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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04330
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, October 20, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04330

Full Text

(Anno de 1841. Q11.1TA FeSa
_Tndo agora dependa da nos meamos; da nona prudencial modera?
cna, energa t continenlos como principiamos, a seremos aponladol
coa admiraei* entre as Naees mais cultas;
ProclaraacSo dassemblea Gera 1 do Brasil
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES!
Cidade da Parahiba Villas de snapretsncao ." i S .' ."'
Dita do Rio Grande do Norte, Villas dem. .' 3 * si
r^-. k k/^-.i.m- \r;n. ij*m 1 -j
PUASE8 DA LA NO MEZ DEOTCB.
Segit 5>Ui; faiftu
Dita da Fortaleza Villas dem
Cdade da Goianna ' .' . ' .' ~ i . 4 ' i ' 3/
Cidade de Olinda .' .' ..'.. . ." 2 ; 5 . J ; Todos os dias|
Villa deS. Anto ..'.:........... .. 3 ... Quintas feirasj
Dita de Garanbuns e Povoacio do Bonito . i .... lo, c 24 de cada mes
DitasdoCabo, Seriahaem, (lio Formozo, c Porto Calvo.'1, 11, e ai dito dito
Cidade das Alabeas, a de Maecio .iili.... dem dem
Villa de Paja de Flores.. ; ;...;;; ;:;...., i dem 13, dito dita
Todos os Corrcio parten ao meio diai
Qoart.ming.a 7-as
La Nova a i4 as
Quart. cresa, a m 1 as
La Ckea a 3o as
6 h. e 49 m.da tard.
2 h. e nidatard.
b' b. e 5o rn. da ruaoj
3b.e 35 m.da man.
liare theia para o da de ao Outubro^
As 9 horas e 18 minutos da tarde.
As 9 horas e 4a minutos da raanh.
20 pe Qufubro. Nm 9-3.9. "
CAMBIOS. Outubso 19.
Londres.;;;;, ag 1 |i d. por ifoooced.
Lisboa...... 80 a 83 por oo premio por metal oflerecdetf
Franca......3ao reis por franco. Cotnp. Venda.
OURO- Moeda de 6/400 reis, velhas M#5oo 1M700
Ditas h na <#4oo itftoo
Dius de#oooreis, 8I100 8|3ao
PRATA PaUces Brasileiros - - i/6ao 1*640
Petos Columnarios ------ 1/620 i#64o
M Ditos Mexicanos------- 1/600 i/Sjo
;, MiuJa.------------------------i/4ao l/44o
Disc. debilb. da Alfandega.r l|8 por loo ao mea. I ojo
dem de letras de boas firmas 1 i|a a I 1(4
Moeda de cobre 5 por 100 de dise.
DAS DA SEMANA;
18 Segunda S. Lucas Ev*ng. Audiencia do'uz de {Direifo da >.*
?ara.
lo. Terca S. Pedro d'Alcantara. Relacoe aud. do Juis de Direito]d
1. vara.
ao Qnarta S. J0S0 Caucio. Aud. do Jniz ds D. da 3. vara?
at Quinta S. Cecilia V. M. -- Audiencia do Juis de Direito da ij
?ara.
aa Sexta S. Atarla Salome Anuencia do Juii de D. da l.' v;
a3 Sabbado RjinSj U. -Reala.;, e audiencia do Juit de 1).' da 53
Tara.
24 Domingo S. Evsrsto 15. M.
RIO DE .JANEIRO.
MINISTERIO DO IMPERIO.
Ulna, e Exm. Snr, S. M. o Imperador
Manda remelter a V. Ex. para seo eocheci-
mento a copia inclusa do Decreto de a3 do
correte mes pelo qual bouve por bem pro-
rogar at o ultimo da do fucturo mez de ou-
tubro a presente sesso di assemblea geral le-
gis ativa.
Dos Guarde V, Ex Palacio do Rio de
Janeiro em a5 Setembro de 1841 Candido
lose de Araujo Vianr.a Snr, presidente da
provincia de Pernambuco.
DECRETO.
Ilei por bem prorogar at ao nltitno dia
do fucturo mei de oulubro a prsenle sesso
da asssemblea geral legislativa. Candido
Jos de Araujo Vianna do meo conseibo, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios do
imperio, o teoba assim entendido e faca ex-
ei utar rom oa despachos necestarios. Pala-
cio do Rio de Janeiro em a3 de setembro de
]84< vigessimo da indenpendeuciae do im-
perio Com a rubrica de Sua Alagestade o
Imperador.--Candido Jos de Araujo Vi-
anna.______f
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA;
Expediente do dia 18 do corren te;
Gfficio Ao commandante das armas or-
rlenando-lhe que mande receber do comman-
dante da escuna Fidelidade os recratas e
soldados que trouxe da provincia das A-
lagois, fszendo-os recolber ao deposito, e
mandando-os vacunar.
Dito-Ao mesroo communicaiido-lhe em
consequencia do imperial aviso de 4 do cor-
rente que S. Al. o Imperador houve por
bem, por decreto de 3o de setembro ultimo ,
promover o coronel graduado do terceiro
hatalho de aililheria Joaquina Jos Luir de
Souza coronel eilectivo do esUdo aaior
do exercito.
Dito Ao inspector da th*ourria de fa-
senda communicando-lhe o conteudo no
piecedente cilicio.
Dito- Ao mesneo, ordenando-lbe em cum-
plimento do imperial aviso de 5 do torrente,
que remella quanto antea a secretaria as in-
limacts que lbe foro exigidas em officios
de 15 de junho e 5 de agosto (indos acerca dos
cito guardas ltimamente nomeados para a
meza do consulado.
Dito-Ao mesreo transmitido-lhe para
seo conhecimento e execuco a ordem do tri-
bunal do tbesouro publico nacional sob o nu
mero 83.
Dito Ao presidente da relaco, commu-
nicando-lhe q' S. M. o Imperador houve por
bem conceder por aviso de 3o de agosto
de Fernando ende tem decumprir a sen-
tenca.
Portaria Ao commandante do vapor Pa -
raense, para entregara ordem do pre-
feito da comarca, oreo de que t rada o pre-
cedente officio.
Officio Ao inspector do arsenal de ma-
rinha, respondendo ao seo officio em que par*
tecipa o facto criminoso praticado pelo moco
do fogoda barca de escavaco que a presi-
dencia tem nomeado para presidente e vogaes
do eonselbo a que elle de ve de responder os
officiaes constantes da portaria de nomeaco
que se lhe remettte. devendo ordenir ao mes-
mo conseibo que d logo principio ao9 seas
trabalhos em urna das sallas do mesmo ar-
senal i apprfsentando-Ilia os documento*
comprobatorios do facto;
Portaria -Nomeando para o conselho a que
tem de responder o moco do fogo da birca
de escavaco para presidente o primeiro
tenente Desiderio Joo da Silvva para vo-
gaes os segundos tnenies Ludgero de Salles
eOliveira, e Agoslinho Uedro Carneiro da
Uunha.
Officio A cmara munipal do Recife c-
muuicando-lbe; qne tendo determinado a
resolucio da assemblea geral legislativa de 18
de setembro ultimo, que os vice-presidentes
das provincias do imperio aejo de livre no-
meaco de S. M. o Imperador, ordena o mes-
mo augusto Snr. em aviso de 6 da corrente
expedido pela secretaria de estado das nego-
cios do Imperio, que ne9ta provincia conti-
nen! a servir esqueja se achio nomeados,
observando-se a ordem numrica, em qusn-
0 contrario nao for determinado.
Portaria Ao commandante da escuna -
Fidelidade para entregar a ordem do com-
mandante das armas os recrutas e soldados
que condusio da provincia das Afagoas.
THEZORARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia i5 do corrente,
Officio Ao contador da thesouraria catn -
municando-lhe para sua intelligencia em
vista do officio do inspector da tbesauraria da
provincia do Cear que achandu-se o Exn,
Presdeme da mesma provincia j pago do
ordenado vencido at 3i de Julho s do que
for contando do . d'Agostoem diante be que
dever ser p?go por esta provincia,
dem do dia 16.
Dito Ao inspector d'alfandega partid-
pando-lhe para sua inteligencia que pela
ordem do tribunal do tbesouro publico na-
cional de a de Agosto p. p. subn. 61, cons-
ta terem sido concedidos seis meses de lhen-
caao guarda da mesma alfaudeg Joo de
Carvalho Paes d'Audrade com vencimento
para tratar de sua saude.
Dito Ao escrivo da disima de chancel-
lara para remelter com toda a brevidade a
Gm de se ultimar o exame das coutas do ex
recebedor da mesma disima Luiz francisco
Barbalho a conta dos rendimentos dos di-
reitos da chancellara disimas nao averba-
ultimo, ao desea bargador Henrique Veloso Mas e verbas arrecadadas no tempo do mes-
mo ex recebedor.
dem do dia i 8.
Officio Ao Exm. Presidente d* provin-
cia informando o requerimento de Miuoei do
Nascimento de Mendonga.
Dito -Ao contador da thesouraria remet-
tendo-lhe por copia para sua intelligencia ,
ai ordeus do tribuual do tbesouro pub.'icq na- {
de Oliveira tres meses de licenca cum os seus
respectivos veucimentus a m de tratar do
restabelecimento de sua sande.
