Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04176


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Full Text
Anno dr 1840. Quinta Frir\
Tudo ago'a riepandc da nos mesmos ; da nossa prudencia, nsodsra-
tj*o e energa i contimieiuos como principiamos, e seremos s.ui:UJm
com ad.i.ir;.fia enlrc as Naces niaiscultas.
Proclamacao da Assemblea Geral do Brasil
Subscreve-se para esta foha a o.-'ooo por quartel po* adiantadoW
nesta \ ypOf*rRa na da Gnes U. 3 e na l'rara da Iml-pcricn-
cia n. 07, e 1*, ende se recehem correspondencias legalisadas e an-
d inicios, nuinndO-M estes gratis, sendo dos pruprios asonantes,
?mdo BUgniido.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.


i.
Consp. Vrnda
,.o IJ-
li > l4,*oo
> 100 -
.-li 'un -

I
Cidade da l'arahiba e Viltal de sua pretendi .......
Dita do Rio lrsnde do Norte, e Villas U.jiu.......
Dito da Fortaleza e Villas dem..............
Cidade de Gotanna .....................
Cidade de Obnda......................
Villa deS. Anio ......................
Diln de (ianuihuna e Povoec'o '*" Konito.........
Ditas do Gato, ftcrinbaem, Rio Formozo, e Parlo Calvo.
drade das Alagoas e de Macei...... ,.....
Villa ue Pjja Tcdot os (Jorreio partem ao meio dio.
>eg. e-.Sexia$*ferias.
Todos os das.
Quintas feras.
lo, c i4 oe enda met
l, li, e ;! dito dito
idsm Fdea
dem i;-:, dito dito
PHASES DA LA RO MEZ DE DSZj
Qtiart. rese, a i h* 1 h. c 58 m. d raan.
Loa Cbeia a o-*s i h. 5* da man.
Qaart. naing. a i5-ai 6 b. i3 m. da tard. i
La Nova a i\ as a b. e 5? w. o* man. f
I
Mari eheia para o lia 5 de Dezembm*
As ti boras 3o sainntos d laanh.
As la hars e 54 mulos da Urde.
3 de Di&eMRRO. Nuvi. iU
____________________________ _t _.. '' "" --~ "'
CAMRIOS. Ditsamo *
Un-lrw......8i ri. for J?oc6 ced.
Lisboa ......8o a 83 por o|o proaaio por mstal aUcrcci.lo.
Franca...... 3i5 re por franco.
Rio de Janeiro ao par
OR i Dita* ,, ,, nevf
Ditai (KATA PaUCM -.,..
Pazos Col manarlos-----_-- 1,'mo -
Ditos Mexicanos------------ i/fioo -
Mioda. .....-......l|44 -
Descont d^bdbetcs da Alfande > i n8 p ir looao rac.
dem Mocua de cobre 5 por ico de dise.
DAS DA SEMANA*
5o Segunda S. Andie Ap. -- Audiencia do Juis de Direfto da 1
I Tere Etol B. Relicto e audiencia do Juia de Direi'.o da I.
i Quarta S. ifibianna V. H. -- Au i. do J. de D. da 3. vara.
5 Quinta S. francisco Xavier Ap. das l;ulias. Audiencia Jo luiz de D.
di i, vaia. .
4 Serta S. Barbota V. M. Audiencia do Jim .e IVreito ** i. vara,
jabbado S. Geraldo Are. Relaco e Audiencia do Juta de .
da 5. vara.
6 Domingo i. do Adveni. S. Nicolao B.

PE R NA M BUCO.
/ GOVERNO DA PROVINCIA.
Hlm.eExm. Snr. Posto que reoonhe-
resse quinto lii* superior s mi a has debis
forcas a composicao ale xesmo de unas Me-
morias aiiula n,ais a de tima Topo;raphia,
lodavia cciivenciiio quequalquer deslasdtias |
importantes obras he semprp mui uli! ao paiz,
que faz o sen objeclo ; eu fixei osolhos ; toi-
nba propria nrapacidad, e dei an prcio, nao
s as Memorias Histricas de Pernambuco,
que iiavia redgdo para minha nstruceSo
rnenle mas timbera o Enaais Topogra-
pbico 'ue ttlguei necessarto Ihe precedes-
se. Nao tive em vista Exm Senhor, n'esta,
l'.ublicaio ad(|uerir celebrtdade e netn to
rouco equiparartoe a um Monsenhor Fisarro
e a milito oul:os Literatos que instructivas
Memorias tem publicado ; outro foi o meu
fin : Rlui pouco, ou quasi uada existindo
compilado sobre Pernambuco pareceu-nie
que com a publicacodeste trabalbo incitara
adeouiros que, Corregindo os deleito do
que apiesenlo, a final aielerem a apparico de
urna Historia de ei nambuco< e mui pariicu-
lunneiile de urna Corografa, tanto mais ne-
ciss-iia quanto a nossa Provincia carece da
aperbicoaniento na sua diviso quer Eclesias-
mioba empreza, na qual me empenhet, nSo liveira Freir, pedindo igual ordem por duas assistencas ; e man a quantia de 6 o do
.ara inscrever-me no catalogo dos aulhores, fiador, preso nesta Cidade, Ibe foi dene-ten'*rro de um Corpo que app,.receo ola-
. ... -._i .. I _.. iln* ('(.olltins niip ( n.issasse maullido.
que islo seria fatuidade ; mas para incitai-os gada,
a que apresenlem assuas produecSes. rSf:r-| ARSENAL DE MARN HA.
gar dos Coelhns ; que se passasse mandado.
Outro do Fiscal do Recife pedindo o paga-
v^.l.a^asp.ramiaia'j.lorMdMrsidoeui .i-. Leniode Illio rei. que se despendeo em
oprimeiro. que com algam sacrificio apresen- IUm. Snr. Inspector do Arsenal de Ma- diversos enterramentos, que se passasse man-
tou sobre Pernambaoo, minha Patria, aoi | rinha manda faser publico qaa se tem de dad
Obradesta naturem ; sto he a coIleccSo de pP em arrematopSo o fornecimento dos ob- Oulro do Vereador Snpplente Antonio Lur
lodos os faetos Histricos que liverlo lugar jectos abaixo de. larados para as embarcac6es izdeSousa, partacipando que lendo sido
. ii _._.i. u_. ; .1. ._...>. a la..l iuU ininun ra cpie, ........wtfl>\ nir.i .K-iislir is sessiies da L.;iiuara.
rmPeniambucodesde a deacobertado Bra- ida Armada, e Arsenal, pelo lempo deseis
sil at boje, e urna Noti-ia TopograpbicaI meiescontados do primeirode Janeiro ao lira
de toda a Provincia com algum desenvol- de J un ho do cor rente anno. O mesmo lilm
viniente. |Snr Inspector convida as pessoas a quena
Permita-me a^ora V. Ex. que aproveite I taes fomecimentis possa convir o compare-
r: i ^-~ .. !_____. ..M ...* t.nABliia Am navi foivfliill fliA
convidado para ansistir as sessoes da Cmara,
nao podia conparecer por encommi.os de
saude *, inleiraJa e que se cliaraasse o ime-
di.ilo.
(!:i!m 'ora V. CjXj que apruveiw mes iuincirnBiii pm uum i..... < m ........- --------- ------------ i
iao para reiterar a V. Ex os racus cerera com suas propostas em carta feixadn at 0 sen estado de saude o impdssibeliUva de cj-
istos de aratido e de inteira o di-* 15 do presente mea; e as qu es se de- I ,)arf(cer as ses5es da Caraira ; intetrada.
"._..' i i-i____ r._ .!.. t. i>..X. rt..i..4i, l7rsnA'iim l.ni \! cihI Vi.i.iu
mais firmes prole
adheso ; |?essoa de V, Ex,
Dos Guarde a V Ex. felizmente por mui-
los anuos, como tonto he mster a Pernambu-
co. Cidade do Recife i8jo. IUm. e Exm. Snr. Francisco do Ke',0
Barros D. Presidonteda Provincia de Per-
nambuco* Jos Bernardo lemn les Ca-
ma,
Empenhada como he esta Presidencia em
promover e di Efundir todos os conhecmentoa
uteis, nao podia ella detur de acolber da
maneira mais favoravel a preciosa oerta que
aeompanhou a sua carta de 6 do crreme
mez, dealgunsexemplares do i. Tomo da
clarem os fiadores afim de que se possa eUV-
ctuar a arremataclocomas que ]n>v menos
preco os mesraos fornecimentos fereoa pre-
veuindo-se que a rondtcgo especial he dos
gneros serem da melboc qualidade na falta
Outro de Francisco Luiz Maciel Vianna ,
que porencommodado nao oodia comparecer
us sesses desla Cara ira ; iuteirada.
Oulro do Doutor Promotor era r-spoia ao
que Ihe dirigi esta Cmara exigindo o seu pi-
(TlIflOa Sl'I^UI Uil lili..*', (lilm.**-. | .-..- u' 11K 'li t i;,. .' ^. ......--------Q.----------------r-
do aue sero recambiados, e comprados outrosj receraobreo requerimento do Escrivo da i.
i ... .. i /< ___ i :i:____ li......,; f ..-.l..-..i
apr I I iiuiiuj^ uiw na sua unuau uug ubicaiar- nie uc illj'.uin L.\cnifii"^J -- --------
tica quer eivil; divisan esta, na qual a nos- Obra intitulada-Memoria-Histricas da rro-
sa Assemblea Provincial sempre se achara va-I rinria de Pernambuco, precedidas de um
rilante, em quanto nao tivermes urna Coro- [Ensaio TopograpbicojHistorico -que V. Me,
graphia, e sobre tudo os Mappas respectivos. Icompoxe publicou afim deque destrtbui-
Para ebegar pois ao a que me propus me dos pelos Prefeitos das Comarcas possam es-
perece mui conducente o dar a niaior pubii- ies guhministrar-lhes as correcces de que
cidade possivel ao meu trabalbo, porque, necessit.tr o dicto Ensato, atiento o conhett-
(inanlo ni. ior numero depejsoaso lerera ment que tem das localidades n elle mencto-
tanto m-is haver quera seja in< itado a escre- nd,|as; e significando a V. Me. que neta data
ver e por consequeucia mais fcil se lor- h( ho remetlido os ditos Exemplares na lur-
nar a sua correceo, piinci pal mente do En- : ma por V. Me. pedida nao posso detxarde
Baio Tofograpbiro, que todos osenos pre- louval-o por ter to uliliueoie empregado o
lendoemenda e reimprimir al que leve es-seu tempo e de pateutear-llie o archivo da
te importaiilissimo trabalbo ao estado de per- Secretaria da Provincia no cazo de Ibe ser
ltico que em minha estrella capactdade ca- precisoexlrabir quaesquer ducumeuus que
be dar-ibe. Nesle intuito tenho a boora i tended a esclarecer ou tornar mais exacta *
deoteieier a V. Ex qualorze Exemplares 0Dra cima referida de que alias tanto cara-
do i. Volume; que ja se acha piouipio ; um ceesta Provincia.
para que V. Ex. se dijjnede o mandar colocar | Ueos guarde a V. Me. Palacio di Covemo
em allum dos cantos uas Estantes da Livraria de Pernambuco t. de Novembro de i b> tria Nactonat peitenceiite ao mez de Mato do
. u ... l .__ I-. I i- li ..... ^..m I..o Mar- .nUlo riiiim I lllf!ir,l(l J.
i cusa il >s mismos fornecedores.
Inspecco do Arsenal le Marinha de l'er-
nabuco i.de Deiembrode i84o.
Joio Manoel Miguis.
Relaco dos objecto precisos para fornecimen-
tos dos Navios da Armada e Arsenal da
Marinha. A saber.
Aaette doce, vinagre, Feijo, toucinho,
Ano/. e bacalbo.
Inspecco do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco era o i. de Desembro de iS4o.
Joio Manoel Miguis,
CMARA MMCIPAL Do RECIFE.
SESSi F.M 9 DE HOVEMBRO.
Presidencia o Sr. Silva.
Comparecera os Snrs. Carneiro, Menna ,
Vlamede e lanos faltando cj,h cauka os
mais Srs.
A berta a Sessao e lula a Acta da antece-
dente loi opprovada.
O Secretario dando conta do expediente ,
mencionou os seguinles olhcios :
Um do Exm. Presidente remetiendo um
exemplar do peridico raencal publicado na
Lorie pelaSoctedade Auxiliadora da ludus-
iversas Repartices
doCoNeino, si V.Ix o achar digno dessa I francisco do Reg Barros !>nr, Joa Ber-
dtstiuccao. eos otitios tieze afim de que I ardo Fernandes Gama Alteres de i. Li-
V. Ex. (.si paitcer til a correceo co meu mui J |a do Exertito, e Ot&cial de ocnuna as Ur-
pubie ensato Topograpblco ) se sirva de os den9 d'esta Presidencia. y
nandar pelas Preleiluras daProvimia, cu- _
ios cheles julgo mui aptos para meilluslra
iLin, alienta ulo s a sua reconbecida capa-
naade, mas lambem porque pelo seu mesino
Lmprego, bo-de necesariaraenle ter adijue-
rido grande conbecimento das suaa respec-
tivas Comarcas, e per esta raso devem estar
(Btlbor do que nioguem habilitados, tanto
pata emendaiem os erros Topogrficos que
discobrirem na descripcao delias, como para
guprirem asomisse*, queeu por falla de iu-
oimacota tive, encommodo este a que rae
litisuado es nc-isos Picleitos nao 86 negurio ,
lauto mais por que estou cerlo, que elle, su-
niaoieule patriotas de boin grado se digna-
rte illuslrai-me anudando assira a que se
aperteicoe ura trabalbo de que a nossa Pro-
vincia lano carece, ecuja reconhecida uli-
lidade nao precisa comiueutJ.
Si eu, Exm. Sur., iie a felicidad* de
ver em meu dias apparecer esla obra com-
plela ,
correle anuo inteirada.
Uuiiudo Fiscal deste Bairro, partee!pando
Va-a do Crime Filippe Benici) Civalcaute
de Albuquerque que pertendia ser pago das
Cusas de varios processos era que tinba sida
ndjvidamenlecondemnada a Caraira Muni-
cipal, singindo-se dito Doutor Promotor a
islaco do caso, que estabelece a oiria-
eSo do pagamento das castas somente nos1 casos
em que o Promotor Publico oficia, e nos pro-
cessos que sao commecados sem sua entre-
vencao dede o poni em que elle cramela
o seo oi io ; ficoii a cmara inleirada e se
determinoo que se registasse o requerimento;
informadlo do Procarador e sobredtto oficio.
A requerimento do Sur. Veriidor Menna,
deliberou a Cmara, que cessasem as medidas
de serem chamados os Facultativos praose.\-
araesiios matadouros dos gados e que essea
s Ibssem chamados, ijutudo se izesse neces-
sario.
A Cimara deiierou que para a reanio
do Collegio Eleitoral se pedisse ao Exm. Pre-
sidente a Cisa di Asserablea pelis commodi-
d ides que otlerece por se achar a antigt
Casa dos Jurados moluti,
Foi nomeado o br. Vereador Barros para
substituir ao r Pessoa no examejdas cuntas do
Procurador no ultimo quartel do correte anr
no bu inc iro.
Us Snrs Barros e Menna, oro nomea-
djs pira faserem o Relatorio do orcamenio
da receiti edespesa para o futuro anuo unan
^"""...... ,7 ,',. '- da recciti edes,
que ama parte deleito da ruadoCaboga se quedeorrer doprirae.ro da Outu-
aClia com ociicamenlo estrgalo; e que o .
3 ..i_____.__ bro ue 1041,
TRIBUNAL DA RELLACAO*.
Sr.SSA DO I. DO CORUElTE
Naappcllaco civel do Juiso de Direito des-
la Cidade apodante Jo:e Joaquim Beseria
e appellado Estevo Cavalcante de Albuquer-
que Kciivo Chaves ; se uigJu pela con*
brmacoda setenta recorrida
mesrao estrago se observa no calsamenlo em
lente da \'atriz.
A Cunara deliberou que se autborisasse ao
Fiscal para faser os reparos necessarios
bro de i4l> ao ultimo de Sele.nbro de ici4
e balance da receita e despesa do correle an-
no financeiro,
AiCommisso encarregada de dar o seu pa-
Linco Ponas, nos das 34, a?, -t) 37, ^ io,
e 51 de Oulubio paseado e nos das i, 3, 5,
li, 7, e 9 do corrale e ao Lirurgiio Lino
da Penua de FranSa a quaplia de lyioo rs,
Us embargos de Jos Maria GeraIdea, op-por ler tambera a&sutido aiNlaUnca do gdo
oostos asenlenca a favor de Estevo Cav.it-I no meamo matadouro, uosdias ai, ib e % du
cania de Albuquerque, ra causa deappel-
la,ao civel desta Cidade Escrivo Uebello i
furo despresados, mandando-se camprir o
accordio einbar:;.do.
A peti30e jse Pi Machad.1) preso na
Capital da Proviucia du Ceara, pediudu l -
Oaiubrof sado a nos dias 1,4 Sdocor-
rente ; fluese pasaassem mandados.
Uulro' do i iscal pedindo ; <;ue mandasse pagar uc Cira;
,Jie .-. os'.a n quanlia dec...
',, daaaiStescia que fea 1 Matanya c
Praia, he raisier que se faca a demolieio
da liaba deedificaco das chamadas cisinbas,
ultia. porcte da ozesma Bibeira de parte do
i mar j porem altendendo a que essa parta ;*ro-
dua hum rendi pauto para esta Cmara, que
a a quantia aitnual Je bura cunto e qua-
rer.ta e tres mil quinbentos e finte reis, be
de paree-:- que na se Faca a demolieio seo
que a Cmara substitu por algum meio u re-
terido rendimento.
4_,aiillai aa nuu;i.ia un u^iu, jn.ai.iuu ...i.-- iit^, --------------- --
beasCorpos foi defferd* mandando-se pa-j- do u0 maUdouro da boa-vista, desda a de
To mtiTraTa'no'com eeiio aderar sar orde.u de soltura. | Otttubro passado al o da 5j do dtlo leudo
Em quanto porem ao concert, queexig-'m
os ai<;o-.'dt tniUadads Ribeira.c qae amc.^ao
di vidas dos que por ah traiiitlco, be a co.u-
raisso de parecer ue desde ja se proceda ao
oleta si o rato traalbo com eU'eiio acwlerar sar ordem de soltura. OtttuOW pasaiuo ate o oa a. ^ uno ie,:uu missao ue parecer qu, j- 3C v.^* --
^ariete della dou-me por bain pago da | A pelico de Jos Casado de Almeida O- o metuo LirurSu0 nu da 5 do mesmo me,lconcert :.ara evitar a queua, qu, accarre3


f *
&
nranan
. -:u uiiiwiiwiniwrm
pnnpr.riSco



r consigo desgracas sera remedir). Recife
19 deOutubro de 1840. Felippe Menna
Collado da Fonceca. Jos de Barros Fako
tie Larerda.
Deliberou a Cmara quanto a secunda par-
te, que se authorise ao Fiscal respectivo en-
tendendo-se cora o Procurador para satisfaser
as despesns.
Despachara-se alguns requerimentos ; e
por ser dads a hora levantou-se a Sessio e
par constar mandara faze" est era que as-
signarad Eu Francisco Antonio tabello de
Carvalho, Secretario interino a escievi.
Silva Pro P.- Carneiro Meuna Mame-
de Darros,
ANMJNCIO.
O Sub-Prefeito da Freguesa! de Santo An-
tonio do Recife. avisa, aqun eojivier, que
por elle foi encontrado na Ponte da Boa-
vista luiina trouxa *e roopa suja : quena
pois, lorseudono, dirija-se a secretaria da
prefeilura, quedando os signaos ceiios, lije
er.- entregue.
Recife a de Novembro de 1840.
Luii Francisco liarbalho.
Administrac do* Fst.il>ellecimntos de
Caridade.
Petante a Administrarlo ros Estabelec-
meatos de Caridad se baile arrematar a quem
rn; da casa n. ao I* na ra de ilortas: as
peasoas que se proposerem a arreraetal-as
podem comparecer no indicado dia no lirvide
Hospital de Cardade as 4 horas da tarde com
seos fiadores.
Salla das Sessdes d< Administrarlo dos Es-
taMecimenlos de Candiue era 01. de L)e-
zembro de ibqo.
J. M. da Cruz ,
Escripturario,
penetra menos e d;-lhe buma toe violceo- Os prinripias que o dirigirlo nesta sua em- petiremos un tetemunho, que agora seria
purpurear, mui bella. presa sao tres, dous dos quaes devidos a VI. superfluo, d.i ardor e anciedade com que des-
3. A solucode verdete penetra o marmore Hequerel eor.tro eslabelecido e exposto pelo de o principio este jornal tem deprecado a ca-
a' hu-na linna manifestando na sua superi- mesmo \3. de La live era huma memoria lamidade d'uma guerra prestes produzir-se,
ci huma cor verde clara. publicada era >8a5 nos annaes da chiraica e COiab hava appareoteraents forte lundar.ento
4. Assoluces de sangue de drago e de da physica ; e sao os seguintes : para err se pela precipitada vehemencia de
gomma-gol o penetra tambem 5 a primera 1. Fmpregar pequeas foreas qmndo sp mais d'uma Corte Europea, e pela imputada
ibeda buma bella c6r vermelbi, e a outra quer obter hura deposito regular de partculas
Correspondencia.
Sis. Redactores.
lie para lamentar o que sp chama Poli-
ca (m Pemambuco e qual ser o moti-
vo? A Constituidlo, dizem os bomens 1
Poia essame stiuica que em Franca
permit'.e tasar o prego lo Pao e Carne s
era Pernambuco o ha de ptohP ir ? Poh e^sa
mesm i Cbnsliluicao que enlie nos tolera que
se penda sera culpa formada, que ge loguera
jegos, que seropre foraS prohibidos que (i
na 1 mente os cor pos boiem pelo Capibaribe
c'i.i, e dias com escndalo dos navegantes
eruina dte populado, nao dar poder para
te trancar na Cadea a Sin a de atravessadores
cu Companliias de Marchantes que esto
esfollando o pobre povo ? JNos outros pai/es
os bomens se reunem em Companhas para
bu entarem es capitaes, e especularem em
grtsso ; em i ernambuco guardadas algu-
nas rxcepc&ea i se reum-m os quebrados
para soldaren a quebradeira atravessando os
generes de primeira neceasidade para os
Tenderem pelo que (ueiera e do modo que
Ibes parece !
Em outra cart: que Ibes dirig, eque Vms
tivera a hondle de tranaerever no seu Uiu
rio, allei dos Vendedores da carne verde e
que resultou ? Brigarad as Comadles des-
cubrira-se as verdadts; apparecera un e
outros, eafinalnb sei qual f.cou de peor,
mas o certo que u povo melborou e l.ve-
mosCarne mais barata alguns dias, poiem
creio, que unira-se de novo, poia estamos
coa a peor carne potsivel e por alio prero ,
no entretanto que consta-me que se lera ven-
dido gad al com prazo de anuo o que proVa
buma cor amare!la. Para que as cores bem de ouro.
penetrem he preciso antes polir bem' o mar- a. Separar duas dissoluces huma de
ore com huma pe Ira pames disolver as curo e outra de hum acido posta buma de-
cores no alcohol quente e pintar por CAS pois da outra no mesmo circuito elctrico, de
com hum pequeo pincel. Todas as tintas maneira que se nao misturera sera obstara
obtidas das madeiras como as do pao-brazil, que a correle elctrica os atravesse successi-
campeche, ele feitas cum o alcohol pe- vamente oque obtem-se por roeio da inler-
netra5 profundamente o marrnror. jposico de hum diaphragraa cu separadlo
5. A tintura decocbocilba assim prepara- de huma mem branca da bexiga,
da, e na qual se addiciona huma pouc de j 3. Aproveitar a propriedade que tema
pedra-huaae d ao marmore huma cor es- corrente elctrica de passar tanto mais fac-
earlate mui baila que penetra duas linha*. mente de hum liquido para hum metal e vice-
Ento o marmore assemelha-se ituito ao de versa quanto mais o mesmo metal he suscep-
Africa, !tivel de ser atacado chiinuaraantu pelo li-
6 O oro-pigmento artificial, dissolvido quido.
na amraonia Ibe communica era poucos in- Eisomethorlo de M. deLiRive. Deit^-
stantes buma va quanto raais (ica eiposta ao | mais neutro possivei e rouilo diluida ( hasta
7. A todas as substancias em pregadas para 5 ou 10 milligraramas por cencime.tro cubico
e turada com materias colorantes e juntamente bexiga, Mergulba-se este sacco era huma
derretidas. 1 vasilba de vidro que contenha agua lig-ira-
8. Se se faz ferver verdete em cera bran-1 mente acidulada mergulba-se depois o ob-
ecto que seqner domar dentro do liquido
contido no aacco faeodo-o communicar por
meiodehom fio metal tico com buma chapa
le tinco a qual se ht mergulhar na agua a-
cidulnd t eontida na vasilba de vidro. Pde-
se t*mhem inverter a collocacfio i!o ohjerto e
ca e applira-se derretido sobre o marmore
com hum instrumento, e depois lira-sea
superficie depois de esfriada acha-se que o
desenlio tem penetrado cinco linhas 1 elle be
de huma bella cor de esmeralda Para a exe-
cucSo deste Uabalho devenios entrar em al-
guns detalbes
muilas cores huma a pos
negligencia de Lord Palmerstou em deixsrde
assegurar com maior sollicitude os dezejos do Governo Francez a respeito dos
objectos e intentada excuco do tratado de
Jul!>o, ante* que n'eHe tivessera sido innadas
as aasignaturas das quatro Potencias alliadas.
Com tudo, a defensa a presentada pela Se-
erelaria doa Estrangeiros uraa repulsa direc-
ta de semelbaute accusac2o da sua parte, e d.t
dos aiia.los,
Hevemos estahellecer como preliminar, que
urna discussio sobre os objectos oitginaes di
tratado, ncluindo o dam-.io actual que deve
ser por elle evitado, tem-se timada menos ne-
iria ; porque est admittido em termos qu
todas b sinco Potencias, incluida a mesma
Franca linho-se declarado cidi urna de per
si, e todas concoidajo sobre a poltica do
minter-se a integridade do imperio furco; o
que todavia poder i a ou niasoppor acquies-
Cencia simultanea de todas as partas na conve-
niencia das medidas a que se houvusse de re-
correr.
Era quanto ao roerecirrento da que^ao, ea
que se fVrna a Franca ltimamente, isto ,
desde Julbo passado, a saber] se ella tinba
recebido d'antemo o devid. aviso da execu aj
certa do tratado, ou se iinba rasoavel pretex-
to para ceneeber suspeitas d'alga falta consideraeo para com pila, de despiezo, ou.
pouea amizade no espirito do procedimiento,
Lord Palmerston afBrm
Q:e ella rai formalmente advertida em Jo.
nio de 1 939, em rommura ora as outras qua-
tro Potencias, deque o nico arranio admis-
sivel entre o Sulto e Mehemet-Ali, que po-
deria assegurar a paz permanente no Levante
seria iqneeque limitasse ? ao Hgvpto a au-
tboridadedelegada de net-AL erees-
i. Qurndo se quizer empregar a do tinco, mergulh-mdo ele no limido rio
turna a pos outra sera (|ue ellas saeco ; e ;;q'ieil no da vasilba e por a <'i--
se conf andad e sem alterara pureza e clarete sol ocio deuu:o na vasilba ea agua acidulada
do desenlio ser preciso proceder da manei- no saceo com tanto que as duas dissolucSes
tb jepuinte : fiqoem separadas a commuuiquem entre sido
q. As tinturas obtidas pelo espirito de vi- modo cima mencionado lnm minuto de-
nho, pelo oleo especial da terebimhina de- poisda-imraerso do ohjerto que sequerdou-
veir. ser applicadas sobre o marmore em rar tira-se a este do liquido, eenxuga-se
quanto elle estiver quente sobreludo quan- com hura panno de linbo mui fino e enre-
do se trate de desenlios delicados ; masosm- gando-ocom elle hum poaco\ seacha hum tabellecesse a autboridade directa do
giie de drago e a gomma gota podem-se np- pouco dourado. Depois de duas al tres im- em toda aSyria, assim pomo ero Candil, e
plicar sobre o marmore Trio He preciso para n:er>oes a douradura ja eta sumetentemente as cidades santas, interpondo assira o Oeserto
isso dissolellas no alcphol empregar a solo- espessa e continuando se as immersoes po- 1 entre a autboiidade directa do Sulto e a pro-
5o de gomma gota antes di outra Ella be de-se levar ao ultimo grao que pode chegnt shacia quedevta ser administrada pido Pacha ;
ussaz clara ; de-os dealgum lempo linva-se por este roelhodo.
e d hum precipitado amarello o qual ser- Westa operaco o acido contido na agua aci-
ve para obter buma cor quasi viva. Aque- dulada atacando o ainco deseovolve a corrente
rera-se depois os pontos tracados passaudo-se elctrica, a qual decoro p5e o ehlorureto do
sobre o marmore a distancia de meia pol lega- omo e as molculas desle metal, ficando
da huma chapa de ierro cm braza ou hum em estado Hvre deposito-se sobre o objecto
hrazeiro cheio de candes accesos. Deixa-se que se acha roergulhado na dissolnco
esfriar o marmore ,2e passa-se novamente do He preciso alem de multas precaucSes,
mesmo modo bobie as partes em que a lem penetrado Terminada a colora*. ;io ama- cuidado para que a crrenle elctrica se ja |e, e jue medidas coactivas produciras un
relia, passa-se a applirar a soluco de san- rouilo traca, aus corre-se o risco de deseo- estado de cousas mais perigoso do que o pre-
gue dedrego do mesmo modo que a degom- rolver bydroge sobre o metal que se quer
ma gota e emquanlo o marmore ft i quen- duurar o que podei a impedir a firme depo-
te, pode-se appiicar do mesmo modo as cu- sicodoouro sobre elle He fois uecessario
ras cores vegelaes que nao precisad de grande i'o deilai seno algumas gotas de acido sul-
caler para penetrarem o marmore. Em (im pliunco ou ntrico na agua em que o tinco
acabarse o desenlio cora as coies ligadas rom leve ser mergo 1 hado, e nao mergulhar este
acera, squnes devem ser Bpplicadas com metal todo no mesmo liquido mas regular a
muita precnucao, pois pelo mais pequeo sua maior ou menor immerae segundo a na-
ca lor alm do ponto uecessario ella eslende-se cessidade o que a pralica ensinai. O Qb-
mais do que se quer o que loma menos jc-to quese quer dourarpode ser pieviameii-
propria para os trabethos delicados Estas co- le rasj.-ado e limj o. ou p dido No segn lo ca-
tes nao ( evein ser applicailas senlo sobre as so Sabe con: huma domadura Ludante ,
parles em que se quer que ellas sejaS ixa- como se fosse hmido ; no primetro adou- I Francez deo mais a entender Inglaterra ,
e o Governo d S, Viagestade propot que era
compensaco da evacuaij da Syria Vfehemet
Ali rCcebesse a certeza de que os sus descen-
dentes varees Ibe succederiSo como Goberna-
dores do Egypto abaixo do Sulto.
O Governo Francez sobre isto ohsprvon,
que ura tal arranjo seria indubitarelmente
o mellior, sehouvessem meios (! leva-lo a
sent 5 porm ha vendo objectado a e-le plano,
diz Lord Palmerston, muilo lempo depois o
Governo Francez nao linba plano proprio a
po f.
U procedimento do Governo d S. M. o Rei
Luiz Felippe oi depois propdr ura novo pla-
no a sabef que d ura ponto poueo ao nor-
te de Beyrout na costa do nur se tirasse u-
rn 1 linba em direceo leslede Damasco .10 Oe-
serlo ficando assi;:ir.da a Mebe.net .oda a
i-arte da Syria ao *ui d'esta linha e ao Sul-
to toda a parte do norte. O Emhiixador
a abundancia ; e
fater roeus 'charo
das por isso be [ireciso lanc >r or cima del- i'atura lie embacada e he preci;o para obler
las de lempo em lempo agua (ra duianleo maior numeio de in.n.cis(.es lie preciso
progresso da operaco, Estascores em nada nao meiier o objecto que se quer domar na
alterc as do marmore que ge divo ler o cui- soluco de cbloi uro de 1 uro antes que a eom-
dado de bem polir antes de osubmelier a es- muuicaco electi ica seja estahelacida.
tas operaces. Ellas *o ta-^to mais bellas O melhodo de M de La Rive bemuitoeco-
quaulo iccnnr he o numero das cores quese nomico alem de men s peiigo-0 emaisex-
emprega, como por exemplo duas 011 lies ; peuituo que o praticado com o mercurio,
este novo ramo de industria nao pode deixar (Extractado da Kevae scenliiique el indos-
de ternas arles mui numerosas e curiosas ap- irielle de abril de 10 o.)
p.'icacoes, (Rerue Britannique^ AJarsi84o.) ( Lo Jornal do Commercio. )
.Melhodo eleclro-cliimico para a douragem da '"------"'""_"
prata edo lato, por m. a. de la RiVE, Noticias Estraii>eiras.
de uenebra,
M. A. de La Rive, de Genebra, movido
n
I N G L A T E R II A.
Redactores? Ou nao comer carne ou come-
la com mao ebeiro nial sangrada preta ,
sem sabor e sobre tudo pelo preto que qui
7cren Onde est esse artigo Constitucional
que permute s baverem deveres para es go-
bernados > nao leudo estes direitos para cum
os goventantes ?
Lesiulpem meus Redactores, estas ra-
biscas, e iiiirao no seo jornal, em quinto
fico preparando outras sobre os Liieitos dos
Guardas Wacionaes
dos iLciaes e Co
dadu,
sduiao de ouro podeiia, transpo:taudo este JSos seriarnos injustos para com a Secretaria
NOTICI IAL IEeUl mulei'u'a por o'ecuU, fixa-lo sobre dos ^ei(oclo Lstrangeiios, para comnotco,
0 L os objtcto3 que se quizessem dourar. Seus se nao dissessemos, que aqu Pe documento
riii'ii'a sotre mam ore per ebsorcc de coree prmiro ensaios a este lespeito dalo de i'modilicou em parle as impressoes anterior-
r. 1 > 11 nnos, t nao loro entso lelizcs, motive pelo 11,ente recebidas por nos e como c cirli- :
Este novo ramo de industiia acaba Je ser qual os 8uspendeu. Os unimos Irabalhos e por outros mullos amantes desap.ixoi.ados e
*n:P" C0B B,Bito. succww- acobrias de beuuerel acerca da eleciricida- indepeudeulesda pas por mor d mesma paz
fcM '. 1 (!l' r,e,So ""ir-'-!o a tra.oreliender novamente Oeste pair, relativamente a ura ou mais pou-
,. Atoiu ao denitralo deprata peneirao essas tentaiiws, e lela mente acaba de ebegar tosocc nidos entre osGoferuos alindo com
narmoremu prol eute, ecoC.B,umca-|(lkmitiel,.OW(.u,) se |iao Lv ,jCrieIl0> e AJehemet-Ali, d'umaparte: e o mesmo Go-
ILebuaicc:.......carregada,, ccatadota! que prometa resuludos muito veruo lngler, como um d'easaa alliadoa, cora
.a A so.utao de n.ro-munaio de ouro o ] aa Uao do praco. Jo de S. M. Lui* Felippe, da outru. Kao re-
, B,eiHu e|8J tr|8te8 conseqQeucM du IIMllK,U) de .. 14_.
, que sao mais captivos \lMnr me0 J nieri.urio_ j,,,^ desde ';,n,f d /'To ? ^
mandantes, do que U- muto fe ira iuado que a forca de om- ^ No leLord Palmerston a Al. Cu.zot
O GwrdTdoT vo {'>:tUl:; d COrre0'e ele,l"ca 'PP,icd a uma 8Sl*#
sduifio de ouro podena, transi-lando este jNos seriarnos injustos para com a Secretaria
que concordando as cinco Potencias n esle ar-
ranj >. a Franca se uniria com dias no em-
prego de forca para obrigar Mehemel Alia
acceital-o, 1 de-se mui bem notar aqui ,
que segundo o plano proposto pela Franca*
0 Paclwi ficaria de pose das fortalezas e por
tos de Acre e Beyrout como uma formida-
vel uddiglo a on mais da Syria de que
a Porta devia ficar privada.
Vnisti'-. Ingles tecuzou absolutamente
este prujecto, ohjectando Ihe alem d'outras
la/Des com uma incoherencia da parteda
Franca que consentira em medidas coacti-
vas etu favor d'este arranjo, que era in-
completo < insutbciente para o seu f\.n ; cii-
tretautoque seoppunhi ao emprego d'ellas,
quanclo rcconimeudad.s pelos sitiados para
dar lo rea a um que seria ellica?. e completo.
A r esposta do Conde Seb&stiani a esta ob-
eccu pode ser considerada como algum tanto
notav< I l saber que em recusar medida
coactivas o Go\erno Fianc.ez eia inspirado
por consideraedes domeslicas ; que elle
podei i a assegurar o publico, e as Cmaras
debaver ohiulo para Alehemet Ali as me-
Ibores cqndicdesque se Ihe puderia grangear ,
e que esl as linba recusado,
E Osle um argumento subtil quando diri-
|ido a paiteseatrangeiios, poique ninguens
-u!jl 01 ie na tile acabar ; poiu nos larra c
sincanament adnjitimos, como mxima ge
1 al, que a coucessao d'uma graca que ti-?
MUTILADO


DIARIO DE PERNAM5U30
**
Vesse por fim agradar ao povo Francez por
si me-rna um liiulo para ser favoravelmente
attendi Jo da Grao Bretanha, ou d'outro qiul-
qner estado visinlio e civilisado, se ella no-
estivo hem sisfeitos e anciosos por marchar
rom a Franga ; mas, diz o despacho naia
querio fiear parados com ella.'
A Franga fo plenamente informaba de
MISCILANEA. de chaves de gaveta arorrentadas ora utoa cor-
Systema de persuasa na Igreia AngUcaoa. irP.nie de P"U CJnl".nl' j *&<*** >-
' u j poem-se que um menina atiroti na rti mus
No dia 10 de Junho se anresentira na i- 'nao se sabe se as adrara para ra do EnCa'n-
80.
quando ella tinha rejetado ludo qnanto se
tinha proposto de praticavel. Ein quinto
' proscripto ," paraassio dizer de Mehe-
met AI ella tras comsigo repelimo-lo ,
um ar d'asperera e deseomedimento desneees-
sario ao seu objerto e por tanto igualmente
indianoe imprudente
N um
Foi entJo no mesmo mez de Setembro de
S,?Q. coramunicada pelo Governo Francez
bo de Inglaterra a seguate proposic for-
mal : que Me heme t Ali teri* romo be-
I anca vitalicia o Kgvpto e toda a Sfria junta-
mente com Canda nao entregando seno A-
dana ; porm nao albimand > anda eom
esia proposta, que era uma retrotraa, ai da
primeira quequer Mebemet Ali se con ten-
tasse, qucruo, ella (Franca) ajudaria a
C>:;il-o.
Tendo esta proposta (di* Lord Palmerston)
por im dar a Meheooet \li un direito legal e
hereditario a um terco do imperio Turco
que elle ora occnpa s pela farca foi recu-
sado pelo Governo Ing'ez.
Todava, a.Secretaria dos F.strangeiros fez
mais urna pr0|H>8ta a qual foi regular-sea
fronteira martima da Syria de manera que
Mehemel A ti vesse toda acorta ao norte at
o onte Carme!lo inclu-ido esta importan-
te posico, porem exclundo a .idade de A-
cre Esta proposta foi feita sob expressa con-
di o de que a Franca cojperana com as Po-
tencias amadas para forear a ella Mehemel
Ali.
Deve-ie pois dizer dist-nctamente que se-
gundo a pruposta de Lord Palmerston elle
l.izia depender aqu toda a questo da posse,
r.o de toda a byria como liavi i sido a pre-
sentado no spu prospecto original ma de
teetaded'ella menos as duas infelues cidadea
de Acre e BeyrOUt. Se Sua Exoellencia esta-
va prora po a ceder tanio valeria o restoa
pena dse i era contulso a Europa e a
Asia por urna guerra geral ?
Se lord Palmerston determinou a guer-
ra para sustentar uro direilo era da sen de-
ver restituir ao Sultid assim o Egypto como a
Syria Se foi por interesse, ser possivel que
elleou alguem se persuada, quemctadeda f.eilo da questo da Regencia. Elle'dicnr-
Syria vaina tal pieco; ou que se ja equiva- ida segundse diz assim do General Es-
lente aos sacrificios de sangue e de dinheiro parlero como da Junta, por julgar inconvi-
o que elle a Uraco u como alternativa por n ente que os poderes da Regencia seio ex-
>A|i.. i,.-.:..........i. n b.. i- __!.. J
pedio temua para pensar. O sacerdote o le-
vou pira f.ira da igreja, e Ihe fez huma longa
pratica, no fi n da qual, ulgando-o resolvido
a direr que sim, voltou pira o altar inra con-
tinuar a ceremonia interrompida. Pcrguntou
de novo ao noivo, se consenta, e este lhe res-
p milco por segunda vez que pensara. Knto
a patarra, ronamos solemnemente I o sacerdote arregacou as mangas, e prncipiou
que existir nos corar; "es dos Estadistas Fran- I aos Sorda ao desgranado joven, lerando-o as-
cezes R usaos e Ingleses bastante virtude e sim at porta da igreja, com grande admira-
bumanidade para reverem se nao lor ja cao dos espectadores. Era rom elfeito orgi-
moito tarde, 3s possibilidades da suacondi- nal ouvir o noivo dicerque pensara ero ca-
cao comm e tomarera medidas para res- sar-se era huma hora to critica, ej to tarde,
tabalecerem *'a pas por esprro de paz." eo ministro anglicano a querer arrancare
pa
HESPANHA.
Novo Ministerio.
O 4< Moniteur" ( Jorntl Francs ) publica
o segointe despacho lelegralioo de Uespa-
iiha.
" O General Espartero encarregado pela
Rainba deorjvanisar um Ministerio compoz
osen Gabinete da manera seguinte : Os
Senhores, Joqun Ferrer, Vire Presidente
do Conselho 5 Chacn Ministro da Guerra
lojuin Frias Ministro da Marinha Gi-
mez Bercera Ministro da Justcaj 'e Gam-
boa Cnsul de Ba ion na Ministro da Fa-
zenda ; Cortina Ministra do Interior."
O Courrier Fraileis '' observa a respeto
d'este Ministerio, que manfesta a inQuen-
ciada Junta na sua composico. O Senhor
Ferrar, Presidente da Junta Vice Presi-
dente do Gabinete ; e facto notavel que os
Senhores Contales niz e Olozaga em
quem se SUpunha que Emartaro de;>ositava
c^nfianca nao recebera pastas Miuiste-
riaes
Corra entre os flespanboes residentes em
Pariz segundo somos informados, que
Gonzales nao (ora incluido no Ministerio ,
por causa da opiuio que professa a re.-
- sim do noivo u pancada.
(Do Despertador).
aquelles terriveis males ? b>ta d/emos nos ercido* por outras duas pessaas, como ad-
Secretaria des .". ;i ngeirns a parte iraca juntos da actual Rainha Regente,
do seu caso. Porem infelizmente a Franca FRANCA,
ii deixott Inglaterra, ou quadiupla
aili,ui;;i o monopolio de tacs erros
O despacito ou manifest que commenta-
mos, proilama que quando o Governo
Francs loi instado sobre a quesiae se con-
cordara em coagir. ;\ieiiemel Ali sobalgai,
ou ^o!) quaes condcoes ? A resposta i\ "No,
concordaremos en
manera a!; i I"
(Jr com a melbor disposi-o da mundo
para interpretar recta e liberaliuente oannuu-
cio uinda d u.o partid.) contrario sobre uma
questo d interesse vital como esta, oque
llevemos nos pensar d uma to declarada re-
solucaodo Governo Francs, attendendo as
anteriores ailmis-oes do seu Ministerio, e
n'.n estado da Europa e Asia que segundo
essas auaaissOes foi attarado de mal. e re-
clamava urna cura tilica/. ? Se se pedia reme-
dio como admiltio a Franca elle deve sig-
nificar se leo algi significacio ; remedio
contra us actos de Meliemet Ali. Porem aiiui
o oinistroFrancs toge de qualqaer di^(us-
sao relativa a importancia da usurpacio e da
violencia sobre que tersa a queixa e rer,-
ponde a todo o reclama de leu.ediu contra ella
" Se ja qual loro mal seja qual lor a
nioleslii seja l lor o perigo para o mun-
LTERI\ DO THEATRO.
Os Bilheles da i.^p.rle da "Lotera,
cujas rodas ando imprelerivelmente na da
i de Dezemliro prximo tuturo acho-se a
venda as lujas dos .Tnis. Manoel Goncalvez
da Silva e Vit-ira Cambista na ruada cadcia
no Barro do llecife e no de S Antonio as
dosSnrs, Bastos na pracinha do jivraineulo ,
e Manocl Alvez Guerra in ra nova.
LOTERA DO LIVRAMENTO.
OThesoureiro da Lotera fas sciente ao
respeitavel publico [ nos lava de varrela e ensaboa e be eon-
zinbeira tambera ven le na ra ; quem a
pretender, diaija-se a menciona ciza.
C^" Precisa-se i.- dais a quatro pretOJ que
saibio taabalhar de inxada ; quem os tver, e
quizer alagar para trabalb ir ero um sitio per-
to da praca dinj -se a ra do Vicario boti-
ca do Snr. Peixoto ou annuncie para sec
procurado e tratar do ajuste.
tST Na ra da Senzala velha, D. 3o pre-
ciza-se de um rapas para caxeiro que seja ca-
pas ; brasilero ou portugus.
%SF" Acobranga da subscripeo do Echoda,
Religioedo imperio passa a ser feita pelo
Snr. Joze GoopalTes da Porciuncata em to-
dos os tres bairros des'.a Ciuad-; por impe-
dimento do Sur. Sinlos.
O Redactor.
S2P" O agente da Provincia das Allgas ,
modoa-se para o ?.. andar da quinta caza
da ra de Ap'lo lado do nascente,
S37" Pede-s-* incarecidanenie ao moco que,
no dia 5 do crreme bia pelas russ do
Cotovello e Domingos Pires dd Boa-vista,
levando amarrado cara uaia cordinha ra
I cao de cerra nova preto ; quer.i por favor
entregar o dita ca na fabrica iratu-eza dt
charutos na iJoa-vista ao pd ponte,
tsf" Aluga-se para a festa uma caza no lu-
gar do Cordeiro marg< m do rio def'ronta
do sitio do Sur. Gabriel, cora duas salas,
bilhetes cora grande afluencia] que deseje que I dous gabinetes sinco quartos, e cozinha ,
os amantes deste jogo concorro parea com-, a fallar ni ra Nova loje de Cjldereiro De-
pra para o :iais breva annuuciar o impre- '. cima >4a
SSiT Engoma-se com perfeigo roupa da
hornera, e de Snra. tanto lizo como de pre-
gas por prreocommodo e tembem se fazen
barritinas Je Snra, di ultima moda de en-
tenvei dia.
COLLEGIO SANTA CRUZ.
Lis.a dos alumnos examinadas e aprovados
u. \ i i-v i i commenua para vender muito era conta ; na
plenamente n Academia u Ouu la. I n. .r B
1 ra Direita, sobrado de um andar U. 5u nat
Em Francez. Antonio Carlos de Carvalho' raesaia cata existe uma Snra. branca de idade,
Cezar de Mello Cypriano Fenelon Guedes que se otlerece para ser ir em caza de pouca
Alcanforado, Joiqutm de'Paula Cavaleante. familia ou iiomera solleiro ; na mesraa caza
Em Latim Guilhermino Clemente Marques; ha para vender uma negra milito has quitan-
Bacalbo, Joaquim de Psula Cavaleante. [deira, conzinhrira o era sabaadeira.
Em Geometra. Cypriano Fenelon Guedes' t2J" O abaixo assinado pede ao Iilm. Snr.
Alcanforado. I Saturnino Rodrigues dos Santos Franca SuL-
. Foram propostos mais os quaes nao tive- prefeilo da pianc que por sua bondade haja
Julgamento do Principe Luir. Napaleo e! ram lujar par se haverem eucerrado os ; da examinar os dois escravos que annnnciou,
j pelo Diaria de 3 de Novembro acbar-sc pr-
seos sequazes.
Ostrabalbos da Corte das Pares era sessSo
secreta nao sao por conseguinte publicad s as
folhas mas vogavo em Pariz boatos do que
se t.nba passado all. Diz-se serem os de-
bates mui calorosos e que o Marechal On-
Metiernet-Ali de dinot li/.era vigorosos islorcos pira salvar da
punido nao s o Principe Napoleo, mas
tambera os seus sequazes. Segundo as vozes
correutes elle ebegou ao extremo de dizer ,
que se Luiz Napoleo fbs.se bem succedida na
sua tentativa nao pedia dizer que nao se
teria unido ao Principe; e referindo-se elle
ao General Pajol commaudaute da diviso
militar de lJaiiz diz-se que este fizera urna
deelaiaco semelhante. Conlorme o mesmo
bo.ita oito i ares suslenlaro a imposico da
peria de morte anda a respeito do mesmo
'rinche.
A Corte dos Pares anda nao ha va pionun-
ciado o seu julgamento no caso de Luiz Napo-
leo e seis compauheiros. Com tiiiJo,
pelo que tinha transpirado da deliberzcSo se-
creta da Corte parece que ella anda nao ti-
exames.
As ferias comecam no dia 7 do correte
mez e findam no da 7 de Janeiro.
zos
, c ver se tem os signaes seguintes
Avisos Diversos
nba decidido da saite de nove dos reos. OiG. L. P. ; pelo quu convida-se aos seus
Principe estar para ser sentenciado a pri mbros, a fiaecoraparecerem.
perpetua, peni que naa existe na coJig j ss*- A rifa doa predio; de Joo Francisco
fugo
no da rcjde Marco de i8.i"> um crilo de no-
me Joaquim que representi baje ter 3o a i5
anuos du idaJe cora a cor fulla pouca bar->
ba, cara redonda, nemas linas, elle lio
-- Adverie se ao Snr......., Tenante muito ladino (alia bera e muito desera-
d'um dos Batalhoes da Guarda Nacional dojbaracado, aItun regalar, quando filia he
Municipio do Recife, que baja de se cohibir. sempre rindo-se e anda por forro tem an-
das insolentes maneiras com que ouza tratar dado pelo rerla e pelo brejo d'areia era
.ios Guardas Nacionaes que lem a infelicidade lempo de outro Snr, elle he filhc das maltas
de serm or sua senhoria comtoandados, ja I sendo confira os signaes cima tlics pede o
dando-lhes o tractamento de t, e j; puxan- abaixo assigoado ao mesreo llr^, 9nr. o ha-*
do-os pelas correas ponto de lhe fazer saltar ja de remeter para esta praez. BM so ob."i"a
a barretina da c.beca, como han tem praticou por todas as despesas athe a sua entrega na
comn; por quanto, se at boje sua senho- pracinha do Livramento leja D. lrt.
ria no tem recebido o premio devida a estes i Amare Go^alves des Santcs*
e outros arrojos, que por costume tem prati-l ssr Aluga-S3 trescaooas, c'xas de agea ,
ar, acconlecer pode que d'alguma vez en-| e uma aberta que carrega gac ijolos ; airaz
entre um verdadeiro Guarda Nacional, que dos Martirios ea;a do tres portas veides.
vr Joaquim Domingues z Souza mora
na ra da Cadeia do llecife Icje de fateud
N 17, a que o Snr, de Annuncio do 1.
de Ojzembro pode r.^andar sotregr a caria ,
que diz ter em seo poder
%ST O Snr. Joeo das Santos Tavoado, na-
tural da Cidade da Parte ( qeeira bir na lo-
car
co
nao s<3 tiobem lhe faca saltar a birretina, co-
mo beijar a trra que pisa.
. Z.
Or Eoje as 4 horas da '.arde h Ses.aa da
plicar e sancionar se cama contnuaco I porque tiavio condennado o General \!c:- v ao publico queelbitoa de correr infali-
do u-.al ou antea como aggravacio detle lltiolona aoannosde prisfio ; o Coronel Par- vetmentecom ai." parte da referida 5.
iiuo sja impedido de o perpetuar ou aug- iquim e o Cipiia Messooan a '.5 annos da | Latera, 1 1 de andar no dia. 14 do cor-
mentar sa vos Potencias di
Europ
lei.Uides fazer justica iucorrereis no uieu
supremo desagrada."
As-im marcharo as cousas at a mudanca
ao Ministerio Fraoees ; depois do que o novo
Ministro M, Tbiers conaicaou em termos
o mais positivos o ptevio anuuiicio do Conde
beoastiani que nao se ilevia esjierar da
r ranos cooperaco ali b coac^o.
U que se havia do fazer entj ? O mal ti-
nlia-sc toriiduo inveterado* A Frauca asaim
o india perarittido, mas ella nada quera
lser e que rtsuva aos ainados ? fk Hits i
10 e aspoueos Bilbeles ^ct reatad
intima pena e o Coronel Voisin a
e a degradaco militar. TiuSa sido absolv- se zt\o venda so Recite :j:u dos Cun-
dos quatro-- faber D'Alemberg, Sacre- Vieii imbisU. s Cbnstovia Dieslc!
tario particular do 1 Loia do Sur.
mocolaco, o Capil lii dva- loaqui.oJos Lodi,
ni. O
noio por u:aa maioria de
1
do Ci -
seo, o Capito Desjardio dva- Joaquim Jos Lodi, ru
Coronel Lnborde foi deciardc cri ni- lop do sor. !>.c
do !-:ir. Fi d.:s
Ci.a^ti '...;.....: ; U
BSBBBBjHi^Bi^r^
J
le Aladeuize julgara-se que le ia eenle! -
ciado a cjui.e.
O V a;:ol' j ui..,; ,!.. ....uu.. \ ,
de 'i'okou jiu.'^ Co; tetan
com deshacaos para o Coue d j*.'-
(The Tiu.es.) 1 u a r^ a Cudeia 1.0 Rbciija^ cu ip.i'ad
.^.-..v
)
,u.......1l
gama pratica e &n conbeetmente a sua
.;:. iocta j dtrija-se a ra" d Cruz no Rec;.e,
faUr cor- Antonio dt Co:t Ferretra r.r-
n N. 41,
Uf Quera 'srecls^r ce ntaa crr.s ccr-j rcii-
te wat '.eiit ; dirij-.e e rua dire:U > paJe-
jia D. S.
nr {i.err. preei&a' de urna cma para leda
c rvijo de u .' easa e prtaa paradeatre,
-. C. 4.
i~r O l iaiada Paetcis-*
na, convide aos Surs Socios para que t.-i-
j-. ue comparece/ cl. c \c .} do correte pa-
fias du >e iMeter de
o^ec ndea in-aiessea coccarncatcs
m.'"'i ni


4
DIARIO DE PEBNAMBBCO
---------------------------^^^M^sa^ '
sjy Um negro op nado mgou e noi.i-
_K3KSCSarBR_.
tar Aloga-se oni canoa aberta, que car-1 par. cae. qoemalWer, aoouncie |>ara ser
rcga iooo a tsoo tyjollos de alienara gtos
jos: a querr- o pretender dirlja-se a ra da
Praia aimasem viudo da ribeira da parle
de trra.
CS- Rojja-se ao Senhor Retratista ,
queira ir a ra do Queimado cumpnr
oque a tanto tempo tr.tou ; do contrallo ,
ver pullica seo referido trato
* fgf Mu;ao-se i escravos a 6-jo por uia
dando a a tugante al moco jantar e os mes-
nos se achario no sei > ico as 6 horas da ma-
nila e se recolher as G da tarde para qu il-
quer servigo dentro da cidade e os pretn-
denos dirijo-se a ra Direita em casa de N.a-
noel Buarque ilacedo.
ta figura bom cosinbeiro < carrejados- de
procurado. cadeira \ na ra do V.gario n. 7.
OT Fumodefolhas quesea bom ^ ^ relogio ingles de superiorquali-
nuncie, }il,:,|.da Alesi- dade, de fabrica coberta com mole de pa-
>OV 1 U. 5* .0)1 u<. xrusies u ,.,nos e SUDCri.i
D. 4 ou annuncie para ser procurado.
OT Garrafas preas vasiasi e botijas: ao
entrar da ru .1 do la undes venda da quina
que lena lampiio ou annuneie.
Ve l) ti a S
W FOLHINHASde Al^ibeira Porta,
e Padre, imprassas nesta T, pograf.- ,ebem
OT O abaixo aasignado avisa aos Srs. a,- conhecidas peU ex ictidao do calculo na pra
signantes do Jornal-Panorama- que se ach cu da Independencia |0,a de ivros n 3 ,
noseu escripio.io os me.es de Selemfaro e na ra do Caboga loja do *. I andeira. na
Quluoro ra da cadea do bairo do Reciie loja que >'
Francisco Sevetianno Rabello. do DT Precisa-se de urna casa lerra ou um na venda da qu.ua defronle da ISre|a m
pequeo sobrado no bai.ro de Santo Antonio Boa vista derunte da \, I.tru botica do 5m .
pa?. urna pequea familia que nao exceda de Moreira e em Olinda botica da ra do Am-
ia mil rs. faseodo-s todo os coucertos e pwo. ___ portuna
bemfetorias : quero tiver dirija-se Cam-j ST CATELLAS da Soc tuna
boa do Carmo D. .0 lado do Lscente. Trpograca, da Lotera rBIAl BOg-
or Um moco braaileiro que tem boa le- nbanJo a vigsima parte dos premios, cabendo
na, propoem-se a querer eoipregar-se de na surte de b 000,000 res tresentos mil^r.s.a
escripluraHo em algum cariorio, ou outr. prende 460 i nesta lypografia, ja praca
qualSuer eacripturagio : quem do seu pres- da Indepen ^J'^J .....u '; ^
limose quiser servir, annumie por este Uia- Roerlo lo,a de miude/as ruado
no para o a^iuo saber procurar! <** h"1 (t I?!0 U
Aluga-se o *. e .<. andar da cusa de .' trmenlo loja do Sai
bous princiuio do beco do Pa
1 i ica io
andaica da ra ..i Aje.U eoia mni bous r......------~
co.nu.odos: o, pretendentes dirijo-ae a ra j W ^i do Assu grosso, e bemiaivo ,
du Vigario D. il P<" preco commodo a bordo do Hi.te Hor
,___ ________________________________,ie Larangeira ; a fallar na ra da Ladea o
' VVSOS xUaritiUlOS. Recife loja i7 00 a bordo do mesmo, de-
_____ _____________ ----------------fronte do Trapiche noro.
PARA O ARACA'I Y saldr no du 6 doi BT m prelo mudo bom canoeiro eos
iss- Os mais modernos e superiores cba-
peos de palbinha para senhora a 3ojo ;na
ra do Crespo U. 5 lado do norte ioja do Cu-
iiha.
tar Um excellenle methodode rebeca, por
,,:< c. commodo ; na ra d.i Cruz loja de
trastes I) Ji.
cy fjma preta da costa cozinha en-
gomma lavadeira a vista do comprador se
dir o motivo, e (lo..* toalhas todas abertas
de lavar into ; amados Alartirio* D< 6 la-
do da Igreja.
Bf Urna negra de naco angola de ida-
de de i annoa vista do cjmprador se di-
r o motivo; na ra estrella do Rosario L).
*4 no primeiro andar.
.*" Una negra que ensaboa bem cozi-
nba o diario de urna casa e he quitandeira,
urna pouca de prata de bom toque e:n ol: 1 e
padacos um realejo de cordas urna rotula,
dous enxams ; as o ponas L) ao* ond tem
lampio
i^T Urna c isa terrea sita na ra vellia da
lioa vista grande, nova envidrassada, cotn
grande sala 4 qu irlos cozinha lora, quin-
tal com cacimba com porto para a roa da
Alegria e ua quarto que s pode alugar
independen te
  • i'dcr urna coxeira j a tratar na ra velba e-
    cima ."-v
    tW Urna mulata de blade di anuos ,
    cosinbeira eugommadeira lava le sabo ,
    fat lavarinlo c cose sofrivelraente : quem a
    pretender faite no Recife, ra do Trapiche
    casa n, i.
    6^35 Vende-se permuta-se, ou irren-
    da-se um sitio pequeo muito perto por ser
    ca da Independencia ; ra dos Quarteis lo-
    a de miudexa n. s Claudio ra do Cabu-
    th nos \ cintos da Boa vista as duas ven-
    (is esquinas e em casa do caixa e assignata-
    rio das mermas na ra da cadeia onde ba-
    ver sempre bom sorlimento de nmeros ,
    dando-sc duas cautellas gratis ao comprador
    de 5o e 4 ao de cem.
    tar Espingardas de caca ; capatos de
    couro de lustro para Senhora ; ditos (ranee-
    tes, de marroquim e duraque ; botina para
    mni.Tios ; pentes decoi; ditos de 'ariaru-
    ga para marrafa ; facas erarios de marim ,
    trinchantes da melhor quahdade papel pa-
    ra forrar sallas; fitas de garca demudo
    bom gusto chapees de palhinha para meni-
    nos e muitas mais miudezas e ludo por
    I reco muito ommodo ; na ra dos Quarteis
    loja nova J. u.
    coi rente o Patacho Maria L.uiza, de que he nheiro, pescador, e catador, que a vista
    mestre Ignacio Marques pondendo ainda re- do comprador sediraarasao porque se ven-
    ceberalgum. carga miuda e passageiros \ de 4 **^*".f~ZZ^ i.Vr"d. Soledade'parao .ilsnginho ,
    para o que tem bous commoios OS prelen-; & Oous mo que i a ., aanos Mog P B ^
    dentes entendo-.e com o dito me. tro ou propnos para offic,, a pag"- { co 0J '^ d decente casa de so-
    cum o seo dono Antonio Joaqu.m de ,ouza J^^*^^^^Z^ toda env drada', contendo quatorze
    I\lDeir0. ,. [url.-i*. um :ilr>rrvl na trp:.lrt com dolS
    1 lie iuu>>u uu- ------- .
    luc""* 1 "'' "r \r,i;. U QnhArwInMnirft- auartos. um algrele na irenle com dois
    PARVO IA VBK sabe impreter.velmenle nita figura; uma l-rdinh-. ^doe"S^ i J^ aferr? e no fundo outro portio,
    no uia oito do corrate mei a ISarca r.n-1 mar coser, e em^" "J0" ,ra!lJe cochelVil\ caSd para preto e cosi-
    ceza Cernir elavigne, de supenurmar- (,,s; e um- negunlwi de 2a,i ^ ^- h P ,!e!)er, e tanque
    cha, tem a maior parte de seu carrega- ,u figura : na ra do L oo ao pedo Roza ''^ ruaP do muro da Penba So-
    Denlo prompto quem quiser carregar ou :r ri0 1). a5, r3,iPr,9 a S(.s vin_ i-rado t. i das as 8 horas da mauha ,
    de passagem para o que tem ex ce lienta, eom- ^ Junco de ecer^.d s u -
    roodo, diri,a-se a sen* consttanos B. Las- len, bra } m ra Nova loja de marc.ne.ro ^ ^ ^^ ^ ^^ ^ A_
    ,,-. & Co.panhia na ra da senzala vehia jun^ aif, ep da 0=; a..^ ^^ ^ ^ ,e P ^^ Jd ^ ^^^ ^
    PRAOMARANHAO'KPARA', sair bra, com duas crias, urna com Sannos,eoutra ^^g^"1^ ruc0 .,,.;,, de i,onUa
    at o di.t 10 oorreute o Briaue Kscuna Caro- com 3; a qul coae, eosinha, engoma com per- ^" Uj1 -avai.o ruco poabo, aeDoni
    8U o ui.t 10 oonenie o uriguu ro _._;.- .,.., s. figuras carrera meto de redea solta e tem um
    lina Cap,to e Franco Francisco Remando 8^0}sabe ^aUjbem**Z^t*~ gLpe muito macio, boa estradeiro sella-
    de Mallos 1 quem no mesmo quiser carregar, Ibo confiar o goven^o, ^^^ do eTnfreado na cimboa do Carmo D. 9-
    ou ir de paagem para o que tem excellen- nSo tem viem algum, ene molesUa tem ^ ^
    tescommodos, diri o-se a V. M. Rodrigues de idade 2d anuos vende-se por moiivos la- "r p j ^ ,
    ft W-. esquina ua ra do, Tano.l.os d,,, l^em ^- ^ -J ^nV paUde^ Tdo Ve,o ,asa IX .. ,
    PAlUOCEARA'a Sumaca Felicidade ,' jo meios bupaes : co.n lano qu, nao sejo segundo andar, que lat qu.na para o beoco
    M.Jos Rodrigues Pinheiro-, quem quiser, |,elwdos ,e fiijoes: quem a pretender din,a- 0^d"' .
    carrear ou ir de nassagementendo-se com se a ra do remandes casa .la quma que olha *-f Vm* casa terrea da pe.ira eeal
    tdnegai uc v b .har com listantes com mudos grande quintal .o
    o dito mestre ou com Antonio Joaquim de para, ponte da Doa-vislu qu. la achara Olind 5
    com quem liaur; o j ..
    r Ps de sapotins de lodo proco? na ra quem a pretender dinja-se a ra do Cabuga ,
    do Hospicio no ultimo sitio da quina ao virar loja de miudeas de Francisco Gama Cha-
    para o pombal 1" dira 1U" ve"'le'
    ------------------- i
    Souza b.beiro.
    Li e i i i i>
    -------- ,. ., I IVJ IIUV UIIU i-i>. ..1 -_.i ....
    __________.________ ..... para o pon.i..il ... ,
    MT 0u6 fatem G. A. Brandei a Rrandis W Tuedivameote mestre franca, por ven- na ru. d3 Aterro da
    porhteVvenco do Correto. Omeira de um, Constancio lilamente encadenado ; na ra Boav.sta com poneos landos a .a.ar na
    brande sorlimento de i'erra.-ens e miudezas | da Florentia velba lado do muro de S Fran- mesma ra u Jj.
    C^H>^i*MIUM- ct^o casa junto, fabricado papelio. r i afanado u Suecia, de colado cos-
    is epor to a Pre?os commodos sexta I ^ [}L cno. nova propria para familia, Jimba, Multa., lormo para n.n.os de
    era 4 do crreme as,o horas da manh em e uma negrinha de idadede .a anuos com barricas, por preo commodo } ara. da cas.
    ^nr.n.emdarua.iaCru. e- principio de costura atraa dos Martirios ca. M -u de porta, junto ao sobra-
    pumo, uu i .. .,,!... ...,,.,:... dodoar. Niauoei Antonio de Jess a talar
    rima i. ue- rotulas \.me-.. .. .
    uma .4. ^^____,!,:,: i,i,nr,aiinrm(|,n Kff,ia.!-i com Joaquim JLopesd# .Imeida c t^- Qnem faem Lchmann Lompantiia tST Lm le .euo no aturro aos uuo0-.ios 1
    'cor inlervenco do Co.rttor Uveia, uar- ; com uao palmos de Irenie 0000 de tundo ; *l- J*w '; '"".
    puiiucnciauu J ,. .. r i $"- L) m bom tard^menlo om todos os seus
    ta ftira u do concille as lo hoias da mouua na ra tiiieua 1, jy,
    o eu arm-zem da ra da Cruz 9 Jas -**- Corles com t varas o meia de cambraia apetrechos, para Guarda Nacional, da
    ruin.es hiendas, e miudezas, que se ven- larga de bom tom para vestido de senbora Lacadores, anda naoservido, o por preco
    Sero por precos baiaos a bm de conclu- suprior faenda em qualid.de e palmas grao- ^'l i Capeos de mei. maca pa-
    rem-swnlasnofiaidocorrenleanno, a sa- des chales de merm modernos, bordados ra meninos, e algodaosinhos muito finse
    ber ; chapeos de sol de seda para homem e Lu lindos em todo circulo muito grandes* mimosos, ludo muito em conta ; na ru. da
    senbora, sarjas pretas gracias preas de I de varias cores e todos de duas vistas, luvas | Conceicao da BoavisU loja deroute da
    tttim gorjMJio e tlela mermo e lapins j pretas de laia atm dedos e blancas de seda o"',
    ____ .._......,;, .1.. I........A, ..1UI-.J lu ,.... .vr. iu&,n mmmnil i na na ln ()lie- *'
    lisera vos Futidos
    BBT Fngio hontem pela manbS um ne;r-
    nha bastante socca meia bucal com vestido
    dechita azul e asorelbasargolasde liidias;
    quem a pt.;.\r leve a ra da Madre de Dos.
    casan. )S qua ser gratificado.
    - NcdiaaHdo p p fugio ama preta
    fulla de dade de jo annos de nome Pu-
    legrina conheeida por penginho levou
    vestido de cbila desbolado panno da costa ,
    julga-se estar em alguma casa criaud > a titu-
    lo de torra por estar parida de 5 niezes;
    quem a pegar leve a casa deironU; di Ireja
    dos \Jartirios que ser recompensado.
    SST Au lia 1. de Dezembro logia ura mo-
    leque de nome Antonio estatura regalar,
    beiCOS grossos bocea pequen-i levou vesti-
    a camisa de riscado e chapeo de palinba ;
    levou um panacti e um taco em queandava
    vendendo poem Fora de portas;. o dito mo-
    leque fui comprado ao Sur. Flix Fiancisco
    de tirito morador em Pedras de logo j quem
    o pegar leve-0 a sen Sur. na ra da Senzal-
    lu velba O 5l na pedera de Antonio Joze
    'Gome-;.
    sy Fugio em Junho do co Villa do renedo, Provincia daj Alagoa*,
    urna escrava de nome Mara de nacao an-
    gola, baixa, grossa, cara larga o lisa, quan-
    'do anda puxa de um quarto, e estala em uma
    junta ; quem a pegar tere a ra direita L).
    i casa de Jos Vicente Mangueira bem recompensado.
    S&" l'ii^io no da a3 do p. p. um esrravo
    de njine Joze llicao moeambique com os
    Isignaes seguales ; cheio do corpa altura
    'regular, cor bem preta, tem joelltosarquea-
    ;d;> pira dentro e quando fallacosluma ga-
    ;uejar ; lerou vestid calcas de brioi brauco,
    e camisa de riscado ; quem o pegar leve-o a
    Praca do Commercio armasem de Joo
    Canoil C Filfao, quesera recompensado.
    tr So lia itidop. p. fujio urna negri-
    uha creuula de nome Benedicta c-in conbe-
    cida pelo ale liiho de polaca muilu baixa do
    Icorpo, Loe e peitosgrandes naris cinto,
    egrosso, ps grandes, levou vestido de chi-
    ta rouxa, e uma uiota azul ; quem a pegar
    leve a ra do Colleg'o O i botica da Cypri-
    ano Luil da ^^xi que sera recompensado.
    EW Roga-se as authoridades policiaes e
    pessoas particulares e rapilaes de campo a
    aprehendi de um moleque que iu;io na 1101-
    le do 01a 1 ilo p. p. c;e nome Jacinto, cre-
    oulo de idadede i aunes baixa grosso
    d.i corpo nariz grande e ciiuto 1610 da caa,
    I pea laudes e apaiiiutados com falla de c-
    belo na cofa da cabeca tem varias sica traes
    na mesma lefOl' vestido camisa e seroula de
    al odio da tena serouli be comprida a
    imita, o de caltsaS deseouha-se (|ue lenlia se-
    guido a estrada du S. Anta por ser iiiho do
    i;ij..ii de Plores ; quem o pegar leve as
    ponas padaria U, au tjue recebor 5o,000 da
    gratihcaciOt
    W~-------J (J I, "
    .icios, usf.ensorusde burrarba raeas de
    teda brancas e preas, ditas de tio A* escocia,
    bunets de veluuo para meninos, cutaras de
    algifaeira, rame, tordio de algodao bo-
    tfs de osso luvas para bomem e senhora.
    veludo preto casSM bordadas de co.es IOS
    de hubo bordados pentes de alisar papel
    oe lien. gnalas compoteiras copos e
    calis ue crisul globos di dilo, livros em
    brauco, e muius uut.as lazendas cheg-das
    ullimaateiite que uuibeui se vendero para
    -ciiar Luiiixs.
    trdoao7preco commodo j na ra do Quei- "T Dous lindos molequea de ua5fo de i
    1 "lua t e 10 auno, propnos para oihcios por serem
    tar Um cabrinh.de idade de 10 annos, uito esperios 5 na na Velha n 43.
    de bouia figura ; na .ua do Cabug loja do *T balilra re.r.ado coidas caibro para
    til ileira andames portas e portadas viudas de Lisboa,
    r lio a aoo palmos de terreno no sitio euteiga ordinaria ludo por preco com-
    1 i *._ 1^ 11.111 1 uia 1 11 1 l 1 < 1 vn /n-i i 1 \
    da siov.de Manoel Comes de Oveira de-
    Ironte do Sr Joa Cordeiro Leilej a tratar no
    mesi.c xilioeai ponte de Uclva.
    tLJ" Lima casa sila na n Rita nove ;
    a tratar bs ra velba D. 17.
    ,7 Liiw vates paiida a uma semana, con?
    ciia opiiuiaem sua quatdsde, abundante
    de leil'j j srioula do paste dos suburbios desia
    Cidade a iraiar na olar.u da rui da Florco-
    ' f la t I I
    C o 111 p r a s
    rT" ~~ 1 1 --i-.- ..na e ua ver no sitio fundo em liebiribe.
    Uma epiugarda ingleja de esctela J "u* t 'r"
    modo j na ra das Cruses U. 9.
    S^" Caulellds da loieria do Theatro, sub-
    diviUidasde bilhetes da mesma, em decima
    e vig&linv paite ganhando estas m sorle de
    tjmoo.ooo ioo.ooo e aquellas 600,000 ; as
    lojasdosSrs. Lopes Jnior, ra da Cruz,
    L'uotnba bailar, Sousa Pinto Tbomai ,
    e Aioraes ru. da cadeia velha Braga junio
    ao arco de S. Auloniu, Jos Antonio da bilva,
    Jos lavares da Gama e C^uaresme na pra-
    Luvtaieaiu do f'orto __
    NAVIO ENTRADO NO lA 1
    DE CRUZAR 5 4 horas Brigue Escuna de
    Guerra l'ideudade Commandanle o "
    lente Felippe Jos i'ereira Lu.
    ERRATAS
    Mais notaveis do n. abi no artigo a do De-
    zembro Columna 1 luba 5 veio lea-
    se vio col. dita lin. 6os mais pliceslea-
    se os mais felices col. dila lin. 7nos ac-
    03 pralicadosleia-se nos actos praluados-
    col. a lin. 14 virioleia-se virad.
    KSCIFC N- TY?. DI U. F. DE F. i84


  • Full Text
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