Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04308


This item is only available as the following downloads:


Full Text
*
Anno de 184(3.
Terga Fera 24
ludo sfrors depende de nos mesmos; di nnm prudencia, moderago, e energa: cnn-
ttiuciaof como principiamos, e seremos apomadua cura dmir, ao entre aa NaqiXea mais
, illas. ( Prot-laraag.io da Aesembleia Ce ral do Bkasil,}
PAIITIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
Goianna, e Psrehyba, serondas e selles fciraa. Rio tirando doN 'rte, quintas feiraa.
B'iniii. e Gertnhuns, a 1i' e '24.
Cabo. Serinluem Rio Formoso. Porto Cairo, Msceio, e Ale-oas no 1 H e 21.
Boa ruta e Floreaa i3e 2 t. Santo \nl io quintas fern Olinde (odoa os da*. I
UIAS A >EMa[*A.
23 Sefi. a. Jijo Caprialra.o F. Aud do J del, da 2..
24 leiii. a Fortunato M l.l, Aud do J da l). da 3 .
25 su.'l. a Crisu>m e Criapiniano Ira. Mm }ud do J. de D. di 1. T.
2d i>"I. a_ R.srutoP M. Aud do J. de D.tlai.r.
27 ex jeam a. ELxbu lmp. Vu-l no J. de 1). da 2, t.
}S m. d JVmjn e a. Judas Thadeo App.
J de Outubro Anno XIX. N. 230>
O DlktfO publicase todos os dias q-ie n.'io forem S-ntifi^adoa: o preco da M,,*V,a'*,0
de irea 1 rea por quartel pujos adianladoa Os annonnins dos .ssijnsnies sioir.se
mil eoa dos que nio toreas a mvio de MJ res p r linh. As r.-lsn>ac;.a desam '
Rulas eata Tip., ra daa Ctuea N. >, ou ar-ra^a da Independencia loja delirroa S. ".
_
ciMBiusVi da .3 de Outubro.
oompr
Caasbio aobra Londraa 1 6 d.
Pane 7j res por franco,
, Latba ll porlUOdaprsaio.
Ota.o-Jio.da dt fl.tOO V. Ifi 5 '"
N. 16.J0J
O'
i 800
l,c.Ol)
ds 4,1)00
PiaTA-Palacea
* Petoa Colunnarss
dito M-sn-anos
Mo.dad.cobi. 2 por oenlo.
ld.dleuaad.bi>as finis i a 1 1|1 }.
PHA.SES A LUA\0 MEZ DE OUTUBRO.
La Cheia 4 8, seShorsse 57 ranh I La ora 3, a Shoraa el C m da m.
Quart. ing. 4 16, aallaor.s. 30. .I.m | {un creso, i 3J, 2* ss da o.
Pleamar de huje.
1. a 6 horas a 6 aa. da sn.aa. | ti horas a 30 da tarde:
senda.
17 7U
16 500
9 200
l >20
1 8 0
1 S.U
EXTERIOR.
PORTUGAL.
J1Z0 DA SESSO LKGISI.ATiVA ORDINARIA
M 18.3.
A enmara tinha dous grandes deveres cum-
irir : firmar slidamente a reslauraco, e rea-
lzar os mclhoraincntos.que ha lano lempo, se
esperado lo syslema representativo : enlre es-
ta*i tilias urgenlissimas neeessidades collocar-se
pobremente sem ostentacio sem exaggera-
ccs nein odios.
A carta devia renaseer entre nos urna poca
de felciliado: foi por ella, que o niais puto san-
guc insopou o solo da pal ia ; por ella o lon-
go capliveiro a solido dos enreeres a ngonia
nos patbulos, o combate desigual de um con-
tra cen: por ella tantos padecimcnlos tuntas
lagrimas: o tmulo esquecido do soldado e o
morrer contente abracado com a santa esperan-
ca da bbenlade.
As tradicedes gloriosas da historia moderna
de Portugal piriencein-lho todas: os grandes
feilos. e o* grandes sacrificios sao um tcslciuu-
nbo indclevel, eterno, que a procbmaoque
a arraigan no paiz. Cabio e chorar So-na as al-
mas puras: a espada do sabio e do soldado ,
do popular e da nohrexa lu/io no sol da pe-
leja, ein fleiras maricas no lia da luda e
depois de largo con bate a ban.leira da rege-
neraca.ist)ci:tl hasteou-se no meio do povo en-
tre SHudafden e victorias.
N'uin n.ompnto de irritaeodo tristes illu-
soo racpnrn-nn. o joryTao-SO a Uww oulra J
como se po.lessem tirar aquella as siinpalbias ,
o amor e a saudade de tantos nobres coratocs
que a sellarlo com o seu sangue no campo e no
cada faUo.
Agitro-sc enrednro-sc giierre.'irao-se
partidos,e matiz de partidos, gerados no seioda
revoluto; edurante hj'go periodo opaiiou-
via atiento as ra/.oes de ambos os latios pesa-
va as obras. aflfii-as pelas promessas, e menea-
va melanclicamente a cabeca : de lanos e
lio proinptos futuros nem um s sp realisou :
ficou pobre, e escarnecida: nao Ibe fi/erao bein
neohum lancariio o germen de um horrendo
incendio civil eslrennrlo irmaos pela crenca,
e col loe rao-nos (ate a face como soldados do
campos contrarios a finir ferros, a rugir gri-
tos do vingahea, a escorrer o poueo sangue, que
os mais valerosos linh*0 salvado da espadados
inmignsda liberda.le. Oqueatoalli fAra ques-
tao controversia le opinioes administrativas, ou
desconlianca do acert governalivo de ci-rtas
pessoas, trocarao- no em seita.ibs|.ieib.sa e ine-
xoravel. e cinvoearflo melade dos filbos la mili
palria para ir rasgar o pedo a nutra melado.
ui'riSo comecar a lazer-nos dilosos pela
desun io.
0 lempo foi provondo cada vez mais o gra-
FOLHETIM.
O BRAZEIRO.C)
2.
Dgne-se V. M. altender-mndisseo mon-
sc.-Oiiii'is velhi dos dous m>f8 chamaa-s<'
Sancho: era u.n cavalhein perteito, viva ima-
cem le seu Ul{ cabellos prutos, la. es Coradas,
olh.is vivse suberLos, alto eesbelto... 1 b se
lieusllio tiveso prolongado vida, havia ler
fcill fallar tle si. Na itlnde de 22 IMMM j tinha
todas asqualldades pie adornan um uiierreiro.
geivio sob > commaiido de Antonio Spinola na
Flamlres, no execltoque tomou a pmv deds-
tenie, p.ehavia resistido a um asserim de Ires
aunos e um mei Era em lOOi. Que alegra lia-
ra o onde de l'ennacerrada e para a uondeca ,
que aimlaenlao vnia, quantlosuu filbo, depois
de lio dilatada ausencia. ollou aos ;eus lares.
Mas iiilelismenle a alegra durou pouco: ebegao
O Vide Diario n. 229.
vissimo erro que drn exigencia a essa pova
ordeni de rousns : a convulso febril sacmlio o
orpo dasso e desangrado do reino, e aggravou-
Ibe as dores, sem Ibe remediar os males: a lis-
ussao meditada sisuila do parlamento subsli-
luio-o a dialeclica da praca : arvorarao Ihro
nos diversos influencias Sem inlelligencia:
o |>lebescito decrelou as ras e escreveu as de-
ci>oescom a bayoneta, ale no atrio das corles.
S reslava um passo para se entrar no drama
anguenlo deanarebia sent era j comecn-
do: as coleras las parcialidades, incisivas e tem-
pestuosas, linbao buscado para apoio o bulcao
popular, elle sollou a voz e s entao empali-
deCrao: s enlo recu^rao c se voltario
para enlrear aquella procella, que os amcacava
le veras a lodos.
I'oi amarga, cruelissima a alternativa c a
lieo tremenda: servio-lhe do poutohoje
tornao a suscital-a.
Mas estas lucias dcspertario al os indife-
rcnlesa dous passos do despendo refugirao
os mais seguros : smadurereo a idn da restan
raeo : o procciso estaba leilo a scutenca nao
se demorn.
Veio finiilmenle a consumacao do pensamen-
lo geral nem urna gola de sangue o maculou
nem um suspiro lamenlou do coraeo o c-
digo que cxpirou sem um signcl de pesar. A
revolucao de Setembro nao creara interesses,
i|UC a vinculassem as reformas pie Iracan ;
liesilou, ficou imomplea mttrcnrao um alvo,
e depois tiverao susto de o acertar ; osyslemo.
que ailoptou para se constituir rodeo-a de des-
eontenlnipnto, veis achou-se s'>, e cabio quasi sem um a-
migo.
A restauraco foi um acto espontaneo: niio
colbeo a lodos de sobresalto como a revolta do
lia 9: nao rebentou inesperadamente : muitos
a pediao, e a desejavao : acceilaiao-na sem
hi'sil oes: eslava se n'uina incerte/a perenne :
falleciao no antigo rgimen os ineios decisivos
de asseotar urna organisaeo previdente, reflec
(ida e combinada que enrtasse pela raiz o
herpes, e caminbasse sem ahondo por urna es-
trada segura aos grandes melhoramcntos^posili-
vos, que os partidos se niio carica o ha, vinte
annos, de apregoar, sem nunca o* desin\oivcr
mando pous.. 8 mao no leme do Estado.
A constituidlo de l8:!8es-on multo das paixoes. que Ihe eercaro o herco :
n'apadamenle Ihe abri cada parrialidade um
caminho escuro por onile se atirasse na hora do
triumpho resentia-se dn cabos poltico, Ion-
de a tirara informe c sem vigor o dedo das fac-
iales.
Os Selembrislas bem oconherrao ; n"o ti-
nhao por ella affeico, nem simpalhias : nao
appareceo um s. que imilasse os defensores Carla : um s, que dse lesemunho de crenca
sincera retirando-se doemprego, que servia :
um da magistrados e esbirros eenlriio no cas-
tello on ie.\flnso o sabio militas ve/es des-
cancra, c premlem D. Sancho. Era acensado
um l'ennacerrada aecusnd i !de ler tido n-la-
cf'cs riminosas c.m os defensores de Oslende
durante o cerco. Tinha-se interceptado una
.arta, ainda que sem asignatura, cuja leltra
pareca ser de |l. Samho; e npesar de ni^ar
constanlemenle. o rime foi dado por provado e
I). Sandio onilemnado/i morte.
