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Ai"o de 1843.
Sabbado 21 et :?** riMa/w-aiKmmivmxtxi.wt un 'm ludo apura icjirnilr de na aieamoi; da noaaa prudencia, aoiierago, a energa con .luucmoe cuino principiamoa, e tereaioa apuntado con .daiira, km rnire Nacfea maii luL'as. ( IWlamacjao da Aaaemhlea teral du Bbasil.j P4KTIIMS DOS CORHEIOS TERRESTRES tioianra, e Parahvb, "iindas e iciin feirae. Hio Grande doN irle, quiiaa faina. Honiii a Gartnbuna, a I'1 "i. Cabo -Ntrinh.ien Km Form.no l',.rio Cairo, Mace i A, e \laoai mi 1 H },. Roa rala f Florea a >i e 2 >. Sanio Vnl 10 quinta feraa Olinda todoi 01 diaa. DAS DA MMaNA. 11*. Seg. a. Marliniano M Aud do J deD.da2.. 17 l'eitj. a. Florenlmo li Ral. Aud. do J da D, da 3. T. 1S Quart. s. Trvfoma M* ud do J. de 1>. 20 ex. a. Aurelio M Aud do J. de I), da 2. . 21 Sah a. I rsula V. M. Ral. Aud do i. de )). da 1- . 22 na. Santa Mara Salomo' de Outubro Anno XX. N. 228. sxea O Diio uubliea-aeoiloaoa das que nao forem S mineados: o prt.o d arga*'"1 :nooe de Irea mil reia por quirlel fagot adiantadot 0j anoancioa do liMgMMM eao meen Eran, eos do, que nao C.rrm rajado de SQ*Mi p r liaba A< rec!ama~(f dereoa aerai- gidaa a ata Tip ra dae Crutei N. !4, ou apraja da Independencia loja delirro* el. *> caiiaiiisVi dia 0 de Outubro Cambio aobre Loodra, lo Ja 2 id. luaria7j raa pur tranco. a Liebia 110 por lOUdepraano compra Ooao-Moeda da 0,400 V lfi.5 ! N. i6,JW de ,0CO i 000 P.aTa-F.t.ro. t S00 Moeda da cobia 2 por cenlo. a Paioa (i.iiuiuuaree I, >0l) Idea de lelraa de boaa nrma 1 a 1 l'i Sitoe Maucesoa I,"00 PHA3ES .\ LA NO MEZ DE OCTBKO. LuaCheiaa8, ka 8 horsre 57 n. da mnH I La ora a 3, >a 5b->r, 1 G m dain. Quarl. aing. 18, ne 11 aoraae 30 . I m j aart creac j :j J, ua j m da m Preamar de hoje. 1. a i boraa a 5i a. da aaabaa l s 3 fc,.ie 5 . da tarda. ?cada, 17 70 16.50U V.tOli < 820 8.0 5.0 *ART OFFJCWL Governo da Provincia. EXPEDIENTE DE 12 DO CBRENTE. Oflicio A' administraeao dos estabelec- ment-, de caridade appruvamlo as arrema- tad)"* das cosas do respectivo patrimonio cu- ja ruliico acompanhou o seo officio de 6 d'esle me/. Dito Ao jai/, relator da |unta de justca , communicando ter convocado a mnsina junta , paro no did 18 seo poder. Communicou-so nos vogaps toga Jos, e no commamlante das armas para o fa- 2er constaran.*, vogaes militares.. Dito Ao inspector da thesouraria das ren- das proviiiciucs. approvnndo ns arrematadles do reparos da ponte de Goianna e da reedi- ficarn Ja estrada do Joo de Barros no lii-jar da Camin de S.Jo&n cujos termos virao an- nexos ao seo officio de 11 do prpsente. DitoA'Cambra municipal do Bonito, sig- niliccin.l.), <|ue approva a resoluofo que to- rnirio de franquear a sola de suas sesees para as audiencias das autoridades policiaes , 3 judiciaes do respectivo termo. DitoAo Inspector da thesouraria das ren- das provincias declarando em resposta ao seo ofD' o de 10 to correiite,i]ue. em qnanto se nio pode eflecluor a venda do sitio que pelo in- ventario a (juc se precedi por morte de JolO P dinarpo do RojfO Barros, fo aqui niio lo ;'i Hienda p ouncial deve prtr om ar- re mita.; iO .i re na (tWpectiva Dito o int'stno determinando que da quota .1 ts li's;f.nsevntiincs mando entregar ordein d i mofe de polica interino a quantia de 2!0St)0Urs. para o sustento dos presos pobros lie |usti ;a d'esta comarca no corrento mcz. <>Ti>iou-se respeito ao chele de polic:a inte- rino. DitoAo Delegado do Pao-do-Alho or- districto da fregue/ia do TaquaratingaCom- municou-se ao chele de polica interino. Dito Ao chelo de polica interino signi- ficando que convem cni ser supprimido o dis- triclo de Taquaritinga eencorporado ao d" BrejoCommunicou-se respectiva Cmara mnnicinal. DitoAo inspector da thesouraria da fa- renda scientificando-o do ter resolvido que ejao despedidos'odos os cornetas, o olfins da guarda nacional da provincia a cxcepc3o dos da I,* legi3o d'esta cidade visto n8o sor iuffi',iente para o pasamento de todos clles a quota marcada na ordem do trihunnl do thesou- rodfl l7deJulho lindo; ordenando, quo man- de pagar . um corneta por hntalhao, o um cla- rim poresquadrnO, o que Ihes competir at o fin de Outuhro correte : provenindo-o, de que d'ahi em diante e em quanto o Governo imperial nao mandar o contrario, cessa todo o pasamento desfa naturesa : e intelligenciando- o. do q te contino todava em sen vigor a or- dm de 19 do -etemhro respeito da primeira legiSo.Communicou-se aos difforentes ehe- fes Ja guarda nacional. donando que d a precisos providencias, para que soja fornecida respectiva cadea urna guarda diaria que vigi os presos all exis- tentes requisitando para esso lim ao comman- dante do balalho da guarda nacional d'aquelle termo as pracas <|ue para isso se tornarem necessarias Officiou-se ao commamlante da guarda nacional do ;,ao-do- Iho para que sat,isfi/:esse as requiscoes quo nesto sontido Iho fossem feitas pulo mencionado delegado : c participou-so a expedigao d'ctas ordens ao jui/ municipal supplento do referido termo que havia representado i respeito. Dito-*A Joao de Dos Barros concedendo- Ibedemissao do lugar do suuJolegado do 2. FOLHET O CAVALLEIR I NEGRO. (') Episodio histrico. 3. ./ proposta. Erguem-se para o lado das rnontanhas d' Ara- gao, pouca distancia da celebie sorra !' Ml.ar- razin, as arruinadas torres de um castalio anli- go, ueaposorde veneran las servem do RUaH- rida aos inniimcraveis lobos que nellas so asy- lo, quando o nebuloso Moncayo arroja sobro as florestas suas violentas engorradas \em rem- pre estiverao condemnr.n'os ao silencio os pa- teos espacosos daquelle edificio; o na epocha dos successos. que vamos reoiindo, tal magnificen- cia es.didez ostentava que com rasao se Iho do- veriasoim.V direilo mais extensa duracao. N'uiii deisea aposentos passava cuinpridos lias . tristes nuiles a bcllissiina branca, lilna do intanto D. Pedro, que morreu n'uina relela ante os mu- ros de Granada. Acompanhava-a sua mai '). Saris, "in hainv nmcurava dissiuar com fa- () Video Diarto n.' 227. PERNAWBCO. POLICA. Parte do dia 20.Xo occorreo nov:dade al- suma. Ex'stem emetistolia. rsposieSo d: rleleTndo deife termo, l.i'iren'o Barho'a Fr n- m FrancUco \ vi.-r de 0'v'ri e ">'anoA| \\xpq a do sti'i felr lo deSmo \ntonin. vl;gU'd Joaiuim de Garvalho ^nton'o Sofe- ro e Felislierto Correia la S'lva e a do uhdelegsdo da Boa-vista. Jos Gaudencio de Almeida. i (i......ii .i i ! i i i -~" ~-~ ~~mmAY' Correspondencia. Srs Redactores : Por mais do urna vez algumas das folhas impressas na typographia ilo Sr. L I. R Roma tem detrahido em sua honra o actual Director do Arsenal de guerra, o Sr.Tenente-coronel los Mario IldefonsoJacome daVeiga Pessoa ; porem sempre de maneira . que o tutor ou autores destas detraccoes so furtao a responsahilidade cobrindo se rom o veo om que s'envolvem t^dos os calumniatlo- res e privando assim aquello distincto official de a/.er pesar sobre el les a pena que as leis, que nos regem sabia e justamente decrelo para o que busco manchar a reputacao de sou simlhante, sem que estoem sua conducta Ihes oflereca motivo para isto. At hoje o silencio tem sido a resposta quo so hadado aos taes escrevnhadores que por este modo abusao da gos as nuvens sombras quo entenebrecan o co- rocoda donzella, quo victimada sua paixo comprasia-se em cursar os mais apartados si- tios da fortalesa, assim dando pbulo ao desa- soceco quo a ralava produsido pela ausencia do enlutado cavalleiro, quo poucos das antes partir caminhodo Castella, comsigo levando a pa/d'espirito, e o amor da terna herdeira da casa d'Almazan. lima manha ouvirao os moradores do castel- lo o sido de trombeta. e rep mtna aKtaco suc- cedeu i quiotaco que desructavio; cru/.arao o pateo em varia direeco os homens d'armas; e d'uma das torres pronunciou urna voz estas pa- lavras: gente de paz. Restabeleceu-so a tran- quillidade, e todos menos Rodrigo, o chaveiro da praca. se retirarSo. Nislo, appareceu sabida do bosquo um ca- valleiro armado de ponto em branco, fatigando com son peso os ilhacs do brioso corcel: indi- rava quarenta anno?, era enxulode carnes, um tanto curvado para dante e como que vesta as armas contra vontade. Quando ehegou prxi- mo ao (osso, seu escudeiro tres vesos locot a trombeta. cujo sianal respoo eu a alalaia ; o adiantando-se Rodrigo Ihe mostrou a entrada para o pateo, onde o cavalleiro desmontou, c seu creado expoz ao chaveiro o desejo que seu amo tinha de tributar pessoal homenastem bel-1 logo a mai. liherdade de imprensa o bem lonste de procu- farem instruir, ou recrear seos Icitores tor- n ndo por esse meo seos escrptos dignos d'el- es. constantomente os atordoo com as mais nfames calumnias; porem como nem toda a t'ipulacjio d'esta capital esteja a par di honra- loz e prohidade, com que aquello militar se tem portado'quer na fortuna quer na desgra ca c nem por conseguinte se ache habilitad i i olhar comodeve, pan aquellos papeluxos forca he quo amanto da verdado como sou procuro tirara mascara aos detractores , e doixar ver toda a hydionde/ de suas laces Limitarei por agora as minhas reflexes aos n M 05 de 11 de Agosto e 77 de 3 do rorrete de um dos sohrcditos impressos denominado Guarda nacional, para que, comparado o que nelles so diz com os documentos que juntos ofTercco consideraciio do imparcial , e sensato publico possa este ajuisar da pro- tervia o malignidade com que se tem pro- curado desacreuitar o Sr Jo Mario cojo hom comportamento o ai credor de toda a esti- ma o consideracao. No primeiro dos mencionados nmeros Ifi-se o seguinte annuncio. O Arsenal de guerra compra farinhu iSVOO rt a saca e compra 600 *acns emhora bija no mercado a 8 o a 9 patacas ; nS > fiz mal: o Estado quer m'8- mn firinha mais cara Com este annuncio , quo aos olhos de qualqucr que nao soja o seu nefando autor, parece o^ra de um d'esse* nonstros que do vez em qu ndo nnnorooem na sociedade como que Uncido do sein do a- \erno (>aro nolla inlroduzir a desnrdein, e |tial vermo destriiidur obstruir to>lns os cus memhros, pretemle*se iueolear que n quella reparticaocomnrou-so farnha IjIOO r<. no entretanto, queestegoni..... \cn- dia S o ?) patac ; i i para \o .!o detractor, que sem ppjo inda- losamente mentio s com o lim de desacredi- tar o honrado chele da dita reparticSo adi- anle transcrevom-so os documentos den0. \ h (i pelos quaes a toda a evidencia provado - 08 que a arinha o com efeito all comnrada quatro mil reis a sacra no da 3 do referido iiiez do Agosto em consequenca do assim o ter decidido a thesouraria nao obstante os es- rupulosdo Sr. Ildelfnnso ; mas que nessa - poca ella esteve no mercado a 12 patacas, sen- do nlerior que pelasua boa qualidado Ihe foi preterida com o pequeo accrescimo no res- pectivo proco do 160 rs.; e bem assim uue a diflerenca para mais de quatrocentos reis , li o rusto de cada um dos sacos. No segundo dos citados nmeros com outro annuncio igualmente dilado pela mais requin- tada perversidade procurado Inzer persuadir , que o director do arsenal de guerra compra va- la castella. Mediu-o Rodrigo de alto a baixo e perguntou-lhe : Quem teu amo; equal o titulo do quo ;;o/a no foro fidalgo? o cavalleiro de la Torre. tornou o es- cudoiro. Aliavessou Rodrifto o terreiro e annunciou as senhoras o receiti-rhesado. No me consta que baja cavalleiro arago- nez, que assim se apellidodisse D. Mara. a Ser talvez castelhano ou algum dos ea- valleiros da ordem de la Banda lembrou I). Branca. Soja quem (raccrescentou a maiaqu encontrar hosptalidado. Que entre o cavallei- ro do la Torre, o bemvindo seja aos dominios da casa d'Almazan. Ad'nittido n hospede Branca cuidnu mor- ro r de espanto, ao reoonhecer I). Joo, o torto: porem I). Maria manteve tanta seronidado que Ihcoffereceu que descancusse. Na5 largarei minhas armas, nem ao repou- so entregarei meu corpa, em quanto me nao aa- cutardes sobreassumplouue todos nos interes- sa, o no qual ha de decidir minlia formosa pri- ma. u i; o que vos quetas em lugar do sola e por 2:600 rs. A' este, sen lo anda mais lacnico do que te- nho m'esforcado para sor, corto do que a ver- dado he por si mesma apreciavel e nao neces- sita para ser presentida dos atavos de urna pomposa oloijuencia. responderei com o do< u- monto n. 7 vista do qu il ninguem de IcVa fe pollera do x ir de reconhei er que he f ilsa a imputarn iiu s? fa-ao benemrito director quanto ao pro o, i or que se finge com- prada a sola pois mu clara e evidentemente demonstra nao tor ella entrado anda naquelle arsenal sendo alienada por simlhante proco: o quao ponen ere lito mere' e respeito da nutra recrmina< o quem to infundada e malicio- samente falla. Com a puhlieacfio d estas linhas o dos do- cumentos protnettidos, que me foro confia- dos depois de nao p quena instancia muito obrigaro os Srs. Redactores o seu constante leitor O Justicetto. Documentos. N. . Devendo no dia EJ do correte largar para a Ma il Fernando o patacho Pira pama e mandando o F.xm. Sr Presidente da provincia por offico do 31 do passado que remella para a mesma lllia scscenlassaecas de farnha do man- dioca rogo V. S.. que baja de efleetuar por ossa reparticSo a compra desto genero assim como o respectivo embarque requisitando para este lim as emharcacOes, que forem necessarias, ao inspector do arseiu-l de marinha e a esta thesouraria a somma precisa. -Po to que esto- ja corto ilo lelo e cuidado do V. S.. nao possodoi xa rde rogar -Ihe todo o cuidado para uue o sobredi lo genero saia da melhor qualida- ile. Dos guarde a V. S Thesouraria da fa- /imila de Pernamhuco 1. de Agosto de 1834. lilm. Sr. Jos Mara Ildefonso Jocome da \ eiga Pessoa Director do arsenal de guerra. O Inspector Joo Goncalves da Silva. N. 2. lllm. Sr.Depois da entro-vista, quebon- tem live com V. S. a respeito da compra das seiscentas saceos de farinna que tem de serem remettidos para a llha de Fernando pelo pre- co de quatro mil e quatrm'cnlos res oalqueire desta provincia entrando nesta quantia o va- lor dos competentes sacos, como Ihe hv. ver , resolv oflecluol-a pelo referido preco a vista da necessidade quo ha da sua remessa para aquella llha ; e nao haverdos 3 concurrentes, quem a tivesse em to grande quantidade e sera melhor, que se apresontou. I o por- tanto esta compra feita a Gabriel Antonio que se compromoeo que de boje at a manhaa ficario tolas as seiscentas saccas a bordo do pataxo Ptrapama que tem de partir para a ilha sendo a conduco para o mesmo feita pe- Muito exaltaras a lindesa do Branca os pa- ladinos, que passaro por estes sitios, mascn" fesso que turad diminutos em demasa, pois que a formosura da prima eclipsa___ Tinheisdito que o negocio, que vos trasia, respetava interessu meu... . E assim , senhora... Sabei que o rei de Castella ili|)e-se para despojar-vos de Alma- zan edo Alcocer... Nao o acredito. D. Joo: porem se tal fos- se, valor e armas lenho para defonder-m*. E que bao de faser duas Iracas senhoras contra o podero do prfido Alfonso o o avillado esquadrad dos ravalleiros de la Banda. Infamis essesuerroirosdisse Branca: sabei pois que sao valoules e generosos; e ca- valleiro ha entre elles que sem emburgo de an- da nao irazer a tiracollo a honrosa fila romper em minha defoa a melhor lauca... Ser por acaso o de Vendanha !.. Nao; que pertence i ordem detcsfavel.. Branca, quem e esse afortunado campea,)?.. I)iga-u diga-o j. D. Joo.interrompeu D. Maranao vos olvidis que estis na presenca das castellaa de Almazan Como preciso que eu salte o vallo, decla- i,. tuo ai ni >u.*w..... ^uc itmi ouilit;i%aa o lllalU de Branca. Se acquiesceis u meus desejos, le las alvaivn?/i fo midade J,i ordem .lo K\n. r. Presidente. O I'ih tn lo ho con >n un ico pira sui iutelli- g.meia. Dan gnr la a V. S Arsenal de guer- ra 2 de A-oslo de I8VI. III n. Sr. Joan Gon - calves di Suva Impudor da ihesouraria lazcn laasniguado, Jos Mina Illolloiso l.- cooio da Voigi Pesso Tonento-coruiiel di- rector. N. 3. III n Sr En resp >,ta :i0 oT] -iodo V.S.des. ta .1 ita Bal que n pirtieipi o | i,- i -.orre icei ca da co o,h.i d i farin'i i,()u,. s preten l enviar p.ra a (ha de Ferino lo tenlio a di/.er a \ S., que nao apparecendo disto genero, oda molhor qualidade, dovecom todo V. S. efec- tuara compra, logo que. o oilerecido a venda esteja sao o perfeitp e so ache ero estado do assim conservar-so por algum lempo. Dos guarde a V. \ Thesouraria da lazcnda de Pernambno 2 de Agosto de I8 J lllm. Sr Jos Mara lldelfonso Jacoroo da Veiga Pessoa , Director do arsenal de guerra.O Inspector Joo Goncalves da Silta. N. 4. Certifico quo a foiIns Sido livro de verbas de pagamentos extraordinarios do arsenal de guerra, se ach averbado o pagamento se- guinte: da quantia de 2:6 Wj rs. dividida em duas addicSes a sabe 2: 'iO>S |or 600 alqiiei- res ( medida velba ) da dita familia a 48000 rs e 210j rs, por 600 sacos a W0 reis. com- prados a Gabriel Antonio em 3 de Agosto pro Ximo pastado pelo actual director o Sr. Tfl- nentc-coronel Jos Mana Ildefonso Jacome da Veiga Fessoa E para constar passei a pre- sento certidSo. Arsenal de guer.a 7 de u- tubro du 1843. Joao Francisco Barios, Es- crivao. N. 5. Certifico que a folhas'JO do livro aprendi/es nunnres.se acha laucada a quantia de 12S4-0 rs. importancia de 3 alqumres, umi quarta e meia de larinh.i de muid.o a co n prados pelo Pedagogo dos ditos menores en. i d \ nsta toni J.se de Sanh Aa-ia a razio Je 33G3) rs o al (ii-irc ( >m-Ji.|.i veib i ) oir o sustento I * sohrcdtos mei >r.>s o*|ue timlnn eon-la do do.:.i n >nto ii. I d> referido m>, em que eh lauca 11 a portara I > Sr Director e o re cilio doren I.- lor. E n>ir i o instar pusei.i pre- sento ocrti-ii i. Arsen il le guerra 10 de Ot-i bro do li-J. Joo Francisco Bastos, Es- crivo. N" 6. Pedindo V. S. cm seu ofli.io de 1 \ do cor- rente qiieeni vista do que se passuu filtre niim e V. S relativamente a farinhi de in indio-a. qneultim.iiH me se co n mu pelo arsenal de guerra pira a Iba de Fernn do Ihe leclire : 1.m- depois do an unci no Diario do dia 2 do memii'i m-z veio pessoalmente pedir dispen- sa de tal coinora por nr> ser po para que a embarcaca sahisse no dia J apa- recendo somente tres concurrentes, ou antes dous, pela m qualidade da farinha deum o pedindo cssesdous pela que ollcrecio o preco deij rs. nao sendo ainda da boa farfnhado Rinde Janeiro : 2." se o esclarec a este respei to fa endoterque a de Santa Calliarina e Ca ratellasera a melbor para embarcar e guardar, e quslo ao preco logo que nao aparecesse ouiro deveria eertuar a compra afim de que fccumprsseaordem do Exm. Sr. Presidente para a sabida da emharcacao no dia 5 : c3. se no dia 3 ainda veio procurar-me repetindo o niesmo querendo apresenlur-me o vendedor o que nao consenti e foi enlo que concluio a compra julsosatisfa/er a V. S. doclnrindo- Ihn que hefexacto tu lo qu mto nestos artigos se 'vpo-.de. Do.* guarde a V. S. Thesouraria da la/cnda de Pernambuc i 23 de Agosto de I8V3 Illm. -r. Jos liria Moifonm J ico ne da la Ve.ga P.ssoa, Director do arsenal de guerra. -O Inspector Joo Gonuilvos da Silva N 7. felico rf/it preQos ,la ,,,1-t p*lo, qmt* tem arsenal de g,rri comnrtd't a difireme* I*>* desdi H de Dez-mbrode 1810/i ble iJulubrn /V 1S 4 t En 1841. Setembro 13A Antonio .Moreira Pin- to o00 meios ..............g ^00 Em 1848!' Fewreiro 11A Manoel Goncalves da Silva 600 meios ......... 2 200 Abril 11AJoaquim Clau'di'noMon- leiro 430 meios ............... 1.800 A Vnionio JosdeSi(|ueira 600 meios*.................... t800 Outuliro .*; \ Manoel Gongalves da Silva S00 me'os A............... 2,000 Novembro 17,\ Jos Rodrigues Fer- reira OO meios .......... j 80O E-n 18U. Julbo 14A Lucio KoJrigucs Pereira 2'i.) meios h ,, 2,160 Certifico que a presente retadlo foi extrabi- da do livro la raceita deste arsenal. Arsenal de guerra 6 do Jutubro de 18W. -O escrivo Joo Francisco Bastos. Varieriarlc. I.U.WI vantarei exercilo nesta fronteira, e me farei for- te nestes muros contra o poder de Alfonso c at contra o inferno. O senhorode Biscaia reonldo aos vossos estados accressentar nossos doi.i- nios. e..... Nunca vos cri lao atrevido, I). Joaores- poiieo toiii altivez a sen hora do caslellope- ds a inao de mmlia (i ha, como se fo a vassal- la votaa, eevquereia-ios deque o alvedrio di urna dama lem forca que baste despresar des- coll, es olL-reolroentos e re.eilar alliancua desi- guaes. Dealguaes!.. E a minha nobr za !... < Nao ha nobresa lem virlnde. Isto j demafs.. meu urgulho nao se abai- sa a suppliear.. Por ultima vez, minha pri- ma. .. acceitais ou repudiis minha mao ?... Nao acceilo. I. Joao.. respondeu a don- zella resolutamente. Mordeu exasperado o infante a manopla d'a ?i, exhalou a raiva n'uma praxa horrivel. e d scendo toda a pressa ao paleo do caslello, tarnou a cavalgar e eotreu toda a brida. 4." Desfechod'um banquete real. Jtous mezes depois da entrevista de I). Joo, o torio com as nobres senhoras d'Almazaii, cele- O CARAPCEIRO. OS PREJrtZOS. Nao pretendo tractir aqui seno das opi- nies, ou oonhecmentos miraos e dos son tmenlos que recebemos da nossa primeira educacin por va de liedes. ou de, exentlo*. Isto posto, digo, que antes de lulo roceltmos necess.iriamenln a Ingo.igem primeiro de to- dos os coiihecimenlos ,' e fundamento de lodos os m ns Alingia oo be para nos, seno irn prejm/o, que recebemos sem exame e ainl.i 'nleriorm mto a to 11 fneul lulo de examinar : os vo-ib ilos, que ella mrerra, sao nutras tan- tas i leas c estas idnias nao p id.'in d.-ixar d" nena de se nao fuere o entender, nem enten- der os ilem iis ho nens. A mli, que af.iga a se 'illiinb'i o pai, que Ihe sorri ca intonso, a ir mfcinha que o procura engolosinar, e diver- tir, do ibe un prejuizo de amor, de reconhe iiiento e de mutua alleico : e qumdo so- fistas qni/ero raciocinar sobr'este prejuizo, / for,a d'uislriii can acb'iro que elle era des.ir- esnadn : que nos nada ileviamos a nossos pas, logo que nao carecessenios mais de scusso' cor ros! Eis aqui urna opim.io vinda da instrucco oppondo-se a um prejui/.o da educarlo : e quem n.io dir que nestecasoa vantagem nao est da parleda instrinco ? Quando una mi terna porqualqueracciden- to de seu caro fillio exclama Oh meu 1) os ! nsto mesmo di-lhe sem o pensar um pre- juizo da existencia da Divindade, oda sua pro- videncia. J. J. Rousseau a forca d'instrucco , e de filosofa descubri que se nao devia en- treter a um minino a cerca da Divindade e d'alma humana se nao dos quinze para os desoilo annos, isto be; quando as paixoes, que fallo sempro mais alto que a rasa o, o entre- tem de 011 tras cousas : e aqui temos tambem a inslrueclo opposta ao prejuizo. Eu deixo con- sideravo de meus Ilustres letores o imagina- ren), que tal vina a ser o bomern, a quem nun ca fallassem em Dos na immnrtalidade Pal- ma as penas e rco-npensasda outra vida , seno no tempo da virilidade na poca em que desabrocho no corceo humano os apeti- tes e as paixoes comocao 8 ejercer todo o seu podero ! A obediencia que devemos a nossos supe- riores era tambem urna opinio, e um enti- mento provind >s da educaco Afa mudamo* tudoisio podem di/er os sofistas, como os mdicos de Moliere ; e com elfeito descubrirn, que os subditos 110 lio consliluir-se censores, al jiiizesdesees superiores; eveio a trans tol nar-se toda a ordem social. Tambem era um prejuizo entre os povos cliristaos e entre to- dos os povos, que as leis primitivas, o funda- mentaes, germen, o principio de todas as leis suluequentes, havio sido dadas ao genero bu mano pela propria Divindade. Os solistas re- flctindo nsto acbrao que ellas nio foro imaginadas seno por bomens e os legisla- dores modernos fizero leis extravagantes para nos provar que os antigos nao as poderao fa- zer per fe i I as. Eu abalanco-mea mais e nao receio sus- tentar que o fundamento de todos os conhe- montos moraes nicos, que importo ma- nutenco da sociedade e que nao lem sido , como os conhecimentos fizicos entregues ,i nossasdisputas, nao podem ser, s.-no prejui- zos ; porque do contrario fra mister suppAr . que os bomens, que vvro ao redor de nos em nossa infancia tanto escrpulo, e reserva li nbo que nunct nos entrelvrao, nem falla- rn adan te de nos senao de comer, e beber, de botnica ou de historia natural sem ja mais proferir urna palavra sbreos mais impor- tantes objectos, que podem oceupar a entes ra- cionaos ; por quinto, se ellos dissero urna pa- lavra a este respeilo, ah temos urna ideia, qu- se mostrou, e por conseguinte um prejuizo, que nasceo. Pido que os pais, que por etcmplo. nao qni/essein fallar a seus filbos a repeito da Divindade, seno quando estes houvessem che i ido ios 18 annos, detento olister-se em sua ore-enea nao s'i .1 is expnssoes seno das ae* oes, que pojessem fazer nascer tal ideia ; e numpria que fossem alheos praticos para tor o ir seus filbos destas de especulacao. Creio que nao ha opinio mais absu-da . aem mais inconsequente aos principios qu. ali s prolessava o filosofo do Genebra. Fraco li losofo Nao sabia elle que a idade da rasi em msica, em botnica em historia natural mil poesa at uvsmo em geometra nao he a nlade da raso un moral ; e que esta nao lu- om todj o seu brilho seno nos dous extre mosdavid, isto he ; antes, e d.qiois das pai (Oes ? Jess Ghrislo supremo legislador, que ri que os meninos se Ihe aproxiiiiassem pan ouvir as suas lices O orgulboso sofista os apar ta ; cjulga que a idade da innocencia nao h> izada para recebar asprimeiras semen'es da ver lado, da verdade. que he c 11 si inesma a inno- cencia da ra^o ainda mais, do que a forca, t penetraco do espirito ** F'ira disto se os bomens nao devem receber, eno da inslruccao, e dos lvros, os conheci- mentos moraes necessaros a boa ordem da so- cieda'to c por conseguinte sua felicdade ; o que vr5 a ser aquolles, que nao tem nem tem- po, nom meios do roceber essa inslruccao. Dcver- se-ha condemnar a parte mais numerosa,a mais forte, amis apaixonada da sociedade a urna ignorancia absoluta de ludo que a pode con- solar da sua miseria, ou provenir o abuso da sua forca? He verdade que em Franca ja bouve um decreto, que obrigava todos a aprenderem a ler: mas era este precisamente o meio de azer pores quo ignorantes. guns traidores disfarcados entre os contendores que justa vSoaccommetterao na Mea o re, ees- te deveu a salvaco aos certeiros boles do desco- nhecido, aju lodo dos cavalleiros de la Banda. G"ato a lo assignalado servco, ordennu o mo- na rha um banquetea que (orad convidadas as principaes damas da Orle e tambem os nobres que havio assistidn s justas, numero cm que HOtrava i). Joo, o loito. Grandes preparativos se havio filo para a resta, com regloe liberal apparato: fllumln- rao-se as ampias salas do paco; revestiro-se de colgaduras mu ricas os balcoes, entradas, e par. des; e as cadeiras primorosas mezas e a- p.irad ires magnficamente ornados os serven- tes trajados ricamente, as bandas de msica re- partidas em lcaos convenientes davo bem entender, que nunca em GastcHa se vira tao fas- taso recreo. Occopava a cabeceira da meza sentada sob um docJ d'azul e grai, a bella herdeira de Al- m-izan, como rainha que fra do torncio ; tinha a seu lado esquerdoa infanta I). Maria.sua mi, Concluido o convivio, ergueu-sc lrei com urna taca de ouronamao; todos o imitaran guardando silencio. Damas gentis, cavalleiros valerosos, bnn- dai comfgos faustas nupcias da ninha do tor- ncio com o paladino la negra armadura. Viva viva (se ouvia de tuda a parle) : saiba-se-lhc o nonio... viva .' > Tambem meu rival! difse em voz bai- la I). Joo, o lorio. Rcii de Castella lempo de descubrir-me, pois que meus votos esto cumpridos : vossa alteza ja nao tem Inimigos ; e eu chego a alcan- zar o nico premio, a que o meu coraco aspi- rara .. Sou eu a quem toca descobrir-vos e premiar- vos. Nada por ora em beneficio vosso tenho Yei- to ; e, por Dos que tempo do nao padecer ingrato ... D. Euiz de La Cerda primogni- to do I). Aflouso de La Cerda o desherdadu, que merc pedis ao rol de Caslella ?.. A de morrer no s^u servlco. E um da- rla indiibitavelmentc filsos prejuizos em mo- ral Urna sociedade m I constituida nao inspira aos bomens seno falsos prejui-os. D'aqui os pOVOS idolatras polygamos lemoi ralicos re- cebem como prejuizos aopinio.da plurali- dade dos deoses. da pluradade dos poderes da plurdidade das inulheres. D'aqui nlgumas povoacesselagens recebem da sua educado e dos hbitos de seus pais o uso de comprimir entre duas taboas a rebeca dos 11 cninos recim- uascidos ple comer os seus pre/ioncir. s. Os potos mais bem constituidos, os potos civilza- los recebem como um prejuizo a unidnde em ludo, na religio, na familia, no estado prejuizo, ou antes principio, cujas consequen- cas a rasao desenvolvo, e a historia inoslra a sua applicaco. Nossos prejuizos pois dependem da socieda- de em que existimos : esta he de certo modo ocadinho em pie se mndelo os aossos esp- ritos, e vem a ser dosfarlc a grande instituido- ra dos bomens e talvez que a nica. Foi por tanto um grande erro do seculo passado o nao ver por toda a parte, seno nstrucco e na- la decducaco.administraco, e nada do cons- tituidlo, moral, e nada de Jogma isto he ; o liomem e sempre o bomem, e nunca a socie- dade ao passo que a educacao, a constituicao oolitica e o dogma ( quo nao he seno a onNtiluico religiosa mais poderosa, que a ins- 'rueco. que a administrarn, e ate quo a mes- na moral ) do s nossas ideias a nossos espi- ritos a nossos cora( oes a nossos hbitos o maneiras urna direceo irresistivel, e que be |uase impnssivel mudar-se. Depois destes primeiros prejuizos funda- mento de todas as verdades,e de todos os erros, ni tros ha que ainda em um povo civilisado 'o ou urna exageradlo ou urna degenerarlo I alguma verdade. Deste modo a crenca popular Taimas do outro mundo be urna exageradlo da naimmortaldade d dina. Urna (Insidia su per- icial faz il'istoassii'iipto de motejes; mas urna (- "sofamais profunda procura, mas comgiavida- le. enlraquecel-a. quando pin seja possividdes- ruil-a. Ella nao tira repentinamentt* os espeques om receio, deque se desmorone o edificio, e iroccde romo o crurgiSo prudente, que le- ne tocar as excrecencia*. que nascem sobre Mirles nobres. ronlentando-se de romnatero u cresciment. O prejuizo dalguns povos, rincipalmenle dos Ingle/es contra as dis- eci des anatmicas he tima exagerac- o dos si-n- uiei.tos de liuni;itiid.,(le,e,|e r>speiti pura com > liomem : e creio que este pieimzo ainda xagerado como he e que nao embarga, de pie a Inglaterra baja produzido os mais peritos inalomicos cons iterado em geral. pede con- ertar mais homens do que os pdcttl curar os oiiliecimeii'os anatoiiiicne. A mcsnia crenca de le ticos e bruxarias he io uuib exageradi'i.sim urna ilogencraCo d ftl- {umas verdades sobre 1 existencia dos espiritas, do podei, que estes p dem exercer: he o que -e chama superstico. que a Religifio condem- na muilo iniis severamente que a hlosolia; por- que esla nao laz mais do que zumbar preslan- lo ao mesmo passo todas essas superstices novas forcas. com as maravilhas do Me.-meris- mo do \/agneli>mo animal, do Somnambu- lismo &c. &c. ainda nos nossos das defen- didas por sabios, e filsofos; e talvez, que nun- ca se interrogasse mais o futuro do que hoje, do maneira que logo ser mister sujeitar os a- devinhos pagar patente ; porque os filsofos nao escapSo mais, que os outros s crencas , que ellos combatem como supersticiosas, ou "agoradas Milorde Shasftsbury dizia Leb- nitz.lcm raso dedizer.que al ha alheos fan- ticos; porque estos podem ter imaginacoes, ou visoes, como os mais : pdose ser incrdulo lifiin ce n rH so M/tticHi ui ainadoiiu no qual o cavalieiro negro salvou a vida aorei: al- ; . i-. . ...........' > ,. . ..., ii" slu si-inri). 1. um ca- ea diieila elre I). Aflooso; seguio-so damas mor do admiradlo havia sauido de todas as boc- c cavalleiros alternadamente, distinguindo-se cas ao ouvirom prenunciar o nomo do incoa- all mimes illuslres afamadas repiitacoes de nito. -ucrreiros e formosuias estremadas ; c todos A ji nao pode c.mter-se I). Joo, e vendo em repetidos brindes celebra vio a grandeza de que a inai do Branca fallava couiplacenleinenlo' Alfonso e a boa sortc de suas emprezas. j ao eampeSo, adiantou-se para ella e die Olbal, senhora.queha umducllo pendente entre esso cavalloiro c a minha pessoa : todava nao ainda esposo de minha gentil prima.... Que estis dfzendo D. Joao?... per- guntou elrei indignado. Peco que vossa alteza revogue essa allianca. quo usurpa os meus diroitos. ( Tejs diroitos, traidor!... bradou-lhe o de La Corda Vem, vem d:scut.l-os, e devol- ver-mo minha luva ; a que lo arrojei na ponte do/odoira. Agora mesmo... Respondeu furioso o infante,ed'espada na arremetteu para I). miz, que (leclinaiiuo o primeiro golpe e no meio da confusa o alarido, que talo tao inesperado in- cidente ge rara, investio com o ad tersa rio to briosamente que o lovou recuando at a porta da sala onde pude alcancal-o ; e jogando-lhc urna estocada diste Ihe : morro em paz. Cabio I). Joo. o no baque rosuou sua a.ma- duia sonre o pavimento. Foi esto o lim trgico de I. Joo, o lorio; c a sua inorte asM'jiirou por inultos annos a tian- qudndade deCastoda Poucosdiasd pois deste Micce.sso celebraro-se con. pompa extraurJma- ra as vdas del). Branca iuAiiiiazan com o piimopOiiito, herdeirodos La-Cerdas, F1M. por urna parle o crdulo por oitlra bem co-' Mirantes Dantan Mnrat Robespierro, e ou- nio un rerto Sr. I'uson, huliil mecnico do K- Iros monstrua, que produ/.io a revoluco fran- Icitor Palatino, queora as prolessias di Nos- ceta* Que cabedal do conhccimentos quee- tradnnus, e naocra a* da Biblia, ou como rudicao e sobro tudo, que cloqucncia nao um ju leo dos Pai/es-Biixos, que do todo o possw o famoso Mirabeau Entre tanto res- Novo feslamento nao adniittia senao o Apo- peiloda moral a sua vida foi um tecido de tor- calypsa ; porque julgava achar nelle a pedra fi- losolal. petas, e miserias. Logo nao hasta instruir o povo lie mister sobre ludo morigeral-o : he An'iimonte os Irihunacs dejustica punifio mister faliar-lhe ainda mais ao coracao, doque cruelmente os pretendidos feiticeiros. Nunca a rasgo: ein sumoia infunda-so no povo o a- pdnsuher se Ibes iinpnuliio ossas penas por. mor, o o temor de Dos, que tu lo ir bem . feticeiros,ou so por inculcaren!-so taes,buscan- nao oblante os inseparavc.is prejui/os. do persuad I o tasarais. Fosse o que fosse,_________________________________________ bem longeeslou de approvar, que se queimas- , sem vivos, os quo so vcndio por feiticeiros: to- ' davia esta impostura lie um dolido mui grave ;I e o homem, que usurpa o primeiro atributo da divindade qual ho o conhecimonto das cousas Al Pandcga. ......--, i ^ i , futuras, e dest'arlc exerce o niaw tyrannico un- j Rendimento do dia 20......... perio sobre as maginaces Iracas ( e quem lia De*carregdo hoje 21. ni, uno nao tenha a imaginado fraca, quan-;n. . i i i k i i ,i ..., "rigueConceicao de Mana do desoja grandes bens ou teme grandes ma- les ? ) o homem que loma por offi.:io lucra- tivo o derramar no povo falsos temores ou es- niercadorias. 3:8328251 diflerentcs perangas quimricas, parecer-nos-hia pelo me-1 nos tilo criminoso como o quo faz circular moeda falsa se as sociedades humanas tomas* sem tanto a pcitoafelicida ledos homens.quan- to a sua fortuna o so a moral losse aos nossos olno de tamaita importancia, quanlo he o commercio. Nao fallo d'algumas praticas ridiculas, ou a- busivas, que o povo por simples algumas ve/es mistura praticas respeitaveis. Urna pequea c maligna ciencia nao ve senao os abusos ; um'alta. esa filosofa nao v seno as cousas. Tirem-sj sim os abusos ( escrevia o preci- tado Leibnitz), mas deixcm subsistir as cousas lollatur abusus non res. 'leste modo ( pro- tegua o mesmo filosofo ) se a rasao, que se alo ga para suprimir as feslas tiradas das dsolu- cds quese eommettem nessesdias, fosse pe rempleria fdra mister suprimir at o Do- mingo Di/->e oralmente quemis val, que o po- vo irabalho ilo que. que se embriague : mas a verdad mt i poltica dir que um povo de e lirios he prefeiivel a um povo dnatbeos; por- que eui geral o elirios sao lio i gmite o fcil de gveinir: mis que males ojo provenida incre- dulidad!! Bom tongo vai do m-u pensamiento o querer apadrinhar a muitos qiii/o*, mor mente quandn etes po en olleii h*r osbonseos tilines: porm minio lento mu i la prudencia cabe, que tenha, quem *o propozer a comhatei os prejm/os, a fin de que Me no acontecaio nieuio quo, ao que trae-la I limpar vidros, is lo he ; que se os ner polir do mais vem a quetird-u-i. N-m ha vidro sem trancha. neo. socieda lo hu nana sem taes ou taes prejui/os lteiisei, porexemplo, que umita genle poi ah utrihue a milagros desle, ou d'aquello San- toa mor parte das curas desuas enfermidades . ou > bom xito de su is urelemo -s He isto sem (Juvida um picjiii/o : mas d'onde nenhum mal resulta qu indo pelo contrario insistir muito sohr'e-tas m,lorias e querer leval-as a apuro . o mesmo he que pretender tirar do povo toda a crenca religiosa : e quem duvida. que mui- to ineliior ho crer do mais, do que no crer n i llovimento do Porto. Navios entrados no dia 20. Genova ; 34 das polaca sarda Sominarira , de 157 toneladas capilao Cuacme Kamel- la equipagem 12, carga vinho azeilo doce, massas papel: a consignado de .Meli- des & Oliveira. Rio de Janeiro ; 19dias, brigue hamburguez Ereprist, de 112 toneladas, capilao Chris tean Malchin. equipagem 11, carga lastro: a consignacaao do Gaudino Agoslinbo de Barros. Iioclaracoos. Pela suhdelegatura da Sd'Olinda so ap- prehendi'O um preto moco, que nao quer dizer o seu nome nem quem he sen senbor ; quem se n^d ir c.o'n diri-ilo a elle compareca noso- lire lito lugar, que Ihe sei entregue com as for- malidades da le. Olinda 19 ded'Onluhro de 18 VI Francisco das Cha gas Salgueiro, sub- delegado sunplente. O r Urbano jnx interino dos fritos da foronda da audieni ia as tercas, e sextas feiras n i sa'a das audiencias. O Engonheiro Pin chele das obras publicas, D'-arregado da medido O demarcar/ao dos ter- le ni iriiiha convid fa'endas franevas suissas, o allomaos tan- soda egingibre. As verdadrras pilulas ve- to descila, Imlio e la cu..... de algndto gctacs Ultimases do D.' hranUrelk indas recen temen te chcgad.s pelo navio tirlenti : de neu author nos Estadea-nido*, Ac &c. terca, o quinta loira 2V. e 2ti do torrente as 10 Da-so dmi otro a premio em pequeas horas da inanliaa no seu arma/em na ra da quanlias sobre peuboiesdeuuro, ou prtta; na Ciuz. iua Nova n. ~. ________ Lhegou ltimamente vinho de Hordeaux tinto e hiauco em hjirri e em caixas de urna ! dii'ia de (i. 9, 10. < I 5.0000 is dito engar- ral',. 21 da ni i estreita do lio/aiio ; a tratar DjC* pacas de varias quabdades diversas conservas Avisos diversos. ^uiiilo andar do mesmo, -LICLOR DA CHINA. ou BSSEUGIA U\ FORMOZURA. em vinagre o em doces ingtezes c lr.iine/es, charutos da llavaua e da Babia ceneja ra- p rolao estos e ou'ros muito gneros se >cn- ili'in tanto a relalho como atacado ; em casa de Este precioso comesltico, que. pelo seu a- ['"-*> de Ucea na ri.a da (.adeia-velhan. gradavel, suave e doce aroma se torna digno tf 00 "<"<" Mrol{: do l asSC'- de figurar nos mais elegantes toucadoresltoillet Pu""c0" , i_,\ i ti ;_ , Aluga-se o segundo, e terceiro andar da tes), go/.a de propiedades mu notav' casa n," (i do Atierro da Boa-vista, experiencias repelidas o muito variadas, tanto'' oradas de I iiiprl no maior assei pos>nel una casa ler- neste como em outros paizes, tein confirmado,, i como sao: primeiro amaciar, limpar, clarear, e refrescar perfeilamente apelle, tirar as sar- das pannos espionas, e toda a especie do no- doas ou manchas, que nella possao apparecer , sem alterar sua frescura e lirilho naturaes : se- gundo destruir as rugas causadas pela secura da pello, abortocia, empingens e nutras men- sas alTocces cutneas: 3o tirar o mo balito na boca coiiiiim .icarulo a esta um cheiro mui a- gradavel fortificar as gengivas prevenir as dores dos denles, &c. &c. Km todos osles casos a experiencia tein mostrado o quanlo justa a alta reputado de que goza este composto no Oriente ondeseus effeilos sao lodos como n- falliveis; cada garrafinba cuta S'-OO reis; um iuipresso explicari em dota I he seu u*o o virtu- des : vendo-se siinente em casa de Novacs & C*, na ra da Cruz n. 37. LOTERA DE S PEDRO VIARTYR. tf_p Vo le -a Piiiiem ou nao billie- les p r veniler. = pessoa quena occa cartas cliegadas pelo navio frainc/ '/.lia , levou do corrido por engao uuicuilnullio de i'i liarios france/es (L'/:$Hifetle) dirigido ao Sr Diiinont faragrande favor doentregal os na b^a de Didier Boberl & C na roa Nova =s Na ra do Pilar em Tra-de portas alu iic pord renos de iinrmlia, co'ivnli os pronnctarios , , i ... n -.iii i. iga-se urna casa nropria para qualqueresl.ilielr- la na i o Atierro da Boa-vista do la lo do i i Sul querequererao por afloramenio os terre- os de uiarinha entre os feos <,t^ suas res- pectivas casas, e o caes que va i da ponte da Moa- visfa a Ponte-velba a comparecern! na res- pectiva repartido lera-feira 2- do correte mez s horas de mciodia, afim do minis irarom alguns esclaiecimentns precisos ao bom andamento do servico publico Beparticao das obras publicas 19 de Outubro d" 18I3. O r'ngenhoiro em ebefe f,. L. Vanlhier. A visa -se aos Srs que tem algum ohjeclo na loja do relojoeiro Taitn, quo os vao procu- rar na nema loja que (can aborta para esta fim : boje sobliado das Hateas 3 horas da ,-,_,_- --- -- t, por escriplo assignado e as provas su lucientes. Consulado Suisso 21 de Outubro de 1844. Avisos martimos. da absolutamente ? Que damno podo viraiso- j |aw|0< trazendo os signaos dos taes objectos ciedade de que urna pobre mulher acredit . quesoufilho nao-sarou senao por milagro de Santo Amaro a quem inlercedeo fervorosa- mente ? Mas quem procura desvanecer- Ihe es- ta ideia arrisca-se a arrancar-lho do coracao a piodado e conseguido isto ella rejeitar.i alio o malo todos os milagros c para nao ter pre- jui/O Hlgum tambem nao lera nenhuma 16 , nenhuma Beligiao. Mu louvavel mui proveitoso he sem duvi- da o cuidar da instruciao do povo: mas esta de- ve ter seus limites, e ser sempre subordinada a educa ao quoodi/er; antes deludo releva infjndir no coracoes os sentiuvntos de hon- ra de viilu le de Reliuiao e depOS venda a instruceo. l'"alla-se muito em derramar as lu - res, o alguns tanto se deslumhran com ellas. que outendemserem s-i por si suflioientoi para trazar as socieda los lodos os bens possiveis: mas i historia o a propria experiencia sol jmen- te nos pro.o que a immoralidade pode an- dar do parceria om a instruccao D'onde vem em toda a parte os exemplos de corrupta se- nao ,|,i el .sse m .is elevada e que prozuma de Ilustrada ? E uuantos homens nao ha ass s ins- truidos o normalmente malvados? Nao he no misero selvagem quo destituido de toda a instruccao pasta urna vida safara e montezi- nha queseencontrao essas accoes de iequin- ta 11 mal I ule ; he sim no homem pololo das gran les ci la les e nos que se aprcgOO alu- liliail.is das lu-es da civilis n; n>. Para o Porto segu viagem o brigue por- loguez Mana Feliz, capito Antonio Luiz Go- mes; quern no mesmo quizer carregar, enten- da-se com o dito capilao na praca do Commer- cio ou com Antonio Joaquim do Sou/.a Bi- horo. Para o Havre segu viagem no dia 7 de \o\emliro a muito veleira batea fraoceu lio - tense capilao Morvau Koval por ter a maior parte da sua carga prompta ; quem quizer car- rear, ou ir de passagem dirija-se aos seus con- signatarios lalkmann & Rosemuud, na ra da Cru/ n. 10 Para o Havre pretende sabir brevemente a barca francesa Zilia. de muito boa marcha,ten do sido iiovaineiite forrada de cobre, ja tem una parte da carga prompta ; para Irete e passsgei- ros falla-se com .s consignatarios Bolli tk Cha vannes. Te loes. = Le Bretn Schramm & C farao leilao , porintervencSo do eorretorOHteira do lio harneas de farinha de trigo de muito superior Duque serve em lim culUvar smente oen- qualidade segunda fcii a 23 do corren tes 10 tendimento. se este oblitralo pelas P-ivoes horas da manir, no armaiem de Joaqun, muit-isvezesdiz con, ded a Video meliora I.opes d'A u.cda, por de tras do theatro pu- oroboaue deteriora sequor ? Quem ousar blieo (velho). Laar...u.tosaboraumLu!hero, aumCalvi- Joo Keller far leiloes por intervencao no' ? yuem dir, que lorao estpidos, ou ig-1 do eorretor (Mart de grande sorUmeoto de cimento por ser em bom lugar, e vende-se a nrinnAn amia nova, o muito bem feta; quem perlender dirija -so a mesilla ran.0 122. = O abano assignado laz scienlo ao publi- co, que se incumbe do mandar la/er qualquer obra, tanto de earpina como pertencente a inarcineiro assim como armacoe-. para qual- quer estalieleciinenlo.ajuslando por empleitada; c tambem se oiiriga o aliaixo assignado a dar a madeira sondo precito o promette fazer tudo com aceio o promptido possivel, 0 nao rece- be dinheiro algum senao no fin da obra; quem do seu prestimo se qui/er utilizar, dirija so a ra da Cruz arma/em de trastes n 03. Manoel Antonio l'into da Silva. VEITC1I BRAVO Ca Vendem na sua botica e armazem de drogas , na ra da Madre de Dos n 1. A prepararan seguinlo por proco muito com modo e de superior qualidade. Magnesia calcinada ptima. Os stlutares effeilos oeste medicamento co- mo purgante mui suave e capaz de so applicar a todas as pessoas de qualquer sexo ou idude . absoru'iido ao mesmo lempo lodos os cidos existentes em riosso estomago e que lauto [icrlurhaiK nossas luncroes digestivas, toro* u seu uso recommendave! e muito neeessur/. A experiencia lem mostrado a um sem nuin/ro de .Mdicos sabios e verdadenos observado- res do elleilo therapeiitico dos iiiedicamentog , que tanto maior lie a sua arcan purgativa . quanlo maior he a quantidade de cidos, que o maior parte das vezcn desenvolvem nossas do- ancas do estomago. Lina ou duas rolheres de soupa misturado com agofl durante o dia he qnantidade lufliciente para pronu/ir loni elleilo. Na rnesma casa lambem se vendem tintas , e todos os outros objectos de pintura ; lermzes de superior qualidade, entre elles um perfei- tainente hranco o que se prie applicar so- bro a pintura mais delicada sem que produ- m alteradoalguma ero sua r-r primitiva. Ar- row- Boot do Bermuda,Sagii, Saboneles, - Saiao de Windsnr, Agua de Seidlil/, Agua do Soda,Agua doScli/,Limonada gasoza , 'I intfl superior para evre\>r. I inla para marrar roupa,Perfumaras ingle/as,-- Tun- das clsticas de patente,Escolan o pus para ilentes. I'asthas de muriato de moiphina , e pecacuanha, Pastilhas finissimas de bor (luis sallas, cinco quarlos, CO/.l- nlia fra qumtal e cacimba na ra do Se- \e por tras da ra da Aurora duas ditas de 13$ reis na ra da Solidado una dita de 10j; res na ra do Sobo, um sobradinho no man- guind l'analcrra a inargem do rio. muito pro- prio para se p issar a feta; a tratar com Manuel Joaquim da : ilva caixeiro de Francisco Anto- nio de ()li\eira na ra da Aurora n.26. = Oahaixo assignado faz publico, que os escravos, que su achfio lugidos, os quaes fo- rao de Lu/ Jos de Araujo, Sr. do engenho Dous Bracos dcima, freguezia de Serinhaem, boje Ibes peitencem pela compra, que fez a Joa- quim Correia de raujo tutor do menor neto do dito Sr. do engenho cujos escravos sao os se- guinles Geraldo, pardo de dado 0 a unos, Roza, Angola, de dado 30 annos casada com o dito p..rdo, o Anaslacio crioulo, doidade 40 anuos, official do oleiro ; as pessoas que sou- bereiu anudo exislem os dnos escravos, queiro levar ao engenho Gamileira comarca tl Victo- ria ou ein cesa do collector da mosma que serao recoiii|HU(sados " Judo Francisco de Araujo. = Traspassa-se a chave da loja do Atierro da Bi.a-vista n. 7i com ainacao propria para euh.ado.ou miude/as.a qual olleiece nunla van- tageiu porscro aluguel muilo iommodo;alrutar no mesura lug.ir n. 72. \ coniinisso adniinislratva da sociedad* Apolnea lem n arcado o da i do provuno mez de Novembro para a ultima partida da mesma ociedada nesle anuo; econvida aos rs. socios, que qui/erein apreseular propostas para convi- dados deasenviarem a casa da mosma socie- dade no dia >\ do trrenle me/, pelas G horas da tarde : advertindo-so, que a commissao esta de acrordo a nao acceitar nenhuma outra proposla, ue nao lor neste dia apresentada ainda mes- mo a pretexto de esqueciinento. A administrado dos fundos da exlincla compaiihia geral que foi 'esta provincia e ila l'ar.ihiba contina a la/er as suas reunios no escriptorio d'ella na Boa-vista ra do At- ierro ij. 30 em todas as quintas-leiras uteis , aomeio da, c com ella se lodem trataros negocios respectivos. Precisa-so alugar urna ama do meia da- de que saiba cosinhar o tratar do urna pes- soa doenio : paga se bem ; <|uem estiver nes- las circunstancias dirija se a piai.a da Bua-vista 2 andar do sobrado n. 2 penencented viuva do finado Cunha. == D. Boza Theresa da Cunha viuva em primeiras nupcias de Heitur Homem da Costa, o das segundas de Adrin Jos Oos Santos, de- clara que porocasio de assignar duas carias para Lisboa ajuequim Jos da Silva e Fe- liciano .lose (adiares, ihe apresentarao niaisum papel diendo-se que era a copia da carta de Joftquim Jos da Silva,que se diriga a l'elicia- no Jos Collares, o > ffnnunciante em boa i sem le as ussignou ; mas agora se tem veri lirado que tal copia da caita n o existe as-igna- dd poi a aununcianle, conseguintementeque bu iitlu uina slralegia de que uzaru para cons- iituir a annuncianle em obrigadu ; mais a an- iium ante dei bua que tul olrigaco lelia , ou doa ao nao existe 0 i xige que a pessoa teli-piuienta, Pastilhas de bi-carbonato de que ose papi I tiver o aprsente em tres das, e Jo contrario far mais publico o .cto. A mes- ma .un.uncante de< lara que de boje em dante nenhum papel, que nao for assignado por ella o cunji.netamente por M'U | roturador l'oifiro da Cunha Moreira \lves, nenhuma validado ter e islo mesmo se entender a respailo de cartas sejo para ota cidade c provii.cia srjo para 80 OUlraS provincias desle iiiiperto ou para lora. I inalu ente roga n annuiiciaiilc as pessoas que liverciii ttulos de divida d'ella e conli s no pra/o de oilo das da dala (leste an- nunciu se a presen lem com riles ao dito seu procurador para serem pagos e nao se apre- icntando si entender, tue taes ttulos ocon- NU iioexisiem. 4 Em um clima t3o quento como o do Rrazil, rente; supoe-se ter sido furtado; a quem for of- > :*v nimncli'ic rnmn,'in P.ul...!. __ < i ' w.^-wt i "4wakM onde as molestias termraio fatalmente as ve- les no epaco de poucashoras lie rojsterha- teru-n emedio que possa servir ao mosmo lempo :otio preventivo e curador. A 'c- deana I Americana tem essa proprieda- do tomada esvezesern quanto ella impede a aocumulac3odos humores, conserva osangue puro c conscg iatementepara as pe*soas menos >ujeijsa ;ipunhauun qualquer molestia, sea ella contagiosa ou no. Recommenda-se portanto ao publico etn ge- raldecnsaiar este cxcellenle remedio que , pelo lado econmico lio irelerivel a qualquer outra medecina do similhante natureza tendo as caixinhas maior numero de purgantes e por menos proco. O publico achara na Medecina Popular A- mericana as pilulas vegelaes do l)r. Bnmlrelh estas propnodades que produzem seu efleto sem dores ou encommodo algum nao se fa/ preciso di ta aL"jina e porte-se tratar dos sens negocios nos mesmos das, em quo seto- mar. Vende-se aqui em casa do nico agente 'Joao Keller ra daCruz n I e para maior commodidade dos compradores na ra daCa- deia emeasa de Joao Cardozo Ayres ra Nova Guerr.. Silva & C. atierro da Boa-vista Salles & Chaves. =; Johnston Pat>r & Companhia avisaoaos Srs. de engentiosecorrespondentesdos mesrnos nesta praca que so acha completo o seu esta- belecimento de machmismo para engenhos , constando de moendas de diversos tamanhos . machinas de vapor de condesacao o de alt.i presso da for^a de quatro e de seiscavallos in- glezes e laxas batidas e coadas e pruineltein agradar aos seus freguezes tanto em proco como em qualidade, visto screm todos estes objectos feitos n'uma das principaes fundiresde Ingla- terra : ra da Madre de Dos n. 5. = Aluga-seo primeiro andar da casa dedou ditos em Fora de-portas por cima da segun- da *enda do ladodireito; .- tratar na mesma. lerecido pode tomar elevara ra da Senzala- nova n. 42 que ser gratificado. Precisa-se do dous Portuguezes para um engenho perto da praca um para feitor e o outro para caixeiro d.- casa de purgar ; na raa Nova armazem n. 67. Compras =a Compra5-se escravas do 12 a 25 annos. com habilidades ou sem ellas: na ra Direi- ta n. 3. Compra-se diarios velhos a 2560 a ar- roba : na ra das Cruzes n. 37. = Compra-se bronze, lati e cobre velho em pedacos, em pequeas e grandes porces: na ra Nova n 5 segundo andar. as Compra-se o livro Horas Marianas: na ra do Cabuga, loja n 9dofronteda matriz. - Ileinprfia se 4 pipas, que fossem do ago'ar- dente no pateo da S Cruz venda n. 2. = Compra-se um par de mangas de vidro bordadas : na Camboa do Carmo n. 18. Com|ra5-se cortes do bico de duas varas e meia que sirvao para ponas de toalhas de b etanha fina : na ra das Trincheiras so- biado n. 42. Vendas para cha bonitos suspensorios de burracba deiro do pedraecal com muito bom barr copas ou callas modernas vindas agora, para em chaos proprios ea margem do rio Ca' senhorasque fazem chapeos, bicos francozes baribo, por preco commodo; no Atierro d eslroitos o largos, bengalinhas mui delicadas, Boa-vista n. 54. ricos toques de marca grande, de novo mo- = Vende-se urna toalha de vara e meia d dlo anda nao visto o vindos agora ; cha- comprido do esguio de linho bordada peos para senhoras, mui bem feitos o de susto, obra muito bem foita : na ra do M " bom gosto tk isson rapprinceza do che- noel-cflco n. 26, das duas horas da larde e gado agora tndo por preco muito barato ; na diante. ra praca da Independencia ns. 38 e 40. = Vende-so carne salgada americana d = Vende-se urna venda com poucos fun- primeira qualidade, e por preco commodo * dos na ra Direita dos AlTogados n. 20 a em casa de L. G Ferreira & Companbia. ' dinheiro, ou com boa firma: a tratar na i = Vendem-se pentesdemarrafa com den- mesma. tes abertos e lencos da India verdadeiros em = Vende-so urna ouduas caadas de lei- casa de L. G. Ferreira & Companhia. to liquido para alum botequim por preco ss Vende-se um Diccionario da lingos fran- commodo : na ra Nova armazem n. 67. ceza por Napolen Landais utilissimo para Vendem-se famosas lanzinhas para ves- quem se quer a* pereicoar naquella lingoa na tido a 500 o covado meias casimiras cazi- ra do Cabuga n. 10 ', deronte do cerieiro netas para calcas a 6We 720 superiores cha- = Vendem-se cortes de chali ( la e seda] les de soda mantas de {arca lencos de seda de lindos padres, fazenda de bom gosto verdadeiramente da India a 1280, cassas pin- muito em moda : na ra do Cabuga n. 10 tadas ja bem conhecidas pelas suas cores fixas a defronte do cerieiro. ' 200 rs. o covado, e em cortes a 2240, ditas > = Vendem-se bolins e meios dito de bezer tessidade supen'or qualidade a 240, bico e ro francez, borzeguins gaspiados, e com pon- rendas bordadas e lisas do diversas larguras e ta de lustro para homein e meninos de lodos os tamanhos, sapatos decouro do lustro para se- nhora e meninas, borzeguins gaspiados para /litio Kini^tAK ,.,,... ..II. -..-^ I. . Saho o n. 9 do Caiholico Exppoe p explica ein resnmo o Kvai.gelho de S. Joao Cap. 4., que !.o -i 4 J Dom>nga de Oulo- bro e viges.'ma clepois do Peniecoste Km secundo lu^ar conlm i a mostrar .-. necessida- de, quo o geneio humano tinha de um Sal- vador: e como este nao poda ser sen.lo um Dos feito homem, desenvohe o ilifjo Creio em Jess Chri*to um sseu filho _; e termina com os porqus de varios objectos religiosos : subscreve se na praca da Independencia h- vrariu ns. 6 e 8. = Precisa-se alugar urna pequea casa , por espaco de 3 uiezes sendo nos lugares da Capulina Passagem c Caxanga ; na ra lo Rangcl n. 34 = Da-se linheiro a premio sobre penhores de ouro prata, e brilliantes, em pequeas e grandes porrfies : na ra larga do Hozario n. 23, seguido andar. - Us Srs Jos Perry Vidal e Manoelde Jess (jueiro ter a bondade de anunci..r suas rnor.idas p.ira se Ibes fallar a negocio de seus nter cuses. Precisa-se alu; ir una escrava negra , para o -ervico de urna casa de pequea familia , e que enlenda de cosinha ; quem tiver annun- cie. Naruantrazda matriz da Boa-vista n. 29 lomao-se meninos pira se ensinar o oli- CQ de chapeleiro, dando-se o sustento e al- gumj roupa ; n.i mesma casa compra-se urna commoda em meio uso e vende-se um relo- gio sabonete de ouro com correntes tamhem de ouro. No da 16 do corrente tendo um pre- to conducido um caixao pequeo, rom urnas miudezas para embarcar no caes do Collegio, desapparetera dito caixao mas como se jul- ga que alguma barcaca o recehesse por enga- o e juntamente rom um barrilinhn de man- teia e urna ca xa de cha ; o caixao tern _r,g a mana Bll con. diamante cin cima ; roga-se a quem disto tin-r noticia de participar na ra do Cabuga loja de miudezas n. que ser recompensado. Aluga-se o primeiro andar com parte do sitio da casa n 22 na Solidado, para se passara (esta ou por todoanno ; a tratar na mesma. A quem I lie faltar urna escrava bucal . que pou'o. ou nana falla enemdiz quem be sen sonhor, dirija-se ao Atierro dos AlTogados n 65. que dando os signaes e fiador como be sua Ilie ser entregue nao se (cando res- ponsavel pela fuga da mesma. Alusa-se nina casa na ra i Vende-se urna canoa nova que pega em 830 lijlos de alvenaria e outra rnais an- tiga, que pega 750 ditos; no sitio atraz do so lirado do tallecido Monteiro. Vende-se um rnoleque de nac5o de li annos faz todo o servico de urna easa; na ra do Cabuga loja de miudezas junto da do Bandeira. = Vende-se urna morada de casa terrea de P"dra e cal, nova e de esquina, con du s porta- de frente urna no oitao sita nos Affcgados Di ra do Motocolombii, do lado dimito, pro \'oio ponte ; na pracinha do Livramento u 10 segundo andar. Vende-se alea parrilha muito nova: na ra da Moeda n 7. Vende-se urna obra do Tito Livio em 8 tomos. eorn bom u*o : no Mondejo n. \\ Vendem-se wbolaa solas, aos ceios 2V0: no armazem de Francisro Das Ferreira & Companhia defronte da escadinha do caes d V [..ndega ; a Vende-se oleo de cupaiba rnuilo em corita em latas e em barris pequeos, e sac- cas com ainendaas; no armazeui de Francis- co Jos Braguez ao p do arco da Concoicao. Vendem-se suecas com 3 arrobas de fa rollos, a 2500 ; na ra lar^a do Rozario pa- daria de Joao Manocl Rodrigues Vallenca. Vende se urna canoa de carreira em mui- to bom estado e por preco commodo : no es taleirodo Mariz defronte de . Francisco V ende-se urna escrava de bonita figura , lavadeira : na olidade sobrado n. 22 Vendem-se duas cobcrlas Je setim ma- co, bordadas, obra mui rica para cama; na So- lidado sobrado n 22. Vendem-se porquinhos da India e urna mesa de Jacaranda para meio do sala ; quem pretender annuncie. = Vende-se jma negra do 38 annos, faz todo o servico do urna casa ; na ra Nova n. 5, segundo andar. Vende-se u mea Vallo manco e do muito bons andares, proprio para senhora : na ra de Apollo estribara de Antonio Sauer. Vende-se sal do Ass, a bordo da suma- ca Felicidade : a tratar com Antonio Joaquim de Sou?a Ribeiro na ra da Cedeia do Reci- to n. 24. Vendem-se libras do superior rap de Lisboa : na ra do Crespo loja do Viegas , n 16. e na praca da Independencia, loja de Campos Ouaresma. V ende-se rap de Jsboa em libras -i o - lavas e muito bom cb isson : na ra do Col- legm loj n i de Vlene/es Jnior. V ende-se um escravo por precisao ; na ra dos Martirios n. 140. Vendo-se um banbeirode amarello com ps de roda :t tomos do Prorkct Fibrary, um Salustio e urna arte ngleza ; na ra do Ran- gel n. 17. Vonde-se um berco rom pouco uso, e em tonta; na esquina da ra do Fogo loja de marcineiro. qualidades por difTerentes precos, fustes pa- ra lolletes a 320 e do mais superior a 480 alm destas outras mudas fazendas por bara- ditas, sapatos com palla para homem e meni- lo preco ; em ambas as lojas da viuva Cunha nos, ditos ingb-zes, botns de couro de lus- Guimaraes na ra do Crespo ns 10 e 15. i tro para homem sapatos de marroquim du~ v- Vende-so madapolao a 3200. 3400, e " 3500 dito de galo de listra dourada a 5700 , pecas de chita com 2i cavados a 2880, ditas de algodozinho do 20 jardas a 2240 cha'es de chita de campo azul e encarnado a 800 o 880, ditos delanzinhaa700 e 720 brim liso es- raquue setirn toante/ para senhora e meninas borzeguins de marroquim a 2000 rs. o par. sal palos de cordavo ordinarios a 500 esparc- idos para senhora a 1600 sapatos de du ra- que a 800 rs. chpeos de seda franceses a 7S 'u\as de pellica mui boas a 14i0e 1280, ditas curo de linho a 0 a vara chitas a 1 W. 160,1 de seda a i.S rs. ditas enleitadas para senbn I Vil ilAA AlA c\i*r\ _. i I__ i,,,,,. i .1111110- Alegri.i 18 200 240, o 260 o covado. ganSa azul, a 100 rs. cortes de vestido de chita a 3000 . 1200, c3500, ditos de cassa-chita franceza de padroesos mais lindos muito fixas, e da ultima moda com 6 varas o 3 quartas a 5760 o corle meias co.npridas para senhora a 2S0. I0; W)0 e 480 o par ditas de cores rom al- ,'um mofo a 200 rs. o par setins de cores lambem com ali-um mofo a 640 o perfeito u 800 e 880, lencos de cambraia branca com cercadura de cores bordadas com palmas e nomes proprios 300. 400. 440, 480 o 500. litos encima los fiance/es a 320 suspensorios de borracha a 240 280. e 320, cambraia* lisas. do listras e de flores merino preto de duas larguras a 4200 o covado. pannos fi nos a 3OO0, .1200. e 4000 o covado dito pre- to superior de orella bran-a a 75)0 8 30 n covado cortes de setim de macan a 4000. edi- tos de chali; na esquina da pracinha do Li- vramento loja da viuva do Burgos. Vondem-se canarios de imperio em viveiros e ja separados em gaflas, muito can- tadores e ebegados ltimamente do Porto no briue Importador ; cubanos a 1200 o cen- to ; na ra eslreita do Rozario n. 8. Vendem-se 23 travs de p o-torro e duas de imberiba 18 tiboas de vinhatico , ludo por preco commodo; na serrara do Fran- cisco Jos Rapozo Vendcni se 12 quadros com molduras de Jacaranda sendo 6 mocase 6 mancebos, feitos pelo melhor autor da Italia, e gravados com as melhorcs tintas, novos e por preco commodo ; na praca da Boa-vista n. 15. x Vendo-se Telemaco em francez com es- tampas e as fbulas de La Fontene ; no Atierro da Boa-vista n. 24, loja do Caldas. = Vendem-se estojos do navalhas com ca- bo de marfim de superior qualidado por nao ser preciso irem ao rebolo, agoa de colonia, diversas perfumaras, papel de peso, e fitas para habito da Roza ; na praca da Independen- cia n. 5. Vendem-se duas escravas mocas de bo- nitas figuras, e com algumas habilidades : na ra Velha n 111. ^ = Vendem-se bellissismos cortes do lanzi- nba fazenda que pela elegancia dos padres , delicadeza das pinturas e mimo das cores , nao deita duvida de que fo de proposito ima- ginada para este lempo de festa em que as senhoras dernando fazendas do melhor goalo ; na ra do Cabuga n. 16. - > ende-se urna negrnha crioula de 12 annos: na ra do Queimado n. 32, terceiro an- dar. = Vende-se urna casa principiada no Ater- ro dos Aflosados, da parte do mar; na ra do Vigario n. 4. = Vendem-se bichas do superior qualida- de chegadas ltimamente do lamburgo por preco commodo : na ra Direita n. 14. s Vende-se urna escrava de naci, boa ro- zinheira t-rnto de forno como de fogSo fa/ ra a 3000 lencos de grvala a 4000. bolins de Lisboa a 3000 e outras muitas coma* por preco commodo; na praca da Independencia ns. II. 13. e 15. Escravos fn^Mos. Vendem-se apparadores de pennas, su- , perfores ; na ra da Cadeii loja de ferragens com muito bons commodos para grande fami- | de Jos Pires de Moraes K. I- ". f\ I"..... -V MO l'HII'l llllllll IIU lUli'IU li|/ fa na ra Direita armazem n. 9 ; no mes- \ endem-se ricos chapeos de sol de seda bem flores e he recibida ; un. rnoleque de 7p*Xr.7en. "Se b' "^boaa rom barra preta.bordada, e ditos l.sos para naci, de 10 annos; urna negrinha de naco ebegadas de Hamburgo homem ditos de cores para senhora bonitos de 18 annos, com principios de engommar ; I erdeo-se urn reloaio sabonete de ou- leatoio. -m seUS pertences p;r- ro-!r- 3 sat- urna mulata escura rom boa conduela co ro, mglez com urna corrente tamben, de ou- xas cada urna com urna d-./ia de colher<-s de zinbaelava; na ra Direita n 3 ro e BU chave presa por urna pequea cor- melebior dourado muito lino obra delud = Vende-fe ama otaria no' lugar do Cor-1 hwnmi a Typ. de M. F. du Faru. =1843. Fugio no da 16 do corrente ou est occultaemalgumacaa dentro desta cidade a preta 1-lorencia Angola, de 13 annos, al- tura conformo a dada secca do corpo nariz chalo e grosso boca grande com urna quei- madura namaoesque.da. quo por ler pouco lempo arada se devulga bem ps gran.ie.s por ter Hilo mullos bichos, ralla bem aue parece crioula be muito medrosa qe p..r qualquer colisa la logo a conhecer os seus le los e an- daya vendo quando fugio ; levou vestido de cinta rosa ja dsbotado. con floresamaraltas, o panno da Costa velho com matantes em volta ; quem a pegar leve a ra do Crespo n. JO, que era gratificado. * Fugio no da 19 do corrente do lugar Mana Simplicia o escravo Domingos pareco cnoulo, de 30 annos, boa estatura grosso do corpo, nariz afiCido sem>arba ; levou cam.saoceroulasde algodozinho escravo de Sevonno Jos de iVIendonca morador no dis- tnclo de Campia-grande, termo da provin- cia da I arahiba ; quem o pegar levo ao Forlo do Mallos na prenca de Manoel Ignacio de Uliveira Lobo que gratificar Fugio no da 15 do corrente urna negra denomejoanna, de 28 annos, estatura ro- gular, gorda, cara redonda, semblante meio Techado, com o andar pouco posado, com urna queunadura no braco e um ferida na cand- a da perna esquerda que a tem enchada a qual foi escrava do engenho Massiape para onde julga-se ter ella ido por l ter a mi ; quema pegar leve a praca da Independencia n. 21, que ser recompensado. Fugio no dia 17 do corrente ou anda pela parte das Cinco-pon tas o negro Nober- to crioulo de 30 annos estatura mediana, cor fula olhos grandes com suissas falla desembarazada levou urna trouxa de roupa ; quem o pegar levo na ra da Cruz n. 15 que sera recompensado. Dcsappareceo nodia 18 do corrente urna preta .le nome Boza de naci Bengnella no 18 annos altura regular bonita figura ,'cor bem fechada cabello rapado tem na cabeca urna marca de ferida ; levou vestido de chita e camisa de algodaozinho ; roga-se a todas as utontades polieiaes capiles de campo e pessoas particulares de a pegaren) e levar a Fo- ra-de-portas n. 45, que se recompensara. I'ugio nodia 16 do corrente a escrava V ictorina crioula, de 29 annos, estatura re- gular secca do corpo macaes do rosto altas, niii\o fino, tern urna cicatriz ale... ,J,, sobran- sell.a esquerda o beico superior Rronso o vi- rado para cima quando tog intitula se for- ra e muda o nome ; quem a pegar leve a ra Augusta n. 19, que ser gratificado. |
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