Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04211


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Ann > b 1841. Sexta Feira

Tudo go-a depende de mis meamos ; da nossa prudencia, modera-
do, energa : eontiaueuaoj camo principiamos, e acre uos ponudou
o ai admiaco entre ae Aacoes mua cultas.
Proclamaco da Assemblea Geral do Brasil.
.*
Sarwcreve-se para esta foi ha a 3?ooo por quartel pagos adia-ilado
nwti Typ->gralia ra das Crutes U.5, enai'mca da Indepeudei.-
tia, n. 3/ e 38, onde se recenem correspondencias legalizadas e an-
iiuncios, insirindo-se stes^gratis sendo dos proprios asignantes, e
Mudo agnados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
CMade da Parahiba e Villas de su pretendi .......
Dita do Rio Grande do ..Norte, e Villas dem.......
Dita da Fortaleza e Villas dem ..,...,,.,....
Cidade de Goianna ........<,<......
Cidade da Olinda .............,,
Villa deis. Anuo ......................
DiU de Garanhuns e Povosco do Bonito .........
(Jilas do Cabo, Serinbaem, Kio Formozo, e Porto Calvo.
Cidade das Alagoas*, e de Macei............
Vdla de Pjja de Flores. r ................
Tody* OS Correioi partem uu meio dia.
p'Aata
>
>
v
>Seg. e Sextas feria*.
i Todos os dita;
Quintas feras.
lo, e a4 de cada mes
i, ti, e ii dito dito
dem dem'
dem ,3, dito dito
PHASES DA LOA NO MEZ OS JAN.
La Cl'.eia a 7 as o h. e 35 m. da tard.
Quart. nring. a 14- as 10 b. e 18 m. da man.
La Nova 1 la u t h. a 44 m. da man.
Quart. cresc. a 3o as'8 b. e ij m. da man.
Ajare thc.a para o dia 12 de Janato.
As 4 horas 3> mimUoe di mar.li!.
As 4 horas e 5 "minutos da tarde.
'Z pb Janeiro, Svm. |?,
CAMBIOS. lumm ai.
J-andie...... 30 a Ir d.por Ijoooced.
S*2 ......2? Pr l Pr->'<> por metal offerecido.
*Tan9*...... 31o res por franco.
hio de Janeiro ao par. Comp Venda*
CURO- ttoeda de 6|4o reis, velbas i4f*oo ityooo
" "', n .. l4#6oo l4*800
Daas de 4J000 res Kfaoo 83oo
- Pataces iirasileiros r i|6*o 1*739
Fezos Lolumnarios --.-,. 1J6S0 igioa
Ditos Mexicanos -- ,-----,58o ioo
Niuda. .--------------------- i#44o lifj
Descont de bheles da Alfandeg. i,8 por looao meu
dem de letras 1 i| i a 1 i|a por boas firmas olTerecido.
Noeda de cobre 1 a 3 por 100 de disc.
DAS a\ SEMANA.
.8 Segunda S. Prisca V. M. Audiencia de Ju de Dir.Uo "d, tj
v*fir 3.
19 Terca a C.nuto llei & RelacSo audiencia do Juii de Direito da
1. vara. "w ""
l] oinu S l^ v Al"licn?i" do Jui* Di-eito d, 3. vara.
ai Quinu 8. |gu V. Ausencia do Juia de Diruto da 3^
11 JSrJ; G"?.d,e,).cio \~ A%ie"cia <0 Juis de Oireilo da 1. vara,
a Sabbado S. Ildeouco Are. Rellanij e audiencia de Ju de Q. 4
-4 Domingo N. S. da Paa.
PEANA MBUCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do da 11 docorrente.
Officio Ao Exm. Presidente, trinsmil
tindo-lhe em duplicado o ra pa da ferca ef-
eclva dos corpjr de linba existentes na Pro-
vincia no roes Je Deseir-bro do anuo indo;
assini como o da Guarda Nacional destacada
as diferentes Comarcas
Dito--Ao Major Commandante interino
do Icrceiro Batalho d'Ailillieria comuiu-
nicand."he em resposta aoseu oBcio de 5
do concille que pela Presidencia estavo
passadas as ordens ao Administrador Fiscal
das obras publicas pira llie fornecer dous
calcetas em substituidlo a outros dous, que
foro perdoados em virtude do Decreto de 4
de Novembro do auno pretrito.
Porlaiia-Ao Teneute Coronel Comman-
dante do Deporto mandando d'ordem da
Presidencia, comraunicada em officio de 8
dar demi^o ao recrula Jos Luii de Sjuz
Dila Ao Major Commandante interino
do Esquadro numero 4 de Linha, remetien-
do I he o coustlho de Averiguaco feito ao
soldado di segunda Companbia Antonio Jor-
ges L'xoa e determinndj (he que em
viitude do parecer do mesmo Consellio. e do
disposlo no Decreto de 4 de Fevereiro de
jfao fosse dito soldado reconhecido Cadete da
ir.uiradasae cu parlicuiar.
dem do dia la.
Officio Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Deposito, lemeltendo-lbe os papis
de contabelidade do destacamento da Comar-
ca do Bonito, pertencentes aos meses de Ou-
lubioe Novembro Cja payos), e o de L'esem-
bio, devendo portanlo ajustar suas COnU
com o mesmo de&tacaaento ule o fim do annu
liansacto. ecntiegaro saldo que liouvesse
aocabo Fiancisco Claudio Cavalcaote que
eslava alhot sado a rccebel-o.
Dilo Ao mesmo enviando-lhe os pa-
pis de contabelidade do destacamento de Goi-
anna relativos ao me/ de Desembro c orde-
nando- llie que Usas as coutas com o mesmo
destacamento ateo fia. do auno prximo pas-
sado, enliegasse o saldo ao soldado Mancel
Dias Vitira, a quem o Prefeilo respectivo au-
torisara para esse im .
Dito Ao Piefeio da Comarca do Boni-
to, signifcando-ibe em resposla ao seu officio
de 7 do crlente, que o Cabo Francisco Clau-
diiio Cavalcante. codusia a ser-lile entregue
a quantia de J8.U.*o rtis, sal.Jo *tp avor
do destacamento al o fim do auno prximo
passadu.
DiloAo Prefeilo da Ccmaica de Goian-
na commuui'-ando-llie cm resposta ao seo
cilicio de g do crrente, que o soldado Mano-
el Dias Vicira lbe entregara a importancia
dos vencimenlcs do destacamento no oiez de
I-Usen,bio erlo que ficavo justas as coritas
com o rr.esmo deslacau.enlo al o m do anno
/ icterilo. '
DitoAo Major Commandante interino
do lerieuo Bataihode Artillera disendo-
Ihe em 1 esposta ao sro officio de 11 do curren
te, queapprovava a resoluco que tinba to-
uiado de nao declarar despenso do scrvic.0 de
estalla, o Agente d tonselho administrati-
vo de faldamento, nao & porque o Batalliao
se le.enlia da grande falla de ojliriaes como
porque o Agente nao erjtrava ja no exercicio
do scu emprego devendo todava sessar esta
sua resoluco quando a Fabrica s abrsse,
ld.m do dia 13
Officie Ao Ex Presida! devolven-
do-lhe o requermenlo da Bernarda Mara
de Jesuz por nao poder faser eectivoo des-
pacho nelle proferido de miniar demtlir ao
soldado Antonio Biserra, viito ter elle em-
barcado para o Rio Grande do Sul a 23 de
esembro.
dem do da c \.
Officio Ao Exm Presidente, reenviando-
(he o requerimento de Anua Hita com despa-
cho pura a demico do soldado Jos
Francisco de Calases, e significando-lhe que
dito soldad) havia j sido dimittijo em
cumprimento ao seu officio de ti de Desem-
bro do anno (indo.
Diversas Ueparticues
lio segundo o desposto na referida Lei Dr. Jernimo Villela de Caslro Tavares
I.ndo que seja nao se poder receber roeia f)r Domingos de Sonsa Leao. ,
isa das compras quu a vista > papel de Ira- Dr. Francisco OominRues da Silva .
ctoc;nslar mais de tunta dias de sua dada, Tenente Jos Pedro da Silva .
e ultimado o referido prasj se proceder con- Dr. Joaqun Nunes Machado ....
tra os que oo comparecerem. Dczemhargador Thomat Antonio Maciel
Colfectona de Olinda 16 de Janeiro de Montero......
x* t Conego Francisco Juss Pcixoto. ,
V Etcrivo Dr Joaquim Manuel Vieira de Mello. .
Joao Uo9alces Rodrigues Franca. I Apolioario Florentino de Albuquerque
V.CE CONSULADO DE S. M. CATIIO- MaranhSo........
L1CA E\l PRNAMBUCl>
En esta Ctuceliaria de Espaa en esta
Dr, Manuel Teixeira Pcixoto.
Brigadeiro Jos Joaquim Cuelo > .
Ceudad se necossita saber se vivo o-u' -h--- ---. ,
muerto el Subdito Espaol D. Feli* I.u- ^sembargador Jos Lthanio de Souia .
Ensuconsecu- pr-J/o Jos I-grreira de Aguur .
4
4
*
s
i
3
%
4
%
a
a
a
a
natural de Alicante.
CORREIO.
O Rrigue Indianno de he Commandante
Antonio Carlos de Azevedo Coutinho, pre-
tende sabir no dia a5 d) corren te para o Rio
de Janeiro.
UIKAS fUDljICA.
