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m Anno de 1841. Sexta Feir Tudo agora depende di nos meamos; dt non prudencia', modera fao, c enere;!! : continuemos corno principiarnos, e seremos apoatadol coa adiirafe entre ai Naeoesmais cuitan ProcUraaeio da Isicmblca Geral do Braiil i t 'MI' SobetriTC-M para esta folha a 3#000 por oartel pagos adiantadof nesta Typograna ruadasCruzes 0.3, e na Praca da Independen- cia, n. S7 e 38, onde te receben) correspondentes' legalisadas e n- nuneioa, (nsinndo-se cites gratis icndo doi proprios assignantes, e indo asignados. PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES! ,5 pe NovEMimo. Nm. 24l._ CAMBIOS. N^vEUBtto 4 Londres^.... ?9 P d. por ifoooeed. I_8ri U1O- Moeda c6Hov re, velbat l{f5oo lifooo D.tae .. nc*" i4I4o U#6do .tas de *#ooo rail, o 8f3oo - Pataces Brasileiros - t 1/610 i|6t,o Pesos Coluronarioa ------ ifCio - Ditos Mexicanos ------- lboo - Uiu.-ia. ............i# dem de letras de boas firmas 1 'I2 * Moeda de cobre 3 por 100 de disc. HUTA- ifoio libia i/'io I 0|0 14 >Ssr. eScalas"feilalJ Cidade da Parahiba e Villas de sua preteneio Si .' Dita do Rio Grande do iNortc, e Villas dem. . Dita da Fortaleza c Villas dem............ Cidade de Goianna ;<<> / Cidade de Olinda ................ . ; . Todos os dltsi. Villa deS. Anuo ...................... Quintas feiras; Dita deGarannuns ePovoacio do Bonito ......... lo, e 24 de cada mes Ditas do Cabo, Serinhaera, Rio For niazo, t Porto Calvo. 1, II, e 21 dito dito Cidade das Alagoas, c de Macei ............ dem dem Villa de Paia de Flores..................... dem 13, dito dte Todos 0$ Correio partera ao meto dia. PHASES DA LOA NO MEZ DE KOV. Quart. ming. a 5 as i h. e 5-> m. Ha tard. La Nova' a io ai 3 h. e 6 -n. da man: Quart. cese, a ai 1 as 3 h. e 48 m. da m Man. thtia para o dia de 5 Novanbro As lo horas e f> minutos da tarde. As 10 Leras e 3o minutos da raanb. DAS DA SEMANA. 1 Segunda >Jc Fesla do todos es Santos. vare. w 2 Terca ConvnemorsjcS* dos Defuntos Uel.ifj e aud. do Juiz de Direilo da 1. va'. 3 Quarta 3 Malaquias P. --Aud. do Juiz da D. da 3. ar*? a Quinta S. Carlos Borrme! B, Car.l. -- Audiencia do Juiz Di'ciM 6 Sabbado Sevurj B. M. -Relalac e audiencia do Juiz de D. da \ara. 7 Domingo S. Florencio B. d 3^ PERNAMBUGO. BISPADO EE PERNAMHUCO. Dono Joo da Purificara,) Marques Perdigo, conego regrante de Santo Agottinho, pela graca de Dos, e da Santa S Apostlica, hispo de Pernambuco do conselho de S. M. I. e Constitucional &c. A paz, B unio e a trar.quilidade ( o pri- rxeiro dom digno de nossos maioresesforcosj nos seja enviada por Jess C. nosso salva- dor, Ttndons acellebrar a msgestosa procis- so na qual pertendemos condusir solem- neirente em nossas indignissimas mos o sa- cratsimo corpo de Jess G* no maior es- plendor, que testemunhe huma verdadeira adoraco, o sincero reconbecimento e pa fr.tio para com o autor do Daior dos pro- digios que o infinito poder outoigou ao bu- mano demerito julgamts mister commu- mcar nos dossos diocesanos o disignio que nos propomos, para que cada hum pela paite que lhe pode pertencer coupere a lser bri- lbar bnm acto que desua uaturesa txigea txfcis lerna aeco de grecas } para cujo fim se- r suficiente a recordato de buoi beneficio, prcdigalisado em fvor de todos os que qui* seitm pbrte(ipar de sua viitude. Pecorrei a rxim, diz Jess C. autor dos Satran etilos lodosos que vivis oprimidas, e eu sua isarei vossos irabalbos e tfiliccdes. Aquelie que- coaer txinba caine e beber n.eo oangue, existe em miua e eu nelle, Sj nao ccmeides minha carne, e uo beber- des ato sangue, nao podis viver no estadj degiaca. Todo o que come dignamente este jao ngeliio vi\ii eternanoeute. - O' dignaco inaudita-l O' beneficencia a traa p odigiusa i O' incompieliensivtl bon- u. de. cedame qual recebemos lium delei- labtlissiao dom que nos couslilue supeiio- its aos ii.ts.nos anjos l Mo s tu aquella pitiicisaima pierogativa e a m.-is excesii- va Dbiavilta que nos pode conceder a di- vina ooiiijotencia paia iternis.r em nus- sls coiitocs o fugo de to amor, laseodo sus- cuor a ti.au a da mais ardeule caiidade ? i\o s tu o manjar, que corroboras o dbil, a i- guMia qneloi tilicas o rato; a btbida que toiLitas o frgil, e a mediana que pre- viiits cu aedicasasenfermidades tspiniu- bts eaindaas coiporaes, se conven sal- vatio, ttui piincipalmenle 110 ultimo pe- rudo da txemia Limana ? como lie pos- tuel que otecna acule humana to gerl abandono 1 e ta|\et despreso lacitj, digno da aais estimulante censura ? Jaaais se pode duudar que a inteira- UtMe txliuita nequtUts, tm quem loi iuspi- laCa e imluida stbreuaturalixeiite dtsde iua.infi4ica, seja a o.igem de to pasmosa falla de .oiitspoidentia. Sim, dileclUsioios fi boj, nao reputis a- Jbtia detla oportunidede a demonsiracode nossos sentimtolts quaudo praiilea 1 os a ioriedos q' no peiigosissimo transe para todo o vntiile rteusao lectbero pao celestial, que alimentando a aorie occasion* a vi- da d'alma, JNo fetm grande magoa de nosso paternal teracio somos iul'ormados como ein vanos ligaits da nessa tsfiiiual juiisici,o, Itm ctcoi 1 ido mullos inielises atoniecimentos , quaudo huui ief ngno oulros nao quurem rrceber o srrntissimo viaiico abandonando e c. rro pcstergsndo, os efficacisiimos soedrros propriissimos daquella peiigosissima hora l Talvez que a influencia maligna des pHrentes ou amig s n'aparecrid, quando dominados por um falso zelo tenha concorndo. para esles tenebrosos successes Queorror, D- os seria possivel que na nstitanSd dos meios para conseguir-mos a saIvago,a urgen- cia destes nao fosse presenle a Jess G 00 no Dos, em todos os tempos e pocas sciente da misera condico humana? Podereuoi considerar carencia de presciencia do Dos vivo, em cuja presen1a nao ha pretrito, fu- turo, ou sombra de vicirsitude ? limaos semore dileclissimos domine em nos hum tal raciocino que nos induz crer, que Jess G. manifestando-nos constante- mente a mais terna dileceo, naj poda dei- x ae poderosos auxilios, para triunfar do com- i um ininci;o, vigil'aniusimo adversario do genero humano para naquella hora faser vereficar a etertia desventura daquelles qu* perpetuamente podem ser venturosos, pela fruio gloriosa do creador. Sendo esia hu- ma verdade que nao soflre conlradic), como se pode comprebender que os enfermos, deligeiiciaiido com a maior avidez suasaule. corporal, negligenceem a mediana epiri- tual de suas almas, com o frivolo e sem- pre detestavel pretexto de ser intempesiivi a recepcao dos Sicramentos. sendo este hum erro que. sement a sugeslj diablica pode vel sentnca por elle proferi la Vos morrea- reis inv,lvidos e di;;nos d^ compiixj os que fsem. conduur ao seoapo'ento o reverendo sacerdote, quan- do a nao podeno anicular palavra neo prestar attenco ao ministro do Sacramento da penilenci , que pelos meios estabeleciJos pe- la Santa Igreja naquella hora mais solicita em assegurar a salvac de sen filias res- lilu ao pecador a ino"encia que a himarti- f,encia ( a original prevaricacj ) desgraca- damente lheroub)U. Nao nos Ululamos com as exoresses de certas lisong-iros, que 11% hura da morte persuadem somente asimpla recep;j do sacratrento da Extrema-Unci certos deque nao podemos confiar na reeepgij desta , quando culptvelmente onaitwos a recepcao dos oulros Sacramento mais urgentes, por- que m-.is preceptivos, e somente deculoa- vela falta de sua recepcao, quando inter- venha a imi>ossibelidade na exarcij da lio importante dever e-n laA ciso supprid pelo rdente deeja de os rereC' bc. Convencidos da urgencia d^s refWSes, que ora vos transmitimos na qualididd de pastor e lerdsdeiro amigo, confiando que ong oonsabelilade, como iufelismeole pode acon- conlecer pela resistencia as verdades do oossa religiao 9 vamos dilectas ovtllias da grei a que presidim.03 em rime do pastor eterno, celebrar cora a maior pompa, a procissio, cuja magnificencia, de ve ser o alvo de nosso disignio persuadir? uem nos pode piomeller mais propondj em nosso animo a correcta o dos prolongada existencia, ou maior duraco de nossos di.