque eien- j endemnizar a Cmara os prejuizos que Ihe
ce u e btm ifliio do digno Presidente da Ca- cauzar e he para isto que a le exige b fij-
mue que uenuniiou o illege! piocedimento | dor especial, ou e responsabihdade da Cama-
ua ats. a na delibereceo tomada a respeiio re em aeoiavor. Com razio se lastimo os
da Ltmisso de seus Empregados e com le venadores por uo terem podido eitetuar e
de Lacerda, Francisco Caneiro Machado
Rios que se revollo contra as violenci s e
o mesmo publico que toma grande parte na
oflnsa lena a qualquer cidado sgnal e-
vidente de que anda existe liberdade." Vol-
laremos breve para iralarmos da d.sobedien-
cia iormal cometida pelos venadores quando
recebtro o obcio do Exm. Presidente da
provincia ; entretanto denunciamos ao publi-
co o abandono ero que se achooa negocios do
municipio, e tambem denunciamos ao pu-
blico a ordem que est anarquizando a pro-
vincia.
O Aristarcho.
Correspondencia.
&>.
n. i iltbUi uo de maneira a mais signihealiva
b.s iiiltnsces, os tzejos dos Venadores, em
tian a suaa visiaa tmuirts quando pralicara
L t su acto lo itvollanie. Os Veriadoies do-
nmants quiserao surpreender a boa t, e
ttasnada ietoma gtialmente leeonhecda
tirar Lem rezullado de seo coloio, tilho de
circunstancias que hco por ora adiadas ; mas
que logo sero reveladas ao publico e que
n. uito aeaairio a cidados que querem passar
por sizudos e honestos; e mais se txarpero
por terem que como tal aviso nao podero II-
Snrs. Redactores.
f A nossa correspondencia incerta no Diario
b. a41 de sexta teira 5 do correte foi ler as
mazellasdealguem ecujos guinxos ecodio o
Senhor Corrector com o emplasto que vem no
Diario n. 341: \\ sem pre he bum ter e-
migos ( *
U Galo com hum trsnbolho neo fica mais
contente do que nos so ler-mos a deieza dos
Senhores dimiltidos pele Cmara defesa de
pulso, que poem ludo d e boca a banda, poem
os demiuidos livres de culpe e pene, em fio
defeze de bum Corrector;^ Meslre Andr a-
zei Cebilleiras. M
lassem ainda deixava o arbitrio de se exprirti-
rem por pantomima ; porem aqUelle. . e-
quelle Conedor inexoravel 09 seos Decre-
tos sao ? de dente ou queixo."
Ora bem ja que o Senhor Corrector quer
que fassamosde Joie Vital ou de Feijo
de Coco *' mestres que foro de mininos uu
lempo em que se nao ensinave sem pttmato-
ria he forcoco digamos alguma cotua a ver
se escapamos da Lgica da Kibeira da qual
temos tanto medo quanlo tem os miniaos do
papo.
Pela Lei do 1 de Outubro de i8a8 que
serve a Cmara Municipal de Regiment ar-
tigo 66. . 1. be da privativa aitiibuijo de
mesma Camam o providenciar sobre a con-
servaco e reparos das Calcadas ; to bem
no ditlo artigo. . 3; Se eocarrega a Cma-
ra a inspectjo dos que correm pelas ras e
co:n taes conerias podem incomodar os habi-
tantes. Para que a Cmara possa providen-
ciar sobre taes cujelos be mtsler tenba quera
por ella pesquisse e Ihe narre a existencia
dos taes comdores e dess ou daquellas
calcadas desconcertados e dsqui sem duvida
vem conceder-lhe a Lei nomear l i-caes, como
quer nomear e nao a deixo impoudo aos
laes F9Caes no artigo 85 a obrigaco de dar a
Cmara parte em cada reunio e tudoquau-
to julgarem conveniente. Hajn pois ou
nao hajo as lats Posturas que tanto deo no
goto ao Seobor Corrector os Fiscaes sao
cucnplices e responsaveis ; isto be se ha ;
sao europlces, por que nao incoimo os trans-
greisores ; seno ha to bem sao cumplices
por que nao avizao a Cmara da existencia dos
descrnenos e das Correras para que esta
mande co-jcertar os disconceitos, e faca Uuoia
Postura coulra os que correm em Carrinhoi e
emCavalinhos.
Seropre ou> irnos dizer '' que quem come *
papa deve rezar o Pater noster" m se os Fis-
caes fossem s para lamber a papinha sem maii
incomodo do que aquehe e que se enlrego
pelo que ludo vai como nos vemos, e mesmo
os que nao veem seniecn pois nao be graca
huma ebalroadella contra buns Tabolleiros
cheios de figas grandes e ligas piqueras de
pau do ai. com que se alravaiico as ras e
portas de escadas,lendo ao lado huma posta de
carne pela com deis olhos de nev : enloo
tal Emprego de Fiscal era milbor * que lazer
rteias. "
Nao vamos adiante e ja estamos arrepen-
didos de fu llar nos taes tabolleiros p jr que a-
manb talvez apareca o Senhor Corrector
pondo-nos aos pecs como l dizem a la-
ca para que apernemos debaixo das mais
severas penas a Postura sobre as figas.
O G. ISacional.
_______1------------------------------------1------------------- *
Noticias strangeiras.
MANIFEST.
Do governo hespanholem resposta allocu-
co do Papa.
Com tanta supreza como sentimiento tera
recebido o mundo cbrisHo essa ellocecio de
S. Sautdede que pronunciada n'um con-
sistorio secreto se publicon immediatamen-
te em atibares de exemplares circulados pe-
la Hespanha e pela Europa. As formas de
que vem revestido este escripto sodeilc-
co e dr a mais profunde e lastimse ; po-
rem ne reelidade urna violenta invectiva
em que o governo, e a naco hesponhola se
veem acerbamente aecusados de perseguido-
res da igreje de suspeitos na i ecoao
ameafados de ser excluidos do gremio de
ebristendede se nao torne e si. De sorta
que nao bastava desgraca desta pas un4
1


*
""P"

Si o o i *e kn a jifn e*
3
guerra intestina de sete annos produzida e
prolongada pela ambicio de remar j era pre-
ciso que ao terminar-se pelo bom tenso e ge-
norisidade de uns e outros bespanboes vies
seo pe comtnum dos fieies laucar essa cbam-
roa incendiaria sobre o nao bem extincto fogo,
para que nao deixe de verter sangue o povo
christo e a guerra civil se renov conver-
tida n'uma guerra religtosa.
Feliimenie nao estamos j nos lempos de
odiosa memoria em que a um ameaco do
Vaticano tremiam os tbronos e se agitarais
8 necees. Nao ha duvida em que agora a
intenio em grande parte hostil; porem nao
deve hare-la to pouca em que ser repellida
e rom lodo o vigor escarmentada ; porque os
besponhoessabero nesta occasio como j
o Uro eilo em oulras moitas distinguir
peifeilrmente bem entre o que devera sua
ic iio maculada jamis e o que deven
sua segurauca e independencia entre os in-
teresses verdadairamente respeitaveis da igra-
ja de Jrsus Christo e as preteucdes injustos
e nunca bandoaadas da curia romana.
Nao descera o governo de S. iM. a urna po-
lmica de controversia; a etse campo de sub-
tilezas ecavillaces em que a cada ponto
que se ventila a cada caso que se conmover-
te por extraordinario e divergente que seja ,
ha a sua mxima ou principio que allegar e
uro exerrplo enligo ou moderno que-seguir.
Nao : este camiuho seria pouco decoroso a
una naco grande e nobre e o goven.o hes-
panhol ir mais franco e resolutamente a um
lim. Exiondo cono brevidede ecanduraos
tactos que Um mediado oeste grande nego-
cio desde a morte do Si. D. Femando j. ,
manifestar aos olbos da lespanha e aos da
Europa de que parte eslo a inenuidaae e
temperanta de qual o artificio e a obstina-
cao sem razo. Assim nao se far tstrnilio a
ninguem o partido justo e vigoroso que o go-
verno tero que tomar para defender os gran-
des inleresses que eslo confiados sua vigi-
lancia e ao seu zelo.
Pouco depois do allecimento daquelle mo-
nareba 6. Sanlidade a queui immedia-
tan ente se parlicipou isto proiompe em
exclanaiCes de dr eoflereceu que ia lazer
le voresas supplicas ao Omnipotente para que
nesta circumslaucia affa>lasse qualquer de-
batir do calholico reino de Hespaun* orio
de pai, fN.bre e piedoso desejo se j nao
viesse torcido com duvidas que o Summo
Pontfice apieutava ter sobre a iegitimidade
dodiieitoda nossa amada rainha a succeder
a :eu pai o delunto rti,
A tsie rxoinc de suspeila se ajuntava a de-
negaco dea tecenhecer at estar de acord
com as outras potencias e novas queixas so-
bre o modo com que eram maliraciados os ec-
clcsasticos em alguns peridicos hespanhoes,
lsto na terdade nu era oulr n ecar o santo padie a realisar por si ccesmu o
desastre que aparenlava temer, e autuipar
'ellugios e (.esculpas para ulteriores desvos.
para dissipar estas duvidas se Ihe com mu-
cirou a pragmtica senecio de ii de Marco
te ic4o compreendeuuo as disposiies do
rei temando e se ibe lez presente a Luma-
nidade com que por todbS as classes do Esta-
do l.uvia idu jurtda berdeira e successora sua
possivel ajunton-se callar a maledicencia,
em quanto se d-se materia ceusura. E-
quando tantos ecclesiastico tantos seculares
como regulares na") i se deixavam arras-
lar dos movimentos que outros expitavam ,
mas tambero elles mesmos eram frequenle-
mente authores e factores principaes do albo-
roto e sedieco ; coromandando os rebeldes e
dirigindo o saqne dos povos eosestragjs e
mortes em seus piciicos moradores ; quando
as casas religiosas se faziam centro para urdir
conspiraces e os templos se convertiam em
depsitos para ocultar alia munices de guer-
ra nao era possivel esconder tantos escn-
dalos vista do povo nem contar nos pa-
pis pblicos a indigmcao ou a maligoidade
ao referi-los.
Tudo isto se achava nos mesmos escriptos
a que S. Sanlidade se referia e te acbava
consignado de officio 5 e era por cerlo bem
eslianho que se desse tanta importaacia de-
traccao e passasse a vista de leve pelas de-
sordens qug alimentavam. Os ministros de
um Dos de paz convertidos em ministros de
discordias e de desoluco nao podiam deixar
de attrabir sobre si a execracio geral e era
nao pedir que os que se apresentavam ao po-
vo cebertus de crimes e sangue livessem de
obter o respeito devido smeute sanlidade
de costumes. Similbantes excessos poderiam
conter se ao principio pelos prelados ; porem
estes duvidosos e indecisos pelo silencio do
Padre Santo nao se atrevan) a ntervir nem
a relrear os seus subditos assim extraviados,
e a desurden) se augmenta com esta aparente
differenca. De rouneira que se desgraciada-
mente chegasse um dia em que se augmen-
tassem em Hespanba os perigos da religo e
as contradicres de seus ministros, toda a oc-
casio quando nu toda a culpa seria jus-
comoiocozo entremez o Defunto Fingi lo ,|corporacao para a IgrejA do SS. Sacramen -
ou o Pintor Ambeciozo, o Beoificiado certo na
proteco de nava Publico to amante daSce-
na lancou mi deste divertimento para apre-
zentar aos seus bioignos Protectores, de quem
teco recebido inmensas provas de atTecto.
Principiar as horas do cosame.
SOCIFDADE THEATRAL REGREIO &
INSTRUCg xO'.
O Secretario aviza aos Snrs. Socios a diri-
girem-se a caza do Theroureiro 5 'a 6m de
receber os bilhetes para a Recita do dia ti do
corrente.
Avisos Oiversos.
tS5" O abaixo assignado previne ao respei-
tavel Publico ea qualquer pessoa que Ig-
nacio Francisco Cabral Gvntanil c sua sogra
D. Mara Francisca de Carvalfio Paz de An-
drade pelas suas dollozas mgicas de que
sao possuidos conseguirlo eQectuar sua
ardua e escandolloza sob partilha de urna
minba escrava de nome Angah de idade de
vinte a flote tres annos da Cjsta a qual
foi-me tirada espolicamente as duas horas
da tarde do dia 19 de Sstembro de 1841, es-
tando eu uessa Praca por una q-uadrilha da
bomens armados e a frente delles o digno
hTnodaquella miuha persiguidora logra, o
Antonio de Car val lio Suares Branda j, com
mais dois e carpinas ] com machados pira arrombar as
portas atacad is ) dirigi-se com a sua bri-
Ihante tropa e satisfazendo os seus infames,
e vergonKozos atteolados ( proprios da sua
malvadeza ) rouba-mo a dita minha esnrava ,
lamente stiribuida conduela de tantos roaos I viudo p ecclesiasticos e ao silencio de seus primeiros
paitorea. Eslas concideraces to justase de
to grave3 consequeocias que nem por seu
autor nem pelo lempo em que se expoze-
ram sero qualificadas nunca de irreiigiosis ,
oem de revolucionarias nenbum cabimento
acharara no animo de S. Saulidade. Elle
eproduzio a sua queixa mostrando-se muilo
sentido das promplas e contiuuas execuedes
militares a que se viaro condemnados os ec-
clesiastiios j como se apanbados com as ar-
mas ni mo tivesseo de ter outra sorte u
merecer mais respeito que oulro qualquer re-
belde.
(Jcnsumio-se assim o lempo em vias nego-
cia cues sem se dar um pasto nesta questo po-
ltica ou de reconbecimento \ a qual ficou fa-
se ndo por eulo com a resposta cathegorica da-
da ao nosso embaixador em Roma c com as
inslrucces emviadasao cardeal Tiberi, nm.
ci de S. Sanlidade nesta corle e ao arce-
bisuoINicea nomeado para succeder; po-
rem que nao succedeu quelle redusindo-
se tuJo a negir-se S. Santilade a reconbe-
cer a Rainba Isabol, em quanto o nao fosse
tambem pelos seus alliados.
( Continua. )
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilhetes da ." parte da referida 7.
a primera D. Isanel rainba j nesta orea. Loteraf cuj89 rodas ando impreterivelmen-
suo lecculitiida e obedecida em um ibiono
pelos bespanhoea. Ms para o saulQ padie a
pragmtica ameo nao era mais que un do-
cuneuto imporUnte digno de ter se vista
quando se toma&se no assuoplo um acord de-
finitivo.
\iciiilestou-se-lhe quo dbil era o partido
de D. Carlos em Hespanba quo pequeo o
numero de suas tropas que o stgniam que nao
tn.ba urna provincia urna iapital urna
loruleza que o protegesse t estivesse por elle.
Jjis ose uoairava S. Sanlidadeduvidoso e
inclinava-se a crer o que resultava de ditfe-
Itnlts papis que cliegavam sua noticia.
lnsisliu-se por ulumo e represenlou-se-
lhe a ptuca razo que bavia em negar inno-
cente e oifa Isabel, com tantos direitos a
seu favor o que se tinba leito por D. Miguel
tm Portugal, nao obstante ser notoriamente
usurpador e prejuro. Ao que respoodeu S.
Sanlidade que o reconbecimento de D. Mi-
guel nao foi seno depois de dois annos da pa-
cifica peste e salva a expiessa condicao de
que por reconLeier qualquer soberana exis-
tente sania tde lo pensva dar o seu
juno aobie os diieitoa das peisoas que con-
tendan).
1 o pouco se deixou por parte do governo
lespannol ue dar a resposta devida s quei-
xas sobre o nu tratamenlo dos ecclasiaslicos
con alguns imprestos. Elle tinha visto com
dr o excesto comaoetiido neases papis, e
apptfiido os mus culpados : foiim nao era
te no da 16 do crreme sclio-se a venda no
b-iirro do Recife as lojas dos Snrs. Manoel
Concalves da Silva, Vieira e Gregorio A11-
tunes, Cambistas ; e no de S. Antonio em
as lojas dos Snrs. Ylenezes, na ruado Col-
legio ; Guerra na ra nova ; e bastos na
Pracinha do Livra melo.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA-VISTA
A meza actual da Irmandade do SS. Sa-
cramento da freguezia da Boa-vista tendo
j marcado no dia id de Dezembro prximo fu-
turo para correrem impreterivelmente as ro-
das da 1. parte da ti. Lotera a beneficio
das obras espera dos amadores deste jogo
hajo de concorrer para a compra dos bi-
lhetes que se abo venda do Recite ra da
Cadeis loja de Sur. Vieira ; em S. Antonio
ra do Collegio loja do Snr. Menezes ra
do Cabu, botica do Sor. Moreira Marques,
e no Livramento botica do Sor. Cbagas ; e
na Boa-vista, na botica do Snr. Joaqun Jo-
ze Moreira defronte da Matriz.
THEATRO.
Domingo 14 do crtenle, a Beneficio de
Joo Jote Lopes se hade por em acea a
b rilhante pessa denominada O Sinno do
lei, e foi por tanto a minha cazt violada pe-
la dita quadrilba seu chele : e dita sua
mi ju'gando injuriar-roe e tizando dos se-
us rediculos sentimentos e muero carcter ,
por nao Ibe existir outro meio veridko e b.ii-
rozo leve o animo de denunciar de si pro-
pria ao Juiz d'Oifos dizendo que aquella
escrava era bem sonegadodo cazal de seu fal-
lecido marido que porlanto maudasse entrar
em tob partilha -. o que lenho a diter he ,
que s o espirito maUigno daqoeUa Sra. sur-
da raz~a"o a tanto Ihe animara se nao ,
bem se havia lembrarque por ella mesma me
foi dada legitima posse da referida negra em
t 38, quando com sua fiifaa cazei-rae, < que
por consequencia eslava eu empossado mais
de trez auno, e por isso vend Joaquim
de Barros Vanderley como elle prova com o
papel do venda e ciza paga ; e como se faz
urna tal velhacada Iba ? 1 Sim por forca se havia ella fazer ,
por queodinheiro tudo facilita, e com tal
rapidez nuuca vista em Pernambuco; tanto
prova, queso o poder pecuniario poderia fa-
zer malvadeza conseguir momentneamen-
te seus Gris que o meirinho Narcizo Joze de
Santa Anna loase peitado ( co no guem he )
com a redicula quanlia ( lalvez ) de dois mil
res : e o Snr. Esmvo conhecendo-me a
ruuitos anuos por isso que foi muitissimo do
conhecimento de meu pai, citando por car-
ias aos herdeiros daquella Santa Snra. re-
ser vou para mim citaco por aquello hon-
rado e fiel meirinho, porque s por esse
meio a dita dollozu sob parlilba me seria
ignota por consequencia ter passado aquel-
le J\iaiciza a sua falsa cerlido.
Em urna palavra : mais claro fallarei se a-
diante n e derem os meus contrarios assump-
to suficiente e igual ao acioma.
Em fim : sobre aquella escrava pende urna
acco de forca e agora outra pela nullidade
da tal espertnba e vevgonbozHsima sob-
partilha tentada e execulada por aquellas -
Personagens ; por tanto qualquer pessoa
que nao obstante essa prevenco contractar
negocio alguna com o tal Cantanil, vista
desse seu dollozo formal de sob-partilha ,
incorrer as penas da nullidade resgate da
mesma escrava perdas e dainos; e para q'
ninguem se chame ignorancia do expos-
to,-o abaixo assignado faz o presente an-
nuncio.
Francisco Joze da Costa Guimares.
IST O Juiz, e mais Mezarios da Irmanda-
de do SS. Sacramento d* Freguezia de S.
Fre Pedro Goncalves teodo recebido um
convite do Exm. e Rm. Bispo d'csta Diocese
para acompanhar procisso de Corpus
Ghrist, que o mesmo Exm. Sur. pertende
fazer na tarde do Domingo 14 do corrente :
por este aviza a todos e Irmos e os convida
C astello com toda a pompa e bnlbanlismo : a cotnparecerem na mencioda Matriz revestl-
que pede o seu auctor no fim da dita cantar- dos das suas competentes capas, pelas i ho-
se-ba huma Aria dando fim o di rirtimento iras do referido dia, para d'ali leguirem em
to do bsirro de S. Antonio d'onde tem d*a
sabir a procisso.
1" A meza regedoura da Irmindade de
^. S da Sol idade da Roa-vista parlecipa
a todos seus Irmos e Devotos d* Santissi-
ma virgem Maria da Solidada que nao po-
de ter lugar a fest da mesma Sendora eai
o dia li em comequencia de ter Sua Ezc.
Revereudissima determinado fazer a grande
Procicao da Corpo de Dos ; pois fica trans-
ferida a dita festa para o Domingo seguidla
que se conta ai do corrente: A mesma oez4
espera que os Snrs. Iroos nii d-'iteo d
cotnparecerem tanto na referida testa ojoso en
tod s os mais actos que se tem de fazsaem a
fim de tornaren) mai bnlhan'ei com suas ai-
sistenciis ; igualmente os coimdi a.jtapire-
cerem a meza ger^l que deva te. lugar em o
da 14 pelas 8 borat do dia a fim de se pro-
ceder a eleico da nova Meza como determir
na o respectivo Cotnpromiiso,
S3^ Pretiza-se de um peruana com al-
guns principios da Pharmacii j na ra do
Gabug D. .
tsr Aliuga-se, ou vende -se un sitio ron
duas moradas de cazas terrea? no arraial ,
junto a cara de Antonio Lopes ibeiro de-
fronte da estrada que va i para a caza Forte y
cujo sitio tem commoJos para morar urna fa-
milia e ter negocio ao r> por ser duas ca-
zas pegadas e ser muito bem io'l pira ter
venda cujo foi vendido por Matheui Xtvier
da Fonceca, a Joo de Souta em ii ;
quem o pretender comprar, falecom Joaquiax
da Silva Lopes ni rm di Cadeia valha da
Recife, que se ach authorizado p ra alugir ,
ou vender por preco
5^ Quena tiver arvoredo da 'arangeiras j
e as qqiser limpar ou enxertar sendo d
ajuste por dia ou por empreitidi : anoun-
cie por este Diario para ser logo procu-
rado.
car No armasem de laboado de pinito por
detraz do Thealro, continua-se a vender
excedente l'arinha de trigo para pao e bo-
laxa, e pelos mdicos procos de ios' ,
iis, e 1 - 4' rs. a dinheiro ou praso e
tambem se vende urna porco de superior la-
boado de pinho americano : na ra da Sen-
zalla velha armasen de Vicente Joze d
Brito.
ssr Arrenda -se um sitio muito grande ,
con muitas fructeiras, e faja casa pira s
morar ; quecs o pretender dirija-se ao mes-
mo sitio em Santo Amaro.
tsr Da-se 4ooU rs. a juros de 2 por ceatl
ao mez sobre penbores de ouro ou prata ;
e da-se tambem em pequen is quantias nes-
ta Typograpia se dir.
ssr Precisa-se de um braeo d fallanca ,
e tres petos de firro um de duas arrobas ,
umd'dma, e outro de meia : qun 01 tiver
e quiser vender dirija-se a esta l'ypogra.
phia que se dir quem compra.
ssr A pessoa que annuncion o Diario di
quarta feira, querer allagir bum molequd
por loUreis, sendo inda o queira Jirija-tj
aos quatro cantos da Boa-vista casa terrea
junto ao sobrado.
(^> A aS de Outubro p. p., desapareced
um escravd de nome Marlinbo creoulo, de
idade aoanods, estatura regular se eco do
corpo cara compnda Sem defeito algum ,
pernas compridas ; orficial de capiteiro, e
de todo d servico de campo entende ; foi ves-
tido de calcas pretas d'algodo transado da
listras, e carniza d'algodo transad) tuda
novo e chapeo de palna ordinario tamben
novo os apprebendedores leven-o a Olinda,
rus de Guadelupe N. 8 que serio genero-
smente gratificados.
tsr Precisa-te de 5oU rs. a juros sobra
penhores de joias, seudo por 4 mezes : an-
nuncie.
- Precisa-se de urna pessoa farra ou cap-
tivo que sirva para and-ir m ra con urna
negrinha ensinaodo a vender : a pessoa qud
ettiver nestascircunstauas annuucie.
ssr Precisa-se de un criado eslrangero ,
que lenha bons custumes para a compaobia
de urna pessoa capaz, e solteiro; e se lb pro^
mate boa paga e tratamento : na ra direi-
ta D. ai: lado do livramento sobrado del
um andar*
- Precisa-se de umz ama de leite: na ra
da Florintins, U. 11.
- Veode-se bixas muito violentas rin-
das de Lisboa a 9U600 o sent j ua ra dis
Cruses loja de barbeiro U. a.
Quem precisar de roapi engon n< Ji ,
tanto de Senbora como de rio nem, com mui-
to aceio e perfeicio -t e bttm assim ansaboado ;
dirija.se a Boavista ra do Rosario larga ,
U. 17, lado do poeale confronte ao o-
\ brado do fojjueteiro.





R
E
EBNAMBOCD
r Arrndn-se u^a caz torrea etn San-
i. Aura, afronte de Joaqun Jas d'Amo-
reo temro da festa ccm suficientes
" nodo, para qualquer familia por ter
. frente urna sala e un gabinete 4 qu.rio,
6a atm ecczinh. fora ; a tratar na ra das
rinctiras D. a5 defronte da ra estrena do
E?Que precisar de urna ama parda
m coser, engomroar e coz.nhar da
Ldorasua conducta, dir.ja-se a esti Ty-
poRrafia que se dir.
BT Precisa-se de ddi ama que tenha
bastaje leite e que seja captiva sendo
examinada par um facultativo e paga-se
9 ooo por semana ; nesta Typografia.
tST Traspssss-se as chaves de um gran-
de armazem todo ladrilhado de cantara, pro-
prio para qualqusr estabelecimento por ser
colocado em boa ra de negocio para ver
na ra estreita do Rosario D. 3i, e para tra-
tar na ra da Florentina com J. Beranger.
isr Quero quiser alugar urna preta capti-
va quecozinha engomla e lea todo o
servico de urna casa annuncie.
tST Aluga-se urna casa terrea e um so-
brado de um andar e soto no principio do
atierro dos allegados a hilar com Jos Hi-
gino de Miranda.
J t3T O Escrivao da Lotera a favor da Igre-
ja rtoLivramento adverte, que por engao
do copista sabio na Lista geral o u. zbg pre-
miado com ao.ooo pelo que declara, qoe o
numero a quero saliio esta pre r.io be a5a ,
como consta dos respectivos livros.
X3T Oerece-se um oco esirangeiro para
iado ou pagem de casa particular tanto
para a praca tomo para fora ; quem o pre-
tender dirija-se a ra estreita do Rozaiio De-
cima a a. ,
OT O Botequiro e casa de pasto da ra da
Aurora precisa.se de um eaixeiro de idade de
i5 anuos.
KST Quera precisar de roupa lavada e
engommada diiija-se a ra do Hospicio aou-
de tem venda na quina que volta para a ra
da Aurora,
<&r Quero precisar de nm rapsz portu-
guez rbegads a pouco teropo para crudo
ou pagem, dirija-se a ra da praia arma-
zim junto ao tanque de agoa.
Avisos Martimo.
algodao nara senhora e curtas de dito ho-
rnera fitas de todas as qnalidades botoens
dourados, agulbis e outraS umitas fazen-
dastudo de superior qualidade e di mais
promdta extraco recentemente chegado.
J.d.hM.d. 4i^M vis Z i^&-&iZiZZ
I a]
cima 21. .;!,
I*- Urna preta de naco ;?. coiinha,
lava, engoman, e he quitandeira; na roa
do Nogueira D. 19
largos a 180 cambra.as de llares a 8oo a yxa
e i. ordinaria a 6>, bna de linho a 8oo,
efranquelima6o, nobecodo Padre De-
cima ao* ,
E*- 28 travs de 35 a 4o pilmas de con-
Compras
CO Esrravos de ambos os sexos de ida-
da de la a ao annos ; na ra do fogo ao p
do Rosario D. a5.
t> A troco de fazenda dous roilheiros
de lijlos de alve:i*ria grossa e ara milhei -
ro de ladrilho: na ra do Cresoo D. II*
cy Papel de embrulbo * 8o rs, a libra ;
quem tiver annuncie.
tar Umfliutade madeira de buxo, que
lenba 4 chavea ; na ra direila loja de fazen-
das D. 4
EST a cu 3 arrobas de cera de carnauba
sendo boa , no paleo do Paraiso n. 4 n3 Pri'
cieiro andar.
6SJ- Urna torneira grande de bronze ou fer-
ro ; no theatro a fallar com o empresario.
ueira u. 19. lra_p, e 35 a 40 palmos ae 1
Ou permuta-se por predio, .este pr- ^T^^ ds *"*" '
eofenho novamente edificado, q-w prw e m 7 9 P d ,
Vendas
PARA GENOVA segu viagero com a
inhior brevidade a Polaca Sarda Copernico ,
Capito Joo Baplisla Gorlero muita ve-
leira e forrada de cobre s pode receber
ice terca parte do seu carregatnento visto
que tero o resto prompto ; queru quiser car-
irgarou ir de passagem, para o que tem
excelltnle com modos dirija-se ao referido
Capilo ou a Alendes & Of eir ma do
\kario 1). l5.
PAttAO MARAKHAO em poucos das
obem conbecido Brigue Escuna Carolina,
por ter a roaior parte de sui carga prompta ;
quem quiser carregar ou ir de passagem pa-
ia oque lemexcelltntes commodos dirjase
F.M. Rodrigues &hmo. na ra do tra.
piche u. ia ou ao Capito.
PARA O ASSU' segu viagero no da l
o torrente a Sumaca Brastua Bjoo Suces-
eo i qnem quiser carregar ou ir de passagem
dirija-se a praca do Commercio a sen pro-
urielario Jote lancel l'iuza ou a bordo da
misma a fallar com o Lepijo Ignacio da
Fonseca Marques.
PARALlbBOAo Biigue Portuguet Jc-
seuhina forrado e pregado de cobre deve
seguir com muita breviade por ter parte
do seu cmegamento proropto ; quem quiser
carregar ou ir de pasiagem para o que tem
excelentes ro-xrnodos diiija-se eos Consi-
gnatarios Mendes & Oliveira ou ao Capito
I-aulo Antonio da Bocha.
PABA O ASSU por estes dias sahir o
Brigue brasileiro Jpiter j quem quiser car-
regar ou ir de passagem para o que tem ex -
cellenles rommodos dirija-se ao Capilo Jo-
s Xavier Vianna, ou ua tua do Vigario nu-
mero 7.
"" tr Que pretende fazfer Joao Keller no teu
armeztmda ra daCruin. 5 j terca feira
ifi do toaiente por lervenio do Correlor
Oliveira das segaiote faiendas 5 um com-
pleto sorlimenlo de cassas adamascadas bor-
das lisia, pinte das e de lis tras lencos
Jberdadot e pintados, de cambraia ditos de
seda para grovata vestidos de seda e de
cambraia brancas e da corea, laucos de fil
de 3 ponas 'Bales de cambraias branca e
e tares ditos de meiim e de chita meias de
.rr Folbiohas para o anuo del84: na
praca da Independeacia loja de livros ns.
3; 38 ; na ra do Cal.u.'. loja do Sor.
Bandeira ; na ra do Cadeia do Recife loja
de forragero D. 4 t> 5nr* Moraes ; e' de-
fronte da Matriz da Boa vista botica do Sur.
Morcira. .-,'#
* taT" As seguintes obras de Ferreira Bor-
gfs IuStituicoeoS de Eonomia poltica ,
Contrato de Sociedade Syntelelogia com-
preendendo a tlieoria do tributo, Medecin
Forence ; na praca da Independencia ljja de
livros y. 37 e 38.
SST Doas roolalos de idade de ao annos
para alero do Bispado de Pernambuco ; de-
fronte da Midre de Dos a fallar com Caeta-
noLuiz Beis.
ES- Ou aluga-sn um sitio na ponte de
Uchoa com boa casa de vivenda banho no
riocapibaribe com baixa de capim ort ,
e tem feitor para tratar do sitio e o rendei-
ro pode desfrutar tudo o proprietario con-
serva l o leitor a fim de conservar o sitio
com limpeza , na ra da cudeia n. 6 casa de
Vl&noal Antonio da Silva Molta.
tST Meiaa delinhode superior qnaltda.
de em massos e em porco ; eslojos de na-
valbas muilo finas por preco commodo ,
pallia da india para jaquela por ser de muita
dura ; na ra do Crespo . 12 loja de Ma-
noel Jcs de Scuza & Companhii.
i^j- Urna escrava de idade d 4 annos,
com alguoaas hbelidades, ou se tro a por
um negro ou moleque na ra velba D. 41.
55T 'raves de superior qualidade de 35 a
4o palmos e de 7 a 9 poiegadas em quadro;
no forte do motos prensa do Mendonca e
trata-seem casa de James Crabtree Si C
tSS" Utna ptima bircaca prompta de todos
os uteucilios necessjrics e pega em 8 cai-
xas de ossucar ; na ra da praia 110 estaleiro
de Joao Thom&z Pereini
%sr Um preto no;o trabalhador de fouce,
machado e ir.uito boro de enchaa por 35o
mil rs um dito mestre restilador de egoa
ardente e de todo o servico urra preta co-
zinheira e boceteira tanto de fazendas como
de miudezas urna dita moga propria para
lodo o servico, um pardinho perleito pagem
comofii'iode pedreiro de idade de 16 a
ib anuos, um negrinha e urna roolatiahade
idade de i2 a i5 annos; na ra do fogo ao
p do Bosario sobrado D. a.
5^- 34 sacas coro feijo mohinho do Rio
de Jaueiro muito bom por preco commo-
do ; na ra estreita do Bozsrio D. 3 J.
tST Tic propriadades de casas terreas na
ma atraz das 5 puntas, os pretendentesdirijio-
seao stgundo andar do sobrado do beco do u-
udor uelronte do tanque de goa do Sr. Costa
_y 4 escravas mogas com boas babelida-
des duas dellas engommo bem cosem e
cozinbo urna dita por 32o,ooo ptima para
todo o servico de urna casa um preto moco
de boa figura, um molato de idade de 16 an-
nos bom para pagem um moleque de (ida-
de de 12 annos; na ra de agoas verdes casa
terrea D. 37. ...
533- Agulhasdemariar de caixa de latao ,
pos para vergas e mastereos bonets esco-
cezes carne de vacca e de parco, sleme e
carne de fumo muito fresci manteiga em
meias barucas j na ra da alfandega vellia
armazem n. 3. ,
gsy Um preto de bonita figura de idade
de 25 annos, para todo o bervipo j na ra
larga do Horario por cima da botica do Sur.
bar tola meo.
sr 40 arrobas de cera de carnauba j na
ca um engenho novamente eaiticaao m-
rooe com agoa, fallando-lhe algumas obras
a f^er be sito m freguesia de Ipojuca dts-
unte desta praca 10 a li legase, com baas
trras de varze de massip embarque para
os assucares atra/ do engenho e da-se por
commodo prefo ; a tratar com o seu proprie-
tario na rui da cadeia do bairro de S. Auto-
nio D- a ou annuncie.
S39- Sal doAssem qaalquer porcao a
bordo do Brigue Escuna Carolina fuado
defronte da lingoeta ou em casa de I?. M.
Rodrigues & lrmos na ra do trapiche
quina da dos taneeiros n. ia
S3T- Ou aluga-se e tambem se deitlo bixas
de superior qualidade por preco commodo;
na ra da alfandega velba loja de barbsiro
defronte da lingoeta D. II.
Cj- Rap de Lisboa muito fraseo e che-
parlo ltimamente em libras e as pitaras, dito
Jreia paeu da fabrica de Mouron & .Compa-
nhia cb perola e hissonem C3xs e a re-
lalho e um grande sorlimenlo de fazendjs
finas e ordinarias por preco barato ; no at-
ierro da boa vista lojr de hzendas D- 5.
~3. Um sitio na estrada do arraiil com
casa de vivenda e muitos arvoredos da fru-
cto por preco corrmoJo ; a tratar com Ja-
noel Vicente do Nascimento coa venda na
povo*uio da casa forte.
%3T Urna preta de naco cozinha o dia-
rio de urna casa e refina assucar com toda
perfeico 5 na ra de S, Jos D- 16.
CSr Para fora da Provincia ou para o ma-
ro umaeicrava que sabe engommar eca-
zinhar ; na ra de Hortas D. 5o.
negro proprio para o servico ie campa, e
urna negra cose cb engomma cozinha ,
e he boi lavadeira ; na ra da cadeia do
Recife Li. 5.
*3T Farelloo mais fresco possivel par ca-
vallos a iooo o saco tornando aoo res pe 1
volta do saco e a bem conhecida farinha de
trigo das aereas XXXF e XXX, a melbor
e mais nova que ha em Paruambuco ; na ta-
brica de farinha no atierro da boa vista.
tsr Cadeiras americanas con assento da
palbinha ditas com assento de pao camas
de vento de amarela muito bem feitas a 45oo,
ditas de pinho a 35oo, e piaba da Suecia
com 3 polejadas de grossura, e dito eerra-
do tudo mais em conta do que em outra
parte; na ra da Florentina em oasa de J.
Beranger.
Escravos Jb'u^idos
S3T No dia i5 de Abril da correte anni,
fugio d* Ing^r do paco da panella uoa nu-
lato de nome Jos cibelos crespos cara re-
donda e muito picada dis bechigas un ollia
toJocoberta de be.iii urna qa-ioaadura da
fogo nos peitos baixo, com otfi:io de carni-
ceiro representa tar de idade de 16 a 18 an-
nos ; quem o pegar leve a seu Sr. Pe Jro Fer-
reira dos Sintos que sera gratilicado.
tf^> No dia ao de Fevereiro do nna da
181 a fugio um escravo de nome Antanio,
de naci mo?*mbique biixa gros^o urna
marca C na onte, fullo, olbos grande car*
bem bixigoia, dois denles padres de cu,, u,,*
5ST Um rooleque hbil pescador de redi- mais aligados. |nans chato, um dente tirada
nbae principio de cnoeiro; na ra de agoas a ferro, mal feiio de Pea e pernas, bund.
verdes por cima do assougue. garnde.de id.de de trala qaira.Ua annos.
CT Panno encarnado fino proprio para poca b arba, alravessada da falla, canoeirobem
opa ; na ra do cobuga loja D. 7. Mohecido. e denuncia que o dito eslava no
tsr Charutos da Bahi* em porco gran- engenho juiara ou tiboca Rezoaiendj as auto-
dse pequenai, por preco coromo lo ; na rid.des palicus ou ca.uanbas que o pearem
ra da Cruz O. 4. levem em casi de Francisco Xitur da Clia-
ssr Por preco commodo um sitia em ler-'gas no aterro dos efjgidjs no armazem da sil
reno proprio a margena do rio com ;viveiro que recb ra 5o,ooo.
principiado olho de agoa doce com ssbida SS3T Fugio um negra do no ae Raza da
para a estrada do penedo com varios nlen- ; nacao beoguella alguma couu liosa levon
cilios para levantara casa nova j oesta Tf- vestida de chita encaruzd-j e pinna di co*ta :
pografiasedir.
quem a p^gar leve au ipateo da Livramento
%ST Queijos londrinhos, presuntos pura botica D. ai quesera recompensada.
^----j --------- --.. 9 j-- -------- _
fiambre batatas inglez>s conservas mos-
tarda frutas para paitis chegadas ltima-
mente ; no armazemsde Joo Carroll & Fi-
llio na praca do commercio,
123" Um ulb'j com t-jdo o aparelho com
tsr WodiaT8 do cjrrente fugio um preto
de nome PeJro e algumis pessoaso ohs-
inii Joo de idade de 3a annos estatura
regular, bechigoso falla muito desecaba-
rassada he inarnjo, e temsignies muilo re-
ptente, em a Iravtssa d S. Pedro junto aa 'cenes de ter sido surrado e os olnas un
sobrado da quina oude tem outro t albo. l-nto branco ; quem o pegar leva a Firmina
SST Medidas de marroquim de di Eferentes Jos Felis da Rosa que graiiisar.
cores, numeradas, propriaa para atfiiaie I sasr Fugio no dia 3 de crrenle do lu-
maquinas mui pequeas e da melbor forma gar chamada xico Pinto, trras da erige-
possivel para fuer ilbozes tanto brancos nho Sicupema um ea.ravo de nome Jjse ,
como pretos ludo por preco commoda 5 na creoulo de idade de 3ti anuos alto preta,
ra nova loja de lfaiate . ai de M. F. grosso do corpo bembtrbido, nm Unto a
Coimbra, ima da junta da mo tem un carolos que
K5- O Engenha Camaro na ribaira de Idizitro ser veias quebradas pernis grosaas mis
Uona fregnesiu de agoas preUs situado em quasi iguaei e os ps meios torios pira fora,
um legoa de Ierra em quadro, ou com loda nariz groaso e os olhus grandes ; que n o pe-
lerraou dividid emduai ou 3 parles pois gar leve ao dito lugar a seu Sur. Luiz Cio-
alem daquella em que est o engenho pode mes i'erraz que gratificar,
levantar se roais dous; a tratar ni largo da aW Nodia24do p. p. desipareceo um
soiedaUe com tea proprietario no sobrado de escravo de nome Lucianno creoulo, Bita
leisjinetas. doriodopeixe.de ealatura regular, ctieia
sr Um pisnno inglez em ham estado 6 deeorpo cara larg, cor tulla nariz chato,
de boas vezes; na ra das trincheiras U. ai o pescoco en'.errodo nos hombros ; quen o
no segundo andarr
tW Um escravo de idaie de 3o annos ,
cozinha e he bom pagem } 11a ra do Vigario
U.a).
iv" Gomma de araruta ou matarana ,
muito nova ede boa qualidade em por-
cao e a retalho por ""i* barato preso de
que em outra qua'quer parle ua ra da ca-
util velhi venda ;>. 09.
tsr Manteiga superior a 8oo j dita a 43o,
dita em barris e a retalln a 3ao e >4 fiwjfo
molalinho a 11,000 medida velba marme-
lada nova de Li^baa m lats de 3 libras,
azeile de carrap^lo a 2So a caada e 4U0
a garraia sal de Lisboa a .o medida velhi,
bauba de porco a dao a libra e em birris a
ario eaizinbu eom bolaxiuba soia a 3ooo r
barrequiahas com bolaxiutia a .40J), cal do
Rio e da trra a 5ooo a arroba e a 180 a libra,
miiIio .engarrafado Ue teitoiii madeira, e
da figueiraem pipa e em garrafa, presuntos
novos paios e luigoissas ; na ra nova ven-
da . i,
-'tsr l egas de panno de nho da boa qua-
lidade de 10 varas por oooo chtlas a ifi>
pegar leve asea Sr. Mauoet Lui Gansalves
que sei gratificado.
iUovimeuto do i*orto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 11
Miranho;55dias, Brigua Brasileiro Leo
de 171 tonel. Cip. \utonio Miciel J-
nior equip. 17, carg lastro ; a Mane Mi
de Stixas coouuz 109 recrutas.
SAHIDO NO MES VIO DIA.
Halifaz, Brijue Ioglsz Granville Capito
Hng Lile J. carga laslro.
Ass, e Toaros Patacho Brasileiro Laurea-
tina Cap. Antonio Gjrmano das Neves ,
carga lastro.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F.r iHl
^