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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04344
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, November 08, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04344

Full Text
-i
Anno de 1841. Seguida Feira.
Tudo agora dependa da nsmssmoi; da noita prudtneia, rcoderr
C*3, au*^ia ; cotitiuuemosaorao prioeipiamoi, alaremos apontadoi
cooi adairaeia antra ai Naeaimaii tullan
Proclama? o da tiiemblea Gara! do Brasil|
9 9"
Sobscrtve-sa para eitafolha a SJooo por piarte! pago adiantadef
0su Typografia ruadaiOuaes I.5, e na Praca da Indepanoft-
O, n. yj 33, onde la racabem correspondencias Icgalisadas en-
auniiM, tniinndo-n cites gralii lando dot proprios amgoantti,
iodo aiignadoi.
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES,
8 DE NOVEMBRO. NC/M. 2
i


n
C.dadtda Parahiba Villas de ma pr
Dita do Rio Grande do Norte, a Vill
Dita da fortaleza a Villai Idcta ,
Cidade de Goianna .........
Cidada da Uiinda.........,
nao .
dem.
. ...
. . .
3t. c Sextas; fairasi
j . Todos os dial}
Villa
Qi
Dita deGarannuns a Povoeco do Bonito ......... lo, e ai de cada mea
Ditas do Cabo, Ssrinbaein, (lio Famoso, a Porto Calvo.'i, II, e ai dito dito
Cidadc das Aia^oas a de Viacei ............dem dem
Villa da Paja de Flores.....................dem 16, dito dita
Todas os Correioi partem ao meio din.
PK4SK8 DA LOA NO MEZ DE NOVi
Quart. ming. a 5 -as i h. e 5> m. da t.ird.
La Nova a i3 as 3 h. t 6 m. da man.
Quart. rese, a ai i as 5 b. e 48 m. da m>n.
La CtM a 28 -ai 4 h. a lo m. da lard.
M.irt thtia para o dia de 6 Novcmbro.
As la lioras e 3o minutos da tarde.
As ia horas e j minutos da matib.
CAMBIOS NcvEMBRo
Londre*,.-;;.. ig >P d- P#oooeed.
Lisbca ...*.. 80 a 83 por ojo premio por metaloffereei.io!
FraLca......020 res por iranio. Corop. Venda [|
DURO Modae64oo ret, velba i4/5oo lco
Ditai ., Tai ngkoo Uftioo
Ditas deafoooreu, hgioo 8$3co
FtlATA- I atiees brasilciros-------- gio i(fHo
PesosColumnarios----------- 1/630 ijf^ko
Ditos Mexicanos -----.- i;oo 1/620
Miu.-ia. .--..-.----1/420- i/4lio-
Disc. de b ii. da Alfandega 1 i|8 por loo o mez. I 0|o
Iriem de letras de boas firmas 1 rja a i
Mocda de cobre 3 por 100 de dise*
DAS DA SEMANA; ,
8 Segunda S. Ssveri.nr.ioM. Audiencia do Juil de Direito da a
vara.
9 Terca S. Tlicoloro M. Relac e aud. do Juix de Direito da t
vare,
10 Quarta 8. Andr Avillino. Aud. do Juiz di D. da 3. vare,
il Quinta S. iMartinlio 1! Audiencia do Jmz de Duelo da >.'
vaa. *
i2 Sexta S. Martinho P. M.- Audiencia do Juiz de D. da 1. y.
i3 Sabbado Euzobio B. Reala;, e audiencia do Juiz de D. da i
vara.
14 Dominga O Patroc:nio N. S.
PERUIBUO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 3 do correnle;
Officio-Ao Exm. presidente, communicn-
do-lho nao estado, e falta de segurancia da
prisio destinada na foitalesa de Tamandar ,
aos presos de jsliga solicitando a remo-
rio dos mesnos presos para a cadehda vil-
la de Setinhaem e occi.seilo da pri^o da
f-rtalesa, no caso de querer-se que os presos
continen) a ali peimaoecer a despeo da
insalubridadedo calabouco como por veses
se teco feito conbecer.
Dilo Ao lente coronel 'commonJan-
te V deposito, mandando, en vista do con -
lelbode investigaso a que se procedeo pela
fuga de dous remitas castigar cotn cin-
cuentas pancadas de espada de prancba ao sol-
dado Felen de Soma Antunes <'ie eslava de
senlinella na occaso da fuga ; rebexif para
soldado por lempo de 10 dias o srcenlo liar-
ros Sou/a commandante da guarda do quir-
tel f por nao emprcgar como era de seo de ver
a preciga actividad-' para ter es senliuel.'us
\igill8Dtes, epor eui hbeid de o soldudo Jos
Jernimo que nenbunaaculpabelidide i tic ie.
sultcu do conselho.
Dito- Ao mesmo, ordenando-llie que re-
menease ao prefeito dacomarca as 'eai.'i
dos dous iei ii't-is que se ausentarao no da
3o do disido 11 el {-assudo e lespondeudo ao
teoifitioj que trailava dussjldus (leTatii-
ci Juse e Agostinlio Jos deSousa man-
dando UvanUr a nula de dUerto ao piimci*
ro ccnMderando-o dimit ido } e entregando-
lite a escusa viuda da corte e realisar b -i-
xa do segundo logo que, tiease alta do os-
pilal.
Dito -Ao mesmo disei.d-llie que tendo
de proceder-seno dia 6 do cofrenle pelas to
horas da man na geereUiia UtUf a ar-
lemiitacao dos mtdtcamentus precisos ao hos-
pital ngimenlal, dtTJa tsur. presente abura
indicada, por faser paite do cuus-;uo extta-
ctdtriariOi
jNo ae.mo sentido e data se cffictiou ao
doutotes Jse Eustaquio Gomes Francisco
Xa'ier Jeieirade lilito, ti L'tiuaidiuo f.iontiiro e o Commandante
da corspai.Lia deoitfices.
Dilo coa.mndante do forte I'ao-amarel- j
1j, aiusmiuo o ttctbirxento do *tu olLtio do;
i. deste mez eos pajtis de coiilalieiidide
relativos no destacamento, que liverao o des-
tino da (oslumet .
Lito Ao prefeito da comarca disendo-
J!;e ,ue tima diatino o deseilor Jo;e Joaquim
des Santos, e que ton pisto em custodia o
leiruta Joaquim Jos de S;iu Anni, por al-
legar ser minar de ib anuos,
THEZOrjlUMA UE EAZEiNDA.
Expediente do dia a do correte,
O IB o- Ao inspector da lUs-uraria das
leudas provinciaes da Paraiba, inLimando
tu vista 00 sto ifbtio de a7 de Oalubfo fin-
do que o juiz de diuilo dacomatca da iJoaa-
Lal nunca recebeo por a titsuuratii desta
provincia a graiiticaco que Ibe compctin, e
ao oidtnado de i,ooU res id fol pegoal]
o lim de uovembro do auno paisado.
Dito f.o inspector geral das obras pu-
blicas ees o requeiinento de Joaquioi da til
va Lopes pedinds por afjramento o terreno
de rnarinha que se acha devoluto nos fundos
de cinco moradis de cisas, que pissue eni a
ra de Fora de portas do bairro do Reeie
desta cidade, psra em vala do despacho d >
Exm. presidente da provincia prolerdo no
mesmo requerimento mandar proceder a (le-
mn acao, e avali.iCj5j di) dilo terreno mar-
cando o praso dentro do qual deve o mesmo
eJtficar o mesmo terreno no alinhamento ,
que lbe fur dado por parte da cmara muni-
cipal.
Dito Ao mesmo cero o requerimento de
Jos Lopes Rosa pedindo por alora ment -too
palmos de terreno ocrupado com um alicer-
ce na frente do atierro dos afogogados para
em vista do des pacho do Fxm. presidente da
provincia proferido no mesmo requerimen-
to mandar proceder a lesptclira demarca-
co, e avaliaco,
Portara Ao tbe rourtiro dos ordenados,
mandando pagar a Pedro Muller iigUij
res importancia 4a pintura pjr elle leii.i na
ci:d di iej i.llcio da aaudo,
TRlUiVAL DA HELLA Q\0\
Sessao de 6 do correule.
Oseaibargs de aianoel Pedro de Siuta
Cont inuaco da sessao do Senado de 1 de
Setembto de 1841,
OSr. M"-'lo Multo diz que h^uve real-
mento buin des. nadores pircm que o laclo l'oi exagerado
pele prensa ; que o quecumpre sg'iri i-
ier he mandar declirar ielo Desperiadoc ,
que, co'no jornal oti.ial d^cisi, deve me-
Uarbosi contra Francisco Jos Rodrigues, na recer maiorcrdito 4 qua o fecto tai qual
causa de a; p-llaco civel desta cliiJe, escri loi publica 'o por oulros peridicas nao he
Arsenal de guerra 6 de nnvprobro de 18 j 1.
Burlamaque
(.'rector interino.
PREFEITRA.
No dia 6 do corrente, nao occorreo novida-
dealguma.
Parte do dia 7.
Illm. e Exm. Snr. loi bontem preso
pela patrulha do di-lriclo da ra nova o pre-
lo Estevo da Costa Soares, par terespsnca-
do as dez horas di noite ao corneta do corpo
policial Antonio da Rosa ; e hoje pelas nove
horas da manba pelo Coaimitsariode Polica
do mesmo distric-to o Aleaii-j Kein, por ter
feito o mesmo a um miseravel mendigo : fo-
ro recolbiiios a cadeia,
E' o que consta das partes boje recebidis
nesla secretaria.
ex:icio e depois lomar as medidas oece^sirias
para que laes iactos nio se reproduzco ; que ,
na erdade ,*o regiment arma o Sr. presi-
dente de sofficentes aulorilade |nra mon.er
a ordem na C*M mas que inle.it.ue.ile u
vo Ferreira ; Oro despresidos mitidaiido-
se cumplir o aeccordu eaabtCjHpj,
Os ei birlos de Joj Cimello Cavalcinto
contra Theodoro Teixeia de Mello, na cacm
de appellifo civel di cj marca d Si uto An-
uo trsciivo ferreira f.'ro receidos e I presidente nj tero >o su al:ance 01 rneios oa
julgdos prov.,d.s, reformado o accordo a torca precisa pira luer executar as su.ii or-
embargido e cotitiruiadi a senleuca do que dens e respeitar a ui autora,de.
seappellou, O. Sr. 11.' Cav ilcauli \ Sr. pte.idente,
i appellaco civel deili cidade appellan- a questo nao ha do regimoto, Sj losie-
;c Jo. ijii de Oltveira Uadue:n e appella- nos a tallar no r< gi.u'U o ea tambam emit-
do Jos fraucisto Pcreira LJastos ; su julgo u tira e sustentara as iinnias opiutOes, Mas ,
Ltla conirmacda da sentenca appeUada, ni.i be esta a questj.
Us embargas d 1 1) Rila Maa Uj Cirmo : Estou admirado Sr. presidente, dopro-
Mendonca ema filba centra a viuvaelier- Igiesso que certosnoores senadores, eui-
dtnosde Jos Pcreira d Mndunea L1.n1 mente alguem, bserio no caminbo di libar
escrivo Rtbelio } lorio despresados uiaudm- ,d-de. trt, ludo u publico l TudO se (i>
do-se cumprtr o accoraj eii-birgado.
Oaeseb.igos de Leonardo Uiserra de Si-
quena Cav. ttuuie contra itus^cl Mellors
&t Com, na causa de apoellacaj civel Uuti
cidade, toio de-prtaados.
JNa ppetlavo civel deAilonio francisco
de publicar l "<-* eu quero sabjr ( e que-
ro que se iue respond se certas pessjas que
pubiu certos c-so. es jjode.a prever.
Uor Mrquez de iia.baeeui t .-Sio ca-
lumni'dores.
O Sr. ii Cavalcante : Lij.u. Pergunto
Conea da Luz do Juisu de direito desta eu : o que se p-tSsa os corredaies as com
ctuade tscuvao ferrciu, contra Jo-. l'iuheir misseSj u que te p.s* dentro di casi po-
to Veibo Cabial e Mello, se ju'gou pela con- rin l a deste recinto corno he que se p ie
rni3(0 da dtiileuva appeladj. i j ublicar, e qu=m o publica como o fJe pio-
^d appelayao civel da Comarc doGaar vi 1 P01 ventura a acvo da polica publica
eppelanle Josefa Mara j JNasjoie.iio ; e | jc ier lugar .n nossa casa sem ser a peii-
apiietado Agositubo Jo;e Tuomai de Aquinaj ua <: ordem o Sr. presidente ? Como se pa-
se jUii,ou nuilo o pioctsso. de pnL'iiear oquesepissi m interior, ms
i\a cauza da Revista citice reconente Mi- commisa&ede*ta casa i Cono cadi lium po-
lia Loj.es Tugo e rtCoiiiao Aiiiuou )o:c da z e a ibeidade e dizei o qae all se pas-
Silva se juiguu a Uvor da recurrente.
COi'.RElO.
Ob gueTenticao re.eba a mili para o
Maii.hao boje (i) as 10 horas,
ARSENAL DE GUERRA.
sou i1
O arseual de guerra compra galio fina pa-
ra do-fc devisas de Inferiores, ecento e treie
pares de botins ; quem estes gneros liver
comparec-a- na sallado directorio, no dia 8 do
corrente das 10 horas da tnauha ate acto da
cum suas amostras e ultimo pre;o;
lium Sr. Senador diz btta -i parte que ni o
UUM'UOS
r. II, Civalran 1 : Ah perdi ,
nio se j Je publicar. fVlis na so deve ad-
n;ii.r lito teuhores quiudo ni estimo
randa, desratadi nenie os senbores mt-
uisiros publicarem e dizerem 111 tribuna oque
se passa o que se decide no cotiseitio do Im-
perador 1 fso nos Uevemoa aJimrar de que
o mesmo nos acontece, O exemplo vem de ci-
ma. Nao se pie publicar Sr. piesidenie ,
uao se toja publicar o que se pisa no inte-
rior da casa ra deite recinto e das sessSes
e, se buoa ou outro senador o refere indisc-ra-
lamente o jornal que o publica toma sobra
si a responsabiliJade deve ser obrigadado a
provar,
O que he pois necessario enflores he
que seja publicado j aquillo que be permit-
lltra publicar ; certas cousas nao podem ser
publicadas; r;> naodevemos tolerar que o
senado estej discric'o e alvedria da quil-
quer individuo que queira diter o que se pis-
si denlro da casa. V. Ex. Sr. pre-
sidente deve zelar a prerogativa do senado.
Se os nobres senadores querem emendir o re-
giment sesequer dar miii furca ao Sr.
presidente em o aira o:c.isij em occasiaa
opportuua o podarn fazer. Por ora dei-
xemos o regimoto cono es' i.
OSr. C. f erreira : Sr. presidente, pe-
di a palavra pan responder ao nobra sena-
dor que disse que s nenie a voz de V. Ex.'
nio era baa'.ante para que obedecessemos. Eli
estou certo que se V. Ex manlisse recjlber
a hu.ua prio qualquer de n6s estou cerlo
que logo se baria de recolber* Iisj que dis-
se o nobre secretario ou he necessina : ni i
tema nao he precio a fura* pira que sej*
obedecida a voz uo Sr. presidente ; elle ha
mais que suJi ente, lium ho neo de ben ,
antgaesente, qaanlo 1111:11 de ser presi
elle me).na ie recoluii e aio quera sar a-
compauhadj por belegaim. Parqus agora-
nao fart o mesmo lium mhre senidor? jiu-
uo V. Ex. mandar Sr, presidente na d
ser obedecida.
O Sr. Alvares Brenca ; Sr. presidente }
eu quero expluur o mea peusameno qui
peiete que nio loi ben e:ilenaiJj, Esti no
maito que o n^bre senador relirasse o reque
iiuenio porquanto, no tendo onobrese
n.uor en vuu segmJj o ieslaro'ti sanio
mostrar que o faci qua leve lugir bja'.em|nii
sen ido naj tinha acoutecidj ouj par ah
te.a pub.icaio ei;e Ii n esUvi conse,;uidj
pelidis.ussij. \io teriidu/ri. de sale,.-
ur o requmenla seo tacto ti resse cirai-
t-c dirersj do quj se ten dito ogira ne.-t
cij se ai contest iyj ; qiidro dizer que elle
uao passou de buBi mera uliercaclo da pi-
Uvras o que lie muilo diverso dj qja ve.a
a J. da Coj.eivio. SuJj a fela assin
corno ibool os (j'ie o presen iiiij pra q;n
mais ltqmrici) e1 Para qui oji oa a ? 2ii.
viudiar miii vuitj.u jieciJi ha a un
gime figuri
OSr. Alen.ar.-br, presidente eu qaan-
do prupuz o meu re^ueriuento dsi os mo-
tivos porque o fesit, O meu li.n era jual-
fijar me di 1 uputa^io qm se ma havii feito .
tratan io-se me de cousoir.d jr. Vejjajj-a
que iuuilos do cneus coiie.ju tanuijjtrab
desejos de que eu retire o requer raed to ; at
aitu nissi incluida a maio.ii dj senada ; pac
mi,4i, esta coupielo o maw lim ; procure!
justiicar-me e o sen ido aceita miatia jui-
itficacia j ou sj o Senado quief que elle se
rebate, dexe retir.r o meu requerimiento |
se quabjuer dessas din co isas smoeidJ b
porque me ten julgada innoenle porque .,
se u senado se eunvencesse qa; esiit isi
conspiraco e que eu enirava nella tru
havia de qusrerler no seu seio liim me:u!i:j
conspirador ioipune. Paranlo, seose.nii
deixa retirar o meu lequerirneuto, he pere-
que nao exige as provasde minha )atteae*>(
se o senado regeilar o meu requeriuuuta
l 1 bea pense, da raesaie fnoa.

. I


'
2
HIftio bl PBr NiMnSo
Ti rlie cais huma prova da minha innoren-
ra ; ti.s car* tem citado deus nobres membros
do n'ira&terw 5 e nenbum tem dilo que exis-
ta pe governo proras de que eu seja coospi-
rder; o r um ncbe senador da maioria, que
srmpre falla rcm leda a imparcialidade, aqu
di;se que o procedi*nlo do Sr. ministro o
Exm. Sr. Candido Jos de Araujo Vianna a
Deu rtspi'ito nao tinba sido propio de hum
xninistro de estado. Eu ja tive a fortuna de
uvir isto ; pciianto o que se ecllige daqui
lie que o Sr. Candido Jos de Araujo Vian-
na foi injusto comigo fui alguma eousa irre-
fleciido quando me mandeu aquello recado.
Pees permuta que eu ore possa justificar lio
de prcmp'o perante o Ai'gusto Monarcba o
Sr, D. Pedro 11. cono me justifique! peran-
te o senado.
Peco portinto para tirar o meu reque-
rimenlo
O Sr. L. Gama : Nio posso deixar pas-
ear huma i xpresso que ouvi ao Ilustre sena-
dor que acaba de sentar-te. Eu pens que o
modo que dia a orden.
Vigario Digao la o que qniserem eu nio
me pesso capacitar, que gente sisuda e que
pensa queira promover a desgrea geral do
Brasil lie jreiiso estar louco varrido para
desejar que o no sso Imperio se desmembre do-o lala.
assim o pratirar sempre. Os revolucionarios
lisonjeio o povo em quinto delle carecen
para sabirem da nullidade, e em-
polgarem a prora : em se vendo servidos ,
e de cima ; dio-lhe bum pontar e man-
e letalhe. Unidas todas as provincias, anda
assim somos hua naci pequea e fraca :
o que seremos, se nos dividirmos ? Nao Snr.
compadre nao cieio que lia ja Pernaml uca-
nos de eer.so que se lembrem de semelbante
leucura.
Compadre- Snr. reverendo compudre, o-
lhe que ha muita gente despropositada e
muita gente, que deseja figurar, e ser gran-
de seja porque roeio or.
Vigaiio- E haver alguem lo estupito,
que imagine figurar e ser grande coro a
dcstrembracodo IroperiiPSe por nossos gran-
des peccados e por ultima desgraca do bra-
sil cr.egt.ssem isdisordeiros c nsfguir ess-t
divsio fatal de Norte e sul, aoabar-se-ia
entre nos a m< r.archia i nena maia D. Pe-
illustre. senador releriudo-se ao que dissejdrn Segundo nem L. Januaria. O na
nummembro da maioria v tereferio a mim.
u i.so disse que o Sr. Candido Jos de A-
iaujo Vianna tinba pralicado bum acto im-
pirprio de bum ministro de estado.,..
O Sr. Alencr: -Nao disse?
O Sr. L. Gama :-Eu disse que nio tinba
clitiio reste negocio como ministro de estada,
ai muita diUerenca. Era esta a cxplicaco
que eu quera farer,
Orequeiimento do nobre senador o Sr. A-
lentar he retirado, com consenlimento do se-
nado,
O Sr. Presidente: -Eu devo dar huma
expiieacao acerca do meu proccdimeno uesta
occasiio, Eu estava na sala ; o fado nao se
jjissou neila p< m depois de comecada a ses-
so como assevera fuma fo'ba desla cida-
de. Ouvi expitsfes algum tanto animadas ;
porm } a principio pao me deo isto abalo ,
porque ;is vezes antes de se abrir a se.-so,
jdla-sealto, e as conversares particulares
sao bastante ca'ei esas. Vi depois apparecer
alguns seubores que estavo allj lu rer o
que era, e j aclei tudo apazguado. Abri
h setsao e desde que comecou a sesso al
c tlm nao borne mais occorreneia alguma.
O que devia ou poia eu Uier ? Di o at-
tigo b. do re, iunnio que , quando algum s-
cente Imperio da Santa Cruz desaparecera
da lista das naces, A furibunda demagogia
surgira de todas as partes. Cada provincia
quereria ser bum estado independente, e nao
: cada provincia das grandes e poderosas,
como tambem as pequeras, e as mais faltas
de recursos. Paraiba, Cear Rio Grande
do Norte Seigipe Santa Catharina cada
huma destas proclamara a sua repblica ; e
por ioitiacio de espirito de independencia e
bnii'ro que tanto se ba desenvolvido
entre nos lo bem as villas e povoaces
assumi-o a sua soberana, como ja fez a de
Queixaramobim , e teamos as republiquU
niius deNasareth de Santo Auto de I-
guarassu', do Cabo do Limoeiro de Ga-
ranhuns, do Rio Formoso, de Pajau', de Ca-
brob e al da Alhandra e da Jacoca.
Compadre Virgen N. Seabota J Quera
poderia com tanto Mpsso ?
Vigario Se o Brasil todo unido e Impe-
rio, como be, aioda lem muita falta de ca-
pacidades, paraos diflerentes ramos dago-
vernanca ; o que seria dividido, subdividido
e feito em pedacinhos p que.n altents para
a nalureSa da uossa pjputaco, quem consi-
dera as uossas circunstancias treme s de ima-
ginar em lio horrorosas inovaces. A cole-
ntdor laltar considerado devida a cmara j ra morbus que para c nos viesse fora me
on a coda bum dos seus me rubros o presi-
dente o chamar ordem e nao sendo por
elle obedecido depois de preenebidas certas
formalidades o j odei fazer sabir da sesso.
Mas, nm hi preciso advertencia alguma.
<^uar.do ebeguei tudo eslava acabado. Co-
mo poim a epiniodos Sis. senadores be
que ee asede diztr que o laclo nao he como se
xtm publicado, o Sr. secretario se encarrega-
ra disso.
Entramos na ordem do dia......
O vigario do mato e o seo compadre*
DIALOGO.
Compadre Grande barafanda Snr, re-
verendo ccmptdie grande barafuuda vai
pelo Recite. Chegnei de l hontem e to
aedo po pretendo voltar.
Vigario E o que ba de novo pelo Recife,
que tanto o assustcu ?
Ccmpadre Pois V. reverencia anda nao
sabe de nada 7 Anda pao leo a Forquiiha a
Ordem e a Marciana ?
Vigario Nao li, e agora he que sei, que
ha todos esses pe odores.
Compadre -E difserio-me no Recife, que
eslavioa sabir neis tres ou qnalro t um cha-
mido o Gaucho ; outro o garrancho, e at
lum cem o noae de Nico-nico-oieolau.
Vigario E o que be, que disem esses pe-
ridicos que tauto medo Ihe ce usar o ?
Compadre V. reverencia sabe oque diz
a ordtm p Diz, que se instalen huma socieda-
dade ct zr posta de muita gente grande para
te dividir o Brasil, Ciando o Sul para o hos-
co imperador a o Norte para tua irm a Sr.
Princesa Imperial D, Januaria. E isto be
jequina dtsordem ? Eu, Snr. compadre ,
penas li essa historia comprei quatro al-
qneires de sal, gsnbei o meu melado, e ero-
purrei al c. Pirin .. piriri.. pa ira ;
aioda nao creio que estou em minha casa.
Vigario Compadre, nem tudo que est
rm Utraredonda, be verdade. Bem pode
aer que m- cteasse essa sociedade e que te-
tnba onuobfinattuidiTewo. Agora as so-
ciedade sao como cousas da moda. A cada
canto se instalao, se diisolvem, e ae crio
outras*
Compadre Fora do peridico ouvi di-
iera vaiRs ptsssoas, que a ut sociedade,
itv era, :* iiao para de&meabra o iiHb,i v
Compadre Mas ouvi diter no Renfe ,
que o governo do Rio de Jneiro est prati-
randu muita injustica que todo o nosso di-
obeiro para l corre e por ( se consom :
e por sso he quo conveaa tornarmo nos in-
dependeotes.
Vigario Tal be a cantilena dos desardei-
ros. Eu nao quero em tudo e por tudo de-
fender esta ou oulra qual quer adminUtra-
co i por que quando a corruptio be to ge-
ral quasi milagro lora que s osgover-
uantes se tornassem justos e impeccavei*.
Bem novico em negocios polticos ou mili-
to hy pocrit* cabe que seja quem pretende ,
que a opposico que ss faz ao governo lem
a mira nos iutei esses e liberdade do povo ;
nao, meu amigo, ella be parto d'ambico
des demagogos sdenlos de poder ou temero-
sos pelo perigo de o perder desses tui b-
lenlos ambiciosos que vivem como Clodio,
alienando es mximas de Clao ; que anio
os piincipiosde Calilina obrando segundo o
plano de usurpaco de Cesar. C^ue diuhei-
tos sao estes que o Rio de Janeiro nos cou-
some ? Fora da dAtfflo do Imperador,
Imperial Familia lora da quota para amor-
uzacao da divida nublica e das despezas da
guerra i s rends dispeodem-se com os nos-
sos mesmos empregados geraes.
Porm li meu bom Compadre se se
efTectuasse essa loucura tte desmem bracio de
provincias, a que otado se reduziro as nos-
ses. rendas ? Como fie i ia a nossa agricultura?
Qual seria a soitedo nosso romoercio ? Es-
te s prospera no doce remanso da paz da
segu i idade e da ordem. Logo que se per-
dem estas garantas os capitaes eoiigro ,
desaparece a industria surge a fume com to-
dos os seus horrores e a guerra civil como
o genio do mal derrama por toda a parte a
dessolacjo, o airee, e a extrema desgraca.
Eulo verilica-se oquedizia.J. J. Rous-
se u Quand le peuple n'aura plus ren a
maoger il mangera le riche Quando o po-
vo nao liver mais, que comer comer o
rico.
Co mpadre Santo Breve da marca Nem
de balde sempre tive horror a Repblicas no
Brazil ; porque a nossa gente s quer figu-
rar custa dos mais.
Vigario Sino, meu Compadre, logo
que se desmembrasse o nosso Imperio iafat>
iivel mente apparecer io os demagogos com as
suas Re publicasinbas de cmara ptica, i/o.
da vez que a demagogia levanta o c0|0 f o
)io vo chega a huma tyrannia muito mais hor-
rivel iLuito mais ving-tiv, muito mais
odiosa, do que foi a de Tiberio ero, o
Caligula. A raiva de hura sobornen) fati-
ga- si mesmo pela repetic.o de ctos ly-
esses povos ? Os Americano tive.o outros rannicos ou della se escapa pela fuga uu
principios, outra educa?o outros hbitos I l,or artificios : alem disto raramente se ex-
outros costumes: e asim mesmo, corraolea^e pessoas obscuras, que compe o
tempo e sabe Deoa em que parar a 6ua e- niaior numerj e f ?ai ferir as sumidades
nocracia e a sua Federaco. Snr. Compa- poluic.s. Pelo contrario a demagogia be
dre no nosso seculo que be o seculo do,8eBiP,e instrumento dos horneas mais per-
Industrialismo do lux;, da riqueza edosversos e"a he hura Briareo de cem mos ,
gozos maleriaes nao existe nem pode existir ( "da huma das qui.es sustenta hum puohal
verdadeira Repblica ; por que esta s se he hum Cerbero que abre ao mesmo lempo
funda em virtudes austeras e patriaichaes: *" goelas todas sequijsaa de saugue ; be
o que b de baixo desse nome he huma Oli- huma tyiaunia que posto que passageira ,
garebia be buma embacadella he huma uao he menos destruidora em quanto dura,
completa logr>co ao pobre povo. Nos Esta-O poder d'hum dspota he semelhante aos
dos Unidos nao se d
cracia de nascimento
nos destruidora menos funesta ao Brasil ,
do que essa desgrana de separacao do Norte, e
Sul.
Compadre-Nao Sur. compadre, isso he
muito : olheque a tal colera morbus he huma
estrovenga muito ruim. Com tudo eu tam-
bem nio estou pela tal historia de separacao.
S quero o nosso Imperador, e a Constui-
co. Mas no Recife hum certo rcoco bem
asseedo me deo urna cantada disendo que
pos bem podamos ser buma repblica fe-
derativa, como he u dos Estados Unidos.
Vigario E pode o brazil comparar-se a
que possuiraS escravos. Pe mais quem b ,'
que posa crer no Republicanismo de homens,
que todos os das introdujera Africanos em
seupiiz, que mercadejo no genero Uo-
mens como se forij bestas de cargn ?
Quem acreditar, que prevales entre nos
od gma da igualdad, sena o qual nao se
poda dar verdadeira Repblica ? Este diz ,
que lie fidulgo s porque seu"5. av fui Capi-
lao Mor : aquello apregoa-s nobre i. porque
seu tatarav foi familiar do Sanio Oficio. O
branco olha para o pardo por cima do hom-
bro ; o pardo faz o mesmo ao prto creoolo ,
e este quer superiorzar-se muito do que
nascers na costa d'Alrica. ]S'i0 jia fiomem
entre r.s, que nao quera ter Senboria ,
nemmulher, que nio presuma ter dora. E
n'hum pais deales he que pode vingar e
prosperar a Democracia ?
Compadre-- He verdade meu Compa-
dre e mais que verdade." Porem j me a
esquecendo. Ouvi tambem dizer l pelo Re-
cife que os homer.s que deecjavhd a s>pa-
raco do Norte e Sul divididos ero dous
Imperita do Sor. D. Pedro II., e da Senhora
i) Jiinuaria s queriao que isto fosse fer-
io pela Assembl Geral, e nio revolucio-
nariamente p.-lo povos. Sendo assra pa-
rece-me que seria ludo le.;ai.
Vigario Pela Asseaibla Geral Queoa
Ihe deu taes pjderes ? A nossa Assembla
pao tem a actiga trrnij,ciencia parlamentar
da Gr Bretanba. Ella pode reformar ceitos
Arts. da Constituicio de 4 fcDJ 4 anuos.,
quando para isso for inhumada a Cmara
temporaria pelos Eleitores , mas nunca se
entende esse poder a destruir os principios
vil- es do Imperio como seja a sua latcgri-
dade ; pois a Naci pao hade dar bum man-
dato que importa a sua propria destruico :
e de mais pao h Le sem a saneco do im-
perador pelos seus Ministros: e seria possi-
vel que o Imperador aonunisse, e subs-
crevesse sua propria degradaco e ruina ?
E a Senhora L. Januana estara prorapta a
separar-se de seu Augusto lrmao, e eei-lba
traidora ? Logo ronctuo, que lal separacao,
aioda decretada pela Asseu.bla Geral, seria
facciosa revolucionaria e os povos Ibe nio
devora o obedecer. Finalmente, meu Com-
padre nao creio, que baja tal sociedade ins-
talada para taesfins. Taivez tudo seja ca-
lumnia e intriga de parlidoB,
Compadre Seja l o que for, os bons
Pernambucanos esio Jerta e ho de sus-
tentar custa da propria vida a Constituido
do Throno do Sur. D. Pedro i,, e a luie-
gridade do Imperio.
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilhetes da a." parte da refeiida ?.*
Lotera, cujas rodas ando imprelerivelmeu-
te no da bdoccnente echo-se a venda no
b-irro do Recife as lojas dos Snrs, tYlanoel
Goncalvesda Silva, Vieira e Gregorio An-
tunes, Cambistas j e no de S. Antonio em
as lojat dos Snrs. Menez.es, na ra do Col-
legio ; Guerra, na luauova-, e Bastos na
Pracinha do Livrameuto.
por ex a Arislho- i ardeutes ralos do sol que defioha e secca
, mas h outra muito erva mais que ihe nao toca na riz, a
mais poderosa muito mais orgulbosa, mui- qual perminece fresca debaixo da ierra ; po-
rem o governo da plebe he semelhaute a hum
to mais lerrivel, que be a Aristuocraa da ri-
queza. Ali s tem aceitaco quem tem di-
furaco, que nao deixa sobre a trra nenbum
uheiro : s o rico goza dos direitos polticos j dos seus productos desarreigando do mesmo
e o proprio Scrates que boje ressuscilasse
nos Estados Unidos nada seria por nao
possuir lautas libras sterlinas de renda annu-
modo o haco arbusto va gigantesca arvo-
re secular : he huma maldico", que involve
assim o homem obscuro como o mais tieva-
al, Desengant-se que este mundo de fac-J do e extende-se por toda a parle perse-
lo seja em que pais lor pertence aos mais! guindo aos que Ibe quereai escopar. Tudo
isio ainda he pouco. predomino da roul-
tio anda he pior ; he hum luribundo ter-
ramulo que devora em suas entranbas a ri-
queza e sabedona d'um seculo loleiro I
Compadre-- Nosso Senhor nos deenda
de lal desgraca. Nada, naja de separafo
das Provincias ; porque o resultado be rep-
blica e lepublica entre nos he odiabo.
Vigario E a nossa gente be capaz de
mauler-se em buma Repblica? Pranos
desengaronos de laea pretences basta ver, q
bulha lem havido uUimau.enie por amor de
tiluios e coudecoracoes por motivo da Co-
toaco do Imperador, O povo do Brasil ,
meu Compadre he emmiuenlemeiile Aris-
tcrata ; e assim o tem sido todos o povos,
esperlos os a ais intrigantes, elelizes.
Compadre Lavrou dous lentos Sr. Re-
verendo Con. padre disse como quem sabe:
por isso he que eu j me nao metto em ba-
r'ulhos; pois nao eslou mais para servir de de-
grao para os sabidos ireparem. Tmbalhti
muito pela nossa Independencia e pela
Conslitoicio : despend dinbeiros desarran-
jei a minha vida &c. &c. E que pren-io
leve ? iNci.hum absolutamente entre Unto
que tejo exaltados e condecorados a mul-
los que ou nenbum servicio presiaro ou
se declarario contra e nos fiztiio lodo o mal
possivel. Nada, meu amigo nao pego ma-
is em isca.
Vigario- E obrar com m ito juo, se|
LOTERA DE N. S. DO ROSARIO DA
ROA-VISTA.
A mera regedora da Irmandade de N. S,
do Rozarlo da B oa-vista tem determinado,
que corrad impreterivelu.enle as rodas da
i.* parte da i," Lotera no dia 29 do
corrrente t os bilbetes achao-se a venda nos
seguintes lugares ; no Recife ra da Cadeia
luja de Cae. bio do Sor. Vieira em S. An-
tonio ra do tollegio lujado Sr. IV;enezesJ-
nior ; ra do Cabug botica do Sor. Joo
Moieira Marques ; e na Boa-vista foja do
Snr. Rapozo ra do atierro.
SOCIEDADE PASrORIL.
A Commissao Administrativa convida aos
Snrs, Socios, para se reunirem boje (b) *
horas e meia ca tarde.
Avisos Diversos.
"** tsf" Snrs, Devolissimos freguezes ; que-
rem Vs. fc. ver bellas couzas ? i dirijao-se a
l"ja de livros da preca da Ir.daj endencia INs
3; e ti e al.i pela segunda vez encontrar
o ceg N icolo que buje sto luz pedio*
do dois vinlens por cada um dos versiubos.
Vocos nio e agenla" nac i
s* Sahiu a luz o N. i da Ordem e
como do 6 paginas, vende-se a iaors.: oa
pracu da lirJeu eiidcncia loja deJivros'3*
37 e 3tf.


PW"
pup
mi. l
II I"'
S
n aSio
o KNAAnsnisS
3
Mr. Kissel rulojoeiro francez que
n'oulrj tempo trahalhou em Paiiz para Caa
Peal, reinedode LuizXVUI, aviza ao res-
peitavel publico que elle concerta qualquer
lelojo, que lfae seja confiado, patentes,
liorizcntaes virgulas gronomefres e em
geral todas as obras tocante a mecaoisma : na
ra dasCruzes, junto Typegraphia ; as-
sim como, vende-se retajos horizontaesem
ouro e em prata.
S^- O abaixo assignado faz sciente a Se-
niora D. Maiia Joaquina do Amor Divino e
Silva, que rindo o tempo venha remir os seus
penhores visto o tracto, e nao o faz.endo o
fcUjxo assignado fica sem responsabelidade
blguma i sendo que haja algum destravio.
Jcao Carlos de Saboya.
&T Urna pessoa honesta e de bcns costu-
rces, se eflorece para ama de casa para tocio
o servico : quem de seu presumo se quizer u
tilizar, dirija-se eo patio da l'eoha caz a
rceia-agoa que Gca no tundo da exlincla re-
l&rlico tie Diversas Rendas.
SS5" A quem llie faltar um seravo por
rime Joaquina cassange alto, secco fulla,
t ui.da bu Diario, no atierro do Ailogado.
tSS" Pretisa-se de um homem braco nacio-
nal ou estrtngeiro para cocbtira, quem esli
ver uestes circunstancias dirija-se a ra da
Cddea do Recife, D> g,
tsr Precisa.se de uma ama de leile : na
iua da Florimina . i,
E3^ Na iua das Cruzes D. 6, a. sudar,
lecciona-se por todo o tempo dus ferias gi-
naiica latina, nao t res proyectes i que
pietetideak aier exame da mesnja em Marco ;
rcast&alem eos principiantes, que dezejo
adianlarem-se ; dando para meior ap/.licaco,
lauto estes como aquelles duas licSes dia-
rias iNa itesma caza arima existena duas
tartas vindas do serlo urna para o Sr. Mi-
guel Goiualves Lima estudonte da Acade-
mia c ouira pura o Sur. Joo de Aleaio
Ciineiro.
tSt U f bnixo assignado faz siente ao respei-
tavel publico 14'desde o dia 5i do p. p. deixou
de ser caixeiro do Sr. Manoel Felis da Roza, e
tgora est est&belecido na ra das 5 puntas ,
quina do beco da lenha D, la, Domingos
Jibeiro da Cotia Oliveira,
t-*" Lr. Joie Eustaquio Gomes, mudju
sua residencia da iua Nova para a do At-
teno da boa vista, caza n. g lado direito
viudo da ponte.
fcy Aluga-se um arm sem proprio para
negocio : na ra Augutta Cza da quina l-
timamente reedificada.
tsr Aluga-se um armasem proprio para
negocio: na rus da Moeda casa de 4 anda-
res; tambera se arrtuda o i. andar da mes-
rsa casa.
tar Aluga-se 3 cazas no lugar da Casa
fui te, n.ui lesias, e espacosos propiias
para se passar a festa ; a fallar na ra do Vi-
gario D. 12,ou no litio da estrada do C jrdeiro.
er O tfocharel Clemente Joie Feneira
da costa, Proturador Fiscal interino da
'J i eouiaiin Geral esitte na Boavista por
detril da Matiiz, casa contigua ao ingles
Joo Matbeus.
w Preiisa-se de um caixeiro; e bem
assioi coirpra se umaescrata que saiba cosi-
nhar e engommar : n* ra Direita D. 1.
-- Quero precisar de roupa engominada ,
tanto ele tu ,,iia como de 1. omero, com mui-
lo aceio e perieiiio j e bem assim ensaboado ;
dirija->e a Boavista ra do bosaiio larga ,
D. i?, Ldo do poente, confronte ao so-
tirado do fogueteito.
t3f Ceno lottuguez, hospede nestaCi-
dade, dtseja arrumar-se em algum escrip-
loiio, eicrete, e conla surivelmenle, e
tanbem ssLe o idioma Irancez j poren? como
nao tena pratica do tommercio ofJerece seus
teivicot gratuitos por um nno Dudo o qual
espera ttr alctniado sobejos ccnbeci/realos
ptia vencer ordenado, contentendo-se no
entretanto com cama meza e alguna i-
ja, Se houver algum individuo a quem
ctuvenba queira annunciar sua morada.
tT Deseja-se fallar ao Sur. Theolo Jo-
ze de Lemos, hito do Sr. Joie Ferreira Do-
mingos Fradello, queira pois annunciar sua
noiada para ser procurado a negocio de seu
inttresse.
sar Preciza-se de um feitor que entenda
de ortalice e vaccas de leite : quem preten-
der dirija-se a praca da Independencia JN.
3Je34.
L*r O Rachcrel lorrcedo Joo Antonio de
Souza Eeitro Ai&ujo Pertna Proessor Ad-
iuncto de Rbelonca, e Potica do Lyij a-
>isa a quem convierque continua a ensinar ,
uuiai.te as ferias u academia, RLetoiica ,
(cograpbia ? Geometra e Francez j quem
do seo prestio se quiser ulilisar dirija-se
no primeiro andar do sobrado que fica de-
fronte do Senbor Ludgero na ra do
Collegio.
ttr Derapareceo do terreno etn S. Amaro
ao p do Hospital des lazaros na noite de
Quarta feira 5 do corrente mez urna vacca
grande, cor aieitona orelhas cortadas bi-
cos das tetas pretos, e astias grandes pari-
da de pouco tempo deixando (car a cria no
r esmo sitio donde se auzeutou tero a marca
L na anca ; quem do-lia souber dirija-se
em fora de Portas na Repartico de saude ,
que recompen?Hr o seu trabalhu.
- OUerece-se um mo.o Brasileiro caza-
do, para administrar qualquer engenh), pois
lera bastante inteligencia pua quaes %quer
planta.es, pcii o seu principio foiagiigu!-
tura -, assim como tambetn *i algum nego-
cio ent'flndo coro alguus escravos 5 quem do
seu prestimo se quizer utilizar nmiuncie
sua morada para ser pro:urado.
E3- CJuero precisar de algunas canoas de
areia lano para obra ou weiroo para al-
gn terreno, por preco muito cainmodo;
assim como taicbem quen preci/ar de car-
regar alguns trasles em canoas grandes, di-
ii;-;-se a ra do Rangel D. 17.
CT- Para a obra do Tbeatro publico,
precisa-se comprar caibros de 3o a 4o pa ruos,
sendo de boas cualidades; quero os tiver ,
con'parefa na dita obra a qualquer hora
do da.
tsr Perfeitas Imagens do Menino Deo3 ,
ricamente vestidas com iiii'uas douradus, de
um palmo d' ltura assim como una Senbo
ra do Hozaiio de cinco pal. 1 os, e una dita
da Senboia da.Soledade de 4 palmos todas
feilRS pelo melhor escultor da Cididedo por
lo : na praca do Co^cmercio em casa de
Domingos Joze Vieirafl, a.
iST Os Scrs. Jo/.e Dias Marlins, e An-
tonio Peieira dus Sanios, queiro procurar
na praqa da Independencia N. 9 duas car-
tas viudas de Goianna.
fc3" O vbaixo assignado, comprou por
contado Sr. Joie Marlins Ferreira do As-
s dois bilhe'es IS's. a5?o, eaajj da se-
gunda parle da 7. Lotera do Theairo desla
CiQade.
Fmygdio Joze Pereira Guerra.
S39" Avia-se os pais dos alumnos, e mes
das alumnas que eslo matriculados na au-
la, tras da S Joze q'dita aulaacim, trans-
ferio sua rezidencia para a ra de S. 'fie-
reza, D. a5, ende coutinua no mesmo exer-
cicio. Ecpn\ida-se os chefes de familia, que
dezejo ver todo o adiantamento de seus G-
llios, de os hir mariicuar na dita aula -
vissima cor encarnada chitas de cores fixas
cassioetas de corea para calcas platilhas de
algodo finas e tc. Quarta feira 10 dj cor-
rente as 10 horas da manbi impre>eriyelmen-r
te no sea armazem da ra da Cruz.
Compras
tST Escravos de ambos os sexos nio sen-
do velhos com habiliiades 0,1 sem el'as ,
para fora da Provincia ; na ra da Moeda ,
n. 41 no armazem de Antonio Francisco
dos S>nto9 Bra^a.
^ 3? A obra citio da rochella ou o inf jr-
tunio e a conciencia 5 annuocie.
endas
verdes sobrada . 10.
ama.
2^" Aluga-se e to bem se vende urna ca-
za nosquatros cu'.os da cidade de Oiinda ,
muito propiia paia venda, ou cutro qu3l juer
eslabilecimento ja tero armac^o de venda
falar com o Sr. Manoel Joo Gomes caza
N. 8 roa dos quatros cantos.
tgr Aluga-se para passar a festa ou por
Enno urna excelente caza de sobrado acabada
de novo, com cmodos para grande familii,
na Passege da Megdanel quazi dedoute do
ex prezidente; quen a pe tender dirija-se a
falar com Joo ferreira dus Santos, ou na
ra do Quii edo loje de ferrsge D. 5.
tsr Alugr-se d'ias escravas una con
bon leile para criaren, to bem se vendem ,
nos quatros cantos da liua-viata, caza terrea
junto ao sobrado.
C^s> Quem precisar de urna ama seca, pi-
ra casa ds pouca fia.ilia, dirija-se a roa dos
Quarteis D. 2, ou anuuuoie ; adveite-se que
a pessoa que a isto se prope, lava, engoma
e cosiiiba com peifeico.
- Piecia-se de una prcta que se;a forra e.
ja \elha, para ama ole casa de hornero soltei-
io, que saiba bem c sinhar : quem se adiar
as circuns'.aucias dilija-Ma ra do padie
Floriano, venda que dea junto ao beco tapado
n. 35.
Avisos Martimos.
PARAOMARANHAO' segu viagem o
Bergantina Mrquez de Poinbal Capito
Fernando Jos de Alaeida ; quem quiser
cancgir ou ir de passagem dinja-se a seu
Consignatario Manoel Joaqun Ramos e Silva
JL e i 1 g, o
tsy Que fazem James Crablree & Com-
panbia por inteiveno do Corretor Olivei-
ra de grande porco de algcdozinbo ava-
riades e de grande sortimento de fazendafl in-
glezts consislindo em soLerbos pannos pretos,
axues e decoies ricas lanziubas estampa-
das para coleles thults estampadss de vi-
tar Folhinbis para o annode iS,\t : ai
prata da Independencia loja de livros Nst
3;e38; na roa do Cabula loj do Snr.
Uindeira ; na ra da Cadcia do Recife loja
de ferragern D. 41 do S;ir Moraes ; e de-
fronte da Matriz da Boavista botica dj Snr.
Moreira.
BT" Urna negra da naco Jada |3 an-
uos cosinba sofrivel lava beru e entende
de vender fareadi est parid da primeira
barriga tem muito e boro leita e nao pos-
tile vicio ero mole-tia alguna ; ao compra-
dor se dir o motivo porque se vende : n'ej- i
ta Typographia.
^ Un mulatinho muito hom oEcial de
Carlina j na ra da Aurora, terceira nazs de
tres andares.
5S8- Um uegro ci ioulo de idade de jo a
a a annos con omeiq de cenoero para fora
da Provincia ; na Praca da Independencia ,
a ii e 34.
^S^" O* livros se^uintes o feliz indepen-
dente em i volumes cartas de ganginel 6 -
viagens deentenor 4 novillas escolbidi9 3 -
prai70 perdido a estrangeiro a portugal
regenerado 1 lances da veutura pioliio vi-
ajante novo testamento a biblias urna ero
poituguez e outra espanbola e Guilber-
me Tell e outras muitai novellas por pre-
co commodo ; no atierro da Boa-vista, D. g.
XST Uro civallo pedrez cota todos os anda-
res gordo e boa gura, por prec.0 commodo,
ua rna Direila paderia du Maxado.
L/~ Barricas de larinba com milbo vindas
da Ameiica muito propriis e sustento de
escravos e oulros muitos mistares a f'ooo
reis a barrica } no armazem do Snr. Joa-
quim Goncalvea Vieira Guimares defron-
le do arco da Conceico.
5-7" Saccas d farinba ; ni ru*daCadeU
do Recife, n. ta por preco commodo j as*
sim como um bom palanqun.
C5" Por preco cjromodo un ootino jgo
de amo, e dam^sj na ra do Alecrim, caza
D. 4.
UT Duas camas de angico con seuscolxS-
es e tra\iceiros 1 cadeiriuba de parafuzo
propria para pianno 1 collecco de mappas
geograpbicjs i par de jafros de gosto xinez
coro mang-isde vidro e piraubas ludo por
preco commodo na ra de S. Rita nova ,
caza D. 18 lado da Igreja.
r Um excelleute caxilho euvidracado ,
proprio para porta de alcova; na ra do Quei-
nado l) a lado do uiscei.te.
S.v" Um escravo crioulo de idade de 19
annos bonita figura com o oK'io de ta-
llador ; na ra das Cruies D. t no se-
gundo andar.
S27* Um rxoiato moco, bero apessoado, si-
dio sein vicios e bom official de pedreiro 1
no Convento do Carmo, cubculo 7; se dir
qu'.'m o vende.
ESjr Dous muleques de naco mu lin-
das figuras, idade 16 aoiios un doliese
cosineiro ; duas muiecas de naco idude
iJai5aunos, sao recolbidas e com boas
habeliJades j tres escravas para todo o ser-
vido sem vicios e achaques ; urna parda ,
saliendo cozer e cosii.h ir coro principio de
en^omroado com boa figura e sem vicio
algum ; seis escravos de naco idade ao a
o annos ; duis diljs bjns caoociro j dois
paidiiil.os, idide 8 a jo annos um mulato
idade 18 annos niuiu fiel deboi figu-
ra afianca-se sua coqdacta ; o lies esciao
bous pira serv o e par BjoU rs. ; na ra
d'Agoas verdes L*. i.
%- Urna mulata ce idade de 3o annos ,
cose cha engom na con periei.o omeude
de lazci pande. e algunos quilidades de
boliabtM t na praiUuU luaopci ieiiLia u. 14
gyr Superior taiiutia da iWag em sac^s ,
na ra do cabuga loja de Autoiao Rodrigues
da Cruz.
ur Um cavallj castanho gordo de bo-
nita (igura ptima ca regador ate meio ,
Ipor pteyo muito commodo jiu (ua de a^oiai
Kscravos Futidos
tsr No da 1 do mt p. p,, dezappareceii
um escravo de naci Congj por no ne Va-
noel reprezenta ter a o annos de iiade es-
tatura regalar binito cor preta caraa,-
bocetala e redonda olhos grandes p* pe-
queos e no direito o dedo grande rcdairl >
procedido de uro panaricij ; levou oleada
panno das Ilhas carniza d'algvla tran;ado,
elnglez e ha uo!:ii de ter andado ubi S
Poutas e AfTogaijs; quem o aprehender
leve-o a ruado Trapiche novo, caza D. l3,
que ser generoiaroeme recompensado.
tsr No dia ao de Outubio p. p, fugio .
ou urtaro um pelo do gento de Angola ,
bero ladino da noaie Joaquina. escravo da
Joo Pedro Pe>soa e Mello cujo preto ten\
os siguaes seguiu.es alto, grosura propor-
cionada ben barbado, rosto gradival, ten,
uns cabellos brincos ua cabeca., e uroa uer-
na maisgrossa da que anuir coa sicairi-
zes de pe juenas ftidas desconfia-s: ter se-
guido para o malo por j ter and .do pelas
Villas e Commarcas do Cibo S Antia
Pau d'Alho Nazarena e Lioioairo 011 id
ji mor.u e pode estar trabilhandj en al-
gn Iwigenho par qu entend de fazar ai -
car : os capilds de canon opJerij pedir
conduzir a ra Direita sobrado D 1 j serio geoeroismente recjn(jengaJis ro'i-sa
igualnente a todas as authiriiaias, que del
le souberana que o miadam cap.urar, e
conduzir a dita caza j meu:ija>da quj a
satisfar toda a despeza
CB- En Junhode 18J9 fugio desta Cui-
dada un prelo crioulo", do nana Ben o, gcoi-
so do corpo zinbro, com panos no rosto
natural do Aracaiy o qual veio do Ce ir R
na Sunaaca Emilia reneltidj pjr JWunel Ci-.
etano deGouveia cisi de- Vma Coila
c Filhos e foi por estes vendido un li
de Maio do sobredito anuo a Jote Marlins
Ferreira, residente em Macan, do As>, quem
o entregar ua ra da Cideit do ftscifa n.
46 recebera 5oooo reis de gratifioio,
tST Martiaho ci ioulo oBicio de sapstei-;
ro com principio da barb, cor ful bei-
cos grossos secco do rorpo com umi pi-
quena aicalc na orelha esquerdi j san ; le-
vou vestido carniza de chilt azul, calcada
brim trancado escura j velha e outra dita
de riscado encarnada : deztpareceo na noita
do dia 3 da Novembro do corrente anno a
pessoa que o pegar leve-o a ra do Hispi-
do unto a caza do Padre Manoel Liu-
rentiao*
cr'En 12 de Desenbro do anno prximo
passa fugio da villa do Aracati hun osto
crioulo, ben preto, de no ue Luiz, idade da
ia a 10 annos, alto e seco, cara comprid^
nariz chalo bo* dentadura e alimidi per-
itas fiaas, e he bastante esperto j cujo prela
foi de Joaqun Joie de Mello Guibirabaa
e vendido este a fi-.e jui l Peso do llego Gi-
ma,
e este ao abiixo assignado
cujo
negral
_ .^ -- --j- -(,
he li.ho da Povoico da Tena i quero o pe-
gar puder entregar ao Snr. Domingo) Ro*
drigues de Andrade na Villa do lu ao Ara-
cau, aoSnr. Cbrisostomo de Oliveira, e nes-
ta praei na rui di Cruz numero 38. - qua
[recebar 100U000 reis.-Aiio.no Franci.co
de gr.iii.ijacdo.
0^5 A a de Oulubro p. p., desiparecea
un escravo de nome Mariiabo creoulo da
idade aoanaos, estatura regalar sdeco da
corpa, ctra conpnda, sen defeilo algn ,
pernasconprilis j otfi:al de capiteiro, a
de todo o servieo de canpo entenie ; foi ves-
tido de calis pelas d'algodio transado da
listras, e caiza d'algoiio transado ludo
novo, e chapeo di pnua ordinun lambe u
novo os appreheudedores leven-o a Oliada,
ra de Guadelupe N. 8 que serio genero-
siniduie gi-alilicidos.
MoviiueatO' do Porto
NAVIO SAHD3N IA (3
Londres ; Brigue Inglez Jane Crikine j Gij
pilio James Cok carga pa Brasil.
ENTRADO NO MESMO lM
Liverpool j til dias j Gilera Austriaca Iien~~
1 y i dej ) tonel. Cap. Mreos D. o-
biu.wah ; eiuip. ii i carga maquinas
e 'mis gt'iierja, consignado a A, Sehramn,

I
fctUt APA.
No Diario 11. sil ua Pastoral de S. < Una. pagina prinrtsira col. terceir* "-
nlia 10- Uamarlijencia i-*> c iiamar-;



*""
DIARIO DE PEENAM BUCO
PRECOS CORREN.TES
GNEROS;
........

\COde MilSo
\eoa ras...................
t.goardenle -25. gl".........
ticatrio Sueco.............
\! fazema.................
\lpistB.....................
\ I vaiade..................
imarmsde ferroerml. suasy.
Vniendoa doce com cnsca mole
\nroras e ancoietes..........
Aniagem ..................
\rair.e le ferro.. *..........
,, de Inlo..............
Vicol de ferro.............
\rrozfilado es1railget.ro......
,, Nacional.......
Vteile doce do Mediterrneo ..
de Portugal.
de Pelxe.........
1ACAIHAIJ ...............
'acias le lateo...
tnicas vasias em pe........
abolidas.......
ltalos....................
lezerros Francezes..........
Ireu......................
tirina da Russa de 3o Yaras...
a imiiaco....
olaxafin..................
ordinaria.............
ftolaTinhn..................
ABOS de Hnho de patente..
>} ('eltJOi.uptm
Caite'. .1................
Carne secca do Rio-grarde...
de Montevideo...
de vacca salgada.....
de I orco............
arneiras Francezas de cores
Carvode pedra............
Cera amarella d'Argola......
I:nca...............
Cha Hisson...............
, v,oU...............
'erveja manea.... .....
tl pela............
Chumbo embarra...........
em lencol..........
de rounico..... ..
'Cobre para caldersiro........
foiroe pregos...
(ECHADAS..............
i-lnsoie ero canudo.........
i'pmg-irdas lasarina........
siopa.....................
En a-doce ........
stanbo....................
w AH1M1A Amer. nova......
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Trieste......
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Poicete.......
de Sapateiro...
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5fc! Miln......;...."
Splrt't of tu> penltne.....
Brandy 25. ..........
Tai ftwrdit h......
Iavander.............
Ccnarv Sre.l.........L
While lead............
Cables-chain acc. toshe.
Swtei almondsstjt shell
Ancnors and grapnels..
degellas.............
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Brass ,, ,,...........
Ivon hoops.........
Hice while...........
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Ou olive.............
,, Portugal...........
Wlialcl..............
Oodfish...............
ftrass bastas* <......
Flout Havre!*..........
sk'ooks.........
Pe a toes..............
sl.his, French.....
fesin...............
Ravent tuk Hussian.-.
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Bread pilol...........
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C'ar'.ers..............
L'ordnee Patent........
Uoir Cordape..........
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Bee)dried, Rio guinde
,, ,, Montevideo
Jicef Salted...........
Pfik Salted...........
Slierp Skins French col.
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Ale holtled............
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Sheatlung and nails....
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Brim-tone.............
Pntupuese puns ......
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Anise seed............
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Balita...........
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Tin piales assorled. ...
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Loaca ordinaria inleza
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Papel de peso coroinha.....
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4co ieis por @ e 10 oja Cambio 16o rs. por
5/8 por ei >yo
joo eis por 4s) e lo op 800 rs. o peso
3. por Ton e 5 op por cento Nominal
8o reis cada m e 10 o[o Cambio 16o rs. por 1 rr.
3|4 o|o e 5 0(0______________________
OBSJSRVACOENS.
Todas as mercaderas estraneeiras pagSi i5 por cento de direitos. a scepcSo do cha, que paga 5o por
Sota i cento, sobre .savaliwesda paula geral do Im^no; ea-g
guns so-
cada catva de 4o reis o
spediente. Mas as canil raias del
edras preciosas e
io 1 i;> p. c. de empeciente.
'^^^:^^:::^r:^ asa... a05 ^ dc r
^S^SJ^JL^ .odia,, lindoselie.p.Kfiop.l. demourque t.verem na A.iand.g. na
'^c^iK" bVda'e^ituosas importadas de paises que nao tem tratado com o BrajU pgHo d,
.titos de 5o poi eeuto scbe as avallar, en* incluindo-se uestes 1 1/2 por cento de ^p.oiente. 1 aDao
/pas 3 112 de armaztnapeni adc.onal. ... . j ~.--r,m onna ar.
ToJas as bebidas espirituosa! paK3o de consumo na Provincia 4o leu por caada excepto agoa ar-
'To%^i:rj:^^zt\^re^
'.nho reudas ele fil de seda e linho obra* ue outru e pr-ta 1
;ltiodepir.U, eouro, sao .sentas ia arn.asenagcm addicicnal, e sopa--
; ao iteBUs de direitos as maquinas anda nao usadas no lugar ; poi en.
denle de fabuco nacional, que aua so 30 por *
Fara altalos e queb?aii edem-se os despachos le lquidos os seguimos abalime..los a e ,
.*r de5 por cento em garra:as ; de- 3 por ceuii em botijas, de j por cedi em caico e grr"oenfc_
.^.. w. r----------, p :-----* ----------------- *. 1 _.,,,i fitlp e i.rmazena-em 1 <-. > wc. i>\\ eniniiyuc ciurarao 11011
Car*5o de pedra be ittmpto de dueles, e s paga 5 por cunto Jf ^.^/"^"een_BAs. u.cuado continua estar Le suplido.
Usdirei.osde cspurtac.o pjgao^ SObr, a av.baco ^K* ^f Xolo* mL VIKUS- Enlruo um carrega.ento de
,ucar 10 por cento; igaslto.Ult, e tuu^o .2 por Uto i gM-a.ueUte cour^s RLLIFENA J \iOGlUHA
.eneros 7 por cento. A!cm dcslcs direitos pago as tasas de I60 reis em
'Tecio de vo reis em cae. barrica ou saco de assucar ; e de 4o res em cada saca de*S<*iO
cu^os, B todos os ma.s gneros sao liv.ui de d.ie tos para os port-is do I mperu a exc.p.aoae
Algodao Assucar Cale e ru.no que aguo 3 por cent.. e as laxas por volme.
B Os n.ctaei preciosos naconaes ou cstraogeiros em barra ou ainoeiaos e o ouro em po paaa
i por cerdo sobre o \alcr crreme no mercado.
sescravoapollados p...;"io o/ooo por cadaum.
CAM'I -Trccaro se pequen.somn.asa 99 P? bavendi mais sacadores do que tomado!es, aigu-
u.as letras de Ijra neg.cearau-se a 3o d,
ALGUAU' Uouvcio algumas vendas a tjj00 \ipvpm ren-|ar no.
AS^DCAA mercado est ei.ustd lo velho por isso que os prrros colad* e'' "J^
ajnaes e o nov tea leilo algu ., < iSreocs para menos nos precos da se.uana at.asada por tarea aca-
ba .0 as peecijoens que ImviSo para o Alna.bao. .
l UU:.Oij Sao prec irados aoi precos cot os.
BAALUAU Nao tem havidoenti alas, e existem em xer 8aoo barnes.
MAM'IA As vendas por atacado tem se ileiiuado da Inglesa a 565 rs. por libra, e da nanceas
a 400 n. par dl.e algumademe.horqUaid.de inglesa tem obi.di a relalho de 6o a b^o rs por b-
C "NS DK CHARQUE Entrarfo dous cancgaracnlos um de Montevideo outro do Rio Grande e
3-70 pipas de Celte que consla ter-se vendido a 83ooo per
L MANUEL FJGPE1RQA DEFAMA. 18 i o