Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04239


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno de 1841. Sexta Feira
Tuda *or* depctwt* de nos mesaos ; da noasa prudencia, modera-
cao e .oerijia s continuemos ceoio principiamos, seremos ar-nntados
com admracmo entre as Waces maiscultas.
Proeiamaco da Assemblea Geral do Brasil.
ai lll
f SaNcreve-ee para esta folha a 3Jooo por quartel pagos adiantadow
DesU Typoerafia na das Cruzes 0.3, e na Praca da Independen-
cia, n. 07 e 53, onde se recenem correspondencias legalizadas e ti-
Duncios msinndo-ao estes gratis sendo dos proprios assignuntes,
viudo assgoados.
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
20 de Fevereiro, Num. 45.
- '- 1 1 i 1 1,1
CAMBIOS. Fverbieo a5,'
Andrs......Si i.v>or lf..oc cad.
j-'"008 ......&> r'or l !'-''-'lio por me'.tl ofiereeMo.
* nea...... 51o res por fraileo.
Rio de Janeiro ao par. ( ,mp VcpJ*f
OURO-- neda de 6#ioo reis, vell.as 141400 til6*>
it-.oo
floo
i-;*
ifioS.
I tb
>Seg. e Sextas fariaij
CMarle da Fjrsbiba e Villas de su* pretencSo .
Dita do Rio (rende do Norte, c Villas dem.....
DHa da Fnrtwleta e Villas dem ............
Ciriade de Goianna..................../
-Cirtade de Olmd....................* Todos or dtael
Villa deS. Anlo................>..... Quintas /eiras.
Dita dc.Garantiuns e Pcvoar'o do Bonito ......... lo, e 14 de cada mes
Unas.k, Choo, Serinhaem, flio Formoso, e Porto Calvo. 1, 11, e ai dito dito
Cidarie da? Alagoas, e de Macei............dem dem
Villa de Paja de Flores................... ltiti-3 13, dito dito
Todos os Correioi pnrem ao meto dia.
PHASES DA LDA NO MBZ DE FEV.
La Ckeia
Quart. naing,
La Nora
a 5-as
a i5- as
ai as
11 h. e 4' m. da tard.
k h. e 16 m. da man.
8 h. e 58 1. da man.
Quart. cresc.a.28 as 5 h. e 40 m. da man.
Marx thcitt para o da 16 de Fevereiro,
As
As
horas 1 4i minutos da marhSj
horas e 6 minutos da tarde.
"''m > ., nwvas i4#ioo'.
n Ditas de ifooo reis, f^i.To -
PKATA PaUces llrasiieiros = iri(o -
i. Pesos Columnarios --.... iJtSo -
Ditos Mexicanos-------------. i/5'o -
MiuO.-------------------------- 1J440.-
Dete. debilh. da Alfandega 1 i|8 por loo ao mes. i'ojo
dem de letras dehoas firmas i na tU
Mceda de cobre 1 a 3 por loode disc ao par
DAS DA SEMANA;
12 Segunda S. A Cadeira de S. PeJroein Autiouuio. Audiencia de Jais
de I), da vara.
a3 Terca S. Lazara Hoogr. Relsco e audiencia do Jux de Dneito da
1. vara.
2< Quarta de Cinz >*< S. Kf-ithtas \p.
i5 Quinta S. Cetario AI. Ausencia dj Juu de Dir-ito da 3.'
vara.
a Sexta S. Torcito M. Audiencia -i Jnlx de Dirc-io da i. r.
17 Sabhado S. Lc.mlro Are. ~ Reilaco e auiencia da Juiz de D.da
3 vara.
18 Domingo 1. da Q'iaresma S. R ouio Ab.
PERSA MBUO.
COMMAiNDO DAS ARV1AS.
Expediente do da i7 do corrate*
Officio Ao Kxm. Presidente remetien-
do-Ihe competentemente informado o reque-
rimrnlo do (Japito Command uto do .-'orle
e Gaihii\ no qual segunda vez ped 1 opa-
ganien'o da despesa que fisera com o exue
diente da Companliia de Engajadas que outr*
ora guarneceo u Forlalesa de Taro ndate ,
cujo pagamento a Presidencia j tinha orde-
nado por despacho, mas que nao se linlia por
1 :rctlnsliii' i:-s realis 'do.
Dito Ao Exm. Commaiidnite das Armas
e em Chele do exercito em operacoes no Rio
Grande WoStil, remellendo-lhe asegunda
via da guia que pelo terceiro Batalho de
Artillieri 1 fui passada ern Jullto do anuo pre-
trito ao Cadete Manoel Baptista Ribeiro
de Fsria, que se acbava em servico n.i mes
ujo esercito e procurando saber de S. Ex.
ce Itie tinba chegado as tr.aos un olficio, que
ao Exm. Marecbal Andreas titfha encami -
nliadocom data de .a do referido mez de Ju-
lbo, acompanbado d outro para o Capillo J
N. da S. Portada, dentro do qual hia a quan-
tia de ijhUgT} reis que devia >er destri-
buida as pracas do Commando do mesmo Ca-
pito omcio que foi mmid-ido por interme-
dio do Kxm. Commandanle das Armas da
toite, que para mor seguranca da entrega
opassou-as ruaos do Exm. iMiniatro da Guer-
ia, ronlorme communicou.
Lito Ao Tenente Coronel Comman-
danle do Deposito, retneltendo-lbe os papis
de (oniabelidade do destacamento da Co.n-ir
ca do Brejo pertencentes ao mez de Jaueiro,
e oidenando-ibe qu cia fose entregue ao portador Jos Joaquim
da Costa
Dito Ao Dr Juiz de Direito substituto
das Varas do Crime e Civel desla Comarca
instando pelo esclarecimenlo que pedido ein
ohiio de i no coi 1 en te a respeilo do cal-
cete Pedro Jos da t'onceca ; poroso que a
esposla dada ein ullio de i5, nao era satis-
latoria.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Brejo,
tiisendo-lbe ein respo^ta ao seu olficio do 1.
do rente que a Jos Joaquim da Costa,
se izera entrega da quantia de 38oUi63 reis,
importancia dos papis de conlabelidade do
destacamento relativos 10 mez de Janeiro
unlime sua auliioiisaco.
,\,Dito--Ao Major Commandanle interino
do lerceiio Lataltio de Aililberia, oidenau-
do-liie que passasse urna segunda via da guia
iurnecida einJullio ilo anuo prximo passa-
do ao seguudo Cadete Manuel Bij.lisla lii-
I tiio de l'aiia que marebou para o Rio
Grande do Sul devendo dita guia ser boje
mesmo enviada a secretaria Almiar.
Iu-peccodas Obras Publicas iqde Feve-
reiro de 1841*
Moraes Ancora.
Para a obra da Casa do Jury sao iifcessirio
olEciaes de Carpira, e serventes livres : os
que quiserex trabalhar nesta obra apresen-
tem-seao abaixo assignado
Inspecco das obras publicas 19 de Feve-
reiro de 1841.
Maraes Ancora,
com uma pedra ;i cabera de um Portnguei ;
( i remetlidj ao .^r. para ser cjrreccijnadi.
Das Partes boje recebi la< (ousta que lion-
tem nao occorreo mais naviJide.
O Administrador da Recebedoria das Ren-
das Geraes internas, pela ultima vez avisa
aos devedores do imposto de lujas abertas, de
seges e carrinbos de uUjjo e iUood por
escr.nvis, da segunda dcima de mo mora,
e de barcos do interior que tena mrcalo
Pela Adminitraco Fiscal das obras pu-i al o ultimo do corrente mez de Fevereiro pa-
bcas se lia de comprar, em basta publica ,
a quem por menos vender, oj gneros abai-
xo declarados para renovacao do Caes, e
a mais da entrada do Norte da ponte dos Car-
valhos. A saber : -
Dusentas estacas de mangue de trilo
palmos de comprido e um de testa mil du-
Jentos e quarenta e cinco ps de taboado di pi-
nho, dois paos de quarenta palmo- e coito em
quadro ; dous ditos de trinta, e a niesma
grossura cem pregos de cinta, tres mil di-
tos de batel grande, cem carros de barro ,
noventa carros de pedra quinze mil lijlos
d alveuaria setr.centos e seis palmos de pe-
dra de cantarii lavrada com dous palmos de
largura e um de grosiura.
As pessoas que quizerem vender ditos g-
neros 10 lein comparecer na salla da Ad-
ministraco no dia 26 do correte mez, pe-
las 11 horas do dia para darem seus l-
eos.
Administrara! Fiscal das obras publicas
9 de Fevereiro de 1841.
Moura,
Administrador Fiscal,
PREFEITURA.
Parte do din 24 do corrente.
Iilm, e Exm, Sr. Fora hontem prezos
ra saptisfaserem o que devem 5 Hndo este
mandar proceder execuliva.nenle contra os
omissos. Assimcomo os que tem feto rifas
cuidem em satisfaserem oque deven d- si-
sas enj queirioco:n frivolos prelostos il-
ludira lei.
Recebedoria das Rends Geraes Internas
13 de Fevereiro de itftw
Francisco Xavier Civalcante de Albuquerque
Correspondencia.
Diversas Hepartivoes
OBRAS PUBLICAS.
pelo Suh-Preleilo da Freguezia do Recite o
pardo Francisco Jos Correi por ler furia-
do ao iiespauhul Ilenrique .Vlerges urnas p
cas d'oiro, as quaes ihe lor<>5 depois restitui-
das ; remettido Salla por ser deserloi da
Escuna Victoria. pelo Sub-Pieleito desta
Freguezia o pardo Fructuoso da Paxio por
ser encontrado s onze horas da noite queren-
do comprar agotrdente ; foi solt ; e os Pur-
tuguezes Jos Francisco Kurtado Antonio
Jos da Silva e Antonio Joaquim de Souza ,
0 1, por ter esp^ncado c leudo levemeule a
um Soldado d'Artilberia teve igual destino
eos dous ltimos por se terem iulroduzidjeui
urna taberna no lugar do Caes do Machado ,
e lirado de dentro < om vasos da vi lio sobre
as pessoas que de fra s'acbava brincando
enlrudo ; fora remeltidos paranCadea.
