Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04302


This item is only available as the following downloads:


Full Text
I -
Anno de 1843.
Terca Fera 17
ludo agora depende de nos meuiui; de d.. prudencie, moder.gAo, energie- con-
UDUcmoi cubo pruicip..moa, e aeremos aponiados coa. .dairaio ,-nire .. Iv.gO,, B,,
*"' ( Proclamago de Aasembleia Cerel do Blun.)
PAUTIDAS DOSCORHEIOS TERRESTRES.
Goienne, e Parahyba, segonda* e tem feru. ftio Graode do N irle, quii., feiri.
Uoniti. e Gerr.nhuiis, I n e ,'t.
Cabo Soriuh.iem Rio Poreloeo, P.irlo Cairo, Meeeii, Alaoai no \ = f| # j
Boa fiMae floree a .Je 2). Santo \nlio quintas teires Olinda lodoa o dili
UiAS DA >E.AlVA.
46 %. f. Marliniano M. And. do J de I), da >..
j7 leiy. e florentino t Ra|. Aud.do J. de I), da 3. v.
JS Vu.ri. s Tryfjn a M" ud do J. de l). da 1 i
it. i Pedro de Alcntara l". And do J. de D. d J. T.
ex a. Aureli. .\1 \%4 do J. de l) da 2. t.
21 tji a. trailla V. M Rei. Aad do J. de 1). d* V v.
32 ,;<>n>. Sania Mara Salome'
de Outubro
Anno XIX. N. 224.
cmiiosMo da lii de Ontubro
compra
O Di .um pubhca-se lodo na diaa que nao forem Santificado*: o preoo d aaignalnra b
r^. de tres mil rris por quartel p;os adianiados O annuncios doa finles to inseridos
}y P'ti eo doa que n.io (orem rasio de Mirn p >r linha Aa reclamaqoea deiem aerdm-
j, gidee a ala lio., ruadas frates N. 3, ou apaga da Independencia lojidelirroa N. 6e8.
taia,
47 700
16 500
9,200
1,820
i 8*0
1,810
r.
Cambio aobre Loodra, 2a jajd.
"f Pane 7 J res p,ir tranco,
Liiboa llu por 1U deprimi.
Ouo-Moedadfl,t00 V. 16 500
> N. 46 3JJ
a do 4,000
FnT-Paiac6..
Peoa Colamnarat
diloa Mf i-ano
Moeda da cobie 2 por cenia.
dem deletreada bou firma* 1 a 1 !j
PBases DA LlAS mez DE OUTUBRO.
La Cheia a 8, aa 8 h:ae 57 da maa!i l La ora J3, te Shorai el 0
i 010
1,800
1,100
1,.11"!
Quari. minj. a 16, aa l'. ooreae 30 m. i. m I ulr, anta, 30, aos 2- da m.
da ua.
Preamai de hu/'e
da tardo:
PARTE OFF3C1A
Governo da Provincia.
EXPKDIENTE DE 10 DO CRRENTE.
OicioAo director do arsenal de guerra .
declarando do comformidade com o |uc in-
formo, o inspector da thesouraria da foronda .
quo a gratilieacfi mensal de 4j rs. que vence
o 2. I enonte reformado Jos Francisco dos
Santos como empregado no laltoratorio. de
ve ser comprehendida na rubrica das despesas
diversas, e eventuacs d'aqucllo arsenal, de
que trata a tabella n 8. Communicou-sc ao
iuspnctor da (hesouraria da fazendn.
Dito Ao inspector da thesouraria das ren-
das provinciaes, approvamloa arrematadlo da
1." parte do8Ianco da estrada lo Pao -do-alho,
cujo termo acompanhou o seo oicio de 2 d'esle
mez.
DitoAo thesoureiroda lotera tas memo-
rias histricas d esta provincia digerido em
rcsposla ao seo oicio Jalado honlem ( 9 ) ,
que, dedu/ida do (otal da respectiva ponen -
tagom a quuntia necessaria para as despesas da
i.' parte la mema lotera deve a BOinina res-
tante ser dividida em duas e nieia qilotas e
entregue urna d'estas ao autor das ditas me-
morias, na i onforn idade do disposto no re
gulamcnto de 6 de Agosto de 18.2, dado para
a mencionada lotera.
DitoDo secretario da provincia no com-
inandante das arpias communicandn ter o
Exm. Sr. Presidente concedido 3 me/es de
liceoca para residir no Rio Grande lo Norte,
ao invalido parmanentc Francisco Xavier de
Freilas.
DitoDo mesmo ao director do arsenal de
guerra aecusando recepeo do p'-nto dos res-
pectivos empregados relativo ao me/, de e-
teinliro ultimo e da relacao de todas as des-
pesas que alli se fizeiao no dito mez.
INTERIOR
A5SE.MBl.GA GERAL.
CMARA DOS SEXIloRI-S DEBUTADOS.
bessdo de\3deselembro.
Contina a discussao da resolucao, que ap-
prova as aposentadorias de varios Uesemliarga-
dores islo dois da Relacao de Pernambuco,
e uni da do Maranho.
Kallao long.imenlo sobro a materia os Srs
Silva Ferraz, o Neiiias, e a iscusso lita adiada
pela bora.
ifcusiciu da pro pos! i d<> governo sobre o cr-
dito para exentaos finaos.
Lfi-se un owsiodo ir. Ministro da faxenda,
participando, que nao llie 6 anda oossivel assis
tir disuusso ubre 0 crdito pelos motivos pon-
derados em outio oicio, quo dinio a esla ca-
iiiiira.acresceiilando que comparecer logo, que
no Senado Reconcilia a segunda discussaoda le
do 01 cemento. Pica a cmara inleirada.
Entra em dis ussiio o beguinto arugo da pro-
(josla do governo :
Arl. l.alerto ao governo um credilo
dd|uaiiliade 2,08J:5278("7 para pagamento
da divida de oxercicios lindos des 1827 alo junho de I8V2 liquidada al o fin
de jullio de I8H c constantes das tabellas an-
nexas a presente lei, a qual sera distribuida pe-
los diversos .Ministerios na lrniu seguinte :
pelo Ministerio do imperio... 3I*.931597
Pelo da justiga............ 2:2Wgl20
Pelo le eslrangeiros........ 11:6718197
Pelo da marino........... 733:7:isb69p
Pelo da guerra.......... 1.0*1:70ig916
Peodala/enda............ 257:*i5g037
Tomlo parto na discussao os Srs. Paula Can-
dido Nunes Machado e Onciro da Cunha.
InJo-so para votar verilicu-se nao haver
casa, e por isso lica a discussao adiada.
ya mesmn sessHo disse
OSr. .: Sr presidente, creioque
sos Jsvetnos entrar ncsla questo soparando-a
de todas as cousideraces polticas de que at o | lauento..
I
presente ella se tem resentido. Parece-me, que
nao se Irata de um acto poltico exercido pelo
governo; que no se Irata de um acto, que so-
ja fundado em consideracoes polticas.. ..
O .Sr. A^. /Machado : Qucm sabe?
OSr Nrbias : Creio, qye os nobres de-
nulndos, que tem chamado a quesillo para esso
lado nao bao tle tirar milita vantagem deste seu
expediente, e devem ser os prin eiros a nao con-
siderar este negocio como tendo urna face politi-
a,porque desta maneira os nobres deputados irAo
identificar a condeao desse- Desnmbargadores
rom os principios, que dirigem os nobres do-
putados; o partu-e-mo, que do prmeiro in-
teresse dos nobres d"p jlados orgiios da oppo
sieao nesta cmara sustentar com toda a Jorca
de suas vocea, que estes Desembargadores nao
lem principios polticos, niio solTrrao este ata-
que por principios polticos nio sao membros
proeminentes da opposicao. .
O S> A'. Machado : Mas nao favonerao
as \islas polticas de alguem.
O S>. Yebias: Nao sei se esses Dcsembar-
gadores tiwrao a guia cncommenda para sa-
lisla'er a esta ou aquella pertencao para dar
una decsao neste ou naquelie sentido; naosi'i
seos nobres deputados tem algilD* dados a este
respeilo ; o que sei < que, se losse Miembro de
urna opposicao como sao os nobres deputados ,
que tem impugnado o parecer, eu seria o pri-
meiro a separar a minha cau Di'sembargadores ( mullos apniados). ...
O Sr. V. MichtHoi J dissemos, que nao
tinhamos relacoes com elles.
O Sf. /Vebias: Os nobres deputados con-
feslo, que nao tem rolacoes com esses Descin-
fargadorea e sao os primetros, que tomn a
suadefesa, e cstrbao esta ilefesa em conside-
racoes polticas (novas apoiados)....
O Sr. V Machado : Nos principios.
OSr. Velas: Anda ha pouco o nobre
deputado deu a entender, que talvez alguma re-
cente tlecisao fosso a causa deslo aclo praticado
pelo KQyerno. Nao, sei quaes forao as vistas do
governo qual sua ingerencia nessas causas, a
que por ventura podem referir-se os nobres de-
putados ; mas o que digo o que sustento
O Sr. Ar. \fachtdo : Ora polo amor de
Dos. ..
O ">. Nebia : verdide. que os nobres
deput.idm toin insistido umitas vetes, em que
nao se trate senao da questSo de principios"; ma
nSo vepi, |ue os nobres deputados se limitem a
e.sta questao.
Sr. presidente a commssiio nao entended
approvar no aclo do governo um acto, que so
pertenca ao governo praticar; a eommisnilo oon-
iderou qtie esle acto do governo dependa
tambem da approvacao do corpo legislativo: nio
onsiderou nem tomo urna recompensa, nem
como urna pena ; eonderou como um acto do
governo. e nina medida legislativa, quo so to-
mara a respeito deste caso. .
OSr. V, Machado listamos em com-
missao.
O Sr. Nebieu : F verdade que o decreto
lo governo p ireco excluir a intorvencAo do cor-
polegislalivo quanto a approvacao di aposenta-
doria, porque smenle se limita approvaco
do ordenado ; mas declaro como membro da
cominissfio tue nao considere! assim este aclo
do governo. Nao quero dar este arbitrio ao
g icip Ora. en nosei so se trata aqui de urna
iilennicao Mas como os nobres deputados
'allirJiN milito em opinio publica preciso
|iie tiinliem me explique a esle respeito, anda
nais, qin agora entro nacarreira da magistra-
tura, e niV) quero que os nobres deputados pen-
se m qut eu desejo smecionar principios pe-
rigosos, principios subversivos dajustica, da
urdem social.
Sr. presidente, eu nSo quero fundar-mo em
tima opinlo, qne seja o echo da malignidade ;
nao c|uero, que esta opiniao surda que nao
lem origem nem Jim, quo n io se funda em (ac-
tos. seja bastante pira rondemnar alguem, se-
j i bastante para autorisar qualipier medida ,
qualqucr acto. .Mas, Sr presidente, niio se
trata aqui desta vo/ vaga, que nasce, e se perde
no meio da multdo nao se trata desta opi-
nio sein factos ; os (artos lallao muito alto. Os
nobres deputados pedem documentos ; quedo
cimientos poderemos apresenlar ? O nobre de-
pulido, que magistrado nao sabe, que ha Tac-
tos que por sua nalure/a nao aduiitlem do-
cumentos que ha factos, que escapao a loda a
prova judiciarja ? Nao MiiO que ha mesmo
anca no noverno e sej al certo ponto minis-
torialist i n8i pretendo approvar o acto do go-
verno na comprehensao, em que se acha conce-
bido. Talvez o poder execulivo. considerando
este acto pela mesina forma, por que se tem con-
siderado nesta casa, talvez, considi-rando-o ro-
mo una (traca leita aos Desembargadores apo-
sentados qui/essem applicar o artigo da cons-
littiico, pie manda, que neste cao s as tuer-
ces pecuniarias fiquem pendentes da approvacao
da assembla geral. Mas eu declaro, que, pela
minha parte, e do meo. nohrj rollega da com-
missao, nao entendemos assm este aclo do go-
verno
pie os nobres deputados membros tle urna op-
posicao que deve ser muito digna, auedeve
ter principios muito nobres deiem ser os pri-
meiros a separar a sua t ausa da cans desses De-
sembargadores nao devem descubrir um con-
tacto poltico entre si e esses Desembargadores ;
eu pens mesmo, que para melhor progresso d-i
sua opposicao por honra dosiu carecter. elles
rio devem idenlilicar-se com pessoas conhe-
citlas. .. .
O Sr Urbano : Nos sabemos bem, o que
convin ao nosso decoro.
O Sr. N. itf.ichado : Sao os principios,
meus senhores.
O Sr Nebia : Fntrarei na questao de
principios ; mas como este negocio lem tomado
.ni carcter niais sisudo, um carcter nimia for
te porque se lem chamado para n lado polti-
co entend, que devia como membro ta com-
missao romecar por este I do a encarar o pare-
cer. Sei bem, qne os nobres deoulados sabem
/ciar a sua dignidade o seu decoro ; sei bem,
que nito precisao de minbas fracas relexoes ;
mas o que digo e, que dexiamos entrar nesta
questao pondo de paite as influencias paltj~
cas (muilos apoiados) que tanto temeomor-
riilo para exacerbar alguns espritus, como an-
da ha pouco acabamos de ver nesta casa. Fu
lamento, que os nobres deputados querendo
lomar a delesa desses Desembargadores, fos-
sem os primeiros, que os chamassein a terreno,
que os oJferecessem para alvo de noss .s dis-
cussoes. .. .
O Sr. A'. Machado : Oh gentes ...
O ir. Nebias: Sim tem-sc feito isto no
curso nesle debate c eu dire aos nobres de-
putados, quesem duvida n.nhuma as pessoas
por quein tem levantado a \oi nesta casa nao
Ibes agradceero a defesa, que assim os expoe
governo; embora nao seja ta opposicao, como I documentos, que nao pdem sersujeitus a um
sao os nobres deputados embora lenlia confi- proces o judiciario ? .. .
OS-. Urbano: Nao ha lei, que mande
condcmn.ir sein processo.
O >r. Nebias : Os nobres deputados es-
lo-se far.cndo fortes neste ponto : considerao
aqui urna pena imposta pelo poder execulivo ,
e neste ponto quo divirjo dos nobres de-
putados.
Sr. presidente a opiniiio publica nao (al
qual a consideran o nobre deputado urn echo
errneo um nao tem origem nem um ; esa todos nos deve-
nios rcpellir, essa nao a verdodeira opiniiio ,
que todos nos d veim.s respriiar : o opiniSo
entendemos, que nao era una recom-1 publica sensata a razao social, e*ta que OS
pensa assim como entendemos, que nao era nobres deputados nao devem despresar; em
urna pena. .virlude delta que nos estamos sentados nestel
Sr. presidente, os nobres depurados por Per- bancos em virtude della. que o syslciua re-
n mbuco perguntarao,quaes os motivos, que le- presentativo marcha em virtude dvlla que
ve o governo para lar aposentadoria a esses De-
sembargadores c muito cla/nariio pnr docu-
m'ntos, por pravas, a respeito de prevarica-
ces....
O Sr. N. Machado: Nao quero saber dis
to meu senhor.
> !od o nnAea &discostdcs publicas do par nM-<*
m IVUVK MV i
OSr. Nebias:Ora, Sr. presidente, que
outras pessoas peilssem actos, documentos, nao
era para estraiihar; mas, que os nobres deputa-
dos por Pernambuco clanrassem neste sentido ,
pedssem fados documentos, realmente o
qin nao pode desculpar-so nao pelo dselo,
que elles tem,de combaler todos os aclos do go-
verno.. .
OSr. Urbano: Muito obligado.
O Sr. ,\ebias : Sim parece, quo nisto
n&o faco oflenua nenhuma aos nobres deputa-
dos. ..
O Sr y. Machado : Nao queremos entrar
nesta quesUSo Sr. Doutor.
OSr U i bao: Depois diga, que nos ,
que tra/emos a piestao para o lado publico.
OSr. prei-idei.le : Ordem !
OSr. !\ebtas : Perdee-me fallando as-
sim, nao chamo a questao para o lado poltico
ser lado polilico di/er aos nobres deputados ,
que esses Desembargadores tem factos. que f I-
lao contra si fados na Ma caneira judieiaria ?
Os nobres deputados sao membros laopposicao
j se tem pronunciado assim nesta cala Sobre a
resolucao e po'tanto parece-me que decla-
rando que .elles querem adiar meios de contes-
tar o acto do governo sirvo-me de sua pro-
pria conducta, de seus discursos proferidos nes-
te sentido.
Sr. i residente ha negocios de sua nalure/a
to odiosos, ha factos tao odiosos, que em mui-
los casos melhor, que nao apparet ao me-
lhor, que fiquem reservados conscencia de ca-
da um. Os nobres deputados pedirao fictos.
os nobres deputados (abarlo muito na onimXo
ntihli .l....l..-.-.-^ i i
puoiiwl ..^^.....aun quu a opimao ptiinira nao
era motivo suflicienlo para se condemnar nin-
se lorma, e cahem os governos. O nobre do
pul.nlo nao o ale tlesprezar esta opiniiio publica,
verdadeira razo social; nao devedesconbecel-
a, deve pelo contrario lilbo della, dar-lhe
toda a importancia; deve considerar, que um
elemento necessario na nossa organisaeflo po-
ltica.
O Sr. urbano: Vamos quostSo da cons-
titucionalidadc.
OSr. Nrbias: LA rei Sr. deputado;
eslou reseondendo nesle sentido para mostra rao
nobre deputado. que as cousas nao sao como
elle encara que ha mais alguma exactido, al-
guma realidade nesle | rincipio.queelledesproza,
da opiniao publica ..
OSr. Urbano:. Quem despreza a opi-
niao publica ?
O Ar. Nebias : O nobre deputado, seo
coinpaiibeiro e amigo.
O Sr. Urbano : Nao o entendeu.
O v. \ebias i Disse, que nao condeca a
opiniao publica .
O Sr. N Machado : Disse-lbo de que
elemento se forinava.
) Sr. N'bias : De qun elemento se for-
mava ? V. lilha da razao social, forma-so de
lados ..
O Sr y. Mach do: Do aflecaoe devaf-
feifio.
O Sr. Nebia: Nao ; esta deve sor des-
presad.i p le o nobre deputado quando se
tratar de um negocio particular de urna pessoa
perseguida provar, que esta ra/8o publica foi
di- proposito arromada que lilha de com-
binado que 6 lalsa c euiao ha de conseguir
muito Iriumpho.
Mas senbores (alla-sc em factos ; os no
brndeputados por Pernambuco pedem fatos ;
sintoenliar em discussao tao odiosa, e lirei
ainda, que talvez os Desembargadores aposenta-
Jos agradceselo aos nobres deputados se
Jeixassem sie negocio em silencio. Sinto en-
trar ne.ta discussao porque acompaohando
J
MUTILADO


n



2
SfSm

a um nohre deputado desejo respetar todas
as classes de empregados pblicos, desejo res-
peitar a honra de lodo o cicladlo ; mas como
os iinliri's deputados i|uerein descubrir honra,
onde nao existe con.o t az.oiii esses indivi-
duos para o campo de discusso, preciso mos-
trar que nao 6e trata de urna simples ca-
lumnia.
Os noltres deputados fallo em factor Se-
nhnres por dcsgraca do paiz e nao da ma-
gistratura s, por desgraca do nosso paiz ha
funccionarios puhlicos em todas as clusses que
sao o escndalo do pai quo os observa ( a-
foiutlos ) ...
O Ar. N. Machado : Ha muitos de con-
fianca, que n governo nao dimitte.
O Sr. Ntbias : Ha funccionarios puhli-
cos. que do escndalo ao paiz e talvez pe
culpa destes soflrem muitos innocentes e virtu >-
sos ( a potados ). Sr. presidenta, os niagist ru-
dos, de que se traa, sao conhecidos nao p psta
cmara nao em i'ernamhuco mas no Bra-
sil inleiropor magistrados incupazes de sror
gos da justica de proferir os orculos da jus-
tica : iio sao desconhecidos aos nobre s dipu-
tados fictos ma8 particulares fados que nao
podem ser a prese otad os fados quo escoplo a
todo o evame a todo o rigor [udiciar io a lo-
do o rigor da prova como os nobre!; deputa-
dos exigem. Empregados, Sr. presidente ,
que, 11A0 tendo para viver, que nao leudo
para allimcntar a sua Inmilia s ve/es f.milliu
numerosa seno o simples ordenado, que a
nnca<> Mies concede, vivem no entanto na maior
Oktent cao...
O .**r. Urbano:Quanlos vivem assim !
O .Sr. IS'ebiarFu estou fallando em gcral,
nao estou talfian lo carapucas a ninguem; na
sei qu I sera a disposico do governo visla dos-
le seu ai lo....
>r .\unes Machado:Tomo nota desto ar-
gumento.
O.-S'r Yet/as.'Estlmarci milito oue mereca
a altenco do nobredeputado. Empreados,
muitos dos quaes nem podein di/er que liraio
urna sor te grande na lotera [apoiadosj, vivem
na maior ostentaco servem de espe lacuto ,
nad a calu-imia, mas as justas aecusacoes do
publico si nsato; sao tal vez a causa verdadeira
da degradaca, em que, cahein muitos OU ros.
saoi.ilvez a jcausa verdadeia das calumnias a-
troies qucsec'erramao sobro cubetas innocen-
tes.
O Sr. /V. Machado:Est muilo bem.
O Sr. AYfc/as:Nasci se adrada ao nobredo-
putado, mas ests4a liliguageui quo desejare
sempre ter....
U Sr. Urbano:Agrada a todo o liomem de
honra.
- O .>r. iV. Machado:Este bocadmno esl de
puro,
O Sr. Nebias.F.nto o nobre deputado ha
de.faMT a applieaco.
Sr. presidente, em que caso se arha os ma-
gislianosileque tratamos? C no vivem esles
deseirbargaciores aposeniados pelo goveirm?
Senlmres.eu conheco, desaseadamente, de per
lo um desses desembargadores; elle comecot a
sua arreira na nnnlia provnolo onde dcixou
um nome heroico ... A discusso est publica,
ja i.ase trata maisde reservas, j nao 6 pos-
sivcl guardar certas altences.
(Ha apaites.)
Como os nobre deputados disem que se di/
o mesmo de mais alguem, sera boni que digo o
m sino na t it una.
(Ha ainoa apartes.)
Conheco muios masislrados nela casa que
sao o ornamento da tiossu msgistialura, prin-
cipiando pelo notare piesidenle e enriendo a vis-
ta por esses bancos \numerosos apoiadosj. Se os
nobres depulados assenlo que na magistrado s
que .nerecem o estigma publico, que ha sigues
que inerccein um decreto lal como iccchra es-
ses Dcsemnargadoies. denuncirm sejo cora-
josos, nao esb'jo rom itidi edas....
O ."r. Urbano:Cjuem Ihe dissequcoshavia
O Sr Nebia$:Aqu, ou lora daqui...
USr. Urbano.Fora daqui ba c sao bem
conhecidos.
(Ha mus apartes.)
U Sr. /'residente:Os senhores nao podem
estar a interromper o orador a cada momento :
isto contrario ao regiment.
USr. >\ebias:V. Ex. faz me favor es| e-
cial se dctxar que conlinuem os apartes; eu
quero aproveitar os apartes dos nobres depu-
tados
OSr. Presidente:Nao em atiene ao no
honrado membro. nem a ninguem, que eu pro-
curocolnbir os apartes, em altenco s miente
ao meu dever que eu o faco.
USr. JSebias:Eu nao quiz limitar a ma-
gistratura a cmara dos Srs. deputados ; disse ,
coim-cando por esta casa, que eslo aqui senla
dos muitos magistrados que lasem honra ma-
gistratura ; que se os nobresdeputados ronhe-
cem que ha magistiados venacs aqu riesla c-
mara cu lora daqui denunciem ao publico ,
tm loda 8 I herdade da tribuna.. ..
.Sr. Urbano:Quem aecusou a tres, que
aecuse a outros.
W
O Sr. Pmidente.-Ordem !
Senhores, os nobres deputados declara rao que
o governo fo i um cobarde quando nao apresen-
tou lacios, r; somenle a medida descarnada. Oh!
enores, cobarda, quando os nobres depula-
dos de vi oaeharaqui muila fo ca, muila resig
nacodi parto do go\erno? Cobarde o gover-
no, qu ando por si so tomou a responsahilidade
desle acto?... Pois os motivos que leve o gover-
no d evem ser assumpiode um decreto? Era es-
ses motivos occullos? Era falsa a opinio que
ha tria a respeito? Os nobres deputados sao ca-
p ases decombaler esses lados? Sao capases de
.uslentara dignid.de e honradesses individuos?
O governo cobarde?!... Senhores, nao sei se o
governo forte ou cobarde ; mas neste acto s-
cho muila lortalesa, muila resignaco da parte
do governo, porque mesmo nesle ponto que os
nobres deputados descohrirao para censurar o
governo oeho-o eu digno de louvor, devia ser
Iouv (lo mesmo pelos nobres depulados: por que,
romo procedeu o governo ? Podia muito bem
paililhar corn o poder legislativo a responsahi-
lidade dete seu acto se ipio ella existe ; en
iretanlo tomou a para si nao quiz subrnettero
eu ado, segundo di?em os nobres deputados ,
fi approvaco do corpo legislativo seno na par-
le relativa ao ordenado. E' assim que o governo
[irocede com cobarda ?...
USr. Urbano: E de que ha de temer elle?
OSr, \ ebias:Da opposico do nobre de-
putado.
OSr, Urbano: Pelo amor de Dos !...
OSr, \ebiasPois a opposico nao pode
pulverizar o poder? Nao ple mostrar que o
poder est vivendo de golpes, est concorrundo
para ftliysmar o paiz ?...
O Sr. Urbano:l-'azcm tanlo caso dislo ,
que nem respondem. .
O Sr. Web as:Sern tao forlcs as aecusa-
< oes lo nohre. deputado, que lalvcz na5 passao
ser respondidas.
Sr presidente, eu estimo muito ter occasio
de pronur,eiar-me francamente a este respeito.
Eu enl'ro ago a na enrreira da magistratura, se
dgutn din eu faltar aos meus devores se eu me
esr^iecer das sagradas ohrigaces quo oonlrahi.
'.'siimarei que ado siniilhanle recaa sobre mi-
rilla caheca. Eu declaro a V. Ex. e a cmara
que tive muito praser em assignor esle parecer,
porque, assignamln o meu nninc, nao quero pa-
ra mim o beneficio do verba volanti mais
nina garanta mais um esteio contra as mi-
nhas ra<|uesas futuras. Quando eu livor de ven .
der a justica ao meus cidados, pondo em al-
inoeda o direlo de cada um, a mao me ha do
tremer o alem dos recursos, hei dme lemhrar
desto ado publico que est consignado por
mim. [Continuar-se-ha.)
PERNAMBUCQ.
Tribunal da Relaco.
SESSAO nE 14 DE OCTCBItO HE 183.
Na appellaio civel desla cidade appellan
lea 11 enda publica appellados a viuva eher-
"eiros de Joa i.uiz Valor Luciier, escrvo
Jiicomo ; se lenmlou ouvir o de.embargador
procurador da coros.
Nos embargos remellidos da fnzenda nacio-
nal com o Coronel Manuel Cavtili anti de Al-
buqueque escrivio K. lumgel ; se mandou
lavraro teimo csisenbia o pagara dizima, v
depois ouvir o Ui-. cmliargador procurador da
coros.
Na nppellncao civel dela cidade appollan-
te Jos Juaquim Bi/erra Cawilcanli appellado
a fsseoda nacional, escrivo Jacomo ; se man-
dou averbar a dizima.
Na appellai ao civel desta cidode, appellantes
Antonio da Silva & C appellado Gabriel
Antonio escrivo Bandeira ; se mandou Her-
bar a dizima.
Na appellaco civel dasta cidade appellan-
tes M. Culmont A C* appellado Manuel da
Cunha Gumares Ferrein, escrivo Poslbumo;
loi julgada a de/istencia
Na a|ipellaco civil dosla cidade nppellanle
Fernando Belenolat, apneilados Joanna > aria
da t oncei(o e Manoel da Costs escrivo
Poslbumo ; se mandou averbar a dizima.
Na appellaco civel desla cidade appellante
o uro appellado Jos Francisco Branco es-
crivo Jacomo ; se mandou ouvir o Dezembar-
te D. Anna Maris Theodora Pereira Dur5o ,
appellsdos Manoel Jos Soaresde Ave-llar e nu-
tro escrivo Jacomo ; se mandou satisfazer
o disposlo no artigo 12 do regulamcnto de 9
de Abril de 42.
Na appellaco civel desta cidade appellan-
te Nuno Mara de Seixas, appellado Francisco
Xavier de Mello e outros escrivo U. Ban-
gel se mandou averbar a diziim.
Na appellaco crime desta cidade appellan-
te a africana Candida Mara da Cnnceicao ap-
pellada U. Anna Nobre Ferreira, escrivo
Jacomo ; se mandou vista ao Doutor curador
gerJ dosorfos.
Na appellaco civel desta cidade, appellantes
I.uiz da Costa Leite, e outros appellada Ma-
ra Jos da ConcecSo escrivo B. Bangel ;
se mandou remoller o processo ao juizo Aauo
para se proceder a vislora no terreno em ques-
to.
Os embargos de Boza Maria da Conceico
contra Han ulano Jos de Freitas na caua de
.pprll. cao civel desta cidade escrivo Jaco-
mo ; lora disprezados.
Na appellaco crime da comarca do Penedo ,
appellante o juizo appellado Antonio Anad-
ino escrivo Poslbumo; loi julgada pioce-
denie a appellaco e se mandou proceder a
novo julgamento.
Na appellaco crime desta cidade appellan-
te Manoel Lopes Ferreira appellado Gaudino
Agortnho de Barros, escrivo Jacomo ; loi
julgado procedente o recurso.
O aggravt. de petico de Jos Francisco de
Azevedo Lisboa do juizo do civel da 1.a vaia ;
leve pro vi Miento,
PAUTE DA POLICA DO DA 16.
Conlinuo presos, a disposico do Delegado
dos termo, os individuos Louronco Barbosa
Franco, Francisco Xavier de Oliveira, e Mano-
el Alvos; e a do Subdelegado da Boa-Vislau pre-
lo Manoel, escravo de I). .Theresa de tal.
O Subdelegado de S. Antonio deu destino ao
preto Antonio, que se acbava a sua disposico
Forao presos, pelo o Inspector de quarteirao da
ribeia de Sanio Antonio oidem do respectivo
Subdelegado, o paisano Domingos da S Iva Du-
tra, por ebrio, e Miguel Joaquim deCarvalho,
soldado de polica por terdesfl radoa urna me-
nor, prela; e pela ronda de cavallaiia, ordem
do Subdelegado do Kecife, o paisano Liaodro de
So usa por ser encontrado a correr aunado de
urna lacra de pona a quid no acto da prisu
sacudir dentro de urna casa.
A requisico do Delegado prestaro-se pa-
lmillas, sendo una de tres soldados, e outra de
oito, para inanlerem ordem na igreja de San-
a Theresa por occasio do Te-deum noc, e
ambas recolhera-sesem novidade.
Coinini nicado.
O Indiyetia, bavendo raido na incuria delou-
var a Otn!, por ler sido esle um dos ihefes da
lebelliaO de Minas e S Paulo, em lugar de cor-
rer-se pela censura, que Ihe li/emos esse res-
pello, i|u..ndo suslenlamos que era um cri-
me opprJse s leis. fura dos termos do direito ,
que ow.r, sejo as le-s anulisad s rasoarelmente,
pelo contrario pparece no numero 19, lo im
pudente, que, para responder-nos, principia
iniii ulano o seu artigo com os tpguintes ter-
mosPreferimos a gloria e Otoni vencido no*
campes de Sania luzia mnima do ministerio
de 23 de Maico e, para cumulo de vergonha, e
de miseria, o Indgena justiticando o seu hroe,
ou antes a sua incuria, o compara... a penna
nos estremece na mo! Sim, o compara com
Pelopidas Epaminundas Lucio Bruto, ora-
do, Valerio, Lalo Cassio, e al mesmo, ota! meu
Dos! com os Santos Patrian has Moizs. Aa-
io, (e eo, e outros,que somonte obrarao em
executo das ordene dbeos. Bem dizemos nos,
que a opposico delira !
O Indgena cuida, que os Ilustres va?5es, por
elle nomeaoos, foro oulros tantos revoluciona-
rios, como o seu tu-rnesinho; c por isso coi cine,
que devem ser equiparados Otoni! Otoni mes-
mo, que nislo Ihe lazeinos justica se envergo-
har de taes comparaedes! Nos o nao conhe-
cemos de perto, poiem temos delle algumas in-
formaees que o pinto com algumas boas
qualiilades, e incapaz de presumpeoes exagera-
das. Trinos, que elle praticou aquella accti,
levadosein duvida de una pauo excessiva ; e
que hoje. tornado ao seu estado norma!, osla-
r arrependido do mal. que fez sua prupriu
causa (a opposico), e toda a sociedade.
Porem demos, que os lados, quo illust arlo
esses vaioes, fossem revolucionarios, oque
absolutamente negamos : por ventura bav ria
alguma simultanea nesses mesmos fados com
a ruvolta de Minas, eSo Paulo, para que Oto-
gador procurador da coroa.
Na appellaco civel desta cidade, app liante o ni, sendo um dos che fes podesse ser compa-
juizo e o curadora heranca cenle do fallecido, rudo com aquellos hroes, cujo renome tem a-
|g naci Alvos da Silva Sanios,appellado o Lnu-j Da^ssado inclume immensidade de seculos?
lor Manoel 'I'oixeia Peixoto escrivo Fer-
reira ; se mandou ouvir o Dezembargadoi pro-
curador da coroa.
Na appellaco crime da comarca de Na arelh,
i ppellante a jusliea appell.ido Manoel Fran-
cisio de Sonsa escrivo Jacomo; foi julgado
A enunrlaclo de um fado sem as suas cir-
cumstancias caraclerislicas quase nunca de-
monstra a vetdade, que se pretende; o d'alti
vem, que o direito exige, que as testemunbas.
para que laclo prova, nao basta que allirmem
o fado; mas ncces-ario, que iuilividuem as
Circumslaiujos yhljtnCMM Veainof :;;
piocedi nle o recurso, e se mandou a novo jury, fados, com as suas cinuinstanciassubstanciaes.
Na appellaco civel desta cidade appellan- jque praticaro aquelles hroes; e por um, o
que praticou Otoni, para ajuizarmos com pre-
cisan, se Otoni merece ser comparado com Moi-
zs, Aaro, Pelopidas, Bruto, e outros. Para se-
Kuirmos urna ordem rronologira, principiare-
mos pelos Santos Profetas, passaremos logo aos
hroes rogos, o depois aos Romanos. Abra-
mos a historia.
Moizs, tendo se ausentado do Egypto, pora
o paiz dos Madianitas, por rircomstancias, que
tod ssabem, Leos Ihe apparece sobre monto
Sinai, e Ihe ordena, que volte no Egypto. para
tirar os Hebreos do cattveiro. Em obediencia
' eos, Moizs chega ao Kgyplo, e pede a Pha-
ra da parle de Dos a Itvre saida dos Hebreos;
e, para o convencer de sua misso, la/ dez mila-
gres. Phara, havondi -se reunido sordensde
Dos, consenle na salda dos Israelitas, os quaes
em numero de seiscentos mil hoinens, sem con-
tar os velhos. as mulheres, os meninos, e os
domsticos seguem o seu deslino, sob a con-
ducta de Moizs. Elhs sao guiados por urna co-
lumna de fumo durante odia, e por unta co-
lumna de logo durante a noite. Phara que
se arrependera de os havor doixado paitir com
um exercilo poderoso os segu, al que osen-
contra as bordas do mar vermelbo. Dos po-
iem abre o mar; os Israelitas patsa p enxu-
to ; e os Kg) poios. que os seguirad, sao engoli-
dos pelas ondas. Ser isto uina rehellia e
una rebellio similhante a de Oloni? Oqueni-
icinos de Aarle? Emquanlo Moizs no espas-
so de quarenta dias no monte Sinai recebia
de Dos o declogo o povo desgostoo desta
longo auzencia pedem ns dolos, para man ha-
rem sua Irenle. Aarao porem. para os cooler,
lez construir um bizerro de euro, que adoiaro,
at epte (llegando Moivs do monte Sinai, re-
duzm vilimas, pela espada dos Levitas, a tres
mil Israelitas. Asilo depois desse fado loi ele-
vado, por determiiiacode Dos as funciis do
summo pontificado Seria isto una rebellilo, e
urna icbellio similhante a de ioni ? Gedeo,
liavendo-lhe appaiecido um su.o, Ihe d a mis-
so de livrur os Isiaelilas do csplivelio dos Ma-
dianitas. em cujo podtr, pelos seos peccadi s,
elles havio caido. Gedeao com 300 homens en-
tra noite no campo dos Madianitas; esles so
pertuibao pela surpiesa. e se mallo uns aos
oulros em numero de vinte mil. Os Israelitas
"ITercietna realesa a (edio; mas esle a rehi-
ra Soria isto urna lebellio, e urna rebellilo si-
milhante a do Otoni ? Vejamos agora os (legos,
eos Romanos, pura chegarmos I Oloni. Te-
niendo o enfado dos leilores seremos ornis la-
cnico possivcl. prenso dismascarar o Ind-
gena, que qui r campar de grande conhecedor
h historia, por romparavOes builescas, que re-
pugna o bom senso.
Pelopidas, o Epaminondasg, vendo, que sua
patria, Tebas, se achava no poder dos Espar-
tanos, Ianco fra o inimigo por um assalto
na cidade; e d'ahi ento pela influencia destes
dous grandes homens. que lebas floiesceo, do
modo ser, por muito lempo a arb-tra das
quesloes de quase toda a Grecia. Seria i*lo urna
rebelllo.e urna rebellio similbanle a de Otoni?
Hiuto, o primeiro Cnsul depois da qucoa de
larquino, o Soborno, sustenta o governo da
repblica contra as guerras de estrangeiros, e
mesmo de nacionaes, que prelend'lo a repst-
elo o throno do mesmo Turquino, a pontos do
sentenciai ntorte seus dous Albos, por per-
juros,e os lser perecern p ranle elle;v ndo por
lim a moner no campo da batalba coberto de
gloria pelo louvor univeisal Valerio, Cn-
sul juntamente com Brul>. ler. pastar por sua
influencia taas leis favoiaveis aos povos, que
Ihe chamarlo, o Publicla. K lloiado, homem
obscuro elle so se oppo nos htruquio na en-
trada da ponte, prxima a cidade, emuuanto
os seus en nc id a daos corta vio a mesmo ponte em
a sua retaguarda, para impedir a entrada do i-
uimigo na cidade; o que se conse^uio com gran-
de vanlageni. Seria islo urna rebellia,euma re-
bellio similhante a de utom?
Que fez porem Otoni ? Otoni, havendo muito
concorrido, na qualidade de 'epulado, paiaa
elevaciodogiivemo Andruda, nao p Iructiferos os seus trabalhos na queda desse mi-
nisterio. Elle coiii os seus correligionarios ,
cundate, na tribuna, e nos .ornaos, o ministe-
rio de J de Marco, que substiluio o ministerio
Andrada; nada consegue por esse ineio, msiciia
para Minas, e ao grilo de icbellio em S. Paulo,
elle ianca mo das armas, aora um Presiden-
te deciureos seus, furca as povoaQes, que se
conserva vio obedientes, ealflm se peem re-
sistencia hostil contra o governo, que procura-
va por lodosos modos a pacilicacao da Provin-
cia. Estaiia este lado.acompanbado de taes cir-
cuinsiancias, no ca-o de ser c mp.>rado com
os que praticarao aquelles Ilustres vaies? SO
o Indgena se lembitiia de una tal paridade!
Cabe aqu notar um argumento do Indgena.
Diz elle que a rcbcliiao de Minas, o S. Paulo,
nao India, poi flm o privar o Monarcha de al-
guma das atiribuices que a couslituico Ihe
ronfele, e sim apenas o derribar o ministerio;
como que esse derribamento do ministerio, de
mao armada, nlo losse urna opposico violenta
vontade do Mon, relia na esculla dos seus
Ministros, que urna de suas mais importantes
atliibuiees do poder moderador? I
Nao menos celebre ver, me o Indgena se
arroga a si, e aos seus as virtudes, e a eoragein
ite din Itegul, quando presioneiro em Carlaim!
Regulo prelere a destltuico de sua aulordade
it-Ciiiisu!. ;::::>'.;:;; ::::: ;;->rli- u i poutti
do inimigo, Iroca de piisioueiros, que O Car-
taginezes pedia a Boma: porque,disia Regulo,


M
ummm

faiondo-se a Irorn, Roma talvez no possasbr]
jugar Cartazo !! 0 Indgena porcm, e os seus
prefercm a sua elevaban no governo o o spu
bein oslar.o porten do rfosanornnaiMffito di Bra-
sil, e'assuas inimttriill lnd'8, mns e\on pos,
e por llm pela nbelliao, que ac. batan di' p-
em prut ca, o pretndelo p aticar, sooulros mci-
os nao livorem, para levar ao lim os seus in-
tentos segundo a sua piopria oonfisso!
Multo so csrandalisou o Indgena do haver-
rnos trasido no nosso artigo, que ello, comba-
te, a comparaga do mendicante (l Braz ; a
pioposilu de haver ello dito que son-ente os
opposicionislas laucaran man das armas do-
pois que o governo uno atienden. sua repro-
sentaco. A opposicao nao podo fugir do prin-
cipio de que, tendo ella representado ao gover-
no, se constituir urna parte; e o governo por
es>efact"Se ronsiderou ojniz. Ora, cm que
paiz, uina parte nao oblenrto un despacho l'.i-
voruvel sua petizo, forgar ojuiz, pelas ar-
mas, a Ihe lase justiga? Pola, esta 6 a dnulri-
na do Indgena o tal vez de toda a a p pos i gao !
Temos nos o casodaquelles, quo prelendem so
fusor jus iga a si proprlos; e oeste caso quo ap-
plicamus a comparaga' do iikm.iIuo, que pede
a esniola o viandante com a arma apuntada
para <> seu devoto!
O Jndigma toma o seu partido (a opposicao)
pelo p> vo em eral (que fortuna !) ; e nesle sen-
tido revolve todas as suas postillas do diroilo
publico, para sustentar a sua poltica de oppo-
Siguo armada (piando pelos mcios legues nao
puder vencer o governo, a pontos de o derribar.
Des ngane se a oppnsiga. que tem tanto direi-
to a oppor-se ao governo, sobre os negocios p-
blicos, como lini individuo de per si; e nao o
rm-smo a respeilo do povo comparativamente a
oppoigao ou a um individuo: porque o povo
um todo, que duvem so subordinar as diver-
sas partes de que elle so cmnpe Dahi, o
principio que nos corpos colectivos as ded-
adas sao tomadas pel.i maioria. a opposicao
a maioiia da naci, ou antis do povo? quer el-
la o derribamenlo do governo? quem I lie pode-
r contestar a sua volitado ? Mas so nao a mai-
oria; se ella quero derribamento do governo, a
sua Miniado Ser sempre contestada de lodos os
modos, segundo os mcios, de que laucar ma.
Pugne quanto esliver nos limites da loj, que es-
tala no seu dMsito; analiso as leis. que Ihe nao
agrada-, e os actos dn governo, dentro dos ter-
mos do direito, qu quer, que as leis soju ana-
lisadas rasoavelinente, quo estar no seu direi-
to; argumento de jure constiluto t e nao de Ju-
re consti(tiendo, que somante 6 proprio do Le-
gislador, que estar no seu direito; emfi.u con-
venga a opiuiao, jue Ihe contraria, com a ra-
sa, e a ,usgu do sua causa, que chegar de
urna fraega, como manira da nago; e en-
tao estar no direito de governar, como acon-
tece com o partido domname.
Alfandcga.
Rendiraento do da 16......... 5-.130S899
Descarrego hoje 17.
Barca Francesa Ztlia o resto.
Rriguc Portugus Importador o resto.
Ilovimeiito do Porto.
Navios entrados no da 15.
Ilha de Macei'i ; 25 dias I.rigue inglez Ra-
hecen Jane de 215 toneladas capitn Nal
rent, equipagein i3 carga sal- a Me. Cal-
rrinnt & Compenhia.
Rio-Grande-do-Sul; *6 qus Courier de 125 toneladas, capitu
Jolin Thompson equipagein 8 caiga las-
tro : a N. O. Bieber & Companhia.
Lisboa ; 41 das I.rigue portugus Conceicao
de Hara de 265 toneladas, capitao Ma-
noel da Cosa Noves equipagein 18 car-
ga vinho : a Francisco Sevenano Kabello.
Navio sahido no mesmo da.
Babia ; brigue ausliiaco htitt l.ouise capitao
Andr \ erorona carga lastro.
Edilars.
Vicente Th>niz Pires de Figiteiredo Camargo
com nendddur pector d'al/andega, $c.
Fa/.siber quo buje 17 -lo corrente ao meio
din na porta da mesini so ha do arrematar o se-
guiute: 2 carios com V8 mantas de seda no va-
lor do 2tf>j reis, 1 eaisaeom 109 dusiasde
perfumaras no valor de 2008 re e 30 parea
decasticues de vidro no Valor de 35j reis im-
pugnado pelo 1." escriturario Jenuino Jos
Tu vares no despacho por laclura de Avrial
Freres n. 1108. sendo a arremate! 5<> sugeita a
direitus. esnedtonte. Ifaodega l de Ou-
tubro de 1813 V. T P. de l\ Camargo.
O I r Joo Interno de "U Mirlo A'"-
o Pereira, |ut municipal supploiite 'la segun-
da vara do termo do Recito e proparador dos
processos para o jury, por S. M. I., que Dos
Guarde &o Fa Nicolao Rcguria Costa ju de direito interi-
no da prineira vara do ciiine me forafitea
particpa para o dia 6 de Novembro prximo vindouro pe
las i0 horas da manh, a quinta sessio ordina-
ria dos jurados deste anno, para a qual sahiro
sorteudos os quarenta e oito Senbores que so
leguen).
Angelo Lopes de Sant'Anna.
Antonio Jos Rodrigues do Souza Jnior.
Alexandre Jos Lopes.
Antonio Cardozo de Ctaciroz Fonceca Jnior.
Antonio de S Leitao.
Rento Bandeira do Mello.
Dr. Candido Jos de Lima.
Candido Thomaz Pereira Dutra.
I'iniz Antonio de Moraes c Silva.
Dr. Felippoi-arnciro deOlii da Campello.
Francisco Antonio Pereira da SiUa.
Carlos Teixeiin.
Euz.-bio do Faria.
Bernardo de'arvalho.
Fernandos Vianna.
Jos Goncalvcs Toires
Joaquim Ferreira Hamos.
Jos Pedro de Faria.
Jos Joaquim do Nascimento.
Joo dos .Santos Fernandes.
Joan Ignacio do Reg.
Capitao Ignacio Pereira Pulra.
oaq un Jos Alves de Albuquerque.
.los Antonio Guimarcs.
Juo Francisco Bastos.
Joaquim Silverio de Souza.
Joo Antonio Bibeiro.
Joo Bernurdinodo Vasconcellos.
Ignacio Alves Monleiro.
.1.inuario Alexandnno Bibeiro Caneco.
Joaquim Coelho Cintra.
Jos Victorino do Lemos.
Jos Marmol Fiuza.
Joo Filgucira de Araujo.
Manoel Gonealves da Silva,
vlanoel l'erreira da Silva,
anoel Joaquim do Mego Albuquerque.
Manoel Klias do Moura.
Manoel Antonio da Costa e S.
Manoel Antonio da Silva Antunei.
Marcelino Jos Lopes
Manoel Joao d'Amorim.
Manoel Jos da Costa GuimarSes.
Manoel Ferreira do< Santos.
Vlanoel Joaquim Rodrigues de Souza.
Trajano Cc/ar Burlaniaque.
\ orissimo dos Santos Siqueira.
v ital de .Mello Albuquerque.
Os quaes bao de servir durante a referida ses-
sao para o que sao pelo presente edital convi
dados : devendo compareccrem assiin como
todos os intcressndos no dia e hora designado
son as penas da le se faltaron*.. E para que
chegue noticia do todos mandei lavrar o pre-
sente, quo ser publicado pola mprensa, e ali-
xado nos lugares mais pblicos deste termo.
Becifo 12 Novembro de 18Vi. Fu Jos Alionen
(uedes AlcanforadoeScrivSo, que oescrevi.
loo Antonio de Souza Bellio Araujo Pe-
reira.
I ni i i WWWggBW
Deca racoes.
do o recibo. Consulado da Suisaa em Pernam-
liu co 16 de Outubro de 1843.
Avisos martimos.
Para o Havre segu vingem no dia 7 de
Novembro a muilo veleira baica franceza lo -
tense capitao Morvau Keval por ter a inaior
parte da sua carga prompla ; quem quzer car-
regar, ou ir de passagem dirija-se aos seus con-
signatarios Kalkmann & Rosemund, na ra da
Cruz n. 10
Para o Maranhao spgue viagem con. toda
a irovinade por ter parte do seu turregamonto a
bordo, o bom conhecido briguc-escuna Caro-
lina ; quem nVlle qui/er carregar ou ir de
passagem entenda-se com o capitao e pratico ,
ou com Manoel Duarte Bodrigues na ra do
Trapiche n. 26.
Para o Ass patacho Laurentina lira-
sileira, quem no mesmo quizer carregar ou
ir de passagem diri,a-so ao seu pmprietario
Lourenco Jos das Noves, ou ao capitn Auto
nio Germano das Noves, na ra da Cru do
Recito n. 6i.
= Para a Baha segu viasem com toda a
hrevidade o patacho nacional l'lorde Maruim;
quem no mesmo qui/er carregar ou ir de pas
sagem dirija-se a Gaudino Agostinho Jo Bar-
ros na pracinha do Corpo-Santo n. 66, ou ao
rapito Joo Jos da Silva Papalina.

I.rilocs.
Bolli AChavannes faro leilao por in-
tervencao do corretor Oliveira de grande e
variado siirtimento de fa/.endas francoSaa, suis-
sas calenis de seda, la, lindo e d'algo-
do muitas das quaes sao recontemente rhe-
gadas : torga feira 17 do corrento s 10 horas
da manh, no seu arma em na ra da Ou/.
Goorge Kenworthy & C* [em liquidadlo]
f.rao I ilo por intervenco do correar Oli-
veira, de variado sortimentn de fa/endas ingle-
/as todas proprias deste mercado, e as quaes
sero vendidas sem reser.a : quarli feira 18 do
corrente s 10 horas da inanli em ponto no
seu armazem da ra da Cruz.
Avisos diversos.
Companh i a de Beber ibe.
= Convida-se a lodos as pessoas livres, e
cativas que quizerem trabalhur por jornal a
se engajarem nos trabalhos doencanainento das
agoas ; os pertendentes se poder entender no
Recito rom o Sr. Angelo Francisco Carneiro,
no Monleiro com o Sr. Francisco Sergio do
Mattos.
Agencia da companhia das barca de vapor
n'rste porto.
= A agencia da companhia das barcas de va-
por precisa contratar o ser vico do can So para as
mesmas barcas do modo seguinte :
Contrata o servico do carvao com qualquer
pessoa ou nessoas ; ohruando se estas a tirar
0 carvao do deposito da companhia em barcal-
o leval-o a bordo, e mettel-o dei.tro das bar-
cas sobre a ha/e de um tanto por tonelada
de 70 arrobas que se medir a bordo e de
que os commandantes das referidas barcas pas-
sarem recibo.
Quem estiver as circunstancias de pretender
este controlo poder* dirigir-se ao agente da
companhia na ra de Apollo onde se pndero
obterquaeaquer oulras explicarnos a respeilo.
Becifo 5 de Outubro de 18*3. O agente ,
J. /. Moreira.
CONSULADO SUISSO.
Convida-te aos Srs., que ulgarem^ pos-
suiralguin objeclo ni luja d* refojoeiro Fation
na ra Nova, para que lenbio ao consulado da
Siiiaan ijnr iwir escrito issioiuido r>cirri>ap<8 nnr-
ticulares e completos de taes objeclos, que
a vista das provas Ihessero restituidos passan-
Em um clima tao qtiente como o do Brazil,
onde as molestias terinino fatalmente as ve-
zes no espago de poucas horas he mster ha-
ver um .euiedio que possa servir ao mesmo
lempo eomo preventivo e curador. A c-
decina Pi ular Americana tem essa proprieda-
de tomada as ve/es em quanto ella impede a
accuniulaci*dos humores, conserva o sangue
puro e conscguintemeiilc para as pessoas menos
sujcilasa apanharom qualquer molestia, soja
ella contagiosa ou nao.
Becommonda-se portante ao publico em ge-
ralde ensaiar este exccllenle remedio que ,
polo lado econmico he | relerivel a (|ualquer
uulra medeeina de similhanti: nalure/a tendo
as caixuibas inaior numero de purgantes e por
menos preco.
O publico achara na Medeeina Popular A-
mericana as pilulas vegetaes do Dr. Bramlreth
estas propredades que produzem seu efleito
sem dores ou cncommodo algum nao se fa/
preciso di la alguma e pode-se tratar dos
sena negocios nos mesmos das, em que se to-
mar.
Vende-so aqui cm casa do nico agente
Joo Keller ra da Cruz n. 11 e para maior
commodidade dos compradores na ra daCa-
deia cimasa de Joo Cerdoso Ayres ra Nova
Guerra Silva & C. atierro du Boa-visla Salles
fe Chaves.
ss Francisco Tarault participa ao respeita-
vcl publico e com mus particularidade aos
amigos dos bous bucados quo de boje em di-
ante ellos acharan a toda e qualquer hora na
sua casa de pasto franceza da ra da Lingoclu
n. 2, toda a qmilidadc de comida a flanco/a ;
.iksiii como viuhos e licores de todas as quali-
dades, cul com leite e sem elle pastis,
pasteloos dopadas da diversas sorles sala-
mes, presuntos, linguicas ice. ; e que se-
i servidos enm o inaior acein, limpesa e por
preco commodo. O mesmo Turaull ofleroee-se
pura mandar levar cm as casas as comidas a
aque les peaeots que com elle se ajustaren! ,
diaria ou mcnsalmente ou por nina ve/, so-
mente ; participa-sema i' que todos os dias
de mandil un* seu agente levar a casa de seus
fregueses pastis, pastrldea empadus, lin
guigas e chouricas Iranee/as, proprias pura
a I moco.
LOTERA 1)0 TIIRATRO.
Os bilhetes da l.1 parte da 15.'lotera, CU-
ias rodas andan intnr**",f,e!''f!'e no ''"* 10
do corrente Outubro, acho-sc venda nos lu-,
gares do soslume. I
A commissao admini'traliva da sociedade
Terpsichorc, convida aos Srs. socios para apre-
senl.irem a proposta dos convidados para a par-
tida do 4 de Noveiiu ro na sesso do 18 do
corrente em que lera lugar aapprovaco de
novos socios.
= O Sr. que quera rrendar o sobrado
da luadoCaldereiron, 12, com o arma/.em ,
anuuiiciesua morada ou dirija se a ra da
Gloria sobrado n. 7 junto a fabrica do Ger-
vasio.
s= Anna Joaquina da Silva o seus ilhos
Carolina, e Manoel, prelendem vender a sua
casa torrea sita na ra do Padre b loriano n.
33 o que so faz publico para que aquello a
quem interessor o declare nestcs3 dias.
= Precisase alujar uina casa terrea com
commodos para grande familia c que lenlia
nuinta* e cacimba no buirrooe S. Antonio ,
e prefere-se na ra do Itangel; quema tiveron-
nuncie.
-= Aluga-seum ptimo moleque para todo
o servicn ; na ra das Trincheiras n. W pri-
men o andar.
Um ii'-mem hbil, de boa conducta e com
bastante pralica se oflereee para administrar
qualquer engenho, para oquodeonhecimen-
de sua conduda ; quem o precisar dirija-se a
ra dos Pires n 21
se Johnstou Pater & Companhia aviso aos
Srs. de engenbos e correspondentesdos mesmos
nesta praca que se acha completo o seu esta-
belecimento de macliinismo para engenhos ,
constando de moendaa de diversos tamaitos,
machinas de vapor, de condesago o de alta
presso da forga de quatro e de seis cavallos in-
.lezes, e tu xas batidas cenadas e pn.motlem
agradar aos seus freguezes tanto em preco como
em qualidade visto seren todos estes objeclos
fritos n'uma das principaes fundices de Ingla-
terra : ra da Madre de Dos n. 5.
AlugBo-ae duas pntas anda mocas e
com habilidades, a 12,000 rs. mensaes:
tratar na ra do F.tlefio n. 18.
Nodeposito de furinha de mandioca na ra
da Cadeia doS. Antonion 19 os precos des-
ta semana contuio sor farinha da primeira
qualidade 2S20 da segunda dita 1S920, o
da terceira dital,S6(IO reis cada alqueire: no
mesmo deposito vende-se muilo bom milho ,
lauto a retalho como em porco a 1J900 reis o
alqueire e urna por o de a/cite de carrapato,
vindo do norte o melhor qualidade que se pode
encontrar nesta fa/enda.
Saino o n.7 do Cathohco, contendo 1.*
"urna resumida oxpbcaeo do Kvangelho da Do-
minga lOdopois do Ponteoste em 2. lugar
a conlinago do Credo, mostrando h a noces-
sidade de um salvador, e concluindo com alguna
porques relativamente a materias Religiosas;
stibsereve-sea 600 reis por quartrl na piarada
Independencia luja de livros n."6, e8.
Loleria da Matriz de S. Pedro Mrtir
de lincia.
No dia 30 do outubro prximo futuro
coirem impretcrivelmente as rodasdesta lotera.
VEITCH BRAVO &C
Vendem na sua botica e armazem de drogas
na ra da Uadre de Dos, o 1.
A prepararn seguinte por preco limito com*
modo e de superior qu.ilidade.
Colirio iinte-ophtkalmico.
lsle medicamento tem as mais enrgicas vir-
tudes para destruir com os bons e lolizes re-
sultados que a longa experiencia tem mostra-
do ludo quantosao nevoas, bebdas, infla-
luacdei, c outras doenias d'olbos, em que nao
he preciso para seu curativo radical usar dos
mcios operatorios que a arte em taes casos
indica, caque o duente necessariamente re-
corre. L'm sem numero do pessoas podeiii at-
festurcom verdade os salutares eftoitos o'appli-
caeo desle remedio prodigioso ; ta to em dif-
erentes parles do Imperio donde tem sido pro-
curado como em algumas partes da Kuropa
onde seu uso be ha mais lempo conhecido.
Na mesilla casa tambem se vendem tintas ,
e lodos os outios objeclos de pintura ; vernizes
de su per or qualidade, entre ellos oro pertoi-
tamcnte bramo e que se pode applicar so-
bre a pintura mais delicada sem que produ-
/.a a teraro alguma em sua cor primitiva. Ar-
rnvv-Boot de Bermuda,Sap, SaUmetes,
Sanan de Windsnr, Agua de Seidlitz, Agua
do Soda,Agua deSel/,Limonada gasoza ,
I inte superior pura escrevor, I inta para
marcar roupa,Perlumarias ingle/as, Fun-
das elsticas de patente,Fscovas e pr's para
denles,Paslilhas de muriato de moipbina,
e ipecacuaiiha, Paslilhas finissimas de hor-
tel-pimenta Paslilhas de In carbonato do
soda egingibre. As vordadeiras pilulas ve-
golaes univesaos do D.r Hrandrelh vindas
deseu autlior nos Kslados-Unidos, dtc &c.
Da-SO dio' oirn :t ir....rt im n...Q.
quantiai. sobro puoboiosdo ouro, ou prata; na
ra Nova n.o7.




I


= Alupa-se o segundo o terceiro ar ,dare
sotao da ra Guia n. 42; a tratar no pr meiro
andar do mesmo.
Os ahaixo assignados declarao ser falso
o annuncio impresso no Diario-novo ns 220 e
221 e no Diario de Pernambuco ns. 220 e
222 a respeito da venda e alugeis du*. vistua-
riosde pastoras pois que os aliaixo as iiguadus
nao possuem cousa alguma dasannunc iadas e
agradccem ao Iimii oonhecido autor tic annun-
cio sua officiosidade c...... para oque tem inul-
to geito. =. l'edro Antonio Litis e Jos Luiz
de finio.
U meio bilhete n. 1153 da prirneira par-
te da dcima quinta lotera do theatro que
corre no da 19 do corrente pertence a Jos
Joaqumi da Silva Maya o Jos da Silva Al-
Tes.
Aluga-se por anno ou por festa urna
casa do sobrado na Passagem-da M agda'iena ,
coin cornuiodos para duas g andes Lunillas ,
com coxeira para carro estribara para 4 ca-
vados quarto para feitor senzala para tra-
vos terreno para horta baixa par* capim
para 3 catallos e bauho no rio Capibaribo ;
na ra do Oueimado n. 6.
Oflerece-se un rapaz Brasileiro pp.ra co-
brador do assougue ou para oulra qu Ij ht oc-
cupaco ; na ra de Agois-verde-. n. '.i 1
Na praca da Boa-vista n. 18 lia um pre-
to para alugar cozinha sofTrivelmento, epio-
pno para o arranjo de una casa de ho mem sol-
teiro.
O abaixo assgnado a> sciente que se-
parou n socieJado que existia entre elle e Jo-
s Joaquim da Cunba Jnior e a venda de
Fora-de-portas ra do Pillar n. 90 tirando
o mesmo abaixo assignado com o eslaheleci-
mento, e encarroado de liquidar qualquer
transado que anda esteja em aborto e que
osse originada at-; o da 13 do crrente. Jo-
s i/aria Macarro.
Precisa-se de urna aun pira o servico
externo de urna cas, do pouca familia ; na ra
Nova l)|.t Ir.mce/a n. 8.
j= Traspasase a chive da loja do Atierro
da Bia-vista n. 7V, coin armacao propria para
calculo ou miude/.as ; a tratar no mesmo lu-
gar n. 72.
Pre-isa se de um pequeo para caixoiro
de loja do imuJozas, dando li.tdor a su a con-
ducta ; m ra do Livramooto n. .').
-p- Preoisa-se le um caixei tnli< para urna
venda corn pratica ou sein ella e que lenha
de dade 10 a 12 anuo-; na ruado Collegio n 6.
= O Sr. Valerio de Souca Lima que foi
empregado nn corpo de polica, queira diri-
girse a ra de S Rita-nova o. 91, para ne-
gocio de seu intoresse, ou annunciar a sua mo-
rada.
Aluga5-sc dous negros para venderem
fazendas pelo matto pouuo distante desta pra
ca ; as Cinco-ponas n. 56.
* Na padaria da ra Direita n. 40 preci-
sa-se olugar um preto que entenda do mes-
mo servico.
CJuem precisar de urna crioula para ama
de qualquer casa para todo o servico de por-
tas para dentro, dirjase a* Cinco puntas n 47.
- Ouem precisar de um,. ama para todo o
servico de urna casa dando fiador a sua con-
ducta dirija-su a ra do Encantamento n 6
A quarta parte do bilhete inteiro n. 425
da prirneira parte da decima-quinla lotera do
tlieatro portones a N rciso Jos Ferrreira, do
Cear ; Antonio de Souza IMoreira
= Aluga-se por 300,000 rs. annuaes um
sobrado de 2 andares, todo pintado e envidra-
cado muito fresco na ra do Caldereiro n.
12 ; a tratar na ra da 0loria sobrado n. 7 ,
junto a fabrica do Ger\asio.
Lcinbra-se ao dono da casa da ra de
Asnas-verdes n. 38 naqual mora um enrpina,
que cuide quanto antes em a concertar, alias
a ver cair ecom ella as dos visinhos.
Sociedude Eulerpina.
A commsso administrativa convoca a
socedado para se reunir boje ( 17 ) segunda
vez a fm de deliberar sobre o pedido que fez
da csa desuas scssOes a sociedade Collegial para
n'ella dar urna partida cm 2 do Dezembro fu-
turo.
Quem tiver urna escrava que saiba en-
gommar ecozinhar e a queira alugar, di-
rija-sea praca da Independencia n. 21.
Precisa-se alugar um sotao para urna s
pessoa ou urna metade de urna casa no bair-
ro de S. Antonio; quem tiver annuncie.
O Sr. que njustou urna commoda na
ra estro ta do Ito/.aio pode a mandar buscar
pelo que ofl.-receo; assim corno vendem-se 6
cadeir.isde palhinba por preco coiiiinodo.
Aluga-se um preto desde as 5 ate us 8 ho-
ra* da nianliaa
Quem precisar de um forneiro dirija-
so a ra dos (uarteis casa de pasto n. 19.
Vendem-se bichas chegadas ltimamente
do Porto, por preco commodo ; na ra la
Precisa-se de um cont de rcis a premio Praia por bai'xo da sociedade Pbilo-Thalia ,
por lempo de um anno dando se para segu-
ranza bypolbeca em urna casa terrea em boa
ra, qiie rendo annualmente 150.000 rs. e
[io lemlo-se descontar os alugeis para pagamen-
to do juro ou como melhorse convencionar :
na ra do Livramonto n. 3.
Compras
Compra5-se para urna encommenda urna
prcta que lenha Dom leiteesem cria sendo
o leito do das at 10 rmv.es: no Atierro da
Boa vista n. 65
= Compra-so diariamente rouros seceos do
Animal cavallar, a 2560 a arroba ; na ra do
Rangel n. 52.
Vendas
v,
EXDEM-SE meios bilhetes da lotera
dojtlieatro; na loja da esquina do arco de S An-
tonio que vira para a ^ ende-se a casa de dous andaros e sotao,
sita na ra da Sen/ala-velha n. 76. em chaos
proprios vende-so a dinheiro ou com algum
praso dando firma a contento ; na mesma ra
n. 1H a fallar com Joan Yaz de Olivuira.
Vendem-se cortos de chita superiores e
de novos padres : na ra do Qucmado loja
do Guilhormo Selle n. 25.
Vemie-se urna morada de casa terrea na
ra de S. Thereza n. 31 ; no paleo do Carmo
n. 13.
=3 Vendem-se dous escravos de nacao, mo-
cos e de bonita?figuras; um molcquc de naco.
de 1 \ annos, ptimo para todo o servico. urna
escrava de 2V annos. engomma cozinha e
faz rendas doces ; na ra Direila n. 3
Vendem-se duas escravas mocas, com
boas habilidades ; una parda do meia idade ;
urna nngra dita c v.inha engomma o lava ;
um excedente miil.itinho de 13 annos; dous
moleques do 13 a I annos; o 4 escravos pa-
ra t >do o servico; no ra do Agoas-verdes
n. 46.
Vendc-sc para fra da provincia urna es-
crava crioula de 24 annos de bonita figura ,
cose btf* laz lavarinto lava engomma e
cozinha ; e 24 taimas de pinito ; na ra do L-
vramenlo sobrado n. 33.
= Venile se um preto do naco meio bu-
cal de 18 annos ; e tamhein se aluga um pre-
to para todo o servico: as Cinco-puntas n. 71.
Vendem-se barricas com farello chega-
das ltimamente a 3000 rs. a barrica : no ar-
mazcm de Das Ferreira & Companhia.
Vende-so urna preta crioula de 23 annos,
com urna cria de 8 mozes; na ra
ta n. 22.
Vendem-se 3 escravas com boas fisuras ,
engommao cozinhao e lavan ; una dita en-
gommarteira coetureira do cortar e fazer cami-
sas de homem e vestidos de senhora ; duas mo-
lecasde 14 a 16 annos com principios de ha-
bilidades ; duas mulatas com boas habilidades;
una preta de meia idade por 250.000 ; urna
dita por 300.000 cozinhao, lawio o venden
n.27.
= Vendern-so meios qilhetes da lotera do
thoatro a 4:100 ; na ra da Cadeia do Recito,
loja nova de calcado n. 35.
= Vendern-so meios kilhetes da loteria do
theatro ; na ra do Collegio loja de chapeos
n. 8.
= Vendem-se meios bilhetes da loteria do
toeatro a 4500 ; confronte ao oito do Livra-
mento loja de fazendas n. 12.
Vende-so sabao muito bom a 100 rs. :
no pateo do Hospital, vendan. 14.
Vendem so canarios ern vivero chega-
dos prximamente do Porto nobriguo Importa-
dor irnuito cantadores ; cordas do embira
branca para andamos de obras a 4S rs. o cento ,
e a retalho a 50 rs. a peca; chocolate da Ba-
bia a 100rs. o pao, o meio dito a 50 rs., abanos
a 1200 o cento: na ra estrella do B o/a rio ,
vendj n. 8
^ Vendem-se pannos finos de cores a 2210,
dito preto a 'A$ dito azul proprio para farda-
rnenloa 1600 o covado, meias casemiras do
istras para calcas a 700 cortes de muito linas
cassas piuladas a 2210, ditos de lanzinha de
= Vende-seurna canrta aberta ja usada,
que carrega 8 a 900 lijlos de alvenaria : no si.
(iodo Ba-tos, ao norte do collegio S. Ant nio,
delronte do palacio do governo.
= V ende-se urna escrava moca de bon tftfi.
gura cnx'imma cose, cozinha, e faz renda;
na pracinba do Livramento n. 50 primeiro
andar.
= Vende-se bolacha de boa farinha a 3200;
e barricas de farinba do trigo a 158000 rs. ; na
ra Direita n. 38; na mesma padaria so precisa
de de um trabalbador de masseira.
Vendern-so dous escravos um para o
trabalho de cncbada e o outrb de 16 annos
na ra de ^goas-verdes n. 70.
= Vendem-se meios bilhetes da loteria do
theatro ; na ra do Cabug loja de tniudezas
junio da do Bandeira
= Vende se Jacaranda superior chegado do
Rio de Janeiro podras de mormore redondas
para mezas de meio de sala, de muito bom gos-
lo ,. ditas para commodas i-adeiras america-
nas com assento de palhinha camas de vento
com armaco marque as sofs mezas de
jantar camas de vento mu bom feitas a 4500,
ditas de pinho a 3500, assirn como outros nim-
ios trastes ; pinho da Suei ia com 3 pollegadas
de grossura dito serrado dito americano de
ion i tos pad roes a 6000, o muito moderna lan- dinerentes larguras o coinpnmentns ; assim
' inha aberta para vestido do melhorgosto, que como travs de pinho ebarr.les; na ra da
tem apparecido a 480 o covado atualhados do Florentina em casa de J. Beranger n. 14.
algoado a 320 a vara, dito com 7 palmos de
Augus-
na ra ; 3 preto* para todo o servico ; um dito
de meia idade por 250.000 rs. bom para o
servico de urna casa ou para sitio ; e um mn-
leque de 12 annos ; na ra do Agoas-veides
n M.
- Hoje se acha a venda na praca da Inde-
pendencia pelas 9 horas da manha, urna boa
vacca crioula parida de prximo d 4 gar-
rafas e meia de leile, sendo de esperar que ve-
iilia a dar mais por Moque tem duas barrigas,
e mesmo agora da 3 garrafas, o que se afianca.
Vendem se meios bilhetes da loteria do
theatro ; na esquina da ra do Rangel loja
de alfaate.
Vendem-se meios bilhetes da loteria do
theatro ; no Atierro da Boa-vista loja de sa-
pa tos u. 2 V
= Venle-seum terreno com 110 palmos
de frente e 600 ditos de fundo no lugar da
Ba'xa-verde estrada da Capunga com casa
de tedia ecacimba de pedia e cal; na ra da
Cruz no lenle o. 28
= Vendo-se um moleque de bonita figura,
de Hannos: na ra do Cabug n. 16.
jes Veodem-se.su|ieriore8e lindissimos cor-
tes de lan/inlia como nao ha em loia alguma,
a cujo desengao su convidan aos compradores
de bom goslo ; na ra do Cabug n 16.
s= Vendem-se meios bilhetes da loteria do
theatro : na ra do Queimado loja de Gui-
para andar na companhia de Iherme Selle n. 25
um homem bramo entregando pao ; na ra da'
Sen/ala-vclha n. 98.
I^ero precisar de urna ama parda, de11
30 annos, para todo o servico de po. tas a den- I varas ebegados ultimamente de llamburgo ;
tro, if ij*4t a ra da Viracao o. 5. j em casa de II. Mehrtens, na ra da Cruz n. 47.
s Vende-se um sortimento de toalhas ada-
mascadas com guardanapos, de qualidad su-
perior ; e panno de lntio em pecas de 18 va-
largura a .'i()0 edo mesmo atualhado duzias
de guardanapos a 2210 franja para guarne-
cer os o esmos a 120 a vara e mais larga pro-
liria para cortinados a 320 vestidos de cam-
bra ia guarnecidos de bicos para meninas a 800,
pecas de bretanha de puro linho a 7500 a peca
de 25 varas ditas de al^odaocom 10 varas a
1920 golas de cambra ia para senhora o me
ninas a 330 lencos de seda ordinarios a 320 ,
ditos muito bnns a I2S0, gangas riscadas e es-
curas para caicas a 2 \0 o covado, brirn tran-
cado escuro de puro buho a 4V0 a vara dito
hunco de algodao a 320, corles de fustoes pa-
ra collete a 360 lencos de cambraia bordados
para man do senhora a W0 rs. babados de li-
nho alierto a 120 a vara pecas de algndao lar-
go com 20 jardas a 3800 a peca alm dest .s
nutras militas (alendas por barato preco- na ra
doCrcsp" n. 15.
= J. Jacquosson participa, que tem pa-
ra vender diversas qualidades do lindissimos
adornos de senhora bem como : penles de
tari ruga, e de bulul oo ultimo gosto de Pa-
r/ riquissimos leques brincos argolas ,
voltas para pescoco braceletes alfineles de
cabello lixos e de balanco correntes do se-
guranza para relogio alfineles de peito para
homem e senhora com retratos os mais deli-
cados ; servicos do mesas colheres, facas e
garfos do 12, 6 e urna pessoa para juntares ,
almocos, e pora cha e cafo em metal fino
( Melchior ) superiormente dourados ; cstojos
para escriptorio e para sonhnra ricamente
esmaltados, eoutros rnuitos objectos p-rfe-
tarnenle dourados o da ultima moda. Jacquos-
son roga aos amadores do bom gosto que nao
hajade confundirs suas fazendas peifeitamen -
to conleico das e de cujo dourado elle garan-
te o brilbo e aduraco com rnuitos objectos
mal dourados ou mo smente envernsados ,
de que eslao recheados rnuitos arma/ens de
miudezas o canquelherias eternos alcaiades ,
laosmente proprios a ornar as parlileras das
lojas. Km fin a vista he que ellos podero
julgar da grande differenca se quizerem ler o
lubalho dedirigirem-se em casa do a iluminan-
te no hotel da l.niao ruada Cadeia do Be-I
cifo onde achSo-sc tambern a venda as ver- |
dadeiras medalhas do casamento do Senhor D
Pedro Segundo. As pessoas que comprare!
para cima de 100$ ter urna remessa de 10
por cento.
\ende-se um selm anda nao servido,
com todos os appareduis, por preco commodo :
na ra de Agoas verdes n. 55.
\cndern-se 23 travs do pao-ferro o
duasde imberiba de 35 palmos; 15 taboas de
costado de vinhatico : na serrara do Francis-
co Jos Bapozo
= Vende-se urna venda com muito pou^os
fundos ecom commodos para familia, na ra
dos Pescadores n. 7; a tratar na mesma.
= Vende-se urna escrava de Angola de 20
annos engomma co/inha lava e faz to-
do o mais servico de urna casa: na ra do Ban-
gel n. 26 primeiro andar.
ss \ endem-se duas vareas crioulas boas
leteiras c prxima a parirem ; quem as pre-
tender annuncie.
= Vende-se um jogo de gamao de rnarim,
com copos de inarlim e taboleiro de amarello ,
anda no servido ; urna carteira de embarque;
o 4 puos para lipoia ; na ra do Livramento ,
loja de funilero n, 3i.
= Nendem-se potes rom uvas ; no arma-
/em de Fernaml. |(1
p do arco da Conceico,
Escravos fgidos.
= A 19 de Setembro fugio do engenho Co-
vas, freguesia de S. Lourenco da Malta o es-
cravo Jos de nacao Costa com signaes da
sua trra no ro-to e alm dosles ern um
lado, urna cicatriz de urna pancada que levou,
procedida da qu-il lem a maca mus alia re-
prsenla ter 33 anuos altura regular secco
ilo cinpo e pernas linas, suppe-M; ter ido
para o serian ; quem o pegar leve ao dito en-
genho que ser ratificado.
o dia 3 do crrenlo fugio urna escrava
do nonio Maria de Darlo Cacange grossa ,
baixa com as mflos curtas giossas e lo-
.oirs de 30 annos, levou um caneco no-
vo do carregar agoa saia branca camisa de
algodo/.inbo rota e suja julga-se ter ido pa-
ra o Rio-lormozo ; quem a pegar levo a praca
da Boa-vista n. 26, segundo andar.
Fugio urna escrava no da 15docorron-
te corn os signaos seguidles : tem no hrac.0
urna queimadura e una pequea fonda na
canda de urna perna que anda est com os
fios em cima ou sem files gorda rosto re-
dondo e de boa figura ; adverle-se que tem
a pernaenchada ; quema pegar leve a praca
da Indepenaencia loja n. 21, que ser re-
compensado.
No dia 22 de A gosto de 1842 desappare-
oeo urna negra de naco Benguella de nome
Mara estatura regular, secca do corpo ros-
to comprido e abocetado, tem as costas da
mao direila um carosso pequeo ps apaiheta-
dos. o em um dedos tem um dedo grande mais
virado e sem unha ; quem a pegar leve a ra da
Sonzala-velha n 144, que ser gratificado.
s Fugio no da 10 do con eme da So-
lidado casa n. 42, um preto de' Louren-
co da (.osla l.oureiro com os signaos seguin-
tes ; cimulo de 22 anm.s acalmu a pouco
da secca das (lechigas, liaixo e grosso tem o
nariz bastante largo as costas eos bracos re-
lalhados de ter apandado chicoladas ; quem o
pegar leve a dita casa ou no lenle na ra do
[Cadeia, por cima da loja de Joao Cardo.a
Aires que ser gratificado.
= Fugio no dia 8 do trrenlo o escrnvo Ga-
briel de nacao Mocamhique de allura re-
gular de 40 annos, tem um si-nal na testa
da largura de 40 rs. do cobre, com um dedo
de menos na mao direila, pernas arquiadas o
anchadas levou vestido camisa azul calcas de
algodao trancado chapeo de palha ; quem o
pegar leve a Joo llreamer na ra da Guia 0.
10, quesera gratificado.
= Fuao nj dia 6 do ;corrento o escravo
Jos, crioulo ofTici.il do sapateiro de 28 an-
nos espigado do corpo bem parecido ta-
boca pequea bem preto. onos vivos e gran-
des vista espantada n. riz afilado boca pe-
quena o vermelba, lieicos finos ln ns denles ,
pouca barba pescoco grosso e compiido bru-
tos longos o finos pernas ( quando anda )
um pouco abortas p< e ruaos pequeos e sec-
eos ; foi visto em Olinda, o agora ha bom fun-
dadas suspciUs de que anda em compurihia de
urna cabra baixa bastante gorda cara redon-
da, muito esperta de cabello grande e pontea-
do escrava do Ajud ule Joaquirn l'ercira Lo-
bo ; este escravo foi primitivamente cria de
casa e escravo do Reverendo \ igaiio de P O-
ilo-alho ; quem o peyar leve a ra da Auro-
ra sobrado n. 20. uue ser orfclificado.
U kufb: na Xit. oB S. F. jjk Fauia. =1843


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ESXDN5MQP_DQ2YUZ INGEST_TIME 2013-04-12T23:29:09Z PACKAGE AA00011611_04302
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES