Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04242


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Full Text
-?**>
Aniso de t8il. TangA, Feiri
Tudo a z/ra depende da nos maamoa ; da nosta prudencia, modera-
ei(j a enarena : continuamos como principiamos, e seremos aponanos
com ad-niracio entre as Naees raais caltas,
Proelamaco da Asscmblee Geral do Brasil;
)-
" Sofescrcvo-ee par fn'ha a 5Jooo por qnar.tcl pagos adiantadoa
resta TTpografi ra das Cruzes ti. o, e na Praca da Independen-
lia, n. 37 e,58, onde se recehero earrespondencias legalizadas e an-
ouncios, msinndo-sa estes gratis lando dos proprios asalariantes, e
?iodo aasgaado.
PARTIDAS DOS CORBEK>S TERRESTRES
-
Oda.de daljrahir>a a Villas de ss* pretenca........
Dita do Ufo Grande, du Norte, a Villas dem.......L tt .
Dita da fortaleza e Villas Ida.o......f.......|Sej..SUi f.n.a,
Cidade de (ioianna ...................../
Cidade de Olinda......................Todos os diasj
Villa .de S. Anlo ...................... Quintas letras,
DiU deGaranhuns e PovoacSo do Rondo.........lo, e 14 de cada mes
Unas do Cabo, Serinhaem, llio Formoxo, e Porto Cairo. 1, 11, e 11 dito dito
Cidade das Alatjoas a de Macei............Idam dem
Villa de Paja de Flores.....................Mea ii, dito dito
Todas os Correioi partem ao meio da.
3 Da Acsgcu X. >/. IG$>
PH.SS DA LOA ISO MEZ OS JUN
La C'tea a 4 as h. e lo &. da loan,
lluart. mmg. a 13- as 5 b. e 36 id. da mu
La Nova a iq as 4 h. 5a . as 8 f
Qc .rt. crese. a i5
h. e 15 m. da lard.
tiart thtia para da 3 re Agosto
As 5 horas e 18 minutos da tarde.
As ."i li.ra; e S minuto* da ramli.
CAMKfOe. o st> 1
Londres......3o l/id, porifboocei.
Lis>ca......8 p^r ojo f>rn.ie> |' metal ..(TcrecHo.
Franca...... 31o re*, perfranco 1..1 o \.:.. a.
OUO Moeda de 6Joo seis, relhas U6*> US*"
M Ditas ., "<*" uf Ditas de aooo res, ifo 8# Yv>
Pl\ATA Patarce Hrasilfliroa i^rjao ij6;o
,, PeaoiColumnai/os-----------i/fii? ijo/io
M Ditos Mexicanos ------- lirioo ifHo
Miu.'a. ----'L-----------i#W- tlilto
Disc. de Hlb. da Mf-ndega 1 i|8 por loo a.) me* I o|o
(atril ile letras de boas firmas 1 ip 1 i|4
Mceda de cobr 1 .i ico de disc. o par
DAS DA SEMANA.
a Seejun.ii N. S. disAnjoi. Anuencia do Jis de D.reilo da 2
Jvara.
3 Terca l.v li Purpjiaro. -- Helarlo e and. do Juii de Di reto 3a
4
5
ara,
6 Seiti. S. Xisto I. M. Au fencia do Juie de O. da |. -.
7 Satn.aiUi S. Cu tui'. Kelai&o e audiencia dp Juii de D, da 5.'
vara.
8 Domingo S. Cyriacu M.
Quera h. Alistare H. R| Aud. do -luis da D da 3. vara.
Quima N. Sur, das Nev.* -- Au liencia d> .luis de Direilo da a.'
vara.
P JE 11 M A MBU.C
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 3i do p p.
Offifio Ao Extra. Presidente da Provincia
r?p Santa Catharina enviando-lne a guia do
Crngiio Mor Sofero Jeaquira de Sotiza que
requesitou em seo ofFtci > de v$ de Junho ul-
timo.
Dito Ao Exm. Presidente da Provincia
do MarenhSo acrusindo a recepgaod eo of-
ficio de 4 de Mato ultimo p signifi-nndo-
Ibe que a bordo da Charra Amphitrite
-che{arao as nove praess cmst.intes das guias,
que acrrpanbarao o dito cfirio das quaes
vao ser embarradas para o Rio Grande do
IVorte quatro que pertenrem aquella pro-
virria.'
Dito AoComrosndante das Armas, com-
rounirando-lhe que foi excedida ordem ao
Inspector do Arsenal de Marinlia cara faaer
i.'esemTiarcar e recolher ao Hospital Regina' n-
tal do Hospicio as Pracas de rriroeira l.inlta
e recrujas vindos do INorte a bordo da Char-
ra Ampliilrite e que se acho doentes
de bexigs ; cumprindo, que os laca sepsrar
dos outros doentes que exislem no referido
Hospital.
Portatia Ao Inspector do Arsenal de Vla-
rinlia para fa'ser etebarcar e recolher ao
Hospital Regincental as pracas de primetra li-
nba e os 1 erratas de que trata o precedente
otEcio-
CBcio Ao Inspector da Thesouraria d*
Faseoda transroittindo-ll.e para lertm a
dtvida txecuco as ordetis do Tribunal do
Thtsoutouro publico JNacin'I de nmeros
5a e 65.
Dito Ao Prefeito da Comarca de fJara-
nhuns, enviando-lhe quatro laminas de pus
vaccinio, que requisttoa em seo officio do
1. do coirente.
Lito Ao rresmo sipuificando-Ihe em
resi-o&la ao seu tiino de 4 do correntn pro-
po: Cocsmeios queju'ga mais convenien-
tes para calhequisor o Indios Selvagena, re-
sidentes ras Hibeiras des .Vioxo' eWavio;
que nao pode ser gu| t6titn o que requesif,
por iio ter a Le do Orea metilo do presento,
auno hiiuiceno consignado quautii alguna
para um tal objecio.
Lito- A o Inspector Geral das obras pu-
hlias, siguiltraiido-lhe que nao obstante
aa. riisdts que expende em seo cfficio de 59
do crtente escusaudo-se de-inspeccionar os
Irtballios queesio a cargo do > idudo i. da
l''. &. dt li^ueredo, e piss'-r-lhe os atles-
Udos.para poder ha ver us respectos ven
.ciaentot, que de*e exeiutar a ordem que a
tal resptito ihe loi dirigida em 37 da cor-
renU miza \
Lito Ao Cotrmfndante da foicpanhia
ligenra de que n^st oonfjrmida le fe'i xoedi
a conveniente paitp-ip-^ii uo Admin isador
Fiscil das1 obras pubii^as.
Dito Ao Administra !or Fiscal das obras
publicas communcin-1 a-lhe o conteud no
precedente offi i).
Dito A Cmara vunjeipal de O'ini. or-
denando Ihe, em respeta ao sen cfB'ij de
16 do corrente que ponKa n^vatiniie em
praca a arremaltac das carnes ver le d > sj
Vtunicipio, t\5l3 obstante ter a andado em
praca semelhante ontracta e nao lerem appa-
recido licil^nles.
Dito A Caman Municipal d>* Sinto ^n-
lao enviando-lhe quatro I aminas de pu* vac-
cinieo, que requesilou em seo olheiode 9 do
corrente.
Portara Ao Director interino o Arsenal
de Guerra para mandar pir nos quartos ,
que servera pira a arrecadaoo o reserra do
armamento das quinta e sexta Comii.inhiis do
Corpo de Policia o cabidet e sarilhns, que
forem indispensaveis. confirme requesita o
Commandinte Geral do referid 1 Corpo
Officio Ao Commandante Geral do Cor-
po de Polica, communicando-l!ie a ex ped cao
da ordem supra.
THESURARIA DA FAZENDA,
Expedieote do diai a g de Julbo.
OfBcio Ao Exm. Presidente do Tribunal
do Thesouro publico Na?innl parteeipindo.
que por se acbar authorisado nara enviar ao
mesmo Thesouro qualquer sallo disponivel
que exisiisse nos cofres da Thesouraria foi
recebida a letra que inclusa acomnanhava di
quanti' de 5.809119 J5 reis a 8 djp da saque
da Thesouraa (la 'rovincia da Cear sobre
o rcesrco Thesouro dando e em pagamento
escritos da Alfandega. com o praso de dous
meses.
Dito-Ao Exm. Ministro e Secretario de
Estado d s Negocias di Guerra, com a
tonta em resumo d,i despesa (rila por esta
Provincia com o IV^inislerio da Guerra nos
tres meses de Al"l Junho do anuo finan-
teiro prximo lindo e a do secunda semes-
tre do mesmo ntij.
Dit->-Ao A iministndor di Racebedo'ii de da ju^tica. O^ amantes da calli^raphit a de -
Rendas Internas temetten lo Ihe com o otficij vem examinar de perto; a prese-i ti hun sin -
do"FscrifJ da Chancellara de Joeac gularidade de que nao padeai* ore-cin lir de
r"nt>" a nertidJ i rtn o acompinha de 6i ad Ii ( laier mencao e he que a ultims pilavra di
t5es da Risima que se aveibirao a nal constiluico .cabou exaetmertte ^eu dimi-
dnque feiti o Uucamenta proceda a compe-
tente cobranca,
Oiversas Uepartic>os
OBRAS PHLIC\S.
i'cl \ .Vlnainistracio Fiscl das abras publi-
cas, se avisa a todas as pessoas que senroo
sero a construir madeiras para a ponte do
unir a leira n ) Ii n d < ul:imi Im'i 1. O acta
addicional faz ali corpo narte cano a dir ; e nao podemas dar djlle melhor il;a d 1
que omparindi-o pela forma dn fjl'ietms
do nosso jornal. O verso dj pergatniiliu tu-
da trar..
OGLOiaO HlPERlVIi Esta insi.pii
indispensivel uai sj|tciu'i*s das incridjer
lie huma peca digna da ser oh e he obra do Sr. VI*rin. Is huroi esohers
Recife, pelos precos promettidos nos diver- armiUapde (J t ,e<, na e.lyptic i-aes-
sos annuncios lettos pelo Ulano det Cida- ,u j______ ____,.j. _.i...... .1.__i._
Lito- Ao Exm." Presidente da Provincia e tem n* laniiqa a urmas partugunzis.
de oper&rios signiicando-lhe, que vulo m-
tormar, que a>otora da Casa da belato, qu
est a seo cargo pode conti^nir uuicarrente
cco.es Ergajadua, nmcendo es-es o jornal
rebUiclo que o Gcverno est obrigado em
viriude do contracto com eilts praiicato e
que o mesmo Loiimandande nao re-lau.a o
or'knedo que se ll:e Biandou abonsr roovo
Luetlor d nesma br, fonteutaudo-se com
o-que \tue como Comnoandante da referi-
da Conipbnhia Ihe oidena que sim
prtctda, tORM neo a Piesidencia no seo zeio a
em dd mencionada obra j beando na iniel-
de que serio pagis pelos referidos nreco
cquellas que forem apresentadts ate! o dia i5
de Agosto prximo indotiro com as cir-
cunstancias e das qualidades declaradas na
encoromenda e que. as que vierem depois
do di-to di* 15 o \ ;s pelos pre.'on passad>s porque se compra-
rao para a ponte da lin-visia.
Admiuistracio Fiswl dos Obras Publicas
a2de JuUo de i^gi.
Motira,
Administrad.ir Fiscal.
. Mlllai
RIO UE JANEIRO.
COROAgAO E SAGR\CAO" DE S. M.
O IMPERADOR
Jnlfamos que os nossas leitorea ler cora
muito prazer a sejjuinte descripeo das insi-
gnias imperiaes a que se refe'O o progra nma
da coroacodo nosso augusto momrrhi.
O MANTO DD FUNDIDOR DO IM-
PERIO.He de veludo verde, com tarja
bordad. se mea do de esrrellas de ouro e tor-
rado de stMim amarello Consta nue (ora fei-
to por a'gumas sen horas de alta categora em
3o das ; a brevidade do iei/po. despulpa a
qualidad* do bordadi)
A ESPADA DU FUNDADOR OIM-
PEHlO.-Esta espada, que penda ao lado
do iromorlal fundador d* morurchi 1 napri-
meirq e m.ais glorioso da do Bra'il ite do
prala douada e de excelente valor; ojju
fomprimenio hehum poueo al do ordin irio.
informando que nai (jumiiis manadas pe-
lo Exm Ministro d. Manniia para serem
despendidas Jnesta Prcvin-u por conta Au
resredivo AJinislerio durante o correotean-
no f'nanreiro 8cb_a-se a d^ 6a6U 565 rs
para ser epplicada a desbeza do i* a rol e
I5arcas de soctono sem declarar a jue per-
lence a cada lium dtsles objectos ; rorein em
usa do i-riig: 5. 1 5 d/i Lei do Orvamento,
nao fe \ ode duvidj/ de que celia se.CQ:npre-
hende a de 600U reis aniiii"e.-, ou 5,oU res
mensaes a Admisir
Oilo Ao aesmo Lxm. piesidenle da l'rp
vincia, informando o requerimeriio tie J,oao
Kodrigues de Miranda pecimio a VI u
Imperador ser confirmado uo lug-r de secun-
do E^crlplulallo da masma n-teuiJo'ia.
Dito-Ao Juizdc Uireilo.do Cnme di Go-
mare do Pao do Alio acusando recebpiu
seoi.fficiu de 'gdv'Juliio ultimo, ^iiraaeii
trega do Livru para o Uncau-culo, >i-a a
L' gislalivt-3 e Fxeculi'os e siguiticau'io-
II c que nao Sdbendo -s dimences e pume
ro de folhas que deve ter o meso o Liu< ,
e diiinasse om/ra-lo, comminiuaiuiu t
queuu dtve ,er entregue la imuorlncia. j g.ia,Uu.do U- acerti-fu do ulula dis q go.ios
bandeja em ijiit; ha de ir esta espadi cnsta-
nos que ira' lium livro com cap| de ve.uJo
verde 110 qnaij se ie o fi.i>0V manifeslo a>
naques moa'.raudo as moa quq s^istiaa ao
iazil pr.i decl.iiar asui indeu^O leq.i.a1, e
a caita d'i. tecoubei i rento deha >. caberlo lu-
lo pul bu ai io da lupcriaj ordjm do Gru-
t 11J. Ems insignia^ syinbolisio a voniaJe
,:h'Coii que o ilruz>leiros tfi.uA-j ieu
lium piiiuijie magnnimo fisura? uiuiapli>r
4 tua iiidepeiidciiLH. V't--e Ii ftuifSiij au-
,;uiu de 0010 co;u nu lico (tunipe, digno, de nossaS saudades,
ira,ii n > l ,,l, 1 -- IMJErENOENClA CU JfoKTB,
0 a CN^iitLiGiU' u l-.PEHIO.-
I'^ta iu>'g >u hfj ytiti* iandamentil Ue uos-
aaji lii-fiu..des JliltJa ian\:d> po/~ acuelle
ried'o' a quein pire.o .no i'i-os disse : les
IViru, el supui i.iue ^ir.im uj u kabo, ele -
be i(; 1 1 de ui 1 a aiveucj : le ha-
,, .. ( a^iua d- pe/gt.uiiiii.i us.zgr.iule con
tig.si.s e piala 1(040 noj.t.igulo* esiiUe-
r#, ai!i.il...ics : lie m-uins .nolo Ctrab.illio
trelias de ouro e cortada o?l crut d t or n
da Ciiristo de ouro e ricimente esoal'.aJi.
Concntrica esp'iera armillar ht outra e<-
phera que he tambero cariada pe crut ,
na qml se le Pedro 11 inp^raln do lira
zil. tSdejulho d i*H. --O p em qua
assenta esta esphera he. da n vrado e lera por baixa o grande sello impe-
rial. Este globo do imperio oci-ideutal traz
as re niniscenciis das araus que el-rei D,
>lanoel deu s Ierras de Caiiral preen-'lie a
sijjnruaco ailnbui J1 ao globi iaaoe'-tal e ai
grande sello nao devendo oinitlir-se q ie ha
cor.ma loia esta peca pir ha mi pe.pasui
cruz de ouro significativa do padrio qm Ce-
dro Al ves Cabral fincou na cori vermelht
em Porta Seguro. A cruz de Crirst? pire-
ce-nos syinbo'isir que tolas a*con pjistia >?r-
ten'io ao gri-mestre da ordem daida qua
el-rei D. Diniz- a reforman e queadotou
com varias ierras dos Templarios e co n as
futuras conquistas 1 daqui vem queem todas
as''alhedries do iirar.il sa v lium mirca da
marmorecomo na igre:a de S Seoastifoa qua
tem de hum lad 1 aa armis retes parta ;ufzi>
eduoutro a cruz deGluisto, sy nbjliandn
tamben iito areuni.au da |u -I <-. ;; a > nestra-
do caroa poriu ;ii'i. Permit i)oa qm
esie luonumenla lit4a*Y<*> q^jen nada ol
tendea indop-n i *iuia >11 iroiei) da dia:il ,
nio solfra a mes .ni destrnijio iju ten solri-
do as armas rHaes i* dos vi ce-res o de ou-
tros g ivertudore qm e.i;;irii inonu nenio*
ii.. ;ii .11 11 --.i.' imoeri > e euj u 110 n^s esta
escripias con tian os 1 wau-.ooii u
varan li da si r.icaa de S. VI I., aulislt-
tuindo se-llias > armas bi'iziletras qu^ far-
tuao hum anaelironismo leruve. para a p>s-
t-idiJe que nio saliera fixar a ooei ero
que cada lu n desses urbnaroentot foi erigido.
O ANJsL.-Es1* insignia que 5. .Vi.
deve irazer no deda annalir di ma direit .
he di ex-i'it,a c.a rica de bullanles pn nip Lame o d>
centro. Asui cravaco exceda tolos o d-
se jos : o aro he de delicado buril-, rep nen-
ian Jo dous drjg es presos pala caud
A> LUVa> UANDlDAi Siad s?li,
e ten a< aroiaa o laipjno rici.ua.ae bo.Ja-
da dobra do r Paibares.
O W.uNl'O UO I>irc>ttxJJR. Ilodsy
veludu ver.ie lona.io doliii.ui de.uro: *
ii 1. jue o oir.i he d numi 1 x-^-u ailcn
de Ja a exre*si'. O corpo d e .iiiviaa,-
la.sy 11 einc.i.nenie serondo d-.i es,.iei-.s es
(reiiise UragOes de una eiecu^io taiqvia
leixi eaa duili su a boiJaUo on UraJjj
,u.il. I',in |iJ.d be 00 a do. ai a, I), llosa
de Lima. Ainuiyi im^trial ha dep.pisde,
l..aiio.
U CEl'Ili'J.-- He de oarp missijo 04



I

r- ajaw- *^ -- *
MARIO DE PEANA M BUCO
rn nvio ao 5r. D. I'edro I ti n- do que circumda a eabeca he rematada mosjpara nos que a dissolucioda caanra-ves -
crusnu fen cU.anle constituido austra
cinco estrellas de lieos brilhantes esto conve-
i euro
rr-if ;rdi i 1 es de bfilbfrtitea : lem de altura 68 pole-
adas.
A ftiO' TA JISIICA.-- A este le igu-
al ir (i n no nio do sceplro. A mo que
crea fil | eia I t fiaran ente a nao direita
de S. A'. ). que se dif.nou consentir que fisse
norelada toi gesso pelo Sr. Marcea Ferret ,
to da 7 de narejo do rorrente anuo anniver-
sario de l \ tu dia atsaz ntnoravel para o Rio
de Jareiro. lita teca le ejecutada pelo Sr.
Ai-.tcr.io Jr quien de revedo Y-seem ro-
da do finio luna itnda de prata -de t-xe-
euto ierftita. l'.um letre uo gravado expli-
ca o ote (citemos de referir. Marcs-se des-
ta ido a o lenlo da nao do inuer; dur na
peca de tua f< graejo e nao pedemos Ceixar se Espada e de Santo Andi- da Russa.
de iri) uir
por bum rico fecho de brilhantes que se v tal deveria serum dos primeiros actos dos
pela parte posterior da cabera. successores dos tres Antonias ; tudo infeliz-
A espada que cingir S. M. forma huma mente mostra que o ministerio nao enrarou
como nos essa necessidad ; sua pdilica de
condescendencias, de contemporisaedes nol-o
i
elegios a t,uein quer que losseo
autor desta idea.
, A ESPADA TO IMPERADOR. He
hun a jeia liquissima que te esrima geral-
nente ib 45 rentos de reis. Tem o feiiio de
luna ciuz teutenica enriquecida de gressos
hrilbiUs. i\o punho entre duas paluas ,
l-se 1 edro II. Estas pelavres estao cerradas
pela coi a ducal de 15r;ganca feita de bri-
llantes embos. J^a parte supeiior da es-
pida y se ihd seo real, de viseira abla .
c teda a peca Le rea atada pela ro a ia | ei ial
adaaar.iina, com forro de esmeraldas. A bai-
nha ttm 8 beats e pcnteia ligado ludo.por
luna fila de ouro ts- lupulosamenle lavrada :
tiestas | ei es la n vitos Li illa Mes. A bainha
le Liana e ei.ieini/ada, e a lanina edanas-
cilla mu leolres de curo. Reconendan es ao
publico a inspectio desta peca oue foexe-
cutido pelo ir. Alanoellheodoro Xavier.
A CCRGA.-Tm torbese hun a cinta
de curo e le helada poi oito cintas impe-
rites do nesmo nelal, que l'omo buma
figura etni-oial. l\'o remate lem huma cs-
pLtra de curo que sustenta buma ciuz, A
altura da coroa he de dereteis pollegadas.
A Lase da roroa he ornada de riquissirxas
pticlas e biilhantcs, e as cintas imperiaes sao
divididas por 6os de brilhantes. A espbera
ttm no centro Lum circulo e he cortada ver-
tiealn tule por bum neiociitulo dasmtsmas
dn.s. A (luz que coioa a insignia he tam-
tm de Lilibantes. Esta peca traba 1 hada
cem a naior elegancia he obra do Sr. Ma-
rn; be avaluda em duzenlos e cincoenta con-
loa de reis.
As bandejas em que cada huma das insig-
nias suso levadas 8 igieja sao de prata deu-
jada de lum liebalho liqussimo, digno
de ser observado pela anliguidade do seu va-
lor e 11 la sua Lia douradura leita pelo Sr.
Eontaine.
1 --Terdo tradado das insignes propiamente
ditas ifciiie-M.s que Cevtnos desciever
nnitru a ueceira por que S. M. 1. hade
jr vestido do pato igieja.
A'tjcepcc do manto de gram-mestre da
crdem do liozeiro aquelles que viio a es-
tn pa das vestes do aperador tiancuco l ,
av de S. M. 1., sebeao que sao as mesmas^
ji as sos que as nao viiio irenos que ii
calcado cena coturnos de setim branco belda-
dos de oui o tende na imite dous lacos com
dous solitarios estimados em mais de cinco
ceios de reis. A bordadura he do Sr. lJa-
Ibaits e a luna do Sr. Domingos. S. M.
traa calces de neiaae seda branca inteiticas,
c buna teste inj eiial Loidada e recamada de
vt h.to branco, a qual ebega altura dos joe-
Jl os e abre na frente chertcendo vista du-
as bandas toi ciadas quesibtm e conlornao u
gola obla tudo do Sr. Llaudino. A facha
que orna S. Al. be de setim branco borda-
da de ouio tu. cujo laco que fka do lado ,
esta stbie-posta buma rica flor de brilhaulesi
duas ponas desta facha tendem do lado di-
itilo j dous. lacos de setim boidadode ouro ,
ttiminando no cti.uo por hum de brilhantes ,
fiendtm e tcbrtpctm aos punbos cit renda de
i- riiia. aai.lo oe cavalltiio graiu-mesti
he de tsecniia blanca conlomaaa de estrel-
las aruesclaras e ttm por caleci hum ri-
co collar de Lilibantes e patas e o cracb
da oidtm do duzeiiot cse aanlo ttve le
tinco varas de ccnprimtnto e sera suj por-
tado pelo txm. taaaieiio-nor. giavala
deS. \i. 1. he deitnda de Francia, que
lebsle tm duas poetas na lrtnte entre as
quats se atha huaa ciuc giega ci briJbaules.
capactle de covalitno, tito pelo Sr. J a-
Ibuts asstB.elha-te ao doimpeador Eran-
cisco 11 he de vtluao Li amo boroado de ou-
lo e lem a aba Ironteira mais t levada. Hu-
lea rica presilba de bilibantes serve ue baae
ao laco nacional esmaltado o qual lem por
cima buma coroa de brilhantes, do centio da
9mianhtm Ues plunat. Huma U de vtlu-
nientenente colloradas tendo o punho e cruz [ prova al evidencia. Diremos anda mais ,
da espeda que sao de esmalte a?u! claro "3 sabemos seconveria muilo urna dissilu-
cutras estrellas de esmalte branco. Esta peca,' cao quando o ministerio j lem perdido i
digna de ser observada be da execucio do'ruezes para a recrgaouaco do paiz e tao
Sr. A.'aiin. As luvas sao de seda azul ciara frouxose aprsenla que deixa que una Oltoni,
cem huma cruz do Crureiro na parte superi- que um Limpo que um Antonio Carlos ,
or ; os cordees e alamares do manto sao de corypheus de insignificante minora, insul-
itlroz a/ul claro de grande peifeicoe dif- tem-o aohincalhem-o e uaidem lodosos
(culdade de execuco. seus desejos de bem publico, e que outro de-
Ci nsla-ii ;s que S. M. levar por cima do putadoameace secn disfarce ao moaarcha se
manto os collares do Tosi de Ouro da Tur- entender que deve usar de >m direito consti-
tucional Cerlo urna cleico n'estas cir-
cunstancias i quando a accio c^overoativa
quasi nenbuma qujndo o partido desjrg<-
sejao mais ricas as vestiduras imperiaes'com nizador esl ainJa arreg4meiilado e senbor
que d'alli deve voltar ficai S. Al. muito de lodis as posi^oes qu.aido nossos co-reli-
mais elegante com o piineiro trsjo do que' gionarios esli amo-lecidos detgoslosos se-
com as vestes imperiaes. A canJura vai coca ra urna e.lau.idade. Assim pois trauquitli-
J le desta maneira que S. M. ira para a i-
greja e permilta-st-nos dizer que, posto
acaniuia. Al. voltai com o mauto im-
perial rom d* col lar da nica ordem brai4lei-
la que o tem com a espada imperial, coroa,
sceptro luvas candidas e annel* A nica
ordem que levar na facha ser a do Crucei-
ro. O medaihio obra do Sr. Renassi, e o
cracb sao de brilhantes.
O m.desuvel levai bum manto de setim
verde forrado de seda branca ( cores da cata
de liraganta) e semeado de estiellas de ou-
ro e buma mu?a de arminho branco de
que tambero se contorna o maulo. Trata bu-
ma coroa de conde, de ouro, com bum cir-
culo de Icsages de topasius brancos e verme-
Ibes : agorra be de veludo verde com fios de
ouro, eq estoque de ouro, com as armas
imperiaes no punbo: a lamina be tiiangular.
Este estoque j servio na sagracio do Sur-
D. i'edro i.
. Consta-me que todos os insignias esca-
rio ex postas, desde o da 18 al o da -i3
inclusive na sala do banquete]t para serem-
vistas por todas as pesoas que se apresen tarem
decentemente vestidas assim como as salas
do paco e verandas as quaes serio franquea-
das ao publico deste s b horas da noite al as
lo, sendo a entrada pela cancella da ca pella
imperial e a sabida pela escada grande do pa-
co, No dia 18 abrir-se-ba mais tarde.
Consta-nos tambero que a meza do
banquete imperial estar armada durante os
sobreditos das para ser vista pelo publico. A
sala do banquete he a uova que se destina
pf>ra o throno. Provisoriamente se deixou
huma grande porta para q' os espectadores q'
nio lem lugar dentro desta sala possao gozar
da vista do seu menareba e de SS. AA. II.
Esta sala, novameute acabada nio pode ser
zem-se esses Srs.
Seporm a Providencia ,?*que tem velado
sobre os destinos do Brasil, diguar-se mostrar
ao ministerio o abysmo em que a cmara de
184i l<*m de precipiUr o monareba e o paiz ,
se se convencer que deve aproveitar esses pou
eos mezes de iregoas que nos forana concedi-
dos se se capai itar que absolutamente ioo-
possivel qualquer Irausaccio com esses ho-
rneo* que so com o dominio se Cdntenlan e
a querem o dominio para saciar suas paixes
ignobeis e euliegar as hes^orides do pdel-
as devaslaces dos rapa/es^ inconsidera-
dos ** j se eulao souber o ministerio recorrer
s medidas de energa que sao precisas a fioi
de preparar o paiz para urna nova lula elei-
lorai ob 1 veua ao depois a disso^uco da
cmara da auarchia etudoestaia em cami-
uho de salvavo. Por ora porin nada recci-
em esaes.Srs,, nada os ameaca.
Mostremos no entanlo quio 1 uteis sao os ar-
gumentos de nossos adversarios contra a dis-
sotuto moairemos que, se a frovidencia
condoer-se do imperio e da suas iostituitjo-
es ser esse aclo nao s necessario como sem
perigos.
iN'um paiz em que to fcil a organ-
zaco de maiorus ditcm o ooasos ^dversari.
os o ministerio nao deve recorrer iis0_
lucio da cmara. Assim pois ailiaQcaai
elles ao gabinete.uma maioria e n'isso qUe
vemos urna supplica urna humilbaca para
ellts } pois sua linguagem equivale a est\iu-
trai nao sao nossos principios a con-
beivafo de nossas posicea iudividuaes que
delendemos -, conservai-nol-as nao dissolvea-
do a cmara de que fazemoa parte, e d.r^vos-
emos maioria. -- Cerlo nio oreceiode
vermos um ministerio amigo da ordem e re-
pintada por estaiem as paiejes hmidas mas organizador euconlrar na maioria da cama-
est forrada de rico papel, e ornada com dois ra de 184a um obitaculo a seus projectos o
quadros que represenlao: o primeiro, o fun-
dador da monarebia poituguesa e o segun-
do o fundador da monarebia brasileira. Es-
te be do insigne Lebrel, e aquelledo mui
disuado artista Siqueira pintor porluguez
bssazillustre eeonhecido.
--- l\io podemos deixar de tributar nossos
elogios a quem leve a feliz ideia de reunir os (
dous fundadores de duas grandes monarebias meza dos predcelos. Sim qualtjuer muiis-
no sali em qUe S. Al. 1. tem de banquetear- terio lei maioria entre os escolbidos a dedo
"Jo vista as tffigies dos,hroes que pelos Srs. Andradas.
Alas ser a dissoluco queslio de maiorias ?
JNio t a dissoluco da cmara de 184a io-
que recelamos. Sabemos que as eleges
vestaes nio cuamaram em geral para a cma-
ra seno bomens sem consistencia pela mor
parle verdadeiras/'alf.ias deeslalagem 5
sabemos quc entre os idolatras dos tres Anto-
nios avulta o numero dos Abyssioios ; o col-
legio cacelivta da corte em novembro e de-
pois em abril deu-uos o barmetro da r-
se ,
deve imitar.
( Jornal do Commercio }
SARGRAM-SE EA1 SADE.
dispensa vel por piincipio de pudor se que-
Causa risco na verdade, ver o esforcos ; lemos que o systema representativo nio seia
que vo fazendo os bomens da imperceplivel entre nos urna verdadeira cbimera indis-
ainoria para susieutaiem sua spes ultima de 1 pensavel para conservar a pureza dodo^ma
dominacao sua predilecta cmara de 1842 constitucional, a liberdade das eleiedes. 'io
dignissima filba das Vestaesmerelnzes do Sr. j foi s n'esta ou n'aquella provincia que as e-
leices furam feitas com o emprego da fraude,
da violencia com o desprezo de todas as leis
a impieusa e alribuna lem revelado altenla-
dos inauditos dos ministros de ai de juibo e
de aeus agentes para vencerem a todo o cus-
to em Minas em S. Paulo, no Rio de Ja-
neiro no Cear na Parabyba no rlara-
nhio. Ora, quem julgar de todas essas nul-
idades ? a maioria da cmara de 1842 isto
Limpo, parlo monstruoso da mais infrene de-
magogia, Concios de que o mau fado do
Ura/il nao pode ser tal que nos d um minis-
terio que se resigne a aceitar essa cmara, an-
tes que ninguem lenba discutido a necessida-
de de sua dissoluco vio elles desde j pro-
curando iemovtl-a e para isso incutem p-
nicos terreros falsifican doutrinas cuntes-
tem direitos constitucionaes e al, com a
dignidade que Ibes propria humilham-se
e pedem proteccio, e com o monarchismo de
que sea pre bao dado exemplo ebegam a di-,
recta e nauiiestamenle ameacar o menareba
estpidamente parodiando o -- senc, nao.
dos Aragoneses. Sua imprensa seus ora-
dores no parlanento nunca esquecem esse
deter. Tem razio a consciencia ibes mostra
a justa uecessidade d'esae aclo a pouto de se
peisuaduem que aeus adveisarios o bao de
Ion osa me nte praticar e por isso o conjuram
com todas as suas forcas.
t. urxpre porm que se Uanquillium ; t-r
aquelles mesmos que uio leriam oblido os
mandatos das provincias se nio fossem essas
fraudes essas nullidades ? 1 Assim pois jo
depulados de Minas 8 de S. Paulo 3 dos
10 do Rio de Janeiro, 8 do Ceara 5 da Pa-
rabyba 4 do Maranhio serio juizes de sua
propria causa E' para evitar esse escnda-
lo cujas consequencias sio por ora incal-
cuiaveis que nao deve governo algum re-
gular sanccionar com sua acquiesceucia lio
lunesto precedente : se o fuer preparmo-
nos para ter peridicamente de 4 em 4 flnnos
umaconUgrato, urna ensaag uenlada guer;
ra civil ero ver de eleigo ; prepareoio-nos
para veros nossos Lycucos os nossos Srlans
spresentarem-se no recinto da cmara cober-r
los de singue e de infamias.
Se tiranda a questio d'esse ponto tde visla
i xmenso quizermos ainda mostrar que e
neressaria a dissoluco em attenco ao espiri-
to que dominara a cmara ainda coucedendj
que um ministerio regular se resigne a com-
prar n'ella urna maioria de alfaias de estala-
gem 1 o espirito da cmara dos Vndalos tor-
nar indippusiv'el esse facto. A cmara de
184 a j est desacreditada sem forca moral
alguma ; lem tanta coosideracio tantos res-
peilos como o illustrissimo andradino di cor-
te, e o coilegio dos cacetistas-abyssinios. Ora,
de que re^peito de que torca moral gnaro
(eis feitas por essa cmara ? E no enlanto o
Brasil nem os nossos adversarios o uegario,
carece mais do que tudo de leis que dee.n for-
ca s institucoes estabilidade ordem pu-
blica facildade admiuistracio do estado :
e urna cmara desconceiluada lilba da frau-
de a mais asquerosa da violencia a mais de-
senfreiada frita por isso de lort;a moral, po-
der iazer essas leis ?
Ainda mais nao basta que a maioria da
urna cmara queira ajudar um ministerio pa-
ra que ella pussa r til, A cmara actual
d urna maioria extraordinaria contra a iufl 1-
encia dos i Antonios e no entanlo excepto
alei deiulerpretaciodo acto addicioiial e afu-
mas resoluces alcanzadas pelo ministerio da
19 de setembro nem um acto legislativo S-
Cai para monumento de sua existencia. Q ial
a causa d esse phenomeno ? E' que com o sys-
tema de declamar sobre poltica geral, de
divagar insultando, calumniando todo o mun-
do que a opposicao entre ni, em vez de
esludar as quesles de aprofuudar a materia,
de discutil-a de modo a illuslrar tem adop-
tado azedam-se os espirito!, perde-se lem-
po e nada ds bom nada de til se pie
conseguir.
Reun em orna cmara os mais profundos
estadistas do universo, muliiplicai os Guizols,
os Thiers os brougbams os Pili barmo-
nisai-os todos, fazei que lodos concordes quei-
rio a mesma cousa mas lancai entre elles
uaeia duzia de Ottonis de Limpos de An-
dradas e vos asseveramos que s essa meia
duzia teria a habilidade de baldar lo Jo o pa-
tiiotismo toda a :lustraco todos os estor-
bos do zelo d'esses genios. Ora nao haremos
de ver s meia duzia de virulentos declama-
dores e anarchislas lomarem assento na cma-
ra de 184 i, ah os contaremos por dezenas.
Nem se pense que n'isso que dizemos da ha-
bilidade insultadora de nossos adversarios,
recouhecemos-lhes um merecimento, o da
forca da iutell gencia ; nio ; para discutir co-
mo disculem para consumir intilmente 4
mezes de sessio basta-Ibes o que elles tem
de sobra audacia (poupemos expresso mais
forte) e firme vontade de irritar com insultos,
de nao corar dianle de um desmentido com
lauto que se alcancem os fins.
Alas a dissoluco de urna cmara um
golpe de estado um acto perigoso ; foi em
consecuencia da dissoluco da constituala
que o Seohor D. Pedro 1. leve de abdicar,
loi por dissolver urna cmara q-je os Bour-
bons virio perecer a sua dyaaslia em fran-
ca.
Certo essa a mais extravagante das ideas
que pode germinar na Cdbeca de um borne.11
poltico x a dissoluco de urna cmara aclo
regular e legitimo de um dos poderes cous-
liiucionaes, um golpe de estado! S quem
estiver disposto a baralbar todas as ideas ou
quera nio liver noces atgumas do que
golpa de est*do poder avancar semelbante
assercao. E' golpe de estado o acto pelo qual
um dos poderes coobecendo a insuficiencia
de seus direitos a impotencia das leis pira
salvar o paiz em urna crise, toma urna deter-
minaco lora da rbita legitima de sua accio,
e propriameote faz urna revolucio ; isso, sim,
golpe de estado ; mas o uso de urna attrl
buicjio legitima e essencialmente salvadora ,
e unto que, se na constiluico nio eslivesse
consiguada, seria preciso quanto antes refor-
ma l-a pode bem ser reputado acto de ener-
ga de vigor} nunca um golpe de estado
Isto posto examinemos os tactos que para
inculirem pnicos terrores sao acontados
por nossos adversarios.
2 Foi a dissoluco de urna cmara que den
causa a queda da dyoaslia francesa dos tiour-
bons. E' urna talsidade. A dynastia dos
bourbons imposta brauca pelo estrangei-
ro leve de excitar contra si, s por sua or -
gem, o odio irreconciliavel d'esse povo brioso.'
dua adminitlracjj nao lbe acareou amigos :
ligada aiistocracia e ao ultramoaldoismo ,
viu ella toda a populacao franceza armar-sa
para dtbellar os dous iuimigos queja ca 178CJ




%
DIARIO DE PEBNURllCO
3



ii
ISavia derrotado > a icoprensa poz-seem hos-
tilirfade alerta com essa dynaslia e quando
as lataes ordenantas fro publicadas, quando
o re quiz estragar a ira prensa foi
ella a primcira que resisti que se insur-
gi ioram os cfficiaes typograficos o primei-
ros soldados das barricadas. A Franca esla-
va ranfada do jugo do estrangeiro e o saecu-
diu
Se duvidaes do que expendemos lede o
processo des ministr. s de Carlos X ; intenta-
do pe la casmra dos diputados, porcerto seria
a de'solucio da cmara o acto que, para dar-
se a "e mesma importancia mais exprohasse
ais ministros se liouvesse esse arto sido a
c&vzi real da revoluci.), se o consideraste a
tmara coito um golpe de estado Ilegitimo.
Mas assim i.o acornee eo ; foro arusados os
ministros de haverem invadido attiibuiccs
do poder legislativo legislando at sobie a
imprense, e de haveraderramado sangue ran-
cri.
JNo na Franca como nao na Inglater-
ra como o nao vai sendo as d*s naces da
Pennsula Ibrica que um aclo to frequrrt-
te corro a dessoluco de urna cmara p .de
producir perigoso abalo : sel-o- no Brasil ?
A|ontam es i.ussos adversarios para a disso-
luco da ronstiluinte e para o j de Abril de
i831, dando aquella come causa desie.
Cumpre prineiro que tudo reonliecer que
mui ditlerenle urna legislatura ordiaaria de
urna consti uinte. Os memliros desta re-
prese ntantts da soberana popular nao
podem neiu deveru sejarar-se antes de lerera
coucluido a obra que Ibes foi rommettida ,
o pacto fundamental; esta | cis visto que sua
liiisoluto um golpe de estado, oque nj
acoutece com a dissoluco de urna cmara le-
gislativa c. ulra qual t< m o mooarcba no
parto i'ui.dmtntal o diieito de dissoluco.
Amda assim falso que bsse a dissoluco da
tonsliluinle, aclo mais do que justificado pe-
la den gogia dos Andradas, a causal da des-
granada caUstropbe de 7 de abril* Reco-
conhecen os que esse acto foi um germen
de disiuufuva lancada entre o poto e o thro-
no e que baLilmeote fecundado muito
conliiLuiu para que o divorcio fosse comple-
to. Alas a causa real desse tiiste aconleci-
mento Ici antes a ignorancia enlo gem,
da ndole do sy^lema representativo a qual
iiti o primipe nem a na^o se curvavam ,
fui a indierenia com que o augusto funda-
dor do Impeli deis* va que os lacios se fos-
sem desemolveiido, seno procurar oppor-lhes
o menor obstculo e cr usando os bracos di-
anle de s. as lataes consequencias ; foi a bo-
buaia e condescendencia de seus conselberos
que nao Suuberam dar ao principe que te
ll.es Lavia confiado oapoio das convieces
edo amor ta naci e contentavam-se com
sei vil-o < om celo mais sem olbar para o fu-
turo sem proiurar baldar os esforcos de
seos adversarios. O aballo d dissoluo da
constiluiute que foi um golpe de estado po-
oii ler sido neutralismo para o conseguir,
deu- nos a provideucia 7 anuos 7 anuos
que loro de todo perdidos l aponte-se um
ailo que desaimasse as desconfianzas ou a-
iiida atio de igor que as neutralisasse, e
coulessaremos que estamos em erro.
Assim pois a ialsificato de doua factos
histricos do que se ser veto nosso advr-
sanos para infundir terror no espirito do mi-
nisterio que entende que deve dissolver
cmara iiu & aiqui?, nada hade conseguir ;
ja ninguem bu que nao esleja perfeitameote
inteirado do jogo dos poderes polticos no
systema representavo ja ninguem ha que
ignoie que urna cmara anarchica facciosa
ou ainda inteiramente avessa ao sjslema do
ministerio ajprovado pelo monarctia, dtve
ser disbol vida ; conlemposisar com ella sena
fraque a e a fraquesa a morte dos impe-
rantes e dos imperios. Na Inglaterra na
Frsnc a e ja mesmo na Hespanha e em
Poilugal a educaeio constitucional, nsle
pon 10 de doutrina est perl'eila completa,
Ah os partidos vcem sem abalo multipli-
car m-so essas disaoiucdes cumpre que ou-
tro tanto acontece eutre nos* Dos nos livre
de urna cmara contra a qual nao leona o
monarca, sem receio d'uma revoluto, o 1I1-
reiio de dissoluco essa cmara absorver
Lem depressa todos os podeies, ser ella
quem goverue todos, at mesmo o monarca
teao ue eurvar-se a seu piedomiuio. JNem
aister que udla avulle o uumero dos Cu-
tama ion pende-a como quiserdes compol-
a-ea seu-pre com bomon* e preparai-vos
para lutar contra suas usurpaces que nada
poUoia cohibir.
(O Brasil.)
Noticias Estrangul ras.
PORTUGAL.
Becebemos o Peridico dos Pobre do Por-
to que alcanca al ta de Junho p p. As
notirias de Hespanha ebegavo a 4 do mesmo
mes; e as de Inglaterra a 5.
Continuavo os trabalhos legislativos das
Cortes Porlugueas, que tinhiosido ad-
diadas at a5 de Maio segundo publicamos
as ultimas noticias que demos d'aquelle Rei-
no. Na Sesro da Cmara dos Oepulados de
a8 de Maio foi de novo proposta pelo Sr. Der-
ramado a questo ministerial de addiamento
da fixaco de forca armada 5 e depois de ca-
lorosa discussao julgando-se a ro-teru discu-
tida procedeu-se a votaco nominal, cujo re-
sultado foro 58 votos contra 33 : pelo i|ue
continuado a discussao no da seguuite oa for-
ma do regiment, loi o addiamento regeita-
do apenas por una maioria de 7 votos que
acrescero por muitos esforcos do Ministerio j
oque deu lugar a urna crise ministerial.
Km consecuencia dito o [Ministro do Rei-
no dedarou Cmara na Sesso do da 2y ,
que no antecedente linba ido com os seus col-
legas pedir a sua demUso a S. M., mas que
continuando na administrado em quaoto S.
A. nao provesseos nofos Ministros.
Por carta particular de Lisboa datada de a
de Junho consta va no Por lo que SS. MVl.
foro para Cintra, e que no Beija-mo do
Uoa.ingj do Espirito Santo se dava por rerto
que estavao terminados os arranjos tniniste-
riaes 1 porem que se passra a Seguud Fei-
ra sem nada mais trauspirar e que na Terra
forocbamados ao Paco Costa Cabril o on-
de do Bomfim ; mas at a hora da pirlida de
SS. MM. nada constava de definitivo O
Crrelo de Lisboa tamben aonancuva que
na Quinta feira uoile p.rtirao para Cintra
os Ministros do Reino e da Justina e pela
mauh o Ministro da Guerra.
Na Sesso de 5 de Junho o Ministro di
Justica diise na C* 1 ara dos Deputad>s que
era consequencia de ler o ministerio de afi de
>ovembro pedido a sua deibisso S. ,\1. m-
dara chamar os dous presidentes das Cam ir >s
a m de se acouselbar com elles os -juae> a -
couse'haro a S. \\. que nodimillisse o ac-
unes ministros mas que recompjaease o
ministerio j que elo fora cliamado o presi-
dente do Conselho de ministros para formar
todo o ministerio mas que depois de alguns
esforcos nao lbe lora possivel recompor o mi-
nistorio ; que vista disto os ministros lialio
novameute resignado as pastas e que euto
S. M. mandara chamar o Duque da Terceira
para se enrarregar da composico do minis-
terio mas S. Ex. Ihe responder que llie
nio era possivel encarregar-se dessa misso ;
que ultimamento S. M. encarregara do mes-
mo objeclo o Duque de l'almella e era este
o estado em que se achava a crise ministerial,
o que elle partecipava Cmara.
JNa Sesso do dia 7 o mesmo Ministro disse
que tendo sido chamado ao Paco o Duque de
Palmella para formar admioislracio elle
tinba acouselbado a S. M. que devu chamar
alguno ou alguns dos actuaes ministros que
merecessem a sua con&auca e que S. M.
para esse im se dignara encarregar os Minis-
tros do Reino e Juiic* os quaes se oceupa-
To de levar a eeito as ordens ie S. M.
Finalmente pelo Correio de Lisbaa consta-
ra que no dia 6 de Junho pela manLa fora
chamado ao Paco das Necessidades o Sr. Joa-
quina Antonio de Aguiar, e incumbido por
S. M. da organisaco do gabinete ; e que S.
Ex. acceitara com ditlkuldade esta ardua ta-
refa. Em ultimo resultado se amaina m por
um despacho telegraptiieo datado de p de Ju-
nho que S. M. a Rainba boure por bem
nomear o Ministerio seguinte Presiden-
te e Ministro do Reino Joaquina Antonio
de Aguiar. Ecclesiasticos e Justica Anto-
nio bernardo da Costa Cabra!. Guerra ,
Coude de Villa Real. Manaba Joze Fer
reir Pestaa. Estrangeiros Rodrigo da
Fonceca Magalbes. Faieuda Antonio
Jos d'Arila.
A 19 de Maio hara ebegado a Lisboa 1
noticia tf.'ial de estar a Rainba Fidelsima
reconbecida por Sua dantidade como consta
do oficio que copiamos em lugar competente
O Nuncio nomeado para Portugal eslava
na Blgica e sendo to facis as cotnmuoi-
cacoes eutre um e outro pas poderia ebegar
all com muita bievidade.
LISBOA 17 DE MAIO.
S.' M. I. Senhoia Duquesa de Bragan?*
ra quMi de lodo melborada do ataque de
grippe de que fora acom-neltida.1
( Correio de Lisboa.)
IDEV] a9.
S. M. I. a Senbora Duquea de Braganpa
tem sido acomnettida da nfermidide actu-
almente epidmica condecid* pelo nome de
grippe. No entanto achase a progresso pa-
ra o seu restibellecimento.
( Porte guex.)
DEM 9 DE JUNHO.
SS MVI. regressaro de Cintra ( Caoital
anleliontem pelo fim da tarde para assistirem
solemiiidade e procisao do Corpode Dos ,
que deve ter lugar amanh, segundo o eos-
tumo.. ( Correio de Lisboa.)
Secretaria de Estado dos Negocios do Reino,
lllm. e Exm. Snr. -- Tenho a honra de
psrlecipar a V. Ex pira] ser presente Cma-
ra dos Snrs. Deputados que o Viscondeda
Carreira Enviado Extraordinario e Minis.
iro Plenipotenciario de S. M. F. junto a Cor-
te de Pariz e em misto extraordinaria em
11 ima teve a sua audiencia solemne do San*
to {Padre no dia 10 de Maio p. p. Meando
por consequencia restahelecidas as antigs re-
Uces entre o Governo de S. M. e a Santa S.
Dos Guarde a V. Ex. Palacjo das iN'ecessi-
dades em 1. de Junho de 1841 llm. e
Exm anr. Joo de Souza Pinto de Maga-
lbes, Rodrigo da Fonceca Magalbes.
(Periodiso dos Pobres do Parlo )
AVISO D1P0RTA1STE. ,
O Servo de Dos, a quem o mes-
mo Snr. dirigi a Carta, que an-
nunciava o deluvio e im do mun-
do para o dia 2 de Agosto, isto he ;'
para kontem avisa a todas as al-
mas piedosas, e crentes que esse l
desastre e universal ruina fico a-
d'unios por esta \ei para tnelhor oc-
casiSo : pelo que todas as familias ,
que por escaparen!, e zombarem
do castigo do Ceo passarao-se para
as montanhas de Olinda outras
para o lugar dos A (Togados ( sitio
de mau agoiro na occasiSo) podem
voltar para esta Cidade, onde
acharad tudo no mesmo estado.
Adverte-se que para a cxecusso
da tragedia saq precisos certos pre-
garos ; por isso foi addiado o tal
deluvio : mas o mesmo Servo de
Dos compromette-se a avisar com
lempo, quando for occasiao. En-
tre tanto julga acertado que os
deis que piedosamente crero na
infallivel profeca ponha cada um
em sua testa um grande -T- que
lhes servir de preservativo, quan-
do chegar o dia da ira do Senhor.
Tu uutem Domne miserere nobis,
Deo gradas.
COLLEGIO PERNAMBUCANO.
ATEaao DA boa.-vista. >. 6.
CURSO DE Pili LOSO PHIA ,
PSoressADo
pelo
Bscharel Antonio HerculanodeSouia Bdeira
Lente de Pbilosopbia do Collegio das Artes.
As lices sio s Tercas Quintas e Sab-
bados de todas as semanas desde as 7 horas
da manbi at s 9. As pessoas que quie-
rem frenquentar esta Aula podem dirigir-
se ao Collegio Pernambucano, a qualquer
hora
ber por sorte concorrem paro uro bem qufl
he o de p >der a Irmandade continuar com a
obra ecobrir a Igreja que se acha exposta 10
rigor dis estacSes ; e a ni, ser a prompta ex-
traeco desta primeira parte que se acha a
venda de rerlo continuar a ruina e ica-
r as Imagens que se acho collocadas na Ca-
bella Mor, ( nico lugar que lem em bom
estado ) expostas a indecencias. Os biLhe-
tes acbo-se a venda no Recite roa da Ca-
deia na ioja de Cambio do Snr. Francisco
Antonio Vieira da Silva em Santo Anto-
nio ra do Collegio na Ioja de fatenda do
Snr. Jos de Vlenezes Jnior ra do Cabu-
na botica do Sor. Joo More i ru Marques ,
e na boa-vista no Atiero Ioja de ferra-
gem e miudeas do Sur. Manoel de Sour
Raposo.
THEaTRO.
Iloje 3 de Julho a Beneficio do Snr. Can-
doro, se representar a encllente pecada
Antonio'Xivier- O .llau Amigo Duelo
Pela bocea morre o Peixe e a graciosa Far-
ca O Ceo com vista.
Avisos Diversos.
LOTERIA DEN. S. DO ROSARIO DA
BOA-VISTA.
O Tbeioureiro da Lotera convida aos de-
votos da mesma Senbora hajo de com-
prar bilhetos, pois alem do proteito que po-
ded) litar no gaubo dos premios que lhe cju-
Na occasiao da cabida de um chapeo
no dia 31 do mea de Julho prximo passado *
na ra da Collegio, perdeu-se urna Sedula
de o.> rs., e mais algumas miudas : quem
a* achou querendo restituir, dirija-se a
prara da Independencia Ioja de lirroi u. 37
e 38 que se gratificar com metade da qui-
na que entregar.
%ST Oflerece-se um rapan de idade de 13
annos para caxeiro de ra o qual ja tem pra-
tica ou mesmo para qtnl quer oceupico fo-
ra da praca, o qual sabe lr escrever e contar,
quem do seu presumo se quiser otiliiar-se di-
rija-s a Ioja de ibapelheiro no atierro da
Uop-vista ou a ra da Conceicio cata D. s.
OT Precira-se de um criado para o serv-
po de urna cata na camboa do Carmo sobra-
do de a andares no l. and ir.
aw* Q.iein annunciou no diario de bontem
querer comprar poitas e janellas sendo
I qneira Umbem rotulas dirija-so a ra da pra-
, ia serrana de Constanlino lose Raposo, pira
a justar.
** tsr Mr. Vallj tem a honra de previnir ao
respeitavel publico, que tencionando retirar
se para a Europa logo que finalitem os seus
trabalhos scenicos nesleTheatro, deseja an-
tes da sua partida desfaier-se de urna porcia
de joias que recebeu no Bio de Janeiro viu-
das de Lisboa ; es quaes vena asen brincos
para Senhoras alfiner.es memorias, cru-
ses, boldes &c. tudo pecas d'ouro fino e
do ultimo gosto, sendo algumas com brilban-
tes ouiraa com diamantes : Mr. Vally de-
clara que pode vender as joias cima ditas ,
com muito mais batimento do que outro
qualquer o podar fater. Quem pretender
comprar pode procurar o do Snr. naca
junta ao Theatro.
%sr A sociedade entre llalliJay Dowsley
8 PryU ficou dessolvida desde o primeiro de
Agosto por muito consentimonto.
J. Duwstev Se C. Prytr tem f-ito ama so-
ciedade com VV. RaymonJ debiixi da Firma
de Donaley Raymoud tic Prytt, os quaes sio
aulhorisados de liquidar todas as transacoeus
da extincia casa a cima.
ur Arreoda-se um grande sitio no prin-
cipio da estrada do arraial com bastantes ar-
voredos de frucio e ama grande casa de pe-
dia e cal; quem O pi'cicudor falle com Mar*.
eelino Jos Lopes.
A pessoa que precisar de um menino
de idade de annos para caixeiro de ra oa
oatra qualquer occupicio, dando fiador a sua
couducia dirija-se a ra de borlas toja de
couros D. ao,
tsr Precisa-se de um mo:o portugus pa-
ra administrador de escravosna Villa doLi-
moeiro di mi do aragio 12 na mesma
casa aluga-se um armasem sito na roa da La-
pa do Recife proprio para qualquer esta-
belecimento mui principalmente pera ana-
cer do que tem servido.
ar Quem annuncioa no Diario de sg de
Julho p. p. y querer comprar um gamoetn
bom uto ; diri|a-se a ra do Apollo no r-
mateos de Augusto & Conpinlm.
tsr Pretende-se arrendar uma casa torre-
n Ioja que tenha quintal e casimba ncr
bairro do Recife, quem a tiveranoaocte ,
endo que faca coala nao se repara preco*
tsr A pessoa que annunciou no diario de>
bontem precisar de urna pessoa para licin.r
priateiras letras em casas particulares dirija ?
se ru* de Ronrio da Boa vista D. i*>
1




DIARIO 3B PERNAMBCO
i i i
Na rua das trincheiras entrando pelo! baetas pretaj ludo cora pausa uza,'e fes-
o Carroo no priraeiro andar do sobra- toens e pilmas a dinheiro a visll ; na Ci-
dade de Olinda na ra da Bom fim en ca.a
da sacrislo ; ssm romo 4 ciixas grandes de
(linli > novas e 4 diles u;.idas-
fS9" Duas vaccas paridas e baas de leite,
ssr
patco do
do D a3 da lado csquerda eiignmma-se e
lava-se toda qualidade deroupa cjo milita
asseio ? prompiido e a preco mais barato de
que em entra qualquer parte j assim cjido
se recebe m esvravas para se ensinur a engom
mar.
OT Manoel Francisca dos Santos 8 Silva ,
convida de nuvo aos seus credores par. sv
reunircm na su tavernada ra das Cru-es
hoje 3 do correle pela i horas da tarde a
fim de se ultimar o que na primeira reunio
sen ao uliimou.
Novos mappas da planta topografa
da Cidade di Porta, nonde se veem exat.a-
mente marcados toda os edeficios, pracas pu-
blicas e ras notamente aherlas diemco-no
a'guns projecto^apravadivpelas atithot idades
sil quero o entrabar na ra da cadei* dd
Recife n. 4fi receber 5o,ooo da gratifica-;
ca
Natard-dadia a{ da carrente fu-
giod sflndositio ao p II!
Avisos Martimos
- ..-*..-----
PARA O RO DE JANEIRO segu com
brevidade o veleiro.Patacho Austral por ter
parte do carregamento prompto ainda re-
cebe alguma carga, eercravos para oque
treta-se com o consignatarios A mor m Ir-
mos < na rua da Cadria I). ai.
PARA O ARACATY saliir no dia i4 de
Agosto por ter parte de seu carregamento
rompto o Patacbo IVlaria Luiza Vieslre
guaci Marques ; quem quiser carregar ou
ir de passagem dirija-se ao dito .VJestre ou
Antonio Joaquina deSouza R i heno.
PARA O ASSU'com escala por qualquer
porto do Norte at o Ciar sahe cam brevi-
dadeo brigue Escuna Rainha dus Anj s.
M. Joao Antonio da Silva ; quem quiser car
regar di; ija-se ao dito VIestre a bordo
PARA O RIO LE JANEIRO ate o dia a
de Agosto o Brigue Americana Urandjwiue ,
tem excedientes commodos para p-i>S'griroi ;
quem quiser ntilisar-se diiija-se a casa de
oJatbeus Austio & Companhia na ra do tra -
piche novo o. ia.
um cavado gordo e bonito rarreg debdxa | hubt ifites o he'e-ta d i me. n-, i dada ; na ru
dos Qo triis D i,
isr Um escrivo offi al de pedreiro de
naijio Bcam'nq ie ; na ni i d > Cresp i I) n
3^ O sitio da tirara que tica junto da si -
uoicioaes para msiar commadiie de seus tra pira a estrada nava di capunga o preta
at mei i ; na Magdalena a fallar cam o te Antonio Pedro Cavslc-auli de Albuquer-
rjUP.
Para fora da provincia urna escaava
de naci de a6 annos muito ba Uva- j lio jepominada estiva onIVmta a proprie
deira cozinha o diario de urna casa, o com- dade da Poca., con trras prop-ias pl mi i-
prador se dir o motivo; na ra velha so- do de coqueiros e outras arvaesde fructo.
brado de um andar que f \t quina para a ra com Ierras para planlaenans de cana baixa
da Alepiia, para cepfcn Iiti duas pequeas casis da tai-
SST Um rooleque de naco de idade de ?a pa e bom rii de agoa dice dentro da m >
annos, ao comprador se dir as habelidades; mo sitio com o bracas de mat:a cam
na ra diieita O la. rouita baas muleia- de caustrux' ) ; a tntar
Cff- Urna venda com poucos ludos., sin "3 o'"*o da Matriz de S. Antonio casa D. 7.
na quinado beco do oovidor defonte do thea-! BT\ Escuna Americana Olio, cam g me-
tro publico i a tratar na mesma ou na ruada zes depais de acabida frrada e eucavillia.
Vigarioarmaiemn. 4. da de cobre boa de vella e de lote de i7
EST U 1 a pouca de prata de boa qualida- toneladas, a fallar com o Consignatarios
de em diversas obras costados de amarelo Jones l'aton & Campaubia ruada trapiche j
e varios paos que servem pira enchameis e no '6.-
B.rth)l>mea da estatua regular syca ,
rosto descarnada retinta di cor e feto ,
olhis encamisad >s parece ser velha re-
presenta ler d- i dada 5a anna tem alguus
cabello* braicas nt cabeca,e os di birb,
que en'a o* tinba crecida, e estia pretis,
ben fallinte e g -e Ihe eviinda.res o?a he bastante anti ;a
na l'aiz tem na canel da p;nn dimita un
chaga e par issa essa parte mais g.-oss quadi
oulra perna tem at^uns dedas ds a nian as
is um pauca camilas' pirecenii quei n 11 >i
da sorte que visiveimente se divu'ga ess; daf-
feito quanda anda he. um tatito aprestadh o
estanteado levau cateas de estop e umhi
de baeta encarnada, par b>Kl da quii outra
de nlg)H.)Znliu que n o par le^a a j dita
sitia que s-r i ,;r iti i'i I >.
SSS" Fugio u-na ne;;-- da na;5i Castada
mina j i vel'i seci da Cor > t nVrn cn-
CT VJebs de lobo ltimamente chegadas t.) cam urna marca Je Ierra i.-cmh, o h
lado do I.ivramento.
OT Cha liisson em caixas grandes e pe-
jL e i i a o
Que faz o Corretor Oiiveira de muitas
Fazendas Inglezas, e Francezas, de um gran-
de sortimento de objectos proprios para lojas
de miudez.-s como sejo fitas Jegirca di-
TJm caixilbo de porta envidracado quenas du a 11 libras em casi da Matbeui
na ra do Queimado loja D. 1 do lado do as -
VST Um escravo de naco muito. curioso ,
bom pescador do alto e de rede de agulbas ,
!r*balha alguma couza de carpina e de alfaia-
le na estrada do Roz irinho no sitio da viuva
do fallecido Manoel Jos de Almeida.
tsr L)ircionrio Magnum Lexicn dito
Austin leiramenta ladina feipj;s a;r.. h'yu e tur-
bada: quemoaprehireti fe re-a &u-
ninia, Proiftsi do Ri 1 lira' la dj Str.e,
isr s livros seguales j historia deiVa- a entregar ai Padre Vi prio Vlanoel Ferreira
poleo em 7 volu .es nauseo pitoresca da Horges quu ser pi^o da T'ia gtst r e sara
franca 1 v. coniendo 5o estampas, o filho da generosamente reco npansidi.
minha mulhar i *'. com encadernaco mu K" JVo dia a5 da Juliio p o., fujiri 1 I
linda, ptincesa de babilonia, pateadas de ra da Vladre de !)eos os escravos sa iiuit'3':
theatro, mecromegas, bom liomem Rioirda, u;n malalioha por ama Rtt-'arJ 1, iliia t >. a
cinco partes da panorama de t34o tuda par 14 annos, una prata, naeicoiU can la-
geral da lin-oa franceza "por BuUte dilo da preco commodo. Ibos na face j levou v.sti la bran baeu i-
ma edico seleta latina C1T Um (
ez nova gramtica in- } *sae* de 1
n__ : j:P:nrir;, ,>trlr nnr 1''o um dno de btrnaudo ; na ra de a^oas pegar leve-as a rua da Madre da Uaos L)
celins dourados, alfinetes ditos boioens para gleza por Constancio diccionario ingiez por *&,,"", 3......i___....._____...i.
gerai aa unjioa iranceza por dui" r- -- .,. a ,. .,
academia franceza ultima edico seleta latina ssr Um cuno bom cantador,dous leteos, zul ; e un. dita crio-ala de nome Mana ,
tas de setim ditas para cinto Lacre, tran- com comento em francez nova gramtica i- 3 casaes de rolas de Hamburgo um dito ga- com vestido branca e lenco branca s ,, ,e ti
para gleza por Constancio diccionario inglez por l-'go um dno de Fernando na rua de agoas
camas&c &c. : Quarta feira 4 do corren- Constancio dito por Vieira historia da gre- verles l) a., quesera bem recompensaia
iscravos t' unalos
no a Nova-Hoilanda e legularaente con- ; cananas e barratin-s ludo poj preco com-
demnada j e igualmente se lar a venda pu- modo, na praca da Indopendencia 11. lien
blica d'outra pequea porc,o a'Alcatro e or Panno de algdo da trra muito en-
bom sorliinento de lilas Gnas das cores, bran- corpado a a4o a vara } na rua do Crespo loja guiar reforca >& do coepp cor bem preta ,
%ST Itabel, de oaca angica, estatura re-
barbeiro na admitta a'j tnb.Itia o dita es-
cravo ; e queiro endigar quem saoseus
Srs. e "nde mota, afi.n d ser apreheniJi
ca verde pretas e encarna
das
ara redonda com pequeos t.li.as nthos pelo seu Snr. o abaixo ssignada, quepre-
W Um naoleque de idade de 8 annos afumacados orelhas pequeas cabello cor- lelJe dtllisar-s da le co,ha,a q, u a-
r herVenco do Corretear Oiiveira, de! ur Por pre;o commodo um eslavo de gurdame da alian lega que ser grati-
grande porco t cassas cambrains bordadas, idade de 35 annos, para tuda o servieo e c^do.
._ J ilt I _______.:_:, a, 1 v: a (I 1 r 'i D c mi r\ra/i<
cjile em algumas das lajas de sus o,i;t >s.
b'elippe Nery de b'aiii,
Uoyi-ttslto KO iJ lfll
NAVIO ENTRADO NO DlMi 10 P, P.
como sejao ferregena finas e gross-s de to- ( transados su erio
es cambraias
da a qualidade, e bacantesnaiudezas bem sor- niio suspensorios de seda, e Boissimss mci.s e camisa de chilla grossa quem o pegar
td.s.Bsqu-esevendemporodem ta oito jara senr.ur* alera de outras mais f.z.ndas ve na rua da Madre de Dos laja de Jo>e .
Pupet &. .' ede N. O. & C. na qualidade p.ecos rasoav.is ionio da Lunha que sera recompensad.,.
los de li- ?as de mi'.edania escura de straj e ja rops ,
camisa de chilla grossa j quem o pegar le-
Aq-
36
de ocarregados da liquidado da casa dos
mencionados .Vello & Companhia.
OT Haj'j i do correule iaz-se Itilo de
urna poicao de barricas em bom estado j 01
estarcm apeons um tanto uaaidas em razao do
lempo envernoso \ na porta do armazem de
Antonio Joaquim Pereira no caes da allau-
dega. ____________________ ______________
^. Urna escrava ireoula moya cozi- SST iMo oia ^y do p. p. desapareceo da
nha cose e engomma e he hbil para lo- rna drs tiinchei.as da parta da Ur. Ca miro,
doo'senio-, no paleo da S. Cruz sobrado um prelo anda mtio bu.al alto, magro,
Cap.
gana-
ros.
CJ o ni p r a >
Molequcs e urgrinbas de idade de 1a
a ao annos ; na rua do logo so p do Rozario
D. *i>.
Vendas
* or- Sapatos de setim rjncec botins de
Hisboa ja enijrauadofi a 3poo na rua direi-
UD.5.
tSW Os i fr'pnr faio dvd'ano vedantes largos e estreilos,
de lude* ns (en* g U auiaidlo e tranco,
de dous andares que tica confronte ao oitoda
Igre;a.
tsr Um escravo de idade de 24 annos,
proprio paraelgura sur. que tenha fazendas
de gado por saber lact-r e boliar a moda do
Mil i na la da cadeia D. ai.
%sr l'sdecal, maioies ou menores con-
forme o ajuste ; na rua nova ao p da ponte
dtt boa vista na penltima toja do lado do
norte se dir.
tar Um molatii.ha de idffde de 16 annos,
proprio para pagem e ten principios de
einno j na pracinha do Livrau.eno loja
ka- Farinba de trigo de superior qualid -
de e ultimamenle cnegada era lotes a \un-
tade dos compradores a jaojo a barri' a no
escriplorlo de Jahuston Paler & Companhia
na rua da Madre de Dos.
representa pouca idade, cara redonda cor
tulla sem tj.iba alguma marcas de bechi-
gas as peritas lex umaorelba turada le-
vou calcas e eeroulas de algoda compridas ,
e camisa de mtia manga do grossaria nova e
chama-se Virginio } quem o pegar leve ao
atierro em casa de L), Laurian ou no beca das bar-
reiraseua casa de Maxiraiano francisco Uar-
le que recompensar.
aj^a 1-m Juuho de 1839 ugiodesta Cida-
de um prelo cieaulo de nomc lenla esta
tura bnxa grosso do corpa zambro com
pannos 1.0 rosto natural da Aracu y o qu.l
vtio do Leaia na Sumaca bmflia', remelldu
, or >anotl Latlmo de (jjuveii e casa da
\ iuva LosU & i i-tios e, ioi por estes ven-
bido em 20 de Malo uu sobreuiu auna,a Jo.-
EX TRIDOS N OUi.
Montevideo, 2q das, Palacr liejpanboK'
i.Tigredc 10 toqo;! Cap. Uiii j II.,
o^uiu. ia carga rarni secca f a Joa 1'. do
L. & Filho.
5A113^N0 MESMO DIA
i'ara pesca t Galera Amencaoa Paenis, Cap,
J. itate carga apatelhjs para a pesoa.
Lisboa ; Iiiign4 rortuguej( Canc.-ija b'ur I .
Li>boa Lapilj Vlente A. II. carga as-
sucar.
Pono j Barca partugdeza Espirito Santa .
Cp, Manoel Bntonio dos Sautas cj<;
assucsr.
Rio dt- Janeiro; Sumaca Brasleira Emelian-i,
Cp Eufracio Lopes de Araiijo, carga di-
versos gneros
Maceij Gllera tristeza Australia, Cap, 11 ;n-
ry lieil iiianchard carga lastro*
SAUIUO i\u UlA a.
5ahia e Rio de Janeiro ; ii^u da (luern
inglezpirlndgc CommandanU; o i. Te -
nenie Morris.
MaiUos Ferreira residente em Macau do As- rJECIFt* iNa i ir', uiu ,,1. E f. *
*


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