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7-rr Antio de 1843. Quarta Feira 25 ISido agora depende de n,\ meimoa; da nona prudencia, moderaco, e enercii- con- liaucmoi como principumoi, aeremoa apeando cora .dmir.tao rnire .. Nago>a m.i. CiUu. ( jf'roclamagao da Aesembleia Garal do Bisil,) PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES. tiounni, e Parahyba, legunda e texlae cirat. hio Grande do JM orle, quintal feifa* Bonito a Garenhum, a l e 24. Cabo, Serinh.iem, Kio Formoio, Corto Calvo, MaeeiA, e Alaron no 1 => H e jj Boa-vista a Florea a l3 e 2 i. Santo Anuo quintal feirai Olinda lodot ui din DAS da SEMANA. 23 Seg. a. Joao Capristrano F. Aud. do J de D. da 2. ?. 34 lerg. a. Fortunato VI Kal. Aud do J. de D. da 3. T. 35 Vuart. (i Griipim e Crispiniano In. Mm Aud do J. da D, da 1. t. 26 Ount. I, Eansto P. M, Aud do J. de'. da c. v. 37 5ex. jejum i. Eletbao lmn. Aud do J. de D. da 2. T. 3S Sbh. i a. Smi.io e a. Judas Thadeo App, jy D'a. Feliciano -'i de Outubro Anno XX. N. 231. ^"^^^"^^^^MBBBBBB^BBBa^^^afwaea* O Uuaio pablica-ae todoi o din que nao forera Sanlificidoa: o pren da aaaigntaf he detrae Mil reia por quartel pigoi adiantadoa O annunnio* doi aignaatrt o inaendoa gratia soi doa qne nao orem a raio de MI res por linha. Ai reclama ;<>ei ilt-vem Mr din- gidaa acata Tip., ruaduCruiee N.34,ou apraga da. Independencia lo ja delirrue N. 6S. CiMiioiNo dia Cimbio lobra Londret 20 d. Paria 57 J raia por franco, Liaboa 110 porlOOdiprano. 24 de Oniubro. coapra venda. Ouio-Moida d 6,400 V. l5- 17 7j0 M. 16,30J 16 500 da 4,000 V 0 >0 9 200 PlaTA-Patacdae 1 MU 20 Petoa Colaanaree 1, Uv) 18/0 ditoa Mexicanna l,r.00 1,8.0 Moedidecobie 2 por canto dem da letraa da boa 6mu 1 a 1 lila. P11ASES DA LLANO MEZ DE OUTBR. Loa Chata 48, a8boraie 57ot. da mn|, I La nova 2 3, aa Bboraa al C da Quart. in. 16, ai II lioraie 30 ni. da m. | (uart. creta. 4 30, oi 2 i a. da m. Preamar de hoje. 1. a 6 boraa a 54 m. da aanae. | 2. a 7 boraa a 1S o. da Urda. PERNAMBUCO. Tribunal da Uelacao. 8ES9AO PE 2\ DE OUTUBRO DE 18W. 0 embargos da Santa Casa ta Misericordia de Lisboa contra a lazemia publica tiesta cidade na causa de appellaco civel escrivao Bandei- re ; forao recebidos e reformado o accordao embargado. Na app llayao civel do juizo dos feitos da fazenda desta cidade apnellante o mesmo jui- zo appellado JoaJos dos Anjos Pereira e outros esrivo Ferreira, somindou ouvir o Dr. Curador geral e o Desembargador pro- curador da Coroa e fazenda. O ggravo de peticao de Silvestre Goncalves dos Santos contra Joaquim Jos Ferrcira 'lo juizo da 2. vara do civel desta cidade ; nao leve provimento. Na appellaciin civel dcsta cidade appcllan- te Joo Leite Pina Ortiuueira appellado Jo Francisco da Silva Novaes escrivao R. R.ingel; se mandou pagar o imposto de 2 por cento. Naappellacao civel desta cidnile appellan- te Vicente Jos de Itrto appellado Gertrudes doPasso, escrivao Ferreira; se mandou pagar o imposto de 2 por cento. Na appellaco civol tiesta cidade appellante Florencia .Margarida dos Prazeres appellado Francisco Jos Das ia Costa escrivGo Pos- tbumo; se mandou averbar o imposto de 2 por cento. Na appcllaco civel dcala o-lodu appellante Manuel Lopes Maciel appellado Joaquim Ko drigues do Oliveira escrivao Bandeira ; se mandou pagar os 2 por cento, que substituio a di/ima do chancellara. Na anpellacao civel desta cidade appellante Antonio Ricardo do Reg, appellados os Reli- giosos do Convenio do Carino do Recife es- crivao Ferreira ; foi a sentenca reformada em parte e confirmada em parte. POLICA. Illm. e F.xm. Sr.Dcpois da ultima parte, que dei V. Ex. em 6 do crrente consta da que me oi dada pela delegatura desta cida- de ern 11 e que acompanhou a do subdele- gado da freguesia dos Afiogados em datado dous do mesmo corrento que alguns'escravos do Sr. do engenho Giquia espancarao o feri- rao na dita freguezia a um almocreve e que se nao procedeo corpo do dilelo por lerem os companheiros do sobredito almocreve conduzi- do-o para o lugar do scu domicilio fra da mesnia freguezia. Pela parte dada pela dolegatura de Santo Antto em 30 do passado consta que so i- zerao 4 corpos do delicio, dois por assassinatos foitoscom tiro as pussoas de Francisco de tal, a na de Antonio de Moura Carvalho um por contusoeseitas em Manoel da Luz Ribeiro e outro por ferimentos feitos em Zacaras Paos da Conceicao ; que houvero pronuncias por lifferentescrimes ; e que foi preso um sugeito por suspeito de ter morlo a um seu filho com una surra que Ihedera. Pela de Garanhuns, consta quo na freguezia de Agoas-bollas os Indios espancarao a um bomem ; quenado rapacaca fui assassinado Pedro Jos por Igna- cio Vieira, que se evadir ; quo no districto de Garanhuns o juizde paz Manoel Jos Corroa , um seu cunhado eontro cercarao ( sem or- dem e num autorisacao } a casa do Joaquim Goncalves da Cruz pela m'eia noile do do dia 8 do mez prximo passado e varejarao-na, para Ihfl tirarem urna arma, quo suppunhao ser sua, e como o respectivo ins >ector desse disso parto , que se lomassem providencias, reunirao-se om numero do doze e for3o desafiar o dito ins- pector endo dopois despersos pelo delegado do termo. Pela do Cabo pertencente aos mezes de Ju- Iho Agosto e Sotombro consta de mais notavel ter-se achado as matas do engenho luss um cadver que pelo m io estado em quo se achava se nao pflde conhecer se linha ferimentos; que Tora assassinada Victorina de tal por sou proprio marido o uual se evadi; que foi gravemente ferido com imn ncaiia o crioulo Jos Manuel, morador no engenho Salgadinho ovadindo-se o seu ofensor; quo foi processado e preso por la- drao de escravos Bento da Costa Soares ; que no 1. districto daquelle termo fora mortooes- cravo Antonio da Trindade pertencente a Sra. do engenho tinga por se acbar as matas do mesmo engenho aquilomhado, o qual tendo , ha poucos das assassinado urna mulhcr do engenho Boa-Esperanca e sondo cercado por urna escolta resisti e ferio com um tiro e cutiladas ao inspector, que diriga a diligen- cia sendo no dia seguinte preso Antonio Ma- ra escravo de Bento Jos Lamenha Linz o companh'-iro do dito Antonio da Trindade. Poroffi-io de hontem datado me foi tambem communicado pelo mencionado delegado do 1." districto do ternn destacidade ter sido presoant' ontoma tarde o crioulo Geralilo Jos Pereira , que na roa da Gloria havia desparado um ba- camarte sobre um AlemSo, que felizmente o nao offendera, e fora acolhido pelo proprio inspector d'aquello quarteiro em casa do seu sogro o Tenente de G. N. destacada Correia. Participo final*nente que na tarde do dia 15 do corrente vi um crioulo, que, segundo me inlormarao particularmente, lora espancado e ferido no braco direito na estrada nova de Santo Amaro para Olinda. He o quoat agora tem chegado a minha no- ticia o passo a participar a V Ex. Dos guar- de &c. Em 18 do Outubro de 18,3. _ DURIOJ^PimiBUCO. _ Domingo passado chngou a estacilade urna companhia equostro americana que ultima- mente encheo os habitantes da Babia de admi- I racao e enlhusiasmo. E^ta companhia he com- ' posta do muitos individuos distinctos na sua arto, o trazuma tsquipacio magnifica que prometteaos moradores do Reciloalgumas noi- tesde divertimonto ; de quo estavao privados ha muito lempo. Nos ajuntaremos estas poucas liiih is o seguinte artigo da Gazela Com- mercial. quo mostra quanto a companhia soj- be agradar aos nossos compatriotas Baha- nos. As despedidas da Compinhia Americana. Bein pouco tardar que a cidade da Babia se veja privada do seu mais curioso passatempo! Quasi erma de divertimentos lcitos, como se achava esta Capital, quasi orphaos do recrea- cesdeleitavois, como scachavaoos sous habi- tantes a Companhia Equestre Americana li- nha vin lo olferecer-lhos tudo quanto ha de cu- rioso, deadmiravel, de grande, de maravi- lloso, e doleitavel, e retn indo em um so pon- to toda a sua attencao, parece que trazia os ha- bitantes da Babia obsortos no prazer, o como que extranhos a todas as mais emoces recrea- tivas, queno ossem os seus expectaculos. Mas o que he bom nao perdura entre os homens I O bem passa ligeramente para Ihcs deixar somen- teopezar, ea saudado do o perder, eo re- morso de o nao ter assaz go/ado Tal nos va accontecer I Bem pouco tardar, sim, que nos vejamos privados do nosso mais curioso, e mais magnifico divertimento A Companhia Equestre Americana quo tao generosamente no lo offerecia se prepara para deixar-nos. Mr. Enos Sage Mr. Lippmann Mr. Harring- ton, eseu