Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04315


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Full Text
**>
Annq de 1841. Sabbado
-Tado *8" dapende da nos bndmi ; da nom prndancia; modera-
itL "Jli "' tontinn*"0 com wlmirac*o mira i Naeas bmU cultas* -
PreduMf So Aisemblaa Geral do Bruill
M
',
Sarcrva-M para esta folha a3ooo por ^nartel pagos adiantadot
oaeta Tvpogmfia roa das Criases 0.3, latPna da Independan-
sia, o. 57 58, onda m recaban correapondaneaa legalisadas c an-
nuncio, oaunodo-M astas gratis; itndo dos proprioi assignantss. e
viudo asignado!.
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES!
Odadeda Parahiba a Villas da sua pretaoco i i ; x>
lita do Rio Granda do Norte, a Villa lara. : ; al
Dita da ForUlaxa a ViUas Idam.....j ....... I
Cidade da Goianna .'...' Z ..;.-.- 3 J .' J/
Cidada da Otilada ;..;::;.;;:, g^;; Todos 01 dlatf
Villa deS. Anto ..;;.....;.... .; 1 ,;, Quintas fairas:
DiU de Garanhuns a Povoacio do Bonito ......... lo, a ?4 da cada mas
Ditas do Cabo, Serinhaena, Rio Formozo, a Porto Cairo. '1, 11, 21 dito dito
Cidada das Alagoas a do Maeai ...;........Idam Idam
Villa da Paja da Floras........iiiii. ;..j Idam 13, dito dito
Todos os Correiot partem ao meto dia
2 DE QtirBftO. NM. 3jJr._
CAMBIOS. Cutubro 1,
LOodres.-SJTTi as |3 3o d' Pf.ooeod.
Lisboa......80 a 85 por 010 pramio por meta! offerecid.'
Franca......3ao reis por franso. Comp. Veada.
00IIO- Moada da# 3a

Ditas ., "? 4#*>
Ditas da 4#ooo res, *#"00 -
PRATA Pataces Brasilairos ----- i#Mo *
Pato* Coluranarios----------- ifoa -
H Ditos Mexicanos ------- 1/600 -
Miu -
Disc. dabilb.da Alfandega 1 i|8 por loo aomai. I o|o
Idam da letras da boas firmas I 'P '!<
[Moeda de cobre 3 por 100 da disc.
1 aj jo
8|3do
1(6*0
i|6>o
#4.o
Seg; t Sextas; (eirau
PUASES DA LDA O MEZ DBODTDB
Quart. mina;, a 7 as 6 h. t 56 m. da tard.
La Nora ti as 1 b. e 36 m. da man.
Quart. rese, a a? 1 as 6 h. 5o m. da ma.'
La Ckea a 3o-as 3h.e 3 m. da man.
Alare eheia para o di* de 1 Outubro.
As 5 horas e 18 minutos da tarde.'
As 5 horas e 42 minutos da manh.
Quinta S. Leopardo al. Audiencia do Juis da Direito da a|
vara.
1 Sexta S. Remigio B Audiencia do Juis da O. da 12 v)
2 Sabbado Os unjas da guar.la.-R.el. e audiencia do Juis de D. da
vara.
3 Domingo O SS. Rosario de N. S.
3i
RIO DE JANEIRO.
Decreto numero 87 de 18 de jalao de 18 1.
Concede o titulo do conselho aos presidentes
das relaces.
Tendo em consideraco a que os lugares de
presidentes das relajesso de muita dstinc-
go e honra f merecendo por este to justo
motivo que sejo condecorados com o titulo
honorfico que Ihes augmente a graduaco :
Hei por bem que aos referidos lugares de pre-
sidentes dxsrelacdes fique annexo o titulo do
meu conselho ; e que se passe carta aos que
actualmente oa servem, e aos que para o
diante forem por mim nomeidos, logo que
se lhes fier a merc e em virtude da mes-
ma nomeacfo.
Candido Jos de Araujo Vianna do meu
conselho ministro e secretario de estado dos
negocios do imperio, assim o tenha enten-
dido e faca executar com os despachos ne-
cessarios. Palacio do Rio de Janeiro em de-
soito de julho de mil oitocentos e qnarenta e
hum vigcssmo da independencia e do im-
perio Com a rubrica de Sua M a gestada1 o
Imperador Candido Jos de Araujo Vi-
anna.
Est conforme
o impedimento do oficial maior Joa-
qun Jos Lopes.
Illa
ASSEMBLEA GERAX LEGISLATIVA.
CMARA DOS SRS. DEPOTADOS.
Sesso de 17 de agosto de 1641
Presidencia do Sr. Henriquei de Resende.
A's 10 horas e meia da manh faz-se a
rhamada e reunidos os Snrs. depulados em
numero legal, abre-se a sesso le-se e ap
prova-se a acta da antecedente.
O Snr. primeiro Secretario d* conta do
expediente leudo os seguintes officios:
Do secretario do senado, partecipando que
]or cfficio do ministro e secretario de estado
dos nrgocios do imperio constou ao senado
que S. M. o Imperador cnsenle na resolu-
to qua a p prova a pensio concedida a D.
Constsnca Carneiro da Fonloura.
Fica acamara inteira'da.
jjo ruesmo secretario, remetiendo urna re-
solucao do sen.do que permilte ao hospital
que paasar a crear a mesa da veneravel cr-
dem da Penitencia da provincia de Santa
Catharina adquerir e possuir bens de rata
at o valor da drz contos de res.
A' imprimir,
Sao lidas e apprqvadas as seguintes redte-
cws.
i* Oa resolucio que concede quatro lote-
ra irmandsde do patriarena 5. Jos desta
/orle.
a. Da que concede urna lotera annual por
tspaco de seis aonos a Jos Francisco Dernar-
dea e oulros proprietarios da fabrica d vi-
dros esubelecida nesta corte,
3. Oa que approva a aposentadora de Joa-
quim Das icatho.
4. Oa que concede trea loteras aotro-
^ricial dos Franciscanos desta corle para
eoncerto do cemento de Santo Antonio,
E' do e approndo o requerimento da c-
missiode marinba e guerra pedindo infor-
macSes ao gorerno sobre a pretendi do el-
fees Antonio Jos Lino da OojU,
Le-seeapprova-se o seguate t t Tendo fallado sobre o orcamento o Snr.
Requeiro que ao goveroo se pecio pela Reg Monteiro muitos Snrs. deputadjs que
repartico competente as informaces que
elle poder prestar sobre o fseto que referem
as folhas publicas de terem sahido deste por-
to com infraccio dos respectivos regulamen-
tos diversos vasos de guerra ingleses coa-
duziado a presa Constancia e que igual-
mente communique a cmara as providencias
que tero dado a tal respeito.
.V^Paco da cmara dos deputado ij de agos-
to de 1841* H. Ferreira Penna.
Le-se e approva-se o parecer da commis-
so de assembleas leglslativs provucaes que
manda seja nderecada s commissiode com*
oiercio, de cathequese e da respectiva de
fasenda, urna representa cao da asienblea
provincial de Goyas em que pede a quantia
de quarenta contos de res em prestages
annuaesde vnte contos cada una para ser
dosdeiapplicada a conatroeco de vasos, a
estabelecimentos de porlos de embarque, e
desembarque, e a creacio de destacamen-
tos as margena dos ros Araguaia e Tocan-
tns.
Primeira parte da ordem do dia.
Continua a terceira diseusso do projecto
sobre a creaco de mais duas relaces e e-
mendas apoiadas,
Tendo fallado sobre a materia o Snr. Sju-
1 Martina, o Sur. Carneiro da Cunha re-
quer o encerramento da diseusso, e assim se
vence.
Todas as emendas sao regeitadas e s
approvada a emenda do Sr. (Jasado, qua diz :
Que nenhum juit de direito ser nonoead >
uesembargador sem que tenha pelo menos
oilo annos de servico
O projecto> adoptado, e remetldo a com-
misso de redago com a emenda appro-
vada.
Segunda parle da ordem do dia.
Continua a discussSo do orcamento do mi-*
nisteriodos negocios da nuriiiha,
O Snr, Ottoni tem a palavra pela ordam ,
e depois de fater varias observaces sobre a
necessidade da presenca do Snr, rcinisiro da
mariuba na diseusso actual, manda a mesi
um requerimento para que a diseusso do or-
camento da mariuha seja addiada por tres di-
as, ou a; que compareca o Snr. ministro da
marinba etc.
E' apoiado o re'queriaiento de adiamento
e entra em diseusso.
O Snr. Clemente Pereira (ministro da
guerra) informa a cmara de qua o Snr.
marques de Paranagu ocompsreceo bon-
tem, 'porque desde ante de bontem tcm es-
tado doente e nao pode vir assislir a diseus-
so por que a sua molestia o incommoda, e
pofisso) eatende o orador que o adiamento
proposto pao tem lugar.
Fallomais sobre o adiamento 01 Srs. Ot-
toni e Mariano e dando-se pjr discutido
posto a votse rege 1 to. .
Continua por conseguinte a diseusso do
orcamento.
He apoiada a segu rite emenda 1
km Secretaria de estado, cm vet de ..
ab|OboU8oo reis s5o8oU8oo res.
4. Conselho luppremo (para mais tres
vogaes nomtados ) a ligasen te-se i,6jtUooo
res.
edditivo, Eventuaes, uclusive .enga-
iao.ento de marnheiros do;oooUooo reis.
Coelho Rodrigues Torres Lian e
Silya,
tinho a palavra ceden del la para se votar,
incluindo-se neste numero o Snr. Coelho lempo odiar a sua malignidade, e despeno.
____1.__j_______!._-. _________u.,_i i\i:- ..i_:____a d. ____1______
membroda commisso, que nao obstante moa-
tra dse jos de fallir.
O Snr. Oltoni pede a pilavra, e faz dif-
ieren tes observac5es ao discurso do nobre
ministro da marinha, e dj proferida pelo Sr.
Carneiro da Cuntu.
A diseusso Sea adiada pela hora,
O Snr. presidente d a ordem do da e
levavanta a sesso dep jis das duas horas da
tarde.
PERSAMB.
i7i969i56
DIVERSAS REPARTigOESfS.
MEZ\ DO CONSULADO.
Rendimentos da mesa do consuladj desta ci-
dade no mez de setembro prximo passa-
do. A saber.
Direiros de 7 por too deexp.
Ditos de ancoragom pira Cora
do imperio
Ditos de dita para dentro
Ditos depositados q'excederlo
do anno.
Emolumentos de ceidlo
Sisas de iS por 100 na ven-
da das embarcaces estran-
geiros
dem de 5 por 100 dita dita
nacionaes.
Papel de passaporte imperial
serta no sea Diario numero ao8, e conesso-
Ihes que nao pade dexar de me rir da igno-
rancia e miseria do seo autor e de ao mesmo
Nao me admiro porem Srs Rs., qne houves-
se quero tonasse peito deffender o injusto
e criminoso procediment 3 que leve comigo a
Relaco (1) do Dstricto parque nao ignor;
que nfo ha couza neste mundo por mais in-
jnsta e peior que seja que nao tenbidef*
fensores e apologistas. Hegesias por venta-
ra ni o elogiou a morte e com tanta clo-
queada que os seua esbahacadosouvintes se
despeobavo no chao, dos muros em que
estavo encarap lados ? Nao a louvoa tambes
o grande M. T. Cicero em um eloquente e
estiradissimo discurso ? Rousseau nio lou-
vou nao defiende> a ignorancia! Mr. Braiteo-
le nao fez o elogio da impertinencia? O despo-
tismo nio tem ldo tantos panegiristas, a
campeoes ? O infame, e cruelissimo trafica
da eacravari*, esse caero reodor do Brasil
nao tem tantos detensores, tantos panagerU-
1 las tantos sectaiios ? Por Unto aae muita
5,84U454 I he que aparecesse o Sor. Curioso deieaiea-
6ijU:)77 do o nebnil-j accordlo, que me pronuucou
j pelo crime de desobediencia i neobom pre-
54O016 ce't0 1ue me houvesse sido imposto, a ne-
i5U8do
ip6oUooo
Rendimentos provucaes
Disimo dj assucar das Alagoas
Ditodo algodo da L'ar.iibt
Dito do Rio Grande do Norte
Dito do assucar desta provin-
cia
Dito do algodo de dita
Dio do caff di dita
Dito do fumo de dita
Taxa de 4*> por sacca de al-
godo
Dita de l6j reis por ciixa de
assucar
Dita de 40 reis por feclie de
dito
Dita (Je o res por barricas e
sseco de dito.
Pernambuco 1,
de outubro d : 18^1
O administrador
Miguel Arcanjo Mooleiro de Andrade.
PREFEiTURA.
Parte do dia io de Setembro di 1841.
Das partes hoje recebidss uesta secretara
consta somenle que fora hutiie n preso pela
pstrulha de polica di Uaa-visla o prelo Oo<
der a termo d'acbada, e recollier o dito pre-
so a cadeia para passir a disposijo dajus-
lic*. "________________________ .
Corresponde iicias.
nbum dem legal que me houvesse sido diri-
gida ?1 Por ventura jase acabou a raca dos
engole-cobras, e dos engole-sapos ? Nio ha
abi um certo catarinha que em tom de quem
clama no deserto, diz 00 Jury, que he o "ha -
75Uooo' meai ^e toc'03 0i (elnP0, e de todos os luga-
U100 res' Nao ha abi tantos indignos tantos
.. evendijas f tantos Manueis Jm, entes ti
i5 838Li83 'hados, e azados pira defienderem, aind%
que com parvoices e destemparos quinta
1 o4 U2 >5 'fj*stica der e vier ?! Mas Snrs. Redactores,
u 1 jU145 qaal foi o Um do Sur. Curios ? Persuadir
JiU5ji 80 Pebli^o, que o aocordao he justo e to
gal ? Coitado pobre engole-cobras nom ao
a-tG^USol men09 comprehende qua o Publico Pernam-
6,3oiUiqi
4U797
i5iUjo3
4or3fo
Ui6j
3g0'563
34,8994aj
bucano he mui sisudo e Ilustrada, e que
nio esta 00 caso de, se dexar embiir pelas
;uis rabolictis e inepcia? 1 ooitido 1 Eita ai
Recite epensa que est en Giranhuns ou
Labrob Fasar tiu*a servido aos d.ius mere*
tissimos ? Miseravel, que nj aluanss qao a
maior servico qus Ibes polla faser era nao
fallar em semelnante acordo, era evitar at
dis 'ussio por que desta 5e resultar a luz
e a lu: certo uao onvem a actos injustas, e
illegaes como foi o dos seus ciieules, e en
passj a evidenciar capa vet mu*.
O crime de desobediencia nao bo crala da
responsabelidade dice eu oa mi iba prinei-
ra Correspondencia e p-jr issj aaj be d'al-
cada da Rellaco art. 55 ^ a do Cid. da
Processo Criminal, yae s j das crimes da
responsabeUdada be |e dave caulecer
____ 1
(i) Declaro que rfuandj fallo di Relaco
s :ne dirijo aos Jinrs. P?.nce4 e" Vi liare*, pac
, Doa-v.sra o pre.o uo- J > $i ^
oaiogos de Almeida por Ibeser aprehenji- ^n Re, J doanoite um larador manion-se proce- e|ies loaUro/f^ij,,, aesorand. deetsto,
qne felizmente tem sido bem valia h por
pesoas sisudas e cordatas, Nio tiveiuteu-
____, o na minba primeira orrespatrlencii
nem agora tenho de nvolver nenhum d
outros Senbores Dcsearbargadore/i, de quena
t==m nao tenbo qoeix as me defendo da alraa injuslija que mefi-
zero os dous, e que me cansa fot tnuilo d ;.-
approvada pela Exn. Sertbor ihomaz Auto-
jin- nio.
Senbores Redactorea.
Ridet, e odil,
Juvrnal,
Li a correspondencia do Snr, tnrtojo
1
DAS DA SEMANA;
97 Segunda Ss. Cosme e Damio Mm. -- Audiencia do Jais da Dre.'t o
da svara.
aS Terca S. Salant&o B. Reta;} e audieucia do Juis da Direito da
1. varr.
00 Quarta if* S. Miguel n.rcanji. Aud. do Jais da D. da 3. vara?
ob Ouinu S. Leopardj M. AuJiecia do Jais d* Direito da al




2
w-
OA A lo DE PER NA M BUCO
S
enlacio,* nio neg o Sor, Curioso, bjm
disienta que o (Time de desobediencia he de
espc-nsatelidede porque uo so ( ahi vai a
curiosa demonstraco) fo cereclerisa a quali-
dide de Empregedo|! Publico na pessca que -
por ccceaiio das funccoes do meu eso prego.
Tea duas partea deonslraco } a i. por
que foi commelda por Empregado 1 ublico -
lego o homicidio, o feriiteuio o estrupro
&r. &c. Sriido commetlidos por Emprea-
do Publico sio crimea de responaabelidade ;
fogo o Empregado Publico s commelte en-
vs de responsabilidade l Cjue Juriscon-
sulto, que Domat, que Potbier, qoe Mer-
lin I Segunta parte Por ter sido rorr-
n f nido por occasie das lunches do meu em-
prego lego ledo o delicio que o Eropregado
ron metter por occasiio das fu necees do seu
emprego he de rcspcusabelidade ; por extm-
plo v tb hum Juii de Direito laier huma
drreitra^io, cu huma vestoria por occa-
mo d'esta lunrco do seu emprego lar hu-
ir 0:01 te, commetle bum estellionato se-
gundo es "luminoso" principies do Sor
Curioso, ptifttrou bum crime de responsa-
bilidade 1 Assim que si por occasiio das
tunecf s do emprego commelte crime be
da reapensat elidade por este rario, si com-
mele cm oulraa occaeies tatobem be de res-
ponsaltldade, porque be errpregado pu-
blico : por ccnsiqumcia loda a demonstra-
cao vem reduzir-se isto, que os Empre-
gades I ublicos commeitem airees de res-
ponsbUlidede. Mea do *, Vm. Snr.
turioio que isto be huma asneira hum
absurdo bum destampatoiio? Nao v Vm.
<{ue huma mor le bum terimento bum es-
tellicDato, hum dtfloremento, nao poden;
ser crimes de responaabelidade embora se-
j*o piacliradca por Empregado Publico, e
em ouatiau de exeicer as funccoes do seu
trcfiegol Si uo sabe oque he criase de
iMicnsalelidede, aenlo enteude o Cdigo
para que se melle a fallar para que so melle
a censor ? Si o enteude si saLe o que he cri-
nt de respensabelidade pera que hade tra-
hir a tua couscientia, para que hade pros-
tituir o dum da pahme ? Mas o que he cri-
ne de reerousabelidade perguntar-me-ba
Vm.? Assim, peigunle e eu lhe dire,
porque le obia de miseiicoidw eom.r aos
igncrantea. Ora ande l angale bem es-
ata olbos de (oiuja levante ssas grandes o-
relbas e escancaie bem essa venenosa Loe. ,
apireada que crime de esponsabelidade ,
ao lodos os que estio previstos pelo Cdigo
Criminal desde o art. i9 'o"1* ,<3,6 ln"
clusive, e desde o art. i;o al oart. i;
inclusive, sao ledos estes e nao maia : isto
he sao lodos aquelles que s podern ser com-
mtllidis poi Empregado pblicos, porou-
tra rio lodo aquelles que o Empegado I u-
bliro commelte com o carcter especial de que
est revestido > com o carcter ae funcaona-
nopubliio, e que por iso nio podem ser
perpetrados pelo particulares, toa estar
n'esle taso o crine de deaobedieocia t Cer-
tu que uso e teulo nao, que al he delicio
bumaasfua obrigaces ,v[as suas altribui-
ces ? Nio v o Sr. Curioso que fora hum:
nio acabar ai o legislador livssse de assignur
todas a cousas em que cada hum funcionario
publico se nio devesse entrometter ? Nao v
.c^mette^ cmodo"ter sido'commetlldo que fora isto bum impossivel, por que o
objectos em que cada empregado se nao de ve
melter sio infinitas sendo que as atlribui-
cei de cada hum sio limitadas e estrema-
das ? Os cidadios sim podem f >ser ludo o
que a lei nio probibe mas os ero pregados
gublicos so devem exercer es atlribuices
que Ibes estio marcadas sob pena de incor-
rerem no artigo i ?9 do cdigo criminal. Di-
go-Ibes de lodo o meucora$5o Srs. Redac-
tores que muito lempo nio lelo hum des*
proposito tato taludo huma parvoice um
alvar. E o que dir i acerca da seguinte co-
arclada Adesobediencia he crime de respon-
sabilidade por que assim decidiu a relaco -
Fallo Ibes com puresa Srs. Redactores,
nao s a reltCco de Pernambuco ? Ter-lheha che-
gado alguma bulla do Ceo que a dispense
do erro apauagio commum ao genero hu-
mano ? Vms. que sio tam noticiosos
que recebem jomaea de todas as parles, quei-
rio ter a Londae lirar-me d'esta duvida ,
queirio-me fasero favor de esclarecer-me
este respeilo j por que preso a verdade e no
caso de que a rellaco esteja com efleito no go-
80 do dom da infallibilidade quero sugeitar-
me tam humildemente as suas decises as-
sim como me submelto as do Sanctissimo Pa-
pa em materia de f e costumes da Igreja.
A rellaco de Pernambuco beinfalliveli Ri
merecido conceito. Espero por tanto que
Vms. me nio neguem o soccorro que para
conseguir hum dos meas Cas me podem
prestar as paginas do sea prestimos jornal ,
pois inda me falta responder algumas das'
inepcias que contem a correspondencia do Sr.
Curioso o que nio posso -agora fater por
que esta ja vai muilp longa.
De Vms, atiento leitor e obrigo lo criado
Qouior Casimiro Jos de Moraes Sarment.
Sara. Redactores.
Estiva eu para rogar-lhes o especial favor
de me permitirem diser ao Snr. Ijaparcial
do Diario n. aob que en nio sabia comba-
ter com sombras e tinha mesmo pouco gei-
to para a maneira do here de Cervantes.
atacar moinhos de ventos, ou com a catana
em panbo furar perfurar quantos odres
ouessem por esse mando e por consequen-
cia eslava bem pouco disposto para jogar as
cristas de ponto em branco, com qusm fa-
zia o maior empenho em incapotar-se > eis se
nao quando apparece um aovo Paladn (o Sr*
Cordato) pelo Diario o. 209 que posto to
bem veuha rebucado, o sea desplante lio
garbojo que seria pena ouvesseeu tomado
aquelle proposito -, porque assim privava-me
de lbe significar quanto era ominosa para
o Erades a atilude que tomou e quanto lhe
devia eu ser grato pelo bem que acertou no
alvo da questo fradesca j questo que eu nao
poda tocar da mesma forma se nio em ul-
timo extremo como parece que para elle me
querem hir aproximando, porque o Sor.
Cordato, fallando das cousas geraes pre-
que sio pede ser perpetrado senio 1 or part- ( ^ j,uin faC{0 f amaubi he doctrina. Os
del, e odit l Dii tambem o Sr. Curioso que| judicasie outras em particular (proravelnea
a rellaco nio foi injusta quando me suspen-
deu, por que crimes de respensabilidade ha
aos quaea nio est decretada a pena de us-
pensao e todava a pronuncia por estes cri-
mes traz suspenso pela regra geral de que
a pronuncia dos crimes de responsabilidade
produc o eeito de suspender o empregado
pronunciada. Assim he, Srs. Redactores,
nos dimes de responsabilidade sempre que ha
pronuncia ba suspenso mas si o crime de
desobediencia nio be de responsabilidade, e si
demais mais elle nio est imposta a pena
de suspeusio, com que raso, com que fuuda-
mento a fulminou contra mim a rellaco ? Si
foase de respensabilidade o crime de desobe-
diencia tinba a rellaco todo o direito de
decretar a suspensio embora nio saja a de-
sobediencia punida com esta pena mas nio
sendo como nio be, e nio tendo o legislador
determinado a suspenso para os desobedien-
tes em que se tuudou o tribunal da rellaco
para a ordenar ? Mas si a ordenou si me
impoz burea pena que nio est na lei, si
foi dispoii-a para commigo nio terei sobra-
da raso para o chamar injusto ? Digo-m'o
Vms. diga-o o respeitavel publico, "cuja
vox se nio mercal" Senhorea Redactores, nio
ha nada taru perigoso como deixar passar hu-
ma violacioda lei por menor que seja sem
determinada, e porosa resistencia. Hum
precedente cria eutro, os quaes ao depois ae
aecumulio, e conslituem lei. O que boje
tulaies. (Juaedo o empregado nao cumpre
huma orden, ou huma requisico legal,
nao ca a elle desobediencia mas o crime
f revisto pelo art. 154 do Cdigo Criminal}
falla eiaejfiO no cumplimento dos seus de-
vi res, e nao destbedece. Ora si como levo
dicto, o irime de desobediencia nao he de
lespcnsalelidade, segue-se necessariamente
que a Rellaia nc pedia eonhecer d'elle e
eccberando violou o citado art. l55 a. do
Icdigo doliocesso, e iucorreu na penaa
de iris, .39, itjo, t iba do Cdigo Crimi-
nal. Julgou este Tribunal contra alitteral
dispositto do Bit. 1 t>h ^ a. do Cod. do Proc.,
poique com quanlo esle art. uo disponba ,
cono ntscu,ebt pretende o Snr. Curioso ,
que a lellec.?o nao receber demudas ou
uo ecbbeter deerine, que nio furem de
respensaielidede todava, marcando os ca-
ses (Di que este liibunal tem altada deter-
minando, cerno deleimiucu, quesconhe-
ccr des (rimes de ifspens&beiidade he vis-
to que irm fxcluido do seu conhecimenlo to-
dos o rsiis porque unius inclusio est al-
itrius txclusio''. E de mais onde be que o
Snr. luiiozo, tu nao ser o Declogo,
qne o Lrgislador estatua negativamente ?
Oque he que se v respeilo da obriga-
vces coa juize de Dneito dos juies de paz,
e de mvnidpseb ? O que be que se obser-
va usjeito dos presidentes da prouincia ,
cas iicublets geral, e provinciaes, em sum-
isa a itii tito Oe leda e quaetquer autho-
r/dade- i' Poi ventura o lei.itdor marca qu-
*f ce iljtflc im que te nao evem engeiir
exemplos parecem justiGcar as mais perigo-
sas medidas e onde ellas se nio cazo exac-
tamente o deleito be supprido pela analo-
ga. Estas palavras de hum ptimo livro
conten verdades luminosissimas e as trago
aqui para dizer-lhes e protestar-Ibes que
foi mais por amor de pernambuco, do que por
amor de mim que publiquei a injustica que
soflri e que anda sott'ro e que nao sei
quando deixarei de soii'rer foi para que to-
dos conhecessem e vissem que desembargado-
res tinbio para julgar as suas causas 1 Si bo-
je saltando por todas as cousideraces ras-
gando o cdigo acajirunhando a justica elles
n e fierio a flagrante injustica, que he noto-
ria t si amanba ai nio forem combattidos
si a opiuio publica se uo pronunciar mais
fcilmente faro para com Vms., ou para com
qualquer outro cidadio. Si os tribueae do
pais em vez de serem o valbacouto e o abr -
go dos cidadios virtuosos e honrados si
tornarem o acoule d'elles, adeos seguranca
individual e de propriedade adeos tela
cidade. Si a menor violacie da lei ae nao
deve deixar paisar sem porfiada resistencia
Senbores Redactores, como, nio bradarei con*
tra a atroz a extraordinaria violacio de tan-
tos artigos de lei, practicada pelos Srs, Pon-
ce e Villares ? Wo, nio he possivel: elles
com a penada de tinta destituiro-me do meu
emprego, sem que tivessem jurisdicclo, e
sem que en faouvesse commeltido crime al-
guna mas e heide empregar todos os mei*
oa, que me facuttio as leis para que a injus-
tica teja reparada e Pernambuco e o Brasil
te sem o querer) forcoso me he direr-lhe ex
primeiro lugar: que tendo eu ahi um lho ,
nio entrou este para a clausura Franciscana,
nem entrara para outra qualquer, 00 esta-
do em que se acbo, por mea gosto. Ah
estio os meus amigos, que sabem a opposi-
cio que lbe Cu por mais de um anuo; porque
cnbecia entio, como o Sor. Cordato cor.be-
ce boje o miserando estado de semelhantes
associacdes a cujo medonho espectculo la
girio horrorizados os Geuios da moral, e das
sciencias com pasmo daquelles que as
paginas da historia virio ser ahi seu valba-
couto quando nos Scalos de ferro andavo
espavoridos por toda a pane l. Em secun-
do lugar : que meu Qlbo poda subsistir e
eu tinha meios para o empregar, uo em
cousas, em que muita gente pe boje as vis-
tas ; mas em um honesto modo de vida,
quando mesmo nao quisesse ser Sacerdote
Secular. Em terceiro lugar : que quando a-
bi entrou a querer entrar no Curso jurdi-
co
te.
linrr riHfcciidat'ts tuasiignt cada inteiio o bquo coohtcendo t o faca d'alle o
que na mente do lllustre Corresponden-
nada hoje aproveita sempre alguma
cousa aproveiiaria j e quando menmo nao po-
desse pescar como outros (seguodo a frac*
do tempo) muitos empregos na gerarebia
iudustriai, e o mesmo Sicerdocio com que
nao repugna o DachareU(oa
Taca ao as cousas que me occorrem diser
ao Sor. Cordato, que como tal, saber ava-
llar se meu filho podia ou nao sabir para fora
das regras que estabeleceu dado que geral-
mente fallando sejo exactissimas. Agora
direi aos Heverendissimos e seus Imparciaes
panegiristas que vo inguiindo como pode-
rem esse toxico borrivel do Cordato, em
quanto eu, em quadro man extenso vou ras-
conhando as Gziouomias das personagens ,
que teem de representar um da airagi-com8>
da da mais resi*el vadiaco e que tem de
acabar pela indispeusarul re'jrma Fi-
quem porem certos que nio saberei disbo-
tar acor do merecimento'a quem o tej, na
mesquinha excepclj da regra.
Sou Snrs. Redactores, seu muito Vene-
rador e Servo
Manoel Lopes Machado*
PORTO, 3 DE JULU.
o ciescB.
E* com o maior sentimento q' parlidpamos
hoje aos nossos leitores um facto horroroso, q'
infelizmente leve logar no nosio paic e
practicado por urna sen hora que se encarre-
gou da missio infame de envergonhar o leu
sexo commettendo crimes horroros os e
repetindo em Portugal o carcter da Mar-
quesa de Uriavilliers cuja historia talvez a
ootsa herona lsse e lomsse por modalo*
D. Miquelina Adelaida Ferreira de Castro
e Figueredo, natural da villa de Fornos,
d'idade de 3o anuos e casada com Antonio
Ferreira de Castro e Figueredo, desconfian-
do ou mesmo sabendo com certeza que seu
marido liaba tracto* illictoa com urna joven
por nome Mara Magdalena aolteira e que
esta estava pejada do 7 metes, toncbeu t
pos em practica o plano de assaasinar esta in-
feliz. Ella a procura em ana casa varias v-
aos j a nio podendo ahi vingar-se, a convi-
da com o litlo de amitade a ir a sua casa ,'
P'cstar-lhe tal on qaal ser vico.
A infeliz chiu no laco, e mal que entra
na coainba do seu verdugo a sobredicta D,
Miquelina Adelaide a acommette derroban-
do-a no chao depois de lbe ter dado com un
ferro ama grande pancada na cabeca I de-
pois com urna faca da cosioha degola a sua
infelii victima, fazendo-lhe dous grandes
golpes na garganta e dando -lbe duas faca-
das urna em cada peito I 11 Aqui ja nio vi-
mos rnulher frgil, mas aim a furia sedenta de
sangae 1 encontramos um monstro e repre-
hendemos a natnreza pela belleza da sua
obra 1
A mi e o irmio da infeliz a proeurio, el-
la nio apparece ; ha indicios de que ella en-
trara em casa da R mas esta a nega e pas-
sados 3 diss de inuteis deligencias e de inef-
ficazes cuidados todas as snspeitas recahirio
na R a Justica nao pode resistir ao clamor
publico i cerco-lhe as casas e depois de nada
encontraram descobram na cosiuha ama
pinga de sangue ; arranca-se o aolho, e a cha-se a trra movida cava-se, e se encon-
tr o cadver da victima com osgolpesque
descreanos e vestida como tinha sabido de
sua casa l l E' abtrta e o desgracado fruc-
to da sua fragilidade nio existia era um
rapaz e tinha 7 mezes III ,
A R preza confessa o sea delicio e se
vangloria de o ter commeltido e apenas bus-i
ca salvar seu maiido, que parece nada ter
sabido do crime antes da sua perpetracin o
dia b* de Fevereiro deste anuo foi a R senten-
ciada nao a pena ultima mas a degredo
perpetuo para as Pedras Negras, e esta sea-
tenca se acba perante a relacio deste distric-
to. Nos a transcrevemos a baixo, e os nos-
nos leitores poderlo sobre ella fazer o seu jui-.
so. OJuizde Direito confessa na semen?
que a R estava incarsa na pena de morie
natural mas a condeooaa ea degredo per-
petuo primo, aiteodeado fragilidade do
sexo e a ser o deiieto filho do crime I secun-
do para nio laucar esta nodoa nos seas p-
renles til r q
Somos por convicco e por fragilidade or-j
gaaica inimigos declarados da pena de morte
mas nao pdeme aoprovar qUO juz ja
Direito teaba a faculda de ser superior le.
Confessando o Juiz na sua sentenca que a
R eslava incursa na pena de morte, devia
applicar-ihd e recommendar a R piedade
da soberana que pela constitoicio tem
ninguem m. calando a lei^. Os motivos que o Juiz apoutaj
sio em nc so entender futeis diz o Juiz que a
li obrou devorada de zelos esta razio se-
ria de grande pero se nio se' provasse pelos
autos que a Reja tinba mandado espancar seu
pai III ja tinba envenenado urna sua uuuha-i
da III e ja tinba assassinado urna sua criada
hesp&nbolai II A outra razio allegada pelo Ju-
iz de nio querer lancar similbante nodoa nos
pareles i Ilustres da criminosa da tal na-
lureza que faz pasmar como um horneo da
lei a escrevesse por sua letra 11 Segundo a
constituido todos sio iguaes perante a le, e
nenhuoaa pena passa da pessoa do deliu-
quente.
E' verdade que a ordenacio do Reino fa-
zia destas desiinccoes mas luje citar a or-
denacio sobre este objecto tazer pouco ca-
so do senso commum. Nao se intenda po-
rem que pedimos a morte da condemuada,
Dos a leve para a Pedras Negras quanto
antes e livre alguma preta de cabir em gra-
ta ao mariJo da herona 11.
( Peridico dos Pobres ao Porto*)
iVARIBDADE.
Sou Ministro*
Nio saltem de contentes os meus amigos
Leitores, nem mudem de cor os meus ini-
migos porque eu digo que sou Miuistro % ,
nio o sou todava porque anda nio che-
gou a minna vez. Nao sei parque arte da
berliques e berloque se me introduzio no
toutico a mauia de que toi chamado ao Pavo,
e encarregado do Ministerio do Interior \ e
como esta persuacio anda que a alcunhem
de tolice urna lotice innocente que nio .1
prejudica a commodidade pblica eu vivo
oa maior feliddade possivel, dou decretos ,
expreco poetaras e circulares, como se o fos
ge to real perleramente como cosluma su:-
ceder. Est doudo dir porabialguem:
paciencia -, nio me atirem s pedras nem as-i
sobiem os rapazes atrs de mi n e o mais o
que fr soar. I
Com esta idJi fin de que 1.150 parte da^,I
i
i


DIftlO t R r R B N K i li u tO
um Ministerio eis o prograrama em cujas
bases lenho assentado, Levantar-me-hei pe-
la manh cedo posto que me deite tarde ,
que los ouiros os Ministros deremos velar
para que aquelles que anda nao sao Minis-
tros durmao a perna extendida j e quando a
minha Exc. se metter na cama ser pelas 3
horas da manbi logo q' ja esteja recolhida a
gente de au viver, como jogadore, salteado-
res e rtoneiros, que a gente q' se deila mais
Isrde n'este mundo e s fecbarei o meu -
Ibo governatro preventivo e administrati-
vo, quando Mada-me Noite se tiver pronun-
ciado em retirada a o longo da Serra do Pi-
lar. Ninguem vista disto ter o atrevi-
meuto de diter que eu nao tracto da Seguran-
za publica dentro da rbita ja se sabe ,
des meus poderes constituconaes.
Com a Constituicao na nao me levantare!,
me ievarei; porque j se v que um Minis-
tro rom a cara suja anti-diplomalico : a
cara de um Ministro deve ser mais limpa que
o estanbo ; me vestirei e porei os suspenso-
rios porque est entendido um Minis-
tro com as calcas na mo nao tem respeite :
me pentean i e assearei muo mais que
quando era Cidado em pello ; e porei essen-
tas agc-as de colonia perfumes porque
todos sabem que um Ministro deve rbeirar
elegancia cultura e riqueza que diiem
cbeirar melbor que a rosa, em quanto o a-
fio da pobreta cousa insupportavel. An-
da que esteja rabiando de lome e seja ca-
paz de devorar meia naci estolada ou agsa-
da sobre as brazas da Bgiotagem mostrarei
que nao tenho lome, afimde nao ter oppo-
ico na Cmara, e com feminil melindre lo-
mare! cba cum leite e tosas de manteiga da
fbrica nacional de Abclhera para mostrar
que amo i industria nacional, misturar-loe-
bei o rr.eu beef para mostrar ao Embaixador
da antiga e fiel alliada que a minba poltica
nao hostil Gr-Bretanba. J se ve que
eu dtsejo sustentar a harmona entre as tes-
tas coroadas e nao expor o paii a exigen-
cias injustas.
Antes de ter concluido o meu almoco tere
ja entuihada a sala 'altas personagens, ja se
sabe todos meus amigos ntimos desde o da
em que me fitero Ministro at a* horas an-
tes de deixar de s-lo e que fallando baixo
e com rosto de penitentes, dirio una aos ou-
tros oh l uauitn trAhBlhador S. Ex. I S
Ex, um talento profundo urna especiali-
dade, urna notabilidade govemamental, urna
ummidade europea 1 S. Ex. ""
um Turgot, com a differenca de que a bon-
dade do seo carcter muilo maior que fot a
d'aquelles, e de que sabe muito mais do que
elles. Por isso tem tantos inimigos l j se
t....., a oveja l uto soar o arruido da
carruagem que parara a minba porta para
condunr a minba Ex. Secretaria. Sabirei
eu enlo sala dando os primeiros passos cojb
a barriga sabida para fra rosto meio astu-
to e meio cauteloso e deixando correr pelos
labios um risinbo de a meia igaaldade, por-
que ja re, sbbe segundo a Constituicao que
lelamente nos rege o riso um dos artigos
da lei da responsabilidade dos Ministros.
Saudarei a lodos aquelles Srs., que ao ver-
me faio ao mesmo lempo um raovimento re-
trgrado das partes troxeiras e um movi-
ment progressista de cabeca. Espalhando o
lho diplomtico, por todas aquellas carinhas
aduladoras e supplicantes direi ao primeiro
que me lembrar, Snr. Fulano, entre V.
5. e entrares com elle no meu gabinete. En-
tio que tem porc ? V. S. ha deconhecer-
me do Cerco do Porto, onde combatemos am-
bos |no Serio e no Bombm l ( Muilo bem ,
muito bem) Minba mulher morreu da Cho-
lera morbus. ( Esta molestia Indiana foi ter-
rivel. ) Lancro-me fogo s casas. ( Aquel -
leSoulinaque tinha cousas insotfr res. ) Em
fim para nao roubar o precioso lempo de V.
Ex. veuho lembrar-lhe o meu requeri-
mento.
bim...... o seu requerimento ja eslava na
pasta i para V. S. ser attendido bastavio os
seus servicos causa muito mais sendo-me
recom mendados pela Eicellentissiaia.,... E'
verdade como passa S. Ex. do seu felit sne-
cesso ? encantadora em todo o sentido l
seu marido um porluguea legitimo ami-
go da ordem Monarchico-Conslitocional j
precizo mandar-lhe urna commenda. Meu
amigo V. S. esteve por um tris a ser des-
pachado ; eu advoguei a sua causa no Con-
stlho como bom amigo j mas os meus Col-
legas se opposero, nao porque nio reconhe-
cessem o alto mrito e as qualidades sobresa-
lientes de V. S., mas o seu emprego era o
quinquagesimo terceiro despacho que pedia
S. Ex. o Sr. Bario de..,.., Deputado ,
c dos nossos, o seu voto,,,,,, em fim as

circunstancias...;., esta maldita Opposico..,.
meu amigo o Governo de S. M.deseja fa-
zer -Ihe justiga ; peca outra eousa; e empur-
rando nelle diplomticamente o trago a porta
e aperto-lhe a mi de que elle fieoo muito
incbado, e o imponbo.
Desla maneira e sempre com a Consti-
tuicao na mi, irei despachando os meus n-
timos amigos e depois de Ibes ter enchido a
cabeca esaerancosa de boas palavras me dei-
xar sabir e me subirei sege que des-
dar com o competente Correio latere. E-
3-me na Secretaria na escada estarlo todos
os das la a ao viuvas com os seus memoriies
( quentes de os terem as raaos as suas daas
horas ) e embrnlhados n'um lenco; tomar-
lbos 1er de passagem sem demorar-me e
abaixando os olhos Ibes direi com tom entre
grave e lastimoso, e sempre com a Constitui-
cao na mo esperem pelas medidas geraes.
J se v que esta resposta constitucional-
mente fallando vale o mesmo que dinheiro.
Logo que esteja na Secretaria me assen-
tarei na poltrona governativa, e direi, quena
tal o havia de dixer Eu Ministro I verda-
de que outros mais tontos que eu e d pe-
ores iutences se teem sentado nella e ago-
ra chuebo meio ordenado e sao Excellentis-
sirnos quando anda ha pouco ero uns jago-
des. Eu sempre sou bomem de plano e de
bonsdesejos. Nio ha remedio, preciso fa-
cer alguma cousa que nao tenhio fele os me-
us antecessores para deitar poeira nos olhos
ao publico ,* anda que nao sejio seno cir-
culares terminantes que firo fogo apimen-
tadas com as palavras liberdade garantas ,
nio esquecendo a palavra inexoravel como a
Lei, o que d grande crdito, Principiare!
por resli tuir todos os empreados que o meu
antecessor despediu por nio convirem ao ser-
vico. E' o nico meio para o meu successor
fazer o mesmo. Esta contradanza de em pre-
gados que descea e de empregados que so-
bem est na nalur eza do Governo Constituci-
onal. Da rnesma maneira que se mudio as
estaces, devem mudar-se os fi-npregados.
Aos temperados devem succeder os quentes ,
aos quentes os temperados ; aos temperados
os fros, aos fros os tempestuosos, aos tem-
pestuosos os serenos acs serenos os nubla-
dos i e aos nublados os tormentosos.
Esta alternativa esta mobilidade porten-
tosa urna das conquistas da civiliaaco mo-
derna* Com ella se aljmenlao todas as espe-
ranzas e nella se apoio lodos os temores e
urna naci em que os temores e as esperances
ando a par gravita perpendicularmenle a-
t o centro do progresso e da felicidade. lito
em quanto ab pessoal, Em quanto a obras
publicas mandarei fazer Cemilerios, Pao-
Iheoes arvoredos estradas pon tes, ca-
nees, rauzeus atheneus, tudo ja se sabe no Di-
ario como seu competente relatorio. Em
quanto a manter a oidem publica preciso fa-
zer de modo que se altere em alguma parte,
a fim de dar lugar a fulminantes Circulares e
inslruccces secretas, e mesmo a suspenso das
garantas e da liberdade delmprensa. Es-
tas me didi e me daro muito crdito ; e para easligar as
Authori dades dependentes do meu Ministerio
e ganliar crditos de homem sagaz farei es-
pal bar que o Governo eslava ao facto de tu-
do e ser preciso se a desordem se verifi-
coa no Minbo demiltir os empregados do
Algarve. Com este golpe de Estado dou
que fallar 3 semanas aos Peridicos, e torn-
os doudos.
A respeito dos Carrerea e presidios crearei
um Che fe do systema penitenciario que ha
de haver, formarei um novo expediente com
Secretarios, SubSeci otarios, OiBciaes maio-
res e menores, Directores e Sub-Directo-
res, amanuenses, continuos, e Porleiros,
e pedirei informaces com urgencia at ros
moeps das chaves, Curas Parocbos Jun-
ta de Saude e de Veterinaria, ao Conserva-
torio Academia Real das Sciencias, s
Sociedades Econmicas, ao Alheen ao Ly-
ceu artstico e litterario e acabaudo tu-
do sto, submetlerei o negocio ao Conceibo de
Ministros e que me venho depois os Srs.
Deputados com as suas interpellaces !
Aqu chegava eu com as minhas illases
mioisteriaes quando chegou a noticia tele-
graphica de que S. M. tinha no meado Mi-
nistros do Reino o Sr. Aguiar : enlo reco-
Lbendo os meus planos dase desesperado
- Anda nao chegou a minba ve I -
imilaeio.
( Do P. dos Pobres no Porto,)
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilhetes da i. parte da 7. L. do The*
atro Publico cujas rodas tem o seo imprete
rivel andamento no da i2 do corren te a-
chio-se a venda no Bairro do Recfe em as
lojas dos Senhores Minoel Goncalres da
Silva Vieira e Gregorio Antunes Cam-
bista na ra da Cadeia velba ; e no de
S. Antonio, as dos Snrs. Aires Guerra,
ra Nova Alvos Bastos Pracinha do Li-
vramento e Menezes Jnior ra do Col-
iegio.
------1 ^
THEATRO,
Grande Expectaculo. Hoja % do eorreute,
a beneGco de a Particulares depois que os
professores da orquestra tiverem desexpe-
nhado orna das melhores overturas dar
principio a representacfo da sublime peca no-
va em 5 actos e 7 quadros O dous Rene-
gados Personageus. Samuel o Judeo
Renegado, os Snrs. Franeisco de Freitas
Gamboa. Lopo da Silva-Christio Rene-
gado Cabral. Pero Goncalve* Lopes Ri-
beiro. Samiio- Judeo e pai de Samuel,
Gama. Simio Aphonso, Luii Carioca,
O Pagem Mourisco, Eleuterio. Fr. Jorge
Vogado 1. Inquizidor Joio Jote Lopes.-
Isabel, as Seuhoras Joanna de Freitas Gam-
boa. Isabel creada Luiza da Conceicio.-
Ester Judia Jozefa Candida de Mello.
As outras insignificantes partes sio executa-
das pelos actores que se nao encontrio em
scena. Escuzado ser tecer elogios a tio gra-
de composicio, bastar dizer que seu aathor
o Sr. Joze da Silva Mondes Leal Jnior,
Joven de 19 annos e de um talento raro ,
foi premiado pelo Jury Dramtico de Lisboa,
quando apresentou sobre a scena esta grande
composifio i Sudando o diverlimento com o
novo e jocoso Entrems D'espanta gatos. O
Empresario nio se tem poupado despetas
para tr a pe;a com todo o brilbadtismo que
seu Author marca ; vestuarios a carcter do
i4- Seculo como se v as estamp nal Mosaico, a chcara do 5. acto ser exe-
cutado com linda muzica composta pelo Sr.
Patricio. O resto dos bilhetes Camarote e
Piateia, acba-se a venda na ma do Bi-
Iheteiro do Thealro.
ABIMMCIO.
A FORQUILHA.
FOLHA JOCO-SERIA,
Cuja epigraphe c a seguinte :
Espanta; mas nao doesta
EsU innocente Forguiha;
E' patusca, c brincalhona,
Mas til, que maravilha.
Do fedactor.
Saho hoje a luz e continuar a ser pu-
blicada nos Sabbados, salvo se motivo ur-
gente adiantar, ou atrazar a sua publicaco,
o que ser noticiado pelo Diario ; por preco
de 100 rs. nos logares seguintes; -. Praca da
independencia, nmeros 37 e 38, e laja de
Encadernador n 26 no 1 andar desta
Ty pographia; no atierro da Boa-vista Bo-
tica D. 40 de Joaquina Jote More ira ; e em
Olinda pelo Deslrbuidor do Diario.
SOCIEDADE TERPSICHORE.
A Commissa Administrativa convida aos
Snrs. Socios, para urna sessa ( boje a do
corrente) pelas 6 horas da tarde para ap-
provaca dos novos Estatutos, e de candida-
tos para socios : nessa mesma occasia a Com-
missa receber as propjstas para os convi-
dados i Fartida do da 16 do corrente.
Avisos Diversos.
Son de opinia que o Seculo 19 hade se a-
acbar no da 3i de Deiembro de iooo por
que se acabasse antes um dis todos os ou-
tros Seculos anteriores deveriad acabar tam-
bem da mesma maneira e se retrogradss9 -
mos, tomando sempre cem annos completos
para cada Seeulo viria o primeiro anuo do
Nascimento de Jess Chrst j a ter um dia
de menos o que seria mauifesta injostica
para com esse Seculo, por serem todos os
Seculos Blhos do mesmo pae e mi isto ,
Julio Cesar e a Chronologia ; nao pode ta5
bem o predito Seculo acabar no primeiro de
Janeiro de 1901 porque se retrogradasse-
mos tomando cem annos completos para ca-
da Sculo viria o primeiro a ter um dis de
mais. Oulro sim sou tambem de opinis
que nesse dia ( ultimo do Seculo desenove )
i que Deus suspenda por muitos milbes de
minuto* quase todos nos seremos oquili-
noa de oulro Senhori?. Este o humilde
paular.
o Chronologo sam^aer Propheta;
sar Quem quiser trocar una oratorio j
ussdo com as Imagen* do Snr. Crucificado ,"
N. S. da Piedade e S. Francisco das Cha-.
5as com os seos competentes Resplandores
e prata : annuncie por este Diario para ser.
procurado;
ajar ObTerece-se orna ama de Uite para
criar: na ra da Concordia ultima casa t
junto a do Sar. liaptista,
sar Engomma-se caao perfeico ,' aceioa
promptidio; e cozeiu-se obras d'alfaiate,
tambem com perfeico ; na ra das Flores
asa D. 8.
lar O Snr. de engenho que precisar d
nm bomem de meia idade, que sabe 1er es-
crever e contar para caixeiro do mesmo enge-
nho e ensnar seus Blhos primeiras letras
dirija-se a roa do Fagundes casa D. a3, a
falar com o Reverendo Vigario, qua 1 ha di-
r quem he* .
tar O Eserivo da Irmandade do Sr. Bom
JezUs da Via-sacra por deliberaco da Mesa j
convida pelo presente annuncio a todos os Ir-
ruios da mesma Irmandade, pira que se dig-
nem comparecer no Consistorio da Igreja da
S. Cruz da Boa-vista no Domingo 3 do
corrente pelas nove horas da maaai ,
a fim de se tratar de varios negocios de interesa
se da Irmandade j os quaes s podem ser de-,
cididos em Meza geral.
sar Veude-se Bois mancos propriof
para roda de Engenho p de carro i
carregarem com cangalha por eatarem a tur
do a custumados t assim como vaccas com
crias, e sem ellas-, defronte da Igreja da S0-5
lidade primeiro sitio no principio da estra-
da que vai para o manguiuho ; de manbi ata
as 8 horas, de tarde das cinco em diante.
sar Alugio-se escravos dando-se-lhes o
sustento e 480 reis por dia ; na Uoi-vista no
deposito d'agoa do Cali.
sar Precisa o Seminario Episcopal d'Olinde
da de um bomem Brasileiro ou Portugus
para porteiro sendo de bOoscostumes sol-
t iro e sem familia quem esti verflnestas cir-
nnsiicias, queira ir ter com o Reitor do mes-;
M ocninaiio.
car A pessoa que annunciau querer trotas;
um sobrado de dois andares declare a sua mo4
rada.
sar Precisa-se de urna ama de leite ; no
segundo andar do sobrade |da ra ora que
tem a escada para o porto das canoas.
sKl* Tendo-se vencido ontemj unas letra
e nica que ha do abaixo assignado, de um
cont de reis a favor de Manoel de Barros A-
chiols e Mello morador em Una e nio Ihe
tendo sido apretentada, o abaixo assignado
julga do seo dever fazer esta declaracao
a do que vai depositar essa quantia se uestes
dois das nio Ihe for apresentada. Recife 1. de
Ouiub. de 1841 Manoel Zeferino dos Santos*
sar Quem quitar comprar ama mesa da
louro bastante grande por prooo cmodo
na ra do Nugueira D. 4
tar Pede-se ao Illm. Sor. Prefeito que
lance suas vistas sobre u na compaabia de a-
travessadores que se posteo todos os das na
entrada do atierro dos Affogados os quaes
chego deixarem seus ornaos para atacareax
toda farinha que por ali entra offerecende
aos vendedores um alto prev*o com tanto que
os matutos nao entrem, para elles somante api
parecerem com a farinha na ribeira j e torna-
ren! a vender por um preco exorbitante ser-;
indo isto dsprejuiso aoe pobres.
Um observador,
tar No armasem na rna da Sentala Velha
N. ai tem para verdor desaeeis pipas vaxias ,
casco Portugus, proprio para aguardante.
Precisa-se alttgtr urna casa em Apipan
eos para passar a festa, qae tenha 3 quarlos 8
quem;' quiser alagar annuneie.
- Aluga-se pelotempode 3 ou i mares
dous molecotes espertos para venderem ver-?
duras com condi^o de se Ibes dar alem da
sellario a reupa neeessariss e comida \ quem
os tiver dirjanse ra da Crus N. 1 \o que,
echar com quem tratar*
sar Na ruaestreita do Rosario D.] \%i
junto a tanda de funileiro conlinm-se a dar
dinheiro a premio de doas por cento ao mu
sobre pinhores de ouro e prata,
tar Preosa-se de ama ama de leite sam
filho ] na roa Flrentina cas O la de-
fronte das casas que forao de Jlo Zuri^j
que.
VT Na padria do A reo de Santo A oto-:
nio continua-se a vender excellente pao at
bolaia a 100 rs, a libra, e bolaxa por atf
^roba a a56a rs.
1


^
I
D I a n I o
-
DE PERNAMBCO
molata lem muito e bono leile e vende-se 4
libras de prat. boa e um par de brincos de
Glagr ; neata TypograGa.
^tsr Panno azul fino a 3ooo dito a Ver-
melbado propria para libi a 2000 chaly de
varios padroen* a 400 duraque de corea a
640 gazinetas para calcas a 600 selineta
de lijtras e de quadros de cores a aoo, brim
liso escuro a 130, bico prelo largo a 44o ,
pessinhas de bicos estreitos a 3io libra de
linha a 800 suspensorios de fita a 800 a du-
zia e todas as mais fatendas por preco com-
modo ; na ra do Queimado D. 3 lado do
nascente.
tsr Bicbas grandes e pequeas de superior
qualidade massos de meias curtas de linho,
galoensde palbeta branca 6 amarela de dif-
ferenles larguras peneiras de rame con-
decas grandes e pequeas pares de ancoras
de 18 a 20 caadas da medida velha tres
feixaduras de broca grandes as verdadeiras
pilulas da familia biscoito de farinba de
trigo feitos no Porto um bote novo de 34
palmos de comprido duas pecas de artilhe-
ria para qualquer embarcaco um porco
de remos de pinbo feixes de liassa de veinez
para tanoeiroi uma calraia grande a qual
, existe no anal de fora de tora de portas ,
trnasroia das Cru.es, Rangel | da parte da mar grande urna porco de
o lriu!cija renda annual nao exceda de' panno de embarcaco e de cabos ja uzados ,
ou uirena mi* barris com 10 uiilheiros de pregos caixaes,
a^AuTse'um preto bastante forte para1urna porco de linhaca tramocos painco ,
ty Aiuga se um pie ___ r f j exM^ no forte
qualquer serv.co sendo das o horas da ma- | *' P 4 Mendonca ,
nb as 6 da larde j na ra do Quemado leja JJ^ J^J, na rua eJtretl9d
L. Aluga-se um sitio na solidade tendo Rosario nadara D. |7.
5f- aiuga dc vmm c. tsr Um nero de nacao angola sabe co-
orna casa para grande fam.lia, ualo bo Sr. I o em had Qa
Bi.po, onde mora o Padre Inglez sendo a IndePpeadencia n, a0.
entrada pela rua de Joto de tora por^ um P sh0Fenomiaado pilt 8t0 n0 ...
portiodeferrojatratarnaruadoN.sanonu.l^^ vadouro em Olinda com urna
mero 7. I grande ca!,a qUe tem 5 salas em frente e
9* >io-ae 200,000 a premio sobre pi- ^ de ^ e mas cnco pequenM casas
nhoresdeouroeprata j na praca da Inde- conlf seado duas arruinadas com ai-
pendencia n. ao. ... gunsarvoredos de fructo, uma grande baixa
HT Aluga-se para passar a Testa um sitio c ^ ^ muo rio e 8e
na estrada do Monteiro com bom possode Seslnge pado 0 fio e8t arrombado o li-
epoa l>r>' na t
Aluga-se a casa prxima ao eogenho
do fallecido Xavier na campiua de S. Au-
na ,na qual o Cirurgio Oliveira passou a
fejta tem sala adianlee alrai 3 quartos ,
e cutro mais no quintal que erre de cozinha,
aluga-se tambem a casa immediata com ala
adtante e atraz e 3 quartot, ambas ai easas
tem commodos para 5 ou aeis cavallos por
terem os quitaes murados $ os preteudentes
difijioJeacasa do Cirurgio Oliveira na
rua do Livramento D. 24.
tsr Precisa-se arrendar um sitio para pou-
cafamilia, sendo pela estrada dos afflictos
t a cruz de almas ou pela a da soledade
at a mesma cruz dc almas} quem tiver an-
nunciej
*^ Quem Uver para a lugar urna casa
terrea para pequea familia sendo na rua
do cotovello que tenha bom quintal com sa-
bida para o rio annuncie.
tsr Os Sra. Bento Baptista Marques Bra-
ga e Padre Antonio da Trindade Antunes
Mein queiro paacurar urnas cartas na rua
da Cruz D. 46.
tsy. Quem annunciou querer trocar um
oratorio dirija se a rua do Padre Floriano
D. i3 do lado do nascente.
tsr Quem tiver para alugar um sobrado
m moleque de naco de idade de
i8annos ,e umamolecade idide de lan-
nos ; na rua da praia serrara de Antonio
Das da Silva Cardial.
i3T Um sobrado de um andar sotan si-
tio murado na povoaco dos affogados
sobrado tem bons commodos c o sitio tem
uma excellente cacimba tanque, e terrena
sufficiente para plantar a tratar na rua nova
loja de Frederic'o Chaves D. 5.
tsr Moinhos de moer caf a nao 5 ni rua
direita loja de couros D. ai*
tsr Urna porco de ao,o para sida de la-
toeiro outra de cobre velbo, e outra de
chumbo ; em fora de portas l). 16
perior ; n rua direita padaria do Machado.
t3r Urna duzia de cadeiras de Jacaranda
com assento de palhinha em meio uso ; as
5 pontas D. ij.
tsr Fazendas em peca3 e a retalho por
barato preco e tambem se vende a mesma
loja com os fundos existentes e a armaco ,
para liquid'ico de contas 5 no atterro da boa
vista sobrado de 2 andares O. 4a
tsr Uma casa terrea sita na estrada do
coredor do Bispo bastante grande com
quintal murado ,com alguns arvoredos com
terreno adjcente na (rente para se leyanlar
de S.
segun-
uma pequea casa; a tratar na rua
Francisco defronte da cadeia D. 5 no
do andar.
tsr Superior e nova farinba de trigo SSSF
e SSF de Trieste e Americana Potassa
da Hussb e charutos da lia vana ; na rua do
Apolo armazem de Augusto & Companhia.
tsr Sacas com superior farinba de Mag e
Sorui chegada reeentemente do Rio de Ja-
neiro } no armazem de Ai F. dos Santos
Braga na rua da Moeda n i\m.
tsr Uma negrinha de naco, idade 16
annos, bonita figura e com principios de
coilura engomma e 6 recolhida ua rua
Direita D. ao lado do Livrament.
tsr Uma negra bujjal, muito sadia e
propria para engenbo j na rua do Crespo De-
0.8.
tsr Cadeiras americanas com assento de
palhinha ditas com assento de pao camas
de vento de amareio muito bem feitas a 45oo,
SST Uma preta ptima coiinbeira cose ditas de pinho a 35oo, e pinbo da Suecia
lava e eugomum ua > do trapicha novo com 3 polegadas de grossura, e dito serra-
u.i6. do ludo mais em conta do que em outra
tsr Uma molata moga com uma cria de 3 parte ; na rua da Florentina em casa de J.
mezes, e com muito bom leite cozinha e Beranger.
eugomn.a } quem quiser annuncie. I t9T Uma urna para deposito de ossos ,
1 tsr Resmas de papel almasso suprior prompta s faltando o distico j na rua das
i08*' por preco commodo ; na pra?a ,da lndepen- Cruzes D. 29.
queira ir a rua larga do Hozano U. 9 uscar r^^^.^ ^ ^ {\flil e cem varas.de panno de algodo
ama carta viuda do Porto pela Barca lenta- ^^ rjmacasa detaipa por preco comaiodo daterra de boa qualidade por atacad. a
dora. .*'. na Tua de S.Miguel nos affogados U. a4 ; a3ocada uma vara; na pracinha do Livra-
tsr Jos Soares Pinto Correa e Anto- & ^^ ^ ^ ^ ^^ 0 ^ meQlo D % j#
uio Joaquim Ferreira Berna faiem publico ^ Um(| Droprie,dade de casa de
quefirero sociedade na venda sita debmo
dos arcos da ribeira da boa vista para girar
sobre a firma de Correa & Beiria, ficando
cnicamento a cargo do socio Correia toda a
mete da trra : a tratar na rua de S.
dos de fructo e um forno com todos os per- ^ defr(mle da cadeia D 5 QQ d(J
tences de uma padaria } quem o pretender ,
dirij.-seL| praca da boa v.sta junio botic. do coiinheira
Fran-
an-
plicacoem portuguez grammatica ingleza,
ditagrega, diccionario gres, critica sobre
a arte potica e outras obras poticas em
francez e inglez curso de mathemUica em
portuguez Virgili, Morn, botnica coa
estampa* alguus livros d3 m.dicioa em
francez e inglez e otros muitos livros para
estudo 5 naruadoQueimadoD.il.
tsr Urna nova, e excellente casa ni po?o
da panela a margen di rio com duas ima
salas 4 quartos cozinha fura e un bolo
e espicoso quintal cercado de limio, con
porlao na frente e oufro no fundo do lado d
rua da poeira com arvoredos de i
versas fructas do melhor gosto e lugar na
oitioda casa para um pequeo jardiav, a tra-
tar na rua da cadeia velba no primeiro andar
da casa n. 5 j.
tsr Urna casa terrea sita na boa vista ;
trata-se com o Escrivo Ferreira na rua das
Trincbeiras D. 18.
tsr Uma casa de pedra e cal na rua do
Amparo em Olinda D. 6a, a tratar na rua di
Cruz do Recife venda D. 47-
Escravos Fgidos
Ignacio 3 os de Couta
tsr Dso-se 3oo,ooo com hypotheca em
um escravo ficando o servico do mesmo em
recompensa dos juros ; quem este negocio
quiser fazer dirija-se a rua das Cruzes no
primeiro andar do sobrado D. 7
- OSnr.'Miguel Antonio da Costa
ssr Urna propritdade de casa de um an- SST 35o varas de panno de algodo da ter-
dar e solio, com 3 meias agoas no quintal, ra a aaoavara ; na pracinha do Livramento
sita na rua de Horlas li j a tratar na rua n, 29
engerencia da sociedade e por
isso s elle
Correia poder assignar a Grma social, o que
ludo consta da escriptnra de sociedade qua
fizero no cartorio do escrivio Coelho.
Avisos Martimos.
a tratar na
do Livramento D. 20 lado da rua direita. | tsr Uma escrava de oapo angico en-
tsr Farelo de nova moagem e de supe- gommadeira cozinha o diario de uma casa ,
rior qualidade a 3ooo o saco de 3 arrobas lava e be quitandeira ; na rua nova D. i 1
tornando-se 200 rs pela volta do saco e fa- no primeiro andar.
rinha de trigo das conhecidas marcas XXXF I ssr Sement de coentro a 480 a garra-
e XXX i na fabrica de larinha do atterro da fa $ na praca da boa vista botica D. 10.
boa vista. *ST 8 cadeiras um canap 2 mezas pe-
1 ssr Dus pretas com boas babelidades quenas para jogo tudo de Jacaranda uma
eneommo coziohio e cosem uma dita mesa de amareio para jamar tudo em muito
PARA O ARACATY segu impretenvel- Jf J3o ^ conaha lflva e be boa bom estado j na rua da Florentina na ultima
menteoBrigueMalbilde,Dodia 10 de Uu- Jendedera d(, rua dous inoleques de idade casa do lado do nascente das 2 horas du lar-
Aubro for ter parte de sua carga prompta uma -nhi de (1(ide de ue em dianle ou as 8 boras da manh.
e estar dito navio comprometido a sabir com 4 m C0IQher
jnrg. que Uvera.en bordo, poucaou mu- om d(,; Da ruaFde Agoas verdes D.
ta neste di. por ter trato fe.xado com os car- ^^ ^ ^ J
reg^ores, recebe anda a!guma carga; quem ommodo Ui SJusiio Sale-
quiser carregardir.j.-se a Joanuim Gonsal- Cornello / f edfo Annaes de Tacto -
ve. Ferreira na rua da cadeia D.a4 no se- n Telemaco ,e tratado de chimica com 4 =>' e um molecota de iJada de i5 a
gando andar deironle do Sur. Luiz GomS USs e es\a|n as oa rua UCVd ioja de ferra- 22 annos sendo dous ptimo, canoeiros e
ra* rv um Dom carreiro dous ditos para todo o
servido dous pardos um otEcial de pedrei-
Telbas de vidro de li.mburgo ua
rua largt do Rozario vend L). 4.
tsr Tres escravos de bonitas figuras, com
babelidades de idade de iS a 20 annos ,
uma he perita engommadeira e cozinheira ,
PARA O ARACATY sallir no dia la do
torrente por ter parte de sua carga prompta ,
a bem conbecid. e vellsir. Sumaca .Nacional
Delmira Mestre Jos Joaquim AUes, quem
quiser carregar ou ir de passagem enteudo-
se con o dito Mestre ou com Antonio Joa-
quim de Souia Ribeiro na rua da cadeia do
Bflcflj
18
C ompr a &
Um corrame de lastro em meio uzo )
Re&uTypograBa,
ar Escravos para fora da provincia com
vicios ou tem alies e de idade de 10 a 20
annos no varadouro em Olinda na venda de
Jos Fernandea se dir.
Vendas
sjbt Ou aluga-se una molata com
crii de oito mezes Um lutid* jioi a
uma
dita
gens D. id.
tsr Urna negra de idade de 18 annos ,
de naco lava de sabo e vende na rua ; no
dateo de S. Pedro sobrado de um andar do
lado do [cente.
tsr Urna negrinha de idade de 10 para li
annos ; na rua de frutas D. 11.
tsr 4 vaccas boas leileiras j ua rua
nova
Ma-
tenda de serralneiro de Jos Simoeos de
galbes.
tsr Uma parle de sobrado de 3' andares na
rua da cadeia do Reciie u. 4 qual est
avaliadoem 16000,000, e rende presente-
mente aiiLUjl l.^do.ooo \ a tratar na rua no-
va D. ati 110 segundo andar.
tsr 40 e tantos encbemeis de mangue de
28 a 3o palmos a 1000 rs. sendo todos para
liquidscao de uma conta na rua da praia
casa do Vianua.
tsar Um preto volbo esneeiro por pre9o
cummodo j defionte do yiveiro do Munu pa-
daria D, 17,
ro e ptimo para pagem e uma
idade de iti anuos por 34o,ooo
escrava de
na rua do
egods verdts 38.
tsr Uma escrava creoula de idade de i5
annos, cose, e iu o servico de uma casa ,
outra dita de 3o annos, boceteira e vende-
deira, outra dita de naco de idade de 18
annos trabalhadeira de euchada da-se esta
ultima por metido de seu valor ao com-
prador se dii o motivo : na rua do colegio
sobrado de um andar D. 2.
tsr Um casa de um andar na rua das trin-
cbeiras com grande quintal murado na rua
da cadeia do Kecife n. 1a.
SST Urna cadeira de dous varaes de arruar,
nova leve, bem construida e guarnecida ;
na rua de HortHS lenda de marciueiro de An-
tonio Francisco de Souza D. ao.
*Sr Os livros segumtes di ciouario geo-
grfico di tu Iraucet, dii0 ingle* coa tx-
tsr No dia 1 i da corrente fugio um negro
de nome Benedicto creoulo he canoeiro ,
baixo cheio do corpo pernas finas, tem
no meio do reg do peito uma sicatru grande
e levantada levou calcas brancas e camisa de
riscado cor de rosa roga-se a qmlquer Snr.
que o tenha empregadoem servico de canoa,
ou em outro qualquer pois elle tm o cos-
tume de dizer que he forro o queira peg*r
e mandar a seu Sr. Manoel Jos Guedes Ma-
galhies da rua do Queimado D. 4 no segundo
andar t que se pagar todo o trabalho.
tsr Fugio no dia 29 do p. p. urna escra-
va creoula de nome Beuedita cheia do cor-
po muito beicuda de estatura baixa ,
muito regrista levou panno da costa vesti-
do de chita encarnado novo andava venden-
do doce } quem a pegar leve a rua do Li-.
vramento botica D. n.
tsr Miguel de nuco baca representa 3o
annos fullo baixa grosso olhs por bai-
xo dos oaos, ladino, anda e falla muito
apressado fi do Tenente Roma s quem o
pegar lere a rua de agoas verdes sobrado De-,
cima 10.
tsr Fugio no dia 27 de Setembro um
preto de na?o angola de uuao Fortunato,
du boa estatura de idade de 20 annos sem
barba algum com algumas varrugas uo pei-
to do p levou vestido camisa e ceroulaa de
algodo da trra, e chapea depalhe ja velho,
quem o pegar leve a rua do caldedeiro sobra-
do de 2 andares D. 5 que ser gratificado ,
adverte-se que o escravo he oleiro e canoeiro.
tsr Fugio da casa do Dezembirgador Li-
banio na rua da Aurora, no dia 28 de Setem-
bro um escravo de nome Simio de naco
da costa bastante ladino pouca barba, at-
faiate e bem conhecido roga-se a quem o
aprehender de o levar a dita casa que ser
recompensado*
tsr So dia a5 do p. p. fu'io um negro
de nacao di costa baixo grosso cara car-
nuda e grande com o embigo abo'.uido para
fora. foi do Sr. Manoel de Albuquerque Bar-
ros Cavalcanti genro do Dr. baptista que
mora no Marcial; quem o pegar leve a rua
de agoas verdes D. i2 que ter 10,000 de
gratificaco,
ssr No dia a5 do p. p. fugio um preto da
nomo Joaquim do gentiode angola baixo,
cheio do corpo sem buco de barb, tem um
dedo de menos na mo esquerda levou ves-
tido camisa de madapolo, e caifas di m-ilim;
quem o pegar leve a fora de portas casa pega-
da ao sobrado de Jos da .\L11U que ser re-
compensado.
tsr Do abaixo assignado e de sua fuen-
da da Macambira termo d\ Villa da Pes-
queira Comarca do Brejo da Madre de D-
os "fugio em dias de Setembro p. p. o escra-
vo Joaquim creoulo, filno do mesmo serta),
o qual o houve por heranca do seu sogro o
finado Jos Cordiiro Mu n Falclo, os signa-
es do escravo sao os seguintes ; alto, cheio dj
corpo cor bem preta pernas bas
te grossas falla algum
vicio de embriaguez ,
as estradas do serto ,
tinto rouca tem o
e he bastante pralrco
poise.n outras fgi-
da tem-se dirigido pira 01 seitOesda Pu-
rabiba, Tem sido visto na povoaco de S.
Bento Cacimbo termo da Garanbuas 1
ullimameute que tomara para panellas de
Miranda -L quem o pegar leve ao atterro di
Boa vista que lera 100,000 de gralicicao.
Francisco Xavier Pereir* de Biia.
RECIFE NA 1YP. DE M. F. DE b\ -_i.3i$


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