Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04289


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Full Text
Segunda Fera 2
Anno de 1843.
caHBHnmnuuwiJUBnBi
ludo .por. depend de n. me.moa; d. no... pru.l.nc.a, nmder.gao, e nerci. eo-
unucnu como yriocipiamoi, o a*reo. apoma.los con. .dmiraut,, entre ., N.cia.ni.i,
aul'"' ______________^^ ( trocUms;io da Aasembleia Geral do BaUSlL.)
PAUTIOAS DOSCORREIS TERRESTRES
toianna, e Parahyba, gandas e sextas feiraa. Rio Grande do N .re, quintas feiraa
Bonili. e Cartulina,, a 1U e 24.
.Ciln ierinh.iem Rio Kormoso Pono Cairo, Maeein, e Alasoas no 1 H e J|
Uia-mlaa Flores a .Je 2}. Santo Vallo quintas feiras Olinda lodos o das
DAS da semana.
2 Sos. Leo'legario B. Aud. do J de D. da 2. .
3 l'eiij. f. Cn mo M Re. Aud do J de I), da 3. Y.
4 Vuarl. >. Chrisuo -\1_ Aud do J. de 1). da 4 .
2 tjj.iit. Cantina .1. Aud do J. de I), da i. t.
l te-, s. Hruno lumia lm Aud do J. de D da 2. .
7 con, i. Marcos P. Hel Aod do J. de D. da 1- t.
tt Ocia. O Patrocinio d. S Jote,
de Outubro
Anno XfX. Vf. 211-
O DUBIO nnhlica-se lodos o dias que nio forem S nii'M'l.i,: a preoo da aail! de trea mil rr, par quartel pa(01 ailianla.lo* Oa attQMaio* dol sinsntfi> 1.10 inaeriuo
Kralia eos din que n 10 fitfOa) .'i raaja le -O res J> linio As reelasMCjAN deem *roiri
(fidas a esl Tip ra das Cruie< N. >}, ouaprai:a da Independencia loja de lirro* el. oeO.
calinos.\n da 2\) de setembro.
.bio.ubra Lonrtr.a 26. Ouavo-Alufda dt 6,4'iO V
compra
16 10U
N. 10,lid,
V.t)
i.9-0
1,1) 1Q
1,920
venda,
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16 SOU
U 4l)i.
I 4U
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1,S4
K a Paria i> 6 rea por francu a a
. a Lisboa llil pot ti 'O .Ir prtiaio ,(* J
PaaTi-Patac.irs
Moada do cobit 2 por cento. Porto ColmaaoaVW
dem de letras da boos firnaaa 1 i a }. fttoo Moiicaaoi
PHASES DA LA .NO MEZ DE OUTUBRO.
La Cheie i ,S, S durase ? ns. ''a manh I La nov 1 i ,, Shoras el U m da m,
Quart. saing. 16, s II buraao 3 a. ,1. j fanx. OH**, 4 30, .ui 2 d da m.
Preamar de hvje.
i.m alo horas a 6 a. da aaanh.a. | t. a 10 horas a 30 n. da larda.
aaaMWBaaBMaasssaaawaaisBaaaaiaaoaaaaaaawaawsa^ a -.^k\ii
#&q&^g.N
iai
EXTE'IO*.
Montevideo 2- de a/josfo rfe 183.
Tutlose .1 presenta favoratel mas o silencio
do general Kivera depois do da 30 do passa-
do causa do dilTerentes conjecturas, porque
lambein o silencio do inimigo prova nques-
fionavel de que nada ha a seu favor cm quanto
a Urqui/a
O que ha de cerlo que e vis 10 Je 3.000 homens de cavaliaria o 5() de
jnfantaria coui duas pecas de artilliaria ha j.i
un me/ que observado e procurado pelo gene*
ral Rivera e que at agora anda nao conse-
guio reunir-ea Orihe. Esteva com eleilo so-
bre >. Jos com nove mil cavallos, pretenden*
do renir-se por Santa Luzia mas nao o con-
geguio.
iNune/. sahio da Colonia com 250 homens ,
mas suhlevou se-Ihe a gente e lugin quasi s.
Kmhari'ou-se para encoiporar-se a Urquiza pe
lo Pavn as barrancas de S Gregorio mas
nao o enconlrou e leve de retirar-se. Tudo
isto d i lugar a t|ue se espalhem noticias ja (a-
voraveis j adversas, mas nada se sabe de mo-
do positivo.
Lima carta de 15 escripia em Duraz.io (Rio
Negro) di/ que Urquiza relirou-se e vai j lon-
go ; que Rivera o persegue com energa ; que
Ihetem tirado muilos cavallos e que milito
ha de incommodar antes de poder ganhar o U-
rugu.y. 15 tudo quanto sabemos: ao mais que
fie diz nao demos crdito.
dem, 24 de agosto de 18,3.
Depois da derrota de Nunez na rqueta de
Rosario. lUrqui/.a, a marchas toreadas, procu-
rou reunir-se a Oribe mas achou-se cercado
por Rivera. Nunez que qui/. encorporar-se
com algutna gente que reuni pressa na Colo-
nia, marclianuo pelo ponto que Ihe deix.ra li-
vre a lona que siliava a Colonia c que correa-
ra em procura de Urquiza sollreu unta suble-
vacao no lugar chamado Colla ; licorao feii>los
algons de seus dflidaes, e dispersou-se a gente,
.escapando Nunez a unhas de cuvallo.
Desde enlao nao temos tido noticias officiaes
do exercilo. As i articulares oiio Urqui/a cerca-
do e urna de suas divises batidas. Os peri-
dicos de Buenos-Ayres que tanto blasonarao
da entrada de Urquiza nao sabem como ex-
plicar a sita desapparicao ; do-o sempro no
Passo do Valdez isto e distante desta praya
12 leguas manobrando para reunir-se a Ori-
be. VMa historieta dura baj um mez Entre-
tanto o coronel Silva com as suas divises sitia
o exercilo de Oribo u no tlia 16 do coi rente
cahio sobre o campo de Ignacio as Piedras ,
fez-lhe alguns prisioneros e perseguio urna de
suas divises al vista desta capital, pondo em
movimento todo o campo de D. Manoel.
Domingo passado houve um apparato de sor-
tida para dar passo a una d.visao de cavaliaria
que, do combina., o com a esquadrilha, devia
destruir o nico deposito lo gado que lem O-
ribe junto ao rio de Santa Luzia. A expedicao
nao poude realisar-se porque encalhrao al
guns barcos da esquadrilha, mas sempre se con
seguio destruir urnas 300 canecas de ado do de-
posito inimigo que vierao carreadas para esta
guariuco
O coronel D. Jaime Montoro queacompa-
nhou Nunez na sua desersao da praca no prin-
fipio do sitio lu morlo por urna avanzada de
guardas nacionaes no dia 1 ti do torrente.
Contu.ao as p.issadi.s do campo inimigo.
Honteiii enlrio se. soldados e um official.
Alguns agentes de Oribe tratando de pro-
move a descrcao dos llespanhoes que delen-
dem esta praca proporcionaroo-ll.es passagem
pan. lora da repuldica. O governo mandou
prender alguns desses agentes 0 exped.o um
decreto ordenando que se concedes passaporle
a todo o rJo^p-nbol que qui esse largar o serv
co prohibindo que regresse ao pai/ oque sa-
bir seni paisaporte.
Oribe contina no seosystema de guerra de
morle contra lodosos uue no pensao como elle.
ltimamente mandou degollar perto da Colo-
nia a um respeitavel velbo Inglez pai de nu-
merosa familia a um Vasco Francez o a
um Argentino chamado S. Martin. Os execu-
lores destas mortes que consternrao a toda
esta capital, forao Thotnp Revello e Florencio
df Mendonca bem conhecidos por suas atro-
cidades.
Hrown quizestahelerer a visita das emharra-
i i's que laem o commercio de gado entre este
porto e baldonado a pretexto de descohrir ar-
mas e pelrerhos que este governo manda a Ri-
Vira ; masneommodore Purvis Ibe prohibi a
visita em navios ingleses, advertindo-o de que,
glez a elle sedavedirigir.
(Do Jornal do (.'ommercio.)
NOTICIAS DIVERSAS.
I.isbu 13 drjnlho.
ITALIA.Koma 19 dejunhn.
'..-."> ...:.m;'.
cerdote do arcebispailn tle Plouscki parodio
profess >r de sacra theolog'a de direito cano
nico historia ecete^iastica e liturgio rei
tor no seminario de Gnesne jui/ pro-sinodal
eonselheiro do Consistorio archiepiscopal.e co-
nego da cathednl de P.tsnania, e do cujo arce-
hispo deputado suflrauaneo.
4 final satisTe/-se a instancia de Sua Snnti-
dade a ronressao ilo sagrado palio em fa-
vor da Se metropolitana de fia.
(Extracto da acta* do consistorio )
( P. dos Pobres no Porto v
!4TR3!.
RIO f>E J 4y VIRO.
AS8EMBLA GERAL
CMARA OOS SKXIIOKKS nKIM'TAHOS.
"iue*silo de. i! resoluvihi i/nr approra a apunen!adoria concedida
Sua santidade o papa Rrepori" XVI. celebrou a 'r''s' desembargadoret, ditxe
no consistorio serreto esta man tilia no palacio a- j O Sr. I'erraz:Eu me contentarla somonte
postoliio do Vaticano; e depoisde urna brc\e em dar as rasoes p'-r que dou o meu voto a re-
allocucad, creoue declarou cardoaes da santa solutjSoque se disrute; *e o nnbredeputado poi
igreja romana. I'ernamburo (o Sr. Nones Machado, que ora
O eminentissimo D. Francisco Saraiva de S. nao t st na casa] nao tivesse hontem, em res
Luis, patriarcha de I isboa, nascido no arcebis- posta ao meu primelro discurso dito algumnr4
pado de lirada em 1766. cousas que nao podem deixar de ser respond-
Monsenhor Antonio MariaCadolini, hispo de das. Nao seguir! ao nobre deputado em todos
Ancona, nascido na mesma cidade 10 de julho os pontos em que He baseou o seu discurso,
de 1771. to vareado, tan extenso foi elle que impossivel
Depois, segundo o estilo, cerrou os labios ao segul-o passo a passo.
eminentissimo cardeal Villadicani. creado o de- Na ultima parte do seu discurso disseo nobre
clarado no consistorio secreto de 27 de janeiio deputado que era hom que tirassemos o capote.
do anno corrente. Fu nao sei a que im velo esta plirase; estamos
Em seuuida sua santidade propoz para as se- por ventura aqui embaracad >s? Cada um de
guintes dioceses : nos nao exprime nesta casa a sua opiniao com
Arcebispo Metropolitano de Coa as Indias 'oda a franquesa? E quanto a mim, ha aleuem
nrientaeso reverendo I). Jos da Silva Torras, que manir franquesa profess Ma discussao ? E
sacerdote do Porto lenlede philosophia.edoutor Sobreest materia (se que o nobre deputado
em caones. Wdirige a mim) nao o (i/, tao llianamente? Vftu
HispadodeFolignoMonsenhor Nicolao Bel- basen! o meu voto? Nao dei a rasao em que me
leti, transferido da cathe.Irald'Acgua pendente, fundo Se quisesse encapolar-nie nao me podia
Rispado d'/legua pendente'Monsenhor Feli- contentar com o voto symbolico? Certamen!; o
cissimo Salvim, sacerdote de Nocera. patricio nobre deputado trouxe sem nisiio esta ul.i
da mesma cidade. camarista honorario de sua discussao, taive/. losse para lser prava de sua
santidade, reitor do seminar! i ne Foligno, de- franquesa e Independencia, eu a., respeiio, mais
canodessa cathedral, examinador pro-sinodial, nao invejo-os.
vigario geral, e vigario capitular da referida Disse o nobre deputado que eu usara do 88-
diocese, doutor em theolojiia. guinto argumento:o governo lem direito de
Rispado de LuceraO reverendo D. Jos Ja- nomcar magistrados; logo temo direito de a-
nuzzi. sacerdote d'Andria.comgo da cathedral, posental-os.Este argumento nao loimeu; pa-
examinador, co-visilador, e secretario da visi rece-me.que loi usado pelo nobre deputado pe-
ta pastoral, e doutor em theologia. la Parahyba o Sr. Almeida Albuquerque (cujo
discurso nao loi publicado). Mas o queentendo
Rispado deLacedoma-0 reverendo I). Luis i% que0 llobre d,.,,ulild0 pc|a parahyba nao quiz
Giamporcaro, sacerdote na dioease de birgeuti, diser que o gowrno tinha o direito de aposen-
lente do sagrada esenptura no mesmo semina- t.|r; 0 que quiz diser oi que o acto da aposen-
rio, examinador e visitador geral da dioreso, t;1doria eia de naturesa tal que nao podia per-
arcipre.ste na igreja collegiada do S. Utaldo, e u,,u.er 0Iltr(| podorque nu5 Tose o execulivo.
doutor em theologia. o ,,obre deputado trouxe um argumento que
Rispado de CappaccioO reverendo I). Jos nao sei se deva rcSponfl(iri porque o enunciado
d'Alessandro, sacerdote d'Ascoli. examinador, delle basta para a sua destruicao. bis e o nobre
vinario forneo, e pro-vigano geral nessa dio- deputado:a opiniao publica hade dar direito
cese, archidicono na mesma cathedral, e dou- a ado destesquo lira a reputayao, o melhor
tor em theologia. bem que podo le um empregado publico? A
Rispado de Marsi-0 reverendo D. Miguel piniafl publica o echo do primeiro mentiro-
Angelo Sorrentino, sacerdote da diocese de Fo- so.Nosei comose possa conceber boa repu-
licastro, examinador sinodal, cx-conego bono- laCa0 em um individuo que lem contra si a opi-
rario nessa cathedral, e actual arcipreste na i- niao publica, nad sei como so da tanto valor ao
greja de S. Joo do Piro. que se chama reputacao, se so despresa a opi-
fispadodeS. Severo.O reverendo D. Ro- njao publica e se ista o echo do primeiro
que de Gregorio sacerdote do Lacendonia ment.oso! Em que consiste a reputavao do in-
examinador pro-sinodal, reitor e piofessorde dividuo? Na na boa lama, na opiniao publi-
loquencia no seminario diocesano d'Ascoli e ca? Ha alguma dilTerenca entro reputacao e o-
Cirignola conego da cathedral de S. Severo, piniao publica ? Croio que nao; ao contrario
Rispado do Porto. O reverendo D. Jero- digo que. se acaso estes individuos tivessem es-
nvmo Jos da Costa Rebel'o sacerdote de *" "PJ. &*** a opiniao publica a seu
,,J l ii j i.:- .i- favor, anda que a le o tu/es e impoi- he, irro-
braga e parocho abbade nesse a cel, spado. ^ uma J J^ o ^ ^^
Rispaao de Macau.-O reverendo N.co- ., |(lj na ,(,ri ui|i# ^ vtM(Jad,.ira, que
lau Rodrigues Pereira do Bor|a saceidole da era a 0plnlao publica. Que importa que o po-
congregacao da missao e professor do tbeo- dor me decate autoi de um acto criminoso, que
logia do (ollegio de f>. Jos tle .Macau. opoder me declare indigno da e> tima publica,
Rispado de 'l'elmeso in pariibus infidelium. se acaso os meus concidados em geial me list
O reverendo D. Malinas Pollit/er sacer- lemjuslica, se eu llver em meu aboi.....seu
dote na tocese de Rrun prolessor de theolo- teslemunlio. < sua BTeigio, boa fama e nomo?
gia director do seminario de >. llvpolito e .U "obiedeputudo nolou quu eu dissera que-
da Chancellara consistorial, visitador, de- na-era bou, traannos de urna I., de aposenta-
.. r i dorias, porque assun (omoestao licavan as apo-
can. rural conscllie.ro referendario cone- ^.^ ; ;;: dl>IJcndt50,eg de ii;i, ,.,,...., !;. ap.
go da cathedral de S. Hyppolito e deputado provaco da asaembla geral, ecom a lei fleavo
auxiliar do art-chispo de \ lenna. ^ so a arbitrio do governo. Acnmi o nnl.re (l<-pu-
/'/. pndo d'llellenopolis in partibus infide- lado que isto era uma anisa extempornea, f-
ltum.~O reverendo D. Joo Dubrotuaki, sa-> da rasao; porque d coiisiiiuivaouclcuniiiava
queso marcasso porlei o modo o a forma por-
que deverifio ter lii.ir as aposentadorias. Eu
creio que o nobre deputado bem p'esente nao ti-
nha a ronstituIcSo. Veiamol-a:artigo 102
II. Conceder tilulos, honras, nrdens militares
e distlnrcoes em ipoomponsa de servlcos ledos
aoesta/ln deoendenno as nvives pecuniarhiB
da approvacio da assnmbla iteral", quando jA
nao esliverem designadas e laxadas por le.Lo-
go, quando liouver tuna le, deixarafi as apo-
sentadorias e nutras mereds pecuniaiias desta
naturesa de vir 6 approvac8o da asamblea; e
i'iitao disse e.i que melhor era que as ap >senla-
dorias d 'pnndeisein da nosna approvacio; p ir-
que insljluiriamos um exanie sobre ellas, e
vista delle as apprnvariamos ou rejeitariamos,
egundoa sua justlca ou injuslica, do que dei-
varuios isso Inteirauente dependente do juiso
do governo; porque neto caso s teriamos ai-
cus, icio contra elle. Kste argumento parece-me
nao poder RPI*destruido.
( nobre deputado suppAzque eu dissera quo
i>ra melhor aposentar do que remover No meu
discurso nao se ha do adiar esta propoulcao; o
qnedisso fui que alguns nobre* lepulados con-
ci-diao o direito tle remover deseinbargalores,
lilvito quo nao e fundado em le alguma ao
mesare tempn queriftotirar o direito de aposen-
tar por nocivo. \ iiiinha proposica foi torci-
da polo nobre deputado.
O nobre deputado me fez a Injustica do me
considerar alheio nossa legislaca, quando
disse que eu tinha lefio injustica 6 nlacaO de
Pemambuco censurando o acto em consequencia
do nial julgou saos e salvos os reos que tinha
appellado da senteiira dojlliz do direito por
falta de formalidades do processo. ) oobre de-
putadooue nao me parecen jurisconsulto, 6
que me p recen alheio .i nossa legislacad, quo-
rendo sustentar que a relajad tinha este direito,
porque o processo era desde o seu principio
millo. Mas, Sr. presidente, direito que noca-
so tlado nao lem a relavad atlribuiCaO quo
nao Ihe e nnpe e. urna blasphemia, urna here-
sia juridica sustentar tal cousa. Dos artigos30l,
102 e 309 do cdigo do processo se v que a re-
lavad nao podia julgarlivresde pena e culpa -
luelles individuos cujo processo tinha sido *ub-
nettido ao seu conhecimenlo pelo recurso iuter-
posto oa coiiforundaile lo aitig > 301. A relacdo
ueste caso proco leu ou por Igno.aocia ou por
outro qualquer motivo; a lem de que a pratica
de iuigar tal que as relacdes, como as do llio
de Janeiroe Babia, nao coiihocoin da nullidado
ta formacao da culpa. 'I nobre deputado que
me aecusou de ter proferido uma blasphemia ju-
ridica, cahio em urna heresia jurdica; paieceu
nao ser magistrado.
O Sr. Urbano: heresia que professo.
O Sr. Ferraz: impossivel que o nobre de-
putado a professo como magistrado; professar
na tribuna, porque infelizmente nos julgamos
aqui com direito de profeur quanto quizer-
mos....
O Sr. Urbano: Talvez o nobre deputado co-
mo magistrado mostr o contrario do que diz.
O.Sr. Presidente:rdem !
O Sr. Ferraz:ligo com a loi que a relacao
nao tem o direito de julgar livre leo algum em
recurso qual o de que so tra'a.
O Sr. Urbano:Eu Ihe mostrarei com alei.
O Sr. Ferraz:Aposto quanto quiser que
nao capaz de pro var ...
OSr. Urbano:Vamos posta.
O r. Presidente:Ordein !
O Sr Ferraz:Nao pre'en lo olTender ao no-
bre deputado quaudo digo tpie nao copa de
provar isto, porque nao haver um jurisconsul-
to no Brasil que julgu- a relavan com este direi-
to. Admira quo o nobre deputado diga isto; o
nobre deputado sabe c-m que principios so ba-
sca a inslituico dos jurados; como pois quer
que a ralaft conlleva do laclo ? A relacao deve
conbecei das formulas essenciaes do procesto,
mais nao julgar dos reos, absoliel-os inteira-
uente. ptil-oaem liberoade....
<> Sr. Urbano: l m habrs carpos basta
O Sr. ferros:Mas fuiau solios por habeos
Corpus, ou por meio do ic urso? Sr. presiden-
te, o nobre deputado por ernambuco, a quem
me reliro, querendo lser caiga aquellos que
sustentan a resolucio, t ipremio-se uestes ter-
mos:Senhoros, us temos folio muitos males,
nao continuemos, paremos;ja temos dado mili-
to aiInlii.i ao governo, temos esbanjado tudo.
Esta proposiciu >' consequaocia daquell'outra
do couvilc para stj qucimai a coiisliluic-o.,,,



O Sr. Nunes Machado (entrando):Se qui-
zerem niais franco, melhor
U Sr. Ferraz : (guando o nobre deputa-
do assim fallava disse eo da ininlia cadcira :
temos palinodia ; porque, Sr. presiden-
te se esta accusacao pode ter lugar, certamen-
te nao sobre nos que nos sentamos nesta
casa ha tao pouco lempo, que deve recalar ,
leve ella ser dirigida aquellos que em pochas
anteriores armaro o governo de todos os pode-
res imaginarios aquellos que Ihe concedro
direitos que a constituico nao Ihe dava. Cor-
tamente se grande arbitrio se grande forca se
pretenda e imagine dar ao governo, nunca ella
pode ser maior do que aquella que se Ihe den em
pucha anterior, na legislatura passada O no-
bre deputado que pertcnceu legislatura pas-
cada que deu tanta torca ao go\erno que
Ihe concodcu tanto arbitrio nao era o mais
proprio para nos lancar a podra. E pergunto
eu quaos sao os arbitrios que timos dado ao
governo? Eu nao partilho ovlo dotodts o
muiis collogas ; a maior parlo das vo/os o meu
Voto tom sido registrado contra as medidas po-
didas polo governo Mas quaos sao os arbitrios
que a cmara tom dado? Sera por exornlo ,
o diroito que se deu ao governo de escolher o
presidentes das relatos em um circulo innis lar-
go do que esse a que eslava circunscripto? sr
este e Ihe muilo Inferior Aquel le que se
deu ao governo de nomear todos os juiz.es mu
nicipaos aquello que se deu ao go orno do
nomear e demiltir livremente aquellos que tom
defonmr os procesaos aquel les que tom de
juLar as contravenenos das posturas, o oscri-
mos levos. Qual ser outro arbitrio que temos
dado? Sero os crditos RUpph'tlienlares extra-
ordinarios? Nao sei se ola cmara don maior
crdito suppl*nmnlar do que aquellos que don
a cambra passada. 0,,;|' nutro arbitrio se deu ao
governo? O .le melliorar a reforma ilas secreta-
rias ? Maior arbitrio d*U a cmara passada ron-
cedondo o gou'rno o diroito de reforma-la*
agora domos urna autorisacao para remediar o
ii ales feilo entao. Quaos foro oulros arbitrios?
Deu por ventura a cmara um aibitrio lo gran-
de ao governo como aquello de elassifirar o< o
liciaes do exorcito e ta armada ? Cortamente
que nao. So houve arbitrio grande foi sem I ti -
to qua! rosultoii nao s perda para
publica como jusiica contra os par-
vida este
a fazenda
titul ros.. ..
O Sr. Nunes Machado : Ergo d-se
mais.
U Sr. Ferraz : Eis porque digo que o
not>re deputado canta a palinodia ; lalvez estcia
arrependido de ter dado tanto arbitrio Eu de-
claro ao nobre deputado que ao ministerio pas-
sado nao daria nunca um voto do confianca.
O Sr. N Machudo:Eu llie peco que
nao va para ah.
O Sr. Ferraz: Ao ministerio passado nao
daria nunca um voto doconfianca, e fundava-
me bem. (guando os nobres depulados dero o
seu voto de confianza ao ministerio passado ,
foi depois que elle proslituio todas as gratas .
foi depois que sem motivo algum legitimo se
derao alto c malo dislincces honorficas ioi
depois que appircceu o escndalo de humos ei-
vados de deleilos ltimos osixeiros das casas
con i mei ciaes des a corle lerem hbitos de Chris-
to lerem honras ; foi depois disto que os no-
bres deputados derao o seu voto doconfianca.
(JSr. Ferraz: Desojo que responda.
Foi quando tuda a cmara dos deputados da
scsso passada Ioi condecorada, oueomocffi-
cialato da Rosa, ou cora a eommotida de Chris-
to. En'retanto eu aceito o consolho to nobre
deputado ; um consolho prudente : tomos
dado muila euloridade muilo arbitrio ao go-
verno nao continuemos mais. Aceito esto
coiiseibo ; nao concedamos ao governosono
a juellcs ailutrios t|ue soiasarem toma razao ,
que lorem justos e absolutamente noeessanos.
Soja qual lr a posico de um membrt desla
cmara elle nunca deve defender un ai (o que
soja injusto ; O pe/a r ile um imlividuo estar col-
locado na opposicfio elle nn deve atacar um
acto que em sua consciencia julgar que i hom.
Nao concordo muilo com a poltica de pao o
agua porque croio que como deputado lenho
deveres a cumprir.
O nobre deputado fallou aqui na sua honra-
dez. Croio que ningiiem a ptV em duvitla.
O Sr. y. Machado : Pelo amor de Dos
nao trate listo.
O Sr Ferraz: O nobre 'cpulado Irouxe
mitras cousas que julgo alheias do tdiji co ; em
negocios laes o maior dever que t.-m o indi
vitluo miando tratase de si calarse ; qual-
quer tos senhores pode fazer do mim o concti-
lo que quizor coi mim esl. provar se osla
conceiti) verdadeiro ou lalso por meio de um
proi odiinento ixi'iuplar.
i i Sr. /Y. Macha <>: Foi o que ou disse.
O vr. ferraz: Mos loltarei anda ao
grande argumento do nobre deputado: o que
i upiniao pumita ?
Se entre nos a opiniao publica o echo do men-
tiroso em que se basca o nosso systema re-
presentativo ? ... ( Apoiados.)
O Sr. N. lachado : Hei de Ihe dar um
livrinho para ler.
O Sr. Ferraz : Pde-me dar os litros
que quizer mas nao pode destruir a natureza
e a verdade das cousas. A opiniao publica a
base do systema representativo ; destruida a o-
piuiau publica no temos systema representa-
tivo.
O Sr. IV. Machado : Nao em um paiz
desmoralizado como se diz que o nosso.
O Sr. Ferraz :. Felizes nos que ape/ar
de conhecermos que a cominean lavra ainda
assim temos a nosso favor a opiniao publica.
Miseros de nos se ella nao nos izesse Justina !
Misero do nobre'doputado se ella onocstremas-
se desses empregados pblicos a quem persegue.
A opinio publica o echo do primeiro menti-
roso ; masa opiniao publica o echo do men-
tiroso qiialifiea o nobre deputado entre os
magistrados honrados e nao o colloca entre os
corrompidos ( a potados.)
Sr. ,\. Machado di um aparte.
OSr. Ferraz:O nobre deputado, para bem
defender esta causa, devia dise:este acto
injusto, pessimo....
OSr. N. Machado: Basta diser que il-
legal.
O Sr. Ferraz:___porque vai offender a
b>a reputaran de individuos que justamente a
tom pisado; mas o nobre deputado foge da
quedan dfsendn que illegal Nada mais hon-
roso para aquello que fez um acto desles, do
que vndo atacar por Hlegal, apesarda pratica,
apesar (losroslos da casa (apoiadns).
O nobredi-piitadocslranhot quoeu eomomn-
uislradn lomaste a delegadealas aposentad mas.
Ora, ou croio que ao contrario elle se deveria
admirar de ou nao ter tomado a opposicfm; p,i-
locia-me que o espiritode classe me deveria le*
var a oombater este arligo; senao morrer, mais
cedo ou mais larde tenh i de ser riesembaruailoi.
por consequencia natural era que eu co.ubatesse
> resolucao.
Sr. presid nte, eu sintomuito ter-me encon-
trado nenia discussfmcom o nobre deputado que
diz que meu amigo e de quem me preso de o
sor; si uto muilo ler me encontrado com outm
nobre deputado que tanto se agoniou quando
falle! em dislimcocs; sinlo muito, porque a
primoira vez que vejo o nobre deputado alterar
sua voz. A casa tcstemunha que o nobre depu-
tado, sompreque falla, debaixo do mesmo
um, nao se altera; mas quanrto eu fallei em
distinecoes. o nobre deputado alterou-se, o sao-
gue todo Ihe subi as faces: em que porem o of-
lentli eu ? A miuha consciencia est tranquilla.
Se alguma injuria, e algum mal podesse por
ventura faser ao nobre deputado, neste momen-
to mesmo eu me n tratara, porque a minha ten-
cao de nunca ollendel-o. Eu sinto que o nobre
d pulado nao lenha mais a pafavra....
OSr. A'. Machado:Tom.
O Sr. Ferraz:Nao sei se houve alguma re-
forma do regiment, porque o nobre deputa-
do ja fallou as vezes que Ihe compela....
O Sr. Urbano:t bem pouco generoso de-
monstrar que nao tenho mais a palavra.
U Sr. Ferraz:Se estou sentido porque o no-
bre deputado nao lem mais a palavra, como
diz que sou pouco generoso? Pois o nobre de-
putado assenta que tenho modo de entrar com
elle em ditussao ?
Sr. Urbano.Nao; o nobre deputado tem
tanta ca pandado....
O Ar. Ferraz:Nao terei tanta capacidade
como o nobre deputado; mas ao menos me pa-
rece que Ihe poderei responder. O nobre depu-
tado foi agora pouco generoso comigo; lomos
condiscpulos durante cinco annos, deve me co-
iihecer; assim como eu conhocoao nobre depu-
tado: dospreso a ironia do nobre deputado, co-
nllevo sua grande capacidade, e fortuna fOra
minha poder imial-o.
belecimento, e pl-o em um p que aproveite a
mocidade.
Deixe dizer o que quiser o partido a que per-
tence o director. Esta he a pura verdade. De-
pois das censuras de que Ihe fallei na minha
ultima carta, appareceu no Echo da Opposifdo
um artigo terrivel contra o presidente que ad-
mirou a todos, porque esta gazeta o tinha sem-
pre lomado!! Nao Ihe digo em summa o que
ella disse, porque estou persuadido, que Ihe se-
r remetlida, e melhor poder v. ver, esta mes-
ma folha principlou a hostilisaro secretario co-
mo ver lambem do ultimo numero, entretanto
elle ainda esta como principinu estranho a par-
tidos e vive meltido comsigo, e s cuidando nos
seus deveres. Elle nao se afftigir com Isto. por
que deve estar persuadido que quemoecupa bo-
je certos empregos tem de pagar aos malvolos
o tributo de ser injuriado e doestadn, embora
nao cuide senaS das suas obrigacoes!
Os processos contra os introductores de no-
tas falsas est concluido e creio que apenas um
dos indiciados e presos ser pronunciado, co-
mo j Ihe disse e pelos motivos p mderados.
especu ladores as pozerSo salvo : sabe-se tam-
bero q ue as sedulas preparadas no Porto rio do
2 e 58 is._____________
Nenhuma novidado tem occorrido nestes l-
timos tempos em nossa provincia,
COMMERCIO.
MARANHA.
Corretpondemia particular.
As cousas por c contino na mesme A
assembla vai Irabalhando e por ora o pro
jecto mais impoitanto de que se olla tom oeou-
pado be o da reforma to lyceu que na verda-
de be (losgracailis-iiiio. Nao ha quem se nao
queixe do diloixodo director, da negligencia
dos pr.fossoios quasi totlos em fin da abso-
luta inutilidade de um eslabolotimenlo que
se cstiw'sse bem montado e fosse bem dirigido
cortamente traria incalculaveis bens a provincia.
O director, que he um sugeito aluado he
la i frouxo, c infunde tao pouco respeito que
i>8 rapases umitas ozos I lie tom pregioo rabos
de papel (' apupado com papelotas! Basta
i->to para V, avahar, que (al he elle, eco-
nio ira o lyceo tlcla ciduile : fique coito que
isto he pura verdade alleslada por todos os lio-
PERNAMBUCQ.
Ir-huiial da Rcla^ao.
SESSA DE 30 DE SETKMDR0 DE 1843.
Na appellaco civel do juiso dos orlaos desla
cidatle appellanle l.ourencoCorrea appel-
lado Jos da Silva Nevos escrivo Reg Rao-
gel ; se mandou ouvir o Dr. curador geial.
Na appellaco civ I tiesta colado appellanto
Joaquim da Fonscra Soares de Figueiredo, ap-
pelladas as partas hidra, c Joanna escrivao
Poslhuoio; se mandou tlescer para ser avaliatlo.
e averbado o disiino da ihancollaria.
Na appellaco eivel tiesta cidatle appellanto
Joaquim Manoel Carneiro da Cunha appella
do Manoel Antonio Alvos de Brilo escrivao
Poslhumo ; se mandou averbar o disimo da
chancellara.
Na appellaco civel do juiso dos feitos da fa
zonda appellanleo iniso apptdlados Mendos
& Irmos escrivao Bandeira ; se mandou a-
verbar o disimo da chancellara.
Na causa ta via de apparecei de Antonio
Goncalvesda Fonseca contra Jos Rodrigues
de Sena escrivao Ferrara ; se mandou ouvir
o curader geral.
Na appellaco civel desta cdade appellanto
Jos Joaquim Rizerra Cavalcanti, appellado Es-
tevo Cavalcanti de Alhut|uerque,escrivo Fer-
reira ; se mandou averbar o disimo da chan-
ccllaria.
Na appellaco civel desta cidade appellanto
"'anoel Teixeira Racellar appellado Bernardo
Lasserre escrivao Reg Rangel ; se mandou
pagar o disimo.
Na appellaco civel do juiso dos feitos da fa-
zenda, appellanle Jos Joaquim Rizerra 'aval-
canti, appellada a fazenda nacional escrivao
Jacomo ; se mandou ouvir o dcsen.bargador
procurador-da cora.
Na appellaco civel desta cidade appellanto
Antonio Jos Lopes appejlada Leonarda Ma-
ra do Albiiquorque escrivao Posthumo ; se
mandou descer ao juiso o quo para nova ava-
liaco.
Na appellaco civel desta cidade appellanle
Antonio Jos Lopes, appellada Leonarda Maria
de Albuquerque, escrivao Posthumo; se man-
dou descer ao juiso a quo.
Na appellaco civel de Mace, appollante o
juiso appellado Luiz Jos de Brito escrivao
Reg Rangel; se julgou confirmada a sentenea.
Na appellaco enme de IMacei appellanle
o juiso appel adoJos Antonio de Figueiredo
e outros escrivao Poslhumo ; se mandou re
metler o processo para ser submellido a novo
jurv.
a appellac?o civel desta cidade appellanto
Vicente Jos de Brilo appellada Gertrudcs do
Paco escrivao Feneira ; se mandou ouvir o
Dr curador geral.
Na appellaco civel do Penedo appellante
Severo ('oelho da Silva e oulros. appellado o
juiso, escrivao Poslhumo; se mandou ouvir ao
desembargador procurador da cora e fazenda.
A lan (lega.
Rendimento do dia 30......... 1:276875ft
Descarrego hoje 2.
Rriguo Sewrn fazendas.
hrigue /'te/ rap e barricas vazias.
Brigue Maria Feliz laboado.
PRACA DO RECIPE 30 DE SETEMBR0 DB 18V3.
Hevisla Mereanld.
Cambio Ha secadores a S5 d. por 18 rs.
Algodo As entradas lem .ido regulares o
as vendas de 4700 a 4800 por @.
AssucarEnlraro algumas cargas do novo,
que lorio vendidas para consumo :
do novo nao existe tle| osito.
Couros Sao oflerecidos a 130 reis por I ib. ,
e ha pomos comprado!es.
At,o de Milo \endeo-se de 208 a 24* o
quintal.
Racalho O deposito anda por 900 barricas,
e as vendas a relalho tem sido pe-
quenas.
Carne seca Entrn um carregnmento_do
Buenos-A\res pelo Rio de Janeiro ,
o deposito inclusive este carrega-
monlo de 19:000 arrobas, eosd
do Rio (irantle rog jlrode2:500 a
2:880 e da de Ruenos-Ayres anda,
nao houvero vendas.
Ceneja \ t nde.-se a 3900 a duzia.
Farioha de trigo Sem alterai o.
Louga ingleza Vondeo-se a 230 por cento
sobre a factura.
Manteiga (Jhegarao perto de 300 harria, que
se venderao de 490 u 520 a lib. con-
forme a qualidade ; a Ira nte/ a tem-
se retaIh.ido de 4(30 a 480.
Embarcaces existentes no porto.
Hrazileiras ..... .
Dinamarqueza.......
I'ranceza.........
Ilambiirgueza........
Ingle/as..........4
Portuguezas.........2
Sardas......, .... 2
iiiAHiii de rEiiwmiru).
O ^ apor Imperador, quoihogoudos portos
do Norte no dia 1. do correte, deixoii as pro-
vincias onde toiou em tranquillidade.
He sem o menor fundamento, que se tem, ha
das espalhado a noticia de que foi apprehendi-
dauma cena pon o de sedulas falsas, vintlas
mons aintla os mais impartaos, e ci/unos ,
. .' r pe O u timo navio, que aqu enlroudo J'orlo ;
pois do con rano eu o nao afirmara. A assem- I' .
2T
1
l
1
38
consta nos que all se tem fabricado essas sedu-
ida quer a reforma pomo mus ou menos pelo M ...i>.liwlii,ic m vi
,M i u i, j as: que as quo lorao apprenenrtiilas no Va-
modo por que v. vera do rublicadur \>aran- ., ,' '' r.., r
' ""l ,,.-. .i .. ranho orao dossa fafinca n as o boverno nao,
hense. O proiedo tom sido emendado p; ra
,,,. r. j passou em segunda di cusso. o creio ,eve v,w ,l,'1 'I" Inessen. Mndo par aqu. ,
que sahir multo melhor da ercira o ultima. P- l"^"" Utro porto do Imperio, como
porque dewu diser-Ihe o npilto d'assembla te tem querido inculcar, fcntreanto pone Mr
' o echo do mcoroso. | neste objecto, somcutede melhorar este esta-1 que ellas viessem ; mas se assim aeonteceo osj
Pregos correntes doMaranhao em 20 de Setem^
bro de 1843.
Importaco. Precos da praca. Por.
Agurdente de Pernam-
buco 25 graos...... 50.000 60.000 pipa.
Azeitedocedoestieito'/ 55.000 58.000barril
de Portugal 1/8 28,000 30.000
Assucar branco....... 3.900 4.000 @
mascavado...... 2,200 2.400
Bacalhuu............ 8.000 lO.OOObarril
Rezerros de Franca. ... 28.000 duzia
Cafemcasca........ 5.600 5.800401b
dito descastado..... 3.600 4.000 @
Cha Perola.......... 1,600 1.800 libra
dito Hysson........ 2.000 2.200
Cerveja branca...... 3,000 3.200 duzia
dita preta......... 4.000 4,400
Farinha de trigo Ameri-
cana............. 18,000 19,000 barril
Folha do landres dobra-
da............... 21 000 22,000 caixa
Ferro da Suecia...... 10.000 11.000quint
ditolnglez......... 7.000 8,000
Genebra em botijas. ... 300 320urna
Manteiga Ingleza..... 500 560 libra,
dita Franceza...... 480 550
Macas suitid..s........ 5,000 caixa
(Hondo linhacaem cascos 900 frase
Panno de linho da feira. 450 500 vara.
Paios de Lisboa....... 2.600 2.800 du/ia
Prozuntosdedita..... 10.000 12.000 @
Pa el do pozo........ 2 200 2.600resma
almasso 2* e 3* surte 3 000 3 2()0
Pixe fin Suecia....... 12,000 I i.OOO barril
Plvora............. 550 600 libra.
Ouoijos flamengos..... 900 900 um.
Rap Primo/a de Lisboa 3.500 libra.
de Pernambuco.. 1,000 1.200
Sabo Ing e Amenc.
amarello.......... 125 130
Touoinho tle Lisboa ... 7 000 7.600 @
do Santos ...... 2.200 3.000
Vinagre............. 40 000 4 V.000 pipa.
Vinho linio do Por'o .. 100S LJ0.000
tle Lisb .a....... 90.000 95 000
branco dito...... 90 000 95.000


Exportado. Precosda
Algodol.'qualiJade.. 4,400
Agoardente da Ierra____50,000
Arroz de vapor........ j qqq
de outras fabricas. l[c00
Acile de carrapato____ '48O
Chires de lioi......., 9 000
Couros salgados da (erra ~120
Farinha do Mandioca... 1.700
Feijo da trra....... gQO
Fumo de corda bom. .. 4,000
dude de peixc..... '500
JJi,ho\\..........','. 800
Mendobun......... 1 120
Pannode Algodao largo 23.000
estreito...... 18:000
tal ( paneiro) .'...... jqq
duelas............ 1^00
praea. Por.
4,600
70,000 pipa.
@
1,700
520quart
2:260
130 libra.
1:750 alque
1,000
7,500 @
600
900 alque
1:500
24:000 rollo.
20:000
120 alque
1,400 uma.
5a
ras, pertendesaircommuila brevidade porter
o seu carregamento quasi completo; quem qui-
ser carregar ou ir de passagcm dirija-se a ra
da Cadcia do Recie loja de azendas n. 37.
Leiles.
CAMBIOS.
Maranho 20 de Selembro de 1813
Sobre Londres............25 a 9o ,',,, v
P-ugl.................115 a 120
Franca 360 por Iranio.
Hio de Janeiro 5 por cento disc.
Premio do letlras por mez 1 '/' a 2 por cento!
n .. Compra, renda.
Pesos Rrasileiros........... j0i a ,0, F
Mexicanos............ 10 a 19(;
Hcspanboes........... 104 a 108 >
Pralan.iuda............. 94 a 9lS
Cobre a ,
OBO. Mnedade6gl00. .16S000 a 108000
Ditas de 48000.. 9S000 a OS 0(1
Opeas Hespanbolas......308000 a 31SS00
Ditas Mexicanas..........29SKOO a .10S000
Soberanos..............8^900 a 9S100
ChristovSo Diestel fara leilo, por inter-
vemao do corretor Oliveira, de uma porco de
cobre de forro p.egos de cobre, e do bronze ,
de uma vlla nova, cavilhas curvas, escovens,
canodefugao, cantos d'cscoliIho chapas, e
pessas de bolinee ; salvados do patacho na-
cional Santa Anna naufragado no Rio de S.
francisco: segunda feira 2 de Oulubro ao
meio da rm ponto, na prensa do Sr. Meu-
donfa no Forte do Mallos.
Ruase I Mellor & Companhia faro leilo,
por intorvenoao do corrector O iveira de Uin
grande lortimenm de fazendas inglesas algu
UM lian quaes se vendern a todo o proco: quar
la-feira 4 do corrente as 10 horas da manha ,
no seu arniazem ra da Cada.
Ifoviinpiilo (lo Porlo,
Navio entrado no dia 29.
RO de Janeiro Bahia c Maceir ; 14 das ,
vapor bra/ileiro l'arahense, de 180 tonela
das comn.andante Joaquim Peixoto Gui-
maraes equipagem 26 : a Joaquim Baptis-
ta .Moreira.
Ditono dia 30.
Rio de Janeiro ; 26 dias brigue brozileiro
Confianca de 199 toneladas capito Jos
Maria \ ianna equipgem 12 carga carne
secca : a Amnrim Irmaos.
\ visos d i versos.
Neclaracos
A' dminislrafo do patrimonio d s orfsot.
Tendo sido decidido pelo tribunal do ibo-
*ouro publico nacional por aviso de 5dcagnsl<
ultimo a queslao que penda enlre a adminis-
tradlo do patrimonio dos orlaos, e Goncalo Josi
da Costa e S acerca do arrendamento do arma
aem.queo mesmo Costa e fi/eraconstruirm
quintal da casa n.23 na ra da Madre de Ueos: n
mesma administradlo inunda fa/er publico, qu.
perante ella se bao do arrematar nos dias 27 di
correte me/, 4. e 11 do luluro a quem mais dei
as rendas do dito armazem : e por isso convida
as pessoas, que se propozerem a arrematar a*
mesmas rendas a comparecerem na casa de suas
sessoes nos indicados dias as 4 horas da tarde
om seus fiadores. Sala das sessoes da adminis
Iraco do patrimonio dos orfos 23 de selembro
= A administradlo do patrimonio dos orfaok
tendo de mandar proceder a roedificaoao da casa
n,4 no largo do Hospital do Para izo c da de
n.* 38 na ra do Torres do bairro do Recie ,
convida as pessoas, que se quizerem por menas
encarregar das mesmas rcedificaccs a con para
cerem na casa de suas sessoes nos diasti
LOTERA DAS MEMORIAS III TORICAS
DE PEHNAMBICO.
As rodas desta lotera amblo impreterivel
mente no dia 5 de oulubro prximo futuro,
< os brinetes a loslume ja annunciadis.
O Ihesoureiro ,
Jt>s Antonio l'a^to.
Offerer-se umamulherdo bons costumes,
,)na ama de casa de |.....,,-iu solteiro; quem pre-
cisar, dirija-sc n ra do Calilereiro n. 6.
Elli un clima lao quente como o do Rra/il,
onde as molestias lerminao fatalmente as ve-
tes no espaco de poucas horas he mister ha-
ver un remedio que possa servir ao mesmo
lempo como preventivo e curador. A \ e-
lecina Popular Americana lem essa proprieda-
dc lomada as vezes
= No dia 3 do Outubro se ha de arrematar
na praea do |)r. Juiz du Civel da primeira vara,
Vicente Ferreira domes, os objoctos perten-
ccnles a uma padaria penhorada a Jos Lopes
de Oliveira por execuc&o de seus credores,
os pretendentes dirijao-so para verem osobjoc-
tos ao depositario Jos dos Santos Andrado em
casa de Luiz Gomes Ferreira $ Companhia,
que mostrar aos pretendentes os ditos objectos.
Precisa-se de um lugar para so ler por
algum lempo duas vaccas coin duascrias ja eres -
cidas; quem o tiver ailando ou vA ao segn
do andar do sobrado 11.016 delrontu do theatro
velho.
O abaixo assignado, vendo um annuncio
no Diario de 30 de selembro n. 210. feito po
Joo da Costa Ventura, em que pret.nde cobrar
do abaixo assignado a quantia de I 10. 400 rea,
que o abaixo assignado Ihe he deveilor ; maso
abaixo assignado he ere mr do Sr. Ventura da
quantia de 128.) reis, sendo aquantia de IOOj
rcisein urna obrigaeAo e 28 sem documento, d
nhbiroque o abaixo assignado Ihe empretou .
coja obrigaeao tiulia seu vencimento em 23 de
dexonihro deste corrente auno e o abaixo as
signado tendo alguna conheciiiientoscoin O Sr,
N entura, e indo por vezes em sua cusa, uma das
vetes sendo-Ihe oreoiao dar-llie um dinheiio li-
rou vario* papis do boleo e la neo-OS so .re uma
melado Sr. Ventura,aoride fui lambcm aohri-
aa ao que o mesmo >r. Ventura era detedm
no abaixo assignado, ecoin a Igu mas con versas,
que tivesse o abaixo assignado com o Si Ventu-
ra llii' esqueeeo OS papis e indo o abaixo as
signado q uando leo or Inlta del les procural-os
o Sr. Ventura leo Ihe aquellesqun nada vulio.
e nao a obrigacao e j o abaixo assignado lile
linha comprado os chapeos d que (ralava o
lito annuncio mais com tencao de disconl.ir
no que o Sr. Ventura era devodor ao aliaixo
assignado e nao oblan(e sei vencida o crdi-
to primeiro que a obrigHCo ; porque o endito
nao lem rondicOes para que losso preciso dar-sr
i-umprimento no seu vencimento, e o abaixo
assignado lem de declarar ao rcspcitavel publi-
que o Sr. Ventura COU com a obrigacao
em quanloella impedeaico, .,.... ,.:,,.,
icfumutacsodos humores, conserva o sanyue que linha passauo ao abaixo assignado naoc
lluro e conseguinlemenle para as pessoas menos casi 10 que Ihe esqueceo os papis em sua ca-
sujciias a apanharem quaiquer molestia, seja sa e juntamente a obrigacao, que protesta o
.da contagiosa ou "o. \nx\X .signado mostrar em uiso onde vio
Hecommenda-se portanto ao publico em ge- disputar com testemunhas qne o Sr. Ventura
ral de ensaiar este cxcellente remedio que ,
pelo lado econmico he | relerivel a quaiquer
nutra medecina de similhante nature/a tendo
is caixinhas maior numero de purgantes e por
menos proco.
U publico achar na Medecina Popular A-
mericana as pilulas vegetaes do Dr. Brandreth
tas propedades que produzem seu efleito
rorrente mez 4e 11 do luturo para s traga/,
dos ajustes Sala das sessoes da admii
.1.. _. ._;_ .1 .. _r-_. _>-i 1 'A
do patrimonio dos orfos 23 de selemlm ri(|(.
183. J. f. da Cruz escriplurarifl
Oescrivo eadniinistrador da mesa de iliv<|t-
as rendas provinciaes desla cidade avisa 'tyjo
o
nos
rea-
sc
I
I
1
sas rendas p
os senhores proprietarios dos predios
dos Ir/ bairros desta cidade e povoa
Aflogados que tendo ja por ve/es leS
aos ditos Srs. o pagamente da respectiS
ma de suas propredades roirespoiiff
semestre ultiuiainepte vencido e dol
anteriores e nao tendo al"4 o presen til
Jizad o pagamento desses dbitos i\M
annuncia que se vai proceder eifllM
ment contra todos os devedores pelo princi-
pal e uros decorridos puldicando-saros
mes de todos os devedores antes
relacoes remettidas para o jui/n os da
fazendi. E para que conste 111
pre/enle c publieal-o pela iinpreiis
de Selembro de 1843.
Luiz /'i'umitCu le Mello Cuf'ijrunii.
r|viso in.ii iiinn>.
=^PatS C AiuCuij uiuic liur de Lunigei-
iem dores ou encommodo algum ,() n^o,^,^/
preciso di-ta alguma c poue-se, tralar dos
sens negocios nos mesmos dias, em ,qu<; so lo-
mar.
Vendc-se aqui em casa do unfeo agente
Joo Keller ra da Cruz n. \ \ e para maior
> ommodidade dos compradores na ra da Ca-
leia emeasa de Joao Cardozo A) res, ra Nova
Guerra Silva & C. atierro da Roa-vista Salles
ofc Chaves.
= Jos Joar|ijm Pcroira faz publico para
prevenir quaiquer transaccao a respeito que
Lourenco Alvos d'Albuquerque morador, as
Ierras do/erigenho Cavaco freRuezia de Santo
Amaro d'Jaboatfio Ihe bypolhecou porhy-
polbeca especial feita no cartorio do vr. Jos
Alexao''re.Ferreira desta cidade, osseguinles
'travos : moleque Manoelde 16 anuos An-
i(Vnibditf). Amaro de 18 annos, prcta Ingracia
2f nnos todos d'Angola.
B abaixo assignado previne ao rcspcitavel
ico que pessoa alguma faca negocio com
R'icardo de Brito sobre a casa de pedra ecal
sila na povoaiao do Poco da Panella cuja Ihe
, foi bvpothecada rm 18 de Oulubro de 1812
[por 3 annos pela quantia do 6008 rs.
Jote da l'unsrca yilva.
= Aluga-se uma tasa terrea com bonsrom-
uindos quintal murado, e cacimba, na Boa-
vista ra do Sebo; eoutra noCachangA defron-
tc do rio e conlendo duas sallas, sete quarlos,
e estribara ; a tratar na ra Nova n. 63.
Prelende-se alugar uma casa com rom-
modos, no Caxang a margen do Capibaribe ;
quem a tiver annuncie.
OiTerecc-se urna mulhcr para criada de
urna casa de familia sendo para fora da trra
vai por preco muilo commodo tendo habili-
dades e al para entinar meninas na casa para
onde for : quem do seu prestimo se quiser uti-
lisar dirija-se a ra da Cruz do liedle pri-
meiro andar n. 49.
= O fie rece-se um moro Portnguez para o
sen ico de padaria de porlas para dentro ,
quem de sen presumo e quizer Utilizar, u'i-
lija-se as 5 Ponas n 30
= Arrenda-se o segundo andar da casa n.
30 ila ruado Livramento muilo fresco e com
commodos para lamilla ; a tratar na loia de
cera por uaixo do mesmo sobrado.
he devedor ao abaixo assignado confessado por
sua bocea da quantia de 10j reis de sal Jo, mais
quando sao do 17j600 res de resto.
Manoel Jo> de Magalhes.
- O Sr. Acencio Antonio Goiicalves Per
reir dirija-se a ra do Crespo n. 10 daSr.'
viuva Ciinha Guimaraes a negocio.
O Sr. Pad^e. Eslevao Feliciano Tavares
lem una carta na praya ,da Indepcndenda li-
vrar'ia n." 6e8. tf
Preciza-scdefiOOs' reis a juros, por seis
mezes, sobre hj pothcea em urna boa casa terrea
na Boa-vista, livre edesembaracada; annuncie
Perante o Sr. Dr. juiz do civel da primei-
ra vara, no dia 3 do corrente he a segunda pra-
ca das duas partes da casa de sobrado de dousan
dares e sotao, em 1 baos proprios sita na ra do
Rozario larga n. 48, onde mora o Sr. Joao Ma-
noel Rodrigues Valem a no valor de 4:500.
reis, e he a requerimento de JosCaelano Far-
ges, eMar.tinianno Jos Pascoal: oescriplode
edilalacha-se na mao do portoiro Sorra Grande.
O Sr. Rafael da Bocha Filgueirasqueira
ir na ra de Santo Amaro n. 30 em casa do
pianista para receber uma carta vinda do porlo.
Jos Pereira da Cunha embarca para o
Rio de Janeiro os seus escravos Fernando, e
Maria de naeao Angola.c Manoel Mocambique.
O abaixo assignado faz publico quo a
sociedadequetinba com seusdous manos An-
tonio Jos da (..osla Araujo, e Francisco Jos'1 da
Costa Araujo que girava dvhaixo da firma ,
('osla Araujo & Irmaos, iinali/ou em 30 de se
lemhro do corrente anno por se acabarem os
\ anuos do contracto ; todas as tranzac Oes con,
a mesma firma serlo realisadas pelo abaixo as-
ignado, o qual pede a quaiquer pessoa que
tenba contas com a dita firma ( independento de
letras ) de as appresenlar para si rom immedia-
tainenle pagas e os devedores a mesma firma ,
comente ao abaixo assignado, ou a seu mano
francisco Jos da Costa Araujo pagarA os
seUS dbitos. Leopoldo Jos du ('osla /Irauio.
Manoel Jos de MagalhSes, rom loja de
(a/endys na ra da Cada do bairro do Recie
n. lJo, laz publico, queem virtude doannun
cio.'^quesahio no Diario de 30 do passado n
210 1 contra oulro do mesmo nomo, e [ara
evitar daqui por diante quaiquer duviila que
possa haver ; por isso assigna-se por Manuel
Jos de Magalhes Pinto.
quena familia ; quem a pertender dirija-so a
ra de S. Rita Nova n. 91.
sa Aluga-se o segundo o terceiro andar da
casan. 6 do atierro da Roa-vista duas casas
terreas novas por detra/ d.i ra da Aurora, um
sobrado de primeiro andar c sitio no Mangui-
nho papaterra, a margeni do rio muilo pro-
prio para se passar a l'esta ; a tractar com Ma-
noel Joaquim da Silva caixeiro de Francisco
Antonio deOliveia.
Aluga-se um sitio na estrada de Bclem ,
quo tem de coriipriinento nfrente pouco me-
nos de dous mil palmos, e de fundo mais de tres
mil duas casas uma de sobrado para gran-
de lamilla urna lenca par.i pequea familia ,
muitos e diversos arvoredos de Inicio cercado
para vacas muita Ierra de plantar; o de quai-
quer lavoura parto alta e parte bnixa boa
goa de beber e lavar roupa um boa planta,
ilerapim e nutras lavoufas as quaesse ven-
ili'Mi a quem o preter ler : uma otaria na Pas-
agein da Magdalena junio a ponte grande, en
um sobradinho a'-guuias rasinha terreas pa-
ra residencia dos irabdb.i lores e una maiop
ara familia : u na dita na na da Gloria cujo
armazn) padera servir para qu<| |uer mitro es-
tabeleciment : ne.sla mesma ra sobrado n.9
59.
Rogi-se a Senbora* Antonia Maria le Jo-
mis quem (iianlo antes fa/.ero inventario do
-na av Antonia aria da ConceifSo ; (|ue he
urna morada do casa nica, no hoco da Ri-
lieira da Boa-vista mi qual morn sua mai o
s alaguis desde a fallec ment da dita sua av.
Nao ande com ardilaiao illudindo as aulornla-
des o algumas pessoas com q un tro morados de
asas quando sua BVi so dcixoii por urna sua
morto porque estas ellas ja as linha dado em
-u vida aos tren Ribos a 60 anns pouro mais
ou menos ; e veja (pie as descasas jimias cus-
anlo cada urna 2508000 r. ea separada da
na Velha custou 2ll(),S00l) rs ( pode ver pelas
'scripturas ) e assiin ella e sua avo em sua vi-
la as podia dar como as deu porque nao que-
na pura o fnluio se ver obngada a losara ne-
iillUiil dos herdoiros como aconteceu uuuiido
a-011 sua mai. Nao mando avahar casas que
Ihe nao pertencem para chicanar pois as oulras
Iros tem dihVronlos dorios e bemfeilorias :
liga-me se quor tamboin moler no inventario
os 400. rs. das escravas e mais movis que an-
lou em oulro lanto que a fallecida sua indi
levou em dote quando se casou ; que a madri-
ha por estar de posse do dinheiro que sua av
possuia naquidlel^fnpo Ihe entrogou, que quan-
do sua av soul/e da dadiva, nao gustando ,
. ...................n....... ,
regunlou a dna comadre o <|ue olla dava aos
_ l>
Pretiza-se de um menino porlusuez de
idade 12 a H annos, que queira aprender a la
le churu os ; na ra do S. Rita Nova n. 91.
= Preci/a-se de um caixeiro do 12 a Han-
nos de dado que d fiador a sua conduela; m
111a Dircila refin.-K'":;- :; JO.
ss Aluga-se a melade de uma casa para pe-
mlros lilbos.' e a resposta queteve, beque
lilbo Claudio por ser homein linha dous bra-
cos polo, ira bal bar equea lilha rsula, ella
anda pssuia casas para Ihe dar quando ella se
caxasse o assim basta o lempo que esl do
posse chuando os alugucis da dita casa ea
de sua mai pois a sua legitima nao choga para
repor os herdoiros pois \ m <* come s o nem
da aos seus iamaos e so la/, gaslar os alugueis
com quem Ihe aconselha para demandar que
as lem lido com a maior parto dos herdoiros
de sua av quando folleo no inventario, anda
mesmo com seus proprios irmaos.
O Interefsado.
AO RESPEITAVEL PUBLICO.
Tendo um amigo do Sr. Jos Antonio Lo-
pes subdelegado do Rio Forinozo pedido ao
rcspcitavel publico suspendesse o seu jui/o so-
bre oque no Diario novo disse o Sr. Paes o
Mello em quanto o mesmo Sr. Lopes pela
imprensa se defenda; julga o mesmo amigo
annonciante satisfeilo o son intento com a cor-
respondencia, que com este diario se dislri-
liuio honlein e continua a dislribuir-se hoje.
A pessoa que annunciou no Diario de 4
do mez passado le em seu poder urna escrava
lugida i lempos sendo que a referida escrava
lonha os seguintea signan: chama se Bita ,
de 10 annos de idade pouco mais ou menos,
de naco Cabimla estatura regular corpo
seco, rosln t'omprido cor nao muilo prola ,
(ts pequeos, Remdanle carrancudo, quando
anda eslallao asjunlus dos dedos dos ps lu-
ma muilo calimbo o bebe agurdenlo cuja
osera a foi comprada a Joanna Maria da Con-
coi(,ao mli do fallecido Basilio quemorava
m Kebiiibe de baixo fgida em luis de No
vrodo 1841; pode mandar entiegal-a na en-
trada do Rosarinhn 0111 um sitio junto a cupella
do mesmo nomo que sera generosamente re-
compensado ese pagara todas a* despe as.
Jos Ignacio o Silva embarca para o Rio do
Janeiro o seu escravo crioulo de nome llercu
lao.
Nodeposilo de farinha de mandioca na 111a
da Cadcia do S \ntoninn 19 os precos dos-
la semana continan a ser farinha da primeira
qiiali.lade 28240 da segunda dia 1$920 e
da lorceira dilalSOOO reis cada alqueire: no
mesmo deposilo vende-so milito bom milbo -
wntoa rctaluo ionio cm pouo a l$920res
alqueire.
MUTILADO


T
O Sr. Pedro Aubertin que annunciou
retirar-se para fofa da Provincia queira antes
de o fazer, dirigir-se a ra estrcita do Ro-
zario, deposito de assucar refinado n. 34, afim
de pagar una conta que deve.
A pessoa que annunciou querer com-
prar urna lancha que pegue ern8 caixas di-
rija-se a Fra-de-portas ra do Pillar so-
brado n. 137.
Aluga-sc um sitio pequeo perto da pra-
ca comarvoresde fruto que o seu aluuuol
oo exceda de 10j rs. ; quem tiver annuncie.
= Precisa-se de um estrangeiro ijue sai-
lia talhar carne verde; na ra da Gloria da Boa-
vista rolinaco de assucar.
Precisa-se de 2 Portuguezes, que se
qneirao empregar em eitor de engenho, o
qual engerido fica distante desla pitea 6 legoas:
na toja de Antonio da fcilva Gusmao, na ra
do Queimado.
__ Uaiioel Nunes Pires embarca para o Rio
de Janeiro a sua escrava de nome Joanna de
nacao Cadinda.
Quem precisar de um rapaz Portuguez
de 20 MMioe pura caieiro de ra ou pira lo
mar conta de urna venla por dal.-wico do que
tem bastante pratica e da fiador a sua conduc-
t diri|a-sea ruado S. Rita, vonda n. I, ou
annuncie.
__ Aluga-se urna casa terrea com 4 quartos,
eco/.inhaf.ra, na Estancia : a tratar no sitio
de Jos Baptista Rideiro de Farias.
__ Precisa se de um eitor para tradalhar
em um sitio na Solidade n. 22; a tratar no
mesmo.
Precisa-se de um carreiro que seja du-
ro ou escravo para trabalhar com urna car-
roca ; na Sclidade n. 22
<- luga -se um dos dous andares do sob a-
do n. 53 na ra do Rozario da Boa-vista junto a
igreja da S. Cruz.
__ Alugao-se duas moradas de casas no Cop-
ino urna na ra dos Pra/.eres com bastantes
commodos, duas salas 3 qua tos, cozinha
ra auinlal e cacimba ; ea oulra na ra do
Jasmim coi duas salas quartos cozinha,
quintal e cacimba: na ra dos Prazcres n. 10.
__ Precisase de um homem para tradalhar
em um sitio perto desta praca e que entenda
de plantaces ; na praca da Boa-vista n. 32.
es Aluga-se o sobrado de um andar e solao
da ra da Concordia ou s o sobrado sem o
solao como convierao prelondente ; a tratar
na ra da Cadeia de 3. Antonio, n. 15, se-
gundo andar.
A pessoa que mandn para o Rio de
Janeiro um negro velho de pomo Cypnano ,
querendo saber noticias Jelle dirjase a casa
de Domingos Jos Vieira na prr.ca do Com-
mercio.
= Aluga-sc um primeiro andar de soprano
do beco do Peixe-fr to; a fallar na venda n. 15
Quem precisar de bina ama para o ser-vi-
co de urna casa de portas dentro ; o outra dita
para cozinhar ou comprar na ra dirija-se
a ra Nova bija n. 58.
__Precisa-se de 1 caixeiro chegado prxima-
mente pela barca Marta l'elii: no beco do Pei-
xe frito n. 5.
t= Carlos Holmes comprou a 19 de Maio des-
te anno a Joaquim Jos de Fuiia duas mora-
das de cusas, que este possuia as ras do Ran-
gel e da Praia ecomo consta que o dito
Holmes as quer vender ; o adaixo assignado faz
aviente ao publico quesob e ellas ha ques-
tes judiciaes e previne para que ninguem fa
ca negocio algum com ellas para nao se por
em listo de perder o dmheiro e comprar no
vasconteslaces frunrisroda "tira.
__Ao escure er da noutfl de Domingo 24 do
corrente perduo se desdea Boa-vista al S. An-
tonio urna carteira ja usada com 3000 rs. oro
sedulas dentro e varios papis oue s tem im-
portancia para o dono ; a pessoa, que a achou
uerendorestituil-a, poder lirarcom as sedulas
de gratiliiacfio, e entregar a carteira com os di-
tos papis, na ruado Queimado, loja n 2, que
se lbe li __Perdeo se desde a estrada de Joao de Bar-
ros al a ra do Aragao urna manta de couro
doea, que vinha em 1 avallo, a pessoa que a
ahou queira ter a domlade de a entrevar na ra
da Cade.a velda luja n. 02 que re.eber 48
rs. de gratifica o ; e sendo <|ue assmi o nao
faca oannunciante tem de reclamad a onde
quer que ella appareca porque he bstanle
conhecida e existe urna outra igual feita do
mesmo couro para combinaco.
\KITUI BBANO&C
Vendem na sua botica e armairm de drogas ,
na ra da Madre de Dos, n 1.
A prepararo segunte por preco muito com
modo e de superior qualidadc.
Colirio ante-ophtkalmico.
Este medicamento tem as mas enrgicas vir-
?i./toc J.^lrnlr ...... na linns e lelizes rp-
sulUds que a loriga experiencia tea mostra-
do tudo quanto s8o nevoas, belidas infla-
mac5es o outras doencas d'olhos em que n5o
he preciso para seu curativo radical usar dos
meios operatorios que a arte wn taes easos
indica, e a que o doente necessariamente re-
corre. Um sem numero de pessoas podom at-
festar com verdado os salutares effeitos d'appli-
caco deste remedio prodigioso ; ta.to em dif-
erentes partes do Imperio donde tem sido pro-
curado como em algumas partes da Europa
onde seu uso he ha mais tempo conhecido.
Na inesina casa tambem se vendem tintas,
e todos os outros objectos de pintura ; vermzes
le super.or qualidade entre olles um perfei-
tamente branco e que se pude applicar so-
bre a pintura mais delicada sem que produ-
c alteradlo alguma em sua cor primitiva. Ar-
row-Root de Bermuda,Sag, Sahonetes, I
Saitao do Windsor, Agua de Seidlitz, Agua
de Boda,Agua de Seltz,Limonada gasoza ,
I iota superior para escrever,Tinta parB
marcar roupa,Perfumaras inglo/.as,--Fun-
das elsticas de patente,Escovas e pos para
lentes ,Pastilhas do muriato do moiphina,
e ipecacuanha, Pastilhas finissimas de hor
teU-pintente Pastilhas de bi-carbonato de
soda e giniibre. As venladeiras pillas ve-
getaes univeisaes do D r Hrnndrelh vindas
deseu autlior nos Estados-Unidos, &c te.
Compras.
Compra-se urna escrava de naci que
e|a perita engommadeira e costureira cor-
to e faca vestidos de senhora ; quem tiver an-
nuncie.
Compra-se urna marqueza e urna com-
ino .'a em meio uso ; alraz da matriz da Boa-
\isla n. 29.
__Compra-se ercravos pretos de ambos os
sexos, com ofhVios, ou sem elles ; na ra da
Cruz n 45 casa de Manuel do Nascimento Pe-
re ira.
v Compra-se um Titio Livio novo, ou com
pnuco uso; na ra do Crespo n. 11.
^__ Compra-se um Diccionario Magnun Le-
xicn ainda mesmo usado ; no putio de S.
Pedro n 17.
Vendas
Vende-se urna escrava de meia idade .
de naco Costa boa quitandeira e de lodo
o sen ico de urna casa ; na ra da Gloria n. 62
>fc_ Vendem-se cortes de lan/inha escoceza ,
superior para vestido de senhora fazenda a
mais moderna que ha na Europa e che-
gatla prximamente por preco muito comino-
do ; na roa do Crespa loja de JtS* Jaquim
da Silva Moa n. 12 '''
Vende se urna rotula moderna em bom
estado por proco com modo ; na ra de Hor-
tas no segundo andar do sobrado ondo mora
Antonio de Paula e Mello.
v, \ endem-se taboas de assoalho balamos
grandes e pequeas com pesos de arroba cai-
nros, barra de azeite, grandes e pequeos,
e frascos de botica ; no atierro da Boa-vista
n. 17.
Vendc-se urna parelha de bicudos urna
lita de papa-copim urna dita de curijs um
bigode um cavallo castanho amarello, com
os ps calvad js e com urna muda por fazer,
bastante grande anda de baixo at meio de
passo e esta muito gordo ; na ra da Soli-
dade n. 6.
Venile se um preto bom carreiro e de lodo
o trabaldo de campo; um moleque peca de 18
antros bom canoeiro ; um dito cozinheiro ;
um dito de 12annos bom para todo o servi-
co ; 4 escravas mogas engommao, cozinho,
e lavao r urna rose bem; duas mulatas urna
boa ama para urna casa engomma, cozinha e
faz todo o maisservico na ra deAgoas-ver-
des n. 44.
Vende-se urna preta de nacao Angola .
Ima co indi-ira engommadeira, e lavaduira ;
no patio da Penha venda n. 6.
Vende-si- urna venda no patio da Penha
n. 6 com commodos para mora familia a
qual lera de fundos 008 rs. tudo gneros de
prompta extrac, ao e he bastante afreguesada:
a tratar na meso.a.
Vende-se a dmheiro por menos preco,
do que em outra qualquer parte o muit^bern
conceituado rap Meuron em botes e meiVvdi-
tos linha grossa em novelo, sapatos parano-
mem a 640 o par bicos brancos de largura de
3 a 4 dedos e algumas fazendas e miudezas:
na ra Nova loja n. 58.
= Vende-se urna negra de Angola com
urna cria de 8 annos a negra reprsenla 30
annos e he do servico de campo e vender na
ra ; na ra do Cabug loja do fazendas de
\ alentim do Valle Lobo.
___ Vr..Jp_sp arrn/ nilndn a 1 O (\(\C\ re fi !-
queire da medida ve I ha e tapioca do Mara-
nhSo a 1000 rs. a arroba; na ra do Vigario,
venda da esquina onde se arma o passo.
__ Vende-seos seguintes livros por preco
commodo ; novo metliodo do Padre Antonio
Pereira Sintaie de Dantas primeiro tomo
de Selecta ; os 3 de Virgilio ; primeiro e se-
gundo de Horacio, Ovidio, e vlagnum Le-
xicn todos em bom uso e algn quasi no-
vos; na ra da Penha n. 23.
Vende-se um molecao de nac&o Congo ,
de 17 annos, ou tro^a-se por outro escravo
mais ordinario com a volta que se ajustar:
na ra Nova loja n. 58.
__Vende-se Boceara des Delits e dos Pei-
nes; Le Page, science du Droit; Theorie des
LoisSociales; Locre, Droit commercal; Fe-
lice, Lconsdo Droit: emo convento de S. Fran-
cisco em linda
Vende-se urna escrava mucamba reco-
Ihida permita costureira de 18 annos de
naeflo Mocambique bonita figuaa e boa en-
gommadeira ; urna dita boacotinheira ; 4 di-
tas por commodo preco ; um lindo mulatinho
de 13 annos ; um escravo bom canoeiro e for-
noeiro; 6 ditos e 1 moleque, proprios para
todo o servieo ; na ra de Agoas-verdes n. 46
ss Vende-se um bonito cavallo bom carre-
gador, passeiro est muit" goido e he novo,
e serve para carro : na ra Nova n. 52 tor-
ceiro andar.
= Vende-se urna rede vinda do Maranhao ,
branca trancada com franja de cor pro-
pria para tipoa : b* ra da Madre de Dos
n- j x r-
as Vende-se urna noRrinna de nacao ^a-
cange, de 14 annos, cose soffrivel; urna es-
crava de nacao engomma liso, cozinha e he
lavadoira do-se a contento ; na raa Dreita
n. 3.
=z= No deposito d'agoa de Antonio Das da
Silva Cardial na ra da Praia por tra/. da Ri
beira ns. I5el7. das 6 horas da manhSa at
as8danoute, vende se agoa pura da bica d>
Montero a preco de 30 rs. o caneco e para
as casas conhecidas so empresta o caneco. ,
- Vende se macassa perola a 400 o frasco
dito em carto a 600 rs. papel de peso a 2s0d
a resma, e almaco oom cem cadernos a 3400
a resma rap princesa do Rio a imitadlo do
de Lisboa em botes e a retalho clcheles a
800a duza e a caixa a 80 rs. linhas de car-
retel a 360 a duzia moias de laia a 800 o par.
agoa de flor de laranja a 640 o frasco e de co-
lonia em Irascos grandes e pequeos, talhpres
finos a 3200 a duzia um completo sortimen-
todo miudezas a contento dos pretendentes : na
pracinhado Livramento n 53.
Vende-se urna negrinha de 14 annos ,
sem vicio algum por ser recolhida, e com mui-
to bons principios dos arranjos de urna casa;
urna preta de annos da Costa e ho la-
vedeini; urna dita lavadeira e quitandeira ; 2
moleque de 14 a 15 annos. proprios para cili-
cio ou pagfs ; na ra do Fogo ao p do Ro-
zario n. 8. '''
S Na livraria dB Coutinho e Lopes, ra lo
Collegio n. 20 ven Diccionario portuguftz de'Moraes u,tma edi
cao ; ditos portuguewi" lalinos e vice-versa;
ditos portuguezes e francezw vice versa por
differentes autores, ditos portuguezes e ingle-
ses por V ieira edicoes i-rtndes 6 pequea? ,
sendo as prmeras de 1840 ditos Je pronun-
cia inglez de Walkcr, ditos alirdii e portu-
guezes e vice-versa, ditos de Medicina ditos
de drelo publicoe administrativo df retygnitot
& Delamarre obra publicada em 4V;wno-
nymos da lingoa portugueza de S. Luis \ >^rna
collecfo de grammaticas de differentes linu
cada, chamadas do bom tom a 3200 ditas de
listras a 2880, pecas de cambraia lisa a 2800 ,
pecas de bretanhas de rolo com 10 varas me-
Ibores do que as que se tem vendido a 2000 rs.
drelanha de puro linho lina a 560 a vara du-
raque preto a 640 o covado bnm de Ham-
burgo de puro linho a 300 a vaia, e fino a 400,
fazenda mesclada para calcas a 300 o covado,
dita riscada a 240 brim pardo liso a 440 e
trancado a 800 dito de listras a 720, lila
preta a 320 e 360, baetilha de algodao e mui-
to propria para cobertores a 240 o covado, man-
tas de fil de linho brancas a 3000. e prctas a
3800 ditas de seda modernas a 98 rs. len-
cos de cambraic com ramos adamascados para
mao de senhora a 400, ditos de silva estam-
pada a 320 chales de metim muito grandes a
1200, meas de algodao brancas para senhor,
a 300, 320, e 480 ditas pretas a 320. 400, e
480 panno verde escuro verde invisivel a
cor de cafe rouxo emanbobaa4 e 48500
ocovado, casimiras finas a 2000, ditas fiao-
cezasdequadros e de listras a 800. pecas de
madapoln de jarda muito finos a 10,000. dito
mais abaixo a 3200, 2500 4000 e 4500 e
ato/destas outras martas Lzendas por barato
preco; na ra do Queimado loja n. 1 de
Francisco Jos Teixeira Basto & Compunhia.
= Vende-se urna venda na ra de S. vila n.
93 com os fundos do 400g rs. inclusive a
armacao tem boa moradia para familia, bom
quintal com cacimba e porteo para a maro ; na
ra da Paz n. 2 travessa das Flores para o
Carmo.
3B Vendem-se todas as bemfeitorias de um
terreno foreiro perpetuamente com 64 pal-
mos de Irente e 500 de fundo entre as duas
ponles da Magdalena com casa novo de taipa
tem arranjada c pintada n. 12; na ra estrel-
la do Rozario botica deJo5o Pereira da Sil
veira.
= Vende-se urna corrente para senhora ,
i-om 25 oitavas oulra dita com 35 um ade-
eco com 23 oiUvas e meia urna g. rganti-
llia com 18 oitavas e meia urna dita com um
lato com um bnoo brilbante. um par de brio-
.-ob com 4 diamantes um alfinelecom 21 bri-
ibantes um botao com um dito de um quilate.
uns requililes para braco de meninos, 2 voltas
de cordo dousanneis, dous bolSes de aber-
tura duasarg.dns de cornalinas, urna cha-
\inha para relogio um par de rozlas com
litava o meia 3 pares de castieaes dos mais
modernos e lindo gosto um prato e thesoura
para os mesmos dous lindos palileiios urna
albor de tirar soupa um alfinete com um ri-
co brilhante por 1:2008 rs. um rico missalI;:
a obra de Pope em inglez; na ra das Trinchei--
ras n. 18,
= Vendem-se por preco commod > 5 tra-
vs de 40 palmos: na ra Augusta n. 46, casa.
queseesM acabando.
sz \ endem-se duas tipoias com todos os
seus pertenees tudo novo e por preco com-
modo ; no atierro dos Aflogados, casa do
Francisco Xavier das Cbagas.
Escravos fgidos
Nodia 17 do p. p. ugioum escravo ca-
bra de nome Luiz sapateiro tem no
olho
esquerdo urna belida que tem quasi o olho
ceg be quebrado das verilbas estutura re-
gular ; quem o pegar leve a praca da Boa-visl
n. 24, que sera gratificado.
= A 6 de Selembro de 1839 desappareceo
urna negrinha.de nome Francisca que parece
tuncuyau uc ^lamuiovn a. ..*. u...v....., yy crioul, de 14 annos secca do corpo ca-
um sortimentode livros paraescrioturacaocoW- j^ pe(|uena e comprida, olhos grandes e pes-
mercial e p>ra as repbrtifes publicas; assirP IL-----:...i mnV,in !,<.;< orns-
como dicionarios francezes e italianos e vice-i>
versa.
Vende-se lelria muito boa e nova a 200
rs. a libra, e macarras a 160 azeite doce de
Lisboa a 480 a garrafa vinho de Bordeaux a
4000 rs. a duzia vinho velho do Porto a 400
e 800 a garrafa cha isson a 2240 e 2560 ,
toucinbo de Santos muito alvo a 160 mantei
ga de porco a 320 muito a Iva c todos os mais
gneros pertencentes a venda : na travessa das
Cruzes antes beco da Pol n. 7 esquina dos
(uarteis.
Vende-se ou aluga-se para se passar a
festa ou annualmentc, um sitio na ra da
Capunga com casa de pedra e cal, muito
fresca tem urna boa casa forrada duas al-
covas sala atraz com duas camarinhas um
bom sotocom duas janelas no oitao cozinha
fra com um quarto para escravos, tanque e
cacimba com boa agoa de beber coxeira para
2 ou 3 cavallos o sitio he todo murado na
frente com portao de ferro com alguns ar
voredos de fruto e ierra para plantar; a tra-
tar no beco da Lingoeta sobradinho por cima
da venda do Aires ou na ra de S. Amaro n.
20 de manhaa at as 7 horas e das duas as
5 da 5r'''\ hu
= Veodem-se cortes de cambraia adamas-|UBC*Ip5 NA TP' M*1- F* DB Fak1a* ~18W
iuuo M"r"......-^ |)eca pequea e compriua, ouio gniiuws |..>-
p- H"] stS e dodrados urna u arca em um dos peilos,
^sumida, pernas grossas ps apalhetados ,
ejcorupridos, foi com um ffandres de azeite ja
veMbo1, las medidas e funil de carapuca, quem
alegar leve a ra da Praia do Rangel n. 64
qnB sera recompensado
"" No dia 29 do p. p. fugio um negro de
Antonio, de naco levou vestido cal-
ngodozinho trancado, bastante largas,
|iro da mesma fazenda com um remend
js e de mangas curtas bastante ma-
Hsm halda tem una moitinha de caDel-
los delima danda do queixo baixo quebra-
do de
urtia'.
sobrad
ser _
.;
no
cas
oca
ns
ma verilha traz sobro a quebradura
jda elle foi do engenho |Armazem :
pegar leve ao atierro dos Aflogados,
n. 7 que foi do finado Baptista que
lidiado.
27 do p. p desappareceo um es-
di<
ravo'jf nome Antonio de 36 anuos, e-la-
gulir olhos afu aauos semblante
COm pouca darda pernas linas, e ven-
icido ; quem o pegar leve a ra do rll-
W, q
que ser gratificado.

i


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