-s ? ser conveniente que hum chiislio Cfltholico Romano receba os be.ie. fi os elleilos provenientts da digna recepcao dos sacramentos, quando constituido n p.-o - xiniddde de exalsr a ultima respiraco ? ^0- de atlribuir-se a recepcao dos Sacra- mentos acreleracao dos das da exisieucia l.umana, fixidos pth providencia e cujj temo nao pode ser ultrapassado, quer rece- bamos os sacramentos quer emitamos o de- ver de obedecer a este divino preceito, ix- posio a prol de nossa gulvacj ? poderemos entregar ao despreso o que nos convm aJoptar, para e;uirmos mximas e opi- nius einda mesmo contraiias e r^pug- ncuntes a raso de que somos dolidos r Caros dioces-moa quaudo a imprudencia e a carencia de telo, pela salvaeo das almas pertender sublrair-nos recepcao dos Sacra- minios no lempo oportuno, supli.ai-os de coraco convenidos que toda a demora vos pode ser tUrnaienie prejudicial. Kegeitai os sentimentos daqoellles, coja f vos deve ser su-peita, quaudo com o fuijeslissimo , nturlo de vos nao incutir terror, intento piivar vossa olma dos beneficios que os sa- cramentos lhe podem occasioor, sendo re- cebidos com a cong'uente diposico. He necesssiio que eccoira a meiite humi- na o despreso directo ou indirecto da salva- cao para cada hum se persuadir- que pjde ditfcrir a recepiia dos sacramentos. Q ues tem sido porem as lamenlaveis coasequeucias desta luacvaoa maisculpavel, e por * pre- senciada ? Alem a'oulras a dtliciencia ds precaria existencia, sem o urgente suple ment que repare os excessos proprios hu - cana fiagiliddde. Permuta o autor dos sa- craaentoa, que todos os moribundos de quem [allauoi, uSo fiejio comprehendidoi aa terri- senliment s que dominio a maior parte. Novamente vos recomendamos o aceio das ras e possivel ornato das jnellas, esperan- do que as irmandades por nos convidadas , seduijo matriz de Sanio Antonio pelas lies horas, no dia 1 } do correte para que a pr cisnao possa estar formalisadt pelas qualro a Gm de que esteja recolbida antes de anoitecer. Avivemos nossa f e o acto que projecti - mos, seja hum perfeito testemunbo de nossa crenca. Palacio da SoledaJe 4denovembro de 18-ii. Joo Cispo Diocesano* COMMANDO DAS ARMAS. Expediente do dia 9 do pissido. Oficio Ao Exea, presidente, dando-lhe os esclarecimentos que pedir em otficio de n acerca do assentamento de praca e ,,-o'vinciasonde foro recrutados osargeo^ 10 l'edro Biserra de ftloraes, e soldados Jos Joa juim de l'arias, e Manoel Jos, addidos aidepjsiio. Dilo Ao lente coronel commanJan- te d< deposito, dando-lhe varias disposices sobre u pracas que tinho de embarcar para aceite no dia 5 de coveab-o prximo vindeuro e mandando com antecedencia pas- sir guias, que deio ser organizadas Por provincias, na conformidade das oid-ns a es- te lim ealabelecitlas. Dito Ao comandante da escuna de guer- ra Fidtdade, mandando-lhe apre:entar para ser transportado a Macei o ex-soldado da guarnicoda Uahit Taejdoro Pereira dos Sanios. Dito Ao prefeito da comarca de JNasa- relb |&ccu34iido fecebiio oseo otficio de a7 desleme e a apresentacaj dos recrutas Josa li ir bisa. eMinue! Jos. Portara Ao lente coronel com-nan- dante do deposit>, remetttendo-lhe o eonse- Iho de d'.recco feilo ao secundo cadete sar- gunt'Augosto Leal Ferreira, e ordenando i que fjsse elle recenhecido cadete da primeira classe na forma do alvar de 16 de marco de I 1757. dem do dia 3o. Otficio Ao bxm. presidente cammuni- cand.i-lh. a fuga de dous recrut.as e pon- derando-lhe a necessidane de serem hoje a tarda removidas para a forlalest do Bruna todas as 1 rae liesse lugar, que pelo corpo de polica s for- necesse ui.a tacjlia de 5o hm8nsr, commin- dada por 1 oicial a qual daviii de etar no Quartel do Hospicio as qualro horas da tarde Dito Ao tenente coronel comman lana do deposito disendo-lhe jqae em vista do seo omcio desta data no qual partecipava Tuga de dous recruias havia. resolviio faset passir hoje pelas qualro horas da tarde pa- ra a fortalasa do Bnm, todas aspracisqua devio e n!.areir n > da i para a corte* cujas lira cas deveria ser escolladas por urna loica de 5o homens, commandada por um olhcial do corpo de polica que as horas aci.nain- dicadas se lhe apresentaria. Conclua man- dando que o conseibo de nveitigaco manda- do proceder cjntra o sargento commandanta da guarda, e soldados que se a havao de senti- nella na occasio da luga dos recrutas devia estar promptu e entregue ateo di a a. de no- vembro. Dito-Ao prefeito da comarca commani- cando-llie a fuga de dous deserlores a fim de ru fossem aprehendidos, edisendo-lhd em resposia ao seu olhcio de hoje que ricava entregue do recruta Claudino Laurenuo Rodrigues. Portara Ao rommandanle do deposito, mandando d'urden da presneorii communi- cada em olhcio datado de hoje dar demissid no dia i. de novombro vinlouro ao segundo sargento Pedro liiserra de Aloraes, e soldado JuseJoaquim de Paria, ambos incjpses do servico por molestias crnicas que padecen, comprovadspelajunlade sautfe. CORREIO. O brigue bom Jezus recebe a mala para o Rio de Janeiro no dia t do correte as ho- ras da terde. Existe na administradlo do correto geral desta cidade os seguinlea autos viudos do Bid de Janeiro p< f > brigue Margues do Pombal. Auios entre parles; Joo Minoel da Ohveira Miranda e fgnicio Gorrei* de \lello dito dito Marii E i,s do Garmo e Francisco An- tonio da* Cbagas, dito dilo a fascuda publi- ca e os menoies Va3co e Garlos, fainos do filudo Joo Evangtlisti Aauriro d* Gama e, seu tulor aiio dilo Joo Caihs da Si'.va Guim.res, e Anlouio Frahciaco do Reg Barros, Rtn di ment da aleza da Recebedoria de Rea. das internas genes no mez de ulubrj p. p. Asaber, Anuo do exeaiao ndo. Rendimento geral. %, Disima mo-morti. Uiiima de chocelliia !S*" 't blitilO H *M NJMBDC m I JMeia siza de escravos Rendimento aplicado ao papel. I rnoslos de barro* do interior dem de seges e carriubos Taza de U rs, por escravos Anuo correnie. Rendimenio geral. Direos novos e velhos Dito* de chancellara Verba de dita Disizcade dita Impostes de letras ejuizadis Matriculas do corso jurdico Caitas de lachareis Emolumentos de eerlioes Lfcudemio de terreis de marinas Sita dos Leus de raz 11 Uooo i:523i52 58U8jo aaU8oo tiaUOO I16600 185U663 67o> i5o atU543 3:jiaUooo 3aUooo U96j ia5Uoou 6 2i iUoo Aprecio muito esla nova pro va deam- tatle que se dignou dar-me o vosso augusto so- 1 era no. Communicado. Somente o deiejo d'enxergar defetos na - Etitrou liontem ( o de Outubro ) do Rio excellente administrado do Exm Snr. Ma- Brtnde, cora 6 di. de viagem, o patacho I noel de Souia Teiseira poden dictar a Rendimnlo aplicado ao papel. Importo de lojas abertas Dlo de seges e carrinhoa Dito de D rs. por escravos Sello do papel io;4?5468 079U600 13U800 2 5 Uooo 11297 L' 680 Total i4:5aSUi99 Recebe Jciia 3 de Novembro de 18 ji. O Escrivo interino, Jco Rodrigues de .Miranda, Flores. A nica noticia de importancia que por elle veio he a de ter marchado o exercilo im- perial a tomar quarteis de invern pe to da Cachoura, _ s. PEDRO DO SL. Quartel-general da i. diviso a3 de ja- Ibd de 1841* Oidem do dia em additamento do comman dente em chefe. N. 73. O biigadeiro rommandanle da primera di viso do exercito manda transcrever as se- guintes parles dos dislinctos coronis comman denles de segunda e terceira brigadas de Hi- lan aria que i'eiem parte da mesma diviso , relativas ao ataque havdo especialmente pe- les lorias rebeldes em ?eu mximo contra os Continuado dos devedores de impostes do banco. Jos de Almeids Cesta , Furluntlo Cerdoso de Gouveia . Antonio Domingos l'into , Antonio Teixeira Lopes Jnior .. . Antolonio Jos Ccelho do Rozarlo . Francisco da Silva Medeiros , Joaquim Antonio Pinto Sarode Joaquina Leocadio de Olireira Giro 1 fies . Administrador da caza do fallecido Anlcnio Marques da Cosa Soares Ating Altinbuns ..... Christovo Altiobuna . , L'awis e Companliia . Jos Antonio de Carvalho . . Luiz Borges de Siqueira . Jcaquim Manoel Carueiio da Cuuha Afondes e Uliveira , . Luiz Amavel Deuourcq . . Joao b'aptista Guimares Peixoto Firmino Jos Flix da Roza 40U000 bravos batalhes us. 1 3 5 e >o. -Illm. e Ex. S.-Tendo sido os movi- mientos do ttreeira brigada de caradores, sah nuu commando executados no fogo de hon- tem contra o txeicito rebelde dirigidos sabia e denodadamente por V. Ex. ocioso he la- xer qualquer narraco a semelbante respeito ; e a re'edo junta mostra o numero dos mor- ios e feridos. Vuu em abono da justica , recommendar a V. Ex. a briosa conduca dos ' 1 nenies coronis comman ianles do terceiro bjtalbo de caradores, Joo Francisco de Mello, e do quinto Joo JNeporonceno da Silva assim como dos dignos clli -i es des- tes baUlhes ede meu ajudante de campo o alteres Jos VlarlioJ, que coro nctividade cum- prio seusdeveres. Dos guarde a V. Ex. Acampamento na estancia de Jos Ferreira a3 de junho de ir<4i- Illa, e Exm. Sr. Antouio Correa Seara biigadeiro commandante da primeira disivo. Luiz de Franca Pinto Garcez co- ronel-con mandante da teiceira biigada. -Illm. erxm, Sr. Ten Lo a i.onra de remeiter a V. Ex. a relado dos morios e f- lidos que leve hontera a brigada do meu corn- il ando, debaixo as subios direcces de V. Ex. , cuaptindo-me iulormar a V. Ex. que tanto os itnenits-coroneis rommaudantes dos 5oUooo I dous brtialties >evero Luiz Lavareda Frates, 3cFJooo e Joo Feliciano como todos os officiaes e 2t>Uooo pravas de prel se condunro coa muito valor, loUcoo I e qoe o lenenie-curonel Frates nao obstante arUcoo itUooo ao Uceo 9 Uooo 90U00O ibUooo 90U0CJ 1 75oo I a Uooo II Uooo uUeoo 40U000 i>U 00 (Continuar-se-ba.) NOTICIAS PROVINCIAES. Recebemos felhas da Corle, que alcancao al 15 de Outubro p. p. ali reina a tranquil- ldade. No Senado em os das 5, 6, e 7 do p. p. tratou-seda ci cacao do Conselho de Es- tado ; nos das 8, 9, 11 e 19 da reforma do o seu mo estado de saude esteve no com- n.ai.doco segundo baUlhaode ca^wdoics as- sim como que o ltnenie Bacillar do mesmo, texe oct siao de ser mencionado por cobrir com a sua companhia a retaguarda da bri- gada. Dos guarde aV. Ex. Campo 93 de ju- nl o de ib4i. IiIuj e Exm. Sr. Antonio Lonta Stra , censura que fex o Redactor da Ordena decisio que deu S. Ex. a cerca da demis- sio do Procurador e Fiscaes da illustre C- mara Municipal dasta CidatJe : a super8cia- lidade com que a Ordeai tractou dest questo demonstra 8 improcedencia da cen- sura e que se spproveitou avdameote da occasiio para satisfacer o despeito qoe nu- tro chamando precipitado a este alto func- cionario que em todos 01 seus actos tena procedido com louvavel prudencia e esern- puloza circunspecto, o que Ihe teo gran- geado a estima, e symijathia dos bomens honestos. Per esta occasio lamentamos que nao esteja no exercicio da Promotoria Publica o Snr. t. Nabuco para cbamar a responsa- belidade este peridico que ta de leve e inconsiderad ament irrogou grave injuria ao primeiro empregado d Provincia digno a- lis de todo o respeito, e acatamento pelo a- certo e imparcialidades com que'se tem havido ; a inj ura he muito mais grave do que a que molivou denuncia, que deu con- tra o Snr. A. J. de Mello e era por conse- quenca natural que Ibsse maior a sua indig- naco. Par proceder a censura era de mister que a Ordem provassa que illustre C- mara Municipal eslava autborisada pelo seu regiment demittir os referidos etnpregados, quando bem Ihe parecesse, e que por con- secuencia a decisio lora dda sem exame e nflixio sobre a disposico da Lei ; mas a ordem nao aventurou huma t observaco , iimitando-se dTwr que era preciso nao ter lido a Constituico nem a Lei do 1. de Ou- tubro para assim decidir. Nao se pode dar huma rao mais esfarrapada e nem mai- despida de criterio. A Constituico garante ao Cidado o direi- to de uo estar sugeito se nao Lei } por tanto o Exm. Snr. Presidente nio poda ja- mis consentir naquillo que pela Lei nao fosse authorisade ; ora a Lei do 1. de Ou- tubro determina nos ails. rjoe 8 que os pro- curadores e fiscaes sirvSj por 4 anuos, logo thea tem garantido os empiegos por este lempo, sendo incontestavel que. quando a Lei tem marcado o lempo, que tem de ser- vir qualquer empregado este nao pode ser demillido durante este lempo, e se malversa no exercicio desle e:nprego, est somente su- geito as penas em que bouver incorrido e que Ine devem ser impostas na coniormidade das Leis. Seria repugnante que teudo a Le lixado o'lempo da servtutu do empiego pj- deise o empregado ser demillido ad ubituai , porque eulo de nada seiverii esta fjxavi de tempo : os Promotores Pblicos por ex. sao nomeados por tres anuos, mas niiiguem dir brigadeiro-command-nte da uc possio ser demiuidos antes de ureenchi- Cdigo. Na CamaVadosSrs. Deputados oc- P,,02e,ra dm,ao do txercito. -- Jote teman- do este lempo ; e se comellereai abasos on. cupaio as sestees de 9 al 11 oa negocios da des dos &-mos l'ertira, coronel-commandan- mJMe e prevaricacoes, a Lei tem previ- Parabib, um retratado do Arsenal de Ma- ^ da segunda urigada. nidos estes casos a fim de que sejao punidos. linha, eum contrabando no Rio Grande. - O niescco bngadeiro commandante da O Sr. Honorio Uermeto ( arneiro nha sido nomeado presidente da provir Rio de Janeiro, ficando na vice-presidenci.'; f1"1" Pe,os f o Sr. Vis-conde de Baependi. |lidos de *ao v"> r- Hontem (g de Outubro) o Sr. conde de S. Marlinbo teve a honra deapresentar a S. M. o Imperador as insignias da oidern da Annunciada, que S. M. El-Rti de S^rdenha acaba de Ihe enviar. Constao de hum rico collar, e de huma commenda de ouio : he a ordem mais distincta daquelle rtino, e consi- derada como immediata ao Tosi deOuio : poucos soberanos a tem. Eis o discurso do Sr. conde de S. Martinho. Seuhor El-Re meu amo, querendo dar a V. M. I. huma demonstrarlo do a- pxeco qcc faz das relaces de parentesco e a- xnizade que ha to longo tempo, existera en- Lca ti-' divisio rende aos Ss. coronis Luiz da Fran- incia do' ^a P>nto Gaicez e Jos Femandes dos Sanios Ptrtira pelos seus compuilamentos assigua- ;ar vtlor e sangue iio no a- laque de bonltm os mais sinceros e cordea- es elogios; stmeibantemente os faz aos Srs. Icneuies-ioroneis commandautes dos sobredi- tos qualro balalhos ; certa 1 ente que a nao serem este cor pos commandados por lj dis- tinctos omciaes e as duaj brigadas pelos re- le idos (tufes cujos nomes sej ba mullo sendo conbeiidta no br.zil o pouer ser fi- l do nuio e giavado nos coi ucees de seus patricios, terio de ser menos ten i veis aos inircigos do imperador. O Ijiigedeiro iui satitfeiO com a distincta conduela dos ofliciaes que compoem seu esta- do maior os Sis. capuo . Jos ballbasar daSilveira, a.leres Autonio (warlini 1- Quando o empregado pode ser demillido ad libilum a Lei nao ni .:ca lempo algum pi- ra a sua serventa , e bem sabe ordem ' ir asduas augustas Tamilia de Braganca e le,e Stba,u, dft C,ux que se acha va junio Saboya j e recordande-se sempre com o mais' *-0 bngadeiro em servico lenle Josd uer- vivo recenhecimento da benevoledcia cen naid.s do Canto e atieres Jos Carneiro da queoi acolbido pela familia imperial S. A. Sercnissima o Principe de Saboya-Garigna- n, seu primo, offeiere a V. JM. J. as insig- "ns da sua ordem suprema da Annunciada. Cabendo-me a honra de apreeenla-las a V. M 1. atsim como a caita regia que asa- cotnpanha -, epioveito a occasio deexpre- mir de novo o vivo desejo que anima o meu augualo toberano de apertar cada vez mais o vnculos que unem as cortea de Sardenha e do Bruv, e rendo de nevo a V. M. I. ahv- ixena^em do meu profundo respeito, S. M. I. dignou-se responder: Fouloura sendo Lem saliente o risco em que sempre estiveio oa Irel pnmeiros destes men- cionados e beui assim ocapito com exerci- cio de n ajor de segunda brigada de infauta- lia o Sr. Francisco Vctor de Mello Atbu- querque e ajudanie decampo do respecti- vo cou aanaiiie Sr. leueuie Joaquim Jas neS. boi assa* vatoioso o comportarneulo uoSr. ttnenle de terceiro corpo uc cavalia- ria que toamanava os aliradcses destu ar- ma hjai.oei llarieio i'erciia Pinto. Anto- nio Conea Seara. ( Do J, do Commercio ) que os empiegodus sao no.neai'os ou viili- ciamenle ou | or lempo certo e piehxo , cu por lempo indeterminada e que esta uis- linccao tem diversos efieitos que se nao de- vem de contundir. S<:ndo pois os referidos empregidos da C- mara Municipal no.i eador por qualro annos , nao podia jmtis ser demitlidos antes delles preeuuhidos, e se por veutura tem malver- sado a illusire Cmara Municipal os devia punir rom as penas que u.aica o seu regi- ment ou tazel-os pui.ir pelas aulbondades cempeteules como o caso losse seui que ja u ais podesse uzar de uuu dueiio que a Le nao aulboriza antes repelle. O laclo de haver a illustre Cacara Muni- cipal conservado os empiegados que pre- leudeu deminir nos seus empiegos de na haver-lhe cassado a uooieaco, depois de preenchidos os 4 anuos importou huma nova nomeato, que eslava garantida pela Lei do 1. de Uulubio, tinto maia quanto ap- , rovou as conlaa do Procurador deu-ilu precurato e deu di'erenles commissea aos oulrus empregados. Por tanto a decisio do Exm. Snr. Presi- dente da Proviucia bem louge de merecer censura e ue incorrer na peca de precipi- tada com que lo injustamente a alcunhou " a Ordem loi Lascada na Lei be digna deelogius, e abona a imparciatidade, e rec- lido que carcter i sao os actos deste Cids- do prestante, que, honra se Iheej'fyita sempre tem prescindido das pessoas e con* sideracSes particulares quando tem de desempenhar os seus deveres o qoe ae por hum lado Ibe tem trasido o despeito e de- safeicao de poneos por outro lsd j lbe teax grangeado a eslima e considerar.) geral , e far com que a sua administrado aeja de feliz recordado. Correspondencias. .. ,. ___ ^ Snrs, Redactores. Eu nao desejava em tempo algum escrever para o publico ; por que nunc live a louca prelencao de me fazer conbecido e celebre escriptor : nn ma quiz apparecer na icen pu- blica por que ja mais ambicionei o presti- gio politico. Retirado ao centro de minha Ireguezia nao busco outra gloria, se pao ' que me pode dar o comprementodjs mens de- veres paroebiaes ; mas lendo o seu Diario N. a 17 j e deparando nellecom a corresponden- cia de hum -Queixoso que pretendeo dene- grir minha reputado em objtctcs mes- eco tendentes ao neu ministerio de que sou sem ulani 1 asss zelcso se nao como devo , ao menos quanto posso nSo devo deixar de aabir a publico, e deender-me afim de que o meu silencio nao c' motivos acrer qoe de certo obrei aquillo deque me ecusa a venenosa peona que escrevinbou a din cor- respondencia e me cllereco par respender s perguntas que aos Srs. Sedactores faz o dito queixozo ; e para isso prcmpioestou sem temer ao meu calumniador 5 na certera de q' este nao capaz de apreseatir escriu n ah oa provar, q' eu arbiliasse ou exigiste por iiuiua ceriido de bap'.ismo a quantia de loojf rs mas como nao queria sabir a campa seai conbecer o atrevido inimigo que mu ataca , peco aVms., que se dignem de declarar o nome do autor da predita correspondencia , ou elle mesmo se lem coragem o queira decla- rar, para en'io responder com toda aclare.a s suas perguntas sob pena de ser julgado desde ja por calumniador. Rel va porem a- gora uuer que eu desconheco inteiramente o meu adversario ; por quanto me nao lem- bro que desse a meas paroebianas o menor motivo de de:sabor e no conheco algum berinnaence que capaz seja de calumniar anda o seu m.ior inimigo e lancen'o as miabas vista por eotr'elles apenas descobro certa bgura que com quanto eu nunca a of- fendesse consta-me que hum pouco an- tes de ppaieuer em seu Diario o Snr. Quei- xozo injustamente muito estamagado tirara coiomigo por Ihe uo cooce der luenca parase baptizar hum neto seu em as casis de sua le- sideucia ese cao loi queco assinou a refe- rida correspondencia creio que por insi- ouaces su*s ella sshira a publico e para me tirar da duvida muito desejra conherer o meu aalagouitla adverliudo porem que elle nao pode ser se nao algum desse entes dege- nerados, e infelices (pesie da sic edadej \ue ) se nutrem em calumnia", delrar e abocanhar a honra dos no ajeas pacitieos e at daquelles de quem se tazem 1 .unos amigos. Rogo ibes, encarecidamente, Srs. Redactares, a iuser- co destas linbas em seu Diario que muito ubrigado Ibes cara esle que se preza ser de Vms. mutio atlencoso repeitador eobriga- do Villa de S erinnaem arj de Outubro de 1841. O Vigario Demetrio Jacome d'Araujo. Snrs. Redactores. Te m ou nao ten a Cumara Municipal o di- reilo de dimitir os seus E-juureg.dos ? Eis a queslo que presentemente faz andar todos par ain com as tabecas pelos ares, e sobre que pro e conl ra se tem di o bo- cadinhos d 01ro em mais empoiados discursos de quaulos s e tem preterido no 'palo' da 'ii- aldade' j grandes e pequeos velhos e mocos, lodosquerem tcllar querem giilar, querem escrever, e o quemis hea'mesma Comadre Franceza a quem muito conven] sem exima sem licencia e sem dizer o que quer ser da geuie empiega-se no pi exer- cicio de bixar parleijar, sangrar e mamar os cobtes dizem promelle tomar a deleza dos biseca que ludo couseulem. Nao ser uilicil accredilar esla balela porque se hu- ma surtida ao pai* dos habilos aulboriza enleuuer das L.i, e inierpielar a Legis- avo que direito nao assislna a huma t/r- leira que lano lem visto nos paizes baixo?, e com tantos direilos e torios hade ter an- dado entre as unbas ? Diga o que quizer aSanhor Comadre , que nos lambeai diremos o que nos pare- cer, e o que de melhor temos ouvido u tal nSSiri g ^NAAned Brr.-Ta respeito : e vem a ser -que a Cmara tiaha razo, e linba direito para demiuir seus Emoregsdos. - Quando o publico com lingua de palmo nao bradasse por todos 03 ngulos desla Cidade contra a Cmara por consentir taes teladores das suas posturas ; be certo que cada hum dos Vereadores tinho na cara dois olhos que a trra fra bao de comer e com elles deviso ?er carrinhos a desfilada cavallos aos pino- tes pagseios atravancados, porcos, e cabras em procisso pelas ras ; atravessadores sem numero j correctores infinitos, que nio da- vo lugar a se apanbar em primeira ruo ui-m huma cambadinba de carangueijos e tverneiros vendendo ao povo sem conta sem peio e sem medidas para que tirando-se de seus cuidados hum dia, que chegou tar- de ', batesse no oibo da ra com quem devia e nao fazia respeitar as posturas em beneficio da mesma Cmara que dabi bavia alguus tantos reis e do triste povo que ba muio come gato por lebre sem outro remedio que nao-fosse chorar na cama que be lugar queli- te. A vista dealas verdades, e d'outras acuitas, que se podiad refeiir e nos todos vimos, esabemos, como negar a Cmara a raso 00 seu procedimenlo ? Resta-nos dizer alguma coisa sobre o direito que Ihe assis- tia a ver s liviamos a mesma Cmara do cas- tigo que o Legista do Drio N. 2^7 diz el- la merece, quando gria ao Promotor e o convida com a ua nlgaiarra, que aturde mais do que a berraria ae huma velba quando hrada por Sao Liento na presenta de algum Aranhivo io nomine da Lenta bora i ' A Cmara nao podia demiuir os Empre- gados dizem huus porque na Lei do 1. de Uutul ro de 1828 nao he expressa esta fa- cul ce. I\o pode dizem outros, porque os Em- pregados sao nomeados para servil em por i Ei.r.os, e al l quem liga que nao podia , i.oique ero bous mucos, e imi.o familia 1 l Vamos a cotilas, (^uem nao v que se nao est txpiesso e fcem expresso na Lei esle d- 11110 lamber se i.o encentra e.i. luda a Lei irligo que o proba para a boca ebeia se dizer a Cmara loi injusta a Cumaia me- rece ser frila e astada } acuda o Sur. Pro- autor ,# gtiites venl.o ver ppguem '. . ilo piovcca o liso ao maig melanclico llbeo do lono das baulas que dicidem questo.s ao seceo o que por a lutio t!o scula 1 i Quanto a tarraza dos qualio anuos que segura aos taes Empreados e em que se diz ellts eslo escarranchados e U fumts que ninguem Itie podo meter den- te j l.ubinoa njtli.or kmhrebea e sem du- vida Un bit ni a eslrangtira jorque nos t nao diramos a lamo. Segundo o art. 2 da Lei do 1. de Outubro os Vereadores sao elltitos 101 quiltro anuos e com ludo a Can ara pelo bri 2 pode laniar e excluir hum Vtrea- dor caso elle nao queira vollar a orem no luior das discusses isto he uo exercicio de l.um de seus aeveres; agora o Fiscal faltan- do aos seus deveres e deixaudo por abi ir tuno quanto Marta bou nao pode ser denait- tio, porque devem servil- quatro anuos; 'ora sejo la Juizes c0m taes mordomos i oeu pie ouviuqos dizer- 'quem nao tem j'hdiii.lu morre .Vloiio e mal se este pro- verbio se i;o vir verificado co os demitti- dos, que sobie terem | roteilores tem to Ltru procuradores de dentro mesmo da Cma- ra os quats sem piocura.a appello e a- ticpelhcom tanta luituna que ludo le sabe ao seu geitiuho. '' 'luds que tem orelbas ouro, todos que lem olhos vejo se i.o '' he de padrinbo tsta seguinte escpula. Como a Cmara no iiinripio de sua iutalaro nao tivesse em cbzequio ao art. >> da Lei nomiado seus lim- pitgaccs porque tahua houvero cousas e Lcuveio loiszs e Ulvez algum quiresse fa- ?ei tsqutcer esla obrigaco rom o bul de ver se escepavo pelo pau do canto, dizem agora que ts e tsquciimento esta Jalla ou este er- lotquivalea huma noniaio tacita que os otiitde ledra e cal j or aais 4 anuos, sem tabargo dos emburgcs, que nao se bao de ititLer perqu astim quer quem manda , Lem que ua possa a lace da Lei; esta iem- Lranca parece esqueiiaeuto. E que du tgoia a isto quem chama in- justo o prciediuenlo da Cacara s porque a Lti iiooiz clara ealerliuaente que ella po- de dimitir stus Empichados vendo-se ur- u ii eu coijeciuias e | resumpies o direi- lt que ti ni is mesaos fcmjrtgados para sem i.iu.laio e stm Ululo se ronse varem contra a >inlacle da Cmara, de Leus e do mundo ! '' Viva e reviva e quem diiemos que >iva ' Us iiileiessadus que querem qoe J vivo os Empregados da Cmara Moniripil de ss eviJencU q,,H elle fesonheceo na Ca- Espero Snrs. Redactores da sua hondada da Cidade de Pernambuco porque sj bans mar autiioriJa-ia sutficiente para decretar a- 'de mtndarem inserir estas linb&s m sua bem mocos e tem familias' ; embora gema quem " gemer embora andemos dando tooadas por essas calcadas descamadas ; fiquemos com as costelas amolgadas porque o carrinlio e o cavallinbo do padrinbo nos nao d lempo a evitarmos huma buiba-cinastra ', e eoi fita porque . ; como o que fica por di/er he o melhor nos nos callamos at vertos em que para as modas. Sou Snrs Redo- lores O Guarda Nacional. Snrs, Redactores. Nao pouco surprehendido deisou-uie o of- 6cio do Exm. Prezidente da Proviueia diri- gido Cmara Municipal desta Cidade, train M 1 ui.ii u au. ucua a malasia ; ufa he poi* valiozo o *r- conceituada folln para oesclaaecioento do 1 11 m.Vii f*,lT, ..''. ___ I* r 1 *. t It* lV-h guoento d'd,uellej que dizem que o Ga verno a)i na Portirji nao reconhece o direito d^ Cmara poij s afirma ,' que a Ciman sejulgara com direito. Depois disto fcil da ver que serila a Lei que creou as Cima - ras Altioicipaei a do 1. de Outubro de iJa8 e sendo a Portar de 3 de Fevereiro i83i . nao podeiia ser relativo a queslode nova le- gi.tjra; i. por que eru aiuolU a p~i- meira tegisUtara o e:ido o recorrente L-'.j- Cil, ufo poda deixar de ter pre:? ;i io 110 - ttedciodaCaTmra, do 1 1 j poisoccaiio- miia icixissio por nomeacij daaros pregadas no principio de algum* le.'ijis;:-'.- ; 2, ,ior quep:!iciiandi a 2. u legilata- r em ja ro de 18J, nao se <.oiii .j iti5 cripto em o Diario n. 235, relativo a de- lJ--'''! " iqoelle FucI di dimttaio qu,- missfio que deu e3la a alguns de seus era- J*sa c J .. ei 'iJi. E por Unto u ua- pregados e se'tellozodeve ser um particular d,Ja lJkii*'* da Pre'tidenoia : a Canaca 0- de seus direitos nao meno; deve mostrar-se cioza de suas attribuices urna corporaco , quebavendo mister de torca moral preciza de qne sejao regiozamente cumpridas suas justas deciz5es. Ella no entando ve-se lud- briada e privada de urna altribuicao impor- tante pela primeira Autboridade do Provin- cia que de certo deveria ser a primeira a rodear a Cmara do devido prestigio ere- conhecer a importancia de seus direitos. Os artigos 60 e 83 do Cmara o direi- to de nomear Procurador, Fiscaes tSup plen'.es destes os quaes serviro quatro an- nos. E' logo consequente e dimana daa pn- L.vras da Lei que logo que bajao Bndo os quatro annos poder a Cmara dimitti-los sem forma alguma de processo e s porque esta aulhorizaco lhe pela Lei outborgjda j nao sedevendo nem se podendo argumentar de nao ha ver a Lei empregado o termo di- mittir, por que tendo a Cmara o direito de nomear novos, isto nao pode elfectuar-se sem dixisso dos primeiros ; nem se ol-n Je o direito dos empregados qne forem dimitti- do.-, por que passados o j os quatro annos, que lhe garante a Lei. Nao attendivel a coartada de tacita nomeaclo ou tcito con- senso ; por que nomear que he a palavra erupregada pela Lei do i. de Outubro de 28, indica, um acto expresso, suppoem mes- mo certas solenidades e a nao nomeaciode outroa empregados nao pode equivaler ido- meaco dos meamos que j existiao; a nao no- mcaio be a negacode um acto e a nome- aco um acto positivo ou a nrmaco de um acto, couzas que de maneira nenburaa se po< dem nem devem contundir. Portanto os ar- gumentos deduzdos de conseulimenlos luci- los em cazos desta nalureza sao mui fdliveis , sao mes.10 iu oni'Udenles. A Cimara guar- dou seu direito de nomcacao para occazio mois oppoi tuna e de certo para rir que I se a dimisso dos emp regajos existentes fosse 'feta na primeira de suas USSOes ninjuem iulgar-se-hia offeudido, entretanto que como a Limara consentio que elles caplassem lu- cro por ib is algum lempo deihiiudo seu direito de nomeito a Cmara uju-ti [ a jamara deiermiua-se pelo arbitrio l a Ci- mera re^ula-se pelo sic vol sic jubeo E que piecedeuleslerriveis uo acrretjria se- melbaule doutrina Se valido e cooclu- dente o argumento do consent.uen'o tcito a respeilo de 9 mezes de servico, o tambera a respeito de >i mezes de um mez de i5 diis , de um dia mesmo por que uo est dezigna- do expressa mente na Lei o lempo desla pres- cripeo ; e se a Cmara oceupada com negoci- os de imporlaucia nao poder fazer mmediati nomeafo e desta se tratar um doui ou tres das depois da sua reunio dir-se-ba que ella tem perdido o direito de nomear seus empregados, por que a respeito dos existen- tes bouve um tacilo consenlimenlo 1 terrivel cousequencia que nada renos importa do que despojar a Cmara de urna das suas mais imprtenles altribuies que lem por m esbulba-lade um dos mais preciozos de seus direitos 1 Qoal o artigo que manda C- mara fazer as suas nomea^es na sua primei- brou e^a iv ;.* j;- agora em exercicio un dossaus direitos, qu por haver-se oecupiJo do importantes o'-.jictoj, ou mesmo para co- uiiecer ti idoneidade dos actuaos empregados bavia retardado} o Goferao central j re 1- ubfcea tu Cmm Maaictpal do Rio dej- neira o poder de demiuir a sea bel praier os seu; emurejidos poder de que lem lia es- lado e:a j.osjC como se va das auia au'.as transcr'.^tas nos Jorn-es do Commercio d-s quaes consta ha ver loito de.-nisses uiaiu da- noiesjij ptiaeiraS reunios- eolii.u respeitavel publico de Pernambuco. Sea Venerador e obrigado. D. Kooth; LOTERA DE N. S. DO ROSARIO D BOA-VISTA. A meza reidora da I mandada de N. S. lo lozsrio da Daa-vista tem determinado, que corno impreterivelraenta ae rodal da 1.* pule a 1.* Lotera no dia ao. do corrrntc 1 osbilietes acho-se a vedda nos leguiote Ingires ; no Kecife ra daCadeia laja de Cambia da Sir. Vieira em S. Aa- 1 ra do .0 ,: > loji do Sr. tVTeaeies Ju- ijr rui d) Cabula botica do Snr. Joo Vloreira Mai-jus j e na Lioa-vista loja di Sur, Raposa ra da alterro. THEATUO. Affoaco 3. ou o Valido d'El-Rei: Dram um 5 a.lo. li o que vai a S?ena Dominga 7 do cor-* rento em beneficio do actor Joze Mximo d'Almeid Cabral. Esta fjranda obra qu tantos aplausos 1 ida nasClJades do Porto 1 Lisboa, e flh de ianeira fez lem- brar ao Beoeficiido o isel-a representar com brilbantismo devido. Ella garante a seu Presidente da Provincia nio podo deu...- d 'autinr [ Falescidon Gidde da Porto doti- stgumdo a conducta dj Gaveras recoob na Cmara do Recita a mesma attriuuicio. T'io poien o E\ui. Presidenta sobro q'jom iiu--; recahir a censura pela esbui - que acaba da oier u Ca^iur Municipal yjr jue elle btit, iuteaciooado mas tslves pouco veisaiio na combins9o dis Lets le .-, de di ngir-sa a ulg im de seus amigos que junto aile se Sima oqual dj -vilo nio li:. fil- lou a .:. aae cota, romeite-o fazeudo as&ign.ii' urna acizoque icjj .i privar u_i. carpora^ io d j seus direitos, Sau SuiSi Redictores >a muito veusradoi'. O Adr-ido. Snrs, Rei-ictofes Tendo iido na sua bem acreditada folli* o. 239 o oanuncio que fizeraa os cinrs. Sais- sel &. Companbia bolirarios ui Cidade do Recife intitulan lo-se cono os anicoi universaes Americanos, por um diploma o qual oblivero do mesmo antbor po; lr.ler.me* dio dos Snrs. II. Foslex & Corupanhia. Eu tonlio a derlarar ao Respeitavel Publico que se t) diploma existe nao he verdaJeiro , pois quo jamis o Autor jjoutor l5. Bran- drelb encombio a Boticaria ou Doulor i.i- de era Natural aotes le ver o resultado de suis bem emprejiadss fidigas eontanto apea- nas imanaos deiJiie] os elo^io que Ih?s tribuiara seos campalri.itdSi Este be as far- |j Dracaa apreseutaeiaso misterio, das |. s he originada o e.iredo doi ai-tos e sao \ guintes! f. A Corte dj. A'onijo 3. li:' de Portagal, 2,0 A Constinciade M garre, 4 o A traicla e5, Osegredo. Persoagens darami D. Ailou:o3. Rei Aalonio Lapes Ribairoj D. Menda Va- l I o O Actor Beneficiado D. l'aia Peres Corris 1 Joa mi.a Joze da Gima \ D. Mar- ii.a de Freitis Luiz Jozo da Silva Carioca j IJ. Rui de Manetas Ela-iiherio Dornellis , U. Pernio lruom da Raima Aalonio Cie- tano dos Santos j Assau Africano, JooJoze Lopes. D. Mituilia Rain&a Jojana Alaria da Frcita Gamboa; D. Claia, eD. Branca sa- os ..m; Luiza da Coaceico, e Joisi'a Candi-; da do VJellO, Aextenclo da Pe;a nio admite ntrevalo a'gume remitir o Evpecticub cam o gra- ciosa Farca O Chapea P para ssptistazer seas beoigaos pntoctords e em particular aquellas pessoas que com elle gurn a renda das suas Pilulas co uo passo yo.pthiio de queja espera todi a eaadju- mo trar por documento por que donixa dessa capa elle fabrico as suas e as ven ic o pelas verdadeiras, desta mineira nao s rou- bando o diulieiro como a saude daquclles que por sua desgraca se fio nelies. O Doulor B. Brandreth nomeou aos Srs. O Flmel 6l C. no lio de Janeiro seos ngon- lesGeraes para o ' Imuerio dcBr^zii", co- mo mostr por documentos e ordenou qua estes eslabelececem um sob a^en'e em cada u- roa das provincias do Braiil par su-: canta, Ora nao he de supor que, urna vez que o Doulor Brandreth se resolveo a eslablecersu- as c-Z'S pelas provincias do Urazil cj.j o ni- co intuito da venia das suae pilulas incor* rendo em enormes despezas fosse nomear a qualquer por .ea agente, principalmente pira tugues a onde elle tem seu estabelecimenio. Lumen ridide de pilulas que pa^sao piL-.s verdaJeiras sao fubricidas nos Estados Uni- dos e como Ibes he prohibido venderem-as no p>iz, as remellem para paites eslrangei- ros com atleslados, ccrdes e diplomas talsos valeudo se desta mmeira da iguorun- cid que o povo nos pases estranbos deilastem. Fiualmente s lentio a diter aos Srs. Sais sel & Companlna que conlinuem a vender as vacio, indaresto al^uus bilbetesj o Ca- marotes us preiendenles poJea dirizir-sa uo Tsdlio o;iJ<: encaiitraio o Bsneticiado Priacipiar m Loras do cjstume. Avisos Diversos. nio ? O arligo y que dezigna qual | suas piluUs a too reis por caixinha a quem o objeito desta primeira reunio nem urna t por ignorancia i^s quizer comprar e itei- palavra diz a respeito de taes noo.eai;es, E' irruona a maneira pela qual euiaiou a Pre- zidentia a Por una de 3 de teveieno de xem o verdideiro .igen'.e socegadameote ir veudtndo as sus pois que em breve tempndeseoanrei ao rtspeita^el publico cam l3a isto dizendo nao saber-se a epo- | doiuaienios que espero djj tsudos Uuidos do cba em que Li baixada esta Portara jul- ghudo Ulei o Lxm. Prtzidente que poae- iu ser a demisso que faz oobjecio d ella , dada no principio de alguma legislatura mesmo aultior provanua que nem os Snrs. Sdissel & Companlna neu ouiro qualjuei nesia Provincia, as pode vender mas s sim o abaixo ass)gu.-do presentemente inorando timeramente couvem observar, "que jul- em 1-ora de iJort.? do pnmeiro sobrado do hda da mar grande, passida o becco largo, mas breve esubelecer sua caza n ra di ^a^do-se o Fiscal demittido injustamente e ecoriendo para o Goveruo lei a dimisso approvada e confirmada pelo Governa don- Cruz trto dos mismos Snrs. Susset & C crSiHIO A' LZ o 3. o N. ds MARCIANA 1 vende-se uo escriptorio da lypigralii I npirciil, ra do ColL'gia, D. l2 ou le timbem ae continua a veader a FAR- PELEIUA. asf* A Irmandada do Santissima Sicra- ;ceato do Biirro de Sinto Antonio tendo da dir principio a obra que tencin* fazer na reja precist de 8 duzias de prunxas de cedro de a5 3o palmoi, e de 4 duzias da costados dVnareilo de 3a palmos de cumpri- do e 2 de largo tanto eslet como aquellos, de superior quilidide : as pessoas que costu- m-i- foroicer madeiras queqaizerem toc- necer ditos prioaoas e costados, compira- cerlo parame a Meza Regedjra da me. na r- mandade em o seu Cansislori, boje 5 do u. i.ite para que a vista d >s coudices pos-r sa a Meza contraclar impreterivela-jats o lornecimcnlo quemiis conveiie.ita tur a ii- mandadj, ou ui falla da iicitaates deliberar1 a espeito coma eutender. O Escrva d.. Irmndid, i. H. Hj'&< Uiniz. ttsr Arrenla-se meUdi di pie - qu; ioi de Aiexudie Lo,e> Ribeiro uo tarta j >ii.- 10 a qujt serve tanto pa^a preus cono pira saque de asquear i ua ra do Vigario Nu- mero 7. *^ Qaaa precisar de urna ama seca, pin ra casa Ua pouca familia, dirija-se a roa da Cambas do Carmo, deatro do bsco coraut* ff ^estanque de tabaco. DIARIO DB PENAMBPCO O abaixo Resignado tendo de retirar- se para Portugal a tratar de sua saude pre- tendo vender o seu bem conhecido estal cimento na praca da Independencia o qual se ende a praso com bons firmas ou ero des- na ceiteza de que cabrado a presen lar do contrario ser nula todoequaliuer n^o::.; ; o dopots do faitee estes arranjos quer o o dito herdeiro ter epre- ferencia, %-r O roeio bilhete n. 5670 da priraeira parte da quinta LotetM do Ltaremento per- cbrigas rara coca a nrac nSotem divida aiguman,- lio a que neoX tenca a Se. Maneal W de Soma Reg, cede o seu fundo do airooa o .o desaseas aondor-ne. su. sgoa frii da masij. ^ sano se faz ver aos pretenderes a sus boa 0- calidade pois basta diier que be u.r d.s lo- iesdecalcadcs que r-ais fregueses; lera c$ pretendentesp-?d;io ver o bslancd N* eWifeiendas.'- Jos Antonio da Salva. tyPtrdco-se i.odia5- to 1 u-aa arma de prata ra rap dentro desde a ru nova cuoLoa da Carino at ao a d rus .... da Ar- bico da niejm quera instituir leve a ra pava laja tocio Ferreira da Costa Brega, que ser ra- liGcsdo. Sjjr Arren:h-sa pelo lempo de resta, on qa cor.veociunar-sa una casa coa soto com comDiod3 pc"J familia, porto do emba bastante lerreao 00 rado do oito c : o un I xao quai corto tuna grande cmboa, n o qual terreno pode-ae fazer ua lelheirp a 1 isa I e no lugar dea Cocaos j a tratar uo atierro da Boa vista bja c'2 seleiro* cy Precisa se de 600.000 a premio de uro e iteio por ccr:lj co mez Sobre pinhoresde ouroou prata ,e pedits por tea-po de 0 mees; quera quiser djrdiiija-se a Ordera e S. Theresa. Sjsr Uta emprega-Jo pobre da mesa do consulado, nodsa 3 3 ctrrenta pero'eo ou lbe liraroda algibeira da casaca 3o ooo em- brujados em um recibo sendo urna sedu- la de o.oo e a de 5.oco sendo asqueirad restituir entrenuem ao Gurjo, querecom- PARAOARACATY labe at o ra i5 de correte o Kiate Nacios] Flor deLarao- geira fot rado de cobro e o p'ioieira mar- cha ten parte da ergs pr.m; la ; quero quiser earregar ou ir de passi gem para o qet tero bous co"> dirija-se a ra di ca- dera b j' de fasendaj n. -7. PARA TRIESTRE o malta Velleiro Bri- gue Austrisco Uladislivo forrado e eacavilba- dodo cobre; quena quisercarregar dirija saaos seus .consigQtrios Me Calmout & Com;ia- 1 IRA BAUIA seguir ata o di* i5 do corrale cu totes sen 1 poivel o novo e de armsaem todo iadrilbado decantan'., pro- velleiro Brigue Felia D*lino ; quera quiaer prio para qualquer estabelecioento por "r erregar ou ir de passag jo quo tem colocado era boa ra de nerjacio para ver|oa mtlhores coaamodos pede entender-ae na ra esirei:a dolloiario D. iJi, c p ra Ira- com os consignatarios Asaorim Irmo r:i rita tar na ra da Florentina cois J. B.r. :, ", ,j cadeia i), ai. cr Gloria para o rio ; na ra ta Cruc ara a ni. 4>* los t doTerpo um a.Onete de paite Cun u:a da- no dia do crtenla e rtctbe cir^a lio mes- mente pequeuo coro uciu rcie'inhi era ct 1 mo OU ala al 10 horas ; trau-se coa iMaao- ma de duas lolbas tuimando uma fior es- ti Joaquim redro di Cosa, ira lado de uiul desde a L.o vista at o axial das 5 ponas, quena o tiver acbado iee a ra da Conceiclo da boa vista ola da uniltiio* _______A___t,r,,A^ m pensar com 10,000* TraspssstO-se as cbaves de uro gr nr O Sr. Henrique Jos#Br6yaer do Sou 7a Rangel escrivo que foi da cormrca de 1'odoAtho, queira mandar recebar dM rutas no fjrte no mallos prenca^de Joio Vi- de Ar-.u; .- ts" Alugaat dous serventes para.'ob" le pedreiro cu catro qualquer servico j quera pteeisar ennunrie lar O St. Femando Antonio SarrLcnto Ja fJaia, queira procurar um- caixosinbo do do/ .. 5o no Brigue Escona*Laitffl n c sa de I'iiv ino Jos taita di Rosa ,na ra da a oed \ n. t ; i. tar A pe 1 " Bnnu i t pre< i r e :..ra u..Ii (iiija-se 5 pOnlM vede J qaenos por preco mais coratnodi de que era outra qualquer parte : na ra do muro da penha venda de Jos Francisco Martina D. 37. sjs- 53 c tenias arrobas de cera de carnau- ba por pre CT Um bonito pavo chegd3 prxima- mente de franela ; no atierro d bja .vista e- cirn D. 19. BT" Um braco de balance grande por- tugus para armarem de asquear um vio laodejacaod trastejado de prata, um ol- ante oa troca-se por u n oculo de ver ao lori- ga uma canoa de 3a pulmos de comprido e com muita grossura para se abrir nove travs de camassari de 3i palmos de com- prido j na ra da ptaia a tratar com o Car- dial. Bjsr Uma prela creoula de idade de aa an- nos lava cozinba o diario de uma casa e engom-na liso um prelo de angola de ida- de de a4 annos proprio para o servico de campo f e umcavallobom para viagaes por ser bom passeiro j na ra do Queimado De- cioa 14- 1 < tST Por 60,000 uma cama de Jacaranda 1 e rauito bem feia j na ra e*ireiia do Rezarlo U. a5. L'm molequecom principio de redi- nhi, que ja d izo por dia, ladino, muilo sadia e sem vicios na ra de aguas verdvs por cima do ass-iu^ue D. 3. tZf Um carro in^lez dos chamados Tivo- 1S| no atierro da boa vista na casa do se- geiro Emilio. BP* Um cavallo caslonlift, gordo.de bo- nita figura ptimo cjtregador ate meio , por p'c',0 muilo commodo j na ra de agoas verdes sobrado l) 10, j- Barricas de farinha de milho vinda da Amarica muito propria para lser pao, e engordar cavarlos a 6joo a barrica 1, no ar- maietn de Joaquina onsalves Vieira Gui- marec defronte do dreo da Conceico. SST Uira negra rreoula de idade de aa . ?.nnos de bonita figura e um moleque de r prcciss.se elugar urna c. naru. ds PARA S. MATUCUS ccm.esco.a pe!a ano ^ fM do QueaJ0 De. a athe o Wca-t-go, que tena-! sabida Babia, rect 1 lo carga para atr-oos es por-; v s_r Um quarto de ambas as sehs por pre.-o commodo ; na ra da cadeia velba loja . do. tsr Para fora da provincia um preta de naco coziuba o diario de uma c . 14. tsr Taxas de ferro coido e balido em bom que ser graScido e 1 i a. o Escravos Futidos trr O.ie fafiu Jolinsion Paler & Com- parbia, por inltr^n-ao do Correlor Olivei-; so'l, no seu Compras S^ lerdeo-se u^a lola da espada na neuledo dia 3 do.corente da 1. o da boa vista al o Quarte) do li sp sio quem a ti- ver acbado e a quiser restituir podti entre- gar aor. Lapilo Coiiz, que sa lbe pga- la o echado* sar Pela segunda ver roji-so 00 Sor. Dr. Albtgsria darigir-sa a r..a c!o caldtiro U. 10 a tugocio de seu iuxli::. tSf Da-secinbeiro a juros em pequen* quantias sobre pinho:es ouro ; na ti.di por baixo do sobrado ao fallecido Moa tetro na ra do Alecrim. sjr Roga-sea certo Sr. caiieiro por alca* sbo C. B. que baja da se importar coma ua obrigacao, e i.o de fallar da viua atbaia, seaao quer ter. o dsgusto de levar -, L'uiiaer mi des bbillards tsr Quem annunciou querer comprar es uoutes de ung dinja-se a praiinba to Li- vramenlo loja da viuva do burgos. SJ9T Jos Esttvo de Lairos L-bo n ioi herdeiro e encabezado no ex eogenho Gu- tugucia e de aovo levenudo por elle fa sciente ao espeitavel publico que neubuma ptssoa podei coxprar parte3 do. dito enge- nbo sos intitulados beideiios porque nao apreiento titulo algum pois aind nao se paotedeo invenlaiio para eato baver titulo por ende possao iazer ulgama venda no caso de ibes tocar aigums couza e depois de ii- XZT U^a casa terrea na Cidade de Oiinda, sendo nis russ de S. liento, varadeuro 5. Pedio Martyr Malbias Ferreira Bj-.o 6m , 4 cantos ou Amparo e que nao exceda de oo,coo , a tratar cem o destribuidor do dia. lio eas linda. I relo cortador e cozinbeiro ; co ta!ho defronte da cadeia. SST Uma negra de idade de a5 annos , que 1 Se lenba 1 icios ; a tratar com Manoel Antonio di .Silva Meta na ruada cadeia n. 6. Apessoaquesnnunciju querer con- ,ra do'grajade a variado sortiaoenio de fa- "" P-ra engeubo j aa ra do Vigario nu- prar as noutt-s de ung, dinja-se A ptacinba z-iasde prompta extrago sexta feira 5 ' do LimizcL'.j loja L). u- de Noveiubro *>8 10 boras da matih , s#-Aluga-se uma unii agoa na ra ve- armaiem di tua da Madre de Dos. Iba D. 57 na u esna piecisa-ae a lugar duas pniasou colenues para vendern eieite dbs tardes. tsp O Dr. Pcreira avisa a:s seas consti- tuintes, que elle n.udcu a sua residencia, pea a iu do langel io ptimero Ldur do sobrado D. 18, e eaj que r. ora laxb^m o Sr. Dr. Fernando Allunso de Mello no ee^uudo andar, t^- L5o-se 800,000 a premio j i.a ra do Liviamento D. 11 te du. i.uncie. tssr Uma porco de cera de carnauba de superior qualidade, e outra porco de sola e rouros miudos ; na qnioa do beco da Congrega^oleja de Jos Estoves Viauna Lie- rima at \^f Uma preta de necio anda moca la- va engomma ; cozintia e he quilaudeira 5 na ra do Nogueira . 9. cjt Um bonito cao U agua ; no becco do pocinho da l'aneila . 1 lado do niscente . tsr Os avidmenlos de uma jangtda de pescaria ai a di r.ovos consUndo de vel.i, re- mo bolina poitos e piuambaba ua ra da prai 1 dcfioule di serrara do Sr. liotelbo. jLmT Os l;v.ros seguidles em booa estado; uma {a.n 1 alna ingleza por Constancio, Ucaltrrenoou uma casa, e mes.o u i.a g.Oelria de Luciides uaaa ariibme- um pequeoositio ,seodoludo ua estrada do lica ue Be*uut, duaSgeograasdeGaultier , mondejo athe a cstiada de S. Jcee do Man- \ U,D diccioarto francea um IVleuaco, e um G,.iubo,onde Joo de tarros, e soled.de atl^s geogrfico} no pateo do Hospital do .ue vaip ra o rcanguinho i quem tiver aa- l'-iaiso venda da quina que volta para a ra da 10U isy Una escrava boa lavadeira evende- deira de f.zendas em casa de Jo o liuliuo ______,---------------------- da Siha Ruaos, t7* Urna neginba de idide de 12 annos,P*bW Diciidoarosclacuos, histricos gco- cose fas lenda esaLe lidar com eiun9as ; gruliecs e metbologieos para uo geral e aeste Ty.ogriO. 0T aa molata escura case, faz renda, e rczir.ha o diiiio de uma caa a i.u 1 lem u.uiloLom ieite 5 na ao,Loi do Carxo U. ti tsr Um bom cava lio peilrcz c^m lodos os .indares ordo e bonito e serve para car- ro na la dirtita paduia do Macbado. SST Um lobo tiro de {aao com as suas compeleutes tabolas tuuo eui meio uzo as 5 puntas venda D. 51. fi Um cavul o russo de idade de 5 an- uo sttu deleito a;,um caritga e alopeia , e oplioio para viagtua ; 110 asseugue ueluii- te da lidtia. Sr Dnicas com Ireu ditas com snlilre , faiiuba de triga ordinaria para chapelai'O , e saces eom Urclo ror jiitco coaimodo j ua ra das Cruzes U. 9 Vendas ", f~*mt gwii,uuM e L-pois de 11- ra Uas ^iuzes u. 9. v..w, .. u.i w uu>i,u mucuu ^ l... .------__ _----------------------------------------- yuidarjse as cenias que o dito heideo en> T Frascos de laujarino grandes e pe- sr Gomma ae aracuia ( seaienle de co- iibit-iFt MA 1'lflVUiJ Mi r. DEr'.-i^i partieuiarnieuto ;>aia es Samiearios col- gios e aulas um pa'tan^nim acabado de no- vo e mu beai dourado um sobiado cjm bura quiutal uiuraao e cacimba no boirro de S. Amonio uma porco de sacos do farinba da teira por preco commodo us tua da cadeia do Raeife n. n. k-.~ Um sitio ua passsgem da Magdalena com boa casi de obrado com giaude BS- Itibina coxeira um terreno qui vai para o 110 e uma ularia com cem palmos de len- le e 1000 e tantos de iuudo que val para o 110, co u bur dentro da nesuia para lijlos e te- nas i e alguna terrenos a palmus pata se edi- tes casas j e lao.bem se aiuo catas para Bfl possar a lesta cena muilos bous commodos , abeira do 110 e com bani.elio uo sitio caju- eiroj a tratar com Fraucisuo Bi'oeiro de Liriio DeBapareceo na tarde di dia 26 do p. p. um negro da inrne Agosliubo do atierro da Uoa vista iudo em Cirupanhii de sea snr. julga-se ter sido furlado em ra.o da ser do mallo e ser muita moleiro be de eslaiara regular un tanto secco do corpo , representa ter 4o anuos de idide lilla mui- to de=caa^ado levoj vestido calcaa de al^o- do brauco ecamisa decbila ; quem o pe- gar leve a ra da a leia do Rece luja de S.* o da Cunha Magalbes que sera gralilicaio. vjr Desapireceo de a n sitio 111 passa,;en da Magdalena um mulejui de nome Luiz, represeuta ler de idade ua li anuos esti- lara ivgul.r vestido de csl.as e jaiaeta dj panno de algodio azul e ch ipeo de cistor ou de seda preta e levoa esleir e uma biela ver- de ; quem o pegar leve a 1 ai do trapiche no- vo n. 17 que ser recompeosa-io. S27" No dia 18 do p. p. lugio do segunda sitio ao peda ponte qua eulia para a estra- da nova da Oapuuga o pie:o Baribolomeo, da estatura regular, secco, roito descarnado , retinto da cor e feio oluos encarnic, 1 lo-: , parece ser veltio represeat< ler o anuoi de idade lem alguus cabeioi braneos na cibd- ea e os d birbi jireles f he bem fallirile, e gagueija aljama cau>a em se Ihe ex'giulo resposia teai ni cauela da peina direili umt chaga e por isio esta parle fie mais g'osia do qae a oaira tea alguuj dlos de aobos os ps uro pouco comidos p.i eueaio queinaJjs de soite que visivelaiuoU se dnulg < eess def- leito quinJo aaJa he um linio apre>sidi, e estutiado lerou caicas de riseado azul e caoaija.de algodoziuo e oalra de oseta po? cioia; qu'Mj o pegir leve ao dito sitia j|0J s;i giaulicdo, MuViai^/itt> to i\itl NAVIO ENTRADO NO DIA 3 Rio de Janeiro ; 9 dijs Brigae B asileiro Mar.juez de IVoO 1 di l iia lo.ie. Caji Fernando Jos de AlnsiJa ejuip. <4 cirga fariuha de mandioca e &c. j a Ma- nota Jjaq uai .'nmose dlvo. SAUIDO NO MS5U0 DA Rio de Janeiro j cota escali pela Bi iii, Pa- quete Inglei Ranger Comaiuliale o i'eueule Turdet. SA 111 DOS ISO DI \ .{. S. Cilbari id com ejeata pelo liij di 5 f'Vari- cisco do Sul B g ie lirasileiro S. Alaru UoaSotte Cap. Jos Joa^uiua Di s dos Fraieres carga lastro Alarauhio ; Cuaiiui o/afi eir Carioca, Coinmandanle o Cipilo Teuente M.ruei Francisco da Cesta* entro tanlo de Lisboa de toceira com da *| trra ludo por preco commodo; a praca da boa vista D. 16. sar Fundos e lados da seda para chpeos ; de superior qualidade por preco commodo; nalrna da Crnz D. 4* 0=9> Uma propriedade 00 lugar dos Re- medios defronte da Igreja com casa nova de pedra. e cal com commodos pira randa familia olaria e duas casinhas tendo de frente t5o palmos de trra propria e alem destes, lu;;ir para uno grande viveiro e teca bom embarque } a tratar com Cfpriano Luis da Pai. car A posse de um terreno com 3o palmos de frente e i2o de fundo foreiro da Or- dena terceira do Carmo na ra que est de- marcada no fundo da mesan ordea ; a tal- lar na travessa de S. Jos a. 14 indo para a ra de Manoel caco. try Uma grande porco de bicos largo* e estreitos ; na ra do Livramento loja nova que azfrente para a ra do Riugel D' a. sar Cadeiras americanas coa assento de palfiinha ditas com assealo de pao, camas de veato de amarelo maiio bem feitas a 4 00a, ditas de pinho a 35oo, e piuho da Sttecia com i pole^adas de grossura e dito serra- do ludo mais em conta do que em outra parte ; na ra da Florentina em casa de J. Beranger. ...... j7> 4 escrevas mopftS com bots habelida- des duas dellas engom nao bem coseua e cozinho, uma dita pur 32o,ooo ptima para todo o servico de uma casa um preto moco de boa figura, um ralolato de idade de 16 an- uos bom para pagem um molerue de idi- de de 12 annos j na ra de agoas verdes cas terrea D. 37. |
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