Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04342


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Full Text
m ni|i
m
Anno de 1841. Sexta Feir
Tudo agora depende di nos meamos; dt non prudencia', modera
fao, c enere;!! : continuemos corno principiarnos, e seremos apoatadol
coa adiirafe entre ai Naeoesmais cuitan
ProcUraaeio da Isicmblca Geral do Braiil
i
t
'MI'
SobetriTC-M para esta folha a 3#000 por oartel pagos adiantadof
nesta Typograna ruadasCruzes 0.3, e na Praca da Independen-
cia, n. S7 e 38, onde te receben) correspondentes' legalisadas e n-
nuneioa, (nsinndo-se cites gratis icndo doi proprios assignantes, e
indo asignados.
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES!
,5 pe NovEMimo. Nm. 24l._
CAMBIOS. N^vEUBtto 4
Londres^.... ?9 P d. por ifoooeed.
I_8ri Praeca......5io re? por franco. Coo"p. Venda.;
U1O- Moeda c6Hov re, velbat l{f5oo lifooo
D.tae .. nc*" i4I4o U#6do
.tas de *#ooo rail, o 8f3oo
- Pataces Brasileiros t 1/610 i|6t,o
Pesos Coluronarioa ------ ifCio -
Ditos Mexicanos ------- lboo -
Uiu.-ia. ............i# Disc. de bilb. da Alfaodega 1 i[8 por loo ao met.
dem de letras de boas firmas 1 'I2 *
Moeda de cobre 3 por 100 de disc.

HUTA-

ifoio
libia
i/'io
I 0|0
14
>Ssr. eScalas"feilalJ
Cidade da Parahiba e Villas de sua preteneio Si .'
Dita do Rio Grande do iNortc, e Villas dem. .
Dita da Fortaleza c Villas dem............
Cidade de Goianna ;<<> /
Cidade de Olinda ................ ; Todos os dltsi.
Villa deS. Anuo ...................... Quintas feiras;
Dita deGarannuns ePovoacio do Bonito ......... lo, e 24 de cada mes
Ditas do Cabo, Serinhaera, Rio For niazo, t Porto Calvo. 1, II, e 21 dito dito
Cidade das Alagoas, c de Macei ............ dem dem
Villa de Paia de Flores..................... dem 13, dito dte
Todos 0$ Correio partera ao meto dia.
PHASES DA LOA NO MEZ DE KOV.
Quart. ming. a 5 as i h. e 5-> m. Ha tard.
La Nova' a io ai 3 h. e 6 -n. da man:
Quart. cese, a ai 1 as 3 h. e 48 m. da m La Ckea a 28-as 4" b. e lo w. da tard,
Man. thtia para o dia de 5 Novanbro
As lo horas e f> minutos da tarde.
As 10 Leras e 3o minutos da raanb.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda >Jc Fesla do todos es Santos.
vare. w
2 Terca ConvnemorsjcS* dos Defuntos Uel.ifj e aud. do Juiz de
Direilo da 1. va'.
3 Quarta 3 Malaquias P. --Aud. do Juiz da D. da 3. ar*?
a Quinta S. Carlos Borrme! B, Car.l. -- Audiencia do Juiz
Di'ciM 5 Sexta S. FilathftJ J -..i>iencia do Juiz da D. da l; ?.
6 Sabbado Sevurj B. M. -Relalac e audiencia do Juiz de D. da
\ara.
7 Domingo S. Florencio B.
d
3^
PERNAMBUGO.

BISPADO EE PERNAMHUCO.
Dono Joo da Purificara,) Marques Perdigo,
conego regrante de Santo Agottinho, pela
graca de Dos, e da Santa S Apostlica,
hispo de Pernambuco do conselho de S.
M. I. e Constitucional &c.
A paz, B unio e a trar.quilidade ( o pri-
rxeiro dom digno de nossos maioresesforcosj
nos seja enviada por Jess C. nosso salva-
dor,
Ttndons acellebrar a msgestosa procis-
so na qual pertendemos condusir solem-
neirente em nossas indignissimas mos o sa-
cratsimo corpo de Jess G* no maior es-
plendor, que testemunhe huma verdadeira
adoraco, o sincero reconbecimento e pa
fr.tio para com o autor do Daior dos pro-
digios que o infinito poder outoigou ao bu-
mano demerito julgamts mister commu-
mcar nos dossos diocesanos o disignio que nos
propomos, para que cada hum pela paite
que lhe pode pertencer coupere a lser bri-
lbar bnm acto que desua uaturesa txigea
txfcis lerna aeco de grecas } para cujo fim se-
r suficiente a recordato de buoi beneficio,
prcdigalisado em fvor de todos os que qui*
seitm pbrte(ipar de sua viitude.
Pecorrei a rxim, diz Jess C. autor dos
Satran etilos lodosos que vivis oprimidas,
e eu sua isarei vossos irabalbos e tfiliccdes.
Aquelie que- coaer txinba caine e beber
n.eo oangue, existe em miua e eu nelle, Sj
nao ccmeides minha carne, e uo beber-
des ato sangue, nao podis viver no estadj
degiaca. Todo o que come dignamente este
jao ngeliio vi\ii eternanoeute. -
O' dignaco inaudita-l O' beneficencia a
traa p odigiusa i O' incompieliensivtl bon-
u. de. cedame qual recebemos lium delei-
labtlissiao dom que nos couslilue supeiio-
its aos ii.ts.nos anjos l Mo s tu aquella
pitiicisaima pierogativa e a m.-is excesii-
va Dbiavilta que nos pode conceder a di-
vina ooiiijotencia paia iternis.r em nus-
sls coiitocs o fugo de to amor, laseodo sus-
cuor a ti.au a da mais ardeule caiidade ? i\o
s tu o manjar, que corroboras o dbil, a i-
guMia qneloi tilicas o rato; a btbida que
toiLitas o frgil, e a mediana que pre-
viiits cu aedicasasenfermidades tspiniu-
bts eaindaas coiporaes, se conven sal-
vatio, ttui piincipalmenle 110 ultimo pe-
rudo da txemia Limana ? como lie pos-
tuel que otecna acule humana to gerl
abandono 1 e ta|\et despreso lacitj, digno
da aais estimulante censura ?
Jaaais se pode duudar que a inteira-
UtMe txliuita nequtUts, tm quem loi iuspi-
laCa e imluida stbreuaturalixeiite dtsde
iua.infi4ica, seja a o.igem de to pasmosa
falla de .oiitspoidentia.
Sim, dileclUsioios fi boj, nao reputis a-
Jbtia detla oportunidede a demonsiracode
nossos sentimtolts quaudo praiilea 1 os a
ioriedos q' no peiigosissimo transe para todo
o vntiile rteusao lectbero pao celestial,
que alimentando a aorie occasion* a vi-
da d'alma,
JNo fetm grande magoa de nosso paternal
teracio somos iul'ormados como ein vanos
ligaits da nessa tsfiiiual juiisici,o, Itm
ctcoi 1 ido mullos inielises atoniecimentos ,
quaudo huui ief ngno oulros nao quurem
rrceber o srrntissimo viaiico abandonando
e c. rro pcstergsndo, os efficacisiimos soedrros
propriissimos daquella peiigosissima hora l
Talvez que a influencia maligna des pHrentes
ou amig s n'aparecrid, quando dominados
por um falso zelo tenha concorndo. para
esles tenebrosos successes Queorror, D-
os seria possivel que na nstitanSd dos
meios para conseguir-mos a saIvago,a urgen-
cia destes nao fosse presenle a Jess G 00 no
Dos, em todos os tempos e pocas sciente
da misera condico humana? Podereuoi
considerar carencia de presciencia do Dos
vivo, em cuja presen1a nao ha pretrito, fu-
turo, ou sombra de vicirsitude ?
limaos semore dileclissimos domine em
nos hum tal raciocino que nos induz crer,
que Jess G. manifestando-nos constante-
mente a mais terna dileceo, naj poda dei-
x mento quando toco mortal mais necessita
ae poderosos auxilios, para triunfar do com-
i um ininci;o, vigil'aniusimo adversario do
genero humano para naquella hora faser
vereficar a etertia desventura daquelles qu*
perpetuamente podem ser venturosos, pela
fruio gloriosa do creador. Sendo esia hu-
ma verdade que nao soflre conlradic),
como se pode comprebender que os enfermos,
deligeiiciaiido com a maior avidez suasaule.
corporal, negligenceem a mediana epiri-
tual de suas almas, com o frivolo e sem-
pre detestavel pretexto de ser intempesiivi
a recepcao dos Sicramentos. sendo este hum
erro que. sement a sugeslj diablica pode
vel sentnca por elle proferi la Vos morrea-
reis inv,lvidos e di;;nos d^ compiixj os que fsem. conduur
ao seoapo'ento o reverendo sacerdote, quan-
do a nao podeno anicular palavra neo
prestar attenco ao ministro do Sacramento da
penilenci que pelos meios estabeleciJos pe-
la Santa Igreja naquella hora mais solicita
em assegurar a salvac de sen filias res-
lilu ao pecador a ino"encia que a himarti-
f,encia ( a original prevaricacj ) desgraca-
damente lheroub)U.
Nao nos Ululamos com as exoresses de
certas lisong-iros, que 11% hura da morte
persuadem somente asimpla recep;j do
sacratrento da Extrema-Unci certos deque
nao podemos confiar na reeepgij desta ,
quando culptvelmente onaitwos a recepcao
dos oulros Sacramento mais urgentes, por-
que m-.is preceptivos, e somente deculoa-
vela falta de sua recepcao, quando inter-
venha a imi>ossibelidade na exarcij da lio
importante dever e-n laA ciso supprid
pelo rdente deeja de os rereC' bc.
Convencidos da urgencia d^s refWSes, que
ora vos transmitimos na qualididd de
pastor e lerdsdeiro amigo, confiando que
ong sa piedade para nao occasionarem vossi res-
oonsabelilade, como iufelismeole pode acon-
conlecer pela resistencia as verdades do oossa
religiao 9 vamos dilectas ovtllias da grei a
que presidim.03 em rime do pastor eterno,
celebrar cora a maior pompa, a procissio, cuja
magnificencia, de ve ser o alvo de nosso disignio
persuadir? uem nos pode piomeller mais propondj em nosso animo a correcta o dos
prolongada existencia, ou maior duraco de
nossos di.-s ? ser conveniente que hum
chiislio Cfltholico Romano receba os be.ie.
fi os elleilos provenientts da digna recepcao
dos sacramentos, quando constituido n p.-o -
xiniddde de exalsr a ultima respiraco ? ^0-
de atlribuir-se a recepcao dos Sacra-
mentos acreleracao dos das da exisieucia
l.umana, fixidos pth providencia e cujj
temo nao pode ser ultrapassado, quer rece-
bamos os sacramentos quer emitamos o de-
ver de obedecer a este divino preceito, ix-
posio a prol de nossa gulvacj ? poderemos
entregar ao despreso o que nos convm
aJoptar, para e;uirmos mximas e opi-
nius einda mesmo contraiias e r^pug-
ncuntes a raso de que somos dolidos r
Caros dioces-moa quaudo a imprudencia
e a carencia de telo, pela salvaeo das almas
pertender sublrair-nos recepcao dos Sacra-
minios no lempo oportuno, supli.ai-os de
coraco convenidos que toda a demora vos
pode ser tUrnaienie prejudicial. Kegeitai
os sentimentos daqoellles, coja f vos deve
ser su-peita, quaudo com o fuijeslissimo ,
nturlo de vos nao incutir terror, intento
piivar vossa olma dos beneficios que os sa-
cramentos lhe podem occasioor, sendo re-
cebidos com a cong'uente diposico.
He necesssiio que eccoira a meiite humi-
na o despreso directo ou indirecto da salva-
cao para cada hum se persuadir- que pjde
ditfcrir a recepiia dos sacramentos. Q ues
tem sido porem as lamenlaveis coasequeucias
desta luacvaoa maisculpavel, e por pre-
senciada ? Alem a'oulras a dtliciencia ds
precaria existencia, sem o urgente suple
ment que repare os excessos proprios hu -
cana fiagiliddde. Permuta o autor dos sa-
craaentoa, que todos os moribundos de quem
[allauoi, uSo fiejio comprehendidoi aa terri-
senliment s que dominio a maior parte.
Novamente vos recomendamos o aceio das
ras e possivel ornato das jnellas, esperan-
do que as irmandades por nos convidadas ,
seduijo matriz de Sanio Antonio pelas
lies horas, no dia 1 } do correte para que
a pr cisnao possa estar formalisadt pelas
qualro a Gm de que esteja recolbida antes
de anoitecer.
Avivemos nossa f e o acto que projecti -
mos, seja hum perfeito testemunbo de nossa
crenca.
Palacio da SoledaJe 4denovembro de
18-ii.
Joo Cispo Diocesano*
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 9 do pissido.
Oficio Ao Exea, presidente, dando-lhe
os esclarecimentos que pedir em otficio de
n acerca do assentamento de praca e
,,-o'vinciasonde foro recrutados osargeo^
10 l'edro Biserra de ftloraes, e soldados Jos
Joa juim de l'arias, e Manoel Jos, addidos
aidepjsiio.
Dilo Ao lente coronel commanJan-
te d< deposito, dando-lhe varias disposices
sobre u pracas que tinho de embarcar
para aceite no dia 5 de coveab-o prximo
vindeuro e mandando com antecedencia pas-
sir guias, que deio ser organizadas Por
provincias, na conformidade das oid-ns a es-
te lim ealabelecitlas.
Dito Ao comandante da escuna de guer-
ra Fidtdade, mandando-lhe apre:entar
para ser transportado a Macei o ex-soldado
da guarnicoda Uahit Taejdoro Pereira dos
Sanios.
Dito Ao prefeito da comarca de JNasa-
relb |&ccu34iido fecebiio oseo otficio de a7
desleme e a apresentacaj dos recrutas Josa
li ir bisa. eMinue! Jos.
Portara Ao lente coronel com-nan-
dante do deposit>, remetttendo-lhe o eonse-
Iho de d'.recco feilo ao secundo cadete sar-
gunt'Augosto Leal Ferreira, e ordenando
i que fjsse elle recenhecido cadete da primeira
classe na forma do alvar de 16 de marco de
I 1757.
dem do dia 3o.
Otficio Ao bxm. presidente cammuni-
cand.i-lh. a fuga de dous recrut.as e pon-
derando-lhe a necessidane de serem hoje a
tarda removidas para a forlalest do Bruna
todas as 1 rae p:til do imperio, sendo preciso para que isto
liesse lugar, que pelo corpo de polica s for-
necesse ui.a tacjlia de 5o hm8nsr, commin-
dada por 1 oicial a qual daviii de etar
no Quartel do Hospicio as qualro horas da
tarde
Dito Ao tenente coronel comman lana
do deposito disendo-lhe jqae em vista do
seo omcio desta data no qual partecipava
Tuga de dous recruias havia. resolviio faset
passir hoje pelas qualro horas da tarde pa-
ra a fortalasa do Bnm, todas aspracisqua
devio e n!.areir n > da i para a corte* cujas
lira cas deveria ser escolladas por urna loica
de 5o homens, commandada por um olhcial
do corpo de polica que as horas aci.nain-
dicadas se lhe apresentaria. Conclua man-
dando que o conseibo de nveitigaco manda-
do proceder cjntra o sargento commandanta
da guarda, e soldados que se a havao de senti-
nella na occasio da luga dos recrutas devia
estar promptu e entregue ateo di a a. de no-
vembro.
Dito-Ao prefeito da comarca commani-
cando-llie a fuga de dous deserlores a fim
de ru fossem aprehendidos, edisendo-lhd
em resposia ao seu olhcio de hoje que ricava
entregue do recruta Claudino Laurenuo
Rodrigues.
Portara Ao rommandanle do deposito,
mandando d'urden da presneorii communi-
cada em olhcio datado de hoje dar demissid
no dia i. de novombro vinlouro ao segundo
sargento Pedro liiserra de Aloraes, e soldado
JuseJoaquim de Paria, ambos incjpses do
servico por molestias crnicas que padecen,
comprovadspelajunlade sautfe.
CORREIO.
O brigue bom Jezus recebe a mala para o
Rio de Janeiro no dia t do correte as ho-
ras da terde.
Existe na administradlo do correto geral
desta cidade os seguinlea autos viudos do Bid
de Janeiro p< f > brigue Margues do Pombal.
Auios entre parles; Joo Minoel da Ohveira
Miranda e fgnicio Gorrei* de \lello dito
dito Marii E i,s do Garmo e Francisco An-
tonio da* Cbagas, dito dilo a fascuda publi-
ca e os menoies Va3co e Garlos, fainos do
filudo Joo Evangtlisti Aauriro d* Gama e,
seu tulor aiio dilo Joo Caihs da Si'.va
Guim.res, e Anlouio Frahciaco do Reg
Barros,
Rtn di ment da aleza da Recebedoria de Rea.
das internas genes no mez de ulubrj
p. p. Asaber,
Anuo do exeaiao ndo.
Rendimento geral.
%, Disima mo-morti.
Uiiima de chocelliia


!S*"
't
blitilO H *M NJMBDC
m
I
JMeia siza de escravos
Rendimento aplicado ao
papel.
I rnoslos de barro* do interior
dem de seges e carriubos
Taza de U rs, por escravos
Anuo correnie.
Rendimenio geral.
Direos novos e velhos
Dito* de chancellara
Verba de dita
Disizcade dita
Impostes de letras ejuizadis
Matriculas do corso jurdico
Caitas de lachareis
Emolumentos de eerlioes
Lfcudemio de terreis de marinas
Sita dos Leus de raz
11 Uooo
i:523i52
58U8jo
aaU8oo
tiaUOO
I16600
185U663
67o>
i5o
atU543
3:jiaUooo
3aUooo
U96j
ia5Uoou
6 2i iUoo
Aprecio muito esla nova pro va deam-
tatle que se dignou dar-me o vosso augusto so-
1 era no.
Communicado.
Somente o deiejo d'enxergar defetos na
- Etitrou liontem ( o de Outubro ) do Rio excellente administrado do Exm Snr. Ma-
Brtnde, cora 6 di. de viagem, o patacho I noel de Souia Teiseira poden dictar a
Rendimnlo aplicado ao
papel.
Importo de lojas abertas
Dlo de seges e carrinhoa
Dito de D rs. por escravos
Sello do papel
io;4?5468
079U600
13U800
2 5 Uooo
11297 L' 680
Total i4:5aSUi99
Recebe Jciia 3 de Novembro de 18 ji.
O Escrivo interino,
Jco Rodrigues de .Miranda,
Flores.
A nica noticia de importancia que por
elle veio he a de ter marchado o exercilo im-
perial a tomar quarteis de invern pe to da
Cachoura, _
s. PEDRO DO SL.
Quartel-general da i. diviso a3 de ja-
Ibd de 1841*
Oidem do dia em additamento do comman
dente em chefe. N. 73.
O biigadeiro rommandanle da primera di
viso do exercito manda transcrever as se-
guintes parles dos dislinctos coronis comman
denles de segunda e terceira brigadas de Hi-
lan aria que i'eiem parte da mesma diviso ,
relativas ao ataque havdo especialmente pe-
les lorias rebeldes em ?eu mximo contra os
Continuado dos devedores de impostes do
banco.
Jos de Almeids Cesta ,
Furluntlo Cerdoso de Gouveia .
Antonio Domingos l'into ,
Antonio Teixeira Lopes Jnior .. .
Antolonio Jos Ccelho do Rozarlo .
Francisco da Silva Medeiros ,
Joaquim Antonio Pinto Sarode
Joaquina Leocadio de Olireira Giro 1
fies .
Administrador da caza do fallecido
Anlcnio Marques da Cosa Soares
Ating Altinbuns .....
Christovo Altiobuna ,
L'awis e Companliia .
Jos Antonio de Carvalho .
Luiz Borges de Siqueira .
Jcaquim Manoel Carueiio da Cuuha
Afondes e Uliveira .
Luiz Amavel Deuourcq .
Joao b'aptista Guimares Peixoto
Firmino Jos Flix da Roza 40U000
bravos batalhes us. 1 3 5 e >o.
-Illm. e Ex. S.-Tendo sido os movi-
mientos do ttreeira brigada de caradores, sah
nuu commando executados no fogo de hon-
tem contra o txeicito rebelde dirigidos sabia
e denodadamente por V. Ex. ocioso he la-
xer qualquer narraco a semelbante respeito ;
e a re'edo junta mostra o numero dos mor-
ios e feridos. Vuu em abono da justica ,
recommendar a V. Ex. a briosa conduca dos
' 1 nenies coronis comman ianles do terceiro
bjtalbo de caradores, Joo Francisco de
Mello, e do quinto Joo JNeporonceno da
Silva assim como dos dignos clli -i es des-
tes baUlhes ede meu ajudante de campo o
alteres Jos VlarlioJ, que coro nctividade cum-
prio seusdeveres.
Dos guarde a V. Ex. Acampamento na
estancia de Jos Ferreira a3 de junho de
ir<4i- Illa, e Exm. Sr. Antouio Correa
Seara biigadeiro commandante da primeira
disivo. Luiz de Franca Pinto Garcez co-
ronel-con mandante da teiceira biigada.
-Illm. erxm, Sr. Ten Lo a i.onra de
remeiter a V. Ex. a relado dos morios e f-
lidos que leve hontera a brigada do meu corn-
il ando, debaixo as subios direcces de V.
Ex. cuaptindo-me iulormar a V. Ex. que
tanto os itnenits-coroneis rommaudantes dos
5oUooo I dous brtialties >evero Luiz Lavareda Frates,
3cFJooo e Joo Feliciano como todos os officiaes e
2t>Uooo pravas de prel se condunro coa muito valor,
loUcoo I e qoe o lenenie-curonel Frates nao obstante
arUcoo
itUooo
ao Uceo
9 Uooo
90U00O
ibUooo
90U0CJ
1
75oo
I a Uooo
II Uooo
uUeoo
40U000
i>U 00
(Continuar-se-ba.)
NOTICIAS PROVINCIAES.
Recebemos felhas da Corle, que alcancao
al 15 de Outubro p. p. ali reina a tranquil-
ldade. No Senado em os das 5, 6, e 7 do
p. p. tratou-seda ci cacao do Conselho de Es-
tado ; nos das 8, 9, 11 e 19 da reforma do
o seu mo estado de saude esteve no com-
n.ai.doco segundo baUlhaode ca^wdoics as-
sim como que o ltnenie Bacillar do mesmo,
texe oct siao de ser mencionado por cobrir
com a sua companhia a retaguarda da bri-
gada.
Dos guarde aV. Ex. Campo 93 de ju-
nl o de ib4i. IiIuj e Exm. Sr. Antonio
Lonta Stra ,
censura que fex o Redactor da Ordena
decisio que deu S. Ex. a cerca da demis-
sio do Procurador e Fiscaes da illustre C-
mara Municipal dasta CidatJe : a super8cia-
lidade com que a Ordeai tractou dest
questo demonstra 8 improcedencia da cen-
sura e que se spproveitou avdameote da
occasiio para satisfacer o despeito qoe nu-
tro chamando precipitado a este alto func-
cionario que em todos 01 seus actos tena
procedido com louvavel prudencia e esern-
puloza circunspecto, o que Ihe teo gran-
geado a estima, e symijathia dos bomens
honestos. Per esta occasio lamentamos que
nao esteja no exercicio da Promotoria Publica
o Snr. t. Nabuco para cbamar a responsa-
belidade este peridico que ta de leve e
inconsiderad ament irrogou grave injuria ao
primeiro empregado d Provincia digno a-
lis de todo o respeito, e acatamento pelo a-
certo e imparcialidades com que'se tem
havido ; a inj ura he muito mais grave do
que a que molivou denuncia, que deu con-
tra o Snr. A. J. de Mello e era por conse-
quenca natural que Ibsse maior a sua indig-
naco.
Par proceder a censura era de mister
que a Ordem provassa que illustre C-
mara Municipal eslava autborisada pelo seu
regiment demittir os referidos etnpregados,
quando bem Ihe parecesse, e que por con-
secuencia a decisio lora dda sem exame e
nflixio sobre a disposico da Lei ; mas a
ordem nao aventurou huma t observaco ,
iimitando-se dTwr que era preciso nao ter
lido a Constituico nem a Lei do 1. de Ou-
tubro para assim decidir. Nao se pode dar
huma rao mais esfarrapada e nem mai-
despida de criterio.
A Constituico garante ao Cidado o direi-
to de uo estar sugeito se nao Lei } por
tanto o Exm. Snr. Presidente nio poda ja-
mis consentir naquillo que pela Lei nao
fosse authorisade ; ora a Lei do 1. de Ou-
tubro determina nos ails. rjoe 8 que os pro-
curadores e fiscaes sirvSj por 4 anuos,
logo thea tem garantido os empiegos por este
lempo, sendo incontestavel que. quando a
Lei tem marcado o lempo, que tem de ser-
vir qualquer empregado este nao pode ser
demillido durante este lempo, e se malversa
no exercicio desle e:nprego, est somente su-
geito as penas em que bouver incorrido e
que Ine devem ser impostas na coniormidade
das Leis. Seria repugnante que teudo a Le
lixado o'lempo da servtutu do empiego pj-
deise o empregado ser demillido ad ubituai ,
porque eulo de nada seiverii esta fjxavi de
tempo : os Promotores Pblicos por ex. sao
nomeados por tres anuos, mas niiiguem dir
brigadeiro-command-nte da uc possio ser demiuidos antes de ureenchi-
Cdigo. Na CamaVadosSrs. Deputados oc- P,,02e,ra dm,ao do txercito. -- Jote teman- do este lempo ; e se comellereai abasos on.
cupaio as sestees de 9 al 11 oa negocios da des dos &-mos l'ertira, coronel-commandan- mJMe e prevaricacoes, a Lei tem previ-
Parabib, um retratado do Arsenal de Ma- ^ da segunda urigada. nidos estes casos a fim de que sejao punidos.
linha, eum contrabando no Rio Grande.
- O niescco bngadeiro commandante da
O Sr. Honorio Uermeto ( arneiro
nha sido nomeado presidente da provir
Rio de Janeiro, ficando na vice-presidenci.'; f1"1" Pe,os f
o Sr. Vis-conde de Baependi. |lidos de *ao v">
r- Hontem (g de Outubro) o Sr. conde
de S. Marlinbo teve a honra deapresentar a
S. M. o Imperador as insignias da oidern da
Annunciada, que S. M. El-Rti de S^rdenha
acaba de Ihe enviar. Constao de hum rico
collar, e de huma commenda de ouio : he a
ordem mais distincta daquelle rtino, e consi-
derada como immediata ao Tosi deOuio :
poucos soberanos a tem. Eis o discurso do
Sr. conde de S. Martinho.
Seuhor El-Re meu amo, querendo
dar a V. M. I. huma demonstrarlo do a-
pxeco qcc faz das relaces de parentesco e a-
xnizade que ha to longo tempo, existera en-
Lca ti-' divisio rende aos Ss. coronis Luiz da Fran-
incia do' ^a P>nto Gaicez e Jos Femandes dos Sanios
Ptrtira pelos seus compuilamentos assigua-
;ar vtlor e sangue iio no a-
laque de bonltm os mais sinceros e cordea-
es elogios; stmeibantemente os faz aos Srs.
Icneuies-ioroneis commandautes dos sobredi-
tos qualro balalhos ; certa 1 ente que a nao
serem este cor pos commandados por lj dis-
tinctos omciaes e as duaj brigadas pelos re-
le idos (tufes cujos nomes sej ba mullo
sendo conbeiidta no br.zil o pouer ser fi-
l do nuio e giavado nos coi ucees de seus
patricios, terio de ser menos ten i veis aos
inircigos do imperador.
O Ijiigedeiro iui satitfeiO com a distincta
conduela dos ofliciaes que compoem seu esta-
do maior os Sis. capuo Jos ballbasar
daSilveira, a.leres Autonio (warlini 1-
Quando o empregado pode ser demillido ad
libilum a Lei nao ni .:ca lempo algum pi-
ra a sua serventa ,
e bem sabe ordem '
ir asduas augustas Tamilia de Braganca e le,e Stba,u, dft C,ux que se acha va junio
Saboya j e recordande-se sempre com o mais' *-0 bngadeiro em servico lenle Josd uer-
vivo recenhecimento da benevoledcia cen naid.s do Canto e atieres Jos Carneiro da
queoi acolbido pela familia imperial S. A.
Sercnissima o Principe de Saboya-Garigna-
n, seu primo, offeiere a V. JM. J. as insig-
"ns da sua ordem suprema da Annunciada.
Cabendo-me a honra de apreeenla-las a V.
M 1. atsim como a caita regia que asa-
cotnpanha -, epioveito a occasio deexpre-
mir de novo o vivo desejo que anima o meu
augualo toberano de apertar cada vez mais o
vnculos que unem as cortea de Sardenha e
do Bruv, e rendo de nevo a V. M. I. ahv-
ixena^em do meu profundo respeito,
S. M. I. dignou-se responder:
Fouloura sendo Lem saliente o risco em que
sempre estiveio oa Irel pnmeiros destes men-
cionados e beui assim ocapito com exerci-
cio de n ajor de segunda brigada de infauta-
lia o Sr. Francisco Vctor de Mello Atbu-
querque e ajudanie decampo do respecti-
vo cou aanaiiie Sr. leueuie Joaquim Jas
neS. boi assa* vatoioso o comportarneulo
uoSr. ttnenle de terceiro corpo uc cavalia-
ria que toamanava os aliradcses destu ar-
ma hjai.oei llarieio i'erciia Pinto. Anto-
nio Conea Seara.
( Do J, do Commercio )
que os empiegodus sao no.neai'os ou viili-
ciamenle ou | or lempo certo e piehxo ,
cu por lempo indeterminada e que esta uis-
linccao tem diversos efieitos que se nao de-
vem de contundir.
S<:ndo pois os referidos empregidos da C-
mara Municipal no.i eador por qualro annos ,
nao podia jmtis ser demitlidos antes delles
preeuuhidos, e se por veutura tem malver-
sado a illusire Cmara Municipal os devia
punir rom as penas que u.aica o seu regi-
ment ou tazel-os pui.ir pelas aulbondades
cempeteules como o caso losse seui que ja
u ais podesse uzar de uuu dueiio que a Le
nao aulboriza antes repelle.
O laclo de haver a illustre Cacara Muni-
cipal conservado os empiegados que pre-
leudeu deminir nos seus empiegos de na
haver-lhe cassado a uooieaco, depois de
preenchidos os 4 anuos importou huma
nova nomeato, que eslava garantida pela
Lei do 1. de Uulubio, tinto maia quanto ap-
, rovou as conlaa do Procurador deu-ilu
precurato e deu di'erenles commissea aos
oulrus empregados.
Por tanto a decisio do Exm. Snr. Presi-
dente da Proviucia bem louge de merecer
censura e ue incorrer na peca de precipi-
tada com que lo injustamente a alcunhou
" a Ordem loi Lascada na Lei be digna
deelogius, e abona a imparciatidade, e rec-
lido que carcter i sao os actos deste Cids-
do prestante, que, honra se Iheej'fyita
sempre tem prescindido das pessoas e con*
sideracSes particulares quando tem de
desempenhar os seus deveres o qoe ae por
hum lado Ibe tem trasido o despeito e de-
safeicao de poneos por outro lsd j lbe teax
grangeado a eslima e considerar.) geral ,
e far com que a sua administrado aeja de
feliz recordado.
Correspondencias.
.. ,. ___ ^
Snrs, Redactores.
Eu nao desejava em tempo algum escrever
para o publico ; por que nunc live a louca
prelencao de me fazer conbecido e celebre
escriptor : nn ma quiz apparecer na icen pu-
blica por que ja mais ambicionei o presti-
gio politico. Retirado ao centro de minha
Ireguezia nao busco outra gloria, se pao '
que me pode dar o comprementodjs mens de-
veres paroebiaes ; mas lendo o seu Diario N.
a 17 j e deparando nellecom a corresponden-
cia de hum -Queixoso que pretendeo dene-
grir minha reputado em objtctcs mes-
eco tendentes ao neu ministerio de que sou
sem ulani 1 asss zelcso se nao como devo ,
ao menos quanto posso nSo devo deixar de
aabir a publico, e deender-me afim de
que o meu silencio nao c' motivos acrer qoe
de certo obrei aquillo deque me ecusa a
venenosa peona que escrevinbou a din cor-
respondencia e me cllereco par respender
s perguntas que aos Srs. Sedactores faz o
dito queixozo ; e para isso prcmpioestou sem
temer ao meu calumniador 5 na certera de
q' este nao capaz de apreseatir escriu n ah
oa provar, q' eu arbiliasse ou exigiste por
iiuiua ceriido de bap'.ismo a quantia de loojf
rs mas como nao queria sabir a campa seai
conbecer o atrevido inimigo que mu ataca ,
peco aVms., que se dignem de declarar
o nome do autor da predita correspondencia ,
ou elle mesmo se lem coragem o queira decla-
rar, para en'io responder com toda aclare.a
s suas perguntas sob pena de ser julgado
desde ja por calumniador. Rel va porem a-
gora uuer que eu desconheco inteiramente
o meu adversario ; por quanto me nao lem-
bro que desse a meas paroebianas o menor
motivo de de:sabor e no conheco algum
berinnaence que capaz seja de calumniar
anda o seu m.ior inimigo e lancen'o as
miabas vista por eotr'elles apenas descobro
certa bgura que com quanto eu nunca a of-
fendesse consta-me que hum pouco an-
tes de ppaieuer em seu Diario o Snr. Quei-
xozo injustamente muito estamagado tirara
coiomigo por Ihe uo cooce der luenca parase
baptizar hum neto seu em as casis de sua le-
sideucia ese cao loi queco assinou a refe-
rida correspondencia creio que por insi-
ouaces su*s ella sshira a publico e para me
tirar da duvida muito desejra conherer o
meu aalagouitla adverliudo porem que elle
nao pode ser se nao algum desse entes dege-
nerados, e infelices (pesie da sic edadej \ue )
se nutrem em calumnia", delrar e abocanhar a
honra dos no ajeas pacitieos e at daquelles
de quem se tazem 1 .unos amigos. Rogo ibes,
encarecidamente, Srs. Redactares, a iuser-
co destas linbas em seu Diario que muito
ubrigado Ibes cara esle que se preza ser de
Vms. mutio atlencoso repeitador eobriga-
do Villa de S erinnaem arj de Outubro de
1841.
O Vigario Demetrio Jacome d'Araujo.
Snrs. Redactores.
Te m ou nao ten a Cumara Municipal o di-
reilo de dimitir os seus E-juureg.dos ?
Eis a queslo que presentemente faz andar
todos par ain com as tabecas pelos ares, e
sobre que pro e conl ra se tem di o bo-
cadinhos d 01ro em mais empoiados discursos
de quaulos s e tem preterido no 'palo' da 'ii-
aldade' j grandes e pequeos velhos e
mocos, lodosquerem tcllar querem giilar,
querem escrever, e o quemis hea'mesma
Comadre Franceza a quem muito conven]
sem exima sem licencia e sem dizer o que
quer ser da geuie empiega-se no pi exer-
cicio de bixar parleijar, sangrar e mamar
os cobtes dizem promelle tomar a deleza
dos biseca que ludo couseulem. Nao ser
uilicil accredilar esla balela porque se hu-
ma surtida ao pai* dos habilos aulboriza
enleuuer das L.i, e inierpielar a Legis-
avo que direito nao assislna a huma t/r-
leira que lano lem visto nos paizes baixo?,
e com tantos direilos e torios hade ter an-
dado entre as unbas ?
Diga o que quizer aSanhor Comadre ,
que nos lambeai diremos o que nos pare-
cer, e o que de melhor temos ouvido u tal


nSSiri g ^NAAned
Brr.-Ta
respeito : e vem a ser -que a Cmara tiaha
razo, e linba direito para demiuir seus
Emoregsdos. -
Quando o publico com lingua de palmo nao
bradasse por todos 03 ngulos desla Cidade
contra a Cmara por consentir taes teladores
das suas posturas ; be certo que cada hum dos
Vereadores tinho na cara dois olhos que a
trra fra bao de comer e com elles deviso
?er carrinhos a desfilada cavallos aos pino-
tes pagseios atravancados, porcos, e cabras
em procisso pelas ras ; atravessadores sem
numero j correctores infinitos, que nio da-
vo lugar a se apanbar em primeira ruo
ui-m huma cambadinba de carangueijos e
tverneiros vendendo ao povo sem conta sem
peio e sem medidas para que tirando-se
de seus cuidados hum dia, que chegou tar-
de ', batesse no oibo da ra com quem devia
e nao fazia respeitar as posturas em beneficio
da mesma Cmara que dabi bavia alguus
tantos reis e do triste povo que ba muio
come gato por lebre sem outro remedio que
nao-fosse chorar na cama que be lugar queli-
te. A vista dealas verdades, e d'outras
acuitas, que se podiad refeiir e nos todos
vimos, esabemos, como negar a Cmara a
raso 00 seu procedimenlo ? Resta-nos dizer
alguma coisa sobre o direito que Ihe assis-
tia a ver s liviamos a mesma Cmara do cas-
tigo que o Legista do Drio N. 2^7 diz el-
la merece, quando gria ao Promotor e o
convida com a ua nlgaiarra, que aturde mais
do que a berraria ae huma velba quando
hrada por Sao Liento na presenta de algum
Aranhivo io nomine da Lenta bora i '
A Cmara nao podia demiuir os Empre-
gados dizem huus porque na Lei do 1. de
Uutul ro de 1828 nao he expressa esta fa-
cul ce.
I\o pode dizem outros, porque os Em-
pregados sao nomeados para servil em por i
Ei.r.os, e al l quem liga que nao podia ,
i.oique ero bous mucos, e imi.o familia 1 l
Vamos a cotilas, (^uem nao v que se nao
est txpiesso e fcem expresso na Lei esle d-
11110 lamber se i.o encentra e.i. luda a Lei
irligo que o proba para a boca ebeia se
dizer a Cmara loi injusta a Cumaia me-
rece ser frila e astada } acuda o Sur. Pro-
autor ,# gtiites venl.o ver ppguem '. .
ilo piovcca o liso ao maig melanclico llbeo
do lono das baulas que dicidem questo.s
ao seceo o que por a iioUHtiilje cuita gente boa, gracas a civi-
lutio t!o scula 1 i Quanto a tarraza dos
qualio anuos que segura aos taes Empreados
e em que se diz ellts eslo escarranchados e
U fumts que ninguem Itie podo meter den-
te j l.ubinoa njtli.or kmhrebea e sem du-
vida Un bit ni a eslrangtira jorque nos t nao
diramos a lamo. Segundo o art. 2 da Lei
do 1. de Outubro os Vereadores sao elltitos
101 quiltro anuos e com ludo a Can ara pelo
bri 2 pode laniar e excluir hum Vtrea-
dor caso elle nao queira vollar a orem no
luior das discusses isto he uo exercicio de
l.um de seus aeveres; agora o Fiscal faltan-
do aos seus deveres e deixaudo por abi ir
tuno quanto Marta bou nao pode ser denait-
tio, porque devem servil- quatro anuos;
'ora sejo la Juizes c0m taes mordomos i
oeu pie ouviuqos dizer- 'quem nao tem
j'hdiii.lu morre .Vloiio e mal se este pro-
verbio se i;o vir verificado co os demitti-
dos, que sobie terem | roteilores tem to
Ltru procuradores de dentro mesmo da Cma-
ra os quats sem piocura.a appello e a-
ticpelhcom tanta luituna que ludo le sabe
ao seu geitiuho.
'' 'luds que tem orelbas ouro, todos
que lem olhos vejo se i.o '' he de padrinbo
tsta seguinte escpula. Como a Cmara no
iiinripio de sua iutalaro nao tivesse em
cbzequio ao art. >> da Lei nomiado seus lim-
pitgaccs porque tahua houvero cousas e
Lcuveio loiszs e Ulvez algum quiresse fa-
?ei tsqutcer esla obrigaco rom o bul de ver
se escepavo pelo pau do canto, dizem agora
que ts e tsquciimento esta Jalla ou este er-
lotquivalea huma noniaio tacita que os
otiitde ledra e cal j or aais 4 anuos, sem
tabargo dos emburgcs, que nao se bao de
ititLer perqu astim quer quem manda ,
Lem que ua possa a lace da Lei; esta iem-
Lranca parece esqueiiaeuto.
E que du tgoia a isto quem chama in-
justo o prciediuenlo da Cacara s porque a
Lti iiooiz clara ealerliuaente que ella po-
de dimitir stus Empichados vendo-se ur-
u ii eu coijeciuias e | resumpies o direi-
lt que ti ni is mesaos fcmjrtgados para sem
i.iu.laio e stm Ululo se ronse varem contra a
>inlacle da Cmara, de Leus e do mundo !
'' Viva e reviva e quem diiemos que
>iva Us iiileiessadus que querem qoe
J vivo os Empregados da Cmara Moniripil de ss eviJencU q,,H elle fesonheceo na Ca- Espero Snrs. Redactores da sua hondada
da Cidade de Pernambuco porque sj bans mar autiioriJa-ia sutficiente para decretar a- 'de mtndarem inserir estas linb&s m sua bem
mocos e tem familias' ; embora gema quem "
gemer embora andemos dando tooadas por
essas calcadas descamadas ; fiquemos com as
costelas amolgadas porque o carrinlio e o
cavallinbo do padrinbo nos nao d lempo a
evitarmos huma buiba-cinastra ', e eoi
fita porque ; como o que fica por di/er
he o melhor nos nos callamos at vertos
em que para as modas. Sou Snrs Redo-
lores
O Guarda Nacional.
Snrs, Redactores.
Nao pouco surprehendido deisou-uie o of-
6cio do Exm. Prezidente da Proviueia diri-
gido Cmara Municipal desta Cidade, train
M 1 ui.ii u au. ucua
a malasia ; ufa he poi* valiozo o *r- conceituada folln para oesclaaecioento do
1 11 m.Vii f*,lT, ..''. ___ I* r 1 *. t It* lV-h
guoento d'd,uellej que dizem que o Ga
verno a)i na Portirji nao reconhece o direito
d^ Cmara poij s afirma ,' que a Ciman
sejulgara com direito. Depois disto fcil
da ver que serila a Lei que creou as Cima -
ras Altioicipaei a do 1. de Outubro de iJa8
e sendo a Portar de 3 de Fevereiro i83i .
nao podeiia ser relativo a queslode nova le-
gi.tjra; i. por que eru aiuolU a p~i-
meira tegisUtara o e:ido o recorrente L-'.j-
Cil, ufo poda deixar de ter pre:? ;i io 110 -
ttedciodaCaTmra, do 1 1 j poisoccaiio-
miia icixissio por nomeacij daaros
pregadas no principio de algum* le.'ijis;:-'.- ;
2, ,ior quep:!iciiandi a 2. u legilata-
r em ja ro de 18J, nao se <.oiii .j iti5
cripto em o Diario n. 235, relativo a de- lJ--'''! iqoelle FucI di dimttaio qu,-
missfio que deu e3la a alguns de seus era- J*sa c J .. ei 'iJi. E por Unto u ua-
pregados e se'tellozodeve ser um particular d,Ja lJkii*'* da Pre'tidenoia : a Canaca 0-
de seus direitos nao meno; deve mostrar-se
cioza de suas attribuices urna corporaco ,
quebavendo mister de torca moral preciza
de qne sejao regiozamente cumpridas suas
justas deciz5es. Ella no entando ve-se lud-
briada e privada de urna altribuicao impor-
tante pela primeira Autboridade do Provin-
cia que de certo deveria ser a primeira a
rodear a Cmara do devido prestigio ere-
conhecer a importancia de seus direitos.
Os artigos 60 e 83 do Cmara o direi-
to de nomear Procurador, Fiscaes tSup
plen'.es destes os quaes serviro quatro an-
nos. E' logo consequente e dimana daa pn-
L.vras da Lei que logo que bajao Bndo os
quatro annos poder a Cmara dimitti-los
sem forma alguma de processo e s porque
esta aulhorizaco lhe pela Lei outborgjda j
nao sedevendo nem se podendo argumentar
de nao ha ver a Lei empregado o termo di-
mittir, por que tendo a Cmara o direito de
nomear novos, isto nao pode elfectuar-se sem
dixisso dos primeiros ; nem se ol-n Je o
direito dos empregados qne forem dimitti-
do.-, por que passados o j os quatro annos,
que lhe garante a Lei. Nao attendivel a
coartada de tacita nomeaclo ou tcito con-
senso ; por que nomear que he a palavra
erupregada pela Lei do i. de Outubro de
28, indica, um acto expresso, suppoem mes-
mo certas solenidades e a nao nomeaciode
outroa empregados nao pode equivaler ido-
meaco dos meamos que j existiao; a nao no-
mcaio be a negacode um acto e a nome-
aco um acto positivo ou a nrmaco de um
acto, couzas que de maneira nenburaa se po<
dem nem devem contundir. Portanto os ar-
gumentos deduzdos de conseulimenlos luci-
los em cazos desta nalureza sao mui fdliveis ,
sao mes.10 iu oni'Udenles. A Cimara guar-
dou seu direito de nomcacao para occazio
mois oppoi tuna e de certo para rir que
I se a dimisso dos emp regajos existentes fosse
'feta na primeira de suas USSOes ninjuem
iulgar-se-hia offeudido, entretanto que como
a Limara consentio que elles caplassem lu-
cro por ib is algum lempo deihiiudo seu
direito de nomeito a Cmara uju-ti [
a jamara deiermiua-se pelo arbitrio l a Ci-
mera re^ula-se pelo sic vol sic jubeo E
que piecedeuleslerriveis uo acrretjria se-
melbaule doutrina Se valido e cooclu-
dente o argumento do consent.uen'o tcito a
respeilo de 9 mezes de servico, o tambera a
respeito de >i mezes de um mez de i5 diis ,
de um dia mesmo por que uo est dezigna-
do expressa mente na Lei o lempo desla pres-
cripeo ; e se a Cmara oceupada com negoci-
os de imporlaucia nao poder fazer mmediati
nomeafo e desta se tratar um doui ou
tres das depois da sua reunio dir-se-ba
que ella tem perdido o direito de nomear seus
empregados, por que a respeito dos existen-
tes bouve um tacilo consenlimenlo 1 terrivel
cousequencia que nada renos importa do
que despojar a Cmara de urna das suas mais
imprtenles altribuies que lem por m
esbulba-lade um dos mais preciozos de seus
direitos 1 Qoal o artigo que manda C-
mara fazer as suas nomea^es na sua primei-
brou e^a iv ;.* j;- agora em exercicio un
dossaus direitos, qu por haver-se oecupiJo
do importantes o'-.jictoj, ou mesmo para co-
uiiecer ti idoneidade dos actuaos empregados
bavia retardado} o Goferao central j re 1-
ubfcea tu Cmm Maaictpal do Rio dej-
neira o poder de demiuir a sea bel praier os
seu; emurejidos poder de que lem lia es-
lado e:a j.osjC como se va das auia au'.as
transcr'.^tas nos Jorn-es do Commercio d-s
quaes consta ha ver loito de.-nisses uiaiu da-
noiesjij ptiaeiraS reunios- eolii.u
respeitavel publico de Pernambuco. Sea
Venerador e obrigado.
D. Kooth;
LOTERA DE N. S. DO ROSARIO D
BOA-VISTA.
A meza reidora da I mandada de N. S.
lo lozsrio da Daa-vista tem determinado,
que corno impreterivelraenta ae rodal da
1.* pule a 1.* Lotera no dia ao. do
corrrntc 1 osbilietes acho-se a vedda nos
leguiote Ingires ; no Kecife ra daCadeia
laja de Cambia da Sir. Vieira em S. Aa-
1 ra do .0 ,: > loji do Sr. tVTeaeies Ju-
ijr rui d) Cabula botica do Snr. Joo
Vloreira Mai-jus j e na Lioa-vista loja di
Sur, Raposa ra da alterro.
THEATUO.
Affoaco 3. ou o Valido d'El-Rei: Dram
um 5 a.lo.
li o que vai a S?ena Dominga 7 do cor-*
rento em beneficio do actor Joze Mximo
d'Almeid Cabral. Esta fjranda obra qu
tantos aplausos 1 ida nasClJades do
Porto 1 Lisboa, e flh de ianeira fez lem-
brar ao Beoeficiido o isel-a representar com
brilbantismo devido. Ella garante a seu
Presidente da Provincia nio podo deu...- d 'autinr [ Falescidon Gidde da Porto doti-
stgumdo a conducta dj Gaveras recoob
na Cmara do Recita a mesma attriuuicio.
T'io poien o E\ui. Presidenta sobro
q'jom iiu--; recahir a censura pela esbui -
que acaba da oier u Ca^iur Municipal yjr
jue elle btit, iuteaciooado mas tslves pouco
veisaiio na combins9o dis Lets le .-, de di
ngir-sa a ulg im de seus amigos que junto
aile se Sima oqual dj -vilo nio li:. fil-
lou a .:. aae cota, romeite-o fazeudo
as&ign.ii' urna acizoque icjj .i privar u_i.
carpora^ io d j seus direitos,
Sau SuiSi Redictores >a muito veusradoi'.
O Adr-ido.
Snrs, Rei-ictofes
Tendo iido na sua bem acreditada folli* o.
239 o oanuncio que fizeraa os cinrs. Sais-
sel &. Companbia bolirarios ui Cidade do
Recife intitulan lo-se cono os anicoi riados para a venda das pi'ulas Vegetaese
universaes Americanos, por um diploma o
qual oblivero do mesmo antbor po; lr.ler.me*
dio dos Snrs. II. Foslex & Corupanhia. Eu
tonlio a derlarar ao Respeitavel Publico que
se t) diploma existe nao he verdaJeiro ,
pois quo jamis o Autor jjoutor l5. Bran-
drelb encombio a Boticaria ou Doulor i.i-
de era Natural aotes le ver o resultado de
suis bem emprejiadss fidigas eontanto apea-
nas imanaos deiJiie] os elo^io que Ih?s
tribuiara seos campalri.itdSi Este be as far-
|j Dracaa apreseutaeiaso misterio, das
|. s he originada o e.iredo doi ai-tos e sao
\ guintes! f. A Corte dj. A'onijo 3.
li:' de Portagal, 2,0 A Constinciade M (ira de Freitas, 3. A Partida pira o Al-
garre, 4 o A traicla e5, Osegredo.
Persoagens darami D. Ailou:o3.
Rei Aalonio Lapes Ribairoj D. Menda Va-
l I o O Actor Beneficiado D. l'aia Peres
Corris 1 Joa mi.a Joze da Gima \ D. Mar-
ii.a de Freitis Luiz Jozo da Silva Carioca j
IJ. Rui de Manetas Ela-iiherio Dornellis ,
U. Pernio lruom da Raima Aalonio Cie-
tano dos Santos j Assau Africano, JooJoze
Lopes.
D. Mituilia Rain&a Jojana Alaria da
Frcita Gamboa; D. Claia, eD. Branca sa-
os ..m; Luiza da Coaceico, e Joisi'a Candi-;
da do VJellO,
Aextenclo da Pe;a nio admite ntrevalo
a'gume remitir o Evpecticub cam o gra-
ciosa Farca O Chapea P verlimeoto de que o Beneficiada lanea ma
para ssptistazer seas beoigaos pntoctords e
em particular aquellas pessoas que com elle
gurn a renda das suas Pilulas co uo passo yo.pthiio de queja espera todi a eaadju-
mo trar por documento por que donixa
dessa capa elle fabrico as suas e as ven ic o
pelas verdadeiras, desta mineira nao s rou-
bando o diulieiro como a saude daquclles
que por sua desgraca se fio nelies.
O Doulor B. Brandreth nomeou aos Srs.
O Flmel 6l C. no lio de Janeiro seos ngon-
lesGeraes para o Imuerio dcBr^zii", co-
mo mostr por documentos e ordenou qua
estes eslabelececem um sob a^en'e em cada u-
roa das provincias do Braiil par su-: canta,
Ora nao he de supor que, urna vez que o
Doulor Brandreth se resolveo a eslablecersu-
as c-Z'S pelas provincias do Urazil cj.j o ni-
co intuito da venia das suae pilulas incor*
rendo em enormes despezas fosse nomear a
qualquer por .ea agente, principalmente pira
tugues a onde elle tem seu estabelecimenio.
Lumen ridide de pilulas que pa^sao piL-.s
verdaJeiras sao fubricidas nos Estados Uni-
dos e como Ibes he prohibido venderem-as
no p>iz, as remellem para paites eslrangei-
ros com atleslados, ccrdes e diplomas
talsos valeudo se desta mmeira da iguorun-
cid que o povo nos pases estranbos deilastem.
Fiualmente s lentio a diter aos Srs. Sais
sel & Companlna que conlinuem a vender as
vacio, indaresto al^uus bilbetesj o Ca-
marotes us preiendenles poJea dirizir-sa
uo Tsdlio o;iJ<: encaiitraio o Bsneticiado
Priacipiar m Loras do cjstume.
Avisos Diversos.
nio ? O arligo y que dezigna qual | suas piluUs a too reis por caixinha a quem
o objeito desta primeira reunio nem urna t por ignorancia i^s quizer comprar e itei-
palavra diz a respeito de taes noo.eai;es, E'
irruona a maneira pela qual euiaiou a Pre-
zidentia a Por una de 3 de teveieno de
xem o verdideiro .igen'.e socegadameote ir
veudtndo as sus pois que em breve
tempndeseoanrei ao rtspeita^el publico cam
l3a isto dizendo nao saber-se a epo- | doiuaienios que espero djj tsudos Uuidos do
cba em que Li baixada esta Portara jul-
ghudo Ulei o Lxm. Prtzidente que poae-
iu ser a demisso que faz oobjecio d ella ,
dada no principio de alguma legislatura
mesmo aultior provanua que nem os Snrs.
Sdissel & Companlna neu ouiro qualjuei
nesia Provincia, as pode vender mas s sim
o abaixo ass)gu.-do presentemente inorando
timeramente couvem observar, "que jul- em 1-ora de iJort.? do pnmeiro sobrado do
hda da mar grande, passida o becco largo,
mas breve esubelecer sua caza n ra di
^a^do-se o Fiscal demittido injustamente e
ecoriendo para o Goveruo lei a dimisso
approvada e confirmada pelo Governa don-
Cruz trto dos mismos Snrs. Susset & C
crSiHIO A' LZ o 3. o N. ds
MARCIANA 1 vende-se uo escriptorio da
lypigralii I npirciil, ra do ColL'gia, D. l2
ou le timbem ae continua a veader a FAR-
PELEIUA.
asf* A Irmandada do Santissima Sicra-
;ceato do Biirro de Sinto Antonio tendo da
dir principio a obra que tencin* fazer na
reja precist de 8 duzias de prunxas de
cedro de a5 3o palmoi, e de 4 duzias da
costados dVnareilo de 3a palmos de cumpri-
do e 2 de largo tanto eslet como aquellos,
de superior quilidide : as pessoas que costu-
m-i- foroicer madeiras queqaizerem toc-
necer ditos prioaoas e costados, compira-
cerlo parame a Meza Regedjra da me. na r-
mandade em o seu Cansislori, boje 5 do
u. i.ite para que a vista d >s coudices pos-r
sa a Meza contraclar impreterivela-jats o
lornecimcnlo quemiis conveiie.ita tur a ii-
mandadj, ou ui falla da iicitaates deliberar1
a espeito coma eutender.
O Escrva d.. Irmndid,
i. H. Hj'&< Uiniz.
ttsr Arrenla-se meUdi di pie qu; ioi
de Aiexudie Lo,e> Ribeiro uo tarta j >ii.-
10 a qujt serve tanto pa^a preus cono pira
saque de asquear i ua ra do Vigario Nu-
mero 7.
*^ Qaaa precisar de urna ama seca, pin
ra casa Ua pouca familia, dirija-se a roa da
Cambas do Carmo, deatro do bsco coraut* ff
^estanque de tabaco.


DIARIO DB PENAMBPCO
O abaixo Resignado tendo de retirar-
se para Portugal a tratar de sua saude pre-
tendo vender o seu bem conhecido estal
cimento na praca da Independencia o qual
se ende a praso com bons firmas ou ero des-
na ceiteza de que
cabrado a presen lar do contrario ser nula
todoequaliuer n^o::.; ; o dopots do faitee
estes arranjos quer o o dito herdeiro ter epre-
ferencia,
%-r O roeio bilhete n. 5670 da priraeira
parte da quinta LotetM do Ltaremento per-
cbrigas rara coca a nrac
nSotem divida aiguman,- lio a que neoX tenca a Se. Maneal W de Soma Reg,
cede o seu fundo do airooa o .o desaseas aondor-ne. su. sgoa frii da masij. ^
sano se faz ver aos pretenderes a sus boa 0-
calidade pois basta diier que be u.r d.s lo-
iesdecalcadcs que r-ais fregueses; lera c$
pretendentesp-?d;io ver o bslancd N*
eWifeiendas.'- Jos Antonio da Salva.
tyPtrdco-se i.odia5- to 1 u-aa
arma de prata ra rap dentro desde a ru
nova cuoLoa da Carino at ao a d
rus

....
da Ar-
bico da niejm quera
instituir leve a ra pava laja
tocio Ferreira da Costa Brega, que ser ra-
liGcsdo.
Sjjr Arren:h-sa pelo lempo de resta, on qa
cor.veociunar-sa una casa coa soto com
comDiod3 pc"J familia, porto do emba
bastante lerreao 00 rado do oito c : o un I
xao quai corto tuna grande cmboa, n o qual
terreno pode-ae fazer ua lelheirp a 1 isa I e
no lugar dea Cocaos j a tratar uo atierro da
Boa vista bja c'2 seleiro*
cy Precisa se de 600.000 a premio de uro
e iteio por ccr:lj co mez Sobre pinhoresde
ouroou prata ,e pedits por tea-po de 0
mees; quera quiser djrdiiija-se a Ordera
e S. Theresa.
Sjsr Uta emprega-Jo pobre da mesa do
consulado, nodsa 3 3 ctrrenta pero'eo ou
lbe liraroda algibeira da casaca 3o ooo em-
brujados em um recibo sendo urna sedu-
la de o.oo e a de 5.oco sendo asqueirad
restituir entrenuem ao Gurjo, querecom-
PARAOARACATY labe at o ra i5
de correte o Kiate Nacios] Flor deLarao-
geira fot rado de cobro e o p'ioieira mar-
cha ten parte da ergs pr.m; la ; quero
quiser earregar ou ir de passi gem para o qet
tero bous co"> dirija-se a ra di ca-
dera b j' de fasendaj n. -7.
PARA TRIESTRE o malta Velleiro Bri-
gue Austrisco Uladislivo forrado e eacavilba-
dodo cobre; quena quisercarregar dirija saaos
seus .consigQtrios Me Calmout & Com;ia-
1 IRA BAUIA seguir ata o di* i5 do
corrale cu totes sen 1 poivel o novo e
de armsaem todo iadrilbado decantan'., pro- velleiro Brigue Felia D*lino ; quera quiaer
prio para qualquer estabelecioento por "r erregar ou ir de passag jo quo tem
colocado era boa ra de nerjacio para ver|oa mtlhores coaamodos pede entender-ae
na ra esirei:a dolloiario D. iJi, c p ra Ira- com os consignatarios Asaorim Irmo r:i rita
tar na ra da Florentina cois J. B.r. :, ", ,j cadeia i), ai.
cr
Gloria
para o rio ; na ra ta Cruc ara a ni. 4>* los t Sgr Perdeo-se na noule tu f. 30 da N.'S G i Simas, shhe i:, ]>re'-ei^e!.-'^enle
doTerpo um a.Onete de paite Cun u:a da- no dia do crtenla e rtctbe cir^a lio mes-
mente pequeuo coro uciu rcie'inhi era ct 1 mo OU ala al 10 horas ; trau-se coa iMaao-
ma de duas lolbas tuimando uma fior es- ti Joaquim redro di Cosa,
ira lado de uiul desde a L.o vista at o axial
das 5 ponas, quena o tiver acbado iee a ra
da Conceiclo da boa vista ola da uniltiio*
_______A___t,r,,A^ m
pensar com 10,000*
TraspssstO-se as cbaves de uro gr
nr O Sr. Henrique Jos#Br6yaer do Sou
7a Rangel escrivo que foi da cormrca de
1'odoAtho, queira mandar recebar dM
rutas no fjrte no mallos prenca^de Joio Vi-
de Ar-.u; .-
ts" Alugaat dous serventes para.'ob" le
pedreiro cu catro qualquer servico j quera
pteeisar ennunrie
lar O St. Femando Antonio SarrLcnto
Ja fJaia, queira procurar um- caixosinbo
do do/ .. 5o no Brigue Escona*Laitffl
n c sa de I'iiv ino Jos taita di Rosa ,na
ra da a oed \ n. t ; i.
tar A pe 1 Bnnu i t pre< i r e
:..ra u..Ii (iiija-se 5 pOnlM
vede J
qaenos por preco mais coratnodi de que
era outra qualquer parte : na ra do muro
da penha venda de Jos Francisco Martina
D. 37.
sjs- 53 c tenias arrobas de cera de carnau-
ba por pre doVianna
CT Um bonito pavo chegd3 prxima-
mente de franela ; no atierro d bja .vista e-
cirn D. 19.
BT" Um braco de balance grande por-
tugus para armarem de asquear um vio
laodejacaod trastejado de prata, um ol-
ante oa troca-se por u n oculo de ver ao lori-
ga uma canoa de 3a pulmos de comprido
e com muita grossura para se abrir nove
travs de camassari de 3i palmos de com-
prido j na ra da ptaia a tratar com o Car-
dial.
Bjsr Uma prela creoula de idade de aa an-
nos lava cozinba o diario de uma casa e
engom-na liso um prelo de angola de ida-
de de a4 annos proprio para o servico de
campo f e umcavallobom para viagaes por
ser bom passeiro j na ra do Queimado De-
cioa 14- 1 <
tST Por 60,000 uma cama de Jacaranda
1 e rauito bem feia j na ra e*ireiia do
Rezarlo U. a5.
L'm molequecom principio de redi-
nhi, que ja d izo por dia, ladino, muilo
sadia e sem vicios na ra de aguas verdvs
por cima do ass-iu^ue D. 3.
tZf Um carro in^lez dos chamados Tivo-
1S| no atierro da boa vista na casa do se-
geiro Emilio.
BP* Um cavallo caslonlift, gordo.de bo-
nita figura ptimo cjtregador ate meio ,
por p'c',0 muilo commodo j na ra de agoas
verdes sobrado l) 10,
j- Barricas de farinha de milho vinda da
Amarica muito propria para lser pao, e
engordar cavarlos a 6joo a barrica 1, no ar-
maietn de Joaquina onsalves Vieira Gui-
marec defronte do dreo da Conceico.
SST Uira negra rreoula de idade de aa
. ?.nnos de bonita figura e um moleque de
r prcciss.se elugar urna c. naru. ds PARA S. MATUCUS ccm.esco.a pe!a ano ^ fM do QueaJ0 De.
a athe o Wca-t-go, que tena-! sabida Babia, rect 1 lo carga para atr-oos es por-; v
s_r Um quarto de ambas as sehs por
pre.-o commodo ; na ra da cadeia velba loja
. do.
tsr Para fora da provincia um preta de
naco coziuba o diario de uma c doces e refina assucar ; defronte do tbeatro
. 14.
tsr Taxas de ferro coido e balido em bom
que ser graScido
e 1 i a. o
Escravos Futidos
trr O.ie fafiu Jolinsion Paler & Com-
parbia, por inltr^n-ao do Correlor Olivei-; so'l, aiSliDQ cotno algumaa ferragens
no seu
Compras
S^ lerdeo-se u^a lola da espada na
neuledo dia 3 do.corente da 1. o da boa
vista al o Quarte) do li sp sio quem a ti-
ver acbado e a quiser restituir podti entre-
gar aor. Lapilo Coiiz, que sa lbe pga-
la o echado*
sar Pela segunda ver roji-so 00 Sor. Dr.
Albtgsria darigir-sa a r..a c!o caldtiro U.
10 a tugocio de seu iuxli::.
tSf Da-secinbeiro a juros em pequen*
quantias sobre pinho:es ouro ; na ti.di
por baixo do sobrado ao fallecido Moa tetro na
ra do Alecrim.
sjr Roga-sea certo Sr. caiieiro por alca*
sbo C. B. que baja da se importar coma
ua obrigacao, e i.o de fallar da viua atbaia,
seaao quer ter. o dsgusto de levar -, L'uiiaer
mi des bbillards
tsr Quem annunciou querer comprar es
uoutes de ung dinja-se a praiinba to Li-
vramenlo loja da viuva do burgos.
SJ9T Jos Esttvo de Lairos L-bo n ioi
herdeiro e encabezado no ex eogenho Gu-
tugucia e de aovo levenudo por elle fa
sciente ao espeitavel publico que neubuma
ptssoa podei coxprar parte3 do. dito enge-
nbo sos intitulados beideiios porque nao
apreiento titulo algum pois aind nao se
paotedeo invenlaiio para eato baver titulo
por ende possao iazer ulgama venda no caso
de ibes tocar aigums couza e depois de ii-
XZT U^a casa terrea na Cidade de Oiinda,
sendo nis russ de S. liento, varadeuro 5.
Pedio Martyr Malbias Ferreira Bj-.o 6m ,
4 cantos ou Amparo e que nao exceda de
oo,coo a tratar cem o destribuidor do dia.
lio eas linda.
I relo cortador e cozinbeiro ; co
ta!ho defronte da cadeia.
SST Uma negra de idade de a5 annos ,
que 1 Se lenba 1 icios ; a tratar com Manoel
Antonio di .Silva Meta na ruada cadeia n. 6.
Apessoaquesnnunciju querer con- ,ra do'grajade a variado sortiaoenio de fa- "" P-ra engeubo j aa ra do Vigario nu-
prar as noutt-s de ung, dinja-se A ptacinba z-iasde prompta extrago sexta feira 5 '
do LimizcL'.j loja L). u- de Noveiubro *>8 10 boras da matih ,
s#-Aluga-se uma unii agoa na ra ve- armaiem di tua da Madre de Dos.
Iba D. 57 na u esna piecisa-ae a lugar duas
pniasou colenues para vendern eieite dbs
tardes.
tsp O Dr. Pcreira avisa a:s seas consti-
tuintes, que elle n.udcu a sua residencia,
pea a iu do langel io ptimero Ldur do
sobrado D. 18, e eaj que r. ora laxb^m o Sr.
Dr. Fernando Allunso de Mello no ee^uudo
andar,
t^- L5o-se 800,000 a premio j i.a ra do
Liviamento D. 11 te du.
i.uncie.
tssr Uma porco de cera de carnauba
de superior qualidade, e outra porco de
sola e rouros miudos ; na qnioa do beco da
Congrega^oleja de Jos Estoves Viauna Lie-
rima at
\^f Uma preta de necio anda moca la-
va engomma ; cozintia e he quilaudeira 5
na ra do Nogueira 9.
cjt Um bonito cao U agua ; no becco do
pocinho da l'aneila 1 lado do niscente .
tsr Os avidmenlos de uma jangtda de
pescaria ai a di r.ovos consUndo de vel.i, re-
mo bolina poitos e piuambaba ua ra
da prai 1 dcfioule di serrara do Sr. liotelbo.
jLmT Os l;v.ros seguidles em booa estado;
uma {a.n 1 alna ingleza por Constancio,
Ucaltrrenoou uma casa, e mes.o u i.a g.Oelria de Luciides uaaa ariibme-
um pequeoositio ,seodoludo ua estrada do lica ue Be*uut, duaSgeograasdeGaultier ,
mondejo athe a cstiada de S. Jcee do Man- \ U,D diccioarto francea um IVleuaco, e um
G,.iubo,onde Joo de tarros, e soled.de atl^s geogrfico} no pateo do Hospital do
.ue vaip ra o rcanguinho i quem tiver aa- l'-iaiso venda da quina que volta para a ra
da 10U
isy Una escrava boa lavadeira evende-
deira de f.zendas em casa de Jo o liuliuo
______,---------------------- da Siha Ruaos,
t7* Urna neginba de idide de 12 annos,P*bW Diciidoarosclacuos, histricos gco-
cose fas lenda esaLe lidar com eiun9as ; gruliecs e metbologieos para uo geral e
aeste Ty.ogriO.
0T aa molata escura case, faz renda,
e rczir.ha o diiiio de uma caa a i.u 1 lem
u.uiloLom ieite 5 na ao,Loi do Carxo U. ti
tsr Um bom cava lio peilrcz c^m lodos os
.indares ordo e bonito e serve para car-
ro na la dirtita paduia do Macbado.
SST Um lobo tiro de {aao com as suas
compeleutes tabolas tuuo eui meio uzo as
5 puntas venda D. 51.
fi Um cavul o russo de idade de 5 an-
uo sttu deleito a;,um caritga e alopeia ,
e oplioio para viagtua ; 110 asseugue ueluii-
te da lidtia.
Sr Dnicas com Ireu ditas com snlilre ,
faiiuba de triga ordinaria para chapelai'O ,
e saces eom Urclo ror jiitco coaimodo j ua
ra das Cruzes U. 9
Vendas
", f~*mt gwii,uuM e L-pois de 11- ra Uas ^iuzes u. 9. v..w, .. u.i w uu>i,u mucuu ^ l... .------__ _-----------------------------------------
yuidarjse as cenias que o dito heideo en> T Frascos de laujarino grandes e pe- sr Gomma ae aracuia ( seaienle de co- iibit-iFt MA 1'lflVUiJ Mi r. DEr'.-i^i
partieuiarnieuto ;>aia es Samiearios col-
gios e aulas um pa'tan^nim acabado de no-
vo e mu beai dourado um sobiado cjm
bura quiutal uiuraao e cacimba no boirro de
S. Amonio uma porco de sacos do farinba
da teira por preco commodo us tua da
cadeia do Raeife n. n.
k-.~ Um sitio ua passsgem da Magdalena
com boa casi de obrado com giaude BS-
Itibina coxeira um terreno qui vai para
o 110 e uma ularia com cem palmos de len-
le e 1000 e tantos de iuudo que val para o 110,
co u bur dentro da nesuia para lijlos e te-
nas i e alguna terrenos a palmus pata se edi-
tes casas j e lao.bem se aiuo catas para Bfl
possar a lesta cena muilos bous commodos ,
abeira do 110 e com bani.elio uo sitio caju-
eiroj a tratar com Fraucisuo Bi'oeiro de Liriio
DeBapareceo na tarde di dia 26 do p.
p. um negro da inrne Agosliubo do atierro
da Uoa vista iudo em Cirupanhii de sea
snr. julga-se ter sido furlado em ra.o da
ser do mallo e ser muita moleiro be de
eslaiara regular un tanto secco do corpo ,
representa ter 4o anuos de idide lilla mui-
to de=caa^ado levoj vestido calcaa de al^o-
do brauco ecamisa decbila ; quem o pe-
gar leve a ra da a leia do Rece luja de S.*
o da Cunha Magalbes que sera gralilicaio.
vjr Desapireceo de a n sitio 111 passa,;en
da Magdalena um mulejui de nome Luiz,
represeuta ler de idade ua li anuos esti-
lara ivgul.r vestido de csl.as e jaiaeta dj
panno de algodio azul e ch ipeo de cistor ou
de seda preta e levoa esleir e uma biela ver-
de ; quem o pegar leve a 1 ai do trapiche no-
vo n. 17 que ser recompeosa-io.
S27" No dia 18 do p. p. lugio do segunda
sitio ao peda ponte qua eulia para a estra-
da nova da Oapuuga o pie:o Baribolomeo, da
estatura regular, secco, roito descarnado ,
retinto da cor e feio oluos encarnic, 1 lo-: ,
parece ser veltio represeat< ler o anuoi de
idade lem alguus cabeioi braneos na cibd-
ea e os d birbi jireles f he bem fallirile, e
gagueija aljama cau>a em se Ihe ex'giulo
resposia teai ni cauela da peina direili umt
chaga e por isio esta parle fie mais g'osia do
qae a oaira tea alguuj dlos de aobos os
ps uro pouco comidos p.i eueaio queinaJjs
de soite que visivelaiuoU se dnulg < eess def-
leito quinJo aaJa he um linio apre>sidi,
e estutiado lerou caicas de riseado azul e
caoaija.de algodoziuo e oalra de oseta po?
cioia; qu'Mj o pegir leve ao dito sitia j|0J
s;i giaulicdo,
MuViai^/itt> to i\itl
NAVIO ENTRADO NO DIA 3
Rio de Janeiro ; 9 dijs Brigae B asileiro
Mar.juez de IVoO 1 di l iia lo.ie. Caji
Fernando Jos de AlnsiJa ejuip. <4
cirga fariuha de mandioca e &c. j a Ma-
nota Jjaq uai .'nmose dlvo.
SAUIDO NO MS5U0 DA
Rio de Janeiro j cota escali pela Bi iii, Pa-
quete Inglei Ranger Comaiuliale o
i'eueule Turdet.
SA 111 DOS ISO DI \ .{.
S. Cilbari id com ejeata pelo liij di 5 f'Vari-
cisco do Sul B g ie lirasileiro S. Alaru
UoaSotte Cap. Jos Joa^uiua Di s dos
Fraieres carga lastro
Alarauhio ; Cuaiiui o/afi eir Carioca,
Coinmandanle o Cipilo Teuente M.ruei
Francisco da Cesta*
entro tanlo de Lisboa de toceira com da *|
trra ludo por preco commodo; a praca
da boa vista D. 16.
sar Fundos e lados da seda para chpeos ;
de superior qualidade por preco commodo;
nalrna da Crnz D. 4*
0=9> Uma propriedade 00 lugar dos Re-
medios defronte da Igreja com casa nova
de pedra. e cal com commodos pira randa
familia olaria e duas casinhas tendo de
frente t5o palmos de trra propria e alem
destes, lu;;ir para uno grande viveiro e teca
bom embarque } a tratar com Cfpriano Luis
da Pai.
car A posse de um terreno com 3o palmos
de frente e i2o de fundo foreiro da Or-
dena terceira do Carmo na ra que est de-
marcada no fundo da mesan ordea ; a tal-
lar na travessa de S. Jos a. 14 indo para
a ra de Manoel caco.
try Uma grande porco de bicos largo* e
estreitos ; na ra do Livramento loja nova
que azfrente para a ra do Riugel D' a.
sar Cadeiras americanas coa assento de
palfiinha ditas com assealo de pao, camas
de veato de amarelo maiio bem feitas a 4 00a,
ditas de pinho a 35oo, e piuho da Sttecia
com i pole^adas de grossura e dito serra-
do ludo mais em conta do que em outra
parte ; na ra da Florentina em casa de J.
Beranger. ......
j7> 4 escrevas mopftS com bots habelida-
des duas dellas engom nao bem coseua e
cozinho, uma dita pur 32o,ooo ptima para
todo o servico de uma casa um preto moco
de boa figura, um ralolato de idade de 16 an-
uos bom para pagem um molerue de idi-
de de 12 annos j na ra de agoas verdes cas
terrea D. 37.


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