No dia destinado para a evecucao linba-seo
ronde encerrado no seu palacio de Madrid, in.m
iln recebe urna carta de um cflicial uas guarda*
Walonas, na qual, cedendoa voz la conscien-
cia, se aicusava do crime altribuido al). San-
cho, c declarava pie em castigo se ia suicidar
rom um tiro de pistola.
Sobresaltad, Ta de si. o conde corre o
pavo. ecMii impaciencia febril levado da d*n
pungente le um pal] rompe pelas guardas at
a.i qnaitn unne elrl eslava Vossa Maaestade e-
ra .-te re, lcmbiar-sc-tia disto? ."stava assen-
tado na sua cadeira como ainda agora no mes
mu lunar O rardeal duque de i.erma eslavo a>
pede V. M.. t- a p..uca distancia o piimeiro se-
cretario 1). Rodrigo Caldern.
O conde deiiou-se aos pus eliei, mas a sua
nem um. Este felo a prova evidente
irrecusawl do quodirenio<.
O ministerio que expressou a resoluao do paiz,
formulando-a pelos modos legues, sntisleila a
sua missao leve de so retirar: quaesquer que
fossem os talemos e a importancia das persona-
gens de que s* compunba, nao pedia conti-
nuar sem mauifesla contr.idiccao sem usurpar
aos bonicos, que oiiarao declarar e sustentar H
onttde nacional,aret-ponsahelidade, que loma
rao sobre si: era ir contra as mximas consti-
tucionaes; eaadministracSoMoustnho resi^nnu
o poder para deixar livre a naci o seu voto
sobre os acoiitecimentos da restauraco do le-
ve re i ro.
Dinnlo. da urna poderia ainda figurar-se in-
certo e arriscado o desfecho da questiio : he par
l uue os contrarios nos emprazavio se o sen-
tir do paiz nos fosse opposto era all eso all,
que o rerediet independen te e decisivo se ti-
nha de pronunciar.
Na urna um reino inteiro respomleo quasi
unnime, arcciandocom o gabinete 0sua po-
ltica os principios, que repM'sentava : a inaio-
ria parlamentar atlherio explcitamente s dou-
trinase sy-teni' do governo.
Mas anterior a restauraco le fevereiro, rom-
peo a colligaeao pela arena poltica. As ambi-
Ces indi.iduaes, desengaadas da fraque/a das
fraices, que as es-eiavao ; b-scsperatlns das
tristes derrotas que Ihe* enebiio as paginas do
seu bolelim de campanba e certas de que a
guerra de modas eriladas, que pela\ao de
longe e a furto as descomeituavao em vez ib-
as adiantar a bom passo para a meta que de-
sejavao attingir similhbntes aos puritanos es-
coceses ronvocario para o campo de Israel o
rebanho disperso das seilas e partidos: disculi rio
em conciliablo secreto, e depoistrouxerao a luz
do dia o espantoso resnltatlo das delihcracoe-
-- o plano inesperado inslito de urna al-
lianga monstruosa que seabracava c pardo -
ava sobre a esperanca do urna pasta .sacrifi-
cando ao calculo urna pequea addicao a
consciencia s ambieoes as crencas : e
ao pae'o tima nacati inleira.
O* que se declaiavao a si mesmos por um
senalusconsultos -os nnicoscartislaseslrenui-s,
que despresa.ao os prudentescomofez.es, que
erilurvavao o opelli. do e puro da sua l 88-
tendrao graciamente o braco .'i asqoerdl. e
ib-rio mao aos sectarias da monan hia velha !
assim Iravados econormes entrarlo pela c-
mara dentro comoconiuistadores.
0> Selembrislas, retalhados no interior pe-
las lucias enleslinns ; repartidos em dous ar-
ri,;ies pagaiao u>as nao riscaiio de toio
urna lelra do s u estandarte, aceeilendo esta
lommunlio : enlre os exasperados, oue lirada-
vio desaliiindamenlc ranle equeriao nnti'-
eipar pir um salto moital o eterno progmdir
las sociedades e os moderados, que nao que-
perturbaffio era Io grando que niio pode pro-
ferir urna s palnva. Foi enla' que \ M., t<>m
Inesa severa e loni de soberano, Iba pergunlou
qtiem era, ecomo se poda atrever -i e.-lrar na
cmara nal sem ser annunciado, o que era gra-
vsimo crime contra a etiqueta.
Senborexrlamou em lagrimas o onde de
IVnnat errada tenha ld.i um pal que sti em
perigo de perder seu liiho. Querem matar mm
lilho. Senlior, meu filbo innocente; aqui es-
t a prova,
E o comi com mao trmula appresentava
elicia caita do ollidal las guanla-i Walonas.
Mas eliei Itnmovel lespoiidi-u:O moidomodo
palixio recebe to as as p. Iic'n-s para elrei; reti-
rai-vos. pculregai-llie a vossa. Ao depois ser
examinada.
A> depois de presumir que o conde de
Pcnnacerrada, bal vassallo, nao eslava senboi
de si guando se atieviu a diser a elrei: J, se-
nbor, deve-sej decidir ate objeclo, poique...
ouvis u c' io j se ouv a locar). As baduladas daquella
eompanbia acompanliio neu iilio moite. Ou-
\is a ladaiiiba 1 Siai vozi-s dos |ienileoles que
animpanlto meu infeliz filhoa quem levo pu-
ra O l'liuiUMI, 3 4U0 siai i0i.ijie, Seililuf.
riioalirar-se adianto tiesta vanguarda tleSpnr-
Ihmis para Ihe nao ear--m dwfeitos o> |i'-<
os rhefi's la hoste revolta abrirlo a IransaetSn ,
que mansa e donen ente sem periso >1. can :ai
ou morrer o* devia alear ao poder. I neos
a sos, confia rio que o-* slliados llu-s presta tiSo
i |ue Ibes faltava inlelligencia robusta e or-
|sanisadora que os guiasso.
Os reali-tas, aflerrados hs iilei.is de julgarem
isto milito pomo maduro para as inslitoiccS
retiresentat'vns Segundo os mais humanos ;
le louca e illegitima rexolla segundo o into-
lerantes nao dllviilario tomar pule na come-
dia reservando para si o papel do rei po
vem de improviso no desenlace desabotouro
easaro e dizer conbeees-mc !
PormodestM representavan o tertius gnudfil
Ora por bem pomo vista a innocencia polti-
ca tos cus alliadns se Ihn oflerecia onasiao
oportuna tle pratiear a estrategia de 1828.
Todo este mmoinhar rem bracos de Briarcu pararlo em antenas de
tarntula: vencidos colle< lamente combo j
'oro em separado s huraro face da na-
ci um documento, que os lia de energonbar,
quando chegar o iia do arrependimento Estes
nio ousario di/ev com Francisco I : /ok e.
perdu hormis l'hnnneur
Veio a restauraco : s'> a um partido trazia
rila recoril.n u-* dulorosaa'.s a esse partido loe-
ria como lembranca pungente da pagina de
victorias, uue a letra da carta cstnmpnu na fren-
te dos Vencidos : ouviro-na invocar nos com-
bates; viro-na tiiumpbar a despeito de mil es-
forcos : [tara osoiiti> era smbolo de paz e
unio. Mas nao o acceilaroririo-s, econ-
tinario a guerrear juntos abracados !
Queremos a carta mas nao assun o
Ihema que se vo/ea. Tradu/ao-no; e digo
francamente, deem-nos o poder a nos, que a nio
sustentamos, que a espedacamos e o que hoje
/> rnim, e pessimo rehaptisado por m&- s puras,
sal ira santo e immaculado.
K po/ciao-se a repisar as esfarrapndas trivia-
lidades il'outro lempo. Ninguem os acredita ;
mas ninguem lambem os emmudece. Satisfa-
/em o seu emprego d'opposictocom toda a cons-
ciencia.
A cmara romo dissemos j collocou-se
nobreinente entre os i-slremos : Sf>m odios, nem
exagcraties: entre as mais palpaveis enfermida-
desdo nai/ desnl'ressadamenle; sem cor, nem
matiz le pnrciabdadeti-ndo sopor alvo um
dver sagrado o de lomar a caria urna rea-
lidade.
A sesso foi solemne, e grandiosa : estendeo.
o ramo de paz aos scus inimigos irreconciliaveis
ronvidnu os para Ibes partilliar urna parte da
gloria de acudir aos males, que se ngravavio
com a demorn do remedio e ueste intento pa-
tritico nao olbou para p-robles mas olhou s
para talentosesuicncia: baldou diligencias com
Assim fa'lando o conde abracou n joelhos de
elrei, arraslou-se a l.i-rma, implorou alea I). Rodrigo Caldern o
despresivel avenlurein, a ambos disse:
Meus pre idos senhores, un os vossos ro-
KOS aos meus para que e'rei assiiiie o pcfdio
de neu filho. Urna pinna! Tinta! Em poucos '
minutos j nio lempo.
Ocardeal e o secretario ficarao mudos c^mo
vos, senbor. Apesar disSo V. I\l. patecia coiu-
minido. e o conde se oproveitou(leste momen-
to pata Ibe dar na man a < aria, prova da ii no-
cent ia de sen fillm, e al se alieveu a t-inar urna
pinna da mesa e appn'Sentai-Jh'a. l'orem en-
lio I) Uodiigo que Vi M. acaba de eiiceriar ,,a
turro de Segovia, disse em voz. quasi sumida:
Senhor s bi presidente do cnstlhode (a>lel-
la peitence appiesenlar a V M. a peana cun
que ha de asignar o perdi de um condem-
uado.
E elrei o que disse ? Interrompt-u Isa-
bel sem fuligoc na maior ogilaco.
Meu Dt us bradou Fib'ppe 3. quasi ao
mesmo lempo.Nio s-l o pie sinto le icpi nte.
