Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04299


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Full Text
a*, ata
Anno de 1843.
Sabbado 14
de Outubro
ludo .jo,, depende de n. me.mo.j d. Bo... prudancia, oder.gao, 8 ,,U-
uSm.. como pnncpww, remo. ,p0n..Ho. com .dm.r.,ao W, ., N.cL.
Un
eul'.i.
con-
acoe.ma.ia
( rrocUmaguo d. Aoembleu Geral do Bbasilj
aEssaaaau
s
*AR!T QFFICMl.
Anno XIX. N. 222.
PARTIDAS DOS COHKEIOS TERRESTRES
aoiaor.a e Harabyb, seUnd., e BtUi &,,,,,. ttl0 Gr,nd, JolN ,rl. .
Cal., i,nh;iem Rio Fr,n,o P.ir Ciro, M.reiA, a Al.-u. no 1 o jj ,.
Bo. fi.u. Hure.k .3a 2s. Sanio Ubi* quinta, feir., Olmda lodo, o din
ft s n UIAS U* AMASIA.
3eK .. ioni.io B. Aud. do J de I, d. 2 .
> la. riB'Clo B el. And do J de I). d3. ,
4 l Uuafl. s Firm no B_ -.u,i Ho J .Ir I) d. 1 .
12 .- !. ( Cypriauo IJ Aud d J n> U. il T.
ii ex .. Edu.rdo rei Aud do J. de D d. 2. .
d* a" f. t.lisio I'. H*l Aod do J. de da 1
45 ''. S.nl. Ther-1, de Jexus
O Duilo pnblie.-M todo. oa di., que n'io foraai S.ntifi.do,: o pr?o da Mij.lnr
i. da tres mil rei. por quartet pa0 .di.nl.dn. O nnunr.io. do. >i;nsntas ao in.rido
jr.li. eo. do. qne nao fiiretn :, r.t.io de M)'rais p >r linhi As reclaia.qoe. de.aai erdm-
gidaa at Ti|> ro.adCruies N. 1, ou apr.c-. da Independencia toja delirro. N. 6e8.
ciM.iosNo di. 14 de Outubro oompra senda.
CambioobraLondr, 2> 4 a 2" d. Ooao-Moad. d 0,400 V. r v0 i7 000
. a Panc7j riapi tranco. N. I6,tf0 l6 WO
a a Liaboa llu por lUUd.pr.aiio. { da 4.0UU '.UO tf 4JJ
| PlaT*- Pataco., i ,9 U I '-4U
M..eda da cobit l por oanio. Peoa lioluainir.t 1.SI I fO
luadele:r.d.r.' PHA6ES DA LA NO MEZ DE OUTUBRO.
LuaChei8, 1. 8 huras. 57 da manh I Lu. no, a 3, a. 5hura, el C m da,
Quart. auag. l6,*a 11 aura. 31) a ,. | j,rl araao. 4 3U, o ai d.oa.
Preamar de ho/'e.
1 a y horas a 1* m. da a.nbaa I l a 9 ^ru a 4 da larda;
Govmio da Provincia.
EXPEDIENTE DE 9 DO CBRENTE.
Offi-osAo presidente interino da relacao ,
ao inspector da thesouraria da Moda com-
municando ter 5. M. o Imperador concedido
tres romea de ,icen~a com vencim-nla do res-
pectivo ordenado dojuizde dreto do crime
da comarca do Biejo Joo Paulo de Mi-
randa.
Dtti)Ao commandantc das armas e ao
inspector o,, thesouraria da fazenda remetien-
docopia da rolarn dos odl.-iacs de 1' linda do
exercito que por decreto de II de Selcmhro
ultimo oro promovidos para o 2 batalh.io de
artilhnria p sem prjimo d'antiguidade
d'aquelles que a tiverem maior.
Dito Ao director do curso jurado de Olinda,
emetnviando, por copia paro ter execucao
o decreto n. 29 V de 13 de Setembro d'este an-
no que saneciona a resoluta.) da assemhlea
geral legislativa que o au.torisa a admitlira
matricula e a fazer acta i'l0 1. anno o alumno
Joo da Costa Limo e Castro.
DitoDo secretario da provincia ao snpec-l
tor da thesouraria da fa/enda transmittmdo
a ordem do tribunal do thes 151 e outra n"j0 numerada com datado
16 de Setembro P.ndo.
ila destacamento se tirasse urna lu/. smente pe-
lo dito hatalho.cesi-ando oabono dasquantias,
queestavo arbitradas, e rosanu'o a S. Etn. ,
que ueste sentido houvesso de pord'acord a the-
souraria.
Hito Ao inspector d<, thesouro ra. instan-
do pela remessa dos asen lumen tos do sargento
.ilmoxiirife da loilalesa de Itamarac;, que ia ser
prnposto para reforma.
Dito Ao commandanle gernl do corpo de
polica, instando pela reineta dad guias dos
permanentes invlidos Nlvaro de Lona Freir .
e Francisco Xa.ier de Freitas que ao ser pro-
postos para reforma.
EXTE 101?
faomm.tiitiodas Armas.
EXPEO (i NTE DO DI A 2 DO CORRENTK.
Officio- \0 inspector da llie.Miuraria di-
sendo-lb.e em resposta ao seo officio de 22 de
setemhro ultimo que nao se podia proceder u
descanto de8 reis, exigido pela thesouraria do
Maranbao. nos vencimentosdo soldado JoaoVi-
eira de Albuquerque aprehendido como deser-
tor alli cin agosto de 18J9 ; porque este solda-
do so nao achava nesta provincia, sendo de pro
sumir que tivesse sido mandado para a Cor-
te em alguma das levas, que o ilaranhao fe/, se-
guir pjra all.
Dito Ao rhefc de polica interino, d'sen-
do Ihe, que, tivero destinoconvinionte os dous
desertores do batalho d'artilharia, que I lio fo-
lio enviados pelo delegado do termo do Cabo ,
com o officio que Ihe devolva.
Portara Vlandando excluir do batalho
du infantera de gu rda nacional destacado o
guardas Joao do Holland.i Cavalcanti Jos
Francisco Fe i tosa \utonio Paes Brrelo, e
Joao Bernardo Cavalcanti, por terem sido con-
siderados incapases em inspeceo da junta de
sudu de 30 de setembro ultimo.
dem do di a 3.
Officio Ao Kxin Presidente enviando-)
Ihe o mappa da foica dos corpos de linda, e da
g tarda nacional destacada com as declaraces
exigidas a respeito do servico, em que se achava
empragada.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., propondo, pa-
ra seren demitlid is, a 2 pracas de cavallaria, 2
d'artilices, 1 dodepozito, e 8 do b.italho d'ar-
tilheria, todas julgadas incapases do servico pe-
la junta de sa'le em iu>pei-cao du da 30 de
setembro ultimo.
Dito Ao mesmo Kxm. Sr., communiran-
Ihe, que mandara excluir, por incapases do ser-
vico, aos soldados do baialho de infantera de
guarda nacional destacado Joao de llollanda
Caval.anti Jos rancisco l'eilosa Antonio
Pac Brrelo eJoao B irnardo Cavalcanti.
Dito Ao iiesmo F.xm. r pedindo Ida
ecl 'reeiinento acerca do inur. que a irmanda-
de Jimia Sen hora la oiidade, eslava edilii an-
do no fundo di respectiva igreja o qual disla-
va \ palmos pouco mais, ou menos do portan do
ediiicio que outr'ora servia de coxia a caval-
laria Dito Ao mesmo Exm Sr., disendo-lhe ,
que. para economa,e lacilidade do lornecunen
lo de lu/es para os destacamentos das comarca*
perteiii entes ao batalho de infantera de uar
da nacional havia determinado, que para ca- <
INGLATERRA.
PROROGAgA DO PARLAMENTO.
Casa dos I ords 21 de /gosto.
S. M. prorogou hojeo Parlamento com as
formalidades do eslvlo. Fis-aqui urna copia da
F LLA DE S. M.
MyLrds e Senhores.
Oestado dos negocios pblicos habilfa-me
a encerrar esta prolongada sessao ca allivar-
vos de ulterior assistenca aos vossos deveres
parlamentares
Agradeco-vos as medidas que tendes adop-
tado para habilitar-me a dar pleno elTeitoaos
diversos tratados que hei concluido com as Po-
tencias Kstrangeiras.
Preste! de coracio o meu assenso ao bil
que me apresentasteis para augmentar os mcios
de instrucciio espiritual as parochias populo-
sas tornando ap'plicavel a dotacao do .Minis-
tros addicionaes parte das rendas da Jgreja.
Tenho inteira confianca em que as sabias
e benvolas intencoes do corpo legislativo se-
ro coadjuvadas pelo zelo e liberdade dos meus
subditos, eque assim melhorse prover ao cul-
to publico e inspoccao pastoral em muitos
districtos do paiz.
Vejo com satsf.ic3o a passagem do acto
para remover as duvidas reLtiva a urisdieco
da Igreja da Escoca na admssao dos Minia
Iros o para assegurar ao povo e aos Tribunaes
(eclesistico* o pleno exercicio dos seus res-
pectivos direitos.
Nutro a mais viva esperanca de que esta
medida contribuir para restabelerer se na Es-
cocia a paz religiosa o amistar os perigos que
tem ameacado urna insttuic.iosa rada de sum-
ira importancia para a felicdide e bem estar
d'aquella parte dos meus dominios.
Contino a receber de todas as Potencias
Estrangeiras seguros da sua amigavel dsposi-
Cio e do seu ardente desejo da manutencao
da paz.
Senhores da Casados Communs :
Agradeco-vos a prompld o e liberalidade
rom que votasteis os supprimentos para o cor-
rente anuo. Ser meu constante cuidado com-
binar a mais restrilla economa com a attencao
que devida a exigencias do servico publico.
M y loros e Senhores.
Em alguns districtos de Gales tem sido g
paz publica interrompida por illegaes cornbi-
n.icoes e disturbios sem connexo alguma com
causas polticas. Tenho adoptado as medidas
quejulguei mais bem concertadas para a re-
presso dos dolidos e para descobrimento e
punicSo dos delinquenles.
Tenho igualmente mandado proceder a
um inquento sobre as circunstancias (|ue indu-
cir o insubordina fio e violencias n'uma par-
te do paiz que commumente se distingua pela
boa ordem e voluntaria obdien ia le.
Tenho observado com a miis profunda
magoa os perseverantes esforco* que se ha feito
para despertar o ib'si'ontent uneiito e desafti-
?o entre os meus subditos da Irlanda eex-
cital-os a pedir a revogacao da uniao legis-
lativa.
Tem sido eser sempre o meu vehemente
desejo administrar o governo d'aquelle pai/
cnj.;.'ilu n'v ngwiusit jusiica e imparcia-
isacao de emendas taes s leis existentes que Beque i ro que a resolueaoo os decretos das
posso contribuir a melhorar a condico social aposentadorlas sejo remettidoa commisso
o a desenvolver os recursos naturaes da Ir- de conslituico, para fnterpor o seu pareoer -
'n.la. bre a constitucionalidade das mesmas aposenta-
Pela intima convc-ao quo tenho do ser a *?dM.ftssoade Mello.
"nio legislativa essencial nao menos para a !d,i,B*t{0 "P0,*do' d''P"'s de "'"hati-
'onsecufod'aquelles lins do que para dar forra SiftlS ,",,,r"lli",!i%|'";|""*>'* sustentado
>esl.hili,lto.:.: a i. V pelo senhor l'essua de .Mello, posto a vutos e
tstaniiKiade ao imperio ininha firme roso- regellado
lucio manier can o vosso apoo e sol os aus- Contina a dlsoussfi da resolucio.
pinos aa Divina Providencia I Ileso esse gran- ollerecido outro novo requerimentodo adia-
do vinculo da onnexao entro os dous paites, ment, que igualmente apoiado,
enho-mc absti lo de pedir-vos algumas Boqueiro quo se peca'tan governo inlorma*
raouldadea para a repressfio de designios boslts Coes sbreos motivos juslilioativos da aposen-
concordia e prosperidad^ dos meus do -linios, '"dorias.I'esxo'i de Mello.
A disciissao tica adiada pela hora
Contina a iliscussfio doarlio6 do projec-
to sobre a adininistraco dos terrenos diaman-
tinos.
Nao bavendoquem peca a palavra, d-sepor
apoio da Uniao Legisla- discutido o artigo e posto a votos 6 appro-
vado.
Tenho por rerlo quo aquelles dos meus Alt 7. Qoandoa extensao arrendada, ou
liis subditos que tem influencia o autoridade conced Je acompanhiascompreheoder terrenos
na Irlanda farAfl quanlo estiver ao soo alean- de agricultura ou bemfeilorias, que venhao a
ce para desalentar o systema do perniciosa agi- 8MB*M,f detrimento, ser o propriotario indem-
taco que cstorva a industria, retar.la o pro- "Mo pelo arrendatario ou eompanhla nafor-
..]'.......ii___ -, .. ma das leis.
aasim pela minha repugnancia em desconfiar
da effi acia das leis or linaiias como pela ron-
lianca que deposito no bom senso c patriotismo
do meu povo o as sol unes declara fies do
Parlamento' om
liva.
gressod'aquelle paiz e excita sentimentos de
mutua disconlianra e odio entre as di floren tes
classes do meu povo.
( Liverpool Standard. )
INTERIOR.
Entra em discusso o seguinte:
Art. 8. Pora dos casos expressados na pre-
sente resolucao, Hca prohibida debaixo das pe-
nas da lei a exploracao dos terrenos diamanti-
nos j dsrobertos, ou que para o futuro se des-
cobrirem em qualquer parto do imperio, eque
continuiio a ser propriedade nacional.
Le se umoficiodo Sr. Ministro do imperio
participando que S. M. o Imperador tem desig-
nado o dia 11 docorrente para receber a depu-
taco desta cmara. Fica a cmara inteirada.
Sao a imadas diversas emendas ao artigo 8.
Depois do longa discusso d-sc por discut*
RO DE J 4y FRO.
ASSEMBLEA CEBAL.
CMARA DOS SENHORES DEPCTADOS.
Spsso de 6 de setembro.
O Sr. presidente declara cmara que se vai
olliciar ao Ministro do imperio para so saber o
dia lujare hora om que ha de ser recebida a da a materia.
deputacafi que tem de ir comprimentar S. M. o O artigo 8. approvado, e as emendas s5j
Imperador pelo seu feliz consorcio. regeitadas.
LC-se, e entra em discusso o seguinte roque- Entra em discussiin o seguinte:
rim,'nto: Art. 9. Para substituir a actual adminis-
Bequeiro que fique sem vigora deliberaras traco dos diamantes, fica creado um inspector
dacamaia, que desittnou exclusivamente odia eral dos terrenos diamantinos c um procurador
de sabbado para negocios particulares.Sera- fiscal, alem de outros empreados que o gover-
P"!". no julgar indispensaveis paracoadjuval-os.
(l Sr. Pessoa de Mello pronuncia-so contra o inspector residir na cidade Diamantina, e
reqiierimentoein discusso, demonstrando que ter delegados nos lugares onde convier ; aos
os dillerentescidados que teem negocios nesta quaes se arbitrara urna porcentagem do rendi-
cainara. tem direito a seren a I tendidos, e a ler ment que o estado perceber dos torr nos com-
um delerfment as suai pretenfdea. prehendidos nos districtos do sua jurisdieco.
O Sr. Carnciroda Cunha declara-se a favor A discusso deste artigo fica adiada pela
do reqiiermieiito sendo de opiniao que o; ne- hora.
gocios de interesso particular dovem ser prefe-
ridos pelos do interesan eral.
O Sr. Serapiafi declara (pie o motivo quo o
levara a faser tal ifequerimento ffia para evitar prJmjr o setcuite projeolodas commissesrou-
que nao ai'ontenra o mesmo, que succedeu no nidasde justica civil o fasend.i.
sabbado passado, quando se tratou de negocios As duas commissoes reunidas do justica ci-
parlicularos, islo e. quo quatro veces so lisera a vil o (aseada encarretiadas deorganisai um pro-
chamada, e qun deixara de haver sessao. jeclo relativo aos cemitenos extra-muros, euten-
O Sr. Silva Perraz combate o requei intento, den que se devem do adoptar como mais con-
Julga-se discutida a materia, e o requcritnen- venientes e ellii a/es as medidas que se acho
to > regeitado. consignadas no .seguinte prefecto de resolucao
Entra em discus'aoa seguinte resolucafi vin- que as mismas commissoes tem a honra de o-
do do senado, que sem debate approvada e ferecer considoiaeo desta augusta cmara.
dem do dia 9.
Julga-seohjecto dcdclibcraro, e vae a im-
romettida sanecao imperial.
A assembla geral legislativa resolve:
Art. 1 (director do Curso juridicodeO-
A assembla geral legislativa resolve:
Art. 1. Asorden! religiosas e irmandadea
desta corte podem estabelecei cemitenos fra
linda lica autorisado a admittir matricula do da cidade, paveado previa i .cenca do governo.
prlmelro anno, o alumno Joao da Costa Limae Fico suspensas as leis da amortisaco pa-
Castro, nao" obstante o lapso de lempo fixado ra que as sobreditas corporacoes posso adqui-
pnra a inesma, o falta do exame de gcographia nr p.>r qualquer Ululo os terrenos que fnem
e historia. i precisos para os seus cemilerios; o a acquisi-
< Ait. 2 Fica igualmente autorisado a ad-' cao d'estos terrenos nao sujoita ao pagamento
da sisa.
At. 2 O gnv rrt'i aulorisad. a contratar
eom qualquer empresario ou companhia o esta-
hele iniento do dous ou mais cemelerios, con-
cedendo por _'() anuos ou mais, u privilegio ex-
clusivo dos carros de alu-ud para a conJucco
dos cadveres: estipulaid o praso em que de-
vem ser construidos us cemiterios, e as domis
uoodfcdbS que f'tireiu couveuieulos impondo
multas pela inlraccao do contrato.
Art 3. Logo que os cemitenos do $ antece-
dente esliverem em estado de receber os cada-
veres, lico prohibidos os enterros dentro da ci-
dade o seus ai rebaldes, sob a multa de 200 a
iOOjJ rs em a qual incorrem as ordens religio-
-as 8 innanl.tili'S em Tilias lur-'i-i. c. Hcnru... ..-
niittir a faser acto do primeiro anno, quando
se mostr em tudo o mais habilitado, na firma
dos estatu s, n.as nao oadmitlin malricu-
la do segundo sem que aprsente rertido de
haver sido approvado as materias daquelle
exame,
Paco do senado, 21 de agosto de I8HIia-
rflode. Monte f%M, pn si lente.Cassiano *>pi-
ridio de y ello n Mallos, \ secretario.Muno-
el do Sascimento Castro eSilva, 2* secretario.
Entra em discusso a resolucao nao impres-
s.i ua ii.iiiiiis.so (ie pensos e ordenados, ap-
provando as apoeentadoriaa do dous Desembar-
uadoresda Belacaode i'eruambuco e um da do
Maranhio,
OSr. Pesaba de Mello, doools do se haver


-

I I
pronunciado contra a res..Inca., o derece o se- lenlerros. Exceptuo-se os enterros dos Princi-
pado e cooperar com o 1 ariamente na rea- j guiule ruqueriiueuto de adiamento : | pe, Bispos, Parocos, religiosos prolessos, Co-


1 m '
' '"
99.
reros, padroeiros e dotadores de capellas os
qtiiies todava nafi podem ser enterrados dentro
das mesmas .rejas.
\rt. 4. Os ceoiiterios fico son a inspeccao
e vigilancia do chafe de polica e da cmara mu
niiipal no que diz respailo polica esa le pu-
blica i' (1 i Rispo, <|ii,into s rograt nu.r elle
preserever praosluneraes. encounnundaccs o
coroinonias religiosas dos enterros.
Art. 5. S rao punidos boiii a puna do un
I qiintro annos d prisao simples, aquellos qu
violaren as sepulturas para r mbarein os cala
teres ou despojal-os dos objecloi oj ornatos
co n que foreui enterrados.
Este criuie ser p tlieial o como tal proces-
sado.
Art. 6. A utilidade publica, em o caso de
serneoessaria a desapropriac-o uos terrenos par-
ticulares, ser declarada e verifica la pelo go-
verno. por meio do processo administrativo es-
tabelecido no capitulo 3. di regiment do con-
selho de estado e ouviJo previamente o pro-
pietario.
Art. 7 Oaoverno por meio de um regimen-
t determinar:
$ Os lugares em que pela distancia da
cidadee influencia dos ventos poiemser cons-
truidos os cemile ios; o plano que se observar
na eilificacao; qual a alluia dos muros; pro-
i'im lid.ide das sepulturas; u o espago que deve
contero recinto dos cemiterios em alinelo ao
numero provavel dos enterros de cad'i anno e
ao lempo neeessario para a consumido; o lem-
po em que pode ler lugar a abertura das sepul-
tura para novos enterros.
-2. Quaes e qiianlos cadveres dever r;i-
daceinitrin receber gratuitamente; n lampo que
dte mediar entre a morle e o enterro; a as me-
didas p ilir.iaes que serio observadas antes do
enterro das pessoas que fallecen! de repente.
3. Os emolumuntos que os Parauhos con-
tinnaro a peneher das licencas para os enter-
ros das pessoas das fojas fregnesias,
i. Toilase quaesi|iier medidas policiaes e
de s.nj le publica que se uevero observar nu
eonJtlccl-' e enterro dos cadveres.
> governo neste regiment poderi impdr.a
mulla d.: 20 100/ rs. pelas infracedes.
Arl. 8. Fko revogadas as leis em con-
trario.
Paco da cmara dos deputados, 9 de setem-
bride 181:1. Nabuco de Araujo. Machado
Nunes Assiz Rocha SouM Franco. Vas-
concelos.
mo e approvado sen debate o seguinto rc-
qu rmenlo:
A coinmissafl de (ustca civil pira dar o sen
parecer sobre o requerintento junto do cidadft
Francisco Ignacio Rodrigues, carece do intor-
macao do governo pola repartico dos negocio
da lasenda e re pier por tanto que so exija
a mesnia info'mica i. Paco da cmara, em !)
de miembro de ist3.Sabuco de Araujo Va:
Titira
OSr. Men asegjinte irirlicacn. remette-a mesa:
Indico que a cniinisso de ustica criminal,
tomando em Ma deuda consideraco o que se
Ocha dsp islo em os rticos 151 da constitu can
pollina do imperio e 15 do codign do proces-
so criminal, prop ola a esta augusta cantara
mu projpctode li rigulamcnlar que estabele-
Ca o modo pralico da rein ifSo dos magistrados,
concilla i lo qoa ito ser p issa a secura oca dos
Seu-> liiiar -s cu n o interess p ililico esseni al
Menle lepen le de da boa adminMracJlo da Jus-
tina, Paco da cmara rtosdeptlta los. em sessn
de :l de miembro de 183.Gabritl Mendes dos
untos.
remedida mmmissSo do justea criminal
O Sr. Carn"iro de llampo*/'pda ordtm) e co-
mo orador da deputaco desta augusta 'amara,
que nodia 7 do crrenle evea h uira dse di-
rigir proscoca de S. M. o Imperador, d ton-
ta da sua cnmmisso, e l o sguinte discurso :
Senhor. -A cmara dos deputados nos en-
va em solemne dejiutae i ante o throno augus-
to de Vosea Magostado Imperial afim de mani-
festar o seu jubilo pelo fcli/ anniversario da in-
dependencia ao Imperio.
a Ne.sles senlimentos Senlior, a cmara-dos
diputados nao so rene hoje suas vozes s con-
grolulaces deludo o povo llrasilciro, com i sin-
ceramente o acompanlia as suas saudosas re-
coiddee.., enaelTusafi do seu reconhecimento
para tum o magnnimo fundador do Imperio.
u Sem nome, sem patria, quase sein vida e
sen futuro os balotantes do Brasil Senhor,
gemero por seculos sol o duro e medonlio ju-
go colonial : e a mudanen para o seu slo da
s.le dos Res da naco portuguesa, que apesar
de I lies nao dar um governo >eu instiluicoes
suas, e finalmente una nacionalidades nicos
meios de fomentar effica/mente sua grandeza, c
firmar para s-uipiescus destinos, ilevia rom tu
do melliorarstia sorte loi seguida em breve
dos aconteeimentos polticos, que levara. a fa-
milia dos Res procurar de novo o primeiro as-
acnto da monarqua; e o Brasil vio-se para lo-
go ameac ido pelo espirito de dominio amlii-
fao dos Portugueses, de carregar mitra vez com
a miseria, e deshonra dos seculos passados.
A Providencia porem. Senlior. no con-
sentid, que a obra de oppresso a destruirlo se
consumaste.(tetros ero <>s destinos dos lira
sileiros! eviSo elle lor una patria I listo a-
benioido torran do mundo devia ser lecunda-
do, enriquecido ^ootrto do urna popularlo
mais ; nac'm livre rica e poderosa, devia ap-
pirecer entre as naces! A civ ilisaio a
humanidade deviao caminhar! U m novo im-
perio o imperio lirasileiro devia formar-se !
Os designios do Creador cuinpriro-se ,
Senlior! O imperio nasceo e nnsceo livre !
Os Rrasileiros tivero urna patria e com ella a
I i l>eni.ule !
i-'oi n'esle dia sem igual para a nac3o ,
|U0 inspirado pelo co o augusto pai de Vossa
Magosta le Imperial chamou em redor de si a
todos os Brasileiros, iazendo-lhes ouv ir os no-
mos doces de patria e liiierdade : I.'oi o este
dia, Senhor, que os Rrasileiros vidos de hon-
ra c de felicidade com o enlhusias mo de lio -
mens. quejnerecem ser livres, jura rao em tor-
no d'elle defender com elle estes objectos
sagrados.
Patria liberdaJo grandena, felicida-
de, taes foro os dons d'esto dia memoravel ,
que nos fastos da nacao Brasileira se inscreveo
- Oprimeirocom o nome immori.al do Augus-
to Pai do Vossa Mageslade Imperinl, e como
Segundo da glorja mais pura e mais brilhan-
le para Vossa Mageslade Imperial.
Concluida a leitnra, o Ilustre orador diz,
|UcS. M. Imperial so dignou responder nos se-
guidles termos :
Sao-me summamento agradaveis ossenti-
mentosda cmara dos Srs. deputados.
A resposta recebida com muito especial a-
grado.
Continua a discusso da resolucao, que ap-
irova a a|iosentadona de varios Desembargado-
res islo 2 da Relaeo de Pernambuco, c 1
la RelacSodo Maranho.
Depois de dlscorrerem sobre a materia os Srs.
'.arneiro da Ciinha, e Pessoa de Mello fca a
liscusso adiada
Knlra em discusso a proposla do governo so
re o crdito para exercicos lindos.
Le se um ofli.-io do Sr. Ministro da fazenda ,
liirlicipando nao poder comparecer em conso-
juencia de ler que assislir noSenado discusso
lo oreamcnlo. Fica a cmara inteirada.
OSr. Silva I-erra/ propSe o adiamento para
|ue se pecao ao governo as tabellas e os mais es-
hireciuientos necessarios.
O adiamento apoiado.
O Sr. Henriques de Re/ende propo o adia-
nento para a sesso do anno sguinte, oque
ntretanto se peco ao governo lodos os oscla-
recimentse tabellas.
Ksto adiamento igualmente apoiado.
Dep lis de algum debate, em que tomo par-
te o< Srs \unes Machado, Henriques de Re-
.ende Silva Ferraz SoUsa Martins Rodri-
gos Torres, e Paula Candido d-se por dis-
ulida a malerin.
O admenlo proposto pelo Sr. Silva Ferraz
npprovado., e rugeitado o proposto pelo Sr.
'lenriques de Resende,
11 Sr presidente nomeia o Sr. depiitado
fjari ia de Aluntida pira substituir o Sr. Luiz
intonio Barbosa na coutmisso de assetnblas
irotinciacs
hst eigotada a materia da segunda parte da
udoiii do dia, o contin i-se com a da primeira
larte, isto 6 com a resolucao que approva a.s
ipoM'nladorias de varios Desembargadores.
Fallfiosobre a resolucao os Srs Paula Can-
udo Henriques de Resende. Silva Ferraz e
\lmeida Albuquerque ea discusso fica a-
liada pela horav
dem do dia 12.
O Sr. Maciel Monteiro, como orador da de-
iiutaco nomeada por esta cmara para con-
gii.tularS. \1. o Imperador pelo seo feliz con-
orcio d conta da commisso lendo o dis-
curso, que tevi a honra de proferir na presenca
le -S. M M. II. ao qual S. \|. Imperial hou-
\e por bem responder, que agradeca muito os
entntenlos, que a cmara dos deputados Hu-
man i (eslava.
A resposta de Sua Magostado recebida com
muito especial agrado.
O Sr. Silva Ferrai ( pela ordem ) oflorece
considernco da cmara o sguinte requerimen-
lo depois de ler feito sobre elle varias obser-
vaedes :
Requeiro, que se peco ao governo infor-
maces sobre o laclo occorrido na Repblica o-
riental entre um oficial da mesnia Repblica, e
o uosso agente dijilomatico e as medidas que
a este respeito tontn o governo e o resultado
d'elUs. Silva Ferraz. n
Segue-se a discusso, emque tomo prteos
Srs. Ferreira Franr/a Silva Ferraz Maciel
Monteiro, Carneiro oa Cunda Nunes Mhcha-
do, e Rodrigues Torres (ministro da marinha.)
liste ultimo senhor assevera cmara que a
Repblica oriental annuiocomplotamentequil
lo aiip 'i ttoverno *irr.siC!ro d ea exi'#o i de-
clara mais que o digno Ministro residente n'a
quella Repblica; o Sr. Lansanrfto doSioim-
bi deseinpi'nhou inleirnmente muito bem a
confianca do governo n'esta parte.
U Sr. Silva Ferrax rnoslra-se satisfeito com
activa, numerosa e forte Urna naco de explicedlo dada por S Ex. o Sr. Ministro da ma-
ri.iha e retirs o seo requenmimlo.
Contina a discusso da resolucao,que ap-
prova as aposentadoras concedidas a dois Desem-
bargadores da Relaeo de Pernambuco e um
da do Maranho
Depois de fallarem sobre esta materia os Srs.
Carneiro da Cunha e Nunes -lachado que faz
um longo discurso a respeito fica a discusso
adiada pela hora.
Futra em (erceira discusso o projecto sobre
diviso de Ierras e colomsacao.
S5oanotadas militas c diversas emendas.
O Sr. Fonseca observa a cmara, que se nao
ilude votar em materia de tanta magnitude e im-
portancia, sem que os emendas, que se apoia-
ro sejo impressjs, e at que o sejo, prope o
adiamento.
O adiamento apoiado.
Depois de longo debato vai-so para votar e
verifica-la nao haver casa, em consequencia do
que procede-te a npva chamada.
Varit'clade.
O CARAPUCEIRO.
UM QDEIXOSO DOS CICMES.
Acabo de ser instado por pessoas de minha
amisade para que publique a sguinte corres-
pondencia que ha poneos dias me foi entre-
gue e a accompanhe das reflexes e glozas.
que me occorrerem. Ahi aprsenlo pois
correspondencia, depois da qual irn as minhas
nondernces taes, equejandas, advertindo ,
ijue isso de cara pocas torio a quein loco c
que em meus pobres escriplos nunca tencione
lazer allusSes. Se alguem ha que, dando
tractos ao engenho, descobre ca becas emque
assentao do molde culpa he de sua refinada
malicia e nao de minha inlenco. Callanto
calsndo nao ha ahi por essas lojas que ajustan
tao bem no pe d'este oud'aquelle que pa-
receni obra d'encomendn ? No mesmo caso es-
lo as carapucasda minha fabrica.
Illm. Sr. litdaclor do Carapuctiro
Quando li seu discurso relativamente ao ciu -
me interiormente setjti summa alegria : p
lite rogo continu ; pois so assim se ir des-
vanecendo a ignorancia de muitas ftras com os
seiis sonhos e ciumadas, que tudo incom
modao surdindo de taes excessos desordens .
barulhos descrdito vergonha entre as fa-
milias e maos exemplos aos innocentes fi-
Ihos.
Conheco neste Recife um homem sisudo com
mais de .'i"i annos de idade de bons co-tumes
mui occuoailo e activo em suas ohrigacoes
Este infeliz homem casou com urna mulherj
madura e ha perlo de i o annos; e desde en-
lo v-se perseguido por ella a nonio de nao
haver um s dia em que nao appareco ba-
iiilbos, e feiasronlestaces nessa casa ludo
proveniente dos ciumes da maldita mulher
lilla o desacretida em altas vozes : nao ha ne-
gra ganhadeira aguadeira quilandeira ot.
qualquer pessoa que v sua casa a quen.
o drogo da ntlliber deixe de manifestar seus
ciumes, inventando fados afirmando-os co-
mo verdicos com pragas e juras que fazen
abir o queixo, sendo ludo urna pura falsi
dade.
Nao satisfeitn com isto ella encarrega alvi-
treiras e enredaderas de Ibe darem noticias
do aperreado marido ( o que Iho custa caro) :
indaga o pesquiza onde o viro com qtiem
eslava se com homem com rapaz ou com
mulher se hrancos ou pretos : o que dizia .
o que fazia onde enlrou ; finalmente chega o
maldito ciume a ponto de ler espias quo o
accompanhao at quando vai a iIissa e al
em osa se alguma das escravas accode ao cha-
mado de seu senhor para Iho levar agoa a sala,
onde esti na volla vai ludo raso : atira coni
o copo e bandeja pelos ares, p a cara oa po-
bre preta he una batana de bofetes. Que
inferno em vida A loda hora ha brigas, p
desgostos nessa casa e as vezes tal gritara .
que chega a nrcodr a polica e o marido sem-
pre corrido de vergonha. Militas vezes os vi-
zinhos tem batido porta julgando que se
est cometiendo algum roubo ou assassinio :
tal he a herrara dessa mulher. Continu, meu
caro Sr. : hala de rijo nos cosos extremos,
cubra-os do ridiculo faca-Ibas ver os males .
que causo ao prximo e a si proprios. V.
S. felizmente nao tem experiencia do que vai
por esse mundo a respeito de ciumes entre ca-
sados. Faca mais esse servico sua patria no
que alem disto muito contentar ao seu cons-
tante leitor Um dos quexosus.
Creio que me nfio lancro conta de jui
7o temeraria se peio menos tver vehementes
suspetas, de quo oslo meu II lu lie correspnn
denle hesem lirar nem por o mesmo nparlyr
que ha 15 annos esposou se com urna mulher
.I madura idade, &C.&C !i qsetjriaS >.'.::<,'*
Ouem o inandou catar com urna vcllia ? U ciu-
me be urna paixo que parece cerscer com os
annos ; porque se o ciume nasce da descon-
fianza ou da certeza de nao merecer a inteira
alTeii'o do objecto amado claro esta que he
elle mais proprio nos velbos que nos mocos.
Estes esto no vico da idae cotifio as for-
cis e gracas desses annos e de ordinario nio
receio que baja quein os tito do lanco : a-
quelles porem j no occaso da vida tem perdi-
do a mor paite do bnlho desconlio dos seus
merocimentos e a cada passo se Ihe figura ,
que Ihes arrancio das unbas o dolo das suas
adoracocs.
Alem disto o ciume be muito mais ordinario
na mulher duque no homem '. por isso que
a primeira reconbe-so mais fraca e mais de-
pendente, e tambem pode ser, j'|ue por haver
nella maioi amor. Porem o ciu me cnt urna
moca he commuinmentc inuili. me nos tempes-
tuoso que n'uma mulher, rujo: encantos ja
se vo fanando cujas gracas j esi 'o de moi-
le-cor A moca menos experienli e me-
nos secarrona nao repara em lodos i s passos de
seu marido muitas colisas Ihe passn > por alto,
e assim vai vivendo em doce seguridm le : a ve-
Iba tem malicia requintada e nao Ib eescapa ,
orno vulgarmente se diz, camaro pela ma-
lla A moca anda quando lenha 'eu ciu-
me/ inlio de ordinario o que laz he a, gastar-
se com o marido e em quanto duiotis arru-
los ( que muitas ve es nao < heg&O a 24 lu >ras )
tractal-0 com nmita gravidade, e pob.'ica,
chamando-oSr. Fulano de tal. e respondpn do-
llie com semblante carregado e un pou as
linlavras : mas em o magano do marido tu "m
arripiando com ella e fazendo- Ihe caricias ,
lissipa-se o nevociio assoma-lbe nos labios c '
riso d'amisade e sem mais prembulos cele-
iro-se as pazos o ficao to contentes como
lous pouibinhos : porem o ciume d'uma velha
lie um temporal desfruto he urna trovoada ,
lie um terramoto. O seu amor proprio,julgan-
lo-se grave e profundamente ollendido p. la
verdadeira ou supposta preferencia lie urna
ratera, que vomita lawis de injurias, dequei-
xas de exclaniiices de juagas e juramen-
los. De balde o a|iou<|iien(ado marido escogi-
ta mil evases engendra, ou realmente exi-
lie as mais plausiveis rasoes as maisatlend-
veisdesculpas; a furiosa Megera a mua se do-
bra de nada quer saber. Em van ihe dir
Senhora veja que enlrei n'aquella casa ;
porque fui ajuslar certas cuntas com um meu
devedor l hospedado : aqui esto as cuntas ,
olhe para ellas &c. &c. : a velba nao aitcndo
i nada e s faz gritar. V ore. nao foi all ,
seno por causa da moradora da loja pur
causa o ha de ser o motivo da minha morle : e enlo
nor quem anda voc rloido Por urna cousa
horrenda, por urna fumen ga muilii infame,
&<: &c A esles gritos accode a vizinham a ,
laro os viandantes, ese he de note elles pro-
voco as pesquzas da ronda.
Se essa'serpente j era revelhusca, quando
casou ha 15 annos, como estar agora ? He
nina verdadeira calamidad para u fciinilia. E
o que ser se ella sobre velba rabugenta cio-
.
da e garbosa e quzer galear dando ligas
s mocas ? Nao llavera mora que nao adop-
te loucanha, que nao ponha em si e Iraje,,
que nao queira para alli custe o que custar ,
saia donde sahir : e se o inarlyr do marido
arrepella-se e furta-se a taas exigencias,
isso he que he revolucao ; e lalvez diga com
toda a sanha que se elle ercononiisa nesves
artigos de despeza nao he seno para po-
der gastar rom outras: e por desabafo n o ser
maravilha se se dirigir ao seu guarda-roupa,
efi/erciii liras vestirlos, mantas chales &c.
&c. Mui respelavel hesr-ni din ida uina senlio-
^a idosa quando sabe portar-se com a i-isu-
dea propria da sua idade quando ji desen-
ganada das vaidarles do mundo piocura mere-
erestima pela sua gravidade por seu porto
serio, e nao por alralvos proprios do verdor
dos annos : mas una velha com presum oca
e moca urna velha que anda pretende se-
luzir por encantos que ja/eni inurchos e
abatidos, ho em verdade um objecto exlre-
maniente ridiculo. No mesitio caso pouco mais,
ou menos est o velho.
Todavia releva advertir que longe, e mui
longo estou de apjirovar maganagens rio nmrirlo
pela raso de sel casado rom n ulher idosa, ou
doente. A fidelidarle conjugal he dever recipro-
co : o matrimonio alm de sacramento he um
contracto bilateral isto he ; que igualmente
obrtga a anibas as partes; e conoegu nlr-nienle
nenhum privilegio tem o homem para fallar ao
que prnmetteo a sua mulher. Isto posto quem
sabe, se o Sr. queixoso lem rulpaa no carlnrio?
Quem sabe so be da i lusse dos sonsos que
parece uns nriooenlinhos e pela calarla vo
fazendo das suas ? O corlo he quo de maravi-
lha llavera mulher, que rompa com sen marido
nesses excessos de ci mos sem que ha ja elle
dudoalgum motivo pelo menos de vebenieules


- M
=.5.=
suspeitas. Pobres Senhoras! De ordinario os
maridos prego-lhos cada forquil/ial E nao
querem que illas se zanguem e amargu-
reni ?
, Qu.indo urna joven de honesta eduracSo liga-
se um lioiiicn pelos sagrados vnculos do ca-
zamento sacrifica-llie qu possuo, tornando-so tnai perde os graciosos pri-
mores da virgind.ide exooo a propria vida, ou
adquire en Ir m i i J ,i i! s que lh amarguro a
existencia : ella nao conhere oulros olijeclos i'e
seu mais intenso amor, i'o que o esposo e os
ilhos : e nao he una crueldad?, urna lyrannia
desprezal-a esse esposo, c laltar-lhe a fidelidade
Eroiucltida? E que funestas consequencias d'a-
i nao resollad para tuda a familia, mormente
par.- a educacSo dos filhos? Comummente nin
guem casa forrado, nem com os olhos tapados :
logo nao se leve admittir a desculpa d'aquelle ,
que di/ : cazei com urna vclha que he una
arpia, de. &c. Bemsei, une muitos consorcios
nao se lazem por mutua inclinacan, sitli nica
mente por inleresse: e d'aqui a rasio siifTi. ente
de innmeras desorden* em muitas familias:
mas ainda assirn nao he isto motivo para que
o marido falte ao que tao solemnemente pro-
metieo a sua mulher.
E oquo se deve ilizer d'um homem easr'o que
tem barrogs,leudas, manteuddS, e muitas vo-
zes com o maior escndalo9 Km que pelagodo
desgostns nao vi\iri morgulhudo o corarlo d'u-
ma mulher, cujo marido assiiii procede? Que
trislissimo e horrivel exemplo pura os ilhos,
e domsticos E nota-se que tal he a miseria
de taes dcsrcgramcnlos, que de ordinario a a-
masia he milito interior em condieo ern bel-
leza un ludo a legitima mulher! CJuor-me
parecer, que um governo sabio muito eoncor-
reria para os bons costumes se na distribuir/fio
dassuis merecs o honras attenlasso escrupu-
losamenle para as virtudes domesticas dos t ida
daos e por outra parle denegasse lodo, e qual-
quer favor ao mao pe i ao mao ilho ao mao
esposo &c. &c. Assim he, que a meu ver
multo melhorarif'o os nosios costumes : e he
mais que muilo sabido, que sem bons costumes
nao ha leis que aprou'ilem. nao pode haver ver
dadeira prosperidade para qualquer estado.
I ornando porm ao nosso quixoso concluirei
Jconseihindo-lhe que caso s-ja sua menum
innoeentinho e sua mulher urna furia de in-
fundados ciu mes deve soflrer ludo pelo amor
de Heos e em descont dos seus poicados e
procurar lodosos meios brandos e decente*de
.a pacificar, L'indestes meius j Bppruvado pela
expenencii' be nunca rixar neni alterca' com
ella : deixal-a desabitar e nada mais. Outro
sim minea llie d a entender nem por palavras,
nem por obras que a tem por velha ; pois nao
ha olTensa de que ordinariamente mais se sin-
ta una mulher.
to do velho onde entra? c sabia seu bel
prazer.
Urna terrivel peste accometteo eslepaiz; e
assentarao os doutores que no ar eslava todo o
mal ; e assim todos os enfermos cuidrao de
emparedar-seo mais que Ibes era possivel. O
contagio chegou taml.em ao bom Brahmine ;
mas este nSoqui/. usar, para salvar.se, da pre-
cauco ordenada pelos sabios da India. Dei-
xai, disse elle a seus servo*, deixai essa janella
aborta; que de outra sorto morrer a pobre an-
dorinha, c seus filhinhos. Os senos repro-
inaomteriormente esta exqui/itisse, eaban-
donado com despreso a um insensato que
quena morrer. Quanto porm zomba Brahma
da sciencia dos homens! Todos os enfermos
preservados do ar dtscrao sepultura : s o
Brahmineescapou, e restaboleceo-se prompta
mente O po>o, testemunha d'um successo lao
imprevisto, concebeo alta ideia da medecina das
andorinhas csd'esse lempo que all se costuma
a di/or que os melhores remedios sao boas ac-
do de dar seus alvitres.
llovmenlo do Porto.
COWWIERCIO.
Alfandega.
Kendimento do dia 13......... 7:2018924
Descarrgo hoje 14.
Marca Hortense fa/.endas.
Brigue importador lazcndas, taboado
arcos, e albos.
Barca Ziha fuzendas, o batatas.
Patacho Josefina fumo.
Navio entrado no dia i 2.
Havre do Grace ; 48 dias, barca franceza 'Lilia.
de 227 toneladas, capitn Auguste Bucher ,
equipagemll, caiga lazendiS : a Bolli &
Chavan nes.
Ditos no dia 13.
Rio Grande do Sul. pela Baha; 33 dias, bri-
gue-escuna brasileiro ;ha neladas, capitfio Maroolino Kiancisco Hozas,
equipagem 11, carga carne secca : a Amo-
rim & I maos.
Dito; dOdias, brigue ingle/. Victoria, de 165
toneladas capitao II. Street N equipagem
8, crga lastro : Ordeiu.
!>ec!aracoes.
Os prejuizos.
Os prejui/ossao npmioes v indas da educacao,
e muitas \e/es as opio oes sao ptejuizos viudo*
da instrucco* de maneira que podcin-seacbar
opinics mui moaveis ou antes conhccimcn-
tos reaes em homens tidos em conla d'escravos
de prejuizos e falsos prejuizos em outros, qui-
se i reein mais instruidos. O povo, para quem as
doutrinas moraes sao prejuizos rotehidos na in-
fancia e provenientes da educacao pode ser
bem, e sullicientemente instruido, se essas dou
trinas lorcm boas; c os homens que le de
algnns sofistas ou s pela auloridade da sua
rasan pe em problema a moral, e. os deveres,
sao homens de prjimos ; e toda a dillerenca es-
t, em que uns receberio os seus pre uizo a
soiiedade e os oulros reccherao nos d'alguns
homens.
Eu nao trato dos usos, fizicos, que nao sao.
nem podem ser, senao prejui os. prejuizos, que
recebemos rom 8 vida, prejuizos, uue por gus-
to ou sem elle rumpre, sigamos na pratiea, e
Sobre os quaes nao poderiarnos suscitar din idus.
nem ser suficientemente esclarecidos pela nossa
propria rasao, sem roiupermos lodo ocommcr-
cio com os nossos si ni i I li .i ii lt*s e at compro-
metterinos a nossa existencia. Assim que ne-
rihum hnuiein sensato po/. nunca em duuda, se
os alimentos, de que usa .1 exemplo dos de mais
homens, sao proprios para Ihe nutrir o corpo ,
ou se o modo porque mora em casas vesle-se,
&e. e que se v loriado a imitar he bom, o
sabio, com quanto ests usos, ou pralicas nao
sejo seguramente para cada um de nos, senao
prejuizos.
/Continuarse- ha.)
A janella do Brahmine.
Fbula,
Havia na India um velho Brahmine famoso
pela sua beneficencia, e costumes bo-pitaleiros.
A ra/.inha em que habilita na niaigeiu do
Ganges, pareca pertencer a todos os viajantes ;
e me urna andorinha havia Irez me/es, que ti-
nba tuspendido o leu ninho na janella do (tuar-
IMPOBTACAO.
lorense barca franceza vinda de. Havre
de Grace entrada no correte mez, consigna-
da a Kalkmanu & Bosemuud, manifestou o se-
guinte :
Svaiaa fazendas de seda, 29 ditas e 2 fardos
ditas d'algod o, 1 lardo ditas de la 2 carxas
conservas, 1 dita pertences deeMiiptorio, 1 dita
chapeos de sol, I dita perfumaras, 1 dita relo-
gios 1 dita litas de seda, 2 ditas carneiras i
dita grvalas 4 ditas suspensorios, 10 botijas
a/eite d'oliveira 1050 barris manteiga ; aos
consignatarios
50 bairis manteiga ; a Le Bretn Schramm
AC
2 fardse 2caxas fazendas d'algodao 14
caitas ditas de seda; a J. Keller.
8 caixas fa/endas d'algodao 1 dita ditas de
la 2 ditas ditas do seda, 1 dita linbas, 5 ditas
peos 1 dita ditos de sol, 2 ditas livros 4
ditas carneiras, 2 ditas calcado, 1 dita papel ,
50 barris manteiga ; a Lenoir Iuf;et& C.4
1 barril vinbo ; a Meuron & I].1
5 caixas drogas, 5 gigos e 2 caixas vidros fi
barris sementes de linbaca 1 caixa papel; a
Saisset & C.
3 caixas fazendas d'hlgodao ; a Tobler.
5 ditas ditas; a Tobler Freres Jp C.1
2 caixas suspensorios, 3 barris rame de la-
ta o 1 caixa colxetes 2 ditas acido ntrico 2
ditas conservas, 3 ditas bixas, 8 embrulhos a-
mostras; a Ordem
1 caixa htase luvas, 2 ditas fa/endas d'algo-
dao 12 ditas papel 1 dita allinetcs, 1 dita
miudezas 7 ditas calcado, 3 ditas carneiras, I
barril rame de latao 3 caixas chapeos, 1 dita
ditos de palha, 1 dita ditos de sol, 3 ditas vi-
dros; aJ. F. Adour & C*
3 ci ixas vidros ; a llerbster.
50 gigos vinbo champanbc ; a Me. Calmont
3 bahus bej.,larias ; a Jacquesson.
1 caixa livroi ; a Bez Deshajes C.a
4 barris tinta de imprimir 1 caixa objectos
le typographia 5 dilas pi pe. 1 dita fazendas
ile iaa 13 ditas calcados, I dita suspensorios,
I dita carneiras, 1 dita perfumaras, 2 ditas
miudezas, 3 ditas livros II fardos ditos em
folna. 4 caixas vidros, 1 dit couror de lustro.
1 dita instrumentos de muzca, 2 ditas cbapus;
a Avrial l'rres.
Para a fuhia.
1 caixa fazendas de sedas, 5 ditas ditas de li-
nho, 13dida ditas de alodo. 9 ditos sus-
pensorios, 100 barris manteiga; ajerler Frrcs
& Trimchg.
4 barris vinbo; a A Harache.
1 dito dito ; a B 1 loquet.
150 ditos manteiga ; a W. A. Bieher & C.
110 ditos vinbo, 52 gigos e 6 caixas dito
champagne 1239 gigos batatas ; o Capiao.
!'caixa fa/endas para toletes, 1 dita merino;
i E. Holj & C.
1 dita fazendas de algodao; a A. C. Brun-
ner.
1 raia chapas Dagoerreoljpe; a Ordem.
40 Milu- chutuno em folha 2 dita*
pintado, 1 dita velas ; a Meuron & C.
Oescrivao cadministradordaniesa de diver-
sas rendas provinciaes delta cidade avisa a tintos
os senhores proprielarios dos predios urbanos
dos tro/ bairros desta cidado e novoacao dos
Aflog.dos que tondo ja por ve/es lembrado
aos ditos Srs. o pagamente da respectiva dci-
ma desuas propiedades coi respoi dente ao
semestre ultimamepte vencido e dos annos
anteriores, e nao tendoati* o presente se rea-
lizad., o pagamento dosses dbitos, de novo se
annuncia que se vai proceder executiva-
meutt contra todos os devinlores, pelo princi-
pal e juros decorridos publicando-se os no-
mes de todos os llovedores antes de seren as
relavos reinettidas para o jui/o dos feitos da
f.izendi. K para que consto m ndei alixar o
(re/ente e publical-o pela imprensa.
Avisos martimos.
sPara a Babia segu viagem com toda a
brevidado o patacho nacional I-urde Maroim;
quem no mesmo qui/.er carregar ou ir de pas
sagem dirija-se a Gaudino Agostinho Je Bar-
ros na pracinha do Corpo->anto n. G ou ao
capitao Joao Jos da Nilva Papalina.
Para o Maranhao partir com a inaior
brevidado possivel o briguo-escuna5. Matheus,
capitao e pratico Joao de I eos Pereira ; para
carga e passageiros, para o que lem cxcel-
lenles cominodos trala-se com Firmino Jos
b'tlis da l!o/a.
Para o Havre seguc viagem no dia 7 de
Novembro a muilo veleira baica franceza lio -
tense capitao Morvau Keval por ter a maior
parte da sua carga prompta ; quem quizer car-
regar, ou ir de passagem dirija-se aos seus con-
signatarios Kalkmanu & Rosemund, na ra da
Cruz. n. 10.
Le i I oes.
I't IWI
ri -
Bolli &Chavannes far*5 leilao por in-
tervenido do corretor Oliveira de grande o
variado surtimento de fazendas franeczas, suis-
sas e alemas de seda la lindo e d'algo-
dao muitas das quaes sao recentemenle che-
gadas : terca feira 17 do corrento I 10 hora
da manh, no seu arma/ein na ra da Cruz8
Avisos diversos.
Perdeo-se urna carteira preta grande ,
com cincoenta e tantos mil res em sedulas, sen-
urna de 203 duas de 108 2 do 5S reis ,
e mais algnns papis de pequea monta entre
os quaes um recibo de loros passado polos Ira-
des do Carino ao advogado Joao Baplisla Soa-
res; quem a adiar e qui.er restituir dirija-se
ao paleo do Carino a casa do l)r. Ibiapina, que
est autorisado para gratificar.
Aluga-se o pruneiro andar do sobrado n.
21 da ra estreita do Bozario ; a tratar no se-
gundo andar do mesmo.
Sur ir iln de Ph lo-ihalia.
O primeirosecretario por ordem da direc-
cao convida aos Srs. socios a lim do ruuuirein-
se em sesso geral no dia 15 do correlo polas 5
lunas da laido a lim de disculir-se uilia indi-
cacao proposta pela mesilla direccao. Approva-
cio de 2*empregados nomeados interinamente.
A commi.isao admini-trana da soiiedade
Terpsichore, convida aos Srs. socios para a pre-
sentaren! a proposta dos convidados para a par-
tida do 4 de Noveiin ro na sessao de 18 do
correte em que ter lugar a approvaco de denles ,Paslilbas de muriato de mo'iphi
novos socios. e ipecacuanha, Paslilbas limssimas de bor-
= Precisa-se de um pequeo portugoezpara tell-pimenta Paslilbas de bi carbonato do
raixeiro lora desta cidade dando fiadora sua soda", e ginaibre. As verdadeiras pilulas ve-
coiuiucta, e aflianca-se bom ordenado ; na ra getaes univetsaes do D.r hrandreth vindas
do l.ivr.imenlo n. 10.
Aluga-se melado de urna casa terrea no
jg=====j!==s=5= ... r
A pessoa, que annunciou no Diario do
honiem querer allugar meta le de urna casa no
bairro de Santo Antonio dirijase a ra do
Livramento na botica de Manoel Romo,
que Ihe dir com quem se pode tratar.
Sr. Redactor. Como tenho visto pelo D.->
A'oro seiem calumniadas algumas pessoas das
mais respeitaveis desta provincia, posto que
eu nao soja urna deltas, porem com tudo fico
satisleilo e me dara por injuriado se or olla
mesmo fosseelogiado; assim tenho respondido
a todas as increparnos, que se me lazem ; as-
sim como nao vollarei mais para responder
certa sucia infame... Z F. D.
Desoja se encarecidamente fallar com o
Sr. Luiz. Jos morador em Paja de Flo-
res ; loga-seao dito 5>r. annunciar a sua mo-
radia nesta (iraca ou lazer o favor dirigir-so
ra larga do Bozario junto a botica de Barlho-
I uneo ,\ Huimos, no segundo andar.
Precisa-se de um homem, que enlenda
de trabalbode padaria ; na praca da Boa-vista
n. 1 : na mesma casa precisa so tainbcm alu-
gar um preto para o meso o trabalho.
LOTERA 1)0 TIIKATHO.
Os billietes da !. parte da 15.* loteria, cu-
jas rodas andad impreterivclmenle no da- 19
do crrante Oulubro, atbao-se venda nos lu-
gares do oslme.
= rugi um papagaio no dia 11 do corren
te a norte, kvanuo no pe um (ledacinho da
crrente, a que eslava preso ; quem o achou, se
n quiM-r restituir dirija-se a nasa no ahaiio as-
signado na ra da Sen/alta velha n.u 100, o
ser gratificado. Juaquim de Suusa Pinto.
= Aluga-se em Olinda para se passar a fes-
la e tambem por mais tenqio motado de urna
casa terrea com boa sala quintal, muilo Ires-
ca o vista para o mar ; a fallar na mesma
cidade, venda junto ao calabonce na ra do
S. Bcnto.
Aluga-so a qualquer estrangeiro e por
me/., parte de urna casa mobilhada no cami-
nho dos Aflictos, contend) duas salas urna
d'dlas indei endent e outra com 2 quartos ,
cosinha, e cocina |ara cav los : a tratar na
ra da Cruz n. 38 segundo andar.
Da-se dinl.eiro a premio em pequea
quantias, sobre penhoies de ouro, ou prala; na
ra Nova n.8 57.
Aluga-se urna casa terrea na ra do Co-
lucilo com quatro quartos, quintal, cacim-
ba e 2 salas po preco commodo ; a tratar
na ra do Coluvello n 85
Unta mulher de bonscustumes se encarp ga
da criaio de meninos de peito impedidos o
ilesimpidoa; e tambem recebeu meuinos dis-
maniados para curar da sua educacao, no quo
promete esmrar-se : quem do seu prestiu o se
qui/er utilizar dirija-se ao patio do Carino
n. 24.
VE1TCH, BRAVO &C
Vendem na tua botica e armazem de drogas '
na ra da ,\ladre de Dos n. 1.
A prepararan seguinle por preco muito com*
modo e de superior qualidade.
Gregory's Powder.
Nao llavera pessoa alguma que tenha feito
uso dcste medicamento em qualquer parle do
Globo que nao tenha sentido seus beneficios.
Os seus elfeitos principies he ser um ptimo
purgante estomtico e muito til as do-
encasdo ligado, bato, de tanto p'ogridom e lanos estragos produ/em
constantemente estas doencas, sao raras as pes-
soas que nao temeonheciinentos dos bons ef-
feilos desto remedio. () menino o velho de-
crepito e finalmente o homem em qual. uer
idudo da vida pude sem recelo algum fa/er
uso desie medicamento cujos efleitos salula-
res nos fa/einjulgar urna inspirato divina ao
genio sabio e philantronico de seu aulhor.
\ dose deste medicamento he urna ou duas co-
I hores. e eln misturado com agoa, duas, ou
trez vezes por dia.
Na mesma casa tambem se vendem tintas,
e todos os oulros olijectos de pintura ; verm/es
de super or qualidade entre ellos um perfei-
tamento bramo e que so pue applicar so-
bre a pintura mais delicada sem que produ-
za alleracaualguina em sua cor primitiva. Ar-
row-Boot de Ser muda,Sag, Slameles, -
Sabio de Wmlsor, Agua de Seidlilz, Agua
de Soda,Agua de Sol/.,Limonada gasoza ,
'I inta superior para escrever, l na para
marcar ropa,Perfumaras ingle/as, Fun-
das elsticas de patento,Escovas e pos para
na
irinrinin .1
V I | ,.m~ *
.1.M.J I ll-WO>,\ M(lga'ld>,
de seu aulhor nos Rstados-Unidos, 4c &c.
Cjuem precisar de urna ama nra lodo c
inuiio noa servico do urna casa dirija-se ao beco do Car-
e grande ; quem a pretender dirija-se a ru do careiro na luja do sobrado da esquina p. 9
1 que achara c-gm (jueut UaUtr.
.Livrumento n, 5,


= Tro-se folhas corridas e pass/ iportos
parri fra e dcntr do imperio, ludo r >or pro
co inulto cuninii'lo ; quem pertonder, dirja-
se a ru i lo R mgel n 34.
=Pnsisa se saber da moradia do r. Jos
Mara ('.car do \ anual. '|ue temr os morn
na fui das Flores a n">ocio de seu ioteresso ,
por ski ijncira annunciar pira sor pr ocurad .
Ar enda-s um sitio m inafi( cm do Rio
Cipihiribo unto a otaria do Fo <|uo com
casa da viviMida e sen/.al!a : r io atterro da
Boa-vista n 43.
= l)a-s30.)$ rs- a Juros P f penhores de
ooro ou prata ; quem preis ar dirijase as
Cinco-pontas sobrado n. 42.
= Vluga-se o segumlo o terceiro andar e
sot&od ra Guia n. 42; a tratar no primeiro
andar do memo.
Xas Na loja do Joaquim Minia da Silva, na ra
do Crespn 19, existe urna carta vinda do
Porto para Antonio Eduar lo Braga que d-
?em, foi com fa/.cndas destd. cidade para a de
Mace 18 W.
= A-hou-se o li'lh'-te n. 2503 da lotera n
favor da sobras da in.itri dfl Boa vista; quem
farsea k'ni dan lo os signaos llio ser* en trege,
na ra do Crespo loja da viuva de Allonco &
Companhia. No domingo prime ro lo correlo
perdo-seum'a medalha le ouro no meio do
um lado tnm urna corda e dooufro lado urna
estrella; quem a tiver a -ha lo e a quor resti-
tuir dirja-se a mesma loja que ser re-
compensado.
= Quem precisar de urna ama com mijito
hom leite, o sem lilhu dirija-so as Cmeo-
ponlas n 26. .
AluM-M um sobrado do um andar o
oto com um grande armazn sito na ra
da Vioeda n. 23 ; tainbem se aluga urna casa
terrea com solo duas salas e duna aleovas
envidr.tcadas, coznh fra quintal murado .
* e Mofan ba sita na ra da Gloria. Vr,nde-se um
braco do balanza com conchas e peses tanto do
ferro como do bronze ; e um pil'io de sucu-
pira ; mi roa da >ladre do Dos confronte a
[greja no segundo andar das 6 as 8 horas
da manhaa'. e das duas as 4 'la tarde.
A pi'ssoa que annuneiou prerisar de
um soto ou a metado de urna casa, para urna
s> pessoa dirija-se a ra do Cabula n. 6.
= \ lug a se urna casa terrea para se passar
a festa no Monteiro com i quartos cozi-
iiba fra qi larios para negros estribara pa-
ra 3 carvallos dous quintaes murados e cacim-
ba e portao pa.ra o rio ; quem a pretender an-
nuncie.
Arrendarse o segundo andar da casa n
18 na ru i do Fog ; a tratar na ra do Quoi-
mado sobrado n. 't.
-=. Da-se a juro sem pequeas quantias de
100) rs. at.'iOuS l.* so',re penhores de ouro
sem leitio ; e vende-se um moleque de naco,
de lo annos; na ra do Cahuga loja n 9.
as Aluga-se na rm.>. que vai para o Pco-
da-panolla duas casas terreas de pedra e cal.
com frente para o nascentc com quintaes mu-
rados, e contiguas, urna com 3 quartos duas
sala tostaba, estribara 8 [><> o com boa agua
de beber e a outra com dous quartos duas
salas, coznha fra e quintal, podendo quem
' tiver lamilla grande alugar ambas pois tem
communicacao pelo interior ; a t-alar com Jo-
s Lopes Hoza na ra do Calinga n. 9 terceiro
andar.
Aluga-se urna negra para vender na ra;
auem tiver annuncie.
Precisa-se de um mestre para urna bar-
cassa : na fortaleza do Bom-Jesus.
Precisa-se alujar um negro para o ser-
vico de bolequim : no botequimda estrella.
Aluga-M! um andar de sobrado imi Fora-
de-portas na ra do Pillar n 122 ; a tratar no
nwsmo.
LTm homem hbil, de boa conducta e com
bastante pralica se offeruee para administrar
qualquer engenho, para o que d eonheiimen-
de sua conducta ; quemo precisar dirija-se a
ra dos Pires n 21
Francisco Cor/leiro Rapozo embarca pura
o Rio de Janeiro suas es'-ra\as u i.a de no-
me Luiza de naco ngola e de 18 anuos .
comprada a Jos Gonealves de S e a Joo
Jos de Moraes o escravo de nomo Antonio de
naco Angola de idade de 18 annos.
ou sem ellas com tanto que nao tenha vicios ,
oudefieitos; no pateo do Hospital do Paraso
n 20.
Vendas
Compras
= Compra-se ou aluga-se um negro, que
cozinlie ; na ra do Crespo loja de Joaquim
Maia da Si|a, n. 19.
Compra-se a obra de 'V oltaire em 5 to-
mos, que esteja ein bom estado, anda sendo
servido : na ra da Florentina n. 16
Compra se urna casinha meta agoa, que
estpja em bom estado, c que seu preeo nao
Vendem se chapeos para senhora do
melhorgosto possivel modernos, de seda e de
crep mu bem leilos; e tainbem se fazom do
-ncommen l ; copas francezas das modernas,
llegadas agora, para quem costuma fazer cha-
peos de senhora a 320 e em duzia sedan
niais barato ; flores e fitas de bom gosto agoa
de colonia cm frascos brancos, e em vid ros ,
difieren tes banhas de urco e de outras quali-
dades poicada franceza sabio supeior, ma-
cass perola e de olee encllente espirito de
limpar denles botando-se urna pequea gota
em umeopo dagoa esfregando-se com a es-
ova, llanos dentes bastante alvos, bonitos
pannos de la e algodo para cobrir bancas de
lirio de sala superiores ocu'os ingleses de ver
o longe iltosde urao, Meatos de couro de
lustro pira senhora horzeg onspretos. muas,
'ums cortes de colletii, fitas de militas quali-
lailes (ara habito ile Chrisloe Cruzeiro, miiilii
boas toalhas de linho alchuado com franja para
nao, vindas do Italia ; um par de serpentina
nglezas com suas lanterna, caslicaesde casqui-
nh i co'ii lanternas casticnes para mansas de
vdro salvas bordadas de prata bules de cas-
i|iiinha e de metil canoinhas para salvinhase
thesouras de espevitar vellas facas do metal
iirancoda india para o sondeo de almoco e
tambem servem para fechar carloes urna rica
espada toda de ac feita no Rio-de-Janeiro, ri-
cas bandas de borlas de ouro udragonas para
avallara da guarda nacional mulo bom pa
pe de peso bramo e azul em resmas o a
ratalho urna rica rede do Maranho la rea e
"iiiiii iila toda branca com varandas de bico
fino guarnecida de franja e flores azucs su-
periores luvas de pellica para homem ecompri-
das para meninas tapetes ingleses encordoa-
oes inteirase novas para piano ditas para ra-
becao grande pequeo e rabeca e tambem
a reta I lio rap superior de Meuron e prince-
/a do Rio chamado Gane, e de f.isboa ja secco,
e outras umitas fazendas, miudezas, e galan-
tarias ; lanibem vendem-se doces do calda e
secco de toilas as qualidades em porco e a re-
lalho ; arranjao-se bandejas de especies o boli-
nhos do preco quesequi/er conforme o ta-
manho e as qualiilades, na certeza de que se fa-
zem especies frutas, e bolinhos de qualidades,
que ern Pernambuco ninguem faz : na praca
da Independencia ns. 38 e 40 se dir quem faz
ese acceiloas encommendas, eafirma se que
quem a essa loja entrar nao deixa do comprar ,
non de ajustaras encommendas, que for fazer,
pois se quer agradar e juntan.ente apurar a
azenda.
Ycnde-se o'eo de linhaca a 320 a libra ,
eemgaloa 2300, banha de porco a 160,
lelria a 280, farinha do Maranho a 80 e 140,
caf a 140, espermacete a 720, amendoas a
280. figos a 160. breu a 60 rs cbi isson a
2W)0, cevada 80 rs. o outros muitos g-
neros por preco commodo ; no pateo do Terco,
venda n. 7.
Vende se por preco commodo a casa ter-
rea n. 22, defronte da Igroja da Solidado ,
c.im duas camariuhas duas salas, co/.inha f-
ra quintal murado de um lado com 8o pal-
mos de fundo ; na ra da Madre de Dos n. 7.
= \ endem-se novos cortes de vestido de lan-
zinha de excedentes padroes, e por mdico pre-
co ditos de la e seda chita larga france/a
superfina ; na ra do Cabug loja n. 10 ,
delronte do cerieiro.
Vende-se urna mulatinba de 10 annos ,
com principios de costura e ptima para mu-
camba ; um moleque cnuilo de 14 annos ,
proprio para qualquer servico ; urna negra de
naco, de 28 annos, engoinma coznha c
lava; na ra das Cruzas n. 41, segundo andar.
= \ ende-oe urna armaco nova milito liem
fela propria para (jualquer estalielecimenlo ,
e tras[iassao-se as cllftves da loja oiulo existo a
aimaco; em Foru-de I'urlas, la do Pillar
n. 122.
Vende-se um palanquim em bom uso e
fior [uceo barato : no pale do Carino na lo-
ja do sobrado novo da Ordem terceira.
Vende-se para fra da pr vinda urna es-
crava crioula le 24 annos cose bem faz la-
vari nto engomnia lava co/.inha ; e 24
taimas de pioln na ra do Livramenio n. 33.
Vende-se urna preta de Angola de 20
annos engomuia o ose ; na ra das La-
rangeiras sobrado de 2 andares n. 5.
\= \cndem-se bor.eguins gaspiados pretos
e do cores ditos de ponta de histro de urna
e lints solas botins e meios ditos le L>"/erro
frsncez e de Lisboa sapatOesde palla atraz e
ailante de couro de lustro < de be/erro, sapa-
chiados, de duas o tro/, solas tudo para ho-
mem o menino sapatos alamancados de du-
raquo ditos de cordavo para senhora, ditos
de be/orro para homem sapatos de eouro do
lustro, duraque marroquim cordavo, e
setim para senhora e meninas, ditos de m irro-
quim e couro le luUro com clcheles para me-
ninos ditos de tapete para homem o senhora ,
e outras muitas qualidade.s de calcados por pre-
co commodo ; no Atierro da Boa-vista loja
n. 21 le loaquim Jos Porera.
Vende-se panno de algodo da trra ,
por preco muito barato; as Cinco-pontas
n. 21.
se Vendem-so meios bilhetes da lotera do
theatro ; na ra do Cabug loja de miudezas
junto da do Bandeira.
Vendem se bichas chegadas ltimamen-
te grandes e pequeas por preco commodo;
no arma/.em de Jos Mara Palmeira defron-
te do Corpo-Santo
Vende-se um preta de 18 annos, coz-
nha engomma e lava ; em Olinda ra do
'ioui-fim emeasa le Conego M uiod Ferrei-
ra ou no pateo do Hospital lo Paraso n. 20
Veri'lein-so o bancos gran les co.t suas
farra'has do madeira ; las camas do condur,
usadas, 3 banquinhas ordinarias, e varas
radeiras em mo estado alguns sepos de plai-
na, e varios ferros tudo pertmeente a offi- o outros muitos objectos que a vista dos pro-
co de mareineiro ; na ra do Queimado, loja tendentes sern patentes tudo por proco mui-
Vende-se urna casa terrea em chaos pro-
prios na ra do Fogo n. 3 por 1:500g rs. ;
u fallar com o procurador Arruda ; e o dono
previne ao Sr. que morou em dita casa ha-
ja do l mandar por o fogodo ferro que car-
rogou do contrario se publicar o seu nomo
.= Vende-se um selim com seus perlences,
por preco commodo ; no arma/.em n. 5*, na
travessa do Arsenal do guerra.
=e Vendem-se 8 covados de tnirin branco
para capa de terceiro do Carino ; como tuni-
bem se aluga um preto sapateiro ; na ra das
Trincheiras loja de tartarugueiro.
Vende se urna arma;o o uiais ulencilios
do urna loja de cera por proco commodo : na
ra do Rangel n. 3.
=b Vende-se urna cavallo de segunda muda,
mui bem principiado nos andares muito bem
feito e est gordo; em Fora-de-portas por
traz do Pillar na ra dos Garaiapes n 9.
Vende-se um novo e riquissimo pianno
do aimaiio, o lo exigientes votes, um dito
de Jacaranda de nova inveuco duas ricas ca-
mas do moguo francezas, com seus compe-
tentes col\-s cheios le ar, muito propnns para
a presente estadio, por serem muito frneos ,
urna cama nova para casal, com lodosos per-
lences boas cadeiras de Jacaranda e de ideo ,
bancas mesas para sala comod s camas .
le ferragens n. 13.
Vende-se carne do.scitao. equeijosmu
frescaes; na ra da Conceico da Boa-vista
ii. 20.
. Contina-se a vender panno de algodo
la trra muito encorpado a 220 a vara ; na
ra do Crespo luja n 23.
\ ende-se o resto los bilhetes da lotera
do theatro, que corre em o da 19 do correle;
assiin como de toilas as mais loteras desta pro
vincia os quuesso trocan por outros quaesijuer
premiados ; a elles pois foi nesta mesma
casa que se venden a sorte grande da lotera
Jas memorias histoiicas assiin romo a sorte
inmediata e outros muitos premios soflriveis;
na ruada Cadeia loja de cambio do Yieira.
^"tes Vendem-se bolms e meios dito de bezer-
ro francez borzeguins gaspiados, e com pon-
ta de lustro para homem e meninos de lodos os
tamanhos, sapatos de couro de lustro para se-
nhora e meninas borzeguins gaspiados para
ditas, sapatos com palla para homem e meni-
nos ditos inglezes botins de couro de lus-
tro para homem sapatos de marroquim du-
raque e selim france/ para senhora e meninas ,
borzeguins de marroquim a 2000 rs. o par. sa-
patos de cordavo onlinaros a hOO esparti-
llios para senhora a 1600 sapatos de dura-
que a 800 rs. chpeos de seda francezes a 78,
luvas de pellica mu boas a 1440 e 1280, ditas
de seda a iS rs. ditas enlejiadas para senho-
ra a 3000 lencos de grtala a 4000, botins
de. Lisboa a 3000 e outras muitas cousas por
preco commodo ; na praca da Independencia
ns. 11.13. e 15.
as \ endem-se sorveteiras de estanho de
primeira qualidade, asquaessode mais eco-
noma por precisaren) de pouco gelo : na ra
da Cruz do Itecife n. 9.
=Vendem-se bichas ltimamente chegadas ,
a 88 rs. o cont o a retalbo a 100 rs. cada
una chocolate superior de saude a 320 a
libra cha isson de primeira sorte a 2560 a
libra; na praca da Independencia n. 39.
\ nmleiii-se \.\ linhas de pao de arco c
sapucaia com 0.palmos de comprlo e 9 a
11 pollegadas de grossura ; na ra do Chiei-
mado loja n. 44.
= ^ende-se um balco proprio para qual-
quer estabeleciinenio e una armaco propria
para venda ; na ra do Encantamento n 4.
= Vende-se sorvete de pitanga e de ou-
tras fruas, das 6 horas da tarde em dianlo ; no
bolequim grande junto a polica
= Vcndem-seos seguinles livros todos no-
vos em latim : o primeiro e segundo tornos
le Virgilio por 18(100 rs em ingle/, a obra
le Roberto Burn por 2500 ; em porlugucz ,
(o comino lo; na ra .Nova, armazem n. 67; no
mesmo con ini-se a receber todo e jualquer
objecto tanto novo como usado para ser
vendido por meio leste estaboleeiment.
Escravos Fugifkm.
exci-da de V00S rs. preforindo se no hairrode
S. Antonio; na ra da Praia de >. R ila n. 37. tos de entrada baixa de bezerro de urna e duas
Comprase urna esclava eoiu habilidades 1 solas ditos da couro de lustro, sapates ta-
Pauloe Virginia adornado com 5 estampas
poi 1600; na ra estreita do Ro/ario loja de
cera n. 3.
= Vendem-se, ou alugao-se todos os ulen-
cilios e estuarios de pastoras do presepio do
theatro vestuarios de comparihias dramticas,
de meninos e do homens, pannos cerdas ,
limitos &.C. ; a fallar no theatro com Jos
Luiz de Brito ou Pedro Antonio L no.
= Vende-se urna porco de madeira ae boi.
para mais de mil ; as Cinco-pontas a tratar
com o feilor do viveiro do iMuniz.
ase \ tnde-se urna venda com muito poucos
fundos, e coni coiMiiodos para familia na ra
dos Pescadores n 7 : a tratar na mesma
Vende-sr iitii;> nfiobilia par uio erando
familia ; comprehendendo 5 camas tudo d<
bom gosto o [ior preco couiinodo e mais per-
lences de coziuba ; na ra da Cruz, sobrado
n. 51.
= No da 17 de Setembro passado fugiro
do sitio iMunilo- novo trras do engenho No-
vo do (abo, 3 escravos com os sgnaos seguin-
les : Alexandre cabra alto po cabellos iniudos. pouca barba, falla gms-
sa e tem no queixo um tatito procedido do
um toce de cavallo e tem de idade de 45 an-
uos : Jos pardo baixo grosso cabellos
como de negro pouca barba metido a pu-
chla mestre de assucar e de 30 auno :
Theodorio cabo..ulo, baixo grosso, cabellos
crespos pouca barba trahalba de carpina ,
e intitula-se forro e de 25 annos.
= Fugiodo engenho llapessurema, ou Ter-
ra-preta no da 2 do correte um escravo de
nomo JoBuuim de naco Angola baixo ,
reforeado do corpo bem barbado testa en-
rulada mimi i|oem sciiipiv tem raiva den-
tes limados, estando com a barba grande, tem
de um lado uru pouco de cabellos brancos, que
parece signa I, de 30 annos, foi par. o Recife
onde foi tomado o cavallo em que elle foi mon-
tado por ter dado ou vendido a um portu-
guez o qual est preso ; quem o pegar leve
ao dito engenho ou.no Recife a entregar a
Joaquim de Oliveira, que ser recompensado.
s Ningnem faca negocio tom algum dos
negros que desapparecerao ne dia 26 de Ju-
rrfco do correte anno que suppoe se terem
sido lurt.idos ; os quaes ailaran ganhando na
ra e tem os signaes seguinles ; Joo, de na-
co Urubaro ou Carnuda bonita figura alto,
reforeado do corpo bem ladino cabelles es-
canciados pouca barba cara larga cor nao
muito preta he canoeiro. cozinbeiro, e caia-
dor herisonhoquando falla : Miguel, de na-
ca a.Mucambique molecole de bonita figura ,
estatura regular. cara buchecbuda e redon-
da olhos na flor do rosto boca pequea, ri-
sonho quando falla tem os peitos muito pun-
tudos como os de mulh'-ri, ambos parecem
crioulos e o maior signal ; que amitos tem ,
be terem marcas de chicote as costas e nade-
gas que pnr ordem superior apanharo na
grade da cada desta cioade ; quem os pegar
leve a seu senbor Jos Alaria de J. sus Muniz na
ra do Crespo ou na loja da vuva Cunha
Guiniares ou na botica de Antonio Pedro
las Nevos no arco da Conceico da ponte do
Red le quesera gratificado.
No da 1 ido rorrele pelas 7 horas da
noute f'ugio urna preta criouln de nome Joa-
quina de idade de 18 a 20 annos, levou urna
Irouxa eom mupa sua e as obras seguinles,
que furtou do abaixo assignado ; urna duzia
de mlhercs le prata para sopa 10 garfos com
ctbo de prata 3 aniudesde ouro tendo um
lelles um diamante cravado 2 corados de ou-
ro contend) ambos 28 oilavas o meia o um
Iransidiin de leloi io de our com passador, al m
deOUtruS ol jeitos que anda se nao pi'nle sa-
ber. O abaixo assignado prometa una gene-
rosa recompensa a quem a descol-rir ou ap-
prehender qualquer los objectos a cuna men-
cionados assini iiio protesta bn\er de qual-
quer pessoa aonde a mesma pela se lenba ai oi-
v.ii.!.'; quem delia tiver muicia, dirija-s<* a ra
la Piaia n. 70. Jo da Uva Uiveira.
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