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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04321
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, October 09, 1841
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04321

Full Text
Aiwo nn 1841. Sabbad
j
t
Tudo agora depende d ns rnesmoi; da nossa prudencia, modera-
co, a eaargin : ejatiaue.-noseo'ao priuaipiamos, c saremci apoudof
com admiraco entra as iNaeas mais cultas;
Protunaoco da .Visaab! Geral do Brasil)

cea
Sabaerara-M para esta folha a Sjtooo por enarUl pagos adiatitadoB
Ota Typograia ruadas Crines 0.3, aniPraca da Independen-
cia, 11. 37 e 58, onde s receben eorraspondeneias' legaiisadas e a-
il incoa, nsirindo-ae astas gratis sendo dos proprios assignanlc,
Viudo assgnadcs.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRESi
San; a Sextas"(ajais
Cidada da Parahiba a Villas da sua pretendo 3 .
DiU do Rio (yranda do Norte, a Villas dem.....
Dita da Fortalexa a Villas dem............
Cid.iie de (iatinna ...... ........
Ciilad* de Olinda ........... ...... .. Todos os dasj
Villa deS. Anto ........ ...... ...;.... Quintas feiras.
Dita deGaranhuns aPovoaeo do Bonito......... lo, e ?\ de cada mas
Uiusiio Caoo, Serinhaem, Rio Formozo, a Porto Calvo. 1, 11, a 11 dito dito
Cidada das Aiagoas, a de Macei............dem dem
Villa de Paja da Flores.. .*.............. . idaa la, dito dito
Todos os Correioi parlan ao me i o dia.
PHASES DA LDA NO MEZ DE OUTUBJ
Quart. rning. a 7-ai
La Nova a it as
Quart. cese, a 3? 1 as
La C-.ea a 3o-as
6 h. a 56 rn. da tard.
a h. e 36 m. Ha man.
6 h. e 5o rn. da man;
3 h.e 5 m. d man.
Mare thtia para o dia de 9 Otilubro)
Ai 1 i horas e 4* minutos da tarde.
As 13 horas e 6 minutos da raanh.
de Ourunuo. Nim. 220.
as:-------safe-----sa------------i-'li-i_ i' i man i a
CAMBIOS. Cciobro 8
Londres.:;;.. iC) i|i d- porifoooced.
Lis!* n......8c a 83 por o|o premio por metal offeretido!
Florea......3ao res por fraueo. Ccrup. Venda,
O URO-- Mocea e6/ Olas m nava i44oo l/tioo
., Ditas defocoreis, Kfroo ~- 8f3oo
, PRATA t'aticf s Hrasileiros - S i#6*o i J640
,, PetosColurnnarios ------ 1/620 i#6io
Dilos dexicauos ------- 1/600- 1^620
Miu>.T. .---..-.--- ffao r/4Ao
Disc. debilb. da 4lendesa 1 i|g por loo ornee. 1 0|o
dem de letras de boas firmas i i|i a I i|4
Mooda da cobre 3 por too da dic.
DAS DA SEMANA;
i Segunda S. Francisco deAsiij.-- Audiencia do *it de Dircitj
da 3 vara.
5 Terca S. FUviaua V- M. Relaco e audiencia do Juii de Direo da
1. var.
6 Quarta 3. Bfuns Fuidalor. Aud. do Juia da D. da 3. vara.
7 Quinta S. Maros A. Audieucia do Juii de Direito da aJ{
vara.
8 Sexta S. Dri^ldi Vi. Anuencia do Jeix de O. da l.-'vi
9 Sabbado Dionisio B. -Re. e audiencia do Juiz de D. da jjj
vara.
10 Domingo Palroc'nio de S. Jos.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS SNRS. SENADORES.
Sesso de ai de agosto de 1841.
Presidencia do Snr conde deValenja;
P.cr.nido numero suficiente de Snrs sena-
dores, abie-se a sesso, e I ida a acia da an-
terior approvada.'
O Snr. primeiro secretario dconta do je-
gite expediente
Huma feUcilaco da cmara municipal de
Itaj-emerim pelo motivo da gloriosa acclama-
coesegracodedeS. M. o Imperador. He
ittf bida rom agrado.
Hum requeiimento de Fructuoso Luiz da
iMtlta pedindo se Ihe conceda qnatro lote-
ras a fim de poder augmentar o seo oslabe-
leciruento era que se msnufactuio fios ca-
r.otilhos e lodjs CS lecirlns H otuui rata e
seua, com a ccndiccao de que, pausados
dous ariuos de pota de exlrabida a ultima
Llena, entrar annuelmente no Ihesouro
com o juro de 6,>ot 100 ao auno sobre o pro-
ducto liquido das loleiias at prtheucher
Lumasoroma igual a quantia por elie rece-
bida.
He remettido a coromisso ue fasenda,
Sao eleilos a sorte (.ara a depulago que
tero derecebero ministro dajustua os Snrs.
Costa Ferreira, Valatques e Paula Albu-
buquerqooe.
Ordem do dia.-
CoDtiuua a terceira discusso adiada em
19 do correnle daresolucj q^ie approva a
j uiio concedida a D. Mmu Joset* cle-
nunlinjfe assu^g tres filbas ronjunclamente
com a eaenda do Snr. Holanda Cavalcante,
j.oii di na dita sesso.
iJitutidi a materia, be approvada a reso-
lucao j pra ser remellida a secreUri- im/e-
sul, setido regeitada a emenda do Sur fLl-
liidd.
He nppro?adoem ultima discusso o pare-
cer da cumnrisso de consliuicao obreare-
oluco que conceda caria de nalutalis -cao
a ir btnio de l\iaiia Sfiilissima, sendo
ccoimusso da parecer que nao pode o suppli-
cante itt etlendidu por nao buver tilj a de-
clarago na cmara municipal respecti/a : e
por tonteqiitncta o senado nao pode dar o
mu consenlimento a dita nsoluyo.
Fitscguea ttrceia discusso adduda e.i
17 do cnente da resoluto que aiiihorisa.
o gtivbruo para nomear os vite presiuenles
das provimitis ion]uuctamente com as e-
lutudaa dos Snrs. Vergueiro e Vasconeel-
Jos
Uiscuiida a materia bespprovada a reso-
luta com a emendis do Snr. Vasconcellos,
nao passandq a do &ur. Vergu-.iro.
O Sur. presidente declara que a emenda
Uria a ultima discusso na primeira sesso.
Acbando-se na uute-camara o ministro da
jusilla, he iuiroausido com as l'ormahda-
ds do estiU, e toma ajenio na mesa.
Continua a lerceir^ discusso, diada pe-
a bota na ultima stsso, do proflb de le -
li e catudas X dtsle anuo coojuocla-
tttnte cora as emenda* dos Surs. seuaduits ,
cjfcrLdtndo o cdigo to processo,
b&o apoiidus as st-guiles :
Fo.fi da? to -iij=*.itf li sobie medidas
pcluues t
Ao artigo 1. substitua-se : Na capital do
imperio e as das provincias haver bum
chefe de polica nnmeado d entre os juisas
de direito em exercicio os quaes lerao por se-
os delegados os outros juizes de direito as
suas respectivas comarcas, e alem desles te*
rao sub-delegados necessario9 que, sobre
proposta dos mesmos, ser? escolhi I >s pelo
imperador na corte e pelos presidentes as
provincias.
Artigo a. Alem das palavras obrigadosa
aceitar accrescente-se sob pena de desobe-
diencia.
Aitigo 5. . a. Substitua-se pelo segtiinte :
Organisar na forma que fo prescripta nos
regulameutos por meij dos delegados sub-
delegados e juises de paz 6 arrolamento da
populaco da provincia e para esse Gm os
parochos Ibes facilitar. os livros e assentos
que julgarem misler consultarem.
Artigo 6. depois das palavras at dous a-
manuenses se diga cujos vendsemos e as.
.1
no
^arpuioipna &uran mar^j/l,,
.1- r*
Artigo i5. Derosdas palavras-o go-
verno na corte e os presidentes nss provincias
nomeai seiscidados accrescente-se so-
bre propostas das cunaras mtinicipaes e la-
do o m
Artigo 19. Suhsiitui-se pelo seguinle -
llavera em cada conarca bum pronotor que
acompanbar o juii de direito. Os promoto-
res veeero o ordenadj etc. e ludo o
uiais coma esl no artigo por diante.
Artigo ao. Subsiilua-se pelo seguinte-
Os juises de direilo serio Horneados felo Im-
perador d'entre os bjcbareis formados que
liverem servido com distiuceo os cargos de
juises municipaes de orpbjs cu promotores
ouquetenbu tido a pratica do foro pelo
mesmo tempo cor.o a Ivj.ja iji.
Ai ligo a -, no 1. E 1 lugir das palavras
- lies das diga-se deuiro de um nrao
Tdsoavel.
Artigo 36. Suppri oa-saos . lea, con-
juntamente com u ,1 lijo
Artigo 4-* Depuij d^s palavras acerca
do dfli.iuenie se rtcrescente mis, em todo
o caso uuuca se dispensar o auto do corpo
de delictOj
Artigo 09, Sa,)riaja-3e este artigo.
Artigo 6j. Su)j)rijia-sa este artigo.
