Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04208


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Full Text
^nnj pk 1841. Ter^a Fbira
Td {?' depende de nos estaos; da nossa prudencia, asodera-
j e e eaergia : eonnaensus come principiamos, e seremos apealados
leaa'adawracia ealre as Naces mais cultas.
Proclamaco a Assenblea Geral do Brasil.
i SIS aaa
{abecrere-se Vmn eiU fo,n" a 3Jooo por quartel pagos adiantadoit
aesU jograiia ruadasCruses D.3, e na Praca da Independen-
cia f o 38, onde se receben correspondencias legaiisadas e an-
,u> insirindo-se estes gratis sendo dos proprios assignantes,
it' asignados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
CiJe 4a Parahioa Villas de sua pretenco .......
Dila do Rio Graade do Norte, e Villas dem.......
Dita da Fortaleza e Villas dem ..............
Cidade de (ioianna .....<* ........
Cieno1? de Olinda ....*...<
Yili, de S. eVntuo .............<
Dita do Garanhans e Povoaco do Bonito .........
Ditas do Ca, Serinbaem, Bio Foraaozo, e Porto Calvo.
Cidade das Alacoa's, e de Macei.... ........
Villa da Paja de Flores.................... .
Todos os Gorreim partera ao meto dio.
;Sg. Sextas Mas.
Todos os das.
Quintas feiras.
lo; e a4 de cada mes
i, i.i, e ai dito dito
dem dem
dem 13, dito dito
PHASSS DA LOA NO MIZ DE JAN.
Loa Cheia a 7-as o 35 m. da tasd.
Quart. ming. a 14- as le B. o iS as. da oaau.
La Nova a 13 ai 1 b. e 4 Quart. cresc. a 3o as 8 b. e 3; m. da na,
Atare ehcim para o da 19. e Janeiro.
As 2 horas a 6 minutos da avenal.
As a horas e 3 > muios ala tarde.
10 de .Janeiro. Num, 14.
Cambios, j*im i8.
umm......30 a Si d. por loco ced.
*7',U>* ......** por op previo por metal otleroeido.
*"nc...... 31o rcis por franco.
Url~Moedaueb#4o reis, velhas i4J>oo i5jooo
' J.."" ., "vas M#oo IjJSoo
PKATA D ?0. re'*' ,#,0- 8*5
friAlA l'iitacoes brasileros ; i^68o 1*730
Peos (,'oluoitiarios----------- ilfiSe ij? 90
Ditos Mexicanos.......i5Sa ,*oo
Huida.-----------...... 1*440. fabo
Descont de bilhetes da Alf.nde^a 1 1,8 por looao m.
Idea de letras 1 i|i a 1 i,a por boas firmas oflorecido.
fcoeda de cobre 11 3 por ioode disc.
DAS DA SEMANA.
.3 **!. Prisca V. H. -. Audiencia da Juii de Direlto da t
19 Terca o Cinta Rei M. RelapSo c audiencia do Juis de Direito fe
'I. *ara.
ao Quarta S. SebastiSo M Audiencia do Juis d Di.eito da 3 tara.
31 (unta >. l^uet V. Au.iencia do Juis de ire.to da
vara.
II 6u ?' IfrtE*0 B ~ *ie"cia do Juis de Direito da i.,o
a abUaHo b. Ildelouro Are. Rellaco e audiencia de Juiz de 1>
vara.
4 Deaning .\. S. da Paz,
PERNAMBUCO
DIVERSAS REPARTigOENS.
OBRAS PUBLICAS.
Nao tendo havido qnem se propozesse a ar-
rematar reparadamente os fornecimentos dos
rosteriaesde Carpina e de Pedieiro, eos ser-
ventes necessarios para a renovaco do raes da
entraba do norle da ponte dos Carvalhos ,
nao obstante terem andado por duas vezes em
praca sao agora postos ero praca os mesmos
fornecimentos para serem arrematados em
globo em execuco das ordens do Exm. Snr.
Presidente da Provincia de 15 do corrente. 0
abaixo assi^nado convida pois as pessoas a
quero convier este contracto a comparererero
na rasa da Inspecgo competentemente habe-
litadas de fiadores idneos nosdias 1 i, e
5 do prximo futuro mez de Fevereiro adro
de ser concluida esta anemataco.
Inspecco das Obras Publicas 18 de Janei-
ro de 18 41 -
Moraes Ancora.
PREFEITRA.
Parte do dia 17 do carrate.
Illro. e Exm. Snr. Partecipo a V. Ex.
quedas parles hoje reetbidas, consla somenle
que hontero (ora preso pelo Sub-Prefeito
da Freguesia do Recife, H. J. A. Meyer,
manijo, natural de Sardenha requisi-
co do respectivo Cnsul por desobedien-
cia a seu Capilo ; fci recolbidoa Cadeia.
Parle do dia |8.
llm. e Exno. Sur Foro hontem' pre-
os pelo Sub Prel'eito da Freguesia do Recile,
o pelo Jos Ja Guia do Parlamento, por ser
de f essima coudurta, e ter insultado em sua
e>ma casa a I elippe Martins, querendo as-
sassinal-o e o Itatiano Antonio Coisine Gcr-
nane manijo, por ter ido con outros ata-
car, a segunda barca de viga d'alfande};a Jas
Fasendas por Ihe ter sido apprebeidido
uro Contrabando, que conduzio em un bole;
foio remellidos pma a Cadeia : e pelosub-
pieleilo da loa-isla Antonio Manuel de
Albuquerque branro.ie o prelo Mancel ,
scravode iVipnoel Serjia Hrando. por des-
rdem ; lorio detentos no Callabouco.
OSub-1'iefeilo desla 'rcguesia partecipa
que boje pelas sele boras da manli bouve
roa exploso dentro d. Laboratorio da For-
Ulcja das 5 Ponas de que resu'tou fica-
Hm queiiuados gravemente um Sargento, e
Jtteoiente um baldado e que alero disso,
tio ocorreo mais novidade,
O Administrador da Recebedoria das lien-
Tenlio, Snrs. Redactores, visto seos di ser Doutor Bretn nao est autborisado acuiar
palavra as columnis do seo lliatio embaraca- de medicina em Pernarobuco e que al os
das coro, urna gerinr.oiiQa deste aborrecido Boticarios incorrem na pena designada as
Doutor emqnanlo em mim lamentava esse Posturas municipaes, quando avio suas re-
espaco furtado a proveitosas materias mas ceitas.
depois que li o numero 5 do cenvate mez, nao Em auanto ao segundo diiet que san caria
pude resistir ao dever de chamar a allenco de medicina nu o pode authorisar a pedir
de meus concidados sobre tal hornera, sobre em Juisoo preco deseos conheciment- ap-
a tabella de precos que appresenta, ea mora- plicac^es medicas, huma vez que nao tenba
lidade de sua correspondencia. faculdade de aulhoridade competente para
Desde o jrmeiro aranzel deste Dr. no sao exerceressa profisso.
Diario perguutei a-varios amigos quem era 1 emos ainda a perguntar-lte era queLei
esse homem e o cooceito que mereca cui- ou Estatuios, ostume ou usos acliou el
tei a achar quesa se lembrasse delle masa le o direito que sh arroga, de pelir por
final sube, que era francez aqui chegado a huma visita qutro mil reis por urna San-
poucos anuos e muito notavel por huma se- gria st-is mil rcis, pnr tirir um dante sei* mil
ra de aventuras assoalhadas pelo encaderna- reis? Outros mais estabelecido*, outros
dordj livreiroda ra Nova ; em quanto ao mais acreditados, e oais antigos neste pai/
seu mrito prolesional nao sube nada se do que esse Doutor, nunca pedirla se nao
nao que eurava de medicina. Fiquei assom- dous mil reis por visita, anda nos suburbi-
bradode que huin hornera que prolessa medi- os mais remolos da Cidade, nunca se huroi
cia, em hum paiz que lhe heextranbo Iharo a pedir dinheiro por tirar hum dente
logo no comeco de seu tiiocino d to m idea a hum pobre diado nem por urna sanria
de si, escalando os Ceos cora algajarras e o de sua applicaco ; o jutor Bretn porem
estrepito do Foro para haver a si o prego de que entende disto de interesses, para ensimr
algumas visitas na qualidade de Medico se ao Mundo inteiro : nao s coufessa que pedio
he que as fez ; e maisassonibrado fiquei lem- este preco em Juiso como tem o deseraln-
brando-me que a guerra erra feita a hum taco deo publicar pelo Diario como se pu-
seo patricio ao Cnsul de sua mesma naco blcaria a Lei do Orcamenlo ou o imposto
Cmico liz logo huma ideia muilo trista de das agoas ardenles e!c. Se o Doutor lire 0:1
semelhanle individuo, e assentei ; 1. que poiem exigeo paganjenlo da sangra, e
do q' moletar-nos. oceupar as paginas d't 1 l
folba publici desviando tahe: rea eria.
agradaveis e inlcressantes, e desta surte *
alhando seo propro discredilo, lomartdi -
aborrecido de todos.
Permita Dos, que elle se cokiba quj;
do nao teremos de dizer mais alguroa con
entrar em analises e outras veses imperic
nar os Snrs. Redactores.
Diguem-se uois inserir esUs lindas no que
obrigaiao
Seo amigo e assignanta.
OCommedido,
Monsieur le Redacteur.
nease caso
este Doutor na tinha S'nsa ; a. que era tirar hum denle cono barbeiro ,
hum imprudente Nao tinha senso ; por- devia cingir-se ao prego coiamum, qua esses
quemuitos queopodio chamar, vendo que homens recebem em casos taes e dever
elle assira praticava com pessoas que de- conlentar-se com huma sedula de mil reis por
ve rao merecer lhe mais contemplaeo nao cada hura dos dos ; alias pagamentos raso-
tinbo que esperar menos sendo-lhe indlfia- avel e que os barbeiros de=ejario receber
rentes. E era imprudente porque o seu fd- sempre.
co menoscaba va a dilicadesa que elle deve Nao paro ainda aqui as minhis rrHexues,
guardar cun um represenlante du seu flover- suppouha-se que he verdadw quanto diz
no, para que a considerago que se deve este botneio j que lera d esparar as fnniliis,
uavo Francesa nao diminua noeadrito pu- que o chaiuarem para curar sentioras, se pir
blico, mesmo por conveniencia dele piopiio
D'eja une voix loquetite s'est lcva pour
fltrir iiergiquemnt les infames caiomnie:
que le Uocleur Bretn n'a pas craint de r-
pin.lie contre le Cnsul de France ; d'ej
l'ouinion pub.i pie, justement indigne, da
rimpudence insense d'un tcl liumrae, u fait
justice, en demandante pour lui lo chatie-
raentque la loi reserve aux diffamateurs et
ceuxqui osent oulrager, a ce point les
maurs el la morale. Mais je croyrais man-
quer raes deroirs de francais si gardant
plus longtemps le slenre, je n'exprimais par
i'inleim liaire de vetre journal toute i
honte et le dgoul que m'inspire un com;>a-
u." trile tel que \1. Bretn, qui du ie>te, a par
' id conduile perdu tous les droits qu il avait
ce lilre. v
Hecevez, Monsieur le Re" lacteur les as-
surances de ma haute considratloni
Un aulrt frainai, (1).
Noticias IDstm nreirs
Doutor.
tste meo conceite tem-se agrazado pela
continuaco das lieslocadas correspondencias .
e agora subido de ponto de huma forma tal
que nao considero ma.-s o insulto feilo somen-
HESPANHA.
As noticias da Capital deste Reino chegad
at 7 de Novembro ; e nada contera de in-
quslquerdesgosto em que ellas mesmas nao I ,ercSSan,e sei.o o manifest da Ilainba Chris-
inleiveni.ao o Doutor Bretn be Lio fcil e| lilia % j,aj0 de Marsel.la o qual a Regen-
franco de tallar em v.vuua em ulero era
speculum e de publicar eslas cousas era hura
peridico ? Qual sei a pessoa menos p-
dica esensata, que se queia arriscer de
le ao Cnsul lrancez mas tambem a nossa futuro ? To bero qual ser abolsa por mais
paciencia e a moral publica e muilo mais reciieada que possa bastir e salUfaser ao Dou-
ainda por ouvir diser a varias pessoas con- lor Brelou o curativo de huma doenca prolon-
lersando noque di>se o tal I)outor Bretn no gada ; qual esse, que apesarde ter bum re-
Diario N 5 deste mez, que este Doutor baso- cibo de haver pago e salisfeito os curativos ,
fea de ser piotegido por aulhondades para ou assistencia do Doutor Bielon est sent
assim obrar quando he sabido, que nenhu- de vero seu UOine prostituid j e coberlo de
na aulhoridade descea de sua dignida.de lama pela lingua desse homem no Diario, e
mxime nossa bera conhecidas autboridades inutilizado o recibo com huma declaraco do
para proteger as porcarias que o tal Doulor, Doutor Bretn de que passou o recibo e nao
das (itiaes internas avisa aos devedores dos "crevinha. se ellas nao ohslao a isio ou o recebeo dinheiro? Creio firmemente q' ses-
lu'postos de lojas abertas de Seges e cari- 'dSefn pelo despieso que isso merece ou na lo ines aquelles que nao chamarem o
os e da Taxa de j\J reis por escravo as- f*nvicIo de que a lei he iguil para todos, e Doutor Bretn, nem para se abrigar da chu-
sios cono os da segunda Decima de mo-mor- ?ue Cnsul iraneez pode reclamar contra os va era lempo de invern. Longt, para lon-
'" : *ue ven! o saiislascr t o dia vinte cin- ",su'los ^ medido, assim coiao .jualquer ou- ge de nossa pousadas lo indiscreto indevi-
co do crlente nez ; pois que findo este pa- ll- *o assai ariecadar-seexecutivaeiite. Be- Pondo pois departe as leQexoes sob wbedoria i5 de Janeiro de 1841. Boileau, e as de mais sandices queasac>m- olfe.idido
panho voilemo.i ao pesudo desse libeilo la- Ultiiuamenle perguntaiemos como pode-
moso do Diario de t de Janeiro correle. r eJitcar-nos o Doulor Bretn, quando el-
Primeiio que ludo pergunlaremos a esse le rediculaiisa desta sorle hum eupregado do
Doutor Brelon, por quem esta autorisado pa- seo governo fallando ao decoro que deve
ra curar de n.edieoa e rurgia em Peruam- nao s pessoa como ao emprego ? Fosse qual
buco ? Em segundo lugar ; se a sua caria de fosie o motivo que obrigasse o Dr. liie.on ,
'o elle senso, pudor e deliadesa nuu-
Francisco de Sales da Costa Monleiro.
i-k------=~ ^a^=m
Corrcspoiitleiicias
Snrs. Redactores.
tstive no mato algnns dias, e chegando a- roidiciua he sufficicienie a elle Doulor para teud
8'a passei a ler os Diarios atrasados, onde o habillilar a exigir era Juiso de paiz exliau- es devera olfender-no to grosseiramenle ;
l-or roingua minha depaiei ainda, cora geiro honorarios que julgar lhe sj devi- entre elle e o Cnsul deveria sepultar as suas
^ ierie de massadas que suppunbs- jabudas, uoS. rases ou antes recorrer ao Governo, ou
Em quanto so dito quisito dire, que o a0s roeios ordinarios se se jula cora direilo
o* hum Doutor bteton.
cia Provisoria pnblicou na folht ofticial a-
companhado d'uraa allocuco aos liespanhoes,
a fira de llenuar aimpresso, que poderia
causar aquetle documento que adianle da-
mos transcripto.
Continuad us deraisses e nomeacSes d'em-
pregados. Na Gazeta de Madrid vem copia-
dos alguns decretos e outras medidas admi-
nistrativas de mero iuteresse local. As juntas
provinciaes tinha-se j dissolvido quasi ta-
llas e em toda a parle bavia perfeilo socege
Manifest que S. M a Rainha Christins,
dirigiu naco hespaiihola,
Hespanhoes : Ao ausentar-me do solo hes-
panhol nesie dia para inim de luto e amar-
gura fite no co os olhos arrasados de la-
grimas para pedir ho Deus de roiseiicordia ,
que lancasse as suas beiuos sobre vsemi-
nbas augustas filhas.
Apenascheguei trra extranha a pri-
meira uectssidade de minha alma o prirnei-
ro movimento de meu coraco foi diiigir-vos
daqui as palavras de amisade que se.npre
me ouvistes quer na felicdade quer na
desventura.
(1) Como esta polmica j vai ficando fa*"s
diosa aos nossos leilores estaraos resolvido
a nao dar publicidade correspondencia al-
guras mais, ou se ella dirija pro, ou contra
II. Bretn.
Os Red actores.


DIA RO DE PRNMSCd
Desamparada de loaos mortificada coma
nais pungente dor ornea nico conforto
es>ta desgraca desabafar com Deus ecom
Vosco com meu pai e com meus filhas.
Nao receieis que me entregue a quexas e
reconhecera nem as leis divinas nem huma-
nan e cuja existencia era incompalivel com
a constituicao 5 nao podia acceitar a terreira
sem infringir a constituico, que douome
de lei aoque deliberam as cmaras esanecio-
censuras esteris e que para declarar qual na o governo supremo do estado e que p5e
foi o meu procedimento em quanto rainha (tira do dominio da auctoridade real urna lei
regente eu va excitar as vossas paixes.
Procurei acalma)-as e quizera vcl-as de to-
do exlinctas. A linguagem da moderaco
a nica que convm a minha alHicco mi-
nha dignidade e minha honra.
