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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04346
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, November 10, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04346

Full Text
Atsno de 1841. Quarta Feira
'-. I .. r-_"
Tndo agora depende de nsmesmos; da nona prndenei, modere,
o, e eoer^ia : eontinuornoseomo principiamos, a lercmoi aponladoi
oa adairacjs entre as Nacdcsmaiscaltast
fl
Prodamaeo da.isstmblu Garal do Braiil|
O
Suhsereve-se paraestafolha a 3/000 por qnartel pagos adiantadog
Basta Tvpografia ruadas Crujes D.3, e na Praca da Independen-
cia, n. yj e 38, onde se reeebem correspondencias legalisadas e an-
uneicu, nsinndo-se stcs gratis; sendo dos propri'os assignantas. e
to do ugnados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES*
Gdade da Parahiba a Villas da sna pretencio | 3 % :\
Dita do Rio Grande do Norte, c Villas dem.: ..... L c ,,...
Dita da Fortaleza Villas dem . . . _____.{S,- SeUaiJf.lfaM
Cidade de Goianna . ; .... J . j . t
S"1? J OHad* * *-' i '? = J ' Todos os dlasl
Villa de S. AnUo .' ; ...... .-..<;; .- 4 .-- Quintas feirasj
Dita de Garanhuns a PovoacSo do Bonito . . 3 . lo, a 24 da cada mis
DiUsdo Cabo, Serinhaem, Rio Formozo, a Porto Calvo. )i, 11, e ai dito dito
?.ad! ^*s AlaS ? de Maeei.;;...;.....dem dem
Villa da Paja de Floras.. ... w ; ; ; ; ......., dem 13, dito dito
Todos osCorrcios partem ao meio dia.
n
PHASES DA LOA NO MBZ OE NOV.'
Quart. ming;a 5 as 1 b. e 5-> m. d tardj
La Nova a i3 as 3 h. a 6 mi da raanJ
Quart. rese.a 11 1 as 5 h. a 48 ra. da m>a.
La Ckea a 28 as 4 h.a 15 m.da tard.
Alare theia para o dia lo de Novembro.
As 2 horas e 6 minutos da tarde.
Ai a horas e 3o minutos da ma nh.
10 DE Novembi. Nvt bt*
-- - f -i ".)jg*.?f : M airJgSBm
CAMBIOS. Novevb&o 9
Londres.?;.';*.' ag ip d. por ifooo ead.
Lisboa ..'..'.i 80a 83por 0|opremio por metal o"erecid<
Franca ...... 3ao reis porfraneo. Comp. Venda.
UO Moeda de 6^00 reis, velhas 14|5oo Ufooo
^ Ditas ., n*v" 4#4oo ijoo
Ditas de |ooo reis, f 100 8|3oo
PRATA Pataeces Brasileiros -?*-i/6ao 1*64*
Pesos (Jolumoarioe------*- l#6so 1/640
Ditos Mexicanos ------- 1/600 9 l#6t
ftutia.-------.-a*-------#4= sfibo
Dis. de bilh. da Alfandega r i|8 por loe ae mes; 1 ojo
dem de letras da boas firmas 1 i[ii 1 I|A
Moeda da cobre 3 por 100 de djesj
das da semawAi
8 Segunda S. Saverianno M. Audiencia do Juis) do Direito da
vara.
9 Terca S. Theodoro M. RelacSo e aud. do Joit do Direito da i
vara.
10 Qnarta S. Andr Avillino. Aud. do Jala da D. da 3; vamJl
11 Quinta S. Martinho t. Audiencia do Jais de Direito de *J
vara.
i2 Sexta S. Martinho P. SI.- Andicncia do Juls do D. da 1: le
i3 Sabbado Ensebio B. Relata;, audiencia do. Juls de . da 54
vara.
14 Domingo O Patrocinio N. S.
PERNAMBUGO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 5 do correte;
OHcio Ao inspector da thesouraria da fa-
senda ordenandu-lbe- que mande pagar a
quanlia de 6LT000 reis por qne foi juiJo o
frete de ama jangada que tem de transpor-
tar a provincia da Paraiba uto soldado in-
valido e urna mulher e dous Cilios de un
soldado que falescera.
Dito Ao mesmo, corara unir ndo-lbe que
S; M. o Imperador houve por bem ordenar
por su? inmediata resoluco de 4 de outu-
bro uliiiro, que ao cirurgio mor avulso do
exercito francisco de Paula Dutra Malvinas
se abune o sold desde i83g em diante em
lempo em que elle seapresentoudepois qne
fi:.dou a licenca registrada que ti vera.
JDito Ao mesmo, enviando-lhe para seo
couhecimento e execusao as copias das pro-
visees do supremo comelho militar de 9 da
cutubro ultimo a primeira dando soluco
as diferentes duvidas propostas pelo Inspec-
tor da tbesouraria da fasenda da provincia
das Alagoas ; e a segunda sobre ditlerentes
e^clarecimentos pedidos pelo presidente da
mesma provincia.
Lito Ao inspector da tbessuraria das
rendas provincias significando-lhe,, em res-
posta ao seo cfficio de 4 de outubro ultimo,
em que requesita que na arrecadapo dos
direitos proviociaes sobre o tabico e charu-
tos se mande observar a disposiejo do arti">
, 2a do regulamento das alf^ndegas que
f em caso de diflerenca para mais ou para me-
nos na quaulidade medida ou pezo impe
ao despachante apena do pagamento duplo
dos direitos ; que este negocio ser submet-
tido a consideraco da assemblea Jegislati-
. va provincial na sua proxioia factura sesso Corte do Rio de Jaoe'iro.
a Coa de que sobre elle tome a deiiberaco, Dita Ao mestno para faser seguir viage
que mais conveniente Jlie parecer aos inters- a corte da Rio de Janeiro o L>rijjU8 Cons-
ses da taseoda. j tanie que condnz os recrutas e a tscun -
Dito Ao mesmo, enviaudo-lhe a nota do Primeiro de Abril que o vai combinando ,
engjansento de am corneta para o primeiro logo que estiverem promptos.
bdtairiio da guarda nacional de Serinhaem a Diu Ao cutnmandante da
litu deque a tumenloe praca.
Dito Ao ebefe interino da legiio da
guarda nacional de Sirinbaem conimum-
cando-lbe o conteudo no precedente oficio.
Dilo Ao juis de direito do Criroe da
comarca do Itio P'ormoso enviando-lhe os .. .. .
exeopiares dos decrelos do governo de ou- Conlinasgao do expediente do da
nuero 5o a 58 que requisitou em seo oficio
de 9 do rorrente.
nos de marinba pertencentes ao mesmo can-
vento visto nao I he ser applicavel a dispo-
sipo da lei de i5 de novembro de i83r, e
ns mais ordens, que em consequencia della
se tem expedido cumprindo observar qje
s vista da mencionada lei e do titulo que os
ditos religiosos junto ao sea requerimeoto ,
nao sao elles obri^ados ao pagamento do di-
to foro e somente as despeas feitas na m-
dico, demarcaco e avaliacao a que ex-ofli-
cio se procede*.
Dito Ao mesmo, communicando-lbe que
S, M. o Imperadar bouver por bem appro-
var a nomeaco interina que fe o cousul
geral dos Paises Baixo?, de P. Cvon Sheten
para exercer as funeces da cnsul dos mea-
mos Pae9 nesla provincia, o que derer l-
ser constar ao inspector da allandegt emesa
do consulado.
Dito Ao inspector do arsenal da marinba ,
communicando>lb.e o conteudo no precdante
oficio.
Igual communicacao foi dirigida ao no-
meado,
Oito-Ao engenheiro L. L. Waothier ,
significando-lhe que nao podendo o inspector
geral das obras publicas ir pegsoalmeute ex-
aminar a obra do quinto tanca da estrada de
Santo Anto a presidencia o nomeia para
proceder ao dito exame, e informar se a mes-
ma obra est no caso de ser receida.
Dito Ao inspector geral das obras pu-
blicas communicaudo-lhe o conteudo no of-
ficio anterior.
Dito A cmara municipal de Cimbres,
enviando-lbe os exempUres dos actos legis-
lativos geraes de ns. irg a i4 que requisi-
tou em seo officio de 11 de outubro ultimo.
Portara- Ao insp-ictor do arsenal de nn-
rinha, para faser aprotnptar com urgencia
urna pequea ambulancia a fim de acom-
panbar os recrutas, que ora seguem para a
cues feitas durante o primeiro annode ser- r O Sr. G. da Cunta ( pelt orden ) piJ
vico em seos repeclivos ordenados na acto do
pagamento o em proporco deile.
Igual ccio foi dirigido a procurador 6)>
cal
dem do dia 6.
Officio Ao Exm. presidente da provincia,
informando o requerioaento 4e Matbias Mi
reir Tavares pedindo a Sua Alagestade Im-
perial se dijne confirmal-o no lugar que se
acha ae rviudo de guarda da alfandega desta
cidade.
Dito Ao mesmo Exm. presidente infor-
mando o reqaerimenlo de Basilio Alvares de
Miranda Varejo.
Portara Ao thesonreiro dos ordenados ,
declarando-lbe, em conformidadeda deiibe-
raco tomada em sesso da tbesouraria qne
a ordem do tribunal do tbesouro publico na-
cional de 15 de setembro ultimo deve enteu-
der-se conforme o seu literal e que por
conseguinte mandando esta pagar as tencas e
penses a quarteU depois de vencidas, nao se
deve faser isto extensivo aos meios sidos, o
outros vencimentos diUerentesj por q'o paga-
mento deste deve continuar a fdser-se a me-
ses vencidos como est em pratiea.
e>cuna Pri-
meiro de Abril para largar para a corle
comboiando o brigue Consume -que cou-
duz os recrutas logo que ptra isto tirer a-
viao do inspectot do arsenal de marinua.
THEZQURARiA U FAZGJNDA.
do cor-
TRIDUNAL DARELLACAO'.
Sesso de 9 do corren le.
Osembargos de Manoel Duarta Ferreira
Ferro na appelhco civel ca comarca das
Alagoas escrivo Rubella contra Antonio
Joaquim da Silva foro dispres^dos man-
dando-so cumprir o aeccordo embargado.
Os embargos de Joo Francisco de Souza
retirar o seu requenmento.
A cmara consente em que o nobre depata-*
do o retire.
O Sr. Bario da Boa-Vista -.Sr presiw
dente eu teobo de votar pelo requerimeoto
mandado mesa peto meo nobre amigo, de-
butado por Pernatnbuco e de opper-me ao
que foi offerecido pelo illustre deputado por
Minas.
Eo tinha pedido palavra em outra ooca-
sio para fallar no mes mo sentido em que o
mea nobre amigo faou mas nada posso ac-
crescentar ao que elle diise ; seus raciocinbs
foro to fortes que inda nao tivero respis-,
ta e por isso nada mais direi a ata respeito ;
e se pedi a palavra depois f para respou -
der ao nobre deputado por S Paulo que de-
clarou bontem votar pelos dous requenmen-
tos.
Sr* presidente; eu nao pens como ouoi'
bredeputado, que o govaroa actualqueira
plantar o absolutismo ,k Bralil, nem que si
maioria que o sustenta seja capan de sustentar
bum governo qualquer quundo descobrissa
que elle tiuba tul fim (opoiados ).
Sonbnres eu disse que votara contra o re-
querimeniG do illustre deputado por Mina
l>ediuda toda a correspondencia oficial bavid
eutre o presidente da Parahiba e o governo r
desde maio do presente anuoj e para isso f un-
do-iue oas mesmas razos em que se fuodou o>
meu natire amigo o Sr. iWaciel Monteiro.
Julgo o requerimeuto extemporneo : ella
pode ( nao digo que sejo estas as iuleuces
de seu uobre autor ) animar esse partido e.
se grupo esses ludividuos que mandro'
essassinar o presidente da Parahiba. Per-
Peixe, contra, Jos Iligino de Miranda, na 3uado-me que o (im real quo tere o nobie den
rente.
Offic io Ao coutador
da tbesouraria re-
toriana-Ao inspector do arsenal de ma-' metteudo-lhe por copia para sua inteligeu-
nnba, para inlurmar quanto se tem des- da asjordens do tribunal do thesooro publico
tendido do primeiro de julho deste anuo at nacional aob nmeros 7^ e to do coirente
o ultimo de Outubro lindo
caura da appellaco civel desta cidade, es-
crivo Bandeira ; foro dispresados mandan-
do-se cumprir oeccordo embarcado.
Os embargos de Manoel do Cirmo Inojosa,
contra Antuiiio Francisco dos SuiIoj Barro-
ca appellacao civel desta ridaue escrivo
Jacome ; foio recebidos e julg-idos prevados,
e reformado o accordo embirgado,
CORREIO.
O brigue Felis Desiino recebe a m^lla
para a Bahia no dia li do correte as 5 ho-
ras da tarde.
PREFEITRA.
Nos dias 8 e 9 do correte,
novidade alguma.
ANNNCIO.
D'ordem do Sur. preleito
putado presentando u seu requerimeuto ,.
foi distrahir a atteuco do publico do mo
etl'eito que produziu oobcio do presidente ao
governo e o interrogatono desses culpados*
Adn)irei-me Sr. presidente, de oovir dt-
zer que esse oti.io do presidente da Parahiba
ao governo era horroroso e snti-constitucio-
nal. Eu nao cuea nelle esse borror o incons-
lituciooalidsde ; achei 6im aigumas ex-
presscea que de certo nao sao bem cabidas nel-
le t oue acbei horror foi as reveta^Ss re-
suaaiiies do interrogatorio ; e por isso a op-
posicfo procura desviar toda R dttenco deasa
acto. He com e:&e lim que encaro o reque-
no occorreo ricecnto apiesentado pelo nobre deputado..,*
6r. Marinho : Est engaado.
Sr. barodi boa-Vista : -.B at eslou
persuadido que boje be iuleirameute iuditle-
reote a eile a oppesico quu o requerimeuio
se fax pe
por coqta da anuo, a primeira ordenando, que se pague ;de lato : quem aos meamos se jul^ar com di-
quantia de 5o:ooo reis cunsiguada paraos a Gaspar Juse dos Keis a pe.iso de fJdbL I reito compareca ua sobredita Secretaria para
navios da armada no preseute auno iuan- res, que Iba foi concedida por decreto de \ l|)e serem entregues depois u'os justifica em
ce,^0 '19 de novembro de ib8 pji- ndemnis ci peante o mesmo Sur, preleito.
dem do dia 6. do emprego de {meirmho uo mar da alian-| Secretaria da prefeitura da comarcada Re-
Officio Ao Exm. presidente da provin- dega desta provincia desde que deixou de 'cft 8 de dovembro de 1841.
ca de Minas, aecusando a receptjo do seo perceber o respectivo ordeuado at que em Cloudino do Re^o Limai
odicio de 5 de outubro ultimo, qua acouapa- virtude do mesmo decreto coiumefou a rece-
nhou duas collecces dos actos legislativos ber a dita peuso descontando-se qnal quer
da assemblea daquella proviucia. outro veo cimento que uesse inlervai-o per-
Dito Ao inspecior da ihasourama da ctbesse ; e a segunda declarando que he
asenda enviando Ihe para ser deferido um licito a lodosos empregados sugeilos pels ti-
1 cuueumento dos religiosos do convento .do lulos de suus nomeacoes ao iiupjsio di o por
taimo desta cidade jjedindo que seja 1- 100 de que traa a lei de 20 outubro de itSi,
nipds do pagamento de foro, quatro terre- pagarem-uo em parceliaa pjrmetodj dedu- |,iua?
presente constar a quem pertencer que ex
istem na respectiva secretaria os objectos se-jCa,i pois que tem couseguido oseu m.
guintes, aprehendidos pehs patrullias de po- j Sr. presidente voto favor do requen-
lici.! un arfo grande de prala, um tomo das ; meulu Mue il presentado pelo mu amtgj o
obras do Voltaireem francez, e seis eitiibus Sr. M.tiel Moutciro porque v, leude a tonificar aquehes que esejo ver
plantada a ordem em todas as provincial do
unoeiio e punidos qrtiaes.iuer autores de se-
meihautes aticntadoa-. (^uw-se tiaser o lac-,
loacoutecido na AroncM do Ceara com a
presideui.5 Alentar, e j;-Ij em parallelo coa*
o que acouteceu na proviucia da Parahibir
com o presidente Pedro Cuaves, O aeu no-
bre amijo ja OjusIiou queuenuuma p.widtUe
liavia mas seexisle aenaeiuau^a em tiu oulro tacto pi rece-me que o noure depulado
que upreienlju o seu requettmeulo para vli-
as pecasOihcisej etoiiuul.r iium aecusacaj:
cunta o presidculu di Paraibi davi* pddic-
ltaubem tol4 a cj'.respauUouci banda uno
Oluiial da Secretaria
Discurso do Sr. Baro da Boa-Vista na ses-
so de 8 de Outubro.
> KiltM O) UU.
Continua a discusso do requerinent3 do
Sr. Mariuho sobre os negocios da Para-

*>



tA RO
b E PER NlMBGO
i
oSr. pleiteare o governo, para presentir
lambern boma aecusaco contra o Sr. Alencar.
Jtfas nao a* lio esta paridade ; nos aeontec-
mentos do Oear nao vejo senio huma reaecd
armada huma reacco conMan temen te pro-
vocada pelo ldo a que o nobre deputado
perlence ; mas dos da Parahiba vejo hum at-
tentado bum assassinato horrivel o que
prova que o presidente da Parabiba nao foi
to dspotico come o Sr* Alencar no Cear ,
porque, te'os seus actos tivessem sido taei
qoaei forio os da Cear toda a opposico
da Parahiba feria pegado em armas seria
mais fcil os eidados a pese o tareas-se ar-
mados do que mandar assassinar ao presi-
dente, lo Cear apresenta-se bum partido
em armas bum partido que se acbou assaz
'fortepara convencer populaco a pegar em
armas.,..
OSr* Marinho: -Que bellos principi-
os I
O Sr. Baro da Boa-Visla : -Sao principios
do nobre deputado*
O Sr* Mariubo - Nao seohor.
OSr. Baro da Boa-Vista ; -So princi-
pios constantemente professadot na cmara
pelo nobre deputado.
O Sr* Mariubo : Nao ; aenbor*
O Sr. Baro da Boa-Vista :.- Sao estes os
seus ptincipios.
O Sr* Marinho : Nao senbor ; nunca.
O Sr. BaiSo da Boa-Vista : Anda bon-
tem se apresentou aqui o principio de resis-
tencia ... Masdeixemos departe os negocios
da Parabiba Senboies eu nao sou orador ;
ten to fgido o mais possivel de semelbantes
discusses que para nada preslio ; estamos ha
seis mezes trebalhando nesta casa 5 nada te-
mos feito nem esperanca tcnbo que alguma
cousa se faca ( apoiados) fujo de lomar par-
te em discusses que nao traiem seno dessf-
feite de amigos e por isso muitas vezes
me vejo na uecessidade de me conservar cala-
do. iVesmo nesta materia eu aepois de ler
a palavra ced.
Mas Sr. presidente, de passagem dire
que a opposico na Parabiba ao governo de
34 ne julho foi bu 1 a apposico nobre e leal;
soflren as perseguices do Sr. Franca mas
nao se rebellou nao lancou mo de meios
inniquos. Quando presidente de Pernambu-
co vina minha provincia muitos Paralba-
nos mnitos Cearenses que ali foro buscar
bum brgo para se verem livits das perse-
guices dos presidentes do Cear e da Parahi-
ba. Eu vi muitas cartas de pessoas de bas-
tante iuflaentia no interior da Parahiba em
que se me mandava perguutar se o imperador
es atlenderia, amo cumpla sua promesas es-
te partido que apressou a mai ridade ? pedia-
se-me que eu, tendo relaces com alguns
Miembros do niinisteiio fizesse com que o
governo lelirasse da Parabiba o presidente
I-rauca, porque elles se vio n necessida-
dedepegsrem armas, nao podendo mis
tolera-lo Feliimeute os meus conselhos
fero ttendidos , elles se retirro para a
provincia de Pernambuco e se me apresen-
tro ditendo que se sujeilavo a ludo para
que no principio do gevemo do imperador nao
houveise mo de queix* daquelles a quem se
imputava Unta cousa entes de se proclamar a
maioridade.
Sr. piesidente ao governo tan bem se
imputo tendencias para o absolutismo. Nao
sei, Sr. presidente como o goverooj rons
lituido da roaneira porque est possa que-
rer ploclamar o absolutismo.
Diz-ae que o gobern be dirigido por huma
faco. Admira que esta pioposico saia do
ledo daquelles Srs, depulados que nao ba
imito lempo queriio a maioridade para li-
brar o Braiil de eamarilhas. Pois com o
imperador j de baver feceo que governe ?
Us Sis. Ueputados nao tendo mais que
dizer contra o governo direm que elle se a-
ptiia nos estrangeiros. Quem sao os estran-
geiros em que se apoia o governo ? sero por
-ventora os Poiluguezes naco fraca que na-
da poder fazer contra nos ? Nao de cer-
to ; nao be o actual goveno que se apoia em
strangeiros ; oulro talvti houvesse que se
apoiasseemesirangeiros quemis nos lem
lusultaoo ; be contra esses estrangeiros que
nevemos chamar a naco. Se o espirito na-
cional devesse levantai-se coolra fstr.ogsi-
ios, oeveiia s-lo contre os tstrangeiros po-
oeosoa que constantemente nos insultassem
em lod a as nostas prcvinciis e nao contra
Poilnguetes nuticos que cuido no seu
cotLiLircio dos qu.es tcaus nos descende-
mos cv.ru os qnaes temos lautas e lo glandes
elaie.
O Sr. Maiinhot-Kosei a quem se di-
ii(,e o nobre Ueimudo.
O Sr. Baio da Bo>Visu : ^A* oppoii-
cio i que nos seus discursos constantemente
explora esta mina. Eu quz responder a hum
dos discursos do nobre deputado o Sr. Mar-
tina Francisco proferido em outra occasio ,
no qual insultou a maioria e responder-lbe
foi solta essa palavra ; mas quaodo assim
fosse por ventura os nobres depurados que
agora se a presentad como os defensores dos
direitos do povo podem-ae apresentar jus-
tamente com taes ttulos, quando sustentra
principalmente a respeito desle tpico nao huma administracio que maudou viajar por
quiz porm alongar a discosso.
Mas, Srs., nao vejo tendencias algumas
para o absolutismo mas sim tendencia pan
o desmantelamento social ( apoiados) ; nao
temos o absolutismo mas a anarchia e pa-
ra este ponto chamo todos a attenco do go-
verno. Falla o nobre deputado em despo-
tismo, porque anda o nao vio praticado, eu
infelizmente sei o que elle be por essa re-
voluco de 1817 que o nobre deputado por
S. Paulo bontem tratou lo de resto duen-
do ao nobre deputado pela Parahiba que nao
tinba sido seu companheiro na revo'uco de
17 nem na de 24. Admira auilo que o
nobre deputado potsa querer vaugloriar-se da
independencia de seu paiz tratando com
tanto indierentismo a revoluco de 1817.
Srs. se Pernambuco te gloria he pela revoluco de 17 : foi esta o
primeiro grito da indedendencia. Peza-me
o nao ter anda nesse lempo idade para po-
der compartihar com meus compatriotas os
martyrios que solTrero Ento Sr. presi
dente, vi ali cadafalsos e commisses milita-
res ; vi os meus prenles conduzidos s ca-
das ; vi cerpos arraalados pelas cudas do9
ca val los etudoisto poreffeito do despotis-
mo. Ora ; quem principiou presenciando
taes horrores nao pede queier odespotimo....
Sim o governo actual nao quer o despotis-
mo nem me persuado que baja Brazileiro
que o tolere. O nobre deputado tambem
tratou comalgura desprezo os acoutecimentos
de I824 ero Pernambuco ; a as este he ou-
tro padro de gloria de Pernambuco ; talves
que se esse movimento 11 u bonvsse nao
existisse hoje essa conslilufo que o nobre de-
putado e todos us tanto desejamos conservar.
O rompimento de pernambuco loi huma rea-
ceo legal, causada pelo receio do depolis-
mo. i>s nao estovamos constituidos, espe-
lavamos pelaconsliluico ; a assemblea cons-
lituinte acabava de ser dissolvida a provin-
cia de Pernambuco foi a primeira a reagir ,
e ento appareceu a constiluico,... Eu nao
approvo 01 acootecimentos dah em diante j
aconlecimentos por causs dos quaes tantas vic-
timas lorio sacrificadis. liaasoite que es-
pera a todos aquel les que faltos de experi-
encia, e deixo levar de patarras bonitas,
sol tas t com o fim de se ganhar tal vez que
o uestno anda acontecer aos inexpertos,
que deixando-se levar por insinua^es de
ambiciosos cahirem na desgrana de servir
dedegiaa alguem.
Si. presidtn'e o nobre deputado anda
bontem quiz dar a entender q' alguem do meu
lado nao tinlia, rmtipios po'iiici.s,disse mesmo
que o nobie depuiauo do liio de Janeiro era
monarchista constitucional, que o seu lado era
monaicbista constitucional e que a oppo-
sicao eia.,,. perguntei eu do meu banco o
que ?- eaind < pergunto : ento dissse o no-
bre deputado eu sempre fui monarchista
constitucional desde a lenra idade.He mu.
lo feliz o nobre deputado Sr. presidente,
eu sou taabem monarchista constitucional e
todo o meu lado professa os mesmos principi-
os ; e se o nao fora teria de sustentar a mi-
nbaopiniocom franqueza,
Sr. presidente eu nao concebo como as
esrolas onde se lm os iivros que ando as
nossai mos, se nao teubo idis democra-
tivas ideas generosas e muito generosas ; s
a experiencia depois v. i mostrando que as
cou&as nao sao romo parecio e que ba tar-
tufos que procuro abusar da inexperiencia
dos mocos ( apoiados ) cujos coraces se in-
flan) mo com as ideas de liberdade para de-
pois poderem reduzi-lo9 a nada e persegui-
los, como acabamos de ver nao em poca
muilo remeta, Eu j fui victima da mmha
intxperieiice-, talvez que hoje exista em Per-
nambuco quem abusou bastante da minha
boa f. Eu fallo na piesenca de quem tal-
vez conbeca bem a verdade do que digo.
Fallarei agora a respeito docomporlamen-
to que (ivemo* quaodo hzemos opposico aos
diflerentei ministros do primeiro regente do
acto addicional, Sur. presidente, nos nao
vamos utssa adminislrato cousa alguma
que tendease a conservar o Brasil unido que
tendtsse a reorganisaUo porque nem aquel-
las medidas, que erad concebidas pela cama-
ia dos ueputados, se execuiavao, nem a
forca decretada jateis era prehencbda. Da-
se rnlo o nobre depuiauo que eu era do
principio da anliga opposico de negar t
pao e agua esse pao e agoa lo fallado ,
Snr, presdeme, j se teui aqu dito como
deferentes portos eidados at acbar bum
porto bum lugar en que tivesse alguru cri-
me, como fizero com o cidado Lafuente ,
bavendo este alias obtido da relaco huma
ordem legal de babeas corpus ? quando
sustentro huma administracio que man-
dn recrotar homens que deitavo sangue
pela bocea ? Podem os nobres deputados
apregoarem-se como sustentadores das prero-
gativas provnciaes quando ero os mesmos
que apoia vo administra toes que por simples
portaras davo interpretar, oes ao acto addi-
cional, e ordenava s presidencias que as
seguissem fiel mente. Podem os nobres de-
putados apresentar-se como respeiladores de
seus principios quando sao os primeiros a
renegal-os entrando para o poder, quando
dizem daquella cadeira : a opinio do de-
putado be huma e do cinistro he outra ? --
Snrs., bem desgracado seria eu se, quando
ministro de estado eu nc fosse cipaz de
sustentar os principios que me elevra ( a-
poiadosj. Coovem naio que conservis
os principios que vos elevaro, e que nao
os rejeittis quando no poder desculpando-
vos de que a opinio do ministro nao Le a 0-
pinio do deputado.
O Sor. Marinho - Nao era sobre prin-
cipios era sobre bum faci.
O Snr. Carao da boa vista ; -- Vos dzeis
que nos seguamos o systema da moderago e
que este seria o nico capaz de cbamar o Bra-
sil ordem entretanto approvastes todas as
nossas medidas que d'anles tinbo o vos&o es-
tigma (poisdos) 1 depois que levastes a vossa
coudescendenca a tanto, que al quizestes
vencer o Rio Grande com viuho e mar-
melada.
O Snr* Alvares Machado: Que miseria.
O Snr. Baro da Boavista ; Que verdade.
O que conseguistes no Rio Glande ? nada.
O Snr* iVaiinho; O que conseguistes
vos ?
O Snr. Ba,0 da Boavista Mais do que
vos. O exerciio que se achava no Rio Gran-
de do Sul loi por nos organisado (apoiados) ;
o iVlarauba |0 pacificado por nos (numero-
sos apoiados^ a liahu por ns (numerosos
apoiados^; .>s lea que eslavo no senado, e
que o vosso ,, misterio disse que adopiava ,
Salvas pequenBs excepces sao nossas (nu-
merosos ap0iados) i benossi em fim a iuier-
pretatjao do aclo addicional que vos que-
ris mas que cobardemente nao ousasles a-
preieotar.
Sur. Marinho Cobardemente nao he
parlamentA*>4
O Snr. Uara da Buavsta He parlamen-
tar e mais parlanentar do que algumas pala-
vras empregadas por co-ieiigiouatios do no-
bie depuiado como aquellas que dirigi
contra a administraco t chamando-a de in-
lame e inunoral ^ como aquellas que dirigi
contra o nobre ministro da fazenda dizendo
que 1a vender algumas apolces ; como outras
muitas , mas dire ao nobre deputado que,
senojulga a palavra parlamentar, eulooge
de querer imitar ao nobre deputado e ao lado
a que pertence eu retiro a palavra.
Snr, presidente, o nobre deputado anda
prope a conciliacao.
O Snr, C.da Cunha Agora a quer.
O Snr. Bara da Boavista Com quem ?
nao fei: eu vejo que o nobre deputado diz
que be monarchista eu os meus amigos
nao temos oulra bandeira ; qual he a conci-
liacao ? nao se; estamos conciliados,
O Snr. Alvares Macbcdo Porque nos
perseguem ?
O Sr. Bara da B:avista Nao vejo a per-
seguido } aponte hum facto ; he porque os
Srs. nao governa ? Disse o nobre deputado
que se perseguem a todos os que proclamra
a maioridade nao vejo tal perseguico, ve-
jo que o Sr. marquez de Paranagu chefe
da maioridade est no ministerio, e que o
oulro, o Sr. Navarro, esta do nosso lado.
O Snr. Navarro lez a maioridade e o Snr.
marquez de Paranagu lbe deu a direceo
possivel Snr. presidente j que se falla em
m.ioridade, quero dizer a minha opinio.
Eu desejo que lodos me lenho peto que re-
almente sou uo leuho pretences ao jesui-
tismo. Eu sempre espere que anno passa-
do nos ireuxesse alguma tentativa forte do
partido que eslava na opposivo para ir ao
poder porque era o auno em que se fazio
que esta ideia ou outra podesse ser a pre-
sentada como meio proprio a conseguir aquel-
le fim.
Com effeito apparece huma ideia 00 sena-
do de hum nobre senador estou bem Ion-
ge de faser a esse nobre senador a menor cen
sura pela apresenlaco dessa ideia magesta-
sa ; mas o partido da opposico quera bum
pretexto huma bandeira para sabir ao po-
der e apoou-se nesta ideia, Eu Snr. pre-
sidente nao fui maiorisla porque nao en-
xergava na maioridade os bens apregoados
por algnns deputados.
O nobre deputado de S. Paulo o Sr. An-
tonio Carlos quando disse daquelle lugar ,
que eu nao era maiorisla mas que me tinba
conservado na presidencia de Pernambuco
por me reputar capaz de servir com lealdade ,
fez-me o maior dos elogios. Nao menos e-
logio me fez tambem o Sr. Limpo que sin-
to nao esteja presente para llie dir os agrade-
cimentos rom bum officio que me dirigi ,
tratando a minha adminislraco de sempre
patritica e Ilustrada pois que de ve fazer
muita honra hum elegi tal, e provindo de
hum ministro que nao pertencia ao meu
lado.
O Sr. (Jorres de Campos Bem mereci-
dos. ( apoiados.)
O Snr. Bar da lioa vista: Nao sendo
pois maiorisla receiei entretanto muilo da
bandeira; a bandeira era muito forte. Co-
mo eu eslava em Pernambuco e vi o movi-
mento dos partidos do Norte, entend que
era necessario que essa b-ndeira fosse rota
quanto antes. Neste sentido escrevi ao Snr.
Lalmon pera que fizessem passsr a maio-
r idade,
Eu Snrs. julguei queja nao era pos-
sivel conservar a-, cousas no mesmo estado ,
depois de propalada a ideia sem dar se
pietexto aos anaichistas. Nao fui maiorisla,
porque receiava que os males conlinuario
como da mes, aperar de dizer-se que o gover-
no era dominada por huma camarilha, que
tudo ia mal serx> a maioridade do Imperador ;
que o imperio seno salvava sem isso ; que
tudo promellio com o Imperador .... mas a-
gora j se v que nao eslava a causa dos nos-
sos males no governo na camarilba mas
no desmantelamento geral, por isso que nao
tinha tomado medidas para ir chamando ,
pouco a pouco o paiz ordem ; eu previ
q' qualquer q' fosse a adminislraco que en-
irasse havia de se ver em euibarafos e |u
o Brasil continuarla no mesmo estado de os-
cillato e fraquea. Justilico os meus pre-
sentimenlos as phrases hoje me mo ditas pela
opposico: o governo he sustentado por
huma laceo O que he huma faceo sus-
tentando o governo ? nao ser por ventura
huma camariilia ^
O Sr. Marinho He cousa muito diversa;
OSr. Bara da Boavista* Ss huu>a facyo
sustenta o governo nao ter della conbeci-
mento o Imperador ? der possivel que elle
a nao destrua e nao salve o paiz ? Espero q'
assim acn'ceja.
O Snr. Marinho Nos tambem o espe-
ramos.
O Sr. Baro da Boavista Snrs, eu di-
re com hum nobre senador : J o Impera-
dor quando menino nos salvou em llit ;
eu espero estou inteirameote convencido de
que elle continuar a salvar-nos (numerosos
apoiados )
Sr. presidente, tenho muita satfacoem
h&ver manifestado na presente occasio as
nainhas ideias a respeito da maioridade.
Nunca abandooei os meus amigos sempre
estive com elles, e se permanec na presiden-
cia de Pernambuco, foi por motivos de de-
licadeza. O Imperador havia assumdo os
poderes constitucionaes eslavo no ministe-
rio pessoas respeitaves ; e nao era decente ,
nem cenveniente dar hum passo de que os
intrigantes podesse n laucar mo para fazer
comigo o queja se fez com alguem taxan-
do-me de desaffecto ao monareba. Serv, e
servi com lenldade al que vi que o gover-
no nio segua os verdadeiros interesses do
meu paiz e tomava medidas que podia
comproaietter a minba provincia. E ento ,
o que me cumpria fazer ? pedir a minha de-
missa
Sor. presidente, eston intimamente con
vencido de que os principios <}ue triuxphra
em 19 desetembro sao os nicos capazes de
reorganizar o Brasil ( numerosos apoiados),
Note-se mais que o mea 1.0 nobre deputado da
opposifa que agora acaba de fazer huma
accusaea ao ministro da guerra acaba de
elogiar e de sustentar hum desses principio*.
as eleices e so com o poder poderia irium- Snrs., nos combalemos por principios e oo
pliar. Ja tinba apparecido a idea da regeu- | por pessoas ( apoiados )j se combalesseoio*
ca da Seohora U. Jinuaria, e era natura jpor pessoas eu tena &ido hum grande


m
Distilo oi 'iUNkkiu
defensor do ministerio de a4de julho.
Snr. presidente desde que se organisou o
ministerio de a/{ de julho eu vi que ape-
zar de ser organisado com pessoas uuito hon-
radas muito instruidas elle nao pedia fa-
zer a felicidade do paiz ; e com isto respondo
ao nobre deputado que a conciliacaS que
elle quer de j.essoas sem que tenha ai mi-
abas vistas administrativas nao poder dar
forte impnlo a felicidade do psiz. O minis-
terio que mais homogneo for em principios
administrativo; (era aquella que melhor di-
receo dar ao paiz do contrario estaremos
sempre em lula, e o Brasil nao marchar.
He preciso pois ou que hum ministerio in-
teiaaente dos principios do nobre deputado,
ou enta bum ministerio dos nossos princi-
pios v ao poder. Mas he mu lo fcil
ton por-fe bum ministerio da maneira que
cabo de dizer?
Tem o cobre deputado no seu circulo nu-
mero suficiente de rapacidades para orgam-
sar-se hum tal ministerio ? Nao. Ora a
dar-se a ronciliaco que o nobre deputado
pretende ,^ e que s pbe ser de pessoas se-
gcir-se-hidqueo governo nao preencheria o
seu Em fazerido quanto delle se poderia es
perare continuara ra mesina vacillaco. E
a vista destas raines seria mais leal da parte
daor-posiefio, Uenta a difEculdade de poder
diiigir por si os negocios do paiz que dei-
xusse de fazer opposico da maneira por que
ten. feito. Censure a nossa maneira de ad-
ministrar mas nao nos impute tendencias ao
absolutismo nem a querer derribar a consti-
tuico. Senhores da opposico sede leaes ,
nao guerrieis a ei que ouir'ora apoiastes com
essa reforma ao < odigo to demorada no sena-
do, e que reclamareis subindoao poder, dei-
xai que vtnha para esta casa para que a exa-
minemos.
O Sr. Marinho : Para passar de chofre.
O or. Baro da Boa.vista; Perdoe o
nobre deputado porque est dizeodo que ha
de pairar de cbore ? Porque nos suppoe esta
vontade? J ct nversou comigo a este respei-
to? J sabe as minhas ideas e de alguns
amios com quem estou em contacto ? Isso a-
contteer laUez com a demora que tem havi-
doj e de qium'a culpa ? Se o senado se cul-
pa por cauta da demora do orcamento, a fal-
ta ue lempo para o examinar bem e o ver-se
orcado a adoptar a le pela razo da neces-
sidade que ha della porque razo nao nave-
nos de uuer o rcesmo e criminar os membros
do senado ; que lea tanto tempo com cou-
sas que nada valeui corcoest acontecendo
com u dibtussB a respeito da redaccac? Man-
dero essa iei, tos a discutiremos temos
tempo om iremos a opposica ella natu-
ralmente mostrar-nos-ha aonde eslaS os
grandes males dessa reforma e eu enta
ccmpara-la-hei coma Iei de 14 de abril que
tsi legendo a minha provincia.
Alguns Snrs dirjgem a partes que nao ou-
vimos.
- OSr. Baro da Boa-vista ; No entanto
pessoas rnuito liberaes que nio cedem em
nada ao nobre deputado votro por essa
Iei de 14 de abril. Essa iei tem em verdade
alguns deftitos, mas eu asento que ella fez
bum grande bem a minha provincia. Se-
nhores os deputados olbo s para o Brazil ogio que nos pode fazer porque nos sup-
do para organisar hum ministerio i mostrem
os nossos erro e que as nossas d*s sao ms ,
apresentem as suas, subi ao poder e gover-
nem com ellas, se dellas tiverem o triumpho,
mas se nao tem medidas nenhumas a apresen*
tar se pretendem seguir as apresentadas por
nos ento dexe o poder as mos de quera
est; Mas eu observo que a opposico segae
huma marcha differente de certo tempo para
c : o mesmo nobre deputado de S. Paula
que prometleu sustentar o governo de S. M.
o Imperador at que elle tivesse a idade de 18
annos e isto em restncco alguma (eu sen-
do ministerialista e de certo muo amigo
d0 lado que govema boje nao disse tanlc) ,
Como hum dos collaboradores da maiotidade
Se via nesla necessidade hontem retirou o
seu voto.
O Sr. Airares Machado: Puz condijes.
O Sr. Bario da Boa-vista : Nao me re-
cord que as pozesse.
Hum Sr. Deputado diz hum aparte que
nao ouvimos.
O Sr. Alvares Machado : Nao negarei
pao e agua.
O Sr. Baro da Boa-vista : E eu hei de
negar pao e agua sempre que o governo for
bastantemente inepto para nao fazer a felici-
dade do meu paiz j beide negar-lhe tudo, at
pao e agua.
O Sr. Alvares Machado: F.u enlendo que
as circumstancius nao permittem isto.
OSr. Baro da Boa-vista : Sao admira
que o nobre deputado nao seja tio sectario do
pao e agua.
Aproveito anda a occasia'o para dizer que
nao achei razo no nobre deputado para diri-
girse eo meu Ilustre amigo o Sr. Gomes Ri-
beiro e lhe dizer que nao gostava de quem
nao acbava bom o ministerio ) e no entretan-
to o suatentou.
O Sr. Gomes Ribeiro : Nunca disse tal.
O Sr. Baro da Boa-vista : Eu nao ve:o
nisto motivo para maravillar o nobre depu-
tado. Eu entendo tambem que o ministerio
nao tem marchado como deve marchar e que
da sua fraqueza e condescendencia mesmo que
tem tido para com o lado a que pertence o
nobre deputado tem resultad alguma fri-
eza da nossa parte. Nos nao queremos reac-
c,es. Srs., eu administre! Peroambuco por
tres annos e meio apresentem-me hum acto
reactor que eu praticasse ou perseguicao
que eu zesse. Srs. eu no fui educado
com essas ideas, pelo contrario eccaro-as com
horror. A miaba educaco he toda constitu-
cional eu fui educado em paiz iivre. Por
consequentia eu sou hum dos mimbres da
maioria digo que nao approvo muito esses
acto de condescendencia que tem tido o mi-
nisterio mas eu o sustento e dou-lhe o meu
voto j tenho muita altenco para com todos
os seus membros, tenho mesmo amizadea
muitcs, mas nao me tem parecido que tenba
o ministerio marchado como dere marchado;
a sua marcha se resente bum pouco do estado
de vacillaco. Mas vames ver a razo por que
o nobre deputado de S. Paulo, teudo-se com-
promettido a dar oseuapoio ao governo ate
que o Imperador chegue a idade de 18 an-
nos hoje relira o seu voto. Ser por que
j iulgue-o bastante seuro ? He o maior e-
disse o contrario ; e o resultado disso foi que
as eleices dero deputados cujos n imes e
principios sao conhecdos ; veji-se os depu- Metaes. Dobres'hesp. a6,i5oa26aoo
1
,, Pariz ; 3o6
i, Hamburgo 568
no
pelo Rio de Janeiro e por algumas cidades
martimas. Eu me persuado de que Minas e
S. Paulo esto muito instruidas; porque,
Sr, presidente, se eu julgo do Brazil pelo
que acontece no interior da minha provincia ,
no interior da Babia e das provincias limilro-
phes como as Alagas no Rio Grande do
iorte no Cear ao Maranho ( nao digo
j no Para ) julgo que as reformas do cdi-
go ho de nos hier muito bem. He verda-
de que r.o sou professo na materia, mas mo-
vido pelo desejo de fazer o bem ao meu paiz ,
devo cooperar muito para que passem estas
reformas que se discutem no senado e de que
a mesma opposico se ulilisar. Agora mes-
mo do discurso do Sr. Limpo de Abreu ,
notti que elle aecusava o Sr. Joz Clemente
daquillo mesmo que elle pratirou quaodo mi-
nistro. Ora ser isto poltica de bum ho-
mem de estado que aspira ao poder p Quem
tem siao ministro por vezes j deve ter prin-
cipios fixos de adminisiracao e como vem
fallar daquella maneira contra actos por elle
preticados e sustentados contra o nobre minis-
tro da guerra que acaba de pralioar bum ac-
to que agora suppoe ser mal feito l Isto be
liuma versalitidade indisculpavel; e entre-
tanto quem procede desta maneira P hum dos
liis habis membios da ojposo. Eu nao
oslo de versatilidades, eu nao gosto de quem,
estando no poder segu principios que com-
bato depois que sabe do poder. Se os nobres
eputados do opposico tem gente do seu la- quiz responder couza alguma contra que.n
pe j bastantes para o sustentar e que nao
necesitamos do nobre deputado porque o
nobre depu lado mesmo reconbece que o seu
apoio nao he preciso e que o Imperador ha
de reinar sem elle. ( Numerosos e repetidos
apoiados. )
O Sr. Alvares Machado : O Imperador
ha de governar apezar de tudo.
O Sr. Baro da Boa-vista : A pezar do
nao, nao.
O Sr. Marinho diz hum aparte que nao
ouvimos, \
OSr. Baro da Boa-vista : Hum prin-
cipio nao goveruar sempre aonde esi o go-
verno representativo ; mas Srs. os nossos
principios ho de goveruar por muito tempo
l nmeros apoiados ) , os nobres deputados
nao comprehendem o iriumpho obiido em 19
de setembro. Note a cmara as sympathias
que de lodos os pontos do Brazil semanifes-
lo a favor desses principios ; sao os princi-
pios do tempo da geraco actual do Brazil;
a geraco actual toda os sustenta ; e n* re-
deremos o campo geraco que vem viudo,
Nao persigo as eleices ( numerosos apoia-
dos ) nao as forcem pelo ccete [ numerosos
apoiados ] e veremos qum veucd |( nume-
rosos apoixados ). Srs., vos leudes o exem-
plo em Pe nambuco ; o Sr. Urbano [ apro-
veito a occasij para lhe dar meus agradec-
mentos ] e o Sr. Rezende ja dissero que em
Pernamtiuco as eleices foro livres. Eu ta..
lados das provincias onde o gabinete de ->4 de
julho nao leve ai cao. Todos sao como os da
Pernambuo. Os nobres deputados di op-
posico nao contera msnao cora os votos cer-
rados dos deputados de Minas que pan o
anno virem porque elles ho de seguir os
I principios da poca que sao os nossos piia-
cipios.
OSr. Marinho : Posso afirmar que to-
dos sao nomeris muito de bem e honrados.
OSr. Baro da Boa-vista: He o que
quero : eu (alio na persuado de que sio !i >
mens muito de bem e honrados. Nao m?
quero com homens indignos era occasio al-
guma e Dos nos Iivre que p.irdesgraca do
Brazil homens taes aqoi se seatassara.
O Sr, Marinho diz hum aparte que nao
cuviraos.
OSr. Bario da Bja-visla : O que nao
approvo he a maneira por que se faz opposi-
co ao ministerio Eu desejra muito uue a
opposico tivesse hum circulo suih'cieule para
cumpr hum ministerio digno do paiz mas
nolo-lhe incoherencia em se cjmbiter princi-
pos que segu qudndo sobe aopider. Por
exemplo o mioisierij de que o ?r. Limpo
fazia paite 00 lempo do Sor.. P'eij quena
estrgeiros. eotretlo depois o Sr. Limpo com-
bate a idccis 10 de etrangeiros. O resultado
de tudo isto he que o Brasil nao p le conhe-
cer qual dos principios he o verJadeiro ; e
que assim i.eahumacouGaii^i deposite, nu-
nliuir. upuio preste huma oppusico que as-
sim obra e se desacredita.
Snr. presidente eu tenho sido muito lon-
go em meo discurso sobre a materia, porque
ella he vasta : o nobre deputado de S. Paulo
fez hum discurso to extenso que o aieu nao
o poli* deix^r de o imitar aigura tin-
to : eu poderia acompanha-lo, ans estou
cansado ', em outra occasiao fallarei e dire
ento o que entender nao guardtrei si-
lencio d'ora em diaule porque he lempo d
o nao guardar por que he lempo de cad)
hum combater 110 seo posto ; por que a opo-
sico lomou outro carcter o procedimento
do nobre deputado que tinln promeliido o
seo apoio ao governo e hoje o retircu ; a
linguagem dos peridicos da oposito na cor-
te e as provincias os ltimos actos plati-
cadas por seos aUidos ot faraiba a con-
ducta da oposico dentro desta casa a reve-
lado feita pelo Snr. Navarro, tudo isto
combinado com as noticias que correr com
o receio que manifesta de urna dissoluco,
que alguma cousa existe que leudi a qua a
opposico ganhe novamente o poder dj mo-
do porque ja ganhou oul'ora novamente ;
so he pelos mesmos meios extraordinarios
porque snbio o anno passaoo ; mas nao se il-
luda a oppos,o ; repare queja lera a diq-
deira da rcaioiidade (nua.erosos apoiados),
se pretendem subir ao peder por bum tal
modo, esto engaados (numerosos apoiados),
Eato como nos temos feito, ganhem o po-
der na tribuna, combito francamente cor*
rijo nossos erros moslrem que os seus
principios sao melnores mas nao pe-
la maneira por que o gaoharo no auno
passado ; mas nao violando as Leis. ("Apoia-
dos) Eu not. no nobre deputado mui-
ta sagacidade.
O Sur. Alvares Machado : Engana-se
muito,
O Snr. Baro da Boa Vista : Mas per-
do e-me d ser-1 he que s n'uma cousa elle se
enganou quando por occasio da maiorida-
de nos dava esperanca a respeito do Rio
Grande do Sul que elle mesmo vio malo-
gradas em consequencia do que o nobre
deputado se conservou mudo bas poucos de
meses (risadas.)
O Snr. Alvares Machado: Estamos em
tempo.
O Snr. Baro da Boa Vista: Nao preten-
do fallar no Rio Grande, porque nao teabo
conheciraento da provincia e nao sei se
convera mais para a sua pacicifieaco marme-
bda ou plvora e bala (risadis e apoiados).
m

*

j


>.
,, da patria a5.qoo
Pezos hesp. 1,720
da patria 1,600
Pecas de 6,400 v. 14.400 a i4,io
,, de ,, n. 14-ooo
Moedas de 4,000 7,800 a 7,800
,, Prali.....66 lja t 67
(Do Boletim CommerciaL)
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilbetes da . parte da referida 7. *
Lotera, cujas rodas ando impreterivelmen-
te no da :(i do corrente acho-se a venda nO
b'irro do Recife as lujas do9 Snrs. Manoel
Gon?alves da Silva, Vera e Gregorio An-
tunes, Cambistas , e no de S. Antonio era
as lojas dos Snrs. Meoezes, na ra do Col-
legio ; Guerra na ra nova ; e Bastos na
Pracinha do Livramento.
LOTERA
DA
do Rozario da Boa-vista
que corra impreterive
DE N. S. DO ROSARIO
BOA-VISTA.
J*A meza regedora da Irmaudade de N. S
, tem determinado,
ente as roiis da
i.- parte da 1.* Lotera no da -tg dj
corrrante s os bilbetes acho-se a venda nos
seguintes Ingares ; no Recife riu da Gadeia,
lija de Cambio do Sar. Vieira em S. An-
tonio ra do Collegio lojadoSr. Menezes J-
nior : rui do Cabug botica do Snr. Joo
Moreira Marques ; e na Boa-vista loja j
Sar. R-ipozj rui do atierro.
THEATRO.
Hjje 10 do correte Beneficio d Zbe-
deo Cezar-- Bilheteiro do Theatro. Se re-
prezenlar a sublime PeLd A Morte da
Nipoleo- Esta grande Peca, q', tanto agrado 1
o anno pass>dj quindo se reprezentou ero
BeneQcio da primeira Dama, he que o bene-
ficid.i julgou assas propria para *ntreter os
seus benigoos protectores. ^ij Gm d* Peca
cantir-sc-ha huma das milhores cavatinas -
Bridando o expectaculo cora a excediente Farca
denominada Manoel Mendes Os repeti-
dos obzequios qu9 o Beneficiado te u recebi-
do dos benemritos habitantes desta Cidada
o faz esperar de que par mais esla vez se dig-
nar prolegel-o o que mais, emaispenho-s
rara a sua gratido e recouueciraento,
Principiar s horas do costume*
Avisos Diversos.
vSAHIO HOJE o [. numero da MAR-
CIANA : venJe-se m escritorio da Tipo-
graphia Impircial, ra do Collegio D. ta
onde tambem se vende a FARPELSUi.
by* Quem liver um malote usado, qua
o queira vender, annuncie a sua mora lia pa-
ra ser procurado
SS7" Quem precisar de haoaa boa ami da
leite dirjase a ra das Trincbairas sobra-
do D. a5.
tsy O abaxj assignado faz scenle aos seos
devedores que podeta pigar o importe de suas
coutas ao Snr. Joao Baptista Mjjiu-js di Sil-
va pois a elle he que pertence ditas cobran-
cas, visto t na praca da Independencia numero 7 q Q -,
Jos-) Antonio da Silva.
iS5~ Quem precisar de un brasileiro, an->
Dances.
%3T Na paderia francesa do alterro da Boa-
vista D. i, acaba-se de receber de novo j
frascos da excelente e bem contienda, agoa da
flor de laranja a mesma que teta agradado
igualmente se continua a aprontar encomien-
das de doces tortas bolos fice. e tudo o
que pertence a padetia, do melhor e mais es-
quizito gosto.
BT Roga-se a todos os Sn. que tem por
Iei o trac-lamento de Ex e Senhoria quei-
ro por caridade faze lo constar por este Da-
rio a fim de se dar a cada um o que he
seu sem nlVacci'. do alvar, eda tabella.
Perdeo-se na manh do da 8 do cor-;
S3T
O Snr. Alvares Machado : Ambis as cou-I rente urna carteira de algibeira conlendo
sas juntas, doce primeiro, e depois plvora e
bala.
O Sor. Baro da Boa Vista : Snr. presi-
dente eu apoio o ministerio actual ; deseja-
rei que seja mais enrgico por que ento
achara amigos muito mais numerosos e deci-
didos.
RIO DE JANEIRO.
CAMBIOS O DA ID DK OUTOHBO.
Presos na ultima hora da piaca.
Cambios sobre Londres ;iii|jai|i
entre outros papis cento e sessenla e tantos
mil reis e um meio bilbete da Lotera do
Livramento assignado no verso com o appel-
lidodo abaixo nssiguado ; cajo bilbete se
liver sido premiado uio sera satisleito pelo
respectivo Theioureiro como he de esperar
de sua honradez e probidade vis'.o i se
ochar prevenido : a pessoa que tiver achado
dita carteira quereodo restuuill\ fielmente i
dirija-se a ra Uireita segundo auJar da caza
courcute a botica que loi de Ignacio _\'ery,
que ser generosameule graGcaua.
ioia Maeli.ub Freir Pereira da Silraj


ni All O BE PEfcNAMfiOjCO
I




irmm.v.
A viava de Jos Francisco Martios de
Almeida avisa eo Sr. Jof Joaquim Jnior
morador no h'gar de S. Amaro quo s deve
entender cora Manoel Jo Galvo, par*, Ira-
lar da venda do terreno que o mesmo lbe
los de a I venara de barro do Monteira por
3.'ooo,ooa dndo-sc por seguranza urna
prcpriedade ao p da praca urna legoa con
8 captivos de servico recebecda-se constan-
temente dous milheiros mensaes posto na bei-
praca da Independencia loja de-livros ns. das barraras mullo perto do rio con 16J
3; e 38 ; na ra do Cabug loja do Sor. palmos e meia de frente incl
Bandeira ; na ra da Cadeia do Reeife loja
manden hilar a ; do p. p. lata, ter sido ra do rio capilycriba ; quena este negocio qui-
o priomro a fallar-ke.
S3T Ao annuocio da Fabriquero da S de
Cunda inserid no diario o. mo, resnon-
e-se, qde se os berdeiros do fallecido Chan -
tra JernimoGoDsalves dos Santos, nao tea
aothoridade para marcar o termo que cons-
ta do annuncio delie a qu9 o mesmo Fabri-
queiro chama prescripcSo meuos authori-
iiude tem elle para com outros annuncio,
querer empedir que os ditos berdeiros dis-
pooho dos seas bens para elle Fabriqueiro
fa/er a pretendida cobra nca quando bem lbe
parecer* Sao passados i5 anuos.
tsr O Sr. que se ofierece para trabalhar
de baozeiro dirija-se a ra do collegio De-
cima 8.
12T Quem precisar de uro botsem casado
com dous tilbos para feitor de sitio dirjanse
ao pateo do Hospital do Paraso O. ai.
2SS" Continuase dar pralis todas as tercas
feiras o peridico Constitucional Parliibaoo,
no escriplorio da Typografia Imparcial, na
ra do Colegio O. la,
ssr Thereza Mari* de Jesu9 viuva do fal-
lecido Jos Auacleto Alonso faz sciente n-
quellas pessoasque se julgarem credores da-
quelle finado bajo de le {presentar suas
coutas lorenles ou outro qualquer titulo
por onde se reconbecero como taes para se
poder entrar no conhecimento do estado de
eua casa isla no praso de seis das depois
dos quaes ser tido por nao verdadeiro qual-
quer documento apresantado.
3P Precisarse Blugar uro negro ou mole-
que paga-se lc,ooo por mes e sustento ;
quem tiver anuuocie.
ser fater anauncie.
CT" Traspsssa-se as chaves de um gran-
de armazem todo iadrilhado decantara, pra-
prio para qualquer estabelecimento por ser
colocado em boa rua de negocio para ver
na rua estreita do Rozario D. 3i, e para tra-
tar na rua da Florentina coro J. Beranger.
que esl a propriedade dos orfos filhas da
Avisos Martimos.
PARAOMARANHAO' segu viagem o
Bergantim Mrquez de Pombal Capito
Fernando Jos de Almeida ; quem quiser
carregar ou ir de passagem dirija-se a seu
Consignatario Manoel Joaquim Ramos e Silva
PARA A BAHA sahir no dia 13 do cor-
rente o novo e velleiro Brigue Feliz Destino ,
o qual tem os melhorescommodos para passa-
fcifos ; quem quiser ir de passagem ten a
bondade de com antecedencia entender se cota
es Consignatarios na ruada cadeia D ai ou
cora o Capito do raesmo.
PARA O ASSU'o Patacho Nacional Lau-
rentina Brasileira Capito Autoaio Germa-
no das Neves pretende sabir no dia io do
corrente ; quem no mesmo quiser carregar
ou ir da passagem dirija-se a seu proprieta-
rio Lo u rengo Jos das Neves ua rua da Cruz
n. Sa ou a bordo do mesmo ancorado de-
fronte do caes da lingoeta.
PARA GENOVA segu viagem com a
maior Lrsvidade a Polaca Sarda Copernico ,
Capito Jao Baplista Garlero
fora de oortas venda D i6<
tsy Um cvalo rodado novo gardo e de
bonita figura ptimo carregador atbe meio;
ao pateo de S. Pedro D. i3.
6S5- Na botica da rua da Cruz n. 3o,, a
verdadeira agoa das Caldas de Gerez chegada
prximamente to eflicaz para quem padece
doestaraago e figado molestias de pella e
&c. e caixas com pos pu'rgantivos de .YIu-
riric to acreditados no Rio de Janeiro ,
pelos seus bons e suaveis effeitos principal-
mente para quem sofre ataques hemorroidaes,
conslipacoens de ventve molestias de pelle ,
o que melhor se explicar pelo roteiro que
junto sedar.
cy Bichas grandes da melhor qualidade
que tem vindo a este paiz e troco-se as
que nao pegarem e um bonito pavaa chega-
do prximamente da Franca ; no atterro da
boa vista D, 29 iuntoao beca do Ferreira.
tgf" Um escrava de idade de 19 annos ,
demuito bonita figura, adverte se que se
ende por nrecisSo ; na ru da liangel no
segundo andar do sobrado junto aa do Ex ai,
Sr. Presidente.
9 Rap princesa chegada ltimamente
de Lisboa na Barca S. da Rozario a aaoa a
a libra e a*3o rs a oitava-, na loja de seriguei-
ro Da rua do Cabug na quina que volta para
a rua larga c'o Rosario.
K3> Ua molato moco e muito sadio, sem
vicio e muito bom oficial de carpina ; na
do o terreno be todo murado e tem alguas
arvoredos de fruto ; a tratar na rua da Glor
rii D. iq. Petronilha Florentina.
tsrUma saia de lavarinto por preco com-
modo ; na rua do Lobato D. 9.
tsr A casa terrea D. 5 no pateo da ribeira
do peixe ; a tratar deffonte de palacio con o
Sobral ou na rua da roda venda D. 8.
tar Urna preta moca de naco boa qui-
tandeira que da um solo por dia ; na rua
do Livramento sobrado de 3 andares D 5.
cy No armazem de Fernando Jo Bra-
guez ao p da arco da Conceico excedentes
gigos de batatas iuglezis novas e caixas con
sabo brauco.
CST* Cadeiras americanas com assento da
paliiinba ditas cam assento de pao, camas
de vento de amarelo muito bem feitas a .f5oa,
ditas de pinho a 35oo, e piaba da SuecU
cam a paletadas de grossura e dito serra-
do tudo inais em conta do que em outra
parte j na rua da Florentina em casa de J.
Beranger.
Escravos Futidos
i urna terca pafte da seu carregamento visto
que tem o resto pro.-npo ; quem quiser car-
SS~ O Escnvo da S. Casa da Misericordia regar ou ir ele passagem, para o que tem
da Cidade de Olinda avisa a quem convier, excellente commodos dirija-se ao referido
muito ve-
leini e forrada de cobre, s pode receberf rua da Aurora na terceira casa de 3 andares.
li5" Urna preta de naco inda moca en-
gomma coiinha e be quitanJeira ; ua rua
do Nogueira D. 19.
cr Um sitio muito grande, na estrada da
que quinta eira 11 do corrente ha sesso da Capito ou a Alendes & Oliveira rua do Pombal, com casa grande e todo coberto
mesa w 9 boras da manb.
Ainga-se urna casa coebeira no beco
Vigario D. i5. de arvoredos que do frocto 5 a tratar na
PARA LISBOA o Biigue Portuguez Jo- praca da Boa vista D. 3 ou na rua da roda
do tambi da boa vista j a fallar na praca da sppbina forrado e pregado de cobre deve D* &
boa vista casa D, 3, t>e,;uir com muita brevidade por ter parle1 .>~ No armazem de Jos Antonio fda |Sil-
tSF O lente Coronel Ignacio ntonio de ^ set> carregameuto prompto ; quem quiser va Vianna no forte do matto taboado de pi-
Brros Ftko comprou por conta do Re- caeregor ot| ir de passagem para o que tem ^bo da Suecia costado costadinho assua-
vetendo Conego Joo Rodrigues de Araujo o exeelientas commodos dirija-se sos Consi- U10 de urna e.mcia polegada forro de meia
bilbete iuteiiwn. ii5 da s-guada parle da 7. guatarios Yiendes & Oliveira ou ao Capito pologada e 3(4 proprio para casas, e para
Loleria a tavor das obras do Tbeutro publico Paulo Antonio da Rocha, fundos de barricas remos de f*ia de aupe-
ta Cidade do Recie. PARA OASSU por ests dia sahir o rior qualidade e cera branca da angola em
IV Para o coeserto da estrada do Pama Brigue Brasileiro Jpiter ; quem quiser car- gamelas tudo par preco commado.
jseirim se preoisa comprar urna grande por* regar ou ir de passagem para o que tem ex- **" Gomma de araruta ou matarana mui-
o de lijlos de alrtnana do melhor que celantes commodos dirija-se ao Capito Jo-. to nova tt de boa qualidade em porco ea
ouver cal e elguos buis mansos e gordos se X;*ier Vianna, ou na rua do Vigario uu- retaiha a pre}o mats barato de que em ou-
assim corao tambem se alugo carrcas Ue mero 7. lra qualquer parte j na rua velha venda De-
um e dous bois canoas para condazir areia PARA TR1ESTRE o muito velleiro Bri- cima 19.
e um sitio e casa tudo islo a dinheiro a vis- P**e Austraco Uladislao forrado e encavilha- CT" Excellenies velas de carnauba e sa-
ta j trata-ie em caaa do arrematante o Mi- ao de cobrejquem quiser carregar dirija-se aus, bao em grandes e pequeas parcoens; na lar-
or Manoel Joaquim do Reg Atbuquerque seus couaigatarios Me. Calmont & Compa- go de S. Pedro U. la do lado da rua de agoas
aos aflojados, uestes b aius dus as 9 boras uhia.
do dia.
tsy Aluga-se o terceiro andar da casa D. !
da rua do Queim*o da parte do nascen-
he

o
verdes na mesma casa da-se dinheiro a pre-
mio sobre pinhores de ouro.
t-31" Massas finas a 3oo rs, a libra e a
caixa a 8000 ; ra rua do Vigario ri. a5.
C*r l'ara fara da provincia ou para al.
C^ De?apareceo um preto no dia 16 de
Outubro dsnoma Joao de uacaa cambiadt,
de idade de $0 annos, altura regular ps
alguma couza grossos cheio do corpa com,
algvnscbelos brancot levou caloas de es-
topa camisa de aljodloiinbo tctraouot ris-
cada ja usada loi escravo do Paira Felipe
qua mora no jang be muito ladino bam
pescador da alto e he de supar que a titulo
de forro se teaha entroduxido a Icabalhir era
jangadas de pescara ; quem o pegar l-jre ao
atierro das 5 poalas fabrica de tabico, qua
ser gratificado.
K57* No dia 15 de Abril do crrante antu],
fugio do lugar do poco da panella um uao-
lato de nome Jos cbelos crespoi cara re-
donda e muito picada das bectiigas um o'.u
todo coberto de be ida urna qod madura da
fogo nos peitos baixo, com otticia de carai-
ceu-o representa ter de idade de 16 a 18 an-
nos ; quem o pegar leve a seu Sr. Pedro Fer-r
reir dos ututos que sera gratificado.
ni 1 ,
OVltiltiitO o *fto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 7
te a tratar ua loja do me^oio. 525* Que fazem James Crabtree S Com-
!y Aluga-se um sobradiuba de um andar panhia por intervenco do Corretar Ovei- gum engenho urna negra de nago maca;
para pouca familia em urna des principaes ra de grande porco de algcdoziobo ava- na rua da Raogel D. 17
xcasde negocio oeste bairro de S. Antonio riado e de grande sortimento de fazendas in-
eesloias proprias para qualquer negocio ; [ giezas roosislindo em soberbos pannos presos,
utm o pretender dirija9e u rua direita casa azues c decores ricas lanzinhas estampi-
da viuva de Cosme das Trevas. j das para roletes chihs estampadas de vi-
tar Aluga-5eo3. andar da casa D. A f vissima cor encarnada chitas de cores fix,
na rua do Crespo iado do norte, com com jcassi netas de cores para calcas, platiihas de
xnodcs para pequea familia j a tratar na ^algodao finas e &c, Quarta eira 10 do cor-
loja da mesma. rente as 10 horas da manb impret-erivelmenc
tSf Aluga-se urna boa casa de vivencia te no seu armazem da rua da Cruz,
com grande quintal, na Cidade de Olinda ,
na rua do Amparo D. 3l J tratar na rua do
Vigilo n. 16,
60- Precisa-se de um menino de idade de
13 annos que saibe 1er, escrever, e contar pa-
ra uma vanda e de um feitor para o servi-
do de c.mpo assim como de tlhciaes de la-
.' 1
oompras
f3T A obra de Theoiogia maial pelo Pa-
dre Mestre M. R drigues de Araujo ; quem
E.T3" Urna casa terrea no beco do quiabo
nos tfogados a tratar na rna do Livraixa-
to casa onde mora o Major Jo Gomes.
S5" Farelloo mais fresco possivel para ca-
vallos a Jooo o saco tornando aoo reis pela
volla do saco e l>ern ccn'^'cida farinha de
trigo das-marcas XXX F e XXX a melhor
e mais nova que ha em Peruarabuco ; na fa-
brica ele fariuha no atterro da boa vista.
P 4 escravas mocas coa bais babelida-
des duas delias engomma bem cosem e
cozinho uma dita por 320,000 ptima para
todo o servico de uma casa um preto moco
de boa figura, uta molalo de idade de 16 an-
' nos bom para pagem um moie.jue de ida-
ser charutos ; na rua da palma nbazem de
snadeiraa.
US" Subscreve-ae para o Jornal do Com-
xuercio do Rio de Janeiro em casa de L. A.
DuLonrcq na rua do Vigario n. 16 pre-
co da assignatura i6>ooo por anuo e 8000 por
6 mezes.
fj^ Precisarse saber aonde exi.-tem os
bcrdeiros da Senbora . Francisca Mariana
Beaedicia casada que foi com o Sr. Ignacio]
de Paria de Audrada naturaes da ilha de S.
Miguel, a pessoa que destes berdsiros scu-
ber anouucie ou dirija-se a rua o Livra-
neoto D. 10,
t&- Aluga-se uma casa no posso da pa-
nela com a frente para o rio com 3 quartos
eaia a diaote e atrae e cuzinba fora ; quem
m preleoder eanuncie.
t[ do de 12 annos na rua de agoas verdes casa
rrea D. 37.
s^" Per preco commoda um sitia em ter-
, com viveiro
tiver snnuncie.
SS5* Um cordo de ouro gro3so sem feitio : ,
,. ,-. itnea l*. o/,
na rua nova D. 2g.
tsr Uma estante da Livrcs com vidracas-
, reno proprio a irar^em do no
a uzad t mas em bom estado, sendo por , ,. ." ,
J ,' i i principiado. olho de agoa doce com isahida
commodo prejO es?im como um Ierro de/,,,, . "
,. r para a estiaua da peusdo com varias utea-
uier hortia quem tiver auuuucie. [;:- 1
,. .' ... cilios para ievautar a caa nova : aesta iv-
HT Para obra do tbeatro publico travs ,. J
1 i pografia ae dir.
fcjr (Jai moie^ue hbil pescador de redi-
Rio de Janeiro ; aa (lias Patacho Sirdo
Fortuna de 113 ton1.., Cip. Jola aptisu
Richiloni equip. 8 ca.'gi cania secca ; a
A. Schramm.
Nova Hoilauda ; 88 das Brigns Iaglfl A-
delaid de 2S8 tonel. Cap. Gearge Dry-
den equip i carga i passageiros i;
ao dito Capio.
Val l'araiss ; 56 diaa Galera Ingleza Ca-
lumbiandea/o tonel., Cp. Pct^r W.i-
ke;n equip. i| t carga varias geuerjs \
ao dito Capito.
SABIDOS NO MESMO DA
fJaranbo ; Barca Ingle2a Thomai Mellara,
Cap. James Paluthorpe car*g* lastra.
Babia; Iliate Brasileiro Ol oda Cap. Josa
Gongilvcs Simas, cirga diversos gjoeros.
Ass Sumaea N*c. Perola (jtp. Bernar-
dino Jos de Sena carga diversos gneros.
Montevideo ; Polaca Sarda Sio Gifo Cir,
Rafael BofOM carga parte da que trou-
xe de Genova e mais alguma dsta pro-,
viacia.
ENTRADOS NO DIA 8.
, quem tiver auuuucie
jra do tbeatro pub
do ^o palrxos de comprido e de 8 a 9 po
fiadas de grossiira sendo de boa3 qu^liuades ; .
0 1 M ? j nuae principio decanoeiro ^ na rua de aguas
na tcesiia obra a qualquer hora do da. k...,i .
e des por cima do assougue.
Cr Um gral do pedra ou de ferro de a ;
palmos de aitura ; na rua da palma arma-
KBT Um molecfo pe,a de idade de t6 an-
nos para lodo o servio uma escrava moca
zem de mnceiras. demuito boa figura coziubeira boceleira
ty ta a 8000 tnolos a troco c!e effeitos de. ',. ,'. Clt""
, J e quitaudeira um^pardinha de idade de 16
venda, ou metalo percao mais uequeua : na t\ nj ,, \ *' '"
aliaos o.licial de peureiro uoia ncgriuha e
urna moUtiuha de idade de 12 a i anuos ,
em coser fazer lavarmio : na rua dofo-
rua da praia casa do Vianna.
V e ti a s
goao p o Rozario sabcudo i). i>.
Rio Grande do Sul; 35 dias Brig ie Bra-
sileiro Feliz Defina da 10; lAuel. Cip.
Luiz omea de Figu^iredo equip' i'S ,
carga carne; a Pedro Das dos Sin toa*
SAHIDO iNO MES vi l.\. .
Maranho Brigue Brasileiro Tentaca Cip,
Joaquim Gonsalves vlai carga assucar,
Philadelphia ; Patacho Americano Meulor,
Cap Thomaz Litly car,;a couroi s.tl(; ,d,
Liverpool ; Barca la^iezi Coitimbii C>p.
Peter Wukem, cara a mesma que trouxe,
S AH DOS NO DIA 9.
Londres; Brigue Inglez Addaid Cip. G3n
orga DryJea caig* a ajsaj qu- trouie.
^roco^ae a.ooo milheiros de lijo. b! Folbiahas para o auno del84a: ua *"' ur u.ouiu> prefo um terreao uo beco JilCIFt NA ITP. Dt .vi. f. U t'.-ioj