Addf.ivos para se collocarem aonde con-
vier :
Artigo. Osjuises ir.unicipaes sero tam-
bera juises de orpuos, e exercero todas as
atlubuicoes perleocentes aos q* agora exislem
nomeadjs sobre propostas das cmaras.
Artigo, Asremoc5es dosjuises de direito
s leio- lugar dentro da provincia onde
residirem* e ueste caso o ministio mencio-
nar ao seo relalorio as rasos do seo proce-
dimento. Salva a redaeco Ferreira da
Mello.
As 11 horas 9 tres q turtos., o Snr. prest-
deulecouvida a deputaj,o encarreg.di de a-
presenUr a saneyo tuoaerial os projecos so-
bre a fixaco de forjas de mar e Ierra a
desempeuhar sua missj ; e Itndo o Snr.
faula Sousa p-dida a palavra pira fallar so-
bre o jTOJeito de reforma docod so suspeude-se a sesso at a vo.ta da do-
(julac-j.
Poucc depois do meio dio, voltando a da-
putaco, o &ur. Faola ju** ca;uo orador
clia, dizque, cbgmuda aupado dacida-
j de f'oraintroduiitio a preseoca de S. &, o
Imperador com o cerimnil do estilo ; e quH
apresentando a S. VI. os aulhograpbos o
mesmo augusto Snr. repondeo que os exami-
nara.
He recebida a resposta com nmito especial
grado*
Continua a discusso de reforma do cdigo
do processo.
Dada a hora, fica adiada a discusso.
Retirando-se o ministro, o Snr. prenden-
te d para ordem do dia a ultima discusso da
emend.i nova feita a resoluco sobra a nome-
aco dos vice presidentes das provincias, se-
guindo-se as materias dadas, e logo que
chegue o ministro da justicB, a contiuuaco
da discusso do prejecto de reforma do cdigo
do processo.
Levanta-so a sesso as duas horas c 4o
minutos.
Sesso de aS de agosto.
Presidencia do Snr. conde da Valeuia.
Reunido numero suficiente deSnrs.sena-
Anmi. lu-ft-ii! a inaalii e lula nri* i\
lerior approvada.
O Snr. primeiro Secretario da' conta do
seguinte expediente :
Hura officio do Snr. senador Feij, parte-
cipandoser-lbe nece?sario parlir para a pro-
vincia de 5. Paulo, a Gm de tractar de sui
saude.
Fica o senado ir.teirado.
Outro do primeiro secretario da cmara do3
Snrs, depulados, remettendo huma proposi
cao da mesma cmara revogand > varias leis
da assemblea da provincia da Paraiba pro-
mul.-fldasem 1840.
A' imprimir e commisslo de assembleas
provinciaes.
Leem-se os 6eguintes pareceres.
A'comroissaodeconstituijo e diplomacia
vio o requeiimento apresentado nesta cma-
ra por lu i nobre senidor da parte dos pis-
sageiros do bri-;ue anglo-a riericano Ontari >,
que em raso de legisladores julganlo de
maior seguranza transportaran-se em navio
de n^co neutra por se acliarem nesse anuo
de 87 infestados os mares de corsarios ;
quisi em (im da carreira do porto da liliia
p:ra (te no dia i de marco do mes no an-
uo, foi-lbe perpetrado o mais vilenlo rou-
bu por bum corsario de liuenos-Ayies, que
co'jira os principios dos direitos tas gentes,
geralaente adoptados no legitimo orso sem
respeitar o pavibo angto-amencano, e a
dts, cito da regra por esta najo consagrada
que a bandeira cobre a carga saqueou e le-
vou todos os elfeitos diuueiro, ouro, pra-
la, joras e preciosidades dos suppcantes,
dando rigorosa busca em todos os lugares
mais recnditos daqir.dle brigue con o es-
candaloso (.rccedimenlo de apalparen} bum
a iiuoa dos passigtii-js, e outras circunstan-
cias referanles allegavo mais os supplican-
tes que, leodo levado a augusta presenta de
S. M. I. pela secretaria de estado dos nego-
cios eslrangeiros huma reclamacio, conos
autos origioaes do protesto pelo roubo sotfri
do, ten tecoirido 14 anuos sen obterem de-
feimeato apesar de multiplicados requsri-
menlas dirigidos ao goveruo in^unal e a c-
mara dus tepuiados 3 e declarando os sup-
pltaabtea que nao instruem o presente re-
qurimen o por haverem anexado os docu-
mentos ao protesto original e juslificaco que
eucamiuuaro ao goveruo e a cmara dos de-
puiados, tuteoio a cy.umiasj que gg eve
recommcudar ao mcai o goveruo presouta
suplica, para a tomar na cousideeico que a-
cbar conveniente.
Pacodo sealo, a3 de agosto de 184r. -
Visconde de S. Leopoldo -Nicolao Pereira da
Campos Vergueiro.
A commissao de fasenda foro presentes o
resols da cmara dos depulados concedendo :
1. Tres loteras para reparo do convenio da
Santo Anlercio.
a. Quatro loteras para concluir-so a obra
da mat>ii de S. Josa,
3. Huma lotera annual por espaco de f>
annos, pra auxilio dos emprebenledores da
fabrica de vidros estabelecida n?st corte.
Por diversas veses tem sido pondarado a
esta augusta cmara os motivos pjr q' pareceos
menos couvenieute emelhantes resoluges ;
tem-se porem constantemente approvando as
relativas a estabelecimentos pos, cono as duas
primeiras e regeitado as relativas a empre-
zas industrias cono a terceira ; n?stas cir-
cunstancias a commissao limila-sa a obser-
var que uo acba dilferenpa espaci.d eotra
as ja approvadas ou regeitadas e as qua
actualmente se propye, esam entrar em ou-
tros desenvolvimientos, que nao sj estraohoj
a casa, be de parecer qua as ditas resolufes
entren en discusso.
Paco pa cmara dos senadores, ao de agosto
de 1840 V.sjoncellos Costa Cirrano -
.VI. Alves liranco.
He approvado o parecer, a (Im de eotnrea
as resoluees en discussio.
^ O 3nr. primeiro secretario parte pa que o
Snr. senador Oliveira nao conparece por ia-
commodado.
Fie* o senado ioleirado,
Sao leitos a sorte para depdtaco que tea
de receber o ministro da justica o Snrs. vis-
conde de Olinda, Paula Albuquarquo e Cos*
Feteira;
Ordem do dia.
Entra em ultima disseussao a oaaenda no-
v-i leiia e approvada na i, diacussij dj reso-
lu?oque autluri^a o g'overno psrj nonear
os \ice-presiden.es de provincii.
Discutida a materia he ap(rovada a e-
meuda para ser remeitida cmara dos Srj
deuulaJos indo primeiramente connissij
de redaeco.
Ten lugar a 3. discusso do projecto de le
- S -da i'd^i creando huin to/isalho de as-
tado coiijuiictamente cun as eujnJis' ap'-
provadas na a. discusso'.
Vem mesa a saguinte emcnil :
: Eneodii ao projecto creando liun coa-
seibo de estado,
" 1. l.vei hu'tn' conseibo de estado;
composto de seis membrosdesgn idos pelo I n,
peradr dentre os couslbeifjj de estado que
e.le bouvor por bem nonear. O exercicio uj
conseibo de estado durar em quinto aproavtr
ao Inperado'r.
i" a. S poJer ser nomeid. conselbeiro
da estado quem pda s.r suafor e aia
disso tiver oilo annos daexereicio elf:etivo da
mexb.-o di a'ssnola g^ral ou qaaco da
"ministro secretirio de estaio emuautijr ,
ou ministro plenipotea.iirio da presidenta
de provincia, ou livor patenta de maracbal
decampo, chele de escuadra ou niioi;
'.' . O aflijo 5. do provecto acciaicyn-
lando-se~a guardanlo-so luviolavet lejredo,
4- C) aitigri do projdJio ( aunu ul-
tima parte que ca su,.; 1 a la que cons-
ca-- Para ser 'conselbeiro 'cosa la.
i, ^ 5. 0 to.iiulsieiro di itiJo lflfa'3 *


M A RI O DE PERNMBtCO
Bonrss do Bntigosconselbeiros de estado
Cuando estiveiem em exeicicio ordinario ,
Utb huma gralificacSo i(ual ao tfrco do
vend* entos dos ministros secretados de es-
Uoi
6. O artigo 6. do projeclo al aa pala-
vraa acareado no artigo i>- sop prirotdo ludo
o ir bs.
* 7, Oa ministros lecretarioade estrdo le-
i5 i sent rio ccnselbo rara prestares infor-
xreces : e qeando teji conselhtirts de es-
tado deixara este exercicio ero qoanto mi-
nistros rdo substituidos per oulros conse-
Ibeiros de estado. Elle poder requerer
rontocacio do conselho de calado, quaado
entenderem conveniente.
* 8. O ccnselheirot de estado aero exer-
tkio podet ser convocados ao conaellio ex-
iiaridinaiiaau.lp quando o Imperador as-
sim o julgar conveniente.
* g Incumbe ao conselho de esudocon-
auhar tobre todos oa negocies tm quem o Im-
perador bouer por bem cuvilo tanto nos
que diiem tspeito so txtrcio do joder mo-
derador cemo do poder *xecutive.
10. -Harei boro conselho de adroinis-
tracao cem posto da seis me abres que tero
caria da conselho e cada Lum delles ser ao
xnesmo terrj o fiscal de buma das secretarias
de esudo. Terie de ordenado aquantiade
a:4ooTJ rs.
n. Estes ronselheiros serfio amoviveis ,
ncmeados e eienillidos pelo imperador. Sao
talis pata este ern prego os que tiverem ser-
vido ifiectivamente por mais de quatro ancos
como nlbresela assemblea geral ou dous
de ministros de estado presidentes de pro-
vincia encarrrgados de negocios ou diplo-
mes de traicr tetepona, membros do tribunal
do ihesouro ou liverem patente de briga-
deiro cbtfe dedeviio ou meior. Nao po-
der j-oioj aecun ular ero prego de jus-
tica ou qualquer outro que os estorve ero
auas fnnetes.
13, hile couselho ser presidido pelo
ministro a cuja repartilo pertencer o nego-
cio a tratar e em sua ausencia por bum fi-
ce-presidente nomeado pelo imperador den-
tro os seus membros.
' i3. Csda bum dos conaelheiros na
qualidade de fiscal, be obligado s> lateros
exames planos projeclos que lLe lorem
incumbidos pelo reaprciivoa atiuittroi do si-
tado e a levar ao lonbedroento desle quaes-
quer ouirasobservacfies ou facloa que Ibe pa-
tecerem uteis ao servico.
< 14. toro cele a este couselbo consultar
sebre todos o negocios perteocenies ao poder
executivo que nio orem pelas leas acluaes da
exduaiea coropeienda do tribunal do ihesou-
ro, ou do supremo conseibo militar ou da
junta do commercio quando Ihe forero in-
cumbidos por qualquer dos ministros de esta-
do que as tero de resolver principalmente
sobre: ,
1. IndemuisacSea de qualquer nalure-
ta'reclamadaa contra o tbesouro ficando as
rusticas inhibidas de conbecer deltas.
* a. Conflictos de juriadicio entre as au-
toridades administrativas e entre esta e as
Indiciaras.
3, Abusos da 1 autoridades eccleaiasti-
lora sol re natoralisecao ,do padre Miguel
Lopo da Veiga ; e ma ndando faser exan-e do
segundo anuo de escolla de medicina da Ba-
bia a Ernesto Frederico Pires de Figueredo
Camargo ; segunda discusssao do perecer da
commisso de legislacio sobre a resolmo
que revoga a le de Pernsmburo que cieou
os prefeitcs ; rr 1,tinuac5o da segunda discus-
so da resoluco N de iR'ji sobre as-
senlcs da casa da sopplicacfi o de Lisboa ; e
em chegandoo ministro da justica a conti
nuacao da lerctira dscus;Io do projecto R
- reformando o cdigo do piocesso.
Levanta-se a sesso as duas horas e 10
minutos.
No dia a3 nao houve srssao por se nao
reuuir o. suficiente de Senadores.
livros e ffilo,
ti cero presuntos
fumo ; a ditas
1 fardo cem lis!
PERNAMBUGO.
13 caixas com armas a bar"
a ditefl coro carne de
salames, 6 tinas coro bisas'
ha barricas coro vidros *
a ditas com charutos e livroe 3oo diisscom
faiinha de trigo 5o sacas com farellua 4
raixas cero vinagre de frtela 3 ditas coro pe-
luda a volumes com pertences para ch-
feos, 1 caixa coro erieg'm 1 embrulbo
coro amostras 3:a barras de ferro. Jora
do manifest l caixa coro miudesas ldi-
ta com amostras a fardos ignora-s* a pos-
eas de carne de lumo 4 barras com bala-
xinha, 6 dias com conservas,
O brigue Sardo -Mathilde- dudo de El-
seneur entredo nocoriente n u consigna-
do a A. Scbramu, deo entrada por fran-
qua,
OBRAS BUBLCAS.
Ero drlude das ordena do Exm, Sr. Pre-
sidente da prt\inda poero-ae novameote em
praca para serero adjudicadas a quem por
menos fier as otras do roelhoramento da
estrada de Pamamerim junte Santa Anua ,
avaladas em lis. H.686L129.
As ptasoas a quem convier este contracto
sao convidadas a cooaparecer nesta reparticao
devidamente habilitadas de fiadores idneos
das aa ai e a5 do corrente, em
bre miro o odio e despreso das pessoas corda-
tas e justas. Nao quero com uto diier que
4. Projertos de decretos regulamentos
inslruccoes jara a boa execuco daa leis, bem
como de propostas que tenbio de aer apresen-
t*das 6 assemblea geral,
* i5. Art. ultimo o uliimo do projeclo. -
Marques de Barbaccna Paula Souxa Ver-
eueiro*,.
He apoiada a emenda rae a imprimir.
Acbando-se na ente-camara o ministro
da justica fice adiada a discusso, e sendo
introdusido com as ioraalidadea do estilo ,
toma assenlo na mesa.
Continua a terctira discossfo adiada na
ultima sesso do projeclo de lei R e e-
atendas X desle anno reformando o c-
digo do proceiso, conjunctamente com as e-
anendas dos Snrs. senadores apoiadaa em dif-
ferentes sesses.
Si o apoiadaa as segnintea emendas.
De quatro em quatro anuos as rtlacoes sor-
tearlo oa aprota dos juisea de direito do seo
disirictos para aerea transferidos para outra
comarca nao podando ficar naquella em que
eslavio.
filo htvei conselho de jurados naqueiles
termos em que nio se apurem aoo jurados ,
que ficaro ueste caso extiuctos, rcunindo*
M > outroa S. B. Paula So uta.
)ada a hora fica adiada a diseussao.
Betirando-se o Snr. minisuo, o Sur. pre-
sidente d para ordem do dia primeirae
segunda discusso dst fesolucet sobre os
tubxidio dos depntados a prox|m legisla-
GOVERNO DA PROVINCIA.
Tcndo presente o offirio que Vmc. meeo-
derecou ero dala de a8 do correle noqual
reclama o trfCtamenlo de Senhoria quejul-
ga competir-ihe em consequeucia degosar
das continencias de biigadeiros pela proviso
do concelho supremo militar de 3 de Outubro
de 1836 erede esclarecimtnios a cercados
Iraetarr entes que devem ler os militares da
guarnicfo; cumpre-nesigni6car-lhe em res-
posta que telo imperial ado de a? de de-
lembro de i8a8 que nao caducou como
Vmc. tuppe Umoscommandanies de ar-
mas o tractamenro de suas patentes *e que
nao ha vendo lei posteiior, que o contrario
determine claro esl que Ihe nio compe-
te o Iraclarnento de Senhoria sendo Vmc. l-
ente coronel, nao obstante leras continen-
cias de brigadeiro pois que h muita diffe-
renca entre continencias e traclamento : e se
prevalecesse o principio por Vmc. estabelle-
eido ento seria desntcessario diier por
exemplo o decreto do 1. de Derembro de
1822 nos pargrafos i2 e i3 que aos Dig-
natarios da Urderu Imperial do Cruteiro
compete o traclamento de Senhoria, e as
continencias militares correspondentes ao pos-
to de brigadeiro : por tanto fica deroeustrado,
que quem tem as continencias de brigadeiro ,
nao gosa i eso facto do traclamento de Senho-
ria } o - .... i*-, mi-
nistro da guerra nao Ihe dara o tractamenlo
de AJerc na sua correspondencio oiliciil oa
mesma occasio em que S. Magestade o Im-
perador manda observar religiosamente |. i ,
que eslabelece os tractamentos -, nao sendo de
presumir, que o reteiido Exm. ministro
quizesse infringir a lei dando Vmc. um
u ademento menor do que o que Ihe competa-
se. Resta diter-lhe quanto a segunda parle
do seo i cita do al vara de 19 de Janeiro de l}?9 ,
achara os esclarecimeotos que pede sobre os
tractamentos dos militares entre si. Dos ,
uaideaVmc* Palacio do Governo de Per- I freguezia do S. Antonio urna carleira d al-
nambuco 3o de Selembro de 1841. Mano-' gibeira contendo dentro da mesma a quan-
1 de Souta Teixeha Sr. 'lente Coro-, lia de 18 rs. em sedulas um bilhele de
em os
que lera lugar a arrematacio } e na mesma
Reparticao podero axan inar a desciipco ,
orcamento e condices lodos oa das uieis s
horas do expediente. Inspecco das obras
publicas 7 de Oulubro de 1841.
Moraes Ancora.
O arsenal de guerra compra as madeirts,
seguintea taboas de avualho do louro de do
palaos ditas ditas de amarelo de ditos ,
dillas de forro de dilto e dillo duzas de cus*
tadinbo dedillo, e dillo pranxes de ama-
relo de trez cuitados de grasan, diltos de pau
carga de'dito ; dito je dilto, travs de 3a
palmos quem tiver tal genero compareca
amanh 9 do corrente na salla da directora do
dilto arsenal com o seu uliimo precopor que
posea vender em carta fexada sendo aa ma-
deiras eseolbidas.
Burlamaque ,
Director interino.
CORREIO.
O brigue Matilde recebe a mala para o
A.v-.j j- <. j, > -*-J- --J-
O brigue S. Joo Baplista recebe a mala
para o Rio Grande do Sui no dia udocor-
reuleas 10 hora9 do dia.
Opataxo Bella Amiade recebe amala
para o Rio de Janeiro no dia i3 do corrente
es 10 horas da manh.
PREFEITURA.
No dia 8, nooccorreonovidade.
OSr. prefeilodesta commarca manda la-
xer publico a quem pertencer, que lora a-
cbada por* um preto em a ra direita d'esi
nel lamroandanle das Aarmas Antonio Pe-
dro de S brrelo.
Diversas lieparticoes
ALFANDEGAS DAS FAZENDAS,
A barta Inglesa Cremore vinda d
Terra Nova entrada no corrente mer, con-
signada a James Crabtree & C., manfestou
o seguinle, 2600 barricas com bacalho.
A barca Francesa Jeune-Leon vindo
de Havre de Graca, entrada no corrente mez,
consignada a Kalkemam & Rosemnud ma-
nileslou o seguinle. lia voluntes com di-
versas fasentas ,618 barricas com manteiga ,
aoo meios ditos com aita 4o olavos ditos
com dita 4 bar iras com licores 3 caixas
com fasendas 48 ditas com 48 queijos 2
ditas com bixas i5a ditas com velUa, 102
ditas com queijos 3oo barricas cem farioha,
1493 g'gos com batatas, a caixas com con-
servas i58 barricas com farcinos g5 mo-
Ibos de cebollas.
O patacho Hamburgus Fortuna vin-
do de Hamburgo entrado no corrente mez ,
consignado a N. O. Bieber & C., manfes-
tou o seguinte, 15o caixas com vidros para
vidracaa j% barricas com polaca 4 Sai-
na com taboinhaa 6 ditas com fitas i
dito com pianoo 3 ditas com banheiros i
dita com roobilia 48 ditas com drogas, t
dita com lila 1 dita coas avelorios i5o
ditos com queijos 65 ditas com fasendas ,
1 dita com bocetas 28 ditas com miudesas ,
17 fardos com fasendas a ditos com papelio,
46 ditos com papel d'embrulbo 1 buu com
Lotera e alguna papis cojos objeclos se
acho na respectiva secretaria, onde sero en-
tregues depois de provados.
Secretaria da prefeilura da commarca do
Recife 8 de Outubro de 18 j 1.
tlaudiuodo Reg Lima,
Othcial da Secretaria.
Correspondencia^.
Surs. Uedactores.
Braveja detractor braveja insano
Arde, blastema em vo d algoz te sirva
Tenaz verdade que le loe por dentro
Em voz deprimes o que admiras n'alma.
Bocage,
Nao ha nada mais fcil ahuma alma qu
se nao alimenta com a verdade e justica do
que levantar calumnias, e aieivotias en-
venenar as aceces mais innocentes adulterar
os factos e disfurar a verdade. Certo nada
custa dizer ou escrever que bum Juis de Di-
reito do Crime ou Civel calcou muitas pes-
soas debaixo dos ps, que sacrificou a sens
ressentimentos saliente justica &c. &c. Pa-
ra isio basta somente ter huma penada de
tinta e huma alma pervertida e destetada
pelos vicios, e crimes basta ler huma alma
como a do Sr. Advogado bordalengo. Mas o
que be que provio increpaees vagas e des-
tituidas de pravas ? Somente que os meus
inimigos e invejosos despeito da ssnba
com que me perseguem e da altencio com
que me observo nio pode m descobrir nem
na minha vida privada, a nem na publica
hum faeto que me deslustre e accarrete so-
sou hum anjo, que sou hum santo \ nio ,
1 sou hornero e fWcosamente beide ter fre-
| quezas e deieilos mas grapas a Divina
Providencia careco de vicios e crimes,
Assim qu6 si o Sur. Advogado bordalengo ,
nao quer passar por calumniador, si quer q'
o acredilem cumpre que appresente as pra-
vas que (em para couvencer-me dos pontos
de aecusacao que rapitulou contra miro ;
cumpre que declare o uome das pessoas que
eu calquei debaixo dos ps e quando e cu-
ino < quaes as que sdcnlijuei a meus ressen-
timentos : cumpre que, demonstre e prava
quses sentencas que dei prostergando Jus-
tina e as Leis : declare qual foi a Ordem de
Habeas Corpus que rasguei na occasio de me
ser appresenlada para cumprir e quem m'a
api resentou declare qufc o amigo queso
leudo empenhado comroiga pro oa contra al-
gum reo, fosse servido. Appjute qual o
reo que pronunciasse ou despronunciasse
coudemnasse ou absolvesse por influencia ,
ou por pedid.a de amigos, ou pela lembran-
9a de obsequios recebidos. Levante a voz ,
e diga por exemplo Vm absolveu fulano,
deu huma senlenca contra sicrano pedido de
Pedro ou Paulo. A senlenca foi injusta por
esta, ou por aquella razio, e as pravas de
que Vm. a deu por pedido d'este bu d'aquel-
le seu amigo so estas e estas. Assim he
que se fazem accusac,es, assim he que se des-
mascara a hum juia prevaricador e indigoo ,
como diz Vm. que eu sou Snr. Advogado
bordalengo: he assim que procede quem nio
he calumniador, e aleivoso como Vm. ; he
assim e nio como Vm. le: o seu procedi-
mento he o procedimento que costumio a ler
os calumniadores e invejosos da su* estofa
contra as pessoas quero aborrecem, e de
quem iuvejo as qualiJades e o comporta-
meato. Desafio-o pois repito para que
appresente os documentos as pravas com q'
me fea as gravissimas imputaces que se leern
na sua *' elegante ,, Calilinaria.j
Accusa-me tambero de possuir paixSes
fortes, ,, E o que entender o Snr. Advoga-
do bordalengo ( e lalvez mascavado ,, ) por
paixo lorie ? E qual be a paixo que nio
lorie? O que entender por paixo? Como
he bordalengo" pode ser que esteja autbo-
.;,.. j-- ^ ,--1._-. ,..* _^. t
e nio admiliidas e neste caso he de mister ,
que faca a sua definicio" de paixo, assim
como fez de crime de responsabelidade *\
e que a publique a fim de que se possa sa-
ber o q' be q' quii diier na sua, quando me
ac usa de paixes fortes. '' Si toda a pai-
xo como dtfiuem Moraes, e Constancio ,
he hum affeclo violento e immoderado d al-
ma que 6gita inquieta e arrasta nio
sei que baja paixo que nio seja forte ; mas
si todos os borneas teem paixes parece-me
que todos os bomens tem paixes fartes",
como Ihes chama o Sur. Advogado bordalen-
go con a mesma elegaucia coro que se diz
beef de carne com aquella elegaucia com que
coi poz o exordio do seu libello famoso, que
de sublime cusld-se a entender ou%o se
emende I Ora si as paixes sio atiributo
de todo o hornero como be que em mim sio
deeilo, sao desar ? As paixes sao hum
manantial fecundo de virtudes, e de saber j
e assim o diz o Grande Pope no seu Ensaio
subre o Homero
Como indolentes fructos te melhoro
Sendo em troncos silvestres enxertados
is assim das paixes virtudes' brollo
a rail o vigor Ibes communicea
Do saber e dnude que seara
Vem dir a ferro d'odio, e do receio ?
A colera d zelo e fortaleza
A avareza prudencia, e a pac incuria
A luxuria na base primitiva
O casto amor que os sexos ambos liga
He a inveja que as almas tvranisa
Emulaco nbum sabio n'bum guerreiro
Em bomem ou mulher nao ha virtude
O/ d'orgulbo nio nasca da vergonba !
Nao be s Pope tambera Fililo Elysio
assim se expressa As paixes sao raja-
das que enluno as vellas do navio e dado
que algumas vezes o socobrio, sem rento nio
fea abi navegar. Encolerisa e faz adoecer a
bilis mas sem bilis nio se vive Mas o
que sao Pope e Feolo a par de hum Ad-
rogado bordalengo a par do bomem de
lodos os lempos e lugares,, II Diz o Sor.
Advogado^ordalengo que quem tem pai-
xes nao pVle ser Juiz recto que lbe ha ve-
mos de faier ? diga e aera applaudido pelos
seus sirineos porque em fim.
Un sol trouve toujours em plus sot, que
l'admire.
Mis que paixes fortes sera estas ? Ser


DIARIO DE NRNi:ilIilCd

I
f)\xn forte 8 coragem com que o Juiz re-
prehende so Escriva que quer opprimir as
parte, com delongas, e com exigencias exor-
bitantes ? Ser paixio forte a coragetn de
repellir os insultos que o enxurro dos Ad-
vocados, costuma a irrogar ao Juiz, porq' nao
sabe ou nao pode delender a cauta ? Ser
paixa5 forte o espirito de ordem e pontoa-
lidade ? Ser paixa forte a energa a infle
xibilidade com q' o Juiz obriga uto Deposita-
rio posto que Dr. em ftledecna a dar
contas dos bens cujo deposito assignara ?
Ser paixaS forte pugnar-se pelos foros dos
lugares que se exercem, nao cousentiado que
outras aulboridades os usurpen ? Ser pii-
xa forte acoragem de pronunciar o ex Pre-
feito da Commarca e os seua Sub-Prefeitos,
porque o Juii enteadeu (e quem nao enten-
dera ? ) que estas authoridades estavo cri-
minosas? Ser paixa forte advertir aos
Juizes.de Faci quedevem comparecer ho-
ra marcada e nao ibes consentir que se a-
berras-em da Lei, e faci a sua vonlade ? Si
be a islo que o Sr. Bordaleogo, chama pai-
xes fortes'', enlo dou parabens a minha
fortuna por pos3uil-is e protesto pe rao te o
Brasil inteiro que as beide alimentar pois
nao sei como si be empregado coaio si he
Juiz nio se lendo a neeessarii dsposico para
despeito de ludo quaoto he fio ,, fazer
executar as Leis. Si be a minha coragerz,
a minnba energa a minha resolucio ao
meu espirito de ordem e de pontualidade
que o Sr. Advogado bordaleogo chami pa-
xes fortes,,, deixo ao Juio do Publico im-
parrial
avaliar si ellas so motivos de
louvor, ou de vituperio.
Fioalmeuse, Sors. Redactores j devo di-
ier-lbes que se eu houvesse feito justica
por pedidos ou por ib fluencia de amigos ,
nao. teria boje tantos desaffeicoados e immi-
gos como tenho j si eu houvesse feito jns-
tica por influencia de poderosos, ou em lem-
branca de o~/< quios recebidos nao teria hoje
desafleicdes de pessoas que outr ora se in-
teressavo por mim e trfabalhavo pelo meu
adiamntenlo. Em suma si eu houvesse
feito juslica como hoje salvas as honrosas
excepces, se faz em Pernambuco, e no
Brasil, nio teria sido pronunciado pela Rel-
lace e suspenso do em prego que sercpre
exerc com zello e probidade ; ai eu fosse
qual me inculca o Sr. Advogado bordaleogo,
-- pile aMU meu inimigo e ucu. tro.**.,
taria a esciever improperios, e disparates
contra mim. Isto me diz a consciencia islo
conhecem os amigos e as pessoas que me
conhecem e me querem julgar com impar-
ta lidade, e livres de odio. Do couceito dos
maus, e infames nao faco cato* enera rni-
ca fiz e nem nunca farei. fiunca me illu-
c: muilo que sei que a virtude e o me
recimenlo scem ser perseguidos e atropel-
lados, uuito que sei que o hornera que
nao torraba aos poderosos que se nao c sino a Deus, e a virtude tem de passar por
mu duras e penosas.pruvates muito que
sei que o Magistrado que lz justica iseoto
de respeitos e considrateles estranhos ella ,
e o alvo da calumnia e das intrigas he o
ponto contra o qual acesto os malvados as
suas bateras. A muito que sei de todo isto .
senopre assim foi em lodos os tempos e luga-
res t sempre conlei com a guerra mais impla-
ra\ti e s me admiro que ed* principiasse to
tarde. Eslava pois, e eslou preparado para
ludo e prolesto-lhes Snrs. Redactores ,
que a despeito de quauto me posso tramar
os dscolos e malvolos nunca exclamar!
como Bruto Oh virtude, virtude, cui-
dti que eras elguma cousa e agora descubro
que s lies hura norte vad dado que sonoro
e lisongeirol 1 Nao nunca exclamare! assim :
pe manecert firme em meu proposito de nad
trilbar sead a senda da Justica petar das
Leisegui&es porque alravec della he que a
t iriude qual sol aira vez de espesso nevoeiro ,
surge mais bella e rutilante.
fc no por lento a espera das provas. De
Vms, Aliento Leiior e obrigado Creado*
Dr Casimiro Joze de Ai. Sarment.
Suri. Redactores.
Recorro segunda vez a sua folha para res-
ponder tmenle alguna arguaentos que en-
tre inumeros insultos apreseulou o Corres-
pondente do Diario de Sabbado passado em
reiutacio a miaba Correspondencia inserta
no Diario numero e proleslo-lhes ser cou-
cizo | e de nao obuzar do direilo de que to
bem gozo de exprimir pensamenlos. Ins-
ta anda aquelle Corresponden le em que o
airee de desobediencia por elle commeltido
contra o Accordao da Relavo nao lora de res-
poosabilidade e que por isso nao cabia na
vencer dem forma da deHnico que o
Times de responsablidada sao todos e ni-
cos comprebendidos desde o Art, 129 at
166 1 desde 170 at 17 2: donde parta aquel-
la Correspondente Dar tal afirmar ? em
que parle do Cod. Crim. classiliciu o Legis-
lador os crime j de responssbili lacle ? nio re-
ll-etio o Correspondente que fallava penn-
te o publico grande puta do qual pode vo-
tar na materia ? niolheentrou nos olhos a
palmar contradicho em qua cahio quindo
(firmando que oscrimes de resoonsabildi-
de ero todos os comprehendidos naquelles
iris. diz ao mesmo lempo, que sosente po-
dara ser commettidoi por Em pregado* Pbli-
cos ? nao atleudeo que os Arl*. 1 i% e ii\
incluidos por elle 110 numero dosdereipon-
sabilidadecontem crimes, que pilero to bao
ser commellidos por particulares ? un de
du<* ou os cri nes de responsabiidide sao
todos os ali incluid \ ou taes crimes poddm
ser commellidos somenle por Enpregado* P-
blicos i mister que declare no quu fica
porque se somenta podem ser commellidos
por estes exclu da pauta que uos deo d >s
crimes de responsabiidide os Arta, i3a e
i.-tj do Gil. Crim., que podem ser com nel-
tidos por particulares ; e se tol.'s os compre-
bendidos n'aquelles Arls. sao di respousabi.
lidade enlo d-nos outra diffiaico pois
a queja nos deo -. de ser os crimes de res-
ponsabilidade somenteos que poleo ser com-
mettidos por Empregidos Publico, -. n0
comprehende lodos os Arls. dj su' piuti _
Mostrarei, Sors. Redactores .juuilj Cor-
respondente que os crimes de respousabili -
dade nao seachao comprebendidos nicamen-
te u'aquelles Arls.; alora elle o C?d. do Pro?
Crim i e lea o Art i54 a Q, v ne!-
le que o Legislador dando exemplo de at-
guns crimes de responsabi'.idade indigiu en-
tre elles os deinlraco a Coastituicio e u-
zurpaco do exercicio de alguos dos poderes
polticos ? os quaes esto especificados nos
Arls. 68 85 e 87 Arls. estes que nao
esto incluidos em algans dos da ug a .66 a
170 a i7a ? como que com tom magistral
se diz que os crimes de responsobilidaie sao
lodos e os nicos comprebendidos daqui a-
t ali e de c ai la quando outros muitos
Arls. alem desles contem crimes que podem
ser de responsabilidade? To bem podem ser
de responsabilidada os crimes especificados nos
..... vi n*. a H9 Ar, r*A Crim s p >r/|ii ,lp.
clarando o Arl i54 ^ 1. do Coi. do Proc ,
que os crimes contra a seguranca do Enadj
sao de responsabilidad*;, e sendo aquetles
Arls. os que comprebendem crimes desta es-
pecie segue-ie que os mes uos podem ser
de respousabitidade ; por ti uto nao sao os u-
nicos compreoendidos desde os Arls. 129 al
ib!) edei^oa 1- a que sao de taes especies.
Nao consiste a exquazilice da opiniio do Cor-
respondente smente em persu idir-se que a
desobediencia quando commellida por Em-
pregado Publico nao seja de responsabilidade,
mas mais pasmavel quando athrma e pelo
prelo que o Empregado Publico nunca com-
mette desobediencia ( o Empregado Publico
nao commetle crime de desobediencia^ apien-
damos agora, o que nao sabamos aiuda, nem
poderiamos saber nunca a nao ser o autor
daquella Correspo ndeucia ; mas nao v este ,
que o Art. 171 do Cod. do Proc. Crim.
2. falla da pena de desobediencia dos Em-
pregado* Pblicos a qual smente pode ser
imposta 1 quando commeltido o crime de
desobediencia ? mas se os Empregados podem
sorer a pena de desobediencia, claro est ,
que podem commetler crimes de desobedien-
cia j nao vio o mesmo que o Arl. i56do
Cod. Crim denomina desobediencia no que
o Correspondente chama no Espregado Pu-
blico falta de cumprimenlo de deveres ? tod*
desobediencia 110 Empregado urna falta de
deveres, mas nem toda a falla de de-
veres cifra-se na desobediencia ; para que
confundir-se a especie com o genero ou dei-
xar de dar o nome especial a cada uro dos cri-
mes ? o eslellionato porexemplo na es-
pecie de furto assim como a desobediencia
do Empregado Publico urna falla de seos
de veres j por ve niura jurdicamente se deno-
mina furto ao eslellionato ? nao de certo ,
porta uto o Enipieg >do Publico to bem com-
metle crime de desobediencia esta mesma
lalta de deveres como denominar quiso Cor-
respondente i verdade aquella que qualquer
pesjoa nao dezconhece, e da qual escuzado era
demonslraco pela sua evidencia, assim como
a desobediencia quando commetlida por Em-
pregado Publico de respousabilidade pois
o Cod. do Proc. Crim. no Cap. 5. desti-
nado someule para os crimes de responsabi-
dade falla em hum dos seos Arts. da desobe-
.-*
LOTERA
DA
sassim na classe dos de responsabiidide; e da-1 bro vista do que espera contorro f*f% *
do o cazo que nao fosse de respoosabilidade complata extracao dos bilhetes.
aquella desobediencia nenh um outro Tri-
bunal poderit con hacer da mesma seno o da
Relacio pois que o Empregado Publieo nao
sugeito ao forocommum para responder por
tal crima um virtud) do 1. Art. 171 do
Cod. do Proc. Crim., salvse queria aquel-
le Correspondente qua taes cri mas ficasjom
impunes pela incompetencia do foro com-
mum,
DEN. S. DO ROSARIO
BOA-VISTA.
Reiponderei agora alguns tpicos dique-
la Corresoondencia : ratificou o A. della o
que Invia dito quando a'.firmou ni segunda
Correspondencia que a Relelo ferira a la-
teral disposico do Art. i5i do Cod. do Proc.
accrescenlando que com quauto esta V t.
nao disponba ; que a mesma nao rece!i* de-
nuncias da crimes que nao foren de res-
pousabilidade todaii pelo principio in-
clusio emius estexclusio bllerius .-: ten lo o
mesmo declarado, qua receba as de respon-
ssbilidade tem exceptuado aj qua uio forem
desta eapejie para tal recebimento } eis pois
confessando-se o proprio erro pois se por
argumentages e com applica^o dos princi-
pios de Direito que se infere dili nao poder a
Hel.icio couliecer dos crimes que nio forea
de responsabiidide e nio porque lateral-
mente esteji disposto como que se pode
dizer que a Retaco ferio a leltra da Lai ,
quando recebeo urna denuacii ainda sesmo
que nao tosse de responsabilidade ? m lia
proprielade de termos nao tiouve infraco a
leltra da lei ; poremnose conclu desta cen.
sura que reconheci a Relaco em virtuda
daquella dispjsi^o do Cod. autborisad* pa-
ra connecer de crimes quando nao forem da
respons.tilidado como gracioinnetita sup-
poz o Coirespoodente que til havi 1 eu Con-
cluido. Avaocou disendo qua eu havia
denominado a desobediencia crima de res-
pjosabilidade porque a ftelacn como lal
havia o julg lo para o Diario o. ... antes censurando ao
Correspondente por querer persuadir qua o
crime nao era de responsabilidad sem disso
dar prova nao poderia jamis avanfara tal
proposico ; nao duvido que o houvesse so-
nbado ou que figure-me haver dito para
somenta eslender a sua Correspendencia com
iulerro^ages fastidilas e poiris quaes as
que ali se va e com declarares de que foi
maia por amor ao publico Pernambucsno do
queporamora si propno q>ie clamara con-
tra o Accordo de sua denuncia pelo que
dever o mesmo Publico lecer urna corda para
o novo Athleta de suas liberdades publicas.
Taxou de injusta a sspenyo porque
ao crime pronunciado nao eslava decref ida a
pena de suspendo, ( veja-sea primeira Cor-
respondencia do mesm-jj entendendo ali qua
as pronuncias dos crimes de responsabilidad
s de veri o produzir a suspenco quando a
pena delles fosse de suspeucao conven eo-se
depois da coarclada aparece ua ultima Cor-
respondencia querendo deslavadamente per-
suadir haver laxado a pronuucia de injusta,
porque o crime della nao era de respoosabi-
lidade ; mas dir-lbe-hei scripU manent -
.j sao as declama^es e excellenles pre~
posices menunciad no Jurado, a quam o
rento leva. Tenho respondido Snrs. Reo,
dictores o que pelo prelo deveria responder
da Correspondencia do oulor Sarmen o.
O Cunzo,
A meza re gedora da Irmandade de N. S.
lo Rozara |da Boa- villa } tem determinado,
qua corrad imp reterivelrrente as rodas da
1. parle da 1. Lotera no da 29 do pro-
ximo mez da Novembro t os bilbetes aebo-
se a veoda nos seguintei lugares ; (no Recife
ra da Cadeia loja de Cambio do Sur. Viei-
ra; em S. Antonio ra do Collegio loja do Sr.
Ylenezes Jnior : ra do Cabug botica dd
Snr. Joo (Vloreira Marquesj e na Boa-vista ,
loja do Sor* Rapozo ru'a do atterro.
THEATRO.
Amanh 10 do correte se repretentar
a Peca toirb de mb pompa e ordem qua no ljh eflcio da primeir
Dama.
Priacipiar s 8 horas em ponto*
O restante dis Ctmarotes se acbad ua mau
do Sur. /Sabedeo Cetar.
GABINETE LITTERARIO.
O Sor. Director convida aos Snrs* Socios ,
a se reunir em Assembla Geral, Segun-
da (eir u do correnle s 4 boras di tarde i
para o fim determinado no Artigo 6. dos Es-
tatutos. -
SOCIEDA DE LBENTINA DE
BEBEK1BE.
Secretario da mesma convida aos Srs
Socios para amanh 10 do corrente pelas id
horas da mahb se reunirem para se elegeC
a nova Commissio.
SOCIEO ADE ! AMIXADE NOS UNE."
O 1. Secretaria convida aos Snrs. Socios
da mesma a dirigrem-se casa da suas
Sasses na roa da Praia amanh 10 da
corrente, pelas 4 horas da Urde, afim. da as-^
signaren! os estatutos.
SOQIEDADE FORTUNA AUXILIA-
DORA.
O Secretario da mesma faz cenle aos Srs;
Socios, que amanh as 5 horas da tarde ses-
sao da Commirso Admioitrativ.
SOCIEDADE PASTORIL;
A CommissaS Administrativa, convida aoi
Snrs. Socios, para se reunirem hoje(q)af
6 horas e meia da tarde.
ANNUiXCIO.

aleada daquella j e procurando disto con- disocia dos Em pregados Pblicos incluiudo mente no dia 4 do prximo mz de iM ovtm-
Srs. Radactoree. Eu nio sou d'arcjs in-
coirados e por isso nao posso guird*r se-
jjredos de que podem resultar grandes pre-
misos ao publico e mxime quando uo sao
passados in aclu confe;sionis el sub segl-
loconfessiones '' esim dito por allarde ou
galantera, assisti urna conversa em que hum
dos membros do adjto se gabou da ler en-
trado em urna sucia em que havio inforcado
bum lente na Universidade de Coimbra em
Lisboa e nao obstante ser o caso to distan-
te deste Hemisferio com tudo axo de meu
dever nao obstante o ferrete de denunciante,
por amor d justica quem quero mais bem
do qua forca denunciar a V* S. a quem
por agora oceulto o rime deixtndo para o
dizer quando para isso for cbamado pelo tri-
bunal que competir conlentaudo-me por
agora assigoar-oae
O bom Sigiltista.
-"
LOTERA DO LIVRAMENTO.
O Thezoureiro da Lotera a favor das O-
brasda Jgreja da Sra. do Livramanto faz
scieote ao Publico por ordem da meta rege-
dora da respectiva Irmandade que as ro-
das da referida Lotera correm mpreterivel-
A FORQUILHA.
FOLHA JOCO-SERIA,
VjHegai Snrs. fregueses da Forquilha, que
hoje sanio dourada. NjJIa encontrarlo ludo'
quanto ha de bom, at urna negra veudendo
leite para o bom caf, lem da pitada que
fez esprrar ao relojoeiro) peinas de frango,
mingao deararuta, perguntaa engrapadas,..
E o Eolhetim ? Isto obra prima, basta sa-
ber, que finalisa com este distico
Fica tudo mal logrado ,
E o povo enforquilhado.
VenJe-ie avulsa nos logares seguintes pe^
lo prego de 100 t's, P,aca da Independen-'
ca n. 37 c 38,'no i. andar desa Ty-
pographia, as 5 Pontas loja de faxendas D.
11, e em Olinda pelo destrihuidor do Dia-
rio.
- '
Avisos Diversos.
- Preciza-ae de duas pretas ou molo-
ques para venderem aseite as tardes pi-
gando-se 4 res por caada 5 na ra Velha,
. 57.
sar* Aluga-se um aoto com 3 quartos ;
2 sales e u 1 a janlia ( ndependenle do'
3. andar que se poder chamar 4) em!
muito boa ra e proprio para caixeiros ,
ou rapaz aolteiro, e por ptego commodo :
n'esta Typograpbia se dir quem ~ a peisoa
que aluga,
s" Da-se 5oU rs. a premio sobra penbo-
rea de ouro ou prata : nesta Typogr^nia a*
dir quem ot d. 1


'$
m

D I A B I

O Bi PERNAMBOCO


tgr O aboixo assignado faz scien'.e ao res-
nailavel publim e particularmente ao Sor.
seucoirprade Manoel Jos de Meglhes Bas-
to que constando-lbe que elle na qualida-
de (je ibfsoureiro da rifa que o abaixo assi-
gnado tent-i farer lena sido apoquentado
e at juslicado por algumas pessuas de tn f,
que apretexto de lerem comprado e pago ao
baixoassignado.alguna bilhe^es por isso o
abaixo assignado prevue ao Sur. B isto que
hio pague bilhetes a ninguem cam excpco
dos abaixo declarados que querendo pode
pagar que leresponsabelisa por seu importe,
visto que foi os nicos de quem se recebeo
dinheiro, os seguales Srs. ; Joaquim Jos
de Almeida l'into 5 nmeros Antonio Prie-
te 5 Ji s de Mello Costa 5 Jos da Silva
Campos 5 Bernardina Antonio Ramos a ,
Manoel Luii Ferreira 5 Manoel Francisco
Carneo 5 % Domingos An'onia Gomes Gui-
niares Gabriel Jos dos Res io, Jacinto
Soares de Menezes i Jos Faustino de Bar-
ros 5 Joaquiaa Mara Jnior 5 Antonio de
Arevedo Vilarouco 5 Antonio "ra Costa e
Silva 5 Antonio Jos Mendes 5, Jos da
Silva Gomes a5 Jos Joaquim de Freitas
Guimaraes ao Serafim Vinbas 5, Hercula-
no Mara Bessone Manoel Gomes Chaves a,
los do Reg Lima a Jos da Silva Poutes
lo, Francisco Martina Coelho S Antonio
Raplista Ribeiro de Faiii Jnior 5, Joaquim
Coelbo Neves 5, Estevo Nunes da Rocha 5 ,
Pedro do Reg Costa. Pedro Antonio Tei-
zeira Guimaraes.
ar Aluga-se um segundo andar na ra
nova, e as tojas do sobrado da dous andares
nos quatro cantos da boa vista j a fallar com
Caraeiro Monleiro no orte do matos.
tar A pessoa que quer negociar a morada
de casa de dous andares mora na trempe pe-
uultimo obrado a dimita querendo voltar
para a solidado.
ajr O Cirurgio Lino da Penba de Fran-
ca rcudou a sua residencia parj a ra cu-
rea sobrado de um andar lado do Terco De-
tima 10.
VST Lava-see engotcma-so com brevida-
com arvores de espinbo e terreno para horta,' costura se for par. o matto ou pira fora da
somente com o quintal murado e tendo den
tro urna cacimba ; os pretendentes dirljSo-sc
ao pateo di S. Cruz sobrado de djus andares
confronte a torre dalgreja.
tsr- A pessoa que quer comprar dus vohas
de oordio de ouro que tenhi'duas oitavaa ca-
da palmo sendo queira um que tem 4 oita-
vas cada palmo annuncie.
3" O Snr. Joo Jos de Mello dirija-se
ruada praia armazem 1). 10 para receber
urna carta vinda da llha de S. Miguel pelo
Brigue Triunfo Americano.
ssy O Snr. Antonio Dias Ferreira queira
declarar a sna morad paro negocio de seu
interesse.
tsr L)eseja-se fallar ao Sr, Lourenco Ci-
valcanti de Albuquurque que em 1828 mo-
rou pa povoaco de Beberibe a negocio de
seu interesse annuncie por esta loltia para
ser procurado
fP3> Oeseja-se saber a moradia da Senho-
ra Catharina Marta da Concecio que he
senliura de urna casa terrea no beco do Veras
do bairro da boa vista a negocio de seu in-
teresse.
t3T Aluga-se a casa situada na campia
provincia melhor, e una preto pira todo o ser-
vido ; na camboi do Carma D. io.
t*y Urna molata de honita figura, de ida-
da de a t nno9 sabe beta engoramar cose
cha. coiinha odiara de umi casi, lava de
fumo para charutos, ludo multo novo e d
boa qualidade e preso commodo ; um car-a
riiiho de l\ rodas para dous cavilles con
pouco uso ou quaji novo, a ver o carrinbo em
casa do segeiro ivJiguel no principio do atl-r-
ro da boa vista., e a tratar do* pre.os de tu-
cacimba com boa agoa e estribara , os pre
tendentes entendlo-se com o seo prcprieririo.
2" Arrenda-se um sitio na lugar do
Uondego urna elegante casa toda envidragnd.
com 4 sa'as 6 quartos urna grande coziuha
fora a casa pode a roramodar duas familias sibo e faz todo o miis servio) da urna casa; | do em casa d-j Malheus Auslins & Campa-
tambm 9e arrertda sa casa sem o sitio ta ua rui do Cnbug loja da quini do Tbomaz nhia na^rua do trapiche novo n. la.
de Aquino Fonsera.
0*11.113 lancha um bote, en-arrias ,
muita poli ime amarras de piassaba e um
ferro tuda por preco commodo; no beco
das barreiras casa pintada de amarella
ty Duas canoas para carregar agoa que
conduz des patecas de ago3 na tua da Cruz
Ds 4(3 no segundo andar.
SJ~ Farel.i de nova moagem e de supe-
rior qualidade a'Soooosaco de 3 arrobis ,
tornando-se aoo rs pela volta do saco e fi-
rinha de trigo das ronhecidas marcas XXXI''
e XXX ; na labrica de ariuha do atierro da
boa vista.
tgr Duas cederas uzadas 5 na ra doen
cantamento armazem de mu.lhado! por baxo
da 3obrado do Reverendo Vicario do 'Recile
*\ SSS" Paauo azul fino a 3ooo dito averme-
lhado para libr a aooo cha I y fazenda de l
e seda para vestido e coletes a 3to duaueza
fazenda de li e sttda a 640 selineta de co-
res a 2oo rs. bcos pcetos largos a 400 pessi-
quilandeira e az todo o mais servico de urna nbas de bico estrello a ao biinaescuro gros-
casa e unir dita de idade de 16 anuos co e so a 300 Jibra de liuhas a 800 suspensorios
de fita a 800 a duzia e chapeos de castor fi-
nos por serem de copa b*xi a j5o ; na ra
do Qutimado D. i derontedo beco do pene
frito.
tST Um cavallo rudado novo muito bo-
nito 5 na ra de Manoel coco 1). 4 deironte
do sobrado.
tsfT Rap de Lisboa muito fresco o o me-
lhor que tem aparecido, chegado ltimamen-
te em libras e oitav is e cb perola e his-
son em caixas e a reulho ; no atierro da boa
vi ta loja de fazendas D. 5.
12^ Urna escrava de bonita Ggura boa
cozihbeira engommadeira e ensaboadeira;
na ra do Rangel U. j.
Urna preta de idade de ^3 annos ,
e faz renda ; na ra de Hartas sobrado de
um andar . S.
tar U.i a cabra bicho parida de l5 dias j
na ma de S.Thefesa D. ai.
ssr Urna porca decaibro de 5o palmos,
Eseravo* Futidos
de boa qualidade ; na ra nova D. 10,
%2&~ Urna porto de nadeira de conduru
de S. Anna". junto ao engenho do fallecido propria para camas na ra da praia arma-
Xavier onde o Cirurgio Oii^eira p8ssou a j zem D. 10.
esta a dita tem 6 quartos salla adame el tar Um negro canoeire e co:i..heiro na Rocha Pereira, do bh de Janeiro^endo 1
atraz, e aluga-se tambem a immediata, que ra do Queimado botica D. 8 j assim como de nome Befnardino de naco cabinda, mo.
tem 3 quartos sala odiante e atrax ambis aluga-se urna cusa no P090 da panela situada ltcote de ao annos bem feito : o outro de
as casas tem quintal e cavdarice pira tica- a margena do rio,
valos com seguranca ,0 lugar e o l'iesco he SST Um puldro de segunda muda ; DO si-
bem couhecido; os prelemtentes drijo-se a to do Arass em S. Amaro,
ra do Divrameuto U. 24 tratar cjjn o Ci- j S" Bilhetes e meios ditos da latera do
rurgio Oliveira. theatro ; na ra do Queimado loja de Cario*
------------,____________________ "*________' ca & Sette.
tsr A couza de a annos iugiio de bordo
da Sumaca JN'ova Sociedade dous escravos ma-
rinbeiro.1 pertencentes a Antonio Jos da
nome Antonio de nato songo por apedo
Lisboa ,
Avisos Martimos.
ssr Gom ma de oraruta ; na praca da boa
vista venda D. y.
este at dizem que anda embircido
em urna jangada ambos sio aqu conbeci-
dos ; quem os fregar leve a bordo da dita Su-
maca eo Capito Jos Gonsalves Carracho ,
quedar 100,000 de gratilicac o por c^da uta
fW No da i de Outubro l'ugio um escra-
Mbelidade a seus donos por qualiuer falta quete da Terceira sabe no dia ia do corren- jos londrinos piesuulos para i.
( ae possa haver.j na ra da Alegra na venda le pela manha-, inda recebe alguns passagei- aiuwem de Joo Carrol & Filho ,
u quina. ros , traia-se com o Capito na praca od com do Commercio,
tsar Roga-se ao Sr. Jote Justino Fernan-
r?i da Souia, queira diri^ir-ae a /ora de
portas n. aa para negocio de interesse.
r Oabaiso assignado faz sciente ao pu-
blico que tem comprado por ordem do Snr',
J edro Ferreira do Vale Micaella do Aracaiy
um bilbele da 1. paite da 7 Lotera do tiiea-
tro de o. 21960 qual fira em poder do an-
r uncante assim como o mesmo Snr. Pedro
ltrreira entregou ao annunciarte 3 meios bi
leles da 1. parte da 5. lotera de N. S. do
Livramento dos ns. 1144", g'ti iaj8 para
c baixa a-signado Ihe cobrar o que porsorle
II e kouver de sabir. Gervasio Jos de
C&rotho.
tar Roga-s^seguoda verap Snr. Pinbei-
ic baja de1 onnuncnr sua morada para se Ihe
e iregic es seus bilhetes da sua tifa e res-
tituirlo* impones dos ditos pui* j cedido bastante tempo ; espera se que sen j
l.-;a preciso seguir-se adianto e esur por
j&< tem o no desembolso do dinheia os
lospradorea dos bilhetes.
mr Hojebea ultima praca de um bom
ho pela lerceira vara do Cnel no atierro da
Loa vista as 4 horas da tarde pertenecnte
a Joaode Alea.ao Lisntiro avallado em 4
contos de res o qual he na estrada da nj.m-
guiuho jupio ao tilia do cirurgio Teixeira
tar O Ut. Caudirto-Jose de Luna medico
formado na universidade de Franca, de re-
gressQ dos seitoens do Ceaia fas publica
que se acha estabelecido na 1 ua do Queimudo
JJ. 7 segundo andar onde o podera pro-
curar as pessoas <|ue de sua arte quiserem uti-
lisar-se.
$Sr Na boa vista em^qp lugar (roca se a
inoradia de urna casa grande por outra pe-
pequena sendo oseu.alguel de 8aoo para
taixo ; a fallar no armaiem do Sr Navarro
O Champes.
tar Qualquer Snr. proprietario de enge-r
nbo que bu quieer ulilisar do preslimo de um
iiomtm solleiro e sem familia, para seu
adminulrador com bastante pratica de
agricultura e nao menos iuleliigemi* para
n comjileu administraso no tjue diz res-
pello a maquina aupuncie.
iW Aluga.sc um sobrado novo no atiewo
da boa vista de um andar e solio com lao
palmos de fundo o 34 e mio de largura ,
com 4 portas na IrauU iaU quadraua da
largura da casa corredor 00 meio 5 quar-
tos, com sala da parte do quintal com varan-
ja f quintal grande que bou para vuii< [Ua .
vo de nome Pedro do nao congo de boa
PARA LISBOA o Patacho l'orluguez I'a- **" Btalas inglezas a iaoo a arrobs, quei- altura ebeio Jo corpo bem fexado de
fiiuibre no barba, btiios compridos levou calcas e ca-
na praga misa de brm e chapeo de paiha pintado de
aicatro , quem.o pegar leve a ru da roda
o consignatario lhomai de AquiuO 1 onseca, **^ *Jin cavallo alazao bom para sela ij, ^(j aufi srr rerntnppnaiulo.
ua ru. iioviD. ai. *" **g,'J'" "" "m uu 01. nuguMo. ^y- jSTo dia 18 de Agosto f&lin um !&
PARA O ASSU com escala pelos porlos MT Um casa na CidaJe de Olinda com bas- no de nome Antonio de idade de a5 ancas,
dos Toiros e Calcara o Brigue Escuna Na- tantea commodoi para grande -mia com estatura reguhr, com o olho direilo ceg
cional S. Jos de superior marcha forrado banheiio e iveiro um grande paireiral e em um doededas das mos tinha um uuhci-
e aparelhado de novo } quem no mesraa com terreno bastante para planta de capim ro que lhe tinha eomido a uou tetn a (ala
quiser carregar ou ir de passagem pira olguas e tambem se'troca por alguma propriedade alguraa couza descansada ps algma couza
dos portos dirija-se ao Capito Ricardo da no Recile, etodo mais negocio se lai a vis-' gandes e largos levou veitidu calcase ca-
Silva Neves a bordo, ou a Delino Gonsalves la do comprador j trata-se na ra do Crespo misi branca ja suia de ter estada em padara
Fer'eira Lima na tua nova D. aa no segn- loja D. 5 lado do norte. I chapeo de palha americana ja vehio bastante'
do andar. VST Um negro de idade de a6 ennos 1 ono preto e eom as abas rasgadas a pouco lem-
PARA O PORTO segu viagem com mu- para oser>ico de campo por preco commu- po tinha sido pegado em ierras do eugenho
ta brevidade a Barca forluguea Tentadora do, na ra nova loja de Fredeiico Chaves,
Capia Emidio Jo-. de Uliveira ; quem D. 5.
quissr carregar dirija-se ao mesmo Capiio ,' tsf- Urna negra de bonita figura de ida-
de de a5 anuos ,
ou a Manoel Joaquim Ramos c Silva.
engomma
Compras
Doze etil lijoios de tapamento; ni rus
da Aurora terceira casa de i andares.
tsr Estravos de a 1 bos os sexos, com ha-
bilidades ou sem ellas e com vicos o sem
ciles de idade de la a ao annos e agra-
dando pago-se bem j na praca da ludepen-
pencia D. 1.
i3r Vidio? que foro de agoa de colonia j
no armazem de iNavarro & Ctiampes.
t3T Um cavaio novo t;ordo e bonita para '
parro, sendo capado me'hor; na ra do
Queimado loja D. 7 ou annuncie.
tsr Um sitio que lenhi casa soiivel e
que seja prxima a Cidaoe de Olinda ; a ira- |
Ur na l.idtira da Miseucordia casa teriea de
vidrassa.
Vendas
tsr Fsforos a to rs. o masso sem faltar
um i palito j na alterro da Boa visia loja
U. t.
%um Um sitia em beb-riba no lugar do ca-
nhenga do lado do uasceule com ci.us pro-
prios boas teirasde pknlar com. casa de
lazer iarinha e de residencia ; a tratar na
rua-velha . .
S27" Urna escrava de meia idade boa 1*-
vadeira e quitaudeira } na tua do Arago
D. a4.
tsr Um ptimo pianno Inglez de um fa-
bricante cjubenida dequeexistem os melho-
res instrumentos na jirafaj na ra da Cri
U.4.
OT Urna escrava de benita Ggura sabe
coti.ub.tjr. engommar, e com principio de {bar ha e jcos to.u laido, barri'.-as com
iso boa coz-
nheiiB lava de sabo e he quitaudeira e
urna neg i iba de ideda de la annos com
principio de costura e um negro para todo
o servido ua ma estreita do Ro ario U. i i-,
aaV Mullo bom laboado de piuho da Ame-
rica na roa de senzala velha armaem que
tem a lente amareia de Vicente Jo; de
Bntj/
tsr Exce'.lentc farjnha de trigo da marc
SS^F e-b>F e ao encana em barucas
grandes e pequeas por preco commodo }
ua rui dos Quarleis D. o.
hr Ou aluga-se urna casa terrea o pedo
varadooro em Uliuda no mtio dos dous so-
brados que tica cjnl.onte a 6, Sebaslio } a
lrat>r i.a ra estrella do Rosario L). dono se-
gundo ui.d ;.
sar Rap princeza ebegdo ullimamente
no B'igue fctlu Lesiino e Paquete da Ter-
cena em libras e as oilavas a do rs. na
loja dieseligueiro na quina da ra do C.bag.
s^ Laixis com vidros proprias para cq-
xillios , na ra do crespo . IJ,
sor O retrato do Exm. Bispo do Ro de
Janeiro L). Mauoel do Monte Rodrigues de
Aiaujo i na praca da ludepeudencia loja de
Litros n. J e 53.
SST Cu lardamento completo para guarda
nacional de cavaltaria e lodos os pertences
do-.avallo em uu-10 uo por preca commo-
do uo mundo noro U 9,
tsar A armato e pabso-seas chaves da
luja de livios sita na trvesa do Rozaiio U.
7 opumo locil para miudezas, por pieco
commodo e com um arrendamiento de o au-
nes a tiiidar-se etn Julho de 184(0 ; a tratar
na mesma 1 j 1,
%2ar taxjs de ih grande* e pequeas ,
do Brum mis agora consta ter hdo junto
com oulros tambera africanos para cima d*
CiJade de Goianna ; quem o pegir le^e a
ra dos Q.iarteis L). 5 ou na ra do Livra-
meulo . o que se pjgari todas as despesis
alem de uma generosa graiilkaco.
tsr Fugio no dia it de belembro uta
negu de uine Pedro creoulo be,m preta,
de idade de ao anuos com olhio de cana-
eiio e tumacoeira he bem canhecido yor ler
csUua lempos ua cadeii desu C.dide altu-
ra e corpa regular, cara coi pina, le n 00
olho (ilcito u ua grande belida quem o
pegar leve a pra^a da Independencia u. i o
*H quu sera {'eneosameute lecamLensudot
t&r Ao amanhecer da da j da Jultio fu-
gio de bordo da Sumaca Cnolioa surta na
porto de Ylacei um cabra de no ue Anla-
uio de idade de jo annos Ua grosso do
corpo rosto largo nariz grosso pes ca-
toj e grandes quaudo anua representa r
alguma couza zamhio das pernas ioi escra-r"
vo uo Pinedo de Joo Anlouo de Mallos, e
ltimamente do Ur. Inglez ; quem o pegar
leve na ra da cadeii uu Recite a ftlacoei-
Joaquim l'ej.o da CU ou m Mace 10 a
Amonm l acavem.
JovMiiito to 'urtj
NAVIO ENTRADO NO ITA 8.
Angola , aa diis Patacho Portuguez Sio
Josdet3 tonel., Cap. l'oliuarpia Luis
Gonsalves Fedira equip. l carga
lastro t a Jote francisco de Azev-.da Lu<
hja.
SAHIDO NO aiilS.VlO UlA.
NiW York j Patacho Amencauo Maiy Ave-
rili Lp. Davis UjIc, carga cjuiassal.
gados,
ilEUFE NA 1XI', L M. F, E f". 10*1
r
T
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