maravilhoso filho, e lodosos ou- tros empregadosda Companhia, j caneados de mimosear-nos com as brilhantes maravilhas de seo talento admiravel vo om outra parto cap- tar novas admiracoes o novos elogios. Os homens de grandes talentos nunca se fartao do admiradores, eos elogios.que justamonto Ibes prodtgaliso sao o seu elemento. He talvez amanhaa 3 do outubro que teremos o desprazer de ver desferrar do nosso porto a celebre Com- panhia Equestre Americana: ellt* vai, segundo ouvimos dizer dditar com seus espectculos os nossos irmaos do Norte ea capital da pro- vincia de Pernambuco vai ser o novo thoatro de suas maravilhas. Os ventos Ibes sejio pro- picios c a fortuna tao prospera como nos de coracao Ihes desojamos. Masniio leve o Pu- blico Bibiano ser um espectador silencioso de sua saudosa partida ; ao menos huma voz por ello se levante e falle eesta vo' seja a fe do escriplor publicp: he necessario, sem que a Companhia Americana saiba, que os Bahianos nao sao nsensiveis esse apartamento; que el les nao sao ingratos as maneiras officiosas , com que forao por ella tratados, e final- mente quo's saudades qu deila Ibes fi- oio, serao inextinguiveis om seus cora- cies. Digne-sepois a Compinhia de acei- tar por nosso intermedio as lernas des- pedidas dos Bahianos, e a segur moa, dequeel- les a accompanbao com as mais gratas recorda- coes, e mais ardentesdesejos deque a fortuna Iheseja propicia por toda a pirte onde tive- rom de ir (Do R. da Gazeta Conmercial. ) Correspondencia. FOLHETIM. O BRAZEIRO.C) 2.' OquoD. Fernando disse foi o seguinte: Um dia urna tempestado o suiprehendra na ca- ca e o obrigra refugiar-so riebaixo do umn arvore grande bem conhecida de cacadores: ape- nas se tihha abrigado quando ouvio no flm da malta gritos de soccorro, e logo de mistura pa- tadas ae cavado. I). Fernando guiou-so pela bullan vin um espectculo triste. Uns cin- coenta passos distante viu vir um bello ma- cho branco, ricamente ajaezado, que com es- pantosa rapidez, cuberto de espuma o sangue, se approximou logo de um precipicio sobro o rio, arrastando cumsigo uina dama di'srnaiada. A infeliz sem duvida linna procurado deilar-se do macho abaixo, mas, o vestido embaracaiido- se no estribo, fie >u suspensa ddappuelho. ||n- via j muito surto intervallo percorrer para se prt>cipiturem ambos no Maraares, que no fundo do abysmo corra em oi.das acnuladus pe- la tempestado, e onde a m >rte era inevitavel. i (') \idQ Diario n.229,o230. rW vista de tao terrivel perigo D. Fernando foi trespassado. Sem se lembrar do perisro a que elle proprio se ia expr, lancou-se diante do macho, e leve a fortuna de abarrar com mo fir- me a dama, e tomal-a nos seus bracos. O mach.)deu um salto como furioso, o vesti- du rasgou-se a tres passos do piecipicio, D. Fer- nanao segurou o corpo da mais encantadora da- ma, meia morta de susto, emquanto com me- donho estrondo o macho se precipitou no abys- mo, misturando a sua voz com o ruido da tem- pestade e das ondas. Loo que a desconhecida dam,a tornou si e se viu salva, ajoelhou para agradecer a Deus, dopois upertou a inao ao seu salvador com sig- naos da mais viva gratido. Mas neste momen- to se ouvirao trombetas j porto; ella estreme- ceu, e cuino abalada sbitamente por uina refle- xodesagradavol, retirou a mo e disse em voz meia apagada: Quemquerque seiais, fugi: nao vos de-1 moris ni m mais um instante ao p de mim. Fugl, fun, (ao depressa como poderdes: e eii pevo a Deus que ninuem saiba o que aconte- ceu e o que por mim flzestes. Oh mea Daos, estremece; lalvez que cavallos. Fui:adeus, adeus; naomeesquecais. O reverendo padreinterrompeu aqui in- nnrenfPftlPnlg o nrinPf>Ga__o muiln jnlnr.l...nln esta historia: crelo que todos os presentes sao da minha opinio. E logo continuou em voz baixa: Vedes a attencao com que elrei es- cuta ? Senhoradisse com arde friesa Fr. Ambro- sioainda nao acabei. No momento em que D. Fernando contava a seu paicomoa bella desco- nhecida, a quem elle salvara a vida, tinha de- sapparecido; como da nobresa das suas manei- ras e da riquesa do seu traje, elle devia suspei- tarque era dama de alta jerarchia; como desde este momento ella Picara sendo o nico objeto dos seus pensamentos e sonhos, e como deseja- va ir ver os touros a Madrid so na esperanca do a tornar a verbatero na porta da sala; e o alcaide da corte, acompanhado de urna multi- do do esbirros, chegou-se a D. Fernando, to- cou-lho com a sua vara branca o disse: Em nomo d'elre, eu prendo a ti, D. Fer- nando de Pennacerrada, como criminoso do le- I za-magestade. Scnlior alcaidebalbuciou o condequo fez elle? de que crime aecusado? Tocou o corpo sagrado da rainha. (* O anciao nao derramou urna lagrima; mas quando 1). Fernanao o quiz ahracar pelo ulti- ma vez tintan Ihe disse.-Agora, 'meu pobre fl- IIk, airora podes ver Madrid, a cidade real. Neste momento exclamou elrei tiritando de Srs. Redactores.Por fatalida.Ie das cousas humanas. muita vez o que u u grande bem para uns para outros um mal terrivel. Cer- toque a Paral)iba muitos ben<, e vantagens alcancou com a enrgica e forte administra- cao do Sr. Pedro Ciaves que sobre tratar , e dirigir mui bem todos os rd,os d'admini*! tracao, expurgou aquella pro*me a do um nao pequeo numero de traficantes polticos ou antes anar. hitas que se b;mao all tornado fortes sobre as leis e autoridades : mas para Pernambuco isto oi parte para o nascimento de alguns malos. Esses energumenos, sendo icossados mu de perto por aquello Presidente , a quom tentro assassinar foro obrigados a fugira trra que por sua des iraca os vio nas- cer e espalhados por dilTerentes lugares de nossa provincia que tao piedtJ-amente os a- colheo tem nos pago a hospitalidad? ou nos retribuido o bem que Ihe fi-emos, toman- do grande parte em nossas conte.tat.oes provin- ciaes econcorrondo grandemente para o aug- mento da intriga quo j exi.tia nos lugares onde so homisiarao. He este o premio que soem dar os ingratos Nem outra cousa de- vamos aguardar ! Entre estes saltibancos, ou cavalleiros de fro: O ardeste quarto- gelado; Medina Caj \; .. iii..,. ....___ ,.....__....._ l... .., nuu iv uinni <{uo iiioiiuun,i,j mnuiDi v. uiatci i ro ? Este respondeu : Assim se fez. N5o vedes,disso Isabel de Franca cama- reira-morna5 vedes que elrei est cada vez mais paludo? verdade;respondeu a camareira-mr S. M. ainda nao est inteirauinte restablecido da sua ultima indisposiQo; nu devia ter-se de- morado tanto: mas o padre vai continuar. O tribunal dos alcaides da coito severo quando se trata deexecutar as leis. de defender as pessoas reaes de desacatos, at dos mais in- voluntarios, leaes e uteis O tribunal tem raso. Nao verdade ? Tocar no corpo da rainha pro- hibido debaixo de pena de morta. . Fernando tinha-o tocado, D. Fernando devia morrer. as- sim disse a sentenca. Quando esta noticia che- gou ao condo este beijou o chao, e exclamou; Meu Deus, misericordia! Ainda reava o etilo com lagrimas quando recebeu um recado da rai- nha deste theor: Conde, vosso lilho salvou a rainha ella compete salval-o. S. M. me or- dena que vos diga que ha de empiegar tudo que fr possivel para salvar D. Fernando da sorte que Ihe est destinada, ou que o acompanhar na morte. n 3." A raimia desempenhou a sua palana, por- que pouco tempo depois, 0m 3 <1'outubro de 1611, murreu de repente na flor da idade e no maiur esplendor da sua bellesa. D. Femando mu lo.io pieeetiiiiu, iambem este morreu, co- mo seu irina mais velbo, pelas iua5s do algos; =^TT industria poltica ( nao fallo com todos) um se faz nolavel e assaz conhcciJo por seu ge- nio republico-maniaco.pelo seu desaforamento, e protervia e pelo desrespeito, que ostenta, quiinlo a certa em tallar no Nome augusto de S. M. o I. Essc reprobo, colbhorador da tenta- tiva de inorto contra o Sr. Podro Chaves, de poisdegirovagar por alguns lugares de nossa provincia sem jam lis encontrar onde pousar, o /azer fortuna foi ch unido a coto irca de Na- zareth por um punhado de bomons que tra- sendo nxa do a muito com certa autoridade do lugar carecido de urna penna suhmissa e que fosse bem ejercitada nm tracar enredos, intrigas, cafumni >s e sandiccs de toda casta. Acharo-na com elicito nem que fosse talha- da a molde. O tal magarele tem dosempenha- do n justa a sua commissu Extreiou a feitura do N izare no encjlcando um fim poltico e mesmo um pouco mais elevado, que o fim poltico da Romana gente, dequem parece es- tar descuitado pela hctorogenid.ide dos des- parales ; e mesmo porque