Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04181


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Full Text
Aiw dr 1840. Quinta Fkira

i'udo a$ir depende de nos n^s-nns; da noss prudencia, Bodera-
^o e energa : continuara m como principiarnos, e seremos aponladoa
coca admiraco entre as Aacues mais cultas.
Proclamacio da Assemblea Geral do Brasil;
M* l|l
Subscreve-se para esta foiha a 3ooo por m.
esta Typogj-alia ra das Cmaes U.3, e na i'
, artel pago* 9 Kantadn^
nesta lypogralia ra das L>'uzi:s D.3, e na i'raca da' Independen-
cia n. 07, e 38, onde se receben correspondencias leu-alisadas e an-
luncios, insirindo-ie estes gratis, jen.io dos proprios asonantes,!
vindo aisgnados.
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES,
Ciriaded* Parahiba c Villas de sua pretenco .,.....\
Dita do Hin Grande do Norte, e Vias id'en.......i
Dita da Fortaleza e Villas dem..............I %' eSu!f'
Cidade de Goinna.....................J
Cirl.de de nda.................... To(|og M d|i
\.ll. deS. Anuo......................yurIlM h
Dita de Gannhuns e Povoac.o do Bomk.........lo, e *4 de cada nei
DuasdoCabo, .Vnnbaein, Rio Formnzo, c Porto Cal. 1, u, e 11 Uto dte
Cidade das Alagas*, e de M.cei............Me;. Hen
Via de Paja de Flores.....................itm | dit# dt#
iodos osCorreoi partem e>meto dia.
PHASES DA LOA NO HEZ DE DF.Z.
Qunrt. cretc( a 1 as 4 h. t 53 m da mar.
La CUea a q as 1 h. e :'> m. i mir.
Quart. ming. a |5- al 6 h. e 4> rn. da !ard.
La INeva a al as 1 h. e j> 1*. da man.
Mure thtia para o dia 10 de Dezembroi
As 6 horas 6 minutos -! manh
As 6 horas e So minutos da tarde.
10 r Dkzemrro, Nv. 269.
_.------------------------------.--------------......'m.i-iJ.------u_je>
CAMBIOS. Dbzgmbbo c,.
Londres......Si d. por foao ccd.
Lisboa...... 80 a Si por o|0 praoQ par racial offorecido.
Franca......3a reis por franco.
Rio i.'e Jancrro ao >;ir. Cottp. Vendas
OURO Mocda e -Sfjoo rsis, velhai ij'8.)o i5ooo
,, DilM ,, ., navas 146"oo i^Soo
., Pitas de 4?ooo re.s, Xfioo 8.v>o
PRATA Pataodcs Hrasileirot ----- i^iijo i<:>o
Peso* CohiatrisVids-----------1J610 infijo
Ditos Mexicanos --- iBfioo ~ %:7o
Miu.ia. -----------------------u<44o i,oo
Decconto de bheles da Alfandetn 1 18 p>r looaomes.
Idcmue letras I l|( a 1 l'p por iiois (irisas otlerecido.
Moeda de cobre 3 por 100 de di.r.
DAS DA SEMANA,
7 Segnnda S. Ambrosio Are. Audiencia do Juia ds Direfto da 7 J
vara.
8 Terca >$5 'oncf cao de !Y. S.
O Ou^rta Lo, aad'ia V. M. -- Aut. do J. de D. da 3. rara.
10 (Quinta S. Malquades P. M. Audiencia do Jais da Direito da ii
rara.
11 Serta S. Dmaso P. Audiencia do Juis de Direito da 1. var;
a Sabbado S. Justina M. Relaco e Audiencia do Juis de Direito
da 3. vara.
l3 Domingu 3. de Adventa S. Luzia V. M.
P E II N A M B U C O j Chaves, ouaoseu Procurador a importan-
do que adianlou para pagamento do
GOV-ERNO DA PROVINCIA.
Ex edienle do dia 4 'lo correnle.
na
Pret dorespeclio Deslacamenlo de Guarde
Nacional al o lim de Outubio ultimo.
Dilo Ao Commandante Superior dala rtspeito seria Aila com o mesmo Prefeito ,
Offirio Ao Inspector da Hirsourana Guarda Na.ionai do Recife, d.VIvendu-lite
de.Novemuro proYi.no pissad > que Mm o I !>!ca por conta e a custa dos BBHD09, don.i,
Preft-ito so entendera a cercadodestaciflian-1! semqtiti Ibes fique compettuido allegar cousa
lo ali maulado orgauisar d or lem 1! Presi -
dencia ; por quinto toda a correspondencia
dar entregar a Jos Joaquim dos Re, uihu-de Operarios eagajadoa
riszdo pelo Coronel Chele da Legilo da Guar- cooteado no preceden!
das Rendas Provinciaes, para mandar entre- a proposU de Officiaes para o quarto Bau-
f)ar ao Com manda o le da Companha de Ope- Iho da mesma Guarda Nacional a fim de que
rarros engajados a quanlta deoitenta mil reisa laca aeompanhar da inlormaco que deve
pata o pagament o di passagetn de ura dar o respectivo Coronel Gbefe da Leio.
Janeiro Portuguei vin.lo no Brigue Socle- Dilo Ao Inspector da Tliesourana das
dade, que loi engajado para a mesma Com- Rendas Provine.ae,-, para mandar entregar ao
pan.'na. ICojwnapdante da,Companbia de Operarios ,
. I un AoCommandar.le da Companbia a importancia dos doie lampioes e ontrn
d Operarios engajados communicando-lhe tamos ferros, que forlo mandados faser, e
aexpc'.uaoda otdem snpra. cullocar no Caes de Palacio.
to Ao referido Inspector para man- ut0 __ ,X(J Commandantn da Companbia
coinmuiicando-lbe o
precedente Dulci.
la Nacional de Naaareib a importancia dos Dito Ao Inspector daTbwonraria das
cinco piis, qjSe se llie remeltem dos sidos d Rendas Provi,1( iaes para man lar entregar
Clarn, e Cornetas da mcs.ua Eegio nos ao Procnrador do Prefeito da Comarca do Ca-
mczesdeJulho a Novmbro do coirente ini, bo a quanlia de-,648o reis por elle despen-
Dito Ao Coronel Cbefe da LeJ5io da G. diJa l0m 0 sus,enl0 dos reSS o|ire5 (i(. :U5_
N. de Nsareth commuiucandu-lbo a expe- ucaf e com Q foWecimetilod'agda e lures pa-
dirao da ordem supra. ra a respectiva Cada nos tres meses de Se-
l.'ilo Ao rcesmo, signlficando-lhe, que tembro Novembm deste anno.
lendo elle e alguns ofBciaes de sua Legio Dito-_ Ao Piefeito da Comarca do Cabo,
comparecido em virlu.le do convite da Presi- comiuuiiicaudo-lho o conleudo no precedente
dencia no Cortejo que teve lugar no dia a do 0iHC0.
conente, Pelii Anniversario do Natalicio de bito--Ao Prefeito da Comarca da Roa-
S. M. olmptrador, e ?e apresentado com o vista ,espondt.do-llM que nao pode ser s .-
aceto e gaibo proprio de Mibtarea, nao po- iUfeUa d t, lci,} U,9msao olficio de sendo-l!.e "igual pViecir.
de a mesma Presidencia deuar de dar-lhe os a6deOuiabro ultimo, dos exe.npla.es daaldenMseop ^eLdos Pt7, e recios as
e n..:.x___1- y 1 _____ i. 1...... 1 "
es pocas.
Ao Tenante Coronel Commandan-
ie te do Deposito remettendo-lhe os papis de
conlabelidade dos venen^uto da Deslaca-
[ nenio da Comarca de Goianna relativos aos
miv. de Novembro e orlenando-lbe que a
osse entregue ao
.marca de Goiau-
.. ex posto o prece-
ndoanomeacornterina, q rezdoLapitao Dito-.Ao Diector do Liceo conmoni- dentoomcio.com oque ficava respondido o
aoaoFrantiacodeAraujoparasernr de Via- ca|,da.lhe ein Iesuusla aoWo oficio de ai;Se0(le a do crreme.
jordoLegio, visto catar rnidiodo oimpec- e NotembroEodo que nao sen i altend- {,;, Ao m, ,r Commn.lante interino
vp Majr en destriclo da Comarca do Pao do i#Mraafieaqoedeu o Rroiciso.de primei- do lm.,,,0 r5aUlnio de An.Iberia, man-
t f_ 1 ^ 1 t raa Leltrat deata Freguetia Manoel Antonio danja por em hberdade o Sargento J- I
be
ue
segundo a marcha adoptada as de inais Co-
marcas da Provincia onde existen desta-
camentos da Guarda Nacional, sob a direceo
do ('.ominando das Armas.
Dilo An l'releito da Commarca do Lirao-
eiro, signicaudo-lbe que o destacamento
de 5o pracas da Guarda Nacional ali existen-
te desde ao do mr prximo passado ficava
sob sua direccio e sogeito a elle Prefeito pa
ia o servic di Policii 5 que este destacamen-
to ti.iba direito a Tencimentosi desde o referi-
dla -io ; que estes venc man tos derilo svo-
brados mensabuente e:n vista dos papis de
contabelidade constantes dos modellosde nu-
mero 1, a 4i que se Iheonviiva, e finalmen-
te, que este3 papis deviSo ser feitos e assig-
nados pela CommaddantC do Destacamento, e
rubricados p >r elle.