Nao adiis que estequaitocsli frii? Muguen)
l iisiiumit-u, ccci accrcsccniou: O vento da



I
muilos mas mistcr lazer justica aos outros
deconfcssar. que pondo do pJr(e quesles es-
lranhas a ajudarlo rom vigor e boas intencdcs
No syst ma representativo forcoso, que lo-
das as rapacidades dislinctas ton em o seu pos-
to, e ajudem a manobrar a nu do estado : nao
halo lcar su descansadamente a verlraha-
Jhar os outros soirinrto-lhe urna vaidade roi-
ca : se vni errado o rumo apontem o verdadei-
ro : se mos inhabeis desaeerto guiem-
os : quando se desapprova tudo a oppnsiclo
nao tem o direito de estar parada do bracos en-
casados av-lairafundando-ae pelos mares
revoltos: nao p -de sem cri.no de fesa-naclo
saudar o destroc, segura em porto sem tor-
menta. Apresente-se loalmente : formule a
acensado; prove- com as vantagens doseu
systema cm circunstancias idnticas, e s de-
pois que pode appellar para o povo appellar
justa ('sinceramente !
Hoje a sociedade eaminha sompre, c n5o se
detem a esperar por um homern: essas illustra-
oes t.verao o d-sgoslo de o observar : grandes
reformas, e melhoramentos se oropozerao.e vo-
tarlo sem o seu auxilio contra os seus esorcos
na tri una; apc-ar prenta, ouo n.ulliplicou a ira na propoiclo do
que perda em consideracSo, e torca.
A cmara cinuin-se ao programma de 27 de
Fevereirovictoriad.) pelas esperancas, esauda
Cdw do partido nacional: esqueecu o passado
co.ib.ceu a prominencia do principio que re-
presenlava asua fortaleza: acolheu como ir-
n.aos todos os membros da sondado porlu'me-
261 sem dislmnao de .lisies, 011 de servicos :
nao o relaxou a tingancas pequeas; nao recor-
d.unima poca de lulo, em que lompia cada
da orvallado do pranto de cera familias ; or-
phfio d amparo pelo ostracismo demissorio ; os
rocotes se os bouve nao pausarlo de receios:
ptdo passado ninguem Boflreu.
Deixou-o historia ella, que migue esen-
tcnceic.
que pelos peridicos, e pracas esperguieava a
loqueacia inexgotavel dos seus antagonistas-
apo.ando na resposta ao discurso da cora a
poltica do ministerio, tomara a cmara solida-
riamente essa obngaco : concedendo o bil de
indemnidades que circunstancias especiaos ne-
cessitarao o governo a vir pedir, provou a con-
tornea, que traba na marcha d-adminislraco
por estes dous actos a maioria a.,on,ou d(%c
idamente o cam.nbo, que tinba detiilharna
legislatura, em quanto o gabinete de 27 de IV
vereiro se nao aparlasse dos principios, que de-
clarou positivamenlo no seu programma
Por estes dous actos importantsimos ficou
delm.t.vimei.teconstituidoogovernoparlamen-
.ar; sem equvocos possiveis: a administrado,
consultando o voto nacional sobro os acontcci-
inentosdc I-evereiro adi.nte da urna obleve
plena approvado: sujetando depois cmara a
Ma existencia, tornando-a dependentoda ques-
lao constitucional, aceitou deliberada, e fran-
camente as consequencias.
As faccoes variegadas, que rctalhao o seio do
Pyg.no. chamado colligado. se havilo fundi-
do todas, pparentemente ao menos, n'uma cor
n.i.imum.e uniforme, sanligos depulados do
centro os denominados doctrinarios, ou ordei-
ros por imita, ao Guizot que em 18W ir-
radiado do sotmbrismo puritano para se avi-
Mnbaremdadireita, deitaro-se arrependidos
ios p s da esquerda e com a sua boa f pro-
verbial ; e exclamarlo um penilet melieni so-
noro, que barmonisasse com o vevtctis d'a-
mellf n'.rilo n" "''-----------" v'1"3 u "" I 7" '",",v'. "w conservando igua in-
u< le partido. Depon congraeerao-se miseri- >p*ndenca Conformes no systema no o n-
raa aueC.S eX,,,Cl" **"* Asd"u- Mmenl e no aho *"* oJnZ\Z,Pfl
Entretanto n3o se esquecero de asseaurar I sado para o revocar vida : conhece,que a la-
posit.vamente i nCao,que pesar do seu po ico gilimid -dose ba na durarlo e na ventura d
valor numrico, detras daquelles bancos relea-
dos linbo o reino inteiro e que se Ihe con
fiassem o rumo dessa nao desarvorada, em hro-
veatrariaoa porto de salvamento por amor
do paiz j se \ epor nada mais !
_ A in oria, e a na<;ao leem tido a desgraca de
nao le acceitarein a generosa resignado : de
os nao ouvir mesmo.
Nao se carece demuiatilada nlelligenciapa-
ra antever o cabos poltico, em que (cariamos,
se qualquer dos elementos colligados preponde-
rasse, ese constituase em governo: a ainui-
cao de ealculo, que o umu, di.partia-os e o
mais loile depois de luctar larga, e cruamente,
venca mas frouxo. e dbil.tado sem vigor,
nem energa para emprebendercousa de vanta-
gem no paiz.
O desenganonSo Ihes serve a elles de lic3o:
causa piedide el-os a espreitar qualquer ap-
parncia, n palpar qualquer divergencia m-
nima a aflagar e aii.eigar um dia a maioria
a escarncela o aflron!al-a no seguinte a
medida que a magino mais ou menos avora-
vel aos seus desejos.
A cmara tem conservado toda a indepen-
dencia sem se desviar um passo doseu norte :
entre a servidlo que nao parlamentar e a
coherencia o unidade do principios medea urna
distancia imn.ensuravel. A cmara julga se-
gundo a sua opiniao; o ministerio partilha-a
nos pontos essenciaes conservando
BjamV Ja responsabilidade, que Ibo toca,
houye-se lisa, e desengaadamente. O governo,
participando desta poltica sensata, cobnu COili
o perdi do esquecimenlo os erros e desvos.que
arrasiarao alguna imprudentes : fez mais .' cs-
tendeu a mo ao prtalo vencido em Evora-
Monte, c esforcou-te por Ihe sogurar urna sub-
sisten a honesta, a despeito da guerra, que Ihe
mova pela imprensa, e na tribuna.
Cada um obrou segundo as mximas do seu
coracao, e pensamento: a cmara arrancndo-o
dos bra?os da miseria s viu urna Imcioda
familia portugueza qual convinha salvar do
prompto : ella cusr,iu-a d'injurias e calum-
posamentc como subversivas : o porto Piro e
o solemne manifest da ordem. por iransicco
innocente pararao na conlradiccao plena dasan
ecedentes maximasgovernativas: a orderntrans-
lor...ou-se no w/r/o d, poro as ironas
nomice tnbunicia, ans peito* forrados de deco-
rafJfes escondidas debaixo da opa pipular aos
gallitos carrtgados dunas a todos os i,tole-
ruten abusos revolucionarios tronarlo-so cm re-
ir. ta(oes, e na famosa substituido ao projecto
de resposta ao discurso da coroa !
centro filho bastardo da esquerda, qniz
Jlgir dos bracos, em que nasceu mas ao Jluz
da sua cr.acao falleceu a forca do verbo eterno
hcou enfesado ; leve do voltar para o seu an-
t.go posto melanclico, c envergonha.lo, co-
mo escolar travesso que torna ao aborrecido
hvro.
Os carlistas estremes atravessarao o estrello,
ueosseparava da esquerda, e pozero-sc bom-
r,v"'l"u *"" cu>i,iu-a u in|unas e calum- '---------1- v.-..1unia, e pozerao-se liom-
nias:v.,le muitos volumes de reflexoes mora.es l,ro a bomDro a "premier a tctica dos velera-
a n.lrl I.,,!. ~.,\ <_____ ___ ii I nos na (ou um no logar, que Ibe cabe : o punsamento go-
vernat.vo idntico-j o provou a cmara re-
pet.das vezes nesta sessao c o governo ten. o
Apcsar destas mximas innegaveis, palpadas por
lodos a minora aproveita-se com umasince-
ndade pasmosa de disidencias quase invisiveis,
que nao tem nem pode ter significacao consti-
tucional ; eannuncia eslrondosamente o di-
vorcio parlamentar ; todas as vezes porem que
o fez sofreu o dissabor de ser desmentida em
poucas horas e do arrasar o seu castello de
'rea disparando-Ihe os tiros contradictorios da
tribuna e da imprensa.
A sesslodo 1843 o urna das mais proveito-
dos senlar-se all com a crenca dos princ| ios
arraigada n alma ; mas ensinados pela experi-
encia '-
a retnbuicao ~ nao temos que Ibe accre.s-
eentar !
0 parlamento apresentou-se, conhecendo as
urgontissimas necessidades a que era preciso
acudir logo : a reslauracao foi um acto nacio-
nal, que sifjnificou a reconstrucao de um sy.ste-
ma em todas as relaces combinadas; ei to-
dos os seus variados aspectos: a siluacao gra
vissima a responsabilidadommensa, que va
diante de si os estorvos. e delongas. qu pre-
via na opposicao, tudo isto ligado/estreitaiiicn-
tetravadocom a absoluta prec.sao de reformar
em grande parte a organisacao administrativa ,
e (nanreira, no espaco de urna sessao no mais
essencial:-em vez de desmatar, recresceua
energa, ezelo da cmara. Ousou arroslar com
o* preconceitos pblicos cbm os enredos po-
lticos .Jos colligados, com a quebra de inters
ses individuoes, e suster boira do abysmo com
braco robusto o despendo da nai;ao : a lucia foi
spera e longa mas venceu-a! venceu-a no-
Lrcmente !
A reslauracao tinba alem disto de responder
com a argumenta..ao dos fados s declamaccs,
marco assopra pela janella, e eu sinto-mngela-
do. Obrazeiroesl quusi apagado. AgOia, re-
ver.ii'io. coniiuuaia vossa historia.
Ksiou piompto; mas Vossa Magstade pa-
rece ffrrr mais h tal vez seria conveniente o
fin. dilla para oulra (xcasiao. J)c modo
neuliiiHi, so rio, continuai.
> SIhidis-e a princesacontinuai: o que
disse elieiquando |). Itodrijio assim (hIIou ?
Ir. Ambrosio por um momento obseivou Fi-
Ilppe :). paia ver se nota va abrum si^naldeper-
tnibacaono seo rosto; depois cootinuou com
vo. de hoiucn que cunta una liistona ordina-
ria :
Klrol recordado de urna resra de que talvez se
la es.|u.'.eodo, a^radeceu com nina ncliiiaviu
de caneca a II. Rodrigo, e dis.se-llie: veiJade,
Diaridaf p .corar I). Vi.entoGon/aga.
' impo.ssiv.i piiiuf b iii'prt.ssa que vislum-
bra va lies rostes de todos ..s circuiiisianles. ()
monge fi-r orna pausa, durante a qual seil.epo-
' o.ivi. batel o eoraclooopeifo;e depois pro-
nos na guerra de opposicao : alguns atiradores
adiaotarao-se ma.s e jurarlo bandeiras.
A esquerda essa (cou, o que era d'antes
o que tem sido se.i.prc: urna fragoa donde
solo por sua ordem tons diversos que partem
d um mesmo ponto.
Ora todos estes malzcs lavrados no ch8o
uniforme de ambicoes, e odios, solelrarao.cvo-
carlo o mesmo thema : os orderos aecusaro
o poder de nlo ler forca |.ropra ; de girar
aosoprod'influenciaseslranbas; de compro-
metteracorOa, e desorganisar a administra-
ao Ossetembristas agarrarlo-so taboa
ja gasta do systema linanceiro ; de erros gover-
namcnlaes; de sacrificio da dignidade nacional
de desorganisaiao, e exterminio das leis, e ho-
mens de Setembro: e mediHo as galeras durante
'sla amplilicacao aos fundamentos doschristlov
novos do centro- os carlistas menos sublis. e
pouco praticos clamarlo no mesmo lom da
escala al onde podiao ir decentemente sem
renegar de todo ostensivamente sem prvoca
algum melindre de doulrina, que disper.-assees-
ta reuniao unnime decommunboes diversas,
separando cala um para seu lado.
estranhaso timbre da cmara foi a tolerancia
Neniiuma outra assemblea poltica revelou des-
-e o conieco este desojo Com maior publi. ida-
do ; nenhuma oppoz lio vigorosa neutralidade
as paixoes brasadas e arden tes : nenhuma
lesdobrou com maior vonlade um \6o de os-
quecimento sobre as obras dos que a precede-
rlo. Decididamente marcou o progredir de
27 de everoiro em dianle cornndo pelo pas-
sado urna vista s para fazer justica ao bom ,
proveilal-o e amplial-o.
Nao indifferenca poltica mas conhoci-
menlo do sentir do pai/. Depois dovacillai
incerto de tantos onnos tenue elle para a
quietaco : para o estado normal e solido : os
h'.inens de inteligencia que unen, ao desojo
sincero do bom a vontado de concorrer para a
>ua pratica. j esto longo da infancia polifira :
ja nao tenia., desatinadamente abalar de sbito
a socie.lade para a fa/er progredir do salto: sa-
i'cm, que as tempestados continuas assolao o
nao fort.hsao. O espirito publico amostrado ,
pela dolorosa exper enca do nue lnn aconte- i. q,
um systeina vardadeiramenle frtil em resulla-
dos vantajosos para o reino.
Hoj" j soanacbronicas as theori-s exclu-
sivamenle especulativas : a naco j se nlo fia
em promessas, pede, quer, exige factos; exi-
ge toda as condices do governo da Carla de
I82G: as relaces independentes o regulares
dos poderes: aperfoicoamentos reaes e medita-
dos dos negocios; leis, que favoreci e aviven*
tem o eoiumereio as artes, e a industria ;
leis nascidas de estudo e experiencia trahalba
das com madureza (citas com onscienoi.
Apoia o ministerio parlamentar que manleni
a or.iem e a soguranca publica que repelle
firme e inabalavel as tentativas de capacidades
apaixona.las dessocogadas que atiri pro-
grammas sem fo nem crdito. Hoje, repetilmol-
o a sociedade de 184.1 nao a sociedade de
1834 : a agitarlo lebril acabou e lodos que-
rem a realidade das cousas ninguem se con-
tenta s com pala vi as.
Estamos n'um momento de repouso: ossymp-
tomas nao sao de Iludir : lassos e debilitados
das violentas commoces.por que passmos__s
portas do urna nova siluacao, que vai romper:
I mistar enoeral-a friamcnie com oprumo
na mo ; definir os bomens e as cousus : pesar
os (actos e as tendencias. Este que pro-
gresso constitucionalo oulro arrebatado, sol-
t e imprevidente para sempre n'uma ca-
taslrophe.
A cmara representa esta tendencia esta
vonlade nacional: o governo compiehende-a__
ovem adianto para a guiar eaproveitar. liste
reflexo do estado social empobrece o archivo
declamatorio da opposiclo; mas o paiz pela in-
liflerenoa, com que ouve o prego diario das
vantagens futuias que o aguardio se um mi-
nisterio bastardo empollar o poder Ibe des-
Iroe at o menor vislumbre de osperanca.
Diante do estado actual a camaia e a admi-
nistracao unirlo os seus esorcos e presenta-
rlo grandes resultados: pelos orcamentos
dos diversos ministerios, acompanhados de
projoctos de urg.-ntissimas reformas, viu o par-
lamento economas de cifras, c nao deappa-
roncias; realidades e nao declamarles; pro-
videncias apontadas para se verificarem reduc-
ces radicaos e desde logo eUoclivas. Depois
.o desamparo em que se delinhan as colonias,
ha tantos annos rompe urna nova poca para
aquellas possesses; cuida so em as nielhorar.
vieroo desnfn* d n, ir.. ,r. *"lu' '"0 |'ocji ; cuma so em as nielhorar,
I o il 7 i deou,r".co''J""-* (ovenilo se com 0,c,o em extirpar os males
IS mas ella j d: nada Ihe servia.Agora, senhor,
contare! a historia do seaundo Ponnacerrada ?
Su-pendei-dii.seelreiisso multo trisie.
^ao sabis oulra cousa '.'
Ali exclamou a princesa das Asturias
com o lom que nina dama joven e bella nunca
emproga intilmentepenuitta V. M. que o pa-
dre acabe a sua historia. Interassa-me no ulti-
mo ponto, e domis preciso que eu aprenda
as couss de llespanha e os us..s da sua edite.
Elrei reodeu-se e com um ac.no ordenou ao
monge que conlinuasse. a Depois do assassi-
niodeseu filho Sancho, o conde resolveu pas
ido suspira pelo assenlo e firmeza do presen
le; anlevfl os destinos futuros o propara-os
laucando o germen de ulili'simos melbora-
menlos; mas tem mu presente e vivo o pos
firmemente resolvido ser fiel ao seu juramento,
lassarao-seannos, e II. Fernando eslava ho-
mern. ISoanno de 1611, justamente hoje az
dez annos, completou o d. zenove, bello como
soui.mao. Nesta pocha, sem motivo conheci-
00, i) Fernando cahiu em p.ofunda n.olanuo-
lia. O castello velho. em que tinha passado a
sua adolescen. ia pe.deu pala elle todos os en-
cantos: Irequei.tes vesos foi visto no alto de urna
rocha olhando para o lado do bscurial. O pai
que o amata como um pai de sesenta annos
lina O seu filho nico, a osperanca e ronsolu-
Clo de sua velhice, o herdeiro do seu nomo o
|ue as dovorao em cortar os abusos pela ra* :
-annunca-se o projecto do cdigo florestal ,
que aproveitando o molhor das mudase uleis
leis que pelo cstabclociri enlo do systema re-
P osentativo caducaro por urna l em combi-
nada administrado affi.nca, alem docosteio
necessario grande, produelo para o lhosoi.ro
a formado de urna escola de construido
naval que nos habilite utilisar, os talentos
rom vantagem da fazenda publica, provio, que
o iovorno se adianta com passos firmes pela
estrada, que encetou.
As relaces com os potencias eslrnngeirps
lom-se ctre.lado e ampliado : prometiendo fa-
cililagaoaocoinmerro ; tranquilidade, e har-
mona as pos.ces respectivas,en. que nos acha-
moscom ellas. Conven, oes imporlanloscon-
cluirao se a despeito de inmensas diffieuldades,
segurando j mui importantes efleitos c an-
nunciando para o dianle singular conveni-
encia.
Em cenlo e quarenla e um das de sessao or-
e approvou sessenla e
um projo.los lodos de momento mas al-
guns de especia, n.agnilude : alguns que em
pouco lempo mudarlo o aspeclo do pai/.
O* interesaos mateiiaoa enlavo os deslinos
sarcom seu lilho Fernando o roste^doaeusdias ul. ,L *' "F"? ** "u n'" l
nocaaiollodaserrade luadarrama A mwltfaJEtTZi* T n,re fa,"i,ia muit s"
Fernando era moco de do/e anuos: e o conde
que se senlia envelhecur, desejou naturaleiito
conservar ao mono um Biho, que Iho podesse
alun lauto u.iiigar a or eenar-iha os olhos.
.- l'or issoo conde havia piom.'ilido (i,JH none
e^iJmod;'!H."^WTU. V":'* ?" ^"Wanloellevivesse, baila de 1^01 iVsnna-
ii11ic. Lf,*rita ;'"l>"hia e alauainha cerrada appar.cei na corte ou servir no exerclto
2!^mS T6-' 'TU- wlia|iialpo.|'nJunrwim teoro lilho. sobre o cadver v
r.'riT [^""r,rU' S",",,," -' -e mutilado de II. Sancho, que recusaria qual ue desiLm ^ O '?? T*' ?"' P"*'8 \*> d*
servm-se la.er a deciaravao da sua innocd,cia: irrogo, raudo ou pequen, .JSSLlSSSSl l^TSZStZ Ct tfcM
Um dia Fernando approximou-se de seu pai
con rosto menos assomorado que do coslume, a
pedir um favor. Aindanunca havia visto Ulna
corrida de tou-os, e at sua solido havia
chegado que .. veria urna lesladeslas no dia 3l
de marcodo tC.I. em Uadrid, na praca maior,
para celebrar o ai ni versa rio do tasamenlo de
V. Al. Nlo en d.culpavel que II. Fernando a
deixar Ipu pai para ir residencia d'elrei: pec-
le que percas essa idea. Nao sabes que nlo po-
des dai um passo em Madrid sem pisares os
mesmo.s lugares por onde o pobre Sancho foi
nmdusldo ao palibulo? As mulhores velhas de
.Madrid nlo reconhocera em ti as fciees d<- leu
iin.ao ? e ouviis lussurrar : este oirmao de
II. ancho, o fidalgo moco, que morrea s
mOmdo carrasco. Filho. peeo-lo que nlo va
a Madrid. Mad.id demu agor para a nossa
amilia, e quem sabe se jamis voltars.