o Reo publico pela quantidade de gaz, e vapor republicano nao se podo conter hade por forca extravasnr-se. Mas esse desvio de sua verdadeira commissao , nao durou muito o homem agora entrn em carcter. Abrioacaixa de Pandora, cjaco- mecou a revolver o maco das calumnias das injurias, edas infamias para hincar sobre aquel- lo que fa/. sombra aos [mirnos do Bonifacio. Ja 'ardava que o, homcns dos antecedentes ordenassem ao instrumento passivo de suas vin ancas.qua aoonnnettessc aonobredelegado, qii" n'in ibes cede o campo (|ue Ibes corta a perniciosa influencia que querem manter na comarca, a despeito das leis e das autorida- des que ousou oh criine horrendo 1 man- dar va reja r certo engenho, onde anulosamen- te se acoitavao os desertores da G. N. para all chamados, o protegidos escandalosamente; que se abilancou a qimrer pro ider a um agente passad'r do mocda falsa vindo de Pedras-de- fo^o com utn carre^aniento d'ellas consigna- doaoBorg.. e Companhia que finalmento , ri, e escarnece dos roncas, e bravatas chochas dos homcns dos antecedentes que apenas Se po leri mostrar mais lurtes pela forca da lin- gua arma oorita do fraco e do covardo. Se contais com vossos antecedentes, contai com nsconsequentes do nobre delegado e daquel- P^>^^*giKS== - memhro da grande associagSo nazarena? Ou seria a ofleosa, que se fez ao socio Bonifacio ? Segundo parece foi urna cousa o outra Bo- nilacio, Yuba e a grande assooiaco compe urna associacHo solidaria, de sorte que quem oflende Yuba oliendo o Bonifacio e quem of- lende o Bonifacio offende a grando associacSo, e o Yuba. A vista disso tem raiao o Nazare- no em vingar Yuba como socio da grande as- sociacao e por conseguinte Bonifacio e pela ra/ao desolidaricdade a si mesmo. Misrrima comarca de Nazareth, o teu suce- go est em risco desde quj abrigaste a ser- pete foragida da Parahiba Ella pela sua monslruosidade nao pode caber em ti. A Para- hiba sondo mu i tas vezos maior que tu nao a pode conter, expellio-a de si : o mes- mo deves fazer, se queres viver passifica. Nao dcsconieilo a quem nunca o teve em sua pro- pria trra, que sera feliz, se nao possuir 0s seus ossos. Dimos psames ao Sr. Coronel Jos Maria de Barros Brrelo pelas calumnias e insultos, que recebeo do infamo orgo da grande sucia nazarena e para o consolarnos Ihe lembra- mos, que attenda bem para a impuresa da fonte, donde ellos emanarao e recorde-se que se um pugillo de viz detratores por nico dcsabafoo insltalo,um sem numero de pes^oa-. repellemessesinsultos.ocalummnias.econdonao aos viz e covardes innimigos do bomem de mrito que, escudado na puresa de sua cons ciencia, deve remetter ao desprezo os latidos de a I >j iv tos gOSOS. Nao tratamos em delalhe sobre o facto que deu oncasio para ser to gravemente offendido o Sr Coronel Jos Maria, porque julgamos nos rebaixar entrando em discusso com quem s maneja bem a lingoagem da calumnia e rfb desaforo ; e alem d' sso porque estamos convencidos que o publico sabendo bem de onde nosceuoodio, que essa sucia nazarena vota ao nobre delegado despresar elimine tudo juanto o Nazareno do 7 de Outuhro tratou a les a quem atiris coices do longe e a quem chamis Baxasitas ! Nao se fa/ preciso defondermos ao nobre delegado de Nazareth, o Sr. Coronel Jos Ma- ria de Barros Brrelo da.accusaeo que Ihe azem seus pusilnimes e gratuitos inimigos de protector de faqu stas e assassinos; por- que o seu nome su ii ais que muito suffici- ente para sua defesa elle bem conbecido em toda provincia de Pernambuco e mais alem, pelo gran le fundo de bondade, do que dotado por seu animo prestimoso e por sua incontrastavel probidado, e honradez ; que est muito fra do alcance da calumnia, que por mais bem manejada queseja nao far eiva em papeluxo Ynzareno, quando calumniar o Sr. 'Coronel Jos Maria como o fez em seo numen 29 nada mais far que dar a conhecer que elle tem inimigos, mas fracos, e miserave-s , que, nao pudendo acomeltel-o de outra sorte , prevalecem-se da imprensa para o ferirem seu salvo. Masque motivo exasperou a atrabilis da grande associamo nazareni, capitaneada pela vbora da Parahiba, cuja sanha e virus em breve volver sobre nos? Seria a diligencia fcita para prendero Yuba? Ser elle tambe m seu respeito. Um amigo do mrito Variedade. este que era o ultimo ramo dos Pcnnacerradas. Similor, poilieis le-o salvado, mas nao qui- zestes Recusaste* perdoar ao culpado, apegar da ramha vol-o implorar de joelhos; e flzestes bem em dar um alto exemplo de profunda ve- neracads leis da etiqueta que sao leis do rei- no. V. M. sem duvida se lembrou enta, que ten lo lamentado a sorte de alguns condemna- dos pela santa inquisica Vussa Mageslade nao tinlia recusado dar urna porco do seu proprio sangue para sel queimado pelo al- goz, em penitencia das sacrilegas lacrimas que havia derramado, Pensaveis sem duvida que dc- vieis seguir sempre avante to nobre carreira , apegado aos usos do vossos maiores, agora con- fiado s vossas reaes mos. Senbor, foi urna su- blime lico para os vossos descendentes; e eu sinto que o maistyrosimo, o principe das Astu- rias, naes'eja aqui presente para cnihesourar as minhas palavras, e-para aprender como al- gum da di-ve aproveitar estes exemplos que V. M. Ihe deixa. Eque loi fcito do respeilavcl conde velho, diuno de toda a compaixao?perguntou a prin- ceza. Lamentis o conde tornou o monge em t'nn severo.N i te ules raso, seubora O ve- lho julgava que bastava entinar seus filhos de *^! !!!'::: : *;" l-..*..... lura/l* Hm }""- ra, da virtude, e da loria ; e que se ellcs sou- ke4iu cayar o iavaiiu o veado, montar um ca-, O CARAPUCEIRO. OS RICOS. As riquezas dao.aos que as possuem um pos- todialineto entre os seus concidado*. O ho mem rico he de certo modo mais cidadao que os oulros: a sua opulencia pe-no em circuns- tancias de prestar a seus similhantes soccorros que nao pde dar a indigencia: elle est ligado a sociedadecom maiores vnculos que obri- gao a interessar-se pela sua sorte muito mais , que o pobre que pouco ou nada tendo, que perder muito menos s inleressa pelos negocios da sua patria. Aquelle, que al nao possue.do quo os seus bracos. nao tem propiamente pa- tria alguma ; pois acha-se bem onde querque encontr meios de subsistencia. O homem ri- co pelo contrario osla intimamente ligado ao bem do seu pata ; porque da conservaco deste depende tambem a conservaco de suas propie- dades e de suas riquezas. No cerco de Co- rinto ao lempo, quo os habitantes fazio os l- timos esforcos para repellir o inimigo Dioge- nes, para zombar do seuembaraco, louca- mente se diverta em por lombas as suas botas. Nao nos deve pois maravilhar o vermos, que em lodos os tempos e paizes os cargos pbli- cos as honras, e distinccSes se concedo aos ricos e grandes e que estes sompre prefirao a pobres e a quantos sao toreados a tirar do vallo bravo, e manejara espada, terio todos osconhecimentos necessarios um (dalgo cas- tclhano; mas isto nad bastante: nao assim, senbor? Um nobre castelhano deve mais que tudo saber a etiqueta, cdigo severo que con- ten todos dentro nos limites da sua obrigaca e dos seus direitos; que assegura s pessoas re- aes 3 veneracaquecm todas as situaces da vi- da Ihe deve ser tributada. Por isso o conde foi castigado no que peccou. Como Rachel. nao se quiz consolar de que seus filhos tinha dcixado de existir; despediu todos os criados ; e encer- rou-se s no seu castello, onde morreu de ma- gja. Esta a rasad porque o castello velho nao habitado e cahe em ruinas. Deus tenha mise- ricordia dos seus habitantes finados.Amen dissera todos; o amendisso tambem Filip- pe 3. Fr. Ambrosio calou-se, e oscircumstantes fi- cara em fnebre silencio. Todos os olhos se voltara paraelrei, que semechia na cadeira , como quem quera diser algurna cousa; mas a lingoa secta e os be icos trmulos nao ne per- riietlia fallar. Odia ia j acabando, e as cor* tinas de damasco apenas aeixava passar urna luz paluda cujos amortecidos raios se mestu- ra mu com o vermellio reflexo do bra/.eiro. Com tal clarid.ide, todos estes grandes d'tlespanha, com seus trajes negros r!O 'm!r:ovc:s, o ve- lho mongo com a caa enrugada e severa em grupos om roda da cadeira de elrei, paralad trabalho a sua subsistencia. De mais disso os ricos, e os poderosos, alm de terem em si mes- mos urna garanta para os pblicos interesses, tem tambem maiores vnculos com o bem da patria : a sua fortuna outro sim os pde no es- tado de ter urna educacao mais Ilustrada, c mais moral, e de adquirir aquellos conhecimen- tos e luzes que sao necessarios ao publico sorvico e que de ordinario altao ao homem ploheo : e porque finalmente com o estado de opulencia se andar de parceria um certo exte- rior decoroso que be um ornamento sempre preciso para sustentar com honra os pblicos onicios. D'aqui veio quedesd'os tempos de Servio Tullio fossem em Roma abolidos em grande parte os comicios por curias, as quaes um po- vo pobre e ignorante decida dos negocios . e interesses da Repblica e Ihes suhstituissem os comicios por centurias, njs quaes os nobres, e os cdados mais abastados regulavSo todos os negocios e dispunho dos cargos mais impor- tantes do Estado. Assim vemo nos nossosdias, que as represenlacoes nacionaes nos Parlamen- tos de Franca e de Inglaterra nos Estados- Unidos &c., os cargos administrativos em to- dos osestados, osempregos honorficos em qual- quer governo grande ou pequeo n5o se con- tigo de ordinario senao a sujeitos abastados , que possuem aquellos dotes que raras vezes se enconlro em pessoas pobres, e plebas. Masesses privilegi s, c resneitos tornar-se- hao evidentemente injustos se autori/assem os ricos a opprimir, edesprezar os infelizes e necessitadbs. A equidade que deve remediar a desigualdade necessaria e inevitavel dos ho- mcns ensina aos ricos que por seu proprio interesse devem respeitar a miseria dos pobres. E na verdade se nao forao o trabalho, e os con tinuos servigos das pessoas indigentes os mes- mos ricos accaso no azeritlo na miseria tor- nando-se mais infelizes, do que os mesmos po- bres? Por outra parte accaso a natureza n5o im pozj urna gravissima pena aos infelizes, fa- zendo-os nascer na necessidade e dependen- cia ? E dever o homem opulento aggravar a sorte destes com o desprezo, e sobranceria ? E sealguem ha que deva correr-se do seu esta- do ser o pobre que sofre sem ser por culpa sua ou o rico que abusa da sua opulencia ? Por issoa justica deaccordocom a humani- dade com a compaiio e com todas as virtu des sociaes ensina ao rico que concidere no homem necessitado um de seus consocios, ne- cessario sua propria felicidade e do qual de- ve elle merecer os soccorros e servicos faci- litandoIhe os meios para a sua propria subsis tencia para a sua conservaco e para a sua proporcionada felicidade e tudo isto em troco de seus trabalhos, e fadigas. Os grandes caro- cem dos pequeos sem os quaes elles mesmos scriao infelizes : o rico tem precisao dos bracos, e da industria do pobre sem o que n5o pode- ria gozar doscommodos e prazeres da vida. Por tal modo os membros diversos da sociedade estao unidos uns aos outros, com vnculos in- dissoluveis, que nenhum pode romper sem pre- judicar-se a si mesmo o dest'arte a vida so- cial pde os homcns em urna reciproca depen- dencia. D'aqui bem se conbece que nenhum cida- dao tem o direito de desprezar os mais de a- busardasua fraqueza ou de os tratar com al- tivez e crime/a : que he do interesse do rico fazer o bem senao quizer chamar sobre si o odio c o desprezo publico deque seria me- recedor toda a vez, que nao qu/esse prebencher deveres, que a vida social impoe sua condi- e ao seu estado. O cidadao a quem a cao, urna congregaca de espectros rodeando um mo- ribundo. e repente tocou um sino na capella. Sao avemariasdisse Fr. Ambrosio. A etiqueta exige que todos agora saia da cmara d'clrei, exceptos que tem qualidadeecclesiastica, afim de que elrei possa faser as suas oraces. O mordomo-mr den signal levantando-se, e todos os presentes segu rao o seu exemplo, e silenciosos despejara a sala. A princesa Izabel foi a nica que antes de se retirar se chegou a elrei para llie beijara mao. Afigurou-se-lheque a mad do re i procurara a sua para adeter. Quan- do todos havia sabido, entrou um guaida-rou- pa para accender as velas de um candieiro de bravos: tornou logo a sair, e cerrando a porta, Fr. Ambrosio, o pobre mongo de S. Jeronymo, se achou s com o omnipotente reidas Hespa- nhas e de ambas as indias. Senhordisse Fr. Ambrosio com profundo actame uto, puchando pelo seu breviarioapraz a V. M. piir-se de joelhos ? Eu lerei as oraves em voz alta. 'Meu reverendo padretornou Filippe 3., levantando-se com custoajudai-mo para que eu possa fazer as miulia devovoes: estou mui- to fraco. Senhor, s ranrt honrs que V. M. faz um pobre monge, mas est no seu poder. Quaoao elrei 1). Filippe 2., vo.so pai de saudo- sociedade garante urna grande fortuna muito mais deve mesma sociedade do que o pobre que dello vive deslembrado. Os ricos pdem ser comparados s fontes e aos rios, que s5o destinados a derramar as suas aguas para fecundar torras ridas, a fim, de que estas possao produzir plantas e iructos. O rico avarento ho similhante aquellas fontes cujas agoas se perdem por baixo da trra. O rico prodigo obra como os rios que saludos fra do seu leito se derramSo pelos campos sem Ihes levar fecundidade. Finalmente, para seguir comparacao as riquezas mal empregadas o ticamente dissipadas asemeiho-se a essas tor- rentes, que destroem os lugares, por onde pas- sao o que a final deixSo em secco o leito, qu com tanta violencia bao formado. Estas reflexes pdem servir-nos de guia pa- ra fixar o nosso juizo suhre ludo, quanto tem escripto os moralistas cerca das riquezas. Os sabios pela mor parte as tem reprov.do como obstculos virtude, como meios de eorrupi-ao, como rnanancal inexhaurivel de mil precisos imaginarias quo nos mprgulhao no luxo na voluptuosidade e na moleza; queendurecem- nos o coraco e nos tornao injustos que nos distrahem finalmento de buscarmos as verda- des necesarias no verdadero bem d'um ente es- piritual, e inlellgenle. Tal he em geral o jui- zo que os anligos filsofos hao proferido so- bro a opulencia por elles considerada como o escolho mais perigoso e fatal virlude. Mas para rcduzir estas opinies a seu justo valor cumpre dizer que as riquezas cin si mesmas nada sao e quo si- valem tanto, quanto as fa- zem valer os seus possuid-res. Urna cama dou- rada nao d mais alivio a um enfermo do que urna cama simples e ordinaria; e urna fortu- na brilhante nao torna mais sabio a um louco. as mos d'um homem prudente humano, e liberal a opulencia he fonte d'um contenta- mento tantas ve/es renovado, quantas occasies elle acha de exercitar as virtuosas disposicoes do seu coraco. O homem sensvel, que sabe gozar do prazer de lazer bem a seus similhantes de ser til sua patria e de derramar os seu be- neficios sobre os infelizes do certo nao seria embaracado quando possuisse todas as rique- zas de Cresso. O que faz desagradavel ao ho- mem honesto a pobreza e a inediocridade he a impossihilidade em que se acha de poder satislazer os desejos de sua grande alma, a qual hern quizera soccorrer a quanlos infelizes se Ihe appresenlo e de poder enchugar as lagrimas de todos os que sao victimas d urna fortuna ad- versa. Com um coracao bem formado os Ihe- /.ouros de Cresso nunca serviriao de obstculo, nem virlude nem a felicidade, de quem os possue. Verdade he que as riquezas raras vezes so acho as maos de pessoas, que saibSo fa/er bom uso deltas, que tenho sohr'este ol.jecto as luzes necessarins e sejo dotadas de grandes virtudes. D'ordinano a cega fortuna compraz- se de enriquecer de seus dons a favoritos indig- nos, que della nao sabem usar nem para seu proprio bem, nem para o dos outros. He pro- prio dos espiritos Iracos (dizia Sneca) nao po- der sustentar o pe/odas riquezas : e Plutarco na vida de Lucullo observa que assim como nem todos os temperamentos sao capazas de supportar muito vinho do mesmo modo nem lodos os espiritos pdem carregar com o pozo de muitas riquezas, sem cahir na embriaguez, e sem perder o uso da ra/o. Nem nos deve maravilhar esta verdade; por isso que as riquezas, ou sao o fructo de traba* Ihos, d'intrigas, e de baixezas, dos que as pos- suem, ou tem sido transmitidas a esle ou a- sa memoria sentiu approximar-sedo seu flm, e se refugiou n'uma celia do nosso convento do Escurial, que desde enta condecida pela de- nominaca de cmara da morte de elrei, sem- pre tinha ao p da sua cadeira ou do seu leito um dos nossos irmas para o dirigir as suas praticas religiosas. Masexclamou elrei parando na sua peno- sa ida para ogenuflexorioeu ainda nao estou ta adiantado como meu pai; tenho s quaren- ta otrez annos: nauta idade ainda me posso con- siderar mogo; e se a mao do Deus tem pesado muito sobre mim, e me tem castigado este in- vern com doencas graves, agora acho -me con- sideravelmente melhor: os mdicos tem-me di- to que estou em plena convalcscenca. A prima- vera est porta; e a primavera para mim sade e nova vida. J os jarnins de Aranjuez esta em flor, comomedisem; os jardins de A- ranjuez me esta esperando Podis crer, reve- rendo padre, queseeu quisesse j hoja para l ia, Senhor, V. M. omnipotente e s a Deu deve cunta das suas BCCe*; mas o palacio de A- ranjuez .nuito longe de Madrid, e a j irnaaa caneara a V. M. O palacio do Escurial muito mais porto, e tambem la ha b -los jardins. O Escurialdisse elrei levantando a voz com i euui immmvhv iia iia senao iui- los. (Conlinuar-se-ha,) quelle por seus maioros. Nestes dous casos dif- fiHImente cahirao em maos de individuos que sejo verdadoiramente capazos de' a/.er dellas mn uso razoavel. Os que trabalho ', e mou- rejo por arranjar a propria fortuna nao tem , nem lempo nem vontade de occupar-se de cultivar o seu ospirito, o o seu cor teresaos nao tem ideia alguma das vantagons , que I lies resultario da cultura de suas faculda- de intellectuaes. Quandoos homens sao (ortemente animados do desojo das riquezas de ordinario tornao-se bem pouco delicados sobre a escolha dos mcios, que sao capa/es de as fa/.cr conseguir: a sua conducta costuma a ser baixa, obliqua e tor- tuosa : os ultrajes mais manilestos probidade, e justca sao considerados por ellos, como o resultado doengenho, e o'una louvavel in- dustria ; e tudo, o que pode conduzir para o incremento da propria fortuna Be abracado coin transporto anda que incompativel soja com as regras d'uma sa moral. Que maravi Iha pois que as pessoas honestas, e virtuosas raras vezessejo ricas, sendo muitodilHcil, que posso comprar-se as riquezas sem o sacrificio da rectido e da equidade ? Mu i tos dos que enriquecen) sao homens - vidossem honra, c sem probidade, que nao co- nhecem outra cousa mais importante do que a sua fortuna sao traficantes sem alma e sem corsead esatores sem piedade ; publcanos, que engordad com o sangue dos povos que se furlad das lagrimas dos infeli/es, o nao encon- trad o seu i nteresse sead as desgracas dos mais: sao varios mercadores que sendo d'or- dinano juizes e partes na propria causa la- zem pender continuamente a balanca para o lado da sua vantagem particular: que se apro- veitad das necessidades publicas e tiro lucro da ignorancia e simpleza nos compradores. Se a rique-a prem he fructo do trabalho dos anlopassados anda assim mu diflicil be, que o herdoiro haja aprendido a arte de fazer delta bom uso. Se os pas forad desprovidos dos prin- cipios de equidade de louvaveis sentimentos , e de virtudes sociacs como os poderio inspi- rar a seus filbos ? A educacad dos meninos nas- cidos na opulencii poucas ve/es he dirigida a formar Ibes um coracad recto, benfico, sen- sivel, e a inspirar-Ibes o gosto da reflexad e do estudo. D ordinario pas ignorantes, e que nenhum amor consagrad a virtude, dcixad a sua fortuna a lilhos, que Ihes sadsimilbantes. Ho- mens a varn tos usurario*, e monopolistas ac caso serad capazos de. inspirar a seus descenden- tes sentimentos nobres e generosos, alias in- compativeis com os meios ordinarios deenri quecer ? De mais disso se os pas sao vidos , e nicamente oceupados em accumular rique- zas como achar d lempo para educaros filhos, e ensinar-lheso uso prudente, que um da de- vorad fazer da heranca paterna ? D'aqui resul ta, que raras vozes a mais colossal riqueza se tranmiitte a terceira geraco ; porque a loucu- ra dos filhos bem depressa dissipa os the/ouros, que foro accumulados por usuras rapias , e injusticas dos pais. O' homens ( gritava o filosofo Grates ) onde hdes precipitar-vos com tantos desvellos para ajuntar riquezas, ao pas- so que vos descuidaos da oducacao do vossos fi Ibos a quem tendes do as dcixar ? A edu- caco lie, que poderosamente modifica os ho- mens ; e o exemplo a nstruccSo e as m- ximas dos pais daoos primoros impulsos s inelinaedes dos filbos : d'est'arte formo-se as familias opulentas geraedes de homens dis- sipadores e ao mesmo lempo do larga cons- ciencia homens sem probidade sem com- paixo sem justica o sem nenhuma virtude social. Quam felizesseriao os ricos so sesoubes- sem aproveitar das vantagons, que a fortuna ha posto em suas maos Se a um'alma lerna , o sensivel unissem um espirito cultivad' com o estudo das ciencias e d s virtudes t Qoan'o be doce a um homem virtuoso e benfico ter meios d'enchugar as lagrimas aos infelizes: le- var inesperadamente a ojyisolacao ea alegra ao soio d'uma familia consternada, repa- rar os caprichos e injusticas da fortuna , quandj opprimo o mrito o a virtude ; re- compensar com liberaldade os servicos re- cobidos ; excitar o engunho e os talen- tos aeanbados pela miseria e fazel-os uteis a si mesmo, e a patria Um homem desta tempe- ra goza no intimo do seu coraco d'uma conso- lado pura toda vez que pude mostrar a sua mao benfica, tornando alguem feliz; toda vez que pode soccorrer a um amigo virtuoso, que se acha em apuros, toda voz "que pode oceupar, e fazer su isistiro poltro trahalhador, o animar ao agricultor. Desta maneira o rico virtuoso atra- be sotire si as b-m aos publicas, lio por todos o- Ihado com ternura, busca para si mesmo a iucI- j las doces, e duraderas consolacocs, que sao des- conbecidas do rico, do avarento, do prodigo, e do cruel. Os lugares, em que os ricos podem fazer es- [ pecialmente um uso honroso da sua opulencia, sao os campos, e sitios apartados do'ar infecto das cidades, e do contagio do luto. Mas sendo ellos avesados aos diverlimentos das grandes so- ciedades, ao vrtice dos prazeres Irivolos, e aos vicios de que tem formado urna precisSo in- disponsavel, considorao as capitaes como a sua verdadeira patria. Se os seus interessos os obri- gao a dar urna olhadura s suas torras, julgao- se em desterro, se nao levao comsigo a desor- dom, o estrondo, e todos os funestos rocreios, a que estad habituados; e sem estas cousas as lidiosas da naturesa, eos prazeres campestres bes parecem tanto mais inspidos, quanto be para olios inspidos o prazer de #ser bem. Nao obstante isto estes prazeres sao mais so- lidos e puros do que aquelles de que se nutre a vaidade nem com ellos se pode com- parar a frivola vantagem de fazer-se admirar do povo por meio de hbitos de equipagens, e de pomposas libres; por meio de movis elegantes, e por todo o despresivel trem do luxo. O rico deshumano e injusto lisonjear-se-ha de me- recer a publica estima apresentando orgu- Ihosamcnte aos olhos de seus concidados empo- brecidos urna magnificencia insultadora? Aquel- los que engordao com a substancia dos povos, nao obrariao mollior em soterrar a todos os o- Ibos urna riqueza comprada com delictos para nao excitar nntra si a geral indignacao ? Esses favoritos do Piulo podem jamis persuadir-se , i|ue urna nacoopprimida Ibes perdoara a inso- lencia, com que ellos ouso fazer alarde do Inic- io de suas rapias? Noccrtamante ; e nem os applau/os, as homenagons, e louvaminhas dos aduladores e parazytas do que sao cercadas as suas mezas, poder.id persuadil-os de que sao eslimados, e amados do povo, nem faro jamis calar os gritos da sua propria consciencia. Con- cluamos pois, que os ricos sao cidadaos da pri- meira ordem ; mas que s mcrecem os respoitos, o eslima publica, quando sao uteis e presta- reis patria e a seus similhantcs. COMMERCIO. A lan (lega. Rend ment do da 24......... 4:1578512 Descarrego hoje 25. Rrigue ConceicHo de Mara differentes mereadorias. Rrigue Exprs pipas vazias. Patacho (iolfinho serveja e charutos. Rrigue Fanny baealbo. Rrigue Norval bacalbo. i ni. ------- mi i Declaracoes. O arsenal de guerra compra 20 ou 30 u' de plvora grossa e 300 meios de sola ; iuem tiver os mencionados gneros para ven- der compareca no mesmo arsenal no dia 25 do rorrente das 10 horas da manh at ao meio dia. Companhia de Beberibe. =0 caixa da Companhia do Beberibe avisa aos Srs. accionistas, que elle tem de apresen- tar as suas contas na rouniao de 10 de Novem- bro prximo e que portanto se ver na rigo- rosa obrigacao de declarar os nomes d'aquelles Srs. quo at esse dia nao tiverem realisido as entradas de 16 p. % exigidas at o presente. Avisos martimos. =;Para o Aracaty segu viagem o brigue escuna DeliberafOu, at o dia 18 de Novembro, porseachar comprometido por trato assigna- do com os carregadores : recebo anda alguma carga assim como para o Ass ; quem nelle quizer carregar ou ir de passagem dirija-se a ra da Cruz n. 51. =Segu viagem nestes 8 das para o Ass o brigue nacional Boa-ventura capitao Joa- quim Pedro de S Faria ; quem no mesmo qui zer carregar, ou ir de passagem entenda-se com o proprietario JosGoncalvesFerreira Cos- ta na ra da Cadeia n. 4. = Para o Cear segu viagem com brevidade o patacho nacional Laurenlina Brazileira; quem no mesmo quizer ir de passagem dirija-se ra da Cruz n. 64 ou ao capito do mesmo Antonio Germano das Neves. James Crabtree & farao leilSo, por n- tervencao do corrector Oliveira, de grande sor- timento de fazendas inglezas as mais proprias deste mercado algumasdas quaes se vendero para liquidar contas ; quarta loira 25 do cor- rentu s 10 horas da manba em ponto no seu armazem da ra da Cruz. Avisos diversos. Leudes. Joao Reller far leudes, por intervengan do corretor Oliveira de grande sortimento de laendas francezas suissas, e allomaos tan- to de seda lindo e la como de alitodo rccenlemente chogadiiS pelo navio rleme : tos incluidas duas alcovas envidragadas, sala LOTERA DE S. PEDRO MARTYR. *$ No dia 30 do corren- te ando as rodas desta lo- tera fiquem ou nao bilhe- les por vender. Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 32 da ra do Qucimado confronte ao beco da C'ingregacao ; a tratar na loja do mesmo so- brado. Aluga-se urna casa no lugar do Arrumba- do com bstanles commodos : a fallar com a viuva do fallecido Constancio em Fora-de- portas, ou com seu filho Manoel da Silva Ne- ves. Em um clima tao quente comoo do Brazil, onde as molestias terminao fatalmente as ve- zes no esparo de poucas horas he mister ha- ver um remedio quo possa servir ao mesmo lempo como preventivo e curador. A Ve- decina Popular Americana tem essa proprieda- de ton ada as vezes ern quanto ella impede n accumulacandos humores, conserva o sanguc puro o conseguintemente para as pesoas menos sujeitasa apanharom qualquer molestia, seja ella contagiosa ou nao. Recommoiida-se portanto ao publico em ge- ral de ensaiar este excellenle remedio que , polo lado econmico he prelerivel a qualquer outra medecina de similhante natureza tendo as caixinhas maior numero de purgantes e por menos proco. O publico achara na Medecina Popular A- mericana as pilulas vegelaes do Dr. Brandrelh estas propiedades quo produzem seu effeito sem dores ou encommodo algum nao se faz preciso di-;ta alguma o pode-se tratar dos sons negocios nos mesmos dias, em que se to- mar. Vende-se aqui em casa do nico agento Joao Keller ra da Cruz n. 11 e para maior commodidade dos compradores na ra da Ca- deia emrasa de Joo Cardozo Ayres ra Nova Guerra Silva & C atierro da Boa-vista Salles & Chaves. =Arrenda-so um grande sitio na estrada dos \fililos, com urna excedente casa terrea e so- tan que admtte urna numerosa familia, tem cocheira estribara e casa para pretos, com aquelles commodos necessarios conlendo em si um grande pomar de larangeiras das melho- res qualidades, que ha, jaqueiras, mangueiras, e oulras muitas fructas esirangoiras, adveran- do, que tem um grande tanque com bomba e tanques para depsitos d'agua, urna boa cacim- ba com excellenle agua de beber, tendo na frente um lindo jardim com diversas flores , sendo todo murado na fronte : os pretendentes podem dirigir-se ao seu proprietario Silvestre (ionealves dos 'aritos ou a son filho na ra da Cadeia-vclba por baixo do corretor Oli- veira. Antonio Manoel da Silva, mostr alfaiate. com loja na ra das Cruzes no primeiro andar do sobrado n. 33 se o fie re e a qualquer Sr.. que do seu prestimo se quizer utilisar, para fazer obras sendo cazacas, e sobre-cazacas pe- lo proco de 10.)000 res, calcas, colletes, c outras obras em proporco. A cemmissao da sociedado Terpsichore participa aos Srs. Socios, que a ultima parti- da he no dia 11 de Novembro prximo futuro , e.que hoje (quarta loira) ha rouniao da socie- dade para approvaco de candidatos, e se daro os bilhetes de convites. =Um rapas de 14 a 16 annos de idade se ofTerece para caixeiro de loja de fazendas, ou miudezas, o qual d fiador a sua conduela ; quem precizar annuncie. Jos Egas de Castro Lima avisa a todas aquellas pessoas, que se julgarem credoras deilc, queiro comparecer na casa de sua residencia na ra da Assumpco das seis horas s nove da manh, e das 4 s 6 da tarde para se- ren pagos; assim como roga pessoa, que tai- vez por engao ou por dolo tenha tirado por tres vezes cartas do correio, vindas para o mes- mo queira nao continuar, ou alias sendo pes- soa de igual nome, queira por favor annunciar sua morada para prevenir engaos. Quem quizer arrendar urna casa terrea , na ra Velha do bairro da Boa-vista por lem- po dos 3 mezos da (esta, ou mais, com 6 quar- quinta feira 26 do corrente s 10 horas da ma- oliaa, no seu armazem na ra da Cruz. LOTERIA. DO THEATRO, Hoje,2o do correntesao, pagos os premios obtidos na extraco da prinn-ira parte da de- cima quinta lotera noescnptouo do respec- tivo thesoureiro das 10 horas da manha 1 da tarde; continuando o mesmo p tgamento nos dias 26 o 27 e deste ultimo da em vante s quartas esabados de todas as semanas, como he coslurne. = Urna senhora moradora em Santa An- na, j chegando ra da Casa-forte no si- tio de portan de ferro aviza as senhoras, que passo alcsta, e mais afumas ditas, que | tem mandado fazer obras, que se acha prompta a fazer vestidos do ultimo gosto o moda inuito bem leitos, e por "mdico proco; assim co>t o toda e qualquer qualidade de costuras, que diz respeito urna senbora: e os srs. ,que quizerem caigas do p e meio p, fetas com perfeicao e preste/a dirjao-se ao mesmo sitio cima. A annnnciante faz sciento aquella senhora que no anno passado mandou fazer um vestido a at o presento nao tem mandado buscar, tendo a mesma annunciante declarado aluumas vezes pelo Diario: torna por tanto a advertir a mes- ma senhora, que quanto antes mande buscar dito vestido, pois a annuncianie nao o quer para si, e nem o valor delle d paia seo paga- mento. = O abaixo assignado faz sciento ao publi- co, que so incumbe de mandar fazer qualquer obra, tanto de carpina como pertencente a marcinciro assim como armarnos para qual- quer estabelecimento.ajuslando por empleitada; e tambem se obriga o abaixo < -si-nado a dar a madeira sendo precizo e promeite fazer tudo com aceio e promptidao possivol, e n5o rece- be dinheiro algum seno no fin da obra; quera do seu prestimo se quizer utilizar, dirija-se a ra da Cruz armazem de trastes n. 63. Manoel Antonio Pinto da Silva. VEITCH, BRA^&C.1 Vendem na sua botica e armazem de drogas , na ra da Madre de Dos, n. 1. A preparacao seguinte por proco muito com- modo e de superior qualidade. Gregory s Poicder. Nao haver pessoa alguma que tenba feito uso deste medicamento em qualquer parte do Globo que nao tenha sentido seus beneficios. Os seus elfeitos principaes he ser um ptimo purgante estomtico e muito til as do- encas do ligado, bago, &c. &c. as Indias, on- de tanto p'ogridem e tantos estragos produzem constantemente estas doencas, sao raras as pes- soas que nao tem conhecimontos dos bons ef- foitos deste remedio. O menino o volho de- crepito e finalmente o homem em qualquer idade da vida pode sem roce i o algum fazer uso deste medicamento, cujos effeitos saluta- res nos fazemjulgar urna inspiracao divina ao genio sabio, c pbilantronico de seu autbor. A dose deste medicamento he urna ou duas co- Iberes de cha misturado com agoa, duas ou trez vezes por dia. \a mesma casa tambem se vendem tintas, e todos os outrosobjectos de pintura ; orrnzei le superior qualidade entre ellos um perfei- tamente branco e que se pono applicar so- bre a pintura mais delicada sem que produ- za alteracao alguma em sua cCr primitiva, Ar- row-Root de Rermuda,Sag, Sauonctes, - Sabao de VVindsor,ASde guaaitifv 'ziqpia de Soda,Agua deSeltz,Limonada gasoza , 'Iinta superior para escreur. 1 inta para marcar roupa,Perfumarias ingle/as,- l'un- das elsticas de patento,Escovas o pos para lientos,Paslilhas de muriato de mo^phina, o ipecacuanba, Paslilhas finissimas de hor- tel-pimenta Paslilhas de bi carbonato de soda egingibre. As verdadeiras pilulas ve- getaes universaes do D.r / randreih vindas de seu autbor nos Estados-Lnido, de &c. A pessoa que na occasio da entrega das cartas ebegadas pelo navio framez Zlia , levou do correio por engaito umombrulho de 45 diarios francezes (L'Estafettei dirigido ao Sr. Domont far grande favor de entregal-os na loja de Didcr Robert & C* M ra Nova. Mara Joaquina de S. Tbom professora substitua das cadeiras de primeiras ledras de meninas ensina particularmente ler^escrever, contar, arithmetica o diversas qualiflades de costuras ; tambem recebe em Ma casa algumas meninas de pessoas que moio fora da cidade, ou quo morando nella, as queiro confiar a sua educaco: quem pretender utilisar-se da seu prestimo dirija-se a ra Direita n. 64. Vende-se um moleque de 14 annos, muite experto e proprio para aprender qual- quer officio ; na ra das Cruzes n. 41, pri- meiro andar. Comprad-so efectivamente para fora da provincia escravos de ambos os sexos de 12 a 20 annos, sendo do bonitas figuras pagio-sa bem ; na ra da Cadeia de S. Antonio so- 1 adianto, e airar, muito grandes cozinha fora quintal murado, e cacimba, a qual se d4 mui-1 brado de um andar de varanda ae pao n. v. ' Existe na ra do Vigario n. 21 urna car- ta e un caixote com encommendas vindasdo Porto no brigue Importador para entregar a Manuel Alvesde Queiroga Machado. Quem annunciou querer vender duas vaccas boas leitciras e prxima a parirem , annunciesua morada. Francisco Sevcriano Rabello avisa o seus assignantcs do jornal Panorama ; que os me- zes de Maio, Junho, Julho e Agosto, se achilo em seu escriptorio. Precisa-se de um caixeiro para urna ven- da que de" fiador a sua conducta : afm de a tomar por balanco ; na ribeira da Bja-vista , enda de Soares & Beiris. = Precisa-se alugar urna casa terrea que ten ha quintal, e cacimba as ras seguin- tes : Flores, Moras S. Thereza, Agoas-ver- des Trincheiras e paleo do Carmo ; preci- ta se tambem de um primeiro andar as mes- las ras : na ra doCabugi n. 4. Quem annunciou ter-lhe desapparec:do no domingo, 15 do corrento, um cavallo casta nho dirija-se a Capunga no sitio de Florinda Hara de Jess ; que Ihe sera entregue. r Precisa-so de um raptti Portuguez de 12 annos para caixeiro de loja de fa/endas ; as Cinco ponas n. 56 ; na mesma casa vende-se um barretina em bom estado para guarda nacional. - Alugao-se 4 casas, d jas no Aterro dos Alogados urna para grande familia por ter muitos commodis, outra junto ao viveiro do IVluniz propria para arma/.em, ou outro qual- quer estabelecimento outra na ra Imperial com bastantes com modos e urna meia-agoa na iua da Felicidad*}; a tratar no viveiro do Muniz ou na ra do Crespo sobrado n. 10. OSnr. Francisco Jos da Silva Pereira, professor de primeiras ledras de S. Amaro Ja- boato queira ter a hondade de apparecer na ra do Cabug, loja nova franceza n. 6 a ne- gocio de seu interesse. == Precisa-se de um menino de 10 a 11 an- nos para caixeiro, preferindo-sedos anega- dos agora de Portugal ; na ra da Cadeia-ve- Iha na primoira loja ao p do arco da Con- ceico. Perdeo-se do Trapiche da Alfandega al o Forte do Mattos um annelo aberto com a firma E i. C. ', quem o achou e o quizer restituir, lesea ra estreita do Rozario, so Lrado n. 27. = Um dos meios bilhetes n. 1876 em que saino a sorte de 6 contos de reis na lotera Ju tliLMtro, assim como o n. 1826. em que ca- bio a de l:500j rs. e outros, que sahirio outros muitos premios soffriveis, forao vendi- dos na casa de cambio do Veira no Recife , ra da Cadeia n. 24', onde estad a venda os b I heles e rneios ditos da lotera le S. Pedro, que correno da.JO do correte; assim como de todas as mais loteras desta provincia os quees se tiocao por outros premiados. Aluga-se urna preta esnrava para servir em urna casa de familia por ser fiel, cozinha, lava o engomma : na ra Nova n. 69. - Alug-se um bom pianno ; na ra lar- ga do Rozario loja de miudezas do Lody. capitn diarias sendo bom e posto na porta ; a pessoa que quizer esta frugueiia, com con - dicao de nao ha ver falta dirija-se a ra de S. Francisco sobrado n. 15. => Precisa-se de um caixeiro de 16 annos para urna venda ; no beco do Peino-frito n. 5. = Aluga-se o segundo andar da casa da ra do Livramento n. 11; a tratar na loja da mos- rna casa. Sociedad Melpomenence. O primeiro secretario avisa aos socios , que boje 25 do corrente baver sessio extra- ordinaria da sociedade na cana de suas sessdes , na ra do Mundo-novo n. 45 as 6 boras da tarde. Urna mulher de bons costamos se encar- rexa da criacio de meninos de peito impe- didos e desimpedidos e tambem recebe meni- nos desmamados para curar da sua educacao , no que promette esmorar-se; quem do seu pres- umo se qui/er utilisar dirija-se ao pateo do Car- mo n. 21: na mesma casa aluga-se a metade da dita a urna senhora capaz sem familia. um grande viveiro de peixo : no Atierro da Boa-vista n. 3. = Anda se vende a praso ou a dinboiro 2 ou 3 terrenos de 30 palmos cada um, com bas- tante fundo, ja atterrados, o promptos para se edificar casas, com bastantes ps de fruteiras, sitos na ra Imperial do Atierro dos Arroga- dos ; na ra Nora n. 20 ou na ra da Praia passando a ribeira n. 25. = Vendem-se velas de sebo muito alvas grandes e pequeas mui bem feitas, e viudas do Aracaty por preco commodo ; na ra da Cruz n. 61. Vende-se um banhoiro de amarello com ps de roda 3 tomos de Procket Lybray um Salustio e urna arte ingloza : na ra do Rao~ gel n. 17. Vendero-se dous macacos de estivar na- Vendem-se madeiras para construccao de vios por preco commodo : na ra da Cadeia casas, travs, enchams, mios travessas e do Recife n. 37. caibros, assim como madeira de sucopra para obras de carpinteiro tudopor preco commo- bo ; na ra da Concordia venda n. 4. Compras Compra-se urna preta com leit bom e delO mezes, ate loite novo, com cria, ou sem ella ; no atierro da Boa-vista n. 78. Compro-searreios para um carro de 2 rodas, sendo em bom uso ou novos; na ra da Cadeia do Recife n. 33. Comprio-sedousquartos, quenSose- s5o velhos e nom tenho achaques : na ra lar- ga doRo'ario, junto a botica de Bartholomeo, segundo andar. Compra-se urna porcao de giz branco ; quem tiverannuncio. ^ Compra-se a obra Flos ^antorum re- sumida em dous pequeos volumes ; na ra de Agoas-verdes n. 42 de prata , ditas para cha urna salva, e um na ra do Amor = Vendem-se chapeos francezes chegados pel ultimo navio ditos de sol com barra o sem ella, com muito bonitos cabos, brins para calcas de padres modernos, casimiras ditas, Vendem se 12 facas de meza com cabos l^arfos, 8 colheres de soupa 12 lencos de setiin pretos e de cores para pescocoj urna dita de tirar assucar, tudo por preco em conta ; na ra do Quei- 1 par de casticaes tudo de prata; mado loja n. 11 de A. L. G. Via n na. im n. 32. == Vendem-se superiores vinhos engarrafa- Vende-se um bonito escravo de 20 an- dos de Madeira-sccca Malvasia e Bucellas: na nos, perfeito cozinbeiro de Torno e fogio 3 ra da Cadeia do Becife n. 37. ditos para todo o trabadlo um moleque de 12 \ == Vende-se um escravo de meia idade pro- annos 3 pretas com boas habilidades, urna prio para todo o servico ; na ra larga do Bo- dellas cose e engomma muito bem ; urna di- /ario, segundo andar por cima da botica do ta por 300* rs. ; urna dita por 2B0 rs. cozi- Bartholomeo. nhio e la vio ; na ra de Agoas-verdes n. 41. = Vende-so ou troca-se urna casa terrea Vende-se rap rolio de Hamburgo ; as na ra da Gloria da Boa-vista por um sitio ; lojasdej. Colombiez & Companhia Guerra na praca da Independencia loja n. 21. Silva Cruz n. 48 primeiro andar: nesta mesma casa casa ; no Atierro da Boa-vista n. 3. tambem vendem-se charutos da Babia da bem = Vende-se por preco rasoavol, tolha, tijo- conhecida fabrica de Fama-va etncaixinhas de lo de ladrilho alvenaria e tapamento ri- 250 a 4500 cada urna. pas cal preta e branca e urna porcao de pra- Vendem-se saccas grandes com farellos: ta em varias obras antigs : em Olinda no Va- no armazom junto ao arco da Conceicio que radouro n. 18. Vendas Precisa-se de um caixeiro Portuguez de 12 annos annos, dos chegados agora : na ra do S Bita-nova n, 88. - O Sr. .Ylanoel Joaauim Monteiro queira annunciar a sua morada que se Ihc deseja fal- lar a negocio de seu interesse. AI ii (_';i se uma casa terrea com duas salas, 3quartos cozinha fra quintal murado, ca- cimba e artnredos sita na ra do Sebo; a fallar na ra Nova n. 63. Anda em praca do Juizo do Civel, para ser vendida, a casa de dous andares e sotan sita na ra da Scnzala-velha do bairrodo Recifen. 76, pagando o comprador a sisa. Precisa-se de um caixeiro para engenho, que ten lia boa letra e escreva certo ; no largo do Carino n. 1 =l)a-sedinheiro a premio em pequeas por- coes sobre penhores d ouro e prata : na ra do 1 ogo n. 13. = Aluga-se uma casa terrea na ra da Soli- dado muito larga, eom seis quartos, duas salas corredor ao lado cozinba fra um grande quintal murado e outro serrado e ca- cimna com muito boa agoa de beber ; quem a pretender di rija-se ra da Anrora n. 58 CfJLLKGL) ESPIRITO SANTO.. Domingo, 29 do corrente mez de Outubro , celebrar-se-ha as 9 horas em ponto na igre- ja de N. S. da Gloria na Boa-vista o acto da primeira communho das educandos de^te Collegio. A .rectora, desojando dar a esta festvidade todo o bnlho que merece em raso de sua importancia e sanclidade ; toma a lilrerdade de convidar todos os pans 'e familia , zelozos da educacao e progresso religioso na mocidade paia assistirem a osa nleressante ceremonia e concorrerem com a sua presen- ta para tnrnal-a mais brilhante. *= i oma-se anauaiumuie viuvo arrobas de Vendem-se dous negros de meia idade , trabalhadoresde enchada e tirio leite e um molecote pa a o servico de enchada ; na ra de Agoas-verdes n. 70. Vende-se uma canoa nova bem construi- da que pega em 800 lijlos de alvenaria ou troca-se por lijlos de alvenaria inteiros ou par- tidos ; no sitio que fca por traz do sobrado do fallecido Monteiro. Vene-se um bom molequo do 16 annos, do bonita figura; na ra Nova, armazem n. 67. Vende-so um moleque pequeo, de na- ci; na ra do Queimado n. 25 loja de Gui- Iherme Sette. Vende so uma esenva de 14 annos co- rintia e lava; na Solidado, venda n. 7 ao p da igreja. Vendem-se esteirinhas de Angola; na ra do Rangel loja de cera n. 1. Vendem-se frascos de boca larga proprios para botica ; na ra da Cruz n. 48 primeiro andar, por cima da loja de AtHonio Teixeira Lopes. Vende-se um pianno horisontal, de ex- cedentes vozes, e de construccao ingleza por preco commodo : na ra da Cruz n. 48 pri- meiro andar por cima da loja de Antonio Tei- xeira Lopes. Vendem-se uns arreios para carrinho de um cavallo, com pouco uso ; na ra do Hos- picio passando o quartcl n. 6 ou na ra da Cadeia do Recife n. 39. ^ Vendem-se mantas de setim de cores dos mais lindos padrdes que tem apparecido nes- ta cidade chales de seda, e de algodio e seda; na ra do Queimado esquina do beco do Pei- xe-frto loja n. 2. s Vende se excedente rap de Lisboa a 4000 rs. a libra ; na ra da Cadeia do Recife , loja n. 24. = Vende-se uma venda com poucos fundos, ou s a armacao a dinhei-ro ou a praso : na ra Velha n. 65. Vende-se a propriedade denominada Cassole, que divide pelo engenho Giqui, pas- so do dito, em trras da Ibura a qual tem quase meia legoa com mattas e agoa ; atraz da matriz da Boa-vista n. 24 casa de Domin- go? Pires Ferreira. O abaixo assignado vende a parte que Ihe tocou por heranca de seu fallecido pai Ma- nuel Pires Ferreira na divida da fa/enda pu- blica do Rio de Janeiro a qual com os juros, anda por mais de cinco contos de reis: quem a pretender dirija-se atraz da Matriz da Boa-vis- ta n. 2i. = Domingos Pires Ferreira. Vende-se u troca-se por uma casa ter- foi de Joaquim Goncalves Vieira Guimaries. Vendem-se 4 canoas pequeas, proprias para carreira para as ver junto do arsenal de guerra e para tratar na ra do Queimado , loja n. 6. _ = Vendem-se saccas com farinba de man- dioca a 1600 e 2000 ; na ra da Cadeia-velha n. 35. Vende-se um preto de naci de 18 an- nos ; e uma moleca croula de bonita figura , propria para mucamba; nasCinco-pontasn. 71. ^ Vende-se um rico coeiro de casimira en- carnado bordado de seda ; na ra do Cabu- g Jo ja de miudezas junto da do Bandeira. Vende-se uma negra boa lavadeira ; na ra do Sol, sobrado n. 6. Vendem-so 4 partes de um sobrado de 2 andares na ra da Guia n. 29 pertencentes a 4 herdeiros: na ra das Trincheiras n. 39. == Vende-se por preco commodo um pian- no de armario duas boas camas franre/as pa- ra solteiro de colxoes do molas muito fofos, e bstanles frescos demogno, e outras mul- tas camas cadeiras bancas, commodas e selins novos e outros muitos objectos, que a vista dos compradores serao patentes; assim como se contina a receber lodo e qualquer objecto tanto novos como usados para se- ren vendidos por meio deste estabelecimento ; Vende-se uma negra de 40 annos co- zinha e tem mais algumas habilidades; na ra do Crespo n. 11. Vende-se uma rede branca trancada, com varandas de cor propria para tipoia ; na ra da Madre de Dos n. 9. Vendem-se barricas com cerveja de su- perior qualidade tanto branca como preta , por preco commodo ; em casa de Latham & Hibbert, ra do Trapixe n. 32. Vende-se pelo diminuto preco de 408 rs. um pianno desconcertado a vista do compra- dor abate-se algum cousa ; na ra da Praia n. 33 primeiro andar ou na praca da Inde- pendencia n. 17. Vende-se Miscellanea curiosa e proveito- sa em portuguez por 28 rs. ; o primeiro e se- gundo tomos de Virgilio em um s volume por 18 ". ; a obra de Roberto Burn em inglez por 28 rs ; na ra estreita do Rozario loja de cera n 3. Vende-se a grande casa e sitio da ra da Gloria que foi do Bandeira, boje de Jos An- tonio de Azevedo Santos; a tratar no sobrado de dous andares junto ao mesmo. Vende-se rap Meuron muito bom e barato dito princeza do Rio do Janeiro a 1000 rs. a libra : na ra do Cabug loja do Bandeira. Vende-se uma venda na ra dos Copia- res nasCinco-pontas n. 25 com poucos fun dos e commodos para familia ; a tratar na mesma. Na loja do Bom barateiro de Guerra Silva & Companhia na ra Nova o. 11, ven- dem-se vdros de 17 polegadas decomprido e 15 ditas de largo ditos com 22 de compridoe 16 de largo ditos quadrados com 25 ditos de al- Vende-se uma casa terrea na Capunga , na estrada do rio do lado direito junto a ven- da feita a moderna e faltando acabar algu- ma obra de pedreiro em chaos proprios, quin- tal solrivel com algunsarvoredos pequeos : na ra do Calahouco n. 9. = Vende-se uma venda com poucos fundos, na ra dos Pescadores n. 7. a tratar na mesma. = Vende-se uma preta croula com uma cria de 8 mezes ; na ra 'Augusta n. 22. =ss Vende-se uma cscrava de naci boa engommadeira e cozinbeira ; outra dita com as niesmas habilidades as nuaes se dao a con- tento parase experimentar; na ra Direita n 3. = Vende se urna armario nova mui bem feita, para venda ou outro qualquer esta- belecimento ; e traspassa-se a chavo da casa em muito bom lugar em Fra-de-portas, ra do Pillar ; a tratar na mesma ra n. 122. = Em casa de 15. Lasserro & Companhia , ra da Scnzala-velha n. 138. acha se a venda farello de muito boa qualidade em saccas de 3 arrobas ; assim como vinho de Bordeaux em caixas de duzia por preco commodo. Escravos fgidos. rea no Atierro da Roa-vista, um sitio em S. tura e 25 de largura proprios para quadros e Amaro com casa de pedra e cal, 4 quartos ,' vidracas. duas salas cozinha cacimba de boa agoa f = Vende-se uma canoa nova que pega portio na dita estrada mui bem plantado de'em 850 lijlos de alvenaria o outra mais an- varios arvoredos baixa para capim circula- j tga, que pega 750 ditos ; no sitio atraz do so- do o mesmo siiw vv5 uai, proprio para abrir |orado u aecio ivionieiro, = Fugio em 21 do corrente um cabra de nomo Jos, de 24 annos alto reforcado, com uma costura de golpe na testa e outra no pescoco com 3 denles de menos na parte su- perior rosto redondo nariz chato, e fal- la muitodescancada hecanoeiroe pescador; leyou calcas de estopa, ou algodiozinho ca- misa oe madapolao ou chita azul de quadri- nhos, cahpeo de palba branca, e bata cor de cravo ; foi comprado nesta praca a Jos Fran- cisco da Silva o qual foi remettido do Araca- ty pelo seu mano Antonio Francisco da Silva , o qual o houve por compra a Joao Chrisosto- mo de Oliveira, morador na dita villa ; quem o pegar leve a ra Nova loja n. 47 que ser gratificado. == Fugio nodia 16 do corrente o molequo Joio crioulo de 17 annos, algum tanto secco do corpo rosto redondo nariz e cabe- ca chatos com faltas de cabellos no meio da rabeca de carregnr peso em ambas as orelhas tem um calombinbo imitando a uma verruga , ps grandes e apalhetados pernas finas c6r fula e mios curtas levou calcas "de algodio grosso de dous fios camisa de algodiozinho ja usado e chapeo de palha grossa ; quem o pe- gar leve a ra do Collegio n. 12 que ser recompensado. == Fugio no da 20 do corrente ama escra- va de nome Josefa de naco Motambique , baixa magra com algumas cicalrizes na testa cor algum tanto fula; a qual foi de Francisco Xavier Mendes Junoi que a vendeo a Joaquim Jos Gomes ; quem a pegar leveao Becife na ra da Cruz n. 23 que re- ceber 80,000 rs. de gratificacio. = Fugio nodia 17 do corrente, ou anda pela parte das Cinco-puntas o negro Noberto, crioulo de 30 annos estatura mediana tdr fula odios grandes com barba mas sem suissas falla desenib-uada levou uma tr.iuxa de roupa ; quem o pegar leve a ra da Cruz n. 15 que ser recompensado. J llicira: na Tip. de M. F. db Faiua. =1843. |
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