Dito Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Deposito, communicando-lhe a ex-
istencia de um destacamento de 5o pracas da
Guarda Nacional na Gomaron do Limoeiro
desde 20 do m ex prximo passado, e ordo-
naudo-lbe que para elle tirasse os vefte-
meutos respectivos conforme a pratica es-
tabelecida para as de. m ns Comarcas.
Dito Ao Inspector da Tnesjuraria fa-
ipagao, para que or-
devtdos louToores por esta piova tanto de Decisoes do Governo do anuo pawado de nu- competenl
sue adbesao a pessoa do meamo Augusto ae- jeroi44a i46 edes5i i Su sor ufo Dito
nl.or, como da desiij.lina que tem> tbido ,uivei. SeCffelMa dd Provincia, e que
manter na mesma Lng.o ; eunprindo que u,Ii;b gldo .. dldo8 ai) Qoverno Imperial ,
transmita os mesmos louvores aos iclendos lbe ,ero enviados logo que beguem.
Dito An Jui/.de Direito Aj Civel da Co-
AibO. .,....,, i raa Leltratdeata Freguetia Manoel Antonio dando }iur em bberdade o Sargento J M
Dito AoV.gatioduI'.eguesiadelpoju- Mieirole Amlrade acerca de nao ler com- lle C./visto que nenl.uma culp.n lid.de Ib.
ca ordenando-lbe que declare rom urgen- ,do nj ncl0 d, Condecoraco dos Ai-im-' reiU|t0U n0 Luuselbo de invesligaco a qu
t,a ao novo Patucho da Ireguesia do Rio t-or- ^ ^.^ udos (ltVtl fa8er ef- ., pr:JCe.le0.
,n.a uu .".--> premiados ; q.
meso, quaianuteeioda l;3<;s_qu *> lectiva a pena im.-osta aodto
l'rofessor pela. u,to _. ,\o Capito Comman Jante do For-
lucameulo no presente mez e a cautella ja
resgatada. dos do mez p. p.
Uiversas iie pa rticoos
aCt?andijga das fazsndega.
KDIT.Um.
Vicente Tb-rn:./. Pues de Fi-ueredo Ct-
nan.tsma I laccao da de Ipcjura deamem- Couo,e co d Lice0 na conform.dade do ur-' te dt (jdib devolvendo-lbe os papis de
brada para aquella do Rio tormo*, para ^ piragwpho I. Capitulo 3. da Lei conUbtliuade do destacamenlo para serem
que aasim cessein s duvidas as '' ?" p,.Vlatiai numero 43 e que loi expedida relorinados porisso que tirou a Etape em
que tem de proceder-ae comas lormalid*4es ordb|D %Thwourarta da Rendas Provinciaes mdoo.ea de Ntenbr* o 4Jo roi, quando
que a Lei exige. i para nao pagar ao dilo Piofessor p honorario esle valor s prtncipt'ou a ler lugar do dia 4
Dito A Cmara ttunipaldeSerinbaen. ^,t0a0cWreBta mez, e ao de Janeiro pro- en (liante v
communicando-lhe o conleudo t.o preceden- ^yQ ^^ D[o Aq Comm3|ldante nlern0 da For-
tecUiio. i Dilo-- Ao Inspector da Tiiesouraria Pro- talesa de llamar, remeltendo-llie a empor-
io, tana Horneando o Aiferes F'". viflCai tomniunicanio-liie o conleudo no Uncia dd CilM-el|a dos veuciu.entos do des-
toeiro tataltio di boaiila Nacional do Li- ecedenle offltio#
mceiro*Jos Jernimo remandes Guimaiaes r
para Ii.stiu.ior na'rcil do mesmo.BaUlbio. CQVIMAjVDO DAS ARMAS.
Dita 'Ndtoando o Aceres 'do segund| Banediente do-dia 7 do correte.
fTalalbO da telenda Guarda Nacional tVuguel ^^
'"da Rocha Vaaconietos para liliHltor parcial] .Ollkio Ao F.xm. Presidente, envun-
Olbcio Ao Coronel Cilele da-Legiao da ; .,0l- Coninaudinte do Esquadri de linhi,
Guarda Natiunal do Limoeiro, cuaimuni- a.o:.:pai.badodo i'aitaiio S. Nones, que se-
cando-lhe as nomea.oea supia's. dusira para destilar, como com effeito deser- margo Inpecloc-da Altaudega t..^ai.er, que
1 aadmmunieacofjidirigiJaaontpoc. tou oa<4dad0.3loio CbasoJtomo, d<> mesmo 00a armasens da mesma se acnao aiem uo
torua TbetourkriadaFbenda. fcquadrio,aftm Iem.do dia 5 pe.to oomo de Direito fosse. lamento os Volme* ateta descrito, os qu.es
Oficio A Inspector da ThetOoMria de j Dilo Ao Coronel Cbefe de Legio da deven oteus dono fater despachar dentro
Faaeuda, pura mandar ao ex-CoUector do Guarda Nacional da Comarca do Limoeiro, de trinta das contados de boje hados u*
Municipio do bonilotuii CaeUoo Feneira disendo-ihe en rcsposia a o seo oBcio de a5 qu.es se proceder asuavenHaem Harta pu- ,
alguna contra o eieito desta ve..di como h?
expresso no i.t. -ij \ do rilado Regula melos
E para que ebegue a noticia dos interessadoa
manda aiixar o presente i'JJitil na porta da
Alfandega ,. e publicar pela mpransi. Al-
fandega 9 de Dejembro de 18/0. V. T. P.
de F. Camrgo.
Huma terioa com nones n Antonio Fer-
reira Mendos' Guirairet Brigue Urbano-
Artmsem n. 4~ Ham caixote orlao Ui-
pun Laura- Armasen dito- II.ira cafado
com tres faqueiros, Joaquim M.ojI Car*
neiro da Cunb 1 Brigue Feliz Ventura Ar-
ronsem dilo Don cixoles co rap., D.
IVIeauelet B igue Tljeresa Armisom ditr,
Dous gigos rom gir V, vihs, Luiz Jo
da Brito Canoa Fas Aro .sen dito l)j
us atados com lonco, orden prigue Ven-
tura Keliz Ai masen dito Uism barril va-
sio, ;. Josa Mara Vianna BrigUfl Gofamef
ci Armasem n. S Llum etnbruiho vssio ,
;i G. Brochlaost Barca Inglesa Marj Queen
fSetos- rintesacos com albos, Francisco
Marques 01 limaos Palaso Unio Arma-
sem dito*
EDITA L
Luiz Francisco de Mello .Cavalcajite, Escri-
vao, e Administrador da Mesa de Reas
Internas Provinciaes dota Cidatb; etc.
Pelo presente Edilal az sabara que.n con-*
vier que no ultimo .leste crrante mez, ter-
mina opraeo prur.gido pelo artigo |i da
Lei Provincial numero tij de (i de iUaio deslo
anuo, para pagamento da Meia siza ja es-
era vos e ut\j o qual pr6ceder-se-ha na
coofjrmi-iade do Alvar de 5 lo Junlio de
irfoaco.itra.aquc'lles qo<; uo liverem pago;
nafa que O dito conste mnndei alix.r o pre-
sente e puhtical-o pela i;ujjiensi.
Mria de Beoda* Internas Provinciaes 3 de
Novcmbro do if>.|o
Luiz Francisco de Mello Cavalcante.
Peragrapbo 9 do Aivar/i a que se refere o
Edital cima Na mesma pena de uullida-
de in-orrero as vendas dos escravos ladinos
quese fizerem sem o pagamento di meia si-
iu, se.o alen disto multados os vendedores,
e compradores e.n igual parle na. peda do
valor do escravo sendo uict.de para o de-
nunciante, se o bouver, e outra, ou loJa, nao
0 havendu para luinha leat Fazenda C.
O Arsenal de Guerra compra p.roao de O-
landa Dar forro quena pretender I'ornecer
esle genero comparec nesta repariicij as
1 o horas do dia 10 do coi rente.
O -Director Cotillo.
OBRAS PUBLICAS.
Pela Administraco Fiscal das Obras Pu-
i)!ic;.s se hade mder em hasta publica a quera
mais der vinte e lautos costado de louro uo-
vos de diversos comprime.ilos e de palmo e
meio a dous de lar^o avahados em :>uj-jh
preeo poique loi comprado caJ lium; as pes-
soas que quiserem arrematar podem concorrer
na salla do sobredi tu Administra.'o as 11
horas dos dus US, ij, e darem seutluDCtt; e qu.-ie.il ve.- o dilo
lo pode ir a mesma >alla todas os
dial uteis a* hora* do expediente para te Ibes
mandar mostrar.
Amtmiltraeao Fiscal U Obras publicas 5
de Desambro de i 1 o.
Moura.
A. F,


IABIO DE PBMflDCO
PREFEITURA;
Parta do dia 8 de Deierobro.
IJlm. e Exm. Sr. Partecipo a V. Ex. ,
que hcnteno nao occorreo novidade segundo
consta das partas lioje recebidas.
Farledodia 9.
Illm. e Exm. Snr. Foro hontsm pre-
ses pelo sub-Piefeitodesta Freguesia os pre-
tos Antonio Goncalo, e Antonia Mara, por
eslarem ero desotdera foro remet idos pa-
ra a Cadeia ; eJoanna Yirissima, por que-
rer dar com um tijolo em Manoel de Jezuz ;
fui solta ; pelo Couimisario de Polica do des-
tiicto da Ribeira os pretos Francisca Ma-
ria por estar bastante ebria, proferindo pa-
lavrasobcenas, e insultar ao mesmo Comrois-
saiio e Patrulho ; Lucianno Manoel Alves
Antonio Marianno por serem encontrados a
liuroa hora da manda na ra da Praia a rou-
liar a urna mulher, e querendo forcal-a ; lo-
ro remellidos para a Cadeia j e pelo Sub-
Prefeito dos Afolados o indio Manoel Felis
da Silva, por ser ocioso e bom para o ser-
vscoda Marinha ; fot detento no Calabouco.
' o que ronsta das putea boje recebidas
aes'a Secretaria.
mr. Le Cnsul esut que simn mmore crer que a sua maior lama como hornera
ne lui conveiiait point que J'cceptois i'ar- i militar repousa sobre ter elle conseguido m-
bitrere de dtux medecins l'an de sa main dmir Marolo a abondonar a desencaminada
et l'trede la mienne : monsieur Barrer crealura que nelie depositou conlianv -'
' sedil Cnsul il se cru maitre et me pril esses despreziveis lsongeiros quererao po-
pourson serviteur. Le i Juillet Suivant J'- lo a par de Napoleo Porern superito lo-
vais oblenu une audience particuliere de radizer, que Espartero euro desses meroes
monsieur Le Juge de Paix du quartier de pigmeos que sendo atormentados por u:n
mr. Birrre & Jen allendois la ominatioa molesto desejo do celebridade, especie de sar-
de nos udecin arbitres : mais monsieur na de que so affectadas as parles enfermas da
llarrre se dit Cnsul privilegi et tout piein ambicio, e que falsamente tomada por este
dimmumts ; L< Juge le cru et se lsu*. rlorioso vicio toma a pueril vaidadeporj
Forc me ut, d'en teir [i mes reflexin. bizarra e o baixo e inleresseiro ardil pelas
A Demain monsieur Le Cnsul du Roi.
noticias fistrangeiras.
HESPANHA.
CoiRESPOKDSCU PATICfLAn S, Se!3AS
T1AM 10 DE 0UTU1R0,
nobres inspiraces do genio,
Para aquellea que considera tranquilla-
mente e que veera com anxiedade os desti-
nos d'um paiz dominado por um aventureiro
meramente militar euja cap-iclios irruab-
lidade lo notoria quanto a sua louca pre-
sumpeo o actual aspecto dos negocios da I
Hespanha nao lo animador como poderlo
suppor os eslrangeiros. O que pensareis des-
tas cousas nao sei; mas vos lendes man de
um cxempbno vasso paiz em que um Go-
verno depois de ter animado maneslaces re-
volucionarias do povo rollou atraz e pu-
rigor os proprios excessos a que ;
Correspondencia.
________^. ^^
A messieurs les rdacteurs du Journal de
Pernambuoo.
Messieurs Opprro par l'horome que
mon Gouvernement paie pour me proteger :
Dans l'obligaton de venger mes droits Irois-
ss par le mme liomme je viens vous prier
d*insrer dans votre Journal ses rquisi-
tions.ontre moi, avec les accompagnements
dont je les ai ornes &c. Je prie aussi le
publicd'accorder un momen! de sa bienveil-
lance accoutun.ee mes plantea et mes
justes relaination*
Jai rhonneurdetre ?
Messieurs,
Votre tres humbledt tres
devou terviteur.
Du 51 novambre i84o. Le Dr. Bretn.
O documento de que envi a segumte
tradueco se bem que apparentemente seja
urna ordem geral d'um olBcial commandante
as suas tropas tem todava sido considerad >
como digno de seria attenco por pessoas cu- nio com
jas opinies tem direito respeitosa considera- el|e mesmo dera origen]. Espartero rai agora
io. Ellas julga que depois dse haver Ri- seguindo co.ao pireee os passos duro Mi-
tero ligado lo estreitamente com os ac'.os das nSierio que s sem duvida conbeceU. Se-
Juutas, que esto agora dictando as leis ja qual or o fundamento para estas especula-
Naco Hespanbola deb.iixo da vontadee di- ces um acto que a seguinte ordem de
receo d'um soldado da fortuna e exercitan- iibero s suas tropas fai recebida pelos mi-
do todas as prerogativas da realeza, nunca litares com desprezo e exacrago. E'inlame,
teria ousado oxpedir urna tal ordem ao exer- dizcm tiles reprimir os soldados na mam-
cito sob o seu commando sem ter previa- [ciaran Am estaco dos seus senlimentos polticos,
tozao dos privilegios de cidados assin
m como
mente obtido a saneco de Espartero. Urna ^oza dos p
ou duas sentengas da ordem geral parecera os simples paizfs ; e o documento era questo
conGrmar esta suspeita. O Duque da Victo- bem digno do raaroto que o dirigi se-
ria tem trepado ao mais alto pinculo do po- gundo a expresso d'um uuial de lila do
ler n'este pait por raeio do exercito : para ga- exeraito llespanbol).
Ordem do actual General em chefe interino
do exercito do Norte Vice Rei de Navarra,
e Capito Ganeral das Provincia* Vasconga-
das s tropas do seu commindo,
Soldados--O illustre Duque di Victo-
nbar-a boa rontade deste, e aluciar as suas
aiTeices nada deixou d'experimentar e
coro o apoio do mesmo exercito agora o ni-
co e supremo director da nonarebia Hespa- |
nliola. Elle nao pode por ora subir mais al- !
to e a sua anxiedade j se dirige s a man-;
ter-se na posico em que actualmente se acha ra % General em ebefe dj exeriito ebegou
collocado-- a de dictador militar. Nunca ('pUal eucarregado por S. Magestade de pre-
corpo algum de bomens manifestou maior de- sidir e nomear os Ministros daCori. Esta
sorgauisaco do que o exercito bespanbol du- importante commissu ao passo que satisfaz os
rante a guerra civil quer no acampamento desejos do povo impje tambem ao exercito
quer no campo da balalba ; numerosos casos deveres addicionats, assitn como obrigaces
leem ocrorrido era que a sua conducta nao as mais sagradas.
era roelbor do que a d'uma canallia brutal. 1 Em lempos ordinarios qnando as leis do
Quesada qoe para corapraspr com ;as varias paiz exercem sua saudavel inluenria as fun-
mudancas, que tinba tido lugar 110 sen dia, cues do exercito sao apenas d'uma nalureza
bavia assuruido alternativamente todas as secundaria; porem quando onrorre alg im-
sombras de poltica foi assassnado pelas portante crise poltica quando a vehemencia
Guardas Nacionaes. Eu vi Sarsfield, um doespirito de partido disputandoa supremazia
dos mulboresGeneraes Christinos morlonas amcuca. perturbar a ordem social entocer-
ruas de Pamplona ; e tambero vi o Conde Mi- lamente ao exercito inlexivel em raso da
rasol feliz defensor de Bilbao contra o lerri- sua ordem e disciplina incumbe o sublime
vel Zuroalcarreguy obrigado a ugir do seu dever de sustentar as leis do paiz, e de des-
qur.rlel debaixo da proteceo dos soldados ln- viar a ruina das suas inslituicos
t>lezes para escapar vinganga da gente do Sollados, tal a vossa actual posir.o O
seu proprio exercito. Tem por ventura oc- paiz cuja seguranca nos est agora rondada ,
corrido ao pensamento do Duque da Villora requer toda a nossa lealdade e disiiiilina. Ho-
a lembranca dcstas scenas ? Cre elle agora ter mens perversos e malvados disponientes com
lisonjeado sobejamente o capucho de urna a paz que gozamos intentad perturbar o es-
soldaoesca desenfreada ; e teme elle, que pirito publico e excitir infundados reeeios,
continuando no systema que adoptou perde- A im de conseguir seus criminosos designios
i;i logo todo o poder de retreal-a ; se ella elles bao tentado persuadir ao paiz de Biscaia
houver de manifestar ulteriores symptomas e Navarra que as nossss leis e privilegios es-
de desconlentamento, e maior migao de ln- taoem perigo. Urna calumnia lo grtsseira,
tervir nos u.ovimentos polticos do pa P lia e lo offensiva da nossa gloria j tem sido re-
presentemente em Hespanha grande exercito lutada com vergonha e infamia de seui au-
permantnte anda por amansar da rude bruta- Ihores. Mas islo nao nos basta ; inister que
lidade, que Ihedeve de ter produzido a vida coin o nosso nobre comporlamento usual com
leroz passada em annos de guerra civil. Este a nossa honrosa conducta e com a nossa per-
exercito nao tem agora emprego algu q'desvie licita disciplina provemos Europa inteira ,
a f,ua attenco da poltica, lia ne^le exercito que os sollados do exercito do Norte jamis
mullos individuos que ardeos por imitara podero esquecer os penhores dados em Uer-
conduela do Sargento Garcaaquelie que gara, e nunca podero tratar seno como ir-
diclou clausulas Rainha no seu proprio pa- uios aquejes a quem ento abrai.arao.
lacio em itij eque eslabeleceo nallespa- Seguindo restrictamente a disciplina que
nba a Constiluigo de 1812. Ha tambero nos governa deveis abster-vos de intervir
inialos de entre ees que julga ter o mesmo emqualquer questo estranh* aos vossosda-
diieito que o lilho de uro carpinteiro de car- veres como soldados Se cerlos movimentos
ros, o actual buque da Victoria o solduo tcera sido edectuados na Hespanha se em
da iortuna se jamis houve ulgnm a occu- algas das mais importantes cid ides Juntas
par uro logar prominente na adminislraco i teero sido eletas para o (im de dar expresso
tix mille ls, qu i aura, sana doule pa-j dos negocios pblicos. Espartero, que de aos desejos da naco o Goveruo O Mi-
es tona laof gare de queiques insii uctions 1 todos os tioiuens exislentes o mais ridiculo nislerio presidido por um chufe iurencivel
inventenationzics>StclOt Le soir du me-je uioia,putiiiiiiente vaioso deseja agora l- jqueaa poder stisfaze-los ; mas nos nao po-
BieJour je transais, a mr. Barie.e mon *vrar-st dos instruiaeutos pelos quaes se ele- I demos intervir em suas deliberaces { seiavi-
Le Dccteur Bretn, rriscin Francais ,
A monsieur Bar ce, Cnsul du Roi, a Per-
nambuco
Article 1." Jlos Pernarabueo, quand,
bu aa mai tS'g, arriva mr. Le Cnsul Bar-
rer 1' t jamis ja n'avais vu de Cnsul: je
fuslevoir; et il roe fit l'honneur dme
choisir peurson mdecin et-pnur le mde-
cin du Consulat: je m en (li< itais en Te-
crivant ;i mon vieux I ere: mais le temps
roul&nt avec de l'lmnneur sans proht; j'ecrivis
a rron vieux Pre que le 1 p novembre 183g
jveis doiii. ii monsieur Banere le recu
du liaitemenl du marin saulnier sans ren
recevoir ; Aussi plus tard, bien d'autres dio-
ses qui lui ont appris qu'un Franjis peni
sentir l'ort le luid, saris ire Lorrrsin, fut-il
neme Cnsul.
en que dans un ilimat cliaud monsieur
Le Cnsul Banere, me fit sentir un graud
f roid pour lui, c\ quil gi t ndisiot chaqu jour
d'avantage : quand Survinl le aG Juin 1840 ,
c sur les neuf beures du matin je pr>en-
|ai mr. Le Cnsul, un mmore de Soi-
janle quatre mille ls, pour lrailme:it des
narins du nvire naufrag La Provence de
Bcrdeaux ; monsieur Le Cnsul me paya Soi-
xante qualie mille icset Je lui en donnai re-
cu ; puis sur lex onze beures du mme jour ,
ie reluurnai ala Cbunttllerie du Consulat,
pour y cbaugef uno dea sdules de dix mille
res que j'y avois recues & que l on ro'avoit
diictre lausse \ je ne iicuv. lier icossit-ur IMariott, qui me dit \ monsieur
Le Lonsnl est aLsent mais laissex moi celle
tdule, je lui en parlerai, et nous vour en
r 11.1 -Ui t ii> la valeur un de ees jours ; je la
lui laissai & le Saluai ; L'eslors j ai 54 milles
i-:'- ct coiisicur Le Consnl un recu de 64
11 ules ti na sdule de dix milles res qun
^ucrde encor, sil n en a pas fail lagon \
qiiuiijuil en soit, monsieur Le Cnsul du
Jioi Barrer, medoit sans prjudice, ees
olarmos os nossos deveres mais sagrados,
a N'estas circunstancias sou obrigado a or
den ir que todos os Generaes C befes e Of-
iciaes do exercito redobrem de zelo e vigilan,
ca, observem e faco observar amis es-
tricta disciplina por todos aquelles {que estive-
remdebaixo do seu commando; e tambero,
declaro que em cumpriroenlo das expressas
orden* de >. Ex. o Duque da Victoria expedi-
das a 9 de Setembro passado pedirei a mais
restricta conta quelle que por ommisso ; ou
fraqueza em dar forca authordade tolerar a
mais leve falla ou permiltir o mnimo exces-
so contrario s ardens geraes do exercito.
O 1 riel General em Pamplona 5 de Ou-
tubro de 1840. ,,
Felippe Ribero.
(The Thimes )
VARIEDADES.
Zalo.
O Conde de Nassau um dos goneraes da
Carlos V. ameacava Peronna em 1536 ,
cujos habitantes, desprevenidos de todo o ne-
cessar.io pareca.) resolutos abandoml-a,
Ento um gentilhomem fiancez dos logares
circumvizinhos, chamado d'l'turmel ,
assifnalou seu zelo pela patria. Prevendo as
conse|uencias funestas, que accarretaria a
perdido Peronna passou-se parali com su
familia e animou de tal modo seus cjncida-
dos com descursos e com exemplo, que el-
les se determinarlo adefendel-a at a ultima.
Este hornera to generoso, quanto bravo ,
fez parali conduzir lodo o grao que tinha
em sua cis% 6 lodo quanto pode obter dx
nobreza vizinha ahi destribuio o dinheiro ,
que tinha e o que achou na bolea de seus
amigos mostrou um valor una aciivi.lt-
de umi inteligencia que animar aos
mais tmidos. Esta conpucta d?salentou o
inimigo eoobrigou-oa relirar-se depois
de uro me/, deasseiio, durante oqual ella
deo quilro vezes o assalto sem poder tomar as
brechas que ero mu consideraveis. O
re querendo recompensar a d Esturmel -
o fez seu mordomo e Ibe deo um cargo coa-
sileravel as nangas.
M, de la Fenillade ciliava Turin com
mu pouco successo e com raui grande pre-
sumpeo, O marechal devauban que ss
abrazava em desejos de combater a favor da
sua patria offereceo-se ao general para ser-
vir debaixo de seu commando em qualida-
de de voluntario : mas a sua oderta nao foi
acceita. Lniz XIV vendo qu? o assedio
nao progredia consultou a Vauban e este
olfereceo-se novameute para :r dirigir os tra-
balhos. ,, Mas M. Marechal Ihe diz o rei,
observaos vos, que este emprego est abaixo
de vossa dignidade ? Senbor respondeo
Vauban mtnha dignidade consiste en ser-
vir ao estado. Eu cieixirei o baslo di mare-
chal porta e rjudarei ao du pie a lomar
a cid .;.
>
O povo de Gublio, na Ombra, se hava
sublevado e os sediciosos com as armas na
; roo ameacava j.i inundar a cidade coma
' sangue dos cidados. S, Ubaldo seu hispo,
tee disto parlecipaco. Uro zelo divino o
iulamma ; elle corre praca publica em-
prega todos os meios de calmar os motiris,
mas seus discursos; o suas exhortages sao
inuteis. generoso prelado nao consultan-
do mais que sua ardente caridade preci-
pita-*- por entre as espadas desembainhadas.
Elle se deita cahr por ierra como se esti-
vesse,morlo; e todos crerao que aquilloera
raridade. Logo os sediciosos depoiera 0$
instrumentoi de su furor j e entregndo-
se ao desespero por terem perdido um pastor,
to amado parara no raeio de seu luror pa-
ra lamentar i morle de que se julgava
culpados. OSantoBispo, vendo, quo es-
te innocente artificio tinha tido um successo
feliz levinta-se e faz ver ao povo que
elle noestava lerido. Ento cada um se re-
concilia e nao pensa mis, que em dar gra-
pas a Deus por ver sao b salvo aquelie j
que elles julgava morlo.
A Relgio onde existe ella ?
Esta questo foi ltimamente feU por um
escriptor, que, a quinze anuos, se tem exer-
citado milito sobre materias religiosas e que
deveria melhur que ninguem saber onde
se tero a Beligio refugiado. Elle espalda as
vistas ao redor de si elle observa alternati-
vamente a Franca e toda a Europa e em
nenhuma parle encontra o clmsunismo. Pr
toda a parle o philoOphismo oceupa o lu-
gar da sabedoria } e como a queda d'um*
religiao motiva a queda dos imperios os p-
vos europeos passar aojugo mililar; o sabr
aparecer em ve do sceptro legitime e5ta


\
daro
s
i>.JNUMUNIL*iJM
mo
convir particularroenle Franga a-
B'rite das armas, intusiasta da liberdade ,
as que della nao faz caso."
Quero consolar a este escriptor cujas pa-
laf ras acabo de citar ; quero dissipar seus te-
mores exepellir os pensamentos melancli-
cos que 9 cercao ; e ficarei satisfeilo por tel
o convencido de que o sabr, que "lie v
sempre suspendido sobre sua cabeca como a
espada de Damocles,[i] o sonho (Puma ima-
ginaco enferma e de que o triunfo da pl.i-
l'osophia isto o triurafo das ideias sas e
generosas annuucia Franca e Euro-
pa um longo futuro de paz e de prosperi-
dades. Para alcancar este fim necessario,
que ni ambos tenhamos boa f o que nao
muilo qnandoisto seexige d'um bomem re-
lig,oso- ., .. .
E' neeessano considerar na rtligiao o que
vem do ceo e o que vm dos bomens ou ,
em outros termo a parte moral e a parte
material. A primeira a religio propria-
iuenledita: ndependente dos aconlecimen-
tos ; que a gito os povos, e mudo a face dos
imperios, ella sobrevive a todas as revolu-
ces ella se eleva sobre todas as ruinas, sem-
pre fiel na desgraca ella chama e;n seu soc-
coiro as commoces da juedade e os encan-
tos de beneficencia ; ella apizigua as inimiza-
des calma o fogo das paixes e faz descer o
arrependimento s conciencias estimuladas
de crueis lembrancas. O sentimento religio-
so um--. dascor.diges da existencia social j
e o sublime iustmctoda humanidade.
En examino tamben a Franca e a Europa ;
eemnenhuma parte percebo a ausencia des-
te sentimento. Por toda a parte elle su descu-
bre a meus olbos por meio da synyotomas ,
com que nos diucil engaar-nos. Elle se
reconhece no moviraento d'uma ciridade, que
nao descanta jamis na amor da ordera, no
ellelanccu mo do Evangelho onde se en-, potismo ,
cerra todo o destino do bomem ; elle reco-
nheceo o typo de sua grandeza e adoptou
*sta moral apurada este culto da virtude ,
que domina as paixes e quebra o seeptro da
(ortuna. Foi a pbilosophia doEvangelho,
que Ihe deo sublimes triunfos e Ilustres de-
fensores. Tambem os primeiros cluisios e-
ro designados com o nome de pililos iphos.
Esta conquista de opinio, urna vez segura,
foi em vo que o poder material quiz I Otar
contra ella todos os velbos prejuizos todos
os interesse* fundados sobre o erro se re-
unir para demorar o progresso das novas
doulrinas. Ellas se extendido no meio mesmo
das perseguices ; ellas envadio as provin-
cias do imperio e roudavo por degraos a si-
tuaco moral dos povos [consagradas os prin-
cipios de igualdade entre OS bomens convo
cando-03 para urna sabia liberdade ocliris-
ti mismo das priraeiras i lides imprimi o es-
pirito hnmano com movimento que na
mudanca dos lempo? lem sido suspenn se
mas que nao tem ain la podido ser exbaurido.
A religio ebrista s:ibio ao throno com
constaatiuo. Desde ento ella se apartou de
sua ins'ituico primitiva, ella veio a servir
de auxiliar da poltica recebeo da unia
dos dous poderes as formas que ella nao li-
ntia conhecido. Estas formis no curso d >s
seculos lem exoeriroeiilado diveros molifi-
cags ; ellas poder aindi rereber outras ,
sem que a religiio mesma recebesse algum
polpe. A vista disto o exemplo do passado
no* responde pelo futuro llomens que vos
nomeais monarc'nicos estis vos do boa fu eu
rossas protestadles religiosas ? Ento pedi .
que a igreja seja separada do estado exhor-
laeos vossos pregadores a nao se misturaren)
j mais coiu os negocios do roado a se Hos-
terero, de combate' as opinin que a seu
coroado d'uma gloria en.do- ^mem e de Snra tanto lizocom0d
polismo, coroado .a, temporespacodequinze.mnsreduzid) gas par preco comroo l) aml.en se .azem
seus defensores io silencio, e tero les,nMd,-i- Barretinas de Snra. da olUma A-jPJJ
dado contra ellos os ardeules apostlos dos
anligos prejuizos. Nada ten podido preva-
lecer sobre a forca das causas. Tem-se op-
posioo enlhusiasmo ao fanatismo a verdada
mentira o interesse dos povos ao d un pi -
queno numero. As doutriuas liberaos tem
vencida; ellas se tero entranh ido at
pslos espiritos mas rebeldes ; e s bomens
apaixonados podem-se reeolher-se com sigo
por um momento, e tomar onta da sois
proprias ideias, ficario admirados das modi-
(ieices que ellas lem recebido no momento
rpido das op.nies populares.
Porque (allail vos contra o depotismo mili- <
litar ? Elle tem sido julgado por suas obras ; fator de manhreu um, notta de mas mora-
. Franca nao as quei mais, ella tem expiado i das acluaes nx PrtCJ da Independenua
por muitas dores o brilbante prestigio das i loj de livros n. 5-j e 5H.
preco muito em conta: na ra ireita sobr ido
de um andar O. 55.
j-r No dia (i do corrente mez dezapireceo
nasa cobra branca com maltas vermelbas,
untamentecom un filbo, raox tambem brin-
co com malban preUs \ pade s .encare i i -
mente a pessoa qus a tiver adiado ou ilelii tl-
ver noticia, de dar parte na na do nondego^
ui vend junto ao sobra lo que ser recom-
pencaio d>seu trabalbo.
S-'-T Sen;!) muilo custozo sab^r e*atamai: i
a residencia actual dos Srs. de que se com-
poem o lmanak o Elictor do mesmo roga
a aquellesque Uverem mudado de habitacSo o
conquistas ; seu sangue reservado para una
^ ------ w ----- y
4i3- Joao Francisco Santos de Siqueira ,ru-
ga a todas as pasteas que voluntariamente ti-
cia externamente. Ella prodigalisal-o-ia sem
duvida, se asamiacis, se as surdis mano-
bras da oligarebia compromettessem uas li-
berdadt'i, sen repojso, e a existencia da
asonareis constitucional. Cesaaj pois de an-
caosa mais nobre t "elle nao deve correr ja
mais, salvo se for para defender seus direitos vero de comprar bilbetes de sua rita, e al-
egiiiroos internamente e sua independen- gnus de seas imigu que ll.e fir.erao f .vo.
comprudos mesmos que ten lo ella de cor-
rer em 14 do correte |re;izo se faz que an-
tes deste dia seja realizado o recebimeato di
impertancia s mesm afim de ser entre-
gue so Sur. Tbezoureiro, como lliecmnpra
m.uciara^/erarnadosabreaumVovo, que esperando dos ditos SofS. Ibe lazerem o re-
nao admitte mais que a soberana das leis, ftido I ifor entregando as pessoas que para
Vsdizeis, com essa elegancia de dicca'0, isso esto encorregadas ouaut.nsado
que caraoteza vossos folbetos : A Franca receber o importe dos bilbetes ou umi re,-
iatusiastada liberdade; mas della nao tem ponsabilidadeda firma do comprador, tud
cuidado Que provas nos daris vos que afim de facilUaf-se o corrimeuto da rita
posso justificar a te.nerid-de destas asseryes.' diajnarcado.
O
por que esta igualdade reclamad i p
nao uescanca jamis m mu un mu, n re^ ^^ ^---------- ,--------. ,- ,
resiieito as Ifeis no mclhoramento dos costu-! modo tem oblidoo imperio e reinara) so-
mes pblicos; reconbecido principalmente bre os reis como sobre os povos. E Mon-
na considerado, de que gozo entre nos es- lesquieu que o tero dito : A fonle a mus
ses dignos ministros da religiio que obs-' invenenada de todas as desgracas dos G^egos
tendo-se de tocar nas prerogativas dos reis 6 que elles nunca conbecerao a nalureza
as liberdadesdos povos, nao mndaosua mis- nem os limites do poder ecclesiastico e do
sao divina em um apostolado poltico, nao so- secular j 8 que loi causa dos continuos des-
proos odios nos coracSes ulcerados e le- I vios em que se cabio d nina e d oulra parle,
anlando-se cima das i.aixes vulgares, e Esta grande dutiocc?o .que e a base sobre
dos caducos interesse, chamo sobre a patria, que descanta e iMOquillloade dos povos, e
por tanto lempo agitada as benraos do ceo. fundada nao so sobre a religio mas sobre a
Para estes o Evan-ellio a carta moral das raso e a nalureza que quer_, que cusas,
naiOes -, e nelle que bebem as ideias de lole- de sua nalureza separadas nao sejao jamis
rancia, cuia applicacio o suppcio dos fa- j confundidas.
nalicos ; en firo i ueste livro dictado pela Eu nao conl.cco boje rerdadeiros in.m.gos
mais alta sabedoria que riles descobrem as [ da religio seno aqueles, que querem
ideias fundamentaes da libertaco, c da eli- associal-a a u.teresses po.ii.cos e a esperan-
cas, que ja mais serao compriJas. Insensa-
tos Chatno o fanatismo em sen soccorro, e
jssao lusnucar aie.nenuiue uesui ismchjUcj. ------- _
: Fraicezes nuerem ser iguaes diante da Ui, ,W Consta que o Sur. Custodio Tote Pe-
kW que esta igualdade reclamad! pela ra- ; rei_ra_,_moradorni v^lla do ko^nnhi***
sio e pelajuslica. Esta pretenco sem
duvida urna loucura aos olidos de certas pes-
soa* <|ue sentem no fundo do coracao que
elles nao podem ser alguna consa se nao
por privilegio ; miso imperio dos privilegios
est destruido ; o reinade dos direitos come-
ca.
si nieuiocri
tualmente nesta praca e de:ejanJo-se-lle
fallar a neg)ciode seu interesse se Pie roga
baja de se dirigir a ra do (^ueimedo U.
i lado do poente.
fSf A pessoa que annunciou urna ama do
leite captiva queira dirigir-se a praca d*
dade bumana.
" A nueda d'uma religio arrasta comsigo
a queda dos imperios. Isto nao e nem po- elles nao vero que na poca presento es-
de ser salvo Lo imperio for a mesmareii- te termel auxiliar bastan, so para sublevar
6io. Demais as rel.gies s caem qu.n- contra elles a ind.gnacao geral epara fase -
do ellas se mudo em instituicoes polticas,
criadas nos seculos de ignorancia e de bar-
bandade ; ento ellas sofreno a sorte com-
mum a todas as obras bumanas mas o sen-
timento religioso subsiste e eterno como
a raso c u peus:imento.
Interroguemos a historia Gragas s
investigares da pbilosophia o polylheismo,
nolempo'dos iinjierudoies romanos nao era
os condemnar sem recurso ao supremo tribu-
nal da humanidade. Factos recentes coufir-
mo esta ideia. O partido o'.igarcliico creo,
en lSi5 e em l3iO que era de sr-u inte-
resse reanimar o fanatismo em alguns logares
do meio dia. Foi principalmente eiu Nimes,
que este projecto recebeo sua execucio. Ca-
Uiadas
iumnias atroces espaliadas contra os pro- j e ao patriotismo dos Francuzes. Elles esto
l testantes noticias absurdas acreditadas pe- convencidos que um tal pavo nao pola ser
*^f?E^'~5^^S at otancia, inamaro a imagmaco e govemado sequo por leis justas edebai-
ma.s. qu'na brilbante tnytlio logia h.la .la_ ..m o 6 ^ d |berd-l|M C01lstltucio-
religio nsseid. do.econbecimento par.com g^^*" .cconcUerae expantososex- es. *o esperis roubs- beest. preciosa conta-
os primeros /'-e'^.^ P0;'^^^; ^"1 ai demolidas ou incendiadas peM$So Z SU.S desgracas. E;tamo, certOS,
'-- donosso luturo-, pois lie est todo uitei.o
na caita e na liberdade.
(Traduzido da Minerva.)
Que motivo de afflicoio para a orgulho- Independencia toja 1.
meuiocridade! | cS-Fdulo d'Amor.m Silgado Sur. dos
A Franca nio cuida da liberd.de. ? Q .e Engenbos cocal ecaxoeira linda faz puou-
paraessim d.zermos em presenca dos co aos Snrs. que q.me.em butar caixa para
acontecimentos que a trinta anuos occ.pao o seu trap.xe Illia do Jirdim oqu.lseacha
l0ssa attenco, que vos usaesdestaexp.es- construido de nore e igualmente a fonte qu.
,io Tendea visto todo un pavo entregar-se para elle val, e so paga.aode trapite Jan ra.
a.consequenaiasterriveisdasrevoluces.para por ca.x) e leseonsaoelisa-se por quil4uer
fundaron governo livre; uo b sacrificios, avana que no mes no possa baver.
LmH| no tenha alegremente supportado IUT l'recsa-se allugar urna negra queen-
;.r. .segurar, sua liberdade para apagar lend. do serv?, de urna c.m : narua direi-
a.dosuUimos vest.gios das antigs escrarj- ta D. .o lado da L.vrameuto; na meso
does ; e vos anuunci.es que este povn nao caz* se vende relias de carnauba as milhore*
ama a liberdade e imagin.es que esta ca- que tem aparecido.
lumnia ser acere litada! I "^ Alluja-a. una estrebsn. que ten
Pergnntae Europa o que ella pensa a esse commodo para trez cavallos; na ra da sanzalla
res.eito; perguntai-lbe se qu wido ella nc- velha D. bo; .
cupava.'osso territorio, no meio dos movi- ^ Allugi-se o sobrado que foi fallecido'
mentos das paixes e -los furores d'um par- Sonto n povoica) de beban be con ex-
tido embriagado d'um dia de triumlo ella
persebia nos ligares mesmos en qu? se
acampavo os euritos o meaor desejo de
dependencia e de escravido. A Europa
inter. a conducta de seus soberanos des-
meriten! vossas ptlavras. Elles renden du-;
pilcada homenajela sibedorii do monarchi
na ion Cessos.
ti. cores poesa e textos de declaroacOes a um grande numero de bomens e de mulhe
ortelurico; mas os orculos se calavio e res assass.nadas OU mutiladas COmum fu-
SI esUva deserto. fSo restava das ror Mili 5 cadveres mesmo arrancados de
anlVgl crencas mais que pompas exteriores, suas sepulturas .entregues a hnrr.veis pro-
.Igl" praticas supeVslic.oL e o fanatismo ; anaces ""U'^.n n *^^ .7
dos san ificadores ociosos : mas o sentimento 1
leligioso
urna doutrina
adores ociosos: mis u ciiiimcuui ---------- .,
que ex.stia sempre. procura., Qu. tem resultado dest. un.ao s.cleg ,
^ .. 1 .... r...i. iir.r-j ii- n ns nossos ol 'are uco~i
xisiia sempre uiutuia"",^----- 11 >
a que elle se podesse unir 5, (ue frutos tirarlo disto os nossos ol.garch.coM
^ r__________ jSada mais que a vergoulia para 0 presente ,
mTr^7^^*^mibio-'eae^v^iopardula!3 :nva11rc>i:"
nis.o o ma s veltio de S.cil.a vendo os, duela aecusanuo-os aos olbos da Europa,
^mensos iLouros de Dionuio confessou ,! tem destruido un.a enQuenc.a ...esperada
JU f i;,cM,rirri nroveiiienle d una comb.oacao orluii 1 da
que esle era o hornero mais feliz sobre a trra. V***_ flUMS e[, ,. ,
SOClEDAE NATALLEJJGE.
O Segundo Secretario convida aos lilustres
Solios ,U p-ra Sesso extraordinaria, boje i O
pelas 7 horas da noite na casa do costu me.
Avisos Diversos.
cllenles co amo los, boa estribara cercado,
para vacas, e excellente lugar para orta j-
ou mesmo o sobrado sen terreno ; quen o
pretender allugar por un ou mus annos di-
rija-se a ra nova laja do Sur. V.l.ca.
ly Precisa-se ailugar um moleque de i3
a i^ annos para o servido da ru e de casa ,.
dan fo -se oito mil reis mensaes; quem o tiver
di rija-se ra das flores L). 3.
UJ" O meio bilheta do n. 1773 da 1. *
parte da 5. a Lotera a favor do i neatro pu-
blico do Recite perteuce a Jo/.e Joaquiu*
liamos Villar na Cidade do P.r,
S23T Alluga-se pelo tempo de festa urna
casa dentro en un sitio, com bando dentro
do mesmo sitio para pouca familia, no lu-
g ir do remedio ; quem a pertender dirija-ss
a Cimboa do Oarmo D. t.
Alluga-se um andar de sobrada con
ptimos colimlos en urna das milhorcs.
ras dobstrro de S. Antonio r quemo pre-
tender du ija-se ao 2. andar do sobrado O.
lio, defroute do Pite.tro.
%f Na ra Uiae.ta
1
a-
toda e qualquer jiessja que asseitar do Sur.
que esle era o bomem mais feliz sobre trra, j J^ J ^ dos quaes elle, ,,oJ-la olber Manoel Fr.ociscn Coelh. morador na Po-
(JuvindoistoUionu.o, n.slou com elle pa-, conteume- q ^ ^.^ ^ ^ jinal4rc4 do Rl
, D. 3J psecisa-sa
tsr O nbaixo assigoado fas publico, qu deum caxeiropara lomar conta de nroi venda
por halanco e sendo pessoa que o grade da-
ta 1.11 11 i.. ,!''.'[ il I.
x/U....u.v.'........-, ..... ral',ln .antas vanlapeiis, se a moderacj a lustica, voayao ae Darre.ro n t^jiu.u<. u..
ra que por alguro tempo toma** as redeas do ^ntu^S n 0 ossem vutudes inompa- I Formse um fie. do valor de desee... m.I
coverno, fesiisse a purpura e subie ao ( a luuuaniu _____,._,_.,, x, AnmiZ7* ,*( irilTonn 1 a auar em Abril de iSal ,
governo ,
llirono
dade
subi com etleito ao throno e q
cunlemplando na magnificencia, e esplendor,
que o rodeava reparou, que sobre a sua ca-
beca eslava urna espada, pendente do cabello
ae um cavailo o que o atemor.zou de tai
meneira, que toda a lelicidade, em que con-
lempiava desapireceo de repente ; e lau-
cando aos ps de Dionisio Ihe pedio coca
toda a instancia o tirasse de urna siluaco ,
ero que via exposta sua vida a to evidentes
per.gos.
" ( Esta nota tirada pelo traductor do
Dice, cluts.)
que |u ..(}.....-!------------ humanidade nao lossero virtudes mcampa- tormoso um nca uo vaioi uo u0,CcC.3 ... .-_--,, r ---_--------'r^'""
.verno, vesl.s.e a purpura e sub ,eao a u^ma^ud f de doinia7r. reis ( itono ). pagar em Abril de .841 ou de ho.nem solle.ro a qual da fiador a
roo, pa.a melborpoder ulga.aelici- tiw>^ J de ^0 dera ,,or qUa,o o mesmo aba.xo condula ; na ra do Livramento sob.
de, qne gozava um Monarca. Uamodes> ^^^'r-lhes o sueiioV poder? iNioa Ligoodo nao o paga nem .0 dilto Sor, Coe- junto aoN.r. Bruno.
bio com etle.to ao throno e quando e3tava NNM MM n IF % J^ % & Joao b ranc.sco Santos de S.qu
se bom ordenad).
t5T llerece-se ama mulher parda de bous
costumes?, para ama de caza de pouca familia,
nem solleiro. a anal sobrado
iaz o presente annuucia
Antonio Joze rimen: i.
ousria con.iar-iiics u men puuo h. imji r~u------
Franca livre nao se abaudouar j mais aos ll.o enero a oulra qualquer pessoa, por
homens de 1810. E' em vo que elles iu- justamente assim o devo iaier e para 1
voco a religio ; esta palavra na sua bocea parecer
nao sizniicar mais que o fanatismo.
As doulrinas coiistiluc.onaes passo boje pe-' S3T Hojeas/ horas da Urde ha seasao do
las roesmas provas q" as crencas evanglicas ten ;G. O. P. pe o que conv.ua-se aos seos olem-
em outro lempo suportado, as potencias da ter- : bros aiim Ue conparecerm.
ra se lem elevado contra urna opuuo, lormi- siT A pessoa qu,: perdeo uro piqueno ha-
daveisexercitos lein sido poslos em campo pa- bito de (Jliristo duij*-se .0 deslribuuor do
ra combater e destruir aiguns principios, uiano do liauro da lioa-v.sti, que auuo
Tem-se laucado mo do abuso destes mesmos os signaes e graliticando-o o recebora. 1 prejo commodo j na ra ora paderia e?
principios para prescrever seu uso j o des- | lar Engoma-se com peilc.co roupa de t cima Itf, __
tST Joa Erancisco Santos de Siqueira
morador na liaa-vista na ra da Aurora ro-
ga ao Sur. Joze Joaquim Bizerra, que he
casado con o Snra. U. Alaria da Couceico
viuva que foi do Calecido Sur. Joze Forras ,
de se entender com migo nesta sua casa a
negocio nicamente de seu interesse.
ST V*nde-se uro cavailo russo pompo, da
boniia figura, carrega biixo, estradeiro, un
i galope muilo macio, sellado e emfreiado; por


DIARIO DE
p E R N A M B U C
MMMHManu
Independencia n. 10 irt rna larga do Cesmiieoeio armaitm n. i de Davis & Cora-
D.
Precisa-se de una casa terrea ou uro
ar Quem precisar de ura cixeiro porta-^
;"i.'z do idade de 1K anuos, .para qualquereS-
labelecimento j principalmente para arma-
leoa de assucar drija-se a ra da roda ven-
da ). 8.
'JU- 0 bilhete n. l8o5 da Rifa do Sr. San-
t >s i;e Siqueira perleme a A. da Costa Reg
dooteiro, que julga te-lo perdido, previ-
ne-se disso metmu ao Sri Tnesoureiro, et
ono da Rifa a fin) de ad enlregar =e for
j;iennadj seoo ao probrio dono.
!*_'" AIuga>-se uw primeiro andar de um
. ibrado com grandes commodi para gran-
de fimilia ; assim cuino um ;i n le r ra tem
por baixo para qunlquer eslabeiecimeuto, por
ler desembarque a loda hora; na ra da, praia
passando 4 ribeira do pexe a tratar em EaS4
ma se vende urna pegra coiu urna cria ,
oprimo leiie
e com
lilO- st*
dirijo-se a Manoel de Almeida Ferrer
mesma Cidadede Goianna para as incl'u^*
e para o ajuste das ditas dirijo-se ao Riff
ao Becife ao seu proprietario no sobrado U
ai junto a torre da Jgreja do Lianuienlo
por cima da botica do Brando.
tsy Sal do Assu de superior qualidade
a taooo alqueire ; a bordo do Brigue Escuna
Hainha dos Anjos ancorado defronte do tra-
piche novo. t
t^> Leite bom sem agoa j na ra nov
D. i6._________________________________^^
Esc r a vos Futidos
tsr Fugiro no dia lo de Outubro do cor-
rente anuos dous escravos Joao de esta-
tura alta sem barba feicoens mindas da
um e outro lado de rosto tem sicalri/es de ta-
Ihos levou urna pega no p. Francisco, de
estatura haixa sem barba, cabellos nos pel-
los olhos abotuados nariz um tanto tira-
do peinas um tanto arquiadaS de uaco,
i \>. oo | "c r..........' .....h.......... i angola ambos levarao camisa e seroulas da
Duas esclavas mocas de lindas figuras, eai eos uerteeesde urna tend de ail.ia- f alg^odalai trancado azul c ja Callao portognez;
contenta; em casa de Francisco | te : na ra da cadeia velhp D. 19 prtdaelro | quejaos pegar leve-os ao engenho Can a pato
grecos e de bom tamanha ', nostos no porto d
obra a -tiU rs. e na olaria a ihll rs, uem
pertender, dirija, se a ra do queiaiado loja
O. 11.
SJT Potassa brinca Americana de superior
qualidade em harria grandes e pequeos ,
barricas com farelos moito novo ludo che-
,ad.> ltimamente da America ; em casa de
Mathet Austin & Companhia na ra do tra-
piche novo n. 1 a.
Kir Um negro d' idade de 18 annos, de
boa figura e muilo robiiat), proprio para
armazemde assucar ou paraoutra igual oc-
cupaco, vende-se por sen Sr. se ler retirado,
11a ru nova loja d caidereiro I). ii.
*~ Dous mnleniifs bem parecidos; na ra
da sensata velba refinacoo '). 3o.
brtrgogoe tinto e branco ch imbertim vi
nlio do Hien hockhrimer, lielfraucnmilch,
Porto, rherez mlaga licores de todas as
quididades cognae absinthe, kirsch, ani-
sette de bordea 11 garrafas, fariniade legnmes para sopa, con-
servas detervilbas sardinhas e oulras mus-
tarda Iranceza charutos da Babia da fabrica
de (Jro ditos de mai.ilha chocolate milito
fino copos do cristal de muito bom gasto ,
aparelhos de prorelana para cha ludo por
preijo muito em conta ; na na (U cadeia cisa
de A Hosch I) 17 roprimeiro andar.
57" Boa farinha da trra tanto em sacas em
comft a re albo ; na ra direita D. 53.
i.:r Dos cmodas cadras de assento
de palhinha um par de bancas; de jog*; urna
Gonsalves do Cabo n iua Augusta
a
ndar.
No hotequim da cova da onca precisa- saf Dm bom essrato de'nacSo esta del T Barr* pduenos de salm iegsd6i I At Formoso ou neata praca a Juo Ma-
mila figura um ltimamente de Lisboa e ma negra de ida- tbeus na roa do trapiche novo n. 12, que
se dum caixeiro que enteuda des la oceupa-ldade de ao a n nos de bonua ug
1 dito bom cozinheiro d' idade de : 1 aun is ,
cao.
ile de i2 annos na ra da cadeia velba mi -
soja generosamente recompensado.
J55^Da-*e Iu*as por urna cbavn de um pri-jduus ditosd'5 annos de idade para lodo merooi- ;^r Pede-sea (|Uem oubtr ou vir un
meiro andar ou cas* terrea sendo as ras di- o servico dous moleques de idade de 13 a tsr Orna grande casa, na ra da Alegra, crepulo bastante preto, de idade de a6 annos,
reita agoas verdes, borlas, pateo do Car- 3 anuos nina linda molalinba de idade de a sobradada. e rom lodos os arranps par ,,,,,,.,,^,,,13 a barbar, estatura ordinar-foj,
mo 5 quern tiyer ennuncie. |i5annos,com algumas bsbeiiddes, urna urna grande familia e he feita a moderna 5 corpolenlo cara redonda, olhar feixado,
I3r Na ra da Gloria aluga-se urna casa esrraa propna para munanda por ser reco- Jqem a pretender annuncie. tem urna s;catriz abaixo de um ollio peinas
terrea euvidrass .. m 6 quartos, duas Ihida dnas molecas de idadede i3 a 14 an-i tsr Um diccionario francez por preco fina moito ladino, de nom Uanoel, fugio
sallas, rozinha lora, e cacimba; quem ajnos, e urna escrava que sabe engommar eco- commodo 5 na ra de agoas verdes sobrado ,10(|ja ij de Outubro que o laca si-gurare
p'rel nd( 1 -se .. mesi la ra sobrado de 2 mbar na ra de Agoas verdes D. .^8. ; I). 58. levar a Uanoel Jos deSouza Carneirond at-
a'nda.res junto do Bandeira. Clavnotes 4ooo espadas de bainha j fc* Urna porcaft de peora mafaore para ^0 d* ia vista ou a seu senbor M a noel
Carias ^ Silva l'Vagoso no engenho do poco,
uesia da Luz, quede qualquer un delles
leceber o 000.
lar DaCidadedo Recife de l'ernambuco
no inez de .Warco de i fugiro H escravos
um llenme Francisco, bom ofBcial de sa-
ti mi alto pouca barba, tem -> \ es gros-
su-i, e:;i um ilelii's .i dedo mnimo pegado ao
outro por defTeito de urna lerila que tuve,
representava i a 00 anuos de lade muito
amigo de sigarro e deagoa aideute; o outro
de nome Antonio baixo, relio sem bar-
i.>- A pessba que annuncion no Diario de de ferro 1 000 ; na quina da riH do Rangel 1 ladrilho ; na ra da Cauz n. Ci em casi de
7 do correle vender para lora da proviitci lo;a de ferragens do Burgos* N. O Bieber &Companbia.
um molato de idade eao-nnos, coa prin-j Suosda largura de n:n a dous BT Um moleque de naca)nngola, de ida-
> .unos cozinba o diario de una
na rna di Pasma na
e meio
iipo de carpiua dirija-ae a ra nova na e- led le Ui u pecas 1 a vi is ricas fitas .de da
da venda do lado esqueido deroule do oi di int ira meninoo penles de larlaru-J casa ,_e compra na rna ; na rna Ola J
t da Matriz, ga para fas ditos para coco ispatos primeira casa do lado ea-juerdo.
____ ____ __. |niro francer. para senhora ditos le PaxaS de ferro coado de 5 a 7
fkVISOS MaritilUOM, iLUboa, ditos de duraque dito botini para paln oa polegada ditas d ferro ha.
bomem, meio ditos sapa tos a latinados, tidodefiayp mose urna polegada rec PAR A O PORTO a Barca Es e8u '' '''- chegadas ltimamente ; temenle chegadas; em casa de Fox SC Stodart
pinto San'.o prBtemle sabir coro brevidade piac da Independencia Ima n. ao. : da ra da senzala nova
quamquisarcarregaroi i de passagem : ra Urna escrava bem emlisada, e de re- UT Pecas de cambrahs finas rom seis
o que ten excellentts dirija se ao \&Hkt conducta muito gil para o serticoe w""*^ "^J^1 Pe?* i M r** ba oihos brancos tallo ciara, poremper-
ese ser de angola tem os dedo> dos jii
. is para dentro t representava ?o annos
de idade ; um moleque de nome Francisco .le
angola aiujloviva : jagueija representa
ltt uniis de idade. No anuo O l%6 lugio
um negro le nome Francisco de angola ,
representava 3o a 35 anuos de idade medi-
ana estatura denles limados pes carnudos,
pernas a proporco i..'. :lo ladino tem em
um eos bracos urna fcada que a travessou
o outro lado, nutra na barriga urna das
de
e
ni
Caphonpraca ai-rci ou a son ou- '" ao comprador se dir o mo.ivo 3 uba do Lmamento D 9.
signatario na ru do Rotar 10 D .7. 5 ponas t. oS onde tem lamplo. cr Urna pretae urna
PARA i BAHA o Uiate Flor de Latan-i i-7* Bartasche iltimameute da Lis- balielidadM dous prelot
s mocos rons para
e

Dtin cozinbeira lava bem desab e vaf-
. outra dita da idade de 18 annos, en-
1 de idadede i4anno; amado gomma bem liso, edo-se a contento; na
Leoj I I 1 I s i 1 Cost 1 \raujo.
e:..'" Tres esa avos de figui is ,
puarmzem da ra da cade. boa hgura urna pedra
tst Que laten Ka&aiaan & Rostomund more rom 8 palmos de comando e 4 de largo
por interveato do Loiretoi liveira sexta \ propna para a; ii rna ve.ba n.'4j
ti .r 11 do coi ieii 1 .. ..'... i, no
seu armazem da rud da Cruz n. bo de um
y '^in bom 1 avallo
dos s and lies
de mar- mais n vos eiicos lindos ci;..i de *eda e
, ... ,-i- Rosto ue 1000 tusio um ueftro ue
demiiino, maulas de seda e de tilo de linbo, "
chapi >s deseda para sen hora os mais ele- u '
1 ia, reiiieser.la Jo a t5 anuos ue id
esliibaria m lo- ;; 1 lem vi>to cada um em sua ca- .. f .,, .
iizcraiide a oielua diretta luraua
nome Gre-
ci*olo espadaudo de boa ;st..tu-
idade
e
, 11a-
tinba
; em
pi ac i
la Iu
'.eia'n-
ua ra nova i). 10 aobrado xinh* de pao, sapalos de couro de lustro, e
. 1 uaia ar;oiinlia com n-.o ue u-.ro
i" :.'/!:i.j i,aia uomem nit-.:s de todas is .
, otiiou um uasipoile laico dismao (ue
e menina, broze- ^ -,.-. 1 '
, i iua Lara o serlio da mtiiulando-se
le duraou pelo e de cor e ,u-';n- ...
'' ," foiro e com el e ocepor le ra e Ue muito
dos para rromem e aenbora lencos de era- 1
. .1 i- ,-. i 1 11 ativel 1er licvdo em iiuaniitr i./t-nua ou sei-
ii.-.sde alj-dao ditos de Itnbo bordados ",",C1 ....''
; ,) leal clbviu i e iairi-11 j e ;:rniceiio ; 10 -
o.ra mao um eiande sortment de cheiros '
t'-ie a louas as autnoiiddes pidu:ias e pes-
p.na toucadur fc de perlum.iiia e mudas r, .
ga;ar,tarias d.fferentes, ludo recen- w*l*rticoUiaqn Mbewlo des ditos ei-
travos os lacao iipuneuder e manda-10 ao
tuda a
bom sortimento de luzendas, e miudtxas fian ue andares,
cetas e hamburgus .enlie. uiis- W ^ pamiepses purgantivos anti- qualtdadt-a.para
tes ; 6tas de seum lavrad s de lodas i qua- ; '! aiiU-danroi is e and
lidades e de bom 1 slo, ditas com letras dou- na luja do Sr.
rados rttruz <.- seda manoquins, sapa los, dencia e 11
bolins, botes cai 1 tabaco muito sn- *' Cbavgs,
jerioies, lisuuras, caivetes, escovas, es- W Vergontas.de pmho para
pingards e feixos relogos de parede, iuvas, potes e lans paos de cuielo giba, van- outras
camtraias, cbaUea, lencos prttos e oulras nl.aa de combate ; atraz do tbeatro armazem temenle chegado da branca.
faeudas de prompl o f U li,! P'l,' jar A posse ce um terreno no atierro dos ?
ra nova O. i loja de Frede-
rnasii(> de
malas que se pagara
C o ai p r .i s
per-
na uireiia Uk-
tences ijujh uu\o ; na
bbt Hresuutos inglezes, queijos Lndrnos, u>u oy.
tzr Umaflautade bano com urna chaye, cbaiupagnheem gigos, molnos |>ara carne, x.r~ Os seguintes livros anda uovos e
lo em ucm uto j quem liverau- serveja brancj
e nin me
nu'ncie
ibodt
e preta couservas de todas preco commodo; seleta fbulas
s e por
Cornelio,
as qua lidades, mantas de toucinho de fume, Virgilio, Horacio, cutas de Cicero, Vol-
Urna seden a *!e porta tendo 7 palmes jvinlio do porto, niad.ua clrela, comer- tune, anuaes de Tcito, Milln l'araiso
de fa- vas de carne e j.eixe chapeos de palba finos perdido, iiiilot Listona universal Soares
priuo uiizeiilou-se ba o para D n.e/es, com
tamiza e calca de esloujia a carniza com man-
gas cusas ; quem o aprehender leve-o a ra
de bs iita Di ova esta con rolulas verdes,
dtroulu do frtiecido Hoasado que sea tut-
lozaiiiente recompensado.
de rofloptido ; lia ra doCabug loja
zenda L). /j.
tT Una maimota pequeua ja osada, e
um casal de coelhos ; quem liver nuuucie.
Vr e 11 a s
e ordinarios a retalho e em caxes baldes Oarbosa benmcliamp historia do Brasil,
pioprios para os pelos fazerero as compras ue Magasin e l^,e/ de Castro-, na ra do Ran-
casa ih' isou de ledas as quaiidades olio gal ^ it uo prirseiro audar,
de linhara espirito de tiementina a reta- Mr* Lima e&crava moca, cozintia o diario
10 e em porcao batatas iugiezas ibbtisda de um casa e ensaboa ao compradoj Be
Russia e manilba, linternas proprias para dtiomotivo", euma^eoda ooti cautos da
emba'rcaco cidra em calxas e garrafas, el.a- Cidade de Ulinda rom poucos huidos 5 na
rutos de liavana, verdadeiros prabucos, ;.r- raa das tiincbeiras D. m.
m->.e ori-u ablgado, fsforos \ .. BBT -^tis moradas de casas de pedra e cal
Iniai spalos ameoiranos, ronpas na
oviiiiento ao iJorto
NAVIO SAillO JNO LIA 8
-1 ni s
- r b( i^ moradas de casas de pedra e
1 Cidade di'Coi cima urna de sobrado
LISBOA ; Brigue Porluguet Affricano C"P
silveiio Mauoel dos liis, laiga vario*
gneros.
:..,- CADTELLAS da Sociedade Fon una
Typografica, da Lotera da T'HtATRO ga-
nbando a vigsima parte dos premie, cabendo
na serte delj oco,eco rei> lit-'i-nlos mil leis a -...!..., .,.,, ,.j^.^a -...^..-..-^ ,u,,,.j ..-------- ... %*.-., umiuc suuiauu c j r
preco de 4^0} aeW Tyj^raua, na praca | feita, filrli de todas ai core | na pracs do. untas, bm meluores ron j os preteudentes j kECUFfi MA TP, DE U. F. UE V** ^4
e* 5


Full Text
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