Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04205


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Full Text
' "
Anno db I84L Sexta Fbika
-.^ ~.ora depende de os mtnmos ; da mmi prudencia, nodera-
io eSrfi i eentipueaaos como principiamos, Mreaaoa apealado*
9m\miracfi entre ai Naces mais cultas.
Praclam/co da Asseaablea Geral do Brasil.

Subsereve-ee para esta folha a 3?ooo por quartel pagos adiantadoj
nesU Tvposratia ? ra das Cruzes 0.5, e na Praca da Independen-
cia n. 7, e 38, onde ae receben correspondencias legalisadas e an-
HBocioa,'msirindo-ae estes gratis sendo dos proprios assignantes, e
rindo asagnados.
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES,
-*
>*
PKATA

*
n
1
Gidadeda Parahiba e Villas de su preteneSo.......
Dita do Ria (rende do Norte, e Villas Idesa.......
Dita da Fortaleza e Villas dem..............
Cidade de Goianna .
Cidade da Olinda .......
Villa deS. AntSe..................
Dita de Garanhuns e Povoac5e> do Bonito.........
Ditas do Cabo, .Serinhaem, Kio Forneozo, e Porto Calvo.
Cidade das Alabeas e de Macei .. .......
Villa de Paia de Flores. ............
Todit 0t Correioi parttm ao tneio dia.
'Se. e Sextas ferias.
Todos os diasj
Quintas fe iras.
lo, e ?4 de cada ates
i, ii, e ai dita dte
dem Idea
ideas 13, dito dito
FHASES DA LOA NO MEZ DE JAR.
La CUeia a 7-as oh.e 35 m. da tard.
Quart.sinfr. >4- o b-e "8 m. da asan.
Lua New sm-h 1 h. e 4 as. da man.
Quart. rese, a 5o as 8 h. e 37 m. da man.
Afre the.ia para o da 1S de Janeiro,
As 19 horas e 54 minutos d manhij
As 11 aerase 18 minutes 15 ob_Janeiro. Num. 11.
'. '_ :-------1 .J .---------r-----------i------- n Ti" MI
CAMBIOS. Jineta i4.
Londres......SO a 81 d. por 1 fooo ced.
Lisboa ......8o por ojo premio por metal ofJerecido.
Franc- ...... 31o reis por franco.
Rio de Janeiro ao par. Comp. Vandal
OUR.O Moeda de 60$ oo reis, volhas MjBoo i5W
Ditas ,, novas UjfGoo uJfSoo
Dita de aooo reis, K^oo 8#3oo
Patces Brasileos ----- ijjTi8o i^no
PetosColuronarios---------- iffiHo ijfooo
Ditos Mexicanos-------------- iJ5So i#froo
Miuda.----------------------- i#44o tJfi*
Descont de bilbetes da Alfandega \ i|3 por loo ao mes,
dem de letras 1 i|4 a i i\i por boas firmas oilerecido.
Moeda de cebre u 3 por too de dbc.
DAS da SEMANA.
ii Segunda S. Mygino P. M. Audiencia de Jui* de Direito d V;
vara.
ii Terca S. Sa'yro M. Relac'o e audiencia do Juii de Direito da
1. tai'.
i3 Qnarta S. HilarloB. Audiencia do Juiz de Direito da 3 vara.
4 Quinta S. Fe is M. -- Auuiencia do Juis de Dirsit da 3J
vara.
5 Sexta S. Ama'o Ab. Au iencia do Jnis de Direito da i.vara.
16 Sabiaio S. Marcello P. M. -- llellac.ao e audiencia do Juiz de D. da 3.
vara.
17 Domingo O SS. Nomede Jess
m&
F
PERNAMBUCO.
DIVERSAS REPARTigOENS.
CORREIO.
O Briuo Bo.ti Jess de qu he Capito
Joo Rodrigues Amaro tai para Lisboa no
da 17 do crrente.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Sassao extraordinaria da li de Desembro
de 1840.
Presidencia do Sr. Silva.
Comparecera os Srns. Pessoa Barros ,!
Figueredo, Mena e Manaede faltando eont1
cauza os mais Snrs.
Aberta a sesso e lida a acta da antecedente
oi epprovada
O Secietario dando eonta do Expediente!
oencionou os seguintes olcios.
Um 1I0 Exm. Presidente parlecipando que
tendo indefirido o requerimiento de Antonio;
Jos de Magalbes Bastos, em oejual perten-
dia que se Use conl'eiisse titulo de atar-
ntenlo dos terrenas de marinha junto ao Ar-
co de Santo Antonio, da parte do Norte da
ponte do Rerife, em consecuencia de serena
julgsdos os ditos tememos como necesarios
para logradoros pblicos.
A Caruata fcou inteirada edelibereu que
s officiasse ao Fiscal (ordiador para nao
eordiar dito terreno, eero pedir toda e qual
quer obra que pretenda faser Antonio Jos
de Uagalhes Bastos.
Outro do n esmo Exm. Presidente ordenan-
do que esta Cmara remeta ao Engenheiro L.
L. Wautbier a planta ou dimences
doTlieatro Nacional.
A Cmara Picou inteirada.
Outro do Juiz de Paz Suplente da Fregue-
sia dos A logados partecipando que por moles-
tia nao podia continuar no exea-icio do dito
Cargo.
A Cmara Cceu inteirada e deliberou
que se chamasse o emedialu em votos o Cida-
do Francisco Jos Germn o de Auir o
qual constando a Cmara que estava tora da
Fteguesia foi chamado em seu lugar o
Cidade Canuto Jos Veloso da Silveira e
comparecendo prestou juramento e tomou
posse do Cargo de Juiz de Paz Supplente.
Deliberou i Cmara, que o Procurador a-
lugasseas Cadeiras, que fossem necessarias
para os tres collegios Parocbiaes desta C idade,
que tem de elegerem os novos eleitores no dia
i 5 do corren te.
O Snr. Vereador Mena fez a seguinte pro-
posta, que depois de lida foi approrada.
Proponho, que sejo advertidos os Fiscaes
de faserem observar as Posturas Muniripaes
sobre medidas de capaoidade relativamente
aos que vedem cal ntsla Cidade onde nao su
xistt bum abuzo quanto a maneira de me-
ditem a cal como muito maior quanto as me-
didas, que nao sao alendas e que o devera
ser, como todas as demais porque se ende
qualquer genero ao publico* I
E por ser dada a liora levantou-se a sesso
e para constar mandn a Cmara faser a pre-
sen! acta em que assignou E u francisco
A.tomo Rabelio de Carvalbo, Secretario in-
terino a screvi.
Silva pro-P. Pesiea, Barros, Figueredo,
Mena, Manaede.
Sesso extraordinaria de 7 de Janeiro
de i84l.
Presidencia do Snr. Souza.
Comparecera os Snrs. Barros, Nery Fer-
reira Costa Monteiro, Mello Cavalcanti ,
Carneiro Monteiro, Rio, Cintra, e Ma-
mede.
Aberta a Sesso e lida a Acta da antece-
dente foi approvada.
O Secretario dando conta do expediente
mencionou os seguintes 01 olFicios.
Um do Exm Presidente remettendo ura
exemplar do Peridico mensal publicado na
Corte do Rio de Janeiro pela Sociedade Au-
xiliadora da Industria Nacional pertencente
ao mez de Junbo do cerrente auno. Intei-
rada.
Outro de Joaquim Correia de Araujo e-
leito Juiz de Paz Supplente da Fref,uezia de
S. Lourenrjo da Malta parteciaando que
por molestia na podia comparecer no dia a-
prazado por esta Cmara para prestar jura-
mento do referido cargo.
A Cmara deliberou que se chamasse o
immediato.
Outro do Vigario Francisco Mannel de
Barros partecipando que como Kleitor da
Freguezia de S. Lourenco da Malta nao
podia comparecer tas prximas Eieices de
in do correle.
Deliberou a Cmara, que se chamasse o
immediato
O Procurador apresentou as contas do pri-
meiro quartel do anno financeiro Municipal
de 1840 18*1: a Commisso dos Snrs. Cin-
tra e Mello Cavalcanti.
Um uBcio da Agencia Americana de Nf ur-
jo! k acora pan liado de um exemplar de Ma-
china. Inteirada.
E por ser dada a bora levantou-se a Sesso,
e para constar mandou a Cmara fazer a pre-
sente Acta em que assignou. Eeu Fran-
cisco Antonio Rabello de Carvalbo Secreta-
rio interino a escrevi. -- Sousa Presiden-
te Barros Nery Ferreira Costa .Mon-
teiro Mello Cavalcanti Carneiro .Mon-
teiro Rios Cintra e .Mamede.
EDirAL.
O Coronel Joaquim Bernardo de Figueiredo ,
Jtiz de Paz da Freguezia do antissimo
Sacramente do Bairrode Sanio Antonio do
Recie em virtude da Lei &c.
Fajo saber aos Senhores Eleitores da 5.
Legislatura, que formao o Collegio Elritoral
deste Destricto que leudo de se reunir o
mesmo Colle;io no dia 17 do corrente mez
pelas 9 horas do dia para a bileico dos Uepu-
tados Geraes, e Provinciaes como acubado
paiticipar-me a Cmara Municipal desta Ci-
dade em Ollicio de 11 do corrente e rece bi -
dohoje, que be o lugar da reunio na Silla
do ucel do Palacio do Governo por o haver
assim reiovido o Exm. Senhur Presidente :
e os meamos Snrs. Eleitores hajo de cOBpa-
recerem na casa de minlia residencia dts 10
heras do dia at as 4 da larde a (im de
cumprirem com o que determina a Le !
para constar raandei albtar o piesenle nos lu-
gares do costume e publical- o peta ijpreii*
MU bairro de Santo Antonio do Recile l
de Janeiro de 184. E eu Innocencio da Cu-
ulu Uoiaona Esa i vio o escrevi.
Joaqun Bernarda da Fsuered.
COSULADO BRITNICO.
Faz-5e saber aos subditos Britnicos resi*
denles em Pernarabuco que hoja sexta feira
ldocorrenle mez de Janeiro, lera lugar no
Consulado de Sua Ifagestade a Rainha da
Gram Bretanha ra do Trapixe Novo o
a]utmenlo dos Subscritores para os fns desi-
gnados no acto Geo IV Cap. 37 j huma
bora daquelledia.
Consulado Britnico i de Janeiro da i34 x.
J. Goring, Vice-Consul.
Correspondencias
cuica aquel le Dialogo) nem por isso me ar-
rependo de faier o men dever. Um tal ca-
so nina privagao de votos corrompidos longe
de desacretitar a bum benemrito, pelo con-
trario faz-lbe honra pois que o declara ex-
empto da epedemia commnm.
Ja que os Srs. Redactores publicaro a de-
fesa que f/. debaixo do norne de Outro E-
leitor devo esperar da sua imparciadade
que ftcaa publicar estas poucas linhas do
mesrna
Defensor da rardade.
Le Docteur Bretn medeein Francnis a
Monsteur Barrer Cnsul de France Par-
nambuco.
Monsieur le Cnsul.
Dans une de vos requetes Consulo-Pacha-
Snrs, Redactores.
No seu Diaria de hontem 12 do corrente
pareceu bum Dialogo recheado de atacantes
i eqaivocos contra e elogio dos aristcratas, liques dirigefl contre 'noi a. Son Excel-
No pretendo estorvar os seos praierea .' lenre Nlonsiaur le Priident de la Province da
Uas tendo eu alogijdo a hura titular (que foi Pernambuco, Sous la date du 8 Juillet 134o,
mais kuma defesa de justiea do que hum e- vous avez dit :
logio) nao po3so deixar escapar huma torta a- Jij mels en ca raoment, a sa disposiiion ,
plica^So que he faciiicima de occorrer a la eaisse des dp its la somrne que je crois
aquellas, que por ventura estiverem dasa-, en toute conscience lui tre due.
percebidos. j |;jou Monsieur Barrer Maintenant. fai-
A primeira differenga he que o tal Dalo- tes concorder vos asserlions Son Kxcellen-
i go referi-se a um dacuellas candidatos, que ce avec la declaration suivante de Monsieur
I procura.1 as casas dos eleitores iimmIi o le Dpositaire General du district du Rcife
meu escolbido he de bum carcter to dia- de Pernarabuco.
metralmente ooosto essa baixeza que desde Jo** Mauricio d'Olireira Maeiel, Depo-
ja res ificio a todos os eleitores, que digo o ; sitario Geral da Comarca do Recile por S. W.
contrario com a claresa o sem escapatoria de I <-. o Sr. U Pedro 1. que Deus Guarde &c.
equvocos. Nio me refiro s aos de Pernera- Certifico que por este Deposito geral nao
buco masaos de todas as Provincias, on- consta que o Supplicado Cnsul Franeez Pe-
de elle lera sido Empregado. Nem era is lo dro Maiia Alfonso lanere depositarse at bo-
de admirar n'hum individuo qne jnlgou in- I je quanlia algunia p.ra ser entregue ou re-
decoroso faser tal suplica ao mais Alto, e ceber o Suppiicanle Dout >r Claudio Fr/wicis-
mais poderoso Eleitor do Imperio Brasileiro co Jo- Bretn
Esla rara dignidade talvrz nao encontr nara-
lello em torio o Brasil. Portanto j se ve qu;
por esseUdo nao liie pode ser aplicavel tal di-
atribe. He certo que refer asaltas qua-
lidades ; mas isto foi rom .1 maior franquesa,
e publicidarie por este mesmo Diario, e nao
por camiiihos tortuosos 011 embiscadas vis,
abjeclas, e > proprias das figuras traqueja-
das cea sumelnantes Ilii.1 .gis.
A segunda he que o Candidato da salyra
raostra-ie iniuiigoda aristocracia ; mas omeu
escollndo nao s he aristcrata de raca mas
at sai qae muito se lisongea de o ser na ferma
da ConatiiOcj sue nos rege, quero dizer :
por um dislinclivo innoccente. e honroso, que
todos invejj, e nao por domimcao vexatoria.
e arrogante, como a di velh \ Europi. J;i Ci-
ca poi evidente que tambera por esse lado
lhe nao pode ser apphcevel aquelle virulento
Dialogo pois que trata de hu.n infame que
nega a sur preeminencia.
A terceira he emfira que esse Dialogo fala
directamente de hum candidato que segu
todos os partidos !U He quanto basta para
se nao poder aplicar ao meu escolhido 5 pois
que telisiiieute todos sabem que foi sem>re
amigo du lhreno, eseiaprn gllo dos de-
iua)O;ds. e anarcliistas, como j mostrei com
lados acontecidos desde i8a at hoje, qu-
juguera ouzar contrariar.
hu idee de ludo isto tica demonstrado, que
por nenauoi Uo dadoi poderi aquella di 1-
iribe sei-l.'ie uppc.ivel, por maissulil que
>e)aasua viruleata maliguidade. Embora
nao voleiu nelle. Nem poi isso deixo de ter
oiuil* honra de o haver escolhido. Se todos
os votaotea sao filbosde eaaiiiae (como ir-
O referido consta e he o
que aiiirmo por ser verdade. Itecife 14 da
Janeitode 1* \ 1.
O Depositario Geral
Jos Mauricio d Oliveira Maeiel.
pour copie conforme Le Dr. Bretn.
Ausji conciliez vous avec les Articles 1246
ao; et suivanls de nolre Code civil, 3>2,
8i-ii\c de notre Code de procdure civile.
Les ordonnances 1105 c.-s daos le saug denos
peces en 179 i, ne vous seront pas de reste,
i'anl laprit de proctetion vous anime,
Monsieur Le Cnsul qu' a la date du 2*
Septenilire llio, el sjiis le n. Ia5, vous a-
vez cril au maire de Juvaincourt lieu de
mi naissance el de mou doinicile pour avoif
des reustignemenls tur mou coinpte. Main-
tement vous etes informe vous avea re?u la
lponse de Monsieur le Alaire le 11 Janvirr
present raois ; elle est limbre de Mirecourt,
sous la datedu 6 novembre dernier ; son con-
ten u va de pair avec moi sous volre ora-
bre proteclrice.
Si je vous eusse ontrag comme rous 1' a-
vez-prtendu j vous n'aviez qu' vous con-
fotmer aux Art- Set de la loi du 6 mai
i8k), pour me taire appiiquer 1 art. ii\ de
nolre CoJe 1 nal; mais le esntraire tajtt ,
couptez du uta part sur lex Art. 1 4-1' 7 1
iSc. de nolre Code penal rjyez lart. (7 -
re notre Code d'iuslruction ciiininelL-, il raa
donue le lempa desuutaire mes devoirs da
tila et de frre pjur ensuite eu citoygen ja-
loux de mes droits, aliar demandar au-
toril competente Justice contra un .tiagis-
:rat preval icaleur.
Sana Adiau*, Monsieur le Coniul du


.jL
DIARO DE P ER A M) UCO
jf gggggggg_______
Koi, Rcife de Prnana buco le 14 Jenvier
84u
Le Dr. Bretn.
rr-s
m
5*
S. PAULO.
COLOH1SACA 5.
Fin l836 projulei humasoriedade- Auxi-
liadora da Colonisac,io e tire a salisfaco
de ver bem acolhido o raeu plano por todas
es pessoas a quem o apresenlei e nelle se
in.crevera ; porro o mo estado de minha
faude e sobretodo o estado excepcional do
governo do imperio, que desde altoexcitava
todas as ambices tenda a deslocar as in-
fluencias naturaes e sacrifica va us interesses
da sociedade s prelences de governar me
quebrou o animo pan* realisa-lo.
O dia a3 de julho crcou huma nova era ,
que nao se assemelliar s que precedera an-
tes edepoisdo 7 de Abril. Na primeira a
sociedade era nova sem experiencia e ti-
vha a Intar coro hbitos e elementos antros e
exageraces novas na segunda, anda resis-
tas s mesmas causas com outras navas fal-
ttinda o prestigio do throno para comprim -
las. A Providencia, que to visivelmente
tcm protegido o Brasil as suas maiores cri-
ses cullocou sobre o throno a innocencia il-
iuslrada : no coraco puro do joven monar-
cha s cabero senlimentos de gloria e o ca-
Diiulo para ella he exclusivamente o bem da
humanidade. Ja o patriotismo brazileiro ten.
lium principio de vida que o anima hum
centro que o une hum modello que o des-
pert ; he teropo de comecarem a reunir-se
eom ufana os estorbos individuae* para o
bem geral.
Levado por estes senlimentos, vou reorga-
nisar o mu projecto, e ofl'erece-lo conside-
raeodemeus compatriotas, para com elle
applaudirmos o fausto dia a de dezembro,
que se avzinba mais brilhante do que nunca
foi. A bomenageto mais grata que podemos
render ao throno imperial que nos ampara he
dedicar-nos coro desvello'a promover o en-
grandcciroenlo da patria. E que uieio mais
poderoso e mais prompto que augmentar sua
populaco? Ao roestno lempo que a forca
cresce com o numero as eoniribuiges e os
encargos se allivia repartidos por mais indi-
viduos.
Quem olha j nao digo as vastas florestas
em que anda nao tocou a mo do hornero ,
toas a extensa superficie de trras abandona-
das por cansadas como dizem e que s es-
lera a mo vivificadora da iodustria para
rBSlituir-lhesa ac?o da forca productiva a
neidade nao pode deixar de exclamar : O'
l dalem do Ocano vinde ajudar-nos a do-
mar este gigante de.producco que o lie rece
to lacis como ricos despojos! Quem
olha a raiidade das nossas povoaces.
e reflecte que as commodidades e a civilisa-
co logem dos desertos he obrigado a bra-
darcutra ver : O' l l vinde ptessa for-
mar a cunlinuidade da nossa populado oc-
lupondo os largos es pacos que nos separa
Mas quem os retarda ? Ser por ventura o
receio ce mo clima ? JSo c lem elle* on-
?ie ticolba6. Os que prelerem o ardor do sol
temperado com amiudados chuveiros que
enscberbeem a vegelaco ah tem toda a
costa do mar. Se querem sentir fro de in-
verna suba a serra que perto est e nao
se alouguem della. Querem ver todos
es anuos o gelo, e alguns a nev $ la est ao
. ul a frtil que pede sustentar por roeres os
seus habitantes com o saboroso pinho. Se
procurad mus doce clima onde nao se an-
BuiM-t0 os extremos largo e ameno he o ler-
riioiio Lanhado pelo l'arahyba e pelo Tiele
coro es seus numerosos confluentes ; e anda o
gigaiiiesco Paran est no dominio das feras ,
que i esperu o brado do humero para reli-
lareni-se.
(,uiia he sem duvida a causa que os re-
ten eu u vejo. He o mesquinho nbrgo da
patria, lallo dos desaloitunados : elles pre-
lerem huma existencia lnguida ao risco de
4 txporem ao abandono em pair eslrauho
.Esta causa vai desapparecer em nossa pro-
vincia os Paulistas uiai* desvellados pela
vicsLeiidade do paiz .roiges da palriA e da
humanidade, \o reunir-se em sociedade
icm o ui.iso e exclusivo iim de prestar pro-
Itcco e Uvor a todos que vieieui empregar
nos nossos campos ou j.ovoacoes o stu traba -
iho e industria. O estiangeiro laboiioso nao
fcv l mi>ia editubo entre us ; mesmo o in-
ccltiile he nectssdiio que oseja muito para
\tr k iai& ueteMdade* No fausto dia 2 de
ct.t lio (le ib4o ser installuda a S^cie-
cot /iii.uuadoia da Coloniacao da provin-
cia u* S. rWo. JSiiu hepossivel duviuar
a tcnturiem de .ubsc plores.
JUumj iaifa Lutfm Yergueiro.
SOCIEDADE AUXILIADORA Di COLONiS ACA DA
paovmciA de s. paulo*
i. Os que abaixo subscrevem levados do
patritico desejo de promover o bem da pro-
| vincia rer-oniecendo que o augmento da po-
pulacho he o meio mais poderoso para accele-
rar o progressivo desenvolvimento da sua ri-
queza industria e cvilisago estabelecem
na cidade de S. Paulo com ramificaces nos
outros municipios huma Sociedade Auxi-
liadora da Colouisaco-q' proteja elhcazmenle
todos os estrangeiros e cidadosde outras pro-
vincias que nesta quizerem vir estabelecer-
se, ou seja com capilaes ou simplesmeute com
0 seu trabadlo e industria.
a. A sociedade solicitar dos poderes naci-
onaes e dos provinciaes em beneficio dos co-
lonos distribuicao de trras devolutas faci*
lidade de naturalisaco e as isences e favo-
res que rasoadameute possa, ser concedidos.
Oflerecer ao governo imperial e ao provin-
cial os seus serviros, para applicar a bem da
colonisaco os meios que Ihes aprouvur porern
a sua disposico. Prestar aos colonos toda
a proteceo para seguranca das suas pessoas e
propriedades,e pleno goro da liberdade civil e
religiosa manlidas por nossas leis assas li-
beraes.
3. Se os colonos trouxerem capilaes para se
estabelecerero a sociedade quando assim o
queira, ser seu gratuito agente, preslar-
lbes-ha tudas as informaces geracs e espe-
ciaes indirando-lhcs as localidades maisa-
propriadas s circumstanciase planos de cada
hum; inlervii as compras de ierras para
que sejaS feitas pelo seu justo valor ; dirig- |
los-ha as primeiras operaces, emquanlo
elles nao tem conhecimeutosdo paiz.
Esta agencia esteude- se s pessoaa que pro-
jectarem fir e desejarem anticipadamente!
algumus informaces ou disposices, e mes-;
mo empregos de capilaes.
4. Aos colonos que vieren) eslabelecer se
cusa de seus bracos a sociedade procurar
inmediatamente servico e engajamento van-
lajoso supprindo-os no entretanto [com o
necessario do que ser embolsada pelos lo-
catarios.
5. Logo que a sociedade tiver fundos pro-
prios ou sua disposico, far com elles
vant'os para pagamentos de freles, e auxilio
dos eslabelecimentos dos colonos.
ti. A sociedade ser dirigida e administra-
da pela assembla dos socios hum director ,
hum vice-diiecior, hum secretario, hum
lliesoureiro commisses agentes.
7. A assembla ser composla de todos os
socios presentes no lugar da reunio por si
ou por seus procuradores que devero ter a
qualidade de socios, nao podando-se aecumu-
lar mais de tres votos na inesma pessoa pos-
to que lenba mais da duas procuraedes Reu-
nir-se-ha para y iustallaco da sociedade logo
que aos socios pareja sercro em nusnaio &ut-
ficente.
8. Compele assembla dos socios :
I. Nomear o seu presidente e dous secreta-
rios, empregos para que o director vice-
director secretario e thesoureiro da adrat-
nislraco nao podero ser nomeados antes de
approvadas as contas da sua gerencia.
II. 1Nornear hum conselho de laoembros
com 6 supplentes.
III. Eazer o seu regiment, fixar os das
das suas reunies ordinal ias que sero pelo
menos duas aiinualmente : 1.a, para a no- j
rueaco do conselho e adminislraco ; e outra
para julgar as contas do auno anterior de-!
pois de examinadas pelo novo conselho.
IV. Fiscalizar a admibutraco e prever na
applicaco dos fundos e em ludo o mais que
fur a bem da sociedade.
V. Fazer nesta primeira convenci as al-
lerace.es que a experieucia e a mudanca de
circunstancias moslror convenientes prece-
dendo preposla de qualquer socio submet-
lida ao exame do conselho e publicada nos
iornaes bo das ai.tus.
0. O conselho compe-se deamembros,
eluilosd'eutre os socios com ti suppleutes
que subsliiua as suas faltas. Beune-se men-
salmeute e quando convocado pelo director.
io. Compete ao conselho:
1. JSornear a pluralidade absoluta o seu
presidente e o seu secretario e os membros
da adminislraco director vice-diiecior,
secretario e lliesoureiro*
II. Examinar cuidadosamente as contas da
adminislraco do auno antecedente, e tambero
do correle; prover soLre as taitas que eu-
1 contrar e 1 or cautelas para o futuro
III. Fazer regulaniuilos quedinjaoa ad-
1 mimslraco, resolver as duvidas por ella
! proposias, e deliberar sobie negocios impor-
| tantee.
iVj Adttitlir sotos socios.
V. Nomear sobre proposta do director os
coramissarios dos diversos municipios.
ii* O director representa a sociedade em
toda a sua necio, executa e fat executar todas
suas operaces regulando se por esta con-
venci primaria e deliberaces da assembla
e do conselho ; nomea os empregados subal-
ternos e designa os agentes da sociedade ,
tanto dentro como lora da provincia ; pro-
move todos os interesses da sociedade ; convo-
ca extraordinariamente a assembla e o con-
selho ; fornece-lhes todos os esclarecimentos
convenientes ; propoe-lhts 'os roe I hora meo tos
que entender ; ero a primeira reunio da as-
sembla do anno futuro apresenta-lhes o rt-
latoriode todo? os trubalhos do seu anuo,
com o bataneo da receita e despeza e o plano
de operaces do anno futuro.
la. O secretario far a escripturagi* sen-
do auxiliado por hum ou mais amanuenses
pagos* O thesoureiro recebe todos os have-
res da sociedade e os dispe s por ordem
do directer*
13. Os commssarios sao nos municipios os
correspondentes ordinarios do director exe-
culio su-is incumbencias, presto as infor-
maces que po.so convir ao andamento da
sociedade aceito e trausmitlem as propastas
dos que a ella quiserem dirigir-se.
i-> Os socios ero quanto o quiserem ser.,
sao obrigados a concorrer para o bem da so-
ciedade a servir os empregos della a con-
tribuiripara as suas despesas mentalmente com
lllooo rs., e na entrada com huma joia nao
menor de toUooo rs.
Tero preferencia no engajamento dos co-
lonos que pretenderes, mas a sua verdadeira
recompensa ser a gloria di hav:rem concor-
rido para o bem geral da provincia e do im-
perio. (Observador.)
(Jornal do C.)
VARIEDADES.
O Leo de Medina;
Todos sabem que nao sao raros nos lees os
rasgos de generosidade e os exemplos de hu-
manidade Ha historias de todos os gneros
para provar que estes feroies animaes sao a
melbor gente do mundo.... quando por acaso
vos nao devorao Daniel sahindo sao e salvo
da cova dos lees ; o leo esfaimado que aos
gritos de huma mi lhe entrega o filho que j
tinha na boca -, esse outro que veio como sub-
msso cao lamberos ps do gladiador que, em
outro lempo, lhe havia arrancado hum es-
pinho da pata &C le sao anedoclas que
fazem grande honra iatelligenciae grandeza
d'alma dos lees; todava, prudencia ser e-
vitar quanto r possivel o encontr destes
magnnimos senhores, antes do seu almoco.
Por agora sem fallar mais desses lees clas-
sicos oque be incontestavel, anda que in-
verosmil nos pareca, a nos que s temos
visto lees rugindo em gaiolas de ferro he
que elles sao mui suscepliveis de educacoe
civilisaco, e que mesmo ero cerlos paizes com
facilidade se reduz o re dos animaes ao esta-
do de domeslicidade. Filhos de imperadores
e das mais Alustres princezas lem muitas vetes
arrastrado os grilhes de escravo. Conto os
viajantes que os Ingieres ricos na India lem
lees para guardar as suas quintas, e que as
tojas de Surinbam e Calcula se encontro le-
es que abrem as portas ou rosnan como gatos,
emquanlo se demora agente na escolha dos
estolos. l'arece-nos que d'ali deve resultar
que por menos lempo se rcgateie sobre o pc-
eo da mercadora. Conto emfim que hum
leo criado desde a sua infancia com huma
menina, lhe lomro tanto amor que era
seu amigo seu guarda e por tal forma de-
dicado ao seu sei vico que huma noile ..
Mas isto he huma historia que vos vamos
contar.
O amor anda nao ha muito era o encanto ,
o tormento e o senbor do muudo, nao sen-
do portanlo inferior aos senhores, encantse
tormentos de boje. Mas se os paizes civusa-
dos que nem por isso sao a cerlos respeilos
os menos barbaros, se lem libertado do amor
par sujeitar-se industria e s especulares,
elle exerce com tudo seu imperio sobre algu-
mas naces alrazadas ou privilegiadas como
o quiserem e principalmente na Arabia ,
onde e sore seinpre \o ou 4> graos de ca-
lor e que nao goza do governo representati-
vo, lluvia poi anda o anuo passado em
Medina hum vellio mercador de pedras pre-
ciosas chamado Sha Balau que se tinha en-
riquecido to honestamente quanto he possi-
vel a buiu rabe. Sua collecco de rubios ,
esmeraldas e topacios, era a mais preciosa do
Oriente, roas elle teria dado loparios es-
meraldas e r biiis ( e sem duvida seria esta a
sua nieluor tiausaccao ) por hum temo olhar
ou amorosa palavra Us joven Atouya que
era mesmo hum diamante de belleza. Esta
encantrdora menina tendo apenas quatorza
annos tinha visto morrer en pai e sua mi,
nao tinha nem tios nem primos ; e Slm-,
Bahan n'outro lempo ligado p>r interesses
comroerciaes com a sua familia, a recolheo ena
sua casa e lhe servio de tutor. Nao possuia
ella outro thesooro que suas grapas natu-
raes; e quantas princezas e rainhas slo
menos ricas! pui nica felicidade ellas
linli hum amigo ; poucos res sao to fe-
iizes Mas esse amigo era hum leo, o
que tal ver he anda mais raro. Hum dia ,
tinha ella seis annos passando com seu pai
por hum campo longinquo vio hnma pobre
lea ferida de raorte por catadores e seu fi.
Ibinho geroendo junto da moribunda ator-
rando de forae e nao tendo que beber. A-
rouya pedio que a descessem po seu dromeda-
rio e levou huma jarra de leite desgrasa-
da ferasinha. A mi lhe disse muita cousa
com seus olhos muribuados, que fecbou logo
depois para senapre e a menina levou o le-
osinbo, que nao dtixou de brincar com ella
at s portas de Medina* Foi crescendo coro
ella, e nunca adeixou. Mo coma seno o
que era dado pela mo della, dorma aos ps
da sua cama, e a acompanhava ao biuboou
mesquita. la colher flores para ella a-
panbava-lhe o lenco bordado de ouro quando
he caba ou o seu leque de peonas, e car-
regiva tudo que ella comprava. Se algn,
eslrauho se chegava muito para sua senhora ,
herri$ava a juba, eoestranho fazia-se logo
ao largo. Se seus pas a reprehendan elle
se entristeca e ia meller-se n'um canto ;
se ella centava dancava ; ou quando estar
doente o leo na coma nem dorma ; e qua-
ilo de tarde ia passear ao jardim elle a pre-
ceda desviando as pedras e o p de seu ca-
minho ; preparara os coxins de setim em que
ella se havia assaotar ; descancaudo sua
grande cabeca no eolio da joven que lhe a-
lisava o pello esquecia-se contemplanJo-
a, de saudar o accaso do sol nos ardeuiea a-
reaes do Oriente. Emfim elle nao pareca
virer seno para ella e por ell* Tanto o re-
coubecimento he cousa profunda e duradou-
ra.-. ntreos lees.
Quando Sha-liaban abri sua casa hospi-
talera joven orf, foi preciso que WossuoL
(assim se charoava o seu amigo do desterro)
a acompanhasse e entrasse com ella ella.
negociante tere algunas dirficuldades para re-
ceber tal hospede ; mrs, a huma palavra de
Arouva o leo arrastou-se aos ps d Sha-
Baban com ar de supplica, e este tranquila
sou-se immedialamente Entretanto a bella
menina ia (cando poucoa pouco huma per-
feila senhora. Sua figura era como a volu-
ptuosa palmeira, que se curva e levanta ao
sopro do vento da man ha* seus hombros lar-
gos e seu eolio asseruelhavo-se a hnm lago
transparente qnc repousa e seu peilos va-
gas palpitantes que se movem ; seus bracos
torneados que cegavo de alvos tena o fei-
to o mais maravilhoso collar dos Calidas ;
vendo seus dentes miudos e brancas, dir-se
hia que seu proprio collar de perolas lhe ha-
va ficado na boca em algum dia em que alia
se divertio a resolvel-o entre seus labios, e
seus olbos resplandecio como dous soes ne-
gros.
O velho negociante tinha talvez prevista
tudo iste ; sua barba branca caba sobre hum
coraco muito mais mojo que sua id.de e
quem sabe se elle nao linh* pretendido oc-
cuitar de anle-mo em seu retiro e amoldar
U juri mortal de seus derradaros amares !
Entra s veres tanto egosmo em nossas devo
5oes, e tantas pravisoes em nossos actos de
beneficencia 1 Se se soubess^ o porque de
todas as actes. .. mas Dos e sjbe !
Sha- Bahan ea sua moeiedade tinha
negociado e modaliscas e ca val los, tendo si-
do por der annos o ibrnecedor do pacha de
Damasco para seu harem e civallarua Eaa
seu primeiro negocio e esa suas vijgens ha-
via adquirido experiencia sem igual sobre es-
tes objectos de Iuxo e de regalo e por sig-
naes cei los conhecia quasi desde o berco ,
quanto valeria depois huma menina Jou hum
cavallinho e al dizem que tinha hum de-
posito curioso das siugulares analogas ,ue
julgava ha ver descoberio entre a raya das
mulheres, e a dos cavallus de cada pair ; o
todas as suas notas ero apoiadas com dese-
nbos significativos. E cum efleilo, vede
( he Sha-Bahan quem ialla ) vede se os ca-
vallos da Normaudia com sua corpulencia
slida, e com a mu nolavel belleza mas
hum pouca espesad de suas formas nao
irazern memoria as mofas vigorosas do pai*
deCaux j vdese asaltas ladys nao parecen,
da mesma tamilia dos afinados cavallos de
Inglaterra ; e sem fallar dos cavalios da La-
pvua qu Wm grauda meihau9a com *


fclAR fB PERKAMBCO
5
deo l:ujn grito..., Hum rugido surdo respon-
deo a este grito na espessura do bosque e
inmediatamente Ahmed sentio duas possan-
les garras cravarem-se-lne nos lados e
agudos denles rasgarem-lhe o hombro : a
dor e a exaltaco derp-lbe ainda Torcas para
lular algum tempo por fim caliio morto na
areia, Bera bavia elle dito q ue jogave a sua
vida por huta, minuto de Telicidade Arouya
estava desmaida. Mossoul ( era elle ) orgu-
Ilioso da a ler salvado das ms* de luun mal-
vado, pegou riel la delicadamente coni os denles
e a levou cm triurapho para a sua casa de Francisco de Paiva Proessor do Collegio
r-qnenez de suas compatriotas passemos ; casa de teu m.i rido ?
Hespanha onde s nos devenios ocupar das Approximava-se huma tempestarla; o
comparaces da belleza. E ia pordianleo ar eslava como enxofre abrasado ; e, ntmo-
velho fazendo parallelos. S Turcos po- ment dt penetrar n'liuma floresta o cavallo
dem saber certas cousas e fazer taes obser- espanlou-se com um relmpago enorme. O
vaces. |cavalleiro pareos eslava firme es estribos.
Slia-laba vendo que sua oven pupilla. Elle apertou ainda mais a sua querida, que
tinlia cliegado ao ponto de perfeico que elle
esperava, Ihedisse buaaa tarde que ella es-
lava tomando o fresco uo jardim com n seu
leo : Bella Arouya minba querida Glha,
estrella de amor safira da aurora ion te de
eterna juvenlude joia de imperador celes-
te maravilha das trras da Asia ; permte-
me a le ter quatro mulheres lejitraas e
tantas mais quarMas poder sustentar. Pois
bem lancai huma vista raeiga de vossos o-
lhos sobre o escraro que tendes a vossos ps ,
c seris minba nica esposa e senhora ab-
soluta de meu coraco : jyro-vos pelo tomil-
lo de VIToma que todos os mens iheseuros
vos pertencerS se consentrdes que minba
Bidente sede seja saciada nos Inicios saborosos
do jirdim de vessus delicias. "
|| Arouya nunca linha ouvido huma s pala-
vra da linguagem de amor : a noite aoproxi-
mava-se e os sessenta e quatro annos do ve-
liio se envolvio em hum turbilho de nevoa ,
depois a submissao, o recoiihecimenlo e so-
bre ludo a ignorancia das cousas.. Ella
rcspondeo a Sba-Badan : *' Sej i, scnier ,
como desejais. Uepois se relirou para o
leu quarto e dormio como coslumava if.au
onhar com pessea ou cousa alguraa.
Passados oilo das ludo eslava prompto
para o casamento. Sha-liaban veio laucar
do regojo da sua noiva quatro bolsas de se-
quos de ouro epela priaaeira vez laucou-
ic-lhe ao pescado e a a pe leu com Torga.....
Arouya recuou dous passos dando hura for-
te grito. ... o Moussol, julgando apparen-
temenle que sua senliora era maltratada ou
talvez cioso das caricias do negociante, (quem
poder adivinharos pensamientos de lu mi le-
ga ? ) salte)!] garganta de Sba-Badn e a
rusto o salvou de suas garras a pro eeco de
Arouya. J\a mesma noite elle deelarou que presumo e confianca na arte que proTessa.
nao poderia viver na mesma casa cera Mous-! O G.pedao moderno se aprende em menos
ul e mandou envenenar o leo. Arouya { de 3o liyes cem perTeico.
desesperada peitou o escrave encarregado j Ojegode pistola por o methodo de celebre
dette trabalho e conseguio que s llie desse Andrieu primeiro alirader da Europa apren-
lium podereso narctico, e depois de noile le- i de-se em eilo lices e com tanta pereic
vasseesta boa lera ao meiode huma floresta orno quem os livesse pralicado 20 anuos.
mente a nossos Irmos d'Armas para so apro-
veitarem das lices do sobredito Professor.
Babia 19de Ylarjode 18.40.
J V, t. Cmara, commandante d'armas,
Joze Eloy Pessoa Brigadeiro do Exercitodo
Brazil.
crever em dro
calculo mercantil sobre as
classes de arbitrios de cambio segures car-
rerac5ei, rebates do letras letra da risco e
averias coas as formalidades de assentos a
L.scnpturacao as pessoas que quiserera con-
correr a este eludo que comnrebendrr I i mi -
J Joaqun de Magalles e Castro T ado numero de pessoas ; dirijo-se a ra do
Commandante Geral de Polica.
Manoel Rolemberque d'Almeida Ajudante
de Ordena do Commandante da Armts.
Francisco Lopes Jerequiea Ajudante de Or-
dens do Presidente.
Pedro Ferreira da Oliveira Intendente da
Mariana,
CfJLLEGIO PERX4MBUGa.no.
Curso de Rbelorica.
Professado pelo Bacharel Formado Jos
Queimado D. 7 al i se I lie dir a p4ssoa
cjm quem devem tratar para o dito fim ou
dexern seus nomes para seren procurador.
i23~ rreciza-se de 000,009 reis a pra.nii ,'
por espico de dois ennos com seguranua en
um sitio pequeo Ierras pronria e caza de
pedra e cal livre e de zembaracado a pe -
so que quizer azer o dito negocio ; annuuria
a sua morada para ser procurado.
KT Oabair.o assinado partecipa aores-
peitavel publico, que segunda feira 18 do
correte me abre a *ua Aula de primeiras
Medina. Slia-l.ihan nada entenda ra.h
cherava de alegra. Arouya, tornando a
si nao llie deo eselarecimento algum verda-
deira, e tambera chorou..,. certamenle de
raiva e desesperaco e teoa-lhe sido impos-
sivel at boje fazer conceber ao leo que havia
pralicado huma acuo abominavel. O zelo
t vezes be causa bem perada !
Me aaelhor deixar os ledes nos seus desertos
com toda a sua (erocidade do que cria-I os e
dar-lheseducaco. Hum nomeuto che:/* em
que appaiece a lera.
das Artes do curso Jurdico.
letras esa caza de sua residencia
: Cadeia velba : os estatutos de sua Aula para.
As pessoas que se quiserem inscrever po-0!* novos alumnos, sao Trancos 1 quera es
m diriir-se ao Uirecler d'aquelle Colle:'io queira ver e torna-sa mu commodo aos
dem
qulquer hora.
LOTERA do theatro.
Os Bileetes da a. ** parte da 5. Lote-ia
cujas rodas ande impretervelmente no da
l, de Fevereiio prximo futuro, acho- sa
a venda no Bairre do Recie as Loges do
(Archivo.) j Snrs, Manoel Gancalvcz d* SUra e Vieira
(Despertador.) j Cassbisla 5 e no de S. Antonio as dos
i Snrs. Bustos & Cesta na Pracinha do Livra-
tento e Maneel Alves Guerra na ra uora.
LOTERA do LIVRAMENTO.
AULA D ESGRIMA
Estabelecida nesta capital.
Francisco Gayrel, de nsco franceza,
Mnssbro d'acadeaaia de bellas artes proessor
D'Esgrim* por um methodo moderno } ex Theseureiro dsLeteria faz teiente ao
Tenenle do Exercilo liberlat'or de porlugal; respeitavel publico [ue como ai a venda des
no tempo das Lindas do Porto &c &c. tem a bilheles com grande anuencia] que deseja qu* I ,errfas abarrai!U'ls n0 lu5ar d ^aiiguin
honra de participar ao rispeitavel publico des-1 es amanles deste jojo concorra'o para a com- ;^ndo umadellas a em que rexidio o E:
ta capital q'vai abrir urna aula da arle das ar- I P para o mais breve annunciar maro- blir' ,5lspo D* T,,o05f* u* Noronha ,
mas, na ra do Hospicio deTronle de Joze Ma- lerivel dia.
rie Scheer, onde dar licoes a todos os Srs. q'
quizerera fazer honra de se servirem do seu
Aviejo Diverso*
Snrs. paes de (familias pela commodiJada
destes nao dispenderem com seos Cilios raaij
do que (as mensalidades, ficando a carga do
abaixo assignado lodes os aecessorios pira a
expediente de seos alumnos.
Polycarpo Nones Correa.1
t&T O Bacbarel Formado Joo Antonio
de Souza Bel'ro Araujo Pereira subsiitu-:
to de Rbetorica e Geographia do Lyceo >'
propoem-se a eosinar em sua casa durenta
o aniio lectivo, ILhelorica Geographia e
Geometra 1 quem do seu presimo se quizer
utilizar, dirija-se a ra do Colegio ao so-
brado, n. 7, no primeiro andar, para se mar-
car o dia, em que bao de ter principia as
leeces,
tsf* Arrendao-se duaO moradas de caza
terreas abarracadas no logar do .1fatiguinho
va
a
quaes permitera um commodo para grande?
familias por contereaa cada urna oito quar-
tos, senzalla para pretos, sallas de vezitas
forradas estribaras logues Ingleses
muito bi agoa de beber : as pessoas quesd
propozerem a arrendar dirijo-se a ra do
liortas sobrado ?o : e adverte-se que
yi
a algum.s leguas de Medina. Moussout vi-
veria Ion ge del la mas ao menos vivara.
No eulr dia fez-se o casamento. Havia
O jogo de lorcrele se aprende de 4 a rj me-
zes lomando o menos ao lices por mez os
discpulos (icario apios de presenta!em m
entre as testemunbas de Sha-Bahan huaa sala d'esgrima capasmente.
nos seu prente chamado Ahmed que j N B. O esptdo de cavaHaria nao tira van-
tinda de multo lenge. Elle vio o roito ale A- i tagem contra este moderno metiaode era
rouya por b^ixe da pona do veo levantada pe- p nem cavallo elle tem mesmo ventasen
lo vento, Arouya o vio a seo goslo atraves do contra um cavalleiro armado de lanca lem
veo q;occuItav-...Sha-Baban lliepareceo logo de mais a vanlagem de dar faculd'ade a
extraordiua 1 lamente le* e odioso. Quamoao quem sabe servir-se d;ella de uzar com van-
joven Ahmed sua cabega exalteu-se e elle tagem de urna bengalla ( arma que toda o
se decdie a jegar sua vida por hum minuto
de Telicidade. Arouya devia acompanhar no
rccsnio da ,eu marido para huma Tazenda
mu distante de Medina onde Sha-Bahan
tinha huma irm muilo velha. Ahmed a-
cheu meio de entregar noiva hum rama-
lliete, cujas lores tallavio le amor sem fim, j nem e que desgracadamente em
a pediao liuma esperanza. Arouya tiroui mente de perturbaco Taz aljumas vezes cabir
parlicular traz com decencia para passear )
A bengalla he urna arma propria para todo o
hornera de bem, muilo mais delenciva e Co"rreia queira-0 declarar sua morada
menos pengosa ara a concervaco da honra i 5er procurado.
do individuo que OUtrai muilds armas d'al-
gibeira de que aauites individuos se mu-
huma flor que queiia dizer; Agradego-vos,
e outra que significava : Eslou trate cas
do ao inTeliz Ahmed.
Sha-Bahan chegava apenas a casa de sua
irm, onde pretenda passar alguns meses ,
quando lecebeo avise para voltar immediaia-
jnente a Medina. Tratava-se de ganho ou
perda de mil sequina e se o negociante era
amante o amante era negociante ; cm con-
bequencia deixou Arouya nao sem lhe di-
zer mil huesas e deixar mil recommendaces
dizeudo-lhe que quando ella aslivesse bem
descantada d'alli a cinco ou seis das a man-
dara buscar pelo seu fiel eunuco Lolo, se elle
mesmo nao podesse vir em pessoa.
JNo quinto dia Arouya locava harpa para
divertir sua tia e para pensar mais amorosa-
mente em seu piimo quando viero preve-
nidla de que o eunuco Lolo a esperava com o
niethor cavallo de seu marido, que Ta ra a
viagem a Medina em quatro horas de noite ,
porque era preciso nao expr-ss aes calares
um mancebo de boa familia e de boa educa-
cao em ira bal los,
O proessor uo pretende vulfjarisar a
use- JNa ra das Trinxeiras sobrado n.i,
cozf m-se costuras de todas as qualidides e
tambera marcarse j ludo por preco com-
modo.
tsr Pertende-se alujar um sobrado de um
andar1, ou urna caza terrea que tenlia quin-
tal cacimba e bons commodo para urna
, Tamilia ; sendo no Bairro de S. Antonio e
todo o I.uniera de bem devo evitar, e que no excedendo o seu aluguel de iiU |6U
nunca se deve valer da sua sabedena na L se dar quatro a seis meses
arte das armas, para oflender a niuguem ;
mas mu para que cada um possa defender seu
rrt?
as armas para dar lugar a vis duelos que \ farai|i, sendo no Bairro de 6. Antoi
U
dianlados ;
quem tiver annuncie.
%3T Compra-so urna preta de meia idade ,
A pessoa que quizer comprar 2 sa-
fas, 6 cadeiras americanas, 1 locador, 2
mezas piquenas ludo isto. novo e por preco o arrendamento, he por preo bastanto ra-
muito commodo ; dirija-se a ra do Rangel soavel.
O. 18 primeira andar. \sr" Quera quizer roupa lavada eengo-
asa- O Professer da Pbilosopkia do Clico rnada ; dn ija-se a ra do Rozaro larga "n
gio das Artes tem aberto de novo o seu Curso i sobrado de dois andares D. 5 no segundo
ale Pkilosophia no Callegio Pernambucaao andar,
ra do Atierro da ffeavista 1 as pessoas que
Jesejarem inscrever-se poiem dirigir-se ao
mesmo Collegio, a qulquer bera.
t3T A pessoa que annunciou querer ven-
der 10 cadeiras e um camape de Jacaranda ,
estando em bom estado ; dirija-se airas do
Theatro armazem de vender taboas de pi-
nd que se dir quem eompra.
tsr Pedc-se a qulquer dos passageiros
que viero da I llia de S, Miguel caso lenho
algumas cartas para Joze Ferreira Marlins
Aluga-se o a., e 3. andar, da caza
da rni da Moeda o na bons coaaraodos; os
pertendeates dirijo-se a ra do Vicaria
. 11.
t> Aluga-se a caza terrea na ra di
Cutuvello bairro da Boa-vista com bons
cowmodos ; os pertendeutes dirijo-se a na
do Vigario, D. 1 a.
%ST O ourives Trances JosePloyou, qu
morava no atierro da i'-j- vista, perto da pon-
te faz saber aos seus freguezes, que elle vol-
tou da Franca.
*~7" Convda-se aos Snrs. Socios da So-
ciedade Lubentiua em Beberbe acompare-
ccrema partida da noite do dia ?1 do corre-
te vespora do levautamento da Bandeira di
Padroeiro d'oqulle lugar ; assim como as pe: -
.)oa; que lendo sido aprovadas inda a*o
comparecero a tomar assento.
tj^jN Quem annunciou querer Talar a Ma-
noel d'Aiuquerque Barros Cavalcante a ne-
gocio de seo interesse ; dirija-so ao escritorio
do Advogade Joj Baplista Soares na rua
da Concordia por detras do Convento do
Carmo em qulquer dia i?til*, ou annuncie
e que
direito com honra e sua patria com denodo, que enlendu de todo o servico de casa : quem I sua morada para s*r orocurado.
A espada loi a arma de predilecco de todos '
os povos civiliiados Toi sempre a insignia
sagrada de um oflicial de benra e sua prin-
cipal coudecoraco : he com a espada empu-
nhadaque o oficial condus sua campanhia;
seu batalho, ouseu regiment contra o logo
do inimigo da sua patria.
Fui com a espada na mo que os Romanos
nascimento ao primeiro imperio do bre pinhorts de relogios.
dero
universo c conqmslarao a maioi parte da
Europa; foi com a espada na niau que o gran-
de JNpoleo illustrou as armas francesas;
Toi com a espada na mo que o illuslre duque I do Carmo, U. 8.
Precsa-se alug ir urna escrava fiel, a
desembaracada para faser o pequeo servi^
co de urna casa de diminutissima familia ,
pagaudo-se nove mil e seiscenlos reis meu-
saes : a pessoa a quem couvier este negocio
annuncie a sua morada pura se procurar o
tratar do ajuste.
-----Ura rapaz portugus de boa conducta ,
que sabe bem ler, escrever e contar e coa
A pessoa que annuncieu queres Cem- i pratica de armazem de assucar com 18 airt
piar urna ireta de meia idade que fassa b : nos de idads, offerece-se para caixeiro du-
servisa de huma casa
ativer annuncie
- Precisa-se de urna lavadeira ,
lave bem ; na ra das Cruzes, D. 18,
- Mr, Kissel relojoeiro no atierro da
Boa-vista compra relogios de boa qualida-
de m segunda mo e tambera vende em
cenia, e faz-se troca afiancando-sc aos com-
pradores ; na mesma casa da-se diulieiro so-
dirija-se a Gamboa ; ocenpaco ou para outra qual.juer : queaa
j delle precisar annuncie.
do da. O sol j era posto e velda an- Welliogton illustrou as armas inglesan j foi SST Precisa-se falar com o Snr. Manoel! or Precisa -se encarecidamente allugai
les de deitai-re quiz ver pailir sua sobri-
nba. O escravo de Sha-Bahan pos pe era
tena saudou tres vezes levantando suas
ttos cima da cabeca sentou Arouya sobre
o formoso corsel monlou logo i garupa ,
segurando a^sim a moca pela cintura. Em
hura abrir de olhos cavallose cavalleiros des-
aparecro. Em menos de nada tambera A-
uuya percebeo que era dum lalso Lolo quem
a levava.-- "Qu sois vos Abemed iSou
uiiuha divina Arouya. E pan onde vamos
fiMaimento cara a aspada na mo que o im- j Vieira Lima a negocio de seo interesse j ua i urna casa, no bairro de Santo Autouio. qaa
mortal Duque de Braganca acjmpj.ihaJo ;iua do Crespo leja da Joaquira Vigas ou jtenha quintal e cacimdi, e que ni jaxce.U o
de seos geners.es e bravos officiaes de independencia e liberdade em dou mundos.
Nos abaixo assignados alrmamos ter ve-
rificado o jogo d'espada moderno ensillado
por Francisco Gayrel Proessor de Naci
Franceza e muito convencidos estamos ,
que este jogo ifiu grande vanlagem soore
todas as armas brancas deque temos scien-
Ce h aparecido ? julgamoi por tanto de ver
iim?-- Para qulquer paite eaceplo pal envidar iodos os buiduiu, e pozui>a-,-^ojpor partidas dobladas e platica de ?3-*e a ra do CollegiaD. ii.
C5~ Precisa-se*atugar ura sobrado de dois
andares, sendo as ras sequiles : rui U-
reita de Livrameuto, Q leiraado Rosario,
c palio do Carmo ; quem o liver annuncie
para ser procurado.
-- A Pessoa aprovada com corta na real nu-
la do Commarcio de Lisboa ensina o mes-
mo ensmo uesla Cid:i.'!n
.1 saber
escriptura-
famiha ; quem a tiver anunncie sua moca-
da.
tSS* Huma pessoa de boa escrita seofe-
rece para caixeiro nesta praca ou Tora della;
quem do seu (resumo sequiser utilisar, an-
nuncie sua moradia.
-----Quera quiser comprar carne do sertaa
muito sorda a duteutos reis a iiura diiij<


DIARIO DE PERNAMBCO
R
Mi
tsr To-se aoo,ooo s premio de dous por
rento no me, com pinhore de ouro ; na ra
nova D. a 9.
^ Avisa-se. que as duas partes da casa
terrea junto a casa do sobrado que foi do
Fallecido Conejo Monleiroem o principio d.
ra de S. Rento cuja casa tem andado em
diario por vezes ltimamente era o diario de
i do crrente mez assim como a casa ter-
rea da ra nova da mesma Cidade de Olinda,
as qua.es forSo da fallecida L). Anua de Mar-
ros seacbo hypolhe 6.00 000 obligados o devedor e soa mulber
a nao eoderem altear ditos predios sugeitos a
dita bypotbeca sem pagaren) prinueuo ao
credor A vista disto quera quiser negociar
ditos predios allende a bypotbeca para nao
expor-se aconleslaces.
S9T Aluga-se ani sobrado de um andar em
Onda na rua Je S, Cento ciefronte d la-
deira do varadouro com bous eommodcs
quem o pretender diri ja-se a rua do Boto fim
. ai ou na rua de agoas verdes I) 38.
ts^ Qusm quiser rebater nma letra com
seguranca a um e meio por cenlo, dinja-se
as 5 ponas loja do S;\ Viaiina.
tsy Pcecisa-se d 800,000 a premio com
bypotbeca em tres escravos, dar.yo-se premio dessa quanlia o ganho de um del les ,
que he looe por dia ; quem quiser dar an-
uncie.
tsr Antonio Jos de Seqneira Jnior mm-
Urou por conta do Sr. Francisco A Ivs Pinto,
do Rio Formczo dous meio! Imbeles da se-
gunda parte da quinta lotera do Ihealro de
numero? a45 e atj).
tST JosdaCunba retira-se para a eu-
ropa.
SS7" Precisa-se de um rapaz portuguez de
idade de ifci anuos para urna loja de minue-
tes ; na rua do crespo a fallar com o Abreu.
er Aluga-se um sobrado novo I). 18 n
parola a 3ao o frasco meias pretas compri-
das, e curtas ; bicos do linho estreitos gar-
rafinbas de tinta preta a 130, ditas encar-
nadas a l5o grvalas de selira e sarja 1000 e
, 1ao e de outras qualidades a 64o e 8oo .
a Collegioloiaderelojoeiro, e no largo do Li-! estropea de burrada l otramente teja do Snr. Gabriel que fice na 3 udeaas por preco commodo; na rua do Ca- L lorentina em casa de J Beraoger.
nhando a vigsima parte dos premios, cabendo
na sorte de 6 000,000 reis tresentos mil ris, a
preco de 46o nesta Typografia na praca
da Independencia n. ao na rua larga do
Rosario.loja de miudezas D. 7 na rua do
ter Cadeiras americanas tanto de asiento
de pao como de palhinha ditas de bataneo ,
camas de vento de amarete muito bem feitas a
45oo ditas de pinho a 35oo e taboado de
pinho da Suecia com 5 polegadas de grossura
que
principio do beco do Padre na rua direita
venda que foi de Jos da Penha, as 5 ponta>
venda do Sr. Manoel Joaquim Pinto Machado
Guimares D 10.
Sr Capim de plaa rouilo verde a a4o
I rs. a arroba, e um punco mais ordinario a
200 rs, ; no sitio iMajor Mayer no corredor
do Bispo indo-s l corlar, tambera se ven-
de algum partido.
Mr Urna loja de ierragens sita cm urna das
melbores ras do bairrode S. Antonio; quera
pretender annnncie.
tsr ma preta de angola de idade de i5
a tinos ptima para o servico de campo no
atierro dos airogados venda defronte da fa-
brica de rap
C3> Lima molata de idade de at annos ,
boa engoramaa'eira, cose cha cozinba o dia-
rio de urna casa, com una f lita cabra de ida-
de de 5 annos ou troca-st por urna negra de
todo o servico ; as 5 ponas padaria L). ao
tsr Um negro de idade de a4 annos hora
canoeifo e traba lbador deenchada ; na rua
nova padaria l) 16.
bllfl D. 4
ts*- Enchameis de mangue de 28 a 3o pal-
mos tima canoa de car reir quebrada da-
se por todo preio ; na rua da praia tanque
do Vianna ou na rua do Cabug D. 4.
ST Urna casa meia agoa na rua de S
Thereza D. 1 por um cont de reis e
rende 7500 por raes em cbos proprio* ,
tem dous qtiartos sala adiante cozinha
dentro quintal 6 -acimba ; a tratar na mis-
ma rua venda, P. 1 u oa rua do Colegio
cora Jao Pinto de Quciroz.
ssr Duas prelas mocas, ama dellas he
boa cozinheira enflommadeira e costurera ,
Escravos Futidos
V3T No dia q do correte fugio do abaixo
assignado um negro creoulo de idde de ao
annos de nome Cosme, grosso do corpo,
cara larga com marcas de surra de su an-
tigosr. um brinco na orelba e lie natural
do serto ; quem o pegar leve na Boa viagem
sitio da Cruz ou na rua de agas verdes D.
ha que sera recompensado.
tsr Fu do no di*
4 do p. p. um preto
creoulo de nome Antonio Pedro altura re-
gular cora cheia, olhos gr&udes com prin-
uma molata de idade de ao anuos com a& j ripio de pedreiro he natural do Brejo da
mesraas babelidades dous pretos para todo 1 Madre de Dos, aonde lera pai e mi, e tal
o servio e um delles he bom canoeiro a vez alii esteja a titulo de forro foi escravo
moleques de idadede la annos j na cua de; do Srr Jas Peres Campello snr. du ea^enho
agoas verdes casa terrea D. 37. Cangass ; que o pegar leve a rua direita
cr Volumes de leis de iHs- a 18J9 me-
morias da carapanha de D. Pedn historia
da reveluco francesa, dita do brasil dita
d iNapoleao dita natural itenerario do
Rio com mappas cdigos dos juizes de paz ,
tST Xovecasaesde pombos escolbidos a! vademcum para os mesmos manual ite-
nerario para os mesmos ,. guias dos juizes de
orlaos cdigo do processo criminal ditos
tsr Fugio no da 13 do aorrente de ma-
drugada de bordo do Brizne Conslaate, um.
negro anda moco e bastante bucal de no-
me Pedio, naci angola boa estatura, bs-
tanle reforcado dn curpo costuma trazer um
brinco na orelha ; quera o pegar leve a rua
do A mor ira casa de A! adiado, Santos & Fir-
raina que recompensar.
ki** No dia 14 de Novembro fugio da Til-
la de Flores em Paja.u um negro creoulo de
nome Lucas bem preto alto espadauda ,
- Alem de muito mais qualidades de ^a guarda nacional vademcum para a mes- I com fa lia de alguns denles na boca, andar
o, vende-se bar- 1 raa ruinas de Volney alfabetos the.rau- j ligeiro naoco be casado levou urna redo
quem comprar todos se dar mais em cauta ,
na rua da roda D. al.
US"
annos
urna cria de idade de 5 annos
Um prende nacao.de idadede 3o do jurados ditos criminal do Imperio, an-
, faz lodo o sei vko de urna casa com I niies da legisJaglQ das provincias do imperio
;ia de idade de 5 annos; na rua da! regulumentos das rellaces de dito, constilui-
(iloria casa defronte do conveoto D. 4r. | rao poltica alvai de 1754 novas guias
padaria I)..".
lonca fina por preco comraod.,
ricas cora aparelhos completos para mesa con- ro de meninas Simao de. Mantua bibliote- e um cobertor de panno da costa 4 quera- o
lando o seguate ; duas terrinas para soupa ,[ constituicioaal; modelos para os meninos, pegar leve a seu Senhor o Viga rio Joio Evan-
gelista Lial Periquito que graticar.
dias Santos da l'esta do
ovo da muriheca, um
rua do Ranee! de dous andares 0soto o com Vraa e Colbr 4 d'tas Dar mcllio duas regulamento das alfatidegas rudo profeta gelisla Lial Periquito ,
prelendenles'ditijo-se junte a torre do Li-Iseladeiras 18 palmos travessas 8 pratos lasmo manual dos agricultores do brasil, *" I-ugio pelos d
rraraento ai. i com ta rapas 4 duzias d* pratos fundos, 8 noticia desenpta da provincia do Km Grande Matal do ngsuho 11c
cr Tendo o Sr. Tbesoureiro da rifa do |ditos rasos 4 ditas para frtelas, 4 ditas pa-
Sr. Siqueira ito um annuncio em o diario ira doce ludo por preco de 7a,000, e ura
11. 7 do cjrrente em o qual certifica o an~ op'imo sortimenlo da vidros de cristal;
daniento da dita rifa com a segunda parle da loja de Ipuca atraz do corpo Santo n. 66.
quinta lotera do ihealro > que corre em o
primairo de Fevireiro, o aliaixo assignado
continua a vender o restp dos billietes uo pre-
co deboooconforme ja annunciou em o dia-
e se oEriga a fazer valioso dita li-
na
s?~ s cadeiras, um carnaje duas ban-
da S.Pedro, volumes do museo universal, mulato olcial de pedreiro, chanada Luis,
e 106 qualidades de novelas, todas uioder- he bem canbecida das olliciaas da masraaolH-
nas e interessanles ; na rua do Vjgario n. iti ci desla foi escravo de Antonia Luis mu-
era casa de L. A. Uubourcq, rador na atteiro das cinco ponas ou ao*,-
Taboado de pinho da Suecia de eos- dos; repiezenla ter vinte e tantos anuos,
quinhas, urna banca de meio de sala ludo ^o costadinho, assoalho forro, e para cor natur-l., puxando a alvaiento, altura
de jacarand- 3 pares de mangas de vidro fundos de barricas, a preco mais commodo. mealiana tam os denle* limados ,. tocador de
3 rJilosde casticaes, e um caijdeiro de meio dequeem nutra qualquer parte; atraz da viola, tem uaa marca de erida em urna da
desala, por preco commodo; na rua do Fa- casa da opera armazera de 3 portas junto ao pamas; quem e prender tere nesta praca,
tem o priraeiro de Fe?ereiro connrmo est gundes lado direito D 4 sobrado do Sr. Manoel A. de Jess, ou a fallar, a Manael Francisco Durans rua da praia ,
amiuuciddo ; os bilheles venJem-se na rua da I CT Um citante urnas laboadinhas, urna com Joaquim Lopes de Almeida caixeiro do arraazam de carnes sacas, ou a CetanoJoze
cadeu do Reie casa Ue cambio 11. 48. Gre- | derrota graramatica franceza histeria de $" Ja Matheus. da Silva na rua do colegio au aa Ulna. Sar.
gorio Aniunes de liveira.
Avisos
(nsiad e o primeiro lomo das noutes de *ST Farinha de nganilioca a melhor que ha P rele lo para o mandar recolher a cadea ,
. Young em francez ludo uaado e por preco porte, pela sua qudidade e chegada cansa que a paucoi das andar nesta piuca,.
'itlOS. commodo; na rua de S. Rita nova delronte ltimamente de S. Calharina ; a Bordo do tsr Ne dia 10 do correte fugio urna ne-
cia Ijjreja e junto a venda. Brgjie Minerva ancorado na praia do Colegio, gra de nome Joaquina de naeo mocambi-
e carnudo, bem
PARA O CKA1U' saldr muito breve a
Sumaca Feiicidade i Mcslre Jos Rodrigues
Piuheiro or ter a muior parte de sua caiga 1 primeira muda; e outro no carrego largo
rpo,
com um signal no regeila da perna
prompla ; quem quiser carregar ot: ir ae pas
sagem enlendo-se com o dito Aleslre ou
coqj seu douo Antonio Joaquim de Sou*a Ui-
be ir o.
PARA O FilO GRANDE DO.SL o r-
gue Brasileirq Constante, Capitn Manuel
Marciano Fer reir 5 quem quiser car regar
alguraa carga miuda ou escravos e mo-
mo ir de passagem para o que lera exceden-
tes coramudos falle cbm Vlacliddo Santos &
Firmino na rua do Ainoiiui ou com o
Capilo.
PABA LISBOA o bem conbecido Brigue
ljom
recebe
urna eoutra touza diiija-se atraz da j
nhado Corpo Santo D. 67 ou ao dilo Capilo
J. K. Amaro.
tr'fous cavallos bons carregadores de- e eroporIo trata-se com A F. dos Santos que, baixa xeia do cor
Ijaixo at meio e um del le est tazendn a Braga.rua o* Moeda, U. 14 prela .
Ksr lima morada de casa de dous andares esquerda levou veztdo novo de rscad es-
esolo sita na rua da senzala velha D. 38 curo com um laboletro vendendo me!oes e
em chaos proprios ; a tratar na rua da cadeia melarcias julga-s esla'acoiln!a na capua-
na quina da rua da Madre de Dos rom Joao ga ; quem a pegar leve no atierro dos ato-
Vaz de liveira. gados casa nova ua quinada rua do ouro,
tsr Luna venda no paleo no Terco D. 6 qua ser recompensado,
com commodos para familia e bem acredi- ssr A ao, de Movemhre passado fugio
na rua direila I.) ao no segundo andar o ia- lada i tratar na mesraa. da Villa do Fenedo provincia das Alagaas ,
do do l.ivramento *ST Cera branca para lima de chairo a 860 um negro creou de nome Jos Wat lieos, com
tST Cera branca para lima de ebeiro a 800 a libra e casta o has de caj novas a 20 jo o ofociode sapateiro, alio, cara cheia, bei-
rs. libra, e sapatos de burracha ; na rua do alqueire da medida velha, ditas do anno pas- eos grossus e um mais que outro, o* dedos
Bai.jjel sobrado que lera um retabola develas iadoai23o; na rua da Madie de Dos loja mnimos dis mos muito pe,|ueus ; quemo
pialado i:a varanda. IL '* defronle da rua do encantamente pe,ar leve a rua direita na casa de Jos Vi-
fr^- Urna escrivanhia de prata contraste-' cr Lina loja cora fazendas ou sem ellas, cente Aiangueira D. 3i que ser recara-
de ntgocio; r.es- peuaado.
acompanha a qualquer cavalk na esquipado ;
na rua do crespo loja D. =.
ur Meia duia tit cadeiras amcri.anas ,
uas bancas de amarelio urna cama de an-
gicorom coi.\Ses e urna porco de vellas de
carnauba a 10a.jo a arroba ea 36o a libra ;
m Jess, Capilo Joio Rodrigues Amar, da com 459 oitavaa e de encllenle modelo, em umadaaprincipaeajtua di
:ebe passageiros e uiguma carga, para i sem lelio ; na ruadas larangeiras no prr- la Typografia se dir
ia eoutra cLuza dniiao-st atraz da prari- imeiro andar defronle do nincho S^r 4 escravos sendo ui
C o 111 p v a s
tsr Obras de ouro velbo sem feilio ; na
rua do Cabug loja de fazendai D. a.
tST Lm negro possanle proprio para ar-
mazera de assucar ; na rua do Araorim a fal-
lar com Machado, Sanios & Firmino.
pudo-, e 100de largura com bastante pei-
xe ; na praciuha do Livramento D. a3 ou
ao mismo sitio ca dita casa a cima que del-
ta os lundos para algreja.
KST Portees completos coidss portees
tST FOLHINHAS de Algibeira Porta, completos e conloes para coibeiras janellas
Padre, impressas nesta Typografia e bem completas e cord oes ludo segundo as pro-
Ve 11 d a s
m carpinleiro,
SST Uoia vacca boa de lette com be/erro outro com principio de carpina o terceiro ja
pequeo; no largo da praca da Independen- de idade proprio pare Iratar de sitio por ser
ia boje at o meio dia. pssa a cua oceupaco a 10 para ia annos ; e
S34T Um terreno em S. Amaro com 15o urna uegrinba de Idade de 10 anuos adver-
>lvimno do Jrto
NAVIOS EMTRADOS MO DIA ia
palmos de testada io4 de fundos o qual te-seque estes escravos nao se vendem por LIVERPOOL; 43 dias, Brifue Austriac
se acba edificada urna pequea casa nova de; viciosos mas por motivos que se dir ao |3Uona Metildede aai tonel'. Gap, Ge-
pedra e cal noalinhamento da rua da Au- comprador ; na rua nova da trempe sobrado
roa e um viveiro com ti6o palmos de com- i novo com mirante.
contiendas pelaexaclidao do calculo ; na pra-
*; da Independencia loja de livros n 3; e 58,
na rua do cabug lo|a do Zr. iiaudeira na
rua da cadeia do bairo do Recife loja que foi
do Sr. Quaresrau na rua da Madre de 1 eos
na venda da quina defronte da Igreja no
biterro da Boa vista loja do Sur. Moreira Das
D. 10 -. e na botica do Snr Moreira. deron-
te da Matriz ; e em Olinda boina da rua do
\mparo.
sr CAUTELLAS da Sociedade Fortuna
purcoens das posturas mucipaes e sacadas de
10 palmos de coraprido ludo em pedras de
granito; nn rua di Cruz >. 56 no secundo
andar.
liT Para lora da provincia um creoulmho
de muito linda figura, e habelidoso, ao com-
prador se dir o motivo ; na rua da Floi en-
tina velha lado do rauro.de S* Francisco cusa
junto a fabrica depipelao.
tzr Encord ces para violo as primas,
segundase terceiras a 8n rs., bordoensja Sao
jr9tjralka, da Lotera do THKATRO ga j n., aboluaduraide tetros 7*0,' macana trai do Corpo Santo n, 604
ssr Urna escrava de nacao com idade de
jaatnios, engoma cose cozinba j cuita
de imanos, oulra de 10 annos crela um-
itas so do acfluteuin; na rua 1 ireila, D. ao,
ludo do Liviumento.
s^- Gamelas de cera branca de boa qua-
lidade; na rua da cacimba armazera de Pau-
lo Jos Alves da Silv.t & 11 mao.
ssr Um braco de balsuca do author 11o-
mo com 7 palmo de comprdo e novo ,
[vindo no Brigue Flor de Beirisj na rua da 'RIO DE JANEIRO ; Brigue jNac. Matildes,
Cap. Antonio Jos Lotirenco carga sal.
ENTRADO KO DIA i3
AMSTARDAM 5 74 dias Escuna Molandc-
za Comelins de Assitiector de 209 tonel.,.
Capilo A. A. Boxgmans equp. 9, car-
ga varios gencrs ao Capito.
orge Previssick f equip. 11 carga fazen-*
daj ; a Crabiree & Companhia.
AIS GOLA 19 das Brigne Porlugue* Pa-
quetede Loanda de 19a tonel. Cap. Jos4
dos Santos Lessa equip 14, carga vano3
gneros ; a Manoel Joaquim Ramos e Sil-
va passageiros J.
HAVRE; 3a.das, Barca Austraca Peras*
tinade 319 touei., Cap, D. Gsg rica, equip
l caiga fazendas a Ordem.
SAH1D0 NO MESMO DIA
Cruzn. >;.
Sr Um cavallo melado a patacado bom
carregador baio e muito ardigo, aaa
ponUa 54
S?r Telhas de vidio de superior qualida-
da chegadas ltimamente de Hamburgo
na rua da C;u< armazemdo iouca n, o e
..____ic......ti. aa


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