E'o que consta das parles huje recebidas
nesta Secretaria.
Parle do dia i5.
Illm.e Exm. Sr. Fora hontem presos
peloSub-Prefeito da Freguezia do Ue.-ile o
preio Custodio escravo dolcgiez lieurique
1 orster por ler leu Jo a oulro prelo em lirtga
com elle ; foi detento no Caliabau;o pelo
Sub-Piefeilo d'esta Freguezia o prelo i\l-
noel escravo de Joaquim de tal por ler
turtado uma preta na Ribeira uma pataca
de peixe ; leve igual destino .* pelo oificial
d'Estadodo Corpo Folicial o pardo Feliciano
Francisco Xuvier por ler publicamente da-
do em urna mulber uma bofetada lu remet-
tido uara 0 Cadeia ; e pela primeira Patrullia
Snrs. Redactores.
Ha muito que os meus desejw he clamar
felo orgao do seu diario os vexanes que opri -
roem o paciente povo de Peroambuco, porera
conbecendo a minha incapacidade para escre-
ver nose.ulo dai luses, tenhogemidj e ca-
lado : agora purem que o Sur. Guarda do
Povo(qm Ddos o anime) leinbra algunas
medidas, me ocorreo repentinamente outra,
que be os proprios creadores venderem o seo
gado as feirus e para evitar fraude, a-
preseutarem iium altestado do Juiz de Direi-
to, do de l'az, e do Vigario em cjmo he
o proprio creador, que coiiduz tantas cabalas
de i;do da fasenda de t. e da marca l. que
appreseutirio as leiras, onde cliegarem a
Y Rli 'av :s.
A VINO iNC l r r: HM M \i; I -)0.
Escrevem de T. moswar (Hungrin)
* Hum crime borrivel commetudo ni ci-
dadede Tsernia CfTi circunstancias taes que
EOusequeuHa alear h'ima
kK
podem ter pir
guerra encaminada e iniasades mal eviinj-
tas entre os vontanueses montenegrinos e o
goveroo da Anstria acaba de der/amar o
terror e o espanto solre toda a froaler* da
fiuagria.
Huma noca da nidada !e Cita,o, do-
pendente da deo, minie j Bustriaca, ,\Jile.
Lubimla, li: i nica de hu n negfiante
chamado Es lev .0 Drave>,ko fora pe lida e u
casamento pelj joren e rico Monteegrino
Sava-Bajkitch ) sua uiionio sa dumo: >u,
e as nupcias de Lubjrala j S.ira-Bajki!ch
se Ka vi io celeb atlo em Tserniry, o:id- erj
situadas a residencia e as prin.ipaes proprie-
dudes deste
** Lubomla era de iuima belleza notavil,
e a frescura Je sua tez, a g<*aca e a el>gtn:ia
de seu corpa Ihe tinbio dado o nj.111 de lio-
seira de Catara ; ella se baria mostrado
semprc piedoM ecbeii de respeito por seo i,
dosj pii. A oa/, ...'i an-ii entretanto nao a t-
nb poupa li coupletimente e ates de
seu cisame ito coirerra o boito p.'actida
de qii!> ella nutria hum amor McTtotO pir
iium loo-o ofi-ial de hasarea hngaros, 0
que at haviao entre tiles lelacss de intini-
dade. Sava-Bajkitch, a cujos ouvidjj che-
garo estes boito* osrepeltira, e assegu-
rava que nao oj arred'.liva.
" O casamen: j de Lubomla coatummou-se;
mas nodti seguinte a esse dia fatal, a recem-
casada em vez de ter a fronte ornada con
eufeites encarnados conforme o uso do paiz,
e em signal de viigin-1 .d.;, trasia uma ver-
ven dw
segiiiuio
auilioridade. esta marcar o numero de g ido | gonhusa corot branca: Sara-Bajltitcli con-
' firmiva assim que os boatos assoiludos a
cerca da amisada anterior de Lubomla e do
olH i il hngaro longe d i sere.n huma sup-
posiv'o calumoiasa ero d.'sonrosa rea-
lidade.
** Desde esse dia com.ne.-ou para Lubomla
bumavidi du torturas de
qii- ali se consoma e deve venJur,
dal con guia tiara asoulras leiras e assim
de bu as as outras ai aqui onde indispon-
savel se dve estipular o prego di carne.
Como tive esta occasio nao pnso deix lallar de outros objectos da mesma urgen-
cia.
O -'iLsixo assignado ainda precisa de olficia-
fs de Carpina para a obra do flospilal da Sole-
dade, e convida aos que se quise em emprpgar
a coniparecei na mesma obra ou nesta repar- : do disli icio de Sania Cruz o prelo aeveiino I cimento
to. escravo de Cunha Machado ,' por ter atiradu j
(1 un 1I1 -s ; a
'peta em nenhumi parte do Brasil se'foi neste estado deploravel q'd-poi* de hiver
vende to caro, e nen pissa por tantos aira lutado por espado de seis fentnts cmira as
vessad-res como a^jui, venia o pes.-adi, cjm dores de que era vi-.ltmi sen disoanso, cm-
aitestado de ser o proprio Vduder o peixe no seguio iugtr gailhar as frouleitas atravw
meicado e logo que se approxime o inlaxj de mil pongos, e reuoir-se a seu pal em Ci-
da raai, deite-se ao mar o peixe que existir: taro.
este panero sempre iiagou dutmo e se venda Sava-Bijkiloh niO lestemun iou a pnn-
mais Mrato, ciPio recentimento algum pula lug di s ta
A familia prolibt-se nue vendo aos Se- raulher ; mandou-lbe u;s uo huj correto
tibores de Eiigenho, que quasenenhun plan- para obter della a restitui.ia de buma tma-
la mandioca para susientaco de sua fabrica, gem da Virgem Siiitiv.i m qua em su.la-
devenJotambemestipular-se o proco dala- gidi levara por piedasi aperaUcfo. A.guns
.iuiia, e haver deposito para as que sobra- das porem se bivio apinis passado, juan-
rem do mercado. do esta indileren9a aprenle lot subtiluili
As chamadas quilauderas da Ribeira u.n pelo furor e pelos provectos de vinginca; uuoi
coito de qvants velhacaria ha. Venha os pro- aviso also o fiaera persuadir que LuboaiU
prios Uvradore por si ou seus agentes com havia encontrado seu anltgo am,ule e qie
aiiestado d'Autliond.de mais perlo de sua nao o abandonara aeileSav, se nao para
moradia vender no mercado em carga, ca- entregar-se ao oicial hngaro.
vallo ou carroca toda a fruta, lgame, ver- e Tserniry a Cauro a di-aocta h?
dura, aves, familia, e ortalice al as 111 lio as mu pouco consideravel ; iva-Uajki:cn, de-
do da, edahi em diante determine se hum pas d( ler reunida to bejdaukv oa salteado-
de()Jii0 res noaunbeces, armou -te cono loJMeU
Snrs. Redactores as minhas ideias sao cur- les com huma laca e hum macUdo ,e poi-
tas, e por isso ollereco ao seu juizo, e do A- se em marcha para u a asi le Ei'.efaO Uia-
mi/.odoPovo, aconeceo e melhor esclare- venka. Impedida na fro.itetra p.r numi
guarda austraca de ganzjigers(ca;ad-resuai
llum do pensar do Amigo do Povo, lronleiras ), que quena opoor-se a sus pas-


I


-

H*
Dt A Hl O DB HRN i MU JCO
ni n
tafem elle ataco'u-a, rr.alon-Ilie ncrve ho-
ir.ens e chegou nessa ir.-sma noite a Calar o
Urelfco Draverko e quatro criados surpre-
l,cndidos no meio do sorono, nao podero op-
pov resistencia algunjf irrupcao de Sava-
Pajkitch, o cual apoderou-se delles, rrandou-
cs tiraner us as arvores de seu jardim e
atcutou os ccm borrivel violencia, expro-
piando-Ihes o haverem guardado mal a inno-
cencia de Lubomla. Depois incendou a ca-
sa e edificios que della dependo, ssenho-
teou-se do que encoutrou mais precioso, de-
rjollcu os garlos e tomn o rsminio de suas
tnontanhas levando a desgracada I ubomla,
que lora Torca leslemunha de tantos hor-
rores.
44 Foi com a corda no pescoco ps descal-
;os e acoutada incesantemente, que Lubomla
ei o trajelo de Cataro a Tserniry. Clie-
tando ah e un conformidade das ordens de
av-Bajkitch, es hejdoks depois de ha-
Verem commetido ero sua pes;oacs ltimos ex-
cessos, tiraro-lhe os vistidos amarraro-a a
lium posie na praca publica da cidade e re-
tonecaro a fusligaUa com lias de couro de
ti es peinas. A dt sgraieda no meio de suas
lagrimas e de seus solutos pedia hum con-
fes'or. Monee fccondemnada responda-
Ule coro o liso nes labios seu carrasco : foste
adultera e sacrilega ; roubasles a incageru
da Virgcm S.niisima de minha casa : nada
tens que reclamar du misericordia Divina e
nenes a coirpaixo deteu mando. O sangue
con i a de todas as paites da infeliz Lubomla;
seus gritos alravessavo o ar e ressoavo as
xlitmidades deTserniy ; es hejdnuks, po-
ma nao deminuio seos golpes furiosos, e as
tilas de eturo ariancavau anda pedacos de
carne do peitu e das costas da victima quan-
do ella j tinha deixado de sofl'rer e havia
expirado em bum ultimo paroxismo de fre-
guesa e de dor
44 Mor la Lubomla, pareca que a vinganca
deseu mando se devia acalmar-, elle nao
julgoo sua vinganca completa e o cadver
da infeliz lili.a ile Dravtuko, delatado do pos-
te em que livtralugara sua agona foi por
suas ptopiaa n aos levado monlanha que dc-
n ina a cidade e pendurado a huma forca .
jaia servir de pasto s aguias e aos abutres.
Java-Uajkitihe os salleedores socios em seus
luiores se entregare o ento s a!cgiias de um
banquete atroz, e embiiagra-se applau-
tlindo seus crimes.
44 At boje, este crime sem exeroplo por
sua audacia como p elo rtfina-xmlo decrue-
dede est impune. Ugovemo austriaeo ,
porem segundo icfere o jornal de l'eslh ,
pedio, logo que Celle te\e noticia, que o
Waltdika eiccbispo e soberano de Monlene-
gio, llie culi (gaste os culpados, ou fzesse
por si B.esn.0 ealicndcsa Justina. "
(Gizette des Tiibunaux.)
(Lo Jornal do Commercio.J
A bacho havias
Tractarerrcs boje da Pachc-mania e esp-
renles ove es 1 ti teles ras ficuem mal remnos-
co. A Paco-nenia a paixo desmedida de
beber vinl c, Isla paixo tinha d antes os
nenes clessiccs de Pebcdeira Borracbeira ,
I'n biieguez ; boje chma-se Turca meta,
caLelleira, e al se lbe d o'ncme c!e Can ue-
ca. *0ia o balito de timar hledeias todcs
es das est n prvido as prete-ucs que a
Tuica sin pies til e digna de elogio. Mais
claro que o benem ce ponba cemo um cou-
ro de manb, de tarde, ncite rouito
xrau e muiloeio; mas ai.dar entre as 10 e
as II dejis de janlar ai baes que al e
ttuilo j olilico e uiuito necessaiio.
Cs que fazem opposieo pinga (pois at
ni'o la cpjcsiio) di/im que o boiraeho
perde a razco ; es duvidan os que elle a per-
ca teda, porem o q' temos visto que, se elle
peide um razo cdquire cuta : e tanto is-
to estiro qve tedos os das vemos bonens que
Talen itais 1,9 por nulo quando ntlles falla
oviil-.o. Cuentes Pi^gadoies, no lempo en
que bavia femis erixt-gav& a sua gen afila
lites de til cadeia da verdade eeomo a
veidade lie sallaia aos labios refieuados l
Cjuaiitcs IViiiitares enxugao a mamila antes
uc tiepar a un a bieiba e re tcLiem de glo-
ria l be consultamos a listeria romana \e-
itoaos que Clao (e eta um loaano s direi-
tas) tcmava a sua Turca sem ceremonia nero-
bina! Alexatdie Viagno (ntsse nao lalle-
msjenais era o Conquistador das Indias,
ertc eniguinlio tonava cada uuaa de ra-
diar 1 L cs liiegts que nao erac nei.l.uns te-
Jos icnetcia ini diploma de Lindade
*c lonacbcdo teu liubo eai Ibeasstei-
i J\jiinu, uno (jLtru diz que o vmbo
>igoiiza o tD{,enbo.
k tll.eai.io a u grada Lsc iplura \eacs que
ella diz;--que o vinlio alegra ocoracudog
liomens e basta isto para darmos a prima-
ra a esta prodcelo da natureza, Sao tantos
os objectos tristes que nos entristecen! eaffl-
gem que ; se nos algum da lormos Depu-
tado bavemos deapresentar um projeto de
Lei para que todo o CidadSo livre no oso dos
seus direilos seja obrigado a tomar este meio
de alegrar-se urna ou duas vezes por da. Di-
So que isto urna asneira e nos pegunta-
mos que ganha o Estado em que 0 Cidadio
ande por essas ras triste e casmurro poden-
do andar alegre 1 Para.se conbecer se um Go-
verno bom procura-se saber se o povo an -
da alegre ; e sendo certo que o vinho alegra o
coraco do hoir.cm porque motivo nio lia de
o povo beber a sua pinga l
De mais a poltica foge do vicho i como o
diabo da cruz ; e sendo certo que a muita po-
ltica alrapalba o Governo do Estado, era
grande medida dar vinho ao povo em logar de
Ihe dar peridicos. Doiijo era um lyran-
110 <: para que o povo se nao oceupisse com
as suas tyrannias decretou urna coroa de pre-
mio juelle que mais vinho bebesse em qUal-'
querfestn. Sero que foi um verdugo do
genero humano foi um dos maiores enxuga-
botelhas du seu tempo, Mauricio Duque
de Toscana em itjo formou urna Sociedade
chamada da Temperatica cujo estatuto de-
terroinava que nenbum Socio bebesse ao dia
mais que sele copos de vinho mas nao consta
da historia toscana se cs copos erad de quarti -
Iho ou de meia caada j e um Principe in-
gles preferiu ser morto em um tonel de Mal-
vazia.
Portanto pela parte da Historia est provado
que a Turca tem a seu favor grandes Autho-
ridades. Consultemos a Medicina. i)i Me-
tfcot deflnem a Moafaaquelle estado em
que para um homem a quena o uso das be-
bidas lermenladas faz p-issar a urna exalta.o '
das forca vilaes e inlellecluaes. Convem 1
os Facultativos que os primeiros copos prcdn
Tin no estomago um calor suave que nao
laida em diffundir-se por todo o corpo ; que
se sent uro bem-estar geral -, que se disper-
ta as Torcas vilaes e as da alma ; que os ^en- i
smenlos sao mais pro ir pro? as ideas mais a-
bundantes e os chistes mais numerosos (J-
ra vista disto porque motivo os lh pulidos
nao bao de ir para o Parlamento alegrinhos !
Os que nunca abriiau a boca se nao pira re-
t Ler os 6 pintos, lullaii-i e os que nunca
eilao calados nao repizaiia os pensamentos
e 8S palavias allcias, e at com os seus ehis-
lesnos livrariaS de certa somnolencia que s
vezes nos causad
Seja poiem romo for certo que o vinho
um dos mais poderosos tnicos que seco-
nbeci', e quecommunica n.uitos graus de loi-
ca o que o bebe ; e sendo isto certo segue-
se que quero mais copos deitar abaixo mais
forca lera. Ora verdade que os Medios
nao explica se esta forca fizica se moral ,
este silencio d a entender que sao ambas e
nesse CMC todos devem beber vinho porque
a todos convem augmentar as suas forcas ;
rocito mais que, oiii-udo os Mdicos que o
vinho saude aos enlermos muilo maisa
dar aos saos, que at o bebem sem repug-
nancia \-se pois que a .Vedieina tarobem
est a nosso favor e lendo 1 > a nosso favor
a Medicina e a historia parece-uos que es-
tarcos bein servidos d'alliadis.
Cs que prcfereaj a agoa talvez porque
mais Larata teem-se declarado inimigos do
vinho ; poim para mostrar a sua inepcia bas-
ta ver a energa coro que se explica um bor-
radlo e a friesa com que o faz o que s bebe
goa Se o Borracho ama elle por causa da
sua bella salla um quario ou quinto andar ; o
que '. bebe agoa i.o capuz de llie aparar
um escripto de noite com medo da palrulha l
se o Borracho monta a carado o n ais tinco
jumento debaixo dos seus joelbos urna Orea
ingleza ; galopa, a-alta paiedes e rios l pj-
rem o que bebe agoa deixa ir o a nir,l.ihho t
sua vonlade e leva as esporas por decencia.
Para o Borracho nao ia chuva ; paia o ami-
guinbo d'egba uro orvalbo um diluvio.
.Advogondo a causa do vinho deve enten-
dei-se que fallamos do vinho puto e nao
de vinl.o mixturado poique consislindo toda
a viitudedo vinho no alcool, isto no seu
espiito, quanlomenos espidi tiver peior
fura o caso j nssiro como as (uzes em poltica
Bztm perder a forca aos partidos, assim o
vinho mixturado com agoa relaxa o estomago
e din inue a energa. Os Gregos fora os in-
ventles dista paivoicede misturar agoa com
ni lio perem el les nao sabia aa sciencias -
iics, e por iso tem de^culpa. Para nos
ccnvenieimos de que esla lu.o de vinho com
agoa n basta observar os nossos Padres no
fci nl.iio da Viissa j emLoicao a galt.tla do
viubo ;tni nikxio, aas a da ;ua ala na
lir.ta 1 i com urna colber muito pa-
quenina e esla merma a sacodem pelo s:m
pelo nSo.
A*'vist.t do xposto teretns talvez passado
ante os nossos estimaveii Leitores por inclina-
dos smuafas : venhu mais este testemiinho
com o qual anda podemos. Se advogamos a'
caus da ping a pedido de um nosso As-
signante de Villa Nova que teto s arfflazens
cheios de ptimos tunis sem Ihes dar sabida ,
e o homem quii ver se por este meio os des-
peja, va. Se esta desculpa nao pegar pacien -
ca.
Funesto effeito do orgulho de ama Mii.
Mr. C... que anligamente era chefe de u-
ma casa de Commercio mu respeitavel tinha
por infelicidades commerciaes deiciio aem-
pregido de urna tenda de gneros. Mr, C ..
se tinha casado com urna Senhora fillia de
urna familia que linha de seu e della leve 4
filhos, a saber urna filha de* 16 annos e tres
flhos denai. A Senhora de C. tin'i-i
vivos desejos de que seus filhos e principal-
mente a menina recebesse lio boa educaci j
como ella recebera ; as desgranas porem de
seu mirido partindo-lhe ocorayo, aobri-
gnr.i a suspender o ensino que dava a seus
fillios.
Nesta siluacao ella se dirigi a seu Pai ,
que era bastante rico este porem se fez sur-
do a seus clamores, e se negou ao* rogos da
Seuhora de C. que Ihe supplicava potesse
sua filha em umCollegio. Fste Pai indifTe-
lente Ihe observava que a su situa?o actual
a obrava a por os pequeos a um officio e
por isso na eslava bem que um delles rece-
besse urna brilhante educa<,o pouuo anloga
pesico de sua familia ao mesmo passo que
seus irmos nao passiriaS de simples artistas.
Esta expresso eriu o orgulho d'a juella
desgragada Mi e Ihe exallou a imaginaco
a ponto de Ihe inspirar a mais horrorosa de-
tei mindto. Sabbado 10 de Juuli j des'e an-
uo de 18 .0 em quanlo seu esposo eslava au-
sente ella chama sua Glha que eslava apren-
dendo a costuieira segundo a vonlade de seu
A\ e chegando de noite depois de Ihe fu-
zei niil,caneias, a fez marchar para a caza de
sua aihic ordenou aos 3 pequeos que se fdi-
sem deilar. Depois de ler escripto varias car-
las entrou no quarto donde as desventuradas
ciian ras dormido e vendo que os innocentes
dormia profundamente se encerrou no quarto
com elles e lendo aceudido varios fogareiro*
clieios de livo de pedra se asseatou ao p
da cama para esperar all a morte I
Mr. C... nao veio a casa se nao no dia se-
guinle e teniendo alguma desgraca por en-
contrar fechada ports do quarto e por nao
ver nem sua mullier nem seus filhos cha-
non sem demora um Commissario de Polica,
que roandou logo arrombar a p^ria ,' e aberla
esta se aprezeulou aoso'hos do desventurado
Pai o mais horroroso espectculo. Mdame
deC,.. eslava mora na mestna po-i.o em
que se havia sentado com as mos cruzadas,
romo urna pessoa que faz raco l A infeli-
zescieancas que erao de complejaj robus-
ta linha os bravos estendidos e as mos in-
i.iuzadas com siguaes de tciem luclado com a
morte bastante lempo l l Dous delles tinha
conseguido baixar da cama e aproxi.nar-se dt*
sua infeliz mi as cartas esciiptas pela infe-
liz e dirigidas a seu marido, erao mu tristes ,
e explicava os motivos que a arrastava a este
acto de horrivel deesperaco ; ella fecuava
uiua pedindo a seu Pai cnidasse da educaco
de sua filha visto que seus irmos tinha
deixado de ser artistas l I
Anniversario Gastronmico de Waterloe.
No dia 8.de Junho celebrou o Duque de
Wellinglon em Londres Segundo cosluma
todos os annos, o anniversario da famosa bata-
llia de Waterloticom um esplendido banque-
te, aoqual assistiraS mais de setenta convi-
dados que era5 os principaes Generaes e
Cheles do Kxeiiilo inglez que estivera na-
quella jornada e alguus amibos parlicula-
rts do Duque entre os quaes fi jura va o Ge-
neral lava, Embaixador de iiespanha, A
comida foi magnfica tanto pelo luxo da bai-
xela e adornos da sala como pela abundan-
cia e raiidade dos manjares. m quanlo os
convidados estava meza viu-se andar de
redor della um carrinho de grindu valor que
lbe dera El Re Jorge 4- Esta especie de wi-
gou cuja caixa e rodas sao de ouro macico
com embutidos de perolas finas conten
bancos circulares sobre os quaes podem col-
locarrte muitas garrafas donde as tira os
criados para as tazer circular entre os Convi-
dados. Wesles bancos eslo imbulidas as di-
versas medalhas que Sua Graya o Duque de
Vejllington recebeu dos Soberanos Estrangei-
ros
Acarruagem anda derredor di mesa-
e cada Convidado pede o vinho que lbe agra-
da.
Annuncio.
Cerlo sugeito tem um Papagayo t o qm|
nao diz como os oulros Papagayo Real para
Portugal quem passa El Rei que vai pa-
ra a capa ; roas sim Papagayo Real Cons-
tiluico to carocha : quem passa ? ella qua
vai para a capa.
(Do Peridico dos Pobres do Porto.)
ArrLICACA GEnAL DA LE DAS COMPESACI)
AO CONTRATO DO CAZAHEHTO.
Continuado do n. 4^.
No dia segdinte Lournco e Amedo'
torrrro ao ajuntar-se margem do agrada-
vel rio e continuarlo o seu entretenimeat
deste modo :
Meu Amigo diz Lorenco ', a rerdade
se destiugue por tim carcter noUvel este se
compe de urna iramensidade de observac5ss
que a preceden!, e nos conduzem a ella de
urna grande simplicidade em Seu termo, e
da facilidade assim como da fecundidade d
suas coasequencias.
Ji tendes meu amigo assaz vivido par
encontrar em vos mesmo um fundo suffi?iente
de observaces j e de lembrancas necessarias.
Todas as penas e todos os prazeres, qiis
haveis experimentadj at boje lulo iquilla,
de que leudes sido testemunlii tu lo quinto
haveis apprendidj por vossas leturas ou
pela nlorinaco dos pomsns, dave ser aecu-
mulado hoje em vosso peimmeato e dirigi-
do por elle para um fim nico j para os priu-
cpios que, no meio do infortunio fun-
damenlo a paciencia sobre o seutimentd di
justiga e a obrija?o di vilude sobre o de-
sejo da felicidaJe. Olenpj, que j haveis
passado sobre a ierra deve ser u n mu longo
espapo de r< Qaxes e de provas para que a
verdad*, e o descanco posso ser o seu lera.
Nos acabamos de dzer que a Verdade si.n-
ples. E| preciso que nosso cora cao se uj
aparte j mais desta simp iiade que nos
ajudara a descobril-a. Temjs acreceuiado,
que as suas cuuseiiuenciis eio facis, eabo-
danles ; assim que dtui deiuzirenos pa-
ra toda a uossa vid i o fcil encideamealo ds
nossjs senlimentos e de nossos deyere*.
Meu amigo nos consideraremos lojj coa
j 11 neta mente as lelacoes de nossa infancii, 6
de iiussajuveulu.it*, assim cono as vaniageas
e as penas que perleucein com mais parti-
cularidade a estas duis idades.
Agora reflictarnos sobre os lapos lio dxes,
e to importantes que a natureza nos coa-
vi Ja a todos a contractar, e examinemos se
a este respeito ella nj inspira a toij, us lio-
meus maior quautdaJe dedejejjs, qua lusa
nao periniliidj Sitistazer.
(ue de dedanupes viole.it is, e inco.ui-
deradas nao ten sido feius contra a bizariil
dos cazamenlos se u conveuieiieu, co.itra suu
causas oppressivas e coatra seus fun-sloi re-
sultados, l'em-se Mvejado a faculdideds
contractar o cazimeiito gjsio da iuchuavIi)
cega e uo se lein felo reparo que esli a-
culdade s poda existir en duisepojasdi
vida social-, em seu na sci me uto salvaje at
e em sua ulliroa dissolu^j que no primeiro
estado o homem uueileciuil nio existe qaua
nada j que no segundo estada uo exilie mais}
que em ambos a uiuao a iu*is importante ni
mais que urna saustaoo ptssigeira, que ai-
iiiilhuue adunia uatura/.a inlerur aji,
nao esta Lele entre os en'.e auimidoa maisau
relaces d un momeulo.
XNo priucipio das sociedades, quando o
horneas, aluda espuuijjs so ore um vasto
lerrilorio nao formj arau que tr.bua er-
rautes a industria so leai por ti,n a cuiser-
vapo Jo i'orpo e ella esta senpre en reli-
po com as (oreas. O horneas, natural conso-
m poueo j o ineiiiiu auiia menos : elle viva
curo, facilidade a cusa da triou va'abunda 5
e esta ordinariamente geiierosa sem mrito;
pois que sus proprieJades que anda nJ
sao mais que o huelo da capa od di pesca s
deslruirio logo se edas nao lossem consu-
midas por al jue:n. :No laslante em q0
esla tribu primitiva le u fixado a sua iubita-
eo e tem dado pela cooslrucco d'algu.ii'S
cabanas de pallia pela cultura iutorme d'a n
pedapo de ierra um primeiro passo para ci-
vilisapao, a natureza joven e vigorosa,
recompensa abundanlhmeute um fraeo iraoi-
lii >. O territorio mu superior s iijcjj-
sidades de seus habilaules por suas proiuc-
ces e sua exteupo gasta muilo lempo in-
da primeiro que salidaca a.esse desasiocegu,
a essa prevenpo que sao o principio da ac-
lividade humana uas sociedades num-jo*^'


1 A R 10 D fe P E ti N A M 1? u C
O pae de familia inda tem mui puueo cu
do em seus Glbos, porque elle llie lera
pouro custado ; e seus direilos sobre elles
fuero rom igualdade a proporro de seus cui-
dados de seus iigeiros trabadnos de seus
mdicos sacrificios.
Alas logo que o Estado tem commecado O
njais anda quando pelo augmento da po-
pularlo o consumo total tem extincto o ni
vel da prodcelo ordinaria ; logo que ao de-
pois a necessidade de augmentar os recursos
'da na tu reza tem desenvolvida todos os gene-
ros de ndusliia ; logo que alem disto a es-
pecie bumana aperfeicoada ou ao menoj
extensa em todos os sentidos tem ajumado
as reclamaces do espirito a exigencias d urna
natureza interior as necessidades da exis-
tencia feliz do ornato d ostentaco ao en-
Uetenimento do corpo e das suas loicas; cutio
un pae de familia un ente continuamente
activo i continuamente occupado e inquie-
to; entao seus tubos, que como elle' tem urna
existencia mui extensa mui composta e ex-
cilo duraute sua primeira idade cuida-
dos assiduos, e penossos r desde seu nasc-
mento tiles sao o objecto do muitos cuida Jjs ;
a imaginaco e a prevenco de stu pae,
quantlo nelles consideran abraca a tonga
inGuidade d um solicito futuro.
Que deve necessariamente resultar meu
amigo i 110 amor e nes cousas d'uma tal dis-
posico ? Eu vou dizer. Em primeiro lo-
gar o pae de familia vem a ser realmente o
senhor de seus thos ; porque estes nao pa-
dem passar sem seu pae e el les muito the
tem custado.
Em segundo logar resulta a experiencia
sccumulada de todos es trabalbos de todas
as angustias reas ou imaginarias, que ar-
ta
ida-; substituida pela injustic ; se se I lie na r quelles a quena elle tem dad milito, eque, de nsse organtsacS 3 elles t
mui.fusa. da estima que elle merece, um quan- | par es ti ras-I a sejulgia con dimito de ol>- nna aobre "ossa sorte porn
sse- ldade iguala do entbusiasmoe da prevenca. ter alud mais, elle ten 1 aporoxinadi, uns ms ind-t *via directa sobrea'
cuja verdade se tinha excedido Com tuda das outras tolas as ameiadas carrespaadn-
0 contracto est formado o futuro acabado tes ; ter i a un Jo canjunctamr-nte os d>ns os
a sorte fixada e a felicidade tem fgida ; p J- miU felices di natureza de mod) que fui ,i
is ou preciso vi ver com honra no de.'goslo, qn tolo de perfeico e de felicidade. Fa
na mortificara a d'um erro ; ou escapar de seus { vos mesan esta approximacia, de daiis a d
lacos, viatar seus deveres, attacar os costum?s, com. o auxilio de vosso pensamento e un
e contribuir a desorden. Esta alternativa desteraad a firmosura con a formasura a
quase inevitavel para a mocidade abandonada forca cjob a forca tolas as quili files fe-
a seus movimentos impetuosos. Ella se engaa | lices com todas as quilidides felices, atea
quase sempre ; e, as cou*as necessarias, ou s | tatal esgotamei.to da clissa feliz que as ten
importantes, o ser engaado veno a ser ou recebiio Qae restarla a essa parco da bu-
manid.de lo numerosa, que se (en en piu-
ca COnta masque nao pade ser indiferente a
os ollios de seu autor. Ooservae mea ami-
go nue esta classe que comprehende to Jos
os individuos fricas de carpa de carcter ,
oudeintelligencia comprebenie nisos
dous sexos mas todas os estados di sacie li-
cedoou tarde, urna veidadeira desgraca.
Segundo a inlenca em que estou meo
amigo, de conducir-vos a ver judicoia-
mente e com moderaco todas as cousas eu
nao cahirei em urna exageracc de generali-
dade que, apezar meu seria desmentida
por excepces frequentes.
Ha muitos paes que se engana e que ,
mais cedo ou mais tarde, vem a ser victimas,
flaalguns que unem urna importancia ex-
clusiva quillo que s a deveril ter secun-
daiia ; que nao da o pelo contrario algu-
ma consideraco ao que de primeira impor-
tancia. A di ando-se ao depois sua incln ica
natural fortificada por todos os pequeos ar-
gumentos que fornecem aos espiritos me-
diocres os desgostos da vida elles s edeu-
lo urna conveniencia ; entregan todas as ou-
tras uo acaso.
Poisbem meu amigo que i necessario
concluir daqui se nao tor a rainlia mxima
principal, meu principio decombinaces exa-
minadas de equilibrio de compensares ?
Com effeito de duas *. Os meninos, as-
sim determinados peta es.olba incompleta ,
astra a acquisico d'uma fortuna a experi- que a alma acaudada indica a seu pae tem
neis anda m ?
o.lostem influ-
ue el!c3 tem u-
.asios g oslase so-
bre a nr.ii coniacta.
Que qner p s ., nato'refJ, quindocria ca-
racteres IS> opp3stos? \ r?s?ita ficil ;
'aie T ella quer a mistura a omMnayio ; o sorti-
ous' ment reciproco d'ts juiti Udei e'd >s defeitos
qua depen hm dalla quer seu principio uni-
versal o equilibrio par conpeoucoes.
Entretanto, ra>'u amig>, faca nos vos
mesn > a ap ilicaclo de quanto rimas d-i diter*
E' principalm?nto vossa felicidl la que ti
aspira, fazeoda de vos p-irte de minbas re-
I '> !S. C r.S\ 2- rec de u >. o o est t-J 1 de WM-
socaraco, E 1 rdade ".selle, com me
hiveis dito 1 est.i livra fe todas as prisSea f
que eiu outro temp 1 o preu iiaj
Ah tvi vos as;ejoro re^pinlea viva-
mente '' Aned t ; e-i ni 1 ten j tido senia
pesares, cona pas arta es irei li re depri-
de ; que se ella encontra entre os ricos con i s6aa ? Todos m ta-.a 1 d vos perlencem meu di^.w amigo; eu na
lerti j mais outros,
( Contiui, )
C')MPAX!/rv DI) BEBIRIBE.
O Conseo deliberativo da Co npanoia da
Bbtriba rjune-ae nadia -a da 'tan-a pe-
las 10 horas da mauliia, na Escripirio do
coume.
en
na ventura qualquer que seja para obter
lima subsistencia coirmoda e todas as satis-
i'acces que se tonio imperiosas necessida-
des para o bomeru ti\ilisado islo se ajuula
ao resliiaoaenlo que es progressos da idade
lauco sobre as sensaces animadas e sobre
us desejos generosos. Nao nos admiremos
pois, que um pae seja ordinaiiameute pouco
disposto a avoiecer as conveniencias pi uni-
tivas e naturaes tac irdenlemenlu reclama-
das pela mocidade
fleconheyanaos iem disto*, que, chegmdo
eia seus
projectos em seus destjos ; e ento lia s
elles deixnia de tazer u.u scri5cio antes se
conformao com o soitimento, que Ibes couvem.
Ou melbor eesta opposico m^is caia-
raura ('acuidades mais generosas loes a a
necessidade de urna associaco dilldieule da-
quella que llie apprcScntada por erro de
um pae ; e neste caso eis urna das penas ,
urna das contrariedades que ej,uilDra as
va'lagens de urna 11 ature a e!i o primeiru
dos bens o maior, o mais frtil Uoserve-
mos lambem que estas almasjovens to e
entro os pobres que sao a classe realmente
indigente da hunanilJe. O rigar de seu
dislino nao seria extremo se redolida a si
s esem commuuicaco cam a olasse feliz .
ella unisse insessantementc o que iraca e de-
feiuOM aa que 6 defeituoso e t'raco ; de rao lo
que da approxima o dis duas anetades res-
pectivamente collonadas do mesmo mi lo h
escala das priva?es e da desgraca na pa-
desse ja mais resultar senia um loJodi im-
perfeica e de desgraca.
Sem duvid con urna iuil dispasipa-
urna saite de equilibrio subsistira ainli na
ag ;regido da manda paisqui elle seria di-
vidido em duas partes a dos sofrinen'os cujas rodas ten o seo impreterirel'aod.; eut
edos privilegias. Mis, para saber se DattS nadia l5dMireo prximo futuro, ecbo-s
poda proverassm as creaturas, preciso in- a vend na liairro do Raofe nis lajas da ra
dagar, seobomem quereria ter mscida na !di Cadeii das Sara, Vlanoel ancaives da
Silva, Gregorio Antun h d'Olureira c Vi-
eir Cambista ; e na de Santo Antonio uas
dosSnrs. Man el Al ves Guerra ra nava ^
e Bastos na PrActnua do Livrajenta.
LOrCRIV D0TH3ATR0.
Os Rilhetes di 1." Parle da t." Loleril^'
a esta eslayo ardenle, o jo cu nllamado nergicas as suas reclamacoes de felicidade e
d urna paixo intermiuada nos seus movimen
tos para a qual nao preciso mais que um
objecto ; qoe os sentidos ento em sua im-
petuosidade fogosa probibem ao juizo as re-
de gozos sao aquellas que a paixa a gene-
rosidude a confianca a vil lude mesraa ,
arraslrio mais ordinariamente para as iliusa-
es e engaos. O principio de seus atfectos
fie.\oes e a piudencia ; que o cor^o me- qase sempre um erro fuu*lo } de modo
nos attrabido por um objecto conlitcido que ^e a escollia de seus paes nao julgando
abrazado por aquelle que llie appresenla a |,em ( e consideando o futuro nida luferi-
imaginaco } que nesta idade a primeira mu- j or aquella que os arrastra ao cuidado ao
Jber que se l a primeira que se adora ; I d',Sgaslu a ,,
que os sentidos suppoem nella todos os en-
cantos de Venus j o cora.o reconhece nella as
qualidade de iVliinrva. A |>aixo embelle-
za esmesuradanieute os altraclivos de seu i-
dolo.
Oh I quanto conlieceis vos perfeitameute o
carcter da mocidade! cvclamou Aiueo. '
Seu an igo llie reapoudeo Eu aie lembro de
sninha iLocidadu e ir 1,lio observado a vossa,
Eu nao leiia, a este respeilo lautos cao he-
cimeutos, sem us deaaaiocegos que me cau-
savuo vossoserros.
Estes eiros do desejo, que sao ordinaria-
mente ta tuuesloi uaocidadr?, na sao Ire-
quenleoieiile coiLmttlidos por ella seno uas
sociedades, j avanvadastiu civilisaco } on-
de nao obstante e.\islem anda cosiumes II,1
'enlo, no Estado, una classe de liomens ,
< pouco numerosa po/em mu bullanle que
devorada por mullos tormentos. O espm-
to dos homeus que tompoem esta ciaste
vivamente exeicitado j stu corpo tem muito
menos tadiga. Ue todas as l&cuidadesdo es-
pirito a imaginaco a mais activa a que
excee a toaas asoutias eque, em sui ar-
denle exigencia, devor. todos os seus alimen-
tos. JNaquelta poca c-m que os liouit.is se
cooirouiiiiu Uo abundanlenaeute por meio da
'intelligeucia a imaginaco iutormadi de
todas as lousas que existem espaltiadas pelo
uiii.tisu j tila as ajuma todas secundo sua
iitressiUaJe e seu desejo; ella as appiira ao
objecto de sua iiomenugeiu que pesar seu
e aa verdade se cuuq.oeiu ue todas as pet-
seicss espantadas abic o camp vaiiadoda
natureza, W um lamalbele tt-rmudo cum e-
legbuna das uiois eucanladcras Bares j
mas logo o cl.tuo delicado se evapora ; as co-
its bullanles aiurthu; o lempo separa as
iloies. E'assim que este a^g e^ado magi-
iioiio se acha destiuiuu pela i.uiidade.
A penas o incauto CCSM a ra-ro principia
a ser ailu.dida. I eliz ento o objecto d'um
houieai encaiendo^ se le nao v a kdorayto
lortuuio sobre a incln a ca
do amor e do dilirio.
Se percorrerdes com attenco a socieJ?de ,
meu amigo, persebereis por toda a parte ap-
proximaces que parecer-vos-a disparates;
veris urna mulber doce pacifica unida a
um carcter imperioso e violento ; um bomem
prudente, rellectido modesto e sabio es-
poso de urna snulher precipitada ligeira ,
imprudente. Veris de urna ou de outra par-
te, a vivacidade autos'da contra a indolenr
ca ; a viriude posta a provas pelo vicio ; o
espirito amortece.ido em presen a da raedio-
cridade ; os cuidados de um lado o desar-
raigo a prodigalidade de outro ; a Iraque-
za unida torca a adolescencia velliice ;
a doeuca a saude.
Meu amigo, poder-se-a lalvez allribuir
urna tal desposico ao accaso se a undule
das excepces nao permitlisse considera 1-a,,
com pouca dilferenca como constante. Mas
ludo oque geral e que nao obstante po-
derla ser de urna maneira ditferenle desia
mnneira geral, tem certameute urna causa
digna de attenco
JVJeu amigo nao nos esquecamos do logar,
que ousamos lomar. Assislamos novamente
a os conselltos do Creador ; elle o pae cora-
mum de lodos os liomens ; as duas grandes
divises da especie humana sao igualmente
obra sua ; lodos os caracteres tem sabido de
suas mos, e nos temos visto que elle os ha-
via variado manilamente nos planos de sua
sabedoria.
Procuremos agora oque te:ia succedido ,
se L)cus tivesse abandonado os ciesliiios hu-
miuios a todas as mudanzas de um accaso ce-
g se elle os tivesse reculado segundo os ce -
go desejos, que nos sugensse nosso interesse
individual ou nossa fraqueza.
INo primeiro caso nao leria havidomovi-
menlo alternativo no aggregado dos deslinos
uumanos e ento os infelices leiio tido o di-
reito de aecustr de injusto ao Creador.
Ala, se elle tivesse escutado os votos da-
classe em que s teria tido desejos imitis ,
penas positivas e toda a invej.i que teria
produ/ido a vista de umi classe favorecida do
todas as vantagens, de lo Jas as pjrleivSes.
Na meu amiga a jusiica paternal na
podia dislribuii desle moJo a sui herance,
Os ho ueus apezar de felizmente nascidoS ten
defeitos que nascjra de uas mes as quili-
dades Asmultieres as menos favorecidas da
natureza*, deLaixo de lazes exteriores tem
virtudes e qualidades que coaipens) a pri-
vaco de certas vantagens. Alem disto as
differe'icas que distinguen os liomens entre
si, eas muHmres tamben entre si co.npie-
bendem tolas as variedades das vantagens in-
teriores e exteriores : estas diiereucas natu-
raes sao mais ou menos augmentadas pb
progresso do lempo e pelas circunstancias es-
trandas vontade do iuJi'idua ; pais nao
elle mesmo que augmenta voluntariamente
seus anuos ; nao ordinariamente elle mesmo
que deslroe sua saude, sua forca sua for-
mosuri, sua destreza ; sa muitas vezes ac-
cidentes nopiuaios. A fartuna algunas ve-
tea nos desinpara sem que nos possamos eX-
OTERIA DO SEMINARIO
Ac!iIo-se, venia os Billittss da 1. par-
ta da 17. o Lotera no ; feeife ra \
C.iJri laja do Sur* Vieira ci.r.bi-ti rn
S. Antonia na ra da Cabu.' loia do
Sur. Bandeira e na Boa-vista bolicik
do Sur. Mareira delronle di ualriz ; e bre-
ve se aiMiunciar o da do audaminlo das
rodas.
Avisos DiverSiA
. ....... ^,.. ,, .. -*
t?9" Un Poitugiiez soltpiro de ida I? da
4a anuos, rfua euteiH<; de borla porp ir,
jardin parreiril e tuda que < can emen-
te a cilio; inclusive enxerlo ; se olFere.ce para
feitorisir un cita ed con be in-nti de su*.
conducta; qnen precisar ila servi.-a da an-
probar-lhea nossa ruina. Era preciso que Unciinte avisa pir este Divio.
una classe dos infelices de toda o genero se
unisse una recompensa juillo que ella ten
perdiiia urna compensado quillo, que
he lilla ; era preciso por consequencii que
aqui'io que imperfeito fosse lamben a
panillia da classe favorecida ; e por esta ra-
saoque, commumente, a doucura e unida
rudez, a nullidade ntelligencii, a fealda-
de belleza ; ri por esta ra/ao em urna pa<
lavra que raras vezes cada umdosdouses-
posas encontra no outro quillo que elle
mesmo lem le.vado
aNose poder reforcar este raciocinio com
urna observaco frequente ? Considerae, nos
homeus e n.s muliieres o pendir secreto e
ordinario da incln u: 10. Lago que esta in*
clnacio na cortada por circunsta icias es-
Iraohai, e que seu curso iudependeute
vista mover-ss naturalmente para asdisposi-
ces e qualidades contrarias > da individuo ,
ue a experimenta, Quantos homens nasci
dos mui grandes mu Torios, se deixrio ter-
nluiente attraliir pela belleza frgil e delica-
da (guantas vezes a impetuosidide audiz
nu se apaixoua pela languidez insolente e t-
mida E do lado das muliieres quan-
tas vezes ellas sao sensiveis ao espirita vi-
vacidade moderaco ternura entre-
tanto que ellas pussuem faculdades ou des-
poai.cr.-s contrarias 1 Por tanto, meu amigo ,
sao as nossas faculdades que determiuo
nossas qualidades e nossos defeitos.
O hornera pacifico e lerno, que dirgeos
seus votos a urna mulber dotada d'uma alma
lui generosa vae encontrar em sua esposa ,
sem o saber a prodigalidade e algumas
vezes a negligencia. A joven doce e tmida ,
que entrega seu corat'o a tira homem de urna
vivacidade fogosa se submette sen o saber
a um dissipador c algunas vezes a um ty-
ranno. A?sin succede a todos os caracteres
sz^ As pessoas que quiseren sa apraveitar
do vins faccniee comptrecaS as quintas
feiras e stb'inlos, as 9 baras da da a ca-
za d?s Expastos.
Esy Avia-se ao respeitirel Publica q'ie,'
estando proceder -se a iusliScacS de de-
mencia da Sra. D Rasa de Sau viuv.a de Aulauio Lopes Chaves niugu'm
pague qualqu'-r quintil mesniSra., ou
seo frocuradarf construid a en li de Marco
de ivJJy) Jaaquim Candida Fcrreira ; ou fa-
ca contracto algn, relativa nenie seos
bens, pois que, provada a demencia, Sra
nullo tuda quanto ella fizer ou o menciana-
do Procurador ou outra qualquer que pela
viiiva for constituido. E por^us se pvo'esta
contra a vaiidade de qualquer paga.nento ,
venda, e outros contractos que par ven'u-
ra ella faca ou sea P.ocaradar: fiz-ie o
presente annuncia pira que niujuem alle-
gue ignoranci,
Un das bordaros que nao quer coules-;
taces para o futuro,
tsr Pede-se ao Sr. D. da Sstedade IN'i-
talence queira quanto au':s mu Ir. resti-
tuir pobre Igreja da Terco a Alcatifa nava
(ou seu valor se estiver qiei.n.di co.no se
dizj que por interveuco da digna Secretario
desla fai emprestad 1 para aquella Sacela Ja
pelo Natal.
tST Alugi-so daus quirtas de um casa
para pauca lami.'ia : quem os prtender diri-
ja-se a ra da olun iVava i), 4 1 veo 11
da es juina, que li se dir quera os a!u-
tu* Quera precisar de um caixeiro para
loja de miudeas ou de l3-.eu lis de |3 para
i.'j anuos de idade, dirija-se a ra do Mundo
Novo, venda da es juina, D, ja, que 1"
Jira,
i


r
DIARIO BE
^'mar.*.
PERNAMBCO
w ti ii'nawi ii ii '
ts~ Da-se a premio i.So.ooo sobre pinito*iwja id tas principal, e que tenlm 3 ou i
res de curo i nesta Tyjografia que se dita.
tS5~ Perdeo se r:o Domingo de "nlrulo un
anelo tie ouro coro i oitavas e me i a as 5
cnlas ; quem o achou querendo restituir
dirija-se a venda da quina do beco vio ma-
risco, que sei gneros,, mente recompensado
S3F" A ment por cima di venda do Cardial coa
commodcs para familia ; a tralir na venda
do niesmo Cardial.
KSrDa-se 400 00 a UTOS a dous por cen-
to ao me?. sobre pudores de ourj ; na ra
deS, Thereza D i3.
SSrr'rtcisa-se pira ao obra doTbeatro pu-
blico desta Ci.I ide boas oli iaet da carptna .
assim como compra-se 2o miibeiros de r.eJa.os
de lijlos de crivo, e que sejo ,ie dum barro;
quem quiser deit.ir Campareja ni n.esim odia
d.is b borus ao meio uia e das duas as seis
da tarde a tratar com o administrador d .
dita obra Auto:.io Luiz Vieira.
gg Pretisa-e alu.-ar urna bsreaca (|ue
pefriie Para roais caixas em cas i do Sur
Lo'urenVO Josdas ]\eves na ra da Cruz.
SSr -bai.o assignado scnbor do enve-
ndo Ara''" debaixo na comarca de 5 Anto
tendo nolfia, qae \jnoel Ignacio de Mello,
morador no engenl o S Jo.- da lue-rna l.u-
marca oforecera a venda urna pequea parle
que no dito envendo A tandil Ibe coube em
rneacao por morle de sua primeira n-utlier a
qual parte O dito Mello subnegou no inventa-
rio que se proredeo d js bens do seu casal por
nioi te de sua segunda mulber Joaquina Ma-
ra da Gneeicao no Carlorio do E*crvo
Jos Cavalcanti Ferraz de Azevedo } declara
que pelo motivo da sobnegaco deixou de
cumprar a ti esm.i parle. Manoel Flix de
Mello Juni r.
t&~ Da-se Soo.oon a premio rom liypo-
theca em predio livre na praca da boa .vista
venda I) 4 se dir
KS^ Precisa-se de uro caixeiro que lenba
pratica para urna venda no monteiro ; no be-
co do peixn frito D. 4
tST Precisa-se de un) caixeir.i que lenda
enlelligencia de padsria e que sai ha ler ;
quem e>tiver nestas circunstancias dirija se a
ra da sen/ala velh padaria l). 3i.
quaitos. quntale carimba, e se ti aluguel
nao exceda de a.ooo ; quem liver rirja-se
a ruada penba no tundo do Livraxento io
terceiro andar do terceiro sodrado.
U3" 6j toneladas de carvo de pedra por ; t&~ Unu prela de naco de boa figura
preco commodo past > rio porto mais periodo faz lodo o ser vico de urna casa ; no atierro da
comprador $ na ra dos Quinis I). 5.
isy Um pardo de bonita figura proprio
para nagem de idade de 1 4 a 1 5 arnos na
ssr
rrecisa-se de urna roulher de bons ra da scnzala velda padaria de Antonio Jos rio D. 1
Boa risli casa junto ao tanque de ag >a
E-y Sement de sebolas muito n iva e de
superior qualidade r na ra larga do Roza-
'ostumes {.ara servir a u: a casa ; na ra. da
Alegra c.sa onde se faseai chapeos
sy Oflerece-w um mo.o poituguez pan
criad) ou pagem de um casa particular, (];
ronhecimento de sua conducta ; quem preci
tar dirija -se a ra do Ruigel ua prmein
venda di ladoesquerdo I). S.
sar A pessoa que quiser levantar um en-
genho de agoa em urna legoa de trra qua-
,'iada distante da Capital 4 legjaa e meia .
na freguesia de S. Lourenco da .iatta t diri-
ja-se ao absixoassignado eaa Caiai a |..,
de ti alar cora o meamo adverte-se que p ..
sude cj.a (|ue deve moer ja est prometo e
igualmente o cercada para o engenho ni-
co terreno deaeoberto de matu virgem. J0-
r i rantiscode Barros ^ego
i^ loga-se ao.^r. U-J. P. I*. tenjia a
bnndadedo ir ou mandar pag*r na venda
deronle da Malr da Uoa_ vista f na casa de
frente amaiella a quantia de lo,6.<0 resto de
muior quanlta, qoe o msmo lie devedor a
qusi 8 annes isla do praso de 6 di as de
contrarise publicara o seu nome por ex-
tenco.
Avisos Martimos.
PARA O RIO G. DO SUf- aahir rom
brevidade o bem cendecido Hrigue E- Pampeiro inda recebe alguma car,;a a Irete
para o que tmia-se na ra da cadeia corn o
consignatario Amnrim Irrr.os.
PARA 1LHA DE CABO VERDE o Bri-
C,ue Brasileiro Pernambucino de que he
proprielario Jos Francisco Ribeiro, e Ca-
pilo Jos francisco da Co lerivelmeule no dia 5 de Marco com escalo
para Loanda, inda recebe fcljuma carga miu -
da; quem quiser carregar ou ir de passagem
dirija-se ao mesmo a cima.
PARA O RIO DE JANEIRO seg'.e nest^
cerrenle semana o Patacbo Nac. Saralva, che-
gadj recentemenle do mesmo porto, inda
Gomes D. 3i.
tT A armaco da loja da ra es.treita do
Roza rio a tratar na un nova loj de Antj-
uio Ferreira da Costa Braga
ssr Cautellis da vigsima parte da Lo'e-
ria di Boavisla ganhando iw sorte dos {;ooo
dujntos mil rs j as lojas dos Sara Lopes
unior ra di Cruz ; los Parcira atrai
d Corpo Santo ; Pitomdi, Haltazar Sou-
za Pinto Migaldaes e Dias & Cunda rui
da Cadeia velda ; Braga JUtitO ao Arco de
Santo Antonio ; A. J. W. Bastos & C. ra
do Queimado; Joze Antonio da Silva e
Quarcsma, pra?a da independencia Clau-
uio, ruado-Cabug ; Atierro da Boayialalo-
j d miudeaas n ao; nos quairo cantos da
OBeaifHi na venda da esquina por balito do
s brado e na Cidade de Olioda na ra de
Vlatbiss Ferreira n 4"
ZS9~ Por preco muitocommod ou troc-
se por casas ou escravos. um sitio na estra-
da do arraial com casa grande de vivenda ,
de pe.Jra e cal trras proprias estribara,
com mnitls arvores de fruclo de diferentes
quaiidadea ; na ra larga do Bozario D. 4 "o
piimeiro andar.
^i Una negra com cria ou sera ella, in-
da moca sozinba o diario de urna casa e en-
gomma na ra nova i3 primeiro andar.
S^- Uma venda na ra direita r>, 33 ( Q
tea aluguel lie muito birato ; a tratar na
na mrs.na.
kzit Urna escrava moc de bonita figura
engommt cozind 1 e he lavadeira ; na r\x\
direita loja de couros D, 7.
53?" Uoia negra de id do de 2a annos niui
boaiavadtira e coz inda alguma cooza : n
ra da cadeia velda 11. 5.
tssr Urna escrava cieoula de idade de ao
annos cozinha odiariode una casa engo-
ma faz renda e he lavadeira ao compra-
dor se dir o raoiivo ; na ra di penda no
fundo do Livramento no terceiro andar do
terceiro sobrado.
t^" Um terreno alteado no seguimenio da
ra da Autora com ioo palmos de frenie
e 5oo de fundo, pagando o foro da 3a rs.
ao palmo por preco colimlo lodo ou a
retalho ; |uem jui'er anauiCte..
era vos Fii2*itios
S3J" Do abaixo assignado e de sua fajea-
da da IVIdCimbira termo da V'lla do Pej-
queiro Comarca do Brejoda Madre de D-
os fugio em dias de Sete.ubro p. p o esera-
vo Joaquim creoulo filho do mesmo serta),
o qual o bouve por beranca do seu sogro o
Um negro de idade de a5 annos, a finado Joi Cordeiro Vlouiz Tlelo, os signa-
vista do comprador se dir o motivo, no at-
ierro dos ntfogados na casa de Victorino Fran-
cisco dos Santos,
es do escruvo sao os seguintes ; alto cheio
do corpo cor bem prela pernas bastante-
mente grossas falla algura tanto rouei lera
tST Permite o Sr, Dr. Juiz do Civel da pode ruceber alguma caiga passageiros e es-
V. primeira. se bao de arrematar no dia a'o do cravos j 'rata-se com Antonio Francisco dos
de botica e aroiaco di mesma a qual ar-
remataco i:o leve lt!ar no dia ig do cor-
Ptite por certos enconvenients os licitantes
(omparerjo por ser a ultima praca
com o Capito Jos Pereira Saraiva,
PABA LISHOA no dia 10 de Marco sabe c
muito velleiio Brigue Poituguez Kmprehen-
iledor forrado e encavilliado de cobre, de
tsg- Adverte-se a cerio Sr. que receben os j que he Capillo Ignacio Jos de Aratijo; anea:
iS.ooodoSr. Magalhes liato para entregar
na loja de chapeos da ra esueu do Rosario,
e Ctino nao o lem feito al o presen.e roga-
se cu^nesles>5 dias \ sstisfazer esta quafilia,
do contraiio se publicara o seu nome
tS- A seiihora que annuneiou r:o diaiio
de honlem querer ir para o mallo junio coro
seu marido ," para ensinar a ler, escrevr ,
bordare marcar, diiija-sea na de a;oas
verdes D .' ^.
*5- Roga-se encarecidamente a ppssoa que
por enp.'iio liiou urna caria do Coireio para
Hiplito Laven U den. i5o4, queia man-
da-la enlregsr na ra nova na casa que se
cjncerla jiaunos.
SST" A Comaiissio administrativa di So-
tiedade Terpsicbora convida aos socios da
mesma n reuni:em-.-e boje iti do renle,
pelas 7 horas da noiie a (im ue irat.r-se de-
objectos de inl:iesse a rr.esina.
BS- Precisa-se alugar urna negra captiva,
cue saiba fater o servio interno de urna casa
e' errommar dirija-se aiuadu Rozario no
prniro andar por cima do marcineiro.
t35- Alu-a-se o terceiio andar da casa de
/ andares da rea da rooeaa com bous com-
n odos, oa pretendenies diiijo-se a iua do
\ igirio D. 1 a.
lar Aluga-se a rasa terrea da 111a do Co-
torello n. a com bons commodos os pre-
tendnles dirijo-se a la do Vigario U. la.
\SST O Sr. Antonio Rufino que morou no
<>ngenl:o da liba queira annunciar a sua
morada parase lhe fallar a negocio de inlt-
rtsse.
t3F lo bico da bomba D, 6 lia urna se-
nbora que piope-se a engomroar lavar,
e. coser tinto roupa de homeni como de tenno-
ra Kdo com asseio promptidao e por
preco commodo.
tsr Os rocos bildetes ns. lo8e na6 da
legenda paite da quinta Loleria a lavor das
obras da V.atrizda Boa vista, perteucem ao
Sr. Reimiindo i rancisco de Campos, da pro-
vincia do Maranbo eos de ns. 1287 a io5f
da mesma Lotera ao Sur. Jote loaquim Ra-
mos de Viilar oa piovincia do Para.
Sjar Piecisa-se singar urna casa terrea, que
quiser carregur OU ir de passagem para o que
lem una excedente can ai a ananj ida com lu-
de asseio e bons commodos dirija-se ao seu
consignatario Francisco Severiaiio 11 alelo, ou
com o Capito 11a praca do Commercio.
L e i J i o
S3T Ledmann & Comhanbia, Adour & C.
e Lenoir Puget & C. na quali lade de ere
dores e liquidatariuS das fazendas da loja
'ue foi de Jos Ta va res da Gima na ra nova
defronle da Igicja da Conceico ali faro a
viuda publi.a das mesnis fazendas por in-
Itiventao do Conelor Oliveira segunda fei-
ra primeiro de Marco as o huas da manda.
t^r A venda publica do carro e cvalos
anuunciada pelo Corretor Oliveira para sob-
bailu U; do coiienle f:cj por hora transferida
at a occasio de se vcndtiein conjuiilamenle
com outros objectos.
C o ni > v 1 s
Urna lipoia nova ou em boni tizo ; no
peco do peixe frito IJ. 4.
Qualro tinioens de teda dos que se
uzaro auligimenie, seja de que cor for, quem
tiver annuucie.
C3T Um bandeiro de folha ou de pao em
segunda mo no atleiro da Boa visla ven-
da i) 39.
UV Uous bxempbires de geometra de La
Croix j na ra larga do Uozano .j no pri-
meiro andar.
Vendas
aja* Seis escravos de b'.as figuras e livres o vicio de embriaguez, he bstanle pratico
de beedigas de idade d 18 a aa annos 3 'as estradas do serto pois em oulras fugi-
ditos de idade de a5 a 3o annos, um lindo das tem-se ditigido para es sertes da Para-
moeque de ida l de 14 annos, um pardi biba Tem sido visto na povoico de S. Ben-
nho de idade de 1 3 anuos bom para pagem toeCacimbo, termo de Giranduiis e ul-
e ? escravas mocas com boa habebdades e timamente qoe lomara para panellis de Mi-
eum pardo oflkial de alfatale ; na ra de randa: quem o peg ir leve ao atierro da lioa
ngoas'verdes 1). 38. % vista que (era 5o,ooo de graficacao. Fran-
'%3T Uma escrava de ad congo de Ha- cisco Xavier Pereira de Brito.
de de a5 annos de bonita- figura cozinhs ; vsr No da 16 do crranle desapareceo urna
perfeitaoien'.e o diario de urna casa ; na ra prela de nome Mara de naco angola, idi-
da S. Cniz D. Ja. de de a6 annos hara magra cabeca pe
%SS" UiRbom rooleque e urna negra ; na quena ps apaUetados, foi escrava do Snr.
ra do Cabug loja de ourives D. a. Jos Antonio Maia ; quem a pegar leve a ruj
ft> Ura escravo de naco mossambique ,! da Cruzn. 7 quesera re o npeusado.
ptimo cosinheiro tanto de forno como de fc3> Fugio no dii a 1 do corrente um -no-
massas faz loda e qualquer odia de alfaiate ; leque creoulo de nome Martiudo cor fulla ,
da-se a coiilento ao comprador para experi- be.cos e do-a grande secco do ca'pi, esla-
meniar ; na ra Direila I). 20, l'dodo tura ordinaria de idadu de o ann cora
Livramento. principio de birba cora oficio de sapateiro,
Uf Um par de caslicaesde excellente pra- no orelba esjuerda lem urna pequeua sicatriz,
la ; na ra da laja'ngeira no' primeiro andar j^ si ps chatos 5 quem o pegar leve ao al-
defioule do niucdo. : ierro da Boa vista loja de seleiio de Manoel
k_j% Um sitio em Bebiribe debaixo com I Ferreira Chaves.
CAUTELLAS da Socedade I-'ortuna
ryi.ogralica, da Loleria da BOA VISTA ga*
.dando a vigsima parte dos premios, cadendo
ua sorte de 4 000,000 reis dsenlos mil ris a
iieco de. to ; nesta Typugraha na praca
da Independencia n. ao na ra larga du
Rosario loja de miude/as D. 7 na ra du
Collegio dja de lartndus l), a o Sur Mene-
.cs eaa de relo_oeiro, e no largo do Lt-
viuin uto loja no Sur. Gainielj que lica no
principio do beco do Padre.
mulls arvores de fructo le reno nao so pa-
ra plantaco 'carao para ler vaccas de hite ; a
tratar na solidarle U. 4-
Mr1 Na fabrica de farinba no atierro da
Boa vista farinda de trigo de Superior qua-
ldade, tendo igual & qualquer de fora c
a;elo novo opliroo para cavalb da-se mui-
to em conla.
tST Dous escravo* mocos ao comprador
se dir o motivo ; as 5 ponas D. 18.
iy Urna morada de casa terrea de pi'.dra
e cal sita na freguesia do poco da panella na
ra btras da Igreja du Saude com duas por-
tas e duas janetlas da lente, 5 quirtos in-
clusive um iudepeoteftV, copiare cozinha fu-
ra, a casa he nova, bem construida e pti-
ma para passar-se o vea ; a tratar na ra
do Livramento D. la no sejundo andar
i^r Pos parieijses purgantivos, anti-sy
pgiiicjs a r.\i-dar trozos e mu-biliosos; na
praca da Independencia loja do hnr. Vleroz ,
e na ra nova loja de Kredereo Chaves D-
cima 5.
v^r Osperlencesde urna estribara sen-
do lelhas cai'nros taboas,por preco
commodo ; a Ullar na ra de S. Gonr-aiu com
Jos Bernardo Punche-
%y Um sitio im estrada do monteiro com
boi c.>sa de vivenda c. x-ira estribara lu-
do de pedra e cal cacimba com boa agoa de
beber com seu tanque e bastantes arvoies
de fructa de diversas qUilidades ; ua ra no-
va D ati no terceiro andar
*_> Uma veoda ua ra do Livramento D.
30 a dinheiro ou com algum praso com boas
firoias por seu dono retirar-se pata futa da
provincia ; a tratar ni mesma.
ay Um molalo de idade de 16 anuos, pti-
mo paia pagem urna negra creoula de ida-
de de ao anuos, cozinha engomma, e de
lavadeira prefeie-se para lora da provin
ca um cavallo melado bom car regador bai-
xo e l.ooi g lopidor novo e de bonita G-
guia j nu ra alias dos Aiurtiiios D.o2,
CJ* JNodia al do corrente desapareceo um
raolequede idids de la a i/jj annoi creoulo,
levou vestido cal ;as brancas camisa de cbi-
la e jaqueta vere um pouco tollo de no-
me iluximiiiiaiio supe-se estar furlada;
quem o pegar leve ao convento do Cirrao ao
Padre Joaquim Cypriano Bezerra que gra-
tificar generosamente.
Muivimento do **vV)
NAVIOS ENTRADOS NO DIA a3.
TERRA NOVA j 34 dias Brigue Inglez
Fany de 100 tonel, Cap. C. J Slayla ,
eguip ii carga Bacalbo ; a Cdrislofrcs
cii Companliia
BAHA ti das Brgue Sueco Oreste de
3i)5 tonel. Capillo E J. Haberg. equip
I 3 em lastro 5 a Me. Calinont & Com-
prnbia.
DITO ; 15 dias Brigue Dinamarquez Oth-
mar de 268 tonel. Cap. Gustavo Lebji-
nir equip. 12 ero lastro ; a A Schracnm
UITASNO DIA 24
BAHA ; 7 dias Brigue Inglez Jane de i7o
tonel. Cap Felippe San^oge equip* i'i
em lastro ; a Me. Lalmonl & Companbia ,
fundiou 110 lameirc.
BIOGRANDE DSUL ; 7 dias, Brigue
Escuna Nac. Constante Uliveira de i_4
tonel Cap. Jos Francisco Pires equip.
II carnacarne eraros, e xifres : a A-
roorim irmios passageiro brasileiro Joao
Francisco Velho.
OliSbRVACOEVS
No dia a3 sabio para acabar de carregar no
ameiro o Brigue Inglez Andes e lez-se
de vella o me^mo a Cuiveta lngleza, <
l\odia4 fez-se de vella do Umeiro uio
Brigue Inglez que se acliava fundiadj.
REC1FE rA T YP. DE M, F. DE F. ^7


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQ8KHZUMQ_1D9ZNO INGEST_TIME 2013-03-29T17:57:35Z PACKAGE AA00011611_04239
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES