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An^o de Ififlf.____Segunda Petra 23
uilo agora depende de ni' meamos; Ht n<>s*a j-ruilen"-.*, aanderagSo, e enertia rnn- l'nuomoa como principiamos, a aeremos apomado com .dmira. n emir h Niijiti niii eoltaa. ( ricM'laiii*y.>i> ila Aaeoibleia Oeral Jo btisa.) PARTIDAS DOS COltllblOS TEiU'.E.S TltES Ganrs, e Parahyba, .ludas e sallas feirt. Kio Grande .lo K >na, quintas feiril. B nili- e Garrnhuiia, t l>* t '.'4. C t>l> Mrinh.wm ftioFonu.no Poeta Csleo. Menein. e Xlasoaa ao I a 21. B>a 'tae t'lurea .de 2 >. Santo Vatio quintas faliaa, Ohnda todos os das. DAS Da EMa>A. 21 S.-,; s. Jiio Capristraao F. Aud do J a* l. da t. 2i Eai|, i Fiirtanat U t-ei *ud 'lo J de I, da 3 . 35 y ! *s l.riap.me Crispiniano Ha. Mm ud do J. de D. da 1. v. 3 I Ij'tI. a. E sr.stoP M. *ud do J de I). 4* .Va 27 5ei j;m a. El'b.ti lmp, ' * J. V . da 2. V. 2S '..ii. 4 a S m.i.. e s. JuJas Thaueo App. 2 J !'. i -luan.. M 'tfc;H?r de Ontnbro AnnoJCjXJ^Jgg: ,-^.^aaaaa n i ittt^TT^aas^MBaasa^W^**^*^ sawasWs>jiSaBasiSBB<>iaa>^tiBaiwii ..atare t O I)..si" puhM. .e ....I- -a das * -1 '" S a*.V*HI P" * T' ,n.endos de.,., mil r-n oor qWftel ,.f R..U. a sata I.p ra d Iru... IX. ',, ou M... a Ja Independencia loj. .lelivft 1. " ctniiuiY. da .1 de Ou.ubro. ,"l" , F.r...7j rea por tranco. | a N. 16 dtld a Lisboa til por 1U0depreauo. da S..000 O'II PftATA-fatacoes ^J M.^sdaoob.aporosnto. a 1'a.oa alwnawt lf* iLd.le.r..d.b..6n... 1.11,^. a dito. M-urann. 1,6*1 pl|A>E8 DA LIJA >0 MEZ DE TBRO. Lo. CHeia ,8, s,Sl..rss.*? la .,', I Lu. aova -3, fcaf-il C m da*. Quart. aiog.a it, .s 11 .'' 3J ' " I / ' "*>. 3J. * da m. Picanuu de hoje. i. 5 Was a i) as. da awaMt | l o -oas a * **! 17 7uO (6 500 y. zoo . A2t) tS't> 1.8:a PRT OrrSCIIL. Governo da Provincia KXPKUIENTB l)K 13 l><> COUIIKM K. Oilioio m> |ii<|)i'.-tor ila thi'S'turdriu il.i fa- zenl.i iletermui.inilo i^ue iii.imlc emlur>{iir a i'l.r.i ijiih a irinnJ .tl Sli la Id B*l i 44HII I juito i otia I i fxliu.'ta cavallana di* piilicii ile linha eui lu^ar, t|ui' Miib ir i a o ICAilHito la msma ; visto .|tie hu da >e ach en vi^.ir n runiraolo i|jieomu a- quclla curpiiac ivltflifU'1 a faiomld pulilica mu ISi pifa nlitura ti'rrem, Bill que s- tli i i' lili -a la a mt'Miia cn\n t n.o |ni.lt> ella por iss alteral-u, fa-omlo a o!ira de i|(M *' trali mlaquil jirovt'in prejui/.o ros dinjitow da 'azmrl.i CiMiiinuninni-se ao couiti.ailan- te das ar ii is .|uu hivu reprionlailo res- peiit. P .rlariaNo'niMnd. o Bacharrl Joiti 4n tonm Cavalcaiiti du Alliuq'ierque t. upplonltj do Delegado do termo de lgiiaras. l'artici - pou se ao cliefe de polica interino ( o nm.iii IikI is Irmas EXPKUIh.XTK 00 DI % 1 2 DO OOKKKXTE. I'iloA.) Kvui. Proiilenli, iiiforMiaiiiloo ro pieri ne.ilo lo le ifnle do lialalha dt;laca- doFrant'Ui'o Ji>i|ui'ii M.rli.ilo que |iedi.i un m - de litvma tara Iractar tlesoils negocios im villa do Cilio DitoAo lixin Presidente devolvendo Ihe aconta lo ju se est i a hiro'r m sol la 11.1 .o Jo> Ko|ri,uiM., .iiilainl. por copid a guia qti'' Iroure do Wir.inhAo, edainlo esclarei'i monto oVe o mu I. de ter-se alionado lio a- Cmpa liento du (trajo as nen* de etape. IIIKM O DI.A 13. DitoAo Rin. I'r.-s. le .te dando-Ib" as nfonn ices que pedir eiu ulBcio ti" 19-le - giwto UI ti-o . ai-erra da i'leeucao que niwta provincia tivi'ra o i iif-erial aviso .e V le lio- zeail.....le 1811. Dio \o iiesmo V.vn Sr. ro^in-l-lhe aexpi-lc.o de su-M ord.-ns. para .|n.-si-jio restiluidos ao li.t.llilo i|i! infiiHiri.. de (i .N destacad i o tainlior Jos TeUeira de .\I>llo . esolilad Fnnci-co Vntonio, q-i-' s. adio a borlo ild escuna de guerra Leopoldina si-^un- do represootava o con uinJjute do dilo ba- talho. DitoAo Inspector di thesourarla remet- tendo-lhe a conta do que d lleve de sol lo ao permtente invalido Francisco Xavier de Krei- tas ali o de ser paga e a i.iiportanciu entre- gue ao coniuian lante do deposito. Dilo \o mes no. pro:orm lo wber se exis- te na sua repartico o ajuste dd cuntas leitoa FOLHETIM. O BBAZBIRO. ^.' BbA na tarde de 31 demarco do 1621:na p i.nav ra. Ilavia reuMiaona.a.ii.ra il eire II. Filiope : im palacio de Kueii-Keliro O ar era anda fro, i..... d ..Minino en. M Irid .tula estaca. -Kstava no me.o da sa a un lra/eim de obre douralo. INanle d-ste bra/, iro e de urna ianella -|ue olDava pa a MjardiiH de .ala- cio e p na a esta ua e pieUre de Carlos 5., es- lava sema lo .."urna eadwra de espal.lar el re. II KlliDpe ;l r.ooli.'i-.a-e pelli tres tondeioravoes reai-s .1110 lile l.r.lha.ao no peito. a .le Sal.tlaiO. deCalatravaede Vlranlara; pela sua palidez, e el..s cabell ralos de * na. te i.feri-riM rosto; que pertemua a casa de Austria, equoera umdospoltdos descendenU-s rf,i .lorio o monarelia. tuja estatua orna.,, u Buril Itetiro. H.via pouio temp. que Fillppe levanta a Ue u.ua djoua; e uu fdJ v- ua wUje dl"- 11 pracas vin las di llha de Fern n lo no anuo . i mn"ioni lo n oli-io il i co n nissario liseal de \ le Junlio d dito anno. Portara ^ O co umm lint- do deposito. mandando dar l.aixa ao rabo de escuadra An- gelo de Franca por lar fin ilisa-lo o seu onga- i A monto e nao querer continuar. DitaMand mo ex luir do b .t illilo le in fantsria de O No cilio 'tero.rd Jw di Fonse.-a por ter aprsenla l-> I MU tiento p" loqual -noalra ser su' lito P-sftUgnni * 8-i pojer romo tal ser coagulo a servico da G. N destacada. Ill sonrara da Fazenta. EXPKniRNTR DE 9 DO COMIENTE. OffirioAo E\-n Presidente da provincia. informando o reuuerimentn dejlo la Stlv l.oureir. eni quepetlio, se I lie innndasse en- trenar n valor d'arremtnci. de um i porcSo de lolli.is de cobre appo-hendi las h Joan T-ix'-i ra G.iml.ra em o anno de 1831 viudas tli> Rio de Janeiro pe piquete V-ger. Diio'o mesmo Rxm. Sr. i le-n de Ma- nuel Antonio da Silva Molla e Francisco Ri- l.-iro Pire* que pedirn dous teir.nos le na- rii.h. na ra de Apoll do bairro e cidado do He. i Te. EXTE 10o. GRAM-BRET\NllA. ondrrs 17 dt Julho. II. dous oi tres das os i^-nt-s do p.licia da Citlade de York ii'i-r O um d -scoli-rla im .or - lanle em urna hospedara, de q ie er i d >n um individuo chaimdo itcln-l. Knemitr'ou-se ni-lla uo.a porco enorme de o.anu-cri|itos. coill autiliodos quaes urna idasse numerosa de inni digos ladioes excrciao lia muilos anuos, a sua criminosa industria. Estes inaouscriplt lividem se em In-sclasses A pn eir cu n^rehen lo u n i collo'-cao sor- lid i e completa de liruns verd ideiras d is i.rn cipaes meiitlrofl d liolire e do clero da (ram Itrelanjia, arranca lis de cartas ou InreijUTi ncalos. no lim d is quaes so tin bao es.ripM . collocadas t-om certa ordein sol.ro gfandelo Ih s de carino. pra servirem di modelo aos falsificadores encarroados do as imitar. Api- as so concebe como seriafussvel icunirtantas firmas. A segunda classe compe-so de mdulos di- petieOes para uso tos mendigos que solicitan soti orropor causa do emigraco, do incendio, naufragio ou eiiformid.nle. W.-rceira p.dechimar su na Inglaterra, na Escocia o na Irlanda a gata do mendigo. 0-> loeti u-ntot, que encerri dJocomefleito indi- ios curios h s.... o u n -s o codu n-* d lo lusos nnpriet trios dttolis as cis.s d-c.o po ijh 11 traio as estrilas orineiptes du ReinoUnido, Por nidio leste tin -rario os mendigos e o ladro-s cou'iec m con antecipica os log.re ue dev.-m evitar e aquellos, de que estn se uros de p. lar sao r Sibu |u til p- generoso t hora do ilmocu e q id outro * leatitllido de earnla le o gisti d-sordenali nente o seu linlietro. Kotre outros locun-n tos preciosos eii:outru-i-se nm. grande ipin fdale de arlas, nisqn-s os jowna m-nUigo ISo 'uta > e-ls pais dos non* n-l -n o> resu i los da sua jorm la. ( Uarfa do dn-erno.' PcRMWI i i:o rsassaassssass^ssssaassasswij^issssissaaaaj- _. r da se nao tivesse bastantemente fortificado, ou f.sse .pie a foca vital j seibo ia exlii.uin.l.. na dadede3 anno, 6certo|ue todas as suas leiciVs mostravao lima calncidade prematura. Cun A cab-va inclinada sol. e o pello, eiMU si- lln nfi.i p .Jesso com n peso; a- fsces t ncov idas; ns ..Ib >s amortecidos e seni expressao; as litos as coii.prtdas. magras, osiuas inaosne^'i- gontemente e sem vl*or descancando nos jue- Ih.is; parecia nesla posnao um moribundo de ludo p.r si inesino. At oltuar da siena, epa- tar da presenca de militas pessoas, era tacitur- nn .- mudo como a mira la dos unirlos. \ esquerda da eadelfa d'elnu eslava sentad n'um inoxo coberto de vellido o inordmiiom .r, .pie se ennecia pela chavo tte ouro I .rdada n vestido: um punco mais afaslado. mas do me9 ni o lado, eslava o duque do Medina Ca-li. uchao inAr dfelrei. que osava do privilt-iM annevo a . seo carao, de dianamunte vertir e de-pir elre Anda mais ifastad.s eslava.' taml.eni o e-ln iMiro-mAr, o i.oiiteiro-mor. e nutras grande- dignidades. Tutos com rotosseveros abo..... veis, vellidos de pn-to, mangas largas e pen- dentes, e as cabecea coberiaa sesudo loes com peha I.iIiiM (lli'-ii'i viii-i ....- >...... ras; un.,, vclli.i e nutra moca: a caa de um eiiiugaJj e a L-sia ebeia do cuidado.; a da oulra Irihunal d< Uelaca>. SESS.vo lK 21 0K OlTUBa- en 13VI Na app. dlacao civel da c......rea di Cabo, .ppcll.inte Joao N ieira da Cunln appell.i l.i n Curonel Francisco Jos di Costa, esorivao Pislliun" ; se man Ion averlnr a diima. Na appellacio civel dseta cid.ide appellan* tes Amonio di Silva* C ppp-dlado Inbiniu Gomes Villar escrivao Rogo Rangel; fui con firmada h senlenca. Na appeltaeno civel ila comarca do Limneiro ."pi-ll.int-s.loM> Pedro di Silva, esutmulher. appellados ('. incalo Jos.'- II irlmSB r >u.i innlh t . psrrivflti.Poslhiimo : se mandn dc-cer ao jui/n di | vara do civel d -.la cidado pira SO pruce ler a avaliaviio da dizima. Xa appellaeio civel d eomirea d Poml.al ippella les anod \l .n.i Garn-iro d Cunln . H sua mulher appell oos S ilumino R Irig..... dos Sanlits ; e sua mulher, esrivfto Posthu- .iio; se o. ni I i a vernar a tlunn ' aappel-acAn civel da com oca doCeara, ..ppellanle *lnnoel Rebetro da Silva appe'la- Iii Francisco J i- Pa-h-co de M.-deiros. escri- vAo I acorn; semand-m averlradi una. X i appell ii ao civel d.-sla cilade, nppidlantflS I is \| irques da C-ta Soares, o uniros ap- pllatlo Jos Go nes Pavsres esenvao Rogo Itangel ; se mii.dou averbar a di'ima. Xa nniinllacSo civel di comarca da cidado da Victoria, appedantes Joo R iptista do Templo. e outros, appe lado Dionisio Gomes do Rpgo , sciivau Rui Ieira ; se mandn dascer a 2*. va- ra do civel p ira se proceder na avaliaeo da c i usa para a di/.im. Na appellacocivel desta cida le aniellan- teJtlS' R.y, appelladns LuM domes F.-rrein & Manslieid escrivo Posthumo; julgarao ci.nlra o appellante. 1 r >sada e branca, ornada com os encantos ven- ced res o con. o bullio que aos vinte anno a- dornao roslo feuiinil. A primeira era a camareira-mAr, e a nutra a ji.veo princesa das Asturias, aura d'elrei, a a ui.ivt-l Isabel de Frang, que aluda ha piuco ha- via tr-icailo unid vida cl.cia de lentas e piaseres, eo bello clima da sua patria, p-la vida uuil ir- me e claustral das rallabas d'II -pinlia; troca |U<-ja em outro temuo fra tao lunesia .1 urna princesa do seu nomo, a sua caneca loura e 1 unto tranquillo, que o sol contraste com isphysliiunoias vivas dosul. mas narcadaS cmn o sello da etiqueta. Elrei en I f.itnu-so e rompen o silencio (porque na corle i'llopaiiba a etiqueta piohibe lodos o fallar .0 11 seren p -munlados p ir elrei), e disse com ol traca: Bata audiencia que me viobruado n.arao einbaivador Irn e/. gaSlou-iUH as Tor- cas.Que horas a'.' a neuhorrepon leu com tlvecidade a ptincesadas \-tunas apeoas ao qudlr<. o A estas palavras tolos os ollios se voltar.10 1.1 epanio uara a princesa, e elrei fian/iu a -ii Vlinli 1 lillia. diss.- elle 1 -oni scvendi le. dep ns de icr laucado um olhar terrivel a cauaieiid-inor dovia ler picveiudou V. A. que Ni ap-.i-ll.icn civel di cidade di Parahiba , n. -II inte f!l ni lio Miguel Lij an I -c.r ap,el- .la a preti fulianna, escriTSi Bin I-ira; mau- I ira oivir o c:ir id >r g -ral e proceder na a- al mjSn da causa. 0em'.rgos d" \ntonrrjida Silva AC con- rn Oibriel Vitonio naapp^uVioeivet-lesta i 11 le es-rivio 'ti i l'iri ; fono rcoebidos , r.vf >r ni 00 miirlli n'.ir; 1 In \i io*> di 1 Ai civel destj e.i I. I . aniel antes i 1 Imi-iistra I ores di, orfaos lesta ei i 1 le, ap- i.-llilo F-Impe llanni Galla 11 da Foiisee* , .rrivSo P isth 1 ni; se miohj oiriroDr. tirador gT.I. N. ano.-lh-o nivel I sti eliJe anpellan- s ns t.-st iment-iros e her b-iro* de D nnuigos Solrig-ies lo Passo. nppel'a'o J s l'h um/. de 'a unos Ou i-sm 1 .ecriv,lo Ferreira; se man- lou nuv'r o Dr enralor g-ril \i :i-.n"l! 1 ao d jlliji de lsenles di co- u irea do Val il af.nell.nile o iui/o ap,ielado \nlonio I s P-reira eservao Ferreira : se il.ndoil ouvir o curador geral n pro urador Im .111 entes, e o l)>i embarga lur PrucuraJur la C'.ioa. N. appellarln cvpI desta cid.n'e appellante los Goncilves Torres. appeilado Manoel Ze- l.-rino dos Nintos oscrivo R. Kangel; oi onlirma la a sentei.sa recorrida. Os embargos de J s Joa |uim da Costa con- tra Jo'10 Keller na a ip-lla o civel desta cidado, serivB 1.1 acorn ; for o despri'/ados X 1 apoellacao r.vel da cid ido d 1 Fortaleza , pnell uite n jui'i. dos f-ito; la I ".en 11 op- k-IIi.Ii.s ,| -ndi-s \ Irm.ioa e.s. rivao Baildeira; oi a senlci.ee reformada. Os embargos de Jos*) Joaquim da Silva Bra- ga contri .|o> Tln-oplnlo Ril.eiro na appelia- ao civel do Ceara escrivo Posthuuio ; loro lesprezados XI appcilacao .-rime dos jurados da eivharra do \ricaly appellante Jos Rodrgues da Sil- va Ifixo appell na a juslica, escrivo Jicomo; loi julgado improcedente o recurso. Xa app.-ll icio crime da romirea de Goian- n 1 appell me M tu el Francisco Telles Coat* II ho app-'IUdo o jui'O escrivo Jacomo; nao lo 11 .rao conhecimento da appellaco Mi appell.c-ao criiiie da dita com .rea ap- p. liante Soverianno Rodrigues dos Passos ap- nellado o jui/o escr vao Po-thumu; nao tomarn conhecimento do recurso. Na appellaco crime da comarca do Limneiro, appellante Ignacio Gomes da Silva appellado ujuixo, escrivo R. Rangel; loijnlgada im- procedente a appellaco. Na app-llaco crimo da comarca de Flores , appellante .Miguel da Silva Fras 10 appellado a juito escrivo R. Rangel; julgarao im- prjcedonlc > recurso. s.'i ao esmoller-mr, oduquede Medina Cali, permittida honra do rospunder, quando elrei pergunta as horas. A princesa corou, e urna lacrima cahiu doa leus oIIms. Filippe 3. pareceu nao ver tal cmliniiou: Nao boje 31 de marco? Urna 101 seouviu, cen-i resp-wta enladat- nha de moribundo : Sim, senhor. Este dia continuou Fibppe 3 era em lempos pagados 11.11 helio an uversari. na cor- te d'llespanha: celehiava-se na prava mau.r co.n urna orrula detouros, e no Buen-Retiro havia Del a-mo s denme; porque ueste fausto da ca- sei com Marttaridd d'Au>iri *** raintaa. yuom selembra anda da lainba? Era h.-lia co- mo vos, minha lllha: maeu nao ei porque as rainlias u'U-'Pi>hd vin-m la. pomo. Maruari- da loi-se na flor da sua bellesa, e ja mu esla es- perando, lia de/ anuos, no Esmrial. IsL lrite: nao rallemos mais insto.... Anude est o inincipel). I'ilippe? Xingtieui responden a elrei, qu duas vetes com visivel unpaciencia repliu a pergunta. V segunda ves dirigiu-se princesa, que mortifl- cada resp uideu: Xa sel. Mas elrei sem coui- ni-.eid(,ao con a joven esposa, tlisse em toin ..le. uo: : Correspondencia. Srs. Redactores. Cheio .taenthusiasmo pelaminbiprofissSo, que a considero cono tante dos prazeresinn > entes, corno a das.ific ivo os antigos filsofos e quoa supunhn o mimncial dariq-ioia primor' dnl un.ufjj.ih deootsopaic, ocanp.i mi* vis-, oinlcpmle.ite p.,ra a, m,.|t,_ eos .lo ! rn- n i.i I itri.,so, entfico, aoli- eitoatribiHiH l-reconh-od, .,1,1.1,1,.; de 1.3 en >Imlast.m iva, que a agricU||Ura esti- vess, entre oh caU vez mais amortecida, o fwassm Iwabnln.h ,:,. -,_. mhuma espranos h>jvec ,| in .||, -,,nto ooMqenum, oioatro esfi^o ,,!,,| ,,,,,un horneen b-tm intencin, !o pou-'o >, ni Ja p,- etoaeo-iseguir en un ?tu (;u|, tt,lllenci;( he D-n-nte p.ra centrovercias goveroativia discissoes Cha n.idis pnl.ticaa, mas ,i4a c|1Jin, .* I"ei desmorahsadnre.s, #c. ForomSr* K-1,dore/. qq,| te.nsidomi. f* Ti iMj I mirei cono* bailes con mj ncalos -lo. ,, euimivel jornal poru.n t. g i Pin nloptir in-lnri -n Mitos n> rani prin- cip .1.1, nossa nilf-i I ,.la a^r cuU.ira tal ,o no I fiUri.-a 5 loMsilcar. Lu nressejo p tis.f , dos. Srs. r\>|act >re* ;'. ,, .-,., t;,,, |, ,|l, c.).|| pitr.oti.M. qja em e-nprehoo |i.| ti til,. pmxi; ella iu-wta un tarda, iiu. nloHin.|.i sh i fin-al. nisendi, I,. ..sp.r.n ..... ,, ,f v.r; -o no ,,,,. nr,.t?1. a ,|ai0llln. cao d .i|jfun< problema* de inlatesse iiM|paril a rahricacao doissucar. P .rti .1, ohibilesorip. lor. qie pirene estar a p.r ImeniWim.nto nt liarnos obre o fibri-o >li a-j. Irxt.er k de n .ristra -in os se.is mas.,, is'pro'.le mas. gnn tes h.n< far aon>s,pm: e;1!| qu m lo *ilis d.Miois(ra o< n i >satis'.! > con pl..|a-.in'a .NHvIaliva p ibliei, ao >n -nos i, , tnr-i a d-ciisSo sobra qmstoes mp .rt.ntissi mas no .lirio .1, ss-i-ar: c.|j, r..,j!t,|, j ti bnlhin.l.i. A correspoo ln"* de vfr \ So .i ninr, pu diada < n o seu Ihiri,, n. >;) he ja una prova de ininh-i asserc.io; este Sr ,,,. rece. .|.|e. reunin lo a aaterona man-ir. Ii ..mirar a oorresp mi lea - c.ilo>r. ang. rUrici!l.,ra ,,,,|, ;)I,rt,_ senta o p'ira'lelo lo in-iliiO! pois aii-l|H >r D'Hpr.Hnetteainla a sol.iti I^ |, ,<.,-,... . son lo M leprthenle ,|,. vtH .,rre,/IOf| .*,.,,, laclorw de jomaes polticos umi qUest5o relati vaao,s0daibcrddedai.nprn\,%:,n^ T-reo, MMto p.ra manlWtarftp, J noZ ae wv,a.lanpreSa, roputacao ou o bo-n ^;o^:,epartnldepriocK .irece ter,l,corr!oa,o.n: o. o atar.?" W JJ leve ; e.n ambos os casos sta iber- a ao ofanlnlo a vi. dos trbunae, porem bal tr.as,n,1Sdasv.ves.q,oSedeehecimento o p., bco da reposta do offendido na"!.. ar...sa^avHd1, : .-..ponha^e pois em tolos rr 'vante a p*na da publi.-aco lest. reposta no mos-no jornal, on le tiver ap- ..rendo o ataque: e cono a tod, a dsposicio "ivrat.va d-ve an l.,r an,.e u-n. ,an.co presentemos as nenas que d-ve lollre.oaff- nvantfli.que nio se prestar aquella oserdo fc.te ibscurso qtjK n6< oresumimos haver I.V- t. oosartiqos 9eseiint Hms cuJos nrece-nn e-n tolos os pontos contrario aos mis evnlent-s nnneipins dedireito V lnsnro.ofor.-osa da esposta do cidado. pie se repita a nva-ln t, , , e M ' nena snppOe delMo nro-ess>,do e j.,l?, |0 0r i"n'"n'"- 'I'1"' ^"'iq-ie aqoollHnn o.itra nena t'arti&odo iorn.1 pnlenin ataenr de .na- n-ira alfnma a npnt***o ne-,, 0 bo-n no-no do loeiviso: enes<,.caso nenhnm direito tem o l-isla lor niraininV ..,,..... nn,|,,e"or lin amo or/ulh ' recusa., militas ve/es beneficios ee>to ol.r.' itUrodeenlactscnracOes-, e he pngacom a estima, com aalmiraco, ecom a ternura d'a- quelbs. que esperimentSo osseus eleitos. A benefitienria pois he urna disnodcao habi- tual de contribuir para a felicidade d'aquelles om cii|a sociedade vvtqios, conforme a le qu o auctor da natureza ha gravado no fumn do nosso coracao. c ten ern vista nao s merecer a benevolencia, e reconhecimenlo dos homens. sean principilninnte a rninunpracSo do Crea- dor. Deste modo a beneficencia nunca he de- sinteressada em si mesma.nein privada d moli- vos; po.sassim como todo o homem porsua naturexa desoja a affeiiSo de seus litnilbantre nada mais natural do que buscar os meiosd aobter Sabe cada um por experiencia que os beneficios nom semprw sao p.ig .s p,.|os ho- mens com aquella sentimentos que natu- ralmente dever .ewitar: toiavia nunca ao ho- mem benfico f dta o seu primeiro movol. A despe.to dos ingratos o Summo. e Divino Bem- leitor tingara estas almas be.n nawidaada in- lusticas dos homens ; ealm disto A pozar ! ntrruprSo da trra os entes benefi,0sserao Rem- ore preciosos eestimareis em todas asaneie dides. esuasfel.zesdisposi Oes s,ao aplaudi tanta d ffi d : .ta consiste em poupar e res pe.tar a ..'el., ad-za d'aquellos qu Ihe Ser.e |te olqecto Minios tomom encontrar em o m> heinfe.tor um amo or/ulh.wo que venda po 'os As almas nubn S- on ,.feito a repitaeSn o hnm n^ V """ T* ,,Pn,,,ic0S e ""So diro * 'cio THili*M^r^,'J^,,f ^.'-vr'.^rono^^ o na, falta qo, . .rl...np,b.c,: enUd-plnta d.,,^loriol .Li"Z """'"J' ^"T* P*l. irte o ..nton.ir -so oom a non, .L '2 T JTU"\Tm a,,",a'' .?>**" ,. .ra a ao, nrta o ootont ir-so c0 a p..n, da insorcSo I, ia resno.ti no penal R' mistar q-m ., jII o ive iniuria. ni] ,',n no r '-o a pe- 11 n-iforiii di legisladowilsobria 'tas i.i].|ri..s, correspooleragnvi- huil,, 11, qu "or i 11 le do delicio. A r.;nen Jo emfla no'or,n;T050f ntn ., ns.ria inriHiossno,Vnil n.d. e ...< '-||ep.|,r aoT,e,.||,. .|, sr .u Tl|) mfiesta pAin ter -,ni eremstan -fa a.raan- '.. -nrins. s-ahiive: oortmfo l son fom.-lienroosid.r.cao po| f, ,|, stIon0sf, minria \ole?V,.|,r nla .on,Wi. nrrt(!(,ri ver o n i ne, ,, 0 ,,,, ,, par , ,. ^ ^ taire*,, ,,,,,. Mi.s.nm-o crc.mstanci tavia o m-reomonto. a q ie olle elova uu ..i ds. tarra.. bomba., ftc.'. o ,,,o m Z) 'I**'11* * Nl"K '" li"r h' h Irou na.lissifi.-ico la qiest.s, si-, .,ri),, d.c.oeitoq.i,, ,. |..rw-e a cimj isp,.,: ao .|. un li.bd f.l.ri.Mnte ., io tU lo ahr.lh iota con o proj...to. q-ie indica para so ohgir no nm he- r.iie.t,, do ,.ro:resso desalo. Porlanto Srs. Re l.riores. descjanl Mnoia esa utilissima diseossao. cujpfeliz resultado nio esc.p.ir , tar apoto os |.itri.ti,v.s vistis | K n Sr >eniohoivod.li-to. o s.,nnosto ajsrossor -hH no an limito re..mnta-w ,i,,,n. I-1. < ifif .vio .ohrofu lo q..,n lo osla lhrt tra looommoln d-sn-'a. o d-ar Vio ve nos nos. .,,. h ,j, |owr' -s disnos.Ve nli.l .f .. I . v.lm Favores a.om anhadosdo sobrancein revolt.io aos .po os rerebem o os tornan i.. uratns; equintasve/esdobomfeitor proi-n. a*o encontr.ireoi-se nos cora los a.piollos aonti ner.tos q.. P||.l preliv.de t%m desabro. I.,, \U se recebo rom roconhecim-nto um f> o-fleio. onao.,.nn.lo ha co.ifi,,nca. de que ., e fe lor no quorer-orovaloror-so disto par nm sentir a *na suporiorid.de duma man.-, r. incon-no la ao amor proprio. Os bonofi.-is Me tm or obj-cta por aos mais o(l| sorvida.. io insultos. que mauoo iirandementa a tod ono.,, que quor coosorvar a su i libordade s almas baix .s. o vonaos esiao promptaa tu I recebor do lira.-os alarlos: mas o ho.no>. i mado o brioso hooM.it. que .onhoc u pronnn valor nao p le consentir om po. lerodiro.lo ,ic apreei.ir-s a s monio p na 'ecebo beneficios, seno quan lo est seguro .1 "Pdor pagar . tairamenta obligar : e s olio sabe sor ^ la lo.ramente agrade<-do. contid,s n?, rifa los' artigo, 7^ si.n'nr^o | S^M^7',a "" f*? ( di" .niion ) es luerer < hem, que so fa, oulre... nao lembrar, seno aquelle que se recebe. Presidente, e a niwnei-a em !on .,. > d.. nossa .han lonnda igrioullura nm propu< a di- nz.r-lbes oslas toscas lindas. a qUe darlo publ.Mcao. se disso asjulgirem (gnas ;. g-i.rindo me para continuar a tomar a parle que me .o.iImt na matara. Rejundo minhas de- bis tarcas q-ian lo as uuestoes forem dosen- vo'vidis conveniont'Miiente. Su pois Sr. Ilodactoros com muitaestim-i *c. &c, Um agricultor Pernambucano. Variedadc. \ KITila-se entre os nossos publicistas o re- . ----, ..! l|MI|C>.|(] tana evita.o roibidas o o li.as queatbes, qu- sorn ollas |m.rs so lorian osefado. Sejo-nos lic.io a^riHoentarque a nossa on! nao q io p.,r .,;, de urna voz havomos nu lilirado a le2s| ,ro sobre o|o ponto dovo r- du/ir-se a nroh'br to la a pobttaaelo. oue ata car a'rnpdlihta on a r..n-i d.lida le d ulgum c.dadao a.n la que cor* calumnia. Silvestre "ihriro Ferre'ra. {Diario do Governo.) o carapocrTro. A BENEFICENCIA. Viola os deveros sociaes. o torna-se injusto I-do aquelle .lc se furta. ou se nejw a fazo. ' '<'"' que pode aos entes com qnem vive em soo,.,| .de. Kntre os homens tu lo he troca ou permuta: a beneficencia he o mco mais se- ma daquilias malditas cmicas. Poraiiefllo so Miinh. . appre.e..td elle uando .... l........ 11TI f "*.?* "'"rvadoquo anda va multo inouioto ,.i - ,',',,l'"",,"""'"'ta p..naiotata am mdicos o os.ado do real ,loo|o. o pedia oue , do.sa^som.r ao ^ da cama de o| ,i, pnroc m..rrer,asoolr1.ir..||o.osso.ome,!eo orPa" '.a ver: r tambern nioftrm singular alarle q..i.d.. elrei de,, si,a,.s d.. ,,,,,1,,,^ "" Rm pmiros minutas f..| Introdusldo Fr. Am- bro-K Rraumanettonello. inda fbrto aw 2"..........'" PHi de Menta annos f semldan-o. enruaadn pola f.rca das panno, appre.eota elle quando me levanto, como da Sua ubruacao ? !tei.bor,-reapondea timorata o montair*- la l'J V'" COmP"t" w,ar,- Cntt -mquan- ta olroi dormo-o nr.ncp,. ,., ,U|||r|lM f ( esta, ma,.haa. n.a. V M. ain n..rma; rmr |s- so Ihe nao pu lo pormilfr a entrada -\ ,lI(l(. ta prescrevo que ..s prioripos d'Hiwfninha sum. piesonU, n quarto d'eifH una vi ,|,. ^^ eoutraa n.dte e nenhuma ei m.lT- " - foremchamados. ,,-fim.i ic|i, ., ". ,h ,,'""',"'. trillado pola depois de U, ,.,*, silenrlo S :V %*' ^2,72 5 J "" ** *'"" KX me o rovorenl., Fr Ambrosio. I11a1I. d,,,hffl ' aiaumas vezos Iho SUS?"'* d" r,,nv"nto l.".,r,.nco d.. ..n eCu *"""" r,SHr ",|a< *"<* *H rois o raimas ,| Hespanha. Com profundo saber ,, lUloria yajerf.ajh, r,odl#la a.hraS ..a ciencia da etiqueta e us.M soltaos |M. J era de urna das mais i||sl ros casas d-||.... n 8 n.a*o..oMThu..,ildade,MHr|iava Kire o, ,7 Z^'T"""r m,*,*'*>* de Franca, r- do Vtaltav. ., Esui.ia.......pro |, .via i ?"! "K "^ "" "'" *" a" """ d-l-lbo rdeu o,.. JZZ SJr'" : ^.S^-rl?r^Ha* ara osau- A beneficencia evrelada sem eseolba mnite e/es ni* he v.rtu.le. seno fraque/a ; pois pa "'III Ha ejaestimavel, releva, soja regula la pela (ust.ca o pela prudencia Fazer bou, i oa vados he ser tolo e o mesuio que confir -al os na sua pertersidade. A beneficencia d. homem fraco nao produs. senao ingratos, qm nm nenhum reconhocimento dever. quen nao ten. a forfa de negar. Ohomom benolio- ...r Iraqueta mais merece eompaisao do qu. "stima das possoas honestas e ven. ser vi.ti a e ludibrio dos velhacos. Os beneficio lerraniados sobre malvados sao una semen!. (aneada no mar. He verdaderamente lamenfavel entre nos. taha idea, que muila genio faz da benefieon. na accolhcndo amparando c beneliciand. assassinos, e malfeilores, qne srt dotrio excitar a execra, 'o dos homens- pacficos. ,. j, nestos. Urna cosa he delinquir or frgiljdaI de oulra he por ha-.ito ne malvade/n : pelo que o individuo.que da a n a. ao seu simiJhar,- te que cabio ni-Ma ou n fuella f||H, i que .luis si' moslra en*ergonhado e arropen, dido, prati?a urna an o de lmate) lienefiren- a ; mas quem aga/alha o sallesdor o assasl sino professionn'l.no merece a nnhreqtia|jf(I cao de benoficonlo. antes deserl. lian nr-se cor- roo e inimigo da sor edade a qual ion, vital interesar na pi.mtao dos nmlfoilnres. jj que concoito deven, mere, er de seus conoidal dios aquellos juizes de f.clo que, redondo ro- vardemenle a eii.pinhos.absolveii. rorlr os i la- mores da propr.a nico se dse dar h Imm.-ni que quor, n. n-el reeer o predi, anonlode -..bulaos onsid.-tMiis o nao s rerebem en< si a* lerr.s sonfn pga/a' bao, protegem, a-snMa 5o shsmW 0 perversos de toda a lso?0uu nas.ee,,. grn. o parlo a nossa to lastimatel n umrujidade. A beneiiceneia.para ser ji.si,rie\e ier rorh- ecloo l.e.npubli.o ou a reimn.per.se da iir- iide. Pelo ronlmrie os I om fi. is di(rihnidos em ewolba o os fotores ronnedidua ho.. ,.ns ndianos.'o iiijnsii.as reaet. cojo effeiin 'e de- icorocoai o mrito o inutilisar aquellos la- idos que sao apios para promotor o| n- 'le d uMa social: pelo que un goteen* ,Mio -ccumulasse do fatores a homens de espirito rdido e vil, o uno s losse dad os0 para ci- adaos molis nu perveros ilt> laclo nao na benfico, antes ihiusto para con. os bene- .enliH esquoridos o d-spro-ados. * bimeflrenria deie etioi.dor-se *i noc nUe ios hlo bolo mal. A mais nebro ,!< ,n. Bn. -> he sem din ida aquella, que ros nd|.? fa. r hem a quem nos ha le.'lo mal e e|e he o em mais atao para dobrar, e .. udar .. cre- lo dum inimigo. .\flo h. nutro sin. rnu aissatislaloria do que exorcitarmos o n.o ..peno sobro aquellos mesn os qe nos b0 :oslrado despro,,, : e nao h roma, me no*- re mais grandeza e forra de animo do une rercmheeer ao s. u inimigo ne elle n?o m o poder deporlurbal o. Nfto se ,ir,Dr um inimigo t Ne Piularen da nl.lidote dos "aos). quando s(. oflerere onasin. he pro- a de h.imanidade: n,as lor doli ptadnde.mian- 'n ha cabido na adversidad.., e prest, |nn os rorros, que pede, he o n.aior indicio d'ume "notoloncia s.enerosa.__ A beneficencia nao he parlilha exc|,,s,a dos mennos. dos grandes, e dos ricos ; t.ota |1 o o c.dadao viilumn de sor ben, fleo n es- *ra. o oslado, em que rom o seu Irabalbo : d'onde o sabio nne j|- omina os seus eorrddadios o arlifi. o haril cultivador industriom .. erereo. esln>a e a- imr e ptaJem lisonjear-se con. justica de ser emle ra rousa .na s do que a beneficencia ai plica- a i. soc.odade em geral. Urna sabia plica 'era exc.tal-a mormenle no coracSo dos ri- -os edosgrundes os.,aes acbariao na glo- a o as dislmccoos hnnoriJiea* a recompensa lumlouvnv.l emprepn da sa f rtun profe- "el sem duvida s hincas desperas que nSo '"in por objerlo senao a vaidade e o bixo *eespirito publico nu a beneficencia PX|,.nl 'ida por loda urna nai-itn annnncia um bnm go- verno e c.dadaos desejosos do merecer a osli- -na de seus roneidaiMoa. Rafas di.poricoos dx0 ennbeeer, que cada um toma a mito a eli- i dado do son paiz. sa an -hamma, scolillantos deba.xo das forte. sobrancelbas^ Prstrou-so q,la,e diante d'elrei que o f../. Ientsr.se ao so,, lado iteverendissj,,,,.-. di pra.ic. de p,o,lad.;: ..... n, ,,, jjg^ J^-j-de me illustrereom.su, 0|)fni. saber, so fl< Hem ou m,l ne,ta oreaslio? Ve.n appresoolar se embaiv,.|..r de Franca , ommetfeu contra a elfquHa. eo embalsado rom rasan so poda da por agaravado. A r,.r... emacnn d e.rei de Franca, e os dobrad-.s la- eos que o unen, a V. M., como espoco do v ssa ha e.rmad-vos^anora exilian imperio. mentequeV. M soleva lasse primero e de- uoislhedessea maoabeijar.s E conhecendo nm riso mporcep.ivel nos beta ?wdeIfabelJePrenca. o moni, eontlnuou : A etiqueto fuma rousa mais seria d. ooo mu.los pensad; o e, tempos vlndeoros ser uf- la da casa ,| ,\n tria #- mlaboleeido em los " r'M"',eii em |om inteiramonle tranquillo : Unn multo B,.|n senlior: mas qual dwo Pwerlr? Qtia< qol/.rd.s. . Ir. Ambrosio nro.beo se poralguns nsten- les, o riepofs |iin. Iplon necia wai eir : S.nh..r. una. do durante a sua resi 'enca no R.eiirtal, V. M. livor .asnal., eme cacado n .s n.o, (1fq1H,,,. naitariBina nao .era oi.ser- adn d.. ruine oriental nonde so yp , torre de Se- avla, mi. casieli., velho. boje abandonado o que ca er... ruinas ? Egeniado ropondeu olr.-i; no outnno panl a obre bases solidas, gloria que principal- P*du mal. i .,, |,|1() p,.lfo ,,e,. Na00 mm e ha-.e reca.r,,.. remad., de S. M. elrei i, fita solar dos condes de iVn ..errada - ajnppe.{ qu,. minea offreu a menor qoebra s,m- "eu^-.l,.,.; ornadas nals mV.s'e an- ?tV '-''.'r ,' d'* r,,,,,hrt Parl"' *e "PUS ""' |'a,?,* de atalla Mes IVi.na. erradas _ or anda almins annos de vida, hei de euipr* Asslm w..sta. erlm.oorTeV''r.,,'.nl'Vr0,,"M,,lthe de i' A ^'J" l'^re. lor na minha mocida- zerludooquese.....>ia mal ra ,. * 'uvldo faltar em um ronde dee -ois^eelrei.-O ,ono inclino,.-se. JJJ^ Jg6 '' A,VHv 'I'"" ""pre sa d.slin- dovl.u.v. ,iSr......M,'"",v,, H"i' 4tt^fe|tHkMaa7ZitoI hr*" "''V-rendo padrelpr .Vu Filinm 3 '"." K'rei meu pal .precava- moit... _ fadoda rli! \, f ..'* ** -I'.- rlar o en- les de II,, ar Mrt /, MtarZ '* V"',d" a*" i ,U^r ""*" ^ ? ' !' V '.' I' ^ U'" ''"" "** n~" (->" \ eefm paiavren o monvenSo polla mieobrjr ii^t Vr'i\"rt"*ii"'" V "~v\ M"." V* W ,Mf a ''.a vtoVola a^i(,,.i mrv.Mii en, lo ,. -.,, '' ,,tM ? " > don um signal do as- 1 (Conti nuar-st- liu.J T^ J'i tica dito que a beneficencia leve respoi- tra a honra l'uqiiclle^. ,'i quem so dirige, oque de ve o hcmfcitor lugir de ofender a delicadeza das pessoas se qui'er merecer o seu alTecto e gratid'io : mas releva observar tambom que o applau lir a si mesmo internamente do lem, que le la' aos homens. lio um sentimonto n-ttural.e lejiti id. quinde pelo contrario fa'.ee-lhei sen- tira proprii tuperioridade hoaffl g I-os sensi- vol'ivnte o p 13 ir-se com as proprias mios. A liberalidad soa an lar de paroeria com a b'nefi'"'''! i i, 011 lio urna consequencia da inos- m i Ella consisto em repartr dos hens da lor- t ina c m os iMnesnta los : mis ho m;ster, que a lili'T.ilid i lo soj i regulada pe, equidad, pela razio, e pida pru leneia. Se obra sein oseolh i cha fia se prodigalidad que he um vicio o nao virtode A generosidad he tnmhpm um oflcitn da be- n 'licencia, e ronsislo em saorifiearrifbs urna par te le. nossos di re tos em vant igem 11 sociedad** OH d aquellos a quem querernos pan ir a he nr-vnlemia. Esta disposicao to noliro p. I qual parece que nos desprendernos de n' inesuios dos nossos mais c ros intcressos i allomas ve/es at-1 da propria vida tem por inn tivo o'" grande amor ros nossos siniilbantos un desej > ardente de ihes fa'or bem ou ii" j o-nlmisiasmo do nos tornarnos otis so ciedade, e p.itria. Deixando de fallar dos es piritosos hroes do ("hristianismo os Co Iros os i!iir;os, os Decios forio hn-nens gencinso a pinjo le rorrerem a urna morte segura po a or da sua patria por se tornarem ufis, raros i seus eoneilados mas a beneficencia a lber la lo a gen''rosn|.ide devem rejjuar-s. p-la equidide aqual nos ensina que devi- ntos la'er pelos oulros ludo que quizoramos que ellos fizes-en por nos : por nutro lado po lew esta mesma eqnid ido nos ensina que na p i l.'oios justamente exigir d i beneficencia o da enerosidarle-ios oiitros genio aquellos s> cri'icios que feriamos por olios. H mistar outro sim advertir que a heno fifi nea a liberal dado a generosidad*', par seren bom reguladas. devem ter por olqerl primitivo as pesoa. que tem mais intimas re la'Oes rom nosro Eli'S vnculos sio veriladei ras dividas quamlo minos. Taes virtudes sao actos Je hueviilonci de htl muid a l>" cnnhee rl is. ou eo-n as quaes nao estamos, ge nao (racamento ligarlos. Tratando da beneficencia fircoso he fa/<- justira ao bello sexo ranlo Ibe a primeria nosso sex a respoito ib-sca virtudo Em veri- de as riiolheres sao oralmente mais benficas qu os homeus ; e provea isto de sorem m sensivois mais amorosas c mais compadec das A Providencia, que as desiinou |iara in dotou-as de maior ternura. e beneficencia. ( necesitado, o pobre, o infeliz, encentra ordi nanamente na mulhrf nina valedora, que nun ca s'enlada rio fa/er bem. Mas a mcsiiia beneficencia sobo infinitamon te de ponto, e he prova de magnnimo! ido quando s'extende ai|ue|les niesmos de quei. temos aggravos. A perversirlarle humana Irli zia Dion segundo Pintare) posto que rlifli.il rl. dosarreigar, todava nao hed'ordinario nem t> feroz n.m to rebebi que no ceda e se a doce, quamlo vencida de reiterados beneficio*, n Finalmente a beneficencia ho entre todas as vil ludes a mais apta pura tornar o homem caro i seiissoovdhantes. o contente de si mesmo ; r d'aqui aro leelh iW Polibio a Scipiio que nun ca tornasse sua casa som tcr por beneficios gran geadoalgum amigo. Mas tolrs e-la* virtudes rifro-se na carilla de. \ candarle he ludo : he b-nelica. be tole r.mte ho magnnima, he onerosa, hedesin ter**ada he final.....nte o germen de toda virlilde Os filsofos do secuto passado qui/cri proscrevel-a. sub-tituind .-Ibe a sua philanfrn pa a qual s rio erininanrlo-se por motivo humanos, bem se \c <|iiam lon.e eahaix fi.M da cari'lade que loria deriva de I con, . para elle torna, como en principo), o manan eial inexaiirivel. O philantropo ama ao proxr m ) por amor le si : ociritloo nao o.una, se na.....ir amor de Dos O philantropo he bene fiVo por seoN-bili lado, ou por sympatbiai: o ca- ridoso o he por rlevot de consci m ia : por|U' assim lli'o ordena : o plirlantropo em fin par. nos gozos de-te mun lo ; o ondoso, pos a mira na posse eterna do ummo Uem. mrito dessas devocSes consiste em haver bom recrutamentn de pastorinlias, que cantem ou berrem arrebontar e quesaiho dancarcom todos os remeneios proprios de taes fpstancas. Bem sj v. r|ue um presepio destes be um cha mariz do quinto maganoavpntoreiro ha por es- se mundo. Ellescorrem, n3o digo bem, voo a essas lostancas com a sofroguidao, com que os bandos de periquitos se dirigem a um milharal: o militas ve/es vem a roligiao a servir de pretex- to para toda a laia de desenvoltura. E os devotos rio tanto presepio do Suss ! Isso he, rpio ho presepio de furor; isso ho, que he presepio desojarlo e aplaudido \ssever- rao-me (valha a verdade) que os socios dessa pied t io-se generosamente e assim sutentSo o iresepio com todas as suas rlespe/.as. Disserao- ne mais (valha sempre a verdade som solo ex 'ima) queessa coi fraria ou como Ibequi/e- erii chamar paga a agentes seus a fin de re- rulare-u as mais frescas, o suapas paslorinhas, is quaes nao devem passar dos \'-) le os 15 an- uos natural nenie por (ti-- os bons devotos a- ervorao-so mais na piorlado A vista da Innocen- cia, o talvez imaiinein, que dentarte ser mais ueritoria a sua piorlado. Suss he a directora interna (alguns Ihecha- nar.i a abclha mestra) do cortico presepeiro : io o la a cncarre^ada rio agoilar as meninas de uaneira que se nao acanhem &c. &c E que lleneesso nao tem para com a prostimosaSus- ? (larla um vive d r sua industria Suss vivo los seus presepios. Longo re mirn o snppor . no caso de spr exacto o qu me contarn) que is Srs rasarlos que alli vio e perteneci oeiedarle, (enhilo mas nton<>s; porm como imitas vozes o demonio por ardllosa procura in - "tunar anda as acrOPS mais indilTerr-iitos, bom o*.que asrespetivasesposasestojaosobre ai*o informe n-ae bem do que vo fa/erseus mu- ios ao presepio do Sus>. C0MMERC10. endimento do dia 21......... S:0GSS630 Itffcarreya af 23. rigue ConcfifS(t de Mara diflerentes ni'rcadorias. 'ri'iie Vomil bacalh'lo. riguo Exprs* pipas vanas. de 2V5 toneladas, capito Thomas Kirt. e-' 32 da ra do Queimarlo, con'ronle ao beco da quipagemlS, carga bucakbao : I Me. Cal-1C mgregacao J a tratar na luja do mesmo so- mont & Companhia. brado. lavto, entrado, no da gj. LOTERA DE 5. PEDRO MARTYR. Torreiresa por Gibraltar ; G6 lias, hngue sar do Ebe, de 163 lon-ladas, capito Jos Mo ^^ \0 (|a 30 (lo COrreil- rice,. equipagem 12, carga sal : a Joo Pin- , todeLemosFilho. ^ aildilO 1S fOtliS Cleslil lO- PortPhilip; 100 dia, brhjue inglw\fhn terlil fuitiem OU 1() buhe- l.eon do 237 toneladas, opilo Itichard I Davidson equipagem 11 carga quina c la : ao capitn Sahidis no mamo dia. Polaca sarda ^umnariva capito Jacome Ra- mela COTO a inestiMcarga, que Irouce. Barcelona, com escala por Porto Rico ; briguo hespauhoi lndu*lrii, capito Ago>tiiiho Ma- ristany carga algodao. Edilars. Vicente Thomiz Pires de Figu'iredoCamargo, com "end'idor aa ttrdem de Cnristo t ins- pector d'ulfandega, 'c. Faz sabor, que boje. 23 do rorronle. ao meio dia na porta d i mesiii i so lia do arrematar una eaixa do ll nidrcs ion 73 crozas i|e bo oes para colotes no valor de 2(M$ rea, impugnado pe- lo aui muenso Domingos ila ilva (lUim irte* n i despacho por factura de Vicente l.asserre, sen do a arreniatiiaisujoita i direitos, r' expedien- to AlfjnJea 2 }- Dutiliro do 1SVI V. /'. /. de /'. Camargo. Orclaracots. O pren-trntiro* para os p esepios. Oeio. ,\u- na., ha en lo lo o Brasil povo t li presepeiro se assim me pos-o exprimir) como o do n r-so Pornambuco. Km t"'la a par'e em chftgan lo o n nal. apnarocom presepios rio Me nio Dos E serio lo los ell.s excitados por fervor re i r oso. ou por loso;o lo n-rTr-io. o con vivon.ia ? riel, equalr. iho/.-s antes do natal p'-se tu lo em movimealo para os ensaios dos tao preeepiw ; e u se subo que o principal NUCA DO RRCIFK 21 PE OUTBRO DE 18V3. Itevitla Mercantil. !juibosNs transa Oes das-mina montarn a 12:00(1 I Ii-ms esterlinas ao cambio de 20 d. por lg a 90 dia* vista \lgodioA entradas torio regulares, e len^ sido mais procurado de 'i900 a 5000 a @ Xssucar Im novo apenas tem entrado urna vinle caitas por isso nao tem proco aborto ; em cargas tem havido inaim entrada tendo-se vendido de 2i00 a 2800 a arroba. CourosSao ollerecidos do 125 e LIO a libra, e nao tem havido compradores, sen- do crescido o deposito. \lfa7emaVendco-se de 2560 a 3200 a (. V/eite doceMein a 1 %a0 o galio, iiaculhauCliegou um carrcgamenlo do 2600 barricas de Terra-nova o qual di- se vendeo-se a IOjoOO BatatasVendeoro-se a 1:200 a (g). Carne >eccaXo tem havido entradas, eo deposito est redu/ido a 11:1)00 ar- rollas; tendo-se vendido a do Bio Grande de 3g 3:520-. e a do Bue- nos Arres He 2700 a 2:800 a ?. Feriaba debuta Vendeo-se de 163 a 20$a barrica ronfornie a qualidade. Rap le Lisboa I lom a 4500 a libra wl eslrangi-iro(3iegiliodous cair-gamenlo- do sal um do (abo-verde o ou tro do Mediterrneo, que inda nao entrario. Chegou de (enova a Polaca Somnarira .ese- guio para o Bio re Janeiro. EiiilwrcacSes existentes no (iorto. Vmerirana........ orazileiras .. Dinam arqueza........ Francezas......... laiiiburguezas........ Ilespanholas........ Itmle/as......... Companhia de felirrihe. OcvtXv d r (liimpiuliia I i B -beribi' avisa os Srs accionistas que elle t-m d-' apresen lar as suas coila* ni reunan do 10 I-- \o\em tro prximo c que por tanto se ver m ruti rosa obrigacio re declarar o* nomea il'aquel'e ">rs. ..uealesse dia nao liveroin reabs.do as ntrarlas de 16 p. / exigidas at o msenle O arsenal de guerra compra 20. ou 30 (a le plvora grossa ; quem a pretender temtei lirij.i O hiato " J>s recebe a mala para o K" le Janeiro, hoje 23 de Outubro ao meio di ni. Ilivelmente. (> r Lriano juiz interino dos feilos d.. fazr>nda d aurliem ia lias torvas, e st-xlas forras na sala das audiencias. \ visa-se a is Srs qti" tem al^urn ohje. lo ia loja rio reloioeiro l-'aitou. que. os vio procu- rar na mesma loja. que licar aberta para r*le un: lioenesun la-oira, das 11 at as 3 horas da tarde. tra/endo os signaes ros taes objecto aor escripia assignado e as proras sulBcicntes Consulado Suiss> 2J de Outubro de I83. Aviso m -irilmos. =r Para o Havre pretende sabir brevemente o barca francesa Zilta. de inuito boa marcha,ten- dosido nova mente forrada do coln', ja tem una parte da carga prompta ; para Irole e passagei- ros falla oo com t,Sconsignatarios Bull & Cha van nos. Para o Havre segu viagem no dia 7 de Vovembro a inmto veleira baica fraaceta Ho - teme capito Morvau Koval por ter a maior narte da sua carga prompta ; quem quizer car- regar, ou ir re passagem dirija-se aos seus con- signatarios Kalkmann & Rosemund, na ra da Cruz n. 10. L'ilocs. i 23 1 2 2 3 4 l'ortuguezas Su i di 4 1 41 llovmonio do PorlOi A'rtn'o entrado no dia 20. Ierra r\ova ; 35 lias, barca ogleti AeTM, [ Jlo Keller far b-iloes por intervena-' lo corr tor 01 veira de grande Kortillieiilo de l.er-ndas franco/as suissus e allemos t.iii 'o de seda linbo e la como de algodiu .conlouiente i ln-ga orea e quinla letra 2V. e 20 do i oirente a> 10 lloras da maullad no seu arma/em na ra du Cruz. James Oabtree & ('.* faro loilo. por in- i rvoneo do coriei lor (Miveira, de grande sor- timento le fa/emlas inglozas as mais proprias osle morcarlo algiimas ras quaes se vendern para liquidar cuntas ; quarta leira "^5 do lor- enle as 10 horas ra maulla em punto i.o mu rma/em da ra da ( ruz. Le Bretn ^chrnmm&C1 f>ro le i lio , ior interven'io rio corretor liveoa de I 5 irricirs ib- fariuha rio trigo de mnilo superior nalirlailo M'.unil.i leia 23 do corrate s 10 inris ra manila no armazein rio Joaquim l.opesd'A im ida, por de tras do theairo pu- blico (vt-lho). i, i i, -------------------- Avisos (vrrsns. -Ai-sc o ognuo Dur s.0 SObauC u. les p r vender. v cnminisso .idminisfrativn ra sociedad Apolnea lem u airado o da \ rio t.riixniio mez do Nnvemhio para a ultima paitidu da mesma sociedade m-sto aniio; e convida aos Sr. socios, que qui/orem apresentar | ropostas para convi- dados ilea>miaren* a rasa da inenia socio dado no da 24do i orrento mez pelas 6 horas da Lude : advcilindo-se, ju a con missao que nao lor ueste dia apicsr-ntada anda iiies- iiiii a pretexto re oqueri t ento. Lu rap.iZ de l|a 16 anuos lo darle, ofle- rive-so para caixeiro di* lo|-i de kweiulas ou miude/us ; quem piecisar anauncie, Precita -e alug r urna ama de meia ida- do que saili.i cosinbar o tratar de orna pes- soa doeiiie : paga se bem ; quem esl ver nes- laa Circunstancias difija se a pra i and ir do sobradu n. 2 pe icncenle a viuva do (nado (liinha. t) aliaivo assignado la/ ocente ao publi- co, que so incumbe ib- mandar fa/r-r qualquer obra, tanto de carpira como perlenccntf a. marr-ineiro assim orno armair-s para <|iial niiT i'st.dH-lecUH-iilr,a|i|sl.inilo |>or empleitarla; i lonlii-ni se oUngn O al'i'ixo a-sigiiiulo arlara iiadeira M-li'l pieei/o r- plOllil'lte f.i'r-r ludo mu meio o nroini'tiefio no-sivel. o ci roce- ir- dinb'-iio al.um sei " in li da obra: uur-m lo sen presiono so qui r-r util/nr. dirija se a IUa da CrUl arma em de trast s n (i.3 ihaimel Antonio Pinto da Silva. \ EITt-11 BBWO&C* Vendem na sua botica e armmem de drogas , na ra da >.adre de Dos, n 1 A preparacao seguinlc por proco muito com- 'nodo e de superior qualidade. Magnesia Ponderosa de llenry. Este medicamento gosa das mesinas virdu- tes que a Magnesia calcinada ; poreni conhe- e-se i|iio seus elleilos 'o muito mais ener- 2icos em ra/o rio grande enfado de pureza em que se ar ha por < lijo principio he muito menor a quantidade precisa fiara produzir os enVilos desojados. \a mesma cas tan.bem se vendem tintas, ' todos os outro. ol.jer los de pintura : vernizes e siiper or qualidade, entre ellos um perfoi- atliente bramo o que se porte appli-r so- lirea pintura mais del cada seui que produ- /a a terai o alguma i-m >ua c6r primitiva. Ar- row- Itoot de Bermuda.Sag, Slameles, - Sairo de Windsor. Agua re Seidlitz. Agua de Soil i,Agua de Sr-b/,Limonada gasoza , 'linfa superior para eserever, 1 na para manar roupa.Perlumarias in^le/as, ! on- das elsticas de patate,Escova. o pos para denles ,Pastbas do muriato de inoiphina , e pecaciiauha, Paslilli8 linissimns de hor- telA-pinienla Paslilbas de In-carbonato de soda e-gingibre. A* verdadeiras pilulasvo- i-taos univeisaes to I).' Irandreik vindaa Je leu author nos Estadot-Unidos, Skc &c. Urna sen hora moradora em Santa An- na ja chegamlo ra ra Casa forlo no si- tio do portando ferro a vi/a as senhoras. que passo a lenta, e mais algumas ditas, queja lem m-jndado fazer obras,que sr-acba piompta - la/er vestidos do ultimo golo o mora muito bem fetos. e por modin proco; assim con o toda o qualquer qualidade do costuras, que diz respeilo a urna senbora : e os srs. ,ijue qm/erem calcas de pe o moni pe b las crun perleicio e i roste.a oirijo se ao ihomiio itio acuna. A annnnciaiiti- fa fente a aquella senbora, que no anuo passado u andou fa.er um vertido, le o prsenle nio tem mandado buscar, tendo a mesma annunciante declarado afumas vezea pr lo I lar n: loma por tanto a advertir a mes- ma sr-nhora, que quinto ante mande buscar 'lito vestido, pois a annunciaiile nio o quec para si, e nem o valor delle d para seo paga- mento. Nodeposilo de farinha de mandioca na ra da Carbia de S. Antonio n 19 osprecos des- ta semana contino ser, farinl a da pumeira dualidad- 2g2*0 da segunda dita 18920, e la ten eir dita 18600 reis cada alqueire: no rnesoio depo/itn vendr--se lima por io de a/eite ile carraiialo, o n-uito bom millio tanto em sac- r-a inuioa relalbo a 1^920 res o alqueire asacoa n 18800 rek s Toma se annualmente cinco arrobas de rapim diarias sendo bom e posto na loita ; n possna que ou /cresta fregne/ia, com ron d cao rio nio haver falla dirija-se a ra de S. Fr,ficieo soLiauo n. 15. t = Francisco Tarault participa no respcita- vel puldico e rom m.is p .rticularidade aos amibos .los bons Lucidos, que de hoje ou (li- ante ellos .cbarao a toda e <|iial<|tii'r hora na sua casa de p.,lo francesa da ra da Lingoela n. 2, loda a qualidadc Je coinila a franco/a ; assiin como viudos e licores de todas as quidi- dades, culo com leita, e sem elle, pastis, pasteli's etnpadas da diversas sortes sala- mes, presunto, linguiwi, &c ; o quo se- ro servidos com o maioroceio, limposa o por proco cntnrootlo, Omcsmo Tarauft offtfreoe-sc para mandar levar om as casas os comidas ;i aquu las pessnr.s que com elle se ajustaren , diana ou mensalmeata ou por urna vez so- monte ; parlicipa-semais que todos os dios de manira um seu agente levara a casa de seu* freguezes pastis pasteles empatias, lin . guicas e rhouricas Iranee/as, proprias para almoco. = A fabrica de innrhinismn da ra Aurora acha-sc sorldi de moendas do rana dos ne.del los m.iis approvadus ; machinas de vapor il- lorca ver I ideiru nenie lo 6 cavados lendo o /dindros IO populas de dimetro interior: ditas di- forra de \ dita* con dimetro de I i pollera I is dito ile alto pressan com diainift.ro do8dila<. e farpa de 6 eavallos a hoi exe- cuco do to 11* lie g irantidi ; tun< ile forr" en uso rrivoi, euiiis farngens para assen lamento tildo falto na mostna fabrica onde tanibi.ii se recelio eiicouiend.isde-loJa a qua- lidade de marhinis.no. .Mad.imeoiselle Villochau con casa ll< moda na ra No* n. 37 primeiro andar avisa ao pulilico e particularmente nos seas fn- guces que acaba le re.eber pelo ultimo ni vio de Franca um bonito e completo sortimen to deolij.-clos da ultima moda, como Duendas cassas e cambraias pira vestidos mantas r manitela pretas de seda o de fil do melhor posto, chapeos lisos e frangidos, de Frane. tanto de seda como de crep da ultima mona . roup nhaii e vetidnhos para meninos e meni us rpartilho res fin is, luvas, rendas. Id m las de todas a- larguras, e o itras mudas fa/.endas e objeto de phanthezia q.> nfi> deixar-'ode agradar. vista; iKuuliui'iilH Icinbr.i, que em sua cas. se aprmnpUio vestidos de baile, de visita, cha p-os, c qucs |iMr nutro ob|ecfos de mod. s . com perleicao. biev da.le. por preoocommodo. No da I X do comente perder-se una lettra d II ISOiOrs anemia por Francisco Jos da Silva \'a>cr acceita por Joo Pinto R-i- de-ou/a; quem a a* hou qm-rendo restituir polen pul regar ni na do Codorniz n. 6. o. as Cinco-puntas n 7. visto o .arador o n acceilante ja eslarem scientis de nao pnttaiPl sena. ao proprio dono; sacada a favor de Joa quim Felis da I loza cV Co>iipiiitia. A!uga-se um Icrceiro andar, com rom modos p..ra giande familia bonita vis a . inuito fresco : a fallar na ra da Crw n. 19 segn lo andar; na mpma casa tanibem fa para alugai um uran.'e armazem proprio par. qualquer eslaheleimenlo telo lagradn de pe dra .le cantara e com porto de embarque prximo - Jos Leonardo faz publico que venden sua venda sita na ra d Pm.i n. 46 ; p- r is aoqueui se j.ilgarseii credor aprsente suas contas no praso de 8 das na mesan venda. Da se t:0().S rs a juros de dous por enta ao me/. com hypotiiera em una casa ; na ra da Pr.ua n 4b. No da 1 do crrenle as O horas da ma- nhaa furtariio um transclim groso rte ouro , com colxeles e um ponleirotambem deouro, do pe-coco de um menta que ia para a escola do Multa na ra das Flores sendo frita n lurte na esc ida lendo sido n menino illud lo con. proiia-ssas ; o cuitoso fui visto por outros me- ninos, que o condecoran; todava roga-s 8 qu.d quer |>eso,i, a U"ineja olleiecido o dit" transeiiiii. de u lomir, e levar na ra Nova n. .i'.i que .se I lie gr.il fici.r. Na ra I oiic.id .lo Atierro dos Amiga- dos A. Ili.'i recelie-se opa pura lV-r e rn- gouuiiJi re>|>n..;i|iiisa i''o -e pe'as fa'tas I -se jOOjOOO rs. a preuiio de um e mcio por ccnlo eo mez sobre peohofe* de ouro ou pr.ta ; na ra da Cruz do Rccifc 43. h, com banho o pe de rasa com um peque- no sitio rom algn* arvored'H junio a punte da .Mag I.ilena ; que.ii a pretender dirija-se a ra da Cruz n. 64. = Precisa se alugar urna pequea casa , por esparo de me/es sendo nos lugares da Capunga P.issagem e Casanga ; na ra do Bangel n, 31. xs a-se .linheiro a premio sobre penbores de ouro prata, e hrilhanlcs, em pequeas e grandes porees : na ra larga do Uozario n. i, seguido andar. Avisa-so aos gueiii y priiiieir.i pre>tii(do da mosma obra sem receberem um recibo iuipressoe assignado pe- lo traductor. Precisa-se alugar um escravo para o ser- vico de campo dan lo-se-llie o sustento e 10. t. mensaes: na ra estrella do Roza o n 27. A luga-se p ir proco rom modo timi boi casa na povnicau do Mooleiro com comino l>s para fan lia un sitio junto, oanho na lortj p nutras multas vantagnns que a-vis- ta seavaliarS ; na rui Direita n 50 O'iem precisar de una a>na de leito . Milito limp e co ii iiriilo bo'ii l.-ile diriji o atraz do Corpo Santo loj.i de louca de An- tonio Di is Sonto n. 68 O Snr. \lanoel Joiquim Monteiro qm>- = Vendem-se sorvetoira9 de estanho de primeira qiialida le que sao de inuita econo- ma por prerisarein de puuco gelo : na ra da Cruz do llecife o. 9. = \ en i le-se um escravo perito carreiro , sem vicio algum ; na ra estrella do Rozariu n. 3i. - Na fabrica de espiritas e sabo fino da ra Imperial do Atterro dos Aflogados n. 165 , vende se superior espirito de vinho ago'ar dente de Franca para compr vinhos dita do reino aniz, genebra licores finos, e entre- linos, ecouimum, opodeldoc, sa bao fino pa- 50, segundo andar. ra o inesmo e para tirar nodoas de casacas , agoa de colonia, La Roy do 2 o. 3., e 4 Vendero-se dous macacos de estivnr na* vios por precocoinmodo: na ra da Cadea do lenle n. 37 = Vende-so urna canoa nova, quo pega em 850 lijlos de alvenaria e nutra mais un, tiga, que pega 750 ditos ; no sitio atra du so- brado do fallecido .Monteiro. =s \ ende-se uina morada de casa terrea de pedra e cal, nova e de esquina, co i. du s portas de frente urna nooitao, sita nos Affogndus na ra do Muloculomb do lado dimito, pro* xioio a ponte ; na pracinha do Livramunto n. , segundo andar. =s \ euue-se Jina negra de 38 annos, fez todo o servico de urna casa ; na ra Nova n. 5 ------------.,.... innunciarsiia monda que se Ihe desej i fallar i nego-in de su intpressp, Offerere se urna prda rapa<, d nrua 'dade para ama de c sa de hnniem solteiro oo Ip pouca familia, para fazer todo o servico de noria a dentro; qupm a preciar diri,a-se a ra di l.arangpiras n, -l\. H'|p as 4 horas di lrdese ha de arre- uatar um moteque de bonita fisura sem vi "os nem achaques : quemo pretender com- pareca na porta do Juiz de orf.ios. grao agoa de ffor de laranja leito virginal, segundo andar. jenciase espirita de sab5o para tirar nodoada| = Vende-so um csvnllo manco e de muito ules, polassa caustica licor alcalino para ti-{ bons andares proprio para seo hora : na ra rar nodoas de tinta de oleo ide Apollo estribara de Antonio hauer. Vende se um moleque crinulo de H an- = \ ende-se rap de Lisboa em libras h oi- mt, de bonita figura proprio para todo o lavas ,e muito bom rh issou : na ra do Col- ervico : na ra das Ouzes n. 4i segundo legio loja n 4 le Vlene/es Jnior. 'n,,ar- | \rT Vi;ndem-se transeliiisile liuirrtiha a 10 Vende-se um bonito escravo de 20 an- e 1(50. pscov sde Innpar denles a 00 e 2i0* nos, perfaitoroz nheiro de forno e fogo : 4 suspensorios de borracha a 240 80 e 30 ' litoslions para lodo o servico tanto di praca Ihesouras doundas a 3(). Jilas lisas finas a' orno de campo; umdilo de ineia idade por 200 e 240. canelas a 500, 100. < 60 rs. SOgrs. ; um moleque de 12 anuos; 4 es- caivetes finos de aparar penn.s a 320 ditos ravas moca? com boas habilidades urna cose, rom iiislrumenlo a 360 pentes de tai taruga a engoinma muito lien; urna dita de meia ida- 1000 e 1200 luvas pelas sem itedos a 320 e le por 3008 rs ; urna dita por 250j cozi- 400 nia.caNS penda a 400, ede oleo a 2i0 bao, lavan e vendem na ra: na ra de Agoas- agoa de flor dp laranja a 800 dita de eutalHa, prdes n. 44. essencia de rii'l a 800 1000 pspitilo d- es- \ ende-se urna esrrava rrinula de 24 ao- srncia de roza a 600 pomada fram e/a a 120 ios. de bonita figura cose bou, far hvarin- e200rs pentes de prender o cabello', vi - o enenmma co/inha lava e sendo para dos a 560 e seo. seren virados a 160 e -\l) , -ua d 480 por da ; e 24 taimas le pinho ; na rebique a 60 e 80 rs. colxeles 880 a uu/ia' ua do Livrameiito sobrado n. 33 - -'-* on Compras = Compra-si brnn/e. bitiio e robre vplh< m peil.eos empe.|uenase arandes UOvfSe* ; ta ru i Nova n 5 segundo andar. ^ Compra- sp o livro Horas Marianas : ni< na do C.al.uga lujan 9 di fronte da matri/. = (aiinpra-sp um par de mangas de vidr .ordalas : na Cmidioa do Carino n 18. ( ompra-se el fe. livamente para fura d. orovinria mulafinhas rrioufas p oais psrra >os dp 13 a 20 anuos p (iara servico de ra sa um moleque de 15 a 20 annos. que Ipnh rimipiosdp co/inha ; p.iRo-p bew, send. lionitos ; na ra larga do Rozario n. 30, pri- iii'iroei dar. Compra-so urna por. 3o de sarr-as vasia- >ara farinha : na ruada Cadeia de S. Antonir. jo depotito de familia n. 19. v Con.pta-p um comppndio de liista-i; or HossupI anda uiesnio usado ; quem liv. i mniincie. Compra-so o terceirnfnmn da obra d- F Imto El-sio ain.ia que velho soja mi en 'roxura : na ra esfreita do Rozaiio n 27. Comprao se efle tivamente para fura d rovincia mulatas negras o moloques d. 12 a 20 annos, sondo bonitos pagao-se bem : no ra Nova loja de ferragens n. 16. Vendas Vende-se um regolio deouro com cadeiae tatnbem de ouro por mudo com modo preco e compra-se urna commoda de amarello sendo moderna ; Iraz d matriz da Boa-vista n. 29 Vende-seassucir refinado, e de outras qualidades. cafe im ido e em grao tudo muito iiom e por proco commodo ; nos deposito.- la roa larga do Rozario n. 38 o na praca da Hoa vista n 7. N'endem-se mil garrafas vazias por proco commodo, azeite de (arrpalo em harria de 10 aadas at 20, a praso de 90 das; deronti til ril.eira da Moa-vista venda n. 60 assi . ou.o um banbeiro novo de lolha p. r 16 000 Vendem-se apparellius pretns p ra cha , hicaras pires, bules, cafeteiras assui arei- ros. o manteigueiras proles separados ap = Vendem-se aluuidares grandes chegado 11 timan ente do Porto mu pioprio- para en- iboar vestidos de enhoras o para lavar cr mas pelo omito barato proco de 1500 1600 rada uro.; na roa do Crespo n. 12 a fal i.ir com Jo Joaouim da ilva Maia. a Vendem se bichas do Han.burgo aos con- os o a ret.ilho, e Inmbpm sp alogo por proco oM.ihodo p meias de Indio ultmamento cho- ladas do Porto ; na ra da Cruz, do llecife n. i3 defronte do hoco do Porta-ifas canoas. \ ondem-sp pi-nlps di tartaruga da moda. berta! p lisos p para marrafas ; tambem sp onreita toda ultra de tartaruga ; no patpo do armo na esquina, que volla para a ra das I' ini-heiras n 2 = \ ondom-se velas do solio muito a Ivas , ,'randes e pequeas ruui bem fritas e viudas 'oAr.icaty, por preco commodo na ra da ru/. n 64. 4 endem-se sacras rom farinha de man- 'mra desujieror qualidadi, por proco coni- nodo : na ra da Cru' do Rerife n. 64. 4 ende sp um rologio horisonlal, sahone o deouro, muito regulador, rom transelin. milenio tuilo por I IOS rs brincos e anne- oes de divp sos u melos um relogio peque o. sfamete ngbz. muito em ronta um ro ario de ouro argas com diamantes e griso las, alfinctes e botos para abertura urna i -quinha apparelhada de prata propria para ostiireua urna salva para 4 copos, una di- ta com copo de pr.tai, urna bandeira e corrta le prata para .Menino Dos um par de fivella le ouro, um dito de prata para sapa tos um lito para suspensorios; as Cinco-pontas n. 45. ^ = Vendem-se chapeos france/es chegados :elo ultimo navio ditos de sol ton barra e 'emola con muito bonitos cabos, hrins para "< > i""i.irifiui-',n^ pina* M'parauns ap - Fa/om-*e sobre casacas do superior pan- pandhos para meninos o lelhasde vidro : na no fino a 30S rs ditas de merino a 22$ rs. . casacas pretas e de coros a 26 rs. rulotes d. setirii de coros lavrado a 6> r. rali as de |ian- iio fiuo o |2j rs j .quelas d^ panno a I 4S r., sobre casaras de l-rim ju-r n otilurm a'8S : no Atierro da Boa-vista loja de alfaiaie na es- quina do boro n. 40. Aluga-se na Passagein-da- Maudalona . defronte do sobrado de Joaquim Jos de ( Mivei- ra parte .le umajeasa que he indepondente , tendo um corredor muito largo na entrada da tu.. mzinha, duas al.ovas sala copiar < quintal n tiatar na inesma ron. o Machado. Injas de lourji de Antonio Das de Souto n ruada Cadeia do l.ectfe. e alrazdo Corpo Santo = rm rasado R. Itmrflf & Companhia , ra da Sim/ala vidha n. 138 acba se a vpnd.i f relindo muito boa qualid.de em sacras de 3 arr-dias ; assiin romo vinho do Kordeaux aau < aixas de duzia por proco commodo = \ endem-se l.ellissismos cortes de lanzi- riba fazenda que pela elegancia dos padres , delicfldrt/a das pinturas o mimo das coies . naodei*a duvida de que foi de proposito ima- ginada para este lempo de fasta em qu(. #<. Son horas demandan fa /ondas do methor cosi ------ ---. nv --.^-.-^ ,.-.,- , -,,.. ,,t...>.. . i|iii'|-> U' ll'OII"H" i = Aluga-se urna casa par* se passar a fes- ; na ra do Cabula l. 16. :alfasde padres modernos, rasimiras ditas, lencos de setim prelos e de cores para peseoco, tudo por prevo em conta ; na roa do Ujiei- nado loja n. II de A. L. G. Vianna. Vende-se una eanoa de lote de 1300 li- jlos de alvenaria por 350S : um lerreno com 103 palmos de frente, o 300 e tantos de fun- I entre as duas pontos da Magdal -na o qual leita para a caml.oa que segu para o .Man ;ilinho : na i na do Qiieim ido n. 57. Manoel Alvos Guerra, na ra do Vignrio o. 3 vende laxas de Ierro Latido e coado de o.losos lmannos, por proco bara'o ; o Ira- es de ma.leira superior.le 22a 50 palmos e le 7 a 10 |allegadas de grosura. 4 ende-se urna prela de nac5o. parida e 10 mesM sm a cria com muito liom loi te para criar sem vici-s nem achaques, mu- a o do bnnita figura : na ra Nova sobrado n. 55, das 6 as 9 horas da mnnhaa e das as 6 da ti rde. 4 ende-se um hanhoiro de aun rollo con oes do roda 3 lomos de Pro. ket J ybiay uin Sabistm e urna arte ingleza : na ra do (.an- uid n. 17. -. ^ Pinlem so siiperirr-s vinhos engarrafa- dos do Madeira sorra fllalvasia-e Rundas: ni- ra da < adoia do Rerife n. 37. = 4 ende e um es- ravo de meta idado pro prio para lodo o servico ; na toa larga du Ro nn, segundo aiid.r pv ci:::u iJ; UUn di lllolUlC. " a i aixinha a 80 is. caifas com agulhasjran- e as a 320 masos de buha de cabera encar- dada a 2700 e de cabrea branca a 2900 e muida a 100 rs. hotdes para camisa a 72D e SOOa groza ditos para Calcas a 360 e 400 , arlas fiam e/as a 270u o ui.sso faces de ra- i.o bramo e preto do 6 a 12 polleg.-das pe j- das doconlau para vestido a 20 dO 40, e '0 rs caixas de lauq.aiin..s | ur.. 3 n r.is a 1.0 rs. e pira 6 ditos a 120 n-MiiaVile papel .le iiesiui 2900 o almanta 3600 c.ixas no in.l.w S qu dolados para rape S|>< (Ifs de lodos os lamaiihos fitas de sed de lodos os liuu.ems iieias br ticas e de cores pata l.ouiom n 240 , litas brancas e pretas para senhoni, du/.sdo caixas de phosphoros de p i.t. s a 560 o 480 , al.oluaduras douradiis do diiTeronto* p..dides esleirs de palhinha a 800 chapeos ditos para monillos a 320 e 280, estajos de navlh.,s li- nas sapalosde marroquin lr..nce couro de lustro ditos para homem be/erro francos marroquim de loifasas cores, e ou- tras muilas mu.le/as; na ma Direita defronto looito do l.vramento n. 2. = Vende se uina olaiia no lugar do Cnr- deiro de podra ecal com muito bom bairo, ein chaos proprios ea margen do rio Capi-1 liaribe, por preco commodo; no Atierro la Boa-vista n 54. = Vende sejaoaranda superior chpgado do Rio de Janeiro pedras de marmoie redondas para mezas de meio de sala, de muito bom gus- to ditas para commodas cadeiras america- nas com assenta de palhinha camas de vento rom artnacao marque as so fas mezas de jantar camas de vento mu bem faitas a 4500, ditas de pinho a 3500, assim como outros mui- tos trastos ; pinho da Suei ia com 3 pollegadas legrossura, dito serrado dito americano de diflerenles larguras e imprmenlos ; assim orno travs de pinho, e barr.tes ; na ra da Florentina tm cusa de J. Reranger n. 14. Escravos futidos. No da 4 do crrente desappareceo um moleque de nomeGu.llienne, de altura de 7 IMlMNM bastante magro, per,, ,s o bran ,u. l"mos, oaheea pequea, o rosto hondo; quem "pegai leve a ra do Crespo a Manocl t.omeg "gas. que ,e,,.|era I00S rs. do gral.careo. Na noule do dia lado crreme fugio de as,, de Joao (a.-tista Hibeiro na ra da ( ruz lo Itecife u.na oscr..va parda de mmie t i,. ".gorda, estatura regular, nai.z grosso , . lo-las^ ais f,.l(.(Vs regLVos; he natural lefiexeiras. provincia de Alag*, achaia- so nosla cidi.de depositla pata lrUr do sua ilK-rdedocon. sua souhora l>. IVancisca do Rio. I.umozo depositario o I). Franriv de |>.,o- 'Baptsta; lugioc.lii vestido de casa do l.- r-s encarnados, ejavelbo. e saia ja usada, Omn rolo em algUma parles, >.,p..t. de ouro pelo ja rota e meias brancas quima (egar leve aodito dtf|o ftC!F: KA TlP. UK M. F. OB Faua.^ I8k'. |
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