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(Anno de 1841. Q11.1TA FeSa _Tndo agora dependa da nos meamos; da nona prudencial modera? cna, energa t continenlos como principiamos, a seremos aponladol coa admiraei* entre as Naees mais cultas; ProclaraacSo dassemblea Gera 1 do Brasil PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES! Cidade da Parahiba Villas de snapretsncao ." i S .' ."' Dita do Rio Grande do Norte, Villas dem. .' 3 * si r^-. k k/^-.i.m- \r;n. ij*m 1 -j PUASE8 DA LA NO MEZ DEOTCB. Segit 5>Ui; faiftu Dita da Fortaleza Villas dem Cdade da Goianna ' .' . ' .' ~ i . 4 ' i ' 3/ Cidade de Olinda .' .' ..'.. . ." 2 ; 5 . J ; Todos os dias| Villa deS. Anto ..'.:........... .. 3 ... Quintas feirasj Dita de Garanbuns e Povoacio do Bonito . i .... lo, c 24 de cada mes DitasdoCabo, Seriahaem, (lio Formozo, c Porto Calvo.'1, 11, e ai dito dito Cidade das Alabeas, a de Maecio .iili.... dem dem Villa de Paja de Flores.. ; ;...;;; ;:;...., i dem 13, dito dita Todos os Corrcio parten ao meio diai Qoart.ming.a 7-as La Nova a i4 as Quart. cresa, a m 1 as La Ckea a 3o as 6 h. e 49 m.da tard. 2 h. e nidatard. b' b. e 5o rn. da ruaoj 3b.e 35 m.da man. liare theia para o da de ao Outubro^ As 9 horas e 18 minutos da tarde. As 9 horas e 4a minutos da raanh. 20 pe Qufubro. Nm 9-3.9. " CAMBIOS. Outubso 19. Londres.;;;;, ag 1 |i d. por ifoooced. Lisboa...... 80 a 83 por oo premio por metal oflerecdetf Franca......3ao reis por franco. Cotnp. Venda. OURO- Moeda de 6/400 reis, velhas M#5oo 1M700 Ditas h na <#4oo itftoo Dius de#oooreis, 8I100 8|3ao PRATA PaUces Brasileiros - - i/6ao 1*640 Petos Columnarios ------ 1/620 i#64o M Ditos Mexicanos------- 1/600 i/Sjo ;, MiuJa.------------------------i/4ao l/44o Disc. debilb. da Alfandega.r l|8 por loo ao mea. I ojo dem de letras de boas firmas 1 i|a a I 1(4 Moeda de cobre 5 por 100 de dise. DAS DA SEMANA; 18 Segunda S. Lucas Ev*ng. Audiencia do'uz de {Direifo da >.* ?ara. lo. Terca S. Pedro d'Alcantara. Relacoe aud. do Juis de Direito]d 1. vara. ao Qnarta S. J0S0 Caucio. Aud. do Jniz ds D. da 3. vara? at Quinta S. Cecilia V. M. -- Audiencia do Juis de Direito da ij ?ara. aa Sexta S. Atarla Salome Anuencia do Juii de D. da l.' v; a3 Sabbado RjinSj U. -Reala.;, e audiencia do Juit de 1).' da 53 Tara. 24 Domingo S. Evsrsto 15. M. RIO DE .JANEIRO. MINISTERIO DO IMPERIO. Ulna, e Exm. Snr, S. M. o Imperador Manda remelter a V. Ex. para seo eocheci- mento a copia inclusa do Decreto de a3 do correte mes pelo qual bouve por bem pro- rogar at o ultimo da do fucturo mez de ou- tubro a presente sesso di assemblea geral le- gis ativa. Dos Guarde V, Ex Palacio do Rio de Janeiro em a5 Setembro de 1841 Candido lose de Araujo Vianr.a Snr, presidente da provincia de Pernambuco. DECRETO. Ilei por bem prorogar at ao nltitno dia do fucturo mei de oulubro a prsenle sesso da asssemblea geral legislativa. Candido Jos de Araujo Vianna do meo conseibo, mi- nistro e secretario de estado dos negocios do imperio, o teoba assim entendido e faca ex- ei utar rom oa despachos necestarios. Pala- cio do Rio de Janeiro em a3 de setembro de ]84< vigessimo da indenpendeuciae do im- perio Com a rubrica de Sua Alagestade o Imperador.--Candido Jos de Araujo Vi- anna.______f PERNAMBUCO. GOVERNO DA PROVINCIA; Expediente do dia 18 do corren te; Gfficio Ao commandante das armas or- rlenando-lhe que mande receber do comman- dante da escuna Fidelidade os recratas e soldados que trouxe da provincia das A- lagois, fszendo-os recolber ao deposito, e mandando-os vacunar. Dito-Ao mesroo communicaiido-lhe em consequencia do imperial aviso de 4 do cor- rente que S. Al. o Imperador houve por bem, por decreto de 3o de setembro ultimo , promover o coronel graduado do terceiro hatalho de aililheria Joaquina Jos Luir de Souza coronel eilectivo do esUdo aaior do exercito. Dito Ao inspector da th*ourria de fa- senda communicando-lhe o conteudo no piecedente cilicio. Dito- Ao mesneo, ordenando-lbe em cum- plimento do imperial aviso de 5 do torrente, que remella quanto antea a secretaria as in- limacts que lbe foro exigidas em officios de 15 de junho e 5 de agosto (indos acerca dos cito guardas ltimamente nomeados para a meza do consulado. Dito-Ao mesreo transmitido-lhe para seo conhecimento e execuco a ordem do tri- bunal do tbesouro publico nacional sob o nu mero 83. Dito Ao presidente da relaco, commu- nicando-lhe q' S. M. o Imperador houve por bem conceder por aviso de 3o de agosto de Fernando ende tem decumprir a sen- tenca. Portaria Ao commandante do vapor Pa - raense, para entregara ordem do pre- feito da comarca, oreo de que t rada o pre- cedente officio. Officio Ao inspector do arsenal de ma- rinha, respondendo ao seo officio em que par* tecipa o facto criminoso praticado pelo moco do fogoda barca de escavaco que a presi- dencia tem nomeado para presidente e vogaes do eonselbo a que elle de ve de responder os officiaes constantes da portaria de nomeaco que se lhe remettte. devendo ordenir ao mes- mo conseibo que d logo principio ao9 seas trabalhos em urna das sallas do mesmo ar- senal i apprfsentando-Ilia os documento* comprobatorios do facto; Portaria -Nomeando para o conselho a que tem de responder o moco do fogo da birca de escavaco para presidente o primeiro tenente Desiderio Joo da Silvva para vo- gaes os segundos tnenies Ludgero de Salles eOliveira, e Agoslinho Uedro Carneiro da Uunha. Officio A cmara munipal do Recife c- muuicando-lbe; qne tendo determinado a resolucio da assemblea geral legislativa de 18 de setembro ultimo, que os vice-presidentes das provincias do imperio aejo de livre no- meaco de S. M. o Imperador, ordena o mes- mo augusto Snr. em aviso de 6 da corrente expedido pela secretaria de estado das nego- cios do Imperio, que ne9ta provincia conti- nen! a servir esqueja se achio nomeados, observando-se a ordem numrica, em qusn- 0 contrario nao for determinado. Portaria Ao commandante da escuna - Fidelidade para entregar a ordem do com- mandante das armas os recrutas e soldados que condusio da provincia das Afagoas. THEZORARIA DA FAZENDA. Expediente do dia i5 do corrente, Officio Ao contador da thesouraria catn - municando-lhe para sua intelligencia em vista do officio do inspector da tbesauraria da provincia do Cear que achandu-se o Exn, Presdeme da mesma provincia j pago do ordenado vencido at 3i de Julho s do que for contando do . d'Agostoem diante be que dever ser p?go por esta provincia, dem do dia 16. Dito Ao inspector d'alfandega partid- pando-lhe para sua inteligencia que pela ordem do tribunal do tbesouro publico na- cional de a de Agosto p. p. subn. 61, cons- ta terem sido concedidos seis meses de lhen- caao guarda da mesma alfaudeg Joo de Carvalho Paes d'Audrade com vencimento para tratar de sua saude. Dito Ao escrivo da disima de chancel- lara para remelter com toda a brevidade a Gm de se ultimar o exame das coutas do ex recebedor da mesma disima Luiz francisco Barbalho a conta dos rendimentos dos di- reitos da chancellara disimas nao averba- ultimo, ao desea bargador Henrique Veloso Mas e verbas arrecadadas no tempo do mes- mo ex recebedor. dem do dia i 8. Officio Ao Exm. Presidente d* provin- cia informando o requerimento de Miuoei do Nascimento de Mendonga. Dito -Ao contador da thesouraria remet- tendo-lhe por copia para sua intelligencia , ai ordeus do tribuual do tbesouro pub.'icq na- { de Oliveira tres meses de licenca cum os seus respectivos veucimentus a m de tratar do restabelecimento de sua sande. Dito Ao prefeito da comarca do Recife, para n andar receber do commandante do Va- por-P*raense-o reo Antonio, vindo da Babia ondemnado a galj perpetuas, e recolbel-u a cadeia tim e ser remedido para a Ilha cional nmeros 97 e 61 docarrente anno , a 1. ordenando que se pa|ufl D Firmi- na Alexandrini d'Aguiir o Monte Po que lhe pertence como viuva do i. Tenente de Marinha Joaquim Jos d'Aguiar a contar de \7 de Ferereiro do anno passado em diinte ; e a a. participando que foro conced ios seis meses de licenca ao guarda d'alfandeg^ Joa) de Carvalho Paes d'Andrade com vencimento to para tratar de sua siude. Igual officio foi dir igido ao pracurador fis- cal. Dito; Ao administrador da mesa do con- sulado disendo-I'ie en resposU ao seu officio de 6 do corrate em que pondera osembs* racoe que encontra pira com brevidade se dar consumo ao Pao Brasil de refugo que se acha nos respectivos rmaseos seado ne- cessario j que a este acto assista o procurador fiscal, que a thesourarii nao S9 julgi auto- risada pira dispensar so nelhaute formalda- de a pessr das rasoas que no mesroo officio expende, e que assim dever proceder na forma que sa lhe tem recomendado. Diversas Kepartices TRIBUNAL DA RELLAgAO'.: Sesso de ig do corrente. Os embargos de Jooa Ignacio Rodrigueg da Costa contra o Bacharel Antonio Jos Pereira na appallaco civel desta cidade, es. criva ) Postumo; foro despresados, mnden- se cumprir o accordo embargado* Na appellago civel do Juiso de direito desta cidade appellante D. Maria Jos So- rimno, e appellado Manoel de Aibuquerque Barros Escrivo L'osthumo ; sa ulgou pela confirmado da sententenca appellada. CORREIO; O cter de guerra Espera nca de Beberibe, recebe a malla para o Rio Grande do Nor- te amanh (ar) as cinco horas da tarle. ARSENAL DE GUERRA. iuramnioi O arsenal de guerra compra huma porco de esteiras pequeuas d anjjolla ; qaem as ti- verconopareca na salla da directora desta reparlico] amanh 20 do correnta mes, com o seu ultimo preco em carta feixada das nove horas al ao meio dia Arsenal de guerra igdeoutubro de 18 ji. Burlamaque. Director interino. ANNIJNCIO. O Htm. Sr. inspector do arsenal de mari- nha tem de proceder no dia ai do corrente , pela 11 horas da rn mli o contracto de urna embarcaco que transporte para o Sul com toda a coromodidade at o numero de a5o pracas de tropa com a pessoa que faca o mesmo frelamento, por um pre^o maiscom- modo e que se sugeite a condico de susten- tar as referidas pracas durante a viagem com bom mantimento e seguindo a tabella que regula o fornecimenlo : as pessoas a quem possa convir tal Irelamento sao convidadas pelo mesmo Illm. 5r, inspector a compare- cer 'esta secretara com as suai respecti- vas propostas em o referido dia e hora. Secretaiiz da inspecto do arsenal de mari- nha de Pernambuco id de Oulubro de 1841. Alejandre Rodrigues doi Anjoi 6mmwba OBRAS BUBLCAS. Em virtude das ordens doJBxm; Sr. Pre- sidente da provincia poem-se novameote em (iraca para serem adjudicadas a quem por menos fuer as obras do melboramento da estrada de Parnamerim junta Sinta Auna , avalladas em Rs. 8j686L'iag; ^ As pessoas a quem convier este contracto sao convidadas a comparecer nesta repartico devidamenle habilitadas de fiadores (idneas em os das aa a3 e a5 do corrente, em que lera lugar arremataco ; e na mesma Reparticao podero examinar a descripeo , orcamerito e condices todos os dias uleis a horas do expediente. Inspecco, das obras publicas j de Outubro da 18 1; Moraes Ancora. Por ordem do Illm, e Exm. Sr. Presiden- te suaviza, pela adminutraco fiscal das obras publicas que sendo ptecizo aterrar al- guus lugares do caes do cnllegia e para istu ser nacessaria absolutamente a remosso dos objeclos. que ali se acho como sejo canoas, madeiras da jangada e oulros objeclos por sso o messo Exm. Sr. ordena que os dumi dos ditos objectos os faco, quanto antes re- mover daquelle iuga'r empreterivelmente a- tbe o dia 20 do corrente raez de Outubro j sob pe na de serem removidos pela dita A. F. a custa de seus douos e para que ninguem se chame a ignorancia se faz este avizo , marcando-sa o dito praio, A. F. daa 0 Publicas 13 de Outubro da 1841. Amaro Francisco de Moura Administrador fiscal. PRFEiTURA. Parle do dia 19 do corrente; Illm. e Exm. Snr. foro hontem presos pela priraeira patrulha do deslricto da Ri- beira sendo ja meio dia o portuguez An- tonio Jos da Silva por lhe ser aprehen- dida urna faca com pona, e pelo sub- prefei- to da freguesia dos Afogados, Antonio Sor biil branco, porterfend) a p*rda Cypri- anna Maria da CoRceico t foro remullidos para a Cadeia a m de passarem a despo- sico da Justina e se pracedeo nos termos da Le. E' o que consta das partes boje recebidaa nesta secretaria. TRIBUNAL DOS JURADOS. Trabalbos da 5. Sesso ordinaria. Dia 1 do corrente. Autora a justiga contra Pedro lose Vileila, por crimes de armas defesa j o jury acbou materia psra acCusago; Autor o doutor promotor publico, contra Gracianuo J^se de Fieitaa por crime de morte feita ao crioulo Maximianno Corroa de Lima, foi sentenciado a gales perpetua grao mni- mo do artigo 19 do cdigo penal. Appa- lou p>ra a rellaco. Sumario ex-officio contra o reo Florencio de Barros Monleiro ; foi sentenciado a aete meses de priso simples pelo crime de armas defesas grao mximo do artigo 3, da le da aujde outubro de i83. Dia a. v Sumario ex-officio contra Jos Antonio da Silva, foi sentenciado a quatro anuos e meio de gales grao medio do artigo atig do cdi- go penal combinado com o de re lo de i5 je oulubro de 18I;, e na indemnisaco; pro-r tesiou por novo julgamento t a senteu^a iof pelo erime da roubo de eslavos. I fciAitio de Serna m n c o ** Dito. 4. /clora ajustica contra,Pedro Jete Vilella por rrime de Bimta pfete, oi tkeolvidoncjtny de sentenca. Da 5. ,, AvUr Pedro Jcse de Oliveira, rcnlra o reo Joaquim Ignacio Guineiics, palo niee de ler raptado a nenrr Francisca Coi senten- ciado a deus ames de priso simples, e doptar a cPerdida grao medio do artigo 227 do cedigo penal. Autor o deutor prcmeter centra Caetano Barbosa Lima per crine de estupro oi ras era-ll ca im peuec mais difcil o se en- te rderem e renunciaren a suas pretereces. Ce-no tudo iijuriss exronunices , sanes e guerras civj , , depcis de rruiias rici^ea , assasfinatcs, mes- os furores se acalma- Iho odesejodas riquezas sem iraLalho, a eversfio^ verdade a lisonja a trahissSo a perfdia o abandono de todos es seus ajus- tes o desonzo des deveres do cidado o da velba Franca ; mas a reodalidade', i tor- tura as provBS de ferro quente oujde agua fet vendo tambero as fazem recordar; Mas sto urna raso sufficiente para tornar-mis ** e_j fff.undo uso ordinario Km- i de suas fraquez8s e mais que tudo isto , finalizado per onde se deveria ler principia 1 10 rediculo perpetuamente laucado sobre a do-, isto que, nao peden do tiles ente03 I vrfude forroao, segundo crea o carcter ''donaior minero dos cortezos marcado eru , 1 '. ____-, ., , .cau ouiuvirina paro lornar-mos tenor da viilude do principe a esperance para ahi ? Esta palavra representa a ideia i pe derse cada in cou na sua erecta , tesis e imrcitercm ceno a do cutio. Tai- ver vira iimpo truque a'guns reios da luz , que Ltikt t Ctcdilbc ten dado phiksojbis rabit sibre as seas religiosas j ento rilas sentenciado a tres annea de priso simples c dcsaparecei e es htmens se unir de- doptar a tfer riida, grao n txirr o do artigo! Iiaixo do mesmo cullo. Nao duvidanca, que S97, e indtmiitaco j protesten, por novo isto deva miceder ,' rois toda a seita filbado julgameato. I erro e nenl um erro poder ser eterno. Dia6. \ A es furerrs das tetas religiosas teor. suc- Autor Fructuoso Jete de Freitas contra cedido os furores das seiies polticas ; e temes Joie de Alrttida, por crines de fementos fraves ; o juiy athcu nateiia para nccusa- So. Autora a juatica reo Joaquim Antonio da Silva, aecusadopor ciime de furto, fti ab- aolvido pelo jury de sentenca. Dia 7. Queixa de Meocel Joaquim da Paixo cen- tra o reo Joo Sabino de Lima fti sentencia do pcli vocug- ,-------, -. uini uc |ji ii- 11 bio as aunes u ere pur plesenulta ccriesp endent a mttade do tem- qle ror eataiem j caneados. Fnlre tfuto po (rao mfxino do artigo soi do cedigo (jB ltD Sf d,e eo j do tbreno a pedir a tido realistas | uros realistas censtituciona- (s aristcratas derterratas, jacobinos e SBnseulctes. A n aior pai tede sius sectarios nao lm tido, ero menea ardentes em suas I trseguitcs, eu em suas viogancas, que es senarios religiosos; pois cutre tanto que csdvs feries seoteupavo em prescrever a es nais fracos, estes pare sustentar o ellsr eo Ib 1 cno, i/o excitar a guerra civil. 1 m firo u itu rfuau ociuino tie j.ima in teDiencia- 11.11110, ro rxciur 8 guerra civil. J/m m a a peda do emgrego de rcmmissario de depcis deteifra roronellido rcuios crimes , ira, grao miximo do artigo 142 e i45 do espalbtdo muito sangue, lodos elles tem de- ligo penal e auminco depiisao sim-[pesio as armas ner.os por causa da rato lenulta cerresp endent s rrelade do tem- qle por esterero j caneados. Fnlre tinto , grao roexino do arligo aoi do eedigo da ltD sc \,e B0 j do tbreno a pedir a penal pelo cine de ter prendido ao dilor(C( p^ns dos nob/es seiviccs, que lem ien- queixeso, srm motivo justo e crdem "-.'do ratria m. Xeof"d0 r,|,M,d* 5 8PFCllCU,' Ei, lt"l' de f8,n,a l ,fGfir om "w para a rellago Dita qutixT, centra timbero Refino Jcse dos Santos oi sentenciado a perda do em- brego de conmissaiio de polica grao m- ximo do artigo 4? ei45 do cdigo penal e a uro nez de pri-o simples e multa corres- pe nden te a meude do lempo, grao mnimo doaartgo aoi do cedigo penal, em cenfor- nidede do arligo 33a do cedigo do proeesso, co crine de le f rendido UmLem o dilo queixoso Manuel J. da Faixfo sem motivo jus- to e ordem legal e o ter espaneado. Dia 8. / nter o dcnior premetor \< bliro centra Anttnio Mcreira da Cesta e secs dous filbos Antonio A'creira dt- Costa Jnior e Mencel Moieiis da Cesta eceueados por crine a- ir.eacas e rnjuiia 5 folio ebsolvidcs pelo ju- ry da senlenca. Dia 9; Autor Joie Jeequim Grnsalves Pereira entra Jcse Simplicio deS Estevea e An- lcnio Francisco Lisboa, por erime deoen- bbs fsicas; o jury acbou materia para aecu- aa(fio. Antoro doutorp re motor publico, contra Joo Ferreira dos Anjos, por erime de con- tutees 5 foi alolvido pelo juiy de senten- . Dia 11; Anter odontor proixetor publico, reo Jo- te da Ciuz Tabello per ciime de aro as dele- ita fe i sentenciado a trinta e cinco das de 1 sao simples grao mnimo do artigo 3. da i de a6 de culubro de I83i combinado runo ailigo 49 do cdigo penal. Autor Fructuoso Jote Pereira Cutra, contra o reo Iicno Jcse de Almeida, per crime de feinentos graves, foi senlenciado a qualorze meses de priso simples e n ull correspon- dente a metade do teropo grao mnimo do ar- tigo 20 do cedigo penal. todts es kgares e ero lodos os tempes, Ci- ra muilo mao que a rraior parle* des prin- cipees de um estado sejo bomens de Lem ; que elles sejo seropre engaadores e estes censinto em ser engaados.''*) Eis os costunes de a naeo submissa a um goverro monarebco ; e com tees eostumes , impossivel que o povodeixede ser mise- ral el e que o governo nao acabe por ser des- truido. Cr-se segundo a f de Montes- queu que um goreruo pedia ser sustenta- do pelo prejuizo de.cada pessoa e de cada eoi.diceo.' Mes que succede dabi ? Que as luzes tero dissipado os prejuizos; que desde ento o il.nno te lem acbado sem appoio ; elle se tem desmerouedo quase por simesmo ; tem us prejuizos mas que lixibo conservado se- us mcs (Ciliirces se tem mutuamente des- pedazado como lestas feroses. Para resla- belecer a m0narcbia ser preciso estabele- fer ce prejuizos e isto mpossivel ; pre- ciso pois quo nos tenhamos um governo re- publicano. " O Realista puro < Que l sinda te- remes o jacobinismo e o jacobinismo o mais puro no momento mesmo, ero que a Fran- ca se lisorjeava de ler encontrado termo aos desastres e crines que ella devia a seita in- fernal [ Ah 1 vos sois um bomem sem ver- gonba um pedante um ignorante um monstruoso jacobino que... a estas palavras o <4 Realijta puro ** sobre o ' Republicano'* gecero de guerra o das broeburas. Nao ha um i es-?riptcr, por mais despreiivel quo elle fe ja que nao queira direr suat duas pa- levrnbBs sofse o governo que cenvem Franca, Uns e estes sao e mais fanati- ces se proclamo Realistas Puros *s e pre- tndelo que os Francezes tenlio ccromeli- I quando tero tido j vistas espantosas ; a colera o suocou * et a audacia de eppmenlar fu constiluico a seu legiiiroo senbor. Os cutros que nao cien nos res pela graca de Dees, esto forlemen- ie pertuadides que devemos ter um re ; nes iustrnlo que nos nao temos reis leg- timos ; que os res sexisten) pelo inteiesse e pela vonlade dos povos ; e que atsim 10 a os poves que pertence o direito de deter mi- nar as rpfliag. segundo ,-.s cunes elles que- rero ser governades. Kstes lem esctipiu so- bre a bandeira q'precede as innumerave- is palavras RealisUs ccnJlituconacs lia fia lerceira seita que nem faz brecburas , rem lem bar.deira j a dos bomens severos^ que se borroriso de cuvir pronunciar o neme de re e que terio banido a o re dos sacrificios te tivestem lido a feiicidade de te- rera cassido Romanos. Estes ullimos se cba- alo ? Republicanos*. Testemunha de fia discusso que re trs- son no mesmo dia em que a conilitucio fei premulgada entre um realista puro um leahsta ccnslilucicnal, um lepublicanoe um netapbyico, que os queia consiliar eu vcu dar a o publico parte do que fui teste- nuuha ; isto me dispensar do exame paili- eular de todas s obras que a algn das, tero aparecido sobre esta materia. O Realista uro'. Em fim eis-nes ebe- gades so enligo governo de nosse pes este vox faucibus hasit. ' O Realista constitucional <( Nos nao devenios cuidar mais em restabelecer urna repblica em Franca ; a experiencia que temos dislo deve-nos despostar da repbli- ca para sempre. Mes tambero nao devemos ter urna monarebia o qual cono ero cutre lempo, era fundada sobre a inutilidadeda virlude sol rr os prrjuios Je cada Jiomem e de cada condieco e sobre os vicios que Mcntesquieu expreba e a os cortejaos de nos- ses r ntigos reis. E' necessaiio urna constilui- co liLealmentedesculida pelos representan- tes do povo e appresentada acceilaco do le, que ella bouver de uorreer 1 preciso em urna palavra urna tzonarebia constitu- ticnal. * O Realista puro" Ah l queousee vos propor l Neo stbeis, que impor condic- c6ea a um rei legitimo aviital-o ; que sub- roetel-o a prestar juramento de de mantel-a lazel-o tomar o ceo por testemunha da mais vergenhesa das cepitula^Gesj q' nos desejamos q' elle reine pela (orea, e q' elle nao cesse j mais de ser investido do peder absoluto' } q' a igreja repele de seu ceio ees que ouso ditar *.- DAS SElTiS PCL1TICAS Dialogo entre um Realista puro, um Rea- lista renstitucicnal um Republicano e um Melapbysico. A pbilofopbia a religio e a poltica lem fircduzido um grande numero de seitas ; mas aprineira, segundo o meo pensar a ni- ca, que nao lem ensanguentado a tena. O que prova que ce ca philntophosse lem des- viado siguas vezes, sao elles ac menos os u- nicoa que tem procurado a veidade de boa e que ufio tem sido guudos em suas en- degaetes pela sede das riquezas, e das dig- nidades. Loeke a Condillac tem aparecido , com a presenca de seus sabios escriptos as seitsa des philosophof se tea dissipado co- mo as sombras com a aparicio da luz. Uaoi- oas da Franca e da Inglatem dizem que laj se retirarlo para Alleat-nba donde t1i.V.t,*0,nidi" ogoqne es eiciplores i .!*dw,M ^ tomarconta do vapor das pa avra. que elles emprego. P As sotas re .g.csa. dSo lniido to deces- ecmoossecurm. tu.ho a discut, sob.e 5 sjiUriM sebieas nqucm t sobre as L. governo suave e paternal que tein ftiosua feiicidade e sua glorie por eipteo de quinze seculos. 4 O Republicano'. Que veis pedis de- ejar de vrverdebaixo do governo monarebi- eo l e 1 o sabis ve5s que segundo a ex- piesso de Alontesquieu uss acnarebias a poltica entina a azer grandes censas com a menor virlude potsivel 5 que o estado subsis- te independer do troor pela patria do de- seio da verdadeia gloria da icnunea de si rtesmo } que abi tero as Jis o logar de to- das essesviitudes de que o hernen nao tem neeessidade alga e de que o estado vos dis- pensa ; que, seentieopovo se eocontra el- gtrodesgraeedobonem de tero, o Cardeal e Ricbelieu no teu testamento pub.ho , entina queo ncnaicha deve guardar-sede teivil-o. 'Jdnto veidade, ajunta alontes- quieu que a \ ir lude nao a u oda deste go- verno? O Realista puro' E' verdsde que em un gOTerno acnaicbico a virlude intil ; mas nao ella substituida pela ? honra,' is- to jeio prejuizo de cada pessoa e de cada condieco P 1 O Republicano' -Qual pois esta mise- ravel honra de que nos allaes } e que yo- de preduzr de boro pois que ella se consi- lia com todos os vicios ? Abr o Espirito das leis e veris no cap. V. do liv. m A leis quelle, de quero devio r'ecebel-a 5 que Luz XVJ11 mesmo nos nao pode dar urna no- va consliluito ; que elle poder se quizer ( do que Dos nes livre 1 ) renunciar o ti- tulo de rti de Franca ; mas que a coia dos Bouibons hereditaria por urna censlituico, que existe hoje em todo o seu vigor ; que el- le nao pode privar seu digno irmo e seus dignos filbos da beranca a que um verda- deiro direito os chama ; em fia que nos to- dos desejamos urna monarebia pura. Melapbysico" Vos dizeis mni heos cousas, dasquaes eunoduvido. Com lu- do devo eonfessBr-vos que nao tenbo a fe- litidade de vos entender. Vos pronunciaes es nones de rei de re legitimo de monar- ebia pura de monarebia consliluciooal , de repblica, de direito coroa j far-me-eis ves o favor de explicar-me o sentido de cada urna destas palavras? O Realista puro Abr o ultimo es- cripto de >]. de Chateaubiiand eali leieis, P86*_^7 que as funvees unidas ao titulo de le sao to conhecidss dos Francezes que el- les neo tem necessidade de serero explicadas : que o rei Ibes representa logo a ideia da auc- toiidade legitima da ordem da paz, da l- berdade legal e monarchica. As lembrancas da velba franca, o religio, os amigos usos, os coslumes da Itroila os eostumes de noss infamia o berco o turnlo tudo se pren- de a esta palavr- de rei. * Republicano. Queeslranha linguagem? qee pedem ter decommum as peneques de Re com os bercos e os tmulos ? A palavra .i fS. .. .r 7 ....... vviumwiiuoo osiumuiosf a paiavra ambicio naouosidde, a bsixeia no oigo- [t&l fairecotda diris vos, as lembrancas auctoiid.de legitima ; mas que cousa auc- toridad legitima e como a ideia desta auc- tondade se une palavra rei4' mais dj que a palavra "repblica" ? Como esta palavra pode fazer-nos recordar os hbitos de nossa infancia ? Credes-vs que nos nao temos vivido> se nao com os reis i e que o eo- verno republicano debaixo do qual todos os bomens que ettio boje na forca da idade tero sido creados tem-se-ihe dado professo- res para insp.rar-lhes o amor da realeza ? Que a difinicao de Chateaubriandsea boa pa- ra alguns velbos cortezlos creados eom os principes, isto intendo eu } mas deveis coa- vir comigo que isio ero refaci a todos os francezes se torna absurdo. ',' ? !'HA!.a CoD9liluonal A defi- nicio de M. Chateaubriand nao d urna ideia exacta do monarcha 5 Montesqnieu tinha da- do delta urna ideia mais justa disendo que o govemo monarchico aquella onde um so governa mas com leis fixas e estaves. " " O Metephysico Esta deGnfo nao nem mais clora nem mais exacta que a precedente j pois se o monarcha governa com leis bxase estaves, segue-se que estas le sao mdependenles de sua vontade } e qne por censequencia nao elle queco as faa. Existe pois no Estado um poder anterior ao seu ; e , este poder nao pode perecer pois que se elle perecer, oroonareba, ou o rei, naogo- vernar mais por Ujs Gxas e estaves. Quaes sao alem disto as ideias a palavra ''Governo"? Se esla palavra significa taro somente < aquel- leque faz exerutaras leis, claro, que, ero lodosos estados possiveis, necessaria um ebee que governe por leis fixas e estaves: O titulo de ,{/ei" nao tem urna significa- cao tbsoiuta ; pois at ideias que lhe esto unidas sao mais ou menos extensss segundo mais ou menos limites, que es instiluccs de cr.da paiz do ao hornero que est reves- tido dess.es diieilos, Sparta tinha rei he- reditarios que goverr.avao pormeio das leis eslsbelecidas e com tudo a Franca era urna monarebia. Ora suppjnhamos que o po- der dos reis de Sporla gradualmente se anf;- rceniou ou que o dos reis de Fanca gradu-f airente diminuo; qual o momento preciso,' em que Sparta viria a ser monarebia, eem que a Franca paisana a ser repblica ? A solueo desta questo sem duvida da mais alta importancia j pois se preciso darmos crdito a Monlesquieu, no momento, em que o Estado deixar o titulo de repblica para to- mar o de monarebia, os cidados devetn per- der su8s virtudes, adquir a honra, isto os prejuizos e contrahir todos os vi- cios imaginaves, Assim cemo nao sabemos o que diremos; quando se pede um rei, o mesmo nos suc- cede, quando [edimos urna repblica. Mon- tesqueu define con efeto o governo repu- blicano o em que o povo em corpo '' ou s urna parte do povo ,, tem o soberano poder. Mes, em nenbum paiz o povo leve j mais todo o poder inteiro 5 sempre tem sido obri- gado a deixar pane delle a seos magistrados; ora se bsta que urna parte do povo tenba parte no soberano poder para que o estado seja urna repblica evidente, que a Frn ca e a Inglaterra sao hoje repblicas, pois que sem o concurso do povo nao se pode foro ar le alguma. Lego pois os Francezes se tero ciuelmente despedazado dursute sua revoluco por causa de palavras t us que- lio que & branca se chamasse reino , outros queria dar-lbe o nome de repblica , e a difierenca de duas ou irez letras, que ttm sido a causa originaiia da mortede cinco ou de seis milbes de Franceses. E' lam ver- dade que os Fiancezes s se tem balido por causa de palavras, que, se boje alguem quizesse dar Franca o nome de "repblica,, e eo re o nome de cnsul,' ou de 'presiden- te '' sem que nada mudasse no fundo de nossas inslituies, occasionaria provaveh mente urna gueria civil. Entretente escutae a nossos graves juris- consultos evos os ou vitis raciocinar sobe a estas duas palavras de rei ,, e de '* monar- ebia ,, como se na nstureza existissem en- tes eom este nome independeutes das ipati luieoes humanas, Um vos dir gravaaieate, que a justica urna * emanaco ,, do rei. Ouiro ves sustentar, que da essencia da monarchia a existencia de bomens nobres , de direitos ftudaes e de justicas senborr e ecclesiasticasj um lerceiro dir que os reis sempre sao de sua natureza menores ; em u- na palsvia nao se faz mais, que dsr rea^ DIARIO P fct N A D 11 C 0 3 lidade a abslracoes e dar-lhes atlributos, vem que delle se na > cita urna s dessas pi- que devem resultar nao de tal ou tal pa- lavras, queannunca Alexandre e Cesar... avra iras das leis constilucionaea di Es- tado " O Realista paro.,," Pertendeis vos, a exemplo de tantos outros, contestar os direi- t s e a auctoridade do rei legitimo pira es- * tabelecer os do usurpador ? 4 ** O Vietaphysico.,. Eu nao contesto cou- sa alguma ; e se eu ousasse pretender alguma cousa entao pretendere que os homens fie intendessem qu indo desputa). Creio , que bei demonstrado que a palavra rei ., nao representa por si mesma alguma i- deiadeterminada ; e parece-me que a sig- nificaclo da palavra ** legitimo,, tambem' nao est bem fichada. At boje pensava , que esta palavra significa va conforme a le,, ; donde tinha concluido que um rei nao poda ser ' legitimo ,, se nao quando sua euf totidsde fosse fundada sobre as leis do Filado ; e como me pareca que as leis era anttriorcs eos reis ' legtimos,; e que ellas nao tiuhio feito a si mesmas, buvia pen- sado que ellas devij ser obra d>s na- ces ; o que me conduiia natuiali ente a esta consequencia que se es povos livessem t- do o direiio de fazer leis e 'reis legtimos, ,, teriio igualmente podido desfiie-los t e fazer outros muito a seu contento. Eu estsva tanto mai9 firme netta uj inio quinto tera sido cruel paramim pensar, que nossog paes tinho commettido um crime inorme, cae- ndo do tlirn; o indigno descendente de Chatios tnagno para nelle collocar Hugo Ca- feto e que eu me nao poda resolver a con- siderar este illustre monareba como um u- surpador. Mas, passados dous metes, mudei de i- deias ; nossos escritores grandes e peque- ros me tena ensinado que o meu juizo era errado : eu boje conheco que um rei le- gitimo,, um bomem que sustem as re- deas do peverno, e que concede logares , Por ventura a Franea ser urna propriedade m ? Deve ella pertencer a um Corso por direito Divino ? Ali por Deusf nao sejamos to desleaes que queiramos desbordar o dos- so natural Senbor pira dar seu leito ao pri- meiro camarada que o pedir ... E os Buurbons esto elles ah ? Onde esto os principes? Esto a chegir ? Ah se vs- semos urna bmdeira brauc,.,," O horror do usurpador est em nossos coraces. Elle inspira tanto odio que . . Aqui o realista puro foi enterrompido por urna pessoa que noi veio dar lu tura da cu- ta constitucional ; e como era de esperar , ella nao satisfez nem ao republicano neo ao realista constitucional, nem ao realista puro, Que dizia o primeiro, o anno de- zanove de nosso reinado..." Ab i que indi'- nidode l dizia o segn Jo ; nos temos con- cedido, feito conceisio e outorga..." Deus, di- ra o 3. tudo est perdido 5 os beas da igreja e os beos do emigrados s&nioentregari e por cumulo de horror, o rei nao poder a seu gos- to levantar roposlos sobre seus vasssllos , para recompensar a seus Geis servidores. Nao isto nao pode durar... Vamos procu- rar a M. Dard ou a M. Falconet, elles tem talentos e ccragem e soberao bem demons- trar a naco que esta carta constitucional conlraiia ao direito divino e que ella na pode conciliar-se lem com o direito can- nico, nem com a decido dos papas. Senhoies diz o metaphysico no accen- der- novamente a guerra civil p>r palvras e porbens, que nao podere obter. Alusi- vos porque o rei tem dado a carta constitucio- nal no dcimo nono anno '' de seu reinad i'' : masque quer isto dizer ? Se o redactor tem querido dizer por estas palvras que ha de- zanove annos, que o principe que nos g,)- verna tem tomado o titulo de re da Fran- ca, nao vejo raso to forte psra oflligir-vos penoes e fitas ; e que o u usurpador ,, a- pois este facto que vos absolutamente ex - quelle, que tem sido lancado di throno e que nada pode dart E' lem verdaJo que nem todos clao o mesmo sentido a essas pal- vras j mas devem: s esmerar que visto te- rem os nossos escrptores e magistrados refor- mado a lirgua os membros do instituto se eppressaro a reformar o vocabulario. O Realista puro,, Vos calumnae nossos escrptores, -nossos magistrados o principalmente nossa Ilustre nobreza ; mas ts nao podis ignorar que se elles tem prestado serviecs causa do usurpador se elles lie tem prodgalzado louvores, elles per itto cc desejo menos, em segredo a volta da nossos principes legtimos. A lem disto nossos grandes escrptores, tal por ex- emplo como CbBteaubreand, nao o tem j mais leuvndo cmo vos podis convencer por seu ultimo escriplo. " O Republicano.,, Abii o Genio do Cbristianismo e.-ia obra famosa na quai se prova que Racine nao tera feito sua tra- gedia de Phedro se elle nao livesse crido na Santa Virgem ; e vos lereis no prefacio'. *' Eu pens que todo o bomem que pode ter a esr ersnca de encontrar alguns leitoies , rende um servido sociedade guando trata de ligar os espiritos causa religiosa ; e, vindo a perder sua reputacao como escrip- to r, obrigado, "em ronsciencia,, a unir sua forca por pequea que seja a do bomem poderoso que nos fa tirado do abismo. " Aquelle, diz W. Lally Tolendal, a queto toda a forca tem sido dada para pacifi- car o mundo a quem todo o poder lem sido confiado para restaurar a Franca, tem dito ao principe dos sacerdotes como em outro tem* po ( y ro : Jebovab o deus do cea me tem entregeos reinos da trra elle me tem in- cumbido de levantar seu templo. Ide sub auODtsnua santa deJerusalem, reedificae o templo de Jebovab " Ccm tsta ordem todos os Judeos, e an- da o menor de entre elles devem dar-se pressa aajunUr materiaes para a reedificaco do edificio. ' Obscuro Israelita eu bo- je trago o meu grao de areia.,, Vos vedes, que o obscuro Israelita IVJ. de C , que deu-se pressa a favorecer o novo *? Cyro '', a quem * o ceo tinha dado os reinos da trra ", nao o considerava ento como um usurpador j o que pareca provar ccm tfleito que um usurpador um rei de- thronado, segundo a iingua moderna. " O Realista puro.'' Todos estes discur- icsnada pro\o eeu estou bem persuadido, que no momento em que elle os escrevia , diiia no lundo de seu conco. bonaparte nao merece o titulo de grande bomem, a i> giubimidade que faz os hroes e aos ver- daeiro leis, teamente Ihe falta. Dal tr. ndo nao poda offender nem vossos drei- tos, n3m VOSS09 nteresses. Se o redactor tem querido dizer que ha dezanove annos , que o rei governa o mais que dahi se pode concluir que este hoinem seja elle quem for veio de alguma ilha dieerta, ou gira ludo quanto se tem passido na Europa a va- te e cinc > annos. Vi vos queixaes, porque o prembulo diz que o rei outorga e concede a carta con- stitucional ; mas ainda isto nao passa do um erro de facto. Lede a constituyo da 1791 , acceta porLuiz XVI., e a do anno 8 e ve- ris que ellas garantem aos francezes todos os direitos que sao consagrados pela nova carta. Nao vades por tanto embararar-vos em novas desputas ; repara que o lempo que empregaes na de.ezi da constituico se- r mais til a Franja que o que emprega- rtis ero critcal-a, Se credes, que ella en- cerra alguns defeitos podts soltcitar a sua correeso na cmara des deputaJos ; porem , em quanto espertes obedecei s leis e serv a patria. Em quanto a vi, Sanhor realis- ta puro temei de manchar vossa pure:.i , fazendo ver o toda a Franca qu?ossignaes de adhesio que tendea mostrado causa do rei legitimo nao tinliao oulro objecto seao descubrir vossacabeca. Traduzido de Comte. LOTERA DO LIVRAMENTO. O Thezoureiro faz ver ao respetavel Pu- blico que a Lotera corre mpreterivelmente no da 4 de Novcmbro. Troco-se por bi- lletes premiados de qualquer Lotera na caza das exlr.ccs. LOTERA DO THEATRO. Os Bilhetes da a. parte da refeiida 7. " Lotera, cujas rodas ando mpreterivelmen- te no da 16 de Novembro prximo futuro , acbo-se a venda no b.iirro do llecife as lu- jas dos Snrs. VJaooel Goncalves da Silva, V- eira e Gregorio Antunes, Cambistas } e no de S. Anlonio em as lojas dos Snrs. Mene- na ra do Collegiu ; Guerra, na ra e bastos na Pracinha do Livramenlo. zes , nova LOTERA DA MATRIZ DA BOA-VISTA. A meza actual da Irmandade do SS. Sa- cramento da Ireguezia da Boa-vista leudo marcado no dia 1 e L'ezembro proxi no fu- turo para correrem mpreterivelmente as ro- das da i." parle da . Lotera a beneficio das obras c-pera dos amadores desle jogo hajo de concorrer para a compra dos bi- l.'.eles que se abo venda no Recite rus da Cadeis bja de Snr. Vieira ; em S. Antonio ra do Collegio loja do Sur. Menezes j ru do Cabula, bjticadoSnr. Moreira Marques, e no Livramenlo botica Jo Snr. Cbagas e na Boa-vista na botica do Snr. Joaquim Jo- ze Moreira defronte da Matrit, ~$------ GABINETE LirTERARIO. Em cumprimento do Artigo J54 dos Esta- tutos .taco publico, que o Snr. Cietano Al- berto Texeira Cavalcauti Socio do Gabinete Luterano, fez presente ao mesmo Gabinete das obras sejunte3 : Memorias para a histom da Capitac na da S. Vicente bojo chamada -. de. S> Pau,>........ Ensato econmico sobre o commerco dePortugil esuasCobnis. t Pecas interessantes relativis Ravo- co effeiluada no Par Memoria sobre a necessJaJe da sa abolir a introducao dos escravo3 Africanos no Brazl. "| j Recfe ld'Outubro de 181. "Secretario. J. B. Galvo Alcanforado, . vol. dito, dito. dito, Avisos Diversos. tsr O Escrivo da Santa caza de Mzer- cordia d'Olud avizaa quem convier que a manh quinta feira 2i do corrente pelas 9 ho- rt! da manh, ha Sassio da meza regedora di dita Irmandade. iST I)a-se quatro mezes adiantados por um sobradmbo de um andar nao exceden- do de aUooo reis, senda as seguintes ras de Orlas Direta e agoas Verdes ; quem o ti ver dinja-se a roa Direia D. ao lado do Lirrarnento. VT A viuva de Jlo Baptista Correa Nu - nes ; vende a metade da u gados confrontando ao viveiro do Mus 5 e o propietario da outra metade igmlm ente vendo mais a annuncimta, a caa terrea jun- toao mesmo sobrado } assim maii una chao com principio de caz* no mesmo lugar do al- terro sendo as ditas ven-lis por ella ajusta- das o pora mesma annunciante assignadas as escripturas e os dinheiros recebidos pelo Snr. Antonio Fels como procurador do Sr. Regadas ? a quem a annuncimte deve quan- tia avuliada ^ 03 perleudentes entendo-se Com a sobredita viuva no sobrado novo do referido atierro. tj* Quem quizer vender tartaruga verda- deira, em grandes e pequeas ponjes ; di- rija-se a ra de Orlas cata terrea D. 18, la- do direito lundo do patio do Carolo ptra os Martirios ou annuncie. C2- Por fallescimento do Snr. Alexis Cha- vehnei socio da caza Bolli Se Chavanne3 Frres estabelecida nesta Praja ; fica a fir- ma da caza de boje em (liante ; Bolli & Cha - vannes sem alteraco uenhuma ao giro do negocio da caza. l-J" Quem quiser comprar um par da brin- cos i!e o uro lrvrados dirija-se a esta Ty.io- grafia. Efir Ladislao Pinto responde ao segundo ai;nunci do Sr. Manoel Fiancisco de Puntes, em que no Diario do dia segunda feira N. 217 declara ser falsa a letra de 8:lo6U mil reis aseita por seu falecido pa Francisco Nicolao de Puntes e que ningue.11 a recebesse em trespasso tendo ja antes aununciado que seu feiecido pai nao ilevia a pessoa alguma; quiu dooSr. Pontea fes o ptimeiro annuncio logo por outro annuncio respondeo o annuncian- te que Ibe era seo falecido pai devedor da teferida letra e como fosse citado o Sr. Pon* les sua mi e mais coherdeiros para o pi- garcento dessa letra lembrou-se muto in- ielismente de fazer o segundo annuncio : en- felismente digo por queja estando citado pa- ra esse pagamento nao pode ser traspassada a letra a outrem e as defezas se fazem em juiO e nao no Diario quandft ja nao po- llero servir esses annuncios para detenJer-sj , e to smente para irrogar injuria contra u annunciante que nunca o Uoeslou e as- sim pode capacitar-se esse Sr. que a divida certa, a letra verd.ule-ira oqueemjuizo coiiteiKozo espera o anounciante provar. fST Tem de ser arrematada por tres ana>s na porta da resideucia do Sr. Juu do civel da a. vara na ra do Rozarioestreita urna mora- da de caza de dois andares com um famozo ar- aazem cita na mesma ra do Rozario estrel- la quem a pretender compare^* as quimas e segunda feira, senJo a primeira prac quin- ta ieira 21 do corrente. fc3> Precisa-sealugirm rus. di ciuej ou na vis.nbanca urna ci quinta e cacimba no se du da paRar bom aluguel, com fiadores a contento oodo a ca- za do agrado do annunciante taaban da-so alguns mezes adiantados e premio pela entre- ga da chave, sendo que esteja oceupadsj queni a tiver dirlja-s a ra d'alfandega velha - N. 9. sr A pessoa que ihe foi deiencamnhado um crioulinho que nao sabe dizer quem seoSr., gnora-iese orro 00 calivj, dan- do os sigaaes strtoi poder procurar na rui do Livramenlo caza de sobrado de 3 anda* res de Antonio Jos dos Sautos Bamfca. er O abaixo assignado fu sciente aos seos fregueses que abrij huma loja do msmo as- tabeleciment) que tem nai outras ; lea e- lins ingleses elsticos, lisos e bordados, ditos sem ser elsticos de patente botins de Lis-; boa, sapatos de duraque, ditos de biserros pa- ra homens ditos franceses para scnbora, ba-1 lins de duraque tanto para homens como pa- ra senlioras e hum grande sorlimento de tu 1 doquanlo pertence a militares, co!x5ed ti-? das as larguras e tamanbos, tudo pjr preca commodo, ni ra Nova de fronte dooito da matriz de Santo Aulonio D. a, ao p da ven- da do Sr. Lima, ubem se vende uma venda em esquina com poucos fundos, e temeom* modos para familia, a dnheiro ou a praso j Antonio Ferreira da Costa Braga. IS" Alluga-se huma das tx-alientes ca- sas pertencentes ao lsm. Snr. senador Ma- noel de Carv.llij Paes de Andrade cita na ra do Amorm omit perto di nova at- fin le;a granda desta cidade; este predio por ser de quatro andares ter bom armasem e hum grande mirante em cima donde, se des- cobra ornar, e a chegada dos navios a esto porto, he muito reeommeodavel para quaU quer estabelluci meuto commercial, e be a mesma que oceupuu por muito annos a res-, peitavel casa de Crabtree Hayvorlb & Com- panhia ; os perlendendes podem dirigir-sa a Correlor Oliveira, VT" Nova loja francesa no pateo da Matriz do SS. Sacramento da 'Santo Antonio, ca- terrea D. 8 pertencente a Affonso St. Mar- tin onde hum surtimento completo de f-t- sendas francesas e amis barato prego d que em qualquer outra parle, como tambem I tem selus mola, com cabecadas da lustr 'e rabi.xi mi.'itis de pao estribos de lato, freio de farro polido com parafusos e silbas e louros tudo por aolJ reis, outros a 22, a3j e 24U reis, kst Traspassau-se as chaves do armasem detrasles da ra do Rozario estreila D. 3i t a tratar ni ra da Florentina com J. Be^ ranger. cf Precizase de um cont da rs.a pre- mio sobre hypolheca em um predio livre a paga-se mensalmente o premios quem quiser dar aununcie ou dirija-se a ra do Cal-: dereiro L). 4* que se dir quem pretende] S39" Perante a Meza Remedara d\ Irman-i dade do SS. Sicramenlo do Biirro da Santo) Antonio se hade conlracUr impreterivel-. mente no dia a a di correata os concertos da duas cazas terreas pertencentes ao seu Patri- monio, sitas uma as Cinco Pontas D. 27 ," e a outra no Mondego D. 8 ; cujas cazas se-j rao franqueadas para melhor exame e ave-' riguaco di obra preca pela Procurador o Snr. Claudio Dubux morador na rui das Larangeiras : os Mestres d obras que qui- zerem empleitar ditos concertos, e que pira esse m sao pelo presente convocados, com-. pirecero na tarde do indicado dia no Con- sistorio da Irmandade, e pira que a vista dos Ornamentos, e das condicas propastas possa a oleza em conformidade do Compro misso ceder aos que maiores vantagens olTe- recerem ou na falta de licitantes deliberar a respeito, o que julgar mais conveniente em beneficio da rmiiidade. Recila 19 da Ou- tubrode 1841* O Escrivo da Irmandade Joo Hermenegildo Jorges iniz. tST Na botica d Manoel Feppe da Foa-, ceca Cande ni ra larga do Rozario O. to , i-ia es verdadeiros posas parsienles, purgati- vos aa'isyphiluicds antidartrosas-e anti-;) biliosos para se vender a 5jo rs o papel. *^T" Na paderia do Arco de Santo Anto- nio continua-se a venJer excellente pi a bolax a 100 rs. a libra e bolas 1 por arro- ba a a56o rs. a_v- No armasem de taboado de pinln por detraz do Theatro, coutiuai-se a vendar excellente larinha de trigo para pao e bola-: xa, e pelos mdicos prceoa de ts', .10^ llH> e 14^'S' a diuheiro ou prasai * tambem se vende umi porcio da suparior ta- boado de pinho americano ni ra da S*5 zalla velha armasem de ViceM t. > 4 5 En risa ce Madsme Tbeard na ra no- va D. 16 defronte da Conceico so acba ato grande sortimento de chapeos de senbora e de meninas de oda e de palha todos mu ricos e de padroena modernos, vestidas de meninas do ultimo goato, um bonito sarii- ment de>rfumari.s multo.Boas e de: supe- riores quilid.des A^e tas mu. rica, e finas par. guarnido de chapeos, vesl.dos e cabec, bicos de blom br.ncos d" e ll _bo pretos e brancas lovas curtas brancas e pret.\ ricos cortes de vestidos e pentes de todas as qualiddes. , ur Precisa-se de nm caixeiro para co- brancss de roa, preferindo-se brasileiro ; resta Typografia se dir. sr Quem precisar de ato moco frortoguei para arm.zem de assocar ou para cobranzas, dando fiador a sua conducta annunue. sr Roga-seaoSr. da roa do Queimado D. 3 que annuncioa com as letras J. A. &. y., que qnanto antes lbe viesse pagar a uantia de 31,66o qu o dito lbe era deve- doramaisde6annos,queira por esclareci- aento declarar se he com o abaixo ass.gn.do. Joaquim de Annunciacao fiqueira Varejao. tsr Manoel Antonio da Silva Mota vende o seo sitio da ponte de Ucboa o qual tem boa casa e banbo no rio capibanbe. sr Precisa-se alagar urna canoa aberta , que carrega 600 a 800 lijlos cuja canoa he Jara areia 1 quem a pretender dirija-se ao rincipio da ra do Rangel loja de cera de tima i portan sr AIuga.se urna casa terrea para se pas- ear a festa pintada de novo, com dous quartos ,sala adiante e atrai, e una quarto 110 quiatal para pretos e cozinha fora na Cidadede Olinda na ladeira do varadou- vo bem confronte a casa que se fax presepio ; tratar na ra do balde casa junto ao sobra- do doSr. Cunba. Quem precisar de una ama para em bom uro ; tambem se vende 6 meia da- tia j na roa do Manoel coco D. 4< sr Por preco commodo hypotheca-se , ou arreada-se pelo, lempo de fesla urna casa de pedra e cal sita no fealdereiro com daas salas 4 quartos cozinha fora e um gran- de quintal com alguna arvoredos ; a tratar na ra de Manoel cooo D. 4 ou no forte do mat- toscom Antonio Joaquitn de Oliveira Bi duea sr As Efemrides Nuticas parr o anno de 184a ; na ra da cadeia do Recife venda de Jos Gonsalves da Ponte. MT Urna preta de naci inda moca, bos lavadeira cozinha o diario de nma casa, en- gomma e he quitandeira } na ra do Wa- gueiraD. 19; ; ' sr Duas bonitas escravas de idade de 2o a 2a annos coiinho com perfeigo e en- gommo urna dita lavadeira de varrella e sabo e he boa quitandeira um prelo mo- servigo interno da casa de um hornem soltei- ro dirija-se a ra nova lado do norte penl- tima loja se dir. co trabalhador de enchada e perfeilo carreiro, urna negtinha de bonita figura de idade de 1 a annos, cose muito bem ; na ra do fogo ao pedo Rozario D. a5; ^-er- Maquinas para alfaiate com os com- petentes ilhos aj libras de araan urna ca- noa de 60 palmos e 4 de boca propria para qualquerobra por ser muito s 4 ditas de carreira de 3o a 35 palmos e a e meia de boca ludo por prego commodo ; na ra da cadeia D. 5 a fallar com Joao Antonio Soares de A breu Kr Um sitio nos eflogadns com frente pa- ra a ra dos possos com casa de vivenda , telbeiro e tudo murado , a tratar no primei- ro sobrado ao p da ponte dos affogados. sr 4 escravos mocas de boas figuras, com boas habelidades, duas cosem engommo , e coiinho urna dita por 3 20,000 ptima para todo o servico de urna casa dous mo leques de idade de a a 18 anuos; na ra de agoss verdes casa terrea O. 37. Avisos Martimos. tem bons commodos os jao se a Machado & Santos ou ao Capito. FRETA-SF. nm pequeo Barco para ir to- mar carga de sal no Assu lugar do Maco, qoe possa receber mil at aooo alqueires de cal, o qual se acha prompto, ou faz-se qual- 3uer negocio com o mesmo sal; a fallar com oaqoim Gonsalves Vieira Guirnarea junto ao arco da Gonceigo I). 3i se dir. jLeila o Ihor que tem vindo a esta praca, chegado re- centemente, por prego commodo ? no arma- sem de Antonio Francisco dos Santos Braga narua da moedan. 142. tsr Taxas de ierro coado e batido em t>om sortimento e algumas ferragens mus para engenho na ra do Vigario n. 7. sr Um pardo essuro bom pescador de rede e tarrala; na ra do Vigario n. 7 sr Sacas com superior farinba de Swruie Vlae chegada recentemente do Rio de Janei- ro j no armawm da Aotonh Francisco dos Santos B-aga na ra da moeda n. l4'2 tsr Lencos de garca a 1000 peanas para escrevera 160 baralhos de cartas francezas muito finas a a4o banha em boioens a 160. tinta para escrever a 100 lamparinas a 8j rs, obreias 605 e 8g rs. a caixa sabonete a 80 rs. cordo a4o rs., massosde lapis a 100rs. grampas envernisadas a sao, espelbos de damas e de gaveta e outras multas miude- zas por preco barato ; no atierro da boa vista loja de Jos Joaqun da Silva Guinaraes D. ai. j , sr Massas de Hambnrgo plumas de to- das as cores para chapeos por preco commo- do ; na fabrica de chapeos junto a cadeia. tsr Uma molala de idade de 9 annos, com principio de costura urna negra cre- oula de idade de lo annos com principio de costura e lavarinto urna negra creoula de idade de 3o an&os, coiinha o diario de urna casa lavadeira proprio para todo o ser- vico e um preto creoulo para todo o servico; na praca da boa vista D. 16. P> Na fabrica de charutos franceza no atterro da boa vista formas de botins e sa- patos as quaes formas de parafuzos servem para alargar e conservar o calcado como novo a impedir elle de entortar de banda presumo etes que ho de ser apressiado pelos que gos- tio de andarem calcado assim como ptima mustarda franceza de varias aortes, e eicel* Cavalcanti na passagem da Magdalena ; a tratar na mesma. sr Urna negra d nacSo de idade de 10 annos e nm cvalo castauho muito bom, com todos os andares e bastante gordo j na ra do QueimadoD. a , sr Bom vinho do Porto a i5oo a caada, e a aoo rs. a garrafa j na ra estreita do Ko- zajis no novo armazem . a8 sr Superiores bichs grandes e peqae- aos e tambem se alugio e peixe da llha de S. Miguel a iao e a i4o a libra } na ra es- trella do Rozario venda da quina da ra das larangeiras. sr O Patacho Americana Mentor de su- perior marcha forrado e encavilhido de co- bre de lote de 170 toneladas ; a tratar cojb Matbeus Austin & Companhia na raa do trapiche novo n. ja. tsr Urna negrinha crioula de dada 14 an- nos cote cozinha e faz lavarinto : outra dita de idade ao annos coze, e faz renda } na Gamboa do Garmo D. 9. sr Mil varas de panno de algodo da tr- ra de boa qualidade a aao cada vara } na pra- cinha do lavrameoto D a3. tsr Um sobrado de dous andares na ra direita com os fundos para a torre da peaha , com os chaos proprios livres e desembtras- sodos j a tratar na ra do Noguoira D. 19. sr Terrenos para se edificaren casia na estrada da campia de S. Anna na ra no- va loja de ferragens D. i3. tsr Gadeiras americanas com assento de palbinha ditas com assento de pao camas de vento de amarelo muito bem feitas a 45oo, ditas de pinho a 35oo, e piobo da Suecia com 3 poleadas de grossura, e dito serra- do 1 tudo mais em conta do que em outra parte ; na ra da Florentina em casa de J. Beranger. *'________________ s veraes casa ierres u, ai -..----------- o,:j... Urna mesa de iantar de madeira ama- lentes conservas inglesas soetidas ___ _... a. . rim Pii-rivncreoulo de n na ra do Um escravo creoulo de idade de 18 annos, com officio de pedreiro j na ra do rea, com os tampos enlerissos Colegio D 8. sr Chitas finas de diversas cores a 1 ao ao Livramento u. a. !5o ; na ra do Queimado loja de C.rioc ~ ** P" * ^'^ ^ f.^ ' ficSette D i3 a i0 200 e * 5 direita na PARAOMARANHAO'oBrigue, Escuna A venda/de garapa sita nobeco dalia- I'^^,^^1^J5S^SJ^J daTSdri. Amalia a-sabir com brevidade e s recebe goeta com amtoa poucos fundos e opima I "^^ -uit0 bom lado por 40,000 escravos a Creta om passageiroa para o que para um p.mcipianlo a dinheuoou a praao, fJ""J^de al-enir groasa muito bsm commodos, os pretenden^ din- urna dnia de caderas u sof de jacar.n- l^^^^n fwn quiser man- - d a moderna e quiBi novo por i5o,ooo, O cozaoseja u Kui. y ^ m. .; A* \s facas, 6 garios, e 6 colberes com 5oo oit.vas dar c.rregar para obra, e ^ma P r^ de a demuitoboaprataa aoo rs. a oitava um de cana anulo seca na ra do calderero oratorio de Jacaranda obra de muito bom gos- D. 4 .... to, com algumas Imagens. cinco pipas va-I or Urna cabra bicho com cria muito sias, e um porco de bacos vazios} na ra boa leiteira na ra da Florent.ua sobrado ao doAmorimn. ia5. pda*nare. ___ sr No atterro da boa vista loja D. 10, sr Sapatos de couro de lustro mu.to bem fezendas baratas em pecas e a relalho para lir feitos a aa^ e azeite doce a 5o3 a garrata } quidaco de contas. > ra de S. Beato em Olinda loja de cou- tsr Cb isson de primeira sorte a a56o ros n. i4* EaTo eorretor Oliveira, de gran- botoens com o letreiro de Pedro Srgundopa- tsr 3i palmos de terreno na capunga ; a ^Z^L^STt^Z FranLas, raofficiaesdoestadomaior, ditos para gfr. tratar no largo do Livrameuto D. .0 nopn- l,a, nnr tnrfo o nreco oue se otferecer visto da da alfandega ditos para marinha ditos meiro andar. ^ndePrem-8^' iffldi. de eontas : pa,a casacas encleles liabas de marcar mui | r Urna colero de mappas geogrficos 0rta"7ra d correuie s ,o horas da fiQas pentes de marfil de tirar pilhos fei- .inda novos urna c.d.irmba de parafuzo sen rmuem na ra da Gon- ios em Lisboa fita de veludo estrella pira propria para piano urna cama de angico com cbelo pentes de tartaruga para marraa colxo e travisseiro e urna porcao de sacos abolu^duras de retroz para casacas, trans- vasios } na ra de S. Rito D. 18 lado da I- nba franceza muito 6na para debrum de ca- greja. socas, sortimento de bicos largos e estreitos I ur Os livros e folbetes seguiotes; o (ui- de linho fino, filas de sinleiro de menino xote do seculo 18, o solitario, noiles de yung, mui ricas ditas de gar?a lavradas as ver- barbartnski, aventuras de Lazarioho a no snanhi , 1980; _ sr Que faz Manoel Joaquina Hamos e Silva por conta e risco de quem pretencer, de qa barricas com farelo de tiigo avariadas , ?indo da Havana na Balandra trasilaira A- guia com destino pra a Bahia e arribada a este porto, quarta feira ao do correte no caes da alfandega. Compras sr Escravos de ambos os sexos de idade de ia a ao annos com ofiicios ou sem elles , para fora da provincia } na ra do fogo ao f do Rosario D. a5. /i...... Vendas srMetbodo geral para violio com prin- cipio de msica escalas, arpejos e prelu- dios pera todos os toes, qoe ensino acompa. tvbar O canto seguido de divercaa arias, val- gas marchas contradanzas cavatinas e mais una estado particular para faser quanto he possivel os sous armoniosos, eztrabido de diversos metbodos os mais arredilados j na paga da Independencia loja de livros n. 37 38. ^ sr Maquinas de patente para introduiir ilhons em toletes, estas pecas fazem-se mui- to reoomendaveii pela sua boa qualidade e o muito neceMarias aot Srs. mestres alfaia- 3 por preeo commodo 1 na ra da cadeia ?alba P. 46. sr Por prece aommodo urna duiia de ca- eirai mencanas cena asseolo de palbinha , preco barato na praca da Independencia n. ao. los ixlagno Branca e Izabel, Eduardo e Auna metbologia da mocidade com esiam- Uma regrioha de idade de 1 a annos pas coloridas, jornal das familias com figu- de bonita figura ; na ra do muro da peoha rinoscoloridos, universo piloresco com es- D. 17 a fallar com Jos Bernardo. j lampas, biblioteca familiar recreativa com sr Urna porcao de barricas que forao de estampas e o ramalhele ludo novo j na pra- farinba do reino 5 na venda da quina do pa- cinlia do Livramenlo loja D. 26. a~ Urna porco de vaccas, sendo algu- leo do hospital do paraso por baixo do so brado. CST Um caixilho envidrassado proprio pa- ra porta \ na ra do Queimado t. 2. tsr Flores de peonas mui superiores che- gadas ltimamente ; na ra larga do Rosario U, uno tegundo andar. tsr Um molato de bonita figura de ida- dade de 18 annos, ptimo para pagem oii bo- lieiro ; na pracinha do Livramenlo a fallar com Manoel Luiz Vieira. tsr Urna negra de idade de i\ anuos de bonita figura ogomma liso", lava de sabio, cozinha o diaiio de urna casa e be ptima quitandeira, urna negrinha de idade de a annos com principio d costura, e un ne- gro de todo o servico e bom canoeiro } na ra eslreila do Rozario D. 33. sr Superioros toboas de pinbo da Suecia de todas as 'citlas e compriineutos, o me* mas paridas como taxbem norilbas gar las e garrotes ludo proprio para criar livres do mal triste por serem do pisto ; na ra da Madre de Dos n. 2a primeira loja de hien- das. mr Urna negra de nagio; no beco do azeile de peixe no primeiro andar jundo do S. Pereira da Alfandega. sr Gadiohos de varios tamanbos lti- mamente cbagados no atierro da boa vista fabrica franceza de charutos. CST Ou alogo-se e tambem se aplico biebas de superior qualidade por preco com- modo j na ra da alfandega velha D II. ^ Urna negrinha de idade de 10 annos j na ra direita loja de urna s porta junto ao Barbilho sr Um asco de venda em urna das casas anexas a olsria do Sr, Jo.s Joaquina. Beiraer Escravos Fgidos Miguel, baixo grosso, fulo, repre- senta 3o annos de idada, bastante ladino ,' de naco baca anda e falla muito apressado, olha por baixo dos olbos fji do Teen te Roma levou ceroulas de algodo e jaqueta amarela , quem o pegar leve a ra de agoas uerdes sobrado D. lo. ssr Nodia iode Dezembro de 1839 fugo um prelo do silio de agoizinha de Manoel Antonio da Silva Multa de noma Matheus, de n-ico angico, representa 45 annos de ida- de alto, secco do corpa quando falla be a'guraa couza gago eostu:naa fazer .cordis de rame e correntes da papagaio quaudo fugio levou calcas de panno da costa camisa de algodo e urna japona azul forrada de baeta amarela ; quem o pegar lera a ra da cadeia do Recife n. 6 que serj pagas todas as despezas. sr No dia ag de Satembro fugu u&e negra de nome Margarida creoula bem co- nhecida nesta praca por andar vendendo f.- zenda?, levou vestido saia preta e panno pre- to altura regular tem falta de denles na frente, pernas finas, pi apalheitados; quem a pegar leve na ra do trapiche venda de Jo- s Verissimo da Rocha que tei 0,000 da gratificarlo. tw Fugio um negro de regular entura , reforcadou carpo barbado, levou camisa de estopa soja ceroulas da msma de id.* - de de 16 aunas, teve bechigas a pouco lem- po de no i.e Jaco e be bem fi jurado; quera o pegar leve a ra do collegio L). 7 que ser recompensado. tsr Fugio a 3 das um negro de naco congo de meia idade baixa boca grande, e beicosgrossos letou camisa e calcas de al- godo da trra 5 quem o pegar leve a ra da Floreotina na ultima casa do lodo do macen- te que ser gratificado. asr JNo dij 9 do corrento fugio um mo- latioho de nome Pocidonio, levou vestido calcas brancas e camisa de chila ; quemo per gar leve a saudade iudo pela trempe lado di- reito n. 17. iUoviiUtiiito do Porto MA-VIO ENTRADO NO iJlA 1. Rio de Janeiro, 18 dias Brigue Nac. S. M. Boa Sorte de 377 tonel. Gap. Jos J. D. dos Praseres equip. 14, carga varios g- neros ; ao proprietaiio Jos Gonsalves (la- cio, ENTRADO NO DI1 19 Rio de Janeiro j 15 dias, Brigue de Guerra Ingle Wizerd, Gommandaute Somuaefil- le anda cruzando. SAHIDO NO MES VIO DIA. Himburgo ; Galiota Hamburgueza Fortu- na Gipi'o M. P. Kriy carga assucar. HEUFE NA TYP, 0$ M. F. DE F. rJW1 |
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