Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04175


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Full Text
*NNODR 1840. OuaUt.v Fkira

Tudo 8gora depende de ns meamos ; da nossa prudencia, modera-
rlo e euerjria : continuemos como principiamos, e seremos aponladot
com admiraco entre as Maces mais cultas.
Proclsmacio da Asserablea Geral do Brasil.
'O
Subscreve-se para esta foiia a 3'ooo por quartel pagos adiantadow
nesta Typogralia ra das Ci uzes .3, e na Praca da' Independen-
cia n. 07, e '5S, onde se recenem correspondencias leualisadas e an-
Duucios, insirindo-ae estes gratis sen.10 aos proprios assignantes,
vindo asagnados.
PARTIDAS DOS CORRElOS TERRESTRES.

Cidade da Parahiha e Vifl de sua pretenco ....... \
Dita do Mo Grande do Norte, e Villas dem.......L ,- ...
Dita da Fortaleza e Villas dem..............t*'*' te=*"*
Cidade de Goianna...................../
Cidade de Oiinda ...................... Todos os dias
Villa deS. Aino...................... Quimas feras.
Dita deGaranlmns e Povoaco do rinnito .........lo, e a4 de cada raet
Ditas Uo Cali, ."-eniiliacrH, Rio Formozo, e Porto Calvo. 1, 11, e 31 dito dito
Cidade das Abgoas, e de Mceio............ dem dem
Villa de Pja de FIoim.....................dem l\ dito dito
lodos os Correioi partem ao meio dia.
PKASGS DA LA NO MEZ DE D12Z.
Quart. cresc. a a as 4 b. e 53 na da man.
La Ci-ieia a o-as 1 b. e 'i rn. *:a man.
urt. ming. a |5- as 6 h. e 43 m. da tard.
La Nova 'ji-Ki i h. e 5? Mare thcia para o dia a de Dezembro,
As 11 horas e 4" minutos d* manh.
As la horas e minutos da Urde.
2 OK DtiZKMIlKO. N>!. 2>3;
CA MUIOS. Dbzf.mbbo i.
Londres......3] ti. per l^ooo ced.
Lisboa ......So a 83 por o|o (iranio por metal oflarrecido
tranca ...... 5a5 res por franco.
Rio de Janeiro ao par. Comp. Vendas
UR Moeda de fc^oo res, reinas >48i>o 10,,'ootf
,, Ditas nova 14pono 14/Moo
Ditas de /ooo res, r./?ioo 8,*5oo
FKATA Pataces lirasileiros----------ipfiao I04
PesosColumnariot---------- i,'.jio i'o
Ditos Mejicanos--------------1600 r#bao
,, Miuda.------------------------1 f'44i> i#48o
Descont de hillietus dn All'andr^a 1 118 par looao moz.
infm kloecia de col>re 5 por 100 de disc.
DAS da semana.
?o Segunt'a S. Andr Ap. Audiencia do Jui de Uireit la a.
V..t
1 Terca .S. Elu i). -- r\elaf*a e audiencia o Juiz de Uireito da 1:
var-i.
a Quaria S. ffhianna V. M. Au 1. do J. de D. da 3. vara.
3 Quima S. Francisco Xater Ap. dai lidia;. -- Audiencia do Jai* de D.
d 2. Vara,
4 Set'.a S. Bar hura V. M. Audiencia do Juiz de Direito, da 1. vara.
5 Sabbado S. Geraldo Are. Uciacm Audunca do Juia de l>
da 3. vara.
6 Domingo i. do Advento S. Nicolao V.
2 Silii \) ^j^j Hj Vi RSavO j se praticou na civil, encurtando-se des'.a arte rinba ordennndo-llie, oue engaje umpra- Disimada mesma
o dios precioso d<: S. M. I. ? tico a fim de coudnsir Provincia da Mar- Imposto de letras aiuisadss
Dizer, que boje secomplelo trez lustros ,' Mas, estamos persuadidos de que serao
lo
que poderu lase!o seguir pira ob do Sul! Sello de berancas e legados
lugo que so tiverera completado >ts 4^ horas,
Dito A03 mesmos para ordenaren ao
tesano.
Diversas llejmrcuts
depois queS. VI, I. o Sur. j), Pedro Segn-; mu poucos os que Jissim pensfio, a que nao
do veio pela priroeira vez a 1117. do da ; di- esiejo satisfeitos com a actual Constituicio ,
zer, que esse mompto foi a epoclia donde defendida, e protegida por S. I\1. I. Como
j^rincipiaro a decorrer os destinos os mais urna cu oulra provincia discidente dese-
jilices deite imperio ; diserque o dia a DE ja aberrar do circulo brilhante das Provincias,
DEZEVI5RO de 8a5 veio por o sello nosao-j que orno o diadema de 5. W. I, logo que v-
o pralicadus em os memorareis dias 7 de Se- ren>, qe s a Constituicao, Pedro Segun-
temlro,e5 de Marco; di/er, que este a UE j do Ihes podem outorgar o verdeiro bem, urna Com-.nandanie de Vajior Pernembucana -
DEZ'viVIBRO raiou mais alegre, e bonancoso | verdeira lelicidade, a paz e a tranqui ade jque receba seo bordo e Iranourte para i cor -
para os lirasileiros, do que loro para outras. sem o que rio pode povo algutn nein mesmo te ao'fi o de Janeiro 03 tres Vlissionarios Iii-
naces os em que nnscero os Codros, os Ti- dar passos 11a civilisaca e na gnudesa vi- liano Fr. Francisco de Monte S. Vito, Fr.
(OS, os Antonio?, os Gustavos, os Joss, e i r;io' finalmeuledepar de todo a os ps augustos Fraiicisco de TaggU, e Fr. Fidele e Mi'u -
oiitros, que soberao conservar a digoidade do joven Monarcha essas armas frairecida ,
da rea lesa sem ollender a dignidade da Ujue ainda gotejfl o sangue innoceule de seus
uacao, que foro grandes sem despresar OS I tfuios iirasileiroa,
pequeos qUe se tiorrorisaro dos crime I Louge poi tanto, e be para lone de iis
t-ntre tanto que se compadeciao dos criminoos,: devenios repelr todas essas fantsticas" e
e que viviao mais paro osoutros do que para vaa' promessas* de um fu luto mais bonauco-
s ; dizer Analmente que lodo o brasil deve j so se t' eie baze-ulo sobre a Constittii-
dirigir aotbrono d-j Altissiroo inressantes ?** S Pedro Segundo o ella poden fascr-
fervorosos votos para que os ell'eilos destedia ll0i 'tlices, Giiuando-nos n duraco desle
Sejode longiqua duracio,contando S. .Vi. I. vasto Imperio. Filbo do augusto uuclorde
nossa Independencia berdeiro das virtudes
de seus antepassados educado por mostrea
sabios e virtuosos, que Lbe tem ensinado a
ser mais p.ie, que soberano untes bouiem,
que rei acostumudp a sustentar, e a manear
desde a mais ledra idade as redeas desle pesa-
do governo, habetuado j d'agora a dirigir
negocios politcCOS, o Sur. D. Pedro Segundo
iri a ser o exessplo dos reis conslituciunaes ;
e assiin cada vez ruis respeitado o^
ainado saher estreitar os Leos que nos
unem a seu augusto tbronoa
nba.) 1 Cbarrua Carioca. Ditos de lujas abertal
Dito Aos Agentes da Comnanbia doi imolnmeuios de Certides
Paquetes de Vapor, respotidendo ao seo otii- Rendas de cartas de Hachareis
rioem que partecipio a ebegada do Vapor | Sisas dos neos de rais
PernambiuMim viudo dos Portos do Norte ;! 1. a ecimd de mo-mora
tantos anuos, quanlos se diz, que conlaia
Nstor, tudo islo j vive gravado na lembran*
ca de todos os Urasileiros, de modo que super-
fluo seria querermos nos oceupar as pagi-
nas desle Diario com oque oceupa lodos os
nossos coracoes. Mes a memoria deste dia ns
de grande necssidade porque elle nos faz
recordar os mais sgrados deveres que nos
ligo ao throno augusl'i de S. M l. dmeres,
que prasa aosceos nunca se vejoesquecidos ,
e nunca contaminados pelo pestilente bafo da
ambiyo, origem de todos os uossos males po-
lticos.
Dirigir cultos, tecer elogios cr.mpor can-
tatas prodigaluar incensos a S. v. I. de
que podem valer no tribunal da lato, se em
tudo islo nao ti ver parte a puresa do cora o,
se ludo islo nao loi emannqo 'j. almas siu-
ceras ? que valem lautas demonstraccoes d'a-
Taiade iLT rei porescravo
Sello do papel
ls.
1U4I09
8Uoo;>
7;i97654
5U3o
20164
a 1 Uooo
K
tantassaudacoes, tintos vivas se se
.
poder provar que em olgumas sa tem par
te a rea poltica, mas nao o uniur a adula-
cao mas nao a siuceridade, a mentira, mas
nao a verdade i' Que valem todas essas exte-
ioi idudes se lretu occasionadas pelo dese-
iode ama fita, de urna commenda deu'Utt-
tiilo ? Um titulo, urna oromenda, urna lita
sao de certo cousfcs de um pieco ineslimavel
GOVERN DA POVI.NC.lA.
Expediente do dia 27 do cor rente.
Officio* A A* Prfeilos dai Comarcas do
Cabo. Pao do Albo, e bbfiltO exigudo pi-
da stitististica da Provincia,
de m mappa dus pessoas que
i. nrgauiaao
ALFKkNDEGA DAS FAZEKDEGA.
O lirigue Portugus l'lor de Lisboa viu-
do de Lisboj entrado em 17 do crsente Ca-
pilao Vicente Aoastacia Rodrigues, consig-
nado a Mendes i Companbia, manitestou
seguinte.
111 ptdras de caataria, a3g moyos de Sal,
i5 pipas com violio, ai barrs com dito ?
aucoretns com dito, (io mei-is pinas corn vina-
gre, ao barrs com carnes, soo volumes 00 m
frutas seccas, 1 caixote com ditas verdes e sec-
eos, o barricas com sardinbas, u6 ditas
com cevada, t dita com louca 5 ca xas com
Rap, 3 ditas com mpressos, 1 dita com
casticaesde p > 1 dita com obras de lato, l
dita com asulcijos 11 ditas com cbocolate,
dita com obras de prata 1 dita com retroz,
6 ditas com cbapeus, 1 dita doce, 1 caxote.com
lsendaSde linbo < 5o canastras com batatas,
la fardos com a rebotes, a balius con calcado,
; aboo rombos de sebo i ..-.
Fura do manifest-- 5o barricas abatidas',
3 eaixas com bixas.
MEZA DO CONSULADO.
Recebedoria 1. de Dezembro de 1840.
U Administrador interino
Estanislao Pereira deOliveira.
O Admiaislrador interino da Meza das
Rends alemas (iraes faz saber a lodas ,
m Ordena, e Confraria qqedo primeiro
do prximo mes da Dezembro principia &
cobi inca do 1. semestre do correntfl auno fi-
nanceiro da a. Decima de mo-morln ; e qiio
lindo o lempo por Lei marcado se proceJer
e.tecutiramete na conformidade da mesma
contra as que nao pagarem. Recebedoria das
Rendas i-iteruas de Pcmambuco a8de,No-
vembio de 1840
Estanislao Pereira d'Oliveira,
O Arsenal de Guerra compra ferro ingles
redondo, equadrad), de dilereutes dimen-
ces e tambera Suecio, e igualmente- com-
pra cpalos para tropa. : quem taes gneros
tiver devem comparecer no mesmo Arsenal as
10 horas do dia do corrale. Arseal dt)
Guerra 1. de Dezembro de i84'>.
U Director Coeio.
a remessa. 1,
en dilas Coma rea 6 vivero de esmollas, quej-
as recebo lias portas dos cidad.-ios caritativos,
quer as casas destes particularraenie di-
ngiudo-se nesle trabalbo pelo modello que se
Ibes lemette sob a letra A -; a. ; outro map-
pa de tudas as fusendus de ciiar ou Lvrar ,
jue exilirem mis raesmas Comarcas com
eclsracd do numero deescravos de cada u-
quando ell^s sao a justa paga c'e relevantes i ma perlencentes aos seus proprielurios, lorei-
eerviros prestados a prol da cansa publica, ros, e moradores organisando-o igualraen-
A DOSSOTermsis digno destas distineges se le pelo outro raoJello que se Ibes tiai.snitte
luzobomtm que sabe socorrer a humantda-I sob a leira B ; e recommendando-lbes a
Ce do que aquelle, que sabe adular a [Wa- execusso o Avar de a5 de juniio de i;Do
gestarle. De passagem permitta-se-nos, que | na parte em que determina que niuguem
aiu a nossa rellexo sobreaquellesque faSen-i possa lirar csmollas sem liceiij,a da rollen,
do ulaido de seu republicanismo puro, "Isob pena de ser considerado vadto u ju-
que desejando como o pbilosopbanle da Fran-
ca ver o ultimo rei enfoicao com u> tripas
do ultimo sacerdote navego legoas e le- cas da Provincia, instando pela remes** oi
getlo as penas legaes,
Dl[0i Aos dernais Prefeitos dus Comar-
ARSENALDE MARINHA.
O IilrT!. Sur Inspector to Ars.r.al de Ma-
tinba manda faser publico que seteol de
por em arrAmataco o loruecimento dos ob-
>_ tos abaixo declarados para as embarcace3
da Armada, e Arsenal, pelo tempo de seis
Pauta do preco correnle do asaltear algodSo mezes eontidos do primeiro de Janeiro ao fi.a
e mais gneros do Pas, que se despaejio UeJunhcf do cor rente anuo. O me*mo lllm
na Meza do Consulado de Pernambucd na 1 Sur. Inspector convida us pessoas a quem
semana de io de Novembro ; 6 do Desem-jiaei forneViroentos possa convir o comparc-
bro de 18 j.
Assucur novo
I00J
Jilo M. novo
1000
Dito B. relbo
goas e mo mesmo a nado se neces.ario fos-
ee, s para alcancarem urna lita seja ella da
for que for. Um ent-3 tal, em nosso humit-
iloo
Dito M. telho
dco
I. S. ar
a. ..
.
4- i
5. i<
6. <
1. s.
i. .4
1. s. *'
a. <.
. i
4- i
Si <<
ti. ti
mappas de que tratao os precenles elbcios. e j
que ja Ibes lorao exigios em olcios cucu-j r
lar de 1/1 de Janeiro uo cnente anuo, visto
1. S.
j.
11
u
de pensar mo realista e pessiuuo repu- j nao o terem feto at o presente
piirano ; ou para disermos com mais a-
frerlo naoe urna nem outra cousa he um
iJinoraiissimo pescador. Mas continuemos.
<^ue valem finalmente lautos elogios prodiga-
lisados iucessanlemente Maioridade tle S.
M. I (idus to proficua lelicidade deste tm- pra e euviauato-lbe o titulo do Nomeado a
jiei 10) se houver atuda rusileiro lio desla- tim d o taser entrar logo ea exercicio,
tuialisado e.perveiso, que desejo ser dem du da ad.
|)raticadoiia carreira natural a rapidez que \ O.Ticto Ao Inspector do Arsenal do Mu- | JJirektos de ChanceHais
Portara Norneando o Cidado Antonio
Goncalves de Azevedo para o Cargo de Suu-
Preeitodu Frcguesia de Tejucupapq.
(Jlhcio Ao Prefeito da Comarca de Goi-
anna commuiiicaiido-lbe a nomeaco su -
I.
?
i,
s3oo)
ajoo_) aaoo 1. Q.
100)
iq5oJ
1800)tj8oo d,
165o)
. < 1 8^500 1 d
IcjOOj '
a 00)
'i000) aooo .d.
1900)
i7o)
1 bao) 1 Soo 2. d.
145o)
loo) ,
< 1J00 1. d.
I aooj
Sorle
ii
"
Jos AITouso Ferreira,
Jos .Mara Cezar do Amaral ,
Feitores e Confercntu
tiooo
55 00
45oo
Re
erem com suas* propoStas em carta feirad.i at
odi i5 do prsenle mez; as qujes sede-
clurem os fiadores clim lie que se pussa elle-
Ctuar a arrematicao com as que por menas
preco os mesmos foroecmenlos (i;erem ; pre-
veoindo-se que a condiego especial be dos
renros serem da mellior qu ilidide na falta
00 que seria recambiados, e comprados outros
a custa dos mesmos iornecedores.
Inspecco do Arsenal Je Marinha de Per-
nabuco 1. de Dezembro de 184'/.
Joo Manuel Miguis.
Reluci do* objecto precisos pare fornecimen-
tos dos Nanos da Armada o Arsenal do,
lMurnliu. A saber.
Azeile doce, vinagre, Feijo, toacinlio,
Arroz e bacalbo.
nspeccio do Arsenal de Mariuba de Per-
nambuco enf O 1. de Desemuro de 184o.
Joo olanoel Miguis.
P K E F I. I T R. A.
Parte do dia ao, ue Novembro.
Il'.m. e Esm. Snr. Foro hontim pre-
ndimento>lx Mesa di Recebedoria das M>n- I ^ / sab-PrlclodesU Fregus.. a Lfiou-
las Geraes internas no mes de JNovem- u Auna Vict;naa Prancisca de PauU, u.aa
pardas Mana Caudkla do Rosario Marta uo,
4?yU3oo Conceicodo Amor Divino, pjr estarem u
roUdtig dordens foro remcutdas paras Cadi't
bro prximo pastado.
No vos e velbosDireilos


DIAIIO DB PERNAMBCO
1
pardo Bruno Gomes da Silv.t para recruta
Je Marnha foi detento no Caliabouco para a-
etiuaco.
E'oqueconsu das psrtes boje recebidas
oes'* Secretaria.
Farte do da 3o.
Illm. e Exm. Sr. Foro hontem pre-
sos pelo Sub-refeito desta Freguezia o Por-
tugus Manoel Francisco Campos porteres-
pancado a urna roulher; foi remeltido para
i Cadeia : o preto Jos Francisco CalUseens,
ens pardos Caetano de Souzi Monteiro, e
Claudino de Souza Barros para recrujas de
primeira Linha j 'oro detentos uo Calia-
bouco.
Nada mais consta das partes boje recebidas
ussta Secretaria.
dem dodia i. de Dezembro.