Mas a moridado s vezes la pertinaz como
inconsiderada nos seus planos: e D. Fernando
respondeu :
Meu pai, se me doixardesir ver ostouroi
ou vos (|.re oque desojis saber, e que tenho
ur. ullado al agora: meu pai, um mande se-
gredo.Entao disse o pal: So te resolvesa com-
muoicar-ine o motivo da loa melancola, enlo
lahezmo resolva a deixar-lo ir veros ioUryi a
ia,ii(j.
De cer'o? meu pai, enlao conlaroi tudo.
Noste lugar Fr. Ambrosio hesiiou eoinu lacerto
se (lev ia cominuar; mas obedeceu a um acuno
(Continuar-se-ha.J
.


^w_ A
.....'-'
-----------------f
'
da civilisaco geral;de qualquer civilisaclio: j Franca e outros paizes, copio-se, emba-
a parda libordade cresce a indus'ria e com ella raco-sa p. rebaten) sem ccsir a controver-
a vida dos natoes robustos; a rogeneraco das sin. N3o secnvergonho disso : dizja un cu-
que |>or una continuada serie de desventuras,
cahirao de mu alto ese revolvem na agona
bbro escriplor, que nao tinba a F ranea de <|ue
ter nejo se niais nova que a Inglaterra no re-
preciso luvorecel-a creul-a cm quanlo dbil, gimen conslitucion.il nao poda progredir
c tullida por todos os modos possvcs : luctar
coii prccom tilos de educacao relazel- a e a-
fecutil-a ao no\o regiiien encarar este pen-
sament por todas as faces: e buscar a sua inais
ini|ioi Winle solu u.
A le dos vinbos do Alto Douro tractou de
acudu de prompto ao turpor, que paralvsavn
este ramo de prepriedede agrcola arraslendo
urna porco do reino na miseria, e na desespe-
rao : Fui um remedio local applicado a uina
fonda aborta que sangraba : grandes melboras
se vo j notando, ea experiencia ira mostran-
do o metliodo de Iho re-iilu' o vigor passado
filas ba urna cnlcrmidade mais fatal terrivel
para-todos mas especialmente para una in
dustiia nascente : deslocailos e desalados os
membrosdo reino carcccrn de artculacdcs, que
os liguem e apertcm que os communii|uem ;
scni ellas tica um moribundo que lento e fro
sacudo urna extremidade em quanlo a vida
fugiu do resto do corpo como para all se
concentrar. Fallan.os do estado ou para di-
icr verdade do nao estado das estradas.
Porcoes de terrenos intransilaveis ; outras ,
cortadas de caniinbos imperfeilos inlera-
mente estragados, cu abortos fra do raio da
condueo utif; e os poucos, que lia, requerendn
oliras coiMenientes |>ara se aprovetarem ; rio-,
que,sendo canalisados acertadamente, oflerecio
um instrumento productivo, deixados ao aban-
dono pula caresta dos crrelos, pela estagnaeo
e repreza das aguas ou sua irregular dirjeccao,
prejudico a saude e intilSS militas Ierras
araveis : os terrenos de lavoura, que se per-
dem; os individuos, que doencas peridicas de-
voro tonino cada dia mais serio este descui-
do em que temos existido: em qnantoo
proco do transporte na carencia,quase alisolu
la, de communicacocs lerresties e lluviaes sobe a
um accrescimo, queameaca quaequcr resulla-
dos, que prometa a nossa agriculturalo-
Ibida ti mainelada pela Lilla de circulaiao.
I'.'cle lastimoso aspecto tao melanclico no
presente, para futuro carregava-se de tempesta-
des. Era mister fazer um grande eslorco c
emprebendur esta obra a mais nacional de to-
das, so qui/ermo, que o syslema reprosentati-
V0 dti todos o bens que o recommenilo o
nao se lniiii'" is |irocelliinlias da tribuno d*
imprensu ; o parlamento oecupouse sollicila-
ntente com este assumpto e acceiloii o pro-
jetlo,que llie submelteu um de s< us memhros,
do ctdudo e talentos especiaos ne.-ta nialer a .
seui olliar a cor ou matiz de partido a que
elle pe teme.
A lei das eslradas abre urna aurora formosa
a nosso industria : a lei do encanamento da
valla da A/ambuja segura nos tomadores do
Riba-Tojo um Futuro Florewenle livrsndo-o
do um M'in numero de (siervos o calamidades;
facililarulo-lho a conduccao dos gneros, en
cirtulato industrial : em poucos annos os el-
feilos passaro anda alom das mais ousadas es-
pora nca*.
U encanamento da vallo nao pende do poder
ccmralcomo a conslrurcao das estradas : o
syutema de associaco liabilmerilo aprovelado
entro ns oflercce vaslissimos resultados: a
opplicaiaodecapitaes pailicularcs a urna obra
(Jolas e a coiiibinucao das di He rentes capaci-
d des sao j de bom agnuro ; encclao urna
sonda nova que nos pode levar longe.
Mas qualquer piogrcsso, que boje se queira
redo solido eproliiuo, deve partir da so-
ciedade ; ser una idea perada no leiu d< lia :
j se nao rclaz urna monarebia com o manijo
absoluto e ciencia cetla do marque/ de Pom-
IkJ ; para os aperloicoamentos nao morrerem
do cunsumpcao preciso que tirem da sociecia-
do vida robusta e larga sem tergiversa! oes
que os tornom incortos ou problemticos para o
maior numero.
A este gravsimo ponto responderlo as na-
eoes maiscivilisadas com a queslao de inslruc-
cao publicamoldando-a pelas Fon oes raratte-
rsticas de cada urna ; accommoilando-a ao as-
.poeto geral do principio constitucional ; mas
sem sobresaltos de muilo raminhai ; deitando
ao futuro si-mentes de maiores progressos ; at-
tendendo muito as cremas as propensdes .
os babitos e sobre ludo os accidentes do local,
para nao levantar um edificio sollo de alicor-
ees que desaba, se o tocio ; que nao acolhc
dos lemporaes : a queslao de instrucco, na
nlancu do syslema nao se decido de repon
le mas tcnia-serom moita pausa para se
nao lerir mais do |uo o alvo para nao correr
mi das bausas assenladas.
Nos pai es que andio na vanguarda da civi-
sacaoainda lia esl por se resolver: as pen-
nas mais listn* tas as capacidades de maior
com a scguraiica daquella potencia as materias
ospinliosas e complexas do syslema represen-
tativo.
A cmara levo c o mosmo pensamento: a
par dos mclboramentos malcraos era forco-
so criar urna instrucco que se adaptasse s
noressidadeseexgisnciasdo governo constitu-
cional : a vida doli intelleclual quase toda :
aonde nao chega a ntelligenca a arraigar a
doutrina para o adantamento e tica no ar a
odificacao. Do conbecimento desta verdado
proveio o projecto de intruccao apresentado
pelo ministerio e approvado pelo parlamento,
lira o complemento do urna serie do medidas ,
,que lormavao um systema perfeilode organsa-
ciio : sem elle ludo andava estremecido e em
breve arrasado.
A le de instrucoite pode ter de lcitosha de
os ter por forea ; que nos moslrem urna, que
os nao lenhaque os possa evitar em tao ar-
dua mssao ; meditem bem na pobreza intel-
leclual da nossa trra na falta de communi
caedes de circubico, de convivencia das seis
provincias ; e digno, se algucm podia aventu-
rar mais com boa esperancade resultado nao
enlendemos, que se considere a lei actual corno
ultimtum mas como transiclo. Nao se
reforma de repente. Fm vez de corle amostra-
do de clnico vem golpe desalmado, que es-
podaca e rio cura.
A esta lei utilissima accrescentaremos a dos
seminarios, qu tende a preparar um clero ins-
truido affecoado s nossas instituices sem
o vicio queslionador sceptico dos chamados phi-
lophosos de agora : a educacao do clero e o
seu importante ministerio he lalvez ; ho de
corto o meio mais efficaz de fazer adianlar to-
los os elementos sociaes por urna estrada leg-
tima cdireila de progresso maduro e refleetido.
A influencia de urn clero virtuoso redo e
sabiosobie os coslumes e crencas do povo be
ment do Parocho, Coadjutor, guisamento e 1 Tardo e 12 caitas drogas, 1 calta vidros;
fabrica, econseguintemente com os concertos Bartolomeo # Hamos.
c obras da igreja quando dellas se de a noces-j 1 barril vinho, I dito vinagre, I dito presun-
sidade; ao passo que os bens do encapullado'tos, toditos cal, 1 mbrulho couros, I caita
snS a ludo isto sujeitos. I)e ludo remulterei a sedas o tintas. I barrica aifnema; a Bernardo
V". S. documentos; mas e>nvum, que os agen- Antonio de Miranda.
les, qu- propugnad cm favor da estrangeira cor- i2 vasos para lloros; a JosJoaquim Pereira.
poracao de un mora nao consigan, menos por 1 caixa seme.ites. 4 ditas livros e louca, ItT
sua actividade do que por falta de energa, u vi- barris repolhos em conserva, 12 ditos peixe de
gilancia dos agentes pblicos da fasonda, que | dita, 6 ditos vinho. 2caitas o 2 embrulhos, Ig-
passo ua chancellara, sem ser embargado o re- n'.ra-se, 70 mllioscebollas. 2 gaiollas pombos,
le ido aordao (que ainda so nad pubbcou] e2 ditas canarios, 1 cabra bicho, 1 braco de ba-
assim sem se contestaren! as allegar;.:s contra- |lanca; a rdem.
rias sem se mostrar o verdadeiro valor dos Noroal, barca inglesa vinda do Terra-nova ,
seus documentos, o di truil-os com outros; o entrada uu crrente mea, a consignic."io doM.
immensa lora da capital o pulpito he o livro,
dos que n5o teom livros : a palavra do sacerdo-
te quando vem acompanhada de exemplos, he
um cvangelho em que se er. A le dos se-
minarios tratando de lormar urna educacao
seria vigiada, o previdento olha para o pre-
senteom sizude^a para o passado como licSo
ment da sua obra.