Quaudo sahi da minha patria para buscar
outra nos coraces hespanhoes tinha-rne
levado a fuma a noticia de vossos graudes fei- i dos facciosos,
tos e de vossas grandes virtudes. Eu sabia
que em todos os lempos com impelo cava-
lheiro e generoso vos haveis a presentado em
campo para defender o throno de vossos prin-
cipes sustentado rusta de vosso sangue ; e
que por isso havieis merecido em dias de glo-
riosa recordaco os louvores da patria e da
Europa inteira. Jurei ento dedicar-toe to-
da felicidade de urna naco, que se mos>-
trou prodiga do se u sangue para resbalara
seus reis do captiveiro. uviu Deus todo po-
deroso os meus juramentos; o vosso jubilo
deu hem a entender que os havieis presagia-
do : sei que oscumpri,
Quando o vosso rei beira da sepultura
abandonou com mo desfallecida as redeas do
governo para mas entregar, meus olhesse
dirigirn) ora para meu esposo ora para o
berco de minha filha e para a naco hespa-
j sanecionada ; nao podia aceitar a quarta
sera aceitar a minha ignominia sem con-
demnar-me a mim propria e sem debilitar o
poder que me tinha legado o rei que con-
firmaran! depois as corles constituidles e
que eu conservava como um deposita sagran-
do que tinha jurado nao entregar s mos
sobre seas conselBeiros j e sanunciendo cue
poderia tornar-se effecriva pelos meics legaes,
prornettesse que a constituicao seria respeita-
da ecumprida fielmente. Esta ide'a qae
dista muio de preiedicar se havia os n'o rea j que o poder na conformidade
ponsabilidade, se exprima no projeclo to I asidamente'. > Ibe cahio as mos
coes j S"5 part isto foi necessario sacrificar a
regencia nfic foi saa essa resolucSo e tod.g
os seto sforco. nSo forara suficientes par a
vitar,; Poren: j que assim aconteceu
da le
hes-
manieso, que se apiesentou, no qaa ce' pinhocc podis oslar tranquillos nada re-
dizia que os erres des que na utim? epocha
tinham sido encarregadee de ccoaselhas S.
Magestade na direceo dos cegooos pblicos ,
haviam creado dado vida 3 existencia cri-
tica e delicada poslcao en qu& se ochava o
paia e que nenheni beojianhcl honrado ra-
da encarar sema, mais' pungente do:, a Os
que mais de urna ver. tiveram a fcor.rc de di-
um novo martirologio da lealdade hespanho-
la. Pude alear a guerra civil ; mas nao de-
va faze!-o quem acabava de vos dar urna paz
tal qual o meu coraco apeteca paz cimen-
tada no esqueci rae rilo do passado por isso se
alTastaram de pensamento tao horrivcl meus
olhos maleinaes tendo para mim que quan-
do os iihos sao ingratos de ve a mi padecer
at morree
Depois de passar muitos dias em lo horri-
vel situaco cheguei a ver o meu sceptro
convertido em cana intil e o meu diadema
em urna coroa de espinhos at que larguei
esse sceptro e desprendi-me d'essa coroa para
respirar ar livre desgracada sim porem
com rosto sereno consciencia tranquilla e
sem remorsos.
Hespanhoes : foi este o meu procedimento.
Tenhocumpriiloo ultimo dos meus deveres
declarando-vos qual elle foi. J nada mais
vos pede aquella que foi vossa rainha seno
que amis suas filhas e respeiteis a sua me-
moria. Marselha 8 de Novembro de 18401
Mara Chrislina.
nhola ; confundiudo deste moda em um s os
tres rlj actos do meu amor para encorn.ida
U.i na mesma oraco proteceo do ftf. Os
dolorosos cuidados de mi e esposa, a* mo-
mento em que pergava a vida de meu espo-
so nao poderam dislranir-me dos meus de-
verea de rainha. A' minha voz se abriram
as universidades minha voz dcsapparece-
ram inveterados abusos ecomecaram a es-
palhar-se uteis e bein meditadas reformas
minha voz finalmente acharad patria os q' em
vo a haviam buscado proscritos e errantes
por trras exlranhas. O vosso entbusiasmo
por estes actos solemues de juslica e clemencia
fi pode comparar-se com a intensidade da
minba dar com a grandeza das minhas a-
marguras. Para mim hespanhoes reser-
vava todas as afllicces para vos alegra e
prazer.
Depois, quando foi Deus servido chamar
para seu lado meu augusto esposa que me
deixou a regencia de toda a monarchia pro-
curei governar o estado como rainha iuslicei-
ra e clemente. Ku curto espaeo de tempo ,
que decorreu da minba subida ao poder at
convoca' ao das primeiras cortes foi nica a
minba autordade porem nunca desptica ,
foi ab-oluta e nao arbitraria porque a mi-
nha vontade 11.e impunba limites. Quando
ptssoas constituidas em alta dignidade uo
conselho do governo a quem segundo a
ultima vontade de meu augusto esposo eu
devia consultar em cousas graves me repre-
sentaran! que a opnio publica exiga de mim
outras segurancas como depositara do po-
der supremo dei-as sem hesitar e de mi-
nha livre e espontanea vontade convoquei os
proceres da naco e os procuradores do rei-
no.
Cei o estatuto real e nunca o infringi se
outros o talcaram aos ps sua ser a respon-
sabilidade deste acto na presenta de Deus ,
que sanctificou as Uis.
Acceila e jurada por mim a Constituicao de
l87 para a nao quebrantar fiz o ultimo e o
inaior de todos os sacrificios ; larguei o sce-
ptro e dcsampaiei minlia fibas.
lie ler indo-vos os ucuntecimentos que tantas
tril ulaces me causaran) iailar-vcs-hei co-
no cutnpre ao meu decoro com muderaco e
sizudez.
Servida por ministros responsnveis que
tinbam o apoio das corles aceitei a sua de-
niisjo, imperiosamente regida por um rao-
tim em Daicellona. INessa epocha comecou
uuia crise que t lerminou com a minba
renuncia assiguada em Valencia i uranle
esse periodo debfilicces revoltou-se contra a
minba authoridade a cmara municipal de
IVladrid seguindo outras cidades populosas o
cxemplo deata ; exigiram de mim os revolto-
sos que condemnasse o procedimento dos mi-
mstios que me haviam servido lealmente ;
que recouhecesse como le^iinua u u.;urieico;
que annullasse cu ao menos susjiendesse a
lei das municipalidades, samcicnada por
mim depois de le sido votada pelas cmaras ;
e que pozesse contingencia de nova delibe-
rato a unidade da regencia,
Eu nao podia Rxeitar a crmeira destas pez-se-ihe sim no programma original que
condiLes sem me degradar u.eus proprios Lade conservar eai seu poder que desse um
clhos; nao poda acceder asegunda sem re-I manifest a naco no qual fazeudo lecahir,
ecubectr o (tafite da torea ebreito que oaa i coma ti* ja.lo, a it^po usa buida de do passado j
A rainh
nao perm
tos nem os mais caros interessps da monar- dignidade e decore err. cuj
cha, accarreteram sobreest fraca mulher ,' nham o maior inleresse cao podiam pro-
que boje se dirige a v<5s um tal peso de tri- .,por-lhe que condenuass o prcL-ediraento de
bulaces que mal podera exprimir os voca- homenseom quem tinha estado de accordo ,
bulos de nenhuma lingua humana. Bem vos eaosquaes, nao s na elevada posiccTo qus
haveis de lemhrar hespanhoes, que levei o oceupavam mas na mais vulgar & nngueta
meu infortunio de cdade emeidade servin- era honrosamente permttide atraicoar : po-
do de escarneo e de baldo por todo o cami- rm nao era condemnar o seu procsdimer.:c
nbo porque J*s por um do seus decretos annunciar qu deveriam ser reprovavas por
que sao para os bomens um arcano tinha seus aelos e qae erros seus, demasiada-
permiltido que prevalecesse a iniquidade e a mente conhecidos ento e os quaes poderiam
ingratido. Por isso sem duvida se haviam tomiretler sem ser criminosos tinbam leva-
alentado Os poucos que me aborrecan) at ao do a causa publica ao triste estado emqcese
ponto de me escarnecer ; e se linham acobar- achava.
dado os que me amavam al ao panto de me To pouco hespanhoes se exigi de S.
offerecerem em testemunho de seu amor o si- M. que reconhecesse legitima incurrf.icc :
lencioda compaixo. os menistros sem entrar nesta quecac intil
Alguns me oll'eiecerm a sua espada ; po- naquelles momentos apenas indicaram que
rem nao aceitei esta offerta parque prefer o ,. approvar os actos das juntas, quando nao
martyrio a verme condemnada um da a ler resistissem ahertamente aos principios da us-
Esle manifest publicado na Gazeta de Ma-
drid de 16 deiSovembro, acompauhado
do seguinte 3
Hespanhoes: A regencia provisoria do rei-
no nao vacilou um s instante em publicar o
manifest que S. Magestade a rainha me D.
Mara Christna de Borln dirigiu ao seu
presidente para este tlicito. Decidida a en-
tregar seus actos ao julgamento da naco e da
Europa inteira nenhum ficar involvido no
misterio e nem o paiz nem os eslrang-.-iros
bao de carecer dos dados necessarios para for-
mar delles urna idea justa e conveniente ; tal
no seu entender o procedimeuto que deve ter
uca era entra necessidade da peca ,, dan-
do por motivo dsso ,, que res pe i lar os [ac-
tos consumados por urna revolucao que nao
tinha podido ser reprimida era um princi-
pio de governo, cujo despreso tinha sido
mais de urna vez funesto : verdade de que ti-
ubamos varias provas na nossa historie. ,, O
paiz e o mundo julgaro se isto era o a r.Jo
urna necessidade quando a aeco do gover-
no eslava reduzida ao recinto de Valencia e
at se tinha entrado em capitulacoes com a
junta daquella provincia constituida sm Al-
cira ; e se alterar ou desiazer o que fosse con-
trario aos principios da justica era ou nao
o triunfo a que se podia aspirar naquellas cir-
cunstancias : desta maneira ficando victa-
riosos os poros como era indispensa/el nao
se confessava por S. M. a legilimidade do ale-
vantamento nem de modo nenhum se pre-
judicava por sua parte esta questo.
Tambern se repulou inevitavel ,, oQere-
cer solemnemente que nao seria executada a
lei das municipalidades at que fosse sub-
meltida ao exame das novas caries com as mo-
dilicacoes que o governo propozesse para liar
monisal-a com aConstituicaos e principios
politices nella consignados. ,, rNo s se
ponderou a necessidade desta medida no justo
e irresislivel clamor dos povos, que em vo
se tinha querido soffocar ; como na falta da
lei das deputaces, sem a qual nao poderiam
ter elleile muilas das disposices da outra.
Pagava-se deste modo um justo trbulo de
respeito e delereozia lei fundamental do es-
tado e coiicili ivam-se conforme w permittia
a situaco necessidades to opposus e dig-
nas de consideraco,
Verdade que se poz em duvida a unidade
da regencia ; porem justo que se sai bu ,
que no caso que Sua Magestade nao accedes-
todo o governo qne franca e iealmenle se pro- e ao que sobre este objecio se Ihe propunha ,
ponha fazer a felicidade dos povos ; eporis-|s seus miuislros terminantemenle maulles-
so a regencia' jamis perder de visla este j tarara ,, que addiando-se a resoluco desla
principio de cuja ulilidade est intimamen- 6r*v^ questo para as prximas corles .Jul-
ia convencida
Porem ao mesmo tempo que cumpru este
dever da sua pasico e respeila a exigencia de
S. M. a rainha me como merece pela sua
elevada dignidade nao pode deixar de fazer
devidamente avaliar alguns factos que e-
presenlados com pouca exaclido ou recticen-
rias poderiam dar lo^ar a sinialras inter-
pretaces : a bem da Hespanha e do decoro e
boa repulaco das pessoas encarregadas boje
do governo provisorio necessario restabe-
lece-los como e'.les liveram logar.
Us que boje compoem a regencia forano o
orgo.por onde se communicaram a S. M. as
exigencias dos povos levantados em defeza
dos seus dreitos que julgaram de.ipresados
e escarnecidos : a mais consummada pruden
ciaecircumsppcc.o presidia a todos os seus
passos as criticas circunstancias em que fb-
ram -.orneados ministros da coroa. Jumis se
exigiu de S. Magestade que condemuasse o
proccxlimento dos ministros anteriores pro-
gavam poder sitsfaser a exigencia al ao
ponto de poder governar e accresccntaram
que lalvez no periodo que decorresse a 0-
pinio que boje apparece mu extensa e (orle
venha a moditieui-se ou variar se se devem
aos povos garantas equivalentes s que por
este iiieio se proponham obter ,, Julgou-se
agora so naquella occazio era possiveloulra
cuuza e se podia iraclar-se com maior cir-
cunspeceo assuropto lo diificil e delicado.
O povo hespanhol sempre cordato saber
apreciar os acontecimentos qae lo rpida-
mente passaram e julgal-os com imparciali-
dade t moderac&o ; lamentar a sorte de urna
princeza illuslre a quem sem duvida algu-
ma deve grandes benecios e de quem os
poda esperar maiores se elle livese a ven-
tura de se conservar n'uma altura superior
aos partidos 3 porem ao mesmo lempo lar
juslica aos bomens que sem o esperar nem o
querer se viram na necessidade de arrostar o
compromettimenlo que ollerecia amis ti i lia
cil situaco e carregar com a responsabilidade
de contecimentos exlraordinaiios. O seu
lim naquellas criticas circunstancias foi sal-
dis .; : Jonsliuijo ser religiosa-
meate Rcstoda por todos a ordem publica
nao ser alteradn e se alguem o intentar %oa
mi! veteranos 5oo mil guardas nacionaes &
na|o inteirc etto dsposlos a castgal-o ; es-
tio ianadas as precaucSes que se podera de-
sejar t a vivei descantado que o poder qug
a Ccrisltuico conliou regencia provisoria
c que hade exercer na conformidade do que
ella determina hade passar outra que as
cortes tens da noraear depois de haver fet0
succambir se necessario for a quantos inten-
tareas oppor-se-lhe. Madrid i5 deNoveai-
bro< D. da Victoria Presidente J
5. Ferrar A. G. Becerra P. Chai
con A( F. Gamboa M. Cortina J,
de Fres.
(Do Director.)
Os jornaes de Madrid, que recebemos
neste Crrelo alcangara al 2o do corrate ;
sao pouco importantes dedicam-se quasi
exclusivamente a urna calorosa poleaica
acerca do manifest da rainha viuva. Os
jornaes progressistas acusam fortemente a ex-
regente alguns com demaziada aspereza,
como o Eco do Commerco que reputado
orgo do ministerio,
Tinha corrido o boato de que as provin-
cias Vascongadas se faziara esforjos para no-
va mente alear nellas a discordia ; porm esta
noticia dada pelo Eco do Commerco des-
mentida pelo Correio Nacional nestes ter-
rr.os : pela nossa parte nem o menor indi-
cio temos observado de similhante cousa. As
cartas que recebomos d'aquelle piiz confir-
raam que ali se goza de perfeita tranquilida-
de ; eoproprio Vascongado, joma! citado
pelo nosso collega assegura que o povo
quer paz e que se ha d* conservar a paz. Os
nicos smptamas de desgosto que se tem
notado naquellas provincias, forana provo-
cados pelo governo que uo tem aecudi-
do ao excrcito, o qual est pecando so-
bre os habitantes e que feriu os Guipuscoa-
nos as suas mais caras affeices arrebatan-
do-lhes urna auctoridade parternal, benfi-
ca e estimada no paiz. Supp5e-se actual-
mente planos chiuiericos sem duvida para
justificar certas medidas de que fala o Eco !
Queira Deus que os nossos gobernantes sai-
bam caminhar com prudencia e saibam fa-
zer uso moderado da sua victoria I ,,
A regencia tinha publicado mais decretos so-
bre medidas de pequea importancia e ti*
nha tambern pedido informes e nomeado com-
misses para se tratar de outras reclamadas
pelas necessidades publicas.
Os jornaes o partio'o vencido censurad!
este ultimo alvitre que segundo elles se
reduz a amonloar infrmese consullas, que
tkamdebaixo das mezas as secretarias em
quanto nada se podera ultimar do que o in-
dispensavel e ledaraado pelo estado do paiz,
(dem de acide Novembro.)
var, o throuoj conservar iuUoUa aa instiiui- nascem a fenneutuco que agita oa nimos
VAR1EDADE.
A misso do poeta.
As revolucoes do mundo intellectual as-
sim como as do mundo social tem dous pe-
riodos o primeiro dedeslruigo o segun-
do de reorganisaco. A llteratura que ,
por mais que se diga da influencia que exer-
ce na sociedade est e estar sempre subor-
dinada, salleraces e mudancas que esta pa-
decer nao ebegou com ludo e muito me-
nos entre nos ao 2. d'aquelles periodos*
Isto nao dizer que o espirito de exame ed
independencia q'conslilue o carcter do seculd
lucta todava com as doutrinas exclusivas da
epocha anterior ; antes pelo contrario C
triumpho tem sido completo, irrevogarel, tai-
vez demasiado completo, pois urna pugna me-
nos fcil teria tal vez posto alguno cobro a ex-
travagancia de muitos dos novos ensaios.
Porm basta cxaminal-os com attenco para
*e convencer de que a litteratura actual apr-
senla um carcter indeciso, e que os vence-
dores tem destruido um edificio sem com lu-
do construir oulro. Todos convem em re-
provar certas doutrinas como insnlficentes
para salsfazer as exigencias maraes da epo-
cha porm todas as opinies se dvidem ,
quando se trata de estabelecer principios fi-
xos e determinados. O estado Iliterario re-,
lecle-se no estado poltico, Todos recouhe-
cem a necessidade de fazer reformas uteis e
niiiguem consegue acertar com ellas. D'aqui
. k.



blARIO BE PERRAMBCO
s
lia de uio as escolas a anarqua meral: flectem as crencas, os costumes e os senli- >
.gHectual que tem substituido os dogmas' mentos em que entend ment cabe que a
6 ticos i d'aqui em fim nma litteratura sem | poesa tenb de dirigir a marcha di sociedade?
impulso vigoroso, sem direcco 6xa sem Tem, si m como parte da lilteratura cer-
i Henoit' duravel. j ta influencia civilisadora ; porm est muilo
6 Nao satisieitos os iunovadores eom ter que-, longe de poder contribuir de un modo di-
brado o nico modelo que admiltio os anti-
gos como tipo do bello ideal, tem julgado
adicissivel quacito se oppe s doutrinas de
seus adversarios. Porque estes ero simtricos,
correctos imitadores incorrectos extra-
vagantes : efleito natural dos lempos de crise ,
em qoe tudo se exaggera e ero que ninguem
guarda os limites da raso. Julgamosque ba
no seculo um germen moral poltico e fi-
losfico que cqm tudo se nao desenvokeu ,
equealgum da chegar em que a indepen-
da e a tolerancia conslituao o carcter geral
dos principios litterarios ; porem entre tdtito
nao nos admiremos de acbar as letras o mes-
mo fundo de debilidade e incerteza e o mes-
roo espirito apaixonado e exclusivo que se no-
to em nossas ideas as nossas instituices ,
e nos nossos costumes.
Todas as produeces da escola moderna se
ressentem ; como natural, do desassocego ,
que para assm dizer devora o coraco da so-
ciedade ; porem por urna aberraco to estra
nlia como inexplicavel tem formado seus
sectarios e pertengo singular de converler
em systema filosfico a reforma das bellas
letras em reforma social. Vctor Hugoeou-
tros suppor.do as produeces da litteratura
anda mais transcendentes do que na realida-
de sao e podem ser tem ponderado a impor-
tancia da misso do poeta. Porem esta mis-
sao pouco edicaz em qualquer te-rapo e in -
teiramente Ilusoria na poca actual em que
assm falta a l no individuo que escreve ,
como na sociedade que le e improprio ,
falso e sYstematco suppor que litteratura
tem crencas de que careca a sucedade. Isto
c por a litteratura em cnnlradicco com a
mesma sociedado o que ser sempre impos-
sivel. Sino vejo-se as appiicaces que os
poetas tem feito de suas theoras destnlida-
de. QuI ou tem sido sua efficacia ? Queru
nao v n'ellas um espirito convencional mas
depressa do que a conviego? Quem recorda
ao 1er as obras do Vctor Hugo a misso na-
cional social e humana de que nos fall em
seus prlogos ? Quem nao v umlordBy-
iqii archute insigne dos romnticos um
fundo de amargo scepticismo mu pouco ade-
quado para infundir na alma socego e sanli-
dade ? E Uumas, Hugo Poscollo, e Campbell
e tantos outros ?
Est claro que pode haver as produeces
do engenlio misso nacional, social e at re-
ligiosa como o provo as novellas de Wal-
ter iJcott o Delinquente honrado de Jovel-
lanos, e a epopeia bblica de Milln : porm
esta misso para a litteratura um meio e
nao um fim. A verdadeira misso qu tem o
poela a de agradar. Siga para isso a vere-
da que a sua iuspiraco ou as suas crencas Ihe
trajrarem e nao receic conseguindo-o que
a sociedade lhe peca coalas do grao de ensiuo
que ti ver consignado em suas obras. Faca
impressao nos .vidos na fanttsia e no
coraco ; "observe o decoro que deve ler toda a
obra que se deslina para o publico e nao se
aprecie sem necessidade de moralista quan-
do lhe basta ser poeta.
Exlranbas sao por certo as vistas da refor-
ma potica que tanto eco tem tido na uossa
juveulude. Formar urna poesa pura sa-
grada evanglica em lempos de paixes e
de borrascas Convtrter agora com admoes-
taces e nao com o exemplo. Fazer urna poe-
sa de cora tem plagao e esplritualismo em urna
poca positiva em que se obra e nao se medita!
A venlade dizem e estamos de acord
a fon te de toda a poesa : porem acaso se en-
tontra a verdade as lamentaces e filosofis-
ido de urna parte dos escriptos poticos do
da ? encontru-se as imagens borriveis ,
extravagantes ou cvicas de outra parle ? O
gosto actual inleiramenle falso : ou se fica
muilo aquem ou se passa mullo alem da
Verdade. E falso relativamente a sociedade
e relativamente ao poeta. Quanlo a este ,
porque de notar q' os q' apparecem mais as-
cticos idelogos as suas produeces sao
talvez os que inais goslo do bullicio e mate-
rialismo dos prazeres quanto sociedade ,
porque ou a pinto mais corrompida e depra-
vada do que o em si mesma ou a pinlo
naeiancuuca e trente quaudo a deverio
pintar sceplica e desesperada.
JN'este estado d; desassocego e de desordem,
a misso santa do poela iuui paiadoxo, um
sofisma. Se a lilteratura como nao ha du-
vida a expresso da sociedade se esta exci-
te sobre aquella um imperio absoluto e irre-
TcgaTel, se as prodceles do igeuuo so re-
4.
recto e absoluto ao alto encargo que a nova
escola lhe altribue. E com t-ffeito, como po-
de ser causa o que um resultado ? Como
ha deservir a litteratura de guia sociedade,
quando esta quem dirige aquella e a de-
termina ?
Vejo-se os cantos p opulares de todos os
paizes vejo-se todas as ohras poticas de
inspiraco legtima e espontanea e n'ellas se
notar o sello da poca o carcter peculiar
dos povos dos climas das preocupaces e
dos costumes. O .chrislianismo guerreiro
do meio dia creou urna poesa ao mesmo lempo
mistioa e avenlureira : os antigos cnticos
populares do Norte respiro a aspereza do
clima, o espirito guerreiro e a inleiresa dos
habitantes : nota-se as cantigas dos rabes
afeito independencia ao deleite vin-
ganca ; violencia nos desejos e nos pexares ;
seus peasamentos esto infl tramados como a
atmosfera de seus desertos. Em urna palavra,
o estado social encontra-se sempre na poesa.
Ha poetas em cujas obras se ola o carcter
de um seculo nteiro.' Em Virgilio reflecte o
seculo d'Auguslo : em Dante o scula de
transico do esplritualismo para a historia,
da ignorancia para a civilasayo : era Calde
ron o seculo do galanleio hespanhol em
Hacine o seculo de Luiz XIV. Mesrao em
Lamartine que segundo parece urna
excepeo da regra geral que faz alarde de
COLLEGIO PERJMMIJUCaNO.
Atierro d Boa-Vista n 6.
Curso de Lingoa Inglez '
**2? jprofessado
pelo Bacharl formado Vicente Pereira do
Reg.
Este Curso he dividido era tres secqes .
cada uma das quaes he ensinada em um anno
lectivo da raaneira seguinte :
I. Secco.
Comprehendendo os rudimentos gramma-
ticaes-lico e verso dos classicos Inglezes ,
prosadores e poetas picos sua regencia e-
lymolgica.
a.* Secgo.
omarehendeudo a cotaposro escripia
siylo medio licSo e versio dos poetas
dramticos sua regencia exercicios de
sVotatOa
3.* Serco.
Comprehendendo a conversicSo e corres-
pondencia mercantil e familiar.
O Curso acha-se aberto desde o dia 7 de
Janeiro: as pessots que oquizerem frequen-
tar podera dlrigir-se ao Djrecior do mesrao
Collegio a qualquer hora para se inscre-
verera.
C
no es
LOTERA DO THEATROj
Os Bilheles da t. parte da S. Lotera
cujas rodas ande iraprelervelrante no da
l, de t'evereiro prximo futuro, achio-sa
venda no Bairredo Recife as Loges do
Snis. Manoel Goncalvcz da Silva e Vieira
Cambista ; e no de S. Antonio as dos
creremumtemp.emquequaslodusalardeo Unrs. los Antonia Aires bastos na Prac-
deduvid.r, e que se consagra a medit.co re- ba do Livraaenlo Manat Alves Guerra
iigiosa em um pm e em uns momentos em
que esta nao obtera o favor popular, tam-
bem se adverte u viso de sceplicismo que
recorda
que o poeta pertence a sua poca
Porm a duvida de Lamartine nao a duvda
de lorde Byron : esla desconfa e maldis a-
quella busca a verdade e a espera,
Termiuaremos este arligo com uma refle-
xio. Quando a sociedade cansada de lento
sceplicismo e ugitco sereorganisir pe-
dir e ale ncar no vos principios e crencas ,
a sua litteratura lera de buscar ofticios pai-
xes imagiuacoes isto verdade. O
classismo ser ento condemoado como agora ,
porque as bellezas de convenci nao sao ver-
dades. Tambero o ser no no-so parecer o ro-
manticismo do dia porque este tambera,
falso e sistemticos. A sociedade lalvez pode-
ra mais do que concede o primeiro e menos
do que permute o segundo. E em que con-
sistir enlo a escola litteraria ? Prova bel-
mente em nao seguir nenhuma determiuala.
(L. A. de Cueto )
(Diario do Rio de Janeiro.)
MISSELLANEA.
Obeliscos de Torlonia.
na ra nova.
Avisos Diversos
&& Na ra Direila D. 33 preciza-se
de um bom forneiro e um bora macador.
%gr Francisca Antonio do Val} faz siente
o respeitavel publico que Manoel da Costa
Ramos, (sabio da sua fabrica sem motivo
alguna.
s~ Preciza-se de um rapaz Portuguez ou
Brazileiro para ciixeiro de uma venda dis-
tante desta praca uraa legoa que tenha doze
a quatorze annos ; quem quuer dirija-se a
trasvea de S. Joze, O. i5.
ar A quem llie faltar um caxorro d'a-
gua ; dirija-se ao becado f'ocinho da panel-
la, D. 1, que dando os signaes certos lhe ser
entregue.
ar O abaixo assignido Bacharl fer-
inado em Scieneias Sooiaes e Jurdicas pela
Academia de Olinda acha-se advocando e n
todos os Tribuuaes desta Cidadi" na ra de
bertas D 6 e oflerece seo prestio a
todos que delle se quiserem utilisar assegu-
rando-lhesque fariqQant) possivel for aara
ntreos antigos monumentos mais nota- adquenre gannar a eslima deseos clientes,
veis de Boma, diz a Gazela Piemouleza ,
admirao-se doze obeliscos egypcios trans-
portados a esla ciJade 1.0 lempo dos impera-
dores. O duque Alexandre Torlonia qui/
ter dons monumentos d'esle genero para or-
nar sua cidade fra da pona pia. Elle os
fez corlar as pedreiras de Baveno sobre a
margena piemonteza do Lago Maior j estes
monulithos sao de granito encarnado do
cumpnmeuto de # palmos 5 de largo na
baze e 5 no cume; transporto-se da pe-
dreira ao lago distancia de duas milhas ,
por um camiuho dilficil e tortuoso ; foro
conduzdos depois pelo lago pelo Tesinoe o
Po ao mar Adritico ; atravessarao o mar
Jnico e o ivedilerraneo e, subindo o ?i-
bre e o Amo chegaro ao punto menla.
neo. Ali uma cortadura loi feita na mar-
gen eso,uerda do rio e os obeliscos foro
puxados para a ierra co.n. o navio que os
coudusia. t sta magnificencia real fami-
liar uo duque Tarlonia. jNs mesmos temos
visto as bordas do Tibre cuberas de mar-
mores, que elle tinha feto vir de loda a
sua cidade ; e os seres que elle d regular-
mente aos estrangeirosa nobreza romn*,
sao propnos para surpreuder e deslumhrar :
o numero e o luxudos quartos de recepyo ,
o inconcebivel esplendor da illumioaco a
mnltidoe os magoicos enleites das damas ,
o canto e 1 musitn ena que ficaro algumas
vezes todos os artistas romanos do a este
expectaculo alguraa cousa de magnifico ;
curioso sahindo d'esle palacio de adas,
visiiar a ieilona onde se trabalho taas
riquezas ; nada mais simples e mais modesto;
teles de nogueira um adminisirador ,
tres subalternos, o que se enconira, (dem )
- -m 13 1
ja tratando-os com cortezia e poltica e ja
esmerando-se com seos exforcos aara obier o
venciaeuto de qualquar f-ausa de que se in-
cumbir. Igualmente offerece-se para adro-
gar gratis ascauzas de quera nao poder abse-
lutameute remunerar seo irabaltio sem q' per
isso deixe de empregar a mesma deligeacia
para conseguir o bom xito de similantes
cauzas
. Lourenco Avelinde Albuquerque Mello.
SST" Quem precizar de um rapaz Brazileiro
deidade ibanno) para loja de miudezas ,
do que ten bastante platica : annuncie.
Uf No trapiche da compantiia allugo-se
estra vos bucaes aos quaes da-Se de jao a
800 rs. por dia.
ar Preeisa-se de uma escrava que saiba
cosiuhar e engomar para servir a um ho-
rneen solteiro : nesla Typografia se dir.
iSf Precisa-se de urna ama de casa para
cozinhar e comprar ; ou seja forra ou es-
crava dando-se tiUooo por mez e alimen-
to ;' quem lhe convier este negocio pode pro-
curar na ruada praia da ribeua na cazado
Jir. Joze Higino no %, andar.
vsr Arrendo-se duas moradas de cazas
terreas abarracadas no logar do tfanguinbo,
sendo tima dellas a em que reziJio o Exm*
Sur. Bspo D. Toraaz de INorouha as
quaes permiten) um commodo para grandes
lamillas, por conlereaa cada uma oiu qusr-
tos senzalla para pretos sallas de vezilas
torradas estribaras, foges inglezes e
muilo boa agoa de beber : as pessoas que se
propozerera a arrendar dirijao-se a ra de
Hurtas subrado yo 5. e adverle-se que
o arrendameuto, be por prec,o bstanle ra-
soavel.
%sr Na rija augusta era a caja arria iieT.,grej4.
fronta ao sobrado de um andar ba para
vender os seguinte> livros : os '^luziados em 1
volnme miiiiol igia da mocidade 1 v. fa-
bolisla da mondada i v. valery eludes 1
v. heloizn e abeilard 2 volumez Quenlino
duryard 4 volumes o piloto 4 velumas os
puritanos 4 volumes nova hehza 4 volu-
mes, os natchez 4 volumes, Telemaque l
v. corina ou a Italia a volnraes voz da ra-
to 1 v. o anno 1 v, milln paraizo per-
dido a volumes, hsloria do Hrazil 1 v. ,
parnazo luzitanoG volumes, Diciouario fran-
cez a volumes.
^T1 Arrenda-se um sitio aos arrebaldes d
Olnda propro para criar gado ou plan-
tar lavouras ; a falar com o Doulor Louren-
co Aveliuo d'Albuquerque Ale'lo na ra de
borlas D 65.
tsy Ofirece-se para caixeiro ds venda ,'
armazem ou ra ; ura portuguez de idade
de o annos ; quem O preleuder aunUncie ,
ou dirija-se a ra direila D. 7 O qual
d Gador a sua conducta.
ar Uma Sen hora capas, que se p'ropSe
a ensillar meninas as primeiras letra can-
tar doutrina Clirist cozer coslura xan .'
bordar lavarinto marcar de todas qua-
lidades e bordar do roesmo ponto e lo-
bera se toma meninas para acabarem de a-
prenderque vetiham assistirera era caza,
sendo captiva.1 taobem na esma se faz to-
das as qualidades de costuras assiaa coma
vestidas de modas tudo por prec coraraedo j
os pas de familias que se quiserem servir dd
seu presiiato dirijao-se a ra do Queima-
donosoiado da olica, D. 8, u terceirO
andar.
T Ensina-se primeiras letras na ra da
Guia na ultima casa do lado esquerde^ junt
ao muro da Intendencia.
lar Arrenda-se un ctio com dpim e
arvores de fructo em Olnda; falar na ra
de hartas, !J 65 coma Doutor Loaren-
Avelino d'Albuqaerque alello ou masraa
em Olnda, ra da Floresta, n. a.
Br Quem qniser comprar 4 du-as de pitos
de ainho da Suecia com 10 patn** de compri*.
do 11 de largo 3 de grosso.muito baratos, di-
rija-se atrs do theatro parte da mar, pain
ajuste.
%sr Huma pessoa muito hbil em conta
de boa letra, se offerece para eaixeiro de os-
criterio ou ra, nesla praca e d fiador d
sua conducta ; quem dose prestitao se qu-
ser utilisar, ennuncis sua moradit por esta
folha.
aaar A viuv-a e filhas de Jlo Zurrlsh ;
avizo ao respeitavel publico, e a todas ai
pessoas que se julgarem credores de sua caza,
uajao de aprezentar suas comas no prazo d
8 das que sendo estas legats seri pagas
i inmediatamente.
tsar Huma pessoa de boa escrita se ofle-
rece pira eaixeiro nesta praca ou fora della :
quem do seU presumo se quiser utilisar, ta-
ri uucie sua moradia.
ar Precisa-se encarecidamente tlldgar
uma casa, n bairro de Santo Antonio, que
tenha quintal e cacimba, e que nio exceda
alluguel de 10000 reis ; inte pora pequea
familia ; quem a tiver anunucie sua mora-
da.
tsy* Arrenda-se uma casa grande no at-
ierro dos Afogados de duas janellas e uma
porta arrenda-se tambera qualro casas pe-
quenas ao pe ou se arrenda s a grande, da
parte da man' pequea faz-se tambero est
negocio por venda ; quem es pretender falle
na mesma casa que a ehai com quem tra-
tor.
ts7" A maquina de estampar Retistos, que
l'ii do finada Mirroquim hoje seu nov
proprietaro mora na ra estrella do Rozario ,
U 20 da parte do noria segundo andar :
quem precisar de alguma bra eslampada ,
pode dirigir-se a dila casa que ser servido
com promplida e preco rasoavel por ora
contem chapas para Rezistos des que mais
se lestejo na Provincia ; para cartas de syl-
labas da primera e segunda collecco ; Lo-
nhecimeulos Letras bilhetes de viulio da
Porto, Licores Cartas de enterro e do s-
timo dia bilhetes de botica de vezitas
ditos para Rap, para Recibos depreucad
Algodo para Traslados BentintioS ; e se
pretende mandar buscar nova collecco do
chapas de diversos obyectos ore.
se~ Quem quizar aprender Lalim, Fran-
cez 1-ilosofihia rieinonta e Geome-
tra por mdico prec.0 com muita as.i-
duidade e glande disteilodo prolessor, com-
pareca na ra de borlas l). o qu
achala com quem tratar.
tw Precisa-se alugar uma preta captiva
para ama de leite quem a tiver dirija-se a
ra do Rozario estrella, casa i$, lado da


II.
PERNAMBCO
X!XSrimsX?aBiaSi*-*Y'TW*rrmimnK~*n**immi.* im**xiM.i\M--x.y.im*.Ml
sata
KS*T Precisa-serte 700.00.1 a prOmro com
se^nranca em urna formule casa livre. des-
quero qui-erdar ennuiicifl
t-mi
iarrwi(|a
te da Matriz; e em Olinda botica da ra do janellas urna gamela grande de amarelo
Amparo.
*r CAUTELLAS da Sociedade Forruna
r Fodftagde De/emhro pessado fugio Tvpograhca, da Lotera do THEATRO ga
ti ni papnguio ja follador ; quem o pegn eoj nhando a vigsima parle dos premios, cabendo
quitar 1 estiro ir dirija-*** asolidade na estrada na orle de 6 000,000 reis tresenlos mil res a
ilo manguind obrado de um andar ron f areco de ,6o j nesta Typogra'ia ai praca
nuiante ; assim romo quem perdeo dua*cha-
ves utna na roa do atibo en otra eiu S. A
maro dirija-sr ao mesuio sobrado.
CF" l'reri.sa-se de um rapaz portugus" de
idaite de 1 j anuos para eaieira da umi ren-
da em Ond.i nos 4 canto* I), a(i pegadj ao
pa--iu debaixc de u n sobrado da quina que se
da>a ordenado conforme o seu mereeimento ;
a tratar na mesina.
" Na ra das trincheirns sobrado n 91
toma-se costuras de lodaa as qualid ules para
coser-se e lambeta tti msica ludo por pre-
co commodo.
ia Independencia n. ao na ra larga da
Rozario loja de miude/as D. 7 na ra do
CoTlegio loja do relojoeiro, a n largo do Li-
vraraento loja do Sur. Gabriel que fca n*
principio do beco do Padre na ra direita
venda que foi de Jos da Pvnha, as 5 poota>
venda do Sr. Mauoel Jeaquitn Piatu fachado
Guimares I) 10.
r Um pardiubo de idade de i4 anuos,
muito esperto / desembarassadu no serico de
orna casa, e ptimo page.n urna uegrinli*
de idade de 1 j anuos cosa bem urna pre-
ta de elegante figura dous rauleques, e urna
pipase barris vasias barricas ditas para as-
iicar, urna pou a de prata de bom loque .
um realejo que loca dando-se corda e um
sr Libras de retroz preto e azul ferret
de primeira sorte e por preco commodo .
ii-i praca da Independencia n. ig.
ir Urna bucarda de sicupira bastante
jarro de prata ; as 5 ponas O. ao* onde lem grande propria para uaaa canoa de 10 pal,
lampio mos de boca e bem larga e mais um gio
CSr A lo de raiudessj do bourgard na raoler.a de idade de 16 anuos, um preto de
ra da cadeia veltia n 53 foi removida pira j meii idade ptimo par* sitio na ra do
a tr.esma ra n 7 aonde so vende cauleilas fugo ao pe do Rozario I). i5
do theatro em decima o vigsima n \ \ 1 tsr Urna mesa de Jacaranda para raeio de
VST Jo; Ueruurdino de Sena visa a seu* sala de muito bom gusto e par prec,o com-
Disripulos que abri aula no din 1 -> do cor- modo -, 111 ra de llanoel coco i) 3.
rente. BT Urna escrava de idade de i3; na ra
y Na padari das 5 ponas D. ao e.xis'e de }{ort>s D. 4o.
mas cartas VndaS (Ir liba de S. Miguel para gy Alia geographieo por Lappi con-
os Sis. Pedro Fe 1 reir Antonio de Mello, leudo 5o cartas, e un leaumo de gjog rafia
e Joo Simo d> Alroeida e pede-se aos Srs fsica e histrica ; ni praca da Independencia
paesageiros que vierfodo mesmo logare irou- n, Sy e 38.
xero Cii tas para Jos Ferreira Martina Cor- sr u arrenda-se o Engenho da Mum-
leii de annunciarein suei mo>adas. boca com legoa e meia de fundo e urna
T Manuel Ruarque de Maeedo, lemin- de largura na profunda d'Alagous termo
ra a lugar 3 escravos a lijo por dia, dando o da l'oilo da Pedia, situado p dj no
aluganle almoio, jintar; queui o piden-- Camar. ra o quiter dirija-se i c
der dirija-se a ra direita quina do beco do de Joze Jorge rodrigue ua Solidado, estra-
serigado no segundo andar de m mii das Ij as da de lieJem junto ao beoo do Pombal.
t horas, e das j as 4 d.. Urde. O Engenbo do Perraj no, auesuio lerno
WT Ma ra do cotovello U. 1 precisSo de anpra anexo ao dito Muoibuca com meia
duaa negras, 011 moleques para venderem U'goa em a,uauro tratar cuna e mesmo Jo-
azeiiede canapato pagando-se 4oo lis por te Jorge Bodrijuoi
grande e ia travessoens para a mesma ; n,
estaleirode fora de porlas^ao do pilar da
parte do mar pequeo.
USrPor 16,000 um fardamento para guar-
da nacional, a barretina tem aparelbo do
R.io ; uesla Typografia.
S3~ Nmparde brincos de bri Iban tes de
bom gosto dous cordes finos de ouro e t
colar, estas duas pecas sem feitio j na rui
dos quarteis D. -ja.
Escravos Futidos
IST Cbitas cloridas do grande tom eral
coi tes de i3 ijacovados, na ra do ciespo
o. b lail 1 do mi
%*T Um escravo forte e sadio ptimo pa-
ra eigenlio bom ser bo.n carreiro mestrede
fa*er assucar e oleiro na ra da Concei-
caodo Kecife loja de Joo da (juutia Maga-
Ihes
tar Cauleilas da segunda parte da quinta
Loleria do Theatro [ com a firma de unes
Curreia ] em derima e \igesima parles ga-
ribando estas na sorte de 6000,000 3oo,ooo e
aquellas 600,000 a prero de 4U0, e 1000 ca-
la urna ; as lojas dos Srs. Lopes Jnior, ra
di Cruz Pilomba Italtar Souza Pinto ,
viuva do Bu i rao Dias & Cimba e Jos Pi-
res de Moraes e Companbia ra da cadeia
velha braga junto ao aro de S Ai.loniu,
Jo.- Antonio da Silva Jos Tavarat da Ga- a m0rtecidos varias marcas de pechigas pelo
mu, eQuansma prnca da Independencia. ; roSlo, urna sicatriz na'bocbeixa esquerda ej-
Claudio relojoeiro 1 na do rabug nos \ ponjosa como queimadura o beico dcima
cantos da boa visla as duas vendas das qui- mais comprido que o dehaixo, e quando fal-
"as- 1 la neme o de cima ; altura regular, grosso
txr Carros de nao para conduzir atierro d0 rorpo | ps groSSOS feio e cara % ca|M$
oculesde veraolonge j no armazew o. 3, ,|| brim grosso. camisa de riscado ar.nl ja
ra da altaudega veina ula(Ja j jaqueU fo gailga aiui nova f ,lesa_
ssir barricas vanas propnas para erabar- parereo no dia lado correle ; quem o pe-
ncar assucar na ra da mueda tanoeiro Jo- gar leve ao pateo do Terco D. 1 .
aodaCosla Lima. ^^ R0a_se as authoridades policiaes ,
ur- /ilvaude de superior quilidade em rapites de campo e pessoas particulares a
barricas de um quintal e a retal lio } na ra 8prehencSo de urna preta de nome Mara Joa-
da Cruz 4 no secundo andar. quina escrava que fo de Felippa moradora
Urna prenca de arrocbar algodo com n0 ,ol(i ontje he casada com o preto Jos da
Roga-se as authoridades policiaes ,
pessoas particulares e capilaes decampo a
aprebenco de um escravo de nome benlo, de
nago mocambique de idade de 18 anuos,
cor preta nao muito retinta olhos grandes e
os seus utinc.lios sentada e jirompta para dila pellippa com um fillio em easa de Joo
quem quiser u/ardella com tutos de mais ^aulo Ferreira morador na malta do Gnedes
para buprir quaiquer falta urna ba lauca de da(]e de 4o anuos magra alta anda
prompta com pes e os armasens sao no de tab)leiro vendendo fructas ; quem a pegar
aada. da-se meia garrafa para quebras, bbjT" Familia de manJioca a raelhor que lia loiie do roattus na ra da boia e com outra |eve a ra do Koiario em casa de l'rancisc
sr Na seiruriade vapor da viuva do Fei- porlo pela sua qualidada cliegada lente para a ra da lapa ptimos para as- Antonio de Carvalbo Siqueira que sera re-
j tem etabeleiido urna ferrara onde ; ltimamente de S Catluiina ;a buido Uo sucar, i 6 couros; a tratar na ra direita compensado.
azlodaaqoalidadedeobrade ferro pulido, L'rgue iuerva ancorado na praia do Colegio, con Antonio Jos de Albuquerque. tsr Fugio na dia 11 do corrente um me.
lano para embarcaccens rom para cairo- e em porco IraU-se com A. F. dos Santos EST Tijalos de alvenana da marca nova. |eque creoulo de ame Francisco, de idado
fe corros eengenbos da qual be mestre braga ra da Muada, l4* 'lual a UlU l'Jol l^ duus a cor- de 1 a anuos vfficial de barbeiro, retinto da
Sabino Jos Viauna. asr U.a quaro mui'o novo, a possant, rer com acompaieute junta o que torna-se cor ( cabello aparado olhos glandes, ros-
t=> AluKa-se urna casa terrea com bons ptimo para qu-lquer servtcO por preco muito vanidoso ao comprador pois nao s to curto e a bucetado com urna sicalriz 110
commodos, e amito decente na na do t- comaiodo ; no Coeihos ro do jardn ter- adianla aos uticiaes como gasta menos cal ; cnlo da testa e outra no dedo polegar por
trro dos aftogados jootn O sitio do Machado^ ctir casa de vidrassas. para ver u alar na praca da Independencia deulro da palma da mo urna argola na ore-
a iralar na roa oirei'a padaria do VJa.bido. tar Um casal de escravoii mocos urna es- n lo. H,a j de bonita figura e muito bem fallan-
CT A pessoa que annunriou alugar urna era ta de idade de ao anuos, sabe pereila- BT Moendas de ferro para engenhos de ,e ^ rom calcas do briol pardo liso com re-
cio aliena que pega em :oo lijlos de al- nenie coser, engommar fazer lararnlo anioiaes e agoa de vanos laman boi tam- mendos em ambas as peres, camisa de ma-
venaria qneira diiigir-se a praca da luda- dus ditas engommo, e cozinho i es- bores para se armar em madara maquinas dapolo e chapeo de seda preta 1, quem o
pendencia O. 6 eraras de nai,ao duas mo/ecas de idade de de vapor de torea de 3 4, e 6 cavallos |
Avisos Martimos.
Por pegar leve a loja de barbeiro no fundo da I>
i.i a 14 annoi com boas babeiidades duna preco muito commodo laixas de ferro ba- ,.,,,;, do Livramenlo na ra direita D. a, que
molatinhaa, i moleques uiu delles be boui lido e fundido de todos os lmannos, urna sei recompensada.
co'.inheiro dous escravos proprios para lodo pvenca bydi ulica para emprensar algodo, ^^, Kugio sabbado i6docorrente um mo-
PARA O HIO DI. JANEIRO seguem Ma- oservico, eump6idode bo.. figura e bom bombase serrles compridos proprios para |ai)U creoulo de nome Jos, de idade de
am cora brevidade O Patacho Mara da (}lo- othcial da alfaiale na roa. da agoas verdes engenhos; na roa da sensata nova 1 casa ,2 ai)UOj bastante magro rosto comprido ,
a 1 or ter o carrees asento f>rumfiio recebe U- 8. de Fox & Stodarl. olhos grandes beicos grossos levon vtsti-
eseravoaa fate u aigum paesageiro \ a t^" Duas pretas mocas, urna dellas he lar Por piesa urna escrava de angola do camisa de cbila cal as de brim liso, ja-
iratar na ra da cadeia ai cun Amorim boa cozinl.eira eugom.uadeira e COSlnrerra de id ade de a5 anuos ptima para o servico queta de cbila ja desbotada; quemo pegar
irmus urna molaia de dade de ao anuos, com as u campu poi ser muito robusta; no alterro |fve a ra da Crur. n. 7, que ser recompeu-
___ mi-amas babeiidades dous preos ^iirk todo das ponas venda defronte da tobiica de sado.
1^ C i O oseriuo, eum delles he bom cauueiro a rajd. U Fugio no dia 16 do coriente as 7 bo-
.___......... ____ '' moleques do idade de n anuos, ua ra de tr Ikeiis de liuho lisas e bordadas para rasda noute do sitio de L. A. Hubouicq na
t_4>> Que faz John Sltwart por nter- "goa \erdes casa terrea U 'j seubora de superior quatidide e lindos e,tanria, urna negra moca de nome Ludgera,
vento do Correlor Oineira de um Iota de ^^ Umaarmaiio de loja de couros com gustos, assun como curias e coiKpndas para rieula do lugar de Peera 1.0 serto do
bco brancos a variados os quaes se lornio dous caiaillios por Su.ooo um Si.o Lino, i.oiuem na praia do collegio loja de Jos ss, deidadedei3 annoi reforjada, re-
DOr es tedio ID couteqoenria do SUbter- falavini, O. Juli Ceaaiia e bnm us i no Joa,|uim Dias dos Prazeres. tiula cara redunda tesla pequea olho
paleo do Teico U. o. sr Urna mulata moca de bonlia figura, c|ieos de carne com hura denle deaie-
pc
-tugio pueril e pouco biio do arrematante
des laesmo em 14 do corrale ; quarta lei-
ra se^uiuleas 10 horas da m armaiem na ra da Cruz
tsr Meias barricas de lamina de trigo su- cosecha cosiuba bem, eugoroma perfeila- nos na (rt.ie e huma oielba rasgada
C o m p r fl S
10
na
SS" Obras de ouro velbo sem fe
ra do rabug luja de ftiendaa I), a.
" Um divcioiaiio da Hihli* a hi>leiia
pencr no druiazem atrl do llieatio e 00
lie. ile no Ue Joaquioi de Soosa Finio.
twf Taboudo de piulio de .i pui< gados de
grossura e ij Ue iai;uia ; no anua/em do
Juio OOS Sanios Pollo na luada semala \ tilia
U. ai.
0-j Uoaa cama de an<>,ico com coUo ,
meia Outla US cadeiras aaioricaoas Oacas vapor, mu na ra do Queimado L). 16 loja
t\o Concilio Trdentino, um quadranle da deamaiello, ludo rm bon eiiado e por NUVaes& basto,
trra, um oiftnte, um termmetro, eum preta cuo, modo e uaaa porco davalas de sr Urna porco d
mente, e urna negra de idade de a5 anuos, ni lu"ar do brinco levou vestido de qua-
cozinha o diaiio de una casa e refina assucar; drus rouxos a braucos camisa de paniuho
na ra do Livramenlo no segundo andar por eomlolhas, e urna baela encarnada ; quem a
lima da loja de cera. | pegar leve a ra de Vicario n 16 ou ao mes-
sr Urna p.irjo de madeira de forro, as- : mu 3Uv, ^ que se(j recompensado,
suullio cosiadinho e costado ludo de ama-I ^y ^Jn dia odocoirenle fugio urna ne-
relo vinbalio i naruada praia serrana de _ra de nome Joaquina da naco moambi-
que baixa xeiadjcoipo, ernuda; bem"
pela com um signa! no regeilo da perua'
e madeira de louro ser-
haromelru ; quem liver annuncie.
a.--'" Caibros e taboas que leubo sido df-
audames e mi van para o mesmo na ra
aiireila padaria do \\acliado
\is
iuucie.
esquerda leou vestido novo de rLca.lo es-
carnauba por iLCiiui ciado; na ra ireila L). ..o uo keguodo ment I) 'S loja de Francisco Ignacio ber- j meUocas julga-se estar acoilada na capuu-
auda, lado do livramenlo. reita Ui-s ou na la da praia senaria dea. quem a pegar leve no ..Herr dosallo-1
ST Urna morada de casa de dous andares Joo baptisia Miiuit gados casa nova na quina da ra do ourj ,
soy- ma negra sem achaque alguna e i sil* na ruada seuzaU velna h. o tur Batatas inglesas a 600 a arroba, no qm seia recompensado,
seja de naco ; lietro-ile da Hibeira da boa e.u cbaus proprios ; a Iralar ua ra da cadeia armazem do dragues junto ao arco da Con- ^. ugi0 do obaixo assiguado no da id
sta D 3, casa de Jos Soares Pinto ouan- na quina da ra aa Madre de Dos com Joao teico.
\ azda (Jlivtira. asar Um neoulinho para fora da provincia
Mar Uiu ule, Irassado barretina de pe- ou para eugenbo oth.'ial de laloeiro muilo
lo e lodos os pertences paia infeiior de uir- habelidosa e de linda figura, ao compra-
da nacional ; em casa Ue Caeiano de Jousa dor se di o motivo na ra da florentina ve-
AseveOO na rus da Madre de Lieos. iha iad *w~ Azeile de caiiapato a 2810 a caada ; a labrica de p*pelo.
ua ra do oolovello ia. sr Um preto de angola anda bucal; um
ti/- Uma burra de ferro feila no paiz pe- faldamento |>ara guarda nacional com lodos
lo modelo das que vem de Irania, leita com o* seus pertenoss eiuda nao servido, linissi-
loda seguiaiua na oibeina de eiteiro de Je- mos algodiozubos os mais mimosos que tem
lonimo Jos buslorli a tratar na ru da praia viudo ao mercado e chapeos de meia massa
no armazem de sal. para meninos ludo muilo em conla ; na ra
ST Uma itde grande de 3 pannos para ti- da Coueeiyo da boa \islu delronte da Igreja J
poia orna rotula para porta, 3 ditas para U. .
Vendas
sr tOLHINHAftde Algibeira Porta,
Podre lanpiessas nesta Typografia e bem
ci.iihtcidas pelsasactidaeda calculo 5 na pra-
,4 da Independencia loja da livrs m 5" e 5d,
oa 11.a, do abug, loja da T b.mdeira na
lua d caihia cU ka\rt><\ Reeifa loja que foi
00 1. (uaresm.i #1 f ua da Madre de i eos
1,1 nmda da quina det'ioute da igreja no
alteiro.i' Uaa vista loja do Sur. oloreira Uias
U. 10 e na boina do Snr, Moreira, delrou-
deUeembro de iSd8 uma prea de nome
Anua de idade de 35 anuos levando ves-
tido de liscadiuho azul em bom uzo espi-
gada do corpo peinas delgadas pouco re-
tinta da cor altura regular um lano aira
paihada ui fallar o maior signal he ter o
dedo mnimo do p jdireito torio para o mes*
mo lado d mudo que parece um gancho; quem
pegar entiegai ao mesmo abauo asdgnado,
I ra daa Flores D. 5 que gratifcala. -.
Maaoel Aves da Cruz
ua
RLC FE NA TYP. DE M.'E. DE F. 1&4*


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