Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04287


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Full Text
Anno de 1841. Terca Feik\
"' '' 'III M I I II 3BBaB8BgSS*---~r-.. ^-g
pede agora dependa de nos momos; da nossa pnritMit.wcf#.-
V eaerspe : eini.nae.nocorno DficOBi.nio, .N.vnot 6L0n!au06
com aduaracao entre ai Aaees roaiacuiU
Proclamaeao da Asi.biee, (feral do Braaiij
Sobe*rev-se para esta fol ha a 3#ooo por etrartal paro -/
*** Typogrjfia ruadasCruies 0.5, t.a 'raca de I'^m -
Je, n. 37 8, onde ee recenera eorresp. 1 leeautai a ...-
nuncaoa, inairiodo-ae estes gratis, i.u.'o an papuas ni*oauto. a A
Tindo altanados. ^
PARTIDAS DOS COA RE 109 TERRESTRES
Cldadeda Parabiba e Vu'as da ina-c ; ..--. i .....
Dita do Rio Grande do Noria, e Y ....... ,__
Dita da Fortaleza Villa dem'.............. !>
Qdade de Goianna....................'
Cirtade de Uiinda ..._................... Todo os diasl
Villa dea. Anteo .................. .... Quimas eras.
Dita deGaranouns PoTOaci > do il isiM.........>. y de cada mea
OiiasdoCaoo, Sennna- .1, Cala 1, i> en dito dito
Cidada das Alatgoas ............'.;:- lien
Villa de Paja de FiorsJ..................... i l < Ib,, dito dite
Todos os o-reia piHemaomt.o e1 n
28 DE SgTBMBlaSt). NoM. 311.
CAMBIOS. -- SETBatamoax.
Londres...... 59 ipe.3o d. por ifoooced.
Lisbc.......80 a 85.por 010 premio por metal oflerectdo.'.
Fiacca......3ae re.s por frene. Comp. Vende.
t/UhO- Moeda de6fa re 'bu 'I*0 ,4#7
Dita deifooore, Kfioo 8*5o
PRATA.- Patacoes Brasileiroe ----- l#6lo if6,o
Peeos Colurunanos------- ljfoo l#64o
Ditos Mexicanos ---.---- i|6oo l#6lo

n
aCimi MEZ DSETEMj
Qoarl 8- as m b. e 55 m. da man;
Loa H a 15 a 3 b. e 11 m. da man.
Q.jr.if. rese, a asi I h. e 37 m. da tard.
La Cama a jo-as 1 e og m. da man.
A/:-.'.:.a/-ara o te de 28 Setembro,
Ai > lic-.i e 5{ minutos da tarde.
A 3 luas e 18 minutos da manh.
Miu.a. -.-,-.----- l/sap I/4&0
Dic. da bilb. da Atfandeeje r i|8 por loo ao mes. 1 0|o
dem de letres de bou firmas 1 i|l a I i|4
; Moeda de cobre 3 por 100 de disc.
DAS DA SEMANA.
"7 Segunda Ss. Cosme e Damii Mrn. Audiencia do Jail de Di re t
da 1 rara.
aS Terca S. Salarno B. Relelo e audiencia do Juii da Oiraito de
1. vara.
>9 Quarta iff. s. Miguel Arcenji. Aud. do Juit da D. da 3. veri.
bb Quinta a. Leopard 1 A. Audieucia do Juii da Oireito da
vara.
1 Sexta S. Remigio B Au tienda do Juil de D. da 1. t.
a aht-aiio Os ..lijos da guara.- Ral. e audiencia do Juu de O. da 5
vara.
3 Domingo O SS. Rosario de N. S.
'
11IO Dfi JANfclIlO.
ASSEMRLEA GErUL LEGISLATIVA.
CMARA DOS SRS. DEVOTArOS.
Sesso de i4~ de agosto de ir4i.
"Presidencia do Snr. Henriqups oV Rrend
As <\ei horas e meia da manila fx-se a
^p^ rbimida e reunidos os Snrs. deoutados en
run ero legal abre se a s-'sso, ie-se e ap-
prova se arla da antecedente.
O Snr, primeiro secretario d conta do ex-
pediente fesrndo rr en. io de que o roappa oe-
nun-lrativo da asignatura e substitu: ai do
papel noeda lemtttido a commissao do
orrairento.
Vae lerreira comrrisso de faseoda o re-
querin etilo da rempanhia do Rio Doce ern
que lerlbua contra a dtciso do liibmibl do
lliesouro t ubiico que o ebrigs a pagara
sita de barcos a seo serico.
Le-se eapprova.se uro parecer d* mesa
que approa a indicado do Snr. Peix3to de
Aletear para oue seja adoptada como dispo-
ticao regi 1 nial a fin de que se nomeie u-
lol.i T; > Pamplona da orovit. i* >
( de i"*
de s .' ;: .? le HU reis 3 >bre cad 1 [)'
anoardentfl peloi Qoaei f i indird ^ v'
exeruUdo. sendo a 0ontni-s3o di parecer i*:e
ieeutiemoapapeh sogivemo para def-_-iir
con' justica aoiopple^nie.
Fate 1 -rerer di;.;ii da iis-uli Ja ao.rovt -
do al as pahvr* reenvi.Ti-se o p;:fis aj
gove/no e regeitddo o ret' i.
Entra rr dii(i;s o oar rer addUdo SO7
brea rtiule ;r>.co d) d-; nbi''d ir Casta-
no Ferrai Piolo e fica 3diido p^l^ har, tenJj
filiado contra o Sor. TosU, e a (t\jt o Snr
Nunes M Ind).
Segunda parte da ordarn o da.
Entra era discisio a resoiujio qu>? conce-
de tres loteii-s ao provincial da orden tran-
cM-a de^t 1 co^le
O *r priTt'trosecret.rio cdirn',e rmi e-
menda addtiiva a iei.)!u i) n j dnat. n-
no que concede >iuUn Ijlnriis a irmand*-
de dog'o'ijso patriar cha S. Jos desta corte
fim da terminar m obrs d i^rej* daquelq
Santo.
E' apoiadi .* i^ualmento apoiada co-no e-
mend-t e offerecid* p?ljSnr. dnsi-o da
seaaoes.

tna deputajo derinco membros p*ra agsii- Cunha, a re* luco do anno passado que
tirao funeral de qu-lquer me tbro da cania- concede a Josa FsancUco Bernirdes e a Joio
18, que Idlencer na corle durante o lempo das j Perein Darriue Faro e outros una lote-
j ri.i annu^l por p.co.de seis annos erafi-
le-se ejulgp-se objerto de deliberacao o vor da fabrica de vidros eslbelecida nem
projecto da lerreira commissao de lasenda que curie,
toi.iede lias loierias ; segundo o plauo das Julga-se discut 1< a materia e a resalu-
mistimes to frovin'iol dus tranciscanos cio aoprov.da e adoptada, Lean como as
tieUa cuite pera ci m seu produelo concer- emend^ addilivas.
lar o centento Je Samo Antonio desta mei- [ O Snr. Peixoo de Alencar prope a ur-
rxa.one, morcando o governo as epoo-s em- gencia para que se discuta o parecer adiado
que deten, conei as dius loieins. exigind 8obie a prelenco de Ai.touio de Castro V-
e jaianiids que julgar'coiirenienles para que auna, a qual urgencia apoiada e posta a
o t*u (.ronucto enaa a oevie applicaco. > tos re6eitda
Obnr. htteiio Luaiie lema p.letra pela O Snr. l'aula Candido reauer a urgencia
oideiK, e ie4uer a dis^nsa da impresso do para que se di* ula a reso'uo incluid n<
painei q;e acbtie de ier, e prope a urgencia ordem dodia de hoja, a respetada aposenla-
i
doiia de Joa iui A urgencia apoiada e dvuo'it da discuti-
da: aL.(,ruvada.
Enira por con.egui.ite en discujiio a re-
aoiuco deste auno, que a..prora a apoieia.
dorii cunee 11 ia a Joiiiuira Uias Ecalho por
tan que se isiuu ja.
E dupen>iUuda impre^sao o projecto e
apoi.de > uigencia. ^ao havendo quena fd-
le contia a Uigeocil posta a votos e appio-
Tada.
O Snr. presidente declara, que dir o pro*
jeito par se disculir na segundi parte da or- decieto de a* de |Ui.hJ da-t8 |t, no lugir d>
dem o da 'ns,ecror da iliesourria da provincia do ui-
Jiiig-e oljecto de deliberacao e vae a ns erae*., e con u vaaciuv-u'o de orden*-
iapiiu-iro piujeclo da leiceira commi.so de do de contador desda a data do retando dd-
lostnUa que diitorisa o governo a saiisfeser a creto.
IV ibuel ld%aies. na loima da iei de 1S de i' apoiado o seguiota.
lio>tobiu ce 1.7 a 1 1 forian.ia da sen-1 OJereco como, ariigos adJitiros aiTesilu-
ttma j.ui este ebliu* contra a I.senda pelo i;i- 0es n. 5 de l*Sj ap^rovao lo a aposentt-
jusio piesa.ieolo do navio Imperador Ale- dona de Joo Jjse Pereira oouu e dan.
*eiiure leuo pela equadra de lord Co- ldeid^l appru.andj a aposauUd>rii da
(k.iie, ron. man dan le en ctiefe ddS torcas ua- Lui* Venaucio 0.10.11. *
tata o impeli no lempo da guerra da iu- Pagoda cmara dji depnlados iidaagos-
OtptuUeiuid.
Piineira patte da ordem do da.
lo de iSti. l'erietid Od Caiiro,
Uepuia de longo debela a lesotn^j ap-
mrilir i"-'.e- ?' 1 omrnindtnta dieicun.
P ir.-i-i de \!-il m%t praoas inralidis e
4'.'Jil s 1 '. :.. que aciSa d^cie^ir
d* < rta a (iu dalhea dar o conveniente des-
tn.
L:t;> < ios isol sen'ia si^uiScandi Ihe, qua tomando a
oresidenc a e n c ,i>! J aj oque reoresen-
tou o cora niu ; di> ar nn en offirij ,d
[j d. csrrenle acer* iligmr-l. niciii l di
t.'U.l 1 de Iguirassa Lua 6mu tft. qu^
estaa destacadj na Portales 1 da ln-naric
uerJara na salvado da / o dej> pde.^r di
id \ e 1 >rlo da n*!aa d oi., -
'-' !. j> Mierdo qufeb"* !> na j'i->-
da qiies.fiVdj J aniralln ; Ihaorians j-is
--*i.ia pagar a qumiia de trtnta rail reis ao
cirurguii encane;o dd curar o dito guardt,
c. 11.-,ii indo a abonar a este os tnninaui
que i.arebU ca .>o destacado at qua sa ras-
UbeatKia.
Ui-o Ao corara mlinta dss armas, cara
muniL-anJo-llia o conteada,precedente odi.
cu.
Dita A o c 3 os'idiQte suoarior di gur-
da nacional dolle^ife, envianJ j-lha mn
seo *?0;ili9.,m.f ito uai couia d provino do
conse 1 ttiore oj railitar da 3 da O utubro da
8JJ, que mi.-va proisoriaraeate as conli-
nenci.3 mit.res que conpetera aocoainaii-
dantes das arrau,
Iguil remessa fui frita ao commanianta
ger.l docorpo de polica.
Dito Ao inspector do arsenal de mariuha,
ciramunicnidu Ine qn a escuna L'rimeiro
de Abril que acaba de ebegar da corle fi-
ca estacionad ni porto delta cidada.
Dito- Ao inspector geral das obras publi-
cas, espoudendo-ltie que pote effdituar
o conlracto da obra di esir m>ro cum u cididio Jos Gonsalves Jnior,
que seobrigia fasel-a pelo preco de o;n 7
reis, diudo por seo fiador a Francisco Jos
t olriguas.
Dito Ao administra Ior (cal clu obns
publicas, responden lo ao seu offi'ioeraque
..edo es lareci.nentoi-ai'ere dos abonos qua
de ve loor dos cumlre* dtt olE'inas r vas quando liVdrera de ir examinar allo-
ma obra tora ua cida Id ; qua ob.erva o qm
a es:e respeito est determinado.
Portara -Ao cummandanta da escuna-
Primeiro da Abnl ordeuandj-lna qud en-
tregua a dipoiirjj do commanjuiie dos ar-
mas as ai pravas invalidas a quttro soldados
com baixa que troux do Rio de Janoiro.
Una Ao administrador fijcal das obras
pub.ic, para m-md.r um clcela para aarvi-
co do lioi/iiiil regimantal oouformare^UJ*
sita o commandante dasarmas,
O.biio Ao commanianta das armas, con
raunicando-lue a espedido da orden sa-
pa.
I'ortaria Nomeaio obscharel Josa Frn-
THEZJRARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia 17 de Jltembro.-
Olcio- Aomesmo Ex.m. Presidente en-
viando-lbe a nota das errematicoas elf situa-
das na dia antecedente parante a thesouraria ,
para a ditfnar dar a su 1 approva?!],
Ditu Ao raesmo txn. Presidsnte infir-
mando o requerirnanto da DjninjM di Silri
NJotla paindi o titulo de ahranwato d 1 tar-
de manaba que poisua era Fora ds
Portis.
DitJ Ao mesan Exra. Predenta infoc-;
raanli o requeriaent da Vlaoosl Oiauui
Snre Garneiro Vlonteira oa linio p>r afora-
ment o alaga lo que fici no fund disat
casi ni ruado Atierro d* Uoa-/'uia.
Dito Ao inspddar d'alfauldgi pirtici-
pnlo-lbe para sus intelligensia tara ta-
aouraria pordespaxi da lti do corrent) mui-
da lo entregar ao ihesm-efo di mu m alfio-,
degaaqu.mia de g-jil rei4 qla han
reqoisitado por oficu d 16 'Abril pp p4
ra ser lanzado no livro dos direitos ai n da
completar a imponmcia dos mainos 1 qua de^
riio pagar as ttiio latas vanas perteojeota*
L. A Dubourq qaa foro arreaatadsa
era basta publica por tarem excedido na
arremataco o lempo doler minado no regu-
lamanlo.
Diversas lipArtioiie-
MEZV DO CNSULVDJ.
Pauta do preco crrante do aswcar alodio }
e miis gneros do Paiz que so despachiii
na Mez.i do Consulado de Pern. na saman*
de a7 de S Memoro a 3 de Qutubro no
anno de 18)1.
Asucar t. novo 1. S. ar.
9. a "
tt
EiHiatmd.scusi.au o parecer da commissao m o .do^ad., a bem aiat .1 s resolu- deconmiuicosobieapietenfaudeJosa Ri- Jea off..ecidas coyo -rugas adJltfo pulo tenno di pri.
Sur terrena Penda.
gosu dos nenos de cidauo brabileno de (J Snf. p'e^ideu
Ccidu da Lala oue pede ser esiiluido ao &ur. terrena Penua.
tos oi.eitos na cidaao brabileno de Q 5nr. nre.Mdeaie da a o-den do da a I ^ita iNomeando o bachirel Jos dos Ao-
t,uc lora pv.do por deceto dei de maio de levavanla a sosao depois das du.s nora/da jos Vieira de Amorim para juu substituto dos
j bdo, demttlid do po.10 oe lente coto- la(de. I""" dd JlrB,la dj MB,e Clrel d'*U "'
. .:.. I marea.
PERNAMBUOO.
bel de arliibeiia u priatia linba. A
ccmniUbo acbando juata a pretenco do sup-
plicoiue, de perecer que a lequerimeuto do
sj [jlicme seja lemttudo ao guverno para
li.e lotti a jusilla quu.utiece.
Entra em discurso o parecer da commissao
jusca civil de lBjb soUa a preteucio da
GOVERlNO DA PROVI.N'CIA.
Expediente do dia 30 do correnta
OjS io Ao commandaois das armas, para [
marca,
UiH:io Ao presidente dt relaco eom*
mullicando ine a nomeaco suora,
1 ,ual comomicaco l'oi leita ao inipeotor
dd Hurn rana das rendas proviuciaes,
at5o)
10S0) aoSoi.Q*
395o)
loo;
i65o>lf65o.d.'
l5ao^
1700^
*55o)if4oou4i
1400)
1'iOO)
Soria ar. 6S09
< Sioo
, a 4Uo
Josa Mara Sexar do Aoiaral,
Antonio Bento Fros.
Feitorea a Confereotes
CORREIo.
O bri^ue escan 1 Gararapss, resabe a nal t
para o Rio de Janeiro a rainal ( a.} J i ia
hora* do dia.
A barca N. Firmas raesbs a mata otra
o Rio de Janeiro, ni dia 3 o do cor tais a,
4 boras da tards. .
OBRAS BOBLCAS.
85o
Di lo VI. novo
y io
Dito B. velbo
600
Dito M. vslho
3. a
4.
5. a
6.
I. S.
a.
1. S.
.
3. a
4. '
5e
6. a
1. S.
i. a
Algodio ota pluma

SI

II

?I
<
t
**
ir
e
9e
3.
Pala A. F. das obroa pubica. eom an
thorisa^io do Illra. e Exo. Sr. Prendante .
ia ha de vender en asta, publica s quara;
mis der, ba oratorio de diser a


2
HAMO DE PE NMBCO

m.e foi dentina caza da Relaeo, avallado seus promenores devem ser muito atara-
selo respectivo esle ctrpina em cento nenies; nos logo que os alcancemos-como es-
tcenla ix.il reis o qual existe na officina de per.mos os puhl.carerooa.
corj as ejn palacio vel! o ende pode ser
msIo per quem ierlrndtr. No da
O Jornal do Havre falla na desoobert, un-
to o Ckara na Nova Zelandia de una- ro-
isoas, cue peitenderem para
-dar ieos lansos. A. F. de P. *4 do Selem-
'-bro i84.
A. F. de Moura.
Administrador fiscal.
EDITA L.
t\ rsriara municipal da cidatle d'Olirida e
seo termo Ac.
Faz saber ,que no da 3o do corrente ae
Ladearrematar por lempo do hura anno por
quem mais der aa castalias da riieira a ca-
ga do plvora do Manguinbo, armaiem gran-
de do Veredouro dilto pequeuo no mismo
lugar novo imposto dos mscales e boielei-
rai e por quem menos fiser as deapesas de a-
xeite agua vacoura foco e | o e para a
cadeiadesia cdade* E para que riegue a o
conbecimenio de todos mandou a cmara fa-
ter o prsenle que ser publicado pela Jm-
prensa. Cidade d'OHnda s5 de Seteobro
de iB4?.
Jos Joaquina de Almeida Guedes.
Presidente.
Joio Peulo Ferteira,
Secretarios
\islo per quem lerirnun. .----------------------,; ,......." -----------
corrente rre'z se far ciiia arr.malacau na |cbdc pen.-oso 'ruilocado na pa*s*gem m-
cala da sobndita A. F. or.de podero com- -al dos navios que navegara para a pescan i
* das belfas e que nao esta mateado em caita
ulguna. Esl a 5 mi I has e um quarto ao O
N Oe um quarto N. do rochedo a es pera n-
a do Almirante Domuut d'Urville. Nio tea
o ais largura i,ue do uavij e est a causa
d 4 |iabaixj d agua, Como loi descober-
lo pelo baleeiro do Havre deu-se-lhe o no-
u e daquelle navio
Novo farol na liba de Wuiga
A adir inislraclo da re.il marinha fe* pa-
bliro pava cotibecimitto dos navegantes :
l. Oih -se consti mu i) mino passado uma
torre de pedra na llha de Winga situada na
pane exterior da entrada do porto de"Gotheja-
burgo na lat nor.e 3j. l"j\ 3o" e long
ii, 46',a leste do meredtaiu de Ferro ua
qual se colocar no verlo oo cor rente anno,
um farol de lentilha eal-velda lerceira ordem
cuja lut espargr na circumferencia de todo o
iioiisonte, e-ser visivel na distancia de tres
milhas geographcas ou alemias, pouco mais,
ou n ci.es.
a. Que ao mesmo lempo que ae accender o
farol e Winga se accender5 dous faroea
conductores um em liukktrele e oulio
em rol. Batea dous faroea servir de gata
durau e a noite aos navegantes que quixe-
rem ancorar ua passagem para o porto de Go
bemburgo.
3. 'nblicirse-ba o lempo Gxado para se
acrenderem os mencionados Uroes.
Slokholino em u de Jaueiro de i84.
(Do Commejciodo Porto.)
NOTICIAS PKOViNCIAES.
RIO DE JANEIRO.
Perchen; os fdhas da capitel, que alcancio
Bt 9 do corrente. EsUva tranquilla. Por
decreto de a8 de agosto linha sido prorogada
a presente sesiio da essen-blea geni legbla-
livi at o dia 3 do prcx mo nez de oulubro
O ninitro da fateeda bbvia apprtsentado
a proposlu paiaocredilo supj.lemtnlar cu-
ja imporleuiia de 8,81711217.
Asuliinos noticias, que i.etio sobro o
estado do RioGraade, ao as seguintei :
. RIO GRANDE DO SL,
Do Andysla, de Porto Alegre, de 6 de
egosto que teoos presente transcrovemos
a seguinte carta do lente-coronel Francisco
Pedro, a quI ecn6rma as noliciaa preceden-
tes a rrrcito do rstido do nosso exercilo ,
c des ltimos mcviir.e utos des rebeldes;
' O m-rcito est BCtmpado em S. Vicen-
te n uito at; o coronel Lcureiro foi para
rVJUses a comprar cavados i econsla j ter
arrenjado alguns. A forca da Loureiro lo-
0 que sabio, biteo bun a paitidt de perto
de icolcntns, que foi destrocada Gcando
no caapo 8 morios; o lego depoia, foi ba-
tido o Tti.\eira cem 1^0 rebeldes que oi
destrocado ccnpUtmente ficando 3o e tan-
tos moitoe co campo. He o que ba aqu de
xcais fresco.
O Exm. Snr. Joio Paulo tem mandado
cuatro proprioa com efficioa e de nenbum
tetn lido rtposta ; e nem noticias temos lulo
do neffc general em chefe. As tropas eslo
ras, e muitcs doentes e ft-ltos de remedios
Rir;. iciia (e se mndasse eo menos algum
recurso ao exercilo.
Noticias do Inimigo>
ERvid Ceoavarro, Guedea e Denetrio,
fguiio jaia o Algrele, para de la perse-
gu'ircm o 1 oureiro. Bento Goncalvea seguio
(lfl. a iiianlaiia para Hg Neto foi com a
svie divisao para a in mediaies do RioGrau-
t!e e reunir a negrada para infantera e lan-
cen es e o Pulirle subi a berra com 140
) tutus ; a bater Padilba j mas uo Ibe to-
co o negocio por I;i} relircu-se para S- Mar-
tinlo e pretende descer a Serra. Joaquim
Pedro icguio para o paco do Jacuby. com 100
lticens. Sei que vai para as immtdiacces da
Fnctuiiibada e Iriumpho, reunir gente ; e
eujulgoque elle vai reunir a negrada das
charqueadas. Rom eia prevenir aos char-
que; clores para nao aerem suiprebendidoa.
I.u esleu no lnceode S. ledro a Inzer se-
guir as farinbas do Riuco ; e de Snta Ma-
na o negerio que hbvi Espero me man-
de burra noticia exacta de dentro, pelo porta-
dor, r- Francisco-I edro de Abreu. "
-- (Uo Despertador)
NOTICIAS COMMkKClAJLS.
Cbegada. do Vapor Piciideul- a Jngla-
terra que se julgava peidido.
Este \ a(cr que .e utiedilava perdido rhc-
tu a Holg' H*ad naa costas de Gallea de-
1 os 0 un a via^em de ;b ais para faxer a-
cuella em (,ue Ucos t>s bbicce de vapor nao
'sitio rcgulaiouile mais ele i5dias. A
ausa da den ora ueste vapor loram os gelos
qxit- o bloquearan). Este atontecimenio de-
bela i -turar res tutes Oa navegacao e os
Correspondencia,
Snra. Redactores.
A vista de correspondencias que de certo
nao deveiifj ser assignadas por una r.
nem par a^uem que se imtala jurista ,
visto que ero o mais novel e ignorante estu-
danto de Direito dira to grande desacer-
as tinha assentado comigo de nao duer u-
ma eo palavra alem de que dever-me-bia
de certo magoar o ealado de desolarlo alias
bem merecido, em que nmJuu, de quem
muitos amargamente ee querxo por ha ver
muitas veres calcado debaixo dos pts e sa-
crilicado a seus ressentimantos a mais aalienle
iuslica.loi cbamado ao centro do. teas devores,
Uebeu umal.coemsua vida o foi refren-
do pelo Eximio Tribunal da Rellano, gra- 1
cas Ibe seifio dadas l na impetuosa carreira, j
ero que hia desfilada e que se sabia bem >
semeardeapparencias justteeiras, sendo ora
elogiado por ,6uera no Diario gratuitos officios em que se Ibe
teeiio encomios, ora exaltado por alguma |
parte quecbeta de enthusiasmo tazia pu-
blicar seulencB multas veres injustas mas
que se linha o cuidado de appa-alar com u-
ma boa dcaa de charUlanismo. A mor parte
porern do povo nao esta a par ds leis do
paiz e a opiaio mais extravagante pode a-
cbar sedarlos. Para mostrar pois qua nao
pode pegar RelUclo a nodoa que se Me
uuerlancar, cumpre sabir do meu silencio ,
e mostrar a esle Snr. Juriata qua roelbor,
que elle guarde a sua penna para oatras em-
presas pois, a que estreou nao pode con-
tinuar con brilbo e tnumpbo. Ueixo de
parte o estillo, e redaco isto perlence oos
Grammaticos, e tiheloricos, oceupar-me-
bei somente dos argumentos.
IVincipia o Snr. Jurista por diter que a
Rellaco infringi o art. i55 a do Cad. do
froc.Ciim., porque determinando esle
art. a competencia das Uellaces para conbe-
cer dos crimea de responaabelidade dos Jui-
zes de Direito nao poda a Rellaco pronun-
ciar no crime de desobediencia que nao
crime de responsabelidade nao estando por
cunseguinle na sua alvada. Julga-se o Sur.
Jurista com sufnuenle authondado para ex
caibedra decidir sena o provar que o en
me de desobediencia nao era crime do respon-
sabelidade para dar urna appareocu de
laao sua proj osico aprsenla urna defa-
mcao que die ser dada pelo Cdigo Crimi-
nal. Nao vejo uo Cdigo tal definicio nao
tejo que o Lodigo Criminal lenha guarda-
do urna secfio para irelar dosenmes de ree-
ponsabelidade vejo antes que ha ne le u-
!li grande divisao dea ciimes em pblicos,
pa.ticuiarea, e policiaea e que subividin-
do-se os pdicos em seis "lulos, trala-se
110 quinto dos ciimes conl" a boa oruein
e adminislrac;o publica o qu* Utulo e Q_
da subdvidido em trea captulos dos quaes o
primeiro se inacreve -- PrevaricacSes abu-
ios e ommissdes dos Empregados Pblicos -
e compe-se de seis Seases, que slo : Pre
iarcacao { Peita Soborno Concussao ;
Excesso on abuso de athoridade ou influen-
eia proveniente do emprego Falta de exic-
io 00 cumprimento dos devere; e Irregu-
laridade de conduca. Que pois da defini-
do que d o Cod. Criuu crime de res
ponsabelidade ? Danomnarl^or ventara o
Snr. Jurista crinaa de respaosabalidade s-
mente os Cilioprebendidos noTit.o. cap, 1.
yara definil-o aquelle criaae, que so poda
ser commeltido par empregado publica ? Sa
assim fas permitta-me que Ihe digi qua
nio s faz urna co<"a em rasSa sufliciente
para a fazer roma I"8 fomm.'.lte muitos a-
bsurdos. E* agsio qe Pela 8in defimao
o crime de fallidai<* commetlidopore.il-
pregado publico 00 e*orcicio de su nao um crime de resuon9auel'*',l*e 1 Pjr1aB
alguem, q' i0 emp^g^o publico pada to
bemlornar.se rj de"8 Ciina, assimque
0 crime de Peoulato deixa de ser crime de
responiabeldad p -r j etar collocado no
TU. sexto &c & 5. E S9 io crDOe* ua re4"
ponsabelidadj todos os incluidos debmoda
denominacocontra a b1 orie.n e adaums*
traco publica entaa ser o perjurio 1 se,
por quem quer qua for commettido um cnme
de responsabelidade ento ser o bater mja-
da fslsa um crime de responsabelidade. J
se \ pois, que o Cod C' nj nO ua u
ma ideia exacta do quo seja ciime de respoo -
sabelidada e que de l ni podi o Sr. Ju-
lista exlrahir aquella defioip>o. E' bem bja
maneira de argumentar o i***' uaB defini-
co seu geilo para della tirar as conse-
quencias, que Ihe apraz Ma> definico
do Snr. Jurista exacta debaixo de um pon-
to de visla 5 elle quem a lorce, e elle quem
a desfigura. Crime de responsabelidade, diz
ella, aquelle que somenie p'de ser com-
mettido por empregada publico. Sa toma-
rem os critnesem suas dunomiuaces geraes
8 cla.Bhcaees falso o principio por jue
veramos muiloa crimes de responsabelidade
despojados desta qualidade o crime por ex-
emplo de falsidade nu:ica podara ser de res-
pousabelidada porque alguen que nao
empregado publico, o pode commottar ; o
erima por ex., de resistencia commettido
por um Olhciil de Gualdas Nacionaes que se
servio de sua posigo e de seus Guardas ,
para o commelter deix iri 1 de ser crime de
responsabelidade porque a resistencia pode
ser commettida por algum individuo, que
nao i empregado publico. Nao succede as-
sim porem se tomar-mos o termo crime em
sua verdadeira accap ;io isto como um
facto prohibido por le penal porque entio
se este lacio contrario a lei penal tal que
s um empregedo publico o poderia commel-
ter temos um crime de responsabe.idade ,
I segundo a propria definico d Sur. Jurista ,
i mas no caso em queslo o crime commetti-
do eslava inherente qualdade de Juit de
Direito do crime outro qualquer individuo,
que nao fosse Juz o nao poderia commelter ,
logo segundo a mes na diriicio cima o
crime de desobediencia, no caso varente
um crime de respousabedidade posto que o
lermodcsobedimicii, que urna noco ge-
ral, e nao ideia de um facto individual se
possa applicar a outras muitas faltas, e irans-
gressSes, que nio sejio commetlidas par
emrpfgado publico.
1 Para evilarmos ,ois estas e outras iniolli-
genciaa Coreadas procuremos dar de crimo
de responsabelidade urna definico, que le-
nha criterio Lancando os olbos sobre o C-
digo Penal Francez eu vejo que os cri-
mes de responsabelidade de anr considera-
cao punidos nAquelle Cod. sio os conhecidos
debaixo da d^nornirncio de iorfailure que
segundo o Art. ;t Cdigo tout crime
cocumis par un fontionuaire publie dans ses
pouctious deaomiuajcio snente applica-
vel a crimes de responsabelidade forjo de
crime de responsabelidade urna definico ,
que exprima a mesma forca d'aqaella, e di-
go que crime de responsabelidade i todo o
crime commettido por um empregado publi-
co no exercicio de suas unccOes visto qua o
que cara< le isa a deiui.o da f r Callare pa-
ra ser crime de responsabelidade caracteri-
za tambem a que aciba nos de formar. Des-
ta definico aulborisada por bjas razdes, que
se podera dedutir das que d Hogron em o
seu Commentano ao Art eit. da C. C. Frail-
ee e pelo Cod. de urna Naci civilisada ,
dimana como consequencia exacta e rigoro-
rosa que sendo o crime de que aecusado o
aiilUado do Snr. Jurista, commettido por um
i Empregado publico no exercicio de suas fuac
cues, umvordadeiro crime de responsaba-
lidadea
Por outra parte o termo responsabelidade
i um termo genrico que abrange todas as
regra9 da ienputac-io ; assim todo o borneen
quer empregado publico quer particular
responavel por suas aeces. Estando porem
o empregado publico em urna posi^o melin-
drosa e excepcionaria e bavendo prestado
um juramento, que dere cumprir rigorosa-
mente, nasce-lhe deste estado de excepcio en
relUcj todos os mais individuos um ca-
rcter particular, o sao as obrigaces, que
alie contrahe como tal com o carcter ex-
cepcionario em sua posico melindrosa ,
que constituers oque por excelleacia se de-
nomina responsabelidade quer-se aim esle
no3ie significar, que assim comj o emp.-e-
gadj publico como z o Snr. Chabrol no
seu Diccionario de legislacio goia de certas
regalas, da mesma sor te em virtuded>
lugar, que ocupa e para garanta dea-,
busos, coutraha obrigaces q 10 s elle a
mais ninguem dere desempenliar. Ser o
crimecoinmettidj por empregado publica a
00 exercicio de suas fuqccas constitue urna
transgressio a este juramento, quesepres-
tou constitua um abuso que dea lujar
a posico ex opcional do individuo, e p. r con-,
seguinte constitua u.u crime de responsabeli-
dade. Julgj poia baver demoustrado de urna
maneira sem replica, que o crime de deso-
bediencia um crime de responsabelidade ,
qutndj elle commettido pjr empregalo
publico no exercicio de suaa funccoes, e que
conseguiotemente na hypotheae verlente ,
competa Rellaco conbecer do orime do
Juis de Direito interino.
Dia anda o Sr. Jurista que a rellaco
infrinjioo artigo 44 d referido cod.do pro*
cesso crim. porque, impondo o artigo ia8
docnJ. penal a pana de priso nao poda a
relaeo obrigar somente a livramenlo* E' a-
inda permitta-me qu* Ibe diga um er-
ro crasso filho da ignorancia das leis do pa>
ia o da irretl-xio qua deve sempra evitai-
o homem letiradj principalmente quando
se dirija a o publico. O artigo 144 assim se
exprime : *.' se pela inquiico das teslemu-
,, aba*, interrogatorio ao indiciado delia-
I, quenie, 00 iufuima Oes a que liver orot
,, cedido, o juit se convencer da existencia
,, do delicio e da quem seja o delincuente .
declarar por seu despacho nos aui0s ,
,, que julga procedente a quexa ou den un-.
ca e obrigado o delinquenie priso nos,
,, casos em que ella tem lu,;r e aempre a
,, livrameuto*' D* lettra da le vei-se, q' a pri-
so, de q' aqu se falla aquella, q' tem lugar
em virtude da pronuncia. Mas vejamos se
no caso em queslo deve ter lugar a priso.
Diz o artigo 118 em que foi pronunciado o
Du lor delinquv'nle que o crime de desoba-
deneta aera punid > oo.h a pena de seis diaa
mas o artigo 79 9 da
e o artigo loo do cod. do
proc. enro, prescrerem ; que nos crimss ,
que nio tiverem maior pena do que a de seis
meses de priso po lera o reo livrar-se salto
log quando te liver de pronunciar em
um crime de desobediencias deve-se segun-
do a letlra do artigo contraproducenteaeoia
citado pela Sr. jurista pronunciar soman-
te a livramenlo ; contra e>te artigo teria ido
a rellaco se pronuuciasse o deiinquente a
priso em um caso em que esta uo tinha
lugar, e em u ii crime pelo qual se poda o
reo livrar sollo.
Dis tambem o Sr. jurista qoa a rellaco
infirigio o artigo ia Jj 7 crim. por que impoudo o artigo ia3 do C
do P. a pena menor d seis meses, uj po-
da ht ver comohouve pronuncia aeno
julgamenio definitivo. Ora que se impor-
ta va a relaeo com esta parle do co 1. do proc;
ignora por ve.itura o illustre correspondente ,
3ue a rellaco tem o regulamento de i da
aneirode 18JJ que marca a forma da pro-
ceder n'aquelle tribuual ? Nio ve o Sr. ju-
rista o artigo i4 daquelle regulimento qai
dit : Appresentado o processo em masa ,
,, al.i por son e publicamente se escolhe-
" rao tres juises, os quaes depois de ioatrui-,
" das do mesmo pro esso prouunciaro ,
,, ou noseguiidj a p.-ova veacaulo-se a
,, decisao por dus voios conformas *' ? Di-
ga-nos agora Sr. correspot lente daver-
se-bia ou nio lser o sorleamanto dos trea
luisas ? ou daver-ae-hia o juz do feilo di-
rigir conforma o qua est no col. do pro:,
marca Jo para os juises di piz ? E ua caso de
se escolberem os tresiuisesa sarta (na q'a
nao pode deis ir da coacordir o Sr. corres-,
pondente; poderiao estes em ves da proaua-
ciar go ao quodiz J* fiadas as iiiJHiirija ^
a dous metes
const. do imp.
crim, prescrerem ; que



-jMUUASM
S*5
f
I AS
I o
bn
p e n a i h n c
8
' perguntas o mesmo juiz na conferencia se-
, guinte apresenUr por escripia urn rela-
f, torio circunstanciado de todo o procedi-
" ment, que nunca poder ser julgado por
" menos de seis juises livres&c "? Ora en-
tao, Sr. jurista, deve o hornero ser sentencia-
do por Ices ou por seis juises ? em que G-
ca ? Ora conlesse ; V. aere nio leo o re-
guiatcenio da rellacao ; mas quando nao lesse
o regnlamento > ptlo menos por que nao leo
es %rtigos 161 e 16a do cod. do proc, crim.r'
teria mudado de opinie visto que aquello a
arts sao exlencivcs lodo o rriras de respon-
sabilidade, seja qualquer q" for pena contra
elle cominada, exceda ou nao a 6 meses de
priso ou degredo.
Continua o Sr. jurista disendo que a re
lago infringi os arligos au3 e 2o\ do cod,
crim. -, por que sendo na hypolhesa f a
nllacao 8 dtsobeijecida nao poda julgar a
desobediencia, por Ih'o redarem txpressa-
menlecs referidos-arligos. Nada provo po-
rem estes arligos contra a rellacao ; a rlla-
lo um cor, o n oral a quera o attiuge
0 impedimento de um ou outro de seus mera-
Lros ntm solidaria pela suspeico de al-
gum sdspeico que s pode atiingir a pes-
soa pbisica. Se pois fosse o Sr. juix sus-
p;oso julgado pelos rresmos desembargado-
res que pronunciarao o accordo que deo
lugar ao crtmo raso teria o Sr. jurista ,
i.otem se o lllm. Sr. Desembargador Ama-
ral assaz melindroso deo-se de suspcito na
causa por fer sido juiz no accordo se ne-
1 l.ufli rlcs Dezt-mb.irg dores que pronuncia-
rao o Sr. jis inferior foi juis no accordo ,
que servio de fundamento a denuncia como
que te dic que a rellacao infringi os ar-
tigos aoi e ao4 do cod. criminal ; porque
alguns membros delta proferiro um accor-
do que foi desobedecido e oulros julga-
lo desta desobediencia ?
O argumeuto mais especioso do Sr. ju-
rista o ultimo por uo ter sido o juix inte-
rino juix executor ; mas ainda assim ella
n-al ex; oslo quando diz o correspondente j
quea rellacao infringi o artigo n8;omais
que se poderia diser era que a rellacao jul-
gou ocurso no artigo 118 alguem que de-
vena ser julgado iucuiso em outra artigo}
mas que o iiilriogio que o violou coa-
sequencia nao sei, tirada de que principi-
os. Lis o artigo ia8queo desobedecer o
empregado publico em acto -do exercicio de
suas uuces, ou nao cumprir suas ordens le-
gaes ser punido com taes e taes penas. A rel-
18980 por motivos, e rases de consciencia ,
em que o nos licito entrometter julgou
o juix interino da 1. vara do crime ocurso
nesle artigo, julgou que elle ; como su-
boidinadoas suas decisSes nao tiuha obe-
decido a seu accordo ; em que infringi ella
c; artigo ia8? io o sabemos.
jjabta por ora Srs. Redactores j conclui-
rei d sendo que nao deixa so de ser recio o
iuilven*! j tambero destituido de rectido
o juiz que se delXi arrailr,,r Pr nai** fe*"
tes o juiz, que emteus julgamen'os se nao
escuece is cbieauos, e dos odios e ressen-
timeutos j tan-Lem dtixa de ser recto o juiz,
que por exemplo raSga babeas corpus ,
que um ju'> deouira eotumarca passi par* a-
liviar de uQ-a pro por elle mesmo ordena-
da em urna precxloru quando se Ibe pede ,
que ponba o cumpra.se ; em m rnente
lectooiuiz, que, como dis Caliutrato ,
se moslia Uavei-em seu modo de trBdar po-
rem uo solre que o despreseai j que se
nao tamiliarisa demasiadamente cora os da
provincia i e quando lem de julgar nem i
tnraiTece contra aqeelles que suppoem ma-
es e ntm se compadece dos rogos aos inte-
liss ; poifc n*0 constante e recto o juiz cu-
ijstublante iaieuleia as emmoce ue sua
alma, fcmsumaadeve aduiniairar a jusii-
sa L'elal modo, que por sua circunspecto
eugaenle a aulhondade do seu olbcu.
O ad\ogado bordaleogo.
VARII>ADE.
Uma barba o Sabbado.
Fr. Est de vsgo Sr. Mestre ?
t. Acabada esu estou sua disposicaj .
entre tire-se io Sol abi esta ua banco e
sente-se : islp ci vai n'um ar.
i-'r. Va de seu vagar que eu nao tenuo
piessa. Hoje Sibbado e aanh pre-
ciso levar a birba feila para assistir Miss.
ti. 'antes ir. Fre.juez assim era, e os
barbeaos nao lioo mos a medir boje po-
,m ji todos eulrao na casa da Ueos cjdj) por
s- a casa, epois que sa inventara: a3 Wis-
,;, grandes, o bioio e a pUMri o uossj
m
droga :
4 comer por nao
ofTirio deu
morrer.
Fr. Pois se o seu olficio Ihe nao rende ,
feche a loja e busque outro modo de vida.
t. Que diaba hei de eu procurar se eu
nio tenho habilidade para nadi l
Fr. Pois se nio lem habilidade para nada,
meta-so a Deputado que o'.Ficio muito
rendoso e pouco trabalhoso.
B. Isso nao para prelo que lem mau den-
te. E' cousa q' anda por ora muito alia Sr
Fregiiez isso toca de*juro e herdade. ao bi-
cho Bacharel ao biso etnpregada ao bicho
Medico e ao bicho militar, O restante da
bichara nao la chamado*
Fr. Ora nao se desconsol. Mestre uo
se desanime ; aida Ihe ha de chegar a sua
occasio- Vmc. ainda pode ser um ilustre
preopinante.
B. A gente tera visto tanta cousa, que nin-
guem pode dizer d'esta agoa nao beberei.
Quem sabe se ainda os Barbbiros sero Ue
putados os Oeputados Barbeiros l
Fr. Iseo pode muito bem ser sem ser mi-
lagro. Segundo a Constiluico que feliz-
mente nos rege, e pela qual o Padre do Cr-
relo ea sua sucia jurou e jura dar a ulti-
ma pinguinba do sanguedas veias, o mere-
cimento e a virtude quero lem a preferen-
cia ; ora qut m pode duvidar que um Bar-
beiro um Cidadio macho e que entre os
Barbeiros Atfaiates Carpinteiros cko. ba
muito Cidado de virtude ede merecimentol
B. Isso Sr. Freguez exacto ; nio por
me gabar mas c naclasse dos barbeiros ba
muita gente fina e com suas luzes. Nao di-
go que ha]o destes grandes talentarres, cu-
ja cabeca mesmo um armazem atulhado de
litteratura enliga e moderna ; destes que sao
capares de fallar 8 dus a fio sem refrescar o
canal e sem dixer cousa neuhuma ; mais pu-
dem dar o sau recado como gente.
Fr. Pois quanto basta. Em elle sabendo
dizer a lempo ea horas, Sr. Presidente, pro-
pondo se a materia est discudi votos vo-
tos, ja tem feito bastante para salvar a Patria i
e Vmc. Mestre bem sjbe que a salvaco
da Patria o que se quer. A's vetes urna pa-
lavra a lempo um apoiado arrancado a pre-
psito tem salvado muita Patria.
li. isso verdade Sr. Freguez : nao vai
o burro feira por grandes orelhas. Dizia o
meu Mestre Audr Kepolho '_' paucum sel
bene preparatum. "
l'r. Oh I hornera de Oeos pois Vm :. sa-
be latino, e aiuda nao est feito Representan-
te da rsaco 1 que injustica l que ceguera !
Com que Vmc. sabia latim e eslava calado I
B Mas olbe Sur. Freguez que o meu
lalim semeih.i-se assim a latino de Freir I
Fr. A latim de Freila l tanto melior '!
Vmc. nao sabe o que possue 1 Isso ouro
sobre azul. Em sabindo Deputado est logo
naCummisso Ecclesiaslica.
B, Tambera sei tocar o meu bocado de
fila.
Fr. Viola 1 brava : eslou-o ja vendo ua
Commisso d.s Artes! pJe cooiar cora isso
t. E de mais tambera pesco o meu boca-
do de Estatislicaj sei onde tica Valiongo Cn-
j Aviles e oulros bocados da Europa
cuto.
Fr. Nao lbe resisto : vou por o sen noaie
na miuha carteira \ para o armo tamos urua
incorruptvel cont com isso.
B. Ora no que eu nao estou muito visto
em letra redonda.
Fr. (uem faz caso de letra redonda l
B, E tambero. eStou algum tanto airara Je-
te na siiencia dos algarismos, apenas sel con-
tar para mira 1
Fr. Ev- quando basta : um Deputado nao
dte saber contar seno para si. E de mais
se enlrar na Commisso da Fazenda ( se nes-
se teapo ainda houver fasendi ) encoste-se
sempre ao vol das ntelectualidides i.nn-
ceiras falle muilo em orcameato em ope-
races mistas em anlicipagSes, em crdito;
oo Ihe esq>ieco os dividen Jo e deixe-se
ir que vai n'um sino.
B. Esquecia-me dizer-lhe que o que me
falla em conhecimentos prcticos e theoricos ,
me sobeja era patrio lis no.,
b'r. /vinda que nao tenba desses sobejos pa-
ra o caso vale o mesmo j nao digo que de vez
em quando uo falle no seu pan lousrao na
sua independencia e mesmo se quzer, na sua
consciencia j isso nao fas mal sao llores de
rhelorica.
B. Pois eu julgava que o ter muito patrio-
tismo era uma virtude recommeudavel.
Fr. Dir-ltae-bei, na vespera d'eieice* a-
indase pescao alguns votos com essa palavri-
i.: usasdepois de um hornera assenur o
irazeiro com sua licenca ua curule parla-
> mentir, o patriotismo um irasle, q' sempre l
se deixa na sala dos chapaoi e dos guarda -
churas. Nada de un hornera se later ahti-
quario. .
B. E tambera me preso de nio ser hornera
de virar a casaca.
Fr. Ha de me perdoar isso agora tolice,
ou anachro'iisrao era pbraze mais decente.
Vmc. como um pobre Birbeiro pola ser un
hornera honrado Gel a sua pilavr* leal a
seu juramento, e escravo dos seus principios-,
mas estas fragelidades que ain la sa sollVcm
n'um Barbeiroou n'u o (iptteiro siirili-
culas n'um Deputado qae vive no mi doi
negocios 1 Um Represeotanta da iVacio
como o gallo d'um campanario que indica a
mudanca dos ventos. Se o Norte Ihe d pe-
lo rabinho vira o hico para o Sul; se Iba
d pelo Sul vira a crista para o Norte.
B. Ora isso nao pode ser o Sr. Freguez
est caceando comido !
Fr. Qual estou fallo-lhe muito serio.
Todo o Deputado tem consciencia de Tar-
raga : consciencia de Procurador de cau-
sas que para ganhar a sua vi ia accei
la os pleitos dos seus constituintes, sem
ihe importar se sao injustos ou justos. Todo
o segredo do negocio consiste em imitar os
Capites mores, isto faxer render a gineta.
Se o Ministerio preciso da minha consoiencia
para salvar a Patria remetto-lhe a miuha
conciencia com o competente poit-scriptum
- naoseesqueca do meu alilhaJo. Seja
tem as conscieucias da conta passo para a
Opposico arreganho-lhe os denles saco
da Economa poltica.,, e faco-llie guerra.
Tudo isto Mestre muito parlaraenttr ,
cuma das bellezas do Goveruo Rapreseu-
lativo,
I). Nesse caso um Deputado da Nac o um
cattenlo.
Fr. Adviuhou, Mestre, isso mesmo com
outro nouie. Accredite que aquillo um of-
ficio que rende pintos. E' a Patriarchal do
Systema Hepreientativo com os seus Prin-
cipies Monsenhores Conegos e lieneci-
ados. Os Depulados vio s Cortes como oj
Clrigos ao ao Coro a vencer da l Ora ,
Mestre nao esteva m a oussada *, aqu tera
e perdoe a liraiaco al outra vez.
ti. E^tou ai mpre prompto a ser vilo.
Fr. Adeos nio me esqueco e a urna
gritando appareca.
fDo Peridico dos P. no P.)
.les Leal jnior Joven da 19 anaos e de uta
talento raro ter sid > oreuil pelo jury dra-
mtico de Lisboa^ (sudando o 'ivertiraento coai
o novo c jocoso entrems-O >ru>*iro ou d'Es*
psnta gatos Eu obsequio a >> bei^ciadjs o
eraprissro nao se tem poupa lo a despena pira
por a peca com todo o brilbantUrno que mar-
ca o seu autor; vastamos cafautef do d-
cimo quirto seculo como serd os estampas
do jornal Nlotabo ; a chirsra do quinto acta
sm etioutal cou linla m nica comp^xta
palo Sor. Patrien ; a p di lo dos baneScia-
dos o Snr. Garaboi raareantir a grande
parle de Samuel o judeo reoej > i > O res-
to doi camarot* achaui -se a venda at ao da
3o ni roa do Q_ ie nai o lojr da fazeadjs Di
u.
COS.V10RAMA.
Vistas expostas desde o da 47 do crrante a-J
t 4 de Outubro p. futuro.
Da villa novide Todvrar.
Do deposito da abundancia;
De Londres tomad 1 da L'adolphie;
Da despedida de .Mara AatainettQ de sua fa-J
milia.
Da piedade Glial.
Di pescador vindo de ami vitgeai.
Da morte do Cavaleiro Dassio.
Da illu Marie huma das illus dos amigdi nrj
mar do Sal.
De huma casa de campo da mea 1 )r
Depissuli,
Da liha Corlte as novas ZelndeJ
Da Apitbeossde i.V*poleo.
50CIEDADE THEVTRL RECREIO E
INSPRUCCAO'.
O primeiro Sacretario avisa aos Sars. So-
cios da mesma, que amanh 0.7 do correte h
Sesso para se tractar de objecto de inters-;
se da mesraa*
SOCIEOADE FORTUXA AUXlLl-
DORA.
O Secretaria da mesma faz sciente tos Sre/
Socios, qua hojeas 5 horas da larde ses-j
sao daCommuso Alrauulriviva.
LOTERA DO SEMINARIO.
Hoje de 9 horas da manh t o meio da le-
ra lugar o pagamento dos bilhetei premiados
da a. parte da 17.* Lotera do Semina-
rio no Consistorio da Igreja do Rosario do
Bsirro de S. Antonio ; e continuar s mes-
mas huras dos das Jo do crreme e primei-
ro de Outubro no mesmo lugar ; mas de-
pois destes dias ser o pagamento feito na lo-
i't de livros da praca da Independencia n.
,5~ e .i as horas indicadas s Segunis ,
e Quimas feira s.
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilhetes da 1. parte da 7. L. do The-
atro Publico cujas rodas tem o seoimprete-
rivel andamento no da i2 de Outubro pro-
Avisos Diversos.
Olferece-se uma Snra, parda de boas
costames para ama seoca de uma caza ; quent
pertender, dirija-se ao beco do Pociuboda
panel la D- 4 lado do nascenlej
tsr O Snr. II. T. Mansield estando
para se retirar desta Provincia roga a quem
se julgar credor delle de apresentar as suas*
contas sem demora era casi de
L.G. Ferreira&Cj
tsr Quem annunciou precisar de um sitia
perto da praca com commoios pira a o*
vaccas de leite e que seja rendoso i dirija-!
se a praca da Boavista venda da Jote Alve
de Lima, que achara coa quem tratar.
%ST Uma passoa que tem bastantes conue-4
(inentos de eiigeabari, e est muito ex^r-
citado no servco de alionar estradas, fizer
ximo futuro acho-se a venda do loairro do acudes encaar agn e sabe bfocar grao-
Recife em as loias do Snrs. Manoei Gonjal- des pedras para as fiser espeiiar; assioi
loj
ves da Silva Veir e Gregorio Antunes ,
Cambista na ra da CadeU velha, e no de
S. Antonio na dos Snrs Alves Guerra,
ruaNcva Altes Bastos Pracinha do Li-
vrameato o Menezes Jnior ru* do Col-
lagb.
THEATRO.
A maoh 9 do correnta em beneficio de
dous particulares se representar a grande
peca Leonor e FloresUao ou o mais de-
cedido herosmo No fim do primeiro acto o
beneficiado executir um sollo de liuta ,
sendo os intervallos prebenchidos por ex:el-
leote msica-. Remaltaado com urai ana, e
o entremez os Catados do bom tam.
Os beneficiados seno tem poupvJo a
despegas piradeixirem assaz salufeiros os se.
us benignos protectores.
Grande expectaculo.
Sabbado a de Outubro a beneficio de do-
us particulares i dejrais que os professores
da urceta liverem desembullad o uma das
mehores overluras, dar principio a re^re-
sentaco com a sublime paca noa em cinco
actos esete quadros Os dous renegado -
Excuiado sera lecer elogios a lio grande cora-
posico pon quase iodos sabem os aplausos
que tem merecidoe Lisbo e Rio de Janei-
ro, como se v nos peridicos dessas capilaes, a
como armar serranas e enjeahoi de raoar
mandiocas para trabalharem con ago'i: ofTa-
rece-se p3ra faser ditos trab illus. As pes-
soas que o pretenderen annaacie.
tsr O Bacharel formado Joo Pereira dos
Saotos Castro, achs->e advocando nos Au-
ditorios desta Cidada : qaam da seu presum"
se quiser utilisar, dirija-sa a tfav'essa do Ror
zario D. 11 1. andar.
tsr A Meza da Santa Cita da MixdricoT-'
dii da Cidade de Oiindi, avisa a lodosos
seus devedores que da data desta e n dian-
te pagarn a vista da recibos irapressos ^-
signados pelos respectivos Procurador mm-
env-j ficaado de nahura eDTeito lodo e quit
quer recibo em manuscripto. CidiJadeO-
Unia aS d Setembro de' i8J i.
Jote Eustaquio Maciel Monteiro -
Escrivao ds Santa Cata.
ar Preciss-sa allugar dui* pretascsptJf
tes de serera empregadiS no trafico da ven li
de bollos e outros objectos: qu'&cd as tivac
pode dirija-se ao sobrado da quina, da viu-
va do Peixoto as 5 pontas ouanuincio
pelo Diario para ser procurado.
i3T Quem quizer comprar um fio de pe-
rolas tinas j diriji-se a rii da S. Crus ao
ihegar aos quktfo cantos na tanda da Oa-
lives cata u. ai5 e D. ^i.
ar Quem auuauciou queror concorar rf-
ma negra sera vicio dirija-se a ru i do RjsW

cnto dseu autor o Sr. lose da Silva, jilcn- ^rio botica de Joo Pereira di Silveiras-



\
*
a*
DIARIO DE PEJRNAMBCO
<
Rebatem-se bi'beles da alfrndega
uro por cento so mee assiraroino da'-se a
juros de urc e oaeio por cento ao rrer qusnti-
as de 0,000 para cima sobre pinhores de cu-
ro cti prata ou firmas a .contento ; na ra
da cadeia laja de ibapaos n. 4a*
tsr Alugao-sedas casas na na da oto
Tillo, qu forio.do finad, Quaresroa as
quaes tem multo* commodos. e uro peque-
o sitia coro diversos arvoredos tem sen-
a para escravos e logar espagoso para or-
, boas cacimba e tanques, finalmente
rio corrente ; os pretendentes dirijio-se
P^Troa nova D. s6 no segunda andar.
ajar Precisa se de 28o,ono a joros, por
tero pode 6 roces dando-se boa Gima, quero
quiser dar annuncie.
<&r Precisa-se de uro caixeiro que enten-
d bem de venda e que re fiador a sua con-
ducta; as 5 pontas U "2 o onde tem laropio .
tssr OSr. qne por eigano tirou urna car-
la do correio inda do Poito pela Barca Ten-
tadora para Juo Antonia de Macedo faca
ofovor de a mandar entregar ni rui do Li
trmenlo D g om annuncie.
f3> Les. ja-se fallar ao Snr. Jos Henri-
ques Machado a negocio de seu inleresse j na
la da Cfuz loja de louca n. 4;)-
Ey OS. F J. 6 queira mandar satisfa-
ter no p-leod Carroo venda que faz quina
para a ra de H rtas D. 1 a qusntia de
15,070 dinbeiro que ja havia de dar em Ja
i.eiro p p. 1 qoando nao vea o seu nome por
estenio nesta 'olha.
car Aluga-se uro pretu bastante forte para
qualfjuer ser vico ende d*s 9 horas da roa-
aba as t da latde j na ra do Queimado ca-
a D. 7.
ur Kcga-se ao Snr. Antonio Bernardo de
Leuios ditija-tea ra do Queimado D. 3.
K9T Aluga-se o segundo andar da casa D.
5 da ra do Queimado da parte do nascenle ;
a tratar na loja do meamo. ,
tjsr Aplicao-se e vendem-se bichas su-
re'ioros a piet.o commodo ; na ra das .
Cruwa D. i ao 1 f da Tyoogrufia.
SST Quero ar.nuniiou precisar de urna
arca U ija-se ao beco largo da Matriz de S.
Aulonio na toja do terctiro sobrado.
na a parte da 17. Lrleria do Seminario de
Olirula ; na prca da Independencia loja de
livros n- 37 e 3^.
^tST Pannos finos pretng de boa qua'ilade
a 3aoo oenvado, dita aul a 35io e ou'ros
rnais superiores por mdico preco caseroiras
de ores ama e das roais modernas lins
de "listras a ^ta frcnquelina pretos e d*-
outras cores a yon duraque lio preti e aml
a 790 gandas de cores castoras lisos e dn
listras, hrins parda de listras e hranc a a>
e 3ai risrad is tejidos e chitas modernas
ile b >ns pannos a 14 i o Cavada, e roais fins
de assento branca, escuro e cor ae risa a it>,
cagsss lio t nasa 180 e aoo o covado e em
cores de vestidos a 2000 bretanha de rolo
coro 1o varas a iodo 1 pepa camisas d ; meia
a 1 a8o lencas de chita a irot>:c > de seda a
15o e a 1 bu Chitas e rispados escuros a no ,
panno da rosta a 4 o o covado, algolo'i-
nha eii!'orp.-do bicas e rendas de ludas as
larguras cambrans e cassas de todas s
quaiidades e outras mais farendas a preco
barato ; na ra do Crespa loj i D. 5 laja da
ntoHe
Exrellente farinha de trigo para pia e' linha de aue Fe'eiawJ apre-idi'. de alhi*-
bolam. pelo nudi^o preco de 8. to, 11 e i4J/i_" deidideih 1 i ano j filt 1 de le it m ni
rs a dinbeiro ou prasi : no arm'sem da t* -
b*do de oinho p-.r delrsi do Theatro.
SST Uro lindo re >jo du parede de reoi
tico e por pre.o coro muda ; na ri da C* -
bg lo|*d>Sr Omit
SS^ Du-s pretas coro boas habeliJ des .
eng iTtnia eotnlil) e co^ea un* dita
1 o* yo ooo eoitoba lava rouua, e he lio
vendedera da roa-, doui mole juas de iluie
de 1 a a 14 anuos roa rfVgriab de idadede
loanms. e un preto bou coziutieiro, e
compialor ; na ra de A^oas verdes i"]
lar Uro excelleote vjIj cot pjuca u-
zo .' na ra Nova I). 10 1. an Jar.
ssy (Jrua ne^nuht deoa.j, idtde 16
anuos, bonita figura, e co n ornCi jjs de
co*iU',a en.;jn na e recolhiia narui
Uireiii D. 20 Itdodo Livrarn-i'it}.
sj^ Polassa d* lluisia f,-n barril de 4 ar-
robas rbegada agora de Hirobo'g ; ero casa
de H-rmuio \Iebi leus ra dt C'UZ-l) ai.
fcsir Cadeir^s aroeri^anis con aseuto de
paloinha ditas c tST Tijolos de ladrha dit'8 de al vena- de vento de aroarelo mu o be n f^ius a \ 5oi
ria e ditos d- cacimba, por rouito menos dtas de i-iuh 1 a d5oo e pijttJ dt Sae ii
de que ero outra qualquer ol'iia ; na ruada co n i poie'idas de ({tifafara, e dilu errrt-
Livramento botic. U 11, assim como tr-ves da ludo roais ero couta duque en oulra
de pao d'arca de 5o palmos da coropriJo e parte; na ra da Florentina *e o o>s J J.
palmo e coulo de frossuri. Beran;;er.
^'t^" Urca poicio de birretinas de palhi-
nha } n1 ra do Crespa i).
frnte he mait > esperta e a ter .cj>me
ti'l> varias fucilas : qmao 09? lea ao
seu Sr. no sobr.do O. a 4 m O'tcinhi d j Li-
vraroentj ou na poate d J U -a no s3b"s lof
do sitio d > (Mleci Jj IJinia Jo> di CjsIj q 1a,
ser ra'i0 ada.
tsr* N > dit lid correut fu ;imn n"'/a
lame Henedicta ere >uli he citiaeirj,
bux). chei) Qp?corpa, p-Ti's'in*. m
na roeio d r-g i lo ieil j uroi si:atri< g'auf
e levantada l;vou calas brancis e ci n;s (a
riscado car de risa r >>,a~;e a <|u >l JJ>er S ir,
que o tenia empreado em servic de canjt,
ou e n ou'ro q K'quer p i, elle to o co-
'tume de dizer (|u; ti f0rr rf*qfi-)i,a pegar
e man lar a seu Sr- \14>, IP| J,, u^Im vi-
( tibies da ra du Q :eimd ) O 4 no segUudj
andir que se pa^. t ido o Ira'ial 1 >
tser Nodi ao da cjrcent*desiptreo un
cabra de nome Inei >, di id le le a *nn >s,
bero iinreci lo creiul) ofi-iilde f*rrei o,
estatura regular ehjio d injrii co n a; b,
oo'ero a Irat r*p.da ten uro ta'hj < > ni-
riz levou veiiido oa'ras de riscali azul,
Cimisa de rriiU e eHaoso de pal ; q ie u 1
i.e;ar le^e < roa di C ii' O. 4i ero casi da
J ao lu- rtolng.i-j ^ ,|fl .r q i gatii:i-i
iar Fu^io (i 1 di 1 rjrj 1 00 r* iti u o u-i-
gra de meo eicange de ilada Ja 3j a ji
aun >s co n utii ore I ia cju *l>.-adi, ai 0m
saia branca e ca ni.a de esijji: juina pa-
LSf Un superior paoagaio roui pruprio
pira se laier presante ; ni ra da Cruz n as
KSJ- Queijos flimengos em caixis de 5o e sendo o seu ultimo preco Mi oj.) e se nO6*r '" 3 becodj Pad aob'aij quaBtao
alguns tocados a ret-lho- rouito ero conta ; prasode u dis sena 1 L-iiar a su/ieri aiJ.de ps de u u alfitte que ser reuo np ; isad 1.
na ra da allandega velha arroazem 11 i. que a < 1 ca se du se receber oulra vez, e
tST Urna ptima pretu boa cozinlieira e se enlregir a din ijaauti
en^ommadiira sero vicios o que ae utiinya
ksr
fy i qgjj umi nugra cre>ula de nuni
Jeio-ii ut alta refoicadt da corpa cr*
por espiico de 6 mezes j na ra diaeita Luja colxi e traviseiio ero bio uza ; ni ra de
aecouiosD. g. S Hita nav* O. 18 ladod> Ig'pji
nacroade angioo madern coro JMode-, cor bem fu lia coro una idiicu
ni-,ia na cocote prucaiili ds leVou oeste lu:'r mal leita de Cirpo pj
US" Urna barraca que cea ero oto caixas *S" Pra fore d* provincia urna eierava Jt'-W*** m^ fetj| e aplheilJas an lar-
de assucar muito boa de vella e pioupt. creoula de idadc de ao unos cose en- muilj ^tii) P-""cau/a doi ps levou vestijj
de todos os niecesnarios p no deira da Misericordia csi U 1.
i3Sr Uma cscrava moca de h>nit
tanie velini # siiadelila preta 1; puma di
cosa a qutt vende laten las p >ren l'ugio
Avisos Martimos.
PARA LISBOA o Patacho Portugn! Pa-
quete da Teiceiri para car^a e 1 ssagiros
trata-se coro o Capito ou coro o Cunsigua-
taiio Tliomz de Aquino Fon>eca.
ra da cadeia de S, Antonio sobrado U. a
segundo andar. issr Uma e.scravj moca de binita figura ,
SST Uma cadeiiinha de pirafuzo rom o- eotnha engamma e cose bero ; na rua da fc *'da que o oegulevea ru. dj
xiro proprio para costura, e urna guitarra ninrliO do Livraroe-itj cas terrea L). S das 6 olcno do AirMOlOai n. 4 qu ser re >
cera boas vo/.es e sen. deUeilo tu io por pie as 9 horas da maulla e de urna hora da lar- c
co commodo ; na ra de S. Rila 110va i), 18 deaias
lado da I,;reja. t&r Uroa negra bugal muito sadia e
ssr Urna morada de caa ter.ei na ruad* propria ,>ara eugenho j ua ru* do Crespa De- B"SJ',i ua tamo buoil estator* ieuar,
praia coro o fundo para a mai ja coro priu- D 8. j lulo ollios ,,ejueno ron p i icipi > de br-
ipio de atierro p*M grande quintal, a casa ssr Uraa cixa de damasco enea-nado coro f> -C*Oello rla bistania magro de ilada
tem expelientes commodos para giande fami- fljres brtiicas, ohra muito elegante, por ,J,Jt(Jt 2*<*nnos, lev^u ves iJo cal;as a ca-
lla e no Jundo tem um sobividuilio cum por- preco cero iodo quero quiser ariuuncie imiSdsda caila grossi uro leooo aiuunlo
to para recreio r mesmo p.ra tomar bmio; avsjr U u moLtj de i lde de u anuos de P'''* s",tur,i'. e.'"in chapej ; quino P''t
ai^ iNo da 1.5 de Jun'10 p. p, desiaare-
ceo um negra da noroe Juia d> geulj di
PARA O l10 DE JAKfilRO a Bi-rca tr<,,i" "a ra da Queimado Joja de fetra- boa fijura e com otB 10 de alfiate \ na ra
Brasileira Firmeza ja bem condecida na i 6fc"s u *
pela velondade de suas viagens como pelos
superiorescomnodos e bom tratameutu aos
do Crespo sobrado l) (j do la Jo do norie
i.v~ Lima rcorjd 1 de casa nova e feila a ls7* CarttS (r^nrez-ta finas a -oj rs bna-
leve a praca d 1 11 lepen Jeoci t n. 4o qua ra-
tebai 100 000 UT No da i7 docorrenle fugio da Villa
pela veloiidade de suas viagens como pelos ------ ------ ------------- ----------
moderna na esl'ada dos ifflt'-lo-, ccnl'Onte Iho traiuelun de burrach* para reJjgio a 6 r.i5:u un 1 ecrava do gema, coa
suuciiuicjiuuiiiuiiuj c iijiii 11 aiou.ru u oua ------- ----u
puss^geiros, pretende sabir at o lim do cor- eobecodoespiube.ro, coro aro pejueno sino o rs supaosorinl, pennasde escrever litas auj .oau ua torra <* mtuo bruta, de idi.
leule por ttr d maior parte de sua carga, e Com 20 e UutM li de '"ngeir.s e mais lavrad^s sap.Us de m uroquim p-ra senho- uo ue 4a a ao .unos ali, ro.lo detcar,n
pura o 1 estante epassageiros trata-se rom An- out^s frutoirat e um relogiu oiisoulal de ra e outras multas miu Iras oor_ preyo curo- Uj e CJ U/",,J H-""* m.reas de ba-
tonio Ffaasco dos Santos Braga na ra da ou, > "H ,ua d,re,u( l) f-
Maeda n. 14a ou com o Callao Narciso Jote ^f ^uPr"<> modo lid ra dos Quinis 4 jCbigH, Ue 110 ne L ii con s.n e cmn
to- AJanteigade poro a Jao a libra dita ?e ,;,"J ; p*no da cosa, peneiiceiua 4
deb. Anna, de 040 a libra; no entrar di ai.en j d >s otfo- in',leia pira tempero a. a8o e uro resto de
PAUA O ARACATY segu impreterivel- 6atJu8 n* Casa 'errea que cooiouia cor aa-sos de liuba de c.beca branca : no pa eo
mente o Biigue Maibilde no dia 10 de Uu- os sol>raaos HV0S ,Jo ''^o liapt^u. do Car mu venda q .e f,a quina para a ru* de
tubro por ter parte de sua carga prompta ] 20 a io MqoM de sal. muito boro lloil s U. 1.
e estar dito navio compiometido a sabir com hordo (.0 Ungue tscum S Jo porpte- ssr U n moleque de idade de 16 nnos .
a carga que liver a seu bordo poucaou ro-ii- cotomuedo, (,or queier-ae dee bbaiassar O co/intia e lie sapa ieiro na botica de B..loo-
ta ueste da por ter trato feixado com os car- n,l'i traia-se b bo la. 7
regadores, recebe ainda a'guu a carga; quero Uallioo Guntalves P reir Litas, %tr Feijio amUiioho da trra superior ;
quiser ca regar dirija se a Joaquim Gousal- ^f ,Ju'a <"IDai.?J.e peiteucea de urna na ra do culiegu iim.Zm qua tem tan-
ves Feritira na ra da cadeia L), -i4 110 se-
ta?"
\enda na esa
L. 8 di la da r-d
J 1 juina Frai.ciso do e,;o laorajor ut as-
ma Vi la que re corone u s .ra .1 que n a lavar.
zar i\u uu i de Oulubio do anuo paga-
do lugu d abii.tj as,ig!i.i, uu no.ia Jo
no-oe l'au o alu g J3so cor quisi brin-
ca puiero iruitj escatj.j, parece q n te'8
beCQigig pj o loito oliios zoes, obelos
o si ..I lojj pojo bi ni tem u n oreiu 1
luijJ.cu.n uu brinco te u o Jel 1 0r.u 1: do
p .uciio aoaiij para oia ten as eostti
cundo andar delrcnte do Sur. Luis Gomes um rtt,,ue SlUo > e n^ui'-os iommodos pan i.*r Urna morada de casa errea em chaos *< e-trisadas de e-uote q u reebea dj
J'errtira. nior.r. Iaaiia as > pomas D. aj o,,de pro,.rios sil. na ra do coiovdo lado ui. '
PAliOASSU o Biigue Escuna S. J.s lefll l'"Bpiu reito lfcei a casa entrano dos 4 cautos ; as
C*|>iio bicardo da Silv- Neves quero qui- "T Uaitt 'irfU de dade de ,8 ar.nos la do Aragu u. a.
htrtaingarcu ir de paisugem uiija-se eo P,(V"d l'ara tjuo e"" o. opiin> ama a*r 1'airL. decora moagena e de supe-
C-pito ou a Deltino GoiiSlies Pertia deleite, e um pelo boro olu.ai de tarui- rior qu..luade a 3ooo o s^co de d arrobis .
Lima,
Compras
. ht l'esosdeduas arrobas e um braco de
balkWa grande que seja boro que.u tiver
ctiiO j na ra do Crespa n,
1 *.-/" A histoiia uo Brasil desde o seu des
cobiimeuio at os nossos oas em la volu-
ntes ; quem quiser annuncie.
la*" Caixas de cha grandes e peinen s ,
blticas e sjCos com larello harneas rom
fumo.para cnai utos ludo muito novo e de
toriioudo-se aoo rs pela volla do saco fa-
li 1 XXX na latinea de ia;iub* do aUciio da
boa isla.
sr Vdccasdo paito gordas por estrem
prei.linS e uro g.iro.e ue DOi sanid ludo
por prei,o co a.oJo ; na ra de 6. o.uaio
casa pe^ad* a igieja.
SoiT Um. piupiu-dade de casa de iiro an
ter ani nicle. Cus pouvo USureu quau novo j a ver o car- dar esoiao coa i meia agj.s no quiuul ,
^- aoo pefas ero ouso do runbr. anlipo 'i"'0 e,u CaS* o aegeiru >.Jguel no pnucipio Mta na iua de lioitas u. (.ia a tratar ua la
a i4 ficoo i noarmaiem de vidios ao lado da do allerro da boa visia e'a iatar dus j.iecos do Luraroeulo ao lado da ra direita.
cadeia. de ludo em Cas de taliieus Austiu & Coro-i BST 'JFiaVes de tolos os umiaiio>, euclia-
j^> Escravos de ambos os stxjs Coa ha- paobi na ra doirapteoe uovu n. 1a.
beliddesou sem ellas e com vicios ou sero | *y Caiu:os da li.vana, lia .hu>gi e C-
eles al a icade dHiOanuos egiadaudo-se c,i0t',tt caitas us pora vottartlre e l>oiis
l>go-st bero j na praia aa inuepeudeucia dados La la d-o cabug loji do $ur, liau-
JL), 1. utia.
Scu auliga^r ; quem o pegar leve a ra da
aguas verds U. 1 a q ib rae b. ooj da
giaiiuca^o. crauciaj Jo Juita.
annuncie.
*f3> U piirociro lomo ou aobra inteira da mullo b.^as qu-ilidades e a pirco comauuo ;
historio Ecclesiistica de Doereua } lu.-iu u- ,ifU cnuibo de 4 roUaS p^ra uoos cavatias I
,p> Um braco de balanca Lom e que sirva
pai a imaiero de assucar j na ma do Viga-
110 a, J ou aubuucie.
Vendas
Lilil gtracs dos preaijs esiralidos
sur Bichas do Porto e de Lisboa de su-
peiior qualidada ; na ra uneila senda que
lol de Jos da i'enh-/.
C&r Por 400 ooc um esciavo ladina sem
uiio uem acuaques gaiitia ua ra dual pa-
tatas por dia^ na ptac* tda ludepsadeiuii
u, 29,
aeis liea,a*( u a-s llaveras caibru, upas,
luuo n r.hor quaiidaue possivel sMiu
coico u r. tal.io CjI pitia o blanca, Salbro ,
aleta uuibciu ii:, p-ra fingaos ludo mus comuiuJO do que
em cuna qualquer pai le nos Coeilios na
u.iaa casa junio a mai delr^ule do uovo
Loitojto,
bCjiavuA
lv ligia us
tur JJcsspareceo no mei p. p. ua mola-
.titVi.ii..tu ,u_> 'tirt
NAVIOS SAUIOS N OU 25.
Aracaty j Hiate Brasi'eiro Flor du Liran-
;t-i.>s Ctpito Jo. GouWilves >eaut ,
caigi v^rioi geoeros, *
Dito ; Hule Biasileiro Ol'n la Cap Joi
Aive ue 3ou* carga dilfareutei g-*aiMi,
Para Cror Cruceta Aroenoaua Uoajjri ,
L .iii.uaiid ma Wu IHU E.NTUAUJIU ii a6
Marseilles ; 4* das, Ungue rdo Ariiili-
que de 196 tonel. Cap Aug-lo i'j.ie ,
equio. 14 cr^a vatios generes j a A. >
cuia um e segui pra baln.
Aiunievidtto ; a7 das Bngua Brasilea
5a|iador Felit de ti lonel. Cap Ai-
carga
cania
lomo Pierdo, equip. 13
secca j a G. A. da lairos.
Geuora ; o das Polaca S rda Sorotnariova
de 170 tonel Ca,>. Jacoroa llmela, e|uip
11 caiga diversos ganuioi ; a AlcnioaC
iiveia.
tttClP't NA TYP. JJ1S Al. P, U ?, -_i8


Full Text
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