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Atsno de 1841. Quarta Feira
'-. I .. r-_" Tndo agora depende de nsmesmos; da nona prndenei, modere, o, e eoer^ia : eontinuornoseomo principiamos, a lercmoi aponladoi oa adairacjs entre as Nacdcsmaiscaltast fl Prodamaeo da.isstmblu Garal do Braiil| O Suhsereve-se paraestafolha a 3/000 por qnartel pagos adiantadog Basta Tvpografia ruadas Crujes D.3, e na Praca da Independen- cia, n. yj e 38, onde se reeebem correspondencias legalisadas e an- uneicu, nsinndo-se stcs gratis; sendo dos propri'os assignantas. e to do ugnados. PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES* Gdade da Parahiba a Villas da sna pretencio | 3 % :\ Dita do Rio Grande do Norte, c Villas dem.: ..... L c ,,... Dita da Fortaleza Villas dem . . . _____.{S,- SeUaiJf.lfaM Cidade de Goianna . ; .... J . j . t S"1? J OHad* * *-' i '? = J ' Todos os dlasl Villa de S. AnUo .' ; ...... .-..<;; .- 4 .-- Quintas feirasj Dita de Garanhuns a PovoacSo do Bonito . . 3 . lo, a 24 da cada mis DiUsdo Cabo, Serinhaem, Rio Formozo, a Porto Calvo. )i, 11, e ai dito dito ?.ad! ^*s AlaS ? de Maeei.;;...;.....dem dem Villa da Paja de Floras.. ... w ; ; ; ; ......., dem 13, dito dito Todos osCorrcios partem ao meio dia. n PHASES DA LOA NO MBZ OE NOV.' Quart. ming;a 5 as 1 b. e 5-> m. d tardj La Nova a i3 as 3 h. a 6 mi da raanJ Quart. rese.a 11 1 as 5 h. a 48 ra. da m>a. La Ckea a 28 as 4 h.a 15 m.da tard. Alare theia para o dia lo de Novembro. As 2 horas e 6 minutos da tarde. Ai a horas e 3o minutos da ma nh. 10 DE Novembi. Nvt bt* -- - f -i ".)jg*.?f : M airJgSBm CAMBIOS. Novevb&o 9 Londres.?;.';*.' ag ip d. por ifooo ead. Lisboa ..'..'.i 80a 83por 0|opremio por metal o"erecid< Franca ...... 3ao reis porfraneo. Comp. Venda. UO Moeda de 6^00 reis, velhas 14|5oo Ufooo ^ Ditas ., n*v" 4#4oo ijoo Ditas de |ooo reis, f 100 8|3oo PRATA Pataeces Brasileiros -?*-i/6ao 1*64* Pesos (Jolumoarioe------*- l#6so 1/640 Ditos Mexicanos ------- 1/600 9 l#6t ftutia.-------.-a*-------#4= sfibo Dis. de bilh. da Alfandega r i|8 por loe ae mes; 1 ojo dem de letras da boas firmas 1 i[ii 1 I|A Moeda da cobre 3 por 100 de djesj das da semawAi 8 Segunda S. Saverianno M. Audiencia do Juis) do Direito da vara. 9 Terca S. Theodoro M. RelacSo e aud. do Joit do Direito da i vara. 10 Qnarta S. Andr Avillino. Aud. do Jala da D. da 3; vamJl 11 Quinta S. Martinho t. Audiencia do Jais de Direito de *J vara. i2 Sexta S. Martinho P. SI.- Andicncia do Juls do D. da 1: le i3 Sabbado Ensebio B. Relata;, audiencia do. Juls de . da 54 vara. 14 Domingo O Patrocinio N. S. PERNAMBUGO. GOVERNO DA PROVINCIA. Expediente do dia 5 do correte; OHcio Ao inspector da thesouraria da fa- senda ordenandu-lbe- que mande pagar a quanlia de 6LT000 reis por qne foi juiJo o frete de ama jangada que tem de transpor- tar a provincia da Paraiba uto soldado in- valido e urna mulher e dous Cilios de un soldado que falescera. Dito Ao mesmo, corara unir ndo-lbe que S; M. o Imperador houve por bem ordenar por su? inmediata resoluco de 4 de outu- bro uliiiro, que ao cirurgio mor avulso do exercito francisco de Paula Dutra Malvinas se abune o sold desde i83g em diante em lempo em que elle seapresentoudepois qne fi:.dou a licenca registrada que ti vera. JDito Ao mesmo, enviando-lhe para seo couhecimento e execusao as copias das pro- visees do supremo comelho militar de 9 da cutubro ultimo a primeira dando soluco as diferentes duvidas propostas pelo Inspec- tor da tbesouraria da fasenda da provincia das Alagoas ; e a segunda sobre ditlerentes e^clarecimentos pedidos pelo presidente da mesma provincia. Lito Ao inspector da tbessuraria das rendas provincias significando-lhe,, em res- posta ao seo cfficio de 4 de outubro ultimo, em que requesita que na arrecadapo dos direitos proviociaes sobre o tabico e charu- tos se mande observar a disposiejo do arti"> , 2a do regulamento das alf^ndegas que f em caso de diflerenca para mais ou para me- nos na quaulidade medida ou pezo impe ao despachante apena do pagamento duplo dos direitos ; que este negocio ser submet- tido a consideraco da assemblea Jegislati- . va provincial na sua proxioia factura sesso Corte do Rio de Jaoe'iro. a Coa de que sobre elle tome a deiiberaco, Dita Ao mestno para faser seguir viage que mais conveniente Jlie parecer aos inters- a corte da Rio de Janeiro o L>rijjU8 Cons- ses da taseoda. j tanie que condnz os recrutas e a tscun - Dito Ao mesmo, enviaudo-lhe a nota do Primeiro de Abril que o vai combinando , engjansento de am corneta para o primeiro logo que estiverem promptos. bdtairiio da guarda nacional de Serinhaem a Diu Ao cutnmandante da litu deque a tumenloe praca. Dito Ao ebefe interino da legiio da guarda nacional de Sirinbaem conimum- cando-lbe o conteudo no precedente oficio. Dilo Ao juis de direito do Criroe da comarca do Itio P'ormoso enviando-lhe os .. .. . exeopiares dos decrelos do governo de ou- Conlinasgao do expediente do da nuero 5o a 58 que requisitou em seo oficio de 9 do rorrente. nos de marinba pertencentes ao mesmo can- vento visto nao I he ser applicavel a dispo- sipo da lei de i5 de novembro de i83r, e ns mais ordens, que em consequencia della se tem expedido cumprindo observar qje s vista da mencionada lei e do titulo que os ditos religiosos junto ao sea requerimeoto , nao sao elles obri^ados ao pagamento do di- to foro e somente as despeas feitas na m- dico, demarcaco e avaliacao a que ex-ofli- cio se procede*. Dito Ao mesmo, communicando-lbe que S, M. o Imperadar bouver por bem appro- var a nomeaco interina que fe o cousul geral dos Paises Baixo?, de P. Cvon Sheten para exercer as funeces da cnsul dos mea- mos Pae9 nesla provincia, o que derer l- ser constar ao inspector da allandegt emesa do consulado. Dito Ao inspector do arsenal da marinba , communicando>lb.e o conteudo no precdante oficio. Igual communicacao foi dirigida ao no- meado, Oito-Ao engenheiro L. L. Waothier , significando-lhe que nao podendo o inspector geral das obras publicas ir pegsoalmeute ex- aminar a obra do quinto tanca da estrada de Santo Anto a presidencia o nomeia para proceder ao dito exame, e informar se a mes- ma obra est no caso de ser receida. Dito Ao inspector geral das obras pu- blicas communicaudo-lhe o conteudo no of- ficio anterior. Dito A cmara municipal de Cimbres, enviando-lbe os exempUres dos actos legis- lativos geraes de ns. irg a i4 que requisi- tou em seo officio de 11 de outubro ultimo. Portara- Ao insp-ictor do arsenal de nn- rinha, para faser aprotnptar com urgencia urna pequea ambulancia a fim de acom- panbar os recrutas, que ora seguem para a cues feitas durante o primeiro annode ser- r O Sr. G. da Cunta ( pelt orden ) piJ vico em seos repeclivos ordenados na acto do pagamento o em proporco deile. Igual ccio foi dirigido a procurador 6)> cal dem do dia 6. Officio Ao Exm. presidente da provincia, informando o requerioaento 4e Matbias Mi reir Tavares pedindo a Sua Alagestade Im- perial se dijne confirmal-o no lugar que se acha ae rviudo de guarda da alfandega desta cidade. Dito Ao mesmo Exm. presidente infor- mando o reqaerimenlo de Basilio Alvares de Miranda Varejo. Portara Ao thesonreiro dos ordenados , declarando-lbe, em conformidadeda deiibe- raco tomada em sesso da tbesouraria qne a ordem do tribunal do tbesouro publico na- cional de 15 de setembro ultimo deve enteu- der-se conforme o seu literal e que por conseguinte mandando esta pagar as tencas e penses a quarteU depois de vencidas, nao se deve faser isto extensivo aos meios sidos, o outros vencimentos diUerentesj por q'o paga- mento deste deve continuar a fdser-se a me- ses vencidos como est em pratiea. e>cuna Pri- meiro de Abril para largar para a corle comboiando o brigue Consume -que cou- duz os recrutas logo que ptra isto tirer a- viao do inspectot do arsenal de marinua. THEZQURARiA U FAZGJNDA. do cor- TRIDUNAL DARELLACAO'. Sesso de 9 do corren le. Osembargos de Manoel Duarta Ferreira Ferro na appelhco civel ca comarca das Alagoas escrivo Rubella contra Antonio Joaquim da Silva foro dispres^dos man- dando-so cumprir o aeccordo embargado. Os embargos de Joo Francisco de Souza retirar o seu requenmento. A cmara consente em que o nobre depata-* do o retire. O Sr. Bario da Boa-Vista -.Sr presiw dente eu teobo de votar pelo requerimeoto mandado mesa peto meo nobre amigo, de- butado por Pernatnbuco e de opper-me ao que foi offerecido pelo illustre deputado por Minas. Eo tinha pedido palavra em outra ooca- sio para fallar no mes mo sentido em que o mea nobre amigo faou mas nada posso ac- crescentar ao que elle diise ; seus raciocinbs foro to fortes que inda nao tivero respis-, ta e por isso nada mais direi a ata respeito ; e se pedi a palavra depois f para respou - der ao nobre deputado por S Paulo que de- clarou bontem votar pelos dous requenmen- tos. Sr* presidente; eu nao pens como ouoi' bredeputado, que o govaroa actualqueira plantar o absolutismo ,k Bralil, nem que si maioria que o sustenta seja capan de sustentar bum governo qualquer quundo descobrissa que elle tiuba tul fim (opoiados ). Sonbnres eu disse que votara contra o re- querimeniG do illustre deputado por Mina l>ediuda toda a correspondencia oficial bavid eutre o presidente da Parahiba e o governo r desde maio do presente anuoj e para isso f un- do-iue oas mesmas razos em que se fuodou o> meu natire amigo o Sr. iWaciel Monteiro. Julgo o requerimeuto extemporneo : ella pode ( nao digo que sejo estas as iuleuces de seu uobre autor ) animar esse partido e. se grupo esses ludividuos que mandro' essassinar o presidente da Parahiba. Per- Peixe, contra, Jos Iligino de Miranda, na 3uado-me que o (im real quo tere o nobie den rente. Offic io Ao coutador da tbesouraria re- toriana-Ao inspector do arsenal de ma-' metteudo-lhe por copia para sua inteligeu- nnba, para inlurmar quanto se tem des- da asjordens do tribunal do thesooro publico tendido do primeiro de julho deste anuo at nacional aob nmeros 7^ e to do coirente o ultimo de Outubro lindo caura da appellaco civel desta cidade, es- crivo Bandeira ; foro dispresados mandan- do-se cumprir oeccordo embarcado. Os embargos de Manoel do Cirmo Inojosa, contra Antuiiio Francisco dos SuiIoj Barro- ca appellacao civel desta ridaue escrivo Jacome ; foio recebidos e julg-idos prevados, e reformado o accordo embirgado, CORREIO. O brigue Felis Desiino recebe a m^lla para a Bahia no dia li do correte as 5 ho- ras da tarde. PREFEITRA. Nos dias 8 e 9 do correte, novidade alguma. ANNNCIO. D'ordem do Sur. preleito putado presentando u seu requerimeuto ,. foi distrahir a atteuco do publico do mo etl'eito que produziu oobcio do presidente ao governo e o interrogatono desses culpados* Adn)irei-me Sr. presidente, de oovir dt- zer que esse oti.io do presidente da Parahiba ao governo era horroroso e snti-constitucio- nal. Eu nao cuea nelle esse borror o incons- lituciooalidsde ; achei 6im aigumas ex- presscea que de certo nao sao bem cabidas nel- le t oue acbei horror foi as reveta^Ss re- suaaiiies do interrogatorio ; e por isso a op- posicfo procura desviar toda R dttenco deasa acto. He com e:&e lim que encaro o reque- no occorreo ricecnto apiesentado pelo nobre deputado..,* 6r. Marinho : Est engaado. Sr. barodi boa-Vista : -.B at eslou persuadido que boje be iuleirameute iuditle- reote a eile a oppesico quu o requerimeuio se fax pe por coqta da anuo, a primeira ordenando, que se pague ;de lato : quem aos meamos se jul^ar com di- quantia de 5o:ooo reis cunsiguada paraos a Gaspar Juse dos Keis a pe.iso de fJdbL I reito compareca ua sobredita Secretaria para navios da armada no preseute auno iuan- res, que Iba foi concedida por decreto de \ l|)e serem entregues depois u'os justifica em ce,^0 '19 de novembro de ib8 pji- ndemnis ci peante o mesmo Sur, preleito. dem do dia 6. do emprego de {meirmho uo mar da alian-| Secretaria da prefeitura da comarcada Re- Officio Ao Exm. presidente da provin- dega desta provincia desde que deixou de 'cft 8 de dovembro de 1841. ca de Minas, aecusando a receptjo do seo perceber o respectivo ordeuado at que em Cloudino do Re^o Limai odicio de 5 de outubro ultimo, qua acouapa- virtude do mesmo decreto coiumefou a rece- nhou duas collecces dos actos legislativos ber a dita peuso descontando-se qnal quer da assemblea daquella proviucia. outro veo cimento que uesse inlervai-o per- Dito Ao inspecior da ihasourama da ctbesse ; e a segunda declarando que he asenda enviando Ihe para ser deferido um licito a lodosos empregados sugeilos pels ti- 1 cuueumento dos religiosos do convento .do lulos de suus nomeacoes ao iiupjsio di o por taimo desta cidade jjedindo que seja 1- 100 de que traa a lei de 20 outubro de itSi, nipds do pagamento de foro, quatro terre- pagarem-uo em parceliaa pjrmetodj dedu- |,iua? presente constar a quem pertencer que ex istem na respectiva secretaria os objectos se-jCa,i pois que tem couseguido oseu m. guintes, aprehendidos pehs patrullias de po- j Sr. presidente voto favor do requen- lici.! un arfo grande de prala, um tomo das ; meulu Mue il presentado pelo mu amtgj o obras do Voltaireem francez, e seis eitiibus Sr. M.tiel Moutciro porque v, plantada a ordem em todas as provincial do unoeiio e punidos qrtiaes.iuer autores de se- meihautes aticntadoa-. (^uw-se tiaser o lac-, loacoutecido na AroncM do Ceara com a presideui.5 Alentar, e j;-Ij em parallelo coa* o que acouteceu na proviucia da Parahibir com o presidente Pedro Cuaves, O aeu no- bre amijo ja OjusIiou queuenuuma p.widtUe liavia mas seexisle aenaeiuau^a em tiu que upreienlju o seu requettmeulo para vli- as pecasOihcisej etoiiuul.r iium aecusacaj: cunta o presidculu di Paraibi davi* pddic- ltaubem tol4 a cj'.respauUouci banda uno Oluiial da Secretaria Discurso do Sr. Baro da Boa-Vista na ses- so de 8 de Outubro. > KiltM O) UU. Continua a discusso do requerinent3 do Sr. Mariuho sobre os negocios da Para- *> tA RO b E PER NlMBGO i oSr. pleiteare o governo, para presentir lambern boma aecusaco contra o Sr. Alencar. Jtfas nao a* lio esta paridade ; nos aeontec- mentos do Oear nao vejo senio huma reaecd armada huma reacco conMan temen te pro- vocada pelo ldo a que o nobre deputado perlence ; mas dos da Parahiba vejo hum at- tentado bum assassinato horrivel o que prova que o presidente da Parabiba nao foi to dspotico come o Sr* Alencar no Cear , porque, te'os seus actos tivessem sido taei qoaei forio os da Cear toda a opposico da Parahiba feria pegado em armas seria mais fcil os eidados a pese o tareas-se ar- mados do que mandar assassinar ao presi- dente, lo Cear apresenta-se bum partido em armas bum partido que se acbou assaz 'fortepara convencer populaco a pegar em armas.,.. OSr* Marinho: -Que bellos principi- os I O Sr. Baro da Boa-Visla : -Sao principios do nobre deputado* O Sr* Mariubo - Nao seohor. OSr. Baro da Boa-Vista ; -So princi- pios constantemente professadot na cmara pelo nobre deputado. O Sr* Mariubo : Nao ; aenbor* O Sr. Baro da Boa-Vista :.- Sao estes os seus ptincipios. O Sr* Marinho : Nao senbor ; nunca. O Sr. BaiSo da Boa-Vista : Anda bon- tem se apresentou aqui o principio de resis- tencia ... Masdeixemos departe os negocios da Parabiba Senboies eu nao sou orador ; ten to fgido o mais possivel de semelbantes discusses que para nada preslio ; estamos ha seis mezes trebalhando nesta casa 5 nada te- mos feito nem esperanca tcnbo que alguma cousa se faca ( apoiados) fujo de lomar par- te em discusses que nao traiem seno dessf- feite de amigos e por isso muitas vezes me vejo na uecessidade de me conservar cala- do. iVesmo nesta materia eu aepois de ler a palavra ced. Mas Sr. presidente, de passagem dire que a opposico na Parabiba ao governo de 34 ne julho foi bu 1 a apposico nobre e leal; soflren as perseguices do Sr. Franca mas nao se rebellou nao lancou mo de meios inniquos. Quando presidente de Pernambu- co vina minha provincia muitos Paralba- nos mnitos Cearenses que ali foro buscar bum brgo para se verem livits das perse- guices dos presidentes do Cear e da Parahi- ba. Eu vi muitas cartas de pessoas de bas- tante iuflaentia no interior da Parahiba em que se me mandava perguutar se o imperador es atlenderia, amo cumpla sua promesas es- te partido que apressou a mai ridade ? pedia- se-me que eu, tendo relaces com alguns Miembros do niinisteiio fizesse com que o governo lelirasse da Parabiba o presidente I-rauca, porque elles se vio n necessida- dedepegsrem armas, nao podendo mis tolera-lo Feliimeute os meus conselhos fero ttendidos , elles se retirro para a provincia de Pernambuco e se me apresen- tro ditendo que se sujeilavo a ludo para que no principio do gevemo do imperador nao houveise mo de queix* daquelles a quem se imputava Unta cousa entes de se proclamar a maioridade. Sr. piesidente ao governo tan bem se imputo tendencias para o absolutismo. Nao sei, Sr. presidente como o goverooj rons lituido da roaneira porque est possa que- rer ploclamar o absolutismo. Diz-ae que o gobern be dirigido por huma faco. Admira que esta pioposico saia do ledo daquelles Srs, depulados que nao ba imito lempo queriio a maioridade para li- brar o Braiil de eamarilhas. Pois com o imperador j de baver feceo que governe ? Us Sis. Ueputados nao tendo mais que dizer contra o governo direm que elle se a- ptiia nos estrangeiros. Quem sao os estran- geiros em que se apoia o governo ? sero por -ventora os Poiluguezes naco fraca que na- da poder fazer contra nos ? Nao de cer- to ; nao be o actual goveno que se apoia em strangeiros ; oulro talvti houvesse que se apoiasseemesirangeiros quemis nos lem lusultaoo ; be contra esses estrangeiros que nevemos chamar a naco. Se o espirito na- cional devesse levantai-se coolra fstr.ogsi- ios, oeveiia s-lo contre os tstrangeiros po- oeosoa que constantemente nos insultassem em lod a as nostas prcvinciis e nao contra Poilnguetes nuticos que cuido no seu cotLiLircio dos qu.es tcaus nos descende- mos cv.ru os qnaes temos lautas e lo glandes elaie. O Sr. Maiinhot-Kosei a quem se di- ii(,e o nobre Ueimudo. O Sr. Baio da Bo>Visu : ^A* oppoii- cio i que nos seus discursos constantemente explora esta mina. Eu quz responder a hum dos discursos do nobre deputado o Sr. Mar- tina Francisco proferido em outra occasio , no qual insultou a maioria e responder-lbe foi solta essa palavra ; mas quaodo assim fosse por ventura os nobres depurados que agora se a presentad como os defensores dos direitos do povo podem-ae apresentar jus- tamente com taes ttulos, quando sustentra principalmente a respeito desle tpico nao huma administracio que maudou viajar por quiz porm alongar a discosso. Mas, Srs., nao vejo tendencias algumas para o absolutismo mas sim tendencia pan o desmantelamento social ( apoiados) ; nao temos o absolutismo mas a anarchia e pa- ra este ponto chamo todos a attenco do go- verno. Falla o nobre deputado em despo- tismo, porque anda o nao vio praticado, eu infelizmente sei o que elle be por essa re- voluco de 1817 que o nobre deputado por S. Paulo bontem tratou lo de resto duen- do ao nobre deputado pela Parahiba que nao tinba sido seu companheiro na revo'uco de 17 nem na de 24. Admira auilo que o nobre deputado potsa querer vaugloriar-se da independencia de seu paiz tratando com tanto indierentismo a revoluco de 1817. Srs. se Pernambuco te primeiro grito da indedendencia. Peza-me o nao ter anda nesse lempo idade para po- der compartihar com meus compatriotas os martyrios que solTrero Ento Sr. presi dente, vi ali cadafalsos e commisses milita- res ; vi os meus prenles conduzidos s ca- das ; vi cerpos arraalados pelas cudas do9 ca val los etudoisto poreffeito do despotis- mo. Ora ; quem principiou presenciando taes horrores nao pede queier odespotimo.... Sim o governo actual nao quer o despotis- mo nem me persuado que baja Brazileiro que o tolere. O nobre deputado tambem tratou comalgura desprezo os acoutecimentos de I824 ero Pernambuco ; a as este he ou- tro padro de gloria de Pernambuco ; talves que se esse movimento 11 u bonvsse nao existisse hoje essa conslilufo que o nobre de- putado e todos us tanto desejamos conservar. O rompimento de pernambuco loi huma rea- ceo legal, causada pelo receio do depolis- mo. i>s nao estovamos constituidos, espe- lavamos pelaconsliluico ; a assemblea cons- lituinte acabava de ser dissolvida a provin- cia de Pernambuco foi a primeira a reagir , e ento appareceu a constiluico,... Eu nao approvo 01 acootecimentos dah em diante j aconlecimentos por causs dos quaes tantas vic- timas lorio sacrificadis. liaasoite que es- pera a todos aquel les que faltos de experi- encia, e deixo levar de patarras bonitas, sol tas t com o fim de se ganhar tal vez que o uestno anda acontecer aos inexpertos, que deixando-se levar por insinua^es de ambiciosos cahirem na desgrana de servir dedegiaa alguem. Si. presidtn'e o nobre deputado anda bontem quiz dar a entender q' alguem do meu lado nao tinlia, rmtipios po'iiici.s,disse mesmo que o nobie depuiauo do liio de Janeiro era monarchista constitucional, que o seu lado era monaicbista constitucional e que a oppo- sicao eia.,,. perguntei eu do meu banco o que ?- eaind < pergunto : ento dissse o no- bre deputado eu sempre fui monarchista constitucional desde a lenra idade.He mu. lo feliz o nobre deputado Sr. presidente, eu sou taabem monarchista constitucional e todo o meu lado professa os mesmos principi- os ; e se o nao fora teria de sustentar a mi- nbaopiniocom franqueza, Sr. presidente eu nao concebo como as esrolas onde se lm os iivros que ando as nossai mos, se nao teubo idis democra- tivas ideas generosas e muito generosas ; s a experiencia depois v. i mostrando que as cou&as nao sao romo parecio e que ba tar- tufos que procuro abusar da inexperiencia dos mocos ( apoiados ) cujos coraces se in- flan) mo com as ideas de liberdade para de- pois poderem reduzi-lo9 a nada e persegui- los, como acabamos de ver nao em poca muilo remeta, Eu j fui victima da mmha intxperieiice-, talvez que hoje exista em Per- nambuco quem abusou bastante da minha boa f. Eu fallo na piesenca de quem tal- vez conbeca bem a verdade do que digo. Fallarei agora a respeito docomporlamen- to que (ivemo* quaodo hzemos opposico aos diflerentei ministros do primeiro regente do acto addicional, Sur. presidente, nos nao vamos utssa adminislrato cousa alguma que tendease a conservar o Brasil unido que tendtsse a reorganisaUo porque nem aquel- las medidas, que erad concebidas pela cama- ia dos ueputados, se execuiavao, nem a forca decretada jateis era prehencbda. Da- se rnlo o nobre depuiauo que eu era do principio da anliga opposico de negar t pao e agua esse pao e agoa lo fallado , Snr, presdeme, j se teui aqu dito como deferentes portos eidados at acbar bum porto bum lugar en que tivesse alguru cri- me, como fizero com o cidado Lafuente , bavendo este alias obtido da relaco huma ordem legal de babeas corpus ? quando sustentro huma administracio que man- dn recrotar homens que deitavo sangue pela bocea ? Podem os nobres deputados apregoarem-se como sustentadores das prero- gativas provnciaes quando ero os mesmos que apoia vo administra toes que por simples portaras davo interpretar, oes ao acto addi- cional, e ordenava s presidencias que as seguissem fiel mente. Podem os nobres de- putados apresentar-se como respeiladores de seus principios quando sao os primeiros a renegal-os entrando para o poder, quando dizem daquella cadeira : a opinio do de- putado be huma e do cinistro he outra ? -- Snrs., bem desgracado seria eu se, quando ministro de estado eu nc fosse cipaz de sustentar os principios que me elevra ( a- poiadosj. Coovem naio que conservis os principios que vos elevaro, e que nao os rejeittis quando no poder desculpando- vos de que a opinio do ministro nao Le a 0- pinio do deputado. O Sor. Marinho - Nao era sobre prin- cipios era sobre bum faci. O Snr. Carao da boa vista ; -- Vos dzeis que nos seguamos o systema da moderago e que este seria o nico capaz de cbamar o Bra- sil ordem entretanto approvastes todas as nossas medidas que d'anles tinbo o vos&o es- tigma (poisdos) 1 depois que levastes a vossa coudescendenca a tanto, que al quizestes vencer o Rio Grande com viuho e mar- melada. O Snr* Alvares Machado: Que miseria. O Snr. Baro da Boavista ; Que verdade. O que conseguistes no Rio Glande ? nada. O Snr* iVaiinho; O que conseguistes vos ? O Snr. Ba,0 da Boavista Mais do que vos. O exerciio que se achava no Rio Gran- de do Sul loi por nos organisado (apoiados) ; o iVlarauba |0 pacificado por nos (numero- sos apoiados^ a liahu por ns (numerosos apoiados^; .>s lea que eslavo no senado, e que o vosso ,, misterio disse que adopiava , Salvas pequenBs excepces sao nossas (nu- merosos ap0iados) i benossi em fim a iuier- pretatjao do aclo addicional que vos que- ris mas que cobardemente nao ousasles a- preieotar. Sur. Marinho Cobardemente nao he parlamentA*>4 O Snr. Uara da Buavsta He parlamen- tar e mais parlanentar do que algumas pala- vras empregadas por co-ieiigiouatios do no- bie depuiado como aquellas que dirigi contra a administraco t chamando-a de in- lame e inunoral ^ como aquellas que dirigi contra o nobre ministro da fazenda dizendo que 1a vender algumas apolces ; como outras muitas , mas dire ao nobre deputado que, senojulga a palavra parlamentar, eulooge de querer imitar ao nobre deputado e ao lado a que pertence eu retiro a palavra. Snr, presidente, o nobre deputado anda prope a conciliacao. O Snr, C.da Cunha Agora a quer. O Snr. Bara da Boavista Com quem ? nao fei: eu vejo que o nobre deputado diz que be monarchista eu os meus amigos nao temos oulra bandeira ; qual he a conci- liacao ? nao se; estamos conciliados, O Snr. Alvares Macbcdo Porque nos perseguem ? O Sr. Bara da B:avista Nao vejo a per- seguido } aponte hum facto ; he porque os Srs. nao governa ? Disse o nobre deputado que se perseguem a todos os que proclamra a maioridade nao vejo tal perseguico, ve- jo que o Sr. marquez de Paranagu chefe da maioridade est no ministerio, e que o oulro, o Sr. Navarro, esta do nosso lado. O Snr. Navarro lez a maioridade e o Snr. marquez de Paranagu lbe deu a direceo possivel Snr. presidente j que se falla em m.ioridade, quero dizer a minha opinio. Eu desejo que lodos me lenho peto que re- almente sou uo leuho pretences ao jesui- tismo. Eu sempre espere que anno passa- do nos ireuxesse alguma tentativa forte do partido que eslava na opposivo para ir ao poder porque era o auno em que se fazio que esta ideia ou outra podesse ser a pre- sentada como meio proprio a conseguir aquel- le fim. Com effeito apparece huma ideia 00 sena- do de hum nobre senador estou bem Ion- ge de faser a esse nobre senador a menor cen sura pela apresenlaco dessa ideia magesta- sa ; mas o partido da opposico quera bum pretexto huma bandeira para sabir ao po- der e apoou-se nesta ideia, Eu Snr. pre- sidente nao fui maiorisla porque nao en- xergava na maioridade os bens apregoados por algnns deputados. O nobre deputado de S. Paulo o Sr. An- tonio Carlos quando disse daquelle lugar , que eu nao era maiorisla mas que me tinba conservado na presidencia de Pernambuco por me reputar capaz de servir com lealdade , fez-me o maior dos elogios. Nao menos e- logio me fez tambem o Sr. Limpo que sin- to nao esteja presente para llie dir os agrade- cimentos rom bum officio que me dirigi , tratando a minha adminislraco de sempre patritica e Ilustrada pois que de ve fazer muita honra hum elegi tal, e provindo de hum ministro que nao pertencia ao meu lado. O Sr. (Jorres de Campos Bem mereci- dos. ( apoiados.) O Snr. Bar da lioa vista: Nao sendo pois maiorisla receiei entretanto muilo da bandeira; a bandeira era muito forte. Co- mo eu eslava em Pernambuco e vi o movi- mento dos partidos do Norte, entend que era necessario que essa b-ndeira fosse rota quanto antes. Neste sentido escrevi ao Snr. Lalmon pera que fizessem passsr a maio- r idade, Eu Snrs. julguei queja nao era pos- sivel conservar a-, cousas no mesmo estado , depois de propalada a ideia sem dar se pietexto aos anaichistas. Nao fui maiorisla, porque receiava que os males conlinuario como da mes, aperar de dizer-se que o gover- no era dominada por huma camarilha, que tudo ia mal serx> a maioridade do Imperador ; que o imperio seno salvava sem isso ; que tudo promellio com o Imperador .... mas a- gora j se v que nao eslava a causa dos nos- sos males no governo na camarilba mas no desmantelamento geral, por isso que nao tinha tomado medidas para ir chamando , pouco a pouco o paiz ordem ; eu previ q' qualquer q' fosse a adminislraco que en- irasse havia de se ver em euibarafos e |u o Brasil continuarla no mesmo estado de os- cillato e fraquea. Justilico os meus pre- sentimenlos as phrases hoje me mo ditas pela opposico: o governo he sustentado por huma laceo O que he huma faceo sus- tentando o governo ? nao ser por ventura huma camariilia ^ O Sr. Marinho He cousa muito diversa; OSr. Bara da Boavista* Ss huu>a facyo sustenta o governo nao ter della conbeci- mento o Imperador ? der possivel que elle a nao destrua e nao salve o paiz ? Espero q' assim acn'ceja. O Snr. Marinho Nos tambem o espe- ramos. O Sr. Baro da Boavista Snrs, eu di- re com hum nobre senador : J o Impera- dor quando menino nos salvou em llit ; eu espero estou inteirameote convencido de que elle continuar a salvar-nos (numerosos apoiados ) Sr. presidente, tenho muita satfacoem h&ver manifestado na presente occasio as nainhas ideias a respeito da maioridade. Nunca abandooei os meus amigos sempre estive com elles, e se permanec na presiden- cia de Pernambuco, foi por motivos de de- licadeza. O Imperador havia assumdo os poderes constitucionaes eslavo no ministe- rio pessoas respeitaves ; e nao era decente , nem cenveniente dar hum passo de que os intrigantes podesse n laucar mo para fazer comigo o queja se fez com alguem taxan- do-me de desaffecto ao monareba. Serv, e servi com lenldade al que vi que o gover- no nio segua os verdadeiros interesses do meu paiz e tomava medidas que podia comproaietter a minba provincia. E ento , o que me cumpria fazer ? pedir a minha de- missa Sor. presidente, eston intimamente con vencido de que os principios <}ue triuxphra em 19 desetembro sao os nicos capazes de reorganizar o Brasil ( numerosos apoiados), Note-se mais que o mea 1.0 nobre deputado da opposifa que agora acaba de fazer huma accusaea ao ministro da guerra acaba de elogiar e de sustentar hum desses principio*. as eleices e so com o poder poderia irium- Snrs., nos combalemos por principios e oo pliar. Ja tinba apparecido a idea da regeu- | por pessoas ( apoiados )j se combalesseoio* ca da Seohora U. Jinuaria, e era natura jpor pessoas eu tena &ido hum grande m Distilo oi 'iUNkkiu defensor do ministerio de a4de julho. Snr. presidente desde que se organisou o ministerio de a/{ de julho eu vi que ape- zar de ser organisado com pessoas uuito hon- radas muito instruidas elle nao pedia fa- zer a felicidade do paiz ; e com isto respondo ao nobre deputado que a conciliacaS que elle quer de j.essoas sem que tenha ai mi- abas vistas administrativas nao poder dar forte impnlo a felicidade do psiz. O minis- terio que mais homogneo for em principios administrativo; (era aquella que melhor di- receo dar ao paiz do contrario estaremos sempre em lula, e o Brasil nao marchar. He preciso pois ou que hum ministerio in- teiaaente dos principios do nobre deputado, ou enta bum ministerio dos nossos princi- pios v ao poder. Mas he mu lo fcil ton por-fe bum ministerio da maneira que cabo de dizer? Tem o cobre deputado no seu circulo nu- mero suficiente de rapacidades para orgam- sar-se hum tal ministerio ? Nao. Ora a dar-se a ronciliaco que o nobre deputado pretende ,^ e que s pbe ser de pessoas se- gcir-se-hidqueo governo nao preencheria o seu Em fazerido quanto delle se poderia es perare continuara ra mesina vacillaco. E a vista destas raines seria mais leal da parte daor-posiefio, Uenta a difEculdade de poder diiigir por si os negocios do paiz que dei- xusse de fazer opposico da maneira por que ten. feito. Censure a nossa maneira de ad- ministrar mas nao nos impute tendencias ao absolutismo nem a querer derribar a consti- tuico. Senhores da opposico sede leaes , nao guerrieis a ei que ouir'ora apoiastes com essa reforma ao < odigo to demorada no sena- do, e que reclamareis subindoao poder, dei- xai que vtnha para esta casa para que a exa- minemos. O Sr. Marinho : Para passar de chofre. O or. Baro da Boa.vista; Perdoe o nobre deputado porque est dizeodo que ha de pairar de cbore ? Porque nos suppoe esta vontade? J ct nversou comigo a este respei- to? J sabe as minhas ideas e de alguns amios com quem estou em contacto ? Isso a- contteer laUez com a demora que tem havi- doj e de qium'a culpa ? Se o senado se cul- pa por cauta da demora do orcamento, a fal- ta ue lempo para o examinar bem e o ver-se orcado a adoptar a le pela razo da neces- sidade que ha della porque razo nao nave- nos de uuer o rcesmo e criminar os membros do senado ; que lea tanto tempo com cou- sas que nada valeui corcoest acontecendo com u dibtussB a respeito da redaccac? Man- dero essa iei, tos a discutiremos temos tempo om iremos a opposica ella natu- ralmente mostrar-nos-ha aonde eslaS os grandes males dessa reforma e eu enta ccmpara-la-hei coma Iei de 14 de abril que tsi legendo a minha provincia. Alguns Snrs dirjgem a partes que nao ou- vimos. - OSr. Baro da Boa-vista ; No entanto pessoas rnuito liberaes que nio cedem em nada ao nobre deputado votro por essa Iei de 14 de abril. Essa iei tem em verdade alguns deftitos, mas eu asento que ella fez bum grande bem a minha provincia. Se- nhores os deputados olbo s para o Brazil ogio que nos pode fazer porque nos sup- do para organisar hum ministerio i mostrem os nossos erro e que as nossas d*s sao ms , apresentem as suas, subi ao poder e gover- nem com ellas, se dellas tiverem o triumpho, mas se nao tem medidas nenhumas a apresen* tar se pretendem seguir as apresentadas por nos ento dexe o poder as mos de quera est; Mas eu observo que a opposico segae huma marcha differente de certo tempo para c : o mesmo nobre deputado de S. Paula que prometleu sustentar o governo de S. M. o Imperador at que elle tivesse a idade de 18 annos e isto em restncco alguma (eu sen- do ministerialista e de certo muo amigo d0 lado que govema boje nao disse tanlc) , Como hum dos collaboradores da maiotidade Se via nesla necessidade hontem retirou o seu voto. O Sr. Airares Machado: Puz condijes. O Sr. Bario da Boa-vista : Nao me re- cord que as pozesse. Hum Sr. Deputado diz hum aparte que nao ouvimos. O Sr. Alvares Machado : Nao negarei pao e agua. O Sr. Baro da Boa-vista : E eu hei de negar pao e agua sempre que o governo for bastantemente inepto para nao fazer a felici- dade do meu paiz j beide negar-lhe tudo, at pao e agua. O Sr. Alvares Machado: F.u enlendo que as circumstancius nao permittem isto. OSr. Baro da Boa-vista : Sao admira que o nobre deputado nao seja tio sectario do pao e agua. Aproveito anda a occasia'o para dizer que nao achei razo no nobre deputado para diri- girse eo meu Ilustre amigo o Sr. Gomes Ri- beiro e lhe dizer que nao gostava de quem nao acbava bom o ministerio ) e no entretan- to o suatentou. O Sr. Gomes Ribeiro : Nunca disse tal. O Sr. Baro da Boa-vista : Eu nao ve:o nisto motivo para maravillar o nobre depu- tado. Eu entendo tambem que o ministerio nao tem marchado como deve marchar e que da sua fraqueza e condescendencia mesmo que tem tido para com o lado a que pertence o nobre deputado tem resultad alguma fri- eza da nossa parte. Nos nao queremos reac- c,es. Srs., eu administre! Peroambuco por tres annos e meio apresentem-me hum acto reactor que eu praticasse ou perseguicao que eu zesse. Srs. eu no fui educado com essas ideas, pelo contrario eccaro-as com horror. A miaba educaco he toda constitu- cional eu fui educado em paiz iivre. Por consequentia eu sou hum dos mimbres da maioria digo que nao approvo muito esses acto de condescendencia que tem tido o mi- nisterio mas eu o sustento e dou-lhe o meu voto j tenho muita altenco para com todos os seus membros, tenho mesmo amizadea muitcs, mas nao me tem parecido que tenba o ministerio marchado como dere marchado; a sua marcha se resente bum pouco do estado de vacillaco. Mas vames ver a razo por que o nobre deputado de S. Paulo, teudo-se com- promettido a dar oseuapoio ao governo ate que o Imperador chegue a idade de 18 an- nos hoje relira o seu voto. Ser por que j iulgue-o bastante seuro ? He o maior e- disse o contrario ; e o resultado disso foi que as eleices dero deputados cujos n imes e principios sao conhecdos ; veji-se os depu- Metaes. Dobres'hesp. a6,i5oa26aoo 1 ,, Pariz ; 3o6 i, Hamburgo 568 no pelo Rio de Janeiro e por algumas cidades martimas. Eu me persuado de que Minas e S. Paulo esto muito instruidas; porque, Sr, presidente, se eu julgo do Brazil pelo que acontece no interior da minha provincia , no interior da Babia e das provincias limilro- phes como as Alagas no Rio Grande do iorte no Cear ao Maranho ( nao digo j no Para ) julgo que as reformas do cdi- go ho de nos hier muito bem. He verda- de que r.o sou professo na materia, mas mo- vido pelo desejo de fazer o bem ao meu paiz , devo cooperar muito para que passem estas reformas que se discutem no senado e de que a mesma opposico se ulilisar. Agora mes- mo do discurso do Sr. Limpo de Abreu , notti que elle aecusava o Sr. Joz Clemente daquillo mesmo que elle pratirou quaodo mi- nistro. Ora ser isto poltica de bum ho- mem de estado que aspira ao poder p Quem tem siao ministro por vezes j deve ter prin- cipios fixos de adminisiracao e como vem fallar daquella maneira contra actos por elle preticados e sustentados contra o nobre minis- tro da guerra que acaba de pralioar bum ac- to que agora suppoe ser mal feito l Isto be liuma versalitidade indisculpavel; e entre- tanto quem procede desta maneira P hum dos liis habis membios da ojposo. Eu nao oslo de versatilidades, eu nao gosto de quem, estando no poder segu principios que com- bato depois que sabe do poder. Se os nobres eputados do opposico tem gente do seu la- quiz responder couza alguma contra que.n pe j bastantes para o sustentar e que nao necesitamos do nobre deputado porque o nobre depu lado mesmo reconbece que o seu apoio nao he preciso e que o Imperador ha de reinar sem elle. ( Numerosos e repetidos apoiados. ) O Sr. Alvares Machado : O Imperador ha de governar apezar de tudo. O Sr. Baro da Boa-vista : A pezar do nao, nao. O Sr. Marinho diz hum aparte que nao ouvimos, \ OSr. Baro da Boa-vista : Hum prin- cipio nao goveruar sempre aonde esi o go- verno representativo ; mas Srs. os nossos principios ho de goveruar por muito tempo l nmeros apoiados ) , os nobres deputados nao comprehendem o iriumpho obiido em 19 de setembro. Note a cmara as sympathias que de lodos os pontos do Brazil semanifes- lo a favor desses principios ; sao os princi- pios do tempo da geraco actual do Brazil; a geraco actual toda os sustenta ; e n* re- deremos o campo geraco que vem viudo, Nao persigo as eleices ( numerosos apoia- dos ) nao as forcem pelo ccete [ numerosos apoiados ] e veremos qum veucd |( nume- rosos apoixados ). Srs., vos leudes o exem- plo em Pe nambuco ; o Sr. Urbano [ apro- veito a occasij para lhe dar meus agradec- mentos ] e o Sr. Rezende ja dissero que em Pernamtiuco as eleices foro livres. Eu ta.. lados das provincias onde o gabinete de ->4 de julho nao leve ai cao. Todos sao como os da Pernambuo. Os nobres deputados di op- posico nao contera msnao cora os votos cer- rados dos deputados de Minas que pan o anno virem porque elles ho de seguir os I principios da poca que sao os nossos piia- cipios. OSr. Marinho : Posso afirmar que to- dos sao nomeris muito de bem e honrados. OSr. Baro da Boa-vista: He o que quero : eu (alio na persuado de que sio !i > mens muito de bem e honrados. Nao m? quero com homens indignos era occasio al- guma e Dos nos Iivre que p.irdesgraca do Brazil homens taes aqoi se seatassara. O Sr, Marinho diz hum aparte que nao cuviraos. OSr. Bario da Bja-visla : O que nao approvo he a maneira por que se faz opposi- co ao ministerio Eu desejra muito uue a opposico tivesse hum circulo suih'cieule para cumpr hum ministerio digno do paiz mas nolo-lhe incoherencia em se cjmbiter princi- pos que segu qudndo sobe aopider. Por exemplo o mioisierij de que o ?r. Limpo fazia paite 00 lempo do Sor.. P'eij quena estrgeiros. eotretlo depois o Sr. Limpo com- bate a idccis 10 de etrangeiros. O resultado de tudo isto he que o Brasil nao p le conhe- cer qual dos principios he o verJadeiro ; e que assim i.eahumacouGaii^i deposite, nu- nliuir. upuio preste huma oppusico que as- sim obra e se desacredita. Snr. presidente eu tenho sido muito lon- go em meo discurso sobre a materia, porque ella he vasta : o nobre deputado de S. Paulo fez hum discurso to extenso que o aieu nao o poli* deix^r de o imitar aigura tin- to : eu poderia acompanha-lo, ans estou cansado ', em outra occasiao fallarei e dire ento o que entender nao guardtrei si- lencio d'ora em diaule porque he lempo d o nao guardar por que he lempo de cad) hum combater 110 seo posto ; por que a opo- sico lomou outro carcter o procedimento do nobre deputado que tinln promeliido o seo apoio ao governo e hoje o retircu ; a linguagem dos peridicos da oposito na cor- te e as provincias os ltimos actos plati- cadas por seos aUidos ot faraiba a con- ducta da oposico dentro desta casa a reve- lado feita pelo Snr. Navarro, tudo isto combinado com as noticias que correr com o receio que manifesta de urna dissoluco, que alguma cousa existe que leudi a qua a opposico ganhe novamente o poder dj mo- do porque ja ganhou oul'ora novamente ; so he pelos mesmos meios extraordinarios porque snbio o anno passaoo ; mas nao se il- luda a oppos,o ; repare queja lera a diq- deira da rcaioiidade (nua.erosos apoiados), se pretendem subir ao peder por bum tal modo, esto engaados (numerosos apoiados), Eato como nos temos feito, ganhem o po- der na tribuna, combito francamente cor* rijo nossos erros moslrem que os seus principios sao melnores mas nao pe- la maneira por que o gaoharo no auno passado ; mas nao violando as Leis. ("Apoia- dos) Eu not. no nobre deputado mui- ta sagacidade. O Sur. Alvares Machado : Engana-se muito, O Snr. Baro da Boa Vista : Mas per- do e-me d ser-1 he que s n'uma cousa elle se enganou quando por occasio da maiorida- de nos dava esperanca a respeito do Rio Grande do Sul que elle mesmo vio malo- gradas em consequencia do que o nobre deputado se conservou mudo bas poucos de meses (risadas.) O Snr. Alvares Machado: Estamos em tempo. O Snr. Baro da Boa Vista: Nao preten- do fallar no Rio Grande, porque nao teabo conheciraento da provincia e nao sei se convera mais para a sua pacicifieaco marme- bda ou plvora e bala (risadis e apoiados). m * j >. ,, da patria a5.qoo Pezos hesp. 1,720 da patria 1,600 Pecas de 6,400 v. 14.400 a i4,io ,, de ,, n. 14-ooo Moedas de 4,000 7,800 a 7,800 ,, Prali.....66 lja t 67 (Do Boletim CommerciaL) LOTERA DO THEATRO. Os Bilbetes da . parte da referida 7. * Lotera, cujas rodas ando impreterivelmen- te no da :(i do corrente acho-se a venda nO b'irro do Recife as lujas do9 Snrs. Manoel Gon?alves da Silva, Vera e Gregorio An- tunes, Cambistas , e no de S. Antonio era as lojas dos Snrs. Meoezes, na ra do Col- legio ; Guerra na ra nova ; e Bastos na Pracinha do Livramento. LOTERA DA do Rozario da Boa-vista que corra impreterive DE N. S. DO ROSARIO BOA-VISTA. J*A meza regedora da Irmaudade de N. S , tem determinado, ente as roiis da i.- parte da 1.* Lotera no da -tg dj corrrante s os bilbetes acho-se a venda nos seguintes Ingares ; no Recife riu da Gadeia, lija de Cambio do Sar. Vieira em S. An- tonio ra do Collegio lojadoSr. Menezes J- nior : rui do Cabug botica do Snr. Joo Moreira Marques ; e na Boa-vista loja j Sar. R-ipozj rui do atierro. THEATRO. Hjje 10 do correte Beneficio d Zbe- deo Cezar-- Bilheteiro do Theatro. Se re- prezenlar a sublime PeLd A Morte da Nipoleo- Esta grande Peca, q', tanto agrado 1 o anno pass>dj quindo se reprezentou ero BeneQcio da primeira Dama, he que o bene- ficid.i julgou assas propria para *ntreter os seus benigoos protectores. ^ij Gm d* Peca cantir-sc-ha huma das milhores cavatinas - Bridando o expectaculo cora a excediente Farca denominada Manoel Mendes Os repeti- dos obzequios qu9 o Beneficiado te u recebi- do dos benemritos habitantes desta Cidada o faz esperar de que par mais esla vez se dig- nar prolegel-o o que mais, emaispenho-s rara a sua gratido e recouueciraento, Principiar s horas do costume* Avisos Diversos. vSAHIO HOJE o [. numero da MAR- CIANA : venJe-se m escritorio da Tipo- graphia Impircial, ra do Collegio D. ta onde tambem se vende a FARPELSUi. by* Quem liver um malote usado, qua o queira vender, annuncie a sua mora lia pa- ra ser procurado SS7" Quem precisar de haoaa boa ami da leite dirjase a ra das Trincbairas sobra- do D. a5. tsy O abaxj assignado faz scenle aos seos devedores que podeta pigar o importe de suas coutas ao Snr. Joao Baptista Mjjiu-js di Sil- va pois a elle he que pertence ditas cobran- cas, visto t Jos-) Antonio da Silva. iS5~ Quem precisar de un brasileiro, an-> Dances. %3T Na paderia francesa do alterro da Boa- vista D. i, acaba-se de receber de novo j frascos da excelente e bem contienda, agoa da flor de laranja a mesma que teta agradado igualmente se continua a aprontar encomien- das de doces tortas bolos fice. e tudo o que pertence a padetia, do melhor e mais es- quizito gosto. BT Roga-se a todos os Sn. que tem por Iei o trac-lamento de Ex e Senhoria quei- ro por caridade faze lo constar por este Da- rio a fim de se dar a cada um o que he seu sem nlVacci'. do alvar, eda tabella. Perdeo-se na manh do da 8 do cor-; S3T O Snr. Alvares Machado : Ambis as cou-I rente urna carteira de algibeira conlendo sas juntas, doce primeiro, e depois plvora e bala. O Sor. Baro da Boa Vista : Snr. presi- dente eu apoio o ministerio actual ; deseja- rei que seja mais enrgico por que ento achara amigos muito mais numerosos e deci- didos. RIO DE JANEIRO. CAMBIOS O DA ID DK OUTOHBO. Presos na ultima hora da piaca. Cambios sobre Londres ;iii|jai|i entre outros papis cento e sessenla e tantos mil reis e um meio bilbete da Lotera do Livramento assignado no verso com o appel- lidodo abaixo nssiguado ; cajo bilbete se liver sido premiado uio sera satisleito pelo respectivo Theioureiro como he de esperar de sua honradez e probidade vis'.o i se ochar prevenido : a pessoa que tiver achado dita carteira quereodo restuuill\ fielmente i dirija-se a ra Uireita segundo auJar da caza courcute a botica que loi de Ignacio _\'ery, que ser generosameule graGcaua. ioia Maeli.ub Freir Pereira da Silraj ni All O BE PEfcNAMfiOjCO I irmm.v. A viava de Jos Francisco Martios de Almeida avisa eo Sr. Jof Joaquim Jnior morador no h'gar de S. Amaro quo s deve entender cora Manoel Jo Galvo, par*, Ira- lar da venda do terreno que o mesmo lbe los de a I venara de barro do Monteira por 3.'ooo,ooa dndo-sc por seguranza urna prcpriedade ao p da praca urna legoa con 8 captivos de servico recebecda-se constan- temente dous milheiros mensaes posto na bei- praca da Independencia loja de-livros ns. das barraras mullo perto do rio con 16J 3; e 38 ; na ra do Cabug loja do Sor. palmos e meia de frente incl Bandeira ; na ra da Cadeia do Reeife loja manden hilar a ; do p. p. lata, ter sido ra do rio capilycriba ; quena este negocio qui- o priomro a fallar-ke. S3T Ao annuocio da Fabriquero da S de Cunda inserid no diario o. mo, resnon- e-se, qde se os berdeiros do fallecido Chan - tra JernimoGoDsalves dos Santos, nao tea aothoridade para marcar o termo que cons- ta do annuncio delie a qu9 o mesmo Fabri- queiro chama prescripcSo meuos authori- iiude tem elle para com outros annuncio, querer empedir que os ditos berdeiros dis- pooho dos seas bens para elle Fabriqueiro fa/er a pretendida cobra nca quando bem lbe parecer* Sao passados i5 anuos. tsr O Sr. que se ofierece para trabalhar de baozeiro dirija-se a ra do collegio De- cima 8. 12T Quem precisar de uro botsem casado com dous tilbos para feitor de sitio dirjanse ao pateo do Hospital do Paraso O. ai. 2SS" Continuase dar pralis todas as tercas feiras o peridico Constitucional Parliibaoo, no escriplorio da Typografia Imparcial, na ra do Colegio O. la, ssr Thereza Mari* de Jesu9 viuva do fal- lecido Jos Auacleto Alonso faz sciente n- quellas pessoasque se julgarem credores da- quelle finado bajo de le {presentar suas coutas lorenles ou outro qualquer titulo por onde se reconbecero como taes para se poder entrar no conhecimento do estado de eua casa isla no praso de seis das depois dos quaes ser tido por nao verdadeiro qual- quer documento apresantado. 3P Precisarse Blugar uro negro ou mole- que paga-se lc,ooo por mes e sustento ; quem tiver anuuocie. ser fater anauncie. CT" Traspsssa-se as chaves de um gran- de armazem todo iadrilhado decantara, pra- prio para qualquer estabelecimento por ser colocado em boa rua de negocio para ver na rua estreita do Rozario D. 3i, e para tra- tar na rua da Florentina coro J. Beranger. que esl a propriedade dos orfos filhas da Avisos Martimos. PARAOMARANHAO' segu viagem o Bergantim Mrquez de Pombal Capito Fernando Jos de Almeida ; quem quiser carregar ou ir de passagem dirija-se a seu Consignatario Manoel Joaquim Ramos e Silva PARA A BAHA sahir no dia 13 do cor- rente o novo e velleiro Brigue Feliz Destino , o qual tem os melhorescommodos para passa- fcifos ; quem quiser ir de passagem ten a bondade de com antecedencia entender se cota es Consignatarios na ruada cadeia D ai ou cora o Capito do raesmo. PARA O ASSU'o Patacho Nacional Lau- rentina Brasileira Capito Autoaio Germa- no das Neves pretende sabir no dia io do corrente ; quem no mesmo quiser carregar ou ir da passagem dirija-se a seu proprieta- rio Lo u rengo Jos das Neves ua rua da Cruz n. Sa ou a bordo do mesmo ancorado de- fronte do caes da lingoeta. PARA GENOVA segu viagem com a maior Lrsvidade a Polaca Sarda Copernico , Capito Jao Baplista Garlero fora de oortas venda D i6< tsy Um cvalo rodado novo gardo e de bonita figura ptimo carregador atbe meio; ao pateo de S. Pedro D. i3. 6S5- Na botica da rua da Cruz n. 3o,, a verdadeira agoa das Caldas de Gerez chegada prximamente to eflicaz para quem padece doestaraago e figado molestias de pella e &c. e caixas com pos pu'rgantivos de .YIu- riric to acreditados no Rio de Janeiro , pelos seus bons e suaveis effeitos principal- mente para quem sofre ataques hemorroidaes, conslipacoens de ventve molestias de pelle , o que melhor se explicar pelo roteiro que junto sedar. cy Bichas grandes da melhor qualidade que tem vindo a este paiz e troco-se as que nao pegarem e um bonito pavaa chega- do prximamente da Franca ; no atterro da boa vista D, 29 iuntoao beca do Ferreira. tgf" Um escrava de idade de 19 annos , demuito bonita figura, adverte se que se ende por nrecisSo ; na ru da liangel no segundo andar do sobrado junto aa do Ex ai, Sr. Presidente. 9 Rap princesa chegada ltimamente de Lisboa na Barca S. da Rozario a aaoa a a libra e a*3o rs a oitava-, na loja de seriguei- ro Da rua do Cabug na quina que volta para a rua larga c'o Rosario. K3> Ua molato moco e muito sadio, sem vicio e muito bom oficial de carpina ; na do o terreno be todo murado e tem alguas arvoredos de fruto ; a tratar na rua da Glor rii D. iq. Petronilha Florentina. tsrUma saia de lavarinto por preco com- modo ; na rua do Lobato D. 9. tsr A casa terrea D. 5 no pateo da ribeira do peixe ; a tratar deffonte de palacio con o Sobral ou na rua da roda venda D. 8. tar Urna preta moca de naco boa qui- tandeira que da um solo por dia ; na rua do Livramento sobrado de 3 andares D 5. cy No armazem de Fernando Jo Bra- guez ao p da arco da Conceico excedentes gigos de batatas iuglezis novas e caixas con sabo brauco. CST* Cadeiras americanas com assento da paliiinba ditas cam assento de pao, camas de vento de amarelo muito bem feitas a .f5oa, ditas de pinho a 35oo, e piaba da SuecU cam a paletadas de grossura e dito serra- do tudo inais em conta do que em outra parte j na rua da Florentina em casa de J. Beranger. Escravos Futidos i urna terca pafte da seu carregamento visto que tem o resto pro.-npo ; quem quiser car- SS~ O Escnvo da S. Casa da Misericordia regar ou ir ele passagem, para o que tem da Cidade de Olinda avisa a quem convier, excellente commodos dirija-se ao referido muito ve- leini e forrada de cobre, s pode receberf rua da Aurora na terceira casa de 3 andares. li5" Urna preta de naco inda moca en- gomma coiinha e be quitanJeira ; ua rua do Nogueira D. 19. cr Um sitio muito grande, na estrada da que quinta eira 11 do corrente ha sesso da Capito ou a Alendes & Oliveira rua do Pombal, com casa grande e todo coberto mesa w 9 boras da manb. Ainga-se urna casa coebeira no beco Vigario D. i5. de arvoredos que do frocto 5 a tratar na PARA LISBOA o Biigue Portuguez Jo- praca da Boa vista D. 3 ou na rua da roda do tambi da boa vista j a fallar na praca da sppbina forrado e pregado de cobre deve D* & boa vista casa D, 3, t>e,;uir com muita brevidade por ter parle1 .>~ No armazem de Jos Antonio fda |Sil- tSF O lente Coronel Ignacio ntonio de ^ set> carregameuto prompto ; quem quiser va Vianna no forte do matto taboado de pi- Brros Ftko comprou por conta do Re- caeregor ot| ir de passagem para o que tem ^bo da Suecia costado costadinho assua- vetendo Conego Joo Rodrigues de Araujo o exeelientas commodos dirija-se sos Consi- U10 de urna e.mcia polegada forro de meia bilbete iuteiiwn. ii5 da s-guada parle da 7. guatarios Yiendes & Oliveira ou ao Capito pologada e 3(4 proprio para casas, e para Loleria a tavor das obras do Tbeutro publico Paulo Antonio da Rocha, fundos de barricas remos de f*ia de aupe- ta Cidade do Recie. PARA OASSU por ests dia sahir o rior qualidade e cera branca da angola em IV Para o coeserto da estrada do Pama Brigue Brasileiro Jpiter ; quem quiser car- gamelas tudo par preco commado. jseirim se preoisa comprar urna grande por* regar ou ir de passagem para o que tem ex- **" Gomma de araruta ou matarana mui- o de lijlos de alrtnana do melhor que celantes commodos dirija-se ao Capito Jo-. to nova tt de boa qualidade em porco ea ouver cal e elguos buis mansos e gordos se X;*ier Vianna, ou na rua do Vigario uu- retaiha a pre}o mats barato de que em ou- assim corao tambem se alugo carrcas Ue mero 7. lra qualquer parte j na rua velha venda De- um e dous bois canoas para condazir areia PARA TR1ESTRE o muito velleiro Bri- cima 19. e um sitio e casa tudo islo a dinheiro a vis- P**e Austraco Uladislao forrado e encavilha- CT" Excellenies velas de carnauba e sa- ta j trata-ie em caaa do arrematante o Mi- ao de cobrejquem quiser carregar dirija-se aus, bao em grandes e pequeas parcoens; na lar- or Manoel Joaquim do Reg Atbuquerque seus couaigatarios Me. Calmont & Compa- go de S. Pedro U. la do lado da rua de agoas aos aflojados, uestes b aius dus as 9 boras uhia. do dia. tsy Aluga-se o terceiro andar da casa D. ! da rua do Queim*o da parte do nascen- he o verdes na mesma casa da-se dinheiro a pre- mio sobre pinhores de ouro. t-31" Massas finas a 3oo rs, a libra e a caixa a 8000 ; ra rua do Vigario ri. a5. C*r l'ara fara da provincia ou para al. C^ De?apareceo um preto no dia 16 de Outubro dsnoma Joao de uacaa cambiadt, de idade de $0 annos, altura regular ps alguma couza grossos cheio do corpa com, algvnscbelos brancot levou caloas de es- topa camisa de aljodloiinbo tctraouot ris- cada ja usada loi escravo do Paira Felipe qua mora no jang be muito ladino bam pescador da alto e he de supar que a titulo de forro se teaha entroduxido a Icabalhir era jangadas de pescara ; quem o pegar l-jre ao atierro das 5 poalas fabrica de tabico, qua ser gratificado. K57* No dia 15 de Abril do crrante antu], fugio do lugar do poco da panella um uao- lato de nome Jos cbelos crespoi cara re- donda e muito picada das bectiigas um o'.u todo coberto de be ida urna qod madura da fogo nos peitos baixo, com otticia de carai- ceu-o representa ter de idade de 16 a 18 an- nos ; quem o pegar leve a seu Sr. Pedro Fer-r reir dos ututos que sera gratificado. ni 1 , OVltiltiitO o *fto NAVIOS ENTRADOS NO DIA 7 te a tratar ua loja do me^oio. 525* Que fazem James Crabtree S Com- !y Aluga-se um sobradiuba de um andar panhia por intervenco do Corretar Ovei- gum engenho urna negra de nago maca; para pouca familia em urna des principaes ra de grande porco de algcdoziobo ava- na rua da Raogel D. 17 xcasde negocio oeste bairro de S. Antonio riado e de grande sortimento de fazendas in- eesloias proprias para qualquer negocio ; [ giezas roosislindo em soberbos pannos presos, utm o pretender dirija9e u rua direita casa azues c decores ricas lanzinhas estampi- da viuva de Cosme das Trevas. j das para roletes chihs estampadas de vi- tar Aluga-5eo3. andar da casa D. A f vissima cor encarnada chitas de cores fix, na rua do Crespo iado do norte, com com jcassi netas de cores para calcas, platiihas de xnodcs para pequea familia j a tratar na ^algodao finas e &c, Quarta eira 10 do cor- loja da mesma. rente as 10 horas da manb impret-erivelmenc tSf Aluga-se urna boa casa de vivencia te no seu armazem da rua da Cruz, com grande quintal, na Cidade de Olinda , na rua do Amparo D. 3l J tratar na rua do Vigilo n. 16, 60- Precisa-se de um menino de idade de 13 annos que saibe 1er, escrever, e contar pa- ra uma vanda e de um feitor para o servi- do de c.mpo assim como de tlhciaes de la- .' 1 oompras f3T A obra de Theoiogia maial pelo Pa- dre Mestre M. R drigues de Araujo ; quem E.T3" Urna casa terrea no beco do quiabo nos tfogados a tratar na rna do Livraixa- to casa onde mora o Major Jo Gomes. S5" Farelloo mais fresco possivel para ca- vallos a Jooo o saco tornando aoo reis pela volla do saco e l>ern ccn'^'cida farinha de trigo das-marcas XXX F e XXX a melhor e mais nova que ha em Peruarabuco ; na fa- brica ele fariuha no atterro da boa vista. P 4 escravas mocas coa bais babelida- des duas delias engomma bem cosem e cozinho uma dita por 320,000 ptima para todo o servico de uma casa um preto moco de boa figura, uta molalo de idade de 16 an- ' nos bom para pagem um moie.jue de ida- ser charutos ; na rua da palma nbazem de snadeiraa. US" Subscreve-ae para o Jornal do Com- xuercio do Rio de Janeiro em casa de L. A. DuLonrcq na rua do Vigario n. 16 pre- co da assignatura i6>ooo por anuo e 8000 por 6 mezes. fj^ Precisarse saber aonde exi.-tem os bcrdeiros da Senbora . Francisca Mariana Beaedicia casada que foi com o Sr. Ignacio] de Paria de Audrada naturaes da ilha de S. Miguel, a pessoa que destes berdsiros scu- ber anouucie ou dirija-se a rua o Livra- neoto D. 10, t&- Aluga-se uma casa no posso da pa- nela com a frente para o rio com 3 quartos eaia a diaote e atrae e cuzinba fora ; quem m preleoder eanuncie. t[ do de 12 annos na rua de agoas verdes casa rrea D. 37. s^" Per preco commoda um sitia em ter- , com viveiro tiver snnuncie. SS5* Um cordo de ouro gro3so sem feitio : , ,. ,-. itnea l*. o/, na rua nova D. 2g. tsr Uma estante da Livrcs com vidracas- , reno proprio a irar^em do no a uzad t mas em bom estado, sendo por , ,. ." , J ,' i i principiado. olho de agoa doce com isahida commodo prejO es?im como um Ierro de/,,,, . " ,. r para a estiaua da peusdo com varias utea- uier hortia quem tiver auuuucie. [;:- 1 ,. .' ... cilios para ievautar a caa nova : aesta iv- HT Para obra do tbeatro publico travs ,. J 1 i pografia ae dir. fcjr (Jai moie^ue hbil pescador de redi- Rio de Janeiro ; aa (lias Patacho Sirdo Fortuna de 113 ton1.., Cip. Jola aptisu Richiloni equip. 8 ca.'gi cania secca ; a A. Schramm. Nova Hoilauda ; 88 das Brigns Iaglfl A- delaid de 2S8 tonel. Cap. Gearge Dry- den equip i carga i passageiros i; ao dito Capio. Val l'araiss ; 56 diaa Galera Ingleza Ca- lumbiandea/o tonel., Cp. Pct^r W.i- ke;n equip. i| t carga varias geuerjs \ ao dito Capito. SABIDOS NO MESMO DA fJaranbo ; Barca Ingle2a Thomai Mellara, Cap. James Paluthorpe car*g* lastra. Babia; Iliate Brasileiro Ol oda Cap. Josa Gongilvcs Simas, cirga diversos gjoeros. Ass Sumaea N*c. Perola (jtp. Bernar- dino Jos de Sena carga diversos gneros. Montevideo ; Polaca Sarda Sio Gifo Cir, Rafael BofOM carga parte da que trou- xe de Genova e mais alguma dsta pro-, viacia. ENTRADOS NO DIA 8. , quem tiver auuuucie jra do tbeatro pub do ^o palrxos de comprido e de 8 a 9 po fiadas de grossiira sendo de boa3 qu^liuades ; . 0 1 M ? j nuae principio decanoeiro ^ na rua de aguas na tcesiia obra a qualquer hora do da. k...,i . e des por cima do assougue. Cr Um gral do pedra ou de ferro de a ; palmos de aitura ; na rua da palma arma- KBT Um molecfo pe,a de idade de t6 an- nos para lodo o servio uma escrava moca zem de mnceiras. demuito boa figura coziubeira boceleira ty ta a 8000 tnolos a troco c!e effeitos de. ',. ,'. Clt"" , J e quitaudeira um^pardinha de idade de 16 venda, ou metalo percao mais uequeua : na t\ nj ,, \ *' '" aliaos o.licial de peureiro uoia ncgriuha e urna moUtiuha de idade de 12 a i anuos , em coser fazer lavarmio : na rua dofo- rua da praia casa do Vianna. V e ti a s goao p o Rozario sabcudo i). i>. Rio Grande do Sul; 35 dias Brig ie Bra- sileiro Feliz Defina da 10; lAuel. Cip. Luiz omea de Figu^iredo equip' i'S , carga carne; a Pedro Das dos Sin toa* SAHIDO iNO MES vi l.\. . Maranho Brigue Brasileiro Tentaca Cip, Joaquim Gonsalves vlai carga assucar, Philadelphia ; Patacho Americano Meulor, Cap Thomaz Litly car,;a couroi s.tl(; ,d, Liverpool ; Barca la^iezi Coitimbii C>p. Peter Wukem, cara a mesma que trouxe, S AH DOS NO DIA 9. Londres; Brigue Inglez Addaid Cip. G3n orga DryJea caig* a ajsaj qu- trouie. ^roco^ae a.ooo milheiros de lijo. b! Folbiahas para o auno del84a: ua *"' ur u.ouiu> prefo um terreao uo beco JilCIFt NA ITP. Dt .vi. f. U t'.-ioj |
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