Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04294


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Full Text
'*
Anno de 1843.
Sabbado 7
l'uo ifor. depende de ateemoe; ,1. noi,i prudencie, moderaglo, e
ouamos^oiBOpriaeipUBioi, remo, epon.adoe ciim.dmirii.-a,. reir ee NagVe, b,
( l'rml.ina,; > de Auenbleia (eral do BtusiL 1
------------ __________ata.____,___....._____ ''
WlttM.
- PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
"""""' Phybi, "guadas e eextaf foiree. ft.o Grande doN irle. quintal feirii
ffoiuli. e Garanhune, a I U t 1\
Cib,), Seriahien. B.IO l?Orav,eo Parto Cairo, Macein, e AlaaJOM no i 11 JJ
Hu riela i Florera ta 2 i. Sent talla qtiiniaa feiree Oliada todoe o dice
DAS 0\ SEMANA.
5 be*, e. Leolegario B. Aud. do J de D. de J. t.
3 Uij, Canlido M Re. And. do J de de 3. r.
4 Ouari. s. Chrispo Ni. Aud do J. de I), de 1 .
i '>J,i.t. e, ('.intua 1 Auil do J. d I), de T.
ti tai. e. Hruan Fundador And do J. de I) da 2. r.
7 >. Marca P. U.l. Aod do J. de U. da 1 r.
"imb. O l'atrocinio de S Joie,
de Otitubro
Anno XfX. N. 9!<*.
O Di 4iio pnblica-ee todoe oe diae que n forea Sdatifinadoa: o preen de aeeigeatora ha,
f^. efe .trae mil reie por quertel pe;oi adianladoa Oe annoncioe doe aceignaates e.lo ineehdo
1 V *T,i, > iot 1ue ni f".r9m r"""> d lOreie p.r linht. Ai reclemaqVee deraai aer diri-
gidla en Tip., media Guie N.34, ou apreqe de Independencia lo je delirroe N. 6s.
CAMIIO
ebio obre Londrae 26.
Pari 3r 6 /aia por franco,
LiaboallO porlOdapreaio.
Ha dia 6 de Outubro. ooatpra
Ot o-Moedi da 6,400 Y. t6,8U0
a N. 46.6UJ
de 4,000 y, oo
PIi-Patecee M
a Peoe Colaatoeree 1,M0
diloa Mexioanoa
1,!>0
M.ieda de cobre 2 por cento.
Idea deletree de boae firan I j
PHASES DA LA NO MEZ DE OUTUBRO.
Loe Cbeia a8, Quart. aaing. 16, te (I norata 30 aa. d. ,. | ju, ar#M< 4 30, aoi JJ a, da >.
Precintar de hoje.
| l a 4 horaa a f> da tarda.
randa.
47 nua
16 SU
9.400
i.a-io
4,040
1. a 3 borae a 4t aa. da aenhaa.
*>-.<
mmmmmm
*4RTE OFFJCIAL.
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DE 28 DO PASSA00.
OlflrJo An engenheiro em chefe das obra
publicas, devolvendo, approvado o projecto da
ponto do val da Tacaruna; e ordenando que
mande faser esta obra poradministracao.Com-
municnu-so ao inspector da thesouraria das
rondas provinciaes, e ao inspector fiscal das o-
bras publicas.
DitoAo mesmo. approvandno contracto ce-
lebrado com o arroma tu ntido V lancoda estra-
da da cidade da Victoria, para os leparos das
obras do dito lanco.
Ditos Ao presidente interino da retacad, e
ao inspector da thcsoirmria da foseada, int-lli-
genciundo-os de haver S M. n Imperador conce-
dida tres meses de lirenca co mo respectivo or-
denado aojuil municipal o d'orffios da cidado
delmria, Antonio Jos da Silva Heves.
Dito Do secretario da provincia ao do col-
legio eleitoral do Orejo, accusandj recetada a
copia authentica d'acta das elcices, que ali
fie procedeo, para deputados provinciaes.
dem no da 30.
OlcioAo commandanle dus armas, remet-
iendo copias das provisfies doconsclho supremo
mililar de 6. e 10 de abril do crrente anno so-
bre a administraca de lardamenlos, o forma-
Cao deconselh'is de diiplma das prunas das
companhias de cacadores de molar,ha.
Ditos Ao agente da companbia das barcas
de vapor, ordenando, que determine ao com-
mandante do vapor l'araense, que se dirija
thesouraria da fasenda, aim de receber a quan -
tia do 4:O86S0iO rs, que tem de ser remettida h
thesouraria do Para; que receba, e transporte
ao Geara o alferes da primeira linha, Antonio
Carlos da Silva Jatahy; e que entregue aocoin-
mandantc das armas da mencionada provincia
do Para o olcio, que para oslo fim Ihe for apre-
sentadu polo desta provincia, com o qual o
enviados 46^102 rs.Fizero-se as convenien-
tes participcdes ao commandante das armas, e
ao inspector da thesouraria da fasjnda.
Ditos Do secretario da provincia ao inspec-
tor da thesouraria da fasenda, transmiltindo as
oraens do thesouro sob nmeros 14*, 145,148,
149.
venientes anda n5o tinha entrado no exercicio
do sen empreo o que a reparticao da saud
continuava com os mcsmos empregados fa-
zentlo maiores despesas do que as marcadas no
citado decreto : cumpria assim communicar
para que se dignasse expedir as ordons que
julgasse convenientes.
DitoAo mestno Kxm. Sr. participando ,
aue temi a ordern do Iriliunal do thesouro pu-
blice nacional de 17 de Julho prximo passa-
do marcado 8:0008 rs. para a despeo da guar-
da nacional ilota provincia no exercicio cor-
rente de 18 a-3 4- ; rogava se dignasse com-
municar logo que assim achasse conveni-
ente porque maneira devia ser distribuida dita
quantia.
INTERIOR.
paragrapbos do artigo 12 ; a qual emenda a-
poiada, e approvada.
lintra por conse juencia em discussao o artigo
12 o osoutrosat 18 como paragrapbos ao
rnesmo artigo
Adiscussao fica adiada pela hora.
DitoAo mesmo Kxm. Sr. informando o
requenmento do capilao reformada Antonio
Gomes Pereira de v, em que pedio o ext es-
so do sold e da respectiva gratificacio que
deiiou de receber como audante do forte do
Buraco, desde a data do decreto e tabella de
28 de Marco de 1825 al 18 de Outul.ro de
1829, dia da sua reforma.
DitoAo inspector da thesouraria da latea-
da da provincia do Cetra aceusan.lo a recepta
doseu ofTicio de 22 de Agosto precedente, em
que participou quo o major da I.* linha Wa-
noel Joaquim de Oliveira principiou a ser pago
do sen respectivo sold por aquella thesouraria
do 1. de Abril prximo passado em d>anle por
haver provado lera sna familia sido tao Borne-
te por aqui pi'ga deste veniimento at o ul-
timo do Mano do corrento anno em conse-
quencia de se ter retirado para aquella capital,
e respondendo oue tudo se achava conforme
com os ussentos desta thesouraria.
MARANIIAO.
Relatorio, que aswmbla legislativa do f a-
ranhSoapresentou no da de 1813 o Kxm. Sr. Jernimo l/artin'a-
no Figueira de Mello, Presidente da ines-
ii:a provincia.
(ConlinuafSo do n, antecedente.)
Tenlo-vos exposto quaes as obras verdadei-
Thesouraria da Fazenda.
EXPEDIhiNTE DO DI a 18 DO PASSADO.
OflicioAo Exm. Presidente da provincia ,
informando sobie o do administrador da mesa
do consulado, queacompanhava e em cum-
primento do despacho nelle proferido quo na
thesouraria nenhum esclarecimento existia a
Tespeilo do que se tem praticado com o embar-
que dos gneros da faenda publica e dos
particulares para a illia de Fernando de Moro-
nda ; porque os primeiros tem sido sempro
embarcados pelos arsenaes de guerra e inari-
nha e os seguudus sem intervencao da mesma
thesouraria ; mas que a ter-se isto feito sem
despacho d aquella mesa convinha para fsca-
lisiivao das remlas e exacto cumprimento do re-
gulamento de 30 de Maio de 1836 prevenir
aos inspectores dos arsenaes de marinha e guer-
ra para o fa er constar aos m-stres ou com-
mandantes das embarcaces com destino para a
dita ilha de que taes gneros estavo sugeitos
aos despachos da sol,redita mesa da mesma
forma que se pralicava com os exportados pa-
ra nutro qualquer porto da provincia ou do im-
perio
DitoAo mesmo Kxm Sr. di/endo que
logo que receheo o oflicio de 22 de Agosto
prximo lindo com a copia do imperial aviso
de 2 do m smo mez e ejemplares do decreto
de 29 Je Janeiro do correte anno contendo
o regulumento das isnpeccoes da saudo in-
mediatamente tmhu dado cumprimento, fa-
......I.. aMwoeariac narlifncM Blfandffl
iliixv o^ i*. ... Mil I leo j'.. ....(*. \'-~ ------- f .
mesa do consulado e remetiendo ao provedoi
indicado em dito aviso os mencionados expro-
piares ; porein romo pelo oflicio que acom-
nmihava or rnnia vin ciiia ele uuf IDCOn-
Dito -Ao mesmo, dando com a inlorma-
<5o, queacompanhava aulhenticada pelocom-
missario liscal do ministerio da guerra desta
provincia do que existia relativamente aos
vencimentos do alferes da 1.* linha reformado
Francisco Pedro do Reg Brrelo depoisda
parlicipacao que fez em seu oflicio de 2i de A-
bril ultimo, todos os esclarecimentos que
novamentc exiga no de 12 de Agosto prximo
(indo.
DitoAo procurador fiscal da thesouraria
remetendo cinco cuntas extralas pela conta-
doria na importancia do 1:2198934 rs. de
diversos devedores a fa enda publica constante
da nota que acompanhava que deitrio de
pagar em seus vencimentos os saques poros
mesmo aceilos, a fim de oroceder judicial-
mente a sua cobranza na forma da le.
I) i I oAo contador da thesouraria remet-
iendo por copia para sua intelligencia e cum-
primento pela parte que Ihe tocasse, as ordens
do tribunal do thesouro publico nacional de
ns. 122 e 140 do correte anno.
Dito Ao cidado Francisco Antonio da
Silva Jurema dizendo que adiando se agora
habilitado pelas ordens do tribunal de thesou-
ro publico nacional o pelas iniormacdcs, que
havia recelado dos agentes do Brasil em Lon-
dres para continuar com a compra do pao
brasil e que querendo sua merc eTectuar a
venda dos mil quintaes que olereceu a the-
souraria pelo proco de 8$ rs. o quintal po-
da enviar desta porcao de pao a que loe con-
viesse para os armazens da fazenda publica des
ta cidade ; tendo porero em vista de que deve-
ria concluir a entrega at o ultimo de Man,o
prximo lutuio equesomente Ihe seria rece-
l.ido o que osse de superior qualidade e se
achasse em toros redondos, novos c direitos ,
ile rasoatel .comprimenlo e grossura ; porque
nao contendo todas estas circunstancias ou
achando-se em achas, lascas e rai/.es ou to-
los ja cortados a muito lempo e que tivessem
soflrido alleracao nenhum merecimenlo tinba
no mercado da Kuropa ; eque finalmente es
n2 ..... j;,uiii tern demora a OJii FCSpOSta, n(T-
que em vista della he que podiu dar solui ao ao
mais que ordenava o dito tribunal do the-
souro.
RIO DE JJSE1RO.
ASSBMBLfiA GERAL
CAMAIIA DOS SKNIIORKS DEI'IITA DOS.
SnsGo de I. de agosto
Contina a dis ussao do requeriiiunto do Sr.
Barros Pimental sobre o doulor Godoy, e leudo
orado o Sr. Pacheco Rea adiado pela hora.
Contina a diseussaodo I. artigo da projecto,
que eleva a provincia a comarca de Corilib i, so-
bre o qual lallao os Srs. Paula Candido e Pa-
checo.
Contina a discussao* do artigo 3o do projecto
sobro colonisaeuo: lallao os Srs. Antiines Cr-
rela, Tranco de S, Soma Franco, .ministro da i
marinha, Meando a discussao adiada pela hora, ramente provinciaes, que se achia em anda-
---------------------- monto, o as providencias dadas paraesaeflm
dem do dia 16. pola presidencia, DBSsarel a tratir de nutras
Contina a discussao do requerimenln do Sr. que sao reclamadas em diir-rentes mun'cipios
Barros Pimentel, pedindo informavoes Acerca o que reconheco serem da malar neces'sula-
dodoulor Godoy. de sem que entretanto pbssa dar-lhes o rou-
l'alla longaiuente sobre a materia o Sr Men- or impulso por I illa de m ios pecuniarios,
des da Cunha.eofferece a final a segaintonmun* No municipio desta cidade he preciso l.fa-
da que 6 lula pelo Sr. i. secretario Ferreira ser-so a fonto denomb.ada doHispo__ na
IVnna. qual se despender a qu, ntia de 3:600 rs. se-
Aciescente-se ao requerimento do Sr. Bar- gundo u orcainento do en :entieiro Lopes alini
ios Pimentel, qu4 ogoveroo informe em que le de habilita'-a a ftirnecer agua ao pvo, e aos
se funda para remover descrlcr nanamente os navios do porto; j|.uconceftir-sea finta do__
jui/es dedireiui. Mendes da Cunha. Apiciim pura aproveitar-se a agua, t|uo
A emenda apoiada, porein a discussao ain- iinililnieiite se conserva no grande deposito des-
da (leu adiada pela hora. ta folite e que por ora tmente he lirada dos
Contina a discussao do primeiro artigo do pocos adjacentes onde se conserva coro aceio,
projecto que eleva a provincia a comasca do Co- importando laes concertos em 840*5 reis pouco
ritiba com a emenda do Sr. Tonseca. mais ou menos ; 3." concertar as calcadas das
O Sr. Nebias fai uin longo discurso ero op- ras do Sol, da Paz, o Grande, despundendo-
posiva ao projecto. SO pelo men >s a quantia de 8:619S000 rea, se-
A discussao fica adiada pela hora. gundo o oicamento do engenheiro Ferreira
Contina a discussao do artigo 3. do projec- assim como militas oulras ras menos frequen-
todoSr. Kodligues Torres, sobro divisad de tedas, que anda nSo forfio oreadas; 4.ocoo-
terras ecolonisacad, com as emendas apoiadas. certo da ra da l'raia de Santo Antonio desde a
uSr. Fernandos Chavea (pe/a ordem) requer rampa do Prego at A ra dos Remedios, oreado
oencerramento da discussao, e assim so vence. l'l> mesmoengenbeiroem8:000$ reis; .'>.0con-
O artigo 3. approvado, salvas as emendas tmuar-se o cano da Praia entre os terrenos re-
A emenda do Sr. Soma Franco regeitada e ap- servados para a alfandega e as casas de Fran-
provada a do Sr. Rodrigues Torre. cisco Ferreira de Carvulho e Lucio Rodrigues
Entra em discu.ssa oseguinte: | Pinto, cuja desposa fora oreada em 2.-7I-2S. rs.
Art. 4. Os que para o futuro derribarem polo engenheiro civil llenrique Rosa (uihon ;
mallasalheias, ou devolutas, eos que se apos- <>. fazer-se o cano e calcada da l'raia denoim-
sarem de terreno devoluto, aerad obrigados a nada de Santo Antonio, assim como a rampa do
despejo c punidos coro a puna de darono, ecom Peise no mesmo lugar oreadas tin 5:7S06O
as perdas das bemfeilorias. | r-'ls P"'o mesmo engenheiro. Todas estas o-
A reincidencia ser punida com a pena esta- b[as Importan na quantia de 29:4433060 reis, e
beleclda para o mesmo delicio quando revest-! "ao he possivel, que a presidencia para ellas
do de einumstantias agravantes.
Es'e arligo approvado sem debate.
Entra em discussao o seguinte :
Art. .uO (onhcciinentodo* deudos menci-
destraia alguna da consignaciio de 28:600$ reis
que Ihe foi dada para todas as obras publicas
da provincia incluidos os reparos econstruc-
ces de matrizes, e que he muito menor do que
onados no arligo antecedente pertence as auto- as consignadas na anterior loi do orcamento.
ridades po'iciaes por via do processo estabeleci-l A cmara municipal deCaxias, de accordo
do para as contravences as posturas das cmaras. com a commissiio dos melhoramcntos all crea-
municipaes e para os crimes leves. I da- i,rol,oe diversas obras para o seu municipio
Osjuisesdedireito nascorreicoes.quc lizerem em J0' de J c ,9d,e Ma! de,ste "no, que
t I vn< cor,- nriieontnc a tuna cS.\ -.I,..., J cadpa'
pon-
uises dedireito as correicoes.quc lizerem em n,los de ,9 dc Mai. dfte >.
, i ..,- vos serao presentes ; e taes sao a em da ca
m dale, e regulamento indagaran he (ic que A tralei-1. aconstrucCaodcuma
na lorm
as lilas autoridades policises sao activas em pro
cessar e punir os que commettorem taes delic-
tos, e procuraras fazer ellectiva a responsabi-
lidade dVllas, devendo punir a simples negli-
gencia com mulla de 50$ a 200J res
Tomao parto na discussao o Sr. Urbano, que
combale o artigo, e os Srs. Quotros, o Paulino,
que os senlentao.
Discutida a materia o artigo approvado.
Kntra em discussao :
Art. 6. Sao terrenos devolulos nacionaes :
l."Os <|ue nunca liverao dono.
2.Os<|ue estiverem na ordem dos bens.que
chamao vagos.
3." Aquelles.de que nao (ver sido pago o im-
posto ou nao se tiverem feito as oedaraces
dos, rticos seguinles.
O Sr. Silva I'erra/, propie o adiamenlo do
i." para entrar ero discussao com os artigas7,*,
8.\ &c.
O adiamento apoiado, e approvado.
Contina por conseguinte a discurri dos 2
paragrapbos do artigo .", e puatos a votos sin
3l/nrovados,
Kntra em discussao o artigo 7., que < o 12
do projecto.
O Sr Nilva Ferraz offerece como emendan
te de barcas sobre o rio Itapucur-mirim em
uro dos porlos d'aquella cidade j decretada
pela lei provincial n. 20 de 3 de Julho de 1836 ,
sendo a despeza feita pelos colres prvinclaes, se
nao apparecerem particulares que a queirao
emprehender, ea quum se conceda orendimen-
to por I6a>0annos, por ser esse o meio de
conseguir-so una obra tan importante, quanto
nieessaria coiiimiiiiicacao e oummetiocom as
freguexias da Trasldella e do Codo ; 2. a derro-
cacSo da'scasoeira do Itapucuru-inirim entre
aquella cidade e S. Zacaras tambemj de-
terminada pela lei provincial n. 14 de 15 de
Maio de 1835 ; 3. a construccao d'um cemiterio
na cidade, e lora do recinto dos ttmplos na for-
ma do art. 6fi $ 2. da le do I. de outubro de
1828; 4. o de urna fon le ou cbafariz no lugar
denominadoOlho d'agua, 5. olferecido
somonte pela commissao] a abert ira de urna es-
trada da freguezia da Tresidella ao rio Miarim,
e 6. ('oerecido smente pela cmara) a edifca-
cao to urna casa que sirva para deposito e ar-
matem da plvora fura da cidade.
A cmara municipal de Viana propoz como
obras da nuior urgencia para o seu termo ,__

I. a construccao de ,uas pontea nu jgaiT0i)Cw
ii-siqura e l'irahy ; 2. a abertura de urna es-
Irada desde o caminho denominado do Matto
at encontrar a do Pirahy ; c 3.' o corte do
artigo 13 at 18 nara serem discutidos como bftiavtdo tu rio Cnigrv ^ IUt ? -g. ^r


1\
(icio de 8 de Abril destc anno que vos ser
remettido (ipportunamenle presenta os pla-
nos des tas obras que os lavadores reclaman
ern beneficio da agricultura. fonte principal de
DOtM riqueza e por isso dignos de toda a at-
tencao me parecem os esforcos que faz em bem
do seu termo.
A cmara do guar prope para o seu mu-
nicipio 1. a construccao da casa da cmara,
com propornes para admiltir no mesmo edificio
cadeia e quarlel; 2.8 a de urna ponte sobro <
riacho Paulica ; 3.alimpeza e conferios da
estradas que da villa sedirgem para difieren-
tes pontos da provincia.
A commsso de melhoramentos do Icat pro-
pon __1 nina rampa no porto da mesma villa
para o embarque 0 desembarque de pessoas
gneros acrcsrentando que esta obra se pode
fazor com lacilidadu por ler prxima 1 pedra
de que neeessita 2. a limpeza o concert -s das
quatroestradas, queda villa se dirigem para
o Rrejo, Proa Iguara e Itapiuunj-mirm
3.a construcco de alguinas peQuenas ponte-
011 anos nos ros, que alravessao ditas estradas ;
c \ a derrocaco das pedias do corrego do rio
Mnnim j decretada pela le provincial n. 1 \
de 15 de Maiixle 183.). eque, sendo da maior
urgencia para evitar os poigos que d'cllas re
sultln a navegacao, deixo 1 to lavia de ser fel-
por falta de fundos, que I he lossoin consignado-
as leis dos ornamentos seguintes.
A cmara municipal lio Codo pede que si-
lbe conceda um sufficiente quantitativo par
eagotar urna lagoa que li'-a prxima villa
e muito prejudica a saluliridade publica. A1
outras municipalidades tambem lem tiraran mul-
tas outras oliras pura os seus respectivos termos,
mas deixo de indical-as porque nestaassem-
blt'a estSo os offiVios que iIVIIhi trataran.
Resta-me finalmenle declarar, que em cun
primento do artigo t9fla lei provincial n. f3
tenho incumbido ao ma| rde engenheiros Fer
reia o f.i-er o plano e tirar a pl na da abetu
ra du estrello denominad Coquoiro, que com
mmica o rio ileste nome eno. o do Mosquito poi
tima linha reta. temi a largura e profundida-
dc neceasaria para dar passagnm -las suma
caseroparelhadnsem meia mare. Ao emrenhei
ro Jofto Vil. Vlelra g; r htuaes imbuirme rolalivos pilmelnia pon-
te ne roadeira quesedevecnnalrnlr no rio C lo;
s (tundo a li npisa dente mesmo rii., e do Pri-
lor, ItapwuiO roirim, exiulda ior nfllcln
denla asoembla de i (le maio dcste auno e 3
as obras pedidas pela remara municipal deCa
xias. ilutnasde Inda a conslderaco alienta a
populac.no com merejo e riquesa desla parle da
provincia.
Km cumprimento dos arligns II, e 20 da le
do ornamento vigente mande! proceder aber-
tura do Poco decretado para o eatavlerimente
dos educandos artfices, e para a (pial nao be
bastante a quantia de um cont de rea que Ihe
loi consignada, e bem aasim de suspender a
limpesadorio Prelo.de que mudo carece o mu-
nicipio de S. Bernardo du Brejo, e que recoin-
mendad.i em di ib rentes lela do orcamouto eslava
ineumbida por um dos meus antecessores ao
coronel Severino Alves de Carvalho, que deve-
ra rerollier ao Ihcsnuro publico provincial a
quantia de l:00'rs., que linda ja recebido pa-
ra aquello flu em fevereiro e novembro de I8*.
Camama miinicipaes.
\o que vos disse n> meu anterior relatorio
sobre as cmaras inunicipaos lenbode BCt-rescen-
tar. que havendomutlasdealas cornracbeare-
mettidoos S'-us respectivos batneos, sem as
certidcVs dos accordos, mandados e posturas,
que legalisSn as suaa despesas, como exige u re-
SOlucao de 31 de outuhru de 1831, ainda nao re-
voitada pelas leis. provinciaes ofhViei a todas
para os (aaercm acompanhar de laes documen-
tos, e habilliar-vos aasim a resolver com todo
oconbecimentodecausa so laes despesas devem
ou nao ser approvadas.
Ne.te lugar juluo de maior conveniencia cha-
mar a vossa attencao sobre os ornamentos aba-
tneos da receita e despesa municipal, aflm de
(juesejo Hscallsadastaes despesas e se faci
as economas reenmmondudas pela raso e
exigida* pela deficiencia das rendas das mesinas
cmaras Assim p.r exemplo me parece exces-
siva a des|>esa que aitualmcnte ae fax com o
assouauc desta capital, o principalmente com <>
pessoal, poissesla ultima verba absorve IIIDS
de melado do seu rendimento, e ambas a sua lo-
talidade, de Mirle quu acamara nada lucra com
a administracao Ueste ramo de servico, nem lu-
crar einquanto nao fisero novo asougue pu-
blico. I'inbiiin me parece que se poda econn-
mitar alguma cousa, suprunindo I. a gratifica-
do com o medico de paitido e augmentando
a do cirurgio ; a do procurador dos audito-
rios cuju trabaiho deve tirar perlencendo na
forma da lei ao da cmara; e 3. a de um d >s u-
gentes do porleiro, puta havendo tantos ompro-
gados no servido da cmara, nao me parece ne-
cessarla a permanencia de man de um agente,
IgUaeS observacoes poderio faser-se taliez
sobre outras cmaras ; mas a (alta de sufflcien-
les esciaiecimenios me obrlgo a ser 1 acervado,
deixando-vos decidir nesla parte, segundo n
e-peciae-. coiiheciinentosqU" leudes das locali-
daiies, e.k-suas mais urgentes necessidades ,
certificando-vos porem que necessario alten-,
tio jjrj ** reurweou^e, que muita* cama-
ras vos lasom acerca dassuas necessidades, sen-
lo muito dignas de vossa sollicitule as de Ca-
xias, Codo, ti Capital pelo telo com que tem pro-
curado deaempenhar as suas funceoes, no moio
la apathia aeral queinulilisa tolas as outras.
Thesonro e finangas provinciaes.
Olhesouro publico provincial aiha-se mnta-
lo conforme a lei n. 150 (A) que diminuio o nu-
mero dos >oskS empreados e redusio os orde-
nadoadoalguns. Nio tendo vos querido atlen-
ler a rasos que julgiiei deverappresentaf con-
*ra tal ref-inna porocuasilode haver-lhe recu-
dido a minha sancc&o, a experiencia conflrma-
su foi ou nao conveniente; parecendo-me en-
retanlo acertado dis -r-vos, que a do (muco
'empodesua exeoucao lem-se em minha opi-
oao sufllcientemente pronunciado contra ella,
mis que por (alta de empreados nao foi-me
iosive| ter o orcamento e batneos coma ne-
essaria antecedencia para que na forma da lei
lodessem sit impressos, edistribuidos por to-
los os membros desta assemblca, acrescendo a-
oda a detn'-ra quedeasa falta tem resultado i-m
lar as informacoes pedidas pida presidencia, e
m deferir os reipierimentis dos cidadaos, que
em dependencias com o tbesouro.
O b->linv'> da receita e despesa desta repart-
ao, durante o anno flnanceiro de tHV-2 a 18t3
lem nistra que a I* montn a 270:183^427 res,
asegunda A 971:051$536 rs, incluida a Im-
portancia de l3:36iS'36 rs que forao sublra-
i !o> dos corres provinciaes pelo ex-thesourei-
0, que preceden uo actual.Por esse bataneo
onhecereis anda que a receita arrecadada teve
mi notavel augmento compaiada cornados an-
OS anteiiores de 18V0 a 18VI, e de 1841 a
1842 em consequencia da melbor cobranca, que
e le nao someute (la divida activa, mas tam-
'iem da decima dos predios urbanos, do sello
le berancas e legados, e da meia sisa dos escra-
vos. para o que haviasido adoptados os re-
ulamentos a raes nmeros 151, 152, e I5C,
havendo so neslas quatro verbas um acrescimo
lo receita de 55:731)^579 rs. sobren termo me-
llada que pro lusirSu ios referidos anuos.f^n
ompen aeao poroni des'as vantagens titemos
ima diminuicande 17:520775 r, no imposto
e 5 poreenlodos ten >rs de prnduecSi), ecul-
irada provincia exportados para lora dHIa.
oinimrado com o rendimento medio dos lous
interiores annos (inaiieeiro-i, eislocm rasad do
Icsuracad > pn-'o que nb'iverao t'Set itener is
m mercado com > nao vos ht; descouhecido,
p.-lo nrcamento eonhecereis, Srs., que a re-
cita est oreada em 266: n 1 m 3:88,?j'466 rs., havendo porronsenuin-
um dficit apinrenle de 56:1854225 rs. Kslc
'oflril lem de desaparecer, e a ren.la se equili
'.rara com a receita. se houver toda a precisa
tsealisacafl na cobranca dos imposlos e da
-rande divida activa da provincia, Ba por vn
ora os nossos seeros nbtiverem melhores ir.-
-os na (iraca romo e de esperar, p oiruios'caodevereinos terum aiiu-in-nlo pelo de
17:000.* rs no producto dos direitos de expor-
taran e de 29:d00'i rs. nos do sello de heran
case legados, meia sisa dos escravos, e cobran-
ca da divida activa, que van oreados pelo trien-
nio anterior, equnem minha oplniao nao po-
lero rend'T menos do que no anno flndo.resui
lando un cnnseituinle dn evposto, I. que a nos
sa renda rhegar a 312:0008 rs. punco mais ou
menos 2. que o deficil real apenas ser de rs.
1:000", e 3. finalmente, que esse mesmo ded-
il ilesapparecer nao somm la porque 6 de sup-
rior que a nnsaa receita auamente igualmente
em oulros ramos alem dos j indicados, e que
taris as economas que vos proput em nutro
lugar, como porque nao 6 possivel laser-se to-
da a despesa com o pessoal que entretanto be
oreada em sua totalidade.
Pelo que respeita a despesa vaiclla ornada em
322882|si60 rs.. como vos disse, porque eti en-
tedi que devia elevar a 83'200S rs. a consigna*
cao de 32:573^360 para obras marcada na actual
I i rto ornamento vigente, afim de que podesse
moa principiar ou continuar as que vao designa-
das na tabella t9 do ornamento e me parecem
da maior necessidade,como vos convencereis
rerorrendoa mesma tabella. He ternpo senho-
res. detratarmos das obras mais importantes da
provincia, e mpossivnl me he tental-o, se as
coesianaces forem l limitadas, como o tem
desgracadamenb sido, lunitando-so apenas to-
das as providencias da autoridade a concertoa e
reparos insignificantes, sem poder faser nada
que til seja a provincia, cuja administrunan
Ihe foi confiada, apesar dos seus dusejos e
votos.
Kis, Srs., o que tenho de dlser-vos na presen-
te occasiao; sealgiins esclarcrlmontoi mais vos
forem necesarios, ser vns-hftn dados com a me-
lbor boa vontade, afim deque possaes pTOgre-
dir nos vossos Irabalbos sem tropecos, e bem
merecer da provincia, que vos clegco para cui-
dar dos seus mais caros e vitaes interesses.
(; Maranhaft 7 de seterabro de 1843. Jernimo
Marliniano Figueira de Mello.
..... ni. 'I'.' .....' ".....I ." L J J J-1.1!
Variodade.
sjMsjpjBjBjBjsjsjajBjejaaMl rf-r i Tiii rWHMMKtM
o carapceibo,
os magistuaoos.
Sendo OS homens por sua nature/a (reos, le
vanos e inconstantes, precisaran em todas as
acuidades de u"' ,jyrl)0 Je W\t para ixai-o em
seus deveres, e din'gil-os. Destas leis ospri-
meiros autores os depositarios o guardas
aoos Poderes Soberanos da Naciio; mas os seus
ejecutores sio os Magistrados, a quom pertcn
ce app licar as leis a ca os particulares que as
reclamio e obrigat com u sua autoridado os
cidadaos a conformar-se com ellas. As leis sem
os Magistrados seriao inuteis: ( disse Platfio )
be mister baver urna auctoridade viva que as
applique aos cidadaos e as vingue, quando
forem violadas. As leis tambem sao as que re-
gulan o uso de toda a autoridade que Ihees-
tabelecem limites e a torniio legitima; as leis
finalmente eonstituem a felicidade dos povos ;
porque resguardao os ciilados de toda a vio-
lencia c asseguro-lbes a tranquillidade e
cunfianca reciproca.
Sendo pois os Magistrados os oxecutores das
leis devendo ellos obrigar os outros a conor-
mar-se com ellas. devendu reprimir as paixoes
dos outros punir os delictos, e a todos admi-
nistrar UStina, devem tornar-se dignos do res-
peito do publico por urna equidade inaltera-
vel por una probidade constante por una
integridade perfeita e por um profundo co-
nhecimeto das leis, que forman a jurispru-
dencia das nacoes. pora cousa bem ri icula ,
que os que siio destinados a refrear os vicios a-
1 llieios a punir os desregramentos. nao tivessem
i aquella decencia e gravidade de costumes, a
| quelle proceder intacto e puro que convem
' aoseu carcter ; e fossom manchados dos mes-
i mosexcessos, que devem corrigir nos mais. A
: ordem senatoria ( di/.ia (Cicero ) deve ser isenta
| de lodo o vicio ; deve servir d'espclho s mais ;
nem em tal ordem deve entrar quero for man-
chado de didicto. O mesmo deve dizer-se dos
Magistrados os quaes compe urna especie de
enado nio para fa/.er lea ; que isso pertence
an poder legislativo ; seno para as fa/er execu -
lar e conservar em sen vigor. Klevar Ma
jistratura um lio em corrompido e ma vado
cousa lora tltn nerigosa ( daia Pita toras) como
por a espada as nios de um lonco furioso.
Entre todas as virtudes porem que devem
distinguir a inminente dignidade dos Magistra-
!os. b principal dve ser urna pura religiSo
Morque o Magistrado que nao respeita as lej-
o seu Dos, nao est certamente diposlo a (a
er respeilar as leis do estado ; porque que i
nao he fiel aos deveres de sua religiSo muid,
oenos o ser aos deveres do sen ministerio ;
lorqne finalmente a autoridade confiada a
naos do hnmem toma se sempte lunesla so-
"iedade se o lemor de Dos nao a dirige i
moler Tao manfesla simples luz da rasan,
pie Pialan ebegou a diW qu a relimao he a
alma de todo o corno poltico: ella deve ser n
nrmern cuidado de todo o governo bem cons-
tituido : e lodo o Magistrado nell deve ser ins-
truido desda mais tenra idade. Mas quando di-
ro que o Magistrado deve ter urna religiSo
mira quero diier i|ue deve ter nao aquella
religin que se limita s ao exterior ; mas a-
mella que regula o coraiao e os aflectos ;
nois ve ella aasim nao (Ara, nao pedera ser dig-
na de Dos, que he o Heos doscoracoes, e quer
ser honrado p!o hnmem com amor e com a
observancia dos sen preceitos. Huma religiSo .
que se cnulenla de certas homenagens publicas,
e de certas ceremonias exteriores, e deixa ao
coracao toda a sua corrupcao be urna religiSo
naca, que seguramente nao influe na moral do
homem.
Nao lia hnmem mais pernicioso e injus-
to do que o homem ignorante; ( disseTe-
rencio in Adelphis ) porque ao passoqueco-
metteas mais patentes injuslicas er queso
elle procede reclmenle. Km verdade se ha
classe de pessoas, a quem estrictamente se pos-
sa applicar este dicto he justamente a dos Ma-
g*trados, os quaes, se sao privados dos co-
nhecimentns necessarios para o recto exercici
do seu cargo eslao expostos a todo o instante
a arruinar a forlu na das familias, o at a pu
nir a innocencia. Para um Magistrado ser ho
mem de bem e honesto nSo hasta ter pieda-
de e religiSo : releva que para prehencher os
lveles do seu ministerio elle lenha aquellas l-
es sem ai quaes nao pode administrar recta-
mente a uslica ; e por conseguinto estaria em
man Testa contradicnSo com a mesma religiSo .
que Ihe impoe.cima deludo.o dever de serjus
to para com lodos. Um Magistrado frivolo, le-
viano som estudos sem conhecimentos, tem
declarada insufficienoa para o seu emprego ;
nem tal se pode tolerar cm um governo sabio ;
porque como he possivel, que seja ministro, e
uarda das leis quem nao as conhece perlera-
mente ?
Apezar porem dos conhecimontos, da pro*
hidade dos Magistrados duas colisas pdem tor-
nar difficil o exorcicio do seu ministerio; a pri-
meira he a obscurnlade. a multii licidade, ea
romplejciu das leis o que tildo torna o esta-
do dn jurisprudencia nao s longo e fastdi-
oso sanio um lahirinto quasi ineitrieavel : a
'"-!.-. .-".i-! -!.". r.r;g*.:
vogados, que *prov(itaudo-ic do* deleites
tnlvoz inevitaveis das leis soprendem astucio-
samente a boa (e dos Magistrados, u apavono-
sc de sabir triunfantes as causas mais injustas,
desesperadas.
Posto seja mui dillicil obviar a todos os in-
convenientes que resultar possao da multipli-
cidade, e complicaco das leis, todava um sa-
bio Magistrado poder preservarle de quulquer
erro que so Ihe impute o licar tranquilo em
sua conscicncia se lor dotado das seguintes
qualidades imhspens.veis ao exercicio de seu
iinporlantissiino emprego. Urna (irme inlen-
co e vonlaiie de nunca julgar. seno confor-
me s regras da pura i- recta Justina : um a-
gudo, e penetrante discern ment para conhe-
ce r o verdadeiro estado a intrnseca nature/a
oa queslao que se prope ao seu juiso : um
espirito recto, inimigo de vas subtilezas, e ca-
villaces que al nao servem seno para em-
brulhar a questo o tornar o seu cxitoduvi-
doso : um cntendimento claro que seja capaz
de abracar todo o complexo das rases, que ap-
presento os litigantes e qim assaba avaliar :
um animo firme, que se nao abale com rasdes
frivolas e incuncludentes ; que nSo ceda ao
ultimo, que falla, e se nao dobre ora para urna,
ora para outra parte, segundo as rases contie-
nas que produ/em. Sobre ludo poiem deve
o Magistrado ser cauteloso e puniente para
nao precipitar o seu juiso sem ter primeramen-
te examinado com madureza todas as rases ; e
nos csos duvidosos sem baver consultado tro-
dero a homens probos, e peritos as leis es-
pecialmente se se tracta da vida d'um cidado ,
ou de grandes interesses de familias. Com taes
qualidades c com esta rectido um Magistra-
do ou nunca se desviar do justo o do hones-
to, ou nunca Ihe serao imputados os seus erres.
Nnguem deve ser promovido Magistra-
tura ( di/ia o supracilado Plalo ) sem que pri-
lieiro baja dado provea da sua inlcire/j pro-
didade e capacidade ; por isso que o Magis-
trado nao be eleito para sua pessoal vantagem ;
as para vantagem do poso : nao be o povo ,
pie deve servir aos caprichos e cubica do Ma-
gistrado; sim o Magistrado, que deve servir do
prolector aopovo.da mesma surte que o navio nao
'ie le i io pata conunodidade do piloto o sim u
piloto para seguranca e direcco do naiio.
Cuanto pois nao scro dignos do publico des-
;i eso os Magistrados, se um vez do serem ador-
nados das virtudes que devem acompanhur o
tistinguir o seu inminente cargo forem pelo
contrario deleixados frivolos c immoraes 1
Se em vez de seren para os outros um cxcmplo
le rectido, e de virtudes, conciderarem a hon-
ra da Toga como urna aulonsaeo para delictos !
Km vordade, que humero pode haver mais
nlam.li) a socedade do que uro Magistrado
infiel que laz dobrar as leis a seus capuchos,
is suas paixoes, e venalidade ? (^ue ero vez
le ser o defensor da justica, o protector dos fla-
cos o refugio dos pobres o sustentculo dos
uuvas, edosorfos, em una palavra o azilo
da innocencia, e o terror dos criminosos ; pelo
onlraro associa-se com os velhacos, c traclan-
les protege os malvados e nao busca debai-
xo da sombra da Toga seno urna impunida-
le vergouhosa s suas venalidades e libei tina
gem ? Urna severa censura devera vigiar, como
no tempo dos Romanos sobre a conducta o
costumes dos Magistrados, dcmittmdo e se-
veramente punindo aquello que se conhecesse
ser prevaricador Ac &c. Que a prove la a
um estado ( diz Petronio ) (er as mais sabias ,
e justas leis se o dinbeiro he que regula as
sentencas seos Magistrados sao tao compra-
veis como qualquer mercadura ? A cubica ,
a avaro/a a libertinagem sao as pestes mais
porigosas do governo especialmente quando
chego a dominar no coracao dos Magistrados,
e dos que governao; porque ento nao sao mais
as leis, quejulgo das causas, seno as pai-
es; nern mais so examinan os delictos sim
s posses de quem os b comottido e a rique-
za da sua bolea.
O inconveniente mais ordinario que nasce
da multiplicidad. e complicaco das leis he
este : que. achando-se os Magistrados aleuda-
dos com nnumeraveis nogocos sotopostos ao
sea juiso dificultosamente podero prestar-Ihea
aquelle exame profundo e a attencao que
merecen). D'aqui veio introdu. ir-se nos Iri-
bunaes osystema de seguir urna ce la rotina ,
de observar cerlo ritual, e certas formulas,
que ao passo que prolongao roneideravelmento
os litigios forrin aos Magistrados o trabaiho
de estudar de examinai as leis para as appli-
car ao faci que se discuto ; deixao aos cau-
sdicos ledo o campo nao s para exgotar todas
as rases dos contendores, como de fazer uso,
e ajudar-se dn todas as astucias emimanhas
para contundir a mente dos jui/es, f> tornar-
Ibes impenetravel a verdade. Se em lugar de
seguir nicamente as formulas os Magistrado^
so se oceupassero da intrnseca substancia do
negocios, muito se encurUria a duracao dos
luigivi ai9 leria nai* Jugar a ideja das tra.


"".--
sendo 9 do ultimo porto, vapor hrazileiro
Paquete do Sul, do 200 toneladas com-
mamlanto Malhias do Barros Valente, equi-
pagem 20. Conduz t30pracai.
Trieste ; 08 das, brigue austraco Bl F-oui-
te de 147 toneladas capillo Andr Kro-
na equipagem 9 carga farinia de trigo ,
azeite doce e tnais gneros: a Kalkmann
& Roscmund.
Snhidos no metmo din.
Aracaty ; patacho nacional S. Jos Vencedor ,
capillo Manoel Jos Riheiro carga varios
ganen. Passagoiros, Francisco Jos Pa-
checo, Jlo Gnncalves Vlente, o Eduardo
(iom/alves Vulente brazilciros.
Monto-video ; brigue sardo b'rederico capi-
lao J R. Monoou, carga a tnusma, que trou-
ce do Marseillcs.
Navios entrados no dia 6.
Trapani ; 50 das, brigue sueco Columhus ,
de 220 toneladas capitn \ P, StilUtrom ,
equiprelo 11 carga sal : Ordem.
Ass ; Tilias, brigue hrasileiro Feliz Destino.
de 207 toneladas, capitn Manoel Pereira do
Sa, equipagem 12, corgasal: a Pedro Dias
dos Santos.
Navio fallido nomesmodia.
Rinde Janeiro ; barca hrazleira Firmtxa, ca-
pitao Narci/o Jos de Sant'Anna carga di-
versos gneros.
Editaos.
pacas que devora os litigantes ; as sentencos! Rio Grande do Norte e Parahiba; 12 horas,
seriao mais bem fundadas e menos arbitral ias,
e os Magistrados seriao conciderados como ver-
da luiros pas da Patria pelos immensos bene-
ficios que linbo de trazer ao publico.
Com efl-ito quantas familias seriao salvas
d'um seguro naufragio a que se expoe pela
eternidade das suis demandas ? Quantos inle
lite*ato deixario do suecumbira prepotencia de
adversarios opulentos que nio obstante falle-
cer-lhes toda a raso canto segura a victoria;
porque lem mais meios de sustentar demandas?
(Ju.wilo mais estrello nao seria o campo da im
pistura o das velh icarias dos causdicos que
noactud sysletni involvem em suis redjs os
citadlos incautos. ou ignorantes e com as
lisoujeiras promessas d'uma victoria segura os
empenbo em ciemos pleitos, ape/ar da ma-
nifesla injustica dosuas protencoes? Kinalin n-
te que envaines de esfomeados gafndolos nao
se apartario dos tribunaes, doxando de devo-
rar a substancia dos no os; quintos nao se-
riao obligados abrir mo do foro para el les
infecundo empregando os seus lalent< s e
actividadeem nutras industrias verdaderamen-
te uteis si e seus concidados1!
Mui injusto fra en se p etendesse invol-
ver nesla censura i quantos profsalo a juris-
prudencia e empregao a sua habilidad em
delender as rasos, e os direitosde seus con-
cilladlos. Pelo contrario estou persuadido ,
qu entre ellos ha horneas suminamentu respei-
taves pelos seus rouhecimentos, o virtudes ,
os quaes altamente reprovo e condemno ai
trapacas as fraudes, e lalrocin os de tantos,
que privados de educaco o de moral se in-
troduzein no foro para deturpar, e aviltrar urna
prolissao, que de sua naturexa he a mais uoliru
e til a soi.-ied.nle A innocencia opprimida ,
eos Jireilos calcados dos pobres encontrad mu-
tas ve/es oestes homens eximios deffensores ge-
nerosos contra poderosos altivos e injti tos
Militas veteataillbeta os seus sabios e pacifico*
conselhos ahran lio a nhsliiiaco encalman n>
odios dos litigantes eos conduzcm a amiga-
veis itompoxicoes preseivando-os d'uma in
fallivel ruina. Donde conebro quolaodes-
presiveis sao os causdicos que (a/.em indigno
traiieo do seus talentos c para quem o eslud"
das leis nao serve, seno para excreilar im-
punemente a mais detestavel l.ulroice quanto
sao estimaveis os jurispeiitos que empregao a
sua desfondado e seu zelo na defeza da justi
ca e da inno. enca ; desses cuja casa torna-
se un sanrt iario de probidade de ooderaco,
e de candado e se lazem conselheiros arbi-
tros, c juizes ecconomicos de seus concidadaos
Se laes Magistrados com estes meios honestos
louvaveis adquirem alguns hers da fortuna
nunca lero motivo de envergonhar-se e r.en>
o gozo delles podis nunca ser molestado pelo
fungente acleo dos remorsos.
Coneluamos, que assim romo o Magistrado
instruido e recto he um dos mais uteis, i
.respeitaveis cidadns o Magistrado ignorante ,
e corrompido he prejudirialissimo e detesta-
vel em lodo o pai' onde se observem as leis,
se pre/.e a virtude. O ignorante desoonhece
a legislarlo e consegu internen te nao a podo
app'icar aos factos ; o o corrompido anda
que tudo seiba posterga o direto e poo
justiea em almoeda. K poder prosperar un>
paiz cujos Magistrados lorem pela mr paite
ignorante*, ou venacs ? O Poder Judicial po*
de-se di/er que he a pedrade toque da mora-
lidad de una nacao Onde houver bons Ma-
gistrados o po\o sera bom e viceversa Cui*
de-se pois muito e muilo na n.origeraco dos
povos proinova-se a instrueoo como ella
lleve ser, que todos entrarO na rbita dos seus
deveres o seremos feli/es.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria das
rendas provinciaes manda fazer publico que
iior nao teiein apparecido licitantes a arremata-
dlo da reediliiiicao da estrada do Joao de Marros
un lu^'.-ir da rambda de S. Joao annunciada
uara o dia 30 do pastado, in novamente a pra-
ea no dia 10 do crrente, pelo proco e soh as
laosulas especiaos publicadas pelo Diario de
23 do selembro.
Secretaria da thesouraria das rendas provin-
iaes de Pornambuco 2 de outubro de 181-3.
O secretario ,
Luiz da Costa Porto-Carreiro.
Deca raco>s.
alfamlega.
Bolli & Chavanncs fino leilao por nlcr-
vencao do Correlor Olivera de grande varie-
dade de fa/.endas fr.inc-zis alentaos o suis-
sas de laa seda linho o algudo : terca ,
0 quarta-feira 10 e 12 do correte s 10
horas da manha no seu arma'om na ra
da Cruz.
Avisos l i versos.
COMMERCIO.
AlOtmlcga.
Bendimento do dia 0.......... 3:7108233
Descarregio hojt 7.
Barca Columbus fazendas, lerragens ,
louca sahao, manteiga 0 (enreja.
Barca I.Uza Luisa farinha azeite, pas-
tal saho vellas e papel.
Patacho Aurora ~ vinho 'azeite. passas ,
alfa/ema chumbo, sehollas, albos,
e massas.
- Carmen uvas amendoas, ame-
xas passas. massas allazema, co-
minhos, e figos.
Mstico
a-
.y
Ifoviiiirnto do Porto.
O vapor Paquete do Sul, recebe as ma-
las para o Sul hojo (7) ao tneio dia.
- O administrador da mu/a fie reccbedorit de
rendas geracs internas avisa aos moradores do
liairro do Recife Santo \ntooioe Moa-vista ,
i MTogados que ven han pagar a laxa de 1S rs.
por escravo o imposto de lujas abortase la-
hernas bens de inao mora, dosegesecar-
rinbos doanno de 18W a ISH cuja relacJo
l'i se acha prompta para ser remetlida para jui/o,
e por isto espera dos collectados que huja de
irem pagar para evitaren detpezat e cusas.
Recebeboria 0 de Ontuhro de 1843.
Francisco Xavier Carakanti de Alhuquerque.
= A admnislracao do patrimonio dos orlaos
tendo de mandar proceder a reedificado da casa
n i no largo do Hospital do Panizo e da de
n 38 na ra do Torres do bairro do Recife ,
convida as pessoas. que se quizeteni por menos
encarregar das rnesmas reedificacos a con pare
cerem na casa de suas sesses nos dias 27 do
rorrente me/., 4 c 11 do futuro para se traclar
dos ajustes. Sala dassesses da administrado
do patrimonio dos orlaos 23 de setembro de
18W. /. l. da Cruz escripturario.
Agencia dacompanhia das barcas de vapor
n'este porto.
A agencia da companhia das barcas de vapor
precisa contratar o Mtico do carvo para as
rnesmas harcas do modoseguinte :
Contrata o servjco do carvo com qualquer
pessoa ou pessoas ; obrigando-se estas a tirar
o carvo do deposito da rompanhia emhan-al-
o, leval-o a bordo, e niettel-o dentro das
harcas, sobre a bazo de um tanto por tone-
lada de 70 arrobas que se med-r a bordo e
de que os rominandantes das referidas barcas
passarem recibo.
CJuem estiver na circunstancias de pretender
este contrato podera dirigir-se ao agente da
rompanhia ra de Apollo, onde sepodrra
obter quaesquer nutras explica Get a respeito.
Recife 5 de Outubro de 1843 O agente ,
J. B. Mortiva.
Contina a subscrover-se para esto peridico
na livrana da pr.ica da Independencia n. t '
8 e sabio ho|0 o 2 numero.
= Precisa-talugnr um moleque ou ne-
grinhade 10annospara cima, que soja fiel,
para servid) mnneiro ; no atierro da Moa-vista
oja de Salles & Chines ou na ra da Cadea ,
loj.i de chapeos n l<>.
=s Precisa-se de 2 ionios do res dando-so
de hypotheca um sobrado novo do um andar.
em chaos proprios em urna das rnolliores ras
do bairro de S. Antonio; quein quizer dar an-
nuncie.
= Precisa-ss de quatru contos de res a
premio d mdo-se le hypotheca um sobrado
le dous andaros o sotao em chaos proprios.
o metmo sobrado est obrigadu ; ou tamhein
so i ende; o sobrado he em una das melhores
ras do hairodo S. Antonio ; quein qui/er dar
annuiuie.
=s Auna Joaquina do Sacramento avisa as
pessoas que l.....peiihtrosdo oiiro o tirata em
seu poder bajo do os ir tirar no praso de 8
das na ruaHireitan. 98, do contrario se
rao vendidos para pagamento pois que alguns
dellesja nao chcgfto.
Quein precisar do urna mulher de boa con-
, 111 la para ama do C-ia de homem solteiro .
[ou depona lamilla dirija-se a ra do Cal-
deireiro n. 0.
quem quizer ir de passagem dirija se a ra da'o a mosma ra Augusta casa n. 19 ou na ra
Cadeia do Recife lo|a de fazendas n. 37. do Hospicio sobrado di esquina qu son re-
_____________________________________ compensado.
I I <\iH Pra'M-M do u,n horL-lao quo saiba cuidar
____________MiCmitS j0 |]ur4 |10 Coelho. eollegio Ks rito Santo.
' siuom annunciou querer vender 2 pares do
= I.eilo, que pertonde fazer M Calmont & esporas de corronto, l dito .lo suspensorios o
C. lerca-feira 10 do crrante, de 15 barr s pratavelba, lulo com 230 oitavas dirija-so
com camode porco muito superior no caos da I ns;; ponas n. 43-
Ouom annunciou no diario do quinta fei-
ra, 3 do corronto me/ querer fallar negocio
de interesso rom a mulher do Sr. Antonio Cor-
deiro Muniz Falcao dirija-so a ra dos Coo-
I nos n. 3.
Pede-se ao Reverendo V gario da Iregue-
zia da Moa-vista,declare porque regiment, ta-
bella ou tituloeobraas Ikencat de enterro
do escravo e eeitido de oblido e quanto
importa cada una d ellas; c se na lei ou regu-
lameato qu servo de guia ha dilerenca do
proco.
Una mulher de boas outumaa se encarr ga
da criaiao do meninos de peito impedidos e
desimpidos ; e t.imlieiii receheu meuinos dis-
mamidos para curar da sua eJueafao, no quo
promole esmirar-ve : quem d seu prest-i oso
qu/er utilizar dirija-se so patio do Carino
ii 21.
Ou"in quizer dar at V 3 a (> vacas de
loite para pastar o disloitar. mandando huscar
o loite para vender lie meias perlo da praca ,
anniiocio pira e tratar sobre O dito negocio.
Da-te dinbeiro a premio sobra penhores do
..uro metmo em pequeas ponoes : na ra
Nova n. *)'i.
Francisca Mara do Camino eS-t pre-
tende embarcar para (ufa da provincia um seu
escravo do nomo Elias, de nacao Angola ,
com dado de 20 anuos na primeira embar-
i-.i ao que se Iho olTereca.
Miguel Sicardo comproa por contado
Inao Raptista (no dous bilbetet do n. 573 o
570 da I parle da 13 'dolera a favor das o-
Ur.* do theatro publico cujas rodas indio no
da I'. do crranle.
Polo jui'.o competente su achilo scqueslra-
os o embargados os bens do casal do finado
\ndr Abes do Mego por so ni > ler at O pro-
slito nartilhado com "s herdeiros, assim maro-
res como menores ; ninguem pois avista do
prsenlo poder de boa le contratar negocio al-
^iim a tal respeito com I loreioia Margal ida dos
Pra/ercs, nein com otra qualquer pessoa, sem
so comprometer ao peroimento do seu valor o
sem incorrer no criine da uina transaclo do-
loza em prejui.-o de terceiros.
M-ITCH, BRAVOAG*
Vendem na sua botica e armazem de drogas ,
na ra da Madre de Dcos, u 1.
A prepararfio seguate por proco muito com-
modo de superior quahdade.
Gregorij s l'owder.
Nao havera pesoa aiguma que tenha eito
uso desle medicamento em qualquer parto do
(lobo que nao ton ha sentido seus beneficios.
Us seus elfeitos principaes be ser um ptimo
estomtico e muito til as do-
LOTERA DO TflEATRO.
Os bilhetes da 1.' parte da 15.* lotera, cu
jas rodas andao iinpreterivelmcnle no da 19
do corrento Ouluhro, achao-sc venda nos lu
gares do costume.
= Precisa-se dodous rapajes Portuguezes,
ate 10 annos de dada, ebegados de pouro,
auetaibio ler, e contar para caixe ros de hijas,
um no Mo Grande do Norte, mitro em Macelo,
obrigando-se seus palios (|U0 agora os con-
duzirein a rcenvial os para esla prava a sua
rusta sendo que nao se dem bem ; atralar na
ruado Cabug n. 10
purgante
= Aluga-se um segundo andar soto na cucas do ligado, bat.0, *C&C NaS Indias, ou
i viso > na nimios.
__Pura oMaranbao segu viagem con; toda
a brevidade por ter parte de seu (arregamento a
bordo o bem conhecido brigue-escuna Caro-
lina ;;'qucm n'elle quizer carregar ou ir de
Navios entrados no dia 5. I passagem entenda-se com o capitao e pratico ,
Barcelona por ulga 35 das, caico.brapa-! ou con, Manoel Duarte Rodrigues na ruado
ra da Cruz n. 37 com commodos para pe-
quea familia : a tratar na venda por baixo do
mesmo.
LOTERA DEN. S. DO IJYRAMKNTO
As rodas desta lotera andao nfallnelinento
no dia 9 de novembro do corrente anuo o os
bilhetes acho-se a venda nos lugares do costu-
mo.
Precisa-se alugar um rnoleque para con-
duziralmocos ejantares para fra; quem tiver
para alugar dirija-se ao botequim da ra das
Cruzas n. 33.
Jos loaquim Maia Ramos avisa ao publi-
co e aos seus conbecidos quo se despodio
hontcm da casa dos Srs. Cazaban t C. ; por Iho
nao convir continuar a sor caixeiro dos mes-
n ios.
O-Sr. Jos Joaqun) Maia Ramos deixnu
do ser caixeiro da casa dos abaixo sssignados
desdo o dia 0 do Outubro.
Cazaban })' C.
Roga se a pessoa que ti ron urna caita do
correio vinda do norte com o nomedeJoSo
Claudio Muinllo queira ter a honda.le de a
entregar na ra de Santo Amaron. 30 que se
Iho pagara o que Ihe CUStoU c o seu Iraba-
Ibo
Alugase um armazem para se n-colher el-
feitos : na ra da l'raia ns. 15 o 17 a lr..tar
com Silva Cardial.
Aluga-se a metade de urna casa lerrea na
ra de Orlas com duas camarinhas muilo
hoiii quintal cacimba e porlao para a ra
de S. There/a : a tratar na roa i >lreita do Ro-
lar) com Jos de Medeiros Tevares.
_ No dia 3 do rorrete perdeo-se um pedaco
do panno de brilii cheio de amostras de marca ,
la Augusta ate nraca la Lniao
:,h.' VST^USS^^^ TT;.toraV.? o hyate tlor d< lavan-
S^^^^^ im.\fim^mk tobir w4 U do cura-nlv ;, quen o Uva ochado, e quc< wilituir
do tanto p'ogridoin e tantos estragos produ/ein
constantemente estas doencas, sao raras as pes-
soas que nao lem conbotiiiienlos dos bons ef-
leitos deste remedio. O menino o velho de-
i repito, o linalmenlo O homem em qua^uer
idado da vida pode sem receio algum fa/er
uso des. medicamento cujos efleitos saluta-
res nos fa/em julgar urna inspiracao divina ao
genio sabio C pbilanlrooco de seu author.
A dote deste medicamento he urna uu duas co-
Iheres c ch i misturado com agoa, duas ou
trez vetes por dia.
Na inesiua casa tambem so vendem (intas,
e lodos os outros objectos de pintura ; vernizes
le super.or qualidade, entre ellos um pernii-
lamente bram o e que so pude applicar so-
bro a pintura mais delcada sem que produ-
za l lerarioalguma em sua cor primitiva. Ar-
row-Root de Mcru.uda,Sag, Salionetes, -
Sabio do Wndsor, Agua de Seidlitz, Agua
de Soda,Agua do Salir,Limonada gasoza ,
I iota supeior para escrever, 1 ma para
marcar roupa,Perfumaras ingle/as,-- tun-
das elsticas de patente,Escoxas e pos paia
Jonles ,Pastilbas de muriato de moiphina,
e ipecacuanha, PaslUbaS linissimas de hor-
tel-pin.enta Pastilbas de bi-carbonato de
soda egingibre. As *erdaderas pilulasva-
getaes univeitaes do D.r f>ratidreth \indas.
de sen author nos K>lados-L nidos ;c &f.
= Ouom annunciou precisar de 000S rs. a
premio, dirija-se a ra Mella n. 29.
__Aluga-se urna casa no Moutetro na carrei-
ra que lu do fallecido Domingos Rodrigues do
Pasto a qual b a 3.\ c lem 2 boas salas S
quartos gran.ios cosuiba fura ostrilu ra para
2 cavados, quintal murado e poitao be para
onanno: quem aprclender uiiqa-sei ao auer-
Icve-1 ro da Uoa-vi>la loja do cera n. "i,


Em um clima t8o quento comoo do Brazil,
Onde as molestias tennino fatalmente as ve-
zas no espago de poucas horas be misterha-
ver um remedio que possa servir ao mesmo
lempo ootjo preventivo e curador. A le-
decina Paular Americana lem essa proprieda-
de ton.id i as veos mu quanto ella impedeu
accuinnlaci" dos humores conserva o singue
puro e conseguintcmente para as pesoas menos
su|eitasa apanharem quaiquer molestia, sc|a
ella contagiosa ou nao.
Recommenda-se portanto ao publico em ge-
ral de ensaiar este escolenle remedio que ,
pelo lado econmico he preferivel a qualijuer
outra medecina do similhante nature/.a leudo
as eaisinbasmaior numero de purgantes e por
menos prego.
O publico achara na Medecina Popular A-
mericana as pilulas vegetaes do I)r. Brandrelh
estas propiedades <|ue produzem seu e licito
sem dores ou encommodo algum nao se la/,
preciso di ta alguma e pode-se tratar dos
sens negocios nos mesmos das, em que seto-
mar.
Vende-se aqui em casa do nico agente
} Joao Keller ra da Cruz n. 11 e para maior
commodidade dos compradores na ra da Ca-
deia emeasa de Joao Cardozo Ayres, ra Nova
Guerra Silva & C. alterro da Boa-vista Salles
& Chaves.
Precisa-so de um sacerdote para ir para
o serlao ; na ra Nova n. 18.
FurtarSo no dia 3 para 4 do corrente 1 en-
sarn de 35 palmos, c um coito em quadro, de
louro tem em urna ponta urna pequea volts;
quem delle soubcr dirija-se a ra Augusta
n.58.
O Snr. que tem um relogio empenha-
nhado a maisde 5 mezes em tasa do relo-
joeiro junto ao arco de S. Antonio, queira ir
liral-o no praso de 3 dias do contrario ser
vendido.
Os ahaiso assignados flhose herdeiros
de Manoel Ri boira de Sou/a e stlil mulher
Adelaide Pocia Arco Verde Mello de Araujo ,
t"m le reivendicar em Juizoa propriedade Jan
ga no termo de Olinda em cuja posse eslao
Jos Luil Innocencio Poges 7 esua mulher I)
Luzia queja forao chamados a conciliacao e
a revelia bavidos por nao conciliados e pelo
presente annuncio previnem para que nin-
guem contrate com o dito Pogesesua mulher
sobre a referida propriedade. Amador ae
,4raujo t'essoa e Mello, e i edro Coelho Pinto
Lobo.
Alupa-se o primeiro andar do sobrado
n. 19 na na do Nogueira ; a chave achase na
foja do mesruo.
I)a-se 3508 rs. a premio sobre penbores
de ouro ou prulo tambem da-seem menos
porces ; no patio do Carino venda da es-
quina quevolta para a ra das Trincheiras.
-= OsSrs. Antonio Jos Ntmes Guimaraes,
Manoe! Gregrorio Hamos Manoel Felis Alves da Cruz e as
Senhoras Maria Olera de Mi'anda e Engra-
cia Mara da Conceicao queirao ir, ou man-
darem buscar urnas encornmendas vindas do
Aracaty na ruada Cruz do Hecife n. 64.
= Traspasse-se a chave da loja do alterro
da Boa-vista n. 74 corn armaco propria pa.a
miudezas ou calcado a qual faz bastante
conta por ser commodoo aluguel, a tratar na
mesma loja ou no mesmo lugar, loja de
iinude/as n. 78.
= Aluga-se urna casa terrea com salas 3
quartos cozinha Tora quintal murado ca-
cimba i e ai voresde fruto sita na ra do Se-
bo na Boa-vista : a Fallar na ra Nova n. 63.
Precisa-se de um Portuguez idoso sem
familia para feitor de um pequeo t-itio da
se-lhe casa para morar sustento, e mais al
gum interesse ; no principio do attorro dos
Allogados n. 9.
- CJuem annunciou querer comprar um
compendio de Bbetorica e potica dirija-se ao
atierro da Boa-vista n. 64
OSenhor Joao de anta Monica Lima ,
que leve loja na ra Direita nucir fa/er o fa
vor de ir no passeio publico na fabrica de cha-
peos deso, ou annuncie sua morada, pura
negocio de seu interesse.
O tinture ro que se acha no bero da
Bomba avisa aos scus fregueses que se propoe
a tingir toda e quaiquer fazenda de todas as
cores tanto de la como de seda tambem tin-
ge holoes de on>, e chapeos de palbinha lu-
do por preco com modo.
()ucm annunciou querer 6008 rs. a pre-
mio com hypotheca em urna cusa i,u Boa-vis-
ta dirija-se a ra do Queimado loja n. 43.
Na padaria da ra Direita n. 40, precisa-
se alugar um prelo que entenda do servil o
da mesma.
Aluga-se o primeiro andar da casa rua do CJueimndo n. 16; a tratar na loja do
da ra da Cacimba n. 4 com commodos para
urna pequea familia ; e vende-se urna canoa
do amarollo, de 4o a 50 palmos de comprimen-
lo, propria para abrir ; a tratar no primeiro
andar do dito sobrado.
Deseja-se jallar a Manoel Simplicio Cor-
rea Mal. a negocio de seu interesse, na ra
da Conceii da Boa vista n. 26.
Quem precisar de urna ama muito capaz ,
para ludo o servico de um casa dirija-se a ra
do Jardim n. 32.
Compras
Compra5-se dous caisilhos de vidraca ,
para portas de frente de arctlectura antiga ;
na praca da Independencia loja de livros ns.
6c8
Compra-se eectivamente pura fora da
provincia escravos de ambos os sesos de 12 a
20annos, sendo do bonitas (guras pagao-se
liern ; na ra da Cadeia de 5. Antonio, so-
brado de um andar de veranda de jjino n. 20.
Compra so urna negrinbi de 15 annos,
bonita rain vicios nem achaques, que sai ha
fa iimas destas prendas paga-se bem agradan-
do ; no patio do Carmo sobrado o. 13.
= Compra-sc urna macfit grande de Ango-
la um checheo cantador Diil casal de cutias,
um dito desaguins, que soja* o lurteos, at o
dia 16 do corrente ; na ra $0. Queimado ,
luja de hiendas n. 26 ; e na ujtttina casa ven-
de-se urna estatua de gesso propria para sitio.
= Compra-se urna negra de 18 a 22 an-
nnos, de bonita figura e sem habilidades;
na ra do Crespo n. 11.
= Compra-se um methodo para (lauta, que
esteja em b m estado ; na ra Nova n. 17.
Compran se eectivamente para fora d
provincia mulatas negras e mnlcqiies de
12 a 20 anuos, sendo bonitos pagao-se hem :
n ra Nova loja de ferragens n. 16.
= Cnmprao-se p. vendern se escravos de am-
bos os sexos de 14 a 20 annos ; e tambem se
receben] escravos pura se venderem, pagando
se r.io smenle a commisso : na ra reina
n 111.
Vende-se um mulato bastante moco urna taboas requezitas de Noria : quem preci,
hom ofTlcial da ferreiro e muito desembarace- sar procure na loja da viuva do Burgos na ra
do para acompanhar de pagom ; na ra do do Livramonto n. 1 onde tambem so dir
Oueimado loja n. 18. quem da liees decscripturaeao e contabil.
- Vendem-sesorvetoirasde estanho de to- dade commercial, de Algebra, e Goometria.
dos os tamanhos, e de superior qualidade as Vende-se um cvalo prelo, novo mui-
quaas sao de muita economa por gaslarem pou- to corredor, proprio para correr parclha, car-
eo gelo : na ra da Cruz n. 9. regador, c proprio para carro ; na ra das La-
Vendem-se escolenles chale* de soda de ranjeiras casa do Claudio Dubux so dir quem
modernos padrees e por proco muito barato : tem.
na ra do Oueimado loja n. IV. i = Vende-se o engenho denominado Sacco ,
Vende-se um quartao e um cavallo de na freguesa de Ipojuca moenle e corrente ,
sella, com bons andaies e por preco com- com muito bons partidos lavradios porto de
modo ; na ra do crespo n. 12 a fallar com embarque e oulras commodidodos recomen-
Jos^ Joaquim da Silva Maia. daveis; a tratar no mesmo engenho, ou na
Vendo se um negro moco de bonita fi- ra Direita n. 100, segundo andar.
ura por preco commodo ; na ra do CHiei-i Vendem-se pecas de bretan ha de linho
mado loja n. 4. |com 15 varas por 58 rs. riscados encorpados
Vende-se para pagamento de divida um para calcas a 240 o covado e tecidos a 160 ,
pocas de cambraia de boro toro do listras com
6 /< varas a 28 0, cortes de cassa-chita a 2240,
Vencas
mesmo ou na ra da Penba n 5 primeiru
andar.
luga-ie o segundo andar do sobrado
= Vende se um moleque de nacfio de 16
annos com bonita figura ; e -\ escravas com
habilidades : na ra Direita n. 3.
= _Vendem-se presuntos ingieres, queijos
londrinos revadinha conservas do t.idas as
qualidadis frutas proprias para pastis sal-
mfio em latas sardinhas e crvilhas em dita ,
eerveja branca e preta Champanhe superior.
e outros muitos objectos ludo chegado ltima-
mente ; na ra da Alfandega velha armasen
n. 44.
es Vende-se urna vacca de leite ingleza
viuda na barca Columbus 8 qual d 9 garra-
fas de leite; na ra da Alfandega velha, arma-
zem n. 44.
- Vende-se um venda com os fundos de
800S rs. a dinbeiro ou a lettras; e duas
talbas grandes vidradas, para agoa ou outra
quaiquer cousu : na ra Velha vendan. 67.
= \ ende-se gelo a 3200 a arroba ; a bor-
do da escuna Eurotai fundiada ao p dases-
cadinhas da Alfandega onde estara sempre 1
bote ao servico dos compradores das 6 horas
da manh.ia as 6 da t rde todos os dias.
= Veude-se um sobrado de dous andares.
sito na travessa de S. Jos do bairro de S. Ao-*
Ionio; e urna casa leriea na mesma ra ; na
rua do Collegio n. 5 ou na ra do Crespo
n. 23. '
v 3- Vende se galio fino de ouro do ultimo
gosto a 800 rs. a oitava e en (re-finos proprios
para bonet; na rua dos Quarteis loja de
miudezas de \ ctorino de Castro Moura, n. 24,
= Vendem-se gamita de vinho de sala
parha e pastilhas peitoraes do afi que.
pude suprir a falla do charopo ; na rua No-
va n. 57.
\ ende-se ou arrenda-se urna grande
casa assobradada com bastante terreno do
lados e no fundo lendo nesle porto de em-
barque o qual he proprio para quaiquer esta-
belccimento de fornos sita no Coelho da Boa-
vista e igualmente vende-se outra casa muito
grande tambem assobradada sita na rua da
Alegria, ambas novas, e feitasa morderna :
no atierro da Boa vista loja de seleiro.
Vende-se urna escrava de naco Mocam-
bique ; no heco do Campello n 6.
\ ende-se urna poredo de aieile de car-
rapalo por barato preco; na rua da Cadeia
deS. Antonio, deposito de farinha de mandio-
ca n. 19.
= Vendem se dous moleques de naco, de
14 annos fazem lodo o servico de urna casa :
na rua do Cabug n. 9. defronte da matriz.
= Vende-se 28 oitavas de ouro em defe-
rentes obras : na rua Nova n. 55. j
mulatinho de muito linda figura, de 14 an-
nos; na loja de Antonio da Silva Gusmo, na
rua do Oueimado.
Vende-se superior Le Boy agoa de
colonia champes de grozelhas e do flor do la-
ranja; assim como se recebe encornmendas para
so mandar fazer espiritas de todas as qualida-
des e licores o mais bem feito possivel; e
(ambeln compra-se vidros vasios que fossem
d'agoa de colonia; na rua do Quoimado n. (4.
Vende-se um relogio saboncte de ouro ,
com cadeias do uso; afianca-so ao comprador u
hom reputar do mesmo ; na rua atraz da ma-
triz d. 29; tambem compra-so urna cornmo-
la em meio uso.
= Vende-se um sitio pequeo com casa de
taipa grande eladrilbada com militas laran-
^eiras jaqueirus hananeiras Ierras proprias
cacimba d'agoa de beber no lugar da Casa
forte na campia, perlo da Igreja o da paitt
la sombra ; c mais urna casa em Olinda n
rua do Amparo de pedra e cal, ladrilhadt <
pintad ; urna patativa muito antadeira e 2
casaca de pomhos ludo por preco commodo :
na rua da Gloria sobrado de um andar n. 7.
-- \ ende-se no armazem de 2 porloes con
fionteao tanque, na praia do Pcinho poi
ira/da rua do Caldcreiro tenas boas a 3500
u cont lijlo* do ladrilho a 2800, dito de ta-
pamentoa 1800 dito? do quidrados grandes
para ladrilho de forno de padaria a 220 cada
um ditos lurados para logao a 200 240 e
280, reis.
Vendem-se 4 patativas da Parahiba 2
corijs um gallode campia um pinlacilvo ,
1 papa-capim 1 checheo urna sabia, todos
umitas cantadores, e por preco commodo : na
rua do Sebo venda n 23.
Vende-se una preta de naco Angola, de
20 annos cose, eengomma sofThvel ; na rua
das Larangeiras labrado n 5.
\ ende-se um preto de naclO Angola ,
de 28 annos hom canoeiro ou troca-se por
outro que nao lenha oflicio : na rua das La-
rangeiras sobrado n. 5.
\ ende-se cxcellenle sal do Ass, por pre-
o commodo ; a bordo do brigue Feliz Destino
entrado hontem elundiado defronto do For-
te do Mattos.
\ ende-se urna negra do 17 annos com
elegante figura engomma bm, lava e co-
'inha ; na rua Nova n. 19, no quarto andar,
Vende-sc obra de 3 arrobas de bolosa ,
iropri i para pretos, muito em conta ; na rua
Direita n. 80
Venden se barricas com eerveja de pri-
meira qualidade tanto branca como preta ,
por preco muito commodo; emeasa de Latharn
Si Hibbert rua do Trapiche n. 32.
^ ende-se um methodo de msica para
iolo: na rua da Guia n. 36.
Vende-se urna negra crioula do 24 an-
nos cose bem faz lavarinto engomma, la-
va cozinha e sendo para rua da 480 por dia ;
duas du/.ias de taboas de pinho muito em con-
ta : na rua do Livramento sobrado n. 33.
Vende-se caf muido o melhor possivel,
dito em grao em sacras e a retalho por preco
ommodo para as vendas : na travessa da Ma-
dre de Dos, padaria n. 11 de Manoel Ignacio
da Silva Teiseira.
Vende-se macass perola a 200 rs. e de
oleo a 160, rebique a 40 rs o papel, phos-
pborosde pentea 40 rs. o massinho banha
em boes a 120 meias de seda luvas ditas
lencos de cambraia bordados para ma a 320
odecassa pintada a 300 rs. o mitras muitos
fazendas por preco commodo : na rua do Cres-
po loja n. 21.
= Vende-se um sitio na Capunga a mar-
geni do rio Capibaribe rom urna boa casa to
da envidracada e um hom soto que sene
para arommodar urna numerosa familia; na
travessa da Madre de Dos n. 13.
= Vende-se agoa de tingir os cabellos e su-
issas arompanba dita apoa o methodo de ap-
plicar ; no palio do Collegio loja de chapeos
o. 6 e na rua do Queimadu loja de ferra-
uens n. 31.
= Vendem-se bairiras com supprior cerve-
za tanto branca cr/mo preta por preco com-
modo ; em casa de l.allu'in & Hibbert, rua do
Trapiche n. 32.
= Vendem-se cortes de chali dos melhores
que ha, fa/enda que esta mais em moda para
test dos : r.a rua do Cabug r.\ id.
= Vende se urna ptima escrava de 18 an-
uos com algumas habilidades ; na rua estrei-
'a do Bo/ario n. 34 primeiro andar.
== Vendem-se 96 palmos de terreno na rua
Augusta ; na rua da Cadeia n. 14, segundo
andar defronte do Iheatro.
= Vende se un mulato com oflicio de car-
pina : na rua do Crespo n. 4.
= A ende-se urna pela moca, er.gomma
o cozinha ; c um mulato hom trabalhador de
22 annos: na rua do Cabug n. 16.
= Vendem-se dous moleques de 14 a 15
annos ; na rua do Livriunento loja n. 34.
= Vende-se urna negra de 14 annos; na
rua de Moras n. 116.
= Vende-se um negra crioula de 38 an-
nos para todo o servico ; na rua rua Nova n.
5 segundo andar.
= Vendem-se porquinbos da India por
preco commodo ; na rua Nova n. 5 segundo
andar.
= Vende-se um quartao russo escuro em
boas carnes, proprio para viagem ; na rua do
Livramento venda junto ao lampiSo n. 38.
= Vendem-se hienas do Porto ebegadas
ltimamente, a 120 cada urna, e tambem de
Hamburgo ; na rua da Cruz n. 43 defronte
do porto das canoas.
s= Vende-se urna carraca nova, com todoa
os seus perlences para cavallo por preco com-
modo : na rua Velha n. 111.
=s Vende-se no bolequim ao p do theatro,
muito bom sorvete, e com muito aceio das
4 horas da tarde em diante.
= Vende-se um moleque com principios
de cozinha ; na rua da Penba n. 5 primeiro
andar, de manhaa at as 9 horas, e das 3 da
tarde em diante.
Vendem-se selins im lezes elsticos, roui
frescos, com os pertences modernos chicotes
de cana do esta lo mantas de onca espadas
prateadas e de ac, e todos os perlences de
oflicial do guarda nacional, galio entre-lino
de muito boa qualidade dourados muito finos
para barretinas e oolros muitos objeetos
por prego mais commodo do que em outra
quaiquer parte ; na rua Nova loja de soleiro
n 5.
Escravos fgidos.
para senhora a 320 suspensorios de burracha
a200rs. escovaspara cabello a 280 e ou- i rA e;aPPare(;eo um moleque de nomo Am-
tras muitas miudezas por preco muito commo- [ c?f 0,sea Senhor. morador na
do; na rua do Livramento loja de miudezas P'*80^10 da Magdalena, o qual lem os signaos
confronto a Igreja n. 2. I5-L L'_ma,tro f b,cbos nos F,es
Vendem-se cestos para ensinar menino*
as
a andarem; telhaa de vidro; vidros para pbarol .-
na rua da Cruz n. 48.
Vendem-se dous mappas coolendo as
costas, cabos, ilhas, cVc. de todo o Globo ,
para uzn dos martimos; tratado de rodueco das
distancias observadas no calculo de longilude
por F. P. Travasao ; roteiro dos mares, cosas,
dtc. do Brasil ; tratado pratiro do aparelho dos
ttszi iz izgXiimi im ballet;
pernas um puueu cambadas, ou com os ps vol-
tados para fora que assim s faz parecer re-
representa ter 15 aunos; levou vestidu jaque-
ta e collete de panno verde calcas brancas ,
e bon de panno ; quemo pegar levo a casa'
docorrelor Oiiveira, prximo ao arco da Con-
coigao, queserft gratificado.
I ttROFB: a Ttp. m M F. os Faha,=1843
i i


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