Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04301


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Full Text
* M
B
Aiiio de 183.
Secunda Feir J6
ludo agora depende de nos meimoi; da nossa prudencie, mo.ier.gio, enerva: enn-
Uauumoa como principiemos, e seremos epmne'los coro admirn rniie PiacM miis
oaitas).
( rioclaaugo de Assembleia Geril lo Blusa,)
PAUTIDas DOS CORREJOS TERRESTRES.
(ioienne, e Paraltyba, s!run Bonil. e Garenhiuis, a ti e L\.
tlabu Serinh.iaia Hio formato, !'..ri Ho i.iae Flores loe 2 >. Santo Ant.'m quintas (aira* Olinda todos os dias
UIAS UA -EMalNA.
15 'ei>. s. Marliniano M. Aad. do J de I, da I. t.
47 le.;, s l'l..renlin.> H_ liel. Aud. do J. de I), da 3 .
aS Vuari. s. TryfuBta M -ud do J. de l.da i
9 lAwsit, s Pedrada Ueanlara b Aud do J. de .dai. .
2 l ex a. Aurel M *ud .lo J. de U da 2. i.
.1 l>. |. l'r.ul V. M Ktl. Aud do i. de 1). da 1' t.
22 '"ai. Sania Mara Salome'
ile Outlibro
Aho XIX. Na

.aaHMaWeaalPMManaaajaiMinr-inm^^^^ waiOK: :..:>j?sixKamntamemmB*KM
y O Dlaaio publioa-w Imlos o dias que ,,;)> forero Sa|feai)o: o praftl da aeairraatara He
P^VU? ** lr" mil r"'* Por q""cl P'J1 sdiani.d.. O annuncioa dos ssi.'ninles s.io inseridoa
* t-> wrm'.m <* fia i.ii niio nin f ,,r* :-> a, a-ata "... .1^ atea. .-_ i;_L_ S ------------ J.___ .- s] |fl-
* /V K,'i i '" qur a.io forem a r.s.in de M'res Do. liada. As rao
>r '' './V V*V 6'u" a ale Ta., ra das ('.rutes N. 34,0a. a fraga' da Imlen.-ne;.oil ioia de litros N. 6*.
OAMIIOJi\o da 14 de Oulubro compra
Caiabioeobral.iindr.j loJs'Md'. i Ouao-.Moads d 5,100 V. 1S.5J0
Parisj/J Me pul tranco.
Lisboa 11U p..r lUOdsfraoaio.
Moeda de cobte 2 por cent.).
l.:e. de ie:rs,; ii--s< rrnt'> 1 a I i 9
N. 10 d-i.
' da t.OO '. ,i d
PaaTA-k'.taivts si
Petos Colaaaaataa .
ditos Uatica.ua '. ,-ud
PITASES DA LLA!\() MEZ DE ODTUBRO.
renca.
17 7UO
l'.i >U
i sv
8<
i.... C!.n ig, i.8biirta57ai. da aanh il.ua n.-. j, Shortse! Cm dam.
Quan. ainr.att, a. Ilotas. 3 I. j ^.,.rl ,.. f j^,,jU ,m
Prcamat dt hoje
) hor.s a3l a aaal -. i .". I| .S..r j uro,.
ja>niiaajjUIH
0 SYSTEMA COMMERCIAL E MANUFACT-
RElllODA RSSIA.
n
.in.ln Iiiiiii |.r.)por^\i iii-a
rabrMai i .1- l.'u lot..l da
I.Uu.pa,
A proporfSo no fiar de
aleodu lw de .
2.7 -.
6 o
de
Acaba rlesffhir a luz em Bortin huma obra
com o titulo de Imperio da Russia son- T *"
do huma representa?ao estatisUco-historicaiauemento'n iio'r'
das relajos da sua civilisagao, mrmeote tn^ode fiodealtro-
n'hum ponto de vista agricultural, iuihis-j do........ ir>o
trial e commercial pelo Barlo Frederico Gui- !)< hzrndas. a-i
lherme ron Keden, supprindo a estatistica | Das datas precedentes e de outras o autor
inais completa que at hoje appareccu sobre infere :
aquelle imperio, baseadasobre documentos l. Queosystema prohibitivo continuado
oflciaes. por oanuos tem produzido hum resultado
Tendo extrahido desta obra todas aquel- l)r?P<""cionalmente trivial tambem em res-
las tabellas f aqui juntas,) que dfzem res- P^ ^gmntitade e valor.
peito ao consumo de producios coloniaes 2' "u.e a Rus8ia ainda <'<',1l, "" dos
naquelle paiz e s vias de commercio pelas legraos inflmos entre as naces manufac-
quaes la chegfio, notarei aqui, nica- '
p-lirtf^i ?*..000000 de Rubes le prata de
dj te upa
d.'-l.l p.ct. de 23, 3p. ct. s
d
hoje o millx
mtenaaaetti^Real
eneros, e| tes parecendo ter milita analoga com a si-
razfio de O, ; Rubis.
( autor continua:
Tennis visto huma obra publicada em 1816
cm St. Petersburgo na lingua Russa das
fabricas na Russia e da tarifa, em cuja
parle derradeira se diz o seguinte :
He hiiin facto que nenhuin povo pode
gozar de hum bem estar verdadeiro sem
estar na condigno de poder satisfazer per
si mesmo a todas as suas necessidades, e
mesmo produzir aquillo que pertence a
hum lu\o conveniente.
Uahi segu? que a agricultura deve ser
levada ao maior rro de perfeicode\
pje 61 miIhOes de habitantes, exportflo tua^.o daquelle paiz e formando este obiec-
amenteSSOOOOOO; portanto o valor pro- to huma parle separada de algSmSs m m-
!"'!"'.'"!',',!";'! *> augmentou senao na gmas,procurarei traduzi-lo em tempo mais
conveniente.
Entre piltras cousas |U'ova o autor que os
l'iveos do lodos aquelles productos, nos
quaes a Russia tem de aoflVcr em ouiros
mercados a concorrencia de eslrangeiro
tem baixado muito em quanto os de gneros
niauulae- levada ao maior grao de perfeicflo deven- quaesquer outros tai zea do rnundT/Z
doffo mesmo tempo a industria manufactu- estes resultados se devem attr:hriirnr, ifc
ara aquel- reir ser (llamada a existencia e sustenta- to mixto .lo sen meio circulante de nanel
que sao exclusivos do paizo em cuja pro-
diicgao por lauto o eslrangeiro nflo compete
tem licado estacionarios un lem subido em
piero
Demonstra tambera que ao contraro as
despezas crranles da vida mrmente as
capilaes, lem subido fra deproporcSo com
iiienteasillacOesti'radas'p'elo autor das'da- ;]" Que mesmo a exportaefio pf...
tas estatislicas que apresen to: a saber; lw partes da Asia em que as manufacturas da por vigorosos auxilise por huma pro- do seu systema prohibitivo
! lil RllC^lH llili viillcn ititniwdinttn nlfTlimn i, a/tnftg* onlU/tinnin .. li... .
Para mostrar que as fabricas da Russia
da Russia nSo sofTrem competiefio alguma,! lec^flo sufliciente.
. ":. une em consequoucia da adop^ao da nfio tem augmentado na proporefio em que! A tentativa daisolacffo aconselhada ueste
anaprohibil.vapelaRussiabmnaba.xare- devia. sentido loi principiada t annos depois e
penlina leve lugar nos precos dos productos *, Que os productos das fabricas Russas, dura a 20 annos.
que exporta. | (aquella que tem sido chamadas a existen-1 Quaes silo os resultados que esta tentativa
2. Que especialmente tem baixado os ca pelas tarifas, mas nao os productos da tem produzido coniunciamenle com o resto
precos daquelles productos que tem de sus- sua antiga e indgena industria, pomo por do systema da administrado e do governo?
tentar competiefio de outros paizes. exemplo de certas qualidades de lonas, de l." A Russia tem alienado de si o resto da
Eoi, diz o autor, o lim repetido e couro (,t! ferro) nao podem sustentara Europa e principalmente os seus visinhos,
oDcialmente annunciado do systema intoiro comPeticfio estrangeira. pois que o commercio nfio he sement o es-
da tarifa Russa : i 5." Que a pozar dos direitos prohibita- palhador da civilisagao e da tolerancia, mas
tos a misma tmportaedo /'/// conformo as tambem, nao oslando impedido, olioroeo o
De crear huma classe manufacturera proprias listas da alfandega tem augmenta- melhor meio para a approximagfio de duas
a independente e prospera, nao somonte do constantemente. nagoes o para o enlrelagamento dos seus in- i A sua intoressante exnosicln da ni a
para utilisar-se dos productos primarios 6. Que a competiefio de mudas fazendas toreases. domsticos, mas tambem para provor a estrangeiras nos mesmos mercados da Rus- 2." A roceita do estado da Russia, sufli-j assim : ""^'i"'1 oaumor
populacho domestica quanto mais possivel sia ha de apertar tanto as fabricas desta, ciento apenas em lempos de paz; n(V< ad-\ omethododa agricultura seeuirin
f ir com todas as fazendas e objeclos fabri- que ainda medidas prohibitivas e mais se- miUealum uvqmento.qvcvalha a mencionar- parte da Russia niflWro mnJ u '>a mor
cados de que precisasse; e finalmente -
tambem para exportaefiopelo menos pa-
ra Azia.
nflo podem irabalhar vanlajosamente i por
causa do alto prego das materias primas que
vcmdeforade huma tabella deartigoa taes
como algodao, ail, cochonilha, azoitede
olivas, bia l.ospanh.da, tintas, em Moseow em Oulubro de l842regulou de
..alo loo p.ct. cima dos presos e os mes-
mos artigos na praca de Hamburgo.e entre
eltoS 0 PA 0 BRAZ1L esta quotado em Moseow
a 8. 3. 0 Rixalr. da Prussia o quintal Prussia-
np sendo o prego em Hamburyo dcSRixalrs
somonte.
Todos os meios de que hum governo ab-
soluto pdedispr tem sido empregados pa-
rroa cont.nuou-se na son, a huma voz ^^ (> exportacflo que decididamente evidentemente nflo tem podido fazer pro-
!;.i. ..'{,., LrJ 1? mostrfio hum augmento numrico: p. ex. gressos que possfio satisfazer ao bem com-
i lato para se ver obngado a confeasar .,,..,,-, Ki..;...,,,,.... subie. d. Pr....: mum< f
veras sejfio talvez exigidas e concedidas, separaos exigencias da guerra,
O autor d mudos detalhes sobre o modo .'i.0 A capacidade dos habitantes po-
porque se faz o contrabando o qual segund dorem carrejar com impostos a nica Cont
a sua opiniao em paiz nonhun lora de llespa- segura da recodado hum oslado nao tem
nha he tfio systematico como na Russia. podido desenvolver-se sufflcientemente, pa-
ra obter este lim e con. huma enseque..- .,ni/ 0i ofensores do interna nrohi- ra ser ainda laxados em mais.
cia frrea continuou-se na sonda huma voz bitivo c.tfio em seu favor as abollas de ,m- A moral dos empregados pblicos
tomada
e tud
(como ja se fez em 1837, 'hum artigse- I793J793
mi-ollicial da Abelha do Norte que apezar 1802-1805
de hum monopolio continuado por 15 anuos, 1819-1822
poucas fabricas somonte, com exoepgao ^"^rj
das imneriaes) tem feito progresso algum oh.'.~ -l
na qualidade dos seus productos o que as io37_jaii
mu poucas que tem feito algum progresso, |,'ri...',..4.
sfio aquellas que lem sido obrigadas a elle 1793-1795
fel competiefio do estrangeiroi r. casia- 1802-1805
ricas de panno ) !SSS=aSS
Que he bem natural que tonha havido hum |g27-1832
au.ment consideravel na qmntidade, em 1833-1836
conaequencia do grande augmento da doman- 1837-1841
32.535.(f6
54,279,245
177,626.500
I75.6l0.075
186.236.808
229,713,311
259,060,448
35,200,000
65,468,534
207,189,500
194,130,612
226.573,443
238,642,770
J: _- 23,100,000
~ .7. 40,709,250
a" i .'i.lS-2.?(i(l
S r .147.(511.- o
~--l-: Sl54,008,7;0
F. l6'?,630,591
5. (i A agricultura tilo favorecida na mor
parto do Imperio pela natureza, polo menos
nflo tem experimentado augmento ou me-
Ihoramonto algum.
t." A industria manufactureira ainda que.
daquelle que hopraiirado nos outros
zea da Europa condecidos como agriculto-
res, que se (orna indispensavol pelo menos
huma explicacfio parcial a eaterespeito para
poder avahar a posicfio da Russia sol) este
ponto de vista
Nflo ha na Europa paiz algum em q
safras do trigo depcndfio tanto de eveu,
1 dados como na Russia. Seom outros'pal-
IS raras vezos ha safras que se possflo de-
ue as
ntua-
nominar abundantes tambem nelles se des-
conhece > extremo opposto.
Esta notavel di (Te renga nn.i safras nflo
tem a sua origem em obstculos physieoa
Nella nao tem parte ne:n o clima 'ncm o
bc-~ 73,832,100 fomentada por huios os meiosda artenSo .*," l;.;:!, |i;'1ll,> "'';" (,||in:1 ncm o
= '=^^''.'.,,-,. Pode passardo estado de infancia, e at o ,' l,l;ls a/aUa "; conhecimentos deque
JIS 'ffiSSo < ~ ZfTntirazaUgmentada ^ **-
ssiS -. 153,869,190
3 Kf 52,415.370
sado.
7."'() commercio licito movo-so dentro do
.; l'-S) (,7(Ki.l?n circulo do roslricgoes opprossivas i o com-
7 t, -' (ki,m.i!t mercio Ilcito ao contraro florece e ja ad-
" 5-5*' 85,203,315 quirio (breas, s quaes o mesmo Governo
298,959,328
da do interior pelo progresso da populacflo, e mpstra que conforme o numrico ess< meio s'eacha aujeito.
da exportagiio para Asia, f\c. &C, .Mostra circulante de papel tprla em -in annos de 8.* Os consumidores tem 0 duplo prejuizo
tambem que at a respeito e ramos de systema prohibitivo hum augmento sobre de procos excesajvos e de mediocrdade na
manufaclura especiaos os relator ios e la bel- importajes de quasj qualidade das fazendas.
las estatistjcas da Russia suppiem materiaes 30p. ct.ieneiamoeda|ded8p-ct. gu () svsll.ma nfio tem dado prava algu-
rt, i i* | vnni'l'ic/ii'C vil i i) n | iii> urd dc.. >i u
sulucientes para substanciar a conlissilo ci-
ma citada, e uue nicamente a circunslan-
que islo ora huma indicaefio correcta, pois
ca de taes relatorios, mrmente os de dalas
mais aluzadas, terem raramente passado
para folhas estrangeiras se podera attribuir
a causa que as consideragoes geraea sobre
os effeilos prejudiciaea do systema prohi-
bitivo da Russia forao limitados aquellos que
exercerflo sobre o commercio exterior, sem
ma de successo pois era mister esteia-lo
sempre de novo tornando-o cadavez mais
prohibitivo.
10. 0 systema nao d garanta alguma da
que aqu nflo se achao citadas as quantida-
.les vastas de fazendas introduzidaa por con- s,l;1 P^ d,,nu '" u,;s |,,,,a ft c,M'i,,za 'l''1"
..i > la pr i meira guerra nos seus limites Europeos
Mustra'pelas tabellas ofllCaeS da Russia ^i'Mle(.la/.ercal.r,lel.u!navez elle lam-
___i______________:.. .i., i,............__bem tem o seu lim natural no (ionio, ja pon-
qu a populagfloe commercio da Russia tem
exercerflo sobre o commercio exterior, son. d, proporcSo:
jamis se ler realcado o damno ratnita- PopviScao mportaco Exportado
mente maior que a mosma Russia por elle t)0 is-25 1S.'W ;" 13 .20 '
tem soffrdo. : 1830-1840. .15.....27.....-24
Mas nflo nos deixemos Iludir pelo crescido 18-25-1840 20 P. ct. 40 p ct 44 p.ct.
numero de fabricas, pois que este resulta- Da Inglaterra K, .,.,.,.>, 48 .,
do era ^S^ST&S^Z^ TZ M P-W o omLr te da" Russia'
ma prohibidlo; mas olhemos para o valor
da
m
1
io era ni^"2rZ.A u E que portanto o commercio da Russia
na prohibigao; mas o le os pan. o {J d desenvolvido no mes-
las fazendas manulact ;K mo grao cStOQ O dos citados dous paizes, os
nanda domestica, pa a o ugu e 1. oPu- aindaque igualmente prezos( folla
aeflo e para as imporlacdea exportacea. ;|(1 mt) CJ (h, h
Valor de laaeadal Ue Uj faliricjdj
18-24 60,000,000 Rubes assu.
1831 50,000,000
1839 56,000,000 n
Pojiularo,
* Escripto por .1. D. Starz 0111 Newriedo no
{Ihenoein Agosto 1843, na supposicao qne as
presentes ideias ha algumas ass.u apolicaveil
ao Brasil.
systema prohibitivo oppressiv, comiudo
nao o linhfo puxado ao mesmo extremo CO-
19,000,000 moa Russia. A Russia n<\sta proporgflo em
52,000,000 circunstancias iguaes devia ler muito a di-
58,000,000 anteira dostes paizes porque ella encerra
ainda muito mais germens de loicas indus-
triaes que carecem iir dosenvolvimento, de
que a Inglaterra ou Franca aonde a proda-
Cflo e consummo ja tinhflo adquirido em
1825 huma grande extensao.
Huma populacfio de M milhOea de Russoa
exporto ha 20 annos pelo valer de
co distante, em que tem lugar o excesso.
11. O systema tem chegadoa hum esta-
do, do qual nao be possivel mudanca algu-
ma dentro de hum periodo de tempo razoa-
vel, sem serias convulsoes; e apenas ad-
miti as mais pequeas relaxaedes.
12. (? systema prohibitivo tem posto o
Governo Russo n'hunia dependencia oppios-
siva de huma industria artificialmente crea-
da.
Concilio dzendo: as premissas podora-
se-ha adiar nova prova da antiga verdadeque
para o bem publico e para OS mesmos manu-
faclureiros he m.uto monos importante nao
hayer fabricas algumas do que have-Iaade-
baixo de circunstancias favoraveit,
A existencia las fabricas Russas promovida
por tarifas prohibitivas he precaria o seni
espernca alguma, pois que asna duraefio
depende da hum systema absolutamente
insustontavel.
A parte que toca no systema de PAPEL moe-
da da Russia pode merecer attenefio especial
da parte do Rrazil as circunstancias presen-
Ainda hojea agricultura seacha no mesmo
dado normal em (ue eslava ha hum secute.
O canino se somoia dous anuos consecutivos
com huma especie de trigo no prime i lo
e com outra especie no segundo eno terceiro
se deixa descHiicar e assim a ratina se vai
continuando esgotando-se a torca da trra
ellicazmente.
He veidade que em afumas provincias ha
propriotanos que ja tem adoptado o novo
systema de agricultura, mas taes exemrlos
sao rarosede mais tornfio-ae apenas appei-
cebidos pola grande extensfio do Imperio
Os camponezes sao tfioafferrados a relha col-
na que at boje nfio queremaceitarnenhuns
consolhos ncm iimovagoes. as provincias
mais feriis, aonde a abundancia de terrenos
o a l'ertilidade lo solo garantem ao componez
huma recompensa do seu trabalho apezar
da ignorancia e negligencia com que cultiva
seus campos; osprejuizos de hum tal pro-
cedimenlo sao aindapouco sensiveis, porem
nasprovincias mais septentrionaes, em que o
solo he arenoso ou de barro e aonde por
causa de huma.populac,3o ja mais crescda
ps campos araveis nao podem ser extendi-
dos senfio a custo dos pastos c dos mallos
a gricultura, no son methodo presente!
com a lena ja esgotada. nfio doixaja vanla-
gensalgumase nflo rocorhpensa o Irabalhodo
agricultor que seacha em dependencia ab-
soluta (la aecca ou da excessiva humidade.
Mas huma dilTerenca mui essencial entre a
agricultura da Russia e o resto da Europa est
mato: que em quanto quaai em toda aparte
aterra tem maior valor do que o irabalho"
na Russia pola mor parte a tena nflo tem va-
lor algum OU valor mu pequeo. Desta
dilloronga lambem he uue procede huma
tendencia mui difireme do systema agrcola
po-
i
IT4ini|-tivi
.......
auuui liunia


Af3fei*ub.
E
.6 nuniorosa dhum alto valor a torra
hita agricultura racional nao pode ter
011 tro fira de que tirar o maior proveito pos-
sivel duradouro de qunlquer superlicie dada.
Mas na Russia a questio he, como o agricul-
tor podera aproveitar ornis possivel das for-
jas a sua disposicSo, nbi respeito algum para
com a duraba o
Na Russia portanto o agricultor nunca se
aeha restricto pela condi<;ao da duracTio e se-
gu a sua occupac/lo sem cngir-se por con-
siderado alguma a este respeito.
Por isto tambero a Russia produzir tudo
aquillo, que a Ierra da directa ou indirecta-
mente com maior vantagem de quequalquer
outro paiz Europeo c podera levar a mercados
estrangeiro s osseus productosnaturaessem-
)re a precio mais barato do que outros paizes.
las pelas mesmas raz" -s lambem a produccjTo
Jndrustiial nunca podera ser proseguida com
o mesmo successo como erni outros paizes,
poisque n'este caso se verifica a circunstancia
opposta; anda que se nao deva negar que al-
guna districtos populosos poder lazer huma
excepQo a este respeito e que uestes as fabri-
cas e manufacturas possSo ter alguma espe-
rance de successo.
Mas hum estado que n'liuma posicio geo-
graphica tilo favoi-avel possue todas as mate-
rias primas, devia poder fazer dependentes de
si todos os mais paizes.
A agricultura Russa at hoje tem-se adiado
sera pro entre dous extremos. Com boassa-
vfrassemprc teve lugar huma ha raleza extrema
motivada pela falta de meiosde communica-
cao as provincias que especialmente produ-
zem,o trigo, c em anuos desfavoraveis os
precos tornao-se logo excessivos, em parte
pela mesma razflo, mas principalmente por
falta doconliecimento de hum systcma de
agricultura mais apcrfeiceado.
2
^SSUMSam *'^feg5Bgsagai
mais importante, qucr-se concluir desta di-1 A mportaco de fazendas de Lda a qual
nunuicao que nSo tem continuado o progres- at 1821 montou ainda de 20 at 22,000,000
so nestes ramos, o qual nao se pode negar de Rbls decre.co at 1832 7,500,000; mas
o ter havidno periodo anterior. d'esde entilo tornou a subir rpidamente
Os Vinhos e bebidas entre os quaes predo-
minio os l'rancezes, formando o de Champa-
gne hum quarto regularizo de 1824 at 1832
em 11,000,000 Rubes. Desde entilo a sua
importacaoaugmentou muito, ainda que na
somma cima, se achasse incluida huma
porQo consideravel de agoardentcs mrmen-
te durante os ltimos 3 anuos, poisapezar
de ser prohibido tote artigo pela tarrifa, com
tudo os arrematadorcs das agoardentes saberri
obter lieencas para importar do estrangeiro hui-
na parte das sita* precisSes e isto mrmenle
dos portos Prussianos do Bltico.
A importaco de manufacturas nfo pode
naturalmente ser consideravel debaixo da
tarifa existente ; ella forma cousa da sexta,
parte da importac^o total e seu augmento ou
diminuieo tem do deconformidade com as
mudanzas na tarifa. Assim, por e\emplo, a
mportacSo te fazendas de algodofol at 1827,
quasi a mesma que boje, tendo diminuido de
1828 at 1832 de 5,.300,000 Rbls. As fazen-
das de seda cuja importado durante aquelle
periodo montou em 9.000,000 Rbls por auno'
em conseqencia de algumas facilitares na
tarifa augmentaran por 3,000,030Rbls.
ipi
estando com tudo ainda longe do seu estado
anterior.
A Russia recebe grande porefo dos seus
assucares e cafs e fumo da Hollanda como
tambem de Krapp ( deste ultimo 750,000 Ki-
log.) mas nao he possivel averiguar a quan-
tidade nem o valor dos primeiros artigos por
haver deixado o Governo Hollandez ja ha an-
uos de publicar as listas de mportaco e
Exportado.
Das Cidades Anseticas todas a Russia recebeo
"..... 1839. 18*0
Pud 72,434 79,575
. 62,222 67,193
. 443 105
. 1,271 1,669
de Tintas 48,413 15,535
Assucar. .173,165 208,935
Dos Estados -Unidos as importacoes da Russia
siloem extremo triviaes -forao em 1840
De Caf .
Fumo
Algodao
Ail .
Paqs di
De Arroz no valor de 12,700
Algodao. 212,392
Fumo .... 9,500
Doliars.
1 sr>> r-.> -r > 1
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Compnrncjio da Importnco deAssucar, Caf, Algodao,
e Cha, nos dous periodos de 1793-95, e 1837-^9.
B
5:

Por esta tabella se v que os objeclos de
importado le maior valor sao os gneros co-
loniaes c que entre estes o assucar oceupa
o primero lugar formando pouco mais ou
menos a sptima parte da somma total das
mportacoes, o consumo d'este artigo tem su-
bido desde o principio do presente seculo a
mais de seis vezes da porcao anterior, mas
durante os ltimos annos esta importadlo fi-
cou hum pouco estacionaria tendo ella ja
em 1838 estado er. 1,600,000 Puds o que se
devera provavclmcnle attribuir a rpida ex-
tenQSo da fabricaqo de assucar de Bcta-
baras.
O Caf representa sement pouco mais ou
menos a trigsima sexta parte da mportaco
total e o progresso do seu consumo he assaz
vagaroso. O uso d'este genero como tam-
bem o do assucar nao pode ser considerado
seno como mu pouco geral, ern compara-
cao com outros paizes exeptuando os portos
do Bltico e das djuas capitaes.
A importando d&ulgodo cujo valor se pode
hojeorear na sextu parte das importares,
he 15 vezes maior hoje do que fo ha 30
annos.
De Tintas importrio-se desde 1827-32,
a raz2o de 20,000,000 de Rubes de prata
fsendo hum ercode ail de 1836 at 1841
sement 19,660,000 Rubes. IVo primeiro pe-
riodo formaran huma decima parle Ha. m_
portaqao na ultima sement a decima terca
parte. Sendo o uso das tintas hum barome-
para o estado do ramo manufacturero
Assucar .............
Durante o primeiro periodo a importadlo
consisti tanto de assucar refinado como bruto
poisque cntSo nio houve senao mu poucas
relinarias, mas durante o segundo perodo nfo
se imporlou senao assucar meio redondo e ba-
tido, sendo todo o assucar refinado no paiz pois
3ue a importaQao do refinado he hoje prohibi-
a. He de notar que ao mesmo tempo com a
ultima porcao se consom animalmente pouco
mais ou menos huma porcao de 100,000 Puds
de Assucar de lictaraba, cuja prodcelo consoli-
dou-sc somonte no presente seculo; hoje orea-
se em 123,000 Puds.
Caf .............
Algoddo.......,.....
C/i, cujo consummo no anno de 1800 mon-
tou em..............
e triplicou portanto.
Ainda que nao sejao directamente interes-
santes para o Brazil as seguintes indicares da
presente importarlo da Russia, nem por isto
deixa de ter algum interesse indirecto.
Fio de A/godd).........,
Fazendas d Algodo.........
Henotavelque apezardo consideravel aug-
mento de fabricas de fazendas de algodao, e
mrmente de tcares, que existen) principal-
mente no distrirto de Moscow, a imporlacfio
de fazendas de algod&o tenha augmentado;
do outro lado he mister observar, que com
quanto no fim do seculo passado nao se tenha
exportado huma nica pec,a de fazenda de al-
godao fabricada na Russia ja hoje se exporta
o valor de 1,C00,0C0 de Rubes de prata ou
quasi a terca parte do valor de iguas fazendas
importadas.
instrumentos ou Machinas de jornalciros e
Mecnicos.............
Durante o estado inferior da industria manu-
facturera Russa no seculo 18 naturalmente nao
era grande a demanda para instrumentos me-
cnicos, e esta teve somonte hum augmento
em lempos recentes desde que com o augmento
de fabricas tambem a falta de instrumentos-tor-
nou-se mais sensivel cada anno.
Pannos .............
Durante o primeiro periodo quasi o nico pan-
no fabricado na Rusia fo o chamado panno
grosseiro de Soldados, e pannos ostrangeiros fo-
rao nao sement consumidos no interior mas
tambem exportados para Asia Mas desde 15
anuos para c a mportaco do estrangeiro di-
minuio muito, e ja nao se exporta para Asia se-
nao panno Russo ; o valor do panno assim ex-
portado ja montou a 2,000.000 Rbls. de prata
poranno.
A somma total da ImportacIoFuropa montou
1793-05
341,356
1837-39
Puds 1,675,806
Puds
74,811
10,000
69,975
Puds
n
119,164
315,000
201,797
Puds
50,000
2,600,000

6C0.000
3,866,000
111,300 S. Rbls 1,025,264 S.Rbl.
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1,570,000
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A somma total dos direitos de Importado de
1788 at 1798 fo a maior em 1790 sendo entaode.
61,756,000Rbl,sdc
' (prata
27,886,000
6,958,91 em 1849 de 26,572,000
Das Fabrican de Assucar na Bussia.
Houve em 1820 38 fabricas com 1 ,117 trabalhadores que produzirio 612,209 Puds.
1830 57 i 687 1 ,372,563
1839 131 3,880
De fabricas de Betarab as houve em 1832 s eml841 70 164
)>
Desde 1822 he prohibida a importar, So de assucar refinado.
Em 1822 montou em 1,086,604 Puds F.m 1830 montou em 1,347,400 Puds
1823 876,429 h 1831 n 1,453,639 >>
1824 816,936 >i 1836 >. )i 1,520,000
1825 1,113,303 H 1S"*7 ;; 1,708,303
1826 1,067,388 )i 1838 1,634,908
1827 y 1,000,161 <( 1839 )) 1,594,207 B
1828 1,195,919 1840 " 1,810,869 )i
1829 x 1,153,897 (i
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Paizese portos dos quaes a Kussia recebeu os genero
e valor em Rubes.
Woruega.....p Prussia..... >,
Dinamarca ....
Cidades Anseticas
Mol la iid.i..... M
Blgica......
Inglateira.....
Fraila ..'....
Portugal e Hcspanha
Dos Estados Italianos.
De portos Austracos
Da Turqua ...
Dos Estados-Unidos e
Indias Occidentaes.
De outros palees
Caf.
145 valor
385
8,3*6
59,22a
12,399
12,404
29,834
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1,184
5,8/8
3,13(5
12,930
1,034
46,92"









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13,551
228/02
1,619,352
338,513
338,019
814,755
137
22,322
165,050
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13,671
COMIERC.O.
54,575 Alfa n doga.
3'-3uj Rcndimento do da 14......... 5:2438143
4,639,894 Descarregao hojeiG.
352,502 BarcaV.ilia fuzendas, c manteiga.
13*947 I"8"0Importador (atoadas.
539406 "'sa,nalaura fa/mdas, c barricas va-
2.vv>
33,820
234,451
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19,095,290
11 > 154
1,765,490 2-.(!99.:?2
25,409 .i
281,466' ,
Importou tambem da Asia algod*o da Pcrsia .. -
da China, ,.
da l;iu'!\ari,i
da Jaschlvciul
de l.w- arda Cli;;i
De outros pai/.s da ,t>in '
'
Comparaeao dos direitos de jlptipor (aero
Russia Prussia e Ztttverein o
Pud.
3,891
11,721 [
12,939
1,268
12,319}
7,900)
zias.

tolal da Asia Pud32,835 '

n ii 20 2! 9
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arrecadados pelas tarifas lio je
pela tarifa mais rcenle da A usina.
vigentes
OBJETO
de
Importado.
Quantitli

Ol
DIREITOS DE IMPORTADO
pela
BXccH&i ti2^"Jif'ia.
It. (ir.
Assucar bruto
Caf.....
Algodao ciurama
Anil.....
Cha
Fumo em rama
OttiiUal da
limpia
Twist, ou fio d'algodj
Fazendas de Algo
Seda cm rama /3
Fawndas de scffaj
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Fio de La^B
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Tarifa de Avttria. Tarifa ftr Znilh'ftn.
!;. Gr. R. Gr.
4 13 25 15 5 5 >i 25" .
l 1 60 > 25 9 liv 11 V
i 9 18 5 15
3 10 8 -_
OBSXnVAfpOES.
A. />'. Os din
itos de import i (i para a Polonia sao
Ui lioi'"-. .! I21 por c^ni:, il.'in dos di Russia, sin.lo
esta diflerenc. npplicad i pira amortizar hum empresti-
.....d 10,000,0 K) Etbls :. i p ira In I mnis.tr os prcjudl-
ptdns nn ultinn insurn cao d1 Polonj i.
Para as Retinan is domesticas,
) Ka ditas mas na Russia sao na fumo com paos c
i sem riles.
Como indicativo da poltica dommercial respectiva dates patees nada din-i ainda tokrt o teguinta ratas:
21
106
8
04(5
970
6
55
449
230
58
18
15
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prohibido
78 I 20
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prohibido
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Conforme .t sua finura.
algum is fazendas de algodao
i Na Aii'.irii smcnti
(estao prohibidas.
i Na vustrla smente certas fazendas, de
hibidas,
dem.
I Os direitos de Importacao doZollverin nestes sao co-
* mu I para )."> dos d i Russia.
dem ionio 1 para 19 dos da Russia.
f Ja se v que em todos estes paizes o trigo he pouco
' lvido. .\ i i\i maior na Russia he para as entradas
i por mar. mas durante os iiliimos 3 anuos fo livi e in-
, tetramente.
nell
Lu.

tolr
Ou?$jiasu y.
IRLANDA.
na a revogargo. Air. O' Con-
uld'no mrelirq para a revogacoem
nnf, Tcu o scguintc :
jo para a renovada acciio do Parlamen-
a resistencia uniito em abstracto ttm derer
e que a manifestucOo d'cst i resistencia un
mero ohjecto de prudencia. I'orlnnlo ha de elle
resistir uni.'io por lodes os meios legae* pa-
cficos c cousljtucionaes.
i."O plano para o restalieleriment do
Propoc-se que a cidade de Galway o as de
Waterford e Kilkcnny lando respectivamente
mais de 20,000 habitantes dnvo cada urna
manilar Ir/ memluosao faldamento.
! One nutras cidades que tem cerca de
17000 habitantes de\em do mandar cada umi
PRACA DO RECIFB IV t)E OUTfBRO PE 183.
Jtevista Mercantil.
573,065 CambioPelopaquete Ingle/.l'er3o-setranza-
cOes a 23 \ c ba sacadores pelo
6,214,985 mesmo cambio e tomadores a -2ti d.
j AlgodaoAs entradas fonlo regulares e ven-
deo-so de 4,800 a 4.900 a @3 e
(gamas partidas escolhidas a 5,000.
AssucarAs entradas do novo forto muido-
minutas c as vendas somente para
o consumo de 2560 a 3300 a >.
Couros-Continan de I2j a 130 o sao pou-
co procurados.
! Arcos do ferroVender3o-se o 5200 a ,.
Azeite docedem a 1470 o gaio dodo.Me-
. ditenaneo.
Bacalho tCxistem nicamente no mercad
umascinroento barricas, eestaO-
''';' retalbando a 138 rs.
Carne seccaEntrarSo dous carregament
lv. Grande do Sul com esraLJ
Babia o n de Janeiro : > depo
inciu/i\e e.-:e> de '22 (100 -ge a
vem!s ie::uiaiv-, ,.: .; (,i)0 a ,3:2pO
do li'io Cr.Kie e 2.X00 a 2:fi0
de Bucnos-Ayrcs.
("arvao de pedra Yo.ideo-se. '^^K'' tone-
I Cha PerolaK8o ha.
j Cbuinlio em barra \ endeo-so de 13S500a
14S .
| Dito de mtinicodem a IfiS'o ditto.
Farinha do trigo(> dopozito de 1X00 barri-
cas sendo parte em mi oaa
vendas lem-SO conservado 10S000 a barrica confonnea quali-
dade.
I'ollia de flandes VenJeo-se de 20> a 2iSa
caixa.
Louca Ingle/a- dem a 240 por cento de pre-
mio sobre a factura.
MantcigaChtgaro porto de 000 barris do
Havre pela Zilia que orao vendi-
dos a 370 e 380 a libra
de 400 a 440.
Queijos Fia mongosVender8o-ee a 1^000.
SahSo iiii. reliodem a 110 a libra.
Vinho de Hespanba dem de 7'S a SOS a
pipa,
EmbarcacScs existentes no porto.
Americana........
Austraca.........
Hrazileiras...... .
Dinamarqueza.......
Francesas.........
Hcspanholas........
Hamburguesa........
In&lezas.........
seda sao pro-
o a Ingle/a
1
1
27
1
k
1
5
""""jiih, >. v/|iiiirin ijiia o lesiaoeiecunenio o ,
1 -O i ovo Mande/ reconhece man- Parlamento Jrlandoz o Mwinte.!. Quo os Idous y'lro8ao parlamento, e que nutras
t'-m ,/cconiimiar a defender e sustentar no membrosdos condados sfiaoeleadoaa 173, daPu"rena *! novo Cl" '"mediatamente
tliroaj BndaaS. M. a Rainha Victoria, ''neira nl.n.x...... tarada. 2." (hic, ahi deve! '"'"*,0,,,vn<,flS n" ni'''"; ,l;l ,0l,ulatao "^'
. <|uj guarde! Rainha da Irlanda por 127 memliros enviados pelas ci.lades e !"a"''" 'mn^mbroeada urna
guarne! nainna a irlanda por ncr i~>. memnros enviados pe
mduht >| (Incito de n'i scendencia l.creoitaria *iHaa do modo ao dianle mencionado, i.' U0
'siiujfc ^*s scus herdeiros e succcssorcs in- i sendo o condado de Carlow o muro da Irlanda
iiiiiiujni. em que lia menos de 100.000 habitantes,
" (rj.? Rda Irlanda reconhece acquiesce ,'deie ler o nrgmento d'um membro desorle
manll ii c i (iiiinuaniente defender esusten- que lenha tros representantes. One (ua'iiuer
tarafl'idis os | rerogal \as de S. M. e de seus mil1 o condado que (enha mais de 100,000 lia
l'erji pTe sucicsmiks pcrlencentcs e inhe-
goa impeiial da Irlanda: e prestar
^^R pura, nteira c Indmsivclobe-
i S. Hl. seus herdeiros e succcssorcs
in i
tea
^^B povo da Irlanda reconhece sus-
|lt nder para sempre os privilegios
hilantes, deve de (er o augmento do dous
memhros. Quo todo O condado que se cla-
sificar em mais de 150,000 haliilanles deve
ler o augmento de trez memliros. Que todo
o condado nue se graduar em mais de 2*j().000 : ,
dev
her" tarios e pessoaes dos pares da Irlanda ,
iissir jyfflb a auloridnde legislativa o judicial
VfLords Irlandezese oexercicioda pre-
ft augmentar e limitar o paralo pois
row'
(\n^ Resmo j existia de direto antes de
I86r
JlO povo da Irlanda insiste firmemente
no Htlecimento da casa de Cornmuns Ir-
K composta de trezentos representan-
do Irlamlcz ; o reclama na presenea
pro direto do povo da Irlanda .quel-
leci monto,
habitantes deve obier um augmento de austro
memhros. One o condado do Tipporarv O
qual len mais de 400,000 habitantes porpm
menos de 500.000 deve de ter um augmento
de oilo memhros. Oue o condado de Cork ,
o qual tem mais de 700,000 habitantes deve
ohter o augmento de dez memhros.
B.*A resp.ito das villas e cidades, propfnv
se (pie a cidade do Duhlin leudo mais de
200,000 habitantes deve de ter oilto represen-
tantes, quiltro pela parlo do norte de I.ilTey e
quatropela do sul do mesmoLffey. Que a
iiniversidade de luhlin deve continuar sobre a
A tabella seguinto dos dilTerentes lugares
quehode envia memhros ao parlamento Ir
landez mostrar a sua populaejo relativa o o
numero de memhros que se designa a cada um.
( Segu seaqui a tabella. )
A populacho e calculada segundo os dados
de 1831 isquars lendo (ido um fim difie-
ren to e sem relcrencia Iguma revogacao da
uniio forneeem urna escala de incontestavel
impareialidade.
'< 6#0 Propoe-se, que o direto de votar
eser,oque te chama suflragodomestico,
ovimento do B^iiio.
Varo entrado no dia 14.
MaranbHo! 20das, brigue-esruna bracileiro
Laura, de 163 toneladas, capilaoLuiz 1er-
reira da Silva Santos, equipagem 16, carga
ao capilo.
Le I oes.
Bull dtChavanncs farfl lelao
(erveneao do corretor Oliveira do
sendo preciso seis meses de residencia nos con- variado surtimento de la/.endas f'ra
dados com a addcSo d serem homens casa-isas, o alemas de seda
dos residentes as cidades
mesma base da sua actual or^ansacao para
tom-seSUJeitado a UniSo por serser enviar dous memhros.
ia como le ; mas declara solemne-! '< Prepfie-se que a cidade de Cork lendo
enaolundada em direto. ou em mais de 100,000 habitantes deve ter r
constitucional equnnao 6 ohnga-; memhros.
casa-isas, 0 alemas desda, la linho e d^^fo-
por espaco de dose do militas das quaes sao n i iilasnQuV7|il
mezes, quer sejSo donos do casa quer nio. '-''';'- : teiva lena 17 do couentos usuras
""Propo-se, que o modo de volar pn- da man,a, no ven arina.cm na rswdatJruz.
ra memhros do parlamento deve ser cerlamente Uuinta leira 1!) do correnH ri<> arma/em
por meio de espheras. de remando .los liraguez as f 1 s*^ da ma-
8.* O monarcha rfe/(ic/o da Inglaterra, nha se lar leitao de .10 gigos de viriho cham-
em lodos os lempos futuros, seja elle quem fr, | anhe. 7
ser monarcha de jure na Irlanda e assi-n no (ieorge Kenworthy & C.^ftm fiquidacflf)
caso de futura regencia o regente de fado na f. io I ilo por intcrvetfHo corratwr Oli-
Inglalerra ser regente dejare na Irlanda. \eira. de variado sorlimensHre fazendas ingle-
[)." A connexao entre aGraii-Hretanha, "/a todas proprias (Peste mere.,,lo ,. as auaea
e a Manda por meio do poder da auloridade, sero vendidas S(-m ri_ser.a : quarla fe ira 18 do
e das prerogalivas dacoroa, ser pcrpoMia e orrenle s 10 horas da m.mb cm poni no
'.""'' i incapaz de mudanca ou do nualmier divio, MMI rmazem d
evo ler pmc.11 *
. ou separaran. i-------
......'" ,'ii v
consriencia. Elle tambem concorda Quo a ci.'ade de I.imerirk e a de Belfait Prnc,,',01l,fi .Plnnn ']^" de er levado a
dor-geral lory Saurn, que o nico lendo respectivamente mais do 50,000 hahi- olI|,,, '"do a le reconbeeida e o restrillo
ngatoriodaunioaorcadadomina-itantes, dovem de mandar quatro membroJ firinclf" contltuc,onal-
avisos diversos.
Icza. Tambem conrcrd.-: com lie quv cada um.
1
MUTILADO
Liverpool Standard.
l'reeiza-se de una parda nn "ucirc ser
ama de urna casa de nuca familia ; na ra da
Penha n 21.
ti
,



'fgiBTKiS.-T.-iirnT-j.r-i a .-.-..affi.a aaa
^uni

t I
til1
I
I
= Alugn-seum andar do sobrado om Fora-
de- portas na ra do Pillar n 122; a tratar no
mcsriio.
\)m homcm hbil, de boa conducta o com
bstanlo pratica so ollcrcre para administrar
qualquer engcnbo, para p que da eonheoimen-
de sua conducta ; quein o precisar drija-se a
ra dos Piros n. 21.
= AlugaG-sc na rua, que vai para o Poco-
da-panolla duas casas terreas le podra o cal,
coin fronte para o nascenle com quintaos mu-
rados e contiguas ama Oin 3 qtiartcs duas
Roga-se a J. J. V. quo tom uns pe-
nhores empenhndos pola quantia do GOS rs. ,
mais de anno om nieio na rua do S. H ta, quoi
ra por obsequio os ir tirar no praso do 8 dias ,
pois do contrario scro vendidos para pagamen
lo da divida.
- Aluga-so um ptimo molequo para todel
o sen ico ; na rua da* Trine boiras n. 4G,pri
meiro andar.
Aluga-se um sobrado do om andar e so-t
to, coin um grande armazcm sito na rua

= Aluga-se o segundo o terceiro andar e
da Madre de Dos conlronlo a Igrpja no
segundo andar, das G as 8 lloras da manhaa o
das duas as i da laido.
salas cozinba, estribara o poco com boa agoa terrea com sotfio duas aleovas envidracadas ,
do beber, e a outra com dous quarlos, duas cozinba fra quintil murado, c cacimba,
salas, cozinba lora o quintal, podondo quein j sita na rua da Gloria. Vende-so um braco d
tici lamilla grande alugar ambas pois tom batanea com conchase pesos tanto do ferro co-
communicacao pelo interior; al'atar com Jo- uto do bron/o etim pilao de sucupira: na rua
s Lopes Hoza na rua do Calinga n. 9 terceiro
andar.
sa A luga-se urna casa terrea para se passar
a festa no Monleiro coin 4 quartos cozi-
nba fra quarlos para negros estribara pa-
ra 3 cavados dous quintaos murados o cacim-
ba e portiio para o rio quein a pretender an-
nuncie.
= Da-so a uros om pequeas quantias de
100n rs. at .'Oi)S rs. sol re penhores do ouro
BBn loitio ; o vende-se um molequo de noeSo,
de lo annos; na rundoCahug lo i a n. 9.
Compras
Compra se unta mulata do bonita figura,
que saiba bem coser e ongommar, o do 18
annos* na [iraca do Corpo-Santo, ou no llecile
rua do Torres n. 20.
Coinprao-so nlfeclivamente para fra da
provincia inulatinias cri mas o mais oscra-
-.. msb ...
m fim a vista be que ellos podero setim para senhora e meninas, ditos do marro-
na ronde dilTcronca se quizerem toro quim o couro do lustro com clcheles para me-
o dodirigirein-se ein casa do annuncian- nios ditos de topete para humen e senhora ,
oleldaUniao, ruada Cadeia do He- c oulras muitas qualidades do calcados por pre-
)nde acbao-so tambem a venda as ver- co commodo ; no Atierro da Hoa-visla loja
as iiifldalhus do casamento do Sonhor n. 24 de Joaquim Jos Porcira.
__ Vondem se meros buhlos da lotera do
imade 100S tero una romossa' do 10 theatro ; na loja da esquina do arco de S An-
tonio quevia para a ci.doia.
__ Vende-se sabao muito bom a 100 rs. :
Pedro Segundo. As pessoas que comprarem
para
parenlo.
11 \'cndom-sc presuntos para fiambro cho-
rarlos ullimamrnte ; noarma/em do Andr no palco do Hospital vendan. 14.
T __ ...i._i__ i. iir....i.....
ilj.Midan. 23; tambem se aluga urna casa .confronte as escadinbas da Alfandega.
b\^ \ enuom-sc chapeos prelos (rancezos da
riivlhor forma o qualidado possivel chogados
ltimamente na barca llorlence a 7000 rs. :
Escravos futidos.
nu rua do Queimado loja do Guiliiorme et-
te, n. 25.
= \endom-sc potes com uvas ; no arma-
zn Je Fernando Jos Bragucz no Kocifeao
p ilo arco da\Conee(.ao.
Vcndc-s urna canoa aborta ja usada ,
= Fugio ni dia 6 do corronte o esrravo
Jos, crioulo oflicial do sapateiro do 28 an-
nos espigado do corpo bem parecido ca-
becil pequeo bem prolo, odos vivos e gran-
des vista espantada n.nz afilado boca pe-
quea c lermelha, beicos finos bt ns denles ,
que carroga 8 a 900 lijlos de alienara : no si- a [/afba ^ escoto grosso e Compido bra-
tiodo la-Ios, ao nortu'do collegio S. Antonio, |.Qs ))nMIS (
[ootaoda rua Guia n. 42; a tratar no primeiro ios,de 13 a 20 annos, pag5o-se bem sendo
By.irdo momo. bonitos ; na rua larga do lio/ario n. 30, pri-
sa* Quem precisar de urna ama com muito meiro andar.
.bonilcitf, o sem filho dirija-so as Cinco-
pon as n J.
- AIuim M- i::i ..i-.'! .-i tu; ria p:ira I.'do o 12 a 2!) annos, sendo bonitos pagao-so bem :
rjH|v; que u.icr dirija-se a rua du uu rua Nova loja de ferragons n IG.
Pendas
delronlo do palacio do gof^rno.
Vendem-se dous cscranOS
trabulho de cuchada 0 o or
na rua de \coas-verdes n. 70.
c linos pomas ( quando anda )
um pouro abortas pes e maos pequeos e soc-
um para o cqs f)i vJsU) em olina, o agora ha bom fun-
' dados suspeifas de que onda em coiupanhia do
urna cabra baixa bstanle gorda cara redon-
= Vemle-sc urna oscrava moca oohomta ti-f ^ m(jjt0 esperl;l ( jc cabello grande e pentea-
gura onomma cose, cozinba, o fa/>rcn.lo U do ^ escrava ,|0 Ajud.nte Joaquim Percira l.o-
n.i pracinhado I.ivramento n. 50, pnticiro bo csUj eS(.rav r0 primitivamente criado
Compran-so ofloctivamc.nto para fora da
provincia mulatas negras o moloques de
Cu(Qbo i>a segu::!.i ;: a 2.
- O-aNuixo i-.si^nado ijeclara
prou do^s b-fhetes da pi'iiu.-ira parle da ikci-
quo com-
'.l
uia-quiiW^leria do theatro annun.iadfl ura
correr no dia 1!) do corrento, ns. 2008 o li.'i,
o primeiro por conta d Francisco Teixeira
Bastos e Henrique Ellery. e o ultimo de II.
Cals e Henriquo Kllery, doCear.=J. J. Tatso
Jnior
Aluza-so tuna cusa no Coelho na rtja
do Jasinim com duas salas 2 quarlos ,
cozinba quintal o cacimba por commodo
proco : a tratar no mesmo lugar na rua
'azores n. 10; na mesilla cosa vende-se
dos
um
terreno no Atierro dos AiTogados com 2.'i pal-
mos do frente o com 500 a <>00 de lundo.
Aviso-so a corlo Sr. quelirou quinta-
feira um trans.lim de ouro a duas horas da
tardo, vestido de casaca verde com bolesama-
rol loS calcas bramas e quo na niesma nou-
te ia oflerocol-o a venda ou empenbar,
oqual foi bem conbecido o nao entregando ji
olranselirn a seu dono lera o dcsgnto de so-
frer i dena <\a lei e o entregando so guardar
sogredo.
O Sr. quo quera t rrendor o sobrado
da ru doCaldcreiro n. 12 com o orma/em ,
andancio sua morada ou dirija se a rua da
Gloria sobrado n. 7 junio a fabrica do Ger-
vasio.
= A n na Joaquina da Silva, u seus Ribos
Carolina, o Manuel, pretendenvender a sua
cosa terrea sita ha rua do Padre'Floriono n
33 o quesefai publico para que aquello a
quem intiressar o declare m ses 3 dios.
Preciso-so do um rapaz para oidor en-
tregando pao em companhia de escravo ; na
praca da \ Cruz podara n. (J.
as Prccisa-se alugar urna casa terrea com
commoios para grande familia, e que (cuba
juiriifl' o cacimba no burro no S. Antonio ,
o prefere-so na rua do Rangel; quema liieran-
nunce.
Conlina-sc a dar dinhoiro o premio de
um e meio por cenlo, com penhores de ouro ou
prata ; na rua Bella n. 37, primeiro andar.
Offercce-se um cnixeiro portugus para
iem de assucar, ou outra quolquer orru-
rnesmo para leuda do que ja tom
no lorjtu do Carino n. 1.
so-so saber, se nesta praca, ou fira
um rapaz Portuguczde nome Ma-
Ar natural do l^onseliio de I ale
o TJjl ''iros chegodo
i\ osla
no
no hnj|H^^Bf /Vi"':em 28 de Noiemhro
do 183rf';^j cias aniTBHb. Cju dirija so ao paleo do S.
Pedro n. 1.
__Nodepns^tdj arii.ba de mandioca no pa-
teo do Carmo ^H"''1 <"""> .I"'1'" a Ordem
terceira os preiWatM.'a sen.ana saoosseguin-
tet : farinha de primcirvquali.!'' 2210 se-
,1.,'da dita a 1920 e Ierre:.', a IGOlo alquei-
re ; no mesmo de|)osiJ rfi'd-sc bom a/eile
Vendem-se 23 travos do pao-forro e
duas de imberiba de 33 palmos; 15 taboas de
costado de vinbatico : na serrara do Francis-
co Jos Raposo
= Vende-so urna venda com muito pou'-os
fundos o com cominodos para familia, na rua
dos Pescadores n. 7; a tratar na mesma.
= Vende-so urna escrava do Angola do 20
annos engomma cozinba lava c faz to-
do o mais sol vico de una casa: na rua do lan-
yol n. 20 primeiro andar.
Vende-se um sortimonto de toalhas ada-
mascadas com gurdanosos, de qualidado su-
perior ; e panno de linbo em pecas de 18 la-
va ras chegados ltimamente de Hamburgo ;
em casa de II. .Mi brlens, na rua da Cruz n. 47.
Vondem se canarios em vveiro chego-
dos prximamente do Porto noluigue Importa
tlnr muto cantadores : na rua ostreilo do
l!o/ario vendj n. 8
Vende-se urna sabia da malta muilo can
tadeira e 3 canarios do imperio cantadores,
na rua da Cruz n. 49.
Vende-so urna venda na rua da Praia n.
1G bem alreguesada para a torra ; a tiatar na
mesma,
Vendem-se saceos rom forollo multo no
vo ; no armazcm que foi de Joaquim Gomal-
ves Vioira Guimaraos junto ao arco da Con-
ceicao.
Vende-se um sitio no lugar do Curcura-
na com 120 ps do coqueiros o GO ditos
pequeos ; nos A flogados na rua de S. Migue!
D. 9.
= Vendem-se duas vareas crioulas, boas
leti iras, o prxima a porirem ; quem as pre-
tender onnuncie.
= \ ende-so um jogo de gnmo de marfim,
com copos do marliii; o loboleiro de ama relio ,
ainda nao servido ; urna cartoira do embarque;
c 4 paos para lipoia ; na rua do Livramento,
loja de lunileiro n. 34.
\ ende-so um escravo do 40 annos; na
rua da Cadeia do liedle n. 13.
\= J. Jacquesson participa que tom pa-
ra vender diversas qualidades do lindissimos
adornos de senhora bem como : penles de
tari ruga o de bululo o o ultii o goslo de Po-
riz riquissimos loques brincos, aigolas,
volt.is para pescoco braceletes alfnetcs do
cabello lixos o de bataneo correnles do so-
guranen para relogio alineles de peito para
bomem e senhora com retratos os mais deli-
cados ; sen icos do mesas colberes facas e
garfos do 12, G c urna pesoa para janlaros ,
almocos c pora che o cale em metal lino
fMolehior) superiormente dourados ; eslojos
para escriptorio e para sonhora ricamente
esmaltados, eoutros muilos objecin p-rfoi-
tamenle dourados e da ultima moda. Jacques-
son roga aos amadores do bom goslo quo nao
g
n
andar.
=: Vendo-so bolacha do boa farinha a 32O0
e barricas de farinha do trigo a 15S0OO rs. ; na
rua Direita n. 38; na mesma padaria so precisa
de do um trabalbador do massoira.
Vende-se urna pnta moca de bonita fi-
gura engomma, cozinba o cose ; um nula-
ta perfeila origoinmadeira cozinheira cose,
relina assucar e faz doces ; una mulatinha de
12 anuos, muito bonita e propria para mu-
camba ; 2 prelos para todo o snico ; um mo-
lequo de 15 annos ; e urna escrava por 250S :
na rua do Foso ao p do Rozorio n. 8.
Manoel Alves Guerra, na rua do VigOTO
n. 3 vende laxas do ferro balido o COodo de
todos os tdmanhos por proco baralo ; c tra-
vs de modeira superior de 22 a 50 palmos e
do 7 a 10 polegadas de grossura.
= Vendem-se bolins o meios dito- de hezer-
ro francez borzeguins gospiados, e com pon-
la do luslro para bomem o meninos do todos os
lamanhos, sapatos de couro de luslro para se-
nhora o meninas, borzeguins gaspiados para
ditas, sapatos com palla para bomem o meni-
nos ditos inglezes bolins do couro de lus-
lro para bomem sapatos do marroquim du-
raquu o setim frtncez para sonhora o meninas,
borzeguins de ui-rroq
patos do cordavao ordinarios a 500 esparti-
Ibos pa.a sonhora a 1000, sapatos do dura-
e escravo do iteierendo ^ gal io de P o-
o ; quem o pegar levo a rua da Auro-
rado ti 20. que ser gratificado,
oga-se os autoridades pobciaes capi-
tes "# campo, e pessoal particulares, que
apprehitfdan, |,or onde for visto, o preto Jos ,
de nacaACicango julga-se que frtra para
l'.o-do-albf. por ahi lor um filho; tom de
idadedeS0>60 annos b.iixo, grossodocor-
po tom ns'cscrolos bastante grandes levou
( h ipeo de palha una bata encarnada, o cal-
cas de urna fazend.i irela com urnas pintas
brancas; adwi->e que este escravo foi do
'Manoel Tbom dtWello, que o flmdeo ao
abaixo asignado erni^l I de Alaio de 1835; des-
appareceo do sitio ifcMonteiro. aonde eslava
tr.ibalhando na madrugada do dia 13 do cor-
relo ; uui'in o pegar le*o ao Atierro da Itoa-
visla n. 37 qu<- seri rPObmpensado. Joti
Rodrigues do /'sso. *' Wl
= No dia 13 do corronte fugio um mole-
qoo de nomo Amistado," do 1G annos, le-
vou camisa de al^odo trancado o calcas do
briui escuro ja velbas deseoRBHtt' andar pela
povoacao de liezerros por sor dv^fte lugar natu-
ral o toi parentes ; <|uem o peg-r leve a rua da
' """t p.-nha n. 5 primeiro andar quejara grati-
rs- I'1,r-S -icado.
No dia \> do correle polas 7 boras da
Jo nome .)<
proco commodo ; na praca da Independencia
ns. 11. 13. o 18.
Vende-se o resto dos bilhees da lotera
driles um diamanle cravado 2 coriSes de ou-
ro contendo ambos 28 oilavas C mV'9 u'n
transelim de i(d dolheatro, que corro om o dia lOdocorrenie; (j(J0lllrflS ol :,,.,; ,,, ;illlllil Sl, n5H sa.
assun como do todas as mais loteras desta pro- ,ier () ..i.-.j,,, ;issi ,.,,,,rolIM.tle *, p(.nc_
i! ii*r r
i rosa recompensa a quem a descobrir
. prehender qualquer dos objeclos a cil
cioiados issim como prolesla bavrr
u.,s memorias msioiica. a.... cuma a sorlo >r a amU;( im,sm;| sfl ^i, oj
immed.ala e outros muitos premios sojTrivois; ^ dd|;i (iy(.r n(il|(.1;1 diry-B.]p, ru
na ruada Cadeia loja deoa.nbm do \ Win d ,,r;(-; n_ -()_ = Jos da ,.ira ltVriL
vinca os quocs so IrocSo por outros quaesqur r(ISil n>(.om ., ., a (,S(.obrrr'ou ap-
premiados, ; aolles, pois foi nesta mesma )(,n,|(.r r (|s ()|,j(,(.|os CJL ..
casa, quesovendeoa surte grande da lotoraa cion4flJos # assin, como prolesla bavrr qual-
iJ..s memorias nistoncas assun como a sorlo
= Vendem-se meios bilbetes da lotera do ^ N() ,,., 17 1(. Setembro passode (fugirSo
fh!?rto.! .,n0U!.,dl?*bU8 J ra,udeZ8S do sitio Mundo novo, Ierras do eng^Ti No-
vo do I labo 3 osera vos com os signaflyS11'11-
les : Alexandre c;,bra alto, cheio. rf cor-
po, cabellos iniudos, pouca barba, falla gros-
sa o leni noqueixo um talbo procedido do
junio da do Ibindcira
Conliua-se a vender panno de algodiio
da Ierra muilo encorpado a 220 a vara ; na
rua do Crespo loja n. 23.
= \ endem-se novos corles do vestido do lan-
ziliba de excellentes padroos, e por mdico pre- i
co ditos do la o soda, chita turna france/a
um coco de cavallo o tem du idado dco an-
nos : Jos, [tardo, baixo grosso, dabrlos
cmodo nenro poma barba, rnetidlri'a pa-
superfina; na rua do Cubuga loja n. 10 .|u)|ji ^.^ (j(i ^uvaf f 0 (|(; 30 lBo- :
dolrontodocone.ro. Thcdorio cabo. ulo. baixo grosso, $>
= \ endoso urna armacao nova muito bomi^ )r;| |iir,)a ^.....u do ^ n,
fo.ta propr.a para qualquer estaba enmonto 0 j,,,;,,,,,.',, fo|TO c Je o5 nnn8l
e lraspassao-.se as chaves da lo|o onde ex.ste a _^ N() (,u ;J (] (.()rrcn(c f j() ,irna escr;,,.
peiios
a .
arrpalo, viudo do Mrttf-o deposito con ba|aode conlundir as suas fazeudas poifeiiamen-
Berva-SO aborto das 6 boras da natib a as (i d leronb-ico das. ede cujo dourado elle garn-
tanle sem reserva de (lia^^
__permula-se um sitio na estrada de llelem.
Ico brilho e oduraeao
aimacfio; em Fora-de-Porlas, iua do Pillar
n. 122.
Vende so por proco commodo a casa ter-
rea n. 22, defronte da Igreja da Solidado ,
cum duas camarinhas duas salas, cozinba lo-
ra quintal murado de um lado com 83 pal-
mos do tundo ; na rua da Madre de Heos n. 7.
= Nondom-so borzeguins gaspiados prelos
e de cores ditos de pona de lustro de urna
e duas solas hotins e meios ditos do bezerro
francez e de Lisboa sapatoesde palla atraz e
adianto de couro de lustro o de lie/erro, sapa-
tos de entrada baixa do bezerro de urna e duas
solas dilos de couro do lustro sapatoes la-
i muilos objeclos ciliados, de duas o trez solas, ludo para bo-
mal
com boa o;
asa de viven la o bnslnnts arvoie- deque eslo roebeados
dourados ou "ao soinento envornisados | mem o menino sapatos alamancados do du-
dos de frufo por outro na pr,vM^aria-fa-| miudezaa canquclherias eternos alcaiades ,
tilia al N. 8. U ; na iua uva riii oS. j iao siiineuw pioprios a ornar as pariiieiras uas;
muilos armazens de raque, ditos de cordavao para senhora, ditos
de bezerro para bomem sapatos de couro do
do nomo .Mara de naeao Cacango (grassa ,
baixa do curdo coin as maos curias, g|rosas ,
o fovoras de 30 annos, levou um ranfi'O no-
vo docarregur agoa saia branca carydsa do
algodaozinho rota e suja julga-se U,r|ttopa"
ra o Rio-formozo ; quem a pegar levo Pf8v'''
da Boa-vista n. 2G, segundo andar. ,
Fugio ou furtarao no dia 8 do-Ji ren'"
um molequo do nome Joao do gento dV An-
gola do 14 annos ; levou vestido cami
roulas do algodaozinho tem urna |H no
olhvdireito bem visivel, ps ,-q
bichos g.igueja quando fulla o levou ( una
cesta com quo venda pao 'r quem o pegnrt
a rua Augusta n. 8 que receber 50^B
de gratificacao.
lustro duraque marroquim cordavao e| Uecife: na Ttp. uk M. F. de Fama


Full Text
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