Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04249


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Full Text
m
NNQ DE 1841. QlJAUTA FfIRA
Dido agora dependa da nos meamos; da nosia prndancia, modera-
p, a energa : continuemos como principiamos, saramos apontados
s dmiraco antra as Naees mais cultas;
Proalamaeo da Assamblaa Garal do Brasil!
a M>
Subaereve-se para esta folha a 3'ooo por quartel pagos sdiantado
reta Typografia ra das Cruses O. 3 a na Praca da Independen-
cia, n. 37 a 53, onde se recebem correspondencias legalisadas a an-
uuncioi, insihndo-sa estes gratis lando dos proprios assigoantei, a
Tiodo asignados.
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES!
Qdade da Parahiba a Villas da su pretcneo ...... .\
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem.
Dita da Fortalesa a Villas dem...... .
Odade de (ioianna ..*... .
Cidada de Oiinda ,......
Villa de S. Anteo
)iu de Garanhuns a Povoaco do Bonito
11 pb Aaosro JVt^i. 173
CAMBIOS. Agcst3 9
Londres...*.. 3o d. porijoooced.
Lsbia......8c a 35 por oro premio ior metal uuereci (o.
rratca......3ao res por franco. Coir.p. Venda.
OUKO- Moeda de 6#*oo res, velbas U08ou i5*.> o
Ditas ., noas U|6oo i*Soo
Ditas de /ooo res, Hfaoo Sj-i'v
PRATA Pataees Brasileos-------- iffiio lfcd i
Pesos Coluranarioa----------- i6'|0 lfU>o
n Ditos Mexicanos--------------ifooo i6*u
., M.u.-b. -......---------ifooo -
Disc. de bilh. da Alfandege i l|8 por loo ao mea.
dem de letras de boas tiratas 1 i|l a
lioeda de cobie 3 per too de disc.
i#o
1 0|O
Mi
ao par
DAS DA SEMANA.
>Seg. a Seatai fehas.
:)
. Todos os diasl
. Quintas feiras.
lo, a i4 de cada mes
itasdo Cabo, Serinbaem, Rio Formo, e Porto Cairo, i, ll, a ai dito dito Mare thtia para o dia 11 de Agosto.
a de Macei ..
Cidada das Alagoas,
' Villa da Paia da Flores................
Todos os Correioi partera ao meio dio.
dem dem
dem 13, dito dito
PHASE3DA LOA NO MEZDKAGOjT.
La Ciea a a as j h. e 3) n. da man.
(uart. raing. a tO as 3 h. e 53 a. da man.
La Nova a l' as 7 h. e 11 m. da raen.
Quarl. cresc. a ao < as u.e 37 m. da tard.
As 10 horas e 5 minutos da Urde.
As 11 horas e 18 miuutoi da mmh.
9 Segunda S. Rom.'io M. Audiencia do Jai* de Direito da ao
vara.
10 Terca >f< !> LLourenco M. Relaco e au I. do Juiz de Direito da
1. vare.
11 Quarta S. Ta irin M --Aud. do Juis da D da 5 vara.
11 Quinta S. tiara V. F. -- Auiieucia da Juii de Direito da a,'
vara.
i3 Sexta S. tlelen V. M. Au liencia do .luis de l. da I. v.
14 Sabalo S DelicioM. ftelaco e audiencia do Juu de D. da 5.
vara.
15 Domingo Assompco de N. Snra.
PERNAMBO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 6 do corrente.
Officio Ao Commandante das Armas,
coromui.icando-Ihe que em satisfacao ao que
requisitou em seo cfficio de 5 do corrente .
foi expedida oideco ao Administrador Fiscal
das obr.-.s publicas, para mandar para a For-
talesa do Buraco um calceta a fim de serem-
prrgado no servico interno e limpesa da ms-
ma Fortalesa.
Poitaria Ao Administra lor Fiscal das
obras publicas para mandar para a Fortalesa
do Burco o calceta de que trata o prece-
dente officio.
Officio Ao Inspector da Thesouraria da
Fasenda, ordenando-lite, em satisfaco ao
que requesitou o Inspector do Arsenal de
Marinha que mande entregar ao mesmo
.Inspector a quanlia de .ioooo reis para pa-
' giliento do sold addrcional dos meses de
jvLioe Junho o piimeiro Tente feman-
do Vieira da Rucha iduUooo reis para pa-
gatuent' do resto di soldada do pratico que
conduzio a Escuna Leglidade deste pjrto ao
do Maraubo e a6UJ3J reis pa a o sold
de um Marinheiro da Barca de escavaco ,
que deixou de receber em lempo coa p-
tenle.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Vlan-
nlis, comn uuicaudo-lbe, o conleudo no pre-
cedente officio.
Dito--Ao Inspector da Thesouraria das
Retidas Provinciaes enviando-lbe duas re-
laces do que se despeudeo com a sustentado
dos presos pobres da (Jomare- do Rio For-
nioso nos u.eses de Maio e Junho do correte
anuo inpot laudo naqnaniia de a^Uib'o res
a lim de que a aunde pg*r ao Cidado
\ituz Antonio da Cuaba conlorme requesi-
la o Preieilo da menriouada Comarca.
Jilo Ao Preftilo da Comarca do Rio
Formoso, comoiuuicanio-lhea txj-edi.o da
oidem supra.
Dito Ao Diteclor do Lyceo, remondando
ao seo ufficio de 5 do ro reate representan-
do stbie a necessidade que b* de se mandar
que o picfeuor, adjunto da Cadeira de La-
Utn do 11 esmoLyeo continu como tal a per-
mauecer elli, o de criar-se oulra Cadeira
da mencionada Lingoa visto que teodo a
existente iiArnmnos, nao pode o respecu-
vu ijicitssr cumpiu bem os seos develes >
que uo couvido por ora ciiar oulra Cadeira
Lor ja se adiare os Cofres Piovinciaea mul-
lo sbrecariegdos de ispesa deve o clual
fiofessor Adjunto comparecer etlctivameute
noLyteoatim de co-ojuvar o P.ofcssor da
1_1.de.ra em ludo quanio lor possivel.
Uito Ao Adminisuidor da Meia daCousu-
Udo ie6Loudei,do ao eo ctbcio desia data, que
isla das suas ii.oroiates a Presiden-
cia iudeleiio os requentteulos de Jos dos
Jaalos^eves, e Jos Ai. onio Alves da ailva
.or Despachos ce a9 de Maio e b de Jumo
ltimos, .
Uito Ao Inspector eial das obras pu-
blicas oitlenendo-lhea vi>la doqueiulor-
Da em seo thcio de 6 docerreute que or-
ganice e lemelU a ecieuria o orcun.eato
esuicio da piniuia edouraduia na C-ptl-
Uitoi oi* Maiiiz Ofl S. Pedro Mriu de O-
dem do da 7.
Officio s Ao lospecior da Tbeaourarii da |
Fasenda, transmitindo-lhe para ter adevida
execuco a ordem dj Tribunal doTbesauro
Publico Nacional sob numero 51.
Dito-Ao mesmo enviando-lhe a conta
da despesa feita pelo Piefeilo da Comarca do
Bonito, com o sustento de 9 Pncs da G.
Nacional, que folio empregidas en deli-
gencia do servico publico em riiserros e Ca-
ruaru' importindo em JalH io reis, a 1: n
deque a mande satis'iser a Jos Maria da
Cunba Guimires procurador do mesmo
Preetlo,
Dito -Ao Inspector da Thesouraria d3s
Rendas Provinciaes, enviando-lhe a conta
da despesa feita pelo Preieilo da C imarca do
Bonito com o concert da Cidria ,| duas
guaritas para a mesma, e o alujjuel de a
meses da casa em que esteve aquai lelladi o
respectivo Destacamento, importando em reis
7'iU5fJa, a Gm i'eque a mande pag*r a Jos
iVlaiu di Cunba Cutrnures procurador do
mesmo Prefeito.
Dilo Ao Preieilo da Comarca do Bmip ,
I communic mdo-lae o conleudo nos dous pre-
' cedentes ofQcios.
Portara Ao Administrador Fiscal das 0-
bras publicas ordenando-lhe que mande
pagar oaluguel da Casa que te tonou pa-
ra residencia dos officiaes e mais individuos
empreados na obra da Ponte dos Carvalhos
na rasao de 1U100 reis por inez,
Olficio Ao Inspector Geial das obras pu-
blicas, commuuicaudo-lhe a expedico da or-
dem supra.
Dito Ao mesmo respondendo ao seu olh-
ciode 39 de Julho ultimo j sobie a repre-
sentaco que Ihe fex o arremallante da li*r-
reira da Ponte da Magdalena exigindo o
fornecimento de agio e lu pelo i uininan-
dandante Geral do Corpa de t'oltcia para a
guarda all estacionad* e a collocieo dos
lampies pelo arremetanle da iilumiuacao
pubca; que nao pode ser allendid* lal e*i-
gencia visio que pelo conlracto da arreina-
ia9ooGoveroo 10 sla* obligado a foroe-
cer ao arremallante da dita tiarreira casa
e forca paia coadjuval-o na cobranca da
laxa. __
alias '
COMMANUO DAS ARV1AS.
Expediente do dia i do corrente.
Officio Ao Preleito da Comarca, aecu-
sando recebido o seo officio desla dala nue
aco,Bpanbou o recrula Frauciico Jos de Car-
valbo ..
Dito Ao Auditor de Guerra, diseodo.lhe
que ficava sciente da impossibelidade que li-
nha decompaieter 00 Cjnselho a qje bia
esponder o Cadete de Cavallaria A. P. C.
de A. e que logo que eslivesse desempedido
communicasse ao Presidente do Couselbo ,
pra proceder a nove convocacao.
fortana Ao Commandanlo interino i
Companhia de Arufites mandaudo (CUiar
ao servico ao juldado de Artilbeiia Juo Pe-
leira de Lira asseilando o subitilUlo por el-
la olierecido Aalolonio de lieseude, uemplo
do leciuumeulo por ler serviuo na piimei-
ra liaba.
dem do dia 5.
Cfficio- Ao Exm. presidente, lequesi-
Undo-llie a expediejio de suas ordeus ao
Adminutrador Visea! das obras puoluas a
tim de fornecer um calceta ao Poile do liu
do-lhe informado o (requerimento da Viuva
Francisca M&ria que pedia demi3o pira
seo fiibo Jos dos Sautos recrutaJo na Pa-
raiba.
Dilo-Ao mesmo Fxn. Snr.; devolven-
do Ihe informado o requerimento de Tbere-
sa Maria de Jess que supp'icava de:nico
para seo 6lho Francisco de Santa Anua.
Dito Ao mesmo Exm. Sur. devolven-
d Ihe informado o reiuerimento do Jos
Miriannode Albuquerque Cialcante, qua
a S. M. I supplicavava a Graca d'( promo-
ver a posto superior ao de Secretario que
exercer* no extincto Regiment dd Artilhe-
ria, desta Ptoviucia, allegauJo pretericoes
Dito-Ao mesmo lxm. Sur. tornando-
Iheo requerimeutos de Joaquim Roiu do
Reg, e de Bernardo Soires, qie puJiio da-
misso, e iul'orinando que aaibis seguiro
para a Curte a 39 do >nez p. p.
Dilo AoTenenle Coronel Commandante
do Deposito remetlendo-lbe os papis de
cnntabelidade do desUcaoaeiUo do Po di A-
Ibo cuja importancia evia entregar ao
CaboAuonij Pereira Barata.
Dilo Ao t'refeito interino da Comarca do
PaodoAl'io communicando oexposlo pre-
cedeutrt cffi.'io com o que ficaaa respondido
o seo de i do corrente.
Dito Ao Commandante do Forte de Gai-
bu', respoudendo ao seo uihcio do 1. deste
rcez, qne iuvolveo os papis de Cmlabclida-
do destacamento.
Diversas Keparces
rato
TRIBUNAL DA REL \q\0\
Sesso de 9 de Agosto.
Na anpellaco civel do Juiso de direito
desla C dade appellanie Joo Fraird o djs
Sanios Siqueira appellado Jos Jeromoao
Hodrigues Claves, Escrivo Ferreiraj foi jul-
ada com a confirmayo da Sentenca.
Os embargos de I>. Caibariu Francis-
ca do E5pirito Ssnto e outijs contra Justino
aoi"lo Cyrio de Vledeiros na appellaeao
civel desta tiJade Escrivo Bandeira ; forao
recebidos, e reformado o accordao embar-
S O Pato Maria Luisa recebe a mala para
o Aracaiy no dia ii do corrente as lo horas
I da manti.
' Existe na Administracao do Correio as cartas
sejuras perlenceules as p.-o. abaixo .
nUas Caltas pala Joo Val Cabral.
Huma da para Francisco desonza Al.ga-
"'numadita para o Doulor Antonio de Au-
dradeLUQl- PhEFEiTRA.
No dia 7 do correte na occorreo novi-
dude. ,. ,,
Paite do da 8.
Foro boniea presos pelo Sub-Preeito
desu Freguesia oprelo Jerouimo ilgoslu-
fcr le fallado uuas compoleuas de vidia ,
*" 1 c .1 P.-I,i 4, b-pieloila
lu i-emeiiido a Cideu. relo su" r"
I di Freguesiados Atogados o pardo Joaquim
Uilo-Aoo Exm. Sur., reeaaa- Comes He Lima por ter lunado duu
ve mil ra ; foi passado disposici o do Juis.
Criminal. E pelo Sub-prefeito da Cid .da
de Olinda o prelo B^nedito, canoeir > ascra-
vo de Van, el So a res par ler liria b vari-
as tecas de oitro de orna caixt pTtencenle
a Francisca Maria de Jes w a qual ella Iba
havia entrpgun p>ra conduiir a Fortalesa do
Buraco : teve igual destino-
E' o que consta das partes boje recebidaa
nest 1 Secretaria.
EDI TAL.
O Doulor Antonio Joiiirm de Moriei e Sil-
va Juiz de Direito Interino dt seguuii va-
ra do crioae da Comarca do Recito da Pef-.
nambuco etc.
Faz saber que tendo marcada o dia 7 d>
corrente para a qutrta sessio dos Jurado su
cornoarecero dos Junes di; Fado sorteados
a terca parle e por Uso lorio proiostos a
approvailos para serete (chamad n e servirea
na dita sesso os seuinle Snts. Ju z;s de Fa-
do :
Jos Joaquim Pereira.
Miguel Pereira de Oliveir.i.
Jos Joaquim do Espito Santo
Icoaeio Francisco Ctbral CantiuiL
Frincisco Antonio Pontual.
IVlatheos de Souza Teixeira.
Manoel Jos Galvo
Silvestre Joaqjim do Nascimento.
Francisco Manins de Lemis
Jos Miria de Amoriin Jnior.
Joaquim Lopes M.irhado
Ignacio rirmo Xavier.
Jos Joaquim Ferreira e Silva,
Manuel Ignacio de (Jliveira.
Manoel t'ereira L*imos.
Manuel Fereira Chares,
Jos Pereira da Cunba.
Alione o Honorato Bislos.
Joo Valeatim Vllela
Antonio Alves di Fonce a.
Felis aiserra de Mello Leilo.
Rodollo Joo Barata de Almena,
Marcelii o Jos Lopes.
Antonio Igincio d 1 Purieico .
Aniunio ttgiaio da Sitra
Antonio Germano Cavalcanf
Autonio Caldoso de Queiroz Fonceca Junijr.'
Antouio Duleluo limo de Mesquita
das Canoas,
Antouio de Souza Reis.
Antouio Jea |uiuo de Souza Ribeiro,
Benlo Jo>e di Costa
Cluialovo Guillierme Br. benieli
Estanislao Pereira de Onveira.
Firmiuo l.jrcul.111 de Uoraes Ancora.
Francisco Jo.iquiua P^ieira Lobo,
Fe lis Miuueis.
Frtaciaco dt Silva Lisboa.
Padie Francisco de Luna Freir
Fraucico Gouyalves do Cibo.
Francisco Jos Cirulo Leal.
E pelo presente Edital se convid pira
compaieeereiu uodn 11 do corrate g i
horas uiio obstante a noiiiica.o quesdex-
I pedio uest 1 dala para ser a noticidos ) a
esperado P.lnuitsino dos mesmo, 6c. cj.u -
; jdi.'.a) 1:0 dito ilnc hora, liecite 7 de .1-
gosiode 10.41, Jos .Antonio Guedes Al-
caiilorado, Esnivo u escievi,
Auloulo Joaquim de Moraes e Silva.
MUTILADO


blAfilo
& E I> ERNA MBCO
RIO DE JANEIRO.
CRACAO GRATULATORIA.
lealdade e amor ao pai commum da patria ,
firmar sobre inconcussas bases o seu throno ,
esse throno que levantro n% Ierra da Santa
Cruz os esforcos immortaes do fundador do i ai
perio.
" Nos seremos felizes, senhores, porque
as viitudes do monaicha produzem a confian-
za du seu povo ; nos seremos grandes por
que essa confianca conduz os povos obedi-
encia fidelidade e reunindo-os como sa-
teliUtes ao redor do grande astro prduzir
necesariamente a unid a orca eo perder,
paia sermos huma naci grande e respeitave!
Se a Londade do nsonarclia be o penh >r da
felicidade da paira a fidelidade dos subditos
i:e tan bem o peohor da sua segura nca. Vir-
ludts do principe de\eres do povo ; de hu-
ma parte bondade e clemencia ; obediencia e
leald.de da outra j eis a materia do meu dis
curso.
'* Ehavei senhores occasiao mais op-
portuna que a du presente ceremonia pan
(xcitar os sentimentus religiosose monarcliicos,
e pera mais ill.n.niar em nossos cora,oe>o
fego doamor para cora o nossa augusto sobe
rato? Qual o Drazileiro que possa ver'com
indeerenca este pomposo acto da sagraco do
Sr. D. Pedro II ? Qual o cbrislo que
vista desle grande espectculo de piedade e de
ii af:iiii(enca em que a religio e as artes
dero mutuamente as mos para faltar f ;i
alma eaosolhos, se nao penetre dos sent
mritos que elle inspira das obrigaces que
iropoe das lices que d das gracas que
concede ?
Principe excelso! Se me nao couber a
i
Que v.o Solemnnltoo fActo da Sagraco
e Coroaro de S. M. O Imierador
rerilou na Capella Irrperial Fr. Jos de
S.Bento Damio, Abbadeda Congregaco
Pei.ruiclina do Crazil.
M Sudor srcptco*.-.. unxit Salowonem....
Snlctnon aufrm sedit super thronum patria
sui et firmaluro est regnum ejus nimis-
O ron i fie Sadoc sagrou aaSalomo....
Saln o t ir.i u posse do throno de seu pai,
eoseu reino :e firnicu slidamente
( I.ib. III Reg.)
11 Saibor. Saloman G!ho augusto "de
David elisirsdo pela escolha do Omnipoten-
te ao s. berano solio fot sagrado rei de Isra-
el : sentado scLre o threno excelso de sen
p&, prcmulgou leis sabias e justas : o mun-
do pencas vezes admircu tanta grandeza e
Israel ero seus annaes coevos aos priroeiros
tempes da acareo ,. nao eponta fuma pc
mais fausta, mais brilhsnte e gloriosa. Uei
deiro de seu ca no esplendor da magestade ,
ta gh.ria do sreptro e nas bences que re-
cele do Senhor pela unco sagrada; Ilus-
tre cerno David, assim na paz ivmo na guer-
la, mais Ilustre Bnda por sua sabedoria ,
faz a felieidede de seu povo e da naco inlei-
ra nos sempre n emenveis das do seu go^er-
no e com k sua clemencia e piedade firma
slidamente o seu reinado no amor e fideli-
dade de seus povos. Sadoc sacerdes .. un-
xit Salomoncm &c,
* No memento cm que o venerando pon-
tfice derrama sobre Salomo o oleo santo o
ceo senbores bre leberal es seus tbesou-
ros para la/-lo hura uriccipe feliz hum rei
completo : cbtio de luzes e de intelligencia ,
cuas leis firmo em olidas bases a justica ,
n.nttcia igualdade sotial fixo as regras
fcaudaveis dos cestuoces pblicos desterro
os crimes fomenlao as virtudes e consli-
nttm o primeiro fundamento das fortunas e
prosperidades do estado. Em seus dias glo-
liusos a agricultura eo commercio lcres-
rentes no stio da paz derraman o tbesouro
da bLundancja e das riquezas e a liberdade
cresre tranquilla sombra das vicosas palmas
de suas victorias. Poltico emonareba pode*
roso faz espeitar os limites do imperio ,
cem assonbro de tedo o Oriente; suas nume-
rosas esqUndras demino os mares levo seu
Lome s Ibes mais remotas e trazem sua
capital as riquezas e preciosidades da Asia e
do Egypto falmyra com mtgestosa formo-
sura levanta suas turres entre as aris do de-
serto c o Todo- Poder oso recebe cultos em
lium templo digno da sua o> nipotencia e
grandeza. IV o meio de tantas prosperidades
e de tanta gloria Israel adora agradecido a
ttiio do ienl.or que sentara sobre seu thro-
no to sabio mcnaicba que pela sua Londa-
de e elocui a engrandece a naci e firma o seu j centes cabero precipitados para sempre nos a-
fortuna de deseropenbar dignamente to sube-
rano assumpto, lerii ao menos a gloria de ha-
ver como subdido fiel obedecido promp-
lamente ao vosso mandado. Se eu senbo-
res nao observar hoje escrupulosamente as
regrasda elocuencia e da orden desculpai-
m c porque este discuno, tracado em pou-
co lempo he mais o sentimento do meu co-
rac bo do que obra e mediiaeo do meu espiri-
to' e se") n^o salislzer como orador lUonge-
ar-me-bei de fallar como amante da patria e
do monarcha.
Arbitro soberano dos desti jos doi povos
e dos reis inspirai-roe ; imprim nos tneus
labios aquella torca poderosa que aniroava as
expresses do apostlo no meio doareouagj,
para fallar dignamente na presenca da mais
lusida da mais sabia da mais respeitavel
assembleaque lem visto o Brazil.
Prime-ira parte.
*l O destino das naces depende semDre da
conducta de seus mooarchas : os soberanos ,
ou sao magnifics presentes da celestial bene-
ficencia ou le r i veis ligellos da divina vio-
ganca : seus exemplossuas ec^essao sempre,
ou insttucies cu escndalos; suas virtudes ,
ou seus crimes iazem a prosperidade ou a
ruina de seus povos. O estados bem como
a nalureza tem pocas de revoluces extra-
ordinarias ero que se muda a face poltica
das cousas em que os imperios mais flores-
reinado no anor e na fidelidade do seu poto
Sidoc scenlos.... ele.
A vista dos immenscs bens de queja go-
za o lirazil desassombrado de huma luctuo-
sa c rpL-nuade apenas sobe ao throno de
seu augusto pai o descendente de 27 reis, o
filho dos Cesares, o legitimo successor do iun-
dader do imperio utuuiloaltoe muitope-
deroso piiocipe o senhor D. Pedro II: vis-
ta das incaliulaveis pioiperidades que ainda
espera gozar com o iliustrado goveruo de hum
to pieoso monarcha que entre as mages-
Ly.-mos do nada -, e outros como por enc.-.n-
lo surgem opulentos para dar leis ao nniver-
so. A grande poca de tanta ventura ou de
tantos moles be quasi sempre acuelle dia
memoravelem que o monarcha, cingindo o
diadema empunhando o sceptro e subindo
ao throno nasce para seus estados e pela
vez primeia descobre as ridaces que o ligo
a millies de homens e milhes de homens
a elle.
** Hum principe illustre o grande Hen-
rique IV subindo ao throno da Franca di-
tosas e venerandas ceremonias da igreja catl.o- | zia no momento da sua sagrac/io que ella
ca recebe a unco sagrada das mos do noso era o symbolo dos seus desposorios coa o seu
Sidoc ueste cita solemne em que a santa i-
greja com alegres bymnos reeorda os benefi-
cios prestados ao imperio pelo seu arijo tute-
lar nao he para admirar ver a uaco inteira ,
representada pelas cl&sses mais distiuclasdo
sociedade em saber e hierarcbra beijar a-
gracecida, como Israel, a mo podeosa que,
derramando sobre ,v> os immensos Iheso^ros
povo. bellas magnificas palavras to dig-
nas do seu bom senso como do seu pitdoso co-
raco*
O Sr. D. Pedro II diz neste momento
ainda mais: v sua unco sagrada como o
symbolo de seus desposorios nao semiente
cura o seu poro mais tumbem com a religi
indissoiuvel que lrma a doce
ao: umao indissoiuvel, que
tia sua misericordia, tz subir ao tlnuno lu nliianca que deve reinar entre o altar eo
vir tuoso soberano que pela sua clemencia e | throuo entre osacerdocij e o imperio para
o penhor de sua felicidade a seguranca de
seu imperio sua verdadeira prosperidade ,
o principio donde nascem os seus mais bellos
triumpbos', a piedade que d aos soberanos
essa grandeza d alma, essa nebreza de senti-
mientos ess elevaco de coraco o verd-
deiro herosmo que 09 torna capaies de gran*
des empresas e que forma esses vim-ulos la j
a.-naveis que ligio os povos aos reis e os reis
aos povos esta virlude digo orna o cora-
co do nosso augusto monarcha que nunca
perd occasiao de dar ao seu povo exemplos de
religio e de justica. Como Josias, nos tem-
plos escuta com a mais respeitosa attencio a
paiavra do Senbor ; como David aproxi-
mare Arca Santa coro a mais profunda ado-
racfo 1 como Neheroias edifica a igreja oro
o publico exercicio da suacaridade; corooSa-
mtiel assisle com a uiaior veneracio ao in-
cruento sacrificio do cordeiro immacu'ado
Certo pela djutiitii do Apostlo de que Deo*
uelevouscbe o throno am de ser seu mi
nistro sobre a trra para lazer bem aos povos,
Minister Dei in bonum pava ser no iropa-
rio hum espectculo de piedade elle pelas
suas bullanles aeces se tem tomado o exero-
nlar d mais sublimes virtudes.
H principes, senhores que felicit-
ro seus povos pelo exercicio de huroa s vir-
tude que fot, por assim dizer a pedra an-
gular de sua grandeza, a fonte nica da pros-
peridade do seus eit-idos ; mais toda a sua
gloiia ficou como encerrada em huma rbita
eslreita e limitada, Huns como Licurgo ,
llitstrro o seu paiz da.ndo liie leis mas
uo eoroaro como Prajano ou como Tito ,
a hurcanidade sobre o throno : outros como
alomo possuiro ero grao eminente oj ta-
lentos do gabinete mas nao soubero co-
mo David vencer seus inimigos : outroi ,
finalmente, resplandfcero nas corles coro a
piedade de Josaphat, mas nao tivero as re-
gias virtudes de Joatham-, s.Dente a hum
pequeo numero de entes privilegiados de
genios extraordinarios 1 foi concedido bnlfiar
com todas as luzes e reunir com admiravel
harmona o ouro de todos os talentos o su-
blime de todas as virtudes. Tal resplandece
o nosso augusto sobuauo. Ainda joven pela
verdura de seus annoi, portn idoso pe j cir-
cunspeceo de seus uizos e acc5es desde a
feliz aurora de seu reiuado elle se musir
prudente sem capricho magnifico sera vai-
dade moderado seu fraqueza liberal sem
prodigalidade justiceiro coropassivo af-
Idvel...... Reina com legtimos direitos ao a-
mor de seus povos,
* Seuhor! Entre vos e os vossos subditos
ha direiios mutuos reciprocas obrigacei:
nos vos devenios obediencia respeito fide-
lidade e at a nossa vida ; mas vos tambero
nos deveis bonjade, clemencia, justica e
piedade como acabas'es de ouvir d* bo.-a do
crie fe da igreja brazileira. Se falta rmos'aos
nossos deveres leudes direito de nos punir ;
mas se Ultardes aos vossos, bu-i.a magestade
mai sublime, mais elevada e poderosi do que
a vossa vosjulgar ; e contra os seus juizos
o poder dos reis da trra nao he seno fra-
queza.
" Sem duvida senhores, heabondade ,
a clemencia que faz a verdadeira gloria dos
soberanos que imroortalisa seus nomes eos
toma respeitaveis no muudo, Os monarchas
que se tem feito temidos murrem pira sempre
na memoria dos homens e a su. gloria se
desvanece como hum souho : sao como o raa ,
que cabindo sobre a trra assusta des-
tine e em hum instante se dissipa deixan-
do apenas apoz s a infecto e os estragos : pe-
lo contrario, a memoria dos reis misericor-
diosos triurxpha dos lempos e dos r-eculos c
os seus noroes, transmiltidos al nos, sero
lembrados al asderradeiras idades. A his-
toria, qwe deve rigorosa justica aos soberanos,
contempla a gloi ia militar de Carlos XII como
hum meteoro bullante e destruidor ; porero,
se intenta espalhar sombras sobre alguns ac-
tos de Luiz XII, a bumanidade lhe brada :
Este foi o pai de seu povo foi a poder de
alma? Amado dentro de seus estados imita
ao Sr. D. Joio III seu asceodeute. Novo
Antonino, domina sobre o coracio de seus po-
vos como hum pii sobre seus filhos : respai-
lado fra do imperio os monarchas mais
poderosos da Europa lhe do os mais pblicos
e solemnes lesterounbos de estiro- e arozade :
principe christo verdadeirocatholico, nel-
le resplandece, corooem seu augusto avo o
Sr. I). Joo VI, huroa f viva huroa pie-
dade solida que lhe tero merecido singular
predilecco do vigario de Jesus-Chrsto.
,, Fallai v mesmos que hoje me escutais,
e dizei se nao admiris em bu n to joven
monarcha os rasgos de sua henea:en ii, etn-
dura e affibiliddde ? Se demente migna-
niroo nao perdoa a esses mesroos filhos in-
gratos e rebeldes ? Dizei se piedoto coro*
passiv misericordioso, nao he ell.i o p do
orpho o arrimo da viuv.t o consolador do
ailli Id o hemfeitor do pobre ?
,, August moiiarch* l juebro-se as es-
tatuas, gastj-se as pinturas, cihero pjr ter-
ra os arcos e obeliscos mas he soroente a
gloria da beneficenm que consaeva ainda ho-
je o reinado de PiU >perpetua a par dos sa-
culosa memoria de Adriana, etemia a lern-
branca de Antonino 1 Aroai pois c justante.
mente as virtudes qui iromortaliso os sobe-
ranos ; ser feliz o imperio e o vosso nome<
pissar posteridad*?. Cjm hum povo cono
o vosso nada perderis se fordes boro. Ha
no coricii dos B/asileiros hum fundo da ve*
neraco e de amor ao seu soberano. Ainda
que homens sera leis sem religiio in lig-
aos de trem por patria a te ra da iinta Cruz,
procureui abalar os fundimeutos do vosso
throno, elle ser slidamente firmada na 0-
bediencia no respeito e fidelidade dos vossos
teaes subditos. Et firmatum est regnum e-.
jus nimis.
Segunda Parte.
,, Ainda que leudo as sagradas ejeripturas
eu veja qual fossa a origem das monarchias ,
que a paternidade de Adn fui o primeiro ti-
tulo da soberana e da autoridade santa que
devia hum da residir nos reis perpetuada
sobre a trra por huma successo nuuca in-
lerrompida todava deixando de fallar
sobre este objecto, que em vo pretendem
coutroverler os modernos polticos recorren-
do a mil hypotheses e- imaginando ajustes ,
pactos sociaes,e oulcs muitasciiusas pira pro*
var a origem da sociedade humana, com tudo,
sei que devemos co uo chrislos segiir o Di-
vino Salvador nos exemplos que n s d de
obediencia respeito e fidelidade aos sobe-
ranos.
,, Com efleito Snrs., Jess Cbristo, des-
de o seu naicimenlo at a sua morte leve a
mais perlera submissio authohdade sobe-
rana quer ella residisse na pessoa do princi-
pe quer na daquelles de seus subditos que
ero revestidos da autoridade real. Elle va
nos monarchas a iniagem de sau pai celeste ; a
diviua vontade em suas ordens ; os decretos
eternos nas leis publicas j a providencia na
polica que maulero a paz do estado; eroliro ,
em todos os seus passos, ero todas as suas pa-
lavras e obras. Jess Chrislo obedecen da
aos Cesares diz que obedece a seu pii ado-
ra vei. Instruidos por to sabio mestre con-
sideremos os mor irchds coxo representantes
do Supremo Dominador dos cos e da trra ,
sua aulhoridade como huro> partecipico do
eterno imperio ; seu poder como huroa por-.
cao da omnipotencia ; sua magestade como a
imagem augusta d megeslade divina. Oba-
bedecamos ao mouarclia como a Deas e a-
credilemos com o apostlo que resistir ao po-
der dos soberanos he resistir aos eternos de-
cretos da divindade. Qui resista potestat,
Dei ordirialioni resistit.
Embora huma orgulhosa philosophia
nao veja nos mouarchas seno honens qua a-
vassalla os grandes por seus beneficios e os
povos por sua lorca a religio nos roostra
nelles a obra de Dos e os depositarios do sen
poder ; he a mo divina que o coroi e qua
derrama sobre sua fronte a unco real, como
jieuade iar a noisa ventura o engrande-
cinenlo da na cao e Limar slidamente o
nu 1. peno sobre os r.abalaveis undamenlos
doamor e delidade dos brazileiros. Sadoc
taceidos, etc.
*- te Israel, enbores he feliz eleao-
do-se ao apogeo da gloria e da grandeza pela
piedede e clemencia de Salomo e pela uLe- seu peito
uitiuid e hdelidade de stuiovo, o razil ,
possuinio na augusla pessoa uo Sr. D. Pedio
i buai soberano .iluminado, ampVel justo ,
iel{,ioso t Loro tem dueiius a coiictuer as
n ais Ltn- lu uadas esperanzas de prosperida-
de de koiida grandeza ) e oLeuutudu cum
se sustentarem mutuamente e por hum re
ciproco apoio serem lelizesos povos e os reis.
" Religio vutude celeste tu formas o
caraeltr, uessencia da alma do joven raonar-
cha Luzltiro dempre zeloso sempre cari-
tativo
em todo o logar
sempra fiel nos templos no solio,
, las leis e^Jo gravadas em
, hum Dos esta presente ao seu es-
pirito ; todas as suas aeces provo sua pie-
uade !
" Sim senbores a piedade o mais ri-
co predicado dos soLeranos o ornamento ma-
is precioso de suas coroas a origem de sua
de:o ; estas torres au.eacadoias essas mas-
morras tenebrosas essas muralhas de ierro
em cujo recinto gemero lautas victimas ca-
biro por trra sua voz e sobre o monto
de tamas ruinas se levantou coberla de ben-
ces a estatua do rei bemfazejo. A Luiz
XII cabe aquella gloria que interessa a lodos
os seculos.
i* Ornado o nosso augusto soberano de vir-
tudes reaes admiraveis e transcedenles el-
le caraclerisa em si mesmo, como o senhor
D. Joo II seu progenitor o modelo do ma-
is pe feito principe : diga-o a penelraco de
seu espirito, a innocencia de seus coslumes ,
beneficios que elle se vingou dos que o o fen- outr 'ora dirigido a mo de Samuel e de E i as.
E com que respeito com que acatamenlo nao
devem ser tratados os ungidos do Senhor ?
Sua unco sagrada como huma especie de sa-
cerdocio i seu carcter inetfavel que os faz
superiores s cousas humanas ; sua autorida-
de que representa a de Dos Ibes d hum
briluantismo que nada pode eclipsar ; os ino-
narebas parlecipo da divindade, toruio-se
outros homens logo que sao revestidos desta
augusta dignidade, e at Ibes pertence ri-
me de Canso nome que designa o i'lio do
Aldssimo.
,, Ac bastes de ver senhores, as mages-
tosas venerandas ceremonias da sagraco do
k
prtCIOSO Ci SUU coras, a Ullgtm lie SUU "uv^iiiig, u nuiuicima ue oluj v..--.- t------------ ___._. _--
g;ota, o solido iuridamenio de seus turn*, a lecttdo de suas aeces, a grandeza desuajnoso augusto Imperador e pelas beng^


*=
DIARIO DB r'ERNAMniie
rrmm
que elle recebeu das mos do mximo princi-
pe da igreja brasileira pelas oraces que
prrcedoro e acoso panhro a sua unco santa,
reronhccei o rcspeilo e o acatrrenlo q* deve-
los tributar sua pessoa sagrada pre-
ciosa aos (II.os do Eterno. E que outros mili-
tes motives nao descobre agora o meu espiri-
to para obedecer e sermos fiis ao soberano P
lluro reino be huma grande familia da qual
o principe he o pai; a autoridade real e pa-
ternal sao emanaces.do poder de Dos; tem
a mesma origem a mesma extencao de de-
veres e a ambas pela mesma raso d-
tenos amar. Mas quanda eu nao podesse
recorrer s leis da religio c da natureza para
trovar isla verdade bastara lembrar-vos o
amor da paliia. &im o amor da patria e do
Li m publico cer.lundem-se com o amor do
principe: perdas vanlagens, revezes for-
tunas, ludo, ludo be commum entre o mo-
nurclta e o imperio. Ser Gel a huno e nao
sereooutro, be ser iuimigo de ambos, be
ser m;o cidado he ser infiel ao soberano e
ao povo. Jerusalem acabaria e os ldeos
seiio escravos, se tscutassem as propostas
sediciosas do geueral dos Assyrios contra a o-
bediencia devida a Exequias, llura subdito
Gel deve sacrificar salvaco da patria e do
principe os bens os trabalbcs osservieos ,
e at a propria vida.
i, Desappareco para sempre d'entre nos
todas as doulrinas contrarias a esta verdade.
Segundo a moral gravada era nosios coraces
gravada na natureza e ensinada por Dos
nos homeiiB devemos ser sempre fiis aos so-
beranos. De certo senbores pela obedi-
encia pela sua fidelidade patria e ao mo-
narcha, he que essas grandes naces tem che-
gado ao zenilh da gloria e da opulencia. Pe-
la sua obediencia e fidelidade a Austria resis-
te s numerosas pbalanges do Sena e to-
i "Trii i.1 iTiiiii..... MI
o imperio dos Babilonios dos Persas los cido, pois entre os feridos muilos ha que pau- cialrnen o "ferida juiz.
Greges e Romanos ; ser respeitado do* po- |ca es pera nc da de escaoar, e na se sabe I Deas g.nrde a V. Ea Ra en ai de jtl
vos visinhos rivalisar com as naces mais inda que foi feito de daus djs trabalhadares Iba de i8{i. -- 1.1 n, e Ex na. Si". Piulbo-
cults e civilisadas da Europa o Brasil ser j que desaparecerlo. Da tola ess catestrophe, [ Jos Saares da S >uzi ministra e secretiria
feliz contente desfrutar serenos dias no re- porm nada tem sido mais sensivel d a que
gaco da paz, da alegria da opulencia e da
grandeza.
Senhor l a minha voz neste momento
solemne be a voz do Brasil inleiro. Vosso
benigno influxo tem j frito cessar huma par-
te dos males que nos aflligiio a esperan?! ,
como hum anjo precursor da bonanca vos
por lodo o imperio promettenda-nos dias de
paz, de alegria de felicidade em troco des-
ses dias de discordias de sangue e de ludo
que tantas lacrimas e sacrificios lem cuslada
u noss i patria. Aceitai pois Senhor, era
seu noroe hum tributo de gratido de amor
e de fidelidade -, he este o tributo mais dig-
no de hura grande principe.
,, Anjo tutelar 1 Hoje que com a santa
igreja todos nos vos rendemos solemnes cul-
tos e aceces de rapa ; hoe, que vos ofiere-
cemos o cheiroso fumo de intensos e aromas
pelos incomparaveis beneficios que tendes al-
cansado a nosso favor do Supremo Arbitro
dos imperios descei do p do throno do Al-
lissimo onde resids, vinda sustentar para
sempre o imperial diadema, firmar solida-
mente o throno excelso do ungido do Seulur ,
do Salomad brasileiro.
,, E vos, Dos eterno estendei os dias
de su- reinado at a idade mais remola e
faie por vossa graca omnipotente que a urea
coroa com que boje cingio a fronte o augusto
imperador se trnsforme bum dia era huma co-
roa imoaortal e de gloria. Estes sao oa votos
da tiaco inteira manifestados pelos seos re-
presentantes e publicados pelo mnimo fiibo
que de e'stida das negicia* di jusei. -- as"?-
a morte do misero Peregrina que, tend j hio de Queiraz Cmtinha Mattasi di Ci
saltado fra do edificio foi sbmer;;idi par
huma pareda que desibou.
S. M. I. esuas Ausgnslas Irmas sentirlo
profundamente tao listira >. > successo : hura
gnardade archeiras foi irnmediatamente raiu-
dada ao Campo e muliplicadas portadores
fro enviados para obterem taforoa igdes ,
especialraeute do desgranado Peregrino.
S. M. I. ordenou que a' custa dj seu ba1-
sinbo losse feito o enterro dessi violim de su i
dedicaco que foi sepultada hoate o ea n
toda a decencia na igreja de S. Antaaio, ni
presenco de numerosa concursa e de mu-
tas pessoas da corte. Consla-nat que S. M.
raandou informar-se da pusicaa das faniiiis
djs morios e feridos pira sacarre-lis cora
as penses que lrem precisas.
O pai do Sr. Peregrino, mais feliz da que
seu (ilhia p le silvar-se, salanla pela vi-
tanda e so' leve duas f'eriJas bu.na ni ca-
beca e outra no braco.
II jvi i dentro do palacete alo n do faga ,
mais o libras da cbiorata de patissi, a jo
quer de nilrairo de stronciana quer de ni-
trato de barita. Estes elementos lo as que
mais roncorrera para que fasse lio terrirel a
feX[)l0SO.
Illm. e Exm. Sr. Haje entre s q e
io lloras da mtnhai onviada liu f grande es-
tampido e senda informado de que era hu-
ma explosa dos fogos de artificia que se pre-
paravo no palacete do Camp dirig -me
iramedi itamenlo ao lugsr e acbei bum fugo
de huma congregaco que proessa obedecer activissimo na interior do palacete senda tal
amar ser fiel ao seu soberano como seu pai ,
rescenle sustenta inabalavel o throno dos como seu protector como ungido do Senhor.
Cesares: a Kussia be invensivel, e poderosa O brasil inleiro, prosirado boje diante do
esteode *eus limites at os confias da Siberia e
da Armenia: a Inglaterra domina os mares ;
seu parilhao trmula nos mais remotos climas
vosso throno fervorosamente supplica que
lancis celestlaes bences sobre as Augustas
Princezas para que seus diassejao dilatados
da Asia, impera as cinco partes do globo j e venturos e que derramis sobre o augusto
pela sua riqutsa immensa, pelo seu coramer- i rnpnarcha que acaba de receber a unco sagra-
to colossal, pelas suas numerosas esquadras, da toda a sorte de fortunas e de prosperidades.
Lue em todas as naces do mundo. Como David dai-lbe a victoria sobre to ios
., Digo mais senbores o V.rasil mesmo os seus iuiaaigos ; como Exequias dai-lbe
anda inculto e despovoado fiel patria e ao sempre huma piedade viva e exemplar -, co-
soberano por si s quebrou os ferros bata- mo Constantino hum zelo heroico e fervo-
vos e com prodigios de valor fez tremer os roso pela religio ; como Salomo dai-lbe a
Mauricios e Sigismundos, os Wandorts e inteligencia e sabedoiia do governo. Ele-
leveudiers os lirincbs e Ducleres; boje..,, vai-o finalmente, na Ierra acuna da gran-
tto quero leu brar-roe de males e desgracas deza de bum U. Uian protector das artes e
da patria em dia de tanto jubilo. Laucai os das sciencias ; de hum U. Manoel, feliz pro-
olhos, senbores para lodos esses povos so- pagador da f calholica de bum D. Joo V.
bre quem pesa o ensanguentado sceptro da de- : pi magnifico ; no co coliocai-o em hura
magogia e veris por toda a parte os horro- throno a par de 5. Luiz Re de Franca j de
res da guerra civil, da proscripeo e da mor- I Santo Estevo Rei de Hungra ; de Santo
te. Poaulaco, commercio industria, Henrique II., imperador da Allemanba i ou-
nancas ludo ludo dessapparece entre vi, justo Dos, ouvi nossos ardenles votos ,
eiles, e fazei que o imperio ;do Brasil seja grande e
., Reine muito embora a perturba?ao e o poderozo, e que seu Uiguo monareba por lou-
desaccordo entre esses desgravados povos ; a gos annos viva e reiue. Rex ia nieruum
discordia e a guerra voem tora impetuoso fu- vive.
a riolracia que as grades de ferro disjmel-
las saltro a grande distancia deceaaudo
huma dellas huma arvore vizinba. Soppas-
to dill'erentes bombas despejassem grande
vari*
l'terraitaru ff'ti a Jaiain BtptUt
Peregrina P3la |Qtz Je piz da adunia
dstrii-la de Sinla Auna, era presenc da
Dr. proraotor nubil*), etc. etc.
Respandeu rhrnir-se Joaqun Bintista
Peregrina, natural da Mims e mandird
prosete ni pilacete d i cara,) Ja AcelamacJa,
pai da director da (aja artiticil.
Raspan leu que qumla apoiresen a e<-
>lj^i), elle iuterr.igada se ai-!nvi d-nfa di
palacete, lendo ha pauco acibida d9 al no-
car co.o os carapiabeiro) seu lillia Franris-
ca de A ssix Peregrina Jas U Casta Villa,
C.Middo Jos Siiva, Falgeacia Vlareira d* Silva Situr-
nino torneiro Francisca Radrigilet Lirai ,
Jas Ferreira da Silva e raiis dius esoravoi
que estava servinaa meu ; que antei do
almacir s 8 horas, miis ou me a as ha-
va ella interrogada mm.li lo por par seus
escravos (das quies d >us e.iia gnve neate Ie
raos de uoraes Severina e aira ilicia ) ad
sal na ra da lda da sen i la clistin.e da pi-
lacele burai braca mais ou menas, cenia a
quarenu e tintos baaibes destiaaaos pira
serem lanpidas ao rpelas marieiros, cuja?
bambes hivia da pesar cadi han tres oil
quatro libras lenda os d'os bambaas suis
competentes esjialetis e sabr estis palvora
amassaJa oara es|>irito de viulia que seria
raei oaj de palvora ainmidi satire cadi
espoleta.
Dsse mais. que naa sab-a ao certo coma te,
va lugar o fago, mais que elle principios pe-
los dias bambes que esliva aa sal par jua
ouvia o estrouda que os memas (xero re-
beutando e logadepais caramunicir-se pa*^
quantida-le da agua o ogo cada vez se liar- i ra dentro da edificio o\idn hivia hum barril
nova mais activo sendo necessaria para evi- de plvora cara bu.m arrobi, cioca mil e tan-
tas logeles da ar duas mil e tamas pe;aa
i00<
O INCENDIO DO PALACETE.
ror a abrasar povoaces inteiras, demolir edi-
ficios soberbos llagando suas ruinas no sali-
gue de milbares de victimas ; nos seremos le-
lizes e ditoos governados por hum to ama- Hum terrivel desasir veio entristecer 1 po-
vel principe, com a conslituico e as leis. pUIaC30 da capital do imperia. As festas da co
Sim senbores, sendo nos sempre fiis pa- [ Toaq0t n' t o da aa d'Julbo tinbo-se passa-
tria ao soberano semj-re obedientes cons- 0 sem qUe a menor das ccorreaciai to fie-
tiluivo e s leis, O commercio, lonle da qUt>nies em occasioes dessas viesse aguar au
prosperidade publica tlore&cer em nosso niversal alegria acabo de ser coberlas de
paiz, ao mesao lempo que a agricultura der- luto. O palacete do campo da Honra onde
raro ai a riqueza sobre nossos campos, ado- se eslava preparando o brilbanle logo de ar-
cando os cansados sumes do Javrador com t'Gcio que devia concorrer para solisnisar a
pingues colheilas : a induatiia despertar do Jcotoac,o de S. M. I. sob a direc^iodo Sr.
lelhargo em que jaz entre nos; as seiencias Francisco de Assis Peregrino joven Miuei-
derramar'5 por toda a parte o inextinguivel !ro das maiores esperanzas acaba de ser in-
claro de suas luzes e conbecimeutes ; os moa- cendiado e de com suas ruinas causar a
tes se afastar ou curvars para dar fcil ca- morte de algumas victimas entre as quaes
miiibo ao fatigado passageiio j o viajante esse desgranado moco.
pela solidez de terreas estradas nao acbar Pela \olu das 9 horas e meia da manha ,
mais incommodas as suas jornadas j os sober- ouvio-se em quasi loda a cidade hum violen-
bos ros sero navegados e se ap(jro*imaiad to estampido e logo o toque de rebate levou
ea provincias mais distantes pelos rpidos va- cora rapidez elctrica a iutausto noticio a to-
ples, toruaudo-se ricas \is por onde cir- 'das os pontos da cidade. De prompto as au-
cule a uhstf>ncia do estado ; sobre os estragos toridades policiaes e militares bem como
de agreslts lloreslas surgiro de repente novas '; bum concurso extraordinario de povo cor-
cidades, loimosas villas ricos piedios, o- rro com soccorros ao lugar do incendio lu-
pulentas berdades j o Brasil-, alem de mer-
caotil t agricultor sera hum pft^ de artistas
e ti>bacantes, nsanufactureiro, rico de in-
dustria ) os marte se coalhar com a multi-
do de nossos navios a na-vegaco, fazeudo
lolar sobre o ocano osantigos trdncos de nos-
eos bosques, levar a remotos panel nossos
I reductos labris e territoriaes j o Brasil, la-
>oiecido pela natureza benigna pelo seu cli-
aa, iico pelas suas produccoes, o quinto
io-puio precouis&do pelo sabio Poiluguez pa-
uic Antonio Vitira sei u.ais poderoso que
do foi baldado. A terrivel ex/.loso bavia fei-
lo ruinas desse palacete a que lanas recorda-
tes te ligavo e o obalo bavia sido lal que ,
sem embargo da distancia o palacio do se-
nado as casis do Campo e das ran adjaceo-
les livero espedacados quai lodos os seus ti-
dros. as peca ofhciaes que abaixo publi-
camos ver os leilores cuiu miuuciosidade
lar algum navo desastre cessir por hum pou-
co o uso das bombas e retirar o povo que
imprudente corria para o p do edificio o
que se conseguio com huma grande lin'ua de
seniinellas era circulo.
Quaudo se reconheceu que nao bavia mais
pengo de exploso vierao denavo as bam-
bas para extinguir o incendio uo que muilj
trabalhro sob e direccio do inspector do
arsenal da marinha al que, dirainuindo
cousideravelmenle o incendio e sendo pas-
sivel penetrar dentro do edificio acibau de
extinguir-se por meio de barris d'agua lau-
cados com profuso. Entretanto cuidei in-
mediatamente de interrogar as pessoas que se
achavo dentro do edieio e que se salvro
pelas janellas as quaes declarar que sup-
poem ter comegado o incendia por buma
quantidade de estupira que bavia sido pasto
ao sol para seccar sendo materia de fcil
corobusto que j outra vez aconteceu in-
cendiar-se como que espontneamente al-
tribuindo elles este eleito aos raios da sol,
talvez reeclidos pelos vidros de hum larapi-
o visinho. Dissero que supposto dessa
primeira vez que se inct-udiou o estupim nao
livesse maior cousequencia comtuda gora,
como bavia grande quantidade de bambas
prximas ao ucendio communicada a estas ,
loi causa da terrirel exploso. Isto mesmo
be o que pouco mais ou menos consta da in-
terrogatorio feito pelo juiz de piz a Joaquira
laplist Peregrino com cujas declarares
concordas todas as outras dos feridos que o
mesmo juiz lem podido at agora interrogar ,
e por sso limilo-me a enviar a V. Ex. copia
desse interrogatorio, reservanda as outras pa-
ra amanba.
As pessoas que de ii entro do edificio cama
jdisse, precuro-se das janellas couse-
guiro felizmente salvarem-ss pela maior
pane. O infeliz director Francisca de Ass
Peregrino, leudo j saludo loi es.uagado e
morlo por huma porco de parene que desi-
bou. Alorreru igualmente Jos da Cof -
Valle e seu GiboCaudido Jus da Co,u- *ti-
ro recolbidos ao hospital do quartel da ca as-
po Francisco Rodrigues Lima, Joaquira liap-
ii:U-Pereijiuo, Paulo, Cypriama, Sira-
plicio e Sdverino escravos aeudo esles lti-
mos dous gravemente. Consta-me tambera
que pareceuterido Manuel Moreira d* Sil-
va que foi recolbido pela coronel bespan aol
Fiedenco Hoppe e promptaraeute soccorn-
do. No deseutulho al agara leito apeua
loi eucaurado o infeliz Ja^e da Casta Vaile
expostos avioleacia dos estragos, sua 011- j cima reterido. He quauto me be poui-
em piovavel e o immensa acervo de cum-
bustivel que lbe deu causa.
"vtl cojiimuuicar aprestada nenie a V. Cx. ,
com mais vagar lerei a honra de enviar-lbe
de fojos da vistas e huma illurama^a da
varias cares com dez mil e tantas luzes.
Disse'mais q* na sabe com certeza qual seriS
a causa p-.l i_.qu.il pe,;aro lo ;ojos bambes ,
parera (iue hivendit hum l*tivis/ n
quina da pilace'.e talvez o retlexa das vi-
dros ilaiiics.no laaapi) fosse bastante para
causar a explas-j n espaleti dos borabes,
supposic,io esta que elle iuterrogado ja fez
quau Ja baverj (luinze di ia houve tirabeoot
buma pequea explosia era Iradi con>;i-
ca de lagrimas vennellns leitis de calrala
strosianno e llar de eaxafre coraposi:aa cst4
mais Iraca do que a da palvora iuas>ade coa
espirito de vinba estauda esta parca da la-
grimas tambera postas da la Ja de tara da pa-
licete para seccar aosol.
Perguntada se alguna pessaz esta va de vi-
gia aos bambes, respaadeu que hi va de es-
tar a seulinellj como era cosluue.
E nada miis se Ibes pergutitJu nem res-
pandeu e Udo o seu inierrogitaria par o
achar contarme o assignau cara o jui| Du
promotor, e eu Francisca Luco dasCaagu
escrivoque o escrevi e assignei j lesuiva
J'eixeira de Cirvalbo, Joaquira Biptista
Perignua, Minaul Joaquira Garaes Lau-
renv'o Jos uc Oliveira L)r. Fraa-isca Jasa
Ferreira Bipiista, Francisca Lacio das Xigis.
Interrogatorio da guarda nacianil da naialuia
provisorio Ricarda Joi de FigueireJo,
que se acbava de senliuella na palacete.
....PeigouirJa 0:1 le se acuava ni occisia
do i 1 re -lidio e quil a cau>i deste respaa-
que entrando de seutinella 110 palacete das
aove a o.iii doras da uaaubii, acbau junta
do pilaceto dolido de fofa huras porcia
de Dorabisgranies e junta deilas balas dd
uiliereules cores loJis ejtenJi Jas a stjeirera
ao sol recebeado elle intu rogada urde 11
para que junio dells na ebegasse psssaa al-
guraj ex:epodos encarregaJas da loga ,
j jue elle inieraogaJa cura ira exictameat.
t) 11: plsala meia liara pouca mais oit
meuas depais jue alie interrogada eairau de
senliuella, titanio distante dos dos bam-
bes quaira ou cinco bracas va repentina-
mente arder loga na mencionadis bat ts de
plvora e logadepais esluuraiea* as bara-
u .s pelo que ella assustidu asura coma
iodos os mais tratira de e salvar v.s o a
incendia se com nunicir ao palacete dc-auda
comtuda elle mtei rogado terida le^erae 1. ja
huma peina ciidcjjU. (^ Jo J diC )
,------------- ^
^\. >a uivct sos.
O uunaero das yiciimas aioda nao be coube- copia do aw/rogatorios a que procedeu ju-
v^r Luit Antonio Favilla Jnior ta-
[tn-s p^ra fura da Frovincw,


I -

4
DIARIO DE PERNAMBCO
SST Quera precisar de una caixeiro p:rtu-
guea d-' idade de 16 annos para caixeiro de
ra cu para tomar tonta de alguma venda por
balanco dirija- se a roa direila lado da L-
vraaiento loja de ccuros D. ao.
r Perdeo se na tarde do dia primtiro
rl> corrente da ra da cadeia at a ra da
Gloria una bengala de honicornio un
pouco preto cono encastor de ouro na extre-
nidadesuperior ccm afirma de letras ini-
ciaes J. F. P. S. e na extremidade inle ior
com poMcira de prata ; rogB-se a pessoa que
aachoudeentregal-a no segundo andar do
obrado D. a junto a escada da cadeia que
sera generosamente recompensado.
ur Kcga-se ao& Srs. Joo da Silva Caldas
Joaquini d* Sila Pinto e Joi Dias da
Silva de dirigirem-se a ra do Crespo 4
zercarregardirija-se Gaudino Agostinlio
d.: Barros atrai do Corpo Santo O. 67.
LeiUo
^ r Que laz o Corretor Oliveira do mais
esplendi sortimento de fazendas inglesas de
todas as cualidades, algumas at -bem raras
hoje no mercado e de muitos outras fazeo-
das francesas, que se venderlo por todo pre-
co quinta feira ia do corrente as 10 horas
da mauli ero ponto. no seu aruiatem da
ra da Conceiclo n 5 } primeiro andar.
tsr Que fai Diogo Haltiday prximo a
retirarsedesta praca p.ra a do Rio de Janei-
ro por intervengo d t Corretor Oliveira ,
da extellente mobilia d* sua casa, consisti -
OT Para fora da provincia ou para o ma-
to urna escrava de b mita figura cozinha ,
lava ,e engoraras e um chronometro ; na
esquina da ra do Livramento sobrado por
cima da loja que foi do Sr. Herculano.
t^* 5oo palmos de terreno em chaos pro-
160 ocento de ps j quem pretender dirja-
se praca da Independencia n. 3j e 38 di
zer a quantidade de ps que precisa e no
dia immediato pode ir receber_____
tscravo Futidos
do em toda qualid ide de trastes da mais ur-
I.-.ja do lado do or e a fim de recebejem urnas gente necessidade muito ricos e em bom es-
encomeudaa vindas do Porto.
tsr Alnga-se urna metade de cusa canten-
do urna salla urna alcova podendo-se tam-
bera utihsar da cozinha e quintal com cacim-
ba adverle-se que se aluga a pessoa ca-
paz 1 na loja de ourites da travessa da ra do
Horario para a praca da independencia
tsr Deseja-se saber onde assiste o Sor.*
lo'. Antonio borges chegado prximamente
do Cear a fim de se lhe entregar u na carta
da importancia vinda da mesma provincia.
a> Aluga-se o terceiro andar da casa da
ra nova D. 10 com grandes commodos pa-
ra familia cozinha lora e entrada pela
iiesma ra ; a tratar na loja do mismo,
tsr Quem quiser dar do.000 a juros so-
bre pinboret annnncie.
tar Precisa-se arrendar um pequeo sitio
com casa pura urna pequea familia inda
mesmo sendo a casa de laipa sendo perlo
desta Cidade menos para as bandas dos af-
fcgados 1 quem tiver snnuiicie.
tsr
eslo a temp
ujsmo e lundigo da ra da Aurora
lado em vidros finos, loucs, e uteucilios
de cozinha fice. Sexta feira i3 do correte
as 10 horas da manh do primeiro andar da
casa de sua residencia por detraz do theatro
publico t e por cima do bolequiru e bilbar.
Compras
Urna Algebra un trignometria ,
por M. Lacroix ; na ra direita D. 58 de-
fronte da botica do Sr. Peixe ou a n nuncio.
sar Urna preta que seja perfeita costurei-
ra e engommadeira ; na ra Formosa di
boa vista terceiro sobrado indo pela igreja dos
inglezes.
"v$3i- Os seguintes livros estando em bom
uzo e sendo por preco commoio um Lexi-
cn latino da ultima edigo urna seleta ,
um Cornelia a obra de Virgilio en latim ,
um Saliuslio urna geometra de Cuclides ,
urna srithmelica de Bezout, o Thealro de
Voltdire, um Talemaco em francez, umi his-
toriada Grecia em iuglet a Iliada traJuzi-
prios com 900 de fundo con bastantes ar-
voredos na estrada de S. Jos pira a pante
de Ucho* lado da norte } na ra nova De-
cima 13.
tsr Urna negra de angola ladina pti-
ma para o servico de canon >; no pateo do Lar-
ra venda de Narcis; Jos da Costa
tsr A bordo da Polaca Sarda Copernico ,
fuodiada junta a pante da flecife carne de
Montevideo de superior qualidade por pro-
co commodo; a tratar com o Capilio a bardo,
ou na ra do Vigario D. 10 com Alendes &
Oliveira.
tsr Chocolate de Lisboa a a8o a libra,
manteiga para tempeiro a 32o dito bolaxi
do reino a no dita; no pateo do Carmo Tan-
da de Narciso Jos da Costa.
sar Estes p> antibiliosos tem adquerido
grande vantagem dos seus effeitos que de tem
negro
Pede-se encarecidamente aos Srs. que wriadaUrecw em ingiei a iliau* iraauu.
lempo devendo a fabrica de machi- da em inglez por Pope a grammatica ingleza
de Jonathas ou de Canstancio um Leaicon
msmo e lundic,ao da ra da Aurora peque- ae anana ,u uo v.,...,.... '
nas quant.as e algumas ja acuitadas bajo franc" Pur E00"0?' Uma S^ ? // V
de mandar com a b.evidcde possivel satis a- so e unB Hamoniere ou Lhomond ( arle
faanceza ) ; quem tiver annuucie ou dirja-
se a ra do Callegio ao primeiro andar do
possi
zer as suas contas alias as despezs do
tabeleciaenlo que bao grandes e diarias, a
lo;raco de uns e demora de outros nao
deao cutio remedio senao muito mais cir-
cunspconas iransacoens tu*,,, i_ annos de annos de idade que saiba bem co-
cer a vontade des prop.ietar.os fuo de- engommar n-cju,,,-u. ra. nov^ que
minuidasas v.ntagens que at agora lem of. volla para ra das triuchetras D. tol no se-
ferecio aquella oitcinaaos ag i. ullures me- 6und0 8nd6r. f'u om
ajS Urna geometra por Lacroix em
bom uto ; na ra larga do flozario n. 1J 110
partecipa as
tsr a dia 3a d> p p. fugio um
creoulo de ame Benedicta cam otfi;ii da
canoeiro, baxa secco do corpi. pernis fi-
ns tem na meio do reg da peito uoi si-
catriz larga e algimi caiua levanttdt ; qii^n
o p9gr lave a seu Sr. Vlanoel Jas Guidas
Vlagalbei na ru do Q taim ida O tsr Um negro creoulo de nana Aliijuel ,
alto corpolento cor bem prela baon pi-
recido, anda r^naz e sean barba; quem o
pegar leve a ra da senzala velha n. a ou at
ra da cadeia loj n. 53 qua ser graliSct la.
car Fugio n > dia 5 da corrente um negro
de nome Benedicto bastante futo tea un
dente falto na frente da parte de cima e tea
todos os mais maus e cheioi de pedras ha
feio bastante grosso do carpa altura or-
dinaria tem pouca cbelo at cibera, o an-
dar he meio cambaio e paxorrento p* gra>-
cauzado e de mais sao canhecidos par um sos que parece terem alguna i.U.majia, os
dos mais poderosos antibiliosus ; ua rui do dedos das mossaa miios eucolhiias eau>a
Livramenloloja D. 10. lorelha uma argola lis que pireca de auro ,
sar Faz-se casacas debruuhadas de pao levou camisa e calpas de xeliuha miud atul,
lino preloe de cores que se est uzando a tem sida visto em fora de partas ; qusu o ps-
26000. sobrecasacasa 8,ooa, calcas de pa- fiar leve ao atierro da baj vista Uda direito
no a 12 000 coletos de veludo preto a 7,ooo, primeiro sobrado de um andar qua lera ven-
daos de panno a 5oao dito* de setim de pal- da por baixo que ser recompensado.
mssu55ooi ua ra das larangeiras no pri- tsr Em 11 de Abril p p. fugio umpre-
meiro audar do sobrado por cima da refina- lo de nome Antonia de naco mo;ambique,
Ga, com os Signaes de sua ierra fetos 111 pelle,
tsr Um negro para todo o servico i na enlr as sobrancelhss } estatura regular bao
ra direita 2a. barbado sobre o pulco de humt das m>s ,
tsr Um corrame de couro de lustro, 3 bumenxisso, que parece goma, o olha di-
couros espichadas de bonitas cores ptimos "ho asado, bem ladino; entende bem do
para bahus nma cama de vento em bom fabrico de pa de iri^o, e alguma pretamp.
uzo uma parelha de colxoens de cima de *,** de que o referido escravo se actaa muito
casal sendo o do cima de l de sumauma occultamente trabalhando em uma padaria na
dous bancos obra tocca proprio para cass de Bairro da Boa-Vista, o q-ie se se verificar ,
pasto uma mesa ordinaria de um s p a pessoa que o tiver occulto ter que pagar
uma dita com gavat ludo par prev'o com- o* dias de servico comodevido merecimen-
ujodo ; na ra do Araga casa D. la a 8ua occupaco adverte se mais que
bonita figura de quando fugio levou no pes:oco uma argo-
jjos abastados.
SS7 Gasear
da Silva Froes
la
Vendas
pessoas que tem pinhores em sua casa ja ven
cidos que os vai vender vis'.o os ditos pi-
nboies nao cubiirem o que se deo e por nao
baver reclamaco algum [ nem isso era para
nim 1 fac,o o presente incluindo as pessoas
que tem os pinhores vencidos e que aind* se------------ -------------------
acboem ser. tsr Existe na cadeia um escravo pardo de
tsr Aluga-se um andar de um sobrado na come Romo de idade de aa annos ptimo
ra estrella do Rozario com muitos bous com- para pagem e muito habilioso para tudo
modos para uma grande familia ; a tratar na quinto se lhe manda faier irabalbando at
venda da quina da ra das Flores. de crpin de curiosidade na tem vicio al-
tsr Carlos Tessada Italiano propoem- gum e he acostumado ao servico de campo ;
se a dar ticoens das ligoas Italiana, Franceza, na ra da Cruz n ai escriptorio de Caetano
e rudimento da Latina assim lo.lo a eusiuar Pereira Gonsnlves da Cunta.
Uma escrava de ujum ujum,
sobrado que fica fronteiro ao do Sr. Ludgero. j (jaje e lannos cozinha o diario de uma la de ferro fexada por cajeado ; em o Oe-
Uma escrava que nao exceda de 18 c-8a na rua augusta venda da quina do posilo de agoa e Padaria junto ao Tbeatro
Peixoto.
WC9> Um silio em Olinda cam uma ex-
cellente casa para grande familia um grande
parreiral viveiro e banheiro leo muitas
arvores de fructo, e com bastante terreno para
plantacoens ; ua ra do Crespo loja U. 4>
Urna casa terrea de taipa
primeiro andar.
tsr 5oo a jao pedras de marmore para
di Mo ; quem tiver annunce.
com chos
a rxusica a tocar 11 beca e rebeco tanto uo tsr Uma escrava de naco de idade de 14
contento de S. Francisco onde esta' esi- annos de bonita ti,;ura cose cha eogomma,
dindo, como em casas particulares quem de e nao tem vicio algum e he muito deligente
eu presumo se quiser ulilisar procure no em todo o servico de uma casa; na ra ve-
mes a o convento Iba sobrado a direila indo da ponte velha pa-
tsr Mnnoel Teixeira Bacellar faz publico, ra a S. Cruz,
que tendo reunido os seus credores estes de *sr Uoze bandeiras novs de diversas co-
entre si nomearo uma commisso para ba- res para festeijo ; na ra doCabug O 5.
ltuciar a sua casa, bem como que por sui au- C*" Cha isson em cuxas grandes e peque-
ihorisacotm prestnia de seus creooies loi un das de 1 i libias ; naiuado trapiche uovo n.
carxenle encarregado das cobranca Joo .'i,a- ia emeasa de Matheus Aubtin 6 C.
noel tsleves de Oliveira (cando por isso de cT Urna taberna sila na ra da praia so
boje em vanle privado de cobrar, passar ie- p d libeira com oooooous a armacao e
cibo firmai-se pela casa como al aqui la- perteuces ; a tratar ua ra nova loja de fer-
aia eu lazer oulra qunlqucr tiansaio espei- igens 18.
toa sua casa; o Sr. Framisco Joaquim le-i %->>- O silio da Ibura que fica junto do si-
dio da Custa o qual na p.esenca dos mes- lio denominado estiva coufroule a proprie-
mos creuores icou entendido e por is>o de dade do Poca com trras proprias pluila-
nenlium tleito ludo quaulo fizer em nome da do de coqueiros e outras arvo.es de fructo,
casa dtde o da y do coircnle Agosto de com ierras para plantacoens de cana baixa
1841 oa da dita reuoio o que taz publico
para conhecimento priutipalu.euie dos seus
fietioies e tevedores.
Avisos Martimos.
PARA O RIO DE JANEIRO o Bergantim
Indiano, Capilao Coulinbo pretende sa-
bir no dia ao uo correle coiu a carga que
tivtr tem supenoies cocumodos paia passa-
geiics traa se cvm o dito Capilao ou com
o stu t,cr.signatario ftiancel Joai^uim Rac?os
e llva.
PARA O RIO EE JANEIRO o Brigue
Alaria Piimeira segu co:u toda a brevida-
por ttr pane iii coi ga a Loido ; quem qu-
para capim tem duas pequeas casas de tai-
pa e bom lio de agoa doce dentro do mes-
mo silio com 3oo bracas de matta com
muito boas madeia de construccao ; a tratar
00 oito da Maliiz de S. Antonio casa J. 7.
tsr ptimas bichas de Hamburgo ; ua ra
do Cabug loja do Sr. Baneira.
KT *-arne seica de Montevideo em por-
coens grandes e p. queiias a bordo do Bri-
gue Ameiicauo Alllla fuudeado del ion te da
escadinba da alfandega ou emeasa de Ma-
tbeus Austio & Companbia na ra do trapi-
ebe novo u. 1a.
tsr bicbas pretas de superior qualidade ,
chegada proximameule do porto no atler*,
10 da Boa-ViU i. 19,
se gratificar com ioUoja res pessai qua
o appreientar ou ainda mesma que dalle de
urna noticia exacta de donde se acha.
tsr Dezaparecea do Engenho do Guerra
na Villa do cabo em principio da mez passa-
do dous escravos de naca angala seuJa um
preto bastante alio secco da corpo, pernas
proprios quintal bastante grande, sita no um tanto meliJas para dentro, quando a;.-
pateo do Amparo em Olinda ; a tratar na da, por uome Silvano e outro de cor ver-
mesma Cidadt na ra de S. Joo D. 1. melha ebeio do corpo, par oame Samuel es.
sar Cortes de superior cambraia pintada tatura regular, e bonito de cara sem delei-
de lindissimos padides e cores Gxas a SUooo tu a pes>oa que os pegar pode-os levar ao
res ; ditas de chita muito fina a 3U5oo res mesmo Engenha ou nesta praca na ra no-
chita fina as enlos escurras a 160 res o cova- a sobrado de tree andares ao p da Ponte a
do : na ra do Cabug loge D. 4 defronte fatar com Diniz Antonio de vloraes Silva,
do cerieiro. S" s'?>o 1 Angola de dade de a4 an-
tsr Urna negrinha de idade de 14 annos, nos, baixt., grosso do corpo fula, vestido
cose ch engomma liso, cozinha o diario de de ceroula e carniza de algaci de Minas;
uma casa oulra dila de naco cozinha, la- ladino e muito proguosiica fgido segun-
va e he quitaudeira, cujas do-se a contento; da feira uoite do da 17 de Maia p p., e lem
na ra direila L). ao lado do Livramento. sido encontrado ua Choia-meniaos Mag-
tsr Um venda a dinheiro ou apraso com daleoa e Fora de Portts, eHypolito, tam-
boas firmas ; a tratar ua ra da Guia n 5. bem Angola baixo, de idade den a 12
tsr batatas muito novas e de boa quali la- annos muito esperto fala carrenlemente ,
de prximamente chegadas do Porto a 1180 pareceudo creoulo ; vestido de ceroula de al-
assim como sebolas ; na ra da cacimba ar- godao de Minas sem signal de naca re-
mazem de Paula Jos Alves da Silva & Ir- Unto de cor, com o ro-to e dentes compri-
dos : desapareceo sabaio noite 5 do cor-
Chitas finas de cores escuras de bom rente mez de Junho na occasiaem que hia
a 7400 e a aoo rs. o covado ditas para o sitio ; julga-se ler sido deseucamiuha-
francezas brancas e de cores a 6800 a peca e o do por seductores ; quem dos mesmos tiver
cbvadoa8o, ditas de dilferentes qualidades uolicia dirija-se a ra do Vigario D. n a
a 6aei3a, cassa re quadro a 3ioo a pega tratar com iNuno Mara de Seixas, que gra-
de 10 varas emeia ea ja o a tara ditas tificar generosamente cam tooUoao par ca-
bjrdadas de cores cam 8 varas e meia a Jooo, da um.___________
cambraia lisa muito fina a i\oj a peca e a
vara a 6eoo, peejas de brelanua de rolo a i8jo
ditas de maapolo fiuo camiseiio 1 /jjoo,
4000 e 3boo, lencos de cambraia tina a 3io,
uilos de chita grandes a itioe aoo rs. meias
finas para senbora ditas pretas para homem,
veludo preto a 35oo pannos para mesa a
1200 brim irausado brauco a 5iio dito de
hstras a 4..0 miiinodeuas larguras a 800
o outras mullas azendas por preco commodo;
na roa do Queimadu quina do beco do peixe
frito D. i,
s^r Duas pretas mocas de boas figuras ,
cugommo coiiuho, e cosem uma mola
la ue lUade de ao anuos cose engamma e
veste uma seaiora 4 escravos muito robus-
tos para lodo o servijo u dito bom cauo-
mao.
gosto
Moviiutto do Porto
eiro e serrador t uu dte m coziuheiro e
serrador \ na ru de agoa fe.\casa terrea
t*T Semeutedecouvede boaqualidade a
NAVIO SiHlOOWOPIA 7 -
Rio de Janeiro ; Galera Dinamarqueza Gatha-
rina Cap. C. Dracber carga lastro.
SAHIUOS WO lA 8.
Rio de Janeiro ; Brigue Brasileiro Passjse
Victoria Cap. Manoel Jos Ribeiro car-
ga sal e mais gneros.
EN IRADOS JNO DIA 9.
California; 4 mezes de viagem, Galera Am-
rcana Sarab de 480 louel. Cap. W.
Skeddy ejuip. ai carga madeiras de
tengir a Josep Ray.
Macei ; io boras Escuna Brasileira Bella
Americana, C o i, Pnenle Candido
Jos Ferreira condnz 5o recruta s,
RECIFF NA TVP. DE M F .. -J iii


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