Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04183


This item is only available as the following downloads:


Full Text

kwso m? 1840. 8aui>o
Ta ^o tuerca continenlo* como principiamos, sereno* apoitladoe
3a adiracs9 entre as iNacues mais cultas.
ProclanisrSo da Assemblea Geral do Brasil;
imbscreve-se para esta folha a 5ooo por q.iartel pocos abantad*
esta laografa .ruadas Cruzes D.5, e na Praca da Independen-
cia n. 07, e 38, onde se receben correspondencias le^asadas e an-
uucios, insinndo-se estes gratis, acudo dos proprios assi-naatej, a
lindo aaagnados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES**
Ctdade da Parahiba e VUs de MH prettnefa ;......\
Dita do Rio branda do Norte, a VUlai dem.......\a
Dita da Fortaleza e Villas dem..............is*S* ^taiJIcfiaJi
CSdade di Goianna.....................)
'.*d5 V ?- ......................Tof,3g oa diasi
\nla de.. Anuo......................Quii** ft.r
Dita daGaranfanm Povoac.o .3,, Bonito.........lo, a* de cn.la me
Dasdo (.'>}, Serinhaem, rilo FornMso, e Porto Caire. 1, n, e ai dua dit
Cidade das Alagoas, e de Slacei......... -'-
Vta de Paja de Flores..................
Todos otCorreiol partcm monttio dl.
, dem
idea
Mea
13, di! dte
i
MASES DA LA JNO HEZ D5 DE2,
Quart. ercic. a i- La Cheia a p-as t h. 53 a*, da man,
Quart. aaing. a i5- as f; h. a i m< da tard.
Lux ftava a 2! ai > h. j- *n. man.
Miare ehcitt pzr* din 2 ..': Detem
As 7 aeras e 42 atinlos do nanhi|
As 8 aer.n e 6 Minutos da -
J OB DSIEMBRO, $<1*. tft\l
CAMBIOS. Dbzbmbm il.
Londres. .... 21 c'. por 1 Joco Cfld.
I.is'r>oa ......80 a I > << aii ir metal oTerecrio.
' j-.'ca ...... 52j repor franco.
nr> >ar, Conap, Vendas
OURO Mi res, veihas 14'i'.o i5$ooo
,, Dil 1 .. ,. nova f4$5oo I a 800
.-. Dita* d Jl3oo
.' RATA -- ,.--_. 1^620 i";io
I ej ros......iffho >
KM ------- |fOO0 ip'c-io
,, Wiia.----------------------If4<> if&O
Deaeonto de bilbetei da Atfandeg* 1 a 18 por :ooaoiue.
.1 de letras 1 i< c a :;; 1 (iraaj oaTerecido,
Kacja d cobra 3 por 100
DAS DA SEMANA.
7 Sesuda 47. Ambrollo Are. Audiencia do lufa de Direito aa i
a.
8 Tere* 1} ConeefcSo da N. :; i"
9 1 Kiai: 1 :>. I.l- ada V. M -- Au l. do J. de D. da 3. rara.
10 Quinta S. Melquades P. M. -- *.u dieasia do Jais da .'.oda a.
<1 a
11 Sexta 3. Dmaso P. Audiencia do Jut de Direito da 1. vara.
11 Sabbado S Justino M. ItelacSo e Audiencia do Ju;a ds Direito
rta 3. rara.
t3 Poaing* 3. .a Advento S. Luzia V. 1!.
PERNAMBUCO.
THEZOCRARIA DA FAZENDA.
Expeliente o da 7 docorrenle.
OtTicio Ao Inspecor da Thesouraria da
Fasenda da |ro\ incia da i'oraiba prevenindo-o
de iju! a maior [>art dos saque* ,. que tem
feito soiire a Thesouraria desla Provincia por,
couta dos Uentlimentos Provinciaes tl;iquella j
tem sido aeitos par seren pagos coulorma
as Torcas dos Cofres do* mesmos rendimentos,
e que nao bavcmdo atitorisacio para se T-cr
siippriinenlos pela Renda Geral aos Cores
Provinciaes < deixiro de ser aceito* os que j
de novo se apreseutarem lo-;o que nao existo |
luudo* para os seos pagamentos
IJiio Inspector da Alfandeg* paricci-
panuo-ie j><.r,i sai inteligencia a licen-
ca de tres mese* cona o respectivo vencimento
concedida pelo Tribunal do Thesouro Pu-
blico Nacional ao Amanuense da mesiua Al-
t'andega Uomingos da Silva (iuitcaraes,
dem do da V
Dito -- Ao Contador da Thesouraria re-
Dieltendo-lhe por copia para sin intelli
pencia s ordena lio Tribunal do TUesouro
Publico Nacional nmeros 87 97, e 107
docorrenle auno; a primeira participando
a liceuca de tres meses como o respectivo
vencimento concedida ao Amanuense! da Al-
AITandeja Domingos da Silva Guimares ;
a segunda recommtndando, etn cousequeucia
de se baver remettido a Thesouraria d
Provincia, pelo Paquete de Vapor S, Salva-
dor cem conloa de reis ero Notas para serem
aplicados a snbsliluico das de 10U000 reis
e de estar assim providenciado para que nao
seia destale ida a renda Geral lorn e^ta ope-
raco, e no seja preciso laucar mfo de rneios
exiraordinurios como o de descontar Bilhe-
ted'Alfandega, contra a expressa probibigo
ua ordein de a de Maio desle atino; que mu
restrictamente se observe a sobredita ordem :
a a ulnma partecipsndo ter o Conselhetro
Manuel Alves Branco sido removido da le-
laio desla Pioviucia paia a da Corte, onde se
acita ero exerenio.
dem do dia lo.
Oflicio Ao Exm. Presidente da Provincia.
ni'urmaodo o requeiimento de Joaqui;u Cle-
mente d Cemos iJuarle.
Dito Ao Administrador da .Mesa do
Consulado para mandar pagar con lorn
delerminaco do Exm. Presidente da Provin-
cia em olicio de 7 do crrente ao soldado
JManoel Dias Vianna a quanlia de 6aU88o reis
despendida pelo Sub Pici'eito de Tijicupapo
comaconducco do Pao brasil aprehendido
na Praia do Atapuz para bordo das CaiiJs.
Portara Ao Thesourciro da Fasenda,
para eutregar a Firmino Jos 1 es da Rosa
dezcontos de reis, valor de duas letras de
tetta contos de reis, e de tres contos de res a
o dias precisos, sacadas coro abonaco de
Machado Si Santos, em o 1. do correute mez a
favof da Thesouraria da Provincia do Mara-
nbo. .
Dita__Ao mesmo para entregar a Angelo
Francisco Carneiro a quantia de oito coutos
de res v-lor de outra letra sacada com a bo-
uacio de Elias Bapsta di Silva a avor lam-
bdm da Thesouraria da Provincia do ftiaia-
nlio.
Uia Ao mesmo para passar a t rancisco
Xavier da Cooceislo huma letra da quantia
de 07474 teis a ia metes' precisos impor-
tancia dos vcucimentos militares que venceo
como soldado du extincto Balalbao numero > \
deCacadores de primeira Liuba, anterior-
mente ao anuo de 1 87.
Dita Ao mesmo para passar outra letra
a Joaquim Jos de Santanna Corneta do ex-
linclo Batalhao numero ai deCacadores de
primeira Lioba da quantia de 97U960 reis
siameses precisos, importancia dos ve:.ii-
mentos anteriormente ao anuo de 1H27.
Dita Ao Tbesoureiro dos ordenados, en-
carregado dos pagamentos militares para pa-
gar aus Agentes das Barcas de Vapor nesta ci-
dide a quantia de i/\oj reis importancia da
passagem de cinco praqas invalidas remetti-
das pelo Exm. Presidente da Frovincia do
serenes sempre ssiduos em dir.er a verdade a
m.SbOS coacidudaos.
A Iti das l'cic'rs tem posto entre nos-
gas moso nosso mesmo destino, dina !>.
de Constant, quando tratava das Elei 5es da
Tranca Ecom quanta rasio nao devemos
nos diier outro tanto, quaudo uas lostruc-
1 de -ii c:e Marco de i8?. lemosoeap.
:..:- '_.', (i. .-i. 7? Repilamol-o : edesoja-
ramos se nos I sivel ler lanl is bo-
cas, comoa Fama, para serros ouvidos por
toilos os ngulos de 1 >a patria; di
mi s ler urna fiase lo persuasiva e la 1 m-
gica que a despeilo de [as as cab
gravasse-mos nos coracoes de nosso concida-
ilaes as patarras 1
artigo
d'um modo
(laranliao para esta Provincia no vapor Ma- ufo indelevel que nao podessem ellas ja mais
ranbense, chegado nodia i5 domez p.p. ser apagadas pela esponja ensepada no fel
Diversas Ueparticoes
OBRAS PUBLICAS.
Pela Administraco Fiscal das Obras Pu-
blicas se hade .ender em hasta publica a quero (]0 vangelbo nos diramos mais tu is
da mata negra condescendencia O Eleilor
deve ser boinero prob.j e bohrado de boia
entendimenlo seui nenha sombra de sus-
peita e ioimizade ; causa do Brasil.
I .is o cdigo de nossos deveres eleitoraes; e,
se nos fosee permittido applicar aqui um texto
A' vista desles principios, claro est que
laquelie cidado que por temor ou amiza-
ide, assignasem escrpulo, es cegas, acba-i
pi, que o ami,''), cu o superior llie apresen-'
ta n"o probo por que fas o ma! : que Ib*.
6 prohibido ; nao honrado por que nes'a
acc nao tem pule a rirtude ; nao raciocina,
juojulga; notem "bom inteudlmento '* ,
p ir iue se o tivesse; nao obrara pelos sen-
timenlos dos outros sem chamar esteaeio
sentimenlo a um rigosoexame; ea boa L-
gica nos prohibe jurar na p.ilavra de ou-
tro ; filialmente suspeito de inimizade
causa o brasil por que a poenm risco de
sofrer por sua leviandade : e que sendo a
cousa,, que mais respeitada deve ser, tile
pe a baixo de quaiquer outro negocio ; pois
nenhum Immemassigna urna letra ou qual-
quer crdito sem examinar a su* legilidade.
Eleitores, treme! com a lembranca todo
acto venerando que ides praticar b manba
( i3 do torrente) ; uo queiraes accarretar
contra vos, e contrarossasfamilias a maldi-
cfo ilc vojsa patria.
maisder vmte e tantos costados delouro no- duobus mandatis tota lex pendet, et pro-
vos de diversos compiimentos e de palmo e j pheie destes dous preceitos somenle de-
meio a dous de largo avallados em 5Qao! peudem os nossos bous representantes, eas
preco porque loi comprado cada hura; as pea- nosaas boas leis.
soaa que quiserem arrematar podem concorrer Sim este attigo comprebende so dous pre-
a sallada sobredita Administraco as rl ceitos ; l.O Eleilor deve ser hornero
horas dos das lev 17, c 19 do correute para |ir0|jO e l!CIirad0 r palavras sinnimas ]; a
darem seus laucos; e querendo ver o dito .. c) r.,t ,. t,s,. ler ..,ta nteudimeiito 1 o
taboado podem ir a mesma salla todos os nSo tersombraalga de suspeila emama-
dlas uteis as horas do expediente para se ibes de/, causa do Brasil eat incluido nos dous
: primeiros preceitos; visto que nenhum ho-
rnero de pro! !', edebom entendimento ,
i:, ni'ii pod igoda actual cuu
Brazil que si 1 la sobre bazes se-
guras i'u:i:.i constituido liberui, Analyae-
moa ai
bhcas se compra para a ponte do Recife a probd.de Virtude e Honra, orno j<
madeirasegurnte saber-- disse-mos sao synonimos [1] A probidaue
.o buhas de 48 a 5o palmos de compndo se abstcm rigorosamente decommettero mal ,
com 12 pollegadas de face em quadro 1 ao que|be prohibido pelas leis em geral. A
estivas de 44 palmos de compndo ,e7 para xillud u otolm% qua tias nio p0dem
b pollegadas de grossura--1 a esleto de 45 prt,SCrever ; ella activa, e su* morada
,almos de comando e ib pollegadas de face ^ocoraeoi A 0:1ra como locha da vir-
em quadro.
Correspondencias.
maudar mostrar.
Admimistragao Fiscal das Obras publicas 5
de L't-embio de 1840.
Moura.
A. F.
Pela Administraca Fiscal das 0!>ras Pu-
-..... qe tema o esp
lodas aamadeiraa de vem ser a presentadas de Kodo que taser p<)lha doa ,
bvres de branco, brosio lascous, piolho ; do lem UMb(,m ^ e8Coiher De la.
leudas e qualijuer oulro deleito.
zembro de io\,.
Moura.
I i^ais ero menos do que aquellas garantas,
c libeidades, (]ue iosoutorja a Constitu d i,
res| eitar amar e seguir esta Le sagrada ,
e fundamental do noso imperio e aquellas
DUR1 D"PEfiAMBCO. u:"da,'^s fe ^te suena e que
pela mesma Uonstiluicao sao permitttdas; sem
jiit'j mais consintamos, que um de seu
ELEICjOENS PAUOCIIIAES. | meutoa pete sobre outro mais do que d
Di:er a verdade um dever quando del'a nem mesmo que se aniquille algum delles ,
resulla umbem, e umdever aindamais lou- pokde auaexistencia e equilibrio provdm
vavel quando do der a vetdade provem o a felicidade deste imperio j niu nos serviudo
bem (Jral ; e estando na ueste dever como por lauto neiu os monarchistas :jo^!ub ,
escriptores pubiicoa embuia a nossa frase se- nem oa bomens puramente republicamos.
ja amarga aquelks, que, ou, noconbecem ,,-----------------------------------------------------------------
ou se conhecem, despiesao os immensos bens ,! ('] Veja-se Boislc JJictioiiiiaite Des Sy-
que lie? p.ovem dogoveiuo icpicseuativj ,, nousmes.
Snrs. Rtdcteres.
Serv algum tempo no enligo lle^imento
do Suassuna ; pas:ci depois para o segundo
i Batalbio de Cassadores de segunda lu! a C-
mandado por IVladureira, e outros: fui sol-'
dado, inferior, e official ; fui oir.rnandado,
ecommandet, sempre debaix doi gulamen-
lo.de 1808, e suppunba ter algumai ideas
iia etiqueta doservico; porem boje tonluvo
que estou engaado pois o servco da Guar-
da Nacional que segundo a le deve ser
feito com dignidade, e os Guardas tratados
como Cidados o contrario estou vendo to-
dososdi*8. Ha oficiaes que o> liato como
a soldados de de Lioba ; ameaco a cada pas-
so dar-lhes e al ei i > ; Comman-
dantes de Con u las que prende ai a seu ar-
bitrio quando esta attribuicio nao l:es
ada na L- i e sim ao Commandante do Co -
po, como expresso no paragrapbo 3. do ar-
tigo 19 do i ecieto de &de Outubrode ibji,
1 e mesmo a este parece nao ter concedida sem
primeiro usar ds admoestaedes doa paragra-
phoa e a, do mesmo artigo. ispeuso
quando lbea parece mediante dea mil rea
al para a bemdita msica, fasendo re-
calar por conseguinte o servico dos dispensa*
d bre os outros, Fazem honras fnebres,
que nao esli marcadas na Iei,ejfoi dece-
dido na terem lugar pelo Aviaj de viulede
Btbro de j.j : Em 6m Snrs. IUda-
clores seria um nunca acabar se eu enume-
lassu as arbitrariedades praticadaa tidos os
das. Cidados inanias Nacijuaes uo vos
deixeia pisar |>eios vjssos commndautea ; ve-
de a lei e >> a eia obedecet, do contraria
breve jasareis a ser escravos, como j\l ago-
ra principiaea eaigindo-ae que votis ni
vos der.
A Ueos iaara, Uedactores t^utra vez,
Seu assiguante
O Guarda do Povo,
Messieiirs Lea Redactores du Journil de
11 rnambuco.
Je vous prie, Mesaieura, d'avoir la bontd
de bien vouloir inserer daua votre estiiuabus
> Journal cea faiblea ligues.
Puisque Mr. leuucteur Bretn veut bien
( man liire le uUiair de uou ^atruirt a ees


DIARIO DB 1'finlMDCO
t-lationsintimes lant avec "Ir. le Cnsul,
ju'avccsoo vieux pert, nous le prions fie bien
iouluir otendre um peu plus sa complaisance.
e de nous fairs savoir si il a en fin Irouvc
' relie Poule aux ocufs d or. tanl promise par
lu, et egalement tanl desirc. ,
Un Flaneis cureux.
Snrs. Hedaclores.
No lempo qua estamos Fiancesas parece-me que nao seria mal
llie nnlirassemos, o secunde (Recipe) que
pode misturar rom o chocolate,
lidia miltil Ebur
Fermn Gernania
Tcllum lbala Pontfices
Gal i a Ca ni Gees.
O Telo.
se
se
Noticias Estrangeiras.
PRUSSIAj
O Arrtbispo de fosen.
O governo prussano tomn nltimamente
liuma n edida de alta iropoitancia; perncl-
ito ao arcebispo de Posen vollar para sua
djoctM e continuar na admimstraco cleila.
As desavencas entre o gabinete i clero tiilhoco dilo do fim de 1837. iln-
vendo nessa poca o auehispo de Colonia re-
I elido osyslema do goveino acerca dos casa-
ir 1 ntosmixti.s, foi preso e transportado para
;> linden* Aigum lempo depois o arrebispe
de Poten associou-se a-opposico doseu col-
Jga de Colonia e soflreu a misma sorle
Levado preseoca dos ir unaea, M. de Do-
iiin foi condemnado prisao por dous anuos
J cidi.de de Berln lite fi i designada como re-
sidencia provisoria. O auno passado elle dei-
3.011 esta cidade repentinamente e foi para
Tosen tem aulhorisaco do t;overno. Sua
volta inopinada exctou alguma fermenta-
cao entre a populacao catbotica t mas o ar-
tebispo (oi logo preso, elevado para a for-
taleza deCoIberg.
L>!a?o as cousas nesle estado quando mor-
re Ert-derieo uiiberme 111. Depois de al-
g urnas ni-gociagos posterioies a esta moile
mandoU'M inserir na Gazeta de estado da
1 russia bum publicandum, que autoiisa o
rcebispo de Posen, M. de Dunin, a voitai
a sua s episcopal.
* Tomei esta resoluro com maior facili-
dsde, diz o rei por haver reconbecide a
dheslo coro que os habitantes do giio-du-
cado resistirlo s malvolas exri tates con-
Fin recompensa espero com plena confian-
za que meoa fiis subditos cat bol icos do reo-
ducado reronheceio comgredidio, na tol-
la concedida graciosamente a sen primeiro
pastor espeiitual huma garanta da soiici-
tude que quero conceder ; igreja e ao cul-
to calholico no grao-ducado de Posen'
' Como teiei alinelo a que se vele cons-
tantement-com vigor e consciencia em impe-
dir quanto poder dar occasio a cotos tun-
didos sobre a uso observancia de miaba ven-
tado positiva e nvariavel a nspeilo da lber-
dade eda igualdade pe'rfeila das Confis6es
chtistias, tambera se proceder stm alien
Ces e 6em mederaco centra quem se altre-
?er a compromettei, em despeito das leise de
miitha vontade, expressa a feliz concoidia
mire as coufissoes, e a aser perigar a paz das
ig rejas.
A Gazetta de estado da Prussa annunoia
depois que o arcebispo chegou a Posen a 5
de Agosto, 1 elas nove loras e meia da noile ,
viudo de Collerg. Apeou-su em seu Pala-
CIO.
As serias complieaies sohrcvindas nos ne-
gocios da hu opa liveio simduvida algutra
influencia na reinlegraco de VI. de Dunin
em sua t episcopal. Durante huma lula en-
tre as grandes potencias, o descontntameos
10 dos caiholiios do grao durado de I osen po-
der ia ausar graves en buracos ao gabinete
de Berln, enede notarque o publirandun
Stgui-se logo coutluso no tratado de Lon-
di es sobre os negecid* do Oriente, O timado
I e de 15 de Julbo e o decreto de 29 do mes-
nao mea
I itiJ.i'e, o governo | russiano rio se
titii.dtu aiiida com o ortebisno de Colinia :
llOtlciSS de dala KCiule lz 1 e o i,o'o 11 i berdou os Mmlimenlos de tpu
j .. contra esln 1 relado* (V*aa depois da re-
.-ilotao tomada a rtapeito de N, de Dunin,
he perteellidoatiediur que a Uiocese de co-
lonia i.aot.tara por oiiito lempo privada de
mu ti.tif. O gabinelte de I uimi nao lie
b-enoa intereseaao coi reconciliar-se com os
idil uiatb das marc.m^ do Ubeno do que tuiu
wdomie duiado de Posen.
1ECURS0S NAVAES DA TURQUA.
Durante a minha residencia em Constanti-
nopla live frequenles occasies de visitar a es-
quadra turca a narraco que vou fazer he o
esultado de minhas projirias observaces ,
inJependentede ludo o que a respeito se tem
dito ou escripto.
Foi nodia ;q de julbo de S3S que bor-
dejando com taimo brisa de nordeste entre a
Iba de Imnros e a boca dos Dardanello*, de-
nos vista pela primeira vez da esquadra tur-
ca.
Tinha cu descido cmara para consultar
alguns mappas quando ouvindo no con-
vez bum mov'ment extraordinario dei-me
pressa em subir. A principio nao pude adi-
Tiiihar a causa desse hulicio nem cousegui
cas roas que nunca teve em bateria mais de turca o canal dos Dardanellos.
142 ; na poca a que me refiro montava ti6
pegas novas que acabavo de chegar de In-
glaterra. A maior nao da esquadra depois
desta era tambem de 4 pontes mas mon-
tava smente 130 pecas as bateras e castel-
lo de proa. Vinbo depois 1 nc de 110 pe-
se ento de :
8 naos.
10 fragatas de linha.
14 fragatas pequeas e corvetas,
a vapores*
Compuaha-
cas i de g6 e 1 de 80. Bem que os Tur-
cos chamem a estes navios m-Sos de tres pon-
tes, nao serio assim clasificados as mari-
nhas europeas pois que se tem tres bate-
ras nao tem tres bateras cobertas.
Depois das naos de linha vinha a maior fra-
gata que existe no mundo, armada com 74
pecas ; o engenheiro americano que a cons-
truio deu-lhe o nome de Victoriosa e os
Turcos denomino-a Musatir. Ilavia mais
fragata de 64 3 de 60 1 de 5o 10 de
que respondessem a minhas perguntas por- 4o a ^ > a ''e a^ e 3 de i\ ; 1 corveta de ai,
que os olhos de todos estafad filos em bum : 3 de ao 1 de 16 eiden, alera de t bri-
iupar* !gues e algumascanhoneiras,
Estavamos a quatro miHias de distancia dos Hura anno antes deta poc-, tinha engaja-
caslellos da Europa e diante denos se des- do o sulto alguns roarnheros inglezesea-
dobiavaa mais formosa perspectiva. Era pa- mericanos para melliorar a disciplina da sua
ra o centro do canal que pareca dirigir-se a j marinha. llum instructor, que tinha sido
curicsidade; filando osoliios nessa direceo sargento na arlilheria de marnba ingleza ,
descobri huma esquadra numerosa que vinha servia a bordo da fragata de 7 para ames-
sobre nos. Ko era preciso ser hornera do j Irar a e(|iiipagem 11 exercicio das pegas e
mar para ver pelo guindado dos roasjros, em huma Iragata de 60 havia hura ofticial a-
aue naoera5 vasos mercantes: a que nado niericano que servir na esquadra de O. Pe-
pertencia ? era o que eu perguutnva a mira
mcsnio quando OSgageiros nos avisara que
era a esquadra do capilo-pacha.
Ida proa da esquadra, em distancia de
urna mil ha vinha hura pequeo barco de
dro ; mas a presenca destas duas personagens
produca poucos hens, por isso queosolH-
cses turcos conirariavfo todos os seus de-
sejos.
Em principios de i8iq, pedio o embaixa-
34 vasos.
No roez de julho fora entregar-se era Ale-;
xaudria ao pacha do Egypto :
5 naos.
j fragatas grandes.
11 vasos menores.
a 3 vasos.
O resto da esquadra isto he 3 naos 3
fragatas grandes e 3 vasos menores regres-
sou a Constanlinopla,
lloje conta a es-juadra turca :
4 naos.
4 fragatas grandee.
3 corvetas.
5 hrigues.
5 vapores,
at velas,
Conslruera-se e:n Sinopc 1 nao e t fragata;
em Ismid 1 nao de 110 e r fragata de 5o ; mas ,
no estado em que se acha o imperio oltoma-
no, he duvidoso que estes vasos cheguem a
(United Service Journal.)
armar-se.
RECURSOS NAVAES DOS ESTADOS-
UNIDOS DA AMERICA.
O Sr. Cooper na introduccao historia
diz
Ha mu-
vapor ; seguia-se-lbe huma fragata grande dor turco na corle de Lonires ao governo in-
e depois huma nao de linha ; quatro naos de g'ez o auxilio de alguns omciaes capates de j que recentemenle publicou ,
tres pontea, rodeadas de alguna vasos meno- melliorar o estado du marinha oltornaua. j toque lodos confessa que a America possua
res, l'oimavao o corpo da batalha ; a reta- Em consequencia dessa requis. .:> foi man- ludo quanto he necessario par* crear huma
guarda cornpunha-se de duas rgalas gran- dado a Constanlinopla o capito Walker la j esquadra numerosa menos houaens e diniei-
de, duas corvetas e dous hrigues. nao ingle/a Vanguatd. Este oficial fez o | ro. Reconhece-se que temos babilidide e
Em menos de meia hora estava sobre nos, mais que pode para crganisar a esquadra e. ] aptido-pira a vida do mar masassegura-se
e a sua appareucia era muito superior ao que 'gracaa aos seus esforcos, tinhao se obtido j ,' que nem as nossas Qnaocas nem a nossa po-
tu imaginara : na verdade aos olhos de importantes melhoramentos a despeito da
bum observador ordinario em nada dil'eriao ardente opposicao de todos aquellos e o nu-
de huma esquadra francesa ou ingleza e s niero era grande que tinhao milito a perder
bum marinbeiroexperimentado poi'eria des- e nada a ganhar cora toda e qualquer inno-
eobrir algunadefeitos, liavia ao todo 28 e- vas*0,
las, que, impellidas por huma bella brisa Quando a esquadra appareceu no Bospha-
do norte chfgarao bem depressa entre a ilha ro em julho de i83^ a sua apparenria ex- ciaes j
de Tenedos e o continente ji^iico. terior era igual ile qualquer esquadra in- qut* a
Durante o outeno de 188, os movimenlos pieza francesa ou americana. A respeito
da esquadra lurca occupavaS a atleiuao de de vveres, munices e sobrecaliente esta-
lodos os residentes em Constanlinopla ; nao va tobem provida eomo se tivesse sabido dos
me linha sido possvel oLler infermaces exa- arsenies inglezes; nas a respeito de equi-
otas a seu respeito quando na manda 1 de pagens eatara era mseravel estado.
Domingo i\ de novemhio despertado sub-' Alb o anuo de i838 linha sido pratica
lamente pelo estampido do canillo, con i despedir as e]upagens quando a esquadra
minha ianella, da qual se gozava a mais bel- eutrava no porto e recruUr de novo quando
la perspectiva do Rnsplior eda entrada do sabia no verlo seguinte,- mas em i838e
porto, Nao era o tiro de pega do Raiaazau l^% tinhao se conservado os mariuheiros du-
era huma banda de arlilheria que linha in- ranie lodo o invern. Desembarcarlo 14 rail
terrompido o meu sonuio. crianets, queforlo substituidas por numero
Dirij;indo a vista para a ponta doserralbo, igual de hoir.ens vigorosos comtudo s se
vi, atravez do fumo nue se dissipava huma ob'.ivero mui fracos resultados deste roellio-
no grande e magnifica quedobrava a ponta rameuto. A maruja em eral, era ostra-
para vir undear no ancora louro. Em quan- riba aos ieveres da sua profisso e os ofil-'a-
(0 rxamiuava suas manobras veio dislrabir es nao tinhao a necessaria capacidade para
minha alinelo huma segunda banda de ar- instruil a.
tilheria, e vi pouco depois, huma outra
nao que fazia exactamente as mesmas mano-
bras ; depois assomou por cima da pona do
serralho bum pinhal de maslros, coioados
llum oficial inglez embarcado em huma
das naos turcas, disse-me que era huma ac-
lio leria muito mais medo d ignorancia dos
mariuheiros turcos do que da coragein dos
tocha pela flamiuula dos navios de guerra. E- seus inii igos.
ra a esquadra tuica que eutrava para tomar O numero de pra:as a burdo dos navios era
quaileis de invern e cujos navios salvava muito maior do que exiga a sua lolacaa, O.
succes.ivamente o serralho, antes de dar total da gente embarcada na nao Mahmou- fluiaes. poiaque os mesmos mariuheiros nem
pulacao permitiera que tenhimos huraa ma-
rinha almente existissom seria canamente fa-
t.ll.S.
O ohjecto do historiador he provar que nao
fallad America esles dous elementos essen-
raas a experiencia tem demonstrarlo
America depende quasi inleiramunle
dos estrangeiros para tiipular o seus vasos da
guerra circunstancia pouco favoravel a hura
paiz que quer lornar-se potencia naval, m-
xime se viera erapenhar-se em huma guerra
com a Inglaterra cujos mariuheiros supprera
boje a sua deficiencia.
lia porem outras coasas essencalmente ne-
cessariaa pura a croarlo de huraa marinha po-
derosa alera de horaens e diuheiro taei co-
mo portos grandes e seguros aceessiveia era
todas as luas da mar e fortificados dique* a
arsenaes cora ampios raatcriies pira construir,
armar e equipar esquadras. Os pirios, sa
nao exislein deveai ser leilos ariifh lalinecite,
gaslaudo-se soramas enormes e o, arseuaos
custa mullo a crear, e exi^orn som.nas avul-
ladasimas para se raanlerera. E depois cum-
pre orgauisar bum quadro de oficiaes efi-
ciente para o servido de guerra e de paz e
mantel-os tanto na paz coaio na guerra ; a
i.s-o be obra do lempo ponjue curapre eJu-
cal-os desde a iulancia na sua proisslo. A
experiencia tem provado que cora quanto a
mariuha mercante seja o melhor viveiro para
a mariuhagem nao se pie tirar della os ol-
lundo junto es muralhas do arsenal. O cru- dieh era de 1,190 praca9 alem de 700 sol-
aeiro o verlo termina va em fundo e os a- dados de desembarque. Os outros navios li-
larinistas ia5ser privados por alguns meies nho gente em igual proporco.
dos seus mais caros objeclos de dissertaco. Os vapores sao 4 a saber ; Esrri-Kbair
Nao ha em todo o mundo hura tbeitro mais ( sigual da fortuna), de 100 cavallos ; Sa-
convenienteiBenie dispo^to do que o Hosphoro liir-el-Kebir t de 110 cavados : Ptki -Siier-
para aier sobresabir todas as bellezas de hu- kei (mensageiro rpido) de loocavallos : e
ma secna maritiraa : vendo salvar lodosos Mese i liaiiri ( viajante dos mares ) de no
navios maiieira que dobravlo a pona do cavallos.
serralho para entrar no porto, dir_se-hia Como dissemos cima toda a esquadra
que se assistia a bum con.baie naval. turca eslava prorapta nos principios de ju-
O invern snuuntira-ss com lodo o rigor nbo de 18J9 a fazer-ae de vela ao primeiro
do < lima das margena do Mar Negro e al- signal
guns das depois loda a esquadra linha en- Nodia 6 sabio do Bosphoro a primeira di-
luido pata arsenal onde devia ficar eaa o- viso as ordena do Cap lio-bes nodia 8
co at primavera seguinle. | laigou a segunda diviaio} coraoqandjtla pelo
Duianle o invern progiedirio os Irahalbos capillo-pacha em pessoa. A bordo da nao
do arsenal cora a maior actnidade e no ir.cz almirair.e acliava-o o capillo Walker que
de meiu de 1 r. 9 eslava completo todo O *r- pareca gozar de toda a coubanca do pacha ,
mmenlo. Nada seou.itlio |iara por a es- e que exurcia na reaiidaifv o ooinmi-ido de
quadra em calado de combaier j os vverese toda a esquadra, por isso que o pacit nada
n unieres forSo distribuidos em tal quautida- fazia sem o consultar,
de, que eia evidente que a esquadra st pre- j A bordo da nao do capito-bev liavia tam-
parava para huma longa campanha epaia bem hura ofi ial inglez cora o titulo de rupi
correr os azares da guerra, lio uai eia esau tilulj puramente nominal ,
Quando no hu de maio se deu a esquadra' poique os olb i.ns turcos nao presta vio at-
|oi piumula cuttlei tuuopoito 40 vasos leuco alguaaa a suas ordeus oua stuicuu-
luoipieuuieiite armadoa, O almirante icara aeliios.
o stu pavilbao a bordo do Mahnoudieh nao
t,Ccn cciic). ide 4 puntes, cojj poiiiuhulas paia o pe- Nodia i a dejunho vi dascer k esquadra
huraa confianza lera era horaens educados 11a-
quella escola, Desnecessario era acrescentar
i|ue o carcter do oficial de marinha, que ser-
ve mais pela esperaoca de ganhar honras a
distincLes do que lucros pecuniarios, he mui
dill'..-rente do mestre de huraa eraharcaclo
raercunle que abraca a profissao do mar s-
menle para ganhar dinueiro ; e posto que os
marinneiroa vio de boa vontade ao lo.;o, que-
rera sempre ser prece lidos por aquella cora-
gem indomavel e esqntcimeutode parigo pes-
soal que consume o attribulo geral e esseucial
do carcter militar.
A costa dos Estados-Unidos d'America tem
grande falta de porros seguros e com capacida-
de para receber navios de alio bordo : na ver-
dade nao existe ali bum soporto com t xhs
estas vantagens entre CaboCoJeNeW )r-
leans islotie, em todo o seu litoral, los-
>n que be o melhor est mal situado, sen*
do que jar na extremidad da Uniao e que
lacnuteiite podo ser bbiueado uois que o
excelitiute porto de Uallfax olferece aos vasos
de guerra hrilauuicos todas as vantagens de
que se ha inuter para nnnter huma esquadra
naqueile porto. New-Yoik, Piuiadelpl:ia ,
o ciiohipe-ik-i, Cnmlesione Pensacola por-
ros be 11 udapudos para vasos mercantes que
demanden! puuca agua, s dao entrada a
uos de linha eu certas pocas, e pi>r a*
11


DIARIO DE PEIttfAMBUCQ
o
BtBB
gao pouco proprios oara operacoes de esqua-
dras sa estas nao forem de forca su luciente
para conservarem-se no mar a despeito do i-
iiroigo.
A1 America fallao tambcm diques por su-
hirem ali mui pouco as mares deleito que a
arte s pode remediar em grao muito 1 i mi la-
t o : estes e outros estorvos levrao o Sr. Jef-
erson e mais alguns dos grandes estadistas
americauos a declarar que os Estados-Uni-
dos sdaqui a iium ou dous seculos he que
podem vir a ser huma grande naco mariti-
A despeito de todos estes emnaracos as
circunstancias do terupo derao lugar appari-
coce he indubitavelmente de huma ordem
mui superior ; e isso deve atlrihuir-se em
grande parte ao desinteresse e perseveranga
dos ohciaes da mainha americana, que
iionra lhes seja leita tverao de lutar contra
grandes dlliculdades at que tornara pal-
pavel oseu mrito, e por fim estimulando
em seu favor a opinio nacional popularisa-
roa maiinha eestabelecera-a como urna
arma importante de defensa nacional,
Agora passaremos a descrecer o estado pas-
cado e presente da marinha dos Estados-Uni-
do-s.
Antes daseparaco da metropole costu-
snava os jovens Americanos que se dedica?a5
vida do mar servir os primeiros annos na
marinha real. Alguna dos olnciaes que se ti -
riha qualificado no servico do rei ficara oes-
te servico autros que tinbao voltado para
a colonia seguira a causa do seu paiz que
muito lucrou rom a experiencia que elles ti-
nha adquirido.
Quando houve a certeza de que dentro de
pouco lempo romperia as hostilidades, de-
cretou o Estado de Massachusett* a construc-
co de huma fragata de 36, de huma corveta
de-jo, e de tres brigues de 10 a i4 pecas.
Pouco depois imitarao oulros Estados esse ex-
emplo; mandarau-se construir os seguales
navios e com elles se pode datar a origem da
escuadra americana.
Pecas.
Wasliington 3a
Kaleigh 3a
Hancock 3*
Raudolpfl 3a
Warien 3a
Virginia 8
Trumhull a8
Congress 28
Providence a8
Boston 4
Delaware a4
Monigoinery ai
Chesapeake, 33
Constellatioa 38
Congress. 38
A construcco destes navios progrediocom
rapidez e seis dos ohciaes que mas se tinho
distinguido ni guerra revolucionaria foro es-
colhidos para commanda-los ; tendo-se po-
rin concluido hum tratado com Argel em
fins de 1795 suspendeu-se a construcco
destes navios. Desla poca porra data a or-
ganisaco recular da marinha americana,
A Conslitution e a United States ambas de
A\ pecas e a Constellation de 33 cahiro
ao mar em 1797 e parecendo entaS inevita-
vel huma ruptura com a Franca mandarn -
se constrnir mais al;;uns vasos. As hostilida-
des comeero em 7 dejulho de "798. A
matinha tomou-se ento huma profio po-
pular esforcando-se os corajosos jovens la
America por emular as Acedes de seus irmos
da metrpoli.
Nao he porm nossos designio recapitular os
successos das guerras em i|ue se erapenhro
os Estados-Untdos mas si:n marcar os pro-
gressos da sua marinha, que e.n dezembro de
1798 se compuuba dos seguinles vasos em
commisso ;
* United States, .
*Constitutioii. .
*Constellation .
*George Wasliington.
*Portsmouth. ,
Merrimack .
Ganges. .
Alontezuma. .
Baltriore. ,
PeUw.re. .
Herald.....
Richmond, .
?Norfolck. .
*Pinrkn<*y. .
Betaliaiion. ,
E mais 3 vazos unidos.
Pegas.
4*
44
33
*
2i
20
20
2o
l8
18
l8
8
i4
O maior destes navios era de 1,000 tonela-
da e a artilharia menos pesada de calibre
la. Comprarao-se tambcm alguns navios el
eiigajara-se ohciaes; entre as nomeaedes'
eitas nessa poca encontramos o nome de Pa- !
ul Jones dese inglez que depois se tornou
to celebre.
Durante a luta de 1776 a 1^83 travra5-se
acedes com successo variado que desenvolve-
rs a hbilidade e coragem dos ohciaes ame-
ricanos. Dos navios ja enumerados e de
mais 10 ou ta que subsequtnlemente aug-
mentara a lista, poneos sobrevivera aos suc-
cessos da guerra pois que na cessaco (fas
hostilidades com o recunbecimenlo da inde-
pendencia americana vemos que s ejistia
os seis seguinles que se mandra vender ;
Petjds.
Alliance. .
Diana. .
Columbas.
lidiiipdeu.
Gates.
Ilornet. lo
alm de alguns vasas menoies de a a t pecas.
A mor parle dos tih iaes americanoe en-
trarlo para a marioba mercante, e os Esta-
dos-Uuidos (icario sem hum s vaso de guerra.
Em 7^9 poca em que se adoptou a uui-
o geral tialou-se de reorganisar a marinha,
por se receiar huma ruptura com a Inglater-
ra ; mas o estado das Guaneas nao pernclito
que isso fosse levado aelleito,
ftesle meio lempo augmento u consideravel-
mente o cooimercio americano e como alguns
dos seus navios lossem totuidos pelo De y de
Algcl icsolvcu a repblica depois de ton-
gas e voes negoeiacdes obier reparaedo por
meio da forca. Cootequenteinente passou hu-
ma ki em 179^ j aulorisando a compra ou
consliuccoe seis Traglas e pozerao se lo-
go no eslaltiro o seguinles vasos alguns dos
tjuats aiada hoj e existes) :
. . oa
. . 3a
. 20
. 14
. . 14
v t .
Conslitution. .
Presidenta .
Uuitod Males,
Pecas.
44
M
44
Os navios marcados com hum asterisco fo-
ro construidos para a marinha americana :
os outros exceptuando a Retaliatiou que foi
capturada aos l'rancezes foro comprados.
O Congress e Essex amlios de 3a pecas ,
com iilguns outros vasos menores viero
augmentar a marinha americana em princi -
pios de 1799. Durante as hostelidades que
se prolongarlo por armo e meio fizera-se
grandes esforcos para augmentar a forca ,
pois que no anuo de 1800 vemos mais na lista
o l'resident de 44 pecas Chesapeake e Plii-
hidelphla de 31 Iusiirgent e Ntw-i'ork de
Hi ; elevand-se assiiu a forca em commis-
so alm dos afias em construcco a 3 fra-
gatas de 44 4 corvetas de a8 6de a* 4 de 20 o de 18 ,
4 de i4 e 10 brigues de 12 pecas ao todo
35 vasos.
A guerra com a Eranea terminou em ;8o,
e entrando ento para a administraco o par-
tido democrtico decrelou-se a venda da
maior parte dos vasos pequeos reservando
somante 13 dos maiores,
Em iSo5 comecaraoa apparecer sentimen-
tos hoslis entre a Inglaterra e America em
COnsequencia do azylo qne dava este paiz aos
desertores dos navios de guerra inglezes. Al-
ludimos a esta circunstancia porgue induzio
os Americanos a mantee a sua esqiudra em
hum p mais respeitavel.
Desde ito5 at 1819 poca em que se
declarou a guerra tralaio os Americanos de
exercitar as suas 11 ipulacoes e de aperfecoar o
seu material e quando rompero as hostili-
dades contava a marinha americana 3 vasos
de 44 pc9is 3 de 38 1 de 36 1 de 3 i 3
de 2b 10de iS 3 de ib 3de i4 e 1 de
iu pecas.
Posto que muitos esforcos se fiessem pnra
augmentar a marinha poucos vasos addicio-
uaes eutraro em ;ic.;o durante a guerra que
terminou pelo tratado de hent, em dezem-
bro de i3i4 ^ fragata ingle/a Macedonian,
de peces (jue fura tomada pelos Ameri-
cauos fot augumentar a sua marinha que
por oulro futo soilicu huma diiniuuico na j
perda das fragatas Presideot de 44 Chesa-
peake de 33 o Essex de 3a pejas que foro
Ictmadas pelos Inglezes.
Paiadar com exactidao a forca actual da
rr.aiinha ameiica Iraiucrevemoidd ;:um do-
eumeuto oficial o nomo e lor?a de cada hum
dos seas navios, folia em censtrucyo al-
guns baicos de vapor u o cougreso decretou
(no se prepuiaaae.u madeiras para coiatruir
mail 11 uaoa de liona ; mas a julgar pelas
II1 limas noticias que recebemos, parece que'
alada aaacam e creacem folbas uas ai'votes que
o congiu>au destina para MM huir
MARINHA DOS EST.\n0S-UNIU0S EM
JDEZE.,1BRJ DE 18J9.
NAOS.
EM COMMISSA.
Peras;
80
DUSAUUADVS,
Pecas,
Pennsylvania. . 120
JN'orth Carolina . 80
Delavrare. 80
Culurnhus. . 74
Franklin. 74
Washington- '. . 74
No BSTALEaO.
Albania .... Po
Vermonti 80
Vicgioia .... So
New-Yoik. . 80
Ao todo ii.
FRAGATAS.
Tk.U COMMISsAO.
Tadependence. . 54
Conslitution. . 44
Colnmbi*. ." . 4t
Macedonia, ... 36
DESARMADAS,
P.randywine- U
United .States. 44
Guerriere, 44
Java, 44
Potomac. 44
Unisn. : : 4*
Constellation. . 3t
NO l'i'ALKlHO.
4
('umberland. . 44
Sabine. ; x 44
Savannah. 1*
Raritan. 44
S. Lav/rence. . 44
Ao todo >7 frats.
A llotilha compe-se le ao corvetas dr 16
pecas a ao pecas 4 brigues de 10 pecas es-
canas 1 transporte e i vapor.
He pois o total da marinha americana :
Naos I l
Fragatas, j . 17
Corvetas. 4
Escunas. 1
Transporte, 8
1
Vasos. 6*2
(Jornal do Commereio.)
LOTERA do theatro.
Os Bilhetes da 1." parte da 5, "* Lotera,
cujas rodas ando imprelerivelmente no dia
.4 do correle me/. acho-se a venda
as lojas dos Sara, Manoei Goncalvez
da Silva e Vieira Cambista na ra da cadtia
no Bairro u Recife e no de S. Antonio as
doaSnrs. Bastos na pracinha do Ltvrameuto ,
e Manuel Alvez Guerra ua ra nova.
Avisos Oiversos
tsr O abaixo assignado pnrteeipa ao res-
peitavel Publico que a sua rilfa da caza da
ra do Cebo, n Terreno nos Coelhos le que
he Thesoureiro o Ulna. Sor, Antouio Carnei-
ro Machado Rios nao pode ser regulada com
a i,- parte di 5-* Lotera do Theatro,
como declara os Bilhetes em consequencia
da pouca extracoo que os mesmos tem tido ,
porem desde j annuucia que corre imprele-
rivelmente com a a.*8 parte da 5. Lote-
ra do meamo Theatro,
Jo/e Francisco de Souza Lima,
C?" Quem tiver para dar 5o,ooo reis a
juros de por tent ao mez com seguranca
em pinbores no valor de 100,000 j dirija-se a
esta Tyiographia,
K3S" Precia-se alugir urna escrava, para
o servico de urna casa de pequea familia;
quem a tiver innuucie.
AT A pessoa que perdeo urc meio Bilhele
da Lotera do Livraiueuto j procure na lo;e
de le rage, no Recife n. a5 que daado os
signaes certos le sera entregue.
- Antonio V*z de Oliveira continua,
vender no seu eatabaleciaieuto, na ra lo A-
inorim 11. io3 hom calle tuoido em porces
e a relaiho por 'commopo preeo e sevada
torrada e moida a .to res a libra e rece-
be calle em grao para torrar e moer.
USf Aiiuga-se uuma casa para pasear a fes-
ta que tea com modos para huma pequea
lamilla lita UO i'o.'O da i'aueila deironle
d^j KO, lraclar na ra do (Racimado De-
cima ti,
tST Antonio Paulino d'Oveira Cavalcan-
le, nagociaola mor a dar ns Paloieira esludu
tendo sofrido a falta de 640,000 res nesta
Prassa nos ltimos dias de Novemhro supos
ter sido roubado e eslava na desconflanca de
ter sido ou alguem dos companheiros e
atmocreves, que viero com sigo, ou os dom-
os da razas de ranxo as 5 Ponas onde esto-
ve ; mas chegaudo no AI tinao em caza de uno.
primo;, onde quando vnio a esta Praca esto-
dois dias achouo dinheiro quecazuxl-
mente tendo contado na vespera da vjgem
cabio, e retiraudo-se de madrugada nao de >
pela f dta sanio de 3 dias depois de es-
tar no Recife e par sso reslava-lhe as dis^
confiancas j ditas.
ty C.)uera tiver algumas Taboadinhos do
cartiar Milhas ou J0A0 Milln ; annuncie ,.
ou dirija-se em Olinda ra dos gatos n, 1
e no largo do Amparo, aindaque sejao velha.
$y meio bilhele do n. 1779 da 1. '
parte da 5. Lotera a favor po Theatro pu-
blico do Uecife pertence a Jo/.e Joaquitn.
Ramos Villar na Cidade do Para.
tS^ Boga-so a riualquer pessoa, que tenba
adiado um embrulho em papel almasso con-
tendo dentro seis centos mil reis em sedulas
2 de 200,000 rs. e duaa de cem que se iul.
gaterperiido pelas ruis seguinles. Livra-
ment, e Pracinha pato do Collegio, e ra.:
ponte do Recife a ra da Cadeia ; quem a*
tiver achado queira fazer o fvor ir entregar ^*
na ra da Trempe, caza terrea paredee meia
do Lavra que se Ihe dar aoo,ooo mil reis ,.
de gratificarlo.
tsr Antonio Joze de Siqueira Jnior com
prou por ordem do Sur. Francisco Alvee
Pinto do Rio Eormoso, um bilhete da 1. ,
parle da 5. "lotera do Tnearro u. 2771 t'
cujo tem em seu poder.
C?" lJrecisa-se de dusentos e sucoenta mil
rs. a dois por cento ao mez para completar a.
quanlia de seis centos mil rs. para liberJada
de urna preta Picando a carta da raesmaem
poder de quem este der da-se mais unn fl-
anea por lempo de seis mezas 5 quem esle ne-
gocio quiser faser annuncie sua morada.
- A Rifa de Joao Francisco do Sant>
Siqueira corre iaiprelemelaieute no dia i!\
do correte.
\.\J~ Em caza de Manoel Buarque de Ma-
cedo na ra Direita h para alujar i e.
cravos a (310 reis por dia dando o alu-aiUii
almoco e jantar ; quem os pretender diri-,
ja-se ao mismo.
lar Ignacio de Jezus Bandera faz pu-
blico que a sua rifa nao pode correr com a a>
parte da 5. Lotera do Theatro em con-
sequencia da falta de extracio, ao que deo lu->
gar juntar-se com outra rila que tinha do
roner com aquella Lotera, porem espera qno
ter lugar com a Lotera que tem de correr
em Janeiro conforme a extraeco que tive-
retn os bi i heles
tS3" Qucmaiinunciou querer fallar esm
Joo Xavier Pessoa de Mello dirija-se a ra
do Cabug D. (j
\sr (uem precisar de urna ama de casa ,
estrangeira chegada a pouco lempa adan-
lando a despeza da viagem da Europa a qual
sabe fazer todo o arranjo de urna cas-v por ter
estado a servir desde uiociuhaj drija-se a
ruados Barbeiros. D 16 no bairro do Reci-
te segundo andar.
tSST 5. Chardon aviza ao publico e princi-
palmente a seus freguezes que despeJio seu;
caxeiro Ivtarcolino da alva Ferreira no dia
onic do correte ; em consequencia elle nao
est mais autorisado a recebar coula alguma
desta data em diante.
-----Offerece- se para caixero de venda ou
dearmazmum rapaz hrasileiro de boa con-
ducta e muito hbil para qualquer das ditas
occupaces : quem o pretender aiiuuucie.
-----Preciza-se alugar umi caza ou um
sobradinho de um andar no Uairro de Santo
Antonio para urna famia capas e que o seu
aluguel nao exceda de des a dozo mil res a
qual dasse fiador nao se ascolhe ras nao
sendo muito es;iuezita, a pessoa que aliver; an-
nuncie ou dirija-se a praca da Independen-
cia, loje de Funileiro, D. iq
-----(^uem precisar de um menino para ca-
xeiro de veuda ou paderia j dirija-se a ra
Direita paderia D. 5.
-- Oerece-se para ama de casa de hornera
solteiru ou de familia urna crioulinha da
bons costumes ; quem d'ella se quiser utilis
zar aniiiiuiie sua morada.
tsriNarua do Crespo, na loja de Joa-
qun da Silva Castro, existem seis collecjes
completas do Jornal Panorama desde o
seu principio at ao mez de Oulubro do
crrenle atino dvertiudo-se que coutiuu-
.ir.) a vir os nmeros seguate* pamas que
receberem este,
sjr Aluga-aa o primeiro andar do Sobra-
do da rui nova D. itf Udo Conceicao ; Iraj
l^ lar u

aiARI O DE PER N A MBUCO
Wf" Bernardo de Soura comproa por con- ditas Amei canas sof mesa de meio de
sala rom panno haiiqniulias Bom ol idos ,
pares de mangas de viilro dilos de lanlernas,
dilos 08 casticaes candieiro cmodas ra-
la do Sr. Forte da Villa da Lar&ngeira o
1 i!hete ii. horf da primeira parle da quinta
1 olera do Theatro que corre a l.j do cor-
i ule.
S*y Aluga-se urna casa na ra de S Gon-
hIo, rom 3 quartos quintal murado, es-Chapara mesa, banhciro camas de vento e
Miliaria e quarlo para pretos ; quera a pie- &c. &c.
Brasil Ignez de Castro Flotte filosophie;
na ra do Rangel D. 3i piirm-iro andar.
ca*" Urna morada de casa terrea na Cidade
de Olindana ra nova D. I ; e un sitio no
tender falle na mesma na rom Jos Bernardo. \zy Que faz Gaudino Agostinhode Barros
W Quem liver para alugar uma escrava Terca fefra i5 do corrate, por coala e
para o servico de ti ai homem sem familia 'risco de ijuem prelencer pelo maior preco
nnnuncie. ', que se oflereacr urna porco de hora fumo
tsy Precisa-se de uma ama para casa de chegado prximamente da Rio de Janeiro no
penca familia : na ra da Cruz venda I). a8. Brigue indiano, no arma/ern do [iraguez
EST" O Sr Joo Sesisuando l'irrtte, qoei- junto ao arco de Conceicao pelas i o horas da
ra dirigr-se ao .Seminario a fallar com uiu manti.
mano de JosGoncalves Dantas ou aiinuncie
sna moradia para se Ihe entregar um reci-
li passado por sua mlber, e receber a le-
tra do dito Jos Goncalves Dantas
t#r Aletnodo de liair os cbelas Lsva-
se bem os cabellos com agoa morna e depois
ma rom colxes &c, banquinlia com cspelbo, jcaminho da S da Conceicao no mesmo lugar.
tapete mesa de pintar marqueza apare- rom urna grande casi ; a tratar na ra do Ca-
bula loja defrOnle da Matriz.
ts#" Um completo farda ment para gunrda
nacional de cacdores, cosn todos os seus per-
Compras
SW A obra de BreiarD em bom u/o
quem livor annuuftie
ir Duas escravas, que nio sejo viciosa*.
i>frega-se bem com ovo 1,-ilido o depois tr quesaibao bem engomaiar' coser, nffo su
na-se a lava-Ios cm agoa moma, e estando alba a preco ; na ra de agoas verdes Deci-
enebutos, mol b a-se u ai a escovuba na agr ma 8.
dovidro. mesmofii, e d-se nos cabellos, j t^r Uto livro de Archilectura : amadas
leudo o cuidado de nao dexar logar na roa- Flores O. 6 te dir quem pretende.
pa o qurtiidoestiverem bem mnlhaddl deixa- j-------------'------------------------
Beenxugar, esaia-separa a na. Esta agoa \ (3 II Q il S
d-se una cez por da, e que mui poacas |______________........
vetes precisa-se de roais de 4 dias adver-; ,_ CATEL.AS da Sor-iedade Fortuna
tences e ainda nao servido, algodozinho
finissiino chapeos d meia massa para pe-
quetidS tdo muit) em canta ; na ra da
Conceieio da Boa vista loja defronte da Igreja.
tsr llilbeles da li/teria du Theatro ; na
ra do Qtieiroado D. i3 e na pracinba do
Livramento D. a5.
V^r Umacirroca quasi nova, cangalha e
cassambas, um par de i odas novas Sandra
e medidas para vender Me i te urna pipa, e
nm selim em bora tizo ; nos Coelboa casa do
Sr Gadftult
es- Xarope de Groselhas e outros de supe-
rior quaiidade na ra nova loja U. 7.
tsy Um.i banguetinh* que canta ademi-
Iravelmente em ama boa gaiola de rame ,
j por 20 000 ; a fallar com o destiibuidor do
! diario em Onda-
tST1 Urna escrava sem vicio nem achaque ,
! por So o io ; nesta TypOgraBa se dir
! reg- Call oicido dt melbor qualidade pos-
sivel e:n pnreoeas grandes e pjr roiudo ,
se qoe a lavagem com o ovo basta s na pri- |xypograic, da Lotera da THEATRga- calde de tamarindo em garrafas 5 na ruado
mena vez. Este metbodo l,e o roais simples ()hiio a vigsima parle dos premios, rabeado azeite de pixe padaria de Manoel Ignacio da
e o seu resultado he o melbor que al agora a sorle de ti ooo,eoo res tresentos muris, a Silva Teixeira.
tema pan cidoj no fin de cloas ou i m*/M preco de 460 nesla Typograia na iraca HT ma preta e urna roolata mocas com
sera necessaro dar orna novaaplicaco. Ven- Ja Independencia n. 10', na ra larga do babelidades, doas pretos mocos boas para
de-se na ra nova loja de cliapeos do Sr. Joa-. Kozari() jja (c mi.}(vas r>. 7 ,a ra do lodo o trbalho, e a rooleques de idade de ia
quim Jos l'ereira D. 72 a preco de b4> os Coi(1!0 |,.;.v (1(J re|ojoeiro, e no largo do Li- anuos bons paia servir a urna casa j na ra
S. eos pequeos a Woo. ^ vraroenlo loja do Sur Gabriel que ica no de igoas verdes, casa terrea i;.
9P^ PeloJuizodo Civel e orlaos da se-
gunda vara, Fscrivo MoUa se ha de arrema- ,
principio do breo do Padre.
sis-
ar Lucos finos da largara de um a dous
varas ricas us
Bilfietts da rifa do Siqueira, que cor- dedos de largura a pecas e
lar na taide do da 14 do corrente de anen- re mpreer'ivelmente segunda feira 14 do cor- de sinteiro para meninos pentes de tariaru-
damentotreannal, asaltse baixos da casa |e||(e ^ a pTeco (ie 6oQl)i Da ma da cadeia Ca- ga para marra fas dilos para coco, sapatos
de sobrado de i andares e solao na ra da sa je cambio n AS. de marroqnim frnce para senbora. dilos de
seniala ralba avliado o arreudamento an- ^^ Sacas ron fiiinhn (,o Ro de Janerf). Lisboa f ,litos de duraque dito botins para
nual na quantia de 800 000 que sero pagos n0 urmazem de Joo da Costa Lima no des homem, meios ditos, sapatos a b.itinados ,
- quarleis, os prelendentes poderlo-se 111- (ja allandca.
e superiores bichas cliegadas ltimamente j
lormar a vista da mesma esa [cajas chaves se ^ 0q 'lrocase uma ^^ & ^ M ca da Ifl(Jepen,lencia loja n ao.
acbao em roao do Sr. Joo Nepotouceno Bar- nesU ;ca um s|q ^ PlcruziI)aJa ,,e Me_ p- Caulelias da loteris do Theatro, sub-
rosojoqualvaia praca de ar.e.idair.ento a ^m rom caSd dp peilra e cal varos ar_ divididas de b.lhetes da raesnta em decima
requeiinienlo de sea proprwttno Joae da vori.(lo dt lrU(.,0S muito pr )rio ara vaccaa e vigsima parle ganhando estas na sorle de
Sirva Braga, a quem pertence o juntamente (!e ,ei|e ? e umbbm p*ra plantar r apim ; a t:ooo.ooo Jooi0oo e aquellas 600,000 ; as
aseushlbos. Iratai na ra do Oueimado 7 no lerceiro lojasdosSrs. Lopes Jnior, ra di Cruz,
-; andar. Filomba Bailar, S.-uza Pinto, Tbomaz ,
AVISOS iTlciritlIHOS. sarSuperiores charutos de dulcientes mar- e Aloraes ra da cadeia velha Draga junto
" cas, ebegados ltimamente, a relalho e em ao arco de S. Antonio, Jos Antonio da Silva,
PARA O RIO DE JANEIRO o Patacho porclo; no pateo do colegio n, 10. Jos lavares da Gama e Quaresma na pra-
Espadarle Capilo Jos dos Santos Braga, y Ou troca-se por ovellas os seguintes ca da Independencia j ra dos Quarteis lo-
stgue viagem com toda brevidade recebe |Vros a obra de Voltaire Telemaco' dic- ja de miudeza n. s, Claudio, ra do Cabu-
carga e passageiros para o que lem muito bons ciouario francs por Constancio, ,. e 5. tomos g nos 4 cantos da Uoa-usta as duas ven-
adi
tsr Historia das mathematieas por J. p.
Montarla 4 volumes em francs com estam-
pas obra prima e por preco commodo ma-
nual do jury por Franciscode Paula Almei-
da e Albuquerque o novo testamento de J,
C par Antonio Pereira de Figueiredo, um'
volume narrativa da passagem do pacifico
ao atlante 3aoo os 3 tomos de Nicjlu To-
lentino 3ooo cathecismo de economa pol-
tica 1-180, tratado da educaco phisica e mo-
ral dos meninos ia8o grammatica analtica
da lingos portuguesa a40,) poesias otTereci-
das as senboias brasileas a tomos aooo, ori-
gemda nobresa 1280 historia da geometra
pratica 1000. funcoens do casamento deS. M,
I. o Sr. 1). Pedro I a8o expoaico dos a-
conleciroenios do Para 960 odc a memoria
do Te nenie General Gomes Freir* 800 rs.
projeclo de Constituicao paia o Imperio do
brasil /(8o ConstiluicJo poltica p ira dito
4^o dita com lei da reforma ," cdigo do
processo e criminal ludo em um s voluma
a4oo colleco de leis decretos, e resolu-
coeus da Provincia de Pernambuco em um s
volume aooo ; na ibrtalesa do brum a tratar
com Manoel de Mallos TeixeiraLima.
ssy Um prelo muito bom ranoeiro pes-
cador e catador ; na ra nova D. 29 por cima
da botica.
tar Pianuos com excellentes vozes e fu-
mo em folha para charuto; na ra da cadeia
ve!ha \>. 1 \.
*^ Uma mesa de pinho ptima para casa
de pasto uma dita de um s p dous ban-
cos ('.mpridos duas camas de vento urna
bandeija dous caixilhos sem estampas. um
(landre ainda novo com seu com plenle funil,
uma poicao de la de caana e ouira litada
diamba da Ierra, duas pipis arquiadas de fer-
ro um temo de pesos de ferro de 8 libras at
um quarta tudo por prego commodo ; na
ra da S. Cruz venda que lem calcada de
pedia ao correr da ribeira
i=y Uma molatinba de idade de ai anuos,
cose engomma bem eoinba sofiveimenie,
e tem muito boa conducta na ra de S. Ri-
la no ultimo sobrado D. i.
tsF" Pecas de algodosinho de ao jardas ,
com pequeo defto de avaria a dous mil
rs. cad peca j 111 pracinba do Livramento
w 119
tsff- Uma venda em fjra de portas no largo
do pilar n. 14y com poucos fundos c com
ominados para familia ; a tratar na mesma,
Escravos Fgidos
au toda brevidade por ter! ra todo oservico por 400 000 5 na ra de S. de 5o, e4aodecem.
parte de seu carregameulo proinpto ; quem Bom Jess das crelas na venda por baixo do a^"" Um preto de idade, para o servico de
quuer cairegar ou ir de passagem para o que sobiado de Joio Moreira Marques. campo, uaitimo para algum sitio do que tem
lem excelleotes commodos dirija-seaoscon-1 ur Duasescrav.s mocas de bonitrs fi^u- pratica ; na ra reina da lioa vista sobrado
signatarios Alendes & Oliveira aa ra do ras lunabecosioheira, assa de lomo "faz de u andares na quina que volta para o beco
Vi;aiiot) i5 on aa referido Copito
toda a qualidade de doce, e refina assacar dq Veras.
PARAOPORTU a Barca Porioguea Es- a ouira cose cb engomma liso ecotinbao MT Um civallo de estribara com boas
pinto Santo, pretende sabir com brevidade; diario de uma casa, por piejo commodo; na andares j na ra nova D. 10 sobrado de 4
quem quiser cariegar ou ir de passagem para rua de Hortos i). .1 j. andares.
o que lem excellentes commodos, dnija-se ao j j^ Oa a|u.;a-se pelo lempo de lesla uma <* Urna carleira de cbndur usada e
Capuao ,,a praca do comuaic.o, ou a seu con- casa de pedra e cal no lugar do caldereiro eomposla de novo na rua estrella do Rosario
mianoMrnaMtreiUiIoRoMiioO 17. I com duas salas 4 quartos quintal sufr-
PAKA LISbA o Brigue Bom Jess sabeUeJ com t-us arvoredos, defronte do rio; a
com loda brevidade por ler pune de seu car- tratar no forte do mallos com Antonio Joa-
regameuto prompio ; quem quiser carregar quiai de Oliveira Baduem
ou ir de passagem para o i^ lem excelienles | & Vasos de nova forma para lamparinas,
commodos, dirija-sea Gaudiul o Agoslinbo (proprios para as casas de familia, tanto pelo
de Barros atrs do Corpo Santo U. 07. Luaueio como por sua commodi.iade por
I m
tstieiia do Roaiio loja de iMarcinciro Ueci-
uia 3i.
ST U.na molata de idade de 18 annos ,
engomma cozioha cose e faz renda ; na
rua atra/. dos Mai lirios I). 32.
su'- Uma negra creoula de idade da 34 sn-
nos, mailo boa iavaeira ; na rua do at;-
uilo meaos do que se tem vendida por se- gel l). ay
SSS^ Camas de vento de am&rello a 45oo ,
ditas de pinbo a 55oo e pinho da Secta de
muito boa qualidade com 3 palegadas de
grossora rom dilferentes comprimentos { e
cadeiras de balsnco de asseoto de paihinha r
S3~ Uma escrava de idade de '25 annos de pao ; na rua da Florentina casa de J. lie-
engomma, eozaba e cose com toda pertei- ranger.
,___________ ... ?ao u escrvo de boa figura, moco, el *1" Um moleque de idade de i3 annos,
KsT Q lazL. G. Firrtira t Masslield jbom canoeiro dous ditos de ao annos para ptimo para qualauer oficio, uma escrava
por irer\enc8o do Corretor Oliveira de j ludo o servico um roole.que de idade de 1 3 ptima cozinbeira ,' lava bem de sabao e tar-
b&t porelo de Barricas de Fariuha de Trigo Hunos coz.aba o diario de uma casa ^ 3 lia" I rea ouira dita da idade de 18 annos* en-
avaieadas, sendo parle da targa que para esie idas molecas de idide de 10a | i anuos, comigomma bem liso, e do-se a contento: na
porto condu/ioa Lscuua America ua Heroine i babelidades e urna linda mola.inba de ida- rua diieitu ao lado do Livramento
P A KA O RIO UK JANL1RO sabua com
brevidade por ter o seu carregamenlo quaze ,em
prompto, oBngue Brauleiro S. M.ria Roa do priodico ramalbete guarnecidas com peno
sorle, UpilioJoze Joaquioi Das dos Praxe- | de cem attampts boas, cuja leitura bebas-
res, para lele e passagem trata-te com Jos i tunteinteressanle, na pracinba do Livramen-
Goncalvez Lascjo na rua da Ladeia 11. 4 ;lu l0Ja Ul. lleudas l). at.
ou com o mismo Capilo.
1* 3 1 & O
tsr No dia 9 do corrente fugio do sitio do
olbo de vidro na Cruz de almas nm negro de
idade re 3o aunes de ame Domingo de
naijo angola, estatura ordinaria cabeca
grande olhos pretos, em cima dos quaes tem
uma fticatriz nariz ordinario beicos grossos,
(alia *iem portugus nao su pode a firma, a
joupa que Coi vestido por ter levarlo uma trou-
xa com dereutes trages ; quem o pegar lee
aruadaCrui D um que ser recompensido.
SSf No da 8 do corrente fugio um prelo
creoulo de nome Luiz com offito de sapa-
teiro de estatura alia tem as paz lar;;as ,
cor fulla pouca barba tem em um lado da
caliega uma qequena falta de cbelo, que
j atraz coberta com um remend do mesmo ca-
ibclo, vestido decalcas de duraque azul ou
I preta jaqueta de duraque prelo, e huno
i no cbapeo ; rjiwm o pegar leve ao paleo do
Terco no sobrado rie um andjir 5 que lera
as tojas uma fabrica de chapeos que ser
recompensado
US" Desapareceo uma negra de nome Tbe-
resa baixa muito mole no andar ]> pe-
(uanos algum lauto espigada para Iras,
tevou saia de chita com flores louxas camija
de algodosinho nuvo e um nanno da eosla ,
' 1 L
quem a pegar lave a rua do Cubaba loja 11. 4
que sci recompensad j. .
jioviiueiio do 'orto
na sua recente viagem de Uailiuioie para este
porto ; segunda lena } >'-> corrente o 11
horas da asanb no seu arr..a;tai pordelraz
da Sca/.olla velba pro.Miuo a casa dos mes<
mos.
S2y Terca feira i5 do corrente as 10 horas
da manti se far a \euda publica ua rua do
Vigario primeiro andar da casa do Sur. kiss
Ccvlho LLtia du stgttinla uubilia perlen-
ceiile a urna pessoa que t acha lora da pro-
> ni wa coiuistindo ra cadenas de jaiarand, Aiuiaes de Tcito, Ucauchamp historia do
dt de 1 a anuos ; n. rua de a^oas verdes Ue-
cnua o.
tur Uma escrava boa para qualqucr ser-
vito ; na rua Augusta casa do Kiseel Barata.
tiff~ Ol seguintes lirios novos ; Selecta ,
Fbulas Camello Virgilio, Horacio, Vol-
laire potica de iluiuc'o em porloguez, dic-
cionario da fbula corografa paraenw, his-
toria de Roma em porlu^uez dita umveaal
por Anioi em portugus, Soares Barbosa,
S37" Uma escrava moca coziulia o diario
de um casa e ensaboa ao comprador se
dir o motivo e uma venda nos 4 cantos da
Cidade de Olinda com poucos fundas 5 na
rua das ifiucbeiras D. ai.
UT Sal do Assu de superior qualidade,
a i2oo o alqueire; a borda d *>i igue Escuna
Raioba L.j Aiuos &ncuiado deiroule do tra-
piche novo.
tsr Aluilo boa farnha da trra em sacas,
eeiu aJqueei t-, na ma direita D 33.
NAVIO ENTRADO NO DIA 10
BENGUELA ; ao dias, Patacho Nae. Es-
pdartede ia5 tonel. Cap. Jos dos San-
ios Braga equip 1a, carga lastro a Ma-
noel Ignacio de ll>eira pas SALUDOS NO MESMO DIA
RIO DE JANEIRO ; Brigue Porluguet
Conceicao do .Mara Cap. Jos Eelippe
da Costa carga parte da que trouxe da
Angola.
ERRATAS
No dia honlem j en a nona rcsposla a o G.
.Nacional o a B liada, ")iea-se exi-
go e nao exigem lia. oilo le i-se se ne-
cess.11 ios forem, e nao necessarie forcm. _
kLClFEHA iyp. DE M. F., DEL.i.i*M


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFJHCQUU8_ZMWZLG INGEST_TIME 2013-03-29T15:18:50Z PACKAGE AA00011611_04183
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES