Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04193


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Full Text
Amnodr1840. TaSg Feira
TikJo agora depende de mi aaesmos; da nowa nradencii, mcd.tr t
Cao e euergia : continuemos como principiamos, e seremos apealad M
com admirada entre as Nacoes maia cultas.
ProelamacBO da Assemblca Gera! do Brasil;
I
Sobcreve-ae par. cata U.ha a 3Jooo por quartel pagos .diantad, M
Beata jpograha, ra das Cruzes D.5, e na Praca a Independen-
aa n. .Y;, e 38, onde se receben correspondencias leealisadaa e n -
vSST'JZSIr* e4teSgr',i,' -nd0dos W3 assign.'ntes,
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
29 de Dezkmbro. JVm. 281.
1-U.t..
f
*4.
CAMMOS. Deieubo
Loadres......90 a Si d. por Ijooo ctd.
Lisrr 1...... 80 por c|o premio por metal o Aeree ido.
Franca ...... 31o res por franco.
Hio de Janeiro ao par. Contp. Yendas
ORO ~ Moeda de 6J4oo reis, Telhas i^goo i5#oo
Ditas ,, novas 1I&600 143800
n
n
8#3oo
.#660
i#66o
i#fcao
i#4<
Cidade da Parahiba a Villas da sna pretcneo : .
Dita do Rio Grande do Norte, c Villas dem .
Dita da Fortalesa e VilUs dem..........
ES j ^"T*...........*
*rt da Ol.nda.................,
Villa deS. Anuo.................,
Dita de Garannuns e PovoacAo do Bonito.....
Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Formozo, c Porto
'."d; ,a* Ai,a8 de Macei.......
Villa de Paja de Flores...........,.....
Todos os Correio partcmao meio dia.
PHASES DA LOA NO MEZ DE DEZ.
<
1
i
...
Cairo
[Seg. eJSextas feria*;
. Todos os das;!
. Quintas feiras.
lo, e 34 de cada mes
1. 11, e ai dito dito
dem IJj 1
dem 13, dito dita
Quart. rese, a a as
I.iiit Cheia a q as
Quart. minf. a l5- as
La Nova a a3- as
i b. e58 rada man.
1 I., e jli ra. iiu man.
6 h a 43 m. da tard.
7 h. a 4 m,' da tard.
Quart. cresc. a3i as 8 b. e ao m. da tard.
Mat thcia para o dia ao, de De.zembro,
As 9 horss a 18 minuto:, di mannt.*
As 9 horas e 41 minutos da tarde.
Ditas de 4#000 reis, K'ioo -
PK ATA PnUces Brasileiro i#r4o -
Pezos Columnarios ----- tfUio -
Ditos Mexicanos ------- 1*600 -
Miuda.--------.-------------- i#44> -
Descont de b.I heles da Alfandega t i|S por loo ao raes,
dem de letra; 1 i|4 o 1 i|a por boas firmas olierecido.
Moeda de cobre a a 3 por 100 de di.se.
DAS da semana.
28 Segunda > 3j oitava Os Santos Innocente* Mm,
99 Terca S. Thoroai Are Relaco a audiencia do Jui> de Direito da
l. vara.
3o Quarta S. Sobino // Aui. do J. de D. da 3. vara.
3i QuinU S. Silvestre P. M. -
1 Sexta jjojt Circumciso do Senlior.
a Sabbado 8, Isidoro B M.
3 Domingo S Apjgio B.
PERNAMBUCO.
COMMAJN'DO DAS ARMAS.
Expediente do dia 1?. do corrente.
Officio Ao Exm. Presidente transmit-
tindo-lhe compettentemente infirmado o re-
quenmento doAjujudante Reformado Joa-
quim Pedro de Souza Magalhes, que a Sua
Magestade o Imperador supplicava o defiri-
mento de um outro requerimento, queem Ja-
neiro de 1859 havia enderessado ao Gover-
no do Mesmo Augusto Senhor solicitando a
invalidarlo de sua reforma e readmico no
serviqo do Exercito em alguns dos corpos, ou
Forlificaces da Provincia ou melhoria de
Reforma no posto d Ajudante com o sold
pela tabella vigente, ou finalmente urna pen-
sao equivalente, caso nao podesse ter lugar
as riuas primeiras de suas prelences.
Dito -- Ao mesmo Exm, Snr. remetten-
do-lhe informado favoravelmente a petico
de Custodio Jos da Costa soldado do De-
posito que pedia demico allegando para
isso ter j servido nos Corpos. de engajados
da Fortalesa do Brum, e de Polica, e ser af-
fectado da terrivel infermidade epelepsia
-como comprovava com documentos que
anexava ao seo requerimento.
Dito Ao Inspector da Thesotiria para
que houvesse de ordenar a Contabelidade Mi-
litar, que Ihe remetesse com urgencia os as-
seiitamentos do segundo Tenente Jos de Al-
meida Pinto Proenca, que devia existir no
livrode Registro do exlincto 4. Corpo de Ar-
lilheria montada da Piovincia das Alagoas,
a mesina Contabellidade recolhido ena 18.i1.
Dito Ao Tenente Coronel Comroandan-
te do Deposito, remettendo-lbe por copia a
relago das pracas do Kio Grande do Norte,
que deixaro ali consignaedes em socorro de
suas familias, e oidenando-lhe, que as gui-
as qne Ihes houvesse de passar mencionasse
esta circunstancia.
Lito Ao Major Commandante interino
do terreno Batalho de Artilberia, a p dr-
sendo-lhe em solugo ao seu o (litio de fj de
Outubro nltimo, que em vista do regulamen
tu de 1 de Fevereirod 1816. Tabella de a8
de Marco de I8a5, e Proviso Imperial de a?
de Agosto de 1828, a Presidencia notinba
annuido a salislaco das requisices dos Li-
vios necessarios a urna das Companbias do
Balalho que eslava sendo Commandada
pelo primeiro Tenente Almeida que efec-
tivamente lambeta tommandava outra. para
o expediente da qual perrtbia a gratificaco
mensal de icU reis, devendo o mesmo ofE-
c-ial exigir do seu antecessor os meamos Li-
aros, por ter elle reetbido a gralicaco respe-
ctiva.
dem do dia I9.
Officio Ao Kxm. Presidente, eommu-
nicando-lbe a fuga do soldado do Deposito,
Joo Francisco de Souza, existente na Por-
tales* de Tan.andan: e mostrando-lhe a im-
possibelidade de recebem-se ali os criminosos
da Comarca do Bonito, como se ordenara, pe-
la insuficiencia da piiso que ja iniraque-
esda pelo arrombamento ltimamente eito.
mn\ podia ipnter os criminossos da Comarca
do Rio iuru-oso em nao pequeo numero.
Dito Ao Tenente Coronel Commandan-
te do Deposito, comrounicando-lbe que o sol-
dado Joo Fiancisco de Souza pronunciado
por ciime de morte se eraaira na madruga-
da do dia 17 do corrente da priso da Forta-
lesa de Tam.ir.dai, onde se achava recolhido
a espera de i>er julgado no Jury da Comarca
do Rio Formioao.
Dito Ao mesmo ordenando-lite que
entregasse ao Exm. Brigadeiro J. J. C. a
quantia de i;o30^966 reis, importaucia dos
vencimentosclo destacamento da Comarcado
Bonito nos meses de Outubro. e Novembro,
por assim o determinar a Presidencia sobre
requisico do ropsetivo Prefeito, e ao Sargen -
to Mathias Ferreira de Mello, portador des-
te, a quantia de aoll reis por conta dos des-
te mez, aqual devia de ser edurida da im-
portancia do pret, quando tivesse de ser co-
brado.
Dito AoPrefeito da Comarca do Boni-
ladaa de carvo de pedra, 84 taxas de ferro,
a caixascom oleo de mamona 4 barricas com
agurdenlo de Franca, 1 dito ignora-se, 1
caixa com lencos de seda, 2 ditas com fasendas
dita 1 carriiiho e seas pertences, 1 caixa
com poz Leidlitz, 6 ditas com chapeos deso,
locaixas, huma raldeira, ijbarris, hum
portador, 1 porta e forma, 109 pecas, tudo
maquinas
lo estado defeituoso do conhecimentn esta ti-ti-
co de todos os povos Orientaes ; mas apezsr de
todas as desvanlagens esta descripeo < sum
mmente apreciavel, Eis aqui alguus x-
tractos dVlla:
" A produeco agrcola da Svria maito
menor do que se devia esperar dos seus ex-
tensos tractos de feriis trras e do earacter
favoravel do clima. Nos disti icios onde se
to commnica ndo-lhe o exposto no omeio
precedente, e devolvendo-lhe os papis de
contabelidade que acompanharo o seu olticio
de 5 do correnle para serem rubricados, e
remettidos depois do dia 6 de Janeiro do au-
no vindouro cor.-i os papis do mez de De-
sembro.
Fortaria Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Deposito mandando d'ordem da
Presidencia cominunicada em despacho de
boje datado dar a'emico ao recruta Anto-
nio Monteiro ; filho de Joo Monteiro, por
nao estar as circunstancias de servir na tro-
pa de Linha.
Dita Ao mesmo, mandando na mesma
conformidade, e por igual motivo escusar do
servico ao recruta Jouquim Cbnspim Beoe-
vides.
Diversas Iiepartices
ALFANDEGA DAS FAZENDAS
O Brigue Inglez -- Midium viudo de
Liverpool, consignado a Johonston Pater &
Comp.
Manisfestou o seguinte.
p3 fardos com fasendas de algudo, 161
caixas com ditas dito, 16 fardos com ditas de
linho, 1J caixascom dita dio, 8 fardos com
dila de l, 9 caixas com dita dita, 1 dita com
dita de linho, e algodo, 4 fardos com dila
de l & algodo, 5.1 volumes com fasendas
para loja de Capeliistas. a barricas com fer-
ragens, 4 caixas com ditas, 1 embrulho com
livros, I600 caixas com sabo, 6 gigos cora
queijos, aa caixas com core, 15o uarricas
com sei veja, a caixas com conservas, 3oo bar-
ricas com nianteiga, ao lencdes de chumbo,
33 gigos com louca, 3o meias ditos com dita,
j5 barricas com dita, 1 caixa com dila 100
toneladas de carvao de pedra, ao ditas de fer-
ro 3 caixas com obras de couro, 8 barricas
com estando, 17 caixas com chapeos, 1 dita
com fasenda de seda, 1 ditt com estojo, 5 far-
dos com tapetes f pauella com touciuho.
1'ora do manifest 1 caixa ignora-se, vari-
os embrulhos com amostras.
A Barca Inglesa Elisa Johnstort, viuda de
Liverpool, consignada a Johnstun Pater &
Maniestou o seguinto.
5o fardos e 3o caixas com fasendas de al-
^jodo, 3 fardos e 9 caixas coro ditas de linho,
10 fardse 5 caixas com ditas de l, a 3 ditas
com miudesas, 8 barricas com lerrageiu, 1
caixa com dita 3 ditas com papel & livros,
1600 ditas com sabo, 5o ditas com queijos,
900 barricas com farinba 120 Larris com
mauseiga, 100 ditos com chumbo, t\> tonel-
Fura do manifestVarios embrulhos LchaS bracos para cultivar os campos a pro-
ducto ( abundWte e o lucro do capital con -
sideravel ; poreni a falta de populaco para os
fins da cultura < a mais deploravel. Reies
da maior ferlilidade permauecem matiiithas ,
* o viajante passa sobre continuas legoas do
mais rico slo que e totalmente improduc-
tivo para o homem. At mesmo Cidade* cer-
cadas de trras capazes da mais feliz cultura
sao umitas vezes ohrigadas a importar trigo
para o consummo diario, como acontece em
Antioquia em cuja inmediata visinhanga a
bellas trras sobre as margeos do Oronles po~
deria fornecer alimento para centenas de mi-
litares de habitantes. Porem os ho.nens api -
uhoa-se as Cidades procurando proteccao ><
teguranga e de'xa os territorios ruraes sem
lavradores para semear ou para sejir as se-
ares.
Com o intuito de remediar este eslado de
cousas Ibrahim Pacb fez tima experiencia
singular : Noa.nuo de 1837 Ibrahim Pa-
cha mandou fazer urna grande cultura (brea-
da por toda a Syria ; os habitantes das dille
rentes cidades fora obrigados a encarregar-s<:
da agricultura de todo o espago de trra sus-
ceptivel de meloramento. Elle mesmo deo o
exe.mplo e empregou urna, graude somma
em taas emprezas. Osofficiies doexerciloda
ra tjores para baixo tainbem fora obiigados a
arriscar semelhantes tentativas. Todava,
o resultado fui extremamente infeliz por falta
das eostu madas clin vas peridicas o quecau-
sou a falha geral das colheitas na Syria w
em quasi todos os casos succedeo urna peda
absoluta de capital. ,, A grande causa do
mal 1: a conscripeo. Pde-se inferir da pas-
sagem seguinte quo pouco se tena em vista
melboramento algum na agricultura :
a No norte d* yria quando veio ordem
do Governo do Ejjypto para se recruar cons-
criptos bandos de gente passara para os do-
minios Turcos ; e quando tambam brixarao
de Constantinopla os decretos de reerntimen -
lo a corrente da emigtacj inundouos ter-
ritorios da Syria Alguis vezes se proceda a
conscripeo d'arabas as parles e os homens
fugia para o deserto e para os monis* ,
com todos os sotlVimsntai ou perigos s a
fim de escaparem ao servico mililar. ... Ao
passo que assim diroinuem os recursos do paiz,
crescem os gastos por uta excessj inui conside-
ra vel na construccao de barricas, hospiiav*,
lorticaces e urna graude vanedade d-id peza* civis que se nao piem calcular. O pa-
gamento dos empregado* assim cirt's como mi-
litares anda ordinaria mate a trazado de l.j a
18 mezes. a
As estradas da Syria esto pela, m or parte
n'um eslado deplorivel. lVa etUoio ebuvosa
e quasi impossirel o viajar. Diz-se que nada
se lera ledo para meihorar ascomauiicaces
internas do paiz desde [814. Os, portoi
mar antigamente to celebres esto ea i ual
estado de decadencia.
Os ancoradouros de Jalla Sur (Tyro)
eSeid* (Sidonia), que exislia em atifo
lempos, esli agora todus enlulhados e ,j
com amostras.
O Brigue Inglez Lotus vindo de tr-
ra Nova, consignado a Crabtree Herworthy
&Comp.
Mmifestou o seguinte.
23io Barricas com bacalho.
OBRAS. PUBLICAS.
Por ordem do Exm. Snr. Presidente da
Provincia, conlida em officio de i5 do corren-
te ; poem-se uovamente em praca para se-
rem arreinattados separadamente os fomeci-
menlos dos maleriaes de Carpina e de Pe-
dreiro, e os servicos do* Serventes necessaio*,
para a obra da renovacao do caes da entrada
do Norte da Ponte dos Carvalhos.
As pessoas que se proposerem a estas arre-
matac.es comparecer.) no* dias 7, \), e 11
de Janeiro vindouro habetada de fiadores
idneos, nesla Bepartigo, aonde esto pa-
tentes as respectivas coudicc5es todos os dias
uteis as horas do expediente.
Inspeeco das obras publicas 17 de Desem-
bro de 184o.
Moraes Ancora,
A Administraco Fiscal das Obras Publi-
cas precita de servente* quo sejo livres, e
possantes para trahalhos de arrastros de ma-
deiras, com o jornal desetecentos reis ; aquel-
las pesssas que quiserem Irabalhar podem
dirigir-se ao apuntador Geral na ponte da
Boa-vista.
Administrago Fiscal das Obras Pubicas
4 da Dasembro 1840.
Moura
A. F.
A NN UNCI.
O ahsixo assignado faz constar a quem
convier que a Meia siza d cebida na Mesa de Rendas Internas Pro-
vincia* al o dia 3o do corrente ; por assim o
ter ordenado o lllm. Snr. Inspector da The-
souraria Provincial e mesmo porque se-
gundo a Lei de 4 de Outubro de 18.i1 artigo
101, sao nicamente feriados os Domingos, e
dias Santos, ede Festa Nacional.
Meza de Rendas Internas Provinciaes 16 de
Dezembrode 1840.
No impedimento do Escrivo Adminis-
trador
Jos Guedes Salgueiro.
Noticias Estrangeiras.
Descripeo da Syria pelo Dr. Bovrring,
Em continuago do Relatorio sobre o Egyp*
to Canda o Dr. bowring olierereo a Lord
Palmerston urna descripeo ua Syria que
como os rea torios anteriores, Ib i posta pe-
rante o corpo legislativo por ordem de S. M.
Ha huma reconhecida ditcuidade em obler-
3C parcularidaues d um carcter authentico ,
e u ama xtenso sutucienemenle copiosa pe-
iR FNCONTRADO


*
i
HSWHS
--.MX**
bltlft
'II II I
DB PERKAMBCO
nota veis; Asitn a seguate ancdota be
huma parte imperceptiiel nr vasto quadro
das raisorias do poro hespmhol.
llum dos bellos palacios de Madrid era ha-
bitado alguna mazas antes Ja morle de Fer-
nando VII. por D. Gome* de Vianna fidal-
pde rolar em segaranga oatraio do pesca- milla e pode-se dicer que Lord Ponsonby do do Hydra e os Capites Walker eAl-jga nobre e rico que, em recompensada
poverna-o Imperio Ottomano* O exercho drdge voltaro com elles para a Baha de sei
Turco na Syria commandado por Oficiaes Djouni
a Lord Ponsonby pelo
Secretario djs Negocios
Estrangeiros
fferecsn. aegnrinca olga boj navios. A des- tendo mas o corris qus ch^gou de Vien- combalero bem ensebas J rna brao desalo-
truire e abandono de tantos e to distinctos :na no roesmo da e a mala do paquete que jadas e rechacadas para as barracas onde
porto* da Syria -:- nm dos mais tristes exem- ebegou r.o seguinte trazem noticia de que ai par ultimo forjo obrigadas a depor as armas
pin-; ta vjcissirude commerciaj. Nao fallando Franca tolerar a intervengo dos Infieres na quasi ao Sol posto ; o su numero era avalla-
do tiro e Sidonia cujas minas jazera n'uma Syria, e a esaeuco ao tratado dei5deJu- do em cerca de 2,000 homens dos quaes
praia deseoberla e sem abrigo, onde apenas j llio. A influencia Franceza aqui quasi 5oo foro immediatamente embornados a bor-
or ata os rnesraos portes de Trpoli e La-
laki laado de ser frequentados. Bey-
roul a ntiga Berytus ) e Scanderoun ou -
lexaudreta ija;ora csdous portos principaes
di-" 1 eexporrecao; ser v indo o pri-
men para abastec ment de Damasco e da
i 11 reo na cvyria e commantiauo por uinciaei jjjouiii.
Jnidezrs, que eslo dehaixo das ordens do ,. .,
Almirante otoplord : e Izzet Facha tiene- r .. TT 7C
-, r ... __ rouito ilonorilico
ralissimo lurco, tena receido ordens para
nada fazer ainda no que re sima; eo ontro para o de Aitioquia | civil, s A Ieppo e porte da ^yiia. O porto de Sean-
deroun 4 como te dase n'oulro ugar, *
j acoso com modo e o nico pono da Syria
que! torna liotecommendavel. Beyroul <;
opoi lortnte da Syria* Urna prova
n ua prosperidade ver-s* n'elle o
> libido (!a^ ca/as v dos aimazee*.
Mylord0 Governo de S. M. havendo
nado em consideraco o acto pelo qual o
rnnte Ingle/. Consta dos despachos recebidus tom
pela Porta que a insurreicao na Syria tem fei- Sullo privou Mehemet-Ali do Pachalico do
to grande progresso e S. Joo d'Acre deve Evpto as relaces d'esse acto comx o actual
de estar em Doder dos alliados. O Almiran- estado alas qiiestes pendentes, e as medidas
te lurco Walker quera bombear esta praga que convir tomar-se a resneito tcm convi-
depoia da queda de Seida mas o Commodo- dado os Representantes d'Austria Prussia ,
re, Napier oppos-se a sso e est ; espera e Russia a virem s suas Cortes faz 3r ver aos
seus servicos, havia alcancado importantes
erapregos. Tinha eile concentrado todas as
suas affeicdes polticas sobre a pessoa de sea
re e abandonou sua residencia de Viscaia
para trazer futura regente o apoio de seu3
talentos. Duas pessoas, quasi igualmente
caras ao sen coracao o havio acompanhado
nesta viagem : Thereza sua filia ; e D.
Leo joven cavalleiro de Ilustre nascimen-
to ; que havia aceitado para genro. Este ca-
samento que devia ter tantos encantos pala
belleza de Tlieresa pelo nobre carcter do
Lelo e pela opulencia e nobreza de ambos ,
anda se nao tinha realisado. Talve a im-
d ue Aieppo aprsenla um quadro mui sin- gum coup de main.,, As noticias dos de- Suhao de reintre^ar Mehemet-Ali se elle
yu:ar : --
' va occasiao de far.er menco dos bai-
*o*i daa cazas deAleppo como urna
das i lidadea que a cid.nlr oerece para
logar !ini;,i; ms dir-se-ha, tjise o
raj aro 1 conservaco dos :io3 casta
|ua a o Ptia paga d'aluguel; d*l
1- recebem os proprietarios,
1 prietario de cazas em A Ieppo,
equese! posiuir quasi um quario da
ciai >er itaohomem opulento, U-
ntB ... 1 -a de despeas gao os jardins
< '- s ostectos da cidade. Vista
n cima cidade urna ronlinuaco de
I eos quaes se eslende umav-
soaa r < ta<,o assemethando-se a
U.a plti.j ;:r, deb'ixota qual cir-
cula i otes em muitidio, estando as
ras :, lasr bertas e alumiadas tmenle por
1 d< e tima. Oliadi dos terrados
Aleppo p'araceurna cidade subterrnea, uto
reb lico apenas penetra pelo lito da trra a
fin passear d'uma eztremi-
Fernando VII moro quisi repentinamen-
te. Leo deixou Madrid ; soube-se que lora
ter com os carlistas e que huna corpo de re-
beldes panetrav em Portugal commandado
por eile. Os perigos a que o seu amante se
ia expor pequeuo abalo lizero em Thereza ,
sastres (Je Ibral-.im Pncb tem causad > gran- promptamente reconhecer Sujeieo ao seu
de consteroacfo en'.re os Musulmanos de Soberano, por outro lado ella podo obrar co-
Constanlinopa c Asia, mas es teem-se mo um instrumento poderoso de cor.-eccomo-
conformado a iso como a decretos da Provi- ral sobre Meliemet-Ali advort.indo-o de
deacia. Diz-se que a partida das tropas que sq a conlestaco entre ella e o seu Sobe-
Austriacas, que estavo para embarcar era rano se prolongar, e se o resultado d'essa > porque sua partida nao tinha deixado niquel-
Trie&tfl para a Syria licou suspensa por or- contestaco lite l'or desfavoravel elle pode- la alma mus lugar dr. O primeiro in'or-
dens de Ticuna poisque suppunha-se que der perder ludo pela sua obslinadissma ve-i tunio que soIYemos auuiquila ao masmo tem-
ti>) serijo precisas. Tambem se diz que a sist^ncia. | po todas as (acuidades porque a terca e con-
Franca resignada perda da Syria para Ale- Que com est*1 intuito afim de tomar o re- j funde mais do que alige, Assim, quaudo ,
heme I U acceder ao tratado se Ihe for
servado o Egypto. M. Onfroj voliou da
S?ra sem 'er pdido compor-se com Jzzet
Hacha. Consta por cartas de Alevn dra nue
cente exercicio da soberana aut'.iordade do
toda entregue a seu amor resumin lo nelle
todos os seus prazeres a pobre menina vio
pirtir o seu noivo pareceo-lhe que norria ,
s..,>- < desi' '
OUlM,
A relacSo de Damasco ser lida
cem inier
" Damasco ildade provavelmene a mais
antiga (.. muoi o inda ocrupa o lugar occi'j ias de Abrabam, e posto qu-j
laseme visto muiti-s virissitmdes a
oa*! linda mu ronsider.ive eo
su i 1 tenso. Os Orntaes Ihe
cDaojao'pc rercada de esmeraldas.' Na
1 ;; do que a sua posicu ,
' er se ti .a to lado do Monte Li-
srto alaste, quer ptla estrada
opoeHamah. Por mu-
.1 Ibas tidau'e cercada de feriis
t B rdins romo lhes chaiuao os
,.6(ios pelos rics e vividas cor-
1 antes, ave^etacio, que consi&te pel
1 i m oliveiras, urna frescura e u-
Sulto conducente a etTeiluar urna opoortuna
e satisfactoria accommodicio cas queses
pendentes opinio do Governo de S. M. i pareceo-lhe que todas as cousas da vi la ero
MebemeU-Aly, irritado pela conducta dos lque seria conveniente que os representantes! iium peso que a sulficava : ella nao poJia
alliados na Syria t baria ordenado a Ibrabim das quatro Potencias em Constantinopla fos- 'compreliender como os interesses de hum les-
Pach que nlravessasse o Taurus ; porem I- 'sem authorisados a tratar com o Ministro Tur- conhecido vinho pertubir de longe a sui do-
brabim respandeo qoeestaoperacao por en-Ico e propor-lheque osseus respectivos Go- raestica elicidaJe,
jo bam xito ell<' se teria responsabilisado ha 1 vernos em cumprimenlo das eslipulaces do
;i'n auno, e fio que tambem conservava ps- artigo n. do acto apartado annexo ao tratado
perancas ha dous meses, ^ impractica vela-de 15 d* Julho Ihe rogo encarecidamente I ella. O pretndante deixou Portugal D. Go
rora (ue as suas tropas principio a desmo- que recommende ao Sullo que se Mehemet- mez que sabiaappreciar a honra em lolji
ralisar-se. n'iima das huas cartas que foi j Ali em lempo opportuno elle reconher su!)- os partidos polticos acolheo Leo quandu
vollou e reslituio-llie lodos os direitos mt
de i nereza ; mas lez o solemne jura nenio
de que huma nova tentativa ea favor do par-
tido carlista Ihos firia perder pira ssmpre.
Os dous noivos a;in i a.i ni i -,: sem reserva
L'lntretauto hum momento de alegra vem
cortar o longo infortunio que comecava para
sobre is ras e cazas ba- interceptada elle falla com grande irada missffo e concordar em restituir a armad.
.-..%!( degros de madeira, ou es- J conducta da Franca, e dit que aos seus per-I Turca retirar as suas tropas da Syria de
' > 0ue habilitad o vagabundo a dus eonseibos sao devidos iodos os actuaos [ Adana de Canda e das Cidades Santas ,
d ma 01 em da terrados para
nsbaracos do Vce-ei. Eile diz que quan- o Sullo nao s deve reintegrar Mehemet-Ali
o a i ranea inslou cvm elle para nao passar [como Pacha do l'-gyplo mas tambem
Vlaraseh ella so tinha em vista osseus pin- deve dar-lhe um titulo hereditario aquelie felicidade d-j se tornarem a ver, espe-
pi ios interesses 5 ella receava que isso indu- i Pachalico conlorme as condices especiica- ranea de nao se deixarem mais, a todas as
zisse a intervcnijao Kussiana na Asia Menor das no tratadode Julho e sujeita-lo por illiu.ies que a experiencia-da desjra-ja lhes
e a obrigasse a obrar. Eile "acreScenla que conseguinte a pena de perda por qualqu^r in- j tornava mais caras. Lu breve porem o man-
para o lurtuio saber que valor deve dar aos fraeco d'essas con.lices da parte de MeUe-' cebo aj)pareceo triste e pensativo como antes
Conselbos da Franca. met-Ali, oudeseussuci.ess.ires. Ida sua primeira partida; escrevia muito ,
Tomada t.? Caifa e Seida; O (overnode S. M. tem razo para esperar reeebia militas mensagens e Ir juenteineule
Particularidades d'este Successo Do- que sia suggesio merecer a cooperaco dos conterenciava com descouhecidos lium da
mingo i'7 de Seplembro de 184. As G ho- ovemos t Austria Prussia, e couseguin-I aebou-se em seu quarlo deserto hum papel
ras da manila o Capilao 'NVaiker vpo a bordo lemente V. Ex* dar OS pasaos indicados neste coniendo estas palavras : Adejs 'iiere/.a !
tio osso navio. Elle havia desembarcado despacho, logo que os seus colegas liverem
para examinar Tyro a ver se poderia l la- recebido as coi responden tes instrucedes.
2er quarteis de invern para o exercilo r ; eo Sulto consentir em obra te conform-
sua che^ada all a bordo do llvdra achou dade tom esta insinuaco que Ihe olferecid
que O Ivi\ffm e as duas fragatas lnrlezas pe'os seus ijuatro Alliados ser conveniente
ja tinbo (onoado posse do lugar e havio q> adiado nVIle provisoes te tiigo para quatro saber a Mebemet-Ali auas benvolas intenfts vera a torca de quebrar os lieos que o enea-
mezes &c Lstes tres navios tambem ti- a esse respeito e V. Ex. e ir Kobert stop-Ideavio a esa fetat causa te.neuJj antes de
adeos 1 lamenta, e nao condnanos y des-
granado que nao atreve a ver-te pela ultima
vez. Se te visse ai 1 nao leiia coragea da
ir para umle me chaina a honra '
Dabi pouco constou que i), Carlos entrara
no territorio bespanhol. O mancebo nao li-
1 I ieca uotaveis. Ainda queccommer- nbo atacado Caifa, e p;is'.o que vista de lord dar ao Governo Turco toda a facilida- ludo que se attribuisse sua deieCfjo ao man
. masco seja mui considera vel, nao toda a p.uainiclode Acre e da te Caifa que de que elles exigirem para esse fia* estado dos negocios,
ment algum lcglez ocr.tro tos constara de l,5oo bomens, os quaes havio Londres io d'Outubro, (guando elle viodeperto os bandos realis-
1
. Mais te i;m tem existido all ,
tem tem-se ochado qne nfio d interesal :
: c te tem continuado porconlade
, i leito por cais Francesas\ lia-
n 11 -. L'e lod-as os cidades
. (' 1 lovaveimente Damasoo a mais
uta! cidade que ttm sofrido menos
mi O traje Europio quasi nunca
. '- ecom poucas excepeut-s cicio que
evaeuado a praca ebegada da e-quadra el- A >. Ex. o Lord Ponsonby, em Cons-
les tomaro todas as pecas e morteiros de tanlinupla
bion/e, e perto te 1,000 armas, cartuxos ,
uniformes&c. ; izero voar ocastelio pelo-
sa es e dej;ois deixando o lugar linbo ido
para Tyro que tambem havia'sto evacuada
sua ebegada.
O Capito Walker achando ns colisas n'cs-
te estado e tendu-se certificado de que Ty-
(Observer,)
VARIEDADES.
Iium Episodio da Guerra Civil da Hes-
panba*
Para comprehtndpr os males e crimes que
Francos tem adoptado o vestua-1 ro era muito pequea para quarteis t inver- consigo ira/, huma guerra civil, releva nao nao g
rn Syriaco. Ha m Damasco nm tribunal I no, immediatamente vdtou para a.Babia de olha-la em seu todo mas cm seus acciden j quand
4 con iwcre topara uec o uas quesies com- Djouni, e mandou aiguns navios mercantes tes: nao no campo da batalna que se devem xoes t
merciats. ^Consta ou doze membros asa- p razerem-o trigo, n as outras provisoes. fixar os olhos, no interior das familias j ahi
j a .. satisfeites nal que raras veres amaioria AJahometa-
11a mostrava alguma disposifo a obrar frau-
dulentamente Otilia litigantes t-uuius.
(Traouzto co Inglez.)
t onstaotinopls fc u<> Outubro.
par esta usquadnlha recebeo ordemtese eomparaco da desordem domestica que reina
unir a ella ; assim, em vez de dous ata- nos palacios dos reis e na ultima cabana?
carao a praca q-ialro grandes Vapores. O Nao se diga Carlos contra Cbrisliua ; tiga-
t 1; itao \A alkei capitaneou os Turcos no as- se o filho contra o pai, o espuso contra a mu-
salto, o qual ioi lado depoiS que se abri lUer, o irroo contra a irm e por toda a
uma bl cha, iNapier e Aldndge commauda- parle o odio, (guando as publicas caiamida-
vo os Ingleses e o Archiduque os Ausliia- des se transformo tambem em agonas indi-
OLupbiates, Barco de Vapor do Governo oassailo foi hito em trez tugares debai- viduaes que cada qual devora em silencio,
Francs, que Uij-.ou a 3 do correte de xo do fogo dos navios, e para impedirem a nao pode existir pintor to fecundo teia tao
l4 ira iieilura a Tberapia comituga da guarnigo os Vapores coutinuaro a vasta que as represente: dotorosa he a esco-
K-.ra o Fn.bai\3dor to i ranga (Lncar bombas para alera da cidadn, o assim iiu e reproduaeaa-ae aa que pala suena ou
*uria uiin irsitai'irado un iiiiantu ao seu con- i a conservatao ueniro. A \t96*i JEfifP't^Wi {peto Ln,ualidadti dos wcriawos t se toruaomab
tas nada loe pneceo tisjioslo para huma
verdadeira guerra e aduuou-se dos borneas
que davo par. commandar : ero aiguns
punhados de iniseravei (oragidos matiudo
e piulando em nome de JJ. Culos; taland
campos queimando choupanas e castellos ,
desprezandoas leis humanas, caneando a paci-
encia divina, (jti quanio nao sotfreo o ho-
mem civilisado ueste impuro contacto Como
gemeria o guerreira chejo de honra,
ando tebalje procurou donar estas pai-
tejenlreaJas. urou pouej este sup-
plicio ; as orcas do manceh nq llie pedido
resistir. IndignOU-se ao principio ; mas;,
ala/.endo-se aos horrores que sem cessar o cer-
Cavao exalado petas lepresalias de hum mi-
migo desipiedadj atormeutado por soiihoi
te sauue por imagens ta terror e desjla-
Co desceo de sua e*pliera para se por a par
de seus feroces coinpanbeirot* En pouco
excedeo os jue antes nj nuilarii sem se en-
vergonhar ; ludo nelle soria a mesma irans-
ormaco ; seu olbar loruara-se cruel au-s
palavras ero poucas u duras o seu aspecto
carregado. Ja gostava das tristes scenas do
i'oubo amavaa liberdade servage.n alfron-
lava a vingenca tas leis o desprezo dos '.0-
raens,
i'aiobem os seus soldados se felieitavo do
terem a sua trente bu eliele que a todos exiii*
^em audacia (,qua ra o puiuciro a alcur4o


topo nos incendios que feria encarnigado e] lhe respnrleo o liomem fugindo ; nao conhe- Dos ende de mim compaixo Ecom pra para,
grilava : Ai dos feltiea i ceste a roz de I). Leo ? ** { huma punhalada abri psssagem su* alma tenvel da.
JHum da o chele dos salteadoras eaminhava i Huma hora depois deste encontr D. Leao O jando as autori-lades da cidade risinfl i
triste e pensativo por huma montuosa fiares- eslava montado a cavallo ', junto da porta bii- I viero felicitar Gotnaz por sua victoria
DIARIO
DE PERNAMBUCO
5
para o mais breve aununciar.e impre-^
ta ; lftuns homens o acompanhavo / res- xa 5 se u cora cao hatia cora violencia. Que
penando seu silencia outros o nrecedio penosa demora Que viajera desesperada ia
buscando vestigios de alguma habitaco. O*
chete linba impresso em seu rosto profundo
batimento ; apenando com huma das mos
o seu punhal e com a outra o peito mur-
murara em voz baixa : Sinto o mal e tenho
o remedio ; |posso quebrar a cadai que me
prende destaca. Que pensamento de'mor-
te be este com que se inquieta a minba alma ?
Nunca senti como boje o temor de a vanear
bum passo na vida. Annuncia-me este
presenilmente que hechegada a roinl.a ultima
hora, e que he roister dizer adeos a estas
sombras florestas minba ultima morarla..
Talrez tena elle avancado o termo fatal da
sua carreira talvez teria posto fim a seus di-
as ; mas lembrou-se de sua amante
Anda a vida '
o nao esperava
vi-iganca disse (
queja
ainda a
ringanca I disse elle. Imroediatamente re-
tumbante grites na extremidade do bosque.
Oreo ou o inferno cuvio os meus votos,
continuou elle
rica habitaco
elle 'ayer com esta amante querida eem que
terrivel momento se apresentava ella a seus
olbos depois de to longa ausencia Era
fim appareceo quem elle esperava ; ella es-
tava bem montada l ambos os cavallos parti-
ro com mar;sillio-i rapidez. O ebefe gner-
rilheiro murmuravio as ve/es ao ouvido de
Thereza palavras que pintario vivamente a
perturbado de sua alma. Thereza nada res-
oondia. [\Iuitas vezes huma sentinella car-
lista sabia ao encontr dos fugitivos ; e o che-
fe proferia entao huma pa lavra condecida e
o bandido se retirava Emfim passro os
ltimos figos. D. Leo suspeudao a sua car-
reira e a donzella proseguio a sua sein pro-
ferir huma patarra sern manifestar a menor
fraqueza.
No outro dia ao amanhecer o lirado da
guerra fo ouvido por todos os homens da guer
rilha ; elles responderlo por vivas sons de
trombet e tiros de espingarda. Os habitan-
tes de Vianna arrdaro espantadas; elles
avistarlo os bandidos que por toda aparte
cliaro-no chorando sobre os cadveres dos
noivos, e pedindo ao Cea lhe concedesse mor-
rer com elles.
COSTOS DEPRAVADOS.
Quando se diz que huma coma he gasto-
sa ou desgostosa dar entender-se que s-
diz somente que fila parece assim airnior
A. visos I >i versos.
\S9~ Di casa de J. R. de Miranda furt-
ra um veo grande de linho brancoe nova ,
com vara e meia em quadro bastante HCO
pela sua horcadura em r>d e nos cantos :
furto fai feito por um moleque de casi o
<|uim que sanio ignora quera teja a pessai n
quem o mesma moleiu' fez venda da dito re
ou l ; e por jaso convida -se a essa pess'oa ,
esles gritos annunciao huma
, bum palacio a morada de
homens Udizes. *'
Todos os bandidos corrrao ao mesmo lem-
po na dueceo das vozes : nada no mundo, entre todos os vencedores pareca quieto e
excepto o ferro dos chrislinos Ibes podia li- tranquillo 5 marcha va com passos lentos para
rar esta presa assignalada. Ora os ebris- castello conquistado e todava de seu pei-
tinos eslavao longe e os gritos redobravo to baria sabido o brado fatal 5 porm quan-
niedida que novos grupos descobrio no lun- to mais elle se apnro.timava desla habilaco .
do de bum bello valle salios muros e a tor- outr'ora embellezada pido amor de huma mu-
parte da gente nao contanda a depravaco do ,,,- df r mitregar no Pateo do Carmo D.
*osto dos que entenderem o contrario. Nao
ha cousa mais que diser-se que o assucar he
dore ; da ruesma forma que se diz que, par*
liutua pessoa ser bem feita, ha de ter as per-
itas direitas. Ide porem pregar este e van-
gelho aos cambaios e as naces azedas que
nao gosta de doces e vede o f rucio que ti-
raes do vosso sermo. Deque ha goste de-
11 onde alem de receber o parte porqu" a
comprou promete-se-lhe todo o segreda
certa essa mesma pessoa de que na casa
contraria se proceder pelas suficiente*,
provfcj que existem com todo o rigor d*
Leis.
K3f Preciza-se fallar com o Sr. Wanoe!
Cavalcanti de Albuquerque, morador qua
pravados he certa que se nao pode duvi lar ;; r() ( j0ja do Canhato a negocio de seo in-
porem. se a depravaco do gosto procede J teresse ; aiinuocie a sua morada oudiriji-s
hum viciode imaginaco, se de huma dispo- ( a rua (Ja praa f serraria de Antonio l>i*s da
sico particular dos humores, ou se de am-j $|va (Jardeal.
bos estes principios combinados, he de;dso t3r Vende-se um quarto castanbo pan
que deixo aos professores, ignorando u causa car,a na rut j padre T>l0rtano O. a8.
e sabendo somente do* eeilos .... Viajando | ^gr prer,a-se de um feitor para um sitia
rede hum magnifico castello. Leo tarabem
chegou mas ah ao aspecto da nobre mora-
da ameacada em vez desollar seu grito de
alegra como os outres empallideceo e des-
espalhavaoapiiha^emeoassassiiio. Hum s, para Ho'landa, vi comer os marinbeiros qua-1 pert0 ,ja praca que trabalhe de cuchada ^
si todos os seus guisados rom sica trio e com | ,.leda Jt plntaces e seja europeo inda;
breo; tambera parece que com alguna des- meamo sendo casado com pouca familia ; n
es ngredenles ; porem, declaro que, se tal ruaegtreu fo Kozario por cima da botica,
foi, fj centra minba vontade. Na* trras j j;^ q Secretaria da Sociedade Lubentir
daHollanda, vi comer tabaco; e-n mitras oa fa |jebiribe faz avisa a todos os Socios
trras o tenho visto mascar ; porem ali he ja mesma que nodia 6 de Janeiro anniver-
onde o tabaco secme verdaderamente. Na
principio admirava-me de rer tanta gente com
huma face inchada ; porem, conbeci fcil-
mente que era o tabaco que trasera na boca
Iber que elle ia entregar desolacio : tan-
to mai elle comprehendia a exlencao de seu
crimee de suas desgracas. Nao podendo asi
proprio dar conta de tantas commees ex-
viou a cabeca pois reconbecera as torres do tremecia como hum culpado cora a lembranca \ como hm confeito do Porto. Em Araster-
palacio de Vianna. para diss
sua gente espantada ; devemos respeij
castello. l Violentas murmuracoes se ou- j pitalera, mas, nao nao era ose sentimento
Virao. Conheco outro mais rico, ajuntou 1 que mais o opprimia ; elle senta em si algu-
odesgracadochee,^e nos la chegaremos da- ma cousa inaudita, inexplicavel fatal Ta-
citurno e coni os olbos baixos
isse elle dos castigos. Seu corpa nao tinha forca pa-j dam encontrei huai gosto depravadissimo.
eijar esle | ra entrar por meio das ruinas na morada bos- j Quemando alecrim de Portugal em casa de
qui a dous das. -- Mas a teme que temos be
de boje, disse bum guerrilheiro. Estou can-
eado e perciso repousar. Quero dinheiro!...'*
Assim murmuravo os bandidos e todos ;
levantavo as armas gritando: Ao saque'/* i
Silencio bradou huma voz quedomi-
nou os murmurios sediciosos e restabeleceo
o SucegO. Era a voz do capilo ; eile se
hovia tornado tal qual era decostume v-lo
no momento do combale ; a passageira com-
roocao que sentir baria desaparecido de
seu rosto; e depois com o acento de huma
vontade inHexivel acciescenlou estas pala-
Tras ) Saquearemos e destruiremos o
castello ; mas eu tenho direilo parte do
despojo, e s reservo para mim huma mn-
lher. Ella sahir livresoh a min"
, atravessou o
pateo j coberto de ruinas dirigio-se ao ac-
caso para hum pequeo quarto onde There-
za costumava fazer assuasoraces ondeti-
nha o seu oraterio. Erapurrou a porta. .
O' terror Miereza com as raaos poslas, es-
lava de joelho. Ella nao vollou a cabeca.
11 Ser huma visoi' Thereza! Coma ests
aqui A quem salvei eu i* A meu
pai disse a donzella. '*
Os hundidos invadirlo o quarto attrahidos
pelo rumor desta siena lamentosa. As bellas
leices da joven e sua nobre figura Ibes ar-
rancado entao horrreis exclamacaes. Api-
nhrio-se em torno delta, levantrio-na a-
pezar dos gritos do seu amante que nao se
a protec- | embrando nem do seu posta nem de cousa
sario a um baile em attengio ao mesma dia.
feita a cusa dos Socios cora acota demil rj.
cada um : a Comraissao administrativa e Se-
cretaria espera que nao baja falta na reuuiao
dos referidos Socios.
CS^ A Directora do Collegio da Boa-vista
precisa de urna Senhora cora os predicados ne-
Mr. Loydens, onde estire pouzado sele dias cssarios para a nstrucco de suas alunas, sen-
emi;34, me pedirosuas ilhus que qusndo I 0 ta0 somente para as primeiras letras co-
quisesse tomar aquel le remedio, rae feichasse zer bordar, e marcar; quem pertender ,
dirija-se ao Collegio mencionado delronle da
Matriz da dito liairro a tratar cain a Di-
rectora.
tsr Aluga-se ama casa terrea com bastan-
tes commodos, com a salla forrada 3 porras
de frente sita na rua daConceico da Boa-
rista ; a tratar na mesma.
K3S~ Precisa-se alu;ar urna preta forra 011
captira pata o servico de urna casa de pe-
quena amila ; na rua direita D. 20 no se-
ao. 1 erlcnie-voso resto "Pois bem, lalguma do mundo supplicava a tod
nosso
levai a mallier ludo o mais sera
A noile se approxima accendei o fogo
e dorm ; velera tedas as lentinelas cuidado-
samente rodeiemo castello e deixem pas-
os esses
miseraveis, arrastando-se a seus ps abra-
cando seus joelhos com enternecidas lagrimas.
A elleza de Tliereza poim falla va mais
alio que elle ; os bandidos j a io levando
na muiha cmara, porque o fedor da herva
era to grande que nao podio sollrer. Coma
ellas nao entendiao portuguez, disse-lhes que
nao era o mel para a boca do asno. Huma
criada da estalagem de Hannover, vendo hu-
ma caixa de paslilha de cachod fetas no
convento de Santa Anna, qae eu trasia de Lis-
boa, me pedio humas poucas; fui to tolo que
Ibas dei, e ella to besla que as provou ; po-
rem cuspinda tora no mesmo instante, co-
mecou a chorar, e foi diser a sua ama que. o g'undo andar do lado do Livramento.
passageira lhe tinha duda peconha. O
cavaleiro, Francisco Xarier de Oliveira, To-
mo 1. cari. Ib.
hvre a mullier a quem eu acoropanhar. I em seus vigorosos bracos. Leao entregue
desespera<,o levantou-se de hum salto re-
pentino os olbos lhe chammejavo., a d'-x-
Ainanb ao lomper da aurora devem es-
tar todos prcmpios para o ussalto de que eu
darei o signal*
Accendeo-so o logo postarao-se as senli-
nellas ; e os moradores docaslello, em cajas
janellas brilha\o amortecidas luzes ador-
Decerio seb a vigilancia ten ir el daqueiles
quesonbavo com a sua pilbagem.
|^.,JSas solitarias alamedas do parque passeava
ainda huma joven Sen hora com a cabeca bai-
xa ; dir-se-bia que ella sollria pngeme sau-
dade. Assim viva '1 heieza ha muilo lempo,
resignada un stu infortunio. Dexepenie,
hum grite de leiror escapou de sua boca; hum
hr-n em appareceo junte dtlla e pegou-lhe
lio braco. O resto deste liomem eslava escon-
dido com o seu capacete e com as sombras da
cite. Menina disse elle o castello de
teo pai esi cercado de malfeilors- A ma-
nila ao levantar do sol os que vivera ties-
ta habitaco dcbalde implorarao a corapaixo
do vencedor. Sobe ao lerrato e ve esses
logos espalhados pelo campo ; vroino elles
cercotua n orada He huma partida de
carlistas que assim te rodeia. a joven le-
vanta os olhos ao co. Thereza conli-
nuou o desconhecido posso salvar-te mas
be misU r que te abandones roiuha prolcc-
co. Juio por lodosas cousas sagrauas que
eras icspeitada; j.oiiijntoceves estar auiesde
liuma hua junto a porta baixa montada em
hum ligerru ca*ailo. Hum homem te cha-
mara por leu nome segue-o elie te far
passar as liunas inimigas ; mas elle s te po-
de sanar. ? O desconhecido ia-se retiran-
do : (jji 1
que me be
eslava armada de huma listla.
. a donzeUa cabio raerla. .
Fez fu-
ella ti-
biun se
Ira
iiba a cabeca partida.
" Ketnem-se agora ,, Nem
atreveo a all'rontar a colera fogosa da chefe
ocorpo dj donzella abandonada veio cahir a
seus pez. Desde essa hora Lea nao sanio
mais do oratorio ; eslendeo sobre o leito o
corpo daque.la que amara, seuloa-se a sua
cabeceira e permaoeceo por muito lempo
com os olbos fixos sobre sua lerida. Depois ,
leudo reparado no fivro de oraces em que
resara a sua amante, pegou nelle ajoelhou.
e leo al a noile as orages dos moitos com
teria leilo hum padie. De quando em rulan-
do u montono som de sua longa oraco era
suilocado pelo rumor looginquo de huma or-
gia alegres cantigas retuuibaro na casa ;
alguns desses homens o viero buscar para o
levarem sala do benquele mas nao se a-
travio a interrorapcl-o amedronlados pe-
lo austero furor que biilhava em seus oboi.
Uem depressa a essa desordeno da embriaguez
succedeo o ruido de hum combate e de des-
cargas ; mas o chefe dos bandidos nao deixou
de esar. De repente retumbou nos corredo-
res huma roz que incessaiilemente se ia ap-
proximando e grilava: 'Thereza! L).
ANCDOTAS.
Costumavo os arcebspos de Rraga mandar
(i o no anuo, e que por uso erao de rauita
estima ua corte ; e, para que ebegassem bem
frescas, se buscava hum bom caminheiro,
tsr O Thesoureiro da Sociedad? Lubeu-
tinade Beberibe Raimundo Maia alug pi-
ra quera quiser passar a tiesta ou alguns das
santos, ou mesmo annual urna casa junta a
Sociedade, com um grande quintal. rauitos
pez de larangeiras e cafiezeiros tudo muita
carregado e por preco commod; qu:>.nt
as rainhas as primeiras lampreias que appare- j pretender dita casa falle com o Thesoureiro
cima dito assistente. na rua. do Rozara ,
por baixa do Dr. IN'ella na laja de fazenda.
SjyQuem precisar de a ama para rejer uta a
pie, bem pago as trasia a toda a pressa. Fez- casa de haraem selteira, na inda a rua ,
se esta advertencia ao arcebispo D. Fr. Bar- procure na rua das Cruzes D. 17,
tholomeu dos Martyres no |>rimeiro janeira
uue este eeem Braga, o qual como quem acei-
lava ocooselbo, raandou procurar caminhei-
ro e indagar quanto levara e qual seria o
custo das lampreias : e, sabendo a impor-
tancia chamou o seu esmoler, e deo-lbe or-
dem que repirtisse essa quantia pelos po-
bres, disenda que a senhora rainha tinha
rendas pira mandar comprar lampreas e ti-
nha virtudes para nao adiar sabor as que
Ihefossera de Braga a cus'ta dos pobres.
Acbando-se o grande pkilosopho S-
crates em hura banquete, foi persuadido a que
disesssalguraa cousa digna da sua grande sci-
encia. Respondeo elle ; perdoai senhores,
por que o que se cosluma fallar nestas occasi-
es nioo sei ; e oque sei nao he a proposito
paia se fallar aqui.
(Despertador).
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilbetes da a. parte da 5. Lotera
cujas rodas ando impreterirelmente na dia
1. de Eevereiro prximo futura, acho-se
a venda na Barro do Recife as Loges dos
Snrs. Manoel Goncalvcz da Silva e Vieira
Cambista; e no de S. Antonia, as dos
Snrs. Bastos & Costa na Pracinha do Livra-
Leo reconheceo Gmez levantou-se grave- mente e Manoel Aires Guerra na rua nova,
mente ; e, quando o velho oassou o liniiar do
quarto chamando ainda por sua fjlha : J
he mu larde l murmuren elle ei-la all
mora D. Gmez ; cu a matei. Em vez
LOTRRIA DO LIVRAMENTO.
O Thesoureiro da Lotera faz sciente ao
como ai a renda dos
Uh mas quem sois *os que as- poim de me condemnar esta accio ser em i rf3peiTcl publico [que com
becew ? duei-me tosm nome para meu favor perante o Seubor que me cljama. btlhetes com grande alluenci
em|vos.-- Iberual Xbreu! ..Mal bajo as desaveucai, dos nriacipc 1 Meu 8 amantes deste iogocoacoi
dr~ Domingo ao da corrente perdea-sa
urna fivela d'ouro propria de calcio tendj
meia vara de fita de liaba branca cutida a
mesma d'esde Palacio reina rua da Flo-
rentina Patia da Hospital da Paraso at
a rua de S. Francisca quem a adiar lere-a
a rua da Cadeia velha no Recife laja da Jaiia
Mara Ser que se lhe pagar o trabalho.
^ Quem anuunciou querer comprar urna
casa meia agoa dirija-se a rua de agoas ver-
des a8, confronte ao oito da Igreja de N
S. do Terco.
as- Desappareceo um menino chamada
Franciseo pardinlio claro, tem o rosto re-
dondo pioado de bexiga parda cabellos ca-
xeados com urna carniza de rscadinho azul,
cora urnas calcas azues chapea de palha ,
ps no cha tem um tallio no p direita 5
quera o encontrar ou o tirer em su campa-.
nbia haja de o levar a seu pai, Manoel Pirej,
morador em Fora de Portas oficial de cjla-
fate.
tsr Quarta feira a3 do corrente desappa-
receo um negro cam um sacco com quatro ar-
robas de batatas que se mandara para os 4
Cantos da Baavsta para a venda de Da-
mingos Gonoalves da Cruz ; e como o negro
nao sabia bem da dita vetada sunoem-se ter
entregada em outra venda ; e assim a pessoa
que as tiver ou deltas souber pode aunun-
ciar por otte Diaria ou mandar entregar ao
seu dono dito Cruz que se satisfar as des-
pezas do carrete.
ssr Preciza-sa alugar urna preta segn-
n que compre e rendk na rua pigando-
na rua
ra grande afluencia] que desoja que j e o que se canvicionar no tratado }
dctu jogo coucorro para a com- tdas Xrinxeiraa sobrado n, ai.


^

V
DfARUO AF,
HBM0B
t
Precisa-se dejuma ama de leile forra ,
ou captiva e coropia-se urna cabra bicho ;
na largo do Terco labrica de chapeos D. 5, ou
annuocie.
y O ab.uxo assignado declara ao publico,
|r leudo alugado o seu escravo ao Sur. La-
cuasa cota casa de paslo na ra da Aurora,
acontece quo o moruo escravo desapaiecesse
d i c.isa do mesmo Lachase no dia aa d<> cor-
rente pelas 3 horas da tarde e por isso ro-
ga-a todas as aulhoridades policiaes o man-
ium aprehender o qual tem estes signaes ;
Juvenal de naco congo, de idade de aa
ando*, tem os denles da frente abertos bai-
\o% groiso do corpo levou vestido caigas de
briol e camisa de rucado. Jos A Ivs
.ioia* '
*ls#* Na ra das trincheiras- casa n, 8, e loja
de marcineiro *e aprompla com toda perfeic-o
< luevidade quahjuer traste ; e bem assim
%* eotMWta com toda cxacco toda obra nao
s na mesma loja como na casa dos fregue-
ses, ainda que estes residan) (ora desta Cidade
isy Precisa-se de alugar uma casa terrea
em qualquer ra dos bairros de S Antonio ,
<>(i boa vista, e mesmo em beco dando-se a
mfezei a diantados com tanto que seja de
4 a ;ooo ; quem a quiser. alugar annuncie ,
i tiirija-se ao bolequim do Sur. lirando a
tallar com o caixeiro Antonio.
tarfP Precisa-se de um rapaz de menor ida-
de para caixeiro de uma venda ; 11a ra dos
O^iarteis u. 3.
isy Quem precisar de um rapaz portuguez
de idade de 16 un nos para venda ou padaria ,
annuncie.
- *> A pobrissima Irmandade de V. S. do
otario do Bairro da Boa visU tendo ja pe-
gado na obra do decado templo da mesma S. ,
eni ja levantado a paiede um pequeno espaco,
mas t-se na triste collico de pararem com a
i>ta. por falta dosmatei iaes necessarios, e assim
nao cesso de rogar aos fies a sua oadiuvaco
o.Mjueiro ajudar com aquilo que o seu piedo-
-.> coraco Ihe ditar assim como os Sis do-
nos de olarias ; e tornos de cal nao deixem de
daiem o que poderem para se poder levantar
na parede ; ficar.do certos do bom pago que
1 Ma Divina Padroeira costuma pagar a quem
de ccraco a serve.
tar Aluga-se a casa terreada ra do Co-
nveli 0.1 com muilo bous comuiodos; na
i ua do Vigario D. i2.
%ar Alugo-se o segundo e lerceiro anda-
- > > da casa de 4 andares da ra da moeda ,
roa ptimos commodos ; a tratar na ra do
V igario D. la.
k^r Um menino portuguez de idade de 11
1 \ x anuos viudo a potito tempo do Porto ,
dsele arranjar -se em loja de fazenda; quem o
!ecisar dirija-se a ra da senzala loja do Sr.
\ .ilentim Jos Crrela mestre barbtiro.
SST Aluga-se ou vende-se uma canoa no-
va que pode receber boo a 000 lijlos de al ve-
nara ; na praciuha do Livramento n, in
tsr Eu disse pelo diario n. 277 que a
casa que foi do fallecido Jos Fernandes (>a-
fna me est arrendada por ti anuos e em vir-
tude das condicoens da respectiva escrip.ura ,
que consta do hvro de olas do Tabelio Re-
i,is entend e ainda entendo que o com-
prador da mencionada casa he obrigado a
manter dito arrendamenlo pelo lempo que fal-
tar para preheucher os seis anuos, aqui
t reio seuo conclue que eu pretenda privar a
venda delta comodeixa perceber o Sr. les -
mdente em sua repost 1 que consta do diario
B aj. Alis de ;ue se o arrendamenlo
obre o que se trotar deve ou nao ser man-
tido pelo comprador da casa nao be por cer-
loo Sr. Responden le que ha de decedir esta
questo.
Quanto a nao ter eu pago adianlado todos
os aeis anuos he isto uma verdade que mui-
lo folgo de poder declarar. E ser por ven-
tura o pagamento de todo o tempo do arren-
damenlo em que se deve fundar o meo di-
ieiio a respeito do comprador da casa em
questo ? I'or certa que uto. Sao as cood-
c-oens do contracto em que se elle funda, sao
'Has que me garanteui o cumprimento do
xneu contracto. Pelo menos be esta.a roinha
tonvieco e tanto que nao reciei gastar em
beneficio da mesma casa o metbor de d-
denlos mil rs., alem de duzeutos e sesseuta
mil rs. que paguei adiantados. Antonio de
Souza Rangel.
UT Antonio de Souza Rangel, precisa de
um feitor para o seu sitio na passagem.
BT" Aluga-se uma grande casa ua ra de
Mathias Ferreira em Uliuda quasi defroste
do sobrado amarelo ; a fallar nos 4 cantos da
mtmt no se*"1*0 andar do sobrado que tica
fazendas por baixo da residencia do Correlor
Oliveira.
OT Roga-se ao Sr. J. S. L. A., haja de
ir ou mandar quanto antes salisfazer aquella
quanlia quetomouem Janeiro, ou l'eve-
reirode 18J9, por poucos dias e at esta
dacta ainda o nao lez do contrario passara
pelo desgosto de ver o seu nome por extenso ,
;iois ja por rouilas vezes se tem exigido dita
quantia e o Sr. nao tem leilocaso alguna.
avisos Martimos.
PARA ASS' o Brigue Eicuna Rainha
dos Anjos capitam Manoel Pereira de S ,
recebe carga para caisara e Touros a sabir
no dia a de Janeiro prximo futuro ; quem
quiser carregar inlenda-se com o mesmo Ca-
pitam a bordo ou com a Viuva Goncalvez
Ferreira & Futios.
PARA RIO DE JANEIRO sahir com
brevidade por ter seu carregamento quasi
promplo o Brigue Brasileiro Santa Mara
Boa Sorle Capillo Jos Joaquim ias dos
Prazeres ; para frete e passageiros trata-se
com Jos Gonsalves Casco na 1 ua da cadea
do Recite n. 45 ou.com o mesmo Capilo na
praca do Commercio.
PARAPIRANGI, e Rio Grande do Nor-
te a Lancha Flor do Dia ; quem quiser car-
regar dirija-se ao Mestre a bordo que se
acba fnndiada no trapicl.e do algodo.
(Xo m pr n s
ssy Um pope para traduzir inglez e um
dicionario inglez e portuguez de Vieira, quem
lver annuncie.
Vendas
OT FOLHINHAS de Algibeira Porta ,
e Padre impressas tiesta Typografia e bem
conhecidas pelaexactidodo calculo ; na pra-
:a da Independencia loja de. livros n 3ye 08,
na ra do Cabug loja do Sr. Bandeira ni
ra da cadeia do bairo do Becife loja que foi
lo Sr. Quaresma na ra da Madre de Leos
na venda da quina defronte da Igreja rio,
atierro da Boa vista loja do Sur. .Moreira ias !
. 10 e na botica do Snr Moreira, deron- > ao anuos, um moleque de nacao, de idade
casa da opera armazem de 3 portas junto o
sobrado do Sr. Manoel A. de Jess, ou a fallar
com Joaquim.Lopes de AlmeiJa caixeiro do
Sr Jao Mathus.
t3T Meias de linho vellas de carnauba
a 44o a libra, rap rolo Hadiburguez o|
verdadeiro purgante e romitorio de le royj,
vellas elsticas de todas as grossuras para cu-
rar carnosidade e dor de pedra metas de
algodo para meninas botina de bezerro pa-
ra bomem e menino sapatos de marroquim
para menino e menina lacas e garfos de ca-
bo de marfim lequesda china, bicos eron-
das baratas de lodas as larguras os verda-
deros pos parisienses purgautivos e outras
rauitas miudezas baratas ; na ra larga do
Rozario loja 7 do Lody.
%ST Camas de vento de amarello a 45oo ,
ditas de pinbo a 55oo e pinho da Suecia de
muilo boa qualidade com i polegadas de
grossura com differenles comprimentos ; e
cadeiras de balanco de assento de palhinba e
de pao ; na ra da Florentina casa de J. Be-
ranger.
E^- No sitio do Dr. Pereira na capunga,
capim de planta a doze vinlens a arroba ,
indo-se l buscar e tambera se ajusta a
venda de um corle de todo que ouver capaz de
cortar-se.
fsr Uous moleques de idade de 14 a 16
annos de bonilas figuras dous pretos mo-
cos para todo o servico uma negra de da-
de de 18 annos cozinha o diario de urna ca-
sa e faz todo o servico -y na ra do fugo ao
p do Rozario sobrado 33.
XST Na praca da Independencia loja 11. ao.
borzeguins francezes de marroquim de cores a
dous mil rs. o par sapatos de duraque de
Lisboa ditos de marroquim botins de Lis-
boa sapatos a botinados ditos,francezes de
marroquim para senliora sortimeuto de bi-
cos de dedo e raeio a dous ditos de largura ,
mantas de bico de bloin a 3aoo cada uma ,
lencos quadrados de dito a 800 rs. e ncas
abotuaduras para casaca, lano de metal dou-
radas como de retroz por preco comino lo.
S3T Uma negrinba creoula da idade de 17
lon."e carros de nulo paraconduzir atierro ,
chapeos do chille e le pallin amaricana car-
ne salgada, maquina de vaaor de forca de um
cavallo e pregosde cobre; na praca do com-
mercio armazem de Joo Carrall & F1II10.
tsf Uma venda com muilo poucos fundos
e com commodos para familia sita na ra
de i lorias L). 3a ; a tratar na mesma*
Eseravos Fugdos
sarAu^eiiiou-se da ca> i do abaixo assigna-
do na noute de 19 do crrente una escravo
creoulo de nome Tliemotio com os signaes
seguintes ; cor bem preta estatura baixa ,
grosso do corpo de idade de a 4 annos com
principio de barba, rara chala, queixo fino ,
tuayaes do rosto altas olhos fundos ps
chatos com marcas de chicote as costas ,
que a pouco tempo descascaro levou ves-
tido calcas de algodo azul, chapeo de pa-
lha ordinario ; quem o pegar levo a ponte
velha casa de Manoel Felis de Castro, que
ser recompensado.
S3T Fugionodiai4 do corrente um pre-
to de nome Antonio Pedro alguma couza
baixo reforjado do corpo bstanle regris-
ta ja tem alguns cabellos brancos o rosto
picado das techigas o qual foi escravo do
Sr Josa Mauricio de Oliveira IViaciel des-
confia-se que teuha ido para o Brejo de areia
aonde tem pae e mi ; quem o pegar leve a
ra direita padatia D. ti, que ser recom-
pensado.
sssr Fugionodiaaa do corrente pelas 8
horas da uoute uma negra creoula de norte
Franceliha figura regular,-com -algamw
marcas de bechigas no rosto falta-lhe um a
dous denles na frente he bastante tegrista ,
levou varias roupas de-lia por isso nao se sa-
be que traje trar ; quema pegar leve a ra
direita refiuaco U, ti ou na ra da penha se-
M
anuos j na 1 na direita L). ao Ldo do Livra-
mento.
\OT Um escravo bom canoeiro de idade
e em Olinda botica da ra do le 1 ti annos, e um dito de idade de la annos,
dous escravos para todo o servico uma linda
ELLAS da Sociedade Fortuna molatinha com habelidades de idade de 18
annos duas motecas de idade de 10 a 13 an-
nos e uma escrava de bonita figura propria
para mubauda por ser recolhida j na na de
agoas verdes L) 08.
ssy Em casa de N. O. Bieber & Cotnpa-
te da Matriz
Amparo
Typogratica, da Loleria do T1IEATRO ga-
nhando a vigsima parle dos premios, cabendo
na sorle de O 000,000 reis tresenlos mil ris a
preco de 4tio ; nesta Typografia na praca
da Independencia n. ao na ra larga do
Rozario loja de miude/as D. 7 na ra do>bia, pedra de marmo.e para ladrilho.
, p^rtede Bebiribe.
"*Br" Aluga-se o segundo andar da casa da
,_. nova com commodos para grande fami-
-,,a -ti.- i-.. .1..
Collegio loja de relojoeiro, e 110 largo do L:-
vramenlo loja do Snr. Gabriel que ca no
principio do beco do Padre.
S2S" ptimas bichas prelas grandes e pe-
quenas de lodo preco charutos da Hava-
na Hambuigo e da Caclioeira ; na ruado
Labug nja do Sr. Bandeira.
VOT Um negro africano padeiro bs-
tanle robusto e de boa figura, por prciso;
na ra de Apoio no segundo andar defronte
do sobiadodo Sr. Mactiado das 6 as 9 horas
da manli e aas'3 as 4 da larde.
j- Um escravo ptimo canoeiro pesca-
dor cozinheiro e para todo o servico a
vista do comprador se dir o motivo $ na ra
do Qui-imado por cima da botica 8 no ler-
ceiro andar
ssy Velas de carnauba a 4'" charutos
superiores a realho e em caixiuhas de loo;
ua venda defronte de palacio.
tST Dous cavallos ; na ra da alfandega
velha n. 9.
g^r A casa terrea da ra da S. Crux da
Boa vista que toi do fallecido Jos Fernan-
des Gama a qual he bem construida com
mais de trinta palmos de frente bastante
fundo com 7 quarlos duas boas salas, e na
da frente um gabinete cozinha fura com
um grande quiuial o qual tem de largo 400
palmos e aoo de fundo com diversos ar-
voredos. de fructo ) trata-se com Antonio Bra-
silino de Hollanda Cavalcute na ra do
Palacete.
tar Uma morada de casa em Olinda da ra
do Pago Caslnano com k4 quarlos salla
de jamar cozinha tora, grande quintal mu-
rado cacimba que lem agoa todo o auno ,
acompanha a dita casa um terreno que se po-
de tazer duas ou 5 moradas de casas a tra-
tar na ra de .viathias Ferreira casa 11. 4o.
tsr Um ptimo negro creoulo, que ser-
ve para qualquer servico e sabe tratar e a
mancar cavallos ; na ra do Vigario D.i*.
^i3T Vinho de champagnbe do melhor que
ha no mercado o cesto de la garrafas a a
gundo andar do sobrado 1). 10 quesera re-
compensado.
Moviiiieuto do l'orio
m -- ..-...._..- ,. i, ....
NAVIOS ENTRADOS NO DIA a4
LISBOA; 3o dias, Barca Portugueza tk-IIi
Pernambucana de 38o tonel.-, Cpit> Ma-
noel Francisco Bamalho equip. 18 ; carga
sal, pedra e vinho, passageiro um.
SAHIOS NO MESMO DIA
MACEIO" ; Sumaca Nac Feliz Estrella, M.
beruardino da Silva Seua caiga varias
gneros passageiros 4
DITO j Patacho ac de Guerra Patagn a ,
Commandanle o 1. Teuente Aulouio Xi-
vier Noronha Torreso.
mil rs. e a-gnala a aooo um sortimeuto r[0 DE JAiNRO ; Patacho Nac. E-pidar-
complelo de sapatos de todas as qualidades (e M. Jos dos Sauto< Braga..
para hornera senliora, e menino, selins \ RJO G. DO SUL ; Brigue Mac. Boa Ventu-
ra ,
sal.
Cap. Baltazar Jo. dos Reis
ar Taboado de pinho da Suecia de cos-
tado cosladiuho assoalho ioiro, e para
fundode barricas, a pieco mais coramodo
.< mip <>m nutra aualqucr parle \ traz da
de todas as qualidades, hajideijas ricas com
pinturas finas e guarnecidas de casquinha ,
e outras a immitacaode Jacaranda apareluos
de procelana para cha, janos e bacias de dito,
hapeos de sol de seda para horaeiu e
seuhora damasco da india em j.ecas boas
luvas de pelica das melhores que se iabrica ein
Pars para hornera e seuhora chapeos rica-
mente enlejiados para seuhora, espingardas,
sacos e pi Ivanuhos para caca e outros
muitos objectos por preco commodo ; no pa-
leo da Matriz arniuzetn de porta larga D. la.
VST O metbor champagnbe que existe nes-
ta praca da qualidade a mais estimavei que
tem ciiegado a esta praca ; em casa de A.
iioseh ni. ra da cadeia velha D. 17 no pri-
rneiro andar.
tur Uma preta de naco meia bucal ,
ptima para lodo o servico e duas toalhas
todas abertas de lavaiinlo } na ra dos Mar-
tirios D. ti lado da Igreja.
SS3~ Duasescravas uma de idade de i5
anuos de boa figura engomma, e cozinha ,
dous moleques de idade de la a 14 anuos,
oplimos pura lOJo o set vico e ptimo escra-
vo peca para lodo o servico ua ra de agoas
verdes dsa teriea D, 37.
isr Cha issou isson eb.in vinho do
Porto madeira xeres ci.net malvasia ,
agoa-arden le de tranca, genebra de Holan-
da servis branca e preta sal refinado ,
vinagre hranco presunto para fiambre a aoo
js a libra queijos loud 111 o batatas in-
gieras sopas preparadas conservas uios-
larda alcaparras sedlilz sal de glolio ,
vellas de spermacete sabo tintas de todas
as cores olio de liuhaca, \erniz, lona, bnm,
u de vella camisas de riscado e de baeta
calcas de bnm LoneU paia luaraujo metas
de algodo, sapatos uigleie* I os I oros li-
jlos de limpar facas graixa tiala de escre-
ver dita de marcar roupa oculos de ver ao RECIFk^MA 1YP. DE *
carga
NEW YORK.-, Brigue Americano Odessa,
Cap. J D. Sallugher carga assucar, pas-
sageiro 1.
LIVERPOOL j Barca Ingleza Columbus ,
Cap. Daniel Grim carga assucar e al-
do
LIVERPOOL; Barca Ingleza Marcher, Cap.
1 lioinaz Buller carga assucar.
ENTRADOS NO DIA a5
LISBOA ; agdias, Brigue Portuguez Em-
prehendedorde a48 tonel., Cap. Ignacio
Jos de Araujo equip. i3 caiga diffe-
renles gneros ; a Francisco Jevenano Ra-
belo.
BOSTON ; 57 dias Patacho Americano
Danis de 173 tonel- Capilo II Carnish,
equip 7 carga farinba j a Forsler
Companhia.
SABIDOS NO MESMO DIA
TRIESTE; Brigue inglez Jane Erekene,
Cap John Cook carga assacar.
MONTEVIDEO; Brigue Nac. Salvador Fe-
liz Cap. Joaquim Jorge Gousalves car-
ga assucar.
PORTO ; Brigue Porluguez Emportador ,
Cap. Jos Monteiro Salasar carga varios
gneros
DITOS NO DIA ati
LISBOA ; brigue fortuguez Feliz Destino ,
Cap. Jos Franeisco Lessa carga vano
gneros.
ENTRADO NO DIA 37 ,
HAMBURGO; 5ti dias, Brigue llambur-
puez I olidoro de aoti tonel. Capilo 1
Haikifeld, e.iuip. u carSa
gneros ; a jY. O. Bieber.
dtlcrenW
uE.DEF.-lMf


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