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---------- Anno de 1841. Q cinta Feira --i Tudo a?or depende de nsratimoi; da nona prudencia, modcr <;5o, tatrcia : coatinuernoseomo principiamos, asaremos apontadol ou admiraeSe entra as Nacesmais eulU; Proclamaeio da sscmblea Geral do Brasill Sahscrevc-se para esta folha a3ooo por ruartel pagos adiantadoe resta Tjpogra ta ruadas Cruzes O. 3, ena Praca da Independen- cia, n. 37 e 38, onde st reeebera correspondencias legalizadas e *n- nuneioe, nsirindo-se estes gratis ; sendo dos proprios assiguantei, viudo asignados. PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES* Qdadeda Parahiba Villas da su preteneo ;.'' \ Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem. ; . .f -. ...,. ., Dita da Fortaleza e Villas dem............... f 3,' btM. " fJidade de Goianna .....s...............'/ Cidade de iinda ..'.- S 3 Todos os diasl Villa deS. Anto .. '.... .. ..'... Quintas fciras. Dita de Garanhuns e Povoaco do Bonito ......... lo, c ? da cada mes Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Fortnozo, a Porto Oivo. 'i, II, e n dito dito Cidadc das Alagoas, a da Macei ..... ....... dem dem Villa de Paja da Flores............ dem 13, dito dita Todos os Correio partem ao meio dia. > PH4SES DA LOA NO MEZ l)tM)\, Quart. ming;a 5 as i h. e 5> m. da tard. La Nova a i5 as 3 b. a 6 ni. di man: Quart. rese.an i as 3 h. e 4# m. da man. La Cheia a 28-ai 4 b. a la m.da tan!. Mare. thcia para o dia II de Novcmbro. As. i horas e 3{ minutos da tarde. As 3 huras e 18 minutos da manb. l de NovEMfio. Npm; 2ih. T| CAMBIOS. ~Novembho 10. Londres.;;'.;." ig i|i d. porifooocad. Lisboa ...... 8o a 83 por o|o premio por metal offcretfdM Franca......3ao rais por franeo. Comp. Veoda. UR Moeda d6#4oo res, volhas U5oo Ift^oo Ditas h l4#4oo Ufoo Ditas delfoooreis, Blioo 8|3oo PRATA PaUces Brasiiairoi - > - i#6a 1 f640 PezosColumnarios-----------I #610 i|6io Ditos Mexicanos ------- 1/600 ilbio Miu.ia.----------*-------i|4ao- i#4to Diic. da bilb. da Alfandeg r i|8 por loo ao mez. I of0 dem da letras de boas firmas 1 i|> a 1 114 Moeda de cobra 3 por 100 de dita. DAS DA SEMANA: 8 Segunda S. Severiantio M, Audiencia do Juii da Direito da 1 vara. 9 Terca S. Titeo loro M. Relac'o e and. do Juit de Direito da t vara. 10 Quart* S. Andr Xvllino. --Aud. do Jais de D. da 3.' vare/ 1 i Quinta S. ftlailinho B. - Audiencia do Jais de Direito da 1.' vara. i2 Sexta S. Martinln I', ef. Audiencia do J ji da D. da 1. v; i3 Sabbado Enzebio B. Realas, a audiencia do Juiz de D. da 3J Tara. 14 Domingo O Patrocinio N. S. *> PERNAMBUGO. CORREIO. O brigue Mrquez do Potnbal recebe a malla para o Maranho no dia i3 do cor- rete as 4 boras da tarde. PREFEITRA. Parte do dia 10 do corren te. Illm. e Exm. Sur. Foi hontem preso no lugar da Ribeira por um cabo do cor,10 de polica o soldado do deposito lanicio Ma- noel, por Ihe ser aprehendido o pardo menor de noroe Braz escravo de Joanna Rodrigues moradora no engenho Cutnbe de Cima, o qual elle quera vender; mandei proceder termo de acbada que vou remetter ao juso da primeirs vara do crime para ter o destino que for de lei e ao comtuandante das armas envie o sobredito soldado para ser conserva- do em prizio militar segnndo as ordens a respeito. E' o que consta das partes boje recebdis nesta secretaria* AN NUNCIO. D'onlem do Sor. prefeito se faz pelo presente constar a quetn pertencer que ex- istem na respectiva secretaria os objectos se- guintes, aprehendidos pelas patrulhas do po- licial um garfo grande de prata, um tomo das ebras do Voltaire em francez, e seis estribus de lato ; quem aos mesmos se julgar coro di- reilo comparece na sobredita Secretaria para Ihe seren entregoes depois d'os justificaren! perante o mesmo Snr. prefeito. Secretaria da piefeilura da comarca do Re- cfe 8 de doverebro de H41 - Claudioo do Reg Lima, Glhcial da Secretaria A cmara municipal desta cidade fz seg- sao ordinaria boje 11 do corrente. O Secretario Fulgencio Infante de Albuquerque e Mello. Continuaro dos devedores de impostes do limites ao direito de possuir ? F. haver quem ne^ue a soriedtde o direito de estabule cer leis hereditarias ? Anda rnais quando os individuos abusano de suas fortuuas quando esbajana seas p- trimonios ; vemos immedialamente intervir a socidade declara-l prodig, tirar-Ihe a a admnistraco de seos bns dr-lhes um da j formulada em lei foi vardada , regeitada mas em fino ja nao lo piuco vel-o lembrada e estamos que com o cor- rer dos tempos, a rasio publica a hade adop- tar e nSo encontrar mais sua aloppo a me- nor dGculdade : essa idea a de obrigar as corporaedes de mao-morta a irem converten- do parcialmente suas propriedades, quasii- nutilisadas para ellas e para o pair ,' e.n t- tulos de divida publica. De certo nao adiaramos convenientes obri- gar todas s corporaces desta naturesa a es- sa conversao den tro de um praso fi \ j e peque - no j pois seria issa querer sacriQ^al-as uo> especuladares e aos passuidores de apjlices: a grande quanlidade de predios que teriam de ser instantneamente vendidos, trari.i in- calculavel baixa em seos valoras, e verii- mos reprodusir.se o que aqu j aconteceo quando se tratou de veuder os bens d.n Je- sutas. Todava a medida applicaJ com precisas cautelas, nao teria inconveniente algum antes ao passo que seria vantajosa ao estado, nj o serta menos a essas corpora- ces. Antes que o demonslteaias, algumas con sidcraces baque faser j puis sendo arg* da de injusta e inconstitucional a medida, (que quando em juiso aapoarecesse denuncit cumnre antes de mostrar suas vantagens, re-jde o havere-n feito perdee esses bans de pellir semelhanle arguico \ medida o- raii, dividindo-se o seo valor entre o de uno. - \i lado dessi cod< leraco 'itra accresce bem que de m^nor vantagem digni de lar no- tada. Se aciiva ecmjmica se o monte pi djs servidores |do estado con seas limitados capitaes tanto tern concorrido pa minter o prepo elevad > das apolices, e firmar o crdito deltas quinto nao seria auxilio prestada a naci pelas requissimas cjrjoraces do curador: haver nisso oQensa ao direito da; mao-morta que entre ni eJtisteaa, se come propriedade ? Se pois anda mesnn o individua nao pi- de possuir se nao debaxo da condieces e restrccSes legaes como querer que o direi- to do iegisaco na possa iatervir no modo de possuir de corporaees, cuja existencias mesma pode elle vedar urna vez qua ai a- ebe nocivas ? NSoseoppe por tanto o direito de oro- priedade a que se adopte essi medida; aiola mais sendo com; , mu tas veses Ilegiti- mo o titulo pelo qual possuetn essas corpjra- ces estando quasi todas ellis em contra- venqja lei e padetido palas penas da lei per- derem isso que assim p,nsu ::n Ja dissemos que em 1817 fot probibido s cororic">as de mo-mortaadqaVr'irem *. por quslq>ier ti- tulo que I'jso bem de raz e decretado fende o direito sagrado de prosperidade, ga- ruutiddo pelo coustituico, disem 01 que a impugnan, e as corporaces de mo-morta tem esse direito como os teto os particula- res ; determinar que ellas nao possam pis- suir predios obriga-Us a diepor dos (jae pogsuem clamorosa iojustiga.- Ese argumento basea-se sobre um prin- cipio (also as sociedades de mo-morta nao sao proprietarias como os particulares , a naturesa de sua organisacio que pe o que ciantee a fasenda. Semenbarg de doaadjtiir, e nena os zeladjres di fasenda Publica; nem os pirlicuUrea, incitad s p do des-jo de se enri (uaeerem ai tem ii".o n.>> dado. O Brasileiro tem milita probidide , mmli dignidade para que queira enri iiieeer por meio dedeuJiicia ou deUces nao menos verdade que os legisladores deeri> mandar proceder ni des "gravo dess a lei e oue milito generosos seriam se em vez de por tilas possuido fura da circulaco das desiproprinr as cjrpjracei infractoras, s- propiedades que as amontoa as mos. de contentassem cora miuiar-liies j'im ven les- >eus administradoies e assim Ibes po.le<- sern isso que possue o contra n le, < qui vir a dar immensa ii.lluenria sobre os cidados com prassem o que lejil ue.ile pJSeisem pos- banco. Jos Antonio da Suva Vianna. Antonio Francisco dos Santos Bra- Curios Manoel Nogueira Campos Jcse Marques Jonbson Fater & Comp. Manoel Ferreira Pinto Josquim Fereira Fenna Joaquim Jos de Stixas Beruaidino Moreira Duarte Jcse Antonio Ferreira Antonio Marti;:* Coulo Vianna. .\ntmio i'ernaniies Velloso Jcse Joaquim Marques braga Francisco da Silva boa-vista. Manoel Jcse Tavaiea Manoel Juse da Silva braga Augusto & Mendonca Antonio Joaquim de Faria Hey Cbristopbres & Roope Carlos Manoel Nogueira & Comp. i aUooo 35Uooo nao proprtelarto*, isto 6, sabie a mxt primento dodever desni conservaco e da bem estar dos seus sunditos, a v.;iir atteri- suir. No se o >pjid i oois a uccessiva conver- sao dos beutvde rats dis Carporac3's de mj- morTa em apolices d 1 divi la publica o direi- tamente nio so na existencia e regulamemos to de propriedade vejamos quintas vault- dessas corporaces como igualmei.te em su-is i;ens d'abi dimiuaria.u. Lucrariam imen- proprieuades e no uso que dellas (asem. Nen essa ideia filha das impresses modernas , lbUooo'j no lempo do absolutismo h.ivi ella dom- cUooo nado e iciluido em nossa legislaco ; abi ve- mus as corporaces de mao-morta sujeitas cu- ino a urna tulella constante, obrigadas a (| ,r talas a umjuiz especial sugeius a (sca- lisaco de um promotor dos lenduos ecaiiel- las ; a In vemos j*emibi7, vedar-se-Ites o direito de adquerir immoveis e at sugei- ul-tt a iienas consideraveis qud para a lasenda publica que para o denunciante , quando cor violaco da lei adquirissem im- moveis. Ora, esss determinaces legaes po- dero ser aecusadas de injusta ? nao de ter- so essa corporaco ; pir quauto as apatices da renda pobca coostituem de cert o p- gratado brasil cbegtsse a ponto de ser d inai- parta de seus espites oteresassetn ni 'divida publica?- Mis se o fisessem conprometer- se-iam achir-se-itm expostas a Acareo ar- ruinadas com umi bineirrot*. ettlamia o qua sa oppaem a essis medidas e aqu a opposico para assostsr a essss rorporacfs, a ver se de seos sustos col he algum frcto , represents ja immnente a bmcsrrjta i desapreciadas, seco, valor al,:un asaptliret e seu pitritismocbega a panto de apregjar que' iufalivel a ruina nacional l Felim.ii- l. nao vemos as cosis p ir lenta lio assuua- dans ; embora vejamos e Itstiniamis Os mi- les inmenso que 00S cercara, e mais anda os que nos amaacam nio n*utn piic em, que a in tnstria de dia em dia toma rpilo incremento, em que a agricultura multipli- ca de da em dia seus productos, riso c'uak paz em que bistar um anno desoci n ordem ptra desenvalver ana prdsparijija que todas os desastres, por.jue havenas \>ii~ I sado nao ten podido se nio demirar non:* de todo iupeiir quepo le nts re;enr un* bincarrro'ca Niq. nem mesma qumdo A tie- Vo a narquica trunpbasse qumio atue'asse en lodosos -ui nas d> imperu a gderri ci- vil, qrt nido eutregasse ao saqie d j ca-^e- listas pira ali nental-Os, totos o cidadioa ricos industriosos, merecedores em fim de mtreas de s l 1 ueul >. aiudt assi u uj ha- veria a com;>leti subversio di sO.'iedide' 11 ia ii iviti omcarroia a uroviJen<9taai(i4a~ ri* nassos exlar^os o dominio di da oa'ji'u *eru lio e|>)iemeru quj violento e e o bre- ve se acturia.n eietrisid is as crta-ri^ de qa- ella ijuvesa r.rivaia o guante di iniae- na. ftiounn ban-arrata -n.iasiivel hem mesmo a Comiguiria pioi SO idioma da upooiii;o con tolas OS atsui babiis agentes do calibre da ur. AtO.iteiJ- mu. E se houvesse urna banst-rdu se o di- 48 U 000 1 u Uooo ioUoo I L UOOO 10U000 j o Uooo 3c Uooo 15 Uooo 10U000 15 Uooo bUooo itiUooo looUouo ?Uaoo ioUnuo 3uUjoo tr nonio que mais taciiinente po le ser ad- ministrado ; nao ser possivel com ellas que o administrador das corparaces por desleixo ou por detejo de servir a amigas, esbange o p.ilrimenio que llie be confiada, que nial- mdopelo vandaliSJiados ctcelislas ; iiaiuei. da aubversao ger^l escpim,n pir ventur-< as corporaces demia-miru, propriaUfiaj do bens de rais s acbar se-iam expaslas a cataitioalies na cao de seren mieres>a 1 h ,ix verse e defraude us interesses dos soos ad- divida publica 1 Ueria preciso doaejunecer o (Continuar-se-ha.) Os bens das corporaces de mo-morta. Urna idea vaos pela seguada vez na ses- sao actual apresentar-se ues cmaras a pri- ucir vez como um simples dtsiju, a segn-I to : a.sociedade tem direito de tellar e to- da a vez que os direitos individuaos podara o'ender o bem-estar social, callam-se os di- renos individuaes, desaparecem ante o di- reito maior e mais sagrado da sociedade. Formis resgeitatel que de va ser, no in- teresse da sociede tanto ou mais do que no do individuo o direito de propriedide ve mos que aiuda nao tem elles tal plenitude e lauta extenso que se -.jos i tornar nocivo. As leis da diusu beredilaria o que sao sena) nistrados: a liscalisjca distes sena tj faeit, lo claras as comas que de cvrio veriam em breve seos patrimonios nao sti desetnperitn- dos como cousideravelmeute avultanda de an- uo a anuo. Lucrarla ignalraeiile o estada, pir q jauto asoperaceS de (i)o -marta sa perl- inas administradoras, f asead ia mraensas , quepouuem, nijrendem a metade do que fjoieiiam render : iuuunliilo-se pus avul- tadjs c.pities, a jnculturi nao pideria tomar, o cammercio uaa aclia a qnuilidadd ti; productos qiu poleri adiar, s rend- uieutas nacionaes iguilmeute pideceiu. Se- porem um particuttr, .neressido por si e par seos blbos ; o proprietaria dessas lasen- das, veremos apparecer lodos os estimulo do trabho; toJo os ssjj Lluc leiulls- djs s espirito devoradar da dem ig ifju, Sena mis - ler despreser os exemplos d is outras n icn para nao reconnecer que ellas Ssriio as pn- meiras perseguidas, as pri cairas osliulludis, sendo euto su s immeusas propraisdes o maior incentivo dos dO amadores em quin- to que se so (ij-nuissea ttulos da divida pu- blica nj dan la elles as otilas nem pro- vocan lo a coluda, leara >u>u probibuiiads* de escapar a geral coutlagraoo. iN ida mau diremos. a medid 1 da conver- so nao fui appravad pela ca aara j tem o lasiiraaraos ; pnsiiaoesi.ua sulli iienleraeaiei meditada nao linlu as reiilvaf e caUlU-' necessarias pira uaa serera sierdicadas aa corporaces de aa-nona ; mas m fi n o n ioi que se apicsmiusseessa ide ; jareMia entregue aedilaco pal)lt>a, e da rir 4 m fcARlo bg i8MnBco 1 * qoe feralrrente reccnbecidas suas vaota> gen. do irbe mais cppositores, e leja con- vertida cm le, (Do Brasil): CONVENCO Entre o Brasil e Portugal para pagamento dan rfcUn*6Vs lionidadas relaconmissao mixta Brazileira e Forltgueza eslslelecida nesta corte. Em neme da Santissim e indivisvel Trin- dade. Convindo P'ra execuao do artigo segur- do do decreto de vntee cinco de setembro de mil lcenlos e quarenta pelo qual Sua Ma- feslade o Imperador do Brazil sanecionou a esoluco da asamblea geral legialaliva acer- ca do psgan-fnto das reclame toes liquidadas pela ccmmisso Mixta Brazileira e l'o tu- guea estabelecida nesta corle ero virtude do artigo itavo do tratado de vinte e nove de as goslo de mil oilocenloa e vinte e cinco entre o Brazil e Portugal, que os dous governos se entendi sobre o encontr das quanlias que bao de ser pagas por cada bum delles : e leu- do Sua Magestade o Imperador do Brazil e Sua Magestade a Bainba de Portugal iguses detejos de evitar qoaesquer .ollises oudu- vidas que posio suscitar-se entre bum e oulro governo llxando desde j a conclu- so oeste negocio, e ebrigando-se c ado bum , pela porte que Ibe tora eos inleressados respettivos por meio de estipulares conveni- entes resolverlo nomear para este fim os competentes plenipotenciarios a saber : Sua Magestade o lroperadoo ao illustrissimo e fxtellenlissimo senbor Aureliano de Souza e Oliveira Coulinho do seu cooselbo, gen- tii-hcmr tu da sua imperial cmara desem- bergator da relac,io do Rio de Janeira ca- valleiro da ordem deCbisto, gra-cruz da ordem de Leopoldo da blgica ministro e secretario de estado dos negocios estrangeiros, i t so tenbor liento da Silva Lisboa do seu conseibo, commendador das crdens de Claris- lo da Legiau de Honra de Franca e de Leopoldo da Blgica fhcial-maior da se- creiaria de estado dos negocios e>trangeiros ! e Sua Alegestade a Kainba de Portugal e Algarves *o senbor Hdelfouso Leopoldo Bayaide cavalleuo da ordem de Ctuisto , e a-romeiidador da de JNossa Senhora da Con- ceico cavalltuo do numero da ordem de Carlos 111 em Hespaoha crucial da ordem de Leopoldo na blgica commendador da segunda classe n* ordem da Casa Ducal Saxo- | na Ernestina do conseibo de Sua Magesta- j de Fidelissima e seu enviado extraordinario emiuislro plenipolenciaiio junio de Sua M.i- gestde o lmperdor do Biazil. Osquaes,| oepois de trocaren os seus plenos poderes, | que acLro em boa e devida lorma convie- xo nos arligos seguinle : Ait. i. Sua Magestade o Imperador do Braiil se obriga a saslaser a sua Magestade 1- idelissima na especie abaixo designada , a quenlia ueiessaiia para pagamento as re- clamaiea des subditos portugueses apre- eentaHas comniisso Mixta Biazileira e Por- tueueta que ja estiverem liquidadas, ou cuta liquioaco se acbar agora pendente, de- clarando desde j destinada para este im, a somma de oitocentos quarenta e quatro eoli- tos oilocentos quarenta e cinoo mil quairo- cenlos quarenta e hura reis. Art. 2. Sua Magestade Fidelissima por sua parte se obriga a satisfaxer a Sua Ma- gestade o Imperador do Br. zil a quantia ne- cessaria para pagamento das reclamaces dos subditos brasileos na lrma mencionada no artigo priiueiro declarando desde j , para esieefleilo destinada a somma de du- zenlos oitenia e tres con os novlenlos e dez mil seiscenlos e dezesele reis. Art. 3. Cada huma das duas altas partes contrallantes a vista dos ttulos legaea que apresenlarem seus proprios subditos relativa- mente s sommas liquidadas pela commisso mixta lb'as iar pagar dentro de bum anno, contado desde o dia da troca das raiificaces da presente convenci dassommas que pa- ra isso esto destinadas nos dous arligos ante- ceden tes* Art. 4* O governo de Sus Magestade o Imperador do brazil reservar em seo poder a quaiilia de duzenlos oilenu e tres conlos novecentos e des mil seiscenlos e decesete reis que, pelo artigo segundo deveiia ser-lbe en- tregue pelo de Sua Magestade Fidelissima pait ser deduzida aa importancia de oitocen- tos quaienta e quatro ionios oilocentos qua- senta e cinco mil quairocenlos quarenta e bum reis que este havia de receber na con- f ormidade do artigo pritteiro ; Brando bem expresssmente e ntendido e declarado que , em virtude da applicaco desta parcella, o governo de Sua Magestade Fidelissima ser obrigadoa satisfacer dentro no prazo mar- rado no artigo 3. terreiro, o numero de recla- maces perleurentes a subditos portugueres, que corresponded quantia deduzida. Art. 5. A somma marcada em virtude do artigo juarto ser distribuida pelo governo de Sua Magestade Imperial a seus proprios ub- diios em pegamento das reclamncces que licrrtm sido julgadas pela romn>iso mixta , e cuja saiisfaco estiver a cargo do goverLO de Sua Magestade Fidelissima i tecluani'o-se esse pnganeuio dentro de bum anuo depois da iniili'Hio da convenco. Art. o. lJara completar o pagamento das reclamaces portuguezas alem da quantia que pela dispusicao do artigo quarto da pr- senle comeiico fica em poder do governo de [Sua Magestade Fidelissima i-eilhe-be entre- { gue pelo foverno deiua Magestade o lmpe- \ rador do fcrazil a quantia de quinbentos e sessenla con tos novecentos Irinta e quatro mil oilocentos e viule equatro reis em duas pres- Uies d:.s quaes a primeira ser remellida na noca das ratilicaces e a outra seis metes. Art. 7. Estas rmessss se veriGcar por roci de letras dotbesouro do Brazil paga- veis a seis nove e doze mezes depois de leita a rrducco da moeda neceasai ia segundo o cambio do dia. E o governo portugus sa- lisfai por inleiro todas as reclamaces de seus subditos as quaes por esta convenci tica o a seu cargo quer em dmbeii o quer em letras ou como coro elles se convencio- nar ; comanlo poni que sejao embol- sados comas alteracts que exigir a difieren- ca do valor do meio circulante nos dous pa- ses ns poca das remessas e dentro do prazo do artigo i. Desta nesma manera o gover- no brazileiro satisfar a seus proprios subdi- tos as reclamaces a que ora bea obrigado , na conioroiidade do artigo 5. Art. t. A Commisso Mixti Brazileira e Portugueza estabelscida nesta corte em con- m"juencia do tratado de 29 de agosio de iti5 Gudat os seus Ir.baliius seis mezes depois da troca das taiihiaies da piesenle conven,u , em quanto as reclum cer a cada bum dos governus huma lista 110- miual das reclamaces com declaraio das sentencas pelas quaes foro julgadas e pas- sai aos iuteressados certides em forma para seu titulo com a conta respectiva da liqui- daco edo juro al odia da entrega. Estas sentencas e os documentos instructivos sero depois entregues aos governos que bzerem os pagamentos aun de nao podere n appare- oer debaixo de qualqner outia natureza. I Arl. 9. O governo de S. M. Fidelissima l loaar as disposices necessarias pera que os ! credores das reclamaies portuguesas a seu 1 cargo residentes no lirazil antes do dia em , que i'or assignad* a presente convenco pos- i sao receber as quanlias que por tal motivo Ibes periencerem buma vez que apresentem os ttulos exigidos pelo art 8.: essas quan- lias sero deduzidas das remessas que o go- verno de S. M. o Imperador tem de lazer , em conlormidaue do artigo 6. Art. 11. Pela sua parte S. M. o Impera* dor do Brasil mandar tambera entregar em Lisboa eos credores das rec'amaces brazilei- ras a seu cargo que residirem no reino de Portugal, em letras do tbesouro do Bio de Jaueiro quaesquer quanlias a que pelo in- dicado motivo posoo ter direito debaixo das mesmas condicesdo artigo antecedente 5 h- ; cando bem e ntendido em ambos os casos que qualquerdos dous governos se consideraro obrigado ao pagamento pela qualidade n o- ' rigem da recUmato sem aliender dille- renfa que nossa liaver em a naturalidade ou ! lu o do individuo em cujas mos ella se I acbar. Art. l As reclamaces comprehendidas nos arligos o j do tratado de ao de agos- to de 185, que actualmente se acbo em processo de liquidafo perante a Commisso Mixta brazileira e Portugueza e que se li- quidarem dentro do lempo fizado pelo art. 8. desla convenci sero pagas pelos governos a que perlencerem segundo os principios nel- la estipuladosa E mostrando qualquer dos dous governos por buma conta autbentica , que as sommas outorgadas pelos artigos lea lem sido consumidas nos pagamentos j feitos, Ibe ser entregue pelo outro a quantia que laitar, com tal 1 eciproctdade que fiquem com- pletamente salisieiia por buma pjrte e por outra as reclamaces julgadas a favor dos res- pectivos subditos pela meucioatda commisso, at o termo profizo do seu acabamento. Fica porta bem entendido que verificada a fal- la de fundos de qnetrato os artigos antece- dentes ambos os governos bratileiro e por- tugus recorrers s opinaras legislativas para ! serena habilitados a fazer os respectivos paga- mentos* Art. i2. Esta convenco ser ratificada, e a troca das raiificaces effertuada dentro de seis mezes oumaiscedose fr possivel. Em testemunbo do que us abaixo assigna- dol, plenipotenciarios de S- M. o Impera- dor do Brasil ede S. M. a Raoba de Por- tugal e Algarves, ero nrlude de nossos res- pectivos plenos pTderes assignamos a pr- senle convenci e Ibe Gzemos por o sello das nossas armas. Feila na tidad do Bio de Janeiro sos 4 das do mes de dezembro Jo anno do nasa- ment de Nosso Senbor Jess Cbristo de i64o. - Aureliano de Sousa e Oliveira Coulinho. - Bento da Silva Lisboa. Ildefonso Leopol- do Bayard. Rali6cacao da convenci. E sendo-me presente a mesma convenci , cujotbeor fica cima inserido e bem visto* con- siderando e examinando tudo o que nella se contem ; tendo ouvido o meu cooselbo de ministros a ratifico e confirmo assim no todo como em cada buma das suas clausulas e est putar oes, e pels presente a don por fir- me e valida para haver de produzir o seu devido entilo, prometiendo observa-la e cum- pi i-la inviolavelmente e faze-la cumpnre observar por qualquer modo que possa ser. Em lestemuoho e firmeza do sobredito fiz passar a presente carta por aiim assignada e sellada com o sello grande das minbas armas , e reierendado pelo meu conselbeiro minis- tro e secietBiio de estado abaixo assignado. Da da no palacio das Necessidades aos li das do mez de marco do anno do nascimento de JNosso Senbor Jess Cbristo de i84r. - Raiuba com guarda. Rodrigo da Fonsecj Magalhes, E m 11 Jo-nos presente a mesma convenco , cojo ibeor fica cima inserido e sendo bem visto considerado e examinado por nos tudo oque nella se contem tendo ouvido o nosso ccncelbo de ministros a approvamos rali- Cea iros e confirmamos assim no todo como em cada bum dos seus arligos e esiipulaces ; e pelo presente a damos por firme e valiosa para sempre prometiendo em l e palavra imparcial observa-la e cumpri-la nviolavel- meote, e faze-la cumprir e observar por qualquer modo que possa ser* Em testemunUo e firmeza do sobredito fiza- mos passar a presente carta por nos assigna- da passada com o sello grande das armas do imperio e referendada pelo nosso ministro e secretario de estado abaixo assiguado. Da- do no palacio do Bio de Janeiro aos i4 das dortez de agosto do anno do nascimento de INosso Senbor Jess Cbristo de 1841.- Im- perador. Aureliano de Souza e Oliveira Coulinho. Os abaixo assignados tendo-se reunido para procederem troca das raiificaces da cveoco concluida e assignada nesla corte em i do mez de dezembro de 1840, entre o Brazil e Portu- gal com o fim de se eectuar o pagamento das reclamaces liquidadas pela Cmisso Mix- ta Brazileira e Portugueza estabelecida nes- ta corte em virtude do artigo 8 do tratado de ao, de agosto de i8a5 entre as duas naces, apresentio os instrumentos das ditas raii- ficaces sendo a de Portugal em data de i5 de marco do presente anuo e a do Brasil em 4 de agosto de 1H41 que foro trocadas, na turma do costume nesla secretaria de es- tado dos negocios estrangeiros. Palacio do hio de Janeiro em 19 de agosto de ib'41. - Aureliano de Souza e Oliveira Coulinho. .- Ildefonso Leopoldo Byard. (Do Jornal do Coromercio.) Correspondencia. Snrs. Redactores. Lendo o sen Diario n. 941 de 5 do corren- te, ficamos pasmados quando deparamos com huma correspondencia assignada pelo Sr. D. Kootb na qual com a maior onsadis e sem ceremonia este Sr. Uza de falso o diplo- ma em que o Dr. B, Brandreth nos autho- riza a vender en Pernambuco as suas pla- las, como declaramos no nosso annnncio de 5 do correte ; e s a convieco que temos , de que o Sur. Knoth nao soube o que sobes- creveo, nos inhibe de cbamaUo a responsa- belidade legal pela injuria que nos irrogou. He com e'eito admiravel a razio que d o Snr* Knoth da falsidade do nosso diploma * qual vem a ser ; que se o Dr. Brandreth tivesse incumbido a Boticario ou Dr. algn a venda de suas punas debaixo dessa capa elles fabricariio pilulas de sua ooroposicio , e as venderio por verdadeiras. Om Srs. Redactores >be cora semelhante raciocinio ,' que o Snr. Knoth quer contestar a aulhenli- cidade do diploma em questo assignado pelj punho do Author reconhecido pelo Vice- Consul Bruslairo, residente en Boston e sellado com as armas do dito Vire-Consula- do ? Nao v o Snr. Knolb que se a razo da falsidade por elle dada prevaiecesse se- guir>se-hia que s o Or. Brandreih pode- rla vender as suas pilulas pois que qual- quer a quem elle incumbisse a venda das ditas pilulas se nao soubesse. fabricar ou'.ras semelhanles poderia ter algum Dr. ou Bo- ticario amigo que soubesse i Snrs. Redactores os ab.xa assignados sao incontestavelmente agentes do Dr. Brandreth nesla Provincia para a venda das suas pilu- las como se prova com o diploma e a res- posta do Sor. Forster & Companhis abai- xo transcriptos ; e pelo mesoao diploma se v que aquello que nio tiver igual autbo-r risaco nao pode vender as ditas pilulas , e deve de ser considerado como bum agente ou sob agente que vive de roubar, o d- nbeiro e a saude daquelles > que por sua des- grava oelles se Gao. Sirvo-se Snrs. Redactores, de dar bum lugarzinlio na sua bem conceiluada folha a estas mal trabadas linhas em quanlo ancio- zos esperamos pelos documentos, que o Snr* Knoth mandou buscar aos Estados Unidos j e entio ajoizar o Publico de quo lado est a impostura, lenle 9 de Novembro de 1841a Saisset & C. Pernambuco 5deNovembrode i84r.- Illins. Snrs. Henrique Forster & C. Pa- ra nos defenderde buma injusta increpaco que nos faz bum tal Kenoth, residente nes- la Cidade torna-se iudispensavel, que Vms. nos declare ao p desla se o diploma do Dr. B. Brandreth que nos cedera he ou nao do dito autbor e que por meios Vms. obii- vera o que muito obrigar* Seus vene- radores e obrigados. Saisset & C. Snrs. Saisset & C. Em resposta a sua carta nos dirigida com dala de boje 5 de Novembro temos nicamente dizer Ibes que o dito diploma be do Snr. Dr. 13. Bran- dreth e que foi-nos remetlido pelo Sor. Vice- Cnsul Brasileiro residente em Bos- ton cojo certificado, sellado com o sello daquelle Vice-Consulado vai escrito no verso do dito Diploma. Novembro 5 de i8ii. Henriq. Forster &C. CERTIFCATE 3 iotended as a GUA- RANTEE.to the Peopleof ibe Uoited Sutes. That Mess. Ssissett & C. of Pernambuco is my Agen!. For The Sale Of. Beojn. Bran- dretbs, Vegetable Universal Pilis, For the term of One Year from tbe Engraved date bereof. A nd to secure the publie more ef- feciually from counierfeit Medicines purpor- ling to be manofactured by me. Tbis Certi- fcate will be renewed annually : Herefore , no one is myAgent unless becan produce this qualGcation, subscribed in my own band wriling sealed witb my Family Arms end dated witbin tbe iwclve montbs next prece- ding. Given at my frincipal Office, %\i Broadway in the Cityof Ntw York, tbis first doy ot May One Tbousand eigbt bun- dred ana Forty one B. Brandreth, Md. Reconbeco verdadeira a' assignalura re ro de Benjam in Brandreth Medico e fei- tor das Pilulas Vegelaes Universaes ; e para constar onde convier passei o presente que assignei e seliei com o Imperial Sello deste Vice-Consulado do Brasil em Boston* Arch. Fosler, Vice-Consul. heg. Liv. 1. fl. 17, Noticias istrangeiras. CHINA. O Bombay Times Extraordinaria em dar ta de %i do mez prximo passado uos pare- seota noticias da China at ai de Abril, tra- zidasa Madrast pelo navio Vansittart. Nao est anda definitiv ament terminada aques- to da China ; estes tem permitiido algum commercio com aquelles mas pagando os primeiros mu altos direitos e sem adoiii- tirem genero alguna em troca dos seus '|uC nao sejam patacas. O Imperador da Cbin* em seus Decretos se nostta mewraTel conir* i ^ - diario de NRNA^neo 3 os Inglezes; entra outros acbamos o seguin- le que transcrevemos. [DECRETO IMPERIAL; Para a execnco de Keaben. Aos 8 da terceira Loa ( 3a de Margo de i"4l ) ee receberam Crdens Imperiaes do theor SFgninte : Parece que os barbaros Inglezes, send > perversos e rebeldes se lera hostilmente a- prcximado aps confina da Gidade (de Canto), e lio altamente ultrajado todas as lea j que tem provocado a indignaco tanto dos Deuses, como d>s horoens o que nao poder tolerar oCeo Imperial. Chegou Corle ucn Docu- mento cfficil no qual elles ( os Inglezes ) fe representam roxo pedindo submissamente a paz; mas mui difhciJ alteude-los cot brandura ; e como elles tem sido to extraor- dinariamente desobedientes agora jranos , que nao prevalecer se nao urna das duas (ir- revccavel exterminio de urna ou outra das partes contendoras ") l Poubam j portan lo , Yibsbiu Lung Yaonag Ho E, Ling, e Tang promptas oossos tropas e muito de- cisivamente acabem tudo nao consenlindo que un nico brbaro possa voltar salvo sua patria. E eu o Imperador farei prem armas um grande exercito para que desde o ISorte nos os possamos exterminar deslruicdo seus ninttos e covis [ na Inglaterra e na lu- dia ] cortando assim o ramo e as raiz.es e nao ibes dando um p de terreno para des- ta sorteabrandar miaba Imperial indigna- do. Kasben tendo nido peilado e assolda- dado nossas tropas ( para se oo balerem ) , ordeno, que elle sejn immediatamente cor- tado ao meio pela cintura ; e todos, que por emeio o acompanbavam sejam grandes ou pequeos seus prenles e todos, que Ibe pertencem com os que com elle tractam, se- jam iiidistinctameote decapitados. Soffra Pa- outsung que trai$oeiramente estava combi- nado com os Ingleses neste negocio, uaoa aci te lenta e ignominiosa sendo-lha sepa- rada dos ossos a carne em pequeos pedacos, e seja o seu paiz natal tornado inculto na cir- cunferencia de cem bracas, e sejam seus p- renles' senienceados a degredo. Sejam es penuas de pavo arrancadas do brrele de Yikshan pela sua imbecilidade e demora em avancar com as tropas } perca Lungwan dois graos de distincgo, e seja Yong-fang privado da verdaderamente bra- va dignidade de lLw. E seja todo o Ofhcial da Piovibcia de Canto Superior ou Subal- terno privado do seu posto al que se pu- rifique do seu deli.'to por acedes .valorosas. Respeitai este. Co'.legio Portuguez em Franca. Com muito grande satisfaco annunciamos aos veidadtiios amigos da bonra e gloria dos nossos Portuguezes residentes nos paizes es- trangeiros que no dia la de Agosto teve logar no Collegio fundado e dirigido pelo nosso compatriota o Dr. Jus da Silra Tava- res ( Fr. Jos da Sacra Familia ) em Fon- tenay-aux-Roses suburbios de Pars a in- teressanle ceremonia usada em Franca da publica e solemne distribu jo dos premios conferidos aos alumnos que mais se dislin- guiram por seu rom portamento applicato , e progressos no anuo leclivo de i8.jo a 1841. A pesar do mo dia que esleve all concor- reram juntamente com os pas e mis dos a- lumnos Francezes nao t quasi todos os Portuguezes e Brazileiros de distineco que se achaca em Pars mas outras n uitas pes- soas uotaveis do Pars e de seus arredores, at- trabidas pela superior reputaco de que vai gosando aquelle eslabelecimento na capital do mundo civilisado. Foi presidente do acto e distribuidor das coroas de louro o veneran- do Decano dos Inspectores Geraes da Univer- sidade de Franca Mr. L. G. Tailefer mui- to particular amigo do Fundador. Espe- ramos posiuir em breve o programo im- prtsso desle pomposo acto que tanto con- corre para excilar aemuiaco da mocidade estudiosa. Todas aa pessoas vindaa de Fran- ca depois de lerem visitado e examinado o Collegio de Fontenay aux-Roses e que sao i em muito grande numero tanto de Lisboa, como do Porto, e d'outros muilos pontos do nio nao se cancam de Ibe fazer os maiores elogios e accrescentam, que do mesmo mo- do uellts iailam as familias Francesas, que o ion hetera dando disto prova incootestavel i> verem-se all j alumnos das mais altase Ilustres familias de Franca* [ Do INacional de Lisboa. ] LOTERA DO LIVRAMENTO. Amanba ta do correte, das 9 lacras as a da tarde ter lugar o pagamento dos bi- Ihetes premiados da i. parte da 5. Lotera do Livramento e continuar nos dias i3 e 15 j e dahi por diante as qoartas e sabba dos na caza da residencia do Thezoureiro I tsr Aluga-e o primeiro andar da caza da to aceio e perfeieo ; e bem assim ensaboado ; dirija-se a Boavista ra do Rosario larga , D. 17 lado do poente, confronta ao so- brado do fogueteiro. no Patiodo Hospital do Paraizo, LOTERA DO THEVTRO. Os _Bilhet.es da a. parte da refeiida 7.* Latera, cuj-as rodas ando impreterivelmen- te no da ?6 do corrente achao-se a venda no brro do Recife na3 lujas dos Sars. Manoel Goncalves da Silva, Vieira, e Gregorio An- tones, Cambistas ; e no de S. Amonio em as lajas dos Snrs. Meneze, na ruado Col- legio; Guerra, na ra nova 5 e Bastos na Pracinha do Livramento. LOTERA DE N. S. DO ROSARIO BOA-VISTA. DA A meza regedora da Irmandade de N. S. do Rozario da Boa-vista i tem determinado, que corra impreterivelmente as rodas da 1.* parle da i. Lotera no dia 39 do comente : os bilhetes acbo-se a venda nos seguintes logares ; no Recife na da Cadeia, loja de Cambio do Sor. Vieira em S. An- tonio ra do Collegio loja do Sr. Menezes J- nior : ra do Cabug botica do Snr. Joo Vloreira Marques ; e na Boa-vista loja do Snr. Rapozo ra do atierro. ra das Crur6s D. it : a fallar no segundo andar da rnesma caza. V& Queru annunciou no Diaria da 8 do corrente, querer fallar a Tneoilo Joze de Lemos, p>de iirigir-se a ra da Moeda 00 rmaseos de couros, 53F* Arrenla-se um sitia muito gra-nde , com muitas fructeiras, e boa casi para sr- morar : que.-; o pretender dirija-ie ao mes- mo sitio em Santo A astro. try Aluga-se um soto, proprio para familia, ou hornera soiteiro: nesta Typj- grapbia achara com queao. trat 5 horas da tarde urna carteira com os papis seguiotes urna ordem de Manoel Fraocisco Puntes de ia6U rs., e a outra dita do Aju- dante Gama da quantia de 46 mil e tantos rs., urna letra de a8,8So rs. de Antonia Le- andro da Silva e mais contis e papis u- ma de 31 ao assignada pelo devedor e outra com reciba de daz mil rs. por ordem de Joa- reapectivo Thezoureiro , como be de esoera p de sua honradez e prohijada , achar prevenido t SOCIEDADE APOLLINEA. A Commisso Administrativa convida aos Snrs. Socios a reunirem-se boje (11) do corrente, para consumadlo da discusso de Estatuas. Avisos Diversos. Affjnco S. Mirtin, est com nova loja Franceza no patio da Matriz de Santo Antonio, caza terrea D. 8, tem, aleiude mutas outras faseodas francezas que agora chegro por este ultimo navio viada de Fri- ca 5 chapeos de muito bom gosto para Sa- uharas, e bous challes de seda tudo na ul- tima moda como se ver nos figurins mais modernos, os quaes se mostrars aos com - pradores *, tambem tem boas sedas para ves- tidos meias de seda pretas e brancas "Juras sem dedos de todas as cores, botinas para Senboras do gosto mais moderno cpalos de lustro e de marroquim de lodas as cores para Senboras boa agoa de colonia os frasqui- nbos de reine des Beurs a 44 rs> s fiascos grandes a 144 rs- ^oaa selins com apare- lhos e sem elles a preco commodo, fundas para quebradoras de homens, tanto de urna verilha como para as duas caivetes supe- riores tanto para algibeira como para aparar penas, marroquins de todas as cores a i44 rs. a pelle esporas de todas as qualidade , boos sedas filas e flores para chapeos de Se- nboras tudo a um precinbo tal que nao de- sagradar as amadoras e amadores cr Da Boaviagem no sitio da Cruz desa parecero duas voceas e urna novilha com os signaes seguintes sendo urna dis vaccas preta com as pontas dos chires toradas ea cauda tem os cabellos aparados, grande, e com marca na orelha ea outra laranja , e basiante grande tem as orelhas grandes e redondas tem osolhos azues, e a cauda se- parada sera cabellos, tem marcas de carrapa- to pelos peitos ; a novilha tem os signaes se- guintes caslanba com as pontas grandes , focinho preto e a pona da cauda tan bem preta : quem souber destes animaes, dirija- se a ra d'Agoas verdes . 1 a que ter 5oU rs. por cada cabeca. tsT* Precisa-se de 5oU rs. a juros sobre penhores de joias sendo por 4 mazes t an- nuncie. sjsv No armasem N. 118 da ra do Amo- ro t existem duas cartas vindas da liba de S. Miguel, para a Senhora D. Francisea Bbianna da Conceico. ^> A a 5 de Outubro p, p, desapareceo um escravo de nome Mariinbo creoulo de idade ao aonos, estatura regular secco do corpa cara comprida sem defeito algum , pernas compridaa ; clhcial de capateiro, e de lodo o servico de campo entende ; foi ves- tido de calcas pretas d'algodo transado de listras e carniza d'algodo transado jide novo e chapeo de palha ordinario tambera novo, os apprebendedores levem-o a Olinda, ra de Guadelupe ;\. ti, que serio genero- samente gratificados. (uem precisar de roupa engommada , tanto de Senil ora como de hornero, com mui- quim Pedro e urna sedula emendada ; ad- procurado, verte-se aos Srs. que nao paguem estas or- dens ; letras, e contas senao ao abaixo as- signado ou ao seu csixeiro Lino Pereira da Fouceca ; e quem & achau queira por obze- quio levar na rua Nava . le i4> quese- ra bem recompensada e ihe ficar ohrigado Antonio Ferreira da Costa Braga. tST" Dr. Jote Eustaquio Gomes, raudou sua residencia da rua Nova para a da At- ierro da Boavista, cazan. 9, lado direilo vioda da ponte. S3ST A pessoa que annunciou querer a'u- gar um negro ou um moleque pagando de> mil is. por mez e sustento ; diriji-sea is'o j 1 sa pessoa que tiver a ludo dita <>ariera ; querenda restimilla fielmente j dirija-se a rua ireita segn lo andar d > cazi oonfronta a botica que foi de Igaicionerv que ser gpoerassmen!- r$ratiQcada. Jora Machado Freir jkreira di Silva.' sST Rog-se ao Sur. Mainel da Caldas Brandan, viudo a semaoi passadi d* Villa \ 1 Pilar pin esta Cid de queira annun- ciar pelo prola onde est arranchado as- sim C)nio ro.ji-sa a qualquer pessoa qua o liver visto qiiiri declarar, pais suppasm-se, le o dito Cillas and 1 m ilu?o a vagibun- do par et Cidada : e com r;to ranita oori-' gara a um que se inleressa em saber noticias da dito Caldas. SSs^ Preciza-sa alujir urna caza no biirro do Reciie com commi lis pira homem sol- teiro ; quem tiver annunen. *" Aluga-se dous andares do um sabrada sito na rua do Amor i m.. a tratar com Carnei- ro alonteiro em sm Preu;a. tST Quem precizar de um csxeiro portu- guez o qual jaba 1er, ecrever e cantar, e d fia Jor a sua coaduta aanua^io para ser rua u Queimado D. lo a. andar que ahi achar com quera tratar. CJT As pessoas que fizer&o o favor com- prar bilhe:es da rifa do Forte pianno, quei- ro levl-os aonde comprara5 para recebe- real o seu dinheiro visto oo correr dita rifa. S3T Engoman-se com todo o asseio e per - feico, toda a qualidad^ de roupa e por precio commodo : na rua do Padre Florian- no D. 14. ?3B" Quem tiver letras vencidas j ou por [vencer, pertenceotes a Luis Fnms.-e Cor-.; reia Gomes e queira com eU*s fuer a'gum negocio ; dirija-se a botica d Brandio uat rua Direita q' quem as que'ra, pagauio a dinheiro a viso. I3r~ Da-se 005,' ruis a juros sobre pinto- res de ouro ou prata ; quem quiser diri- ja-se a esta Tya, qua se dir. E27* Preciza-se falUr con o Snr. Antonio Joze Fernandes de Carvalho ; para negocia que Ibe diz rospsito : na ru 1 do Queimado , loje O. 3 lado da poente ou auuuacie sua morada. - Dezipareceo no dw 9 do crrante uai menino branco de i lude de 7 para 8 annos , levou vestido carniza de cambraia toada-, as ordens de bicos na abertura calca de bro pardo jaqu de franqu-lin cor de vinho , chapeo preto julga-se ter perdido quando foi para a escola ; a pessoa que delta souber j leve-o a rua de Ortas ao p da sobrado do Sr, Almeida escrivo que ser generosamente) agradecido. -- Joaquina Luiz de Mello Carioca, a Gui- sa- Precisa-se de una braeo de ba\an?a Iherme Augusto Roiriguas Sata ssnia |,ra- fres peros de frro um de duas arrobas curadores d< diversos empreadas parare- um d'uma e outro de meia : quem os tiver ceber na Tbezouraria Provincial, os respec-" equiser vender, dirija-se a esta I'ypogra- nidos ordenados ; declaro que oenhum or-i pbia que se dir quera compra. $37* Qum quiser comprar encllente fa- rnha de trigo da marca SSSF e SSF e a- mericaoa em barricas grandes e peqdents e por preco commodo; dirija-se a rua dos Quarteis, paderia D. 5, tzr O Juiz, e mais Mzanos da Irmanda- de do SS. Sacramento da Freguezia da S. l'Vei Pedro Goncalves tendo recebido um convite do Exm. eftm. Bispo d'esu iocee para acampanhar a procisso de Corpus Gbrist que o mesmo Exm. Sur. ptrtende fazer na urde do Domingo 14 da correla : por este aviza a todos e irraai e os convida acoraparecerem na mencioia Matriz revesil- do3 das sais competentes capas pelas tu- 'd0 O. a5. denado recebam ou teem recebido com re- hile ou discanto algum aos mesmos embre- gados com algum is pessoas julgoj e fazdtn a prezente declaracao par assim Ibes ser preciso. S Quem precisar de urna ama seca, piw ra casa da pouca familia, dirija-se a rua do9 Quarteis D. 12, ou anuuncia ; advarte-se qua a pessoa que a isto sa prope, lava, encara* e cosiola cam parfeico. 0 Quem tiver um malote usado, qua o queira vender annuncie a sua moraJia pa- ra ser proraraJo C2T Quem precisar de huma boa ama da eite, dinjasa a ru das frin-luirs sa'ora- ras do referida dia para d'ali seguir a e n corporaco para algreja do SS. Sacramen- to do bairro de S. Auionia d'onde tendo sahir a procisso. y Alluja-se, ou veode-seum sitio con duas moradas de cazas terreas no arranl , junto a caza de Antonio Lopes Kibairo de- ironie da estrada que vai para a caza Forte cujo sitio tem comoioJos para morar urna fa- milia e ter negocio ao p por ser duas ca- zas pegadas e ser muito bem local para ter venda cujo foi vendido por Matheus Xavier da Fonceca, a Joo dedouta, em itiix quem o pretender comprar, fale com Joaquina da Silva Lopes na rua da Cadeia velha da Recife, que se acha autborizado para alugir ou vender e por preco muito aouimodo tsr Urna .canoa grande a berta dolte de Goo a 700 fijlos de alvenaria : dezapare- ceona noile de 17 de Outubro passada do silio da Mangueira pegado ao caes novo da sitio do Gira aa Estancia. Proiesta-se haver os damnose dias de servico de quem a tiver occuiado, ou estiver se servmdo d jila a pezar dos repetidos aanuncius que se tem jeito por esle Diario. 5ST Perdeo"Se na manh do dia 8 do cor- rente urna carteira de algibeira coutendo entre outros papis cento esessenta e tantos mil res e um meio bilbete da Lotera do Livramento assignado no verso com o appei- lido do abaixo assignado j cujo bilbete se i, tiver sido premiado nao sera sasfeito pelo ss?* Qaem precisar de um brasileiro, para cai/eiro : annunece. 62^ Precisa-se de um criada estrangeiro , que tenha boas custumes pira a companbia de una pessoa capaz, e soiteiro; e sa Ibe pro^ roete boa paga e tratamenta ; na rua direi- ta D. ai; lado da livrameuto sobradada um andar. -. Precisa-se de urna passoa farra ou cap- tivo qua sirva para andar <\% rua cam un negrinha ensinando a vendar : a psssoa qua estiver nestas circunstancias annuncie. - Quem aanunciou precizir de um mole--' que: dirija-se ao Munda Novo, D. 9, qua achara com quem tratar. - Troca-seum cavallo bom carregaJar baixo, par lijlos de al venara grossa: quamr quiser esia negocio v ao sitio da Dautor Pe^ reir na Capunga : entretanto veri dojoo cavado Vende-se bixas muito violentas vin^. das de Lisboa, a caUto o sent ; na rus das' Cruses laja de birbeiro D a. - Precisa-se de urna ama de leite: na rua da Floriniiu, L>. n. tsr Na paderia franceza do atierro da Boa* vista . aa acaba-se de recebar de novo * frascos da excelaute e bem coahecida a<*oa de flor de laranja a mesma que tem agradado * igualmente se continua a aprontar encomen- das de doces tortas bolos &c. e tudo o que pertence a paderia, da (Eelor e maisesj quizilo gosto. 1 BE PEfNAMECCO ar No da 8 do correle hindo Jos Pe- dro de Abreu tirar esmolas para as almas da jrrpoesia de $. Actcnio aeontereo sorer - ffl_ A i....i-,. \r* O tes do mundo, que elles regfocom seus sao- res e cora seu sangue ; as lojas do costume. tsr Urna clarineta a uma flauta ; toa ra frfgoe. de . Actcnio acn. ,u.c. ~ [f). dechapeos n, . m. tontic.a por este olivo Iba ^.r-o . do^ J daM, . a0 bolcao.q.nl..d.mo pataca ^ ^' c^on dePprBeir. J[e a5So libra, cu a*er,OS -, qoem da dita bolea eoob par ^ F^ ^ ^^ ^^ e ao anounciante, que grat meara ,/,-, .^ .. j,n hri4npn RlB (1 oa ra rancheo tecipe ou r Precisa-* fallar con. Joaquina Rodri. auei Otoo vinds apoueo do Torio ; So A morir casa de Antonio Jos l Te*0 bilfaete D. 5.. da a. parte da J. Lo- feriado Theatro pertence >o Sr. Mi F.h. i. Caara Pimentel, e fica em poder de F. Ja Silva Lisboa. tsr Arrendase uma caa terrea em bari- ta Anna; defronte de Joaquina Jos d'Amo- rina, pelo lempo da festa com suficientes commodos para qualquer familia por ter na frente uma sala e un gabinete 4 quarlos, sala atrs e eczinba fora ; a tratar na ru% das trincharas D. a5 defronte da ra estrella do liozario. BT Quem precisar de uma ama parda para coser, eogommar e cozinhar e d fiador a sua conducta dirija-se a esta Ty- pografia que se dir. tsr Tbereta Mara de Jess viuva do fal- Jecdo Jos Anacleto Aflonso faz sciente a- qoellas pessoas que se julgarem credores di- quelle finado hajo de Ibe apresentar suas cotilas correles ou outro qualquer titulo por onde se reconhecero como taes, para se poder entrar no conhecimeato do estado de eua casa sto no praso de seis das depois dos qnaes ser tido por no verdaieiro qual- quer documento apresentato. ar Para o conserlo da estrada do Parna* rneirim se precisa comprar urna grande por jo de lijlos de alvenaria do melhor que honver cal a siguas bois mansos e gordos, assim como lambeta se alugo carrosas de um a dous bois canoas para condasir areia e am Alio e casa tudo isto a diobetro a vis- la ; trata-se em casa do arrematante o Ma- }or Maapal Joaquina do Reg Albuquerque , nos iffogados, nesles 8 das das 6 as 9 boras do da, aar Precisa-se de urna ama que tenba bstanle icite*, a que seja captiva, ssndo *- f ----- i-"----r ------- de listras a 7 jo a vara e dito branco a 8jo di la botoens de metal amarelo para casacas e cletes com acompetente argolinha ditos com ietreiro de Pedro Seguado ditos cora a letra ^ A para guarda da alfandega ditos P3ra marinba abotuaduras de relroz, ditas de sarja ditas de veludo para casaca cordo de 4 quatro quina e redondo linhas de mar- car muito finas em caixinha pentes de mar- rafas de tartaruga, ditos de marlitn de tirar piolbo feitos em Lisboa escovas finas para dentes, caixinhas de r> para dentes trau- selimde bnrracha rica sortimento de bicos e rendas largas e estreitaj, dito de fita de garca de lodas as cores as verdadeiras pilu- las da familia em frascos de 5o con o com- petente follieto e ptimas bichas de ham- burgo tudo a preco que nao desgostar aos freguezes. tsr Vinbo do Porto de ixuito boa quali- dade chamado de ramo por nao Ur mistura, e por isso proprio para o lempa de calor a tsr Sement de nabo seboimho couve , e 3 cochixoschegadoa prximamente de Lis- bna ; na praca do Commercio botequim do Alnieida. car ma quartola arquiada de Ierro e 7 pipas que forojde sgot ardente ; na ra da roda I). 8. . tsr Ou troca-'e por um negro de tolo o umaescravade naci angola, mo- presuntos par' conservas mos^ i5oo a caada', e 200 rs. a garrafa; no ar- maren! de viuhos na ra estreita do Ruzario D. 28. IS" Um sobradinho na ra de S. Gonsa- lo da boa vista pegado ao Sr, Francisco da Silva ; a tratar oa ra da Cruz D. 35 tsS" Ou aluga-sn um sitio na ponte de Uchoa com boa casa de vivenda banbo no riocapibaribe com baixa de capitn ort , e tem feitor para tratar do silio e o rendei- ro pode desfrutar tudo o proprietario con- serva l o leitor a fim de conservar o sitio com limpeza ; na ra da cadeia n, 6 casa de Manoei Antonio da Silva Multa. 19 Um cavallo rodado muito gordo , anda bem a pago e proprio para carro ; na ra diraita na padaria de Nicolu Ferreira , da-se por 80,000. tsr Uma saia de lavarinto por preco com- medo ; na ra do Lobato D. 2g, BT A casa terrea D. 5 no pateo da ribeira examinada por om facuHatio e paja-se; do peixe ; a iratar defronle de palacio com o a.ooo por semana j nesta Typografia. I Sobral ou na ra da roda venda D. 8. ________________________________I *sr Urna preta moca de naco boa qui- Avisos Martimos. \andeiraiue \u Sfc pr .dia rua ___________________________ do Livramento sobrado de 3 andares D. 5. PARA GENOVA segoe viagsm com a I W No aroaiem de Fernando Jos Bra- maior brevidade a Polaca Sarda Copernico guez ao f do arcada Conceicao excellentes Capito Joio Baptista Gorlero muito ve- gigos de batatas inglezas novas e caix-s com leirt e forrada de cobre s pode receber aabao branco. vma terca parte do seu carregamento visto I WA importante e mu aprenavel obra que tem o resto prompto ; quem quiser car- de pratica judicial por Vangucrve contendo rpaarou r de passagem, para o que tem dous indicej sendo um geral ea obra de rallante commodos dirija-se ao refeiido Fritot ludo por pieco commodo; na ra nova Capito i ou a Mendes & Oliveira ra do loja de livr0 Vipario 1). i5. *sr Pr preco commodo um ptimo jogo P\RA LISBOA o Brigue Portugnez Jo- de gamoe damas j na roa do Alecrioi .4, acpt'ina lorrado e preg-do de cobre deve sr Por preco commodo urna oplima es- sejuir com muita brevidade por ter parte pmgarda de 2 canos e de espoleta ; ua ira- do sen rs.regamento prompto ; quem quiser i vessa da ra da Florentina . ti. canegarou ir de passagem para o que tem j 9> Um molato bom otticial de carpina exc*Ventes rom modos, dirija -se aos Consi- na roa da Aurora na teiceira casa de 3 an- gstanos Mendes & Oliveira ou ao Capito paulo Antonio da Rocha. PABA OASSU por estes dias sahir o Brigue Biasileiro Jpiter } quem quiser car- regar ou ir de passagem para o que tem ex- cellentes rommodos dirija-se ao Capito Jo- s X-mer Vianna, ou ua ra do Vigario nu- mero 7. C omp r a s _ Urna ou duas pelles do passaro chama- do Canind no estado em que se possa reme- ter para a Europa-, na ra da Alrudega ve- Iba n. 9 """isr A comedia escola de casados} na ra do Queimado loja de ferrsgens D. 5. Vendas tsr Folbiobas para o anuo de 184* : piara da Independencia loja de Irnos ns. 3; e 38 ; na ra do Cabug loja do Sor. ljaodeira ; na ra da Cadea do Reiife loja Ce lorragem D. 4 > d*0 ^n^ Moraes ; e- de- lionte da Matric da Boa vista botica do Sor. Moieira* w Listas gerses dos premios extrabidos na 1. parlada 5. Lotera a favor das obras dd Jgrej&do N. S. do Livramento j na praca da independencia loja de livroa n. 5j e 33. w *fiT Os ann.es da propagago * l' on- e o contit os trabalhos tambera mar- (,ncs doa missuMxria caiholicos, e ouiras ^ilai noticias curiosas dos palias da* 4 par- tala telba O. a ti m dares. cy Uma grande casa com excellentes com- modos ; a tratar no atierro da boa vista loja de seleito. 533" Um bahu grande de amarelo bem feito e por preco commodo ; na ra do Arago loja de marcineiro a ultima do lado viudo da praga di boa vista. t3T Urna porco de caluDgas de barro pro - prios para presepios por serem de di tib en- tes ieitios, no 1 orto das canoas venda de Jos Pdreira, . a3. ar No atterro da Boa vista loja D. 10 , fazendas em pecase a relalho a preco barato , para liquidaqao de cuntas, tsr Uma canoa de carreira aberta pro- prii para carregar familia pois tem assento de palbinha e toda pintada de novo, e um reelijo de boas voies. yy PefU de chitas brancas e de cores fixas a 5ooo j na ra do Queimado loj-a de Carioca & Selle 1). i3. tsr Uma portada completa, duas hom- breiras da rasjo, dous peitoris de jauela, uma sacada de 10 palmos, tudo de cantara de Lisboa ; na ra do Trapiche novo U. 18. tsr Um oscravo de naco saliendo Ira- balhar tanto em masseira como em (orno e he canotiro ; em fora de portas casa u. 2.4 tsr Para fora da provincia uma escrava creoula mofa cocinba engomma lava , e cose 3 na ra do Queimado u. 5. serviro - Ci, Uva engonma e coiioba ; na ra da sen/ala velha D. al no segundo andar. S3T Feij) branco, fradinhi amarelo a gooo a sara batatas a 800 rs. a arroba, se- bolas a 04o o rento sevada a a56o a arroba, bolaxa a aooo dita ; na ra da sentala velha armaiem l). ao. tsr Bichas a 5ooo o cento ; no beco da lingoeta venda de Joaquina Jos Rabello. tsr Na botica da ra d* Cruz n> 3g a verdadeira agoa das Cldas de Gerez ebegada prximamente to efticaz para quem padece do estamago e ligado molestias da pelle e &c. ecaixas cono pspurgantivos de -VIu- rirc to acreditados no Rio de Janeiro, pelos eus bous esuaves effeitos principal- mente para quem sofre ataques hetnorroidaes, constipapoens de ventre molestias de pelle , o que melhor se explicar pelo roteiro que junto se dar. t^ Rap princesa chegido ltimamente de Lisboa na Birca S. do Rozario a aaoo a a libra e a Jo rs a oitav.a; na loja de seriguei- ro na ra do Cabug na quina qu volt* para a ra larga do Rotario. tsr Por preco commodo um sitio em ter- reno proprio a margem do rio cono viveiro principiado olho de agoa doce com (sabida para a estrada do peuedo com varios uten- cilias para levantar a casa nova j nesta Ty- pografia se dir. tsr Um moleque hbil pescador de redi- nha e principio de canoeiro ; na ra de agoas verdes por cima do assougue. tsr Panno encarnado fino proprio para opa ; na ra do cabug loja D. 7. tsr Charutos da 15abi- em porco gran- des e pequea*, por preco commodo; na ra da Cruz I). 4- ssr Farello o mais fresco possivel para ca- vallos a jooo o saco tornando aoo reis pela volta do saco e a bem condecida farinha de trigo das -jiarcas XXXF e XXX a melhor e mais nova que ha em Peruambuco ; na fa- brica de farinha no atierro da boa vista. tsr Para fora da Provincia ou para o ma- to umaeserava que sabe engommar e co- zinhar ; na ra de Hortas D. 55. tsr Dous escravos, e uma escrava de na- code idadede 5a 3o ennos por 750,000, urna molatade bonita figura cosa engom- ma duas escravas de idide de ao aunos , um esenvo bom canoeiro um booa p;i ;en , de idade de i8-annos e dous molaiiohos j na ra de agoas verdes D. 38. tsr A casa lerrea L). 17 da ra do sebo e oulra dita na ra do Cotovello D. 11 ; a tra- tar com o Brigadeiro Antonio Rodrigues de Almeida. ^tsr Os seguintes livros : volumes dts leis do Imperio do Brasil de 10*21 a ifcifo mu- seo universal manual dos Juizes de paz , guias dos juizes de orfos cdigos do pro- cesso criminal mimorias da campanlia de O. Pedro nova guia dos guardas nacionaes, regulamentos das alfandegas revoluco fran- ceza historia do brasil direito natural , compendio de mythologU e as seguintei no- velas arebibo tbeatral o captivo de Fez , Virgiuita e Heitor os effeitos di simpalbia , Nspoleo ou a espada de pao doce o ladro por amor a (brea de uma paixo ou arijo da guarda, o pirata, o novo defunto a constancia de amor, Magdalena ou amante desgranada Fabianaou a torc da amiade, e da virtude odiabo amoroso, coloaba ou avingnga corea o segredo da confisso, Berta ou amante Feliz, ponte dos noivos , engao fatal, amor offendido e viado , Solronimo e Abelard rsssurreico da amor, religio amor e patria o seg> de oasceaCa , ST Queijos londrinhos fiambre batatas oglez-.a . tarda frutas para pastis chegaaas ultirna- meote ; no armazem de Joo Cirroll t Fi- lho na praca da commercio. tss- Um talho com tjdo o aparelho com- peten'e em a Iravtssa d S. Pedro junto a a sobrado da quina onde tem outro talho. tsr Medidas de nmroq-aira de dilT^reates cores numeradas ptfoprias para alfaiite , maquinas mui pequsnase da melgar form possivel para fuer ilhozes tanto brancas como pretos tudo por..'prejo commoda ; na ra noVa loja de alfaiate . ai da M. F. Coimbra, tsr a8 travs de 35 a 40 palmos dd coia- pridoe de 7 a 9 polegadas da quadro un nepro proprio para o servico de cimpa, e uma negra cose cha engomma cozinha , e he boa lav-ideira Recife U. 5. na ra da cadeia do Escravo* Futidos tsr Em Junhode 1839 fugio desta Cida- de um preto creoulo de uome Baato 'gros- so do corpa lamba con panos no rosto . natural do \racaty o qual veio do Ciar na Sumaca Emilia remettilo par Manoei Gao- rio de GouveU a casa da viuva Costa & Fi- Ihos e foi por estes vendida em 28 de Mus dosobredito anna a Jos Vfanios Ferreira , residente em Macau do Ass ; que o o entre- gar ua roa da Cadeia do Recifa o. 4t> rec3' ber 5o.000 de gratificacic* tsr No dia 8 do carrete fugio um prelo de nomo Pedro, e algumas pessoas o cha- mo Joo de idade de 3a annos estatura regular, bechigoso falla nauito desemba- rassada he marojo, e tem signaes muito re- centes de ter sido surrado e os olhos um tanto branco 5 quem o pegar leve a Firmino Jos Felis da Rosa que gratificar, tsr Fugio no dia 3 de correle do lu- gar chamado xico Pinto Ierras do enge- nbo Sicupema um escravo de notne Jase , creoulo de idade de 36 annoj alto prelo, grosso do corpo bembirbido, um tanto a rimada junta da mo tem uns caroco? que dixem ser veias quebradas, pern nariz grosso e os olhos grandes } quem o pe- gar leve ao dito lugar a seu Sor. Luiz Go-. mes Ferraz que gratificar. tsr No da 18 do p.p. ugio do segundo sitio ao p da ponte qua entra para a estra- da nova da Capunga o pveto Bariholomeo, da estatura regular secco rosto descarnado , retinto da cor e eio olhos eocaroisados, parece ser velho representa ter 5a anooi de idade tem alguns cbelo* brancosv ni cabe-' ca e os da barba pretos, he bem fallante, e gagueija algumt caii-.a em se Ihi exigindo resposta tam ni canela da perna direila un chaga e por isso esta parte be mais grosu d> queaoutra, tem alguns dedos de ambos os pes um pouca comidos pareceodo queimadu de sorte que visivelmente se divulg 1 esse d e estontiado levoit calcas de riscado azul e camisa de algodozinho e outra de baeta por cima; quemo pegir levd ao dito tilia qn sjr gratificado. <^ii Uesaparaceo um proto no dia 16 de Oiituoro de nomo Joio de nacao caaabindi, de idads de 40 anuos altura regular pi alguma couza groiSjS ohep do corpo c.i w algn cbelos branco levou calcas de es- to|)i camisa de bljodotiutio cara iugi ris- pada j 1 uzida toi escravo do Paira Felipa que mora no jauga be muito ladino bom pescador do a;to e he de supar qua a Ululo de forro se tenba entroduzido a ti ibi'.h t em jangadas de pescara *, quem o pega:' l-jra ao atierro das 5 poalas fabrica de tabico, qua ser gratificado. itioviuiiito do ^Ji't Uma negra creoula ptima lavadeira , de ade de ao a aa annos ; na ra da seu- amor de un lairo, vi la e amores Idalin. ou os tristes effeitos do ciume Leoaadia ou a innocente victima do ciuine , Valeria ou alma de outro mundo amantes desgracados e outras uiuitus uovelas 5 na ra do Vigirio o. ib. tsr Urna armaco para miudezas ua ra direita por baixo do sobrado do Dur. flisco ; ua ra da roda vend U. 8. tsr li iracas com salitre refinada, sacas com. (arelo barns cuna breu birnca com fanonade trijo ordinaria para cbajieleiro , ua ra das Cruces . 9. tsr Velas de carnauba mui alvos da 6,7 e 11 em libra a iofaJo a a:roba 3 ua ra do Rangol , 7, NAVIOS ENTRADOS i^ OlA 9 Maranho com escala pelo Asa ; 8 das, Brigue Escuna Brasileiro Ca-olma de ix tonel. Cap. Francisco Bernardo de Mata*, equip. 10, carga sal c paltas i a F. VI. Rodrigues & lrmo. ENTRADOS NO DIA 10 Liverpool; g das Cillera fuglet* Enily de 12o toneladas Cap. George Guillet, equip. 1a carga fateudas; a .le. Cu.uo.u & Companhia. SAlilDONOMESMO DIA. Veneza, Brigue lngtez Mtrgirit, C.p. Ricar- do L. carga paite da que trouxe. LVlaranlio, Bngua Escuna Brasileiro Laura, Cep.L.t1'. d* S. Siutos, carga dunrso geuerus, UECIF^NA I'*/*. UE ai. t. U.L.-141 j. |
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