Nao tendo havido quem se propozesse a ar-
rematar separadamente os fornecimentos dos
muteraes de Carpira e de Pedrero, e os ser-
ventes necessarios para a renovaco do raes da
entrada do norte da ponte dos Carvalhos ,
nao obstante terem alalo por duaS veces era
praca sSo agora postos em praca os mesmos
fornecimentos para seren arrematados em
globo cm execuco das ordens do E*m. Sur.
Presidente da Provincia de 15 (Jo corrente. O
abaixo ass^nado convida pois as pessoas a
quem convier este contracto a comparecer:
na rasa da Inspecgo competentemente habe-
liladas de fiadores idneos nos dias 1 3, e
5 do prximo futuro mez de Fevereiro afim
de ser concluida esta ariemataco.
Inspecco das Obras Publicas 18 de Janei-
ro de i84<.
Moraes Ancora.
PBEFEITCRA.
Paile do dia ai docorrente.
Illm e Exm. Snr. -- Partecipo a V. Ex.
quedas partes boje recebidas consta que bon-
tem fora preso peloSuh-Prefeilo deata Fre-
guesia o Porlugurz Manoel Gomes de Azi-
vedo por ser encontrado em sua casa un bai-
r#l de plvora, e alguno fogo artificial ; foi
sollo: a huma hora da tarde falescera no
armasem do Trapixe de Joge Correia Van-
pa o prtp furro de nome Joo de Santa Ma-
ra, que ali trabalhava de jornal e fora es-
m.igado por urna caixa de assu:ar, que sobre
elle tabira.
Nao consta ter occorrido mais novidade.
COLLECTORIA DO MUNICIPIO DE O-
LINDA.
Aauncro,
O Colleclor da Decima emtis Imposto do !
Municipio de Olinaa manda las/sr publico
a quem convier que est aulliorisado pela
Thesouraria das Beoda Provinciaes par
lecpber a meia sisa dos escravos, em virtud_'
da Lei Provincial numero 85 de t de maj*
do corrente anno Artigo 41 al que se ultime
o praso de 6 meses, quo se finda 110 da M
do correle anno dia este em que e ultimo
) o praso da ffixaco dos Edilaes oeste Muuir
arte
enci
quie
en la Calle del Vigario U ti.
N. M. de Scixat
V, Cnsul.
CONSULADO BRITANMCO.
ca ruega-sr. por esta Cancclleria a ^r* Auto",, Ua11 a jlU"n' 1
en, haja o tenga noticia de ello, dea dar Tene.ae Coronel Aulouio Ca ueiro Ha-
Thoraaz Rodrigues
cbado Ros.
Coranel Manoel
Campe lo
Dr. Herculano Gon?alves da Roxa .
. Vigario de Unna Joaquim Jos de Aze-
yed i....... t ,
Antonio Moreira de
Lii de Carvalho Paes de Andrade.
Fax-se saber aos Subditos B.itanicos reii- ,)r ]oh FranciiC0 de FarUs
denlesern Pernambuco que nodia quarta fet- Jl}se Rdfnod 01vera
ra ,7 do corrente Janeiro lera lugar no Con- p-|| Laurealao A
Iulado de >ua Maeesladt a Mamila da Gra>n
.relanb ra ufArapicne novo oajunfa- Qr<
ment prorgado dos ditos Subditos ao meio jjr (^alanu0 ,
da m ponto daquelle dia. j ,. ,
Consulado Britnico em Pernambuco 19 de Nao nos tem sido possnel dar publicidade
Janeiro de 1841. ,' as eleiges de alguqs collegio*, cujas votacoei
J. Goring ja lem, empane, por aqu appirecido, par
Vice Cnsul. 1 que esperamos pe 1 totalidade dos eleilos para
No Collegio de Serinhaem obtivcra'o votos publcarmps urna lista exacta, como cou-
58
3 a
3o
Jo
"9
.1
a5
para L'epulados Geraes osSnrs.
Dr. Antonio Alfonso Ferreira
Dr. Francisco do Reg Barros. ,
Dr. Alvaro Barbalho Uxa Cavalcante .
Antonio da Costa Reg Montero .
Dezembargador Joaquim Teixeira Pei-
xolo. .........
Dr, Jos Nicolao Rigueia Costa
Dr Francisco Elias do lle(;o Dantas. .
Dr Jernimo Marliniaoo Fueira da
Mello.........
Dr. Francisco Joo Cameiro da Cunba .
Ur. Urbano Sabino Peasoa de Mello, .
Dr. 5ebastio do Bego Barro*....
Coronel Francisco Jos da Costa. ,
Dr Jos Thoroaz Na buco de Araujo .
Padre Venancio Henri'|ue de Bezende .
Dr. Pedro Francisco de Paula Ca/al-
canlide Albubuquerque
Joaquim Jos da Costa ......'->
Dr Filppe Lopes Neto.
Dr. Fumino I'ereira Montero ,
Marjor Antonio Jos de Oliveira .
Dezembargador Manoel Ignacio Caval-
canl Lacerda.......
Dr Manoel VIendes da Cunba Azevedo.
Coronel Lourenco Biserra Cavalcanti
. de Albuquerque......
Padre Miguel do Sacramento Lopes Ga-
ma <
Dr. Antonio Peregrino Maciel Montero.
Pr-curador Fiscal Antonio Joaquim de
Mello.........
Dr Bernardo Rihello da Silva Pereira .
Dtzembargador Gregorio da Costa Lima
Bf.iRcnl .
Dr. Casimiro de Sena Madureira .
Dr. \ anoel Joaquim Carneiro da Cu-
nba .....
Dr. Joo de Barros Falco de Albuquer-
que Marauhio
vero.
Noticias Estraugeiras
P.lRIZ, 8 DE DF^SVIBRQ.
Besposta do Rei dos Franceaes ao discur-r
so que lbe foi dirigido pela C-
mara dos Deputadb.
- Senbores Depulados E11 eslava i:npa-
2J cente de vos ver reunidos em torno de mira.
si Ouanio mais va agitarem-se as paixdea,
i!, maior necessidade experimentava eu de ser
sustentado pelo coocurso das Cmaras, e de
encontrar bu seu apoio meio de fazer face
gravidade das circunstancias. O par'eito a-
cordo do grandes poderes do Estado provar
ao Mundo que se a Franca faz o devido apre-
50 dos beus da paz assi.n para a Europa co-
mo para si est igualmente reolvidaji pata-
tera sua honra e dtgnidade entre as incoes,
beranfa gloriosa da nossa patria que eu sa-
berei couseryar-lhe. Pela mensa^ern que
me trazeis haveis dignamente correspondida
minba expeclaco e ouso dize lo da
Franca. Gracas vos seja dadas l Meu co-
raco sent urna profunda emoco pelos vo-
tos que fazeis e pelos senlimenlos que exr
primis a meu espeilo e de uieus filbas.
4
19
ii
'7
i5
li
11
io
10
8
Cbegada dos restos de Napoleo a Cherbourg
Sua trasladaco e partida daqui Tra-
jelo sobre o Sena.
A Fragata Helle-Poule coipraandada pelo
incipe de Jonville, e que relituio a Frau-
Pri
, O* restos do Imperador Napolei foi
ancorar em Cherbourg a do do passado (No-
vembro) s 5 horas da mau'i.
Os rostos do lmpsrador Uevia passar a 8
de Deaen-bro de hordo da 0elie-Pule p*-*


DIARIO Dfi PERNAMBUCO
f ordo da Norrcandie. Ao ireio dia depois i Ranha Izabel .a e Consliluiep de 18 de doloroso da gamito da saudade filial : a relie
Kordo'da Fragala de- Junho de 18^7. xo que escarneca do corago oraaupriu-
d'um cfficio religioso a
via-se fozer urae aborta na borda de exten-
so suficiente para dar passagem ao fretro ,
que collorado sobre um plano inclinado devia
descer o barco de vapor por meio d'um car-
ro posto de forma que nao perdesse a posi-
de mil tiros de peca devia partir de todos os
navios ancorados, e de todos os fortes de
Cherbourg e lenovar-se no momento da
partida da frolilha.
t'em horren's da equipagem da Belle-Pou-
le se embarraran a bordo da Normandie com
o Principe de Joinville e a muzica da Fra-
ila ; tembomens no Courrier, e duren tos
no Veloce. Calcula-fe que chegariad ao
Havre tirites do dia. Os duren tos homens do
,1'eloce scria transportado* para ob'ircnde
vapor Seine o romper do dia lornariaS
a sabir do Havre para ptoveityrtm as ultimas
horas da mat. Utna parle da Guarda Naci-
onal do'Havre te embarcara a bordo do pa-
quete Franjis e escoltara o corpa at o
Val de la Har j onda se deveria operar nova
transpesico Jo esquife para bordo do barco,
de vapor rElbeuven h. ,a que devia'a prin-
cipio levar a retoque o barco funreo mas
que depois substituirla a ste. Os bieefif
destnfu*c"s TFfho d'este barco thegaram a
> de Dezembro de l'arz a Rouen e tinb'a -se
Ijatado da sua investidura. O cortejo torna-
ra a partir a 10 do Val de la Haye e chega-
ria a Rouen sg para" 10 boras ra manija.
O Principe Joinville bavendo siilo'encar-1
regado pelo Re de recondnzir a Pariz o corpo
de Napoleo nao concluirla a sua misso se-
irSu no momento em que o corpo fosse deposi-
tado no Invlidos : teria per consegunte S.
A. R. o commando do barco de vapor Nor-
mandie e de toda a sua escolta et Courbe-
*oie. Cbegado que fosse ponte de Neuilly,
o Piincipe saltara em trra t presidira o
desembarque, e seguira o cortejo fnebre do
Imperador frenie de 4oo roarinbeiros.
Era defesoaS. A. R deixar acostar o seu
navio durante todo o trajelo que lbe rstava
fazer, assm comodeixar r alguem a trra
lvo a fomeciment de bordo. Tambero Ihe
era redada toda'a communicaco com as duag
margena do Sena desde o Havre a'Neuil.ly.
Era provavel que o Principe chegasse ao
Havre a 10 de Dezembro ea Rouen 11.
Um cfficio fnebre seria celebrado a bordo do
navio no porto d'esta ultima cidade,
S i4 2 tarde cu na manb de i5 che-
Art. a. Entre os presos o refugiados sao cipio que fazia urna visajera ao bata. Aposto
exceptuados da amnista a.juelles que as fac-que se o demonio fosse cousa tangivel e eu
cees se entitulava Renerfs', chefes qu offi- tivesse ifaquele momento levado rapdiman-
ciaes os ecclesiasticos os membros das jun- te a mao ao lado esquerro da cabeca, teria ca-
tas rebeldes, os empregados civis e milita- trafilado o raeu anjo m;iu en acto de tentaclo
res, cuja dignidade. as mesmas faceoes e- flagrante.
quivalia a de offiriaes militares. Porm entre Ioterrompi a ojeaco ofnial do mendigo,
os bomens d'esta categora ^ue o merece- perguotando-lhe se nao tinha mulher li-
O velho vegetava a-
rem por sua conducta o Governo poder lho pu fillia ; se nao tinha ninguem n'este
conceder a alguns urna amnista espepil oer-
raittiudo-lhes voltarem aos seus lares.
Ait. 3. O Gobern ter a faculdade de re-
ter no< depozitos de prezos, ou de nao per-
mitir que tornem a entrar na Hespanha os
individuos cujo carcter possa inspirar alga
desconfianza particular. ( )
A Regencia Provisoria do Reino ordena ao
Supremo Tribunal de guerra e maiinlia sos .ero mais delgados que o tronco robusto do
Capites Generaes do Exercito e da roarnha, que anda saudara todos os das com o rugido
mundo; :respondeu-me que una e outros
livera e ja nao tinba alma viva a quem elle
ioiportasse: Dizendo isto acabou o seu pa-
dre nosso.
Era co no o pinheiro que campeava sosi-
nbo no outeiro contiguo de roda do qual se
viao sabir da ierra os restos dos toros d'oulros,
que abi tinbao deixado ao derrubal-os e que
Comrnandante's das esquadras e estacoes de
H'spanha e Indias que faca proclamar es-
ta amnista na lrma cbslumada. Palacio ,
Jo de Hovemhro de 1840
Ao Sr. Pedro Chacn. O Duque da Vic-
tona Presideule.
aria o JVoimtndie praia de Curbevoio e
. ----- mrmmnm v lu pu ue liaumcau a lel'ii
ta tranca.
Amnistia Hespanhola,
A Gszrta de Madrid do 1. de Dezembro
ccn'f m es decretos relativos amnistia cuja
notici. tinba chegado a Pariz pelo telegrapto
u 7. A lUKDia dos decretos a seguiute : --
Ministcrio da Juslica.
Art. I. I ira rencedida emnista a mais
ampia a tedes os individuos processades con-
emnados cu re?ponsaveis por causa de de-
lirios politiros cnrxmeltidos de^da ip de Julbo
deliilos que livessero por fim favorecer a cau-
.1 co prelendente, e que nao se acha com-
]!' < 1 didos'na cenvencao de Uergara. Pro-
ver-se-ba sua sorte por um decreto separa-
do.
Art. a. Fcara suspenses i o-mediatamen-
te e Ftm rustas as instancias pendentes por de-
udos flrrnihtiedrs. Os ii.di> iducs que esli-
ttittD prerts tm conequencia de condemna-
eao, t prexirros a i-lo serio immediala-
ir.crite postr.s em liberdtde. Os bens que
titt-um sido queslrados ou tomados em
rai-o de taea delicies Gcar livre dispo-
hi!_"iode feus donos.
~ Art. 3. r*o sero ronsidewdos romo deli-
cies- politices, e firaro sempre sujeitos res-
fXftit- i tlidade legal os abasos e contravences
dos lui.ccicr.arih pblicos no exercicio de
tas lunccGrs. O Governo aplicara a presen-
te sn.iiista s pivii.cies do ultra-mar rom as
rcdificaies que julgr cenvenientes. Pode-
i5 ser nVile a mprtl ei.didus os delirios po-
litices con rceltdcs antes da amnista de 19 de
Julbo de iSj a qual nao se estendto a es-
asa piovincias. Palacio 3o de Is'ovembro
o i^4 Ao Sr. Aharo Gmez Becerra.
O Dique d Victoria, Presidente*
Ministerio da Guerra.
Art. 1. Cs lootnsque por ter servido a
cauta do rdelde I). Carlos se acbarcm no in-
terior do 1 cio cu leftgiados traneiroa Cre de boje em dianle amnistia-
dos con as cci.dicties tbaixo esrjetificadas, rom
(Le C.oparr;erce)
VARIEDADE.

MORAL.
,( Fragmento de um livro indito )
A VEIH'CE
Pobre velbo 1 assentado sobre o marco
da estrada, com a cab*ca calva ex posta aos
raios de um sol de julho, elle estendia o
cbape'o rot e informe com a mo mirrada e
trigueira quando sentia psssos de cami-
nliante e dizia com vQa'trmula e sera in-
flexes : urna esmola ao ceguinlio pelo amor
de Dos!
Sero iiflexSes na vos, sem expressao no
de suas ramas nascer e o pdr.do sol.
Pobre velho --dizia eu comigo seguip-
<:o avante em quanlu u ee,-,o escuta va com
a cabeca pendida para o lado opposto di es-
trada ; esperando vie^se mais aluao c.imi-
nliante a quem repetisse o seu i.nmutavel
[edilorio ; unja es : ola ao ceguinb peloa-
mor de Deus
Ha Irez gneros de compaixo no mundo O
primeiro p da compaixio'bypocrita que to-
ma certo ademan abeatado e cari Joso certas
palavrs mellifljas certa pied ule estril,
que o mundo leva em coota sobre ludo mas
que Deus lauca na follia do debito do livro
divino da comiamnacao esalvaco eternas de
cada um de nos
O segundo o da compaixo pbilosoobica :
esta nque indaga as causas da miseria dos
individuos, e d'essas iudagaces faz un livro
ou um capitulo de livro mui eloquente ,
mu profundo mui ebeio d'alvitres encl-
lenles pbihntropicos, e inexequieis que
virado podado aceitado e arrebicado
rosto porque a alma do vellio eslava reque-I produzir dois ou tres discursos em alguma
mada como o braco que estendia desolbad* tramara legislativa ou ornar pompossanoen
como a fronte ma em que I lie bata o sol !
Descubrinda tambem a cabeca mas como
envergonhado olhei de roda receoso de
que alguem me visse metli a m'ao no meu
magro cinto de soldado e reoart) da pou-
qudade do pobre com o ou'.ro jim
Nao ":
sei
grimas
te o introito dos estatutos de alguna asylo de
aiendieidde qu! durar seis mezes e at
um anuo com approvacao universal. Cba-
ma-se a esta compaUao progressiva illus-
trada poltica. Deus nao a lauca em par-
te nenbuma, Tem d d'essa pobre genle,
escoirgaro-'me'duas la- que passou o amor do genero bumano do co-
pelas?'ficis abaixo e olbei de rod,a raco para n cabeca e por um esforco inau-
oulra vez examinando se por ali estara (- dito de tlenlo lbe mn !ou o no;e clirislo e
guem em cuja cara se dvisassem signaes de intclligivel decariJade, pira o scienlifico e
serpessoa de bastante philosopiaa pura se rir iii'Hefliivel de philantrj ia.
uc ainuj. o* fj'.'.i. ^ i>. u.wi.iuu 1* u iiuu enslna o
Louvado Dos que entre tantas qualida- evangellio;, aquelle q'nojsis mes noiensina-
des ruina, de que a natureza nao foi escaca rao quando eramos pe jueninos ; aquelle q'
"omigo tenbo alguroas excellentes e tal atiende tanto o padecer do corno romo ao pa-
alem d'oulras a de urna conseienca de lo decer do espirito ; que, nao como o primei-
(ino tacto e to sem ceremonia que apenas -- ro parco de palavras e abundante de obras r
g ou faco uma* jarvoice, asente eexpe nao como o.segundo sent mais e raciocina
com admiravel clareza e convincente lgica, menos: aquella que mistura os lagrimis
de medo quesempre tem a babilidade de me consoladoras co:n as lagmas da desventura ;
fzer titubear equasi sem pre a de me fazer que socorre a familia sem a dividir e classii-
confessar rom cxeaiplar bumidade que'sou car por sexos e idades em diferentes redis ,
uro solemnissimo tolo. Fo o que me succe- ou asyloa porque ci que o amor filial, roa-
deu d esta vez. lerr0 e paterno, sao os afleclos mais santos da
Quetenstu que te vejo ( dizia essa voz alma, e que o p0 da esmola amargo
em som e com palavras, que lodos tem ou- quando se recebe a trjo de recalcar e sumir
\ido: ao menos urna vez na vida ) que tena no intimo do coraco esses afleclos, Essa
tu que te vejo descobrir a cabeca diante d'um compaixao abengoa-a Deus e as obras que
velho ceg,* que te trouxe memoria (eu pae; ella gra escreve-as no livro davdiparaas
que le vejao escorregar pelas faces duas la- receber como boa moeda no da da derradei-
griroas de saudade ? Se bouvesse aiii rergo- ra conta.
nba sera para equelle que de ti se risse Taes ero as minbas reGexjes ao aastar-
sem saber o que le ia pelo coraco. me do pobre e o espirito se rae opprimii
Acceitei com paciencia ebrist o munitum lembrando-oie de que esse desgracado devia
ad lectorem da conseienca. ter padecido muito quando visse irem ca-
" Seja pelo amor de Deual Padre nosso, hindo ao redor da si mulber e fllhos e ficar
que estacs nos cus santificado seja o tosso s no mundo onde apenas baveria raros que
nume ; venha a nos o yosso reino seja feita n'elleconhecessem outra desventura maior
a vossa vonlade a-sra na trra como nos que a fome e a mendicidade material -a to-
ceos : Diaocego, conduzindo Odez me e a h.edicidade do espirito : porque a
res da esmla pelos meandros e viravoltas compaixao hipcrita a das multdes ;
do esfarrapadogibo para a algibeira d re- philosopbica de pouros t a ebrsta de raros.
P0050 Raros sao ps que eomprehendem o evangellio.
Urna baila defensora do altar e do trono | E o velho dizia tranquillameute que i nao
collia pelo toutico este nfimo volunlario'de tinha mulher nem fillios !
. Maa e apagado tenua de ser o nome E' que as dores Cundas cauterisa as ferdas
glorioso d'esta Iracciosnba da hoste liberal que abrem. Quando este cauterio rqueima
no hvro nreslre do balalho se ao ceg.i passa ssim um espirito vero a atropina moral a
agora pela cabeca o divino autor d'aquella demencia tranquilla e mansa de um coraco
potica e ngela oraco que ali vae repetin- em afleclos. Ento poucos males ha no
do, lo machinalmente como estenae o cha- mudo. Sao apenas us que percebem os sen-
[ieu : e diz ; ** urna esmola ao ceguiuho pelo tidos.
amor de Deus! | Fobre velho I Olhei para traz e pare a
F01 oque eu pense.1, quando ouv, aquel- ;Contempla-lo. A face do homem como o o-
em outro vive.
Vegetar nio viver.
penis l
E' talvez esta a maior das miserias humanas
E eu tive d do velho,como manda o aran
gelho condoendo-me das dores de espirito
que devia ter padecido a ponto de Ihe calle-
jarem a sensibidade.
Foi ento que povoei de successo? a su,a v.
da passada. Quem sabe se a imagiuaco me
diis mais vprdule do que rae dira a narra,
co d > mendigo! Novella historia, q.,,J
d'estas duas cousas mais verdadeira ? JVe.
nbuna se o nljrmarmos absolutamente de
qualquer^d'ellas, Quando o carcter dos in-
dividuos ou das naces surfisntemente co-
nhecido quindo os mouumentes e as Iradic*
coes e as chrouicas desenliarlo esse caraclqf
com pincel firme o novelleiro pode ser ta{%
verdico do que o historiador; porque est
mais bobiluado a reuompor o rorojao do qU8
morto pel coraca do que viva o genio da
povo que piasou polo do povo que pajsj,
Enta de um dicto ou de mullos lictos elt0
dedui um peusamento ou rauitos pensamen-
los^, nao (educidos lenliran^a positiva
nai) tradiudos, al materialmente ; de un
laclo ou de muitos facas deduz um all'ecto ou
mitos afleclos que s'J in5 reveLra. Esta
a historia inti.-na dos lio neus que j. n1u
sao : estd a novella do passido. Q.ie^nsi-
be fazer jto chama-.se Scott. Hugo, ou [)o
Vigny e vale mais aconta mais verdadej
que boa meia du/.ii de b,ns bistoriadQ,res.
Poqrue e>les recolliem e epura monu-
mentos e documenljj, que rauitas vezes fj-
ta5 levantado* ou. exarados mentir posteridade, em qmnlo a historia
da alma do homem de.tuzid lgicamente dt
somata das suas aeces incontesiaveis na5
pode falinr, salvo se a natureza polesso'men-
lir e contraiditer se como uaeulem e se coh-
tradizein os monunento.
1- porisso vi m i le esto velho que men-
diga va agn no lempo en que ou o iraba-
llio de sin mos ou alguns bens da fortuna
Ihe produzio o necesario vid : vi-o re-
pousado na idade grave em morad* tranquil-
la rodeado de seus fillios affagado apa-
salhado pela amante da sua mocidade', pela
amiga da sua idade viril pela confortadora
e arrimo da sua velliice. Vi-o depois s con
seus filhos ; j a morada do vefho era triste ;
porque faltara ah o amor da me o cari-
iiho dicompauheira ; j nao liavia lquen
jtecen lesse a lampad* diante da murem da
Virgeo quem iias penas se lembrasse co-
primeiro remedio de orara Dos; qi^ni
admoestasse co lagrimas quem ohsojassa
comsornso. Vi-o depois ceg ochando ain-
ui hombros a que arri.nar-se, mos que o
g'uassem bracos que Ihe ganhissem o sus-
tento boceas que Ihe dissessem quando o
sol brlliava nos cis e quando o lolda-
vo as nuvens. Vi-o depois eslenJer a mo
para abe.uoar e descer-1'ie esta desanimada
ao longo do corpo porque se lerabrou da
que a lancava ero vo sobre a trra qua cu-
bra as frontes dese'is filaos ; de seus fillus ,
que dormiiq calladamente para nunca miis
despertar I
E o pobre ceg eslara s na trra !
Quem o visse ento assentado hora do
meio-dia nolimiarda sua casinha erma ,
em fjrmosp dia de invernt) quem o \is.se
com os cotovellos fincados sobre osjoelhos, e
a cabeca entre os punhos immovel como
urna estatua pensara que o velho husci-
va reo.nimar-se luz do sol, ta grato ao
homem no invern melanclico da ri la co-
mo s pUntts no da natureza ; e todava
que ioiportara ao ceg o calar do sol quan-
do a mao gelado do desespero Ihe. esprium o
coraco ? que Ihe importara o claro dos
cus liropos e serenos, se o corpo ea alma
Ihe jaeio na escurido como um condemna-
do as Irevas exteriores ; se os olhos pelos
quaes elle via es(avo fechados dehaixo da
trra?- Immovel e sem lagrimas, os ho-
mens vulgares p.issa.ra por elle e na ima-
ginario por certo que o ceg padeca ; por
q'o vulgo s entende a menor de todasas dores ,
a que se revea por meninos conslrangidoi e
por solucos e choro : a dor que se mitiga com
signaes exteriores e com a qua esaas 'almas
communs gaslo prdigamente o aflecto mais
santo do coraco humano a piedade co.in-
passiva.
Erabora 1 mas que guardaes vj pira essa
I. retribuyo do b^^^^^ ^ ?ue P^ce petrdicar o epirtto que
totruane^co que leagia contra o senlimento imaginara qual o seu aspecto nos das de
________________^___________ temporal. Era sereno o parecer do mendigo,
" como o de urna creancinha que dorme em sen
(*) Seguiac-se outros artigos que por berco como o de um morto que dorme em
lio ijtL9 jitiim jLuctiitD dei.dtlitlt.de '"kos.
julgaimos menos in penantes os omuiitti- seu sudario ; porque tanto um como o outro
(em o cor?cao tranquillo ; parque nem um ,
movimento e estampo.
ua fronte do que vive e pensa a quietaco do
sepukhro ?
J'enhoouviJo muitas vezes urna expressao
abominavel em si abominavel pelo tom e
gesto com que e diz,- tom e gesto eytieo
onireo d ., tompaixo similbanle que
n


*r3*-
DIARIO DE PER NA SI BUCO
poderio ter os demonios um precito. Esta exprselo se epplica aos ceano '
ue suraindo no coracio toda a vida para a
consumir nt intimo padecer ^seesquecem dos
males e gozos pbysicos e dos homens e dos
successos que os rodeo ; aos que emfim ,
perderlo a consiencia de metade da vida s
existencia rxteiior para a concentrar inleii a
noeancro incuravel que I he lavra na inle'li-
geacia.
E'd'es,tes que i diz : Pobre .dubo
.Anda como parvo !
E* desses Ins de quena dizeis isso incer-
tos entre o d e o escarnee sabis quanta
egonia quanta procella quaes trevas de
luluro I lies vio l dentro da lina ? listel-os
voltear mil vezes por dilatada noite em
Jeito d'espinhos solugar e geiser a's horas em
que os irais repousao caliir no lelhargo do
canraco despertar as anclas do pezadello
phantaslico e maldicto em quanio os outros
sonho sorrindo ambic-es e sperancas ?
Vislel-cs na solido da sua amargura ,
stoicer-lh.es a dor do espirito os meir.hros ,
crino o redemoinho de vento eslorce o vime
da te ? Visiel-os batelera sobre a lagem
jria do pavimento com a fronte aflf'ogueada e
ilamarero no Senhor e pedirem-il.e o trance
da norte como uro momento de refrigerio e
anniquillaco como un tesouro de felicida-
de?
Nao Vistel-os quando a natureza exhaus-
ta cobre cora o seu manto mortal o incendio
que devora e devorar l.lvez al o ultimo
alent, essas existencias cuja miseria excede
xmiilo todas as outras miserias humauas.
Que ninguem diga : esJa too e sorria .
quado vir um velhocego, como o meu, que
perdendo nulher lilhhostudono der-
radeiro quailtl da vida, se foi assentar no
iparco da estrada e Irahquillaroente estende
o chapcu e sero inflexo na voz sem ex-
prsalo no gesto di* ao que passa ; "urna
esivoU ao tguiiho ,,elo amor de Deus !
que essa alma fui queimada por uro gran-
de incendio.
Quando eu vejo um veJho encujo ai*
pecio se pinta certa tristeza indisivel era cu-
jo olbar ineerto se condece nao o receio de
descortinar o futuro, porem o terror de affigu-
rar o passado ; cujos labios somera sempre
ao presente aI1(]a avesso e tiistre ; quando
eu o vejo responder com urna lagrima a re-
cordares dolorosas digo comigo : Oh des-
granado desgracado porque quiz a pro-
videncia que esse coracfq semi roorlo vertesse
per tanto tempe sangue de suas ferias p
J'orque ha de ser tua nica esperanca a se-
pultura ; tua raelhor alegiia o saber todas as
noiles que a elernidade acaba de descontar
mais um dia d'aquelles que te estavlo marca-
dos no periodo da tua existencia ?
IVias quando encontr u.ti velho por cima
de cuja cabeca pas arlo muitas horas de
amargura muitas procellas da vida e lite
descubro no rosto certa serenidade como a da
ironte de marmore de urna d'estas estatuas
quejazem sobre .os tmulos da idade. media ;
quando o recordar-I he urna grande desventu-
ra de oulr'.ora nao acha echo l d'entro ,
quando para elle o passado o presente e o
inluro merecen) a mesraa indifleienca gelada
e medouha ento digo comigo : um mono
porque andar na trra ?
F porque tambera urna harp cujas
cordas eslourara todas, alri fica ate4 que o
tempo a consunca. E porane as cinzas da
enliga arvore do valle abrasada pelo incendio,
ahi lica amontoadas at que as derrame o
vento.
Alas o gemido descordas que estallaran ? -
mas a inlensidade do incendio ? Eis o que
tem para mira acuelle terror attraciivo, que
nos lascina e leva os olhos a escrutar um a-
bismo escuro ho tundo do qual se ou?a um
hingo ruido.
i/ahi vero que a presenqa de um anciio
sempre me attrahe e subjug*. Que a vida
interior do mancebo que revela por tantos
modos suas coleras e pezares scu amor e a-
legria seus temores e esperancas ? Drama
niyslerioso histoiia intima s a ha no velho,
que lussou por todas as vicisitudes do existir
que encerrou debaixo do sello de bronze de
um aspecto impassivel as tempestades que iu-
gera ou rugu o uas profndelas do seu es
pililo.
V mocidade a ribeira torrente no in-
vern arrestando penedos as aguas turbadas,
regalo no tstio murmurando lmpido entre os
MUinboSa A velhice o ocano, sereno na
supeihcie ero quai.loos sorvedouro* e corren-
tes eslrepila debaixo u'esse dorso tranquillo ,
mas sem que ninguem saiba quando e onde,ha
calma ou lia tempestade onde o seu fundo
dfe rea ou onde lederooint&a as aguas por
Me incgnitos bauios.
(A. A.)
( Panorama )
PENSAMIENTO.
Nao perigoso o mundo se nao quando se
amara as suas mximas. As alternativas que
elle se encontrara, quando as vemos com
boa luz sao urna li,a'> continuadada para
fujjir-mos do vicio, e amar-nos a virtude.
A. M.
Ancddtas
O Inglez e o Medico,
Inculcaran) a certocavaleiro inglez que ha-
via muio lempo eslava de cama coro un
grande ataque de gota, ura medico que per-
tendia po'ssuir um eficaz remedio pira curar
aquella doenca. -- Como que veio o dou-
tor, perguntou o Inglez foi a p ou de sepe ?
Ionio Vieira da Silva ; em S. Antonio na
botica do Snr. Joao Moreira Marque ; na
Boa-vUta na loja do Snr. Joze Ignacio do
Monte no atierro.
Avisos Diversos
sol
Aj, Ihe respondeo o criado Bullo,
replicou o docnte vai diser a esse mariolla
que se pon lia j no meio da ra pois, se elle
tivesse o remedio que inculca de cerlo nun-
ca andara seno a qualro.
E: sempre assira.
"Como com prebendis vos estas grandes
erises moraes qua mudam a face aos estados ?
pergunlava alguera a um M. D. .. Co-
mo ascoraprehendo ? as;i:a reparai (imme-
diatamente eollocou tres pessoas em frente
sobre a mesraa linha e resolveo a quesla
desta maneira); Meia volta, marchi.....
Alto ... Frente. Eis a qui urna dessas-cli-
ses, eeiso qui o resultado ; Vos que eris o
primeiro, vi sois o ultimo; vos q' eris o ul-
timo vi aois o piim iro, e o senbor(disi;nan-
do a pessoa do meio) est s!rap'e no centro ;
nicamente olha de ura e oittro lado."
(Kamalhete.)
COLLEGIO PERNWIBCANO.
Atierro da Boa-Vista n 6.
Curso de Likgoa Ingleza
professado
pelo Cacharel formado Vicente Pereira do
Rfgp
Este Curso he dividido em tres secedes ,
4-ada urna das quaes he ensinada em um anno
lectivo da maneira seguinle ;
I. Scelo.
Comprehendendo os rudimentos gramma-
ticaes licao e verslo dos classicos Inglezes ,
prosadores e poetas picos sua regencia e-
tymolgica.
2." Secglo.
Comprehendendo a coroposivao escripia
no eslylo medio licao e verslo dos poetas
dramticos sua regencia exercicios de
synlaxe,
3. Scelo.
Comprehendendo a conversarlo e corres
pondencia mercantil e familiar,
O Curso acha-se aherto desde o dia 7 de
Janeiro: as pessoas que o quizerem frequen-
tar podem dtrigir-se ao Director do mesrao
Collegio a qualquer hora para se inscre-
verem.
AULA D'ESCRIMA.
Estabelecida nesla Cidatle.
A aula d'esgrima de floreje e espada mo-
derna d'esti capital na ruado Hospicio, con-
tinua a estar aberta todos os dias menos os
santificados A espada moderna tem tanta*
gem sobre toda arma branca particularmen-
te sobre um cavalleiro armado de lan a e
aprende-se era tiiula lines com perhigao.
Do jogo de florete o professor se encarrega
de par os discpulos capazes de bem alirar era
4 mezes, tomando vinle liges por mez. O
professor roga aos Snrs. conhecedore das so-
bredilBs armas que duvidaretn do que est
dito faco-lhe a honra de verificaren com
elle na salla d'esgrima ou em suas casas ,
que com a maior satisfaclo e sera penga
alguai elle mostrar algumas das causas que
'dzem as vantagens da espada moderna sobre
todas as armas brancas que tem apparecido
at hoje,
LOTERA do seminario
Acbo-se venda os liilhetesda a.* par-
le da 17. Lotera no; llecife ra da
Cadea loja do Snr. Vieira cambista em
S. Antonio na ra do Cabug loja do
Snr. andeira e na Boa-vista botica
do Snr. MJK-ia defronle da watriz ; ebie-
ve se aununciar o dia do andamento das
rodas.
lotera da boa-vista.
Achlo-se a venda os bilhetes da a, parle
*3r Preciza-se de 100U rs. a uros .
* 1 1
pinnores de ouro ou prata ; quem quiser dir
annuncie,
Quero quizer dar 5ooU rs. de fazen-
das por espago de sais mezes d)ndo-te logo
aduntados aooU rs. : a pessoa que toma a
fazenda nao d conhecimento na Praca pelo
resto par nao ter porem o que afirma he ser
propietario e nlo dever nesta Praca : n pes-
soa que quice<* fazer este negocio annuncie
para ser procurado.
* A pessoa que por engao tirou do cor.
re o urna carta do numero de 1770 vinda do
Rio de Janeiro para Francisco Felippe de
Barros qtieira por bondade entregar na ra
da Cruz. I'; i,
tsr Porfirio da Cunha Moreira A Ivs a-
visa aos Snrs. pais de familia que se acha
aberta sua aula particular de Gramtica La-
tina na ra velha da Boa-vista sobrado D.
3> ondeo poderlo procurar aquelles Snrs.
que do sen prestimo se quizerem utilizar ;
igualmente alverle que d aula duas vezes ao
(lia afi-n de seos alumnos adquirirem um
iai.ido adiantamento e promette empregar
todozelo, e prespicacia, quo Ihe for cora-
palieel.
-----Compra-se urna ven-ia que tenha
poneos fundos: quera a tiver annuncie por
e-ta folha.
f^> OTerc-e-se para ama de czza de ho-
mem soheiro urna parda de idade de boa
conducta, boa cozinhera e engomadeira:
quero precisar annuncie a sua morada piira
ser procurada.
ey Precisa-se alugar urna casa terrea pa-
ra pequea familia sendo era na que nlo
seja exquisita coro quintal e cacimba e
cujoalugnel nlo exceda a dez mil reis men-
saes i quera a tiver annuncie para ser pro-
curado.
E^" Urna Senhora capas, que se propoe
a ensinar meninas as primeiras letra con-
tar doutrina Christl cocer costura xan ,
bordar lavarinto marcar de todas qua-
lidades e bordar do mesmo ponto e-lio-
nera se toma meninas para a cabarem de a-
prenderque venhara assistirera em caza e
sendo captivus taobera e na raesma a e faz to-
das as quaiidades de costuras ass ira como
vestidos de modas tudo por preco commodo ;
os pais de familias que se quiserem servir do
seu prestimo diiijo-se a iua do Quima-
do no sobrado da botica, D. 8, no terceiro
andar.
-----O abaxo assignado a vis) ao resoeita-
vel publico que pretende abrir a sua Aula de
primeiras letras no primeiro de Fevereiro ,
em caza de sua residencia na ra da Cadeia
velha, D 4)-
Padre Jlo Jos da Costa Ribeiro.
. Quem quizer comprar um cabra de
bonita figura com idade de ao annos mul-
to bono ofbcial de caldeireiro e bom carreiro ,
leudo tnais habilidades, que vista se dir ,
e uma negra de nacao de idade dedezoito an-
nos bonita figura ro/inha o diario de urna
caza e lava de sabio ; dirija-se a ra do
Fagundes, D. dezoito.
----A pessoa que annunciou querer 700U
rs. a juros dando uraa caza por hypolheca ,
mostrando-a desembaracada e sendo nesta
cidade dirija-se a esta Typ que se dir
quera os d
Ignacio de Jezus Bandera roga ao
respeitavel publico queconcorrlo a compra
do restante dos bilhetes da sua rifa, que se
acho a renda nos lugares ja annunciados ,
excepgio da caza do Snr, Jol) Climaco na
Cidade de Olinda hoje se acha em fora de
porla, e nella existen) os bilhetes para ver
se assira lera fim o andamento da ditta rifa com
a segunda pirte da 5. Loleria do 'Ihealro
iST Precisa-sede urna escrava que saiba
cosinhar e engomar para servir a uih ho-
rnera solteiro t nesta Typografia se dir.
-_'_ Quera tiver algumas vidracas que fos-
seradelojas, e as queira vender, Oirija-se
a esquina do beco do Serigado armazera de
pintura.
Precisa-se de um cont de reis a premio
porespaco de umaiino dando em seguian-
ca um predio muilo perlo da praca : quem
quizer dar annuncie para ser procurado,
tsr O abaixo assignado faz publico pela
segunda vez que est aberta sua aula de
ratitn e outros preparatorios ; aquelles pais
de fanilias que quizerem ver seos lilbos
da 5. "Loteia da Matriz da Boa-vista ; no] adiantados os poderlo mandar ao a. andar
(Kf| loja de cambio do Sr. Francisco Ao- do sobrado} (7 no paleo do lerSo era
S. Antonio; onde rezide o mesmo poder
dar aula de Latim duas veze3 ao dia, "para
adiantamento dos seis alumnos.
Jernimo Salgado de Caslro Acetle.
\sy Aluga se o primeiro andar da casa da
ra nova D. i4 lado da Conceicio,
qual lera bon cornrodos : na laja da mesma
casa se tracta do ajuste.
- Aluga-Se tres negros para armazera
de assucar Ou outro qualqr servico : quera
precisar annuncie por esta falla ou entld
dirja-Se ao atierro da Boa-Vista^ D; gh
_^ Compmo-se dois qiartaos capazes de
fazerera viagem con) tanto que sejafl novo
e nlo tenba achaques por prego commodo;
quem os tiver annuncie.
sssr Alugi-se ura caza terrea qu o sed
altiguel nj escedi de 8 a lo^oboreis;
quem a tiver annuncie.
trr Quem precisar de urna ama cort) Itite;
dirija-se ao atierro dos A (logados, D. 33.
tsr CorapraO se algu.m. passaros de An-
gola quera os liver e os quizer vender an-
nuncie.
Siy Quem quizer comprar cera bem aira
propria para limas de chairo ; diriji-se a Bou
Vista, na pra-^a loja de miudezaS junto
botica, D 10
W Arrcndlo-se duas1 moradis de cazas
terreas abarracadas no logar do .Manguind
sendo urna dellis aera quo reziJio o Exra.
Snr. Bispo D. Thomaz de Noronhi ai
quaes permiten) ura commodo para grande.
familias por conterera cada urna oito quar-
tos senzalla para pretos sallas de vezitas
forradas estribaras foges Ingle/es
mnito bu i agoa de beber : as pessoas que se
propozerem a arrendar, dirijo-se a ra d
liortas sobrado I). 70 ; e adverte-se que
o arrendamento he por prec/o bastante ra-
sos vel.
-----Q-iem quizer dar tresentos e oitenta
mil reis cora bypotheca de um escravo d
qal ganha um ello por dia ficando o es-
cravo era poder do hypolbecaule dirija-se a
ra da enha,-D. 6. sobaado de dous andaras
doSr. Quinlella que achara cora quera tra-
tar.
UT Precisa-se de urna ama j doza e d
boa conducti, que saiba cozinhar e engora-
raar para casa de hornero solteiro : quera
esver nestas circunstancias dirija-se a ra
da cacimba armazera de Paulo Joze da Sil-
va & Irnio.
cyA maquina de estampar Rezislos, q' foi
do finado M^rroquira, hoje seu 110V0 proprie-
tario Joco Lino Aire Cvolho, mora n fu es-
treita do Rozarlo, D. 20 da parte do norte, a'
andar quem precisar de algunn obra estampa-
da.po le dirigir-se a dita casa, q' ser servido
com proroptido e preco rasoavel por ora
contera chapas para Rezislos dos que rnaij
se lestejlo na Provincia ; para cartas de sal-
labas da primera e segunda colleccao ; Co-
nhecimeutos ,- Lelras, bilhetes de tiilio dJ
Porto, Licores, Cartas de enterro e do s-
timo dia bilhetes de botica de *ezitas ;
dilos para Rap para Recibos deprencade
Algodo para Traslados Benlinbos ; e S
pretende mandar buscar nova colleccao do
chapas de diversos objeclos &o.
cy Arrenda-se urna casa grande no at-
ierro dos x*logados de duas janellas e urna
porta arrenda-se tambera quatro casas pe-
quenas ao peou se arrenda s a grande, da
parte da raai pequea fz-se tambera este
negocio por venda ; quera es pretender fallo
na mesma casa que a chara cora quem tratar.
ssr Na ra dd Cadeia velha 37, pri-
meiro andar por cima do Alfaiate Ingles
existe um sorliraento de pUnnos fortes, qu
se venderlo por diversos precos commodos ,
assira como um carrinbo de duas rodas e poc
preco muito em conta.
BT Precisa-se alugar huna escrava para
o tmeo de huma casa de pouca familia, que
saiba comprar na ra, cosinbar a ensaboar^
dand-se-lbe o sustento e i aUoeo reis neri-
saes ; quemesle negocio quiser faser dirija-
se a ra das Flores, casa 8, q se dir quera
a precisa.
ssr Precisa-se de hura rapaz que tenn
burai letra boa ou sofrivel para caixeiro do
escrita o ra, sendo deligente e dando fia-,
dor de sua conducta 1 quem se adiar ns cir-
cunslanciis. dirija-se a ra nova, aJ, loja
de Alfaiate.
sar Huma pessoa de boa escrita seoHe-
rece para caixeiro nesU prac-i ou fora della-
quem do seu prestio se quiser ulilisar, an-
uuncie sua moradia.
Uf Precisa-se encarecidanente allugar
urna casa, no bairro de Santo Antonio quo
tenha quintal e cacimba, e que nao exceda
alluguel e 10U000 reis ; isio para pequen*
,j
familia ; quera
dia.
a tiver auunucie sua mora-


I
H I A R I O D E PE R NAMBC O
o qual d u;n lijlo no ticJ dous ao cor-
rer coni atornllenle junta o que torna-se
muito ventajoso ao comprador pais nJ so
adianta aos officiaes como gista menos cala
=*ST A rila do Sor, Siqueia coito era o casa de pedra e cal e cu o teireno proprto
pn'inei'n de l'everiro do correnlrt como est porlempode dousannos; quem quiser dar
enunciado pe) Sr. 1 hesmneiro, e cocinilla annuucie
se vender o retu dos billules ao preco del tsy- Ollerece-se uin rapaz brasileiro para ........... .-----------,
b co em a rasa de Cambio da ra da cadeia I pratirar pbarmaeia alguna roetes gratis ao- | para ver e Iralar na praca da Independen ,
ii. 4^ oufofOMf ja se lem annUuriadn. "* I".
t^- Ollerece-se uin pilugooz de idade dt^
i! annos para ci\eio dt- loj ou escriptor o,
Jo'quetem pirtica, e d fiad,ir a sua con-,
nuncio.
Avisos Martimos.
PARA MONTEVIDEO a Escuna Borta-
gue*a S. Amaro Cap. Manuel Pedro, nova
do primeira viagem quem quiser carrejar
ou f de passagem, dirija-se a Gaudiuo Agos-
tmhode llanos aira do Corpo Siuto.
PARA 1LHY DES MIGUEL o Brigue
Escuiii A mi-lia ; quem quiser carrejar ou ir
coin Joo lose" da Cruz.
PARA O PORTO a Barca Poituguezi Bel-
diicla ; quem precisar aununcio
%&" Aluga-se un sobrads em Olinds ua
ra de S. lien'o dtdio>.le da ihdoirs do era-
d juro coiu bastantes comoDodos ; quem c
pretender dirija-se a ra de agoas verdes D
38 no segundo an lar
tST O Sur. Antonio Joaquina da Silva
quena procurar una carta viuda de pedras Ja
logo na ra da ioda i) i 3.
a.1^ Aluga-se uin sobrado do dUS ambi-
res e lujas ua ra lio Nogueir.i pecado a um
une esl cabido ; quem o preleiuhr dirija-se
a- ma do colicgto ni venda O o
gar Quem precisar de urna ama pard i [li-
ra todo o servito de portas dentro dirija se
ao beco do sarapatel D t.
tsy Qutro uerdeo uin babito de Chlislo,
o qual lui achado no me do Nuvembro do
auno pass.ido dhija-se a ra de S. dom Je-
ss das crecuLs h fui lar coiu o de-dribuidor
ueste diaiio no bairro dii llov vista.
CyAluga-se uui andar com bastantes com-
-modos para uir.a giaude lamilla na casa de ,v. ..,... ............ D- ,-----
Jooquim Pecea de Mendonea na ra da veleira Escuna Portugus i Novo Congiess-j ,
praia ; a tratar no mesmo de que he Cap'o Ylanoel Jad Balo ; quem
tur OSr. J. S R. morador na maricota ,(|uiser cirregar ou ir de passagem dirija-se
queira vir quanto ante pagar a letra ijue sa io seu Consignatario Francisco SeverisiW
vneto a io do coi rente u quul nao pagando labe! lo no lorie do mallos ua com o Capilao
da dala deate a o dins fiearf pagando dous n.i praga do Comaiereio,
por tent ao me/.
isy Duas pcoftM mocas,
urna dellas h*
boa c ziuheh i*u.{> nideira e costureira ,
urna ni.ilaia de i I ido do ao anuos
com a:
mes ais lubeli h les dous prelos para lodo
o servio;. e um delles lie bom cauoeiro t
mnleques do idade de r* annp j na ra de
agoas verdes casa terrea 3j.
SST Cautellis da segunda parte da quinta
Lotera do Theatro [ com a ran de unes
(orreia ] era debima e vigsima parles ga
de pas,HPe,n, falle como Ca pit..Joo I?..a- nlwndo osrasha surte de tfooo.ooo *.
codeMe-em. napea a-do commercio ou aque.sboo,ooo apreco de .|b,e 1000 ca-
da umi i as lojas dos Sis. Lojies Jnior, ra
d*Cruz, Pilomba Bailar, Souia Pinto,
la Pernamtucana ; quem qoier carrear ou viuva do liairao (has & Coilh. e Jos Pt-

PAft.ALl
Z J.jinstOU
ia rer n a mu uta na ; uuem i "<;< .-!-, ----- -- .i-
ir de passagem dirija-se ao Capila, a bor- res de V oraes c Companh.a rus da c deu
do. ou ao cousigna.ano Tbomaz de Aquiao velba Braga junto ao arco de V Antonio,
Fonceca | Jo Antonio da bilva Jos lav.res d Oa-
VP'KPMOLaBarc hn\\t%'EH-'ma, e Quareama praca da Independencia ,
1fia s miente l JL de ai- Claudio .elojoelro .uado cabug e 'nos \ aa naconal, a barcina le:u aparelbo rfa
dentes de cavallo inarinlio obra detieadi
smenle |iropria para algn i>ffic Alac. net
la lypOHrafia se di<.
%*3~ U.n casal de escravos mocos urna ei-
crava de idade de ao anuos, sabe perfe(4_
mente coser, engommar l'azer lararinlo
duas ditas, engommSo e cozinbo i esl
eraras de naco duas molecas d djde dd
id a 14 anuos com boas habedades (|uag
molatinlius j moleques um delles he boai
coiiiheiro dous escravos proprios pna lojj
o trrico e um pardo de boa Bgura e boa
olficial de alfaiate ; na ra de agoas verdea
D. 58.
tar Urna canoa de carreira muit boa*
na ra do Cabug luja de fazendni D. a,
cy Ou aluga-se por commcJo prejo um
canoa grande e nova que pode receber 5(>1|
a 6oq. lijlos de alvenaria groas i \ e pecas dd
algodozinbo de j\ jardas com pequeo dt-l-
l'eilo a aoou a peca ; na pracinli.i do Livra-
menlo loj.i de fazendas D. ag.
if Llinbomcvalljco.il lodos es anda-
res e de bonita figura na ra nova l). j.
ser-Por i6,ooj um i'ardameuto para g>ar-
za Joh'nstou ia la smente aoo sacas ue ai- v.iauu leiojw ------.- .. ll)0r,atii
goda-o quei'n qui.e 4a. -reg ,r dirija-s;- aos cantos da Boa vista dus vendas das qui- ^^^^^ ^^ ^
consi,al,,,osJoV!nstonTa.ertV a, nas^ ^^^.^ M d, ca8a o porlo pela sua qu.lid.de e chegada
oite, euichai proprios; a tral.r nat.em- ulumamente de S. Calharma ; a Bordo da
pe em casa do Sr Manael TbOflIU da Silva. B"o inerva ancorado ua praia do l olegij.
adveiIinloqiteolVeteie de 5jS por libra coi
5 o|o de piiraagetn.
PARA LlStiOA com tola brevil.de por
ler a maior parte da carga prompia a naoito
*^> l'ede-se ao Sr F J. S queii'a cum-
plir a palavra de ir dando o que poder, pois
queai asim nao p"g; ke porque nao tem j iry Um-quarli oaoexcedendo o seu pre-
vonlaiie de o a/er pois ja tem passado has- co de ^0,0.11 na luadaCiuzi 17
tanle lempo Um paciente,
praia o l olegu,
i-r Capin de planta posto em casa do |orco trat.-se com A F. dos S pretndeme : m ra do Rangel li ou ""t* '';' da Moeda, Ifi.
-o- '.....; fc*" Urna negrinha le idade de 1.1 annos,
dequeheCa.i.ao Vlanoel Jo,e Balo quem JJ^ ^ ^ ^ fio0J na fua u0 engomma liso cox,nha O diario de urna ca-
Cubu loia de miudezas n. 4- 8i \ e f08" cb4 e u'0 0*6*'**** creoula de
t^T Um terreno cora i5 palmos de frente dade de lo Muoi nu ra di:etta l). ao tdo
e 5oo a too de Tundo, no atierro dos alioga- do Luiamenlo.
dos da parle da mar pequeo por pieco ^" Um Uicionano Latino Magnum Lexi-
commodo, nos Coelhosa iallar com Fran- c<>n, em bom estado; no palioda Rtbeira U. 1.
cisco Jo^ Aranies ** Uaia "e6ri lJe bo'llU faSurii ue ,J-"
BT moradas de casas terreas ou cada de de ib" annos, coanha o diario de urna cs-
unia de per si a diuheiro ou a praso sitas engomma liso entubo. c um mole |as
na ra nova dos Coelbos denominada prazer do idide de M annos sera victo 5 na ruado
e acabadas o auno passada, feitas a moderna Rangel sobrado de u-.n andar t
5y Cadeiras auificauas tanto de ajsenlo
C o ni [) r a s
na
tsi- uiirns velhas de ou'0 en Iciiio
Defrouleda Igtea de S Rila nova rui do Obog. loja de faend is U. a.
junto a venda, cop, a se msica de todos os ^ Un, laxo de cobre, grande e outro ^^^^\^^SSi9 de pao como de pall.iu.ia ditas de halanco"
in,truoe..losf de maulladas 7 a. 9 horas e equeno que sejaj a. os ; n. rus 11 a- carrepador e 'esnuipador e o camas de vento de amtelo muilo bem leitis a
- ?f 2 ^ <8 I" *A" defranle ^ "'n- eSo be bom Sgaor '2 eslradl no- 4^ ditas de pinho a i5oo e taboado de
isr aia,xo!S,S.i.do cerno esleja ore- cho. va'da raa-dalena no mimeiro sitio ao lado pinho da Sueca cora S poleg^s de grossura
vemente a bir p..ra .orlugil tratar desuasau- r-------------------------- direilo e cora diteieutes comprimenlos j ua ra da
de, e porissoavUaa todas as pescas cpra VC ll i US cr'Barris pequeos com manteija de por- Florentina em casa de J Beranger,
uuem ten, lulo Uans.toeus e que se julga- __ Sociedade Fortuna co ptima pura impeiro e batatas .ingle- UT Btalas rindas da Hija de S. vl.guel ,
lemseuscedoreslbeap.esente.i seos dotu. .^^^^^S^^ol? zas a 600 rs. ancbaino armazem do Brague, aoaarroba; na prenta do Unto
renlos no uraso de t das anu 1 que o aba- I vi-ograuca, da J.oieua no 1 iir.a 1 nu k< > y
,0 SSSg0.doe5. -e.lo do ,ada de?er, pessoa nhando a vigsima parte dos premios, caliendo T 1 res pulaes completos pira coxena ,---------- ,, ,
al,un,r, ubem (ec.e a ludas as es- na sorle de 000,00c reis Iresenlos mil ris a um delles c.m dous porlaesmed^no^ par, JJ 4 VOfc
Fdt
lo
OT traiici-.co Joaquim ue >.e:.ezes par- Trmenlo toja to sur v.auuei que uta no .. ,- r -- .....------------1 --3---------" ,.'1.
1 r.,i 1 .>,. ,in lw/n .i Pul i ni ra diieita vradas seguindo as proporcoens das posto- idade de 40 a bo annos, baixo com lallas
tecina uos seus alumnos, 1 ; 1 ^ r,,..,! <> t'.. la l4(li iViflia tas i noiitas ras da Cam-ra AJunieipal na ra da L.i uz de denles rosto descarnado, o los pequeos,
uor motivos que oftor.e 11 abur unta a j venda que loi ue Jos ua rena, iibs 3 pjuias ___ 1 r ,'
. n i ; .1 D,^. L Ir Mannel l.fmiii'n Pini'i \iacliad.i ii. oti no segundo andar aonde acliarao com semblante lri5to.bo ; que o pe;ar leve aos
Jo coi tute cuino Ibe havia (Jilo leuciona venda do or. .vJdiiosi Joaquim 1 inu viauauo o > 1 1 u ,
. 1 ;.. r..;<-.ri<.a 11 ln quem tratar, e se podeiu ver a planta desl.s alt.iga.ioa ao dito sr. a rima que sea reeom-
laze-o no primen o ce levtrtiio nupreleii- jiiiuiaiaes l 10. 1 r. 1 '
' ___>. 1...1 1 i- 1... ,i ...,1, ., !.-... inesmasiiedras U111 beu: sj cncarresaraj do nen>ado
velmenle.
Habadjsd'elinbode todas as larguras mesmasyedras tambera sa encarregaro do peinado
# .,- iii'imlar OVU<>lllir P liM' t-,.1.1 Mil ; IIIT l'lll'- fT* H
1 nenie. IT HaLad^s de liulioUe louas as larguras t------- -------------..... u------ r"""*\, .
ur Wanoel Jos Fernandes Barros escri- para tostase lemw psno.de linho infes- .r execut.r e ver loda qualquer enea- ^r No d so do carrate fugio urna ne-
odoJuizdeP-zdaFie-ue.ia de S. Fre lado, lentos de se ia para grav.Ua e de rao, n enda que se bzer desla mesma pedra dan- g.adenome Dominga*, bem salanle um
1 1 u r c ^; ,a i...ii,-.*rltf li.,1,1. a Iviiidn r-liaivpo dro Uoncalves ao lenle. I u scieule a loalliai Ue linho a tuixu'uo, inaptos u<: sui > o r '
v_- ._._ .... ... j...j.....i ,i. .1.. ...... I!.j..a ,1., I,|. SST Um.. caiii de a;oa e;u bom uzo e secca do corpo cara meia redonda, peinas
va
Pe
qutin ltc lonvii i que u seu ca lorio lie na
ra dos baibeiios DO segui.Jo andar do so-
biado n. ii^ondeu podoiao piocurar das o'
nielo lili e das j ,s o da
de seda e de cabo
puro paia boidir
de iso linbas de linho
, em cailinhai inkiladas ,
mu delicadas meias de liulio cunas, dia-
les de seda (urlacores utio pelo e izul
ie:iett-de prim; ira surto betoens de relroi
para caica pequeos e grandes por preco
leiiidjj, Salustio, Virgilio Cjrnelio i'he-
dio Selecta, alias moderno elementos da
giammaii.u ii.g e/j, diio .le astronoma, 11 j-
raco jornal ue p^.eias Iguer de Castro ,
mi ll.td para iuti, missal festivo, i.ui-
Braz di ama em 5 a uianuil develo com mmlas oracoens os Ira -
horas da manba ao
taide.
to- Quem annuiH o: querer comprar um ,
violo, u rila-Maoarwazem de vidio o la- commodo ua ra do l'agundes 5.
*Jo da cadea. UT Afvaisde de superior qualidade cin
s^r O Secretario da sociedade campestre bau is de um quintal na i ua da Cru U. 4
llicalral do mangiiinlio avisa aos S:s. Socios no segundo andar.
Hpgesealautes e txpertadores de comparece- tv i ous pianos ioglezes chegidos u!u-
jera uodia o do frrenle pelas i io siici.odei.adede .aunnos, paraca.xe.rode brancopropno paraesoii.urueao, e um t.i- 'U e oanlo de \ S lia ura-
uma venda aslame del.....ca urna le goa j bid d pinbu j. da. ^^ ^da' i te ^1!^^ I e-Ldli or
na Uave=sadeS. Jos U. 10. |i imciio andar deironle do nincbu. tS
arj. O ahaixo ussii'nado avisi ao Sr. Ma- l^- m alambique de c hre para destilar u- J'
*>~w *-* u t i,.,.. a, aJiT Por rommodo ureco a pipas aromadas
nut'l Maiiai.o mor.Uor uo Uiaxo no lu urna pipa de a>,ua ardenle em 1 hora, 1 1 n *-* r H
^denominado c.i/a^to que Ixule em pipas e do. nos para garapa e para eucfief de leo urna d.la ..rquuda du pan u,na
L" odr um moleque ^ dizler uo duo Sr. "00 bais ...o., ludo por atacado ou unid.- $ '-^'^ PfH' l- "f
poainUsendouduUnr.ee po. si seu do } na mi da Glo.ia sobrado de v-r.nd- de Uai.u.es anida no.o com o seu iu.,.1 para aze,
procurador os ahjuaes eertos e pagando as | au piulada de veide. 4
----.....------ --- a---------------------- ....------, ------ --..
sar Una canoa de agoa eiD bom uzo e setea do corpo cara meia redonda peinas
por preco commodo ; no beco tapado di Ala- (uas os dedos dos ps muilo cuidos e arre-
ti iz de d. Antonio O. /o ; hilados seceo de sintura fui vista ueste
t&rOicctoiurio bistOicoecciesiatico, com- mesmo dia ptl.s pules de Ouda evou um
pendi ue botnica, grainmaiica francesa panno da costa uovo, saia preta velba dous
por Constancio llnuonitr Ct nnopeu. Te- vestidos de chita indi uovos um de pintas
despesas iiie seiu
cnlie-ue e pcue-se que: tST Cela paia limas de clieno a Cjo rs
nao liaja delicia porque neubuma respon- a libra e snales de burraiba ; na la do
jjcdade se loui.. Luiz Antonio Piala Rangel ^obrado ue tem um lelabolo de ve-
#p Quem qtiisar aiugar paile de u.i a la pintado ua val anda.
casa gi-iiue cajn muios coiumods dinja-ea ; tr Urna pienca dearrocbar algodocom
na Oo Alt-ciia. pa.-suutlo o sobiado pnmena os seus ulincilios sentada eprompla pa/a
uuem tiuiser uzar della cun utos de mais
*-a I / 1 1
O Bacl.aici lormado Jo; Fru:, r^ivapio oeni-o a advocar nesla Cidade j piompta cuiU peSvS os ariua/.ens !a.1 no
a Htfsseaa Ooe >e quiseio u servir de seu pies- Lile do mallos na 1 ua da boia e com oulra
ti*Mj deveisi i.ro. uia-lu na 1 ua do Queimado -fente para a ruada lapa ptimos para as-
P. 4 p,iu.e..oai..iar. ,' sucar. la e ccUios; a tratar na ra dueita
KT Pictisa-.c uc oo.cooa pnmio da. co.n Antonio Jos de Albuquerque.
do-separa segu.ir a um sitio pequeo con. j iJT Tijoloa de alveuana da marca nova,
le UO.a poito de diunba da Ierra urna
por'ro de la de calaa umi mesa de pinbo
oplima para eugouimar dous bancos para
tasa Je pasto urna intsa pequeua de lia o
b Uuus Caixaliios com vidius uma baudei
ja u;.a,:.i
e du,., camas de vento na 1 ua da
D. Ci ai venda que leui calcaba de pedia.
fj~ U.n sitio no piiutioio da capuuga com
alguus arvored s de t'rucio e c sa de pedra
e cal baixa para .apira e com duas ca-
cimljas a tratar ua 1 ua do tolle^io U. 5.
^r Uu.a poico de tinlies de novilbo ; a
bordo do lireguuii.u brasiteiro Jpiter lun-
diado junto a escadluha da allandega.
%c^i. Um uto icruo de maineles leitos de
rouxas miuJas, e outro de rispado utul; quem
a pegar leve a ra do Livraineulo L) 5.
vr Vj dia i j di p. p. fugi-j um pret > do
noine Jos Bober.o de nscSj congo de ida-
de de qo auno altura regular secco do
corjio calvo bstanle co.n alguus cbelos
blancos leu no p esquerdg u.n dedo por
cima do oulro sabio com ja |ueta e calcas
atoes e chapeo de couiQ ja veVo coslumava
a iraballiai' para as bandas de S. Amaro a li-
zer eutulho \ quem o peg ir leve a 1 ua di A-
legria a entregar a Luiz Goiuaga da Kojlia ,
que sesii recompensado.
jioviiiitiito do Porto
NAVIO ENTRADO NO DIA ao
ASiU ; 9 dias lliate Nac. Vingador dd
Di 3|j tonel. tVi. Domingos Antonio de
AseVedo e^uip. 9 carga sal e peixe i
ao dito Meslre passageiro Ballazar de
iloura e Silva.
SAH10 NO MtCSMO DIA
CAMAL j Escuna Iuglesa John Romilr
Cp Ricardo Beuulle carga assucar.
BLXIFENA TYP. DE M. E.DBF.-IM1
. k.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETEP6AF3F_Q0NKRK INGEST_TIME 2013-03-29T16:52:35Z PACKAGE AA00011611_04211
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES