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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04347
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, November 11, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04347

Full Text

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Anno de 1841. Q cinta Feira
--i
Tudo a?or depende de nsratimoi; da nona prudencia, modcr
<;5o, tatrcia : coatinuernoseomo principiamos, asaremos apontadol
ou admiraeSe entra as Nacesmais eulU;
Proclamaeio da sscmblea Geral do Brasill

Sahscrevc-se para esta folha a3ooo por ruartel pagos adiantadoe
resta Tjpogra ta ruadas Cruzes O. 3, ena Praca da Independen-
cia, n. 37 e 38, onde st reeebera correspondencias legalizadas e *n-
nuneioe, nsirindo-se estes gratis ; sendo dos proprios assiguantei,
viudo asignados.
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES*
Qdadeda Parahiba Villas da su preteneo ;.'' \
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem. ; . .f -. ...,. .,
Dita da Fortaleza e Villas dem............... f 3,' btM. "
fJidade de Goianna .....s...............'/
Cidade de iinda ..'.- S 3 Todos os diasl
Villa deS. Anto .. '.... .. ..'... Quintas fciras.
Dita de Garanhuns e Povoaco do Bonito ......... lo, c ? da cada mes
Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Fortnozo, a Porto Oivo. 'i, II, e n dito dito
Cidadc das Alagoas, a da Macei ..... ....... dem dem
Villa de Paja da Flores............ dem 13, dito dita
Todos os Correio partem ao meio dia.

>
PH4SES DA LOA NO MEZ l)tM)\,
Quart. ming;a 5 as i h. e 5> m. da tard.
La Nova a i5 as 3 b. a 6 ni. di man:
Quart. rese.an i as 3 h. e 4# m. da man.
La Cheia a 28-ai 4 b. a la m.da tan!.
Mare. thcia para o dia II de Novcmbro.
As. i horas e 3{ minutos da tarde.
As 3 huras e 18 minutos da manb.
l de NovEMfio. Npm; 2ih. T|
CAMBIOS. ~Novembho 10.
Londres.;;'.;." ig i|i d. porifooocad.
Lisboa ...... 8o a 83 por o|o premio por metal offcretfdM
Franca......3ao rais por franeo. Comp. Veoda.
UR Moeda d6#4oo res, volhas U5oo Ift^oo
Ditas h l4#4oo Ufoo
Ditas delfoooreis, Blioo 8|3oo
PRATA PaUces Brasiiairoi - > - i#6a 1 f640
PezosColumnarios-----------I #610 i|6io
Ditos Mexicanos ------- 1/600 ilbio
Miu.ia.----------*-------i|4ao- i#4to
Diic. da bilb. da Alfandeg r i|8 por loo ao mez. I of0
dem da letras de boas firmas 1 i|> a 1 114
Moeda de cobra 3 por 100 de dita.
DAS DA SEMANA:
8 Segunda S. Severiantio M, Audiencia do Juii da Direito da 1
vara.
9 Terca S. Titeo loro M. Relac'o e and. do Juit de Direito da t
vara.
10 Quart* S. Andr Xvllino. --Aud. do Jais de D. da 3.' vare/
1 i Quinta S. ftlailinho B. - Audiencia do Jais de Direito da 1.'
vara.
i2 Sexta S. Martinln I', ef. Audiencia do J ji da D. da 1. v;
i3 Sabbado Enzebio B. Realas, a audiencia do Juiz de D. da 3J
Tara.
14 Domingo O Patrocinio N. S.
*>
PERNAMBUGO.
CORREIO.
O brigue Mrquez do Potnbal recebe a
malla para o Maranho no dia i3 do cor-
rete as 4 boras da tarde.
PREFEITRA.
Parte do dia 10 do corren te.
Illm. e Exm. Sur. Foi hontem preso no
lugar da Ribeira por um cabo do cor,10 de
polica o soldado do deposito lanicio Ma-
noel, por Ihe ser aprehendido o pardo menor
de noroe Braz escravo de Joanna Rodrigues
moradora no engenho Cutnbe de Cima, o
qual elle quera vender; mandei proceder
termo de acbada que vou remetter ao juso
da primeirs vara do crime para ter o destino
que for de lei e ao comtuandante das armas
envie o sobredito soldado para ser conserva-
do em prizio militar segnndo as ordens a
respeito.
E' o que consta das partes boje recebdis
nesta secretaria*
AN NUNCIO.
D'onlem do Sor. prefeito se faz pelo
presente constar a quetn pertencer que ex-
istem na respectiva secretaria os objectos se-
guintes, aprehendidos pelas patrulhas do po-
licial um garfo grande de prata, um tomo das
ebras do Voltaire em francez, e seis estribus
de lato ; quem aos mesmos se julgar coro di-
reilo comparece na sobredita Secretaria para
Ihe seren entregoes depois d'os justificaren!
perante o mesmo Snr. prefeito.
Secretaria da piefeilura da comarca do Re-
cfe 8 de doverebro de H41 -
Claudioo do Reg Lima,
Glhcial da Secretaria
A cmara municipal desta cidade fz seg-
sao ordinaria boje 11 do corrente.
O Secretario
Fulgencio Infante de Albuquerque e Mello.
Continuaro dos devedores de impostes do
limites ao direito de possuir ? F. haver
quem ne^ue a soriedtde o direito de estabule
cer leis hereditarias ?
Anda rnais quando os individuos abusano
de suas fortuuas quando esbajana seas p-
trimonios ; vemos immedialamente intervir
a socidade declara-l prodig, tirar-Ihe a
a admnistraco de seos bns dr-lhes um
da j formulada em lei foi vardada ,
regeitada mas em fino ja nao lo piuco
vel-o lembrada e estamos que com o cor-
rer dos tempos, a rasio publica a hade adop-
tar e nSo encontrar mais sua aloppo a me-
nor dGculdade : essa idea a de obrigar as
corporaedes de mao-morta a irem converten-
do parcialmente suas propriedades, quasii-
nutilisadas para ellas e para o pair ,' e.n t-
tulos de divida publica.
De certo nao adiaramos convenientes obri-
gar todas s corporaces desta naturesa a es-
sa conversao den tro de um praso fi \ j e peque -
no j pois seria issa querer sacriQ^al-as uo>
especuladares e aos passuidores de apjlices:
a grande quanlidade de predios que teriam
de ser instantneamente vendidos, trari.i in-
calculavel baixa em seos valoras, e verii-
mos reprodusir.se o que aqu j aconteceo
quando se tratou de veuder os bens d.n Je-
sutas. Todava a medida applicaJ com
precisas cautelas, nao teria inconveniente
algum antes ao passo que seria vantajosa
ao estado, nj o serta menos a essas corpora-
ces.
Antes que o demonslteaias, algumas con
sidcraces baque faser j puis sendo arg*
da de injusta e inconstitucional a medida, (que quando em juiso aapoarecesse denuncit
cumnre antes de mostrar suas vantagens, re-jde o havere-n feito perdee esses bans de
pellir semelhanle arguico \ medida o- raii, dividindo-se o seo valor entre o de uno. -
\i lado dessi cod< leraco 'itra accresce
bem que de m^nor vantagem digni de lar no-
tada. Se aciiva ecmjmica se o monte pi
djs servidores |do estado con seas limitados
capitaes tanto tern concorrido pa minter o
prepo elevad > das apolices, e firmar o crdito
deltas quinto nao seria auxilio prestada
a naci pelas requissimas cjrjoraces do
curador: haver nisso oQensa ao direito da; mao-morta que entre ni eJtisteaa, se come
propriedade ?
Se pois anda mesnn o individua nao pi-
de possuir se nao debaxo da condieces e
restrccSes legaes como querer que o direi-
to do iegisaco na possa iatervir no modo
de possuir de corporaees, cuja existencias
mesma pode elle vedar urna vez qua ai a-
ebe nocivas ?
NSoseoppe por tanto o direito de oro-
priedade a que se adopte essi medida; aiola
mais sendo com; , mu tas veses Ilegiti-
mo o titulo pelo qual possuetn essas corpjra-
ces estando quasi todas ellis em contra-
venqja lei e padetido palas penas da lei per-
derem isso que assim p,nsu ::n Ja dissemos
que em 1817 fot probibido s cororic">as
de mo-mortaadqaVr'irem *. por quslq>ier ti-
tulo que I'jso bem de raz e decretado
fende o direito sagrado de prosperidade, ga-
ruutiddo pelo coustituico, disem 01 que a
impugnan, e as corporaces de mo-morta
tem esse direito como os teto os particula-
res ; determinar que ellas nao possam pis-
suir predios obriga-Us a diepor dos (jae
pogsuem clamorosa iojustiga.-
Ese argumento basea-se sobre um prin-
cipio (also as sociedades de mo-morta
nao sao proprietarias como os particulares ,
a naturesa de sua organisacio que pe o que
ciantee a fasenda. Semenbarg de as corporages ce mio-morta tem cmtinut-
doaadjtiir, e nena os zeladjres di fasenda
Publica; nem os pirlicuUrea, incitad s p do
des-jo de se enri (uaeerem ai tem ii".o n.>>
dado. O Brasileiro tem milita probidide ,
mmli dignidade para que queira enri iiieeer
por meio dedeuJiicia ou deUces nao
menos verdade que os legisladores deeri>
mandar proceder ni des "gravo dess a lei e
oue milito generosos seriam se em vez de
por tilas possuido fura da circulaco das desiproprinr as cjrpjracei infractoras, s-
propiedades que as amontoa as mos. de contentassem cora miuiar-liies j'im ven les-
>eus administradoies e assim Ibes po.le<- sern isso que possue o contra n le, < qui
vir a dar immensa ii.lluenria sobre os cidados com prassem o que lejil ue.ile pJSeisem pos-
banco.
Jos Antonio da Suva Vianna.
Antonio Francisco dos Santos Bra-
Curios Manoel Nogueira Campos
Jcse Marques
Jonbson Fater & Comp.
Manoel Ferreira Pinto
Josquim Fereira Fenna
Joaquim Jos de Stixas
Beruaidino Moreira Duarte
Jcse Antonio Ferreira
Antonio Marti;:* Coulo Vianna.
.\ntmio i'ernaniies Velloso
Jcse Joaquim Marques braga
Francisco da Silva boa-vista.
Manoel Jcse Tavaiea
Manoel Juse da Silva braga
Augusto & Mendonca
Antonio Joaquim de Faria
Hey Cbristopbres & Roope
Carlos Manoel Nogueira & Comp.
i aUooo
35Uooo
nao proprtelarto*, isto 6, sabie a mxt parle delles obriga sociedade no cUm-
primento dodever desni conservaco e da
bem estar dos seus sunditos, a v.;iir atteri-
suir.
No se o >pjid i oois a uccessiva conver-
sao dos beutvde rats dis Carporac3's de mj-
morTa em apolices d 1 divi la publica o direi-
tamente nio so na existencia e regulamemos to de propriedade vejamos quintas vault-
dessas corporaces como igualmei.te em su-is i;ens d'abi dimiuaria.u. Lucrariam imen-
proprieuades e no uso que dellas (asem. Nen
essa ideia filha das impresses modernas ,
lbUooo'j no lempo do absolutismo h.ivi ella dom-
cUooo nado e iciluido em nossa legislaco ; abi ve-
mus as corporaces de mao-morta sujeitas cu-
ino a urna tulella constante, obrigadas a (| ,r
talas a umjuiz especial sugeius a (sca-
lisaco de um promotor dos lenduos ecaiiel-
las ; a In vemos j*emibi7, vedar-se-Ites
o direito de adquerir immoveis e at sugei-
ul-tt a iienas consideraveis qud para a
lasenda publica que para o denunciante ,
quando cor violaco da lei adquirissem im-
moveis. Ora, esss determinaces legaes po-
dero ser aecusadas de injusta ? nao de ter-
so essa corporaco ; pir quauto as apatices
da renda pobca coostituem de cert o p- gratado brasil cbegtsse a ponto de ser d inai-
parta de seus espites oteresassetn ni 'divida
publica?- Mis se o fisessem conprometer-
se-iam achir-se-itm expostas a Acareo ar-
ruinadas com umi bineirrot*. ettlamia o
qua sa oppaem a essis medidas e aqu
a opposico para assostsr a essss rorporacfs,
a ver se de seos sustos col he algum frcto ,
represents ja immnente a bmcsrrjta i
desapreciadas, seco, valor al,:un asaptliret
e seu pitritismocbega a panto de apregjar
que' iufalivel a ruina nacional l Felim.ii-
l. nao vemos as cosis p ir lenta lio assuua-
dans ; embora vejamos e Itstiniamis Os mi-
les inmenso que 00S cercara, e mais anda
os que nos amaacam nio n*utn piic em,
que a in tnstria de dia em dia toma rpilo
incremento, em que a agricultura multipli-
ca de da em dia seus productos, riso c'uak
paz em que bistar um anno desoci n
ordem ptra desenvalver ana prdsparijija
que todas os desastres, por.jue havenas \>ii~
I sado nao ten podido se nio demirar non:*
de todo iupeiir quepo le nts re;enr un*
bincarrro'ca Niq. nem mesma qumdo A tie-
Vo a narquica trunpbasse qumio atue'asse
en lodosos -ui nas d> imperu a gderri ci-
vil, qrt nido eutregasse ao saqie d j ca-^e-
listas pira ali nental-Os, totos o cidadioa
ricos industriosos, merecedores em fim de
mtreas de s l 1 ueul >. aiudt assi u uj ha-
veria a com;>leti subversio di sO.'iedide'
11 ia ii iviti omcarroia a uroviJen<9taai(i4a~
ri* nassos exlar^os o dominio di da oa'ji'u
*eru lio e|>)iemeru quj violento e e o bre-
ve se acturia.n eietrisid is as crta-ri^ de qa-
ella ijuvesa r.rivaia o guante di iniae-
na.
ftiounn ban-arrata -n.iasiivel hem
mesmo a Comiguiria pioi SO idioma da upooiii;o con tolas OS atsui
babiis agentes do calibre da ur. AtO.iteiJ-
mu.
E se houvesse urna banst-rdu se o di-
48 U 000
1 u Uooo
ioUoo
I L UOOO
10U000
j o Uooo
3c Uooo
15 Uooo
10U000
15 Uooo
bUooo
itiUooo
looUouo
?Uaoo
ioUnuo
3uUjoo
tr nonio que mais taciiinente po le ser ad-
ministrado ; nao ser possivel com ellas que
o administrador das corparaces por desleixo
ou por detejo de servir a amigas, esbange o
p.ilrimenio que llie be confiada, que nial-
mdopelo vandaliSJiados ctcelislas ; iiaiuei.
da aubversao ger^l escpim,n pir ventur-<
as corporaces demia-miru, propriaUfiaj
do bens de rais s acbar se-iam expaslas a
cataitioalies na cao de seren mieres>a 1 h ,ix
verse e defraude us interesses dos soos ad- divida publica 1 Ueria preciso doaejunecer o
(Continuar-se-ha.)
Os bens das corporaces de mo-morta.
Urna idea vaos pela seguada vez na ses-
sao actual apresentar-se ues cmaras a pri-
ucir vez como um simples dtsiju, a segn-I
to : a.sociedade tem direito de tellar e to-
da a vez que os direitos individuaos podara
o'ender o bem-estar social, callam-se os di-
renos individuaes, desaparecem ante o di-
reito maior e mais sagrado da sociedade.
Formis resgeitatel que de va ser, no in-
teresse da sociede tanto ou mais do que no
do individuo o direito de propriedide ve
mos que aiuda nao tem elles tal plenitude e
lauta extenso que se -.jos i tornar nocivo.
As leis da diusu beredilaria o que sao sena)
nistrados: a liscalisjca distes sena tj faeit,
lo claras as comas que de cvrio veriam em
breve seos patrimonios nao sti desetnperitn-
dos como cousideravelmeute avultanda de an-
uo a anuo. Lucrarla ignalraeiile o estada, pir
q jauto asoperaceS de (i)o -marta sa perl-
inas administradoras, f asead ia mraensas ,
quepouuem, nijrendem a metade do que
fjoieiiam render : iuuunliilo-se pus avul-
tadjs c.pities, a jnculturi nao pideria
tomar, o cammercio uaa aclia a qnuilidadd
ti; productos qiu poleri adiar, s rend-
uieutas nacionaes iguilmeute pideceiu. Se-
porem um particuttr, .neressido por si e
par seos blbos ; o proprietaria dessas lasen-
das, veremos apparecer lodos os estimulo
do trabho; toJo os ssjj Lluc leiulls-
djs
s
espirito devoradar da dem ig ifju, Sena mis -
ler despreser os exemplos d is outras n icn
para nao reconnecer que ellas Ssriio as pn-
meiras perseguidas, as pri cairas osliulludis,
sendo euto su s immeusas propraisdes o
maior incentivo dos dO amadores em quin-
to que se so (ij-nuissea ttulos da divida pu-
blica nj dan la elles as otilas nem pro-
vocan lo a coluda, leara >u>u probibuiiads*
de escapar a geral coutlagraoo.
iN ida mau diremos. a medid 1 da conver-
so nao fui appravad pela ca aara j tem o
lasiiraaraos ; pnsiiaoesi.ua sulli iienleraeaiei
meditada nao linlu as reiilvaf e caUlU-'
necessarias pira uaa serera sierdicadas aa
corporaces de aa-nona ; mas m fi n o n
ioi que se apicsmiusseessa ide ; jareMia
entregue aedilaco pal)lt>a, e da rir 4
m




fcARlo bg i8MnBco
1

*
qoe feralrrente reccnbecidas suas vaota>
gen. do irbe mais cppositores, e leja con-
vertida cm le,
(Do Brasil):
CONVENCO
Entre o Brasil e Portugal para pagamento
dan rfcUn*6Vs lionidadas relaconmissao
mixta Brazileira e Forltgueza eslslelecida
nesta corte.
Em neme da Santissim e indivisvel Trin-
dade.
Convindo P'ra execuao do artigo segur-
do do decreto de vntee cinco de setembro de
mil lcenlos e quarenta pelo qual Sua Ma-
feslade o Imperador do Brazil sanecionou a
esoluco da asamblea geral legialaliva acer-
ca do psgan-fnto das reclame toes liquidadas
pela ccmmisso Mixta Brazileira e l'o tu-
guea estabelecida nesta corle ero virtude do
artigo itavo do tratado de vinte e nove de as
goslo de mil oilocenloa e vinte e cinco entre o
Brazil e Portugal, que os dous governos se
entendi sobre o encontr das quanlias que
bao de ser pagas por cada bum delles : e leu-
do Sua Magestade o Imperador do Brazil e
Sua Magestade a Bainba de Portugal iguses
detejos de evitar qoaesquer .ollises oudu-
vidas que posio suscitar-se entre bum
e oulro governo llxando desde j a conclu-
so oeste negocio, e ebrigando-se c ado bum ,
pela porte que Ibe tora eos inleressados
respettivos por meio de estipulares conveni-
entes resolverlo nomear para este fim os
competentes plenipotenciarios a saber : Sua
Magestade o lroperadoo ao illustrissimo e
fxtellenlissimo senbor Aureliano de Souza e
Oliveira Coulinho do seu cooselbo, gen-
tii-hcmr tu da sua imperial cmara desem-
bergator da relac,io do Rio de Janeira ca-
valleiro da ordem deCbisto, gra-cruz da
ordem de Leopoldo da blgica ministro e
secretario de estado dos negocios estrangeiros, i
t so tenbor liento da Silva Lisboa do seu
conseibo, commendador das crdens de Claris-
lo da Legiau de Honra de Franca e de
Leopoldo da Blgica fhcial-maior da se-
creiaria de estado dos negocios e>trangeiros !
e Sua Alegestade a Kainba de Portugal e
Algarves *o senbor Hdelfouso Leopoldo
Bayaide cavalleuo da ordem de Ctuisto ,
e a-romeiidador da de JNossa Senhora da Con-
ceico cavalltuo do numero da ordem de
Carlos 111 em Hespaoha crucial da ordem
de Leopoldo na blgica commendador da
segunda classe n* ordem da Casa Ducal Saxo- |
na Ernestina do conseibo de Sua Magesta- j
de Fidelissima e seu enviado extraordinario
emiuislro plenipolenciaiio junio de Sua M.i-
gestde o lmperdor do Biazil. Osquaes,|
oepois de trocaren os seus plenos poderes, |
que acLro em boa e devida lorma convie-
xo nos arligos seguinle :
Ait. i. Sua Magestade o Imperador do
Braiil se obriga a saslaser a sua Magestade
1- idelissima na especie abaixo designada ,
a quenlia ueiessaiia para pagamento as re-
clamaiea des subditos portugueses apre-
eentaHas comniisso Mixta Biazileira e Por-
tueueta que ja estiverem liquidadas, ou
cuta liquioaco se acbar agora pendente, de-
clarando desde j destinada para este im,
a somma de oitocentos quarenta e quatro eoli-
tos oilocentos quarenta e cinoo mil quairo-
cenlos quarenta e hura reis.
Art. 2. Sua Magestade Fidelissima por
sua parte se obriga a satisfaxer a Sua Ma-
gestade o Imperador do Br. zil a quantia ne-
cessaria para pagamento das reclamaces dos
subditos brasileos na lrma mencionada
no artigo priiueiro declarando desde j ,
para esieefleilo destinada a somma de du-
zenlos oitenia e tres con os novlenlos e dez
mil seiscenlos e dezesele reis.
Art. 3. Cada huma das duas altas partes
contrallantes a vista dos ttulos legaea que
apresenlarem seus proprios subditos relativa-
mente s sommas liquidadas pela commisso
mixta lb'as iar pagar dentro de bum anno,
contado desde o dia da troca das raiificaces
da presente convenci dassommas que pa-
ra isso esto destinadas nos dous arligos ante-
ceden tes*
Art. 4* O governo de Sus Magestade o
Imperador do brazil reservar em seo poder
a quaiilia de duzenlos oilenu e tres conlos
novecentos e des mil seiscenlos e decesete reis
que, pelo artigo segundo deveiia ser-lbe en-
tregue pelo de Sua Magestade Fidelissima
pait ser deduzida aa importancia de oitocen-
tos quaienta e quatro ionios oilocentos qua-
senta e cinco mil quairocenlos quarenta e
bum reis que este havia de receber na con-
f ormidade do artigo pritteiro ; Brando bem
expresssmente e ntendido e declarado que ,
em virtude da applicaco desta parcella, o
governo de Sua Magestade Fidelissima ser
obrigadoa satisfacer dentro no prazo mar-
rado no artigo 3. terreiro, o numero de recla-
maces perleurentes a subditos portugueres,
que corresponded quantia deduzida.
Art. 5. A somma marcada em virtude do
artigo juarto ser distribuida pelo governo de
Sua Magestade Imperial a seus proprios ub-
diios em pegamento das reclamncces que
licrrtm sido julgadas pela romn>iso mixta ,
e cuja saiisfaco estiver a cargo do goverLO de
Sua Magestade Fidelissima i tecluani'o-se
esse pnganeuio dentro de bum anuo depois
da iniili'Hio da convenco.
Art. o. lJara completar o pagamento das
reclamaces portuguezas alem da quantia
que pela dispusicao do artigo quarto da pr-
senle comeiico fica em poder do governo de
[Sua Magestade Fidelissima i-eilhe-be entre-
{ gue pelo foverno deiua Magestade o lmpe-
\ rador do fcrazil a quantia de quinbentos e
sessenla con tos novecentos Irinta e quatro mil
oilocentos e viule equatro reis em duas pres-
Uies d:.s quaes a primeira ser remellida
na noca das ratilicaces e a outra
seis metes.
Art. 7. Estas rmessss se veriGcar por
roci de letras dotbesouro do Brazil paga-
veis a seis nove e doze mezes depois de
leita a rrducco da moeda neceasai ia segundo
o cambio do dia. E o governo portugus sa-
lisfai por inleiro todas as reclamaces de
seus subditos as quaes por esta convenci
tica o a seu cargo quer em dmbeii o quer
em letras ou como coro elles se convencio-
nar ; comanlo poni que sejao embol-
sados comas alteracts que exigir a difieren-
ca do valor do meio circulante nos dous pa-
ses ns poca das remessas e dentro do prazo
do artigo i. Desta nesma manera o gover-
no brazileiro satisfar a seus proprios subdi-
tos as reclamaces a que ora bea obrigado ,
na conioroiidade do artigo 5.
Art. t. A Commisso Mixti Brazileira e
Portugueza estabelscida nesta corte em con-
m"juencia do tratado de 29 de agosio de iti5
Gudat os seus Ir.baliius seis mezes depois da
troca das taiihiaies da piesenle conven,u ,
em quanto as reclum ligos ce 7 do relee ido iraludo. Ella torne-
cer a cada bum dos governus huma lista 110-
miual das reclamaces com declaraio das
sentencas pelas quaes foro julgadas e pas-
sai aos iuteressados certides em forma para
seu titulo com a conta respectiva da liqui-
daco edo juro al odia da entrega. Estas
sentencas e os documentos instructivos sero
depois entregues aos governos que bzerem os
pagamentos aun de nao podere n appare-
oer debaixo de qualqner outia natureza.
I Arl. 9. O governo de S. M. Fidelissima
l loaar as disposices necessarias pera que os
! credores das reclamaies portuguesas a seu
1 cargo residentes no lirazil antes do dia em
, que i'or assignad* a presente convenco pos-
i sao receber as quanlias que por tal motivo
Ibes periencerem buma vez que apresentem
os ttulos exigidos pelo art 8.: essas quan-
lias sero deduzidas das remessas que o go-
verno de S. M. o Imperador tem de lazer ,
em conlormidaue do artigo 6.
Art. 11. Pela sua parte S. M. o Impera*
dor do Brasil mandar tambera entregar em
Lisboa eos credores das rec'amaces brazilei-
ras a seu cargo que residirem no reino de
Portugal, em letras do tbesouro do Bio de
Jaueiro quaesquer quanlias a que pelo in-
dicado motivo posoo ter direito debaixo das
mesmas condicesdo artigo antecedente 5 h-
; cando bem e ntendido em ambos os casos que
qualquerdos dous governos se consideraro
obrigado ao pagamento pela qualidade n o-
' rigem da recUmato sem aliender dille-
renfa que nossa liaver em a naturalidade ou
! lu o do individuo em cujas mos ella se
I acbar.
Art. l As reclamaces comprehendidas
nos arligos o j do tratado de ao de agos-
to de 185, que actualmente se acbo em
processo de liquidafo perante a Commisso
Mixta brazileira e Portugueza e que se li-
quidarem dentro do lempo fizado pelo art. 8.
desla convenci sero pagas pelos governos
a que perlencerem segundo os principios nel-
la estipuladosa E mostrando qualquer dos
dous governos por buma conta autbentica ,
que as sommas outorgadas pelos artigos lea
lem sido consumidas nos pagamentos j feitos,
Ibe ser entregue pelo outro a quantia que
laitar, com tal 1 eciproctdade que fiquem com-
pletamente salisieiia por buma pjrte e por
outra as reclamaces julgadas a favor dos res-
pectivos subditos pela meucioatda commisso,
at o termo profizo do seu acabamento. Fica
porta bem entendido que verificada a fal-
la de fundos de qnetrato os artigos antece-
dentes ambos os governos bratileiro e por-
tugus recorrers s opinaras legislativas para
! serena habilitados a fazer os respectivos paga-
mentos*
Art. i2. Esta convenco ser ratificada,
e a troca das raiificaces effertuada dentro de
seis mezes oumaiscedose fr possivel.
Em testemunbo do que us abaixo assigna-
dol, plenipotenciarios de S- M. o Impera-
dor do Brasil ede S. M. a Raoba de Por-
tugal e Algarves, ero nrlude de nossos res-
pectivos plenos pTderes assignamos a pr-
senle convenci e Ibe Gzemos por o sello das
nossas armas.
Feila na tidad do Bio de Janeiro sos 4
das do mes de dezembro Jo anno do nasa-
ment de Nosso Senbor Jess Cbristo de i64o.
- Aureliano de Sousa e Oliveira Coulinho.
- Bento da Silva Lisboa. Ildefonso Leopol-
do Bayard.
Rali6cacao da convenci.
E sendo-me presente a mesma convenci ,
cujotbeor fica cima inserido e bem visto* con-
siderando e examinando tudo o que nella se
contem ; tendo ouvido o meu cooselbo de
ministros a ratifico e confirmo assim no
todo como em cada buma das suas clausulas
e est putar oes, e pels presente a don por fir-
me e valida para haver de produzir o seu
devido entilo, prometiendo observa-la e cum-
pi i-la inviolavelmente e faze-la cumpnre
observar por qualquer modo que possa ser.
Em lestemuoho e firmeza do sobredito fiz
passar a presente carta por aiim assignada e
sellada com o sello grande das minbas armas ,
e reierendado pelo meu conselbeiro minis-
tro e secietBiio de estado abaixo assignado.
Da da no palacio das Necessidades aos li
das do mez de marco do anno do nascimento
de JNosso Senbor Jess Cbristo de i84r.
- Raiuba com guarda. Rodrigo da Fonsecj
Magalhes,
E m 11 Jo-nos presente a mesma convenco ,
cojo ibeor fica cima inserido e sendo bem
visto considerado e examinado por nos tudo
oque nella se contem tendo ouvido o nosso
ccncelbo de ministros a approvamos rali-
Cea iros e confirmamos assim no todo como
em cada bum dos seus arligos e esiipulaces ;
e pelo presente a damos por firme e valiosa
para sempre prometiendo em l e palavra
imparcial observa-la e cumpri-la nviolavel-
meote, e faze-la cumprir e observar por
qualquer modo que possa ser*
Em testemunUo e firmeza do sobredito fiza-
mos passar a presente carta por nos assigna-
da passada com o sello grande das armas do
imperio e referendada pelo nosso ministro
e secretario de estado abaixo assiguado. Da-
do no palacio do Bio de Janeiro aos i4 das
dortez de agosto do anno do nascimento de
INosso Senbor Jess Cbristo de 1841.- Im-
perador. Aureliano de Souza e Oliveira
Coulinho.
Os abaixo assignados tendo-se reunido para
procederem troca das raiificaces da cveoco
concluida e assignada nesla corte em i do mez
de dezembro de 1840, entre o Brazil e Portu-
gal com o fim de se eectuar o pagamento
das reclamaces liquidadas pela Cmisso Mix-
ta Brazileira e Portugueza estabelecida nes-
ta corte em virtude do artigo 8 do tratado
de ao, de agosto de i8a5 entre as duas naces,
apresentio os instrumentos das ditas raii-
ficaces sendo a de Portugal em data de i5
de marco do presente anuo e a do Brasil em
4 de agosto de 1H41 que foro trocadas,
na turma do costume nesla secretaria de es-
tado dos negocios estrangeiros. Palacio do
hio de Janeiro em 19 de agosto de ib'41.
- Aureliano de Souza e Oliveira Coulinho.
.- Ildefonso Leopoldo Byard.
(Do Jornal do Coromercio.)
Correspondencia.
Snrs. Redactores.
Lendo o sen Diario n. 941 de 5 do corren-
te, ficamos pasmados quando deparamos
com huma correspondencia assignada pelo Sr.
D. Kootb na qual com a maior onsadis e
sem ceremonia este Sr. Uza de falso o diplo-
ma em que o Dr. B, Brandreth nos autho-
riza a vender en Pernambuco as suas pla-
las, como declaramos no nosso annnncio de
5 do correte ; e s a convieco que temos ,
de que o Sur. Knoth nao soube o que sobes-
creveo, nos inhibe de cbamaUo a responsa-
belidade legal pela injuria que nos irrogou.
He com e'eito admiravel a razio que d o
Snr* Knoth da falsidade do nosso diploma *
qual vem a ser ; que se o Dr. Brandreth
tivesse incumbido a Boticario ou Dr. algn
a venda de suas punas debaixo dessa capa
elles fabricariio pilulas de sua ooroposicio ,
e as venderio por verdadeiras. Om Srs.
Redactores >be cora semelhante raciocinio ,'
que o Snr. Knoth quer contestar a aulhenli-
cidade do diploma em questo assignado pelj
punho do Author reconhecido pelo Vice-
Consul Bruslairo, residente en Boston e
sellado com as armas do dito Vire-Consula-
do ? Nao v o Snr. Knolb que se a razo
da falsidade por elle dada prevaiecesse se-
guir>se-hia que s o Or. Brandreih pode-
rla vender as suas pilulas pois que qual-
quer a quem elle incumbisse a venda das
ditas pilulas se nao soubesse. fabricar ou'.ras
semelhanles poderia ter algum Dr. ou Bo-
ticario amigo que soubesse i
Snrs. Redactores os ab.xa assignados sao
incontestavelmente agentes do Dr. Brandreth
nesla Provincia para a venda das suas pilu-
las como se prova com o diploma e a res-
posta do Sor. Forster & Companhis abai-
xo transcriptos ; e pelo mesoao diploma se
v que aquello que nio tiver igual autbo-r
risaco nao pode vender as ditas pilulas ,
e deve de ser considerado como bum agente
ou sob agente que vive de roubar, o d-
nbeiro e a saude daquelles > que por sua des-
grava oelles se Gao.
Sirvo-se Snrs. Redactores, de dar bum
lugarzinlio na sua bem conceiluada folha a
estas mal trabadas linhas em quanlo ancio-
zos esperamos pelos documentos, que o Snr*
Knoth mandou buscar aos Estados Unidos j
e entio ajoizar o Publico de quo lado est
a impostura, lenle 9 de Novembro de 1841a
Saisset & C.
Pernambuco 5deNovembrode i84r.-
Illins. Snrs. Henrique Forster & C. Pa-
ra nos defenderde buma injusta increpaco
que nos faz bum tal Kenoth, residente nes-
la Cidade torna-se iudispensavel, que Vms.
nos declare ao p desla se o diploma do Dr.
B. Brandreth que nos cedera he ou nao
do dito autbor e que por meios Vms. obii-
vera o que muito obrigar* Seus vene-
radores e obrigados.
Saisset & C.
Snrs. Saisset & C. Em resposta a
sua carta nos dirigida com dala de boje 5
de Novembro temos nicamente dizer Ibes
que o dito diploma be do Snr. Dr. 13. Bran-
dreth e que foi-nos remetlido pelo Sor.
Vice- Cnsul Brasileiro residente em Bos-
ton cojo certificado, sellado com o sello
daquelle Vice-Consulado vai escrito no verso
do dito Diploma. Novembro 5 de i8ii.
Henriq. Forster &C.
CERTIFCATE 3 iotended as a GUA-
RANTEE.to the Peopleof ibe Uoited Sutes.
That Mess. Ssissett & C. of Pernambuco is
my Agen!. For The Sale Of. Beojn. Bran-
dretbs, Vegetable Universal Pilis, For the
term of One Year from tbe Engraved date
bereof. A nd to secure the publie more ef-
feciually from counierfeit Medicines purpor-
ling to be manofactured by me. Tbis Certi-
fcate will be renewed annually : Herefore ,
no one is myAgent unless becan produce this
qualGcation, subscribed in my own band
wriling sealed witb my Family Arms end
dated witbin tbe iwclve montbs next prece-
ding. Given at my frincipal Office, %\i
Broadway in the Cityof Ntw York, tbis
first doy ot May One Tbousand eigbt bun-
dred ana Forty one
B. Brandreth, Md.
Reconbeco verdadeira a' assignalura
re ro de Benjam in Brandreth Medico e fei-
tor das Pilulas Vegelaes Universaes ; e para
constar onde convier passei o presente que
assignei e seliei com o Imperial Sello deste
Vice-Consulado do Brasil em Boston*
Arch. Fosler, Vice-Consul.
heg. Liv. 1. fl. 17,
Noticias istrangeiras.
CHINA.
O Bombay Times Extraordinaria em dar
ta de %i do mez prximo passado uos pare-
seota noticias da China at ai de Abril, tra-
zidasa Madrast pelo navio Vansittart. Nao
est anda definitiv ament terminada aques-
to da China ; estes tem permitiido algum
commercio com aquelles mas pagando os
primeiros mu altos direitos e sem adoiii-
tirem genero alguna em troca dos seus '|uC
nao sejam patacas. O Imperador da Cbin*
em seus Decretos se nostta mewraTel conir*
i


^



-
diario de NRNA^neo
3
os Inglezes; entra outros acbamos o seguin-
le que transcrevemos.
[DECRETO IMPERIAL;
Para a execnco de Keaben.
Aos 8 da terceira Loa ( 3a de Margo de
i"4l ) ee receberam Crdens Imperiaes do
theor SFgninte :
Parece que os barbaros Inglezes, send >
perversos e rebeldes se lera hostilmente a-
prcximado aps confina da Gidade (de Canto),
e lio altamente ultrajado todas as lea j que
tem provocado a indignaco tanto dos Deuses,
como d>s horoens o que nao poder tolerar
oCeo Imperial. Chegou Corle ucn Docu-
mento cfficil no qual elles ( os Inglezes )
fe representam roxo pedindo submissamente
a paz; mas mui difhciJ alteude-los cot
brandura ; e como elles tem sido to extraor-
dinariamente desobedientes agora jranos ,
que nao prevalecer se nao urna das duas (ir-
revccavel exterminio de urna ou outra das
partes contendoras ") l Poubam j portan lo ,
Yibsbiu Lung Yaonag Ho E, Ling, e
Tang promptas oossos tropas e muito de-
cisivamente acabem tudo nao consenlindo
que un nico brbaro possa voltar salvo sua
patria. E eu o Imperador farei prem
armas um grande exercito para que desde o
ISorte nos os possamos exterminar deslruicdo
seus ninttos e covis [ na Inglaterra e na lu-
dia ] cortando assim o ramo e as raiz.es e
nao ibes dando um p de terreno para des-
ta sorteabrandar miaba Imperial indigna-
do. Kasben tendo nido peilado e assolda-
dado nossas tropas ( para se oo balerem ) ,
ordeno, que elle sejn immediatamente cor-
tado ao meio pela cintura ; e todos, que por
emeio o acompanbavam sejam grandes ou
pequeos seus prenles e todos, que Ibe
pertencem com os que com elle tractam, se-
jam iiidistinctameote decapitados. Soffra Pa-
outsung que trai$oeiramente estava combi-
nado com os Ingleses neste negocio, uaoa
aci te lenta e ignominiosa sendo-lha sepa-
rada dos ossos a carne em pequeos pedacos,
e seja o seu paiz natal tornado inculto na cir-
cunferencia de cem bracas, e sejam seus p-
renles' senienceados a degredo.
Sejam es penuas de pavo arrancadas do
brrele de Yikshan pela sua imbecilidade e
demora em avancar com as tropas } perca
Lungwan dois graos de distincgo, e seja
Yong-fang privado da verdaderamente bra-
va dignidade de lLw. E seja todo o Ofhcial
da Piovibcia de Canto Superior ou Subal-
terno privado do seu posto al que se pu-
rifique do seu deli.'to por acedes .valorosas.
Respeitai este.
Co'.legio Portuguez em Franca.
Com muito grande satisfaco annunciamos
aos veidadtiios amigos da bonra e gloria dos
nossos Portuguezes residentes nos paizes es-
trangeiros que no dia la de Agosto teve
logar no Collegio fundado e dirigido pelo
nosso compatriota o Dr. Jus da Silra Tava-
res ( Fr. Jos da Sacra Familia ) em Fon-
tenay-aux-Roses suburbios de Pars a in-
teressanle ceremonia usada em Franca da
publica e solemne distribu jo dos premios
conferidos aos alumnos que mais se dislin-
guiram por seu rom portamento applicato ,
e progressos no anuo leclivo de i8.jo a 1841.
A pesar do mo dia que esleve all concor-
reram juntamente com os pas e mis dos a-
lumnos Francezes nao t quasi todos os
Portuguezes e Brazileiros de distineco que
se achaca em Pars mas outras n uitas pes-
soas uotaveis do Pars e de seus arredores, at-
trabidas pela superior reputaco de que vai
gosando aquelle eslabelecimento na capital do
mundo civilisado. Foi presidente do acto e
distribuidor das coroas de louro o veneran-
do Decano dos Inspectores Geraes da Univer-
sidade de Franca Mr. L. G. Tailefer mui-
to particular amigo do Fundador. Espe-
ramos posiuir em breve o programo im-
prtsso desle pomposo acto que tanto con-
corre para excilar aemuiaco da mocidade
estudiosa. Todas aa pessoas vindaa de Fran-
ca depois de lerem visitado e examinado o
Collegio de Fontenay aux-Roses e que sao
i em muito grande numero tanto de Lisboa,
como do Porto, e d'outros muilos pontos do
nio nao se cancam de Ibe fazer os maiores
elogios e accrescentam, que do mesmo mo-
do uellts iailam as familias Francesas, que
o ion hetera dando disto prova incootestavel
i> verem-se all j alumnos das mais altase
Ilustres familias de Franca*
[ Do INacional de Lisboa. ]
LOTERA DO LIVRAMENTO.
Amanba ta do correte, das 9 lacras as
a da tarde ter lugar o pagamento dos bi-
Ihetes premiados da i. parte da 5. Lotera
do Livramento e continuar nos dias i3 e
15 j e dahi por diante as qoartas e sabba
dos na caza da residencia do Thezoureiro I tsr Aluga-e o primeiro andar da caza da
to aceio e perfeieo ; e bem assim ensaboado ;
dirija-se a Boavista ra do Rosario larga ,
D. 17 lado do poente, confronta ao so-
brado do fogueteiro.
no Patiodo Hospital do Paraizo,
LOTERA DO THEVTRO.
Os _Bilhet.es da a. parte da refeiida 7.*
Latera, cuj-as rodas ando impreterivelmen-
te no da ?6 do corrente achao-se a venda no
brro do Recife na3 lujas dos Sars. Manoel
Goncalves da Silva, Vieira, e Gregorio An-
tones, Cambistas ; e no de S. Amonio em
as lajas dos Snrs. Meneze, na ruado Col-
legio; Guerra, na ra nova 5 e Bastos na
Pracinha do Livramento.
LOTERA DE N. S. DO ROSARIO
BOA-VISTA.
DA
A meza regedora da Irmandade de N. S.
do Rozario da Boa-vista i tem determinado,
que corra impreterivelmente as rodas da
1.* parle da i. Lotera no dia 39 do
comente : os bilhetes acbo-se a venda nos
seguintes logares ; no Recife na da Cadeia,
loja de Cambio do Sor. Vieira em S. An-
tonio ra do Collegio loja do Sr. Menezes J-
nior : ra do Cabug botica do Snr. Joo
Vloreira Marques ; e na Boa-vista loja do
Snr. Rapozo ra do atierro.
ra das Crur6s D. it : a fallar no segundo
andar da rnesma caza.
V& Queru annunciou no Diaria da 8 do
corrente, querer fallar a Tneoilo Joze de
Lemos, p>de iirigir-se a ra da Moeda 00
rmaseos de couros,
53F* Arrenla-se um sitia muito gra-nde ,
com muitas fructeiras, e boa casi para sr-
morar : que.-; o pretender dirija-ie ao mes-
mo sitio em Santo A astro.
try Aluga-se um soto, proprio para
familia, ou hornera soiteiro: nesta Typj-
grapbia achara com queao. trat 835" Perdeu-se no dia 9 da corrrente palas
5 horas da tarde urna carteira com os papis
seguiotes urna ordem de Manoel Fraocisco
Puntes de ia6U rs., e a outra dita do Aju-
dante Gama da quantia de 46 mil e tantos
rs., urna letra de a8,8So rs. de Antonia Le-
andro da Silva e mais contis e papis u-
ma de 31 ao assignada pelo devedor e outra
com reciba de daz mil rs. por ordem de Joa-
reapectivo Thezoureiro
, como be de esoera p
de sua honradez e prohijada ,
achar prevenido t
SOCIEDADE APOLLINEA.
A Commisso Administrativa convida
aos Snrs. Socios a reunirem-se boje (11) do
corrente, para consumadlo da discusso de
Estatuas.
Avisos Diversos.
Affjnco S. Mirtin, est com nova
loja Franceza no patio da Matriz de Santo
Antonio, caza terrea D. 8, tem, aleiude
mutas outras faseodas francezas que agora
chegro por este ultimo navio viada de Fri-
ca 5 chapeos de muito bom gosto para Sa-
uharas, e bous challes de seda tudo na ul-
tima moda como se ver nos figurins mais
modernos, os quaes se mostrars aos com -
pradores *, tambem tem boas sedas para ves-
tidos meias de seda pretas e brancas "Juras
sem dedos de todas as cores, botinas para
Senboras do gosto mais moderno cpalos de
lustro e de marroquim de lodas as cores para
Senboras boa agoa de colonia os frasqui-
nbos de reine des Beurs a 44 rs> s fiascos
grandes a 144 rs- ^oaa selins com apare-
lhos e sem elles a preco commodo, fundas
para quebradoras de homens, tanto de urna
verilha como para as duas caivetes supe-
riores tanto para algibeira como para aparar
penas, marroquins de todas as cores a i44
rs. a pelle esporas de todas as qualidade ,
boos sedas filas e flores para chapeos de Se-
nboras tudo a um precinbo tal que nao de-
sagradar as amadoras e amadores
cr Da Boaviagem no sitio da Cruz desa
parecero duas voceas e urna novilha com
os signaes seguintes sendo urna dis vaccas
preta com as pontas dos chires toradas ea
cauda tem os cabellos aparados, grande, e
com marca na orelha ea outra laranja ,
e basiante grande tem as orelhas grandes e
redondas tem osolhos azues, e a cauda se-
parada sera cabellos, tem marcas de carrapa-
to pelos peitos ; a novilha tem os signaes se-
guintes caslanba com as pontas grandes ,
focinho preto e a pona da cauda tan bem
preta : quem souber destes animaes, dirija-
se a ra d'Agoas verdes . 1 a que ter 5oU
rs. por cada cabeca.
tsT* Precisa-se de 5oU rs. a juros sobre
penhores de joias sendo por 4 mazes t an-
nuncie.
sjsv No armasem N. 118 da ra do Amo-
ro t existem duas cartas vindas da liba de
S. Miguel, para a Senhora D. Francisea
Bbianna da Conceico.
^> A a 5 de Outubro p, p, desapareceo
um escravo de nome Mariinbo creoulo de
idade ao aonos, estatura regular secco do
corpa cara comprida sem defeito algum ,
pernas compridaa ; clhcial de capateiro, e
de lodo o servico de campo entende ; foi ves-
tido de calcas pretas d'algodo transado de
listras e carniza d'algodo transado jide
novo e chapeo de palha ordinario tambera
novo, os apprebendedores levem-o a Olinda,
ra de Guadelupe ;\. ti, que serio genero-
samente gratificados.
(uem precisar de roupa engommada ,
tanto de Senil ora como de hornero, com mui-
quim Pedro e urna sedula emendada ; ad- procurado,
verte-se aos Srs. que nao paguem estas or-
dens ; letras, e contas senao ao abaixo as-
signado ou ao seu csixeiro Lino Pereira da
Fouceca ; e quem & achau queira por obze-
quio levar na rua Nava . le i4> quese-
ra bem recompensada e ihe ficar ohrigado
Antonio Ferreira da Costa Braga.
tST" Dr. Jote Eustaquio Gomes, raudou
sua residencia da rua Nova para a da At-
ierro da Boavista, cazan. 9, lado direilo
vioda da ponte.
S3ST A pessoa que annunciou querer a'u-
gar um negro ou um moleque pagando
de> mil is. por mez e sustento ; diriji-sea
is'o j 1 sa
pessoa que tiver a ludo
dita <>ariera ; querenda restimilla fielmente j
dirija-se a rua ireita segn lo andar d > cazi
oonfronta a botica que foi de Igaicionerv
que ser gpoerassmen!- r$ratiQcada.
Jora Machado Freir jkreira di Silva.'
sST Rog-se ao Sur. Mainel da Caldas
Brandan, viudo a semaoi passadi d* Villa
\ 1 Pilar pin esta Cid de queira annun-
ciar pelo prola onde est arranchado as-
sim C)nio ro.ji-sa a qualquer pessoa qua o
liver visto qiiiri declarar, pais suppasm-se,
le o dito Cillas and 1 m ilu?o a vagibun-
do par et Cidada : e com r;to ranita oori-'
gara a um que se inleressa em saber noticias
da dito Caldas.
SSs^ Preciza-sa alujir urna caza no biirro
do Reciie com commi lis pira homem sol-
teiro ; quem tiver annunen.
*" Aluga-se dous andares do um sabrada
sito na rua do Amor i m.. a tratar com Carnei-
ro alonteiro em sm Preu;a.
tST Quem precizar de um csxeiro portu-
guez o qual jaba 1er, ecrever e cantar, e
d fia Jor a sua coaduta aanua^io para ser
rua u Queimado D. lo a. andar que ahi
achar com quera tratar.
CJT As pessoas que fizer&o o favor com-
prar bilhe:es da rifa do Forte pianno, quei-
ro levl-os aonde comprara5 para recebe-
real o seu dinheiro visto oo correr dita
rifa.
S3T Engoman-se com todo o asseio e per -
feico, toda a qualidad^ de roupa e por
precio commodo : na rua do Padre Florian-
no D. 14.
?3B" Quem tiver letras vencidas j ou por
[vencer, pertenceotes a Luis Fnms.-e Cor-.;
reia Gomes e queira com eU*s fuer a'gum
negocio ; dirija-se a botica d Brandio uat
rua Direita q' quem as que'ra, pagauio a
dinheiro a viso.
I3r~ Da-se 005,' ruis a juros sobre pinto-
res de ouro ou prata ; quem quiser diri-
ja-se a esta Tya, qua se dir.
E27* Preciza-se falUr con o Snr. Antonio
Joze Fernandes de Carvalho ; para negocia
que Ibe diz rospsito : na ru 1 do Queimado ,
loje O. 3 lado da poente ou auuuacie sua
morada.
- Dezipareceo no dw 9 do crrante uai
menino branco de i lude de 7 para 8 annos ,
levou vestido carniza de cambraia toada-,
as ordens de bicos na abertura calca de bro
pardo jaqu de franqu-lin cor de vinho ,
chapeo preto julga-se ter perdido quando
foi para a escola ; a pessoa que delta souber j
leve-o a rua de Ortas ao p da sobrado do Sr,
Almeida escrivo que ser generosamente)
agradecido.
-- Joaquina Luiz de Mello Carioca, a Gui-
sa- Precisa-se de una braeo de ba\an?a Iherme Augusto Roiriguas Sata ssnia |,ra-
fres peros de frro um de duas arrobas curadores d< diversos empreadas parare-
um d'uma e outro de meia : quem os tiver ceber na Tbezouraria Provincial, os respec-"
equiser vender, dirija-se a esta I'ypogra- nidos ordenados ; declaro que oenhum or-i
pbia que se dir quera compra.
$37* Qum quiser comprar encllente fa-
rnha de trigo da marca SSSF e SSF e a-
mericaoa em barricas grandes e peqdents e
por preco commodo; dirija-se a rua dos
Quarteis, paderia D. 5,
tzr O Juiz, e mais Mzanos da Irmanda-
de do SS. Sacramento da Freguezia da S.
l'Vei Pedro Goncalves tendo recebido um
convite do Exm. eftm. Bispo d'esu iocee
para acampanhar a procisso de Corpus
Gbrist que o mesmo Exm. Sur. ptrtende
fazer na urde do Domingo 14 da correla :
por este aviza a todos e irraai e os convida
acoraparecerem na mencioia Matriz revesil-
do3 das sais competentes capas pelas tu- 'd0 O. a5.
denado recebam ou teem recebido com re-
hile ou discanto algum aos mesmos embre-
gados com algum is pessoas julgoj e fazdtn a
prezente declaracao par assim Ibes ser
preciso.
S Quem precisar de urna ama seca, piw
ra casa da pouca familia, dirija-se a rua do9
Quarteis D. 12, ou anuuncia ; advarte-se qua
a pessoa que a isto sa prope, lava, encara*
e cosiola cam parfeico.
0 Quem tiver um malote usado, qua
o queira vender annuncie a sua moraJia pa-
ra ser proraraJo
C2T Quem precisar de huma boa ama da
eite, dinjasa a ru das frin-luirs sa'ora-
ras do referida dia para d'ali seguir a e n
corporaco para algreja do SS. Sacramen-
to do bairro de S. Auionia d'onde tendo
sahir a procisso.
y Alluja-se, ou veode-seum sitio con
duas moradas de cazas terreas no arranl ,
junto a caza de Antonio Lopes Kibairo de-
ironie da estrada que vai para a caza Forte
cujo sitio tem comoioJos para morar urna fa-
milia e ter negocio ao p por ser duas ca-
zas pegadas e ser muito bem local para ter
venda cujo foi vendido por Matheus Xavier
da Fonceca, a Joo dedouta, em itiix
quem o pretender comprar, fale com Joaquina
da Silva Lopes na rua da Cadeia velha da
Recife, que se acha autborizado para alugir
ou vender e por preco muito aouimodo
tsr Urna .canoa grande a berta dolte
de Goo a 700 fijlos de alvenaria : dezapare-
ceona noile de 17 de Outubro passada do
silio da Mangueira pegado ao caes novo da
sitio do Gira aa Estancia. Proiesta-se haver
os damnose dias de servico de quem a tiver
occuiado, ou estiver se servmdo d jila a
pezar dos repetidos aanuncius que se tem
jeito por esle Diario.
5ST Perdeo"Se na manh do dia 8 do cor-
rente urna carteira de algibeira coutendo
entre outros papis cento esessenta e tantos
mil res e um meio bilbete da Lotera do
Livramento assignado no verso com o appei-
lido do abaixo assignado j cujo bilbete se
i, tiver sido premiado nao sera sasfeito pelo
ss?* Qaem precisar de um brasileiro, para
cai/eiro : annunece.
62^ Precisa-se de um criada estrangeiro ,
que tenha boas custumes pira a companbia
de una pessoa capaz, e soiteiro; e sa Ibe pro^
roete boa paga e tratamenta ; na rua direi-
ta D. ai; lado da livrameuto sobradada
um andar.
-. Precisa-se de urna passoa farra ou cap-
tivo qua sirva para andar <\% rua cam un
negrinha ensinando a vendar : a psssoa qua
estiver nestas circunstancias annuncie.
- Quem aanunciou precizir de um mole--'
que: dirija-se ao Munda Novo, D. 9, qua
achara com quem tratar.
- Troca-seum cavallo bom carregaJar
baixo, par lijlos de al venara grossa: quamr
quiser esia negocio v ao sitio da Dautor Pe^
reir na Capunga : entretanto veri dojoo
cavado
Vende-se bixas muito violentas vin^.
das de Lisboa, a caUto o sent ; na rus das'
Cruses laja de birbeiro D a.
- Precisa-se de urna ama de leite: na rua
da Floriniiu, L>. n.
tsr Na paderia franceza do atierro da Boa*
vista . aa acaba-se de recebar de novo *
frascos da excelaute e bem coahecida a<*oa de
flor de laranja a mesma que tem agradado *
igualmente se continua a aprontar encomen-
das de doces tortas bolos &c. e tudo o
que pertence a paderia, da (Eelor e maisesj
quizilo gosto.

1


BE PEfNAMECCO
ar No da 8 do correle hindo Jos Pe-
dro de Abreu tirar esmolas para as almas da
jrrpoesia de $. Actcnio aeontereo sorer
- ffl_ A i....i-,. \r* O
tes do mundo, que elles regfocom seus sao-
res e cora seu sangue ; as lojas do costume.
tsr Urna clarineta a uma flauta ; toa ra
frfgoe. de . Actcnio acn. ,u.c. ~ [f). dechapeos n, .
m. tontic.a por este olivo Iba ^.r-o . do^ J daM, . a0
bolcao.q.nl..d.mo pataca ^ ^' c^on dePprBeir. J[e a5So libra,
cu a*er,OS -, qoem da dita bolea eoob par ^ F^ ^ ^^ ^^ e
ao anounciante, que grat meara ,/,-, .^ .. j,n hri4npn RlB (1
oa ra
rancheo
tecipe ou
r Precisa-* fallar con. Joaquina Rodri.
auei Otoo vinds apoueo do Torio ;
So A morir casa de Antonio Jos l
Te*0 bilfaete D. 5.. da a. parte da J. Lo-
feriado Theatro pertence >o Sr. Mi F.h.
i. Caara Pimentel, e fica em poder de F.
Ja Silva Lisboa.
tsr Arrendase uma caa terrea em bari-
ta Anna; defronte de Joaquina Jos d'Amo-
rina, pelo lempo da festa com suficientes
commodos para qualquer familia por ter
na frente uma sala e un gabinete 4 quarlos,
sala atrs e eczinba fora ; a tratar na ru% das
trincharas D. a5 defronte da ra estrella do
liozario.
BT Quem precisar de uma ama parda
para coser, eogommar e cozinhar e d
fiador a sua conducta dirija-se a esta Ty-
pografia que se dir.
tsr Tbereta Mara de Jess viuva do fal-
Jecdo Jos Anacleto Aflonso faz sciente a-
qoellas pessoas que se julgarem credores di-
quelle finado hajo de Ibe apresentar suas
cotilas correles ou outro qualquer titulo
por onde se reconhecero como taes, para se
poder entrar no conhecimeato do estado de
eua casa sto no praso de seis das depois
dos qnaes ser tido por no verdaieiro qual-
quer documento apresentato.
ar Para o conserlo da estrada do Parna*
rneirim se precisa comprar urna grande por
jo de lijlos de alvenaria do melhor que
honver cal a siguas bois mansos e gordos,
assim como lambeta se alugo carrosas de
um a dous bois canoas para condasir areia
e am Alio e casa tudo isto a diobetro a vis-
la ; trata-se em casa do arrematante o Ma-
}or Maapal Joaquina do Reg Albuquerque ,
nos iffogados, nesles 8 das das 6 as 9 boras
do da,
aar Precisa-se de urna ama que tenba
bstanle icite*, a que seja captiva, ssndo
*- f ----- i-"----r -------
de listras a 7 jo a vara e dito branco a 8jo di
la botoens de metal amarelo para casacas e
cletes com acompetente argolinha ditos com
ietreiro de Pedro Seguado ditos cora a letra
^ A para guarda da alfandega ditos P3ra
marinba abotuaduras de relroz, ditas de
sarja ditas de veludo para casaca cordo
de 4 quatro quina e redondo linhas de mar-
car muito finas em caixinha pentes de mar-
rafas de tartaruga, ditos de marlitn de tirar
piolbo feitos em Lisboa escovas finas para
dentes, caixinhas de r> para dentes trau-
selimde bnrracha rica sortimento de bicos
e rendas largas e estreitaj, dito de fita de
garca de lodas as cores as verdadeiras pilu-
las da familia em frascos de 5o con o com-
petente follieto e ptimas bichas de ham-
burgo tudo a preco que nao desgostar aos
freguezes.
tsr Vinbo do Porto de ixuito boa quali-
dade chamado de ramo por nao Ur mistura,
e por isso proprio para o lempa de calor a
tsr Sement de nabo seboimho couve ,
e 3 cochixoschegadoa prximamente de Lis-
bna ; na praca do Commercio botequim do
Alnieida.
car ma quartola arquiada de Ierro e
7 pipas que forojde sgot ardente ; na ra
da roda I). 8. .
tsr Ou troca-'e por um negro de tolo o
umaescravade naci angola, mo-
presuntos par'
conservas mos^
i5oo a caada', e 200 rs. a garrafa; no ar-
maren! de viuhos na ra estreita do Ruzario
D. 28.
IS" Um sobradinho na ra de S. Gonsa-
lo da boa vista pegado ao Sr, Francisco da
Silva ; a tratar oa ra da Cruz D. 35
tsS" Ou aluga-sn um sitio na ponte de
Uchoa com boa casa de vivenda banbo no
riocapibaribe com baixa de capitn ort ,
e tem feitor para tratar do silio e o rendei-
ro pode desfrutar tudo o proprietario con-
serva l o leitor a fim de conservar o sitio
com limpeza ; na ra da cadeia n, 6 casa de
Manoei Antonio da Silva Multa.
19 Um cavallo rodado muito gordo ,
anda bem a pago e proprio para carro ; na
ra diraita na padaria de Nicolu Ferreira ,
da-se por 80,000.
tsr Uma saia de lavarinto por preco com-
medo ; na ra do Lobato D. 2g,
BT A casa terrea D. 5 no pateo da ribeira
examinada por om facuHatio e paja-se; do peixe ; a iratar defronle de palacio com o
a.ooo por semana j nesta Typografia. I Sobral ou na ra da roda venda D. 8.
________________________________I *sr Urna preta moca de naco boa qui-
Avisos Martimos. \andeiraiue \u Sfc pr .dia rua
___________________________ do Livramento sobrado de 3 andares D. 5.
PARA GENOVA segoe viagsm com a I W No aroaiem de Fernando Jos Bra-
maior brevidade a Polaca Sarda Copernico guez ao f do arcada Conceicao excellentes
Capito Joio Baptista Gorlero muito ve- gigos de batatas inglezas novas e caix-s com
leirt e forrada de cobre s pode receber aabao branco.
vma terca parte do seu carregamento visto I WA importante e mu aprenavel obra
que tem o resto prompto ; quem quiser car- de pratica judicial por Vangucrve contendo
rpaarou r de passagem, para o que tem dous indicej sendo um geral ea obra de
rallante commodos dirija-se ao refeiido Fritot ludo por pieco commodo; na ra nova
Capito i ou a Mendes & Oliveira ra do loja de livr0
Vipario 1). i5. *sr Pr preco commodo um ptimo jogo
P\RA LISBOA o Brigue Portugnez Jo- de gamoe damas j na roa do Alecrioi .4,
acpt'ina lorrado e preg-do de cobre deve sr Por preco commodo urna oplima es-
sejuir com muita brevidade por ter parte pmgarda de 2 canos e de espoleta ; ua ira-
do sen rs.regamento prompto ; quem quiser i vessa da ra da Florentina . ti.
canegarou ir de passagem para o que tem j 9> Um molato bom otticial de carpina
exc*Ventes rom modos, dirija -se aos Consi- na roa da Aurora na teiceira casa de 3 an-
gstanos Mendes & Oliveira ou ao Capito
paulo Antonio da Rocha.
PABA OASSU por estes dias sahir o
Brigue Biasileiro Jpiter } quem quiser car-
regar ou ir de passagem para o que tem ex-
cellentes rommodos dirija-se ao Capito Jo-
s X-mer Vianna, ou ua ra do Vigario nu-
mero 7.
C omp r a s
_ Urna ou duas pelles do passaro chama-
do Canind no estado em que se possa reme-
ter para a Europa-, na ra da Alrudega ve-
Iba n. 9
"""isr A comedia escola de casados} na ra
do Queimado loja de ferrsgens D. 5.
Vendas
tsr Folbiobas para o anuo de 184* :
piara da Independencia loja de Irnos ns.
3; e 38 ; na ra do Cabug loja do Sor.
ljaodeira ; na ra da Cadea do Reiife loja
Ce lorragem D. 4 > d*0 ^n^ Moraes ; e- de-
lionte da Matric da Boa vista botica do Sor.
Moieira*
w Listas gerses dos premios extrabidos
na 1. parlada 5. Lotera a favor das obras dd
Jgrej&do N. S. do Livramento j na praca da
independencia loja de livroa n. 5j e 33.
w *fiT Os ann.es da propagago * l' on-
e o contit os trabalhos tambera mar-
(,ncs doa missuMxria caiholicos, e ouiras
^ilai noticias curiosas dos palias da* 4 par- tala telba O. a ti
m
dares.
cy Uma grande casa com excellentes com-
modos ; a tratar no atierro da boa vista loja
de seleito.
533" Um bahu grande de amarelo bem
feito e por preco commodo ; na ra do
Arago loja de marcineiro a ultima do lado
viudo da praga di boa vista.
t3T Urna porco de caluDgas de barro pro -
prios para presepios por serem de di tib en-
tes ieitios, no 1 orto das canoas venda de
Jos Pdreira, . a3.
ar No atterro da Boa vista loja D. 10 ,
fazendas em pecase a relalho a preco barato ,
para liquidaqao de cuntas,
tsr Uma canoa de carreira aberta pro-
prii para carregar familia pois tem assento
de palbinha e toda pintada de novo, e um
reelijo de boas voies.
yy PefU de chitas brancas e de cores
fixas a 5ooo j na ra do Queimado loj-a de
Carioca & Selle 1). i3.
tsr Uma portada completa, duas hom-
breiras da rasjo, dous peitoris de jauela, uma
sacada de 10 palmos, tudo de cantara de
Lisboa ; na ra do Trapiche novo U. 18.
tsr Um oscravo de naco saliendo Ira-
balhar tanto em masseira como em (orno e
he canotiro ; em fora de portas casa u. 2.4
tsr Para fora da provincia uma escrava
creoula mofa cocinba engomma lava ,
e cose 3 na ra do Queimado u. 5.
serviro -
Ci, Uva engonma e coiioba ; na ra
da sen/ala velha D. al no segundo andar.
S3T Feij) branco, fradinhi amarelo a
gooo a sara batatas a 800 rs. a arroba, se-
bolas a 04o o rento sevada a a56o a arroba,
bolaxa a aooo dita ; na ra da sentala velha
armaiem l). ao.
tsr Bichas a 5ooo o cento ; no beco da
lingoeta venda de Joaquina Jos Rabello.
tsr Na botica da ra d* Cruz n> 3g a
verdadeira agoa das Cldas de Gerez ebegada
prximamente to efticaz para quem padece
do estamago e ligado molestias da pelle e
&c. ecaixas cono pspurgantivos de -VIu-
rirc to acreditados no Rio de Janeiro,
pelos eus bous esuaves effeitos principal-
mente para quem sofre ataques hetnorroidaes,
constipapoens de ventre molestias de pelle ,
o que melhor se explicar pelo roteiro que
junto se dar.
t^ Rap princesa chegido ltimamente
de Lisboa na Birca S. do Rozario a aaoo a
a libra e a Jo rs a oitav.a; na loja de seriguei-
ro na ra do Cabug na quina qu volt* para
a ra larga do Rotario.
tsr Por preco commodo um sitio em ter-
reno proprio a margem do rio cono viveiro
principiado olho de agoa doce com (sabida
para a estrada do peuedo com varios uten-
cilias para levantar a casa nova j nesta Ty-
pografia se dir.
tsr Um moleque hbil pescador de redi-
nha e principio de canoeiro ; na ra de agoas
verdes por cima do assougue.
tsr Panno encarnado fino proprio para
opa ; na ra do cabug loja D. 7.
tsr Charutos da 15abi- em porco gran-
des e pequea*, por preco commodo; na
ra da Cruz I). 4-
ssr Farello o mais fresco possivel para ca-
vallos a jooo o saco tornando aoo reis pela
volta do saco e a bem condecida farinha de
trigo das -jiarcas XXXF e XXX a melhor
e mais nova que ha em Peruambuco ; na fa-
brica de farinha no atierro da boa vista.
tsr Para fora da Provincia ou para o ma-
to umaeserava que sabe engommar e co-
zinhar ; na ra de Hortas D. 55.
tsr Dous escravos, e uma escrava de na-
code idadede 5a 3o ennos por 750,000,
urna molatade bonita figura cosa engom-
ma duas escravas de idide de ao aunos ,
um esenvo bom canoeiro um booa p;i ;en ,
de idade de i8-annos e dous molaiiohos j
na ra de agoas verdes D. 38.
tsr A casa lerrea L). 17 da ra do sebo e
oulra dita na ra do Cotovello D. 11 ; a tra-
tar com o Brigadeiro Antonio Rodrigues de
Almeida.
^tsr Os seguintes livros : volumes dts leis
do Imperio do Brasil de 10*21 a ifcifo mu-
seo universal manual dos Juizes de paz ,
guias dos juizes de orfos cdigos do pro-
cesso criminal mimorias da campanlia de
O. Pedro nova guia dos guardas nacionaes,
regulamentos das alfandegas revoluco fran-
ceza historia do brasil direito natural ,
compendio de mythologU e as seguintei no-
velas arebibo tbeatral o captivo de Fez ,
Virgiuita e Heitor os effeitos di simpalbia ,
Nspoleo ou a espada de pao doce o ladro
por amor a (brea de uma paixo ou arijo
da guarda, o pirata, o novo defunto a
constancia de amor, Magdalena ou amante
desgranada Fabianaou a torc da amiade,
e da virtude odiabo amoroso, coloaba ou
avingnga corea o segredo da confisso,
Berta ou amante Feliz, ponte dos noivos ,
engao fatal, amor offendido e viado ,
Solronimo e Abelard rsssurreico da amor,
religio amor e patria o seg> de oasceaCa ,
ST Queijos londrinhos
fiambre batatas oglez-.a .
tarda frutas para pastis chegaaas ultirna-
meote ; no armazem de Joo Cirroll t Fi-
lho na praca da commercio.
tss- Um talho com tjdo o aparelho com-
peten'e em a Iravtssa d S. Pedro junto a a
sobrado da quina onde tem outro talho.
tsr Medidas de nmroq-aira de dilT^reates
cores numeradas ptfoprias para alfaiite ,
maquinas mui pequsnase da melgar form
possivel para fuer ilhozes tanto brancas
como pretos tudo por..'prejo commoda ; na
ra noVa loja de alfaiate . ai da M. F.
Coimbra,
tsr a8 travs de 35 a 40 palmos dd coia-
pridoe de 7 a 9 polegadas da quadro un
nepro proprio para o servico de cimpa, e
uma negra cose cha engomma cozinha ,
e he boa lav-ideira
Recife U. 5.
na ra da cadeia do
Escravo* Futidos
tsr Em Junhode 1839 fugio desta Cida-
de um preto creoulo de uome Baato 'gros-
so do corpa lamba con panos no rosto .
natural do \racaty o qual veio do Ciar na
Sumaca Emilia remettilo par Manoei Gao-
rio de GouveU a casa da viuva Costa & Fi-
Ihos e foi por estes vendida em 28 de Mus
dosobredito anna a Jos Vfanios Ferreira ,
residente em Macau do Ass ; que o o entre-
gar ua roa da Cadeia do Recifa o. 4t> rec3'
ber 5o.000 de gratificacic*
tsr No dia 8 do carrete fugio um prelo
de nomo Pedro, e algumas pessoas o cha-
mo Joo de idade de 3a annos estatura
regular, bechigoso falla nauito desemba-
rassada he marojo, e tem signaes muito re-
centes de ter sido surrado e os olhos um
tanto branco 5 quem o pegar leve a Firmino
Jos Felis da Rosa que gratificar,
tsr Fugio no dia 3 de correle do lu-
gar chamado xico Pinto Ierras do enge-
nbo Sicupema um escravo de notne Jase ,
creoulo de idade de 36 annoj alto prelo,
grosso do corpo bembirbido, um tanto a
rimada junta da mo tem uns caroco? que
dixem ser veias quebradas, pern quasi iguses e os ps me:oi torios para lora,
nariz grosso e os olhos grandes } quem o pe-
gar leve ao dito lugar a seu Sor. Luiz Go-.
mes Ferraz que gratificar.
tsr No da 18 do p.p. ugio do segundo
sitio ao p da ponte qua entra para a estra-
da nova da Capunga o pveto Bariholomeo, da
estatura regular secco rosto descarnado ,
retinto da cor e eio olhos eocaroisados,
parece ser velho representa ter 5a anooi de
idade tem alguns cbelo* brancosv ni cabe-'
ca e os da barba pretos, he bem fallante, e
gagueija algumt caii-.a em se Ihi exigindo
resposta tam ni canela da perna direila un
chaga e por isso esta parte be mais grosu d>
queaoutra, tem alguns dedos de ambos os
pes um pouca comidos pareceodo queimadu
de sorte que visivelmente se divulg 1 esse d feito quando anda he um tanto apre>stda,
e estontiado levoit calcas de riscado azul e
camisa de algodozinho e outra de baeta por
cima; quemo pegir levd ao dito tilia qn
sjr gratificado.
<^ii Uesaparaceo um proto no dia 16 de
Oiituoro de nomo Joio de nacao caaabindi,
de idads de 40 anuos altura regular pi
alguma couza groiSjS ohep do corpo c.i w
algn cbelos branco levou calcas de es-
to|)i camisa de bljodotiutio cara iugi ris-
pada j 1 uzida toi escravo do Paira Felipa
que mora no jauga be muito ladino bom
pescador do a;to e he de supar qua a Ululo
de forro se tenba entroduzido a ti ibi'.h t em
jangadas de pescara *, quem o pega:' l-jra ao
atierro das 5 poalas fabrica de tabico, qua
ser gratificado.
itioviuiiito do ^Ji't
Uma negra creoula ptima lavadeira ,
de ade de ao a aa annos ; na ra da seu-
amor de un lairo, vi la e amores Idalin.
ou os tristes effeitos do ciume Leoaadia ou
a innocente victima do ciuine , Valeria ou
alma de outro mundo amantes desgracados
e outras uiuitus uovelas 5 na ra do Vigirio
o. ib.
tsr Urna armaco para miudezas ua ra
direita por baixo do sobrado do Dur. flisco ;
ua ra da roda vend U. 8.
tsr li iracas com salitre refinada, sacas
com. (arelo barns cuna breu birnca com
fanonade trijo ordinaria para cbajieleiro ,
ua ra das Cruces . 9.
tsr Velas de carnauba mui alvos da 6,7
e 11 em libra a iofaJo a a:roba 3 ua ra do
Rangol , 7,
NAVIOS ENTRADOS i^ OlA 9
Maranho com escala pelo Asa ; 8 das,
Brigue Escuna Brasileiro Ca-olma de ix
tonel. Cap. Francisco Bernardo de Mata*,
equip. 10, carga sal c paltas i a F. VI.
Rodrigues & lrmo.
ENTRADOS NO DIA 10
Liverpool; g das Cillera fuglet* Enily
de 12o toneladas Cap. George Guillet,
equip. 1a carga fateudas; a .le. Cu.uo.u
& Companhia.
SAlilDONOMESMO DIA.
Veneza, Brigue lngtez Mtrgirit, C.p. Ricar-
do L. carga paite da que trouxe.
LVlaranlio, Bngua Escuna Brasileiro Laura,
Cep.L.t1'. d* S. Siutos, carga dunrso
geuerus,
UECIF^NA I'*/*. UE ai. t. U.L.-141
j.