Nao descerne s annlvso das diflerenti'S les ,
que mencionamos porquo sena escrever um
volume em vez de artigo e bem longe vai
estejA ; contamos loso tamhem com a discus-
njo da imprensa que convocamos e para l
guardamos maores explanaccs. Foi nosso
Fin provarcoma lgica dos fictos, que nem
eieigia, nem pensamenlos organisados leem
fallado e que ao contraro as providencias
aposentadas ( em numero de sessenta o Irez )
ompeo lodo uno e regular de um systema re-
flctido o Ilustrado.
Os ompreslimos autorisados pelo parlamen-
to e feitos pelo governo aos lavradores necessi-
ados; o inten-sse e zelo com que o minis-
lorio acodiu a propor os meios de levantar o
edificio destruido do collegio dos nobres ; tan-
tos esfonos para soccorrer e ampliar a industria
e a instrucco asscgurao-lhe a gialidao da-
quvllcs, (pie nao cegio paixes pequeas : o
rigor e nlelligenta, com que procede no seu
progiamma de economas, abre um captulo
Inlcress.inlo desla sessao em que se quebrao
as calumnias dos aecusadores gratuitos da c-
mara c do ministerio
( Diario do Coverno. )
que praticando agora por meio dos embargos
ficar en tao o procusso devidamente instrui-
do at mesmo para subir em grao de revista
ao Supremo Tribunal de Justica ; recurso que
estou persuadido V. S. nao deitari de inter-
por, e seguir, so na Reboto a feenda dece-
bir porquo taes sao as determinaces do Go-
verno em geral que nao polein sor esqueci-
das cm causas de tan graniie valor.
Se V. S concordar com a minha opniio ,
estou prompto para Iho subministrar quaesquer
outros documentos o inlormaces de qu
precise o pelo modo que mu indicar. Dos
guarde a V. S. Recito2ii de Oulubro de 1841
Ilbn. Sr. Desemhargador Joaquim Francis-
co Gongalves Ponco de Lefio Procurador da
Fazenda publica nacional na Relacao desia ai-
dude. Procurador fiscal, e da fa/.enda em
l.* instancia entumo Jouquim de Mello.
COMIVIERCIO,
Alfandega.
Rendimento do dia 23......... 3:9458123
Descarrego hoje2i.
Hrigue Norral bacalho.
Hrigue ConceigQo de Alaria di floren tes
mercaderas.
Patacho (iolfinho dilTerentcs mercadu-
ras.
Calmonl i (/', inanifesiou o seguinte :
2630 barricas bacalho, 6000 lijlos aos con-
signatarios.
illoviuiciito do Porto.
pulso roe
.i-.

o li^i'ijl'ninii
Publcamelo a pedido.
Illm. Sr.BstO persuadido, que he do di-
reilo, e inleresseda lasenda publica nacional,
de que se nao deve prescindir, o ser embaigado
na i hancrllaria o accordo, que lenho noticia
cintra ella sevenco na ultima sessao da llela-
cfto desla cidade na causa de soquestro feilo
no en^enho Novo de ( lianna, que se < ppoz
a Santa Casada Misericordia de Lisboa; e por
isto, e em ennformidadedo aidgo 15 da C. de
L. n. 242 de 29 de novembro Je 1841. informo
V. S.\ que nos autos deieviMa entre paites
a S. Casa da Misericordia de fioianna, e a do
Lisboa, nocarlorio do escriva do appollacoes
lianrleia, 'Sl a institnicodo encapollado do
dilo ongonho, da qual se v, que a Misericoidia
de Lisboa nao poderla jamis ser coi.siderada
senaocoii'0 mera administradora; que a collc-
glaoa instituida nunca existi; que os legados
devemserrumpriduS ro Brasil; que seciiouo
Curato de Itamhe obrigado o rendimento do
vinculo ao pagamento do Cura, o mantensa da
Igreja, ooinocxprossamonte conste (la sua ria-
clo, econirniavo regia; o que a Misericordia
de uisba apresenlava o Parocho, c opagoii dos
-jo rin iijtv i.w.iv m.-
.n .In Ol
com lespetto. A Prussia e Allemanha a j Ueste armo para c o Brasil carrega com o pagu-
IMPORTACAO.
ConceicSo de Alaria brgue portuguez .
viudo de Lisboa entrado no correte me/. a
consignadlo de Francisco Sevuriano Babel lo ,
manilestou o seguinte :
1 caixa com Panoramas c outros impressos,
77 pipas 2 meias ditas c 2 barris vinho, 3'
pipas vinagre 2 moras dias dito 96 <:ai-
xas massas 166 canaslras batatas, 31 caitas
queijos flamcngos, 2973 mllios de ceblas, 60
muios de sal 10 caixas loucinho 10 banis
chouricas; no Consignatario.
2t barris vinho Madera 76 ditos dilo de
Lisboa S caixas rap, 10 pipas, c 1 barril vi-
nagre ; a Tiloma! de Aquino Fonseca.
10 pipas vinho; a Manuel Toiteira Bastos.
6 barris earvao animal, 1 moinho para caf;
a Bernardo Jos da Costa.
10 pipas vinagre SO caixas cal virgem ; a
.Vlanoel Ignacio de Olveira.
6 caixas com obras de lata 4 ditas mercu-
rio ; a Toixeira fe A nitrado.
1 barril azeile 1 dilo vinho ; a Joaquim
Candido Gomes.
4 pedras de cantara, 1 Fardo. 10 caixas dro-
gas 3 ditas broxas 1 sementes, e iniude/as ;
a Victorino l'erroira de Carvalho.
1 caixa com livros; a Nono Mara de Seixas.
14 pipas vinagre ; a Feliciano Jos Gomes
7 caixas chapeos; u J. P. de Lomos & Fillio.
5 lilas ditos, 1 caixa commestiveis; a l'oly-
carpo Jos Layne.
3 caixas brinquodos; a A. F. Carneiro.
1 dita louca ; a Jos Antonio Falcad.
1 barrica e 6 caixas drogas ; a Jos Anto-
nio Bastos.
30 ditas covada; a Manoel da Costa Noves.
3 caixas doce 2 ditas chocolate 47 barris
carnes, 10 caixas loucinho ; a Antonio Fer-
reira Lima.
1 frasqueira doce 1 lata rap ; a J. M. da
Costa Soarea
6 pipas vinagre 10 barris vinho ; a Joao
Manoel Esteles de Olveira.
35 cestos btalas ; a Antonio Pereira da
Cunda.
1 caixa com impresos; a J. B. Morera.
40 barris carnes, 20 caixas loucinho; a Ma-
noel Nascimento Pereira.
2:1 barricas sevada 4 caixas chocolate; a
Marques & \ eiga.
1 caixa proparos para violas ; a Jco Jos da
Cruz.
10 barris e um fardo drogas ; a Antonio Pe-
dro das Nevos.
4 barris e 2 caixas ditas: a F. P. Pites Ra-
mos.
15 barra drogas; a Saisset & C*
1 caita chocolate, t braco de bataneas; a Mi-
guel Joaquim da Costa.
imii uiigB ', a Juuuuiiii guatiu mucuu
Jnior.
Navios sahldos no dia 21.
Liverpool pela Par.ihiha ; barca ingleza M-
ximo capt3o William Currier, em lastro.
Londres ; brgue nglez Mary l.eon capilo
Bichard Davidson com a mesma carga que
tronce.
Navios entrados no dia 22.
Baha ; 10 das, patacho brazilciro Golfinho,
de 146 toneladas capitao Melquides Jos
dos Santos cquipagem 10, carga varios g-
neros : a Novaos fe 0.
Dita ; 12 das brgue brazilero Hoaveutura,
de 177 toneladas, capitao .loaquim Pedro do
S o I ana oi|upagom 12 CHrgu diversos
genen-s: a Jos Goncalves Ferreira da Costa.
Lima ; 109 lias, brgue hamliurguei Rerika
eJane, de 295 toneladas, capitao John Mi-
ne equipagcmS, carga pau campexe ; ao
capitao.
Navio entrado no dia 23.
Terra Nova ; 38 das brgue infles Fanny ,
de 223 toneladas capilo William Agles ,
cquipagem 13, carga bacalho: a Frcdurick
Robelliard.
Sahidas no mesmo dia.
Bio de Janeiro ; hiale bra/ileiro S. Jo', capi-
tao Jos Ignacio Piuienta carga diversos
seeros.
Babia ; patacho brazilero Flor de \faroim,
capitn Joo Jos da Silva Papalina carga
diversos gneros.
Edilal.
- Perante a thesouraria da fazendd da pro-
vincia se ha de por em hasta publica nos das
22 2 e 27 de Novembro prximo vindou-
ro para ser arrematado a quem por menos
lizer osorvco d.i capala/a da alfandega dus-
ta cidade pelo lempo e condiedes que serio
appresenladas no acto da arremata o.
As pessoas. que pielenderem licitar de-
voro comparecer nos referidos das na salla
dassessdes da mesma thcmirara habilitadas
na forma da lei. Secretaria da thesouraria de
fzono de Pornambuco 23 de Oulubro de
184-3. Joaquim Francisco Bastos Oilicial
maior.
IJecIaracocs.
Companhia de Beberibe.
=0 caixa la Companhia do Beberibe avisa
aosSrs. accionistas, que elle tem de apresen-
lar assuascontasna reuno de 10 de Novem-
bro prximo e que portante se ver na rio-
rote obrigacao de declarar os nomes d'aqueiles
Srs. quoalosse dia nao tiverem realisido at
entradas de 16 p. exigidas at o presente.
= O administrador dame/a de recebedoria
(lerendas geraos internas tendo esgotado to-
dos os muios do brandara para com os mora-
dores dosbairros do Recfe. Santo Antonio, Boa-
vista e A (logados para virem pagar o que dr-
vem de i$ res da laxa do escravos, o imposto
delojas, e tabernas de 1843 a 1814, muito
poucaa pessoas tem comparecido, e por esta
omisso annuncia pela ultima ve/ que espera
alofim docorrente mea, pena de rometter
para ju/.o a relacao de lodos os devodoros sera
exceptad. Recebedoria 17 de Oulubro de 1813.
Francisco Xacter Cacalcanti d' AIbuqutrqus,
Avisos mar limos.
Para o Porto segu viagem o brgue por-
tuguez Marta Feliz, capilo Antonio Lu/ Go-
mos; quem no mesmo qui/er carrogar, enten-
da-se rom o dito capilo na praca do Conimer-
cio ou com Antonio Joaquim de S'-Mlzs li-
beiro.
Leiloes.
fimos i.ramrer .. larao leilo, por n-
tervencau do corrector Olveira, de grande sor*


4
t
timento d fazendas inglezas as mais proprias
dst<: mercado algumasdas quaes se vendorao
p m liquidar cuntas ; quarta loira 25 do cor-
rele as 10 horas da manh em ponto no seu
arma>vm da rua d.i Cru/.
Joo Keller fura leilcs, por inlervencao
do corretor Oliveira de grande sorlimento di'
j-end is francesas, suissas, c ademaos tan
tu de soda 11 n ho e la romo de algodao
re.-enlmente chcgadS pido navio rlense :
terca, e quinta luir i%, e 26 do correte as 10
horas da mauhau no seu arina/cm na ra da
Guz.
Avisos diversos.
LOTERA HE S. PEDRO MARTYR.
V3- n'o dia 30 co crren-
te anda o as rodas desa 1 )-
teria fiquem ou nao billie-
es p. r vender.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n.
32 d.i rua do Queimado confronte ao beco ili
C .ngregacao ; a tratar na loja do mesmo so-
brado.
COLLEGI0 ESPIRITO SANTO.
Domingo, 29 do corrente mez de Outubro ,
celebrar-se-hn as 9 horas em ponto na igre-
ja de N. S. da Gloria na Boa-vista o acto
da itriinnira coininunho das educandos de-te
Collegio. A .rectora, (tosejando dar a esta
fcs'nidadc todo o hrillio que merece, em
rasodesua importancia e sanclidade ; loma a
llberd ule de convidar todos os naos ic lamilla
Zclozos di educacao e progrosso religioso na
mondado paia assistiroui a esa interessantc
ceremonia e concorrerom comasua presen-
ca p ira tornil-a piis brilhante.
= l)a-sediuheiro a premio em pequeas por-
coivs solire penliores de ouro e prata : na rua
do I ngo n. 13.
= Aliiga-so tuna casa terrea na rua da Soli-
dado multo larga, eom seis quartos duas
Salas, corredor ao lado COlinha fra un
grande quintal mralo o outro sercado e ca-
cimna com muito boa agn de beber; quein a
pretender dinja-se rua da \nrora n. 58
- Os Pendra da Silva : l.ia J, da Silva Brai
Man ; man I-mu recebar urnas cartas* viadas do
Porto : na lojo de ferragens da rua da Cadeia
n. 56.
Aluga-se urna casa em Fora-de-portis,
do Lulo .ia mar grande, n 0: a fallar em Fura-
-de-portas com Manoel da Silva Nev*.
=A luga -se urna casa no Poco-da-panella ,
confronte casi do Sr. Pedro .lo Carneiro
Monloiru cpm commodos pira grande fami-
lia : n fallara .Manoel da Silva Noves em Fora-
do-portas.
=Aluga-se urna rasa no lugar do *rromha-
do, cun bstanles enmmodos : a fallar com a
viuva do fallecido Constancio em Fora-de-
porl.is ou com seu lidia -Manoel da Silva No-
ves.
= Traspissn-se a chavo da loja do Atierro
da Ba-vista n. 1\ com armacfto prnpria para
cal ido. ou miu le/as,a qual ollercce milita van-
tagem porseronluguel muito commodo; a (rutar
no mesmo lugar n. 72.
N i rin liiiiii'iiil do Atierro dos Afloja-
dos n. 163 recebe-se milpa pira lavare en-
gminar re*ponahilisando-se pelas fallas
= Aluga-se urna casa para se passar a fes-
ti com hnnhoo pe de rasa com mu peque-
o sitio rom alquil* arvoredos, junio a ponte
da Magdalena ; queai a pretender dirija-se a
rua ila CiHi n. O-.
= lonia-se anniialmonto cinco arrobas de
capim diarias sendo bow e posto na porta ;
a possoa que ui/er esta fregueaia com con -
d cao .le nio li.iver falla dirija-se u ruu de S
Francisco sobrado n l?i.
= Precisa se de uin caixeiro de 16 annos ,
A pesson que oflereceo 4 r. por um
Mas, na truvessa das Cruzej n. 8, pode ir
bu sea l-o.
Vai a praca do Juizo do Civel. para snr
vendida, a casa de dous andares e slito sita na
rua da Si nuila-vellia do bairrodo Recife n. 76,
pagando o comprador a sisa.
^ Johnston Palor & Companhia avisoaos
Srs. de engenbos o corresponden les dos meamos
nesta praca que se acha completo o seu esta-
lielecimenlo de mac.hinismo para engenbos ,
constando de moendas de diversos tamanhos,
machinas de vapor, de condosaeao e de all
pressoda forca dequatro edo seis cavados n-
. loses c taxas badilas e coadas e prometteio
agradar aos seus fregueses tanto em proco como
em quajidade, visto serem lodos estes objeclos
f itos n'uma das principos fundicosde Ingla-
terra : rua da Madre de Dos n. 5.
= A fabrica de machinismo da rua Aurora
icha-se sorliila de moendas de cana dos.model-
los mais approva.los ; machinas de vapor de
lorca verdadeiramente de 6 cavados tendo os
cilindros IGpollegadas de dimetro interior:
ditas de (ores de i ditos com dimetro de 11
pollegadas dito de alto presso com dimetro
de 8 ditas, e forca de 6 cavadlos, a boa exe-
cucao de todas he garantida ; laxas de ferro
em uso crivos e mais ferragens para assen
lamento ludo feito na mesma fabrica onde
lambein se recebe encomendus de toda a qua-
lidade de machinisuio.

na esquina da rua do Rozarlo da Boa-vista te'para criar, snm vicios nem achaques, rno.
conlronte a igreja n. 2. ca edo bonita figura : na rua Nova sobrado
Vende-so urna canda aborta que pega r. 5o das 6 as 9 horas da manlia e das 3
om 1200 lijlos de alvonaria por proco co u- as 6 da Urde.
modo; na rua da Praia estaleiro de JoaoTbo- = Vendom-se sorveleiras de estn ho de
maz. primeira qualidade que sao do muita ocuno-
Vondem s pacas novas a 200 rs. a l- ma por precisaren! do pouco gelo ; na rua da
hra caf em grao a 160 cevadu a 80 rs. ; no Cruz do Recife n. 9.
pa'eodo Caimo esquina da rua de Hurtas,; = Vende-se um escravo perito enrreiro
do lado direilo o. 2. sem vicio alguin ; na rua estrella do liozari
=: Vende-se urna escrava de naeo boa n. 3i.
engommadeira e co/inheira ; outra dita com Vendom-se pontos de tartaruga da moda
as mesmas habilidades as uuaes se do a ron- abertos o lisos e para marrafas ; (ambem se
lento para se < x erimentar; n > rua Direita n 3. conceita toda obra de tartaruga ; no pateo do
Vende-se a obra de Flos Saolorum re- Carino na esquina, que volla para a rua das
sumida em dous pequeos voluntes : na rua T.lnhelras n. 2
do Agoas-verdes n. 42. j = Vendem-sc bichas de llamburgo aos cen-
\ ende-se urna negra de nacao. do 25 an- tos o a retadlo, e tambem se alugo por preco
engomma soffrivel e he lavadeira: no lar- cornmodo e meias de linho iiltimamenle che-
Igadasdo Porlo ; na rua da Cruz do llecifo n.
moz do 43 defronle do beco do Porto-das-canons.
Compras
= Compra-se urna porQ.io de sacras valias
para farinha ; na rua da Cadeia do S. Antonio
no deposito de farinha n. 19.
Compra-se urna portada de podra an-
da que seja servida ; na Camboa do Carino
n. 19.
Compra-se um mnlalinho de li annos,
que lenba Iguns principios de officio de sapa-
leiro na rua das Crines n. 30.
Comprase urna preta crioulaou da Cos-
ta de 2a 18 annos com habilidades, ou
sem ellas com tanto que nao tenha vicios ;
quein tiief annuncie.
CompraO-so efleclivamente para fora da
provincia escravos de ambos os sexos de 12 a
20 annos, sendo de bonitas (guras pago-se
liem ; na rua da Cadeia de S. Antonio so-
brado do um andar de varunda de pao n. 20.
nos
go do Terco n. 14.
Ven lem-se duas cabras com um
paridas boas leiteiras : na Solidad, sitio pe-
queo do llerculano, ou na rua da Cadoia-
velha n. 11.
Vendem-sc 10 harris que forao do v-
nho tinto e branco de 5 em pipa e 30 bar-
ricas que forao de bacalhao : na rua Direita
n. 30.
- Vende-se cevadinha nova do Franga a
V80 em porcoes de libras; no pateo da S. Cruz
venda n. 2.
\cnde-se urna mulata de elegante figu-
ra engomma e cose ; duas pretas mocus de
lodooservico; urna mulatinha e urna negri-
nha do 12 annos, proprias para mucambas de
Vendas
para urna venda ; no beco do IVixe- frito n. 5.
Traspassa-se o iirrendamento de Ulna das
otarias sitas no beco das IWreiras n 7 ; a tra-
tar na iiie-ma.
CJuem precisar de urna ama pira o ser-
vico de urna tasa dirija-se a rua do Calderci-
ro n. 2.
Vendem-se listas da lotera do Ihealro ;
na praca da Independencia livraria ns. 6 e 8.
VENDK-^K um rico vinillo, todo es-
mallado, com n respectivo methodo : na rua
ilos Ouarleis loja de miudezas n. 20.
Vende-se urna casa principiada no Atier-
ro dos A (logados da parlo do mar; na rua di.
Vigario n. 4.
ss Vende-se, ou troca-se urna casa terrea
na rua da Gloria da Boa-vista por um sitio ;
na praca da Independencia luja n 21.
^= Vendem -se dous milbeiros de idhas vc-
Ihas; e taObem iroio-se ou vendem-se |iiannos
verlieaes ; no Atierro da Boa-vista n 6.
=c \ cmle-se por preco rasoavel, tclha, tijo
lo de ladrillio alienara e tapamento ri-
pas cal preta o brama e urna porefto de pra-
ia em varias obras antigs : em Olinda no Na-
radouro n. 18.
Vendem-se bellisssmos cortes de lanzi-
nba faaenda que pela elegancia dos padroes ,
delicadeza das pinturas e mimo das cores .
nao deiva duvida de que fi de proposito ima-
ginada para esle lempo de (esta, em que ns
sen horas demandan fuyendas dn melhor gusto ;
na rua do Cabugii n, 10. ib-fronle dorerieiro.
Veode se urna casa terrea na Capunga .
na cstn da do rio do lado direilo junio a ven-
da feila a moderna e fallando acabar aluu-
lllil ol
a de pedteiro em cbAoS propros, quin-
tal solrivel com alguna artoredos pequenoa : na
rua Ju Calabouco n. 9.
= Vende-se urna renda eom pnucos fundos,
na rua dos'Pescado!es n. 7. a Iraiar na mesma
ende-se um catado raalanno canega
dor baixo c de nieio iiiuilo esquipador, an-
= A luga se o segundo andar da casa da rua' da de passo, rinchao e ao rnesmo lempo man-
Iguma menina : na rua do Fogo ao p do Ro-
zarlo n. 8.
N endem-se duas canoas de um spo de
boa madoira d amarello por preco cornmo-
do : na rua das Cruzes n. 30.
= Vende so urna armacao nova mui bem
falla pira venda ou outro qualqucr csta-
belecimento ; e Iraspassa-se a chave da casa
em muito bom lugar em Fra-de-portas, rua
do Pillar; a tratar na mesma rua n. 122.
Vendem-se 3 cscravas de 16 a 20annos,
com boas habilidades urna com ptimo leile
para criar e duas quitandeiras; nina dita por
I80j rs. ; urna parda de boa conducta cozi-
nhoira engommadeira e costureira ; um es-
cravo do nacao Moca indique, de 25 annos;
um moleqoo de 16 annos: na rua do Agoas-
verdes n. 46.
Vende-se urna escrava crioulado2i an-
nos, engomma co/inha ros, lava, lu-
do com porfeica; na rua larga do Rozarlo ,
casa de Joao Manoel Rodrigues Vallenca.
Vondem-M dous caixoes envidracado?,
propros para amostras de venda nm par de
esporas de boa prata com mais de meia libra ,
orna macaca muilo manca urna caima fecha-
da com mais de 60 palmos de comprido tud
noi barato preco : na rua Imperial venda da
esquina n. 2.
Vendem-se canarios de imperio em
viveiros, e ja separados em gandas, muilo can-
dores e chepudos ltimamente do Porto no
brijiue Importador ; cubanos a 1200 o Gen-
io ; na rua eslreila do Ro/ario n. 8.
Vendem-se 2-\ travs de p o-ferro e
las de mberida 18 tilmas de vinhalico ,
tudo por preco cornmodo; na serrarla de Fran-
iscojos Dapo/o.
= Vendem-se rslojos de navnlhas com ca-
bo de mar (i m de superior qualidade por nao
ser preciso irem ao relilo, goa de colonia ,
diversas perfumaras papel de peso e lilas
para habito da Roza ; na piaca da Independen-
cia n. 5.
ss \ ende-se urna venda com poucos fun-
dos na rua Direita dos AfTogados n. 20 a
ou com toa firma : a tratar na
= Vendem-se alguidarcs grandes chegados
ultimamenle do Porto mui propros para en-
salmar voslidos de senhoras, e para lavar en-
ancas pelo muilo barato preco de 1500 e
1600 cada um : na rua do Crespo n. 12 u fal-
lar com Jos Joaquim da ilva Maia.
Vendem-se dous escravos mocos: na rua
do Hurlas sobrado n. 91.
\ endem-se batatas roxas, todos os dias:
na rua Nova n. 18.
Vendem-se urnas horas Marianas e a
historia de Carlos .Magno quase nova c bem
cncadernada: na rua do Ar gao n. 8.
= Vende-se urna olaiia no lugar do Cor-
deiro de pedraceal com muilo bom barro,
em chaos propros c a niargem do rio Capi-
barbo, por preco commodo ; no Atierro da
Boa-vista n. 54.
V= Vendem-se bolins e meios ditos de hezer-
ro francez borzeguins gaspados, e com pon-
la de lustro para hometn e meninos de lodos os
tamanhos, sapalos de couro de lustro para se-
nhorae meninas, borzeguins gaspiados para
ditas, s.ipatos com palla para liomeiu e meni-
nos ditos inglese! bolins de couro de lus-
tro para homem snpatnsde marroquim du-
raque e setim franco/ para senhora e meninas ,
borzeguins de marroquim a 2000 rs. o par. sa-
patos de cordavao ordinarios a ROO esparli-
llios para senhora a 1600, spalos de dura-
queaSOOrs. chapeos de seda francezes a 78,
luvas do pellica mui boas a 1H0c 1280, ditas
de seda a lg rs. ditas enfeitadas para senho-
ra a -tOOO lencos de Lisboa a 3000 e outras militas cousas por
preco commodo; na praca da Independencia
ns. 11.13. e 15.
= ^ endem-se saccas com farinha de man-
dioca, de superior qualidade, por pieco com-
modo : na rua da Cruz do Recife n. 64.
Escravos fugidos.
le-
do l.ivraineoto n. 11 ; a Iratai na loja da mes-
ma casa.
Precisa se a lugar um moleque de 10 a
12 annos que salda servir a urna casa : na rua
do \ igario n. 4.
locietaile f/elpomevence.
*= O primeiro secretario visa aos socios.
tcm indo bom, mas osla a'gumcousa ma-
na praca da Boa vista, botica de Igna-
gro
cm Jos de < nulo.
^ \ endem-se corles de rolletes para bailes,
cdoiMirg'iraode la lenfos de selim de todas
as cores, c de novos padroes corles de cassa
edechtft* de muilo bom guato, niantas de
uinheiio
mesma.
~ Vende-se urna ou duas ranadas de
le liquido para nluum dotequim por proco
commodo: na rua Nova, arma-em n 67.
\ Vend m-se litas de gana a 80 e 120 rs.
avara lucos prctos e brancos de diversas lar
guras, filo ile linho thcsoiiras finas de cos-
Uiras e de unhas a /|0(I rs. linha de cnrrelel a
360 a duzia ngoa de colonia fina a 500 rs. o
Irasco sapalos para meninos a 320 luvas de
pellica a 040 e do seda a 500 adoluaduras
amarellas 6i0, ditas de massa a 320, e de
luraque o "(20 ; na rua do ('aduna Iota de
miude/as de Francisco Joaquim Duarto n. |.
= Vendem-seapparelhos prctos para cha,
chicaras pires, hules, cafeteiras assucarei-
ros, e manleigueiras prelas separados ap
pandhos para meninos e lelhasde vidro : as
loj.is de louc,ade Antonio Dias do Soulo na
rua da Cadeia do Recife. e atrazdo CorpoSantp
= r- m casa de B. Lasserro & Comnanhin
que no dia 2,'j do rllenle haver.i sbssao exlra- seda malisndas chales de seda e de la e seda,
ordinaria da sociedade na casa de sn.-.s sessfics bros francezes de cores eos uilimos chapeos! rua da Senzala-velh n7 "l38."acha "s"e"a '"v'nd,.
ra inudo Mundo-novo n 45 as 6 horas da pretos chegados na barca Y.ilia : na rua do! f-rello de muilo boa qualidade em saecas do 3
*"* j Queimado n. 25 loja de Ci.ilberme Selle. arrobas; asim como vinho de liordeaux em
Na padana franceza no Atierro da Boa- =-Vende-se urna preta crioula com urna caixas de duzia por preco commodo
= Fugio em 21 do correte um cabra do
nome Jos de 24 annos alto reloicado ,
com urna costura de golpe na testa e oulra no
poscoco com 3 denles de menos na paile su-
perior rosto redondo nariz chato e fal-
la muito descamada hecanoeiroe pescador;
levou calcas de estopa, ou algodlosinho ca-
misa oe madapolao ou chila azul de quadri-
nhos. cahpeo de palba branca, c bata rflr do
cravo ; loi comprado nesta praca a Jos Fran-
cisco da Silva O qual foi lemellido do Araca-
ly pelo seu mano Antonio Francisco da Silva ,
o qual o houve por compra a Joo (hrMisto-
mo de Ojiveira, morador na dita villa ; quem o
pegar leve a rua Nova loja n. 47 que ser
gratificado.
= Fugio no dia 17 do correle ou anda
pela parle das Cinco-pontas o negro Noberlo,
crioulo de dO annos estatura mediana cor
lula ollms grandes com barba mas sem
suissas I.,lia ileseniba ada levou urna Ir.mxa
de roupa ; quein o pegar leve j rua da Cruz n.
13 quesera recompensado.
Fugio na noule do dia 21 do correnlo o
escravo Antonio, poralcunha Catraio, esta-
tura regular muilo amarello por estar do-
ente de Iriahlade bem fallante ; levou cami-
sa e ceroulas de nlg dao da Ierra c urna ba-
la encarnada; quem o pegar leve a praca da
fioa-visia n. 15, que sera recompensado.
= Fugio no dia 16 do corrento o moleque
Joo crioulo de 17 annos algum lauto
neceo do eopo rosto redondo nariz e cabe-
ca chatos com fallas de cabellos no meio da
rebeca d*estregar peso em ambas as orcinas
tem um calombinbo imitando a urna verruga ,
|s grandes e apalhetados pernas finas edr
ula, e naos curtas levou calcas do Igodo
grosso do dous (ios camisa de algodanzinho ja
usado, e chapeo de palha grossa ; quem o pe-
vista n. 50precisa-se do uuia boa cabra de ici-
c pgu-be bem.
preco
a Vende-se urna prcla de nacao parida
= > endem-sc dous casaes de paloriz novos; | de 10 mezes, sem a cria com muito bom le-
cra de 8 mezes ; na rua Aucnsla n. 22.
gar leve a rua do Collegio n. 12
rcompensiido.
que sera
Rkcifb: ha Tve. ub M. F. db Fahja.=18U


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETLDS703J_7L0F2K INGEST_TIME 2013-04-12T23:58:12Z PACKAGE AA00011611_04308
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES