Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04284


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Full Text
*p
nno de 1841. Sexta Feira
Tudo agora depende de nos menino* ; de nosia prudencia, modra-
lo energa : continuemos como principiamos, e seremos apontados
09 admiraco entre as Neeoei mais caltas;
Proeiamacio da Assembiea Geral do Brasill
a l| | aii
Suhsereve-se para esta folba a 3ooo por qu artel pagos adiantade*
Beata Typografia ra das Cruces 0.3, e na Praca da lndependcn-
tja, n. 37 e 58, onde se recebis correspondencias legalisadas e an-
uncio, insirindo-sa estes gratis sendo dos proprios assigoautes, e
ido assgnados.
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES
fuldadeda Parahiba e Villas de sna prateneo ;......'
[Dita do Rio Grande do Norte, c Villas dem. ......
Dita da Fortaleza e Villas dem.............I
ICidade de Goianna <...<. ./
ICidade de Onda...................... Todos os diasa
Villa deS. Anto........................Quimas feras.
(Dita deGaranhnns ePoroacio do Bonito ......... lo, c 14 de cada mes
[Ditasdo Cabo, Serinbaem, Rio Formozo, e Porto Calvo, i, n, e ai dito dito
[Cidade das Alagoas, e de Macei............ dem dem
I Villa de Paia de Flores.................. idea lo, dito dita
Todos os Correioi partan ao meio dia.
Se*, e Sellas feias.
PrlASKS O A LOA MU MEZ. DE SETE.VIj
Quart.ming. a 8- as n h. e 56 na. da man;
La [Nova a i5 as 3 h. a 11 ra.' da man.
Quart. rese, a a i asi I b. e 37 ra. da tard.
La O.ea a3o-as 1 b. e oj ra. da man.
Alare thtia para 0 da de ai Selemhroi
As 11 horas e 4i minutos da tarde.
As |2 horas e 6 minutos da manh.
21 de Setembro. Nm. 208
CAMBIOS. -- Sbtembuo a3
Londres..;r... iy ip3o & porifoooced.
Lisbca......80 a 83 por o|0 premio por metal offerecido.
Franca......Sao re* por frene. Comp. Venda.
ODRO-Moeda de 6/400 ra, wlhaj .J* I6I700
Dita* ovas i4#Joo .Uoa
Dha de 4/oco re*, Hf 100 0|0>o
PRATA PaUcoes Brasileiro* ----- i#6ao if Ojjo
Peso Columnarios-----------1/6 i/Oo
Dito* Mexicano*--------------iffoo i/6ao
Miu......------------ if*>o i#<4
Disc. de bilb. da Alfandega 1 i|8 por loo ao me*. I om
dem de letras de boas firmas 1 i|l a 11|4
f Moeda de cobre 3 por ico de disc. j
DAS da semana.
10 Segunda S. Eustaquio M. Audiencia do Jais de Direito da a
vara.
ai Terca >%. S.Matbeus Ap. Evaug. Re. e aud. do Juix de Direito da
1. vara.
1S Quarta S. Mauricio M. --Aud. do Juix de D. da 3. vara.'
a3 Quinta S. Lino P. A. Audieucia do Juix de Direito da i?
vara.
i\ Sexta ti. S. das Merco}. Audiencia do Juix da D. da t. r.
a Sabbado S. firmino B. M.-RelacSo e audiencia do Juw do D. da 3;
vara.
a6 Domingo S. Cyrianno o Justina Min.
RIO DE .JANEIRO,
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS SNRS. SENADORES.
Sesso de i3 de agosto de 1H41-
Presidencia do Snr. conde de Valenca;
Reunido numero sufficiente de Snrs. tena-
lores, abre-se a sesso, e lida a acia da an-
terior approvada.
O Sur. primeiro secretario d conta do se-
guinte expediente.
Una tlliiio do ministro do imperio parle-
pando que S M. o Imperador tem designado
o dia 14 do correntepara receber no pagoda
cidade a depulaco de que trata o i'flici j do
senado de 9 deste mez.
Fita o senado inteirado.
Outro do primeiro secretario da cmara
dos Snrs. diputados, acompanhando duas
proposico da mesma cmara approvando
as pensoes^cjr^cedids a D. Florinda Ciara
de Fontjo'fa, e as tres Gibas orlas do lente
VeiiceslqpRlose de Oliveira.
A' con>fo'8so de fasenda,
Sao eleos a sorte para a deputago que
tem de receber o ministro da jusltca os Snrs.
Rodrigues de Andraje, Lobato e baro do
Pootal.
Ordem do dia.
Sj approvadas em primeira e segunda
discusso para pussar a tercena, as resoluces
aalborisando o gj>verno a re andar pssar car-
tas de naluralisaco ao padre J^o Joaquina
Ferreira de Aguir Joaquina Antonio da
Silva Joaquim M.cbado de Freirs, Jos
Antonio Gonsalves, padre Jos iiomem de
Aimeida, Manoel Ramos Duarle fre Vlile-
210 bisjo de Ctnturio Tbeodoro Xtvier da
Assua.piio Cesar, Vicente Pereira de Car-
vaiho Guimares Joo Leite de Am ,riiu ,
Ernesto Emi'iano de iVendonca e Aleixo
Ferrtira Tavares deCarvaibo.
Knlra em primeira discusso o parecer da
toninjisso deconsiiiuio sobre a resdluco
que mai.da paisa r carta de uaturalisaco a
tni btnto de Mar. id Saotissima julgando a
commisso que nao deve ser ailendido o
snpplicante coriiobaver 'eiio a declara-
cao i:a respectiva cmara muncicipal na for-
ma da lei.
Discutida a materia, approvado o parecer
para passar a segunda discuti,
L' approvada em ultima discusso a fim
de ser enviuda a saneco imperial, a propos-
ta Ao goveino com as e endas da outra cma-
ra 1 xando as luyas de trra para o auno -
nanneeirode 1843 a 18 ji.
Achando-sa na ante-cmara o mioistro
dajustica, iutrodusido com as formali-
dades do estilo e toma assento na mesa.
Continua a discusso, adiada pela hora na
ultima sesso, do projecto de lei R e e-
rxendas X deste auno reformando o c-
digo do processo, conjuntamente com as e-
nitudasdos Snrs. Vallasques e Ferreira de
Mello i apuradas em sesses anteriores.
V tm a neja as seguntes emendas:
1. Emendas que caso sejo algumas appro-
vada*. deveio ser devidfamente redigidas ,
segundo o* vencimentos havidos.
O delegados e sub-delegados que nao li-
>treoa ordenados ou gratifica^es t sero o-
biigados a servir por um anuo, podendo tor-
nar a ser, depois de descancarem tres auuos,
Elles s poderao ler ordenados ou gratifica-
cues por outras^mpregos.
Os juises municipaes nao tero ordenados
cu graiificagOes e s os emolumentos da e-
menda ao projento : s sero obrigados a ser-
vir por um anno, podendo t-arnar a ser de-
pois de descancarem tres : sero nomaados
pelos presidentes as provincias : na corle po-
rem e nos municipios de mais de 3o,000 ha-
bilautes poderi ha ver 01 juizes munici-
paes letrados de que falla o projecto e
com o ordenado ah designado.
O prom ttor nao ter ordenado mas u-
ma gratificsc) em retaco ao tem00 da ser-
vico, alem dos emolumentas designados na
projecto.
Quando parem se venpa a dautrina do pro-
jecto de serem letrados e pa.jos os juises mu-
nicipaes nesse caso, depois de quttroan-
nos da promulgaco desta lei, ninguem po-
der ser juiz municipal sena que tenha sido
pelo menos quatro annos.
Continu a haver o 1. jury mas ser usa
sorteado e sim designado pelo juiz presiden-
sidente ; nelln s bavur susp^icj por al-
guna dos motivos da lei.
Caso se conserve o primeiro jury, nesse
caso continuar aexigir-se o mesma nume-
ro que agora seexiga no cdigo pira haver
sessio.
S liaver reunio do jury as cabecas de
comarcas.
JNo se facultar a aecusa^o peremptoria,
e : pelos motivar da lei.
Nao se facultar mais o recurso do protesto
para novo jury continuando paren osou-
tros deste projecto.
Caso seapprove a doatna deste projecto,
que dasniv.s autoridades as aitribuici-s
que tinho antes os juizes a auoiidade dos juises de paz fique limita-
da a tenler e promover a conciiiico e a jul-
gar no civel. '
A qualificacode renda pira jurados deve
ser s das duas cathegjrias do projecto su-
primida a terceira de aooU reis.
Suprima-se tambem a fn-uldade de tirar di
lista por filia de bom seuso, iutejrid.de e
bons constumes no artigo i5,
Ouando em toda urna comarca (ou termos,
se continuaren! os termos) ou provincia li*er
bavido stdico ou rebelio o prosessa de-
terminado pelas leis ser feilo na comarca
ou provincia ou termo mais viarn-ho deiiju -
do pelogaveroo. *
De quatro em quatro annos as relac5es
mandaro um ou mais de seus membros, ou
um ou mais juit de direito de sua couuuaca e
esculla, a faser a syodicancia dos juises le-
trados que boverem no seo dislriclo na lor-
ma antes praticada.
No artigo 64 accrescente-se- excepeo
dos crimes regulados pela lei de 10 de junbo
de i835.
Caso se tire aos juises do paz a attribuicao
de formar culpa, touivia os preparatorios pira
a formato da culpa aos juises de direito ,
que pelo projecto co upetera aojuiz munici-
pal, deve ficar pertencendo exclusivamente
aos juizes de paz do lugar.
O ebef de polica, delegados e subdelega-
dos, nao tero como taes autoridade jodici-
aria e s a policial, continuando os juises
de paz e municipaes com toda a auturtdade
judiciaria que a aquelles d o projecto.
No artigo al 5. em lugar do 1. -
diga-ae -Formar culpa aos em pregados p-
blicos nao privilegiad' s nao sero julgadjs
pelo jury.
Fcullar-se-ha a acorncio par procura-
dor do mesan modo que na legiilacio anteri-
or do caJigo se facultava.
As leis provinriaes que estiverem em op-
p sico a esta lei deven-se julg ir revogadas,
como se expressamente o fassen. Paula
Sjuzs.
a, Na capitulo das recursos accrescente-
se-Dadecisaa do jury que declara impro-
ce lente o corpa de dslido Valasiues.
3. Subslitm-se o 1. da artiga i3 pela
maneiraseguinte.
As attribuivrts criminaes e policiaes que
compeaio aos juises de paz sustentar e revo-
gir ex-olficioas pronuncias feitis pelos de-
legados.
Retiro a emenda carrespan lente;
Na emenda retiro a palavra e inspector -
do artigo 11 1,
Retiro emenda ao artiga 31, e substitu
pela seguinte ;
Depon da palavra crimes accrescente-
se 1 mencionados na artiga la, 7 do cadigo
do processo.
Emendas ad Jitivis para serem collocadas
ondecouvier.
A denuncia queixi e acctmci poderlo
ser eitas por procurador preceden-la ln-enc
do juit, quando o autor liver impedimento
que o prive de compirecer .
O governo fija autliorisado a irnpor pena
de prisao al tres meses e multa at a joU rs.
pelas nfraeces dos regulamentos qua expe-
dir para txicuco desta lei.
Para ser colocado no fim da projecto.
Ficao revogadas todas as leis geraes e
provinciaes que estiverem em oposicj a pre-
sente
Additivo -A forma do processo ser a mes-
ma at agora seguida sero percebidos pa-
las respectivas aulhoridades os mesmos emo-
lumentos m a re 1 Jos as leis em vigor t salva
a dispoico da artiga 18 das emenlis.
Emendiao artigo i! paragrapho i. Ac-
crescente-se no fim Silva a dispasica du
ortigo 161 do cdigo do processo criminil -
Vasconcellos:
4. Emendas suppressivas.
No I. do artigo 4' tupprima-sa ospt-
rugiapnos i j do cdigo ah citados.
i'assando a supressodas pirographos ci-
ma mencionados redijo-se os artigas se-
guales em armona com o vencido ou com
a dita suppresso.
.No artiga 1 \ supprimo-se as palavras -
iVesta lista se exp.citicaro etc. al o fim.
Substituiliva a exeqda posta n artigo ij.
Em lugar de taj)U diga-ae 400U.
A o artigo ib" em lugar das palavras -
lempo illimitado diga-sa pelo tampo qua
confiar*
Ao 1. do artigo 86. Diga-se Das sen-
lencas do juiz de direito proferidas em grao
de appellaco sobre os crimes de que trata
opiragrapno j da artigo la da cdigo do
processo, do decantrabindo v segundo o ar-
tigo i3i desta lei, e sobre a prescripcaa
mencionada po artigo 31, quando te julgar
precedente.
E tienda additiva No artigo 89, depois das
paUvras ou gales perpetuas accreaceule-
se t para outro jury no mesmo lugtr ,
guardada a disposigo do artigo jj\ da cdi-
go do processo.
Emeuda suppresiva emenda posta ao ar-
tigo 89
Su;>prima se as palavras usando o con-
demnado deste recurso etc. at o fio Pa-
raso
Sio poudas e concede sa a retirada das
emendas de que trata a emenda do Snr. Vas-
concellos.
Danda a liori fica addiada a discusso.
Retiraado-se o Sor* ministro, o Sur. pre-
sidente d para ordem di dia, primeira e
seg o nd i discusso di resolu;a solare a panela
de D Mari 1 Cleoentiaa ; terceira discusso
da reaoluco que cauced-s ia hospital di San-
ta Catbarina po-s ir bilis de raiz j terceira
discusso da resjluco sobre a aomeaco da
vice-presideutes d-s pro/in-ias, e da pro-
jecto de lei creando um conseltio de esta-
da; e loga que ebegua o miaiitro, a couti.ro. -
a^a da materia adiada,
Levanta-se a sussa as dais liara* e um
qutTto.
P R N A M B C O.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente da dia 17 da corrente.
Olfiia Ao inspector da thezourarii di
fazenda sigaificanda-lhe qua bavauda S.
M. o Imperador mandado pi;ar par avisi
expedido ao thesauro publico nacin il os sal-
dos que se divia ao capitia Jos Joi-iuu d
Silva Santiago por sa achir conprehendi 1
na dispasica di cirta de lei n. 10S dea6d*
Miio p. |i. citxpre que mande faier a
dito capitia os competentes asientos para sq
nao duplicar o pagameita canfoma detarmi-
ua o inperial aviso de -a5 da A ;osto ultim.
Dito Aamesna sigiifiju la-lUa qu;
importauda os objeclas da ir.nameota e e-
quipamentq remetlida ao Eva. Presidenta
do Cear na quauta de 8;rj.(jJ reis segun-
do consta da conta que se llie remalte aare-
sentada pelo director miiriuo da arsenal da
guerra, llieordeni, que man Je inlaaani-
sar o referiJa arsenal d> mencioaadt qutotia,
conforme i'ijuesita o dito director lavaudo
esta despeza rubri a a que perteucar.
Dito Ao director intiriuo do arsenal de
guerra coamunican-Jo.tqa o co'euda na
precedente odi:io.
Dito Ao inspector da thezauraria dts reu-
das praviiriaej respa idenJa-lne qua a a-
valiaca feila das forragns eelapss di trapi
de 1. linda para o seme>tre fiado lie a mes-
illa que deve servir pan o carrate senestre ,
em rasa a da nao tei* ti .vido alteradla 00 praca
actual dos gneros.
Dito Ao mesmo enriando-lhe a Guaca
dos cornetas Anacilo Salvador Corroa Da-
mingos Jos. Fidalit e Antonio d'Assu np;a
que torio eng ijadas pira o 1 b lUlbij i 1 li-
giaoda G. N. de Onda, a fim da que lb,as
manda abrir os competentes asseatameatos o
pagtr-lhas os respectivos vencimantai.
Dito- Ao chele inlirina dt legio da G.
N. da Olinda, commuuicaada-Uia o cantea-
do 00 precedente o'cia.
Dito Ao QSpector dt thezauraria das rau
das provinciaes, remelteudo-lae a filtaca
do el.nm Jos de Oliveira, quafot eagijida
para oes^mdra da civilUaia dt ti. i. Ja
Limoeiro aliada qua Uie maada abrir o
necessario assentamento pira sor paga dos
respectivos vencimentos.
Dilo Ao cor o no l ctiafa da ligio da O,


----------.
2
!> I A I O b E PRN&MBCO

Ti. do I irroeiro communicando-lbe a expe-
dirlo Ti?o o referido inspector da thezoura-
i'.i, repeliendo-lhe igualmente e pura o
Dilo Ao mesaao F.xms Sar. propondo-
lhe para demiyo o soldada da companhia de
artfices Jos Ignacio Seara,por ter sido ins-
peccionado em sesso da junta de Saude de 6
nfsmofiroa fi!c,o descrneles Pedro No-j do corrent ejulgado incapaz de continuar no
ei'fira e Pedro Jo Fer reir engajados para i servico militar.
?.s i. e 4. eonipsrthia do 3. batalho da le-
rio de C'inda.
|,io Ao cliefe intirino da ligio da G-
^V, (Y ( inida, romnEunicando-lhe o conten
dn Wk.lliii i supra.
Dito Ac prefeto da com marca de Garan-
t rs rcsponder.do ao spo cfficio em que re-
quinta o idiantamfnlo de uro cont de res
phra pagamento dos sidos do respectivo des-
rarrefitoj}' ter.do n'esta dada manhado um
de.'larKRento do rorpo de polica o qual levou
Ce us rcizt-a de sidos adiantadoa e podendo-
se le? que elle all rhegoe despensar o da G.
>'. esrecessario se torna o sdiaulameiilo da
qusntia requeuta.
Dito Ao coronel clefe da ligio da G.
]N. do Limceiro respondendo-llie queem
eccasio oportuna ser orneado o insliuclor
para o esquadrio de cavallaria e quanto a
lequcsicao de ara rcenlo que por era nao
pide ser salisfeita, por nao oha\er despo-
nivel;
Dito Ao mermo para mandar dispensar
do servico da Guarda Nacional os fiscaes da
remara municipal d'aquella vila conforme
equesila a roesma cmara
Dito A cmara municipal do Limoeiro ,
rommunicendo-lbe a expedieco da ordem
upra.
Dito Ao presidente da cmara munici-
pal do Bonito, approvando a nomeayodo
liido Joaquim Antonio dos Sanios para re-
d cadeira de primeiras letras da povoa-
code Biierros que se acba vaga al que
seja legalmentp provida.
Dilu Ao inspector da theiouraria das
retidas jiovinciaes, communicando-lhe o
tcr.tr udo no precedente officio.
Dito Ao director do Lyceo viando-lhe,
r.aia cumplimento do imperial avizo de q5 de
Agosto ultimo o requerimento de Fr. Jos
i'e S. Jaiinlo Mavignier em que pede que o
collegio de educaco que estabeleceu em urna
sua proprieoa.de na freguezia do Poco da Pa-
nella se di nomine Imperial Collegio de Pe-
dio 11 iip. rernambuco- com o mesmo privi-
c estados que lem e gosa o da corte a
fin de que baja de dar o seo paracer acerca
des la pie ten cao.
Lito Ao iisf ector do arsenal de marinha,
communicando-lhe em cumprimeuto do im-
perial avizo de 5 de Agosto ultimo que o
jbrigue Cnpibaribe- em construeco logo
3ue estiver j rompo dever ir para a corle, on-
osir armado e que para ocommandor se
aclia norreado o capilao lente Francisco Pi-
res de Carvalbo ao qual s se abonBr os
-vencininlos de commandanle depois de pas-
sur-se Riosira de armamento ao referido ba-
gue.
Dito Ao inspector da ibesouraria, remo-
lendu-lhe por copia a canta, que foi organi-
sade, e pgu polo deposito pertenceiite a
vencimentos ; que sedearlo a dorar ao sol-
edtal,
Luii Francisco de Mello Cavalcante ,' escri-
vio e administrador da meza de rendas in-
ternas provinciaes deste cidade &c.
Constando-lhe que n'esta cidade conti-
nuo-se aefeetuar-se bum, grande numero de
compras e vendas de seravos ladinos em
cujo traGci se oceupio mu i tos individuos, que
com o roaior escndalo
e sem respeito a lei
dado Mitoel do Nascimenlo coja conta n|0 iem na ibe fora remettida ero oito de Julbo desleJrecdaco se acha a cargo desta meza e cuib-
enno, pedindoque sua importancia fosse en-j prindo- lhe por todos os roeios ao 6eu alcance
Iregue ao commandanle do deposito o que' faier. efectiva a cobranya desse imposto pro-
ainda se fasia de misler.
Dilo Ao mismo, icmellendo-lhe a guia,
que pela contadoiia do arsenal de guerra da
corle foi passada ao lente reformado Joo
de SiqueiraCampello, da qui.1 viria que ao
mesmo. lenle se abonou 12U000 reis, i u-
porti-ncia de 3o dias de commedorias de em-
barque pelo seo transporte daquelh corle,para
esia provincia
Dito Ao lente coronel commandante
do Deposito exigi Jo a remessa da f de offi-
cio doeapito decoaimissaio Mauoel Feron-
des da Cruz a Gm de ser enviada a secreta-
ria de estado dos negocios da guerra.
Dilo Ao prefeilo da comarca, cororou-
ticando-lhea fuga do calceti Joaquim \on-
teiro de Carvalbo IMaciel que se achava de |
servico no forte do buraco, e remetlendo-lhe
presa Francisca Waria de Jezuz mullier do
mesroo calceta por ter sido encontrada
por a patrolha que seguio na direcgo de O-
liuda em procura do tugitivo, a cavalio em
trajosdeseHanejo, inserido atado a garupa
um saco dentro do qual se achavo tres gt-
suas 5 tres limas ; um lornilbo urna pistola
de alca ose nova e carregada ; umeabacinho
com plvora baila e xumbo ; urna caixa
coro losforos, um pedayo de vella ; urna
poryao de roupa de homein esporas botis
&o, oque ludo alie remeltia coai ocavallo
sellado para proceder contra ella como fysie
de lei podendo serur de testemuutias as
pessoas que composero a patrullia que a
prendeo.
THEZORARIA DA FAZENDA.
Expediente do da i/ de detembro.
Portara Ao ihesoureiro dos ordenados ,
enrarregaudo dos paghmentos militares ,
vincial nesle municipio. Pelo prsenle faz
publico para que ebegue ao conhecinoento de
quemeonvier, que girantindo o alvara de
3 de Juuho de 1809 amelada da multa da
valor do escravo cuja siza nao for pagi a a-
quelles que denunciaren! essas vendas ; roja
por t-nlo a todas as pessoas que souberem que
e fazem compras cu vendas de escravos sem
que paguem a roeb si?a dentro djs 3o das ,
venho declarar nesta meza de rendas pro-
vinciaes ao respeitivo escrivao, e ad mi nutra -
dor que tero eaa recompenca o beneficio
concedido pelo citado alvai que abauo se
irmscreve. _
Vieza da rendas internas provinciaes da ci-
dade do Recile 31 de Selembro de i8{i.
Luiz Francisco de Mello Cavdlcan'.e.
9 do alvar a que se refere o tdital supra.
i\a mesma pena de nullidade in2Jire"o as
vendas dos escravos ladinos, que se zerem
sem o pagamento di meia sita e sero alem
disto multados os vendados* e comprado
res em igual paite na perda da valor do es-
cravo seodo melada para o denunciante ,
se o bouver e outra oa toda uo bavendo ,
para minba real iazenda.
Correspondencias.
Snrs, Redactores.
Como Vms. por umitas vezes roe tem lira-
do de apuros illuslrando-me sobrest ou
aquelle ponto sol vendo-me duvidas &c.
&c. quizera me fizessem o favor de dizer a
que genero Oratorio pertente o Discurso ou
o qoer que he ( que conservo entre nutras
preciosidades para as minbas horas de melan-
cola ) recitado na Abertura do Atheneo Per-
nambucense pelo seu Directoro Reverendo
mandando pagar a Francisco de Souza Reg Snr, Manoel Joze de Oliveira discurso, ou
Lito Ao mismo respondendo-lbe que
ci a iii:d..i stilisfaier a requesicac que fez de
finetas de murrio e setenta espoletas para
o brigue escuna Gararapes.-
Dito Ao administrador geral de correio ,
signiiicando-lLe que lendo ido segura pelo
xi.eMEo correio urna carta que foi entregue na
eecietaiia d'csudo dos negocios do imperio di-
rigida a serenissima princeza imperial a Se-
Tibora D. Jnuaria cumpre advertir-lbe ,
em consequeniia do imperial avizo de 16 de
Agosto fin.io que taes remessas devem fa-
2tr-se a mencionada secretaria d'eatado e
nunca dilectamente as augustas pessoas da fa-
milia impeiial.
Dito Ao Dcutor Casimiro Jos de No-
icis Sonecillo communicando-lbe em respos-
ia to seo oficio de 14 do correte em que se
queixa da relaio do isliiclo por bavel-o
pronunciado como incuiso no artigo 128 do
cdigo criminal, e suspendido do exeicicio
de juii ii.u.-ino da 1. vara do crime desla
icmmarii que nao cempetindo a presiden,
tiaicrii.ictr se o icoro da pronuncia he 1 'aser
Monleiro ex cadete da it companhia do 4,
esqua-Jro de cavallaria ligeira de 1. linha do
exercito ora extincto a quantia de 8Uf o
reis impoitancia do fardamento que ven-
eco na anuo iin anceiro prximo lindo de 1840
al84u
dem dodia i5.
Officio Ao commandante das armas com o
requer 1 ento do major Antonio Gomes Leal
para se dignar dar o seu parecer respeito.
dem do dia 16.
cousa assim que Vms livero a bondade de
publicar em seu Diario n. aoo a 14 do cor-
rente talvez para recreio de seus Leitores.
Seroragao de Sapiencia? Assim parece
pela muila somma de Sapiencia que se en-
contra nefsa composico e to recndita ,
to mysteriosa to alta que me pareceo
ler pedayo do campanudo Florilogio, ou tre-
chos de algum dos immortaes Sermes de Fr.
Gerundio de Campeas ou de seu dino
metre Fr, Braz. Passarei a apontar algumas,
Officio Ao Exm. Presidente da provin- perolas com que deparei nesse magnifico
ca informando o requerimento de Francisco discurso que julgo digna de eternas lumi-
Xavier Pereira de iiiilo aceici do titulo de
aforamento do terreno allanado existente nos
fundos da cusa que possue na ra do atier-
ro da boa-vista,
Dito- Ao mesmo Exm. Presidente infor-
mando o requerimento de Jos llamos de O-
livtira pedindo por aforamento o lun-lo dos em liluleau eai Moiaes em Constancio:
armasens que possue na ra da piaia de S 1 mas est aqu to bonito! Ser pela rasao de q'
nanas: ** et fecit luminaria magna."
C encontr demandar-me-bia o pre-
cioso lempo isto he ; pedera em letigio,
ou ira em busca do precioso lempo. Que pro-
priedadede termos! E as baireiras inlrans-
grediveia ? Nunca tal adjeclivo cncontrti
Antonio desta cidade at a baiximar.
ANKUNCIO.
os Directores de Alheos esto no caso o
" Picloribus alque Poel3 &c, ? Logo
abixo deparo rom pedacinbos d ouro que
re n a ser ; a raso dos philosophos andando
aqu e ali por seca e meca e olivaes de
Santiie.u assim por modo d'humi dobadoura,
ou Lum corropio, tornar pela tangente a pro-
curar a sua casa que be o Polo da Frial-
dudc 1 Gonfesso, que ebejando a esta lo
pronuncia
ou nao le^al t nada toda resolver a cerca da
tus queixa podendo usar do recurso, que
lei concede
COMWANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 17 docorrenle.
CfE qne ttndo o major de laiAiores a vulto Joa-
quim Cae lao de Souza Cosseiro, de seguir
para a capital do imperio tommandando
um ipnliugente de leuuiat, Louvesse de
dar uascititps para que lbe fossem abona-
dos tres meses t!e sido graliQcaco addicio-
ntl, b de rom mar do de corpo por um mez so-
l etie, tea diieilo a forragena e 3o dias de
toan tdciits de embarque.
Nao leudo aparecido cpncorrente algum pa
ra o fornecimento da carne verde para as em- jubile passagem ,' ca'hi em pasmaceira a
barcaces, e s um para o da plvora e par ist0 ,eildo f por hum cam0|10 0 lt qu.|
agurdenle: o Illm. Sr. inspector manda miurut i e Cornille dissa ; Uravo 1 Que
publico que a entrega dos orneeimeu- g0Sl0SO) que st0 es| 1 Mas aonde w.^ ejse
i semelhanles objectos a quem por me- novo poj0 da Frialdade? Ser
los de semejantes objectos a quem por me- n0Vp Vd\Q'i Frialdade? Ser o Artizo? Ser o
nos fiser, 6ca transferida para odia a 8 do Antaslico?Dar-e-b caso.q seja algum poloda
corrent*, pelas 11 horas da nanhi. O mes- Cbta d>Af,ca pausla di trra, q' por isso es-
roo lllm. Sr. inspector convida as pessoas
1
a quem esles fornocimentos posso coiivir a
apresentarem em dito dia e hora as suas pro-
postas as quaes se declare os menores pre-
ios por que os podern faser.
Secretaria da ipspecco do arsenal de ma-
rinha de Pernambuco em aa de Selembro de
1841.
Alexandre Rodrigues dos Aojos ,
Secretario,
PREFEiTRA.
No dia aa nao occorreo novidade.
teja doente de Irialdade ? Algum Ingle ,
Francez ou Alemo descobriria ltimamen-
te hum terceiro Polo a que dessem o nome
de Polo da Frialdade ? Cousas aro Es-
trangeiros 1 E a tangente nao ven to a pro-
posito ?
Sem anda sabir do Exordio, que tanto tem
de pocurruxnho como de feiticeiro topo
com oque abi vai Mas como para ahri-
ibantar a abertura deste Dique que tem de
regar a tenra mocidade na instrueco civil e
11 oral, rbita demandada por lodos os peri-
to de to arduo irabalho; resta-, me por tan-;
to nunca mais perder de vista na mnha cx-
pisijiq os dous pontos enunciados, Juro-
Ihes Snrs, Redictores al pelo proprio Polo
da Frialdade, que tenho dado Irados ao met
fraco hestunto e nao me foi possivl achar
ueste pedacinho o fio ou ordem grammat-
cal. Ima^inei Elipses que nao lembrario
ao roais chicaneiro grammalico e nao pude
metter-lhe o denle.
Alm dislo abril hantar a abertura d'hurn
Dique e este Pique regand3 os meninos n%
instrucy.i civil e moral e esta sendo r-
bita, e erbita demandada ( muitogosta de ds-,
mandas o Reverendo Orador e Director :
qte lhe preste) cenfesso pasmado que tan-
la cousa gostosa nunca euconlrei nem no men-
cionado Fr. Gerundio, Os meninos rcduti-
dos a planlinhas tenras como sejo bredos ,
al faces cliicarollas &c. e o Atheneo feito
hum Dique a regalossera os alagar e levar
de rojo pela corrent,' que bem excogitada A-
legona I E a consequencia resta-me por
tanto nunca mais perder de vista na reinita
exposco os dous pontos enunciado! ? Mas
quaes sj esses pontos ? Aonde os annunci-
ou o illustie Orador ? Qual a sua Propo-
sicao ?
Passarei ao que se segu, e que o nosso Re-
verendo baptiza com o nome de Narrac on-
de se me abre huma mina uaais rica do que
as de Cata-preta As Scieneias e Arles
( diz o eloquenle Director ) nao se extendem
mais que in'.elleclu alidade e imitaco;
istoquer dizer reduzido a miudos e segun-
do eulendo qae os antigos sabio ludo o
que os modernos s fazem produzir tbeorius ,
e imitar os antigos. Alas quem ha hi que
dtsconheya quanto a esses mesmos antigos ex-
cedo os modernos na perfeicao das Aries e
as Scienciss Pbzicas e Naturaes ? Que
comparay o tinha a Navegacao d'oulros lem-
pos com a de boje ? Quem nao admira o Va-
por essa nova poten 1.1 e que perleuce in-
teiramente aos nossos das ? Que espantosos
progressos nao tem feito a Meehauica, aC*ii-
mica e a Medec ina em todos os seus ramos ?
Que descobrmentos na Astronoma eGeogra-
phia 1 O mesmo Reverendo-Director nao a-
caba de descobrir o Polo da Frialdade? Quan-
do conheceo a Antiguidade tuntas e to per-
feitas machinas ? Os grandes Artistas que
construirlo as alias to famosas pyramidas do)
lgypto Labyrinto de Creta e as cea por-
tas de Thebas serio capaze* de formar hum>
Dique qual o nosso novo Atl.eneo para re-
gar criangas como se rego rlelas, e co-
eutros ?
O que se segu de Gregos e Romanos e
de Auctores de diversas disciplinas he para
mim huma espec e de advinha trazida pelos
cabellos para provar nao sei o que 5 at que
vou eocalhar neste cacliopo Digo sim qua
nenbum dsses hroes decantados foi capan de
levantar o col e fazer competir osenlimen-
to moral s aeces externas e par til liar com
ambas a luz da F que os transporlisse ao
alto deslino, que nfallivelmente os espera, _
A mim me melem se pesquei o sentido des*
te enigma ; D-me viso* d'bum Letrcuo,
que havia n'huma loja em Lisboa e que di-
zia Da Santa Igrej* Braz t'atriarchal Mar-
ques Cerieiro da Silva. Adi.inte vem ;
Esta causa esterna nica Theocracia he a
innata e privativa forca, penetraco e luz
do engenho humano : nao h maior eviden-
cia &c. Menos para mim que lhe nao a-
cerlo cote o fio.
Ao depois contrape aos Escriptores dj
Paganismo os Philosophos, e Oradores Chrii-
tosideas tiradas do Molm Luterano e encai-
chadas aqu a martello; e parece querer mos-
trar a superioridade destes aquellos, mas abi
memo vero Flechier posto abaixo de S, Pe-;
dro Cbrisologo, Bordaleu do S. Syrillo, Fe-
nelon de S. Jeronymo como se 01 primeiros
tossem idolatras como aquellas e s os se-
gundos alumnados pela luz da F, Bem como
huma bocela de obreias derramadas em qua
apparecem em desordena brancas pretas ,
azues vermelhas rochas verdes aroa-
rel'as ou semelhante feira da Ladra e.u
que h milhares de cousas heterogneas as-
sim se me figura esta passagem do Sermo j ou
Pratica do Reverendo Director, D'ahi arre-,
mata: Logo a perfectibilidade das letras e
das Scienciss he demonstrad 1 pela moral
Christ. -- Que conequencii to bem tira-
da l S, Gregorio JN'azianzeno escreveo me-
Ihor que Demosthenes e Cicero outros
ladrea da Igreja e Oradores sagrados foro
mais loquen tes que os mais sabios pagaos ,
e huns d'quelles roesmoe mais sublimes, qua
outros; logo a Moral Corista tem levado per-
fectibilidade as Arles, e S.ientias. Que bello i
Assim pouco mais ou menos provouo immor-
tal Fr, Gerundio que Sima Anna era Av
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H A I o b E

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fe n i M n a
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la Santfssima Trindade duendo : Mara ,
fillia de Anna he Mi de Dos; Dos he tri-
tio cu a Trindade he o mesmo Dos : logo
tfanla Ann he A r da Sanlissma Trindade.
Snrs. Redactores nao me diro por ca-
ridade o que he *' refovear e refundir raios
as ureas portas ? Ser cousa quo se
faz r rcesmo na ierra ou vem de Franca ?
Qu ser alguma peloliea que se fica l no
J'olo da Friald^de ? E o que he o que he
1~ o srielo social da Patria ? O certo he ,
'que dcMes anelces siuda nao vi era as lo-
as francesas. Tambem lenho por gerrgfi-
co o Penhgr lo amavel que sois da m*is
snela unio cora inclinacoes feitas vos-
sas almp; innocentes se abro &c.
O final desle pargrafo tem humas poucas
de oraces que roe parece que era San
ches nem Dantas nern todos juntos os Pa-
dres da Ccnopanhia me reduiirio a ordem
grarortatical. Ahi vo E eu intimamente
convencido pela segura e decorosa eleito ,
V O' et presidium etdolce decus meura
( llorado) ; por quantu pertence-me reuni-
do mecidade aspirante, Iributar-voseter-
1)08 velos de gratido pela coslurcad* benevo-
lcn( ia rom que vos dignaes honrar aos appli-
cados que sempre reconhecidos fico da vos-
sa respeilesa presenca, da qual reclaman mai-
cres vestigios d'amisade ( poni Gnai ) E
que Ibes parece Snrs Redactores o recla-
mar vestigios ? Que Figura ser esta ? A-
qui resei por alma e .'erto Padre Professor ,
que em hum padeca Lum ehrenismo norboso que-
rendo dizer que padeca molestia chronica.
leos Ibe d o Ceo: tambera era hura bom Ge-
rundio A ultima frase do Epilogo do nos-
so Reverendo Director be esta Posto que
nelle ( Ailieneo ) nos esforzamos para lapi-
dar a parte Dais amada do vosso coraco.
Lapidar diamantes e oulras pedras entendo,
a as lapidar huma paite do coraco, nao al-
ca neo : e os pais dos meninos tero coracces
de ptdra p Em fim ba muito que nao leio
cousa que tanto me desseno golo. Parabena
dou a Fernambuco. Se os Mestres do Athe-
neo forem lo sabios e eloquentes como o
seu Director delle sahir Demoslbenes ,
Eschines Ciceros Hortencios Gerundios,
e Brazes s msos ebeias, Seu constante leitor,
O Polo da Caloridade.
Snrs. Redactores.
Coro quantarno sejo de minbas intence
involver-me em negocios, e reparligoes fra-
descas porque de certo sao quesles que
verso muito alera do meu alcance ; mas o
exemplo de dous Seculares j incoar ptente-
trente intron-eilidos n'ellas, e mesmo o es-
pirito de icctido, e de inteireza queme
bons conselhos e o bom exeraplo nao pade
cauzar emoc) no coraco do impo e era
fcil plantar a ordem aonde desorden
lera subido ao seu tenitli, ainda mesmo ha-
vendo muita perspicacia e denodo da parte
daquelle que a deve plantar.
Per tanto, Snrs. briosos pies do familias ,
ora correspondentes ( masi-ne o Sur. Lo-
pes Machado ) despulera o seu direito ( se o
teta) por oulro modo refiro' bsm as cauzas
origem, d'onde ellas dimana do contra-
rio me pe na dura colisio de produur era
publico, despeito da minhi neulraliide ,
e incompetancia em toes negocios, aquelles
pensamenlos, que eu tenlio escondida e re-
catado no meu solitario e humilde apozen-
to e dessa occasio ( que nia de-sejarei ter )
mostrarri a sera ra?o com que fallo os Snrs.
Correspondentes, e mostrarei (provando com
documentos ) que o mo Director a quera
infelizmente incumbirn aeducaca moral ,
e Iliteraria dos taes Collegiaes c que tena
sido o motor de tantas iulracces edezati-
nos tem sido finalmente o mesmo que lera
agitado o rederoinho, e basteado nos Cl lus-
tros o medonlio estandarte da desobediencia ,
da immoralidade e da desordena ; e nao o
digno e_benvolo Guardiao Fre Jeronymo
do Patrocinio de S. Joze, cuja conduela,
que foi sempre llbda o lera sido einda
mais no exercicio de suas funeces e s a
espumante, e invejosa malevolencia poder
menoscabar e denigrir as egregias qu tlida -
des, de ura Prelado lo zelozo, e decidida -
mente probo.
lN'o eotanto espero que os Ilustres Cor-
respondentes emraudeca vista do nouco ,
que bei expendido e sa presUlirem ua em-
perr ento os taxaroi do ubstinadoi as
suas opinies: eu me dirijo msis positiva-
mente sos Snrs. Lopes Machado.
. Queiro pois Snr. Re-lactores dar pu-
blicidade acatos mal ataviadas linhas cuja
incontrastavel veracidade muito Inora
O Iroparcial.
P. S. O Snr. Guimaraes leria consegui-
do grande triumpbo, e se ternaria credor
d'altos incomios, ,se comelleito teiminasse a
sua correspondencia non. 199 no mesmo sen-
tido, e frase, com que comecou 5 mas por in-
ielicidade rasvalou redondamente no seu ul-
timo periodo, quando disse : que a relaxa-
co em que se a chava o Convento era de-
vida ao lleverendissimoGuardio, quero di-
zer, a desmarcada bonomia do Reverendis-
simoGuardiao; esta asserco parece tambera
desacreditar ao Snr. Guimaraes, porque se*
elle julga que ha de sua parle razo de se
queixar do Guardiao eu direi, que cora
mais razao deveria o Reverendissimo Guar-
diao se queixar, nao i do Snr. Guimaraes ,
piedon na ir estiiulo diier duas pala- co**3 de todos os paes dos Collegiaes insur-
vritbas nicamente cerca da desmarcada
injustica, e reconbecida pertinacia com que
os aulhores dus carias insertas no seu Dia-
lio nueceros i(j5 17, 6199, attiibuem
ao Reverendissioio Guardiao to Convento de
S. Iiaiiiisco o estado deploravel, em que
rfem se ai I a o sobredito Convento. u me
fcui 1 re t iitio vista de urna asserco lo ca-
lunuioza, e de urna animciidade lo repre-
bensiiel l Aje tstenderia sera duvida a u-
a longa rtfulaco de taes improperios, e
BBnrJuts, se em verdade a miaba intenco
nao lotie i que j expend, e nao por
que i.o baja o que sobeijamenle se dizer em
prol da parte s j mas como a verdade por si
se jusiibca por isso omitiindo o mais ,
direi em alta voz e bom som que o Re-
leienaissimo Guardiao nem por pensan en-
to ttm concn icio para a criminoza conspira-
cao e desenvoltura dos taes dez Colle-iaes ,
em nutsto pois urna onza que repugna
com u ibzo e al 1 odtmis denominar isto
tm impossivel moral; sim porque nunca
se vio um bom Pai de familias concorrer pa-
ra a peidito de sua familia ; em circuns-
tancias idnticas se echa o Reveiend>Sbimo
Guardiao, pois sendo elle o Prelado da ca-
za e sendo como realmente o pacissi-
do, evirluozo, incnvel, que ellecon-
tiibua e abone os mos feitos dos taes in-
tuhordinados Collegiaes cujo deboxe e
desmoralizaca'o nem o mesmo Padre mestre
Provincial Frei ivlanoel de S. Felippe loi re-
gido ealoivo, porque desd'essc lempo, que
eu os vejo passar 1 ela minha ra de cpalos
de rangideira de couro de luslro, e teoho
n'ellts n.tsmos cbservudo gamenbicea iu-
teiramente impropiias d'um Scula/ quan-
to rxais de um Religiozo:- ora se j d'esse
Itciijo, e (alvez de mi alrax data o luxo ,
c devussido dos taes meninos como ento
se azem ncrepaces eo Reverendsimo Pa-
dre Gurdio ?... A vinha nao pode me-
drar em terreno esleiil, assim lamben os
gentes pela m educaco, que dero a leus
albos, e que a cauza deiles 3e nao tere.u a-
nivellado com preceitos, e regns do Claus-
tro filha primogi-nita da pouca ou ne-
nhuiua disciplina que trouxero das cazas
deseus paes. Jul;;o muito beu dedu/.ila es-
ta ilUcio e julgo que ainda mes no o ge-
nio o mais sufistit'O e astuto nao doixar de
reflexionar debaixo dos mesmos principios.
(Ejusdeai)
Snrs. Redactores.
He sobremanera censuravel a Correspon-
dencia do Dr. Sarment em que oLlendendj
a Relacotaxa de injusto o Accordao que o
pronunciara e entrando na demonstraco da
injustica do mesmo diz, que ociime, de q'
fora denunciado, nao era de responsabeli-
dade mas sem dar-se ao irabalbo de o pro-
var, quer convencer dis so aquclles, a quera
diriga sua voz quando peta denegaco d
que o crime nao osse de responsabelidade ,
o que contra aquelle declamante Correspon-
dente conheceu a Relaco ; nao s porque o
caracteriza a qualidade de Empregado Publi-
co na pessoa que o commetteu qualidade ,
que fcil de ver-se nos crimes de responsa-
belidade como por ter sido coramettido por
occasio das funces do Empreo queoecu-
pava condico que se pode alarmar ac-
companha os crimes de tal especie, attenden-
do-se que lodos os que o Art. 154 do mesmo
Cdigo enumera como de responsabelidade ,
reveslem-se de tal condico; e quando mes-
mo nao osse de responsabelidade nio se po-
deria chamar o Accordao injusto por contra-
rio a lateral disposico do art. i5o, como
disse o mesmo porque este art. do Cod, nao
diz q' a Relaco nao receba denuncias de cri-
mes qu nao lorem de responsabelidade ,
uo est litteralmente dis^osto no art. que a
Relaco nao receba denuncias que nao se-
5o de crimes de responsabelidade, mas por
argumento a contrario tenso do que dispoe o
art. que se infere tal; oque n5)arae33n
cousa, quo dispar literalmente ; piis P19
quem fere a letra da Lsi ten a pena da art.
laqdoCod. Crira., entreunta, que quera
obrasse contra o que se infere a contraria sen-
so de urna Le, nao eslava suoeito a pena
algua9 e at se jusiifi-iaria cara a Lei ; ta-
xi ainda de injusta o AccanhS parque diz
aquelle Correspondente quz o havia sus-
pendido cora a pronuncia de ura crirao a q 1
nao se acha imposta a pena de suspensa^ ;
isso nova Jurisprudencia Crirain3.! ou u-
rna nata que devori o rn^raa fazer ao *.
do Art. 152 da Col. di Pro?. ; pas este
dizque baja oeffeito de suspensr nis pro-
nuncias dos crimes da responsabelidade, ora
izentade lal elleito a pronuncia daciima a
que esteja imposta a pena de prisa.", uera soraente o haveria qmndo a proaaacia lar
de crine, a que cMcja decretada a psa% de
suspensa cita o Avizo de 3) de Seterabro
de i834 quenaprov que smente luja o
eleitode S'ispensa nos crimes a que eteja
imposta a pena de susnensio ; parque o coes-
mo Avizo disjioe que inja o effeito de suip.'n-
sa5 as pronuncias de crimes de respjnsa-
belidarJe us haveado muitos crimes de
respansabelidades, a que nao vem impasta a
pena de suspensa, logo uo sao s os crimes
de responsabelidadd a que vera iraposti a
pena de su-psnsao, que devera trazer na pro.
nuncia o eO'tita de suspensad por outra for-
ma o Avilo citado marca oetL-ita de sus-
pensa as pronuncias dos Crimea de respon-
sabelidade mas crimes do respansaiielidi-
de cora pena de priza logo a crimes taes
com pena de priza que trazera era sua pro-
nuncia o effeito de suspensao : Uxou laobem
de injusto o Accordao porque diz que par
mlo delle conhetra a lielacao de urna desa-
bediencia contra si coraettida e que assim
contrario aos Arts. 2od e ao do Uod, cit. j
mister saberse ou deveria o Corresponden
te declarar que os Dezerabargadores, que
o proferirn, na5 lo rao os mesaos desubedu-
cidos, por isso nao se pude dizer quj a
Relaca proceder contra taes Arls., por.jue
estes exprimem.oudao a intender a p*Uvrd-
Juiz de queuza, como o mesmo pessoal,
a pessoa phisica, e nao como parte de ura
corpo moral como sao os Desembargadares
desobedecidas para com a Relaco, e nao po-
de o impedimento de uns communicar-se a
todos, do contrario dir-se-ia tamberu que
quando um Desembargador fosse inimigo da
parte, que tivessa a Relaca de julgar toja
ella se deveria dar por su^peila ; e ainda
mais, quando um Accordao dese lugar a
responsabelidade essa nao se limitava aos
Membros della que o tivessein proferido ,
mas toda Rela?3o Beria responsavel ; o que
absurdo, e tanto o impedimento (ia desobe-
diencia a uns Membros d RelacSo nao impe-
dia a toda ella julgar da raesmn que a v
pelo Art. 21G, que a^ Junlas de Paz julgan-
do era recurso do todos os Crimea quo deci-
dera osJuizes de Paz, julgaio por i.iso os
crimes de desobediencia feita ao ditos Juizes,
entretanto que estes Lzio parte da roesma
Junta, e o Cod. nao impede a todos os Mem-
bros della para julgarem da desobediencia fei-
ta a um deiles : e quando fosse couimuuica-
rel tal impedimento, dii-se-bia que nio
obouve; porque o Aviso de 11 de Janeiro
de i838 bem ou mal baxado pelo Governo
diz, que se inlendo conexos os Arts. ao3 e
204 do cit. Cod. e soraente relativos ao pro-
cediraento, que se hade ter com os delin-
quentes presos em flagrantes circunstancias,
que nao se deo na desobediencia denuncia-
da ; taxa lobem do injusto o Accordao, por
que pronunciara a livramento ; essa censura
nao produzida pelo Correspondente em
consequeucia do grvame do Accordao ob-
serva-so urna especie de coutradico nos seus
ressentimentos pois ao mesmo lempo que
declama contra o Accordao pelo effeito da
suspenso quera que nao o pronunciaste
somente a livramento, mas tambera a pri-
za ; porem o AccordSo nio foi injusto tio-
bem nesta parle j porque attendea-se ao Art.
100 do Cod. doProc. e ao Art. I79 g* da
Constiluico que ordeno poder liviar-se
sollos os reos de crimes, cuja pena nio ex-
ceda a 6 mezes de prizio, mas o crime do
Correspondente tem a pena de a mezes lo-
go podia a Relaco 1180 o pronunciar com
priio : taxa finalmente o Aocordo por'lia-
ver pronunciado e no julgado deftiniliva-
mente o Correspondente j de cerlo ignora
este o Decreto de 3 de Janeiro de i833 que
marcando a forma dos processos crimes no
Tribunal da Relagao, ordena que preceda a
pronuncia a decizo final sobre o crime j tal
forma de processa iovariavel,'; emb-ia ape-
na do ciime exceda, ou nao a 6 metes de
p risia destinen atlen livel para os juizes
crirainaes, qual embaen dis cri(des; mais
sen'fa a Relacaa Rlafia, assiaa cama disse
o correspondente par meia d'un versa, q'S
Josei1 S Jaze s padia ames na pro?ess;r ida
manira Jo sea regulamento, e ni 1 pala que
seguera os Juises criminaos. Por lauto foi
infundada a censura que hi o correspon en-
te ao accorda corao criminal* a olfeusadi-
rigija ar tribunal da Relaco; de qu.9 ai*
se polerja raais justificar nern apresenta-
rrases, qu^ nao sejo de igual valor di
que j da> mjslra,
Um curiozo1
LOTERA DO THEiTlO.'
Os Rillietes da 1. parte da 7; B L do Th?-
alro Publico cujas radas tem o seo inrete-
rivel andamento no dia i2 de Oulubra pro<
xiraa futura achia-se a vend nj Bairro do
Recifeera as lojas das Snrs. IVisnoet Gongal-i
ves da Silva Vieira e Gregario Antunes .
Cambista na rus da Cadeia velln; e n) da
S. Antonia as das Snrs. Alves Guerra,
ra Nov<* Alves Bastos Pracinba da Li-
vramento e .Vienezes Jnior rea do Cal-
legiot
GABINETE LITTERARl^J
OsSrs. socios poL-m mandar ou rir re^
cebar na Gabinete o catilago das liv-o.J
O Bib-itliecario
Bernardino de Sem da Silva Guimires;
Avisos Diversos.
O abaixo assignado adverte ,' que pes-,
soa'alguraa faga negocio com Maaoel Jorje ,'
sobre urna caza de taipa sita no Barr por
que o terreno Jonde est plantada a dita caza
he aforada, e o proprietario na tem pago a
faro e alera disto ha fortes mativos par on-
de quera comprar perca o seo dinbeiro ; por"
que he nulo todo o negocio que se faca cora a
dita caza,
Thomaz Ferreira d'Oliveira."
tsr Perdeo-se na manha do di 19 do cor-
rente da ra de Hartas ot a ordem terceira
do Carmo, uns corazes azues engrazadas o-
bra feita a moderna ; a pessoa que o achoa
querendo restituir dirija-se ao Patia de .
Joze, lado do mar grande na penltima ca-
za que tem defronte urna venda; quesera ge^j
nerozamente recorapencado.
tsr* Aluga-se o segundo andar da ciza da
ra do Kozario estreita cora bastantes cora-
modos para ura* familia ; quera o pretender,'
dirija-se a pracinba do Livramento foja
D. 19.
F pon a fallar de huracaxeira da urai b>lica,
que milhor ser iraparlar-sa con a -uivii,
e deixar-sede prometter coi:as q' nao sa atreva
a lazar por sua cabardia pois o dil) cix?-
ro nao he saguira que morra do caroitis a
para que Gque cerlo e deixe-ss de se imputar
com o que nao Ibe pert a e \ taz este para o
depois nao se chamar a ignoran lia*
Offerece'ie ura moca brinco casado de
bom procedimento e cora alguus paincipioa
deGraramalica Portugueza, Aretliraetica o
Doutrina Clirisl paraeusinar priraeiras le-
tras era afjura Engenlio ou em outra qual-
quer parto onde possa tirar proveito as pesr
soas que 6 quizerera utilizar da seu prest-
mo, annuaciera por esta Diaria para serera
procur.djs.
O escririo da Irmandada do Sr. B011
Jezusdos Passas do Corpo Santo da Recite
convida aos ir raas da me-ma pirase reu.ai-
rem no doming) a5 da correle na seo con-
sistorio para naraiarera a nova meza q xi
deve reger a Irmandade 110 futuro anna de
184a assim como para deliberarera sobra
ubjectos uleis a mesin*.
O Tbeaaureiro
Manoel Duarta Rodrigues.
'-1 A pessoa que precisar da ura rapsz ara^
sileiro capas paracaxeiio de loj francesa ,
ingleza ou para peona ; servinJo 6 mezas
gratis por anda uj ter bastantes iuslruces
tiestas cousas o qual d fiador a su* cnda-
la annuncie
Preciza-se de um homem para caxei-
ro de armazera de socar assucar quem qui-
zer empregar-se nesta occpaso tenda bas-
tante pratica nesta irafico dirija-se ao sobra-
do D. a na ra da Cadeia do bairro da
S. Antonio a tratar de seo ajuste danda
fiador a sua conduela.
u*r Preciza-se de urna ama de leste sen
I filbo i na ra Nova ultima caza ao p di ponj
\ te do lado esquerdo segundo andar,


M
^
w
DIARIO DE PERNAMBCO

i
i
isy- Nodia 16 do corrente fugio ou furia
* rao do sitio de fronte do Joaquim de Oiiveira ,
ka eslrtda dos fictos uro ra vallo de sella,
Pe car rattanbo claro rabees pequea e
Tarquada sem signal branro algum com o
Ierro -A" na p direita bom crreg'dor .
con, principio ce esquipado o qual foj de
Joa Antonio Soares de Abreu e supoe-se
ter Cogido e que alguma pessoa o acbass ,
eipuba ero abjuro sitio; quem delle s mber la -
r o livor de avisar no mesmo sitio ou na ra
da cadeia a Antonio Joaquim de Souza. Ri-
beiro que d 20,000 de gratificado.
KfiT A-'uga-se a luja dj sobrado de iliu
andarese mirante silo no pateo do Hospital
do Paraso; quein a pretender ii ija-se
ra nova no segundo andar do sobrado D-
cima i6*
tsr Negocia-se urna morada de casa dea
andares construida a moderna sita no bi
ro de S.Antonio, por outra casa de um ou a
andares no bairro'da boa isla ou mesmo
por alf,um sitio que seja perlo di praca
u quem convier tununcie
ST Alu_a-se uin sobrado de um enriar
com as lejas em ma publica pata n-g'.co,
e de protisao ; quem pretender dirija se a
luaueS Rita D b dtlronte da Igrej*.
csr Ka noile do dia lu do crrente per-
deu-se meladede urna cauta de um breve de
ouio lavrado ; quem achou queiendo resti-
tuir dirija-se as o ponas sobrada 1, que
se gratificar.
fST Uoje a4 do crtenle se ba de arrema-
lar a porta de casa da esideucia do Sr. L'ou-
tur Jim de Direilo da primeira vara do civil
e cpelas para executao de testa mrito^ uirn
excelltnte prela ladina de naio cjiange ,
da viuva inventarante D. Francisca di Cu-
nha Bindera de Vlello.
tsr Perdeo-se no dia 17 do crrante urna
C3ixr de prata de tra lugar para firma mas ainda a nao tinha e o
tavor be urna parrara fingindo caixas de
uvas a qual foi perdida por baxo da arcada
ou pelo caos dj trapiche da alfandejj 5 roga-
se a pessoa que o tiver achado de fa/er o fa-
vor de a entregar no armaiem do Sor. Das
Ferreira no.mesmo caes que ser^ recompen-
sada.
Avisos Aaritiiiios
PARA O ARACATY segu iapreterivel-
mente o l>ri;;ue Molhilde no dia 10 de Ou-
lubro por ter parte de sua carga prompla ,
e estar dito navio comprometido a sabir com
a carga que tiver a seu bordo pouca ou m li-
la neste da por ter trato feixado com os car-
regadores recebe ainda alguma carga; quem
quiser carregar dirija se a Joaquim Gousal-
ves Ferreira amada cadeii D. 4 00 se-
gundo andar delronie do Sor; Luiz Gomes
Ferrtire.l
PARA O RIO DE JANEIRO o Brigue
Victoria, a sabir no dia Jo do corrente; quem
^quiser carregar ou ir de ps-a;;ero dirija -
se ao Capito IVIanoel Jos Ribeiro a bordo
ou a ca?a de Bento Jo: Al vea.
PARA O ARACVrY pretende sahir al
10 de Oulubro o Patacho Laurentina Bra-
sileira por ter parte de seu cariegamento
pruoopt 1 ; quera quiser carregar dirija-!e ao
proprielario do mesmo na ra di Cruc 3j.
PARA O RIO DE JANEIRO a B^rca
Brasileira Firmeza ia bem couhetida nao so
de idade de _6 anuos quem quiser arrema- Pela veloudade de suas viagens como pelos
lar coiLoareca. superiores commodos e bjrn tratamento aos
%S8- Aluga-se vma casa terrea na boa vista pass*geios, pretende sabir at o m do cor-
no beco de Joo Francisco; quem a prelen- 'ule por ter maior Parle de sua carga, e
der dutja-se a ra larga do Rozario quina para o restante e passageiros trata-se com An-
do cabug no teiceiro andar. ,on, Frausco dos Santos Braga na ra da
tsr As pessoas que tiverem linhores na Moeda n. 14 oucoin o Capio Narciso Jos
fabrica de chapeos n* ra es.rcita do Rozario ae S. Auna,
delionte da ra das larangeiras queiru fa-I------------------r~y--------------------------------------------~
1er o favor de os ir tirar al c fi o do cor-' v> O 111 ) T il S
rente mtz do contrario Qcaro vendidos |~
Mr Atho-seno depo-to geral s chaves' ssr Escravos de ambos os sexos com ba-
das casas das 5 ponas, onde Francisco de belidadosou oem ellas nao sendo velhos ,
Paula Sales leve urna loja de fazenda per- p ira fura da provincia ; no arnuzem de A.
lencente a mesma casu a Irmanade do 3S. F. dos Santos braga na ra da moeda nu-
Sacrameuto do baiiro de >, Antonio e assim mero 14,
a quaulia de uti.bo de um mez e id das de ,W Um negro ou negra que nao tenba
aluguel por se ignorar quem dita quaulia e vieio j quem tiver anuuncie.
cha\e8deiem reteber o que foi feiio por a 2* tscravosde ambos os sexos, cotnvi-
stgunda vara do uvel esema Ar.uda. cios ou sem tl'es al a idade de ao aliaos;
SST Koga-ze a pessoa cue por eugauo ti- na praga da IndepenJencia D. 1.
rouumacaita vinuado Rio de Janeiro para MT Escravos de ambo os sexos, com vi-
JotTeutiraGuiLares, far o cb^equio de cios ou sem elles at a idade de ao anuos ;
a mauUar entregar na ra do uiacbo uo Li- rUtt nuva 3 o segundo andar,
vi amento D. A ou annuncie. ,------------------7
V e 11 d a s
%sr Alugo-scduas casas na ra do C/lo-
vtllo, que orao do hnado Quaiesma as ------------------------------------------------------------------------
quaes lena mulles commodos e um (.eque- tsr Um parte do sitio da cpela no lugar
no ailio com diversos aivortdos, leu sen- do chora menino estrada da Magdalena
zal para escravos e lugar espagoso para 01- quem da ponte o qual lem 300 palmos de
ttlice boas cocimbus e lauques, mmenle frente com fundo al a extrema do mes.no
cen 110 torrente ; os p:elenueules dinjao-se itio com serventa para o iij ; a tratar ra
ai ua nova D. ud no segundo audar. pr^ca da Independencia loja ae livros n, j
Sstr iieca-se de uto-.uno a jures por e 3.
tempode 6 mezea ciando- te Loa ii.iih qutin igr t)m pianoo inglez de um dos melho-
quistr tar aanuncie. res fdbricaules e ainda quasi novo na pra-
ST Quem precisar mandar fazer alguns ta da Independencia 11. 3y.
vellidos ue quatquer qualidaue de iazenda t^r Cha isson superior a ai|u0 a libra, e
bem cerno oulrasquaesque^ co turas eugum- em caixinbas maisern conta rapa de Liabja
mar toda a tqualiaQe de roupa e eiisabear a 3o as. a oiuva na ra do Cabula loja do
luiloc<.m perhi,o a&seio e promptidao Sr. Bandeira,
dirija-sea rna velba n. 45 CST Urna escrava creoula anda moca ;
aT Ha de presente i.ista Cidade um bo- na ra de S. Jote D. 8.
ntm btm tonpciuao que sote tnsignar, gsr Um molaio escuro de bonita figura,
cu ittaau rile a tiaduzir tallare escrever a de idade de ao annos bom orficial de 1er-
lii goa mgleza com as regias graumaiicaes ieiro ; na ma da Cruz i). 4t>.
seaiguuidr Lireclor dos cohgios existentes ^-4- Merir.s de todas as cores e outras
quiser se ulilisar do stu presliuio annuncie, muias tazer.das por preco commodo ; na ra
sur litLaU-m-se Un eles da ai^udega a do Crespo loja uo Sr Cuoha.
um por cei.to ao mes assiiu como dao-se a %zr Um viulo bom e com pouco uto ; na
juros de um e meio por cerno o 1. er quanli- ra nova l). ib no segundo andar.
as ae 5o,000 para cima sobie pinbortsde ou- p %sr Zapatos iuglezesde muito boa quali-
ro tu prata ou firmas a contento; na iua dade sendo de entrada boixa e a botinados ,
a cctia loja de 1 babeos n. qi.
Efe Petante o Sur. JJr. J un do Civel da
lerieira vara se Lo de arrematar amani. ao
ooiciieut, um casal de escravos urna car-
joca um rodas de Ierro um boi u-anjo um
burro, ous carnubos e um granue sitio
tcm mrgesiosos t-diluios lodo murado a
iienlee us l.do, um iiLeuio numero de
Bivcrtaos deliulo tm bm hetscuiado jin-
lai-io puque Le muito tlogiauo por lodos
nLtits que ja o vuo e tobem u que se
gasltu para se lomar neste estado enconudor,
jtrttfliti.le ao casal do fallecido J0S0 Caries
fGJ*Jl* de burgos os quae9 vo a pra?a pa-
a jooo esles e aquelles a uBjj e oulros mul-
los calcados lano para homem com para se
niiora na praca da Independencia loja de
Joaquim l'eitiitt Araules.
senbora coro dedos ou sem elles, e sapalos
ce todas as qualidades lauto para senriora
e meninos como para homem e franja para
colimados ; ua ra dos CJuatleis D. a.
SST tot preco commodo hypolheca-seou
anendi-se urna casa de edra e cal no lugar
Uo caldeieuo propua para passir a testa por
hcar mullo peno do banlio c.m duas salas.
4 quai u cozinua tora e um glande quiu-
ift pa&amtnlo dos CiedJrt leijutaia-eiito I tal com alguna a rvoudoa e muiso fresca;
a trarar na ra de Manoel Coco D. 4 ou ?
forte do mitos com Anlo.iij Joaquim de Oli-
Vc-ira Biduem.
com 4 meia agn silo ni rui de Horta ,
tudoannexi a roes-.ni cisa tendo as ditas
meia agoas serventa iudependente d* casi
por um porto para a ru< dj calde'eiro ; a
tratar na ra di Livriroenlo L), ao lado da
ma direit* no primeiro andar.
ny Os seguntes predios pertencentes ao
alfniate ingle em Lora de portas na ra no-
va de S. Amaro sendo u>oa casa de sobra-
do onde tem a padaria um grande terreno
ao lado da mar pequea prximo ao sobra-
do do barbosa o qual tem os alicerces e mu-
ro da frente e lado prompto e dentro un
cazinba ja alugida e porco de lijlos ; a
tratar em casa de James Crabtrea & C.
ty Rozetas de ouro esmaltadas de dife-
rentes gostos pira senboras e meninas Ima-
geni de S. Antonio da Conceico de S.
Cietano do Sr. Preso e de S. Francisco ,
edeChrislo, meias de linho finas, lencos
de seda toucas para senhora mintas de
seda urna crreme de ouro de muito bom
gosto para senhora ludo do l'orto e por prego
commodo'. na ra do Fdgundes s .brido O, 4-
-* Por preco commodo una duziadeca-
deiras ameriemas com assento de palbinha ,
com pouco uzo ; ua ra do Manoel coco D-
cima 4.
%sr Urna armacio de venda muito em
conta ; as 5 ponas O. 11.
i2f U.na medida de quartavelha e deum
salemim bataneas e pesos que lora j de ven-
d um irado de furar pipas, urna medida
de canuda urna encS um serrote chu-
chos pigas vaziis que foro de agoa ardenle,
urna escada de mo urna empeoadi de lona
para porta temos de medidas de pao de fo-'
Iba do novo padro ; as 5 pjnlas L). -a on-
de tem lampio. ,
Ktr Uro escravo de naca)angola paralo-
do o serviso ; na pracinba do Ligamento D-
cima 33.
SST Polassa Americana d primeira sort-3
le muito nova em b-rris pequenoa ; na
ra da Cruz a. vi e 3.
ig~ Um escravo d idade de ao armo ;
na quina da pracinba do Livrameoto a fallar
com iVlanoel Luiz Vieira.
a^" Salea parrilhavde muito bsi qualda-
de ; na ra n>va fabrica de chapeos D. 3.
. k^r Urna pequeua porco de madeira da
condui propiia para construir uvaa cama ,
ou oulra qualquer obra ; ua ra da Coucei-
co da boa vista 8.
t&r Urna canoa aberta, em muito bom es-
lado de carga de too lyjollos d'alvenaria :
uo eslaleiro de M.-.noel da Silva .tlariz de-
froi.ie de S. Francisco,
ssr Um lindo relojo de parede de rep-
tico e por pre. o commodo ; na ra do Ca-
bug loja doSr. Claudio.
U3T Exceilenle larnha de trigo para pao e
bolaxa pelo rnodiro preco de 9 10 e nj1
rs. a diubeiro ou praso : no armasero de ta-
boado ue pinho por detrae do Tbeatro,
^4-* Carros de 4 rodas com cuberas e
sem ella e com lodos os seus perteuces para
um e dous cvalos do ultimo gosto, a de pa-
tente inglez uo esunptorio de iVlac. Calmont
& Coi.-p irihi-i.
tsr Urna cjsa terrea 6ta em fora de portas
da parle da mr grande a sobradada para
a parle de detraz com quintal e bous com^
modos para familia ; na ra da Cruz i), i
no pii r-eiro andar.
&T Azeile de coco a a88o a canadi e 4
rs garrafa piesunlo do poito a adoa libra,
paios a ajao adutit chourissos a 36o a li-
bra manleiga ingle/a a tioo a libra, dita
francesa a 480 dita paia lem;ieiro a a4o ,
b-nha de pono a 3.o sevadiuha a 160 sa-
g a 3 ao, larnha de Maranho a lao eb
issone pe rola a 2210, ieijo preto da ierra ,
e oulros mullos gneros de venda ; na la
uuva defionle da Conceicio L). ao.
tsr Urna casa o peJra e cil no lugar de
Seluba com 17 ps de coqueiros a casa he
ua beira do rio e ptima para venda ; na
ra do Jardim 7.
a&fr L/ujs prelas com boas babelidadei,
eugommo coziuho e cosem urna (dita
,o( 35o 000 coiinba lava roupa, e he boa
vendedeia de ra dous moletiuds de idade
de ia a 14 auuoi urna uegriuhi de idade de
10 anuos e um pelo bom coziutieiro e
compiaior ; na ra de Agoas verdes L). 7.
w i'unoi do bj.u aulhor Bro onsde Londres uo escripurio do Ale. Cal-
moul ui C.
aj0" uus om fai Lili a de roandioa c'ua-
gadas recenlemenle'do Rio de Janeiro, asr
im como de Soiui e de Aiag, por p.'uco
1 commodo 1 no, armazem de A F* dos Santos
Braga na-ra da moeda o. t4>
tssr Soa farinha americana potassa da
Russia e charutos di Hivana ; no arma-
mizem de Augusto Se Companbia na ra de
Apelo.
tsr Oleo de linhaca a aoo rs. a libra, pos
prelos rouxo terri oca amirelli gesso
marte alvaade entrefino er cola de pa-
lsmi verdete em p verde Jcroaio ami-
rello fraucez f gis, sinzas anu sombra da
collonia 1 flor de ans de primeira e segunda
sorte a outras mais tintas tudo por pre;o
mais barato de q je em outra qualqusr bil M,
tanto em arrobas como em libras ; ni ru di-
reita junto a Igreja de N. S do Terco bo2a
D. 53 e no paleo do Terco botica 3.
Escravos Futidos
ssi* Fugo no dia 19 do correte um ne-
g de nome Domingos de naci congo da
idadd de o annos ladino baixo cara re-
donda pouca barb com lguns ca'iellos
brancos olhos grandes e pipudos pella um
Unto grossa pi doentes de leridas inCha
dos e com mallns brancas j foi dj enge-
nho do finado Gusmio he de su jor que le-
vasse um 1 trouxa baeta encarnada e po
na mo a moda de mendigo diaem que 10
mou a estrada do sul ; quemo pagar leve a
ra nova ao p di ponte lado do norte lojt
de Luiz da Costa Leite que gntilicir.
tsr No da i5 de Junho p. p. desapare-
ceo um negro de nome Jlo, d> gentio de
angola um tamo bucal estatnra regular,
lulo cilios pegenos com p incipiod bir-
b 1 cabello ralo bastante magro de ijada
idade de 2i annos, levou vestido calcas a ca-
misas de chita grossa, um lempo amarrado
pela sintura e sem chapeo ; quen o p'g'i"
leve a praca da I idepeadenci* 11, 4o que re-
cebar 100 000de gratificicj,
%2T No dia 16 do corrate lugo do enge-
nho S. Bra um escravo de nome Thom da
naco cosltda miua alto, migro, pierdo dj
becbigas pouca barb de idule de 4o an-
uos quem o pegar leve ao dito engeah a sen
Sur. Francisco Gonsilves da Rocha ou no
Recife a Manoel Gonsalvas da Silva ou 114
ra do Llangel U. ua Jo* klarii da Cu un
Guimares. qna gr^iiQuaro co u 100,000.
ssr o da ib do corrente lugii un ne-
gro de nome Joiquim da nacao ca.ange,
de idade de a5 auuos estatura regular ,
cheio do corpo com be i,os um lautos gros-
sos cor mtii fula com todos os tientes le-
vou vesliJh calcas e camisi de rispado azul ;
quem o pegar leve a ra elieila do Rozario
i). 1} iiua sei recompensado
-sjj Fugio 111 dit lo Jo corrente um ne-
gro de nome Pedro creoulo bi.n relo ,
da idade da ao anuos sem barba com olE io
de canoero, e bem coohecio por lar em o
ollijdireiiJU.ua beliii estatura regular,
secto do corpo ja esteve preso na cadea ;
quem o pegir leve a piaca da ladepeadeuuu
u. Si e 3.1.
sor Em \ de Julho fugo u o
negro
creoult de nome .Vliguel alto cjr, o-
lenio cor bempreti hem parectdj anda
ra^a e sem barba ja foi visto com bouet -jua
uzau os ganhadores quam o i>agar lave a
in 1 da senz-itd, velha 11. a uo segn 1 j ,m 1 >r ,
ou ua ra da cadeu toja n- 5J que ser gra-
tificado.
, S3T No dia 16 do cor.en'e pela mauh
dfzapareeeo um iiegro da 110 ua fauloda ni-
, cao liengueiU iraalnador da podan 1, alloi
magro, oaos grandes, e biaii.oi, pouca bar-
b, e meio bucal, andando veudsuJo pao, co u
um caaeiro levouoptui' e loiliii Jj al-
godozmho largo e foi vestido da amia da
Aill* azul, cal^a de briui brauco e siroula
de algodaodi Ierra ; qu:.n o ps(>r leve-o as
6 Puntas, padaria, .L). Ja qua ar geuero-
zameule graiiticado.___________________
jiviuieiito do iJtirto
NAVIOS ENTRADOS NDUIV 2j.
Porlo ; 53 dias Barca Portuguezt Tentado*
ra de 400 >~nel. Cap. Emidij Jos da
Oliveira equip. a6, carg fazoadas ; a ->1.
J. R. e Silva.
Tiieste i bis das, Brigue Austraco Vlads-
lavo da <48 tonel. Cap. Chnsiovo D, ,
equip. 1 i carga farinha de trigo ; a >lc.
Galmout C Companbia.
SAUIUOiNU MES VIO DIA.
AlaraubSo ; Brigue Escuna Brasileiro Caco-
lina Cap. Francisco Bernardo de Al dios,
caiga divercos geuaros.
IECFE NA 1-P. DE M. t. UO. f. -_tei


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