Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04235


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Full Text
Ann^ DE 1841 Sabbado
Tudo *fom dependa de mis meamos; da nossa prudencia, rocd'a-
co e auargia : continuemos como principiamos, serano* aponladut
cora ad'niraco enlre as Aaccg ais curtas.
Proclamaco da Assemblea Geral do Brasil*
SnbocrWHjtaa
neauT
pagos allantado*
pseos
da lndepetidea-
ra esta folba a 3ooo por quartel
ra das Cruzes 3 e na Praca
.a, n. 57 e"]Kyai4e se receben correspondencias legasadas e an-
iiimrios,-tnajPndo-av e^lcs gratis sendo dos proprios asignantes,
vu>4* aagnsdoa.
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
>Seg. e Sexta* ferias.
CHade da Psrafdha e Villas de asa pretancSo .*.'...
IKla do Rio Grande do i\orte, e Villas luana.....
Dita da Fortaleza e Villas dem............
Cidade de Goianni ..........,,.,......./
CHade -m diada...................... Todos os das;
Villa deS. Anio ....................... Quintas fe i ras.
Dita deGaranhuna ePovoeco do Bonito.........lo, e a4 de cada mea
Ditas do Cali, Serinhaem, Aio Forntoso, e Porto Cairo. 1, 11, e 31 dito dito
Cidade das Alacjoas, e de Macei............dem dem
Villa de Paja de Flores.................... dem 13, dito dito
Todos os Correiot pa rttm ao meio dia.
0 ufe FtiVEURi.^.aNAi; i\.
------r---------1----------- *- 1 r iii'iiMii _^
i' I
liares.
CAMBIOS. Fvmbiio
Si d.pcr IfoMcad.
-~......,. ,, .. ... ,^, 1)1111 i,
isbo ......80 P01" ulu precio por metal offarecido.
rauca......31e> rei por frauco.
Rio de Janeiro ao par. Coaap. Venda
ORO- Moeda de 6'4oo res, velha WH 14/700
)i,a nava lafoa 4/5eo
KfUto 8?{oo
I#*i5o iftiSe
rtee- if'iSo
ij|58o
>8->
18o
PHASEt DA LO
MEZ DE FEV.
La Cheia a o as 1' h. e {1 m. da tard.
(Jtfart. min. i3- as 4li.ertiaa.Ha toan.
La Nova a"?i e* 8 h. e 58 n. da man.
Quart. rese, a a8 as j li. e 40 m. da man.
Mare eheia para o dia 10 de Fevereiro.
As a horas 54 minutos da manbj
As 3 horas a 81 minutos da tarde.
as 11
11 Ditas de 4^000 reia,
PikATA -- I'uIacocs Hrasileiros s .
,. PezosColumnarios ----
n Ditos Mexicanos .
Miuda. ---------......I440 1)460
LK*:. de bilh. da Alfandega 1 118 por loo ao mar. 1 010
Idea He letras deboas firmas 1 ? a Mil
Uoede de cobre 1 a 3 por 100 de disc. ao par
DAS da semana.
15 Segunda S. Faustino e Joviu Ha. Audiencia de Juit de D. da
.. vara.
16 Terca S. Prolirij af, Relaeo c audiencia do Jui de Direito da
I. vara.
17 Quarte S. Sivino B. -- Audiencia do Wi da Direito -l. 5. eara.
8 Quinta S. TueuUnio Priar. Auaiencia do Juia de Direito de 3.
vara.
lo. Sexta S. Conrado V. Au ienria do Jutt de Direito Ha 1. v
aO babbado S. Euleutlieiio M. Rellac j e audiencia do Juiz de D. da
3 tara,
al Domingo S. Maximiaio H'.
PERNA M B U C O
COMVIAjXDO das armas
Expediente do dia 11 do corrente.
Officio Ao Exm. Presdeme, devolveo-
do-llie favuravelmenle inf orinado o requer-
inentoda Viuva Isabel Maria de Jess que
su plica va demisslo para um de seus tres
filhos soldados da Core pinina d'Artiices .
de nome Francisco Pedro do Nascmerjto.
Dito Ao mesmo Exm Sur. transanit-
tindo-lh ero duplicado o mappa da forca effe-
ctiva dos Cbrpos de I inda existentes na Pro-
vincia, pertencente ao mez de Jaueiro ultimo ;
assim romo o da Guarda Nacional destacada
as difluientes Comarcas eroservico da Po-
lica.
Dito Ao Tenenle Coronel Comman-
danle do Deposito, remetiendo-I lie os papis
de eoutabelidade do destacamento da Comar-
de Conlabelidade do destacamento da Com- nos das al, a5 e %i do corrente que ten? Coadjutor, e serventuario que faqa as suas
marca de Goianna relativos ao rcez preleri- lugar a arremalaco nesla ReparlicSo, aonde veses durante o seu impedimento, para eu
lo e mandando que ao soldado ManoeK se acho ptenles lodos os dias uteis a horas
Dias Vieira fsesse entrega da respectiva u- do expedanle as descripces e orcament^s das
riancia. obras, e as condices cora que devera ser ar-
Dito Ao Prefeito da Comarca de Goi;- iemaladas.
na, significando-1 be em resposta ^o seu of- Inspecco das obras publicas 9 de Feverei-
ficiod "** ""-"" -- ci i...l r:_. __-j_ _o.
cade Nasareth rierteucentes ao mez de Ja-
rieiro e Ordenando-llie que da respecliva
importancia fizesse entrega ao Cabo Joaquina
Jos de Sania Auna, pur estar autborisado
pelo Prefeito.
Dito Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica enviando -Ihe urna representafo
do Commandanle do Deposito, acerca de
quatio soldados, que o u tora perlencero ao
dito Corpo a fim de que houvesse de pro-
videnciar como entendesse rasoavel.
Portara Ao Major ('ommandanle inte-
rino do lerceiro Batahude Artilheria, man-
dando era exe^usso a Lei dar baxa ao 1.
Sargento aggregado Anlono Correa da Silva
por ter finaiis.do sem ola o lempo a que es-
lava obrigado a servir., e nao querer conti-
nuar
Dila Ao mesmo, mandando por igual
motivo dar demisslo ao primeiro Cadete Joo
Polica po do Reg Barros.
Dila Ao Tenenle Coronel Comroandan
te do Deposito ordenaud-Ihe a exduso ,
e remessa para o terteiro Batalho de Arti-
lheria dos soldados ao mesmo Batalho
pertencentes Jos Antonio, e Manoel Lou-,
renco Ponciano.
Dita Ao Major Commandante interino
do lerceiro Batalho de Artilheria, ,.para que
considerrasse tiesta dala recolhidos do dest-
rmenlo da Provincia das Alagoas os dous
soldados deque trata a portara cima os
quaes Ihe serifio mandados apresertar pelo
Commandante do Deposito.
dem do dia ia<
Oficio Ao Exm. Presidente, enviando-
Ihe a relago e conta dos medicamentos,
quecomposeio a ambulanca, que acompa-
nhou o Contingente de tropas que embaicou
para o Rio Grande do Sul em Desembro do
anno pretrito, e raju sitando-1 he a expedi-
do de suas ordens para que a importan-
cia da mesma conta fosse pela Thesoqraria
paga ao boticario Jos Maria Freir Ga-
meiro.
Dito-- Ao Commandante interino do Es-
quadro numero 4, de Cavallaria Li^eira de
Linba devolvendo Ihe o Conselho de Ave-
riguaco feto ao Soldado da segunda Cm-
panhia Francisco Antonio Pereira de Carva-
Ibo pva que exigisse do Pretenden te, e ao
Conselho anexasse, acertido de baptismo.
dem do dia i5.
Oficio Ao Teneirte Coronel Comcoan-
aaate do Deposito remetteudo-lhe
e iodo corrente, que o Soldado Dias ro'de i8ii.
Vieira levava conforme sua authorisacjo a
importancia dos vencimentos dodestacamentj
no mez de Janeiro ultimo cujns papis de
cjntanelidad aecusara recebi.fos.
Dito Ao Prefeito da Comarca aecu-
sando recebidos o seo oficio datado de hontem
que acottipanham o desertor Jase Cardoso
Ylsr-iues.
Dito Ao Juiz de Direito Substituto das
Varas do crirne e civetdesta Comarca, pro-
curado saber o deslino que dera ao calceta
Pedro 3ose da Fonceca, que estando a servico
do Fore do Buraco fui levado a sua presen-
cano dia a8 de Novembro do anno pretri-
to ; por issoque a reparlico Fiscal'das Obras
pnblicas por onde o Calceta foi fornecido,
e onde se acba matriculado exiga esse escla-
rec ment.
Oficio Ao Inspector da Theuraria ,
communicando-llie quedo 1. de Eevereiro
em diante, a prestaco mensnl de uU reis ,
que nesta Capital deixou o Tenenle Coronel
Joo Francisco de .Mello passava a ser de
loUooo res somente, por assim o haver re-
querido e que neste sentido tivesse a hondi-
de de ordenar a Contabeliddde Militar que
passasse a compettente guia, a fim de ser en-
viada ao Rio Grande do Sul onde de pr-
senle se acha o referido Tenenle Coronel
Dilo--Ao Mijor Commandante interino
do lerceiro Batalho de Artilheria, ordemn-
do-lhe quedo 1. do correte mez em dian-
te a consignadlo de 3oU reii mensaes que
nesta Provincia deixou a sua famiiii o Te-
nenle Coronel Jiio Francisco de Mello, pis-
sava a ser ledimda a 10U000 reis que seriao
entregues ao respectivo procurador, conforme
a pratica
Moraes Ancoro.
Pela Ad/niniitrac > Fiscil das obras pu-
blicas se ha de comprar e hasta publica ,
a quero por menos vender, os gneros abai-
xo declarados para renovaco do Caes, e
a mas da entrada do Norte da ponte dos Cir-
valhos. A saber : -
Dusentas estacas de mangue de trinta
palmos decomprido e um de testa mil d-
denlos e quarenta e cinco ps de taboado de pi-
erio, dois paos de quarenta palmo" e coito em
quadro ; dous ditos de trinta, e a mesma
grossura cem pregos de cinta, tres mil di-
tos de batel grande, cem carros de burro ,
noventa carros de pedra quinze mil lijlos
d'alvenaria setecentos e seis palmos de pe-
dra de cantara lavrada com dous palmos d
largura e um de grossura,
As pessoas que quizerem vender ditos g-
neros, podern comparecer na salla da Ad-
ministraco no dia a6 do corrente mfz, pe-
las 11 horas do dia para darem seus Un-
cos.
Administradlo Fiscal das obras publicas
9 de Fevereiro de 1841.
Moura,
Administrador Fiscal.
proceder na pane criminal segnudo o Di-
creto de 19 de Fevereiro de i83j mandei no-
tificar ao mesmo Exm. Bispo Deocesano pira
no dia 26 do corrente mez as noveh)ras do
dia comparecer em Juzj a fim d- assistir a
f rmaco da culpa de desobediencia q' o pre-
licto Exm. e ftm. Sur ten commetti I j, e ap-
presentar a sua defesa ; e em conformi la.le
dosupracilado Decreto artigo 14, este man-
dei publicar pelo Diario.
Recifei5de Fevereiro de i84r. EaFi-
lippe Benicio Cavalcfiite de Alhuquerque,
Escrvooescrev.
Dr. Casimiro Jos de Moraes Sarment.
U Doulor Cisimiro Jofe de Moraes Sarmen-
t Juit de in-it i interino da primeiro
vara ib crine da Comarca d,> Recife de
l'ernambuco por S. M. I, e C que Dos
(inard ele.
LICEO.
Diversas Repartiydes
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
Fdjtal.
Ja come Gerardo Mara Lumachi de Mel-
lo, Inspector nter ino da Alfandega faz sa-
ber, que no dia a5 do corrente, pelo meio
dia ena porta da mesma se ha de arrematar
em hasta publica o aeguinle inpugn*do pe
Por ordemdo Govemo di Provincia, cora-
ntanicadri o Exm. e Bm. Sur Bispo asig-
natario, Director d:i I.ice 1 desta Cidade vai
segunda vfz a concurso a Cadeira deGratn-
tn'itn-.i Latina da Comarca de Nasarctli no
termo de 4 dias, prinripi mda a primeira
prova no dia 1. de Abril prximo vindouro :
os oppusitores appresentar na Directoria se
usidespaelios de admisso 8 dtil antes djs
eximes.
Direcloria do Liceo ao de Fevereiro de
18,1.
O Padre Jos Marinbo Falco Padlha.
Secretario da Directora,
PREFECTURA.
Parte do dia ig do corrente.
Jllm. e Exm. Snr. Parlecipo a V. Ex*
que das Partes boje recebidas nesla Secre
lo Amanuense Gonialo'Jase da Costa e s t.n^ consta somente que fora preso pela pn
Jnior, no despacho por factura de Domi.J mt'ra Palfu h* *o dlatricta do Corpo Saul_
gos Jos Vieira ; a saber : Um Oratorio de ^'sPanll Jose AISarv,e por bnga con 0Uj
os papets ,
Jacaranda, urna Imagem do Sur. Cuicifica-
do seis Imagens de N. S. da Cur-?eco.
um Sanio Antonio, dous Meninos Dos e
um S. Caetano, ludo com seus pertences de
prala,, no valor de i5oU reis sendo o arre-
mattante su^eito ao pagamenlo dos diivitos
Alfandega 19 de Feveirode 1841
Jacome Gerardo Maria Lumachi de .Vello.!
Km vii tude das ordens do Exn. Sr. Pre-
sidente da Provincia sao postas em pracas lo Doutor Jui de Direito da tercena vara
para seren arrematadas as obras dos 7, e 8 do civel desta Comarca huns autos do quaes
Uncos da estrada de Santo Anto avaliadas, se evidencia que o Exm. Bispo eocesano lena
as do 1. ero Rs. 57>494Uorj3 e as do a. em desobedecido ao accoidio da Rellacoo do Dts-
diante2aj44U5;6. 1 trelo pelo qaal foi jugado que competa ao
O licitantes sao convidados a comparecerm | Vigario collado da Freguesia do Cabo de
devidamente habeliados de fiadores idneos Santo Agostinho desta Provincia nomear
troem casa de urnas mulheres de vida publi"
a ; foi solio,
F.ITAES.
O Doutor Cassimiro Jose de Moraes Sarmen-
t Jui* Substituto da primeira vara do
Ciime e Civel desta Comarca do liedle
e seu termo por S, M. e C. que Dejs
Guarde etc,
Faco saber que tendo-roe sido remedido pe-
Faco saber, que pelo Exm. Sr. Presiden-
te da Provincia me foi remetido o africano,
de nome Loureuco aprehendido na Comar-
ca de Nasjretb, por nao saber diser da que
lugar vinha era quera saja seu Serihor ,
para que eu fica arramtar 01 seus servidos,
na forma da Lei ; as pessoas, por tanto, qut
quiserern lancar n'ellw pudera concorrec
perante mim da dala da publicaco deste al
odia a8 do corrate, competentemente ha.-,
bilitados
Ilecife 18 Fevareiro de i84'. Eu Jon
Affonso (leles Alcanforada, Ki-'fkvo o
subscrevi.
Dr. (.'asixiro Josa do Moraas Sarment*
O Administrador da Recebedoria das Ran-
das Geraes internas, pela ultima vez arisa
aus dtvedores do imposto de tajas a bertas, de
seges e carnudos de Ujjo e lUoqo por
escra/js, da scgtindi dacina de mo mort,
e de barcos do interior que tero marcado
at o ultimo do corrente mez de Fevereiro pa-
ra saptisfaserem o que devera -, fitidj este
mandar proceder ix ariv o.iii-sjs Assim como os que le n e.lo rifas,
cuidem em satisfaserem oque devem de si-
sas e nao que i rao com frivolos pretesloi il-
ludir a lei.
IlecededorB das Rendas Geraei Internas
18 de Fevereiro de idtv.
Franci'oo Xavier Civalcaute de Albuquerque
Correspondencias.
1 ~
Srs. Redactores.
Nun?a pense que as minhas reflexes in-
srtasela o seu Diario N. ii fizassem tantas
cocegas ou antes tantas fa Jijas causassem ao
Correspondente do N. 34 porque nao pas-
sando ellas de meros conselhos firmados oa
rasj e experienda nao podiad offender a
pessoa alguma nena lo pouco tinha por es-
copo constranger S. Ex a obrar desta ou d'a-
quella arte, Bem sabido eo mesmo Cor-
respondente o confessou que o plano qu '
ora vai ser posto em pratica por S. Ex. est
suhmettido a approracao da Asse.nhlea a
sua execui-o pois parece que depend 1 dest
precedente ratifica,o do poder legislativo da
Provincia e devendo snprir s lures de urai
Assemblea respeitavel a ludo quanto a'rea-
peilo se pedeste diser, desnetBSjaaio ara a*

I


*
bARO DE PERNAMBCO
^enturar reflexoes j;n .s f,oT8 r.ue rcrsla-
ros ir dar-se execuco a aqueile plano julguei
de inteiesse-publico aventurar as riflexoes,
que tanto estomagaras ao Sr. Correspondente,
es qiiHi.- de alguma ruar.eira provao quanlo c
letal es alumnos o a si inicia urna tul rr.a-
r.eba de prover radeiras. E com efleilo por
mais, que grite o Sr, Correspondente pori
I roais quo se alare por m:.is que se esbofe j
jamis obter demonstrar a ulitidade das no-
reeacces era prejuizo dos concursos reconhe-
*xido8 feralmente romo o nico meio de reco-
nhecer a idoneidade das pessoas q-ue profes-
sa a materia pr imc-iranu-nte aquello a quetn
compete a nomeaco nao pede ser universal ,
"conitando um Liceo de muflas materias,
impossivel lheajuizar em cada urna qual o
que tem o preciso fundamento o neeessario
peculio de conbecimcnlos para o Magisterio ,
eseaPlwenologia ou o sciencia do Savaler
llie nao pedem merecer a tal respeilo guia,
nem um poni de apoio uo C que urna
nomeaco possa justamente haver lugar sem
a pieleriiodo mrito ; alero de que d'ordi-
uario o boro ero que se ada no pinculo do
poder, quer Real, quer Provincial julga
quasi sempre por infoimace que passa
por orgos e caoaes corruptos e j d'ante-
tto prevenidos em favor dtste ou d'aquelle
ailhado ; quando pcissejao excedentes as in-
tfnecesd'aquelle que tem de nomear elle
tem de braeejar com inmensas dilliculdades,
e nao 11.e lijando os conrursos a regala de cs-
-colherasru aibilrio d'entre os concurrentes
uquelle que mais i-Iiz for rara obler suhs
yropalhias honrando com sua presenca aos
nesmos concursos e avahando por 6 o m-
rito des candidatos claro como a luz me-
ridiaua que es concursos sao a roeliior ma-
Mira de procer as cadeiras do magisterio,
meio ( que a seu favor teta urna piescripcio
de tempo inmemorial, e o abono de todas as
naces civilisedis. Sei que a nossa Cidade
nao muil* grande reas si, que o nosu
Brazil / o be sei que uo se devetn s con**
vidar aos da Provincia roa* ero geral tm do
Imperio ennuuciando a aeccs5irta*{| de pro-
ver as cadeiras para q*un oenvwiados venUa
o.ponto de reunieo fasercui alarde da seas
cenbecimentos e sai tanibem que eetre n-
o exislemesetplores. que por suas obras
de pulQ deem ideia de suas alias capacidades
Emba Srs. Redactores, nao descubro raso
alguma para que s o brazil laca excepeo en-
lre os paizes cultos. 3em lon;;e estou Srs
Redactores, de desapprovar jue secbamem
extrangeiros, que nos pnsinem o que igno-
ramos tanto mais vendo, que a Historia
nes aprezenu um nao pequeuo numero da
homens que de um ponto do Globo a outro j
tem fjdo chamados, para communicar seus
conhariroentos j a sciencia deve ser adotada
em qualquer parte do Globo e o bomera sa-
bio nao lecouhece outro vinculo seno a scien-
cia elle concidadao de todos os habitantes
do Mundo. Mas que Berzelius que Gai-
l.ujsac que Richard que btudelosque ,
que Morcau convidado para eusinar em o
nciso paiz que genio esle que eclipsan-
do os Necionacs vem communicar-nos estes
misterios transcendentes ? Se recamo nao co-
nliecemosaquelles quenascera entre nos, e
que entre i.s vivem como conlieceremos uro
extrangeiro dequem i sabemos o inme, e
que se nao tem lefio conliccer por n .eroario
alguma consideravel ? O certa que com
tem pouras honrosas excepces os eslrangei-
ros que com nosco concorrem sao pencas
irediocres, que nao podendo Cazur fortuna
em seu paiz natal, vem locuplelar-se em u
nosso e depois de amonluaiem cabtdaes ,
Telira-se zombando de nossa simplicidade.
Se ha em o numero das mateiias do Licj al-
guma deque nacionaes no tenha conheci-
n:ento e que nao possaoensinar o que ig-
noto, concordo, que se convide hbil eslran-
geuo, mts ponha-se esta nesma cacieira
concursa ese nao apparecer a ella prelen-
dente Nacional enlo latao della o quo en-
teuUe^em.
Liz o Sr. Conepondente que dei a enten-
der que os Frofessores dra retormados por
menos idneos ; (al nao ha, oque tal ideia
au('gtrio loi a reforma porque nao me possu
persuadir, de que S. Ex. tetiha aposentado
professotes com glande dispendio do Thesou-
ro Publico, s lelo pia:er de aposentar.
Veidade que tem levado cadeiras pessoas
n enes La.beis,-mas diici auSr. Correspon-
dente, que cata st-ntpre a excepeo com
quinto tenbtt o Sr. -Coiies(.ondeute kilo a-
uargo e ouieso episodio sobie a con upeo dos
11 ti> 1 ros do Licj, e oulros tstabelecimeutos,
cutnilo antes exproL;ou-me Calla de .elindre
por ter dito que alguns loiau aposentadas por
jrcenos habis AugmeHlandu anda que ..s-
aettOM esio|hdas p#lo G^vea^e para ^Mi-
nadores s5o facis de ceder a empenbo e to-
cados de corrupeo ao passo que sendo pe-
lo mesroo escoltados para profesjores tor-
na-se sabios e capares de guiar a roocida-
de. Creio emfim Srs, Redactores, que o
Correspondente mais se estomagou com a mi-
r.ha correspondencia do que eu com serena as
Cadeiras dadas ao arbitrio de S. Ex. por-
que se eu prelendesse alguma cadeira e le-
vasse-lhe as lampas, sei ia com trabalbo e
provas nao s perante Juizes como pecante
lodo o publica Ilustrado que assislir quize>-
se em quanlo que o Correspondente talvez
as leve sem trabalho e nenhuma piova e
s por merecer a coi,Cianea de S Ex., temen-
do por conseguinte que se mude o plano o
que nao pode succeder porque nem S. Ex
como disse o Sr, Correspondente pode fa-
rer o contrario daquelle plano que boje
para elle urna Lei nem quando o podesse
mudir o movera a isto urna pobre corres-
pondencia recheada de puerilidades.
Devo advertir ao Sr. Correspondente, que
com affectado eslilo torneando Crazes quer
campar de grande entendedor de Po.tuguez ,
e talvez de classico que spja mais moderado
em calar puelidades, saiba que pessoas
liradas por concurso nao pueilid.'le, que
urna frase bem.portugueza e nao aprsenla
a menor horootrmia s. iba o Sr. Corres-
pondente que -- tirar-, puxar d'entre
mullos segregar separar e pessoas tira-
das por concurso quer dizer pessoas pu-
xadas d'entre outras, segregadas, separadas,
escolladas por concurso j saiba lainuem o
>r. Correspondente que posto se sejr me-
Ibor rcestre em urna materia pode-e toda-
va ter menos merecioienlo j por suas qua-
lidades moraes jporoulra alguma rasio ,
que c fcil de deacobrir. No ollenda a qaem
nao oifendeoa nirtguem ridir.ulisando o que
serio, Saioa antes o Sr. Correspondente ,
como quem nao quer a cousa que puerili-
dade dividir o discurso em periodos empre-
ando o lerroo primeiamehle -- sem (ue
loque nos mais periodos deixando o pobre
eitor a espv do--em segundo lugara
cenos que o nao queira por em oulro Diario
Saiba que p,uerilidade a disjunliva mas
em vex da copulativa e as frases
que este regulamenlo esl submetlido a appro
vaco da Assemblea Legislativa Provincial j
mas que em quanlo uao for por ella alterado .
lem provisoriamente torca de Lti e outras
quejanda?.
Deixo este exame porque mais pesa pensa-
meulos que palavrus
O Jusliceiro.
A IGUALDADE.
Poema ou cousa similhante offeredido aos
prsenles e futuros Legisladores do brazil.
01 que bella fieco ? Fu me extaso
Diante desses genios transcendentes ,
Que com quatro peonadas carrigiram
Um erro que escupau Providencia ,
Que de certo causada e adormecida
De tanto reflectir, nao leve tempo
De igualar os mortaes por um s lypo.
Verdade que no seu mais sabe o tolo
Que o avisado no alhei > E quem diria
Que os homens que sa j tolos, se lembrassem
De urna falta que a Dos passou por alto ?
Ora pois inda bem que esl escriplo !
E' lei bi cousa ; hade cumprir-se :
Iguaes os homens sao em corpoe alma ,
Iguaes direitos leem iguaes deveres,
Nao lem replica ; a sabia Providencia
Hade esteuder a mo palmatoria ,
Econfessar queerrou ; e de ora avante
Deve pof esta lei modelar homens.
Nao quero toleires nem transficjntes ,
Sejam todos uns sabios e santinhos
Feilos segundo a lei. Abjixo as cores ,
Ou todos brancos sos ou lodos negros ,
Deixo-lhe a escollia destes incidentes ;
Mas prudente ser que os faca brancos ,
Que pelo que parece mais bonito.
E ninguem cora tal cor se escand ilisi ,
Do que negros com grenha dura ao penle.
Daque nos servem racas de Malaios ,
Delhope Mongolos e Caucseos ,
Com narizes e crneos difieren tes ?
P'ra que um seubor Gall venha mostrar-nos
liosses di versas p'ra intentos varios !
Ou que Lavaler critico de caras ,
Venha metter o abelliudo bejue
Em quantos traeos ha ms phisionora'ns !
Como si Cactos taes e outros quejandos
Pcdessem destruir a fiejo bella l
Parece at que os homens se conspirara
Contra urna creaco que proprii d'elles !
Abaixo quera estuda. Viva o povo !
Que lhe padece ? o sabio o rico o forte
Quererem governai ? .' I Fora o governa !
basta de dislinccft At lhe digo
Que esta bella Ciccio di menle humana
Nodeve s parar na nossa especie.
Abaixo a especie a classe a differenca ;
Nao haja mais cavallos, nem camellos ,
Nem cachorros nem cabras nem mais nadi
Que cheire a dislincco e a jeranbia.
I laja urna cousa so ou inuilas cousas
Co.il lauto que rmansiuhas sejam todas ,
Fundidas n'um s molde e de igual massa ,
(Jomo pilulas feitaS em botica.
,, Agora si malar mato com regra !
,, A receita de drogas excellentes ,
,, Tirada da melhor Pharmacopeia ;
Snr. Editor,
Acabo de 1er como uro dos co'aboradores
deste Diario a correspondencia assignada
pelo Snr. Jusliceiro ; e teniendo que se an-
lecippm alguns juisoS; que me sejo desfuvo- Dos homens oe policos profundos 1
raveis, por ter sido escollado para eusinar Seta pena que Deas nao se conveuca
Grammaticj Latina no Liceo, rogo-lhe, quei- Queeu para legislar o excedo em lino !
Que lembran a lez oh que syslema
Credor de figurar na Encyclopedia I
Sou eu o creador ? Por esle moda
Faco ('este universo oque fizeram
radar pubcidade 5 estas li ibas | ara des-
engao dauelles, que por ventura me sup-
ponho com paite nessa polmica.
A pezai de ser de opinio contraria do
illustie correspondente, e de ter militas ra-
Oes, com que lhe podesse ir deenconto,
e padesse mesmo pedir ao Senlior l)ou-
tor Felippe Lopes iS( to Jnior nos dusess1,
qual o motivo ponderoso, que o(ezden:i-
lir-se da Cadeira de Francez, que regia com
lio glande ulilidade pullicu com ludo nao
quero, que a mim se toe diga o que ao Se-
nado de Roma disse Cesar -- Quem delibera
sobre (usas duvidosas deve despir-se de odio,
cin.isade iia eio.npaix.io E' tala a senten-
ca que desejai i-i tivessem sempie c:n vis-
tas os que traio sobre negocios pblicos.
Snr Editor talvez baja alguem que""(!
a estas buhas o epillitlo de cavaco porem
untes cavaco que forquilhi,
Stu Amigo e Companheiro,
Jos Ueruardino de Sena,
Snrs. Re(ladores.
Vi com admiraca o aviso do Sur. Star,
da venda da maquina de fazer quinze mil ty-
jolos em um dia j quando tendo eu justo cero
o mesmo Snr, esla maquina com a condico
d'ella fazer oito milheiros no mesrr.o e.xpaco ,
ocupando tmente lieze pessoas, aconteceo Nossa leis to suberbas, e calcadas
que indo a executar-se s lez dous mil e Ir- Pelas leis liberaes dos povos cultos ;
E que teimoso tique e permuaeca
JNa sui opinio de diiferencas ,
Como apesar da lei ob a co' os homes.
Ora isto tambera passa de teima !
Pois Dos nao v a luz do nosso lempo !
Nao l os Publicistas mais modernos !
JNo quer ser liberal e Pnilaniropo i
Persistir em fazer uns bigorrilhas ,
E outros com talemos desmedidos!
Fazer Platoens Horneros Alexandre? ,
E por um desles ceios de patetas i
Como Dos injustos e acintoso ,
Tyranno aristcrata bem que o homem
Osubmella a urna lei e o chame % ordem.
Opponha-se capricho sua texa.
Felizmente eu j vejo armado o pe-vo ,
Digo a porco maior que sempre a bruta ,
De Cacas e pur.haed apregoando
Sua soberana e igualdade*
E Dos que se nao mella c com nosco ,
Que nao inga no solo Americano
Desptico Senhor. V Dos abaixo ,
E suba p ira o co a Igualdade.
Feliz do meu Paiz qus se nao rege
Por leis de eseuros lempos di ignoraucia I
Feliz do meu Paiz como loresce
A sombra do seu cdigo divino ,
Que mesmo assim lao hora nao se execula 1
zentos ; e cemo suponho que o convite da-
quelle. Sur. rtlere-se ao negocio quucommigo
lez ; por esla convido a todos os proprielarios
de Ularias para que se digucm concorrer no
dia de boje marcado pelo Snr. Star por es-
I erieucia a lim de verem se exaclo o aviso,
Seu Assiguanle.
Manoel Antonio e JezMi
.1 lu.
I'eem um deito s que allendendo
As utales malditas dillerenuas ,
Nao servem para nos, como o cpalo
Feito para o pezinho delicado ,
Maihuca o euorme p'clieio de bixos ,
E a final se reduz a vil cliinelo.
Mas que empolla nao sirva i' Organisemos
Um povo paraa le nao lei p'ra o povo,
Facamos tomo o .Medico que exclama ,
1 L'epois de lera trabar urna receita :
,, O doenle que a beba e que nao morra,
A lei liberal ? quanto basta ;
E o povo fe quizer que s acommode.
Provemos desta lei a sanlidade.
basta um s laclo (rem eu aponlara)
Que desordem Entremos nesta Igreja ,'
Que parece um covil de mil diabos ,
Todos esbaforidos furiosos
Nos pulpitos e altares alrepados ,
Sobre bancos e mezas e uns sobre outros,'
J roucos de bramir jorrando infamias ,
Que a urna railha distante inda trovejara ;
Trocam-se os pontaps murros facadas ,
E ondas de socos sem sessar se esbarram
Dos ngulos p'ra o centro e vice versa !
Qual all se levanta todo o roto ;
Qual debaixo djs ps sangue vomita ;
Quil-.-no me matero, grita lora, mal j
E' patife ; ladro : lora o patife.
Que bofeloens l vai um olho enchado ;
A i li uro deuls (ora ; u.u queixo a buida ;
Um chapeo vai voando e d n'um Santo ,
Ca sobre uraCrucixo, e o lauca em ierra;
E na porta da Igreja mil cceles
Do soberano povo a gloria entoara.
E' dia de Eleico e de igualdii !
Salve Igualdade Lera fazejo Nurae !
Eis os leus corajosos defensores !
Liles jurara por U banhar era sangue
Seus cceles esleios do leu solio.
Sollos agora ao Templo a entrada guardira ,
E quem delles nao for entrar nao pJe.
Entre mil uivos da infernal celeurn i
Sai de uro partido a facciosa Meza ,
Parlo hediondo do povo soberanno ,
A Meza soberana. Aos cem pulibados
Enlra p'ra o cofre da faegao as listis ,
J ha rauitoco.npiadas por dinlieiro ,
Por cachaca favores e promessas ;
E de mil outros se recusa o voto.
De Matriz em Matriz andana magotes '
Incuiiiido lerror a pobre gente.
A Piovincia.....que digo ? lodo o Imperio
Se alvorota nos das da igualdade ,
Alvorotada Sea ; e contina.
Que saturnal Que bacanal I que orgia l
Un que cousa lo boa e (o bonita l
iV.eu Deus! como isto bora E que eu nao
bocea de sino lingoa de bjalo (leulia
Para melhor cantar, lo grandes cousas!
Como posso eu narrar todas as gracas
Das perfidias trahices roubos caballas
Dos amigos da Patria e outras gracinhas
Cuja vasta exlenso uo cabe era verso ?
(Jeixemos os collegios que se apurera
Era ao povo mostrar que nao sao pujos ;
Os collegios tambera sao soberannos ,
Podem tazer que Pedro seja Paulo.
Sai em lira o escoliado da Provincia ,
O lidio da igualdade e vai p'ra Corte
Vender o voto seu a um Ministro
A iroco de utn empreo que lhe outorga
Direitos de calcar seus committentes.
\Ias si da Patria o sacro fogo o inflamuia ,
;li ento isso l outra cousa !
I'arlamentaes programmasdesenvolve ;
Prega contra o poder e contra a larca ;
Quer que a America Ingleza toda era pezo
Passe para o brasil s llie disuensa
A fantica usan ya de ir aos Templos ,
E de adorar a Dos, que causa antiga
Vem a guerra civil que assola o-Impsrio
Ora aqui, ora ah continuamente
Sempre aleada pelos bous amigos
Da Sancta liberdade : e da Igualdade.
L vai o incendio, a morte, o exterminio
Lmbendocimpos, villas ccijades ;
Tropas dinbeiros tudose consom ,
E a pos O sangue vem a lome e a peste ;
E p'ra acalmar o ardor desles delirios ,
Enlorua-se o ba ibeiio da Amnista ,
Que converle o rebelde em patriota.
Quera roubou bea rico e gosa impune,
o rico fica pobre ; orphos vinvas
Cborasua desgraca intilmente :
E assim e que se firma a igualdade 1
Parabensoh brasil oh cara Patria i
Terna e mimosa Patria Meu bemzinbo l
Tens de Leis vinle fabricas activas l
Fra as Municipaes, emilAvizos
Que esplicara dessas Leis a inlelligencia ;
Tens juizes de Paz que se nao venden ,
Crealuras do Povo bons como elle ;
Um Jury feito Ingleza incorruolivel /
Tens instiucco de sobra e bons costumesf
Theoricos e praticos Doulores ,
Nao moirers p.jr falta destas drogas.
Slas preparado eraSm para a igualdade ;
.': lano tenscrescido que j podes
Era dezoilo pedagos dividir-te
jjaj um cenlo de liis eu cadi parle ,;



DIARIO DE PERNa'mbuC

E o Ri de Janeiro que mais rico ,
Fique para o nao chega das Provincias,
Mas eu que fallo assim nao son taocrgo
Amigo da igualdade que nao veja
Oue ella itera ficrii, como confessam
Utopistas, prosaicos sonhadores ,
Oue olhaoo p'ra o mando ao longe da janella ,
pois digam de urna vez que estao sonliando ,
E deixem de engaar a pobre gente.
(De um Avulso do MaraDho.)
Pblicaco pedido.
Requerendo o Bacharel Joaquim Saldanha
Marinho a reintegra^So do eroprego de ns-
reclor da Thesouraria das rendas provinciaes
do Ceai, de que fora esbulhado pelo Fa-
cundo ; o Senador Alencar lavrou em sua
petico o despacho seguinle Esta Presi -
dencia considera o Suplicante reintegrado, em
\iilude da Lei de 5 de Setembro p. p. ; e
jorque esta L j foi abulida esta mesma
Presidencia oconcidera den.ittido para con-
servar no lugar quem o cxercj desde sua
cieaco, pessoa poli.e carregada de fami-
lia e deconhecimentos para bem desempe-
iibar este emprego. E>ta Presidencia que-
ra eispregar o Suplicante salislaloi Mnente ;
mes guarda esta vontade para quando a Pro-
vincia estiver de lodo desassombrada e o
Suplicante for menos inmigo da actual Ad-
ministradlo. Palacio do Governo do Cear
em ao de Dezembro de iti/\o. -- Alencar.
VARIEDADES.
Cbuvas de singue,
Deo-se este nome a huro liquido de car ar-
roxada que se tem visto por vezes na trra
depois de alguma chuva ; e anda que verda-
deramente nunca se visse descer nao ba
Tasao par duvidar que teuha cabillo do alto.
Os supersticiosos inclinados irresistivelmen-
te a attribur a causa* sobrenaturaes todos os
elleitos extraordinarios viSo nisto admoesta-
ces divinas ameacando com sua ira os povos
dissolutos ou annuncios de pestilencias ou
da destruico de imperios ; assm como pre-
tendio que os cometas ero signaes da morte
de alguma personagem celebre, ou tMvez
precussores de algum anli-Christo. Estas
suppostas chuvas de sangue tem-se observado
algumas vezes em 1''rauca porm a mais no-
tavel foi a de i6o3, em Alxla-Gaplle, on-
de algn sitios se viras caberlos de manchas
roxa e particularmente as paredes de hum
cemiterio, que parecio ter sido salpicadas
com broxas ensopadas em sangue. Este a-
contecimenlo to eslranho atterrou grande-
mente o povo e nao ha duvida de que teria
sido regulado nos annaes daquella cidade co-
mo hum prodigio, seno succedera viver all
quelie lempo hum pfcilosopho bastante sagaz
para descobrir a causa natural daquelle phe-
nomeno. Este hornera engenhoso chamava-
se Peiresc e Casend siu Liographo, i.os
informa de que era muito dado ao estado dos
insectos. Refere-se delleque tendo achado
huma borbaleta de huma vista muito formosa,
a conservou em huma caixa at que ou-
vindo hum dia algum ruido dentro a abri ,
e achou que a borboleta se havia transforma-
do n'oulra e que na transformado tinha
deixado no fundo huma mancha de considera-
vel extenso e apparenlemente da mesma
natureza que as gotas roxas observadas sobre
as pedras e que o vulgo acreditava serem de
sangue. EsU observaco induzio Peiresc a
exau inar altentamenle os lugares mais tintos
com aquellas manchas ; e vio que todas estas
ero exactau ente como a que deixra a borbo-
leta na caixa e que havia naquelles sitios
hum numero incalculavel de pequeas bor-
holelas : em virtude destas observaces, 11-
cou plenamente convencido de que tinha des-
coberto a verdadeira causa do fenmeno por
que, onde nao havia manchas to pouco
havia horbolclas. Outra observando que
torroborou evidentemente sua concluso toi
que nao havia huma s mancha daquellas so-
bre os tbelhados e raras vezes se via alguma
*u face superior das pedras como leria acon-
tecido se houvessem viudo da almosphera ;
mas, ao contrario, ero mais abundantes
lias cavidades e as partes abrigadas por al-
gumas projecces tngulares. Ligo que Pei-
tesc fez estas averigiiac,6es, nu tardn em
communcai-as a otaras pessoas sabias e cu-
riosas que se perdio em conjuneturas e ra-
ciocinios abstractos para explicar a su posta
chuva vermelha. Huns destes pietendio
que os vapores teiio elevodo algumas part-
culas de almagre as quaes lingiro a chuva
A cor affogueada da nev queselem visto
algumas vezes, ainda que raras nos pontos
mais culminantes da Europa e qu hnver
provavelmenle nos Andes, tem sido atlribui-
da por alguns mesma causa; porm, nao
T *e pode assenlir a psta opinio estando cer-
to por repelidas obsprvaces na passagem da
Cordilheira ao sul de Santiago de Chile que
n5o vivem naquellas alturas laes insectos em
nenbuma estsco do anuo. A nev em laes
sitios ha Je tomar a cor roxa de alguma ma-
teria vfg'tal como se tem averiguado na In-
glaterra no exame feito sobre a nev corada
que trouxe o capito Rosas do mar rctico,
a qual conlinha huma substancia vegetal do
genero Uredo procedente talvez de algum
musgo ; e observou-se que a cor roxa se ma-
nifest somente quando est bem pura a at-
mosphera, e Gca mais viva com os raios
do sol.
Elorrivel naufragio d'ura vapor na Irlanda
Temos mencionado alguns naufragios com
circunstancias mui lastimosas ; porem nenhum
nos lem causado tanto horror como o do barco
Kiliarney occorrido ba alguns mezes na Ir-
landa. Quando huma embarcaci se perde
repentinamente, nao se sent tanto a sorte
dos que nella io ; mas, quando o naufragio
he acompanbado de mui dilatados tormentos
dos naufragantes nao ha coracao por em-
pedernido que seja que nao se enlerneca ao
ouvir a narraio nem olbos humanos que .
lendo-a nao se encho de lagrimas. JVo
o temor de perder a vida o que agita o infeliz
que vai ao supplicio mas sim a ideia de lu-
tar por muito tempo com as agonas da morte ;
por issoouvimos frequentementeos justicados
pedir ao verdugo que os a viera de pressa deste
5 e atH marnheiros que pissivao ni cami-
Alilm n.n... '__________U-I-__ II __
?1 .
ra : "Animo, meus'compmheiros, Ibes
gritava ^ nio esmorecamos que l est fais
no Co 5 potihamis nelle toda anissaconfi-
anca pois que he o nico que pode salvar-
nos tanto no mar como na trra. *' Assim
conlinuou exhortando a todos; em quanto
tinha segura entre as 9uas a mo de seu mari-
do para o animar. Por fina entrouo capitao,
B lhes disse que subissem para a coberta ,
porque o barco a inevitavelmente despedi-
car-se contra hum rochedo.
Este rochedo est situado junto a Curbne ,
a meia legua de Roberts'leve justamente no
meio da entrada de humi bahia formada
por dous altos promontorios. Sobre hum des-
tes eslava,) varias pessoas que vendo o pe-
rigo imminente em que trabalbava a embar-
caco tinba corrido para d'.r-lhe o auxilio
que estivesse em seu poder. Esta gente grita-
va aos do vapor para que evitassenn o rochedo;
porm as suas voies perdio-se entre o bra-
mido das ondas ; era t"o pou^o eslava em
poder dos mari.ibeiros e'vilar o perigo. As
quatro horas da tarde deu o barco o primeiro
choque sobre o cachoao que se eleva muito'
ps cima do nivel da agu ; com a forja la
panrada retrocedeo algumas varas ; masj nao
lardou a irlancar-se outra vez contra o fatal
rochedo ficando all feito em pcheos. O
capillo, alguns mirinheirjs e passageiros po-
drao ganhar aqoelle rochedo mas isto foi
pura maior desgraca de alguns que prece-
ro entre horrores mais crueis por isso que
lorio mais prolongados. O cachopo dislava
humas sessenta varas de cada promontorio e
havia nelle trinta pessoas na siluaco mas las-
timosa : caneados e 6em alimento que as an-
das raorlaes do dia nao Ibes bavia permiltido
tomar ; molbados al os ossos e obrigados a
I-OrERU DO SEMINARIA
Ac!io-se venia os Ulhetes da a. par-
le da 17. Loleria no; Recife ra da
Gadea loja do Sur. Vieir. cambista em
S. Antonio na ra do Cabug loja do
Sor. Bandeira e na Hoa-vista botica
do Snr. morara delronte da Matriz ; e hrp-
ve se annuneiar o dia do audameuto das
rodas.
LOTERA DAIBOA-ViSrA.
O ibatxo assignado ; Thezoureiro da Lo-
tera a beneficio das obras da Matriz da lioa-
vista Faz publico que a Meza actual tem
rescindo, que as rodas corro no primeiro
de Marca prximo futuro; d. a. pirte d*
5. *" Lotciia cujos bilbetes acbo-sea venda
na loja do Sur. Jo;e Ignacio do Monte ,
na Hoi-vista ; do Snr. 3oio Moreira Mar-
ques ero S. Antonio ; e do Sr. Vieira cam-
bista e do Sr. Joo Cardoo Ayres no le-
tile.
Jos dos Santos Nunes d'Oliveira;
Oi
graos de lalitude e no meio de huma espan-
tosa tempeslade 1 Isto dar huma idea dos
so'rimentosdos iufelizes que sobrevivro,
Quando aelarou o dia na manb seguinle,
acudiro varias pessoas ao alto do promonto-
rio para soccorrerem os naufragantes. Al-
guns destes que procurro salvar-se na-
dando da rocha pira o promontorio morr-
ro alagados; e os restantes resolvro conser-
varle na sua siluaco al serem soccorridos
A grande dimeuldade era arremecar huma
corda al a rocha: primeramente lancro
do promontorio alguus p^tos com cordeis ata-
dos aos ps mas nenhum pJe chegar ao ca-
rao mas lodos os esforcos foro inuteis por
que s quatro horas da manha. a agua che
gou ao fogo da caldeira e tendo-o apaga-
do as rodas cessro de se mover para sem-
pre. A conslernayo era geral; os passagei-
ros da coberta animados peiocapilo, aju-
davo os marnheiros a despejar a agua do
poro com baldes conseguindo assim con-
servar o barco alliviado al o meio dia seguin-
le ; porem ignoravoo ponto em queseacha-
vo, nao lhes permetlindo a densa nevoa
descobrir objecto algum. Era impossivel la-
zer uzo das velas pois que hum pequeo
panno que largro foi logo feito em tiras.
As tres horas da tarde levanlou a nevoa e
com a maior surpreza avistaro trra ; porm
ninguem poda conbecer que ponto era e s
vio que io perder-se infallivelmente por ser
huma costa cheia de rochedos e pareis, e nao
poderem evitar que o navio fossu chocar con-
tra elles. Us passageiros da cmara entre
os quacs havia hora oracial do exercilo hura
doutor em medicina e huma senhora con-
servarlo-se na cmara, esperando o IjI.iI mo-
mento de serem sepultados no abysmo, U>
nos ares ; e outros, nao salisleilos com esta j tomens todos havid emmudecido ; so huma
cuujuolura e incapazes de adiar outra mais voz se ouvia era a da senhora Lawe cuja
Hvuvel, julgavo como o vulgo que a cau- [ magnanimiJade admiravel. Ella se esfort iva
" ra suhruiuluial e mysteriosa. por cousolar os leui compaubeiros dt dusgra -
mundo onde j nao Ibes he permiltido vi- susterem-se sobre huma penha esedrregadica,
ver. Estas consideracOes nos fazem imaginar toda huma noile to Ion! e frii aos
as angustias mortaes das viole e nove pesso is
que perecero no naufragio que vamos referir.
U vapor Killarney, que navegava entre o
porto de Rristol e o de Cork parti de Irlan-
da no dia jo, de jineiio de iti^o com hum
tempo to tempestuoso, que o obrigou a ar-
ribar a Cork ao meio dia. As cinco horas
da tarde, sendo j bastante escuro, deter-
niinou o capilo fazer-se ao mar ; e oinda
que os passageiros protestro conlra esta re-
soluco vendo quasi manifest o perigo o
capilo nao fez caso, e poz as machinas em
movimenlOi As oito horas soprava j o veu-
to to forte que as rodas nao podia mover-
se livremenle. A islo accresceo que 65o por-
cos, de que se compunha a carregaco prin-
cipal, so amonloro asotavbnto, fizendo
inclinar tanto o barco sobre o costado, que
as ondas innundavo a coberta e entravo
pelas cscolilhas que era necessario conser-
var uberlas para dar ar a 3oo daquelles ani-
maesque estavo alli apinlndos. A lemeri-
dade do capito tornou ento indispensavel
lancar ao mar os 35o porcos que estavo na
coberta manobra to trabalbosa que para a
concluir foro necessarios os esforcos reuni-
dos de toda a equipagem e passageiros.
Foi esta a primeira scena daquella lamen-
lavel tragedia ; depois sobreveio a circuns-
tancia de se ter molhado tanto o carvao no po-
ro que nao arda com a actividade necessa-
ria para produzir o vapor ; huma pequea
qucintidade delle, que havia no paiol de
pii servio para manler as machinas em
movimento em quanto os marnheiros tra-
balhavo com as bombas para despejar o >j-
\visos Diversos.
ts^ O ahiixo assignado Radiare! em Ma-
thematiras e Racharel formado em Direit3 ,
da particularmente ligues de Arithimetica,
Geometrio -Algebra e Trigonometra em
sua casa na ni 1 Velba do bairro da Baavista ,
sobra lo de um andar, com varandas de ferro ,
defronte do beco do Veras,
Umbelino Ferreira CaloJ 1
S?3r A pessoa qu9 se quiser inrumbir di
rohranca de algumas dividas legalisa-
das fora da Praca dando fiadir a sua con-
ducta ; dirija-se a ra do Queimado loja da
fazenda I). 19 para Uatai do ajuste.
i-'T?- Vende-se urna negra moca e muito
bonita figura cozinha sofrivel e lava do
sabio e dasse pelo preco de 38o,000 res ;
quem a pertender dirija-se 4 ra do Fa-
gundes. D- 18.
ty Quem tiver escravos ganhadores ni
praca e os quizor alugir, dando-se-lh
almoco e jantar ; diiija-se a Tenda do ,\le-
xandre, n3 esquina da ra da moeda do bair-
ro do Recife, que ahi achai com quem,
tratar.
tsr Perdeo-se umi espora de prata do
cajoeiro a ra do Cebo ; quema adiar j e
quizer ter a conciencia de a restituir dirija-
chop.i ; depois prendro-se a/gitmas cordas! Se a ra do Crespo loja D 6, que ser ge
com arames a balas de espingarda eatiiio
varios tiros com estas balas; mas nem as-
sim se conseguioo fm desejado porque, ou
01 arames quebravo com a violencio da ex-
ploso, ou as balas, perdendo a forca, cahio
no mar sem chegarem ao cachopo. Finalmen-
te lembrro-se de atar huma corda mui
comprida a humi pedra do promontorio e
levando a oulra ponta ao ledor da bahia ate ao
promontorio opposto conseguiro que oulra
corda pendente do meio daquella chegasse
mo dos infeli/es. Nsto se passou todo o dia,
que era hum domingo; e, sendo j muito
escuro nao se podero continuar os soccorros
de salvaco cedendo cruel necessidade de
deixar os iufelizes lular aiuda com afome,
sede e fro oulra longa noite de invern. A-
manheceo a segunda feira aa de Janeiro e a
corda tinha desaparecido arrebatada pela
violencia do temporal. Depois de tentar, em
vo tancar no cachopo huma corda atada
bala de huma pequea pepa de arlilheria, que
para esse (iai se Irouxe alli foi necessario re-
correr outra vez dea do dia anterior ; e ,
preudendo hum cesto na corda, do centro ,
conseguiro, no lim de muitos esforcos, fa-
zer chegir alguns pes huma garrafa de
vinho e duas de agua quelles desgranados ,
que nada tinho comido havia tres das pas-
sande duas noite to desabridas sobre a rocha.
Fortalecidos com este parco alimento foro
depois icados em huma especie de berco. De
quarf/ila e duas pessoas que io no vapor ,
entrepassageiiose tripulaco s viole ha-
vio lieado na rocha ; porm destas morreo
hum, procurando salvar-se nado ; duas
escorregio ecabiro ao mar ; tres morrro
de queda por ter arrecentado a corda quan-
o as ijavo e oulra morreo pouco depois de
chegir a trra ; de modo que s treze se sal-
vrao depois de huma longa e custosa conva-
Itscenca porque lodos tinho os ps iuclia-
dos e enregelados por falta de circulaco do
sangue. Ero dote homens e huma pobre ra-
pariga que ia aLondies procurar commodo
p^ra servir. Dos vinte e dous que nao pode-
ro ganhar o alto do rochedo huns nioin-
ro ahogados e oulios despedacados contra o
uicsiuo rochedo. C Do Desperudar. )
nerozamente gratificado no vallor della
tZT Quem precisar de u na ama j annuh-
ci para ser procurado.
-----A Gommisi&o Administrativa da Soci-
edade LI3ENTINA de Reberbe revoga a
sua partida do dia ao em conseqencia dos*
obstculos que occorrem por ser dia de en-
trudo.
S29* Vende-se um escravo de riacao com
idade de 3o anuos, bastante forcoso por
35o,ooo res afianca-se nao ter achaque*
nem vicios ; na ra Direita, J). 20, lado d
Livramento,
tsy tentureiro do atierro da*Boa-viste J
O, 33 1 faz sicente ao respeilajpl publico que
se tenge l para pelo bicos, rendas chal-
les vestidos luvas meias e oulra qual-
quer qalidade de fazenlas, ludo com a miir
perfeico e por preco commodo.
tt Quero precisar de um mocjestrangd-
ro de idade de 18 anuos, para holierro ot
pira qualquer servico de urna casa pariicular,
oqal d informaco da sua condula ; diii-^
ja-se no atierro da Boa-vista na loja de car-
ros do lgmidio Francez ou annuncie a su*
morada para ser procurado*
V9" Roga-se as Authoridades Policiaes ,'
pessoas particulares, e capiles de campos ,
a aprehenc'o do negro Rento lu lado no dia
12 de Janeiro prximo passado cujos siguaes
sao os aeguintes : nacj Mocambique idade
18 annos pouro mais ou menos apontan-r
te a barba altura regular grosso do cor-
po olhos grandes e mortozos cara com va-
ras marcas de bexigas urna siealriz na bw
xeixa do lado esquerdo, esponjosa como quei- .
m.iduia ; obeifodecima mais coioprido qtil 3
o debaixo ; e quando falla treme tora o mea _
mo quem o aprehender, ou delle nolci as
tiver, dirija-se em 5 ponas, la, q -0
ser recompensado com generosidade
ssr Mo Forte do Mallos na ra dos O ur
gos na paderia de Carlos Detrs ba vi ;nda
as Quarlas e Sabbados pao de seutull'io de
muilo superior qalidade e muito suhstan-
eiul lano pela boa qalidade de larintia co-
mo pelo acceiooom que feito.
4-ir PreLza-so de a ou 3 pareihas de ne-
gros, para serrarem madeira de piuho a>ra-
o Theatio armazcm de larinuu.
!
Jll


1'
1 '

:


r
3T Uin rapaz hrasileiro rasado de boa
conducta se cffereie pira caixeiro de ra de
t n.-ir|iit>r data de aegoria oh mesmo para o
ii'viHo e da prssoa capas que pode informar
da sua-conducta ; quem precisar annuncie.
uy Precisarse de urna pessoa para entrai
de soried*de e:i> unja venda com fundos igua- 1
es ; quem pretender annuncie.
S^*l?i!ciso-se de ino.ooo a uros sobre l
negro de todo o seivico bom canoei.ro de
idade de 90 annos ficindo o servico do mes-
mo pelo juros ; quem quiser annuncie.
tsr Aluga-se o solo de urna casa tene na
ilhaiga da Penha n i ; a tratar na moma,
tar Olerece-se para caixeiro de botica um
rapa/ hrasileiro de idade de 18 anuos, o qnai
tem bastante pratica u quem precisar aunun-
c'e.
W A pessoa que annunciou querer ser
feitor que diz morar na tolidade n ^id ,
dirija-sea ra do Queimado D. 7.
C^ Os Srs. Meron & Coiitpmhia hajo
de dar providencias ao sen rap que to va-
riado est e ro;a-se-lbe igualmente que nao
le agastem com este simples pedido que Ibc
faz um seu Freguez.
tsy IJavendoa Venera re Ordem Terce-
ra de S. Francisco conviilado a Irmaudade
do .Sr. Rom Jess dos Passos da Igreja d
Corpo Santo para arompanhur a ( rocisslo
de Cinta ; a u esa actual convida a lodosos
lrmos para que nao deixeui de annuir a to
justo convite para tornar naais esplendido lo
religioso acto, e roga aos lrmos que por mo-
tivos de in;pos>ibilidade o nao posso lazer se
sirvi en prestar suas capas diiigindo-as ao
ibesoureiro interino, que se responsabelisa
pelo bom trataran uto e bel entrega.
^3f CJuen annunciou querer comprar urna
yenda n bom lugar sendo queira urna cjid
poucos fundes no paleo da S. Ouz dirja-
se a venda ao correr da libeira que tem calca-
da de ped a.
tsr A Senhora I). I.uiza Mara da Con-
ceicao quera ir ou mandar na ra da Cruz
n. 3a em casa de Lourenco Jo das Neves
para se Ihe entregar urna encomenda que veio
de Guamar,
19* A pessoa que quer ser feitor de sitio
dirija-se a ra de agoas verdes i) 38.
tST Precisa-se de um rapaz que esleja as
circunstancias de ser caixeiro para tornar cori-
ta de nma venda poi bala neo e que tle fia-
dor a ena conducta ; na ra da Penba venda
I). 1 a.
ssr Pede-se a certo scnbor morador em
Maranguape que queia ter a bondade de
ir pagar o que ficou devendo a mais de dous
anuos, poisesiuza do ese nder-se quando vem
ao Recife e o uc f/azeudo no praso de 10
lias, te publicar o seu neme Badila pro-
veniente de que e a quem deve.
tsir Quem liver-urna casa tenca na ra de
Moras e a qutira alugar daudo-se um anuo
adiautado annuix ie#
tsr Aluga-se urna ranoa que prga em
500 lijlos de alvenaiia ou mesmo se vende,
o altguel ou o importe du venda rtcebe-ae em
lijlos ; quem pretender annuncie.
S5T Precisa-se alugar 3 ou 4 P'etas ou
auleques para vendenm lima.< de chebo,
ficando sius Sis. obligados pelo imposte das
momos daiMk>-se de vend-gi'm 80 rs. de ca-
da pataca ; na ra da penha no fundo do Li-
vrarceulo no lerreiro andar do lerreiro so-
brad..
tiy Da-se 4oo,oc a juros de dous por ten-
t uo Biei, com piuhoiesde juro e pialoj as
5 pontas I). 3 a.
t-r UUerece-se urna pardinlta para ama
de urna casa de pouca familia ; na un dos
I), i 1 ios baixos 1). la.
M
gem dirija-se a ra da Cruz n, 3a
seu proprietario Lourenco Jos das Neves ,
PEUNAMBUCO
ao
KS9" 5 partes do peridico Panorama ,
mezes de Junlio at Oulubro de 18 {o con
ouaoCapilo do mesmo Anlouio^Germano aa nmeros e (o estirapas; atraz dos Mar-
das Neves.
PARA A BAHA segu viagero com mulla
brevidade u Brigue Escuna I). Pedro Se-
gundo Capilo Joaquina Jos de S. Anua ;
uem quiser carregar dirija-se ao mesmo Ca-
pilo ou ao seu consignatario Manuel Joa-
qun Ramos e Silva.
PARA O PORTO segu viagen com toda
brevidade o Bergantim Portnguez Paquete de
Loanda Capito Jote Francisco Lessa,qucm
quiser carregar ou ir de passagem dirija se ao
reamo Capito ou ao ?eu consignatario JVla-
uoel Joaquim Ramos e Silva.
Compras
IST Carrafas pr(lis e botijas vazias ; as
5 pontas venda O. a3 onde tem o limpia)
k3~ Unas anaslras en bom uzo eo li-
vro baco Pastoral, na ra das Flores D. 6.
tar O folbeto (silo por Jos Bonifacio de
Ar.drade que trata sobre arnanufatura do
ail ou ontoseno quiser vender o empres-
tar para observaco de certa duvida 5 quem
liver annuncie.
Vendas
tsy CAUTELLAS da Sociedade Fortuna
Typografica, da Loleria da BOAV1STA ga-
nbando a vigsima parte dos premios, cabendo
na surte de 4 000,000 reis dsenlos mil ris a
oreco de 36o ; nesta Typografia na praca
da Independencia n. ao na ra larga do
Bozario loja de miudezas I), y na run do
Collegio luja de fazendas 1). a do Sur. Mene-
res e na de relojoeiro, e no largo do Li
vrameulo loja do Sur. Gabriel que lira no
principio do beco do Padre.
^. Urna negra de naio angola de ida-
de de 14 anuos, de bonita figura esem vicio
algum por prcc.c milito commodo ; na ra
de agoas verdes casa nova defronte do oito de
S. Pedro.
tur Alvaiade de superior qualidade em
barris de quintal ; na ra da Cruz U. 4 o
segundo andar.
CS9~ Sapatos de cabra preparada para bo-
mem e meninos ditos de marroquim para
mulber e meniias rap verdadeiro de mar-
tirios casa de 3 rotulas verdes.
119 Urna bem construida morada de casa
cura polladas e cordo de podra, con dtta?
mcias agoas 110 fund da dita e Ierren) at
abiixa mar no principui do atierro dtfaifo-
gado > a fallar com Joo Paulo du Sintos ,
em fora de portas casa i med a U ao beco
l.rgo.
tsr Um negro do gento de angola moco
debonili figura, muito proprio para o ser-
vico de armzem de assucar ou de camp) j no
piteo do Hoqnial do Paris* sobrado de 2
andares na frente a quem vai pela ra do
Quaiteis, no segundo andar.
tsr Um molati offlcial de alfaiate pro-
prio para pagem um moieque de idade de
i4 annos e urna negrinba da mesma idade-,
na ra do Crespo D. 11.
ssy Taboisde pinbo de 10 a 3o palmos-de
comprido e de um e meio de largo e
cadeiras ; armazem por baixo do Sr. Cardu-
zo junto a cadeia.
t-r U na negra de idade de a5 annos
cozinba o diario de urna casa faz do.-es e
l.va roupa mui bem a vista do comprador
se dii o motivo ; a fallar com Onofre Jos da
Co*ta em fora de portas.
vr Flementos de geom^tria por Le Gen
dre ; na praoinba do Livramento loja do
Burgos
tsr Toalhas de dl^rentes tam&nbos, e
guardanapos de Cuimares e pilulas da fa-
milia em vidros de meio rento tudo por
preco commodo ; na ra da cadeia loja n. 58
de Jernimo Moreira Fontes,
S3T Um moieque de naco cambija de bo-
nita figura -de idade de 4 annos ; na ra
da senzala velba padariade Antonio Jos Go-
mes D. 3i.
l> Urna cama de angico envernisada ,
com armaco e coberta da mesma de cassa
dous envergos e tavisseiro ; na ra das la-
rangeiras loja de marcineiro D. 2.
tar Urna escrava moca de benita figura ,
boa coznbeira engommadeira e lavadei-
do Queimado ; Joze Antonio da Silva ,
CJuaresma praca da independencia -, Clau.
dio, ra do Cabug ; Atierro da lioivisi, |
ja de miudezas n ao ; nos qmtro cantos J,
mesma na vendo di esrpuua por baixo H
sobrado, e na Cidade de Olindi na rui j.
Vlatbias Ferreira n $o,
XST'Ju troci-se por urna escrava cozi)ner.
engonmideira um moldo da idade de ih
sanos c nieiro e trepador de ooqueiros ,.
de bmita figura : na ra l.rga'du Rjuro
I). 4 uo primeiro and ir.
isy Vinlio do Porto de superi ir qmlJl(je
i' 1600 cemada e baris de qualro em pipi,
11a ra da Cruz O -17
Eseravos iAindos
hts* Fugio na noule do dia i3 para i< .1
crrente uv;z da Fevereiro da reluveo de ai
sucirdi Bernirdi Jos da Costa & Coanm
nliia na ra direita 3 u:n negr)den)]
me Pedro de nvJ bsnguslla coai o s.
gnaes seguales ) estatura alta grojjU) p8r.
as e bracos grossos nariz grande e Ull
tanto afilado denles e olbo< ;rui |(.5 (r
urna pequea ferida no peito de un du* p,
levou urna trouxaco n roupa de sea uzo, ejll'
lendo algumas camisas da riscal ji utidu
duas ditas de algoio da trra aindi navii
com urna letra de marca no peito dd -[>
mais una dita de mulla de la, un birrete
de l encarnado representa ter mais de Ja
anuos be barbado foi juntamente cot ou.
tro tambem fgido o qual be do mesan n.
me do primeiro, roga-se as autiioridides
desta praca e fora della capites decaniiioe
a quem o conbecimento do peseme annun-
cocliegar de o prender que o dito acim
se respousabelisa por toda a despeza que anu
fazer al a sm entrega alen de una prati-
li -acao de lio,000.
S3T Fugio no dia a do mez de Dez>mbro
p. p. um moieque da nome Jos de naco
angola de idade de 11 a la anaos pouco
mais ou menos eslura baixa e eucorpada,
comn pequeo a rran bao na face esiiue.Ja,
urna sicatriz no bei?o inferior eo dedo m-
nimo do p esquerdo apalbetado por cauza de
I bixosque tem tido ; levou vestido cal,-as de
ra da-se a conUnlo i ra direita D. ao lado u^T V 7 .
do Livramento. la Par.da caa,,sa d.d ch,lu azul 1 &*?> de
pello braoco ja uzado : quem o pegar leve a
ra do Amonm na loja de sapateiro que re-
cebera 100.000 de gratificaco.
tsr" No da ij do coriente fugiro dous
'e3cravos do sitio agoa fra de Bebiribe um
Avisos Jitiiiiiiios.
iSST Urna escrava de angola de idade de
i3 annos bonita figuia, tem sido at o pr-
senle recollnda faz corta camisa e vestidos
ca Meurom 5c l'ompanbia cbila azul a 1G0 f v^ste uma senbora duas ditas com boas ha-
linbas lucos com largura de 3 e dedos e belidades urna molala de ao annos, com as ,
outras umitas couzas, na ra nova loja ao babel.dudes da cima dita, dous pretos para de "0U1? ,"?".* I "^ fC008u l,u-
da ponte. J lodo o servico un delles be rom cano- "reul". tobado bastante fulio da cor,
tar Farinba de mandioca a raelbor que ba *'"<>, dous moleques de idade de 1 a a Han-60 oulro..de noine. bent de nacin eacaoge ,
no polio, pela SU. qualidade, e ebegada os, uma negrinba de idadede ,0 annos: na PUC reor<;ado d S^"" sem barba al-
ullimamentede 8. Ca.ba.ina 5 a Bordo do 'ua de agoas verdes casa tema D. 37. Uaia grtl" d* T Per,,4S f,0M "*
Brigue \ inerva ancorado na praia do Colegio, I tsr Cadeiras americana tanto de asientos ,'" allura r?ular 1B pe ve ao
cem porco trala-se com A. F. dos Santos de pao como de palhinba ditas de balanco S" a JJ L, ^das qua reconpeu-
Braga ra da Moeda, n. Idjil* | camas de vento de amarelo muito bem feitas a '
tsg- Taboado de pinho costado, costa- 4^ > ditas de pinbo a 35oo e laboado de
dinbo, assualbo forro e para fundos de pinbo da uecia com 5 polegadas de grossura
barricas cadeiras para campo j os de pi- e C0,D diereutes comp imenlos ; na ra da
nbo para giba e moslros para bote ludo Florentina em casa de J Beranger.
por menos que em outra jqualquer parle; 110 ^sr Babudos de linho de todas as larguras
tsr En das de anairo do corren'e a:un
fugio a negra Alaria, da naco rabolo.de
id ule de 3o e tantos annos secca.de Carao ,
peilos cabidos co.n una sicatriz no cautid'j
olho esquerdo denles abertos uma mirca
armazem de farinba atraz .lo li.eal.o a fallar P"a toalbaa e lemoes pao de linbo nfes- "t lCSla ua,4a"!u aPailda 0i dedj9 dj Ps
* ..... ...i. 1_____ 1 1 abertos. com al.-iuma^ enstnrw naa .i^ ..
das
com Joaqun Lopes de Almeida caixeiro do do lencos de seda para grvala e da nao. j C0,m alSuin"coiilurf stai ja
Sr Joo Vlatbeos. toalbas de linbo alcuxuado chapeos de so TS? \ ? e,l,dj d8.tkM' Cim*1 di
K*- Barricas com louca fina verde, azul 'de seda e de cabo de osso linbas de linbo I al8udaoz,Hl'0 I01 escrava de outra preta da
erouxa ce nlendo cada bar. ica duas ,l.u,a8 puro para bo.d.r, em carnudas nieiladas mcma afao m dadora en .mda ; quem a
de palos fundos, 4 ditas rasos, a ditas para u.ui delicadas meias de lulio curtas, c|ia2 Peg e o largodo Terfo Ha de la:en
sobra mesa, a ditaspaia doce, unseiadei-wda seda furtacores reiroz preto e azul
ia dous pratos de lampa a dilos para pe- ferrete de primeira sorte botoens de relroz
dim urna terrina pira soupa rom prato a para casaca pequeos e grandes por preco
ditas para oolbo um taparellio completo >n- commodo na ra do fagundes 5.
ratl- urna baca e jarro e nm orino) tu-I *2T Una porco de madeira do desman-
do 1 or 4^.000 e globos para peixe a 4oo ; cbo de uma eoibarcaco propria para fjrno de
atraz do l orpo Santo loja de louca n. 6'i. | olara cuja est depositada no forte do mat-
*3T Uma pieta para o mallo de naco 'o junto ao trapiche do algodo e perlo do
rabiada propria para o campo por ja ter |embarqne ; na ra da Cruz n. Si.
U PARA ILIJA DES. MIGUEL segu via-
gem o Brigue Triunfo Ameiicano Capilo
Alexandro Jo Alves j quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passayem paia o que tem
encllenles commodos *, falle com os Auto-
tnio Gomes Jnior ou com o recamo Cap-
'to ; no Recife run da Cruz n. 1a.
PARA O ARACA'l Y a Sumaca Conceico
Fiordo Mar ; quem quiser carregar ou ir de
passagem dirija-se ao Aieslre Antonio Jo
> ion na a bordo da mesma Sun ac Ancorad
deisontedo Irapicbe novo ou na prafa do
foncmeccioa tratar com Antonio Bodrigucs
Lima. '
1AKAORI0 G. DO SUL sabira com
Lrevirlade o bem cenbecido Brigue Escuna
Pampeiro inda recebe alguma car(i.i a lete
|;ara oque lala-se na ra da cadeia com o
consignatario Amonm lrmos.
PARA O ASMJ o Patacho Lanrenlina Bra-
sileM ,. sabe inpretervolmcule no din a5 do Ipasseiro bastante gordo, e muito proc
1 errme ; qutm quiser canegar ou ir de pas- Ipaia menino j na ra das triftduras \). j.
platica ; na la do Bangel no prinairo an-
dar do sobrado que Oca defrOnle da venda .
3o das t as 1 o boros da manli.
t^* Urna canoa abeita prompta para fa-
milia ; atraz dos 'Martirios noestaleiru deV i-
cenle Ferreira de Barros.
sssr Cera para limas de ebeiro a 81.10 ri. a
libia e sapa les de burracha ptimos para ca-
los e velas de carnauba a 4o rs. a libra ;
na ra do Rangel sobrado que tem um relu-
bolo de velas pintadas na varanda.
BT" Superior farinba do Rio de Janeiro ,
em sacas e aos alqueires ; a bordo da Barca
Firmes* ancorada na praia do collegio e em
poii.j tro la-se 10111 Antonio Francisco dos
Santos Braga na ra da moeda n. 141.
W Noe bois mangos tres garrotes ca-
pazes de amanear algumas vacias urnas p-
lidas e ouUas prximas, e dous carros na
ra da Gloria sobrado 3o.
Um bon cavalio muito novo, bom
A posse de 39 palmse meio de ter-
reno no lugar da ra da praia atraz da ribei-
ra com 3oo palmos de fundo rretade ater-
rado com as fenle levantadas al altura do
tiavejamento e a meiaco de um oito de pa-
rede dobrada com altura da casa terrea : a
tratar no mesmo.
%sr Uma venda mui bem afreguezadi.com
os fundos de um cunto de reis, a praso 011
a dinheiro ; a tratar na praca da Boa vista
. t.
l^" Uma bonita escrava de naco, de ida-
de de ao anuos e um moieque de idade de
15 anuos muito esperto ; na ra nova nu-
mero le.
IST" Camellas da vigsima parte da Lote-
ra da Boa vista g 1 nbando na sorte dos 4 000
duxenlos mil rs as loj.s dosSnrs. Lopes
Jnior, ra da Cruz i Joze Pereira atraz
do Corpo Sanio ; Pilomba Kallazar Sou-
za Pinto IVJagalbes e das & Cuulia ra
que seta recompe
tsy Fugio no da it do crrante um es-
eravo de nome Paulo de naca mov-ambique,
anda bucal que nao sabe dizer que.n he seu
sur., alto clieio do corpo cara redondi,
olhos pequeos serrado da barbe levou
vestido camisa e ceroulas curtas novas e de
agoda da ierra he muilo preguicoso que
mesmo no andar se condece ; quem o riegar
leve ao atierro da Boa vista loja de faieudjJ
do Silva 5 que ser recompensado.
ey No dia lo, do crreme fugio u-n es-
cravo de nome Agostinho, estatura afta, clieio
do corpo cor preta de idade de 3o annos,
bem ladino ten um dedo do > mais curto
e sem imita julga-se ser o duda grande i
quem o pegar leve a ruado Queimado f>. ia,
ou nos allegados a Jos Antonio de Oiveira ,
quo sei recompensado.
lUoviiutiito do i-\irto
da Cadeia velha
Braga ,
junto ao Arco de
NAVIO SAHIUO NO DIA 18.
RIO DE JAlNEIRO pelos portos intermedios,
Vapor Nac. S. Sebaslia Comma.-idante
Manuel dos Sontos Rocha, pissageiroi
Chele de Diviso Jota Pereira finio *
mais 5 alen dos que conduzia dos porioi do
ute.
OBSERVAgOENS.
Seguira seus destinos os navios fundiados na
liiuieiro.
Santo Amonio ; A. J. iVJ. Bastos &

Full Text
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