Dito Ao prefeito da comarca do Recife,
para n andar receber do commandante do Va-
por-P*raense-o reo Antonio, vindo da Babia
ondemnado a galj perpetuas, e recolbel-u
a cadeia tim e ser remedido para a Ilha
cional nmeros 97 e 61 docarrente anno ,
a 1. ordenando que se pa|ufl D Firmi-
na Alexandrini d'Aguiir o Monte Po que
lhe pertence como viuva do i. Tenente de
Marinha Joaquim Jos d'Aguiar a contar de
\7 de Ferereiro do anno passado em diinte ;
e a a. participando que foro conced ios seis
meses de licenca ao guarda d'alfandeg^ Joa)
de Carvalho Paes d'Andrade com vencimento
to para tratar de sua siude.
Igual officio foi dir igido ao pracurador fis-
cal.
Dito; Ao administrador da mesa do con-
sulado disendo-I'ie en resposU ao seu officio
de 6 do corrate em que pondera osembs*
racoe que encontra pira com brevidade se
dar consumo ao Pao Brasil de refugo que
se acha nos respectivos rmaseos seado ne-
cessario j que a este acto assista o procurador
fiscal, que a thesourarii nao S9 julgi auto-
risada pira dispensar so nelhaute formalda-
de a pessr das rasoas que no mesroo officio
expende, e que assim dever proceder na
forma que sa lhe tem recomendado.
Diversas Kepartices
TRIBUNAL DA RELLAgAO'.:
Sesso de ig do corrente.
Os embargos de Jooa Ignacio Rodrigueg
da Costa contra o Bacharel Antonio Jos
Pereira na appallaco civel desta cidade, es.
criva ) Postumo; foro despresados, mnden-
se cumprir o accordo embargado*
Na appellago civel do Juiso de direito
desta cidade appellante D. Maria Jos So-
rimno, e appellado Manoel de Aibuquerque
Barros Escrivo L'osthumo ; sa ulgou pela
confirmado da sententenca appellada.
CORREIO;
O cter de guerra Espera nca de Beberibe,
recebe a malla para o Rio Grande do Nor-
te amanh (ar) as cinco horas da tarle.
ARSENAL DE GUERRA.
iuramnioi
O arsenal de guerra compra huma porco
de esteiras pequeuas d anjjolla ; qaem as ti-
verconopareca na salla da directora desta
reparlico] amanh 20 do correnta mes, com
o seu ultimo preco em carta feixada das nove
horas al ao meio dia
Arsenal de guerra igdeoutubro de 18 ji.
Burlamaque.
Director interino.
ANNIJNCIO.
O Htm. Sr. inspector do arsenal de mari-
nha tem de proceder no dia ai do corrente ,
pela 11 horas da rn mli o contracto de
urna embarcaco que transporte para o Sul
com toda a coromodidade at o numero de a5o
pracas de tropa com a pessoa que faca o
mesmo frelamento, por um pre^o maiscom-
modo e que se sugeite a condico de susten-
tar as referidas pracas durante a viagem com
bom mantimento e seguindo a tabella que
regula o fornecimenlo : as pessoas a quem
possa convir tal Irelamento sao convidadas
pelo mesmo Illm. 5r, inspector a compare-
cer 'esta secretara com as suai respecti-
vas propostas em o referido dia e hora.
Secretaiiz da inspecto do arsenal de mari-
nha de Pernambuco id de Oulubro de 1841.
Alejandre Rodrigues doi Anjoi
6mmwba
OBRAS BUBLCAS.
Em virtude das ordens doJBxm; Sr. Pre-
sidente da provincia poem-se novameote em
(iraca para serem adjudicadas a quem por
menos fuer as obras do melboramento da
estrada de Parnamerim junta Sinta Auna ,
avalladas em Rs. 8j686L'iag;
^ As pessoas a quem convier este contracto
sao convidadas a comparecer nesta repartico
devidamenle habilitadas de fiadores (idneas
em os das aa a3 e a5 do corrente, em
que lera lugar arremataco ; e na mesma
Reparticao podero examinar a descripeo ,
orcamerito e condices todos os dias uleis a
horas do expediente. Inspecco, das obras
publicas j de Outubro da 18 1;
Moraes Ancora.
Por ordem do Illm, e Exm. Sr. Presiden-
te suaviza, pela adminutraco fiscal das
obras publicas que sendo ptecizo aterrar al-
guus lugares do caes do cnllegia e para istu
ser nacessaria absolutamente a remosso dos
objeclos. que ali se acho como sejo canoas,
madeiras da jangada e oulros objeclos por
sso o messo Exm. Sr. ordena que os dumi
dos ditos objectos os faco, quanto antes re-
mover daquelle iuga'r empreterivelmente a-
tbe o dia 20 do corrente raez de Outubro j
sob pe na de serem removidos pela dita A. F.
a custa de seus douos e para que ninguem
se chame a ignorancia se faz este avizo ,
marcando-sa o dito praio, A. F. daa 0
Publicas 13 de Outubro da 1841.
Amaro Francisco de Moura
Administrador fiscal.
PRFEiTURA.
Parle do dia 19 do corrente;
Illm. e Exm. Snr. foro hontem presos
pela priraeira patrulha do deslricto da Ri-
beira sendo ja meio dia o portuguez An-
tonio Jos da Silva por lhe ser aprehen-
dida urna faca com pona, e pelo sub- prefei-
to da freguesia dos Afogados, Antonio Sor
biil branco, porterfend) a p*rda Cypri-
anna Maria da CoRceico t foro remullidos
para a Cadeia a m de passarem a despo-
sico da Justina e se pracedeo nos termos da
Le.
E' o que consta das partes boje recebidaa
nesta secretaria.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
Trabalbos da 5. Sesso ordinaria.
Dia 1 do corrente.
Autora a justiga contra Pedro lose Vileila,
por crimes de armas defesa j o jury acbou
materia psra acCusago;
Autor o doutor promotor publico, contra
Gracianuo J^se de Fieitaa por crime de morte
feita ao crioulo Maximianno Corroa de Lima,
foi sentenciado a gales perpetua grao mni-
mo do artigo 19 do cdigo penal. Appa-
lou p>ra a rellaco.
Sumario ex-officio contra o reo Florencio
de Barros Monleiro ; foi sentenciado a aete
meses de priso simples pelo crime de armas
defesas grao mximo do artigo 3, da le da
aujde outubro de i83.
Dia a.
v Sumario ex-officio contra Jos Antonio da
Silva, foi sentenciado a quatro anuos e meio
de gales grao medio do artigo atig do cdi-
go penal combinado com o de re lo de i5
je oulubro de 18I;, e na indemnisaco; pro-r
tesiou por novo julgamento t a senteu^a
iof pelo erime da roubo de eslavos.
I


fciAitio de Serna m n c o
**
Dito. 4.
/clora ajustica contra,Pedro Jete Vilella por
rrime de Bimta pfete, oi tkeolvidoncjtny
de sentenca.
Da 5. ,,
AvUr Pedro Jcse de Oliveira, rcnlra o reo
Joaquim Ignacio Guineiics, palo niee de
ler raptado a nenrr Francisca Coi senten-
ciado a deus ames de priso simples, e
doptar a cPerdida grao medio do artigo
227 do cedigo penal.
Autor o deutor prcmeter centra Caetano
Barbosa Lima per crine de estupro oi
ras era-ll ca im peuec mais difcil o se en-
te rderem e renunciaren a suas pretereces.
Ce-no tudo
iijuriss exronunices ,
sanes e guerras civj ,
, depcis de rruiias rici^ea ,
assasfinatcs, mes-
os furores se acalma-
Iho odesejodas riquezas sem iraLalho, a
eversfio^ verdade a lisonja a trahissSo a
perfdia o abandono de todos es seus ajus-
tes o desonzo des deveres do cidado o
da velba Franca ; mas a reodalidade', i tor-
tura as provBS de ferro quente oujde agua
fet vendo tambero as fazem recordar; Mas
sto urna raso sufficiente para tornar-mis
** e_j fff.undo uso ordinario Km- i de suas fraquez8s e mais que tudo isto ,
finalizado per onde se deveria ler principia 1 10 rediculo perpetuamente laucado sobre a
do-, isto que, nao peden do tiles ente03 I vrfude forroao, segundo crea o carcter
''donaior minero dos cortezos marcado eru
, 1 '. ____-, ., , .cau ouiuvirina paro lornar-mos
tenor da viilude do principe a esperance para ahi ? Esta palavra representa a ideia i
pe
derse cada in cou na sua erecta ,
tesis e imrcitercm ceno a do cutio. Tai-
ver vira iimpo truque a'guns reios da luz ,
que Ltikt t Ctcdilbc ten dado phiksojbis
rabit sibre as seas religiosas j ento rilas
sentenciado a tres annea de priso simples c dcsaparecei e es htmens se unir de-
doptar a tfer riida, grao n txirr o do artigo! Iiaixo do mesmo cullo. Nao duvidanca, que
S97, e indtmiitaco j protesten, por novo isto deva miceder ,' rois toda a seita filbado
julgameato. I erro e nenl um erro poder ser eterno.
Dia6. \ A es furerrs das tetas religiosas teor. suc-
Autor Fructuoso Jete de Freitas contra cedido os furores das seiies polticas ; e temes
Joie de Alrttida, por crines de fementos
fraves ; o juiy athcu nateiia para nccusa-
So.
Autora a juatica reo Joaquim Antonio da
Silva, aecusadopor ciime de furto, fti ab-
aolvido pelo jury de sentenca.
Dia 7.
Queixa de Meocel Joaquim da Paixo cen-
tra o reo Joo Sabino de Lima fti sentencia
do
pcli
vocug- ,-------, -. uini uc |ji ii- 11 bio as aunes u ere pur
plesenulta ccriesp endent a mttade do tem- qle ror eataiem j caneados. Fnlre tfuto
po (rao mfxino do artigo soi do cedigo (jB ltD Sf d,e eo j do tbreno a pedir a
tido realistas | uros realistas censtituciona-
(s aristcratas derterratas, jacobinos e
SBnseulctes. A n aior pai tede sius sectarios
nao lm tido, ero menea ardentes em suas
I trseguitcs, eu em suas viogancas, que
es senarios religiosos; pois cutre tanto que
csdvs feries seoteupavo em prescrever a
es nais fracos, estes pare sustentar o ellsr eo
Ib 1 cno, i/o excitar a guerra civil. 1 m firo
u itu rfuau ociuino tie j.ima in teDiencia- 11.11110, ro rxciur 8 guerra civil. J/m m
a a peda do emgrego de rcmmissario de depcis deteifra roronellido rcuios crimes ,
ira, grao miximo do artigo 142 e i45 do espalbtdo muito sangue, lodos elles tem de-
ligo penal e auminco depiisao sim-[pesio as armas ner.os por causa da rato
lenulta cerresp endent s rrelade do tem- qle por esterero j caneados. Fnlre tinto
, grao roexino do arligo aoi do eedigo da ltD sc \,e B0 j do tbreno a pedir a
penal pelo cine de ter prendido ao dilor(C( p^ns dos nob/es seiviccs, que lem ien-
queixeso, srm motivo justo e crdem "-.'do ratria
m. Xeof"d0 r,|,M,d* 5 8PFCllCU,' Ei, lt"l' de f8,n,a l ,fGfir om "w
para a rellago
Dita qutixT, centra timbero Refino Jcse
dos Santos oi sentenciado a perda do em-
brego de conmissaiio de polica grao m-
ximo do artigo 4? ei45 do cdigo penal e
a uro nez de pri-o simples e multa corres-
pe nden te a meude do lempo, grao mnimo
doaartgo aoi do cedigo penal, em cenfor-
nidede do arligo 33a do cedigo do proeesso,
co crine de le f rendido UmLem o dilo
queixoso Manuel J. da Faixfo sem motivo jus-
to e ordem legal e o ter espaneado.
Dia 8.
/ nter o dcnior premetor \< bliro centra
Anttnio Mcreira da Cesta e secs dous filbos
Antonio A'creira dt- Costa Jnior e Mencel
Moieiis da Cesta eceueados por crine a-
ir.eacas e rnjuiia 5 folio ebsolvidcs pelo ju-
ry da senlenca.
Dia 9;
Autor Joie Jeequim Grnsalves Pereira
entra Jcse Simplicio deS Estevea e An-
lcnio Francisco Lisboa, por erime deoen-
bbs fsicas; o jury acbou materia para aecu-
aa(fio.
Antoro doutorp re motor publico, contra
Joo Ferreira dos Anjos, por erime de con-
tutees 5 foi alolvido pelo juiy de senten-
.
Dia 11;
Anter odontor proixetor publico, reo Jo-
te da Ciuz Tabello per ciime de aro as dele-
ita fe i sentenciado a trinta e cinco das de
1 sao simples grao mnimo do artigo 3. da
i de a6 de culubro de I83i combinado
runo ailigo 49 do cdigo penal.
Autor Fructuoso Jote Pereira Cutra, contra
o reo Iicno Jcse de Almeida, per crime de
feinentos graves, foi senlenciado a qualorze
meses de priso simples e n ull correspon-
dente a metade do teropo grao mnimo do ar-
tigo 20 do cedigo penal.
todts es kgares e ero lodos os tempes, Ci-
ra muilo mao que a rraior parle* des prin-
cipees de um estado sejo bomens de Lem ;
que elles sejo seropre engaadores e estes
censinto em ser engaados.''*)
Eis os costunes de a naeo submissa a um
goverro monarebco ; e com tees eostumes ,
impossivel que o povodeixede ser mise-
ral el e que o governo nao acabe por ser des-
truido. Cr-se segundo a f de Montes-
queu que um goreruo pedia ser sustenta-
do pelo prejuizo de.cada pessoa e de cada
eoi.diceo.' Mes que succede dabi ? Que as
luzes tero dissipado os prejuizos; que desde
ento o il.nno te lem acbado sem appoio ; elle
se tem desmerouedo quase por simesmo ; tem
va e que es bemens que tinbo perdido se-
us prejuizos mas que lixibo conservado se-
us mcs (Ciliirces se tem mutuamente des-
pedazado como lestas feroses. Para resla-
belecer a m0narcbia ser preciso estabele-
fer ce prejuizos e isto mpossivel ; pre-
ciso pois quo nos tenhamos um governo re-
publicano.
" O Realista puro < Que l sinda te-
remes o jacobinismo e o jacobinismo o mais
puro no momento mesmo, ero que a Fran-
ca se lisorjeava de ler encontrado termo aos
desastres e crines que ella devia a seita in-
fernal [ Ah 1 vos sois um bomem sem ver-
gonba um pedante um ignorante um
monstruoso jacobino que... a estas palavras
o <4 Realijta puro ** sobre o ' Republicano'*
gecero de guerra o das broeburas. Nao
ha um i es-?riptcr, por mais despreiivel quo
elle fe ja que nao queira direr suat duas pa-
levrnbBs sofse o governo que cenvem
Franca, Uns e estes sao e mais fanati-
ces se proclamo Realistas Puros *s e pre-
tndelo que os Francezes tenlio ccromeli-
I quando tero tido j vistas espantosas ; a colera o suocou * et
a audacia de eppmenlar fu constiluico a seu
legiiiroo senbor. Os cutros que nao cien
nos res pela graca de Dees, esto forlemen-
ie pertuadides que devemos ter um re ;
nes iustrnlo que nos nao temos reis leg-
timos ; que os res sexisten) pelo inteiesse e
pela vonlade dos povos ; e que atsim 10
a os poves que pertence o direito de deter mi-
nar as rpfliag. segundo ,-.s cunes elles que-
rero ser governades. Kstes lem esctipiu so-
bre a bandeira q'precede as innumerave-
is palavras RealisUs ccnJlituconacs lia
fia lerceira seita que nem faz brecburas ,
rem lem bar.deira j a dos bomens severos^
que se borroriso de cuvir pronunciar o
neme de re e que terio banido a o re dos
sacrificios te tivestem lido a feiicidade de te-
rera cassido Romanos. Estes ullimos se cba-
alo ? Republicanos*.
Testemunha de fia discusso que re trs-
son no mesmo dia em que a conilitucio fei
premulgada entre um realista puro um
leahsta ccnslilucicnal, um lepublicanoe um
netapbyico, que os queia consiliar eu
vcu dar a o publico parte do que fui teste-
nuuha ; isto me dispensar do exame paili-
eular de todas s obras que a algn das,
tero aparecido sobre esta materia.
O Realista uro'. Em fim eis-nes ebe-
gades so enligo governo de nosse pes este
vox faucibus hasit.
' O Realista constitucional <( Nos nao
devenios cuidar mais em restabelecer urna
repblica em Franca ; a experiencia que
temos dislo deve-nos despostar da repbli-
ca para sempre. Mes tambero nao devemos
ter urna monarebia o qual cono ero cutre
lempo, era fundada sobre a inutilidadeda
virlude sol rr os prrjuios Je cada Jiomem e
de cada condieco e sobre os vicios que
Mcntesquieu expreba e a os cortejaos de nos-
ses r ntigos reis. E' necessaiio urna constilui-
co liLealmentedesculida pelos representan-
tes do povo e appresentada acceilaco do
le, que ella bouver de uorreer 1 preciso
em urna palavra urna tzonarebia constitu-
ticnal.
* O Realista puro" Ah l queousee
vos propor l Neo stbeis, que impor condic-
c6ea a um rei legitimo aviital-o ; que sub-
roetel-o a prestar juramento de de mantel-a
lazel-o tomar o ceo por testemunha da mais
vergenhesa das cepitula^Gesj q' nos desejamos
q' elle reine pela (orea, e q' elle nao cesse j
mais de ser investido do peder absoluto' } q'
a igreja repele de seu ceio ees que ouso ditar
*.-
DAS SElTiS PCL1TICAS
Dialogo entre um Realista puro, um Rea-
lista renstitucicnal um Republicano e
um Melapbysico.
A pbilofopbia a religio e a poltica lem
fircduzido um grande numero de seitas ; mas
aprineira, segundo o meo pensar a ni-
ca, que nao lem ensanguentado a tena. O
que prova que ce ca philntophosse lem des-
viado siguas vezes, sao elles ac menos os u-
nicoa que tem procurado a veidade de boa
e que ufio tem sido guudos em suas en-
degaetes pela sede das riquezas, e das dig-
nidades. Loeke a Condillac tem aparecido ,
com a presenca de seus sabios escriptos as
seitsa des philosophof se tea dissipado co-
mo as sombras com a aparicio da luz. Uaoi-
oas da Franca e da Inglatem dizem que
laj se retirarlo para Alleat-nba donde
t1i.V.t,*0,nidi" ogoqne es eiciplores
i .!*dw,M ^ tomarconta do vapor
das pa avra. que elles emprego. P
As sotas re .g.csa. dSo lniido to deces-
ecmoossecurm. tu.ho a discut, sob.e 5
sjiUriM sebieas nqucm t sobre as L.
governo suave e paternal que tein ftiosua
feiicidade e sua glorie por eipteo de quinze
seculos.
4 O Republicano'. Que veis pedis de-
ejar de vrverdebaixo do governo monarebi-
eo l e 1 o sabis ve5s que segundo a ex-
piesso de Alontesquieu uss acnarebias a
poltica entina a azer grandes censas com a
menor virlude potsivel 5 que o estado subsis-
te independer do troor pela patria do de-
seio da verdadeia gloria da icnunea de si
rtesmo } que abi tero as Jis o logar de to-
das essesviitudes de que o hernen nao tem
neeessidade alga e de que o estado vos dis-
pensa ; que, seentieopovo se eocontra el-
gtrodesgraeedobonem de tero, o Cardeal
e Ricbelieu no teu testamento pub.ho ,
entina queo ncnaicha deve guardar-sede
teivil-o. 'Jdnto veidade, ajunta alontes-
quieu que a \ ir lude nao a u oda deste go-
verno?
O Realista puro' E' verdsde que em
un gOTerno acnaicbico a virlude intil ;
mas nao ella substituida pela ? honra,' is-
to jeio prejuizo de cada pessoa e de
cada condieco P
1 O Republicano' -Qual pois esta mise-
ravel honra de que nos allaes } e que yo-
de preduzr de boro pois que ella se consi-
lia com todos os vicios ? Abr o Espirito das
leis e veris no cap. V. do liv. m A
leis quelle, de quero devio r'ecebel-a 5 que
Luz XVJ11 mesmo nos nao pode dar urna no-
va consliluito ; que elle poder se quizer
( do que Dos nes livre 1 ) renunciar o ti-
tulo de rti de Franca ; mas que a coia dos
Bouibons hereditaria por urna censlituico,
que existe hoje em todo o seu vigor ; que el-
le nao pode privar seu digno irmo e seus
dignos filbos da beranca a que um verda-
deiro direito os chama ; em fia que nos to-
dos desejamos urna monarebia pura.
Melapbysico" Vos dizeis mni heos
cousas, dasquaes eunoduvido. Com lu-
do devo eonfessBr-vos que nao tenbo a fe-
litidade de vos entender. Vos pronunciaes
es nones de rei de re legitimo de monar-
ebia pura de monarebia consliluciooal ,
de repblica, de direito coroa j far-me-eis
ves o favor de explicar-me o sentido de cada
urna destas palavras?
O Realista puro Abr o ultimo es-
cripto de >]. de Chateaubiiand eali leieis,
P86*_^7 que as funvees unidas ao titulo de
le sao to conhecidss dos Francezes que el-
les neo tem necessidade de serero explicadas :
que o rei Ibes representa logo a ideia da auc-
toiidade legitima da ordem da paz, da l-
berdade legal e monarchica. As lembrancas
da velba franca, o religio, os amigos usos,
os coslumes da Itroila os eostumes de noss
infamia o berco o turnlo tudo se pren-
de a esta palavr- de rei.
* Republicano. Queeslranha linguagem?
qee pedem ter decommum as peneques de
Re com os bercos e os tmulos ? A palavra
.i fS. .. .r 7 ....... vviumwiiuoo osiumuiosf a paiavra
ambicio naouosidde, a bsixeia no oigo- [t&l fairecotda diris vos, as lembrancas
auctoiid.de legitima ; mas que cousa auc-
toridad legitima e como a ideia desta auc-
tondade se une palavra rei4' mais dj
que a palavra "repblica" ? Como esta
palavra pode fazer-nos recordar os hbitos de
nossa infancia ? Credes-vs que nos nao
temos vivido> se nao com os reis i e que o eo-
verno republicano debaixo do qual todos os
bomens que ettio boje na forca da idade
tero sido creados tem-se-ihe dado professo-
res para insp.rar-lhes o amor da realeza ?
Que a difinicao de Chateaubriandsea boa pa-
ra alguns velbos cortezlos creados eom os
principes, isto intendo eu } mas deveis coa-
vir comigo que isio ero refaci a todos os
francezes se torna absurdo.
',' ? !'HA!.a CoD9liluonal A defi-
nicio de M. Chateaubriand nao d urna ideia
exacta do monarcha 5 Montesqnieu tinha da-
do delta urna ideia mais justa disendo que
o govemo monarchico aquella onde um
so governa mas com leis fixas e estaves. "
" O Metephysico Esta deGnfo nao
nem mais clora nem mais exacta que a
precedente j pois se o monarcha governa com
leis bxase estaves, segue-se que estas le
sao mdependenles de sua vontade } e qne por
censequencia nao elle queco as faa. Existe
pois no Estado um poder anterior ao seu ; e ,
este poder nao pode perecer pois que se
elle perecer, oroonareba, ou o rei, naogo-
vernar mais por Ujs Gxas e estaves. Quaes
sao alem disto as ideias a palavra ''Governo"?
Se esla palavra significa taro somente < aquel-
leque faz exerutaras leis, claro, que,
ero lodosos estados possiveis, necessaria um
ebee que governe por leis fixas e estaves:
O titulo de ,{/ei" nao tem urna significa-
cao tbsoiuta ; pois at ideias que lhe esto
unidas sao mais ou menos extensss segundo
mais ou menos limites, que es instiluccs
de cr.da paiz do ao hornero que est reves-
tido dess.es diieilos, Sparta tinha rei he-
reditarios que goverr.avao pormeio das leis
eslsbelecidas e com tudo a Franca era urna
monarebia. Ora suppjnhamos que o po-
der dos reis de Sporla gradualmente se anf;-
rceniou ou que o dos reis de Fanca gradu-f
airente diminuo; qual o momento preciso,'
em que Sparta viria a ser monarebia, eem
que a Franca paisana a ser repblica ? A
solueo desta questo sem duvida da mais
alta importancia j pois se preciso darmos
crdito a Monlesquieu, no momento, em que
o Estado deixar o titulo de repblica para to-
mar o de monarebia, os cidados devetn per-
der su8s virtudes, adquir a honra,
isto os prejuizos e contrahir todos os vi-
cios imaginaves,
Assim cemo nao sabemos o que diremos;
quando se pede um rei, o mesmo nos suc-
cede, quando [edimos urna repblica. Mon-
tesqueu define con efeto o governo repu-
blicano o em que o povo em corpo '' ou s
urna parte do povo ,, tem o soberano poder.
Mes, em nenbum paiz o povo leve j mais
todo o poder inteiro 5 sempre tem sido obri-
gado a deixar pane delle a seos magistrados;
ora se bsta que urna parte do povo tenba
parte no soberano poder para que o estado
seja urna repblica evidente, que a Frn
ca e a Inglaterra sao hoje repblicas, pois
que sem o concurso do povo nao se pode
foro ar le alguma. Lego pois os Francezes
se tero ciuelmente despedazado dursute sua
revoluco por causa de palavras t us que-
lio que & branca se chamasse reino ,
outros queria dar-lbe o nome de repblica ,
e a difierenca de duas ou irez letras, que
ttm sido a causa originaiia da mortede cinco
ou de seis milbes de Franceses. E' lam ver-
dade que os Fiancezes s se tem balido por
causa de palavras, que, se boje alguem
quizesse dar Franca o nome de "repblica,,
e eo re o nome de cnsul,' ou de 'presiden-
te '' sem que nada mudasse no fundo de
nossas inslituies, occasionaria provaveh
mente urna gueria civil.
Entretente escutae a nossos graves juris-
consultos evos os ou vitis raciocinar sobe a
estas duas palavras de rei ,, e de '* monar-
ebia ,, como se na nstureza existissem en-
tes eom este nome independeutes das ipati
luieoes humanas, Um vos dir gravaaieate,
que a justica urna * emanaco ,, do rei.
Ouiro ves sustentar, que da essencia da
monarchia a existencia de bomens nobres ,
de direitos ftudaes e de justicas senborr e
ecclesiasticasj um lerceiro dir que os reis
sempre sao de sua natureza menores ; em u-
na palsvia nao se faz mais, que dsr rea^


DIARIO P fct N A D 11 C 0
3
lidade a abslracoes e dar-lhes atlributos, vem que delle se na > cita urna s dessas pi-
que devem resultar nao de tal ou tal pa- lavras, queannunca Alexandre e Cesar...
avra iras das leis constilucionaea di Es-
tado
" O Realista paro.,," Pertendeis vos, a
exemplo de tantos outros, contestar os direi-
t s e a auctoridade do rei legitimo pira es- *
tabelecer os do usurpador ? 4
** O Vietaphysico.,. Eu nao contesto cou-
sa alguma ; e se eu ousasse pretender alguma
cousa entao pretendere que os homens
fie intendessem qu indo desputa). Creio ,
que bei demonstrado que a palavra rei .,
nao representa por si mesma alguma i-
deiadeterminada ; e parece-me que a sig-
nificaclo da palavra ** legitimo,, tambem'
nao est bem fichada. At boje pensava ,
que esta palavra significa va conforme a
le,, ; donde tinha concluido que um rei
nao poda ser ' legitimo ,, se nao quando
sua euf totidsde fosse fundada sobre as leis
do Filado ; e como me pareca que as leis
era anttriorcs eos reis ' legtimos,; e que
ellas nao tiuhio feito a si mesmas, buvia pen-
sado que ellas devij ser obra d>s na-
ces ; o que me conduiia natuiali ente a esta
consequencia que se es povos livessem t-
do o direiio de fazer leis e 'reis legtimos, ,,
teriio igualmente podido desfiie-los t e
fazer outros muito a seu contento. Eu estsva
tanto mai9 firme netta uj inio quinto tera
sido cruel paramim pensar, que nossog paes
tinho commettido um crime inorme, cae-
ndo do tlirn; o indigno descendente de
Chatios tnagno para nelle collocar Hugo Ca-
feto e que eu me nao poda resolver a con-
siderar este illustre monareba como um u-
surpador.
Mas, passados dous metes, mudei de i-
deias ; nossos escritores grandes e peque-
ros me tena ensinado que o meu juizo era
errado : eu boje conheco que um rei le-
gitimo,, um bomem que sustem as re-
deas do peverno, e que concede logares ,
Por ventura a Franea ser urna propriedade
m ? Deve ella pertencer a um Corso por
direito Divino ? Ali por Deusf nao sejamos
to desleaes que queiramos desbordar o dos-
so natural Senbor pira dar seu leito ao pri-
meiro camarada que o pedir ... E os
Buurbons esto elles ah ? Onde esto os
principes? Esto a chegir ? Ah se vs-
semos urna bmdeira brauc,.,," O horror
do usurpador est em nossos coraces. Elle
inspira tanto odio que . .
Aqui o realista puro foi enterrompido por
urna pessoa que noi veio dar lu tura da cu-
ta constitucional ; e como era de esperar ,
ella nao satisfez nem ao republicano neo
ao realista constitucional, nem ao realista
puro, Que dizia o primeiro, o anno de-
zanove de nosso reinado..." Ab i que indi'-
nidode l dizia o segn Jo ; nos temos con-
cedido, feito conceisio e outorga..." Deus, di-
ra o 3. tudo est perdido 5 os beas da igreja e
os beos do emigrados s&nioentregari e por
cumulo de horror, o rei nao poder a seu gos-
to levantar roposlos sobre seus vasssllos ,
para recompensar a seus Geis servidores.
Nao isto nao pode durar... Vamos procu-
rar a M. Dard ou a M. Falconet, elles tem
talentos e ccragem e soberao bem demons-
trar a naco que esta carta constitucional
conlraiia ao direito divino e que ella na
pode conciliar-se lem com o direito can-
nico, nem com a decido dos papas.
Senhoies diz o metaphysico no accen-
der- novamente a guerra civil p>r palvras e
porbens, que nao podere obter. Alusi-
vos porque o rei tem dado a carta constitucio-
nal no dcimo nono anno '' de seu reinad i'' :
masque quer isto dizer ? Se o redactor tem
querido dizer por estas palvras que ha de-
zanove annos, que o principe que nos g,)-
verna tem tomado o titulo de re da Fran-
ca, nao vejo raso to forte psra oflligir-vos
penoes e fitas ; e que o u usurpador ,, a- pois este facto que vos absolutamente ex -
quelle, que tem sido lancado di throno e
que nada pode dart E' lem verdaJo que
nem todos clao o mesmo sentido a essas pal-
vras j mas devem: s esmerar que visto te-
rem os nossos escrptores e magistrados refor-
mado a lirgua os membros do instituto se
eppressaro a reformar o vocabulario.
O Realista puro,, Vos calumnae
nossos escrptores, -nossos magistrados o
principalmente nossa Ilustre nobreza ; mas
ts nao podis ignorar que se elles tem
prestado serviecs causa do usurpador se
elles lie tem prodgalzado louvores, elles
per itto cc desejo menos, em segredo a
volta da nossos principes legtimos. A lem
disto nossos grandes escrptores, tal por ex-
emplo como CbBteaubreand, nao o tem j
mais leuvndo cmo vos podis convencer
por seu ultimo escriplo.
" O Republicano.,, Abii o Genio do
Cbristianismo e.-ia obra famosa na quai
se prova que Racine nao tera feito sua tra-
gedia de Phedro se elle nao livesse crido na
Santa Virgem ; e vos lereis no prefacio'.
*' Eu pens que todo o bomem que pode
ter a esr ersnca de encontrar alguns leitoies ,
rende um servido sociedade guando trata
de ligar os espiritos causa religiosa ; e,
vindo a perder sua reputacao como escrip-
to r, obrigado, "em ronsciencia,, a unir sua
forca por pequea que seja a do bomem
poderoso que nos fa tirado do abismo.
" Aquelle, diz W. Lally Tolendal, a
queto toda a forca tem sido dada para pacifi-
car o mundo a quem todo o poder lem sido
confiado para restaurar a Franca, tem dito ao
principe dos sacerdotes como em outro tem*
po ( y ro : Jebovab o deus do cea me tem
entregeos reinos da trra elle me tem in-
cumbido de levantar seu templo. Ide sub
auODtsnua santa deJerusalem, reedificae
o templo de Jebovab
" Ccm tsta ordem todos os Judeos, e an-
da o menor de entre elles devem dar-se
pressa aajunUr materiaes para a reedificaco
do edificio. ' Obscuro Israelita eu bo-
je trago o meu grao de areia.,,
Vos vedes, que o obscuro Israelita IVJ.
de C , que deu-se pressa a favorecer o
novo *? Cyro '', a quem * o ceo tinha dado
os reinos da trra ", nao o considerava ento
como um usurpador j o que pareca provar
ccm tfleito que um usurpador um rei de-
thronado, segundo a iingua moderna.
" O Realista puro.'' Todos estes discur-
icsnada pro\o eeu estou bem persuadido,
que no momento em que elle os escrevia ,
diiia no lundo de seu conco. bonaparte
nao merece o titulo de grande bomem, a
i> giubimidade que faz os hroes e aos ver-
daeiro leis, teamente Ihe falta. Dal
tr. ndo nao poda offender nem vossos drei-
tos, n3m VOSS09 nteresses. Se o redactor
tem querido dizer que ha dezanove annos ,
que o rei governa o mais que dahi se pode
concluir que este hoinem seja elle quem
for veio de alguma ilha dieerta, ou gira
ludo quanto se tem passido na Europa a va-
te e cinc > annos.
Vi vos queixaes, porque o prembulo
diz que o rei outorga e concede a carta con-
stitucional ; mas ainda isto nao passa do um
erro de facto. Lede a constituyo da 1791 ,
acceta porLuiz XVI., e a do anno 8 e ve-
ris que ellas garantem aos francezes todos
os direitos que sao consagrados pela nova
carta. Nao vades por tanto embararar-vos
em novas desputas ; repara que o lempo
que empregaes na de.ezi da constituico se-
r mais til a Franja que o que emprega-
rtis ero critcal-a, Se credes, que ella en-
cerra alguns defeitos podts soltcitar a sua
correeso na cmara des deputaJos ; porem ,
em quanto espertes obedecei s leis e serv
a patria. Em quanto a vi, Sanhor realis-
ta puro temei de manchar vossa pure:.i ,
fazendo ver o toda a Franca qu?ossignaes
de adhesio que tendea mostrado causa do
rei legitimo nao tinliao oulro objecto seao
descubrir vossacabeca.
Traduzido de Comte.
LOTERA DO LIVRAMENTO.
O Thezoureiro faz ver ao respetavel Pu-
blico que a Lotera corre mpreterivelmente
no da 4 de Novcmbro. Troco-se por bi-
lletes premiados de qualquer Lotera na
caza das exlr.ccs.
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilhetes da a. parte da refeiida 7. "
Lotera, cujas rodas ando mpreterivelmen-
te no da 16 de Novembro prximo futuro ,
acbo-se a venda no b.iirro do llecife as lu-
jas dos Snrs. VJaooel Goncalves da Silva, V-
eira e Gregorio Antunes, Cambistas } e no
de S. Anlonio em as lojas dos Snrs. Mene-
na ra do Collegiu ; Guerra, na ra
e bastos na Pracinha do Livramenlo.
zes ,
nova
LOTERA DA MATRIZ DA BOA-VISTA.
A meza actual da Irmandade do SS. Sa-
cramento da Ireguezia da Boa-vista leudo
marcado no dia 1 e L'ezembro proxi no fu-
turo para correrem mpreterivelmente as ro-
das da i." parle da . Lotera a beneficio
das obras c-pera dos amadores desle jogo
hajo de concorrer para a compra dos bi-
l.'.eles que se abo venda no Recite rus da
Cadeis bja de Snr. Vieira ; em S. Antonio
ra do Collegio loja do Sur. Menezes j ru
do Cabula, bjticadoSnr. Moreira Marques,
e no Livramenlo botica Jo Snr. Cbagas e
na Boa-vista na botica do Snr. Joaquim Jo-
ze Moreira defronte da Matrit,
~$------
GABINETE LirTERARIO.
Em cumprimento do Artigo J54 dos Esta-
tutos .taco publico, que o Snr. Cietano Al-
berto Texeira Cavalcauti Socio do Gabinete
Luterano, fez presente ao mesmo Gabinete
das obras sejunte3 :
Memorias para a histom da Capitac
na da S. Vicente bojo chamada
-. de. S> Pau,>........
Ensato econmico sobre o commerco
dePortugil esuasCobnis. t
Pecas interessantes relativis Ravo-
co effeiluada no Par
Memoria sobre a necessJaJe da sa
abolir a introducao dos escravo3
Africanos no Brazl. "| j
Recfe ld'Outubro de 181.
"Secretario.
J. B. Galvo Alcanforado,
. vol.
dito,
dito.
dito,
Avisos Diversos.
tsr O Escrivo da Santa caza de Mzer-
cordia d'Olud avizaa quem convier que a
manh quinta feira 2i do corrente pelas 9 ho-
rt! da manh, ha Sassio da meza regedora di
dita Irmandade.
iST I)a-se quatro mezes adiantados por
um sobradmbo de um andar nao exceden-
do de aUooo reis, senda as seguintes ras
de Orlas Direta e agoas Verdes ; quem o
ti ver dinja-se a roa Direia D. ao lado
do Lirrarnento.
VT A viuva de Jlo Baptista Correa Nu -
nes ; vende a metade da u andar sito no pricipio do Atierro dos A (lo-
gados confrontando ao viveiro do Mus 5
e o propietario da outra metade igmlm ente
vendo mais a annuncimta, a caa terrea jun-
toao mesmo sobrado } assim maii una chao
com principio de caz* no mesmo lugar do al-
terro sendo as ditas ven-lis por ella ajusta-
das o pora mesma annunciante assignadas
as escripturas e os dinheiros recebidos pelo
Snr. Antonio Fels como procurador do Sr.
Regadas ? a quem a annuncimte deve quan-
tia avuliada ^ 03 perleudentes entendo-se
Com a sobredita viuva no sobrado novo do
referido atierro.
tj* Quem quizer vender tartaruga verda-
deira, em grandes e pequeas ponjes ; di-
rija-se a ra de Orlas cata terrea D. 18, la-
do direito lundo do patio do Carolo ptra os
Martirios ou annuncie.
C2- Por fallescimento do Snr. Alexis Cha-
vehnei socio da caza Bolli Se Chavanne3
Frres estabelecida nesta Praja ; fica a fir-
ma da caza de boje em (liante ; Bolli & Cha -
vannes sem alteraco uenhuma ao giro do
negocio da caza.
l-J" Quem quiser comprar um par da brin-
cos i!e o uro lrvrados dirija-se a esta Ty.io-
grafia.
Efir Ladislao Pinto responde ao segundo
ai;nunci do Sr. Manoel Fiancisco de Puntes,
em que no Diario do dia segunda feira N. 217
declara ser falsa a letra de 8:lo6U mil reis
aseita por seu falecido pa Francisco Nicolao
de Puntes e que ningue.11 a recebesse em
trespasso tendo ja antes aununciado que seu
feiecido pai nao ilevia a pessoa alguma; quiu
dooSr. Pontea fes o ptimeiro annuncio logo
por outro annuncio respondeo o annuncian-
te que Ibe era seo falecido pai devedor da
teferida letra e como fosse citado o Sr. Pon*
les sua mi e mais coherdeiros para o pi-
garcento dessa letra lembrou-se muto in-
ielismente de fazer o segundo annuncio : en-
felismente digo por queja estando citado pa-
ra esse pagamento nao pode ser traspassada
a letra a outrem e as defezas se fazem em
juiO e nao no Diario quandft ja nao po-
llero servir esses annuncios para detenJer-sj ,
e to smente para irrogar injuria contra u
annunciante que nunca o Uoeslou e as-
sim pode capacitar-se esse Sr. que a divida
certa, a letra verd.ule-ira oqueemjuizo
coiiteiKozo espera o anounciante provar.
fST Tem de ser arrematada por tres ana>s
na porta da resideucia do Sr. Juu do civel da
a. vara na ra do Rozarioestreita urna mora-
da de caza de dois andares com um famozo ar-
aazem cita na mesma ra do Rozario estrel-
la quem a pretender compare^* as quimas
e segunda feira, senJo a primeira prac quin-
ta ieira 21 do corrente.
fc3> Precisa-sealugirm rus. di ciuej ou
na vis.nbanca urna ci
quinta e cacimba no se du da paRar bom
aluguel, com fiadores a contento oodo a ca-
za do agrado do annunciante taaban da-so
alguns mezes adiantados e premio pela entre-
ga da chave, sendo que esteja oceupadsj queni
a tiver dirlja-s a ra d'alfandega velha -
N. 9.
sr A pessoa que ihe foi deiencamnhado
um crioulinho que nao sabe dizer quem
seoSr., gnora-iese orro 00 calivj, dan-
do os sigaaes strtoi poder procurar na rui
do Livramenlo caza de sobrado de 3 anda*
res de Antonio Jos dos Sautos Bamfca.
er O abaixo assignado fu sciente aos seos
fregueses que abrij huma loja do msmo as-
tabeleciment) que tem nai outras ; lea e-
lins ingleses elsticos, lisos e bordados, ditos
sem ser elsticos de patente botins de Lis-;
boa, sapatos de duraque, ditos de biserros pa-
ra homens ditos franceses para scnbora, ba-1
lins de duraque tanto para homens como pa-
ra senlioras e hum grande sorlimento de tu 1
doquanlo pertence a militares, co!x5ed ti-?
das as larguras e tamanbos, tudo pjr preca
commodo, ni ra Nova de fronte dooito da
matriz de Santo Aulonio D. a, ao p da ven-
da do Sr. Lima, ubem se vende uma venda
em esquina com poucos fundos, e temeom*
modos para familia, a dnheiro ou a praso j
Antonio Ferreira da Costa Braga.
IS" Alluga-se huma das tx-alientes ca-
sas pertencentes ao lsm. Snr. senador Ma-
noel de Carv.llij Paes de Andrade cita na
ra do Amorm omit perto di nova at-
fin le;a granda desta cidade; este predio por
ser de quatro andares ter bom armasem e
hum grande mirante em cima donde, se des-
cobra ornar, e a chegada dos navios a esto
porto, he muito reeommeodavel para quaU
quer estabelluci meuto commercial, e be a
mesma que oceupuu por muito annos a res-,
peitavel casa de Crabtree Hayvorlb & Com-
panhia ; os perlendendes podem dirigir-sa
a Correlor Oliveira,
VT" Nova loja francesa no pateo da Matriz
do SS. Sacramento da 'Santo Antonio, ca-
terrea D. 8 pertencente a Affonso St. Mar-
tin onde hum surtimento completo de f-t-
sendas francesas e amis barato prego d
que em qualquer outra parle, como tambem
I tem selus mola, com cabecadas da lustr
'e rabi.xi mi.'itis de pao estribos de lato,
freio de farro polido com parafusos e silbas
e louros tudo por aolJ reis, outros a 22, a3j
e 24U reis,
kst Traspassau-se as chaves do armasem
detrasles da ra do Rozario estreila D. 3i t
a tratar ni ra da Florentina com J. Be^
ranger.
cf Precizase de um cont da rs.a pre-
mio sobre hypolheca em um predio livre a
paga-se mensalmente o premios quem quiser
dar aununcie ou dirija-se a ra do Cal-:
dereiro L). 4* que se dir quem pretende]
S39" Perante a Meza Remedara d\ Irman-i
dade do SS. Sicramenlo do Biirro da Santo)
Antonio se hade conlracUr impreterivel-.
mente no dia a a di correata os concertos da
duas cazas terreas pertencentes ao seu Patri-
monio, sitas uma as Cinco Pontas D. 27 ,"
e a outra no Mondego D. 8 ; cujas cazas se-j
rao franqueadas para melhor exame e ave-'
riguaco di obra preca pela Procurador
o Snr. Claudio Dubux morador na rui das
Larangeiras : os Mestres d obras que qui-
zerem empleitar ditos concertos, e que pira
esse m sao pelo presente convocados, com-.
pirecero na tarde do indicado dia no Con-
sistorio da Irmandade, e pira que a vista
dos Ornamentos, e das condicas propastas
possa a oleza em conformidade do Compro
misso ceder aos que maiores vantagens olTe-
recerem ou na falta de licitantes deliberar a
respeito, o que julgar mais conveniente em
beneficio da rmiiidade. Recila 19 da Ou-
tubrode 1841*
O Escrivo da Irmandade
Joo Hermenegildo Jorges iniz.
tST Na botica d Manoel Feppe da Foa-,
ceca Cande ni ra larga do Rozario O. to ,
i-ia es verdadeiros posas parsienles, purgati-
vos aa'isyphiluicds antidartrosas-e anti-;)
biliosos para se vender a 5jo rs o papel.
*^T" Na paderia do Arco de Santo Anto-
nio continua-se a venJer excellente pi a
bolax a 100 rs. a libra e bolas 1 por arro-
ba a a56o rs.
a_v- No armasem de taboado de pinln por
detraz do Theatro, coutiuai-se a vendar
excellente larinha de trigo para pao e bola-:
xa, e pelos mdicos prceoa de ts', .10^
llH> e 14^'S' a diuheiro ou prasai *
tambem se vende umi porcio da suparior ta-
boado de pinho americano ni ra da S*5
zalla velha armasem de ViceM t. >


4
5
En risa ce Madsme Tbeard na ra no-
va D. 16 defronte da Conceico so acba ato
grande sortimento de chapeos de senbora e
de meninas de oda e de palha todos mu
ricos e de padroena modernos, vestidas de
meninas do ultimo goato, um bonito sarii-
ment de>rfumari.s multo.Boas e de: supe-
riores quilid.des A^e tas mu. rica, e
finas par. guarnido de chapeos, vesl.dos e
cabec, bicos de blom br.ncos d" e ll
_bo pretos e brancas lovas curtas brancas e
pret.\ ricos cortes de vestidos e pentes de
todas as qualiddes. ,
ur Precisa-se de nm caixeiro para co-
brancss de roa, preferindo-se brasileiro ;
resta Typografia se dir.
sr Quem precisar de ato moco frortoguei
para arm.zem de assocar ou para cobranzas,
dando fiador a sua conducta annunue.
sr Roga-seaoSr. da roa do Queimado
D. 3 que annuncioa com as letras J. A. &.
y., que qnanto antes lbe viesse pagar a
uantia de 31,66o qu o dito lbe era deve-
doramaisde6annos,queira por esclareci-
aento declarar se he com o abaixo ass.gn.do.
Joaquim de Annunciacao fiqueira Varejao.
tsr Manoel Antonio da Silva Mota vende
o seo sitio da ponte de Ucboa o qual tem
boa casa e banbo no rio capibanbe.
sr Precisa-se alagar urna canoa aberta ,
que carrega 600 a 800 lijlos cuja canoa he
Jara areia 1 quem a pretender dirija-se ao
rincipio da ra do Rangel loja de cera de
tima i portan
sr AIuga.se urna casa terrea para se pas-
ear a festa pintada de novo, com dous
quartos ,sala adiante e atrai, e una quarto
110 quiatal para pretos e cozinha fora na
Cidadede Olinda na ladeira do varadou-
vo bem confronte a casa que se fax presepio ;
tratar na ra do balde casa junto ao sobra-
do doSr. Cunba.
Quem precisar de una ama para
em bom uro ; tambem se vende 6 meia da-
tia j na roa do Manoel coco D. 4<
sr Por preco commodo hypotheca-se ,
ou arreada-se pelo, lempo de fesla urna casa
de pedra e cal sita no fealdereiro com daas
salas 4 quartos cozinha fora e um gran-
de quintal com alguna arvoredos ; a tratar na
ra de Manoel cooo D. 4 ou no forte do mat-
toscom Antonio Joaquitn de Oliveira Bi
duea
sr As Efemrides Nuticas parr o anno
de 184a ; na ra da cadeia do Recife venda
de Jos Gonsalves da Ponte.
MT Urna preta de naci inda moca, bos
lavadeira cozinha o diario de nma casa, en-
gomma e he quitandeira } na ra do Wa-
gueiraD. 19; ; '
sr Duas bonitas escravas de idade de 2o
a 2a annos coiinho com perfeigo e en-
gommo urna dita lavadeira de varrella e
sabo e he boa quitandeira um prelo mo-
servigo interno da casa de um hornem soltei-
ro dirija-se a ra nova lado do norte penl-
tima loja se dir.
co trabalhador de enchada e perfeilo carreiro,
urna negtinha de bonita figura de idade de
1 a annos, cose muito bem ; na ra do fogo
ao pedo Rozario D. a5;
^-er- Maquinas para alfaiate com os com-
petentes ilhos aj libras de araan urna ca-
noa de 60 palmos e 4 de boca propria para
qualquerobra por ser muito s 4 ditas de
carreira de 3o a 35 palmos e a e meia de boca
ludo por prego commodo ; na ra da cadeia
D. 5 a fallar com Joao Antonio Soares de A
breu
Kr Um sitio nos eflogadns com frente pa-
ra a ra dos possos com casa de vivenda ,
telbeiro e tudo murado , a tratar no primei-
ro sobrado ao p da ponte dos affogados.
sr 4 escravos mocas de boas figuras, com
boas habelidades, duas cosem engommo ,
e coiinho urna dita por 3 20,000 ptima
para todo o servico de urna casa dous mo
leques de idade de a a 18 anuos; na ra
de agoss verdes casa terrea O. 37.
Avisos Martimos.
tem bons commodos os
jao se a Machado & Santos ou ao Capito.
FRETA-SF. nm pequeo Barco para ir to-
mar carga de sal no Assu lugar do Maco,
qoe possa receber mil at aooo alqueires de
cal, o qual se acha prompto, ou faz-se qual-
3uer negocio com o mesmo sal; a fallar com
oaqoim Gonsalves Vieira Guirnarea junto
ao arco da Gonceigo I). 3i se dir.
jLeila o
Ihor que tem vindo a esta praca, chegado re-
centemente, por prego commodo ? no arma-
sem de Antonio Francisco dos Santos Braga
narua da moedan. 142.
tsr Taxas de ierro coado e batido em t>om
sortimento e algumas ferragens mus para
engenho na ra do Vigario n. 7.
sr Um pardo essuro bom pescador de
rede e tarrala; na ra do Vigario n. 7
sr Sacas com superior farinba de Swruie
Vlae chegada recentemente do Rio de Janei-
ro j no armawm da Aotonh Francisco dos
Santos B-aga na ra da moeda n. l4'2
tsr Lencos de garca a 1000 peanas para
escrevera 160 baralhos de cartas francezas
muito finas a a4o banha em boioens a 160.
tinta para escrever a 100 lamparinas a 8j rs,
obreias 605 e 8g rs. a caixa sabonete a 80
rs. cordo a4o rs., massosde lapis a 100rs.
grampas envernisadas a sao, espelbos de
damas e de gaveta e outras multas miude-
zas por preco barato ; no atierro da boa vista
loja de Jos Joaqun da Silva Guinaraes
D. ai. j ,
sr Massas de Hambnrgo plumas de to-
das as cores para chapeos por preco commo-
do ; na fabrica de chapeos junto a cadeia.
tsr Uma molala de idade de 9 annos,
com principio de costura urna negra cre-
oula de idade de lo annos com principio de
costura e lavarinto urna negra creoula de
idade de 3o an&os, coiinha o diario de urna
casa lavadeira proprio para todo o ser-
vico e um preto creoulo para todo o servico;
na praca da boa vista D. 16.
P> Na fabrica de charutos franceza no
atterro da boa vista formas de botins e sa-
patos as quaes formas de parafuzos servem
para alargar e conservar o calcado como novo
a impedir elle de entortar de banda presumo
etes que ho de ser apressiado pelos que gos-
tio de andarem calcado assim como ptima
mustarda franceza de varias aortes, e eicel*
Cavalcanti na passagem da Magdalena ; a
tratar na mesma.
sr Urna negra d nacSo de idade de 10
annos e nm cvalo castauho muito bom,
com todos os andares e bastante gordo j na
ra do QueimadoD. a ,
sr Bom vinho do Porto a i5oo a caada,
e a aoo rs. a garrafa j na ra estreita do Ko-
zajis no novo armazem . a8
sr Superiores bichs grandes e peqae-
aos e tambem se alugio e peixe da llha de
S. Miguel a iao e a i4o a libra } na ra es-
trella do Rozario venda da quina da ra das
larangeiras.
sr O Patacho Americana Mentor de su-
perior marcha forrado e encavilhido de co-
bre de lote de 170 toneladas ; a tratar cojb
Matbeus Austin & Companhia na raa do
trapiche novo n. ja.
tsr Urna negrinha crioula de dada 14 an-
nos cote cozinha e faz lavarinto : outra
dita de idade ao annos coze, e faz renda }
na Gamboa do Garmo D. 9.
sr Mil varas de panno de algodo da tr-
ra de boa qualidade a aao cada vara } na pra-
cinha do lavrameoto D a3.
tsr Um sobrado de dous andares na ra
direita com os fundos para a torre da peaha ,
com os chaos proprios livres e desembtras-
sodos j a tratar na ra do Noguoira D. 19.
sr Terrenos para se edificaren casia na
estrada da campia de S. Anna na ra no-
va loja de ferragens D. i3.
tsr Gadeiras americanas com assento de
palbinha ditas com assento de pao camas
de vento de amarelo muito bem feitas a 45oo,
ditas de pinho a 35oo, e piobo da Suecia
com 3 poleadas de grossura, e dito serra-
do 1 tudo mais em conta do que em outra
parte ; na ra da Florentina em casa de J.
Beranger. *'________________
s veraes casa ierres u, ai -..----------- o,:j...
Urna mesa de iantar de madeira ama- lentes conservas inglesas soetidas
___ _... a. . rim Pii-rivncreoulo de n
na ra do
Um escravo creoulo de idade de 18
annos, com officio de pedreiro j na ra do
rea, com os tampos enlerissos
Colegio D 8.
sr Chitas finas de diversas cores a 1 ao ao Livramento u. a.
!5o ; na ra do Queimado loja de C.rioc ~ ** P" * ^'^ ^ f.^ '
ficSette D i3 a i0 200 e * 5 direita na
PARAOMARANHAO'oBrigue, Escuna A venda/de garapa sita nobeco dalia- I'^^,^^1^J5S^SJ^J daTSdri.
Amalia a-sabir com brevidade e s recebe goeta com amtoa poucos fundos e opima I "^^ -uit0 bom lado por 40,000
escravos a Creta om passageiroa para o que para um p.mcipianlo a dinheuoou a praao, fJ""J^de al-enir groasa muito bsm
commodos, os pretenden^ din- urna dnia de caderas u sof de jacar.n- l^^^^n fwn quiser man-
- d a moderna e quiBi novo por i5o,ooo, O cozaoseja u Kui. y ^ m. .; A* \s
facas, 6 garios, e 6 colberes com 5oo oit.vas dar c.rregar para obra, e ^ma P r^ de a
demuitoboaprataa aoo rs. a oitava um de cana anulo seca na ra do calderero
oratorio de Jacaranda obra de muito bom gos- D. 4 ....
to, com algumas Imagens. cinco pipas va-I or Urna cabra bicho com cria muito
sias, e um porco de bacos vazios} na ra boa leiteira na ra da Florent.ua sobrado ao
doAmorimn. ia5. pda*nare. ___
sr No atterro da boa vista loja D. 10, sr Sapatos de couro de lustro mu.to bem
fezendas baratas em pecas e a relalho para lir feitos a aa^ e azeite doce a 5o3 a garrata }
quidaco de contas. > ra de S. Beato em Olinda loja de cou-
tsr Cb isson de primeira sorte a a56o ros n. i4*
EaTo eorretor Oliveira, de gran- botoens com o letreiro de Pedro Srgundopa- tsr 3i palmos de terreno na capunga ; a
^Z^L^STt^Z FranLas, raofficiaesdoestadomaior, ditos para gfr. tratar no largo do Livrameuto D. .0 nopn-
l,a, nnr tnrfo o nreco oue se otferecer visto da da alfandega ditos para marinha ditos meiro andar.
^ndePrem-8^' iffldi. de eontas : pa,a casacas encleles liabas de marcar mui | r Urna colero de mappas geogrficos
0rta"7ra d correuie s ,o horas da fiQas pentes de marfil de tirar pilhos fei- .inda novos urna c.d.irmba de parafuzo
sen rmuem na ra da Gon- ios em Lisboa fita de veludo estrella pira propria para piano urna cama de angico com
cbelo pentes de tartaruga para marraa colxo e travisseiro e urna porcao de sacos
abolu^duras de retroz para casacas, trans- vasios } na ra de S. Rito D. 18 lado da I-
nba franceza muito 6na para debrum de ca- greja.
socas, sortimento de bicos largos e estreitos I ur Os livros e folbetes seguiotes; o (ui-
de linho fino, filas de sinleiro de menino xote do seculo 18, o solitario, noiles de yung,
mui ricas ditas de gar?a lavradas as ver- barbartnski, aventuras de Lazarioho a
no
snanhi ,
1980; _
sr Que faz Manoel Joaquina Hamos e
Silva por conta e risco de quem pretencer, de
qa barricas com farelo de tiigo avariadas ,
?indo da Havana na Balandra trasilaira A-
guia com destino pra a Bahia e arribada
a este porto, quarta feira ao do correte no
caes da alfandega.
Compras
sr Escravos de ambos os sexos de idade
de ia a ao annos com ofiicios ou sem elles ,
para fora da provincia } na ra do fogo ao
f do Rosario D. a5.
/i......
Vendas
srMetbodo geral para violio com prin-
cipio de msica escalas, arpejos e prelu-
dios pera todos os toes, qoe ensino acompa.
tvbar O canto seguido de divercaa arias, val-
gas marchas contradanzas cavatinas e
mais una estado particular para faser quanto
he possivel os sous armoniosos, eztrabido de
diversos metbodos os mais arredilados j na
paga da Independencia loja de livros n.
37 38.
^ sr Maquinas de patente para introduiir
ilhons em toletes, estas pecas fazem-se mui-
to reoomendaveii pela sua boa qualidade e
o muito neceMarias aot Srs. mestres alfaia-
3 por preeo commodo 1 na ra da cadeia
?alba P. 46.
sr Por prece aommodo urna duiia de ca-
eirai mencanas cena asseolo de palbinha ,
preco barato na praca da Independencia
n. ao.
los ixlagno Branca e Izabel, Eduardo e
Auna metbologia da mocidade com esiam-
Uma regrioha de idade de 1 a annos pas coloridas, jornal das familias com figu-
de bonita figura ; na ra do muro da peoha rinoscoloridos, universo piloresco com es-
D. 17 a fallar com Jos Bernardo. j lampas, biblioteca familiar recreativa com
sr Urna porcao de barricas que forao de estampas e o ramalhele ludo novo j na pra-
farinba do reino 5 na venda da quina do pa- cinlia do Livramenlo loja D. 26.
a~ Urna porco de vaccas, sendo algu-
leo do hospital do paraso por baixo do so
brado.
CST Um caixilho envidrassado proprio pa-
ra porta \ na ra do Queimado t. 2.
tsr Flores de peonas mui superiores che-
gadas ltimamente ; na ra larga do Rosario
U, uno tegundo andar.
tsr Um molato de bonita figura de ida-
dade de 18 annos, ptimo para pagem oii bo-
lieiro ; na pracinha do Livramenlo a fallar
com Manoel Luiz Vieira.
tsr Urna negra de idade de i\ anuos de
bonita figura ogomma liso", lava de sabio,
cozinha o diaiio de urna casa e be ptima
quitandeira, urna negrinha de idade de a
annos com principio d costura, e un ne-
gro de todo o servico e bom canoeiro } na ra
eslreila do Rozario D. 33.
sr Superioros toboas de pinbo da Suecia
de todas as 'citlas e compriineutos, o me*
mas paridas como taxbem norilbas gar
las e garrotes ludo proprio para criar livres
do mal triste por serem do pisto ; na ra da
Madre de Dos n. 2a primeira loja de hien-
das.
mr Urna negra de nagio; no beco do
azeile de peixe no primeiro andar jundo do
S. Pereira da Alfandega.
sr Gadiohos de varios tamanbos lti-
mamente cbagados no atierro da boa vista
fabrica franceza de charutos.
CST Ou alogo-se e tambem se aplico
biebas de superior qualidade por preco com-
modo j na ra da alfandega velha D II.
^ Urna negrinha de idade de 10 annos j
na ra direita loja de urna s porta junto ao
Barbilho
sr Um asco de venda em urna das casas
anexas a olsria do Sr, Jo.s Joaquina. Beiraer
Escravos Fgidos
Miguel, baixo grosso, fulo, repre-
senta 3o annos de idada, bastante ladino ,'
de naco baca anda e falla muito apressado,
olha por baixo dos olbos fji do Teen te
Roma levou ceroulas de algodo e jaqueta
amarela , quem o pegar leve a ra de agoas
uerdes sobrado D. lo.
ssr Nodia iode Dezembro de 1839 fugo
um prelo do silio de agoizinha de Manoel
Antonio da Silva Multa de noma Matheus,
de n-ico angico, representa 45 annos de ida-
de alto, secco do corpa quando falla be
a'guraa couza gago eostu:naa fazer .cordis
de rame e correntes da papagaio quaudo
fugio levou calcas de panno da costa camisa
de algodo e urna japona azul forrada de
baeta amarela ; quem o pegar lera a ra da
cadeia do Recife n. 6 que serj pagas todas
as despezas.
sr No dia ag de Satembro fugu u&e
negra de nome Margarida creoula bem co-
nhecida nesta praca por andar vendendo f.-
zenda?, levou vestido saia preta e panno pre-
to altura regular tem falta de denles na
frente, pernas finas, pi apalheitados; quem
a pegar leve na ra do trapiche venda de Jo-
s Verissimo da Rocha que tei 0,000 da
gratificarlo.
tw Fugio um negro de regular entura ,
reforcadou carpo barbado, levou camisa
de estopa soja ceroulas da msma de id.* -
de de 16 aunas, teve bechigas a pouco lem-
po de no i.e Jaco e be bem fi jurado; quera
o pegar leve a ra do collegio L). 7 que ser
recompensado.
tsr Fugio a 3 das um negro de naco
congo de meia idade baixa boca grande,
e beicosgrossos letou camisa e calcas de al-
godo da trra 5 quem o pegar leve a ra da
Floreotina na ultima casa do lodo do macen-
te que ser gratificado.
asr JNo dij 9 do corrento fugio um mo-
latioho de nome Pocidonio, levou vestido
calcas brancas e camisa de chila ; quemo per
gar leve a saudade iudo pela trempe lado di-
reito n. 17.
iUoviiUtiiito do Porto
MA-VIO ENTRADO NO iJlA 1.
Rio de Janeiro, 18 dias Brigue Nac. S. M.
Boa Sorte de 377 tonel. Gap. Jos J. D.
dos Praseres equip. 14, carga varios g-
neros ; ao proprietaiio Jos Gonsalves (la-
cio,
ENTRADO NO DI1 19
Rio de Janeiro j 15 dias, Brigue de Guerra
Ingle Wizerd, Gommandaute Somuaefil-
le anda cruzando.
SAHIDO NO MES VIO DIA.
Himburgo ; Galiota Hamburgueza Fortu-
na Gipi'o M. P. Kriy carga assucar.
HEUFE NA TYP, 0$ M. F. DE F. rJW1