Illm. e Exm. Sr. Foro liontem pre-
sos pelo Sub-lWeito da Freguesia do Reci-
fe o pardo Joo dos Sanios Martins por es-
tar espancando em alia noile na ra da Sen-
zalla velha a todas as pessoas de sua casa com
grande alarido ; loi remeltido para a Cadeia :
pelo Sub-Prefeito da Fre^ueside Santo An-
tonio Costodio Goncalves da Silva bramo,
por ler insultado a urna mullier j foi sollo ;
e os prelos Joaqnim escravo de Antonio de
Queirs, e Alfonso de Bernardo Antonio
de Miranda por estarem fgidos ; foro re-
roelttid.is seos Senhores : pelo Sub-Prefeito
da Freguesia da Boavista os pardos Jos A-
lexandre, Manoel Baplista Victorino Jos
e Francisco Jos, para a averiguaco da Po-
lica ; foro dettidos no caliabouco o I a. ,
e3. e sollo o ultimo j as pardas Joanna
Mara Mara Arcanja e Alexandrina Ma-
ra do Carmo por se achaiem na mesma
casa ; foro igualmente solas ; e o creoulo
Alexandre Jos Antonio por estar ebio e
insultando ao Commissario de Polica e
sua patrulba ; foi detento nu caliabouco i e
pe Sub-Prefeilo da Freguezia dos Aflbga-
dos o pbrdo Jos Antonio Francisco, por ser
desertor d'Aililhera; foi remeltido ao Co-
mandante das Armas.
Nada mais consta das Partes boje recebidas
nesta Secretaria.
ANNUNCIO.
Collectoria de Olinda ao de Novembro de
1840.
O Escrivo
Joo Goncalves Rodrigue Franca.
DECLARACAO',
Consta esta Freguezia de bao Pedro Mar-
tyr de Olinda de i.ib*4 fugo* ? e na conformi-
dade do art. 4* das Insirucces de a (i de Mar-
eo de i84 deve esta Freguezia dar 14 E-
letores,
O Vigario Joo Jos Pereira.
Tivemos a satisfaco de assistir no dii Do-
mingo [ag.do pp ] a Ordenaco de a5 Preeui-
teros, na apella do Palacio da Soledade ,
rujo acto magestoso nos enclieo de jubilo. O
Exm. Prelado Diocesano ao conferir-Ibes
o poder banhou se em lagrimas de contea-
tamento por ver que daquelle di* contara I
Igreja mais ao Columnas para sustentculo (
da religio.
Foi esta a das melbores Ordenaces, a I
que temos assistido, e que promette um
grande proveito Igreja de Deus aliento o!
caracler dos Ordenandos e sua boa moral.
Quase todos bavia leito seus estudos no Se-
minario Episcopal d'Olinda, e pela'maior j
parte educados s expensas de seu rendimen- j
to edacaixa pa. a constantemente a-'
presentaran elles i conducta regular e dig- !
na de louvor havtndo alguos destes qua ,;
no espaco de tres e quatro anuos que alies-'
tivera recolliidos j mais faltaran a seus
deveres religiosos e escolares levando seo
recolhimenlo a ponto de nunca andarem pelos
corredores era entraren 11 js cubculos de
seus compaubeiros.
(iracas seja dadas ao nosso digno Prelado ,
que tem sabido sustentar com d^nidaile e
ulilidaue publica a nnti.uico que t&nto
honra a saudosa memoria de seu Ilustre a.i-
tecessor o Exm. Bispo D. Jos Joaqu.1111
de Azeredo Coutinbo e ao R, Reitor que [
com tanta ordem e mansido dirige aquelle
csiabelectmento, como por ve/.es Lavemos
presenciado.
Sempre o Clero Pernambacano merece,
entre o do Brasil todo o primeiro logar
por islo mesroo que convem que elle nao
O Sub-Prefeito da Frcguesia de Santo An- deCaia deS!,as qhdades q 1*"' diuio-
guem principalmente em m epocha em
que o Brasil, mais que nunca, necessita ,
tcnio do liecife, avisa a quero convier, que
por elle foi encontrado na Ponte da Boa-
vista huma trouxa de roupa suja : quem
pois, lor seu dono, dirija-se a secretaria da
prefeitura, quedando os signaes cerios,lbe
ser entregue.
iucile a& de Novembro de 184o.
Luiz Francisco Barbalho.
EDITAL.
O Capito Miguel Jos Teixeira Juiz de
Paz da Freftiiezia de S. Pedro Marlyrda
Cidade de Olinda em viitude da Le &.
Faz saber a todos os moradores desta Fre-
guesia as circunstancias de votar que len-
do o Exm. Snr, I residente da Provincia ,
designado o dia i3 de Dezen.bro do torrente,
para se proceder a eleco dos Eleilores desta
Freguesia como por Omcio de a de Ou-
tubro prximo passado me foi communicado
pela Cmara Municipal que bajo de com-
parecer na Igreja de S. Pedro Apo>toio as
* horas da roanh do dia reerido a fim de
entregaren* a sua Sedula contendo a mesma
es nomes de quatorte Eleilores como j loi
publicado Dlo respectivo harocbo.^
E para que nao faltem e compareca pa-
ra o dito fim niaiidei afixar o presente Edita l,
e publical-o pela Imprenta. Fieguesia de
S. Pedro Martyr da i idade de Olinda 1. de
JJezembro de 1840. E eu Manoel Jos Fer-
reira do Nascimenlo Escrivo de Paz o es-
crevi.
Miguel Jos Teixeira.
COLLECTORIA DO MUNICIPIO DE O-
J LINDA.
ANNUNCIO.
O CoIIector da Decima e mais Impostes do
Municipio de Olinda, manda faser publico,
jueeoa virtudeda Le. de a7 de Agosto de
i83o tem designado o mez de Desembto pr-
ximo vindoujo para a arrecadaco passiva do
Lanamento da Lecima urbana do pnmeiro
sin.estre do correnle auno fiuauceuo de I840
a 1841 na casa da Caaiaia respectiva sendo
enclusive a divida de todas as mais Imposi-
ces a seu cargo : deveudo licarem os seus
collectados na inteligencia de que se nao
tompaieterem denlio do praso marcado se
pio<.'tdeiexeeutiVdimiiie contra os omissos,!
para que ebegue a noticia a todos e nao |
|wssa allegai guoiaiiCa Wdldou que hzes--
uuiUi ,ilo j'it-rule.
I
que os seus sacerdotes llie preguem com a pa-
lavra e com o exemplo.
HYWSO
Ao Anniversario de S. M. I. o Sr. D. Pedro
a., posto em Msica por P. N. Baptiza
em Setrmbro para ser locado boje a de
Dezembio de 1640.
Novo Astro fulgurante
Raiou p'ra nos ueste Dia ,
Sagrado Penhor esteia
A liberal Monarchia ;
Enloou maioridade
O Gigante Ilumnense ,
Maiuiidade respoude
O Povo brasiliense :
Retumba o brado
Por vasto mundo
\ i\a oMonarcha
Pedro Segundo 1
Atrabe o brilbanle Disco
Do tbrono a Soberana ,
N'bum Anjo pioii-ge o Ceo
A liberal Aionarcba ,
Enluou &c.
Crescendo o fenhor sagrado
Nossos peitos incenuia
De puro amor consagrados
A liberal Monarchia.
Enluou cite.
Descende do Ceo a Terra
Enthusiasmo, alegra ,
Alcaucou novo triunfo
A liberal Monarchia ;
Enluou &c.
Em vez de \o simulacro
Do Sol, que j transluzia ,
A propria Luz esclarece
A liberal Monarchia:
Entuou &c.
Ilum Monarcha brasilciro
Os nossos destiuos guia ,
fulgente c'rua illumina
A liberal Monaichia j
Enluou ckc
Exulta oh Brasil exulta l
ExlDgue-se t rebelda ;
Hoje brma a iuteg idade
A liberal Monarchia.
Enluou etc.
J no solo auri-fuigenle
Rema pac doce harnooia.
Divos dons que nos outhorga
A liberal Monarchia.
Entuou &c.
Sustenlai, Fillios da Patria !
Com dsnodo e bizarra ,
O Joven Pedro Segundo,
liberal Monarchia !
Entuou tic.
Sa
AS ANIfOS DE S. M I.
D. Pedro II.
HY.V1N0.
I."
Salve, oh Dia Festival,
Que baixando prazenteiro j
Do Imperador Brasilciro
Marcas o Fausto Natal 1
Resposla.
(_ Hoje cantando hymnos mil )
( Ceiebrai Pernambucanos )
( De Pedro Segundos Anuos )
( Caro Penhor do Bruzil. )
a."
Os dons esparfiindo seos ,
O Ceo nos olha propicio ;
Congraula o Natalicio
Deste novo Semideos.
3."
h que quadro encantador !
Que celeste primavera !
Surgi de Saturno a Era !
T as penhas nasce-a flor !
Grato nerfume Sabeo
Pelo florido terreno
Do Recile puro ameno,
Brando Favonio verteu.
5."
Terno prazer singular
Toda a Nnlure/a exhibe ;
T mes-no o Capibaribe
as margens veui exultar,
Fbo quer retroceder
Os flimmejantes Elhontes ,
E nos Gararpos montes
Outro solsticio fa?er.
5. *
Este Dia comecou
De Pedro o ureo Destino :
Sen horscopo Divino
O Nume mesmo ideou.
8."
Hiim metal que no primor
Aence o ouro lutidio ,
Lhe dar' da vida o o ,
Mais vasto que o de Nstor.
Firme esperanca reluz
Em nossas plagas risonhas ;
Fogem as trevas medonias
Do Imperio da Santa Cruz,
10,
O Fado se con tristn
Da nossa
V. mental capacidade
Em litn Joven derramou.
U.
Spos Direitos assumio
O Meniuo portentoso :
Bramn o Orco 1 ai voso j
O fiel Brasil sorrio.
a.*
Vas da gloria ao apogii > ,
Vai, Biezl, paizjucuDdoj
S a ti no Novo-mundo
O Co seu Glho cedeo.
Fim.
Por Jos Marinbo Falco Padilha,
longa Orfandade ;
Correspondencia.
este meio se mantera na Sociedade.
Verdade que se quizermos encarar pelo-
lado de consciencia pde-se dizer que o
Corredor deve entregar nao s o prego pehj
qual foi encarregado de vender o objecto ,
mas ainda ludo quanto de mais podesse alean-
car. Porem sendo assim inquestionavel
que Antonio he obrigado pelo principio da
beneficencia a dar ao Corrector o excedente 5
porque alera de ser este (como dice) o ganbo ,
em quanto assim licito do seu empiega, he
um dever nosso recompensar-se aquelles qua
sem a mira n'um gauhocerto se sueitou a
mil encommodos : por tanto claro fica
que por principio nenhum perlence a Anto-
nio o excedente do preco.
Quanto ao segundo quesito sou ainda d'o-
pinio contra Antonio fundamentando-me nao
s nos principios cima eslbelecidos, como
de mais nos de iustica e equidade ; porquan-
to desde a ocrasio (jue Antonio eniregou o
objec o ao Corrector nao podia contractar com
pessoa maisalguma sibre o dito objecto em
quanto nao suspendesse u commissao que
eucarregava o Corrector e smenle tem di-
reito de exigir d'este e nunca receber d'ou-
iro a quantia determinada fela qual disse
(|ue se desfazia do objeclo. Sendo Uto sabido;
o que devera dizer do proprielario que encar -
rega outro da venda d'ara objeclo por certa e
determinada quautia e que saliendo que o
encarregado achara maior preco do que pedio,
Iracta directamente de receber do comprador,
nao a quaulia priineiramenle exigid* mas
sim aquella que o encarregado uicancou me-
danle seus encommodos e privacoei ? E' iu-
d.ibitavel que semelh inte proceder he a-
lem de indigno e d alma vil gmente encon-
trado no homem de ma f : por lauto con-
riu<>, finalmente que Antonio nao s obrou
de iiia ( no caso sunraditr; como lamben
com juslici nao lhe perlence toda a quantia
que recebera dai|uelle com quem o Corrector
tinha contractado ; e de mais: que cenan
fossera os me.os dolosos, que se empregi
nestes casos jamis o proprietaiio podia ta-
rar entrega directamente do objecto que dera
ao Corredor para vender. Eis Srs. Redac-
tores a minha opinitta a tal respeito,
pens ssr a de todo o homem de bem.
ars. Redactores.
Lendo a correspondencia do meu visinho
P. insera no Diario de sabbado pp. ,
ti parecendo-me bstanle fcil responder as
suas pergnntas deo-me cocegas por respon-
der e aiii remelto-lhes essas rabiscas para
serena publicadas no seo jornal caso as jul-
guem dignas,
Seo Assignante o
Z.
Em resposta ao meo visinho P sou d'o-
pinio que quanto ao primeiro quesito, nao
assisle nenhura direito a Antonio para exigir
do Correlor o excedente da quantia pela qual
foi-lhe determinado que vendesxe o objecto
em questo 5 porquanto no momento que An-
tonio entregou o dito objecto ao Corretor ,
adquiri aquelle um direilo este urna o-
bngaco ; do que resulta ser o Corrector para
com Antonio obrigado pela quantia deter-
minada e nunca pelo excedente : d islo
eonclue-se que ludo quinto o Corrector pode
otuer alem da quantia exigida pelo proprie-
taiio perlence a aquelle ; mesmo por ser
\ este o ganbo licito Jo seu emprego e que por
Publicaco pedido.
Deploro de me ver em a necessidade de fa-
zer conhecerao Publico o engajamento que
fiz com os Srs. Lenoir Puget i C. negoci-
antes de Pernaaibuco. L'ep'.oio ainda mais ,
que os seus correspondentes os Srs. Lecterc et
Lenoir negociantes n esta Cidade (Piio de Ja-
neiro) a quem intilmente olfereci muit-.s ve-
7PS a quantia de Reis ;8LH5o, elles ao
contrario tivera a bondade de m'avisarea
pelos Diarios que ia fazer vender os uteis,
de que me devia fazer entrega nos termos da
convenco fl:ita com os supracitados Srs. Le-
noir Pugel & C., feixada de ao de Julho des-
te anuo e de que se seguem os lermos.
Os abaixo firmados Lenoir Puget &C.9
Armand Roes tem convenciouadoo seguin-
te:
Art. 1. Os Srs Lenoir Puget & C. cedem
ao Sr. Bom os uteis que lhe periencern o
que aquelles .vrs arrematararu em hasta pu-
blica marca B.
Art. a. O Sr. Armand Bom s'obrlga a
pagar aosSis. Lenoir Puget &C. ou a seus
correspondentes a sorama de Rs, 6iB85o
no momeuto de as receber no Rio de Janeiro ,
se porem o dilo Sr. Bom nao pagar a citada
importancia aquelles uteis lhe nao sera
entregues.
Feiio em Duplcala em Pernambuco aos :0
de Junho de ib4o. ;\9siguados Lnr
Pugel & C Armand Bom.
As firmas supra sao certificad i s verdadei-
ras. Uiode Janeiro vio de Selembro de i8|0.
Assignado, oCliameller da Legaco de Fran-
ca no Rio de Janeiro.
Theodore Taunay.
Renov o meu offerecimento de p''g>" a
vista dos ditos Lenoir Puget i C. ou asna or-
dem a quantia de Rs. (jlsL'3o.
Rio de Janeiro S\ de Outubro. Assina-
do Armand Bom.
IMoticias Jostraugeiras. .
RANC/A.
Particularidades do novo Assassinato do Re
Luiz Felipue.
As 5 horas e 5o minutos da tarde de ifr
d'Oulubro quando o Rei voltava pai St,
Cloud accompanbado da Kaioha e de Mad
:e
c Adelaide
do ao longo do cae
das Tuillerias junio Pon le da Coucordia f
daroutfl da caza da guarda u 11 individuo^
disparou urna davina em direceo da C*rroaH
^ iu, uus Majestades quu kdizrceiHe 1


DfAKlO PE gCRKAMgUCO
5
i i
.....i
m
tbro offendidas continuarlo a sua jornada
K) assassino tinha evidenlemente escolbido
t-sta pusicao covn inlTicSo de se aproveitar
(como Alibaud) do instante em que o Re
saudasse a guarda em armas como de facto
sempre a sauda quer seja de tropa de linha ,
3uer de Guardas Nacionaes um dos grana-
eiros da guarda prendeo immediatamente o
assassino o qual ama ,
erobora." O Prefeito de Polica chegou em
poucos minutos, e nterrogou-o. Elle confevou
o seu ciin:e, e declarcu que o seu nome era
Mario Parmes. Uisse que era natural de
Marselha que tinha estado muito lempo em
Pariz e que a sua nccupaco era d'eslrega-
dor ou alimpador de soalhos de sobrados.
Elle fstava vestido d'um eomprido casaro ,
'debaixodo qu.il occultava asna davina cuja
< ronlia era tufosamente esculpida. Elle tem
/j anuos d'idade.
D.t-se-lhe busca e acharo-se-lhe duas
pistolas carregadas e um pnnhal A davina
que era curta c eslava carrejada at a bocea,
tmha arrecentado. A carga nao se espalhou,
t Icutou levemente na carrua^ein. Com tudo,
o assassino ficou gravemente ferido na mo
esquerda. A sua davina estava carrejada
com umitas balas e munico. A exploso
fui extremamente eslrondosa. Um Guarda
Nacional da escolta foi levemente erido na
mo por um chumbo. Um dos lacaios que
eslava em p atraz da carruagem tambem foi
erido na perna.
(guando armes foi preso rompen u'uma
violenta paixio e r-xclamou Maldita
d.'.viua Eu tinha eito urna boa pontaria ,
mas carreguei-a de mais.'' A'primeii-a per-
gunta, que se lhe fez elle respondeo a prin-
cipio Conspirador." Qual a voso
piofisso ? Sou um exterminador dos ty-
rauuos. O que pode induzir-vos a com-
meller to borroso crime ? Nao sou cons-
pirador assalariado ; segui o impulso da mi-
uba nalureza.
Quanto tempo lia que formasteis esta reso-
lucao ? -- Ha perto d'uma hora eu dezejava
livrar Franca do tuaior tyranno que ella
jamaU produzio !
I Jarras de baixa estatura ; tem urna ex-
pnsso de rosto carrancuda e feroz. O seu
(,eslo indica a mais determinada resolucao. A
sua ferida eru seria e exigia socorro medico.
Atlirmava-se que seria necessario amputnr-
Iheduiisou trez dedos, A (or da ferida foi
lio intensa que elle desmaiou. Notou-se que
depois que elle commetteo o crime nao fez
tentativa ai para iugir e que de certo
modo enlirgou-se sos soldados e officiacf de
poluia que o prendero As 8 botas trouxe-
ro casa da guarda um coche d'alluguel ,
ji eiterao-uo dentro d'elle accompanhado de
dous Guardas Mucicipaea euma grande escolta
de polica atianle, e atrz do coche. Urna mul-
tido deexpecladjres o seguia com silencioso
pasmo.
Suas Mages'ades chegaro a St Cloud sem
novidsde. Alguus minutos depois da sua
rhe^ada o Duque e a uqueza d'rleaus dei-
.\arao as Tuillerias e torio para St. Claud,
(_) Duque D'Aumale chegou da Vincennes St.
Cloud no decurso da noite. Um consideravel
numero de pares Deputados e Ministros
t> Gabinete e mudos mtmbros do Corpo
Diplomtico entre os qu es o Lord Gran-
viile Euibaixador Inglez, acharo-se em
&l. Cioud as primeiras novas do attenta-
do.
Nos boulevards e praeas pblicos produzo
um elieilo extraordinario a noticia da tentati-
va contra a vida do Rei.
iUoiiiteur publica urna ordenanea Real
convocndoos Purs como tribunal de Justica
nos seguutes termos ;
Luiz relippe Rei dos Francezes a todas
os presentes e futuras saude.
Sobre proposta do nosso Guarda dos Sellos,
Secreta lio de Estado da Repartigao da Justi-
na e culto Religioso : de conformidade com
v ai t. 28 da carta constitucional que remete
Cmara ejos Pares o ex ime dos crimes d'all i
traieo e tentativas contra a seguranga do
Estado J em cumprimeiilo do art. 8t do C-
digo Penal que uiclue no* crimes contra a
segaranfa do Estado qualquer alternado con-
tra u vida do Rei ; e porquanto se fez um
altaque nossa Real i'essoa no dia i 5 do cor-
reute(Outubro), temos ordenado, e ordname-
i> sef, uuile:-
Artigo i.Esl convocada a Cmara dos
Paras. Os Pares atizeiiles obligados a reco-
Iher-se a Pariz immedialamenle salvo se al-
teraren! impedimento legal.
a. s Esl (amata proceder sem demora a
Kiruie'Sdi' o auiiioi do atteulud ciuuieiliuo
%io dia i5.
f. A Cmara se conformar s formas
lMuaS
i 4* Franc Carre nosso Procurador Geral
na Corte Real de aariz exercer as fungues da
Procurador Geral na Cmara dos Pares. Elle
ser ajudado por M. Boucby, Advogado
Geral na Corte Real de Pariz exercendo as
funcoes de Advogado Geral, e aulhorisado a
substituir o Procurador Geral, no seu exer-
cicio e por Mr. Nougier e Glandez aubs-
Eu nao me vou ttutos do nosso Procurador Geral na Corte
Real de Pariz.
5. O Guarda dos Regitros da Cmara dos
Pares e seu deputado exercer as fqnces de
Registrador na Cmara dos Pares.
6 O nosso Guarda dos Sellos Ministro
e Secreiario de Estado da Reparligo da Jns-
tS* e Culto Religioso execute a presente
otdenacan, quesera inserida no Bulletim das
Leba
Luiz Felippe.
A Cmara dos Pares reunio-se as a horas
no Sabbado ( 17 d'Outtibro) ; e ento o Ba-
ro Pasqiiier Chanceller lj-lhes a orde-
ninca Real constituido-os em tribunal de
Justica para o fim d.i processar Mario fiar-
mes ; e M. Franc Garre Procurador Geral
aprosentou a sua requisitoria contra aquelle
assassino. O processo foi particular. No-
meou-se por conseguinte urna commisso para
averiguar o caso o qual se contava que in-
voUeria mu graves questes alem da do
crime dn reo. Entre outras medidas fortes
sobre que o Governo havia de deliberar era,
secundo nos asseguro urna dirigida contra a
imprensa.
O reo Mario Da ries parece ser um fantico
do cunti de Louvel e Alebaud (diz urna carta
particular). Os interrogitorios que elle sitfreo
nao lhe arrancarlo admissao alga tendente a
provar que elle tivesse cmplices ou que
osse um assassino assalariado. Ainda que
padecendo das Heridas elle tinha mostrado
m teda a parte extraordinaria energa e at
ento o nico pezar que tinha manifestado ,
era o de nao ter conseguido o su criminoso
intento. A urna pergunta que lhe fez o Juiz
instrutor, vio-se-lhe viras lagrimas aosolhos.
' Nao pensis disse armes que estas la-
grimas sejo de arrepeudimento t se choro ,
lie de deaesperago por terrado o ineu tiro ''
N outra occasio ouvio-se-lhe exelamar "Se
eu tivesse matado o tyranno Solimn Pacha
estaria agora salvo a esquadra Francesa uni-
da com a de Melmmel Ali tena afundado a
dos incendiarios de eyrout eo Egyplo Qca-
ria livre."
(The Times.)
Avisos Diversos
do correte pelos oito horas da manh cora-
parecerem no consistorio da referida, Irnjan-
__- Quem tiver uto relogio de parede com dade para o fim indicado : oiitro sin? roga O
LOTERA DO THEATRO.
Os Bilbetes da 1. parle da 5. Lotera,
cujas rodas ando impreterivelmento no dia
i4 de Dezemhro prximo uturo acho-s a
venda as lojas dos Snrs, Manoel Goncalvez
da Silva e Vieira Cambista na ra da cadeia
no I) lino (i llecife e no de S. Antonio as
dos Snrs. Bastos na pracinha do Livramenlo ,
e Manuel Alvez Guerra ua ra nova.
a sua competente caixi quequeira vender,
ou trocar por um de banca annuncie a sua
morada.
- Arrenda-se o sitio denominado Man-]
gabeira por festa ou por anno tendo em
si urna excedente casa de sobrado com muito
bons commodos. sito na Cid ule de Olila ,
confronte ao Jardim Botnico : na botica da
ra do Rosario larga, D. 10 achara com quem
tratar.
Precisa-se de dois hornen?* portu-
guezes de meia idade que seja chega-
dos de prximo de Portugal, que saiba es-
crever e seja inlelligentes para se Ihes dar
a admiuistracao de duas fazeudasde algodo ;
a tratar na ra da Trempe da Boa- Vista .
caa terrea parede meia do Lavra das 6 at
as 7 da manh e das duas at as tres da
tarde,
- Os Srs. Assignantes da Universo Pit-
toresco podem dingir-se a casa de Manoel
Ribeiro da Silva para receb^rem os Ns. 17,
ao e ai. Na mesma caza- se acha collecces
do mesmo jornal de N. 1 ; 11.
or* Quem quissr comprar para fora da
provincia urna escrava cabra com duas
crias urna com 5 annos e outra com 3 ; a
qual coze eosinha engoma com perillo ;
sabe tratar bem de meninos-, e pode-se-lhe
confiar o governo e guarda de urna casa }
nao tem vicio algum e nem molestia 1 tem
de idade 23 annos vende-se por motivos fa-
miliares : tambem se troca por um casal de
escravos capaces para oseryiro inda que se-
jo meios bagaes ; con tanto que nao sejo
bebados, e fu|es; quem a pretender dirja-
se a rna do b'eroandes casa da quina que olba
para a ponte da Boa-vista que l achara
com quem tratar:
rar Antonio de Queiros Monteiro Regadas,
vendo no Diario de 28 do correte N. a6i ,
o aununcio do Snr. Manoel Joze de Bastos ;
dizendo que be Snr. e po>suidor do escravo
Ventura de nago cacanje que ouve por
comprra Francisco Antonio Ramos em lde
Abril de 1839 da qual pagnu a ciza tenho
a responder, queesse titulo par onde o dito
Ramos fez essa venda nao (em validada al-
guma por ser um titulo fantstico
que lhe passei por assim ser necessario e
que j nunca mais o dito Ramos podia fazer
venda do meu escravo ; primeir,o quedeven-
do-me elle nao *ei como lhe pissaria um
papel, e que esse o Publico nao reflecione que
seja fantstico segundo que sendo elle socio :
meu, de urna loje de cera as cinco Pontas
LOTERA DV BOA-VISTA.
A manh 3 do crrenle das 10 oras atb
umada tarde ter pnncipio o pagamente dos
bilhetes premiados da l. parte da 5 Lo-
tera no lugar do custume.
THEATRO.
Grande Galla, dia a de Dezembro ANI-
VERSARIO DES. VI I. C. OSENHOR
D. PEDRO II. r- Executar-se h agrande
Overlura Semirames em Babilonia Seguir-
se-ba bu .ti apaiatozo Drama, cantando a Se-
nhora Jozefa Candida de Mello o Hrmno do
Impeli perante o Retrato de S. M O Im-
perador no fim do Drama se reprezentar
a magestoza e engranada pega intitulada o
grande palmeirim d'Inglaterra solitario as
galias, e n Canijiio das montanhas d Escocia.
Esta insigne Peca que o Director do The-
tro obteve por^jgraca especial do Sr. Jos
Octaviado Telles lie sem duvida a mais bel-
la e appropriada para este dia : mostrndo-
se quanto a esciupuloza Justica de huin boas
Mouarcha be til para salvar os innocentes
opprimidos pela torea da intriga. A judicio-
za moral da peca vai ao mesmo lempa em-
belecada pelas jocozas Sienas dos Creados ,
fazendo as parles graciozas a Senhora Jozefa
Candida eoSnr. Santa Roza.
O Theatro estar todo armado e illumi-
nado o melhor possivel. O Expeclaculo prin-
cipala chegada do Exm. bur. presidente ,
que ser annunciada por huma girndola de
logo do a r.
iS p3S025 que quzcrctn recitar Oufas Po-
ticas ao assumpto do dia tero a sua dispo-
zico os dois Camarotes de 1." ordjiu junto
ao psno da bocea, do Taeatrtf.
abaxo assignado em nome da vi a, actual a-
os moradores da roa Nova bajo de Iluminar
a frente de suas cazas nos'das 7 e 8 h bem
assim deitarem colxas nodia8, qieheod
Festa ao que espera o abaixoassignado que
os mesmos mocadores annuo a6m de tomar
mais brilhante a Festa da Padroeira do Im-
perio.
Antonio Joaquina Rodrigues.
tST Aluga-se para a festa urna cara no lu-
gar do Corddro mirg-m dorio, defronte
do sitio do Snr. Gabriel, com dois salas *
dous gabinetes sinco qttartos, e cozioba ;
a fallar na ra Nova loje de Galdereiro De-
cala 14*
C Alaga-se um sitia que tenha propor-
ces para sustentar dez 00 doe vaccas de
leite ainda que seja distante da praea ; an-
nuncie ou dirija-se a Pjaca da Indepen-
dencia N. d 33, e 3.
OT* Tendo-se imprestado a lempos o com-
promisso da Irmadade do Snr. Bom Jess das
Portas para por elle se faser outra de ou-
tra confraria ; e nao tendo essa pessoa que o
pedio athe hoje restituido ( talvez por esque-
cimento) o actual Tliesoareiro morador na
ruada Cruz n. a y roga a pessoa em poder
de quem o mesmo baja de existir o obsequio
de o entregar na indicada cas 1, visto ser um
Titulo que dere existir no arqoivo da Irman-
dade e que s por confidencia se emprestou.
W Manoel Joze de Bastos declara que
be Snr. e possuidor do escravo Ventura cas*
stuge, que o houve por compra ao Sr. Fran-
cisco Antonio Ramos en it de Abril de 1819
da qual pagou a respectiva tiza e o vendedor
entrego au annnnciante o titulo por o qual
fez certo possuir dito escravo ; e poder dispof
delle cujo titulo de venda be do Snr. An-
tonio de Queiros Monteiro Regadas dactado
em 1 a de Setembro de 18J e della est pa-
ga a sisa respectiva e por que o Snr. Rega-
das aparece agora davidaado do sea proprio
faci o anuuuciar.te fas a presente declara-
go e tem a acrescentar que nao pora du-
vida em entregar o eseravo, logo que se Ib*
restituaa qnantiai, que por elle deu t e a que
tem despendido com o seu curativo.
isr Precisa-se alugar urna negra que seja
captiva para o servico de urna casa na ra
nova lado da matriz D. 9.
aW And o em praca por nova avaliaco nqr
3 pravas, sendo a primeira boje i de esem-
bro as casas 0. ig 33 36 e 35 citas
no mundo novo a raqueriaenlo dos Erdei-
ros de Manoel Joaquim dos Santos, e sua
como fui publico nao enlrou com fundos ne- mulher Maria Fausiina do Sacramento, por
nhum e tbc hoje prezenlemente nao deu I leu baslante procurador Adrio Joze dos
coutas nem do principal, nem dos lucros e
chamaudo-o eu sempre a cuntas terceiro
que devendo-me elle duas letras da soma de
seis ceios e ciucoenta mil res e negociando
eu urna da quantia de trezentos e cincoenta
mil res com Euzebio de Paula Pinto elle
Ramos nao a pagou e sofrea Pinhora feita
pelo mesmo Pinto quarto que tendo eu pas-
sado o pertence da segunda letra de trrzentO'
mitris, a Francisco Xivier Correia este
indo a cobrar leve o dito Ramos a fraqueaa
de engaar ao dito Correia e trazer de den-
tro da loje e intregar a letra corlada a tizoura
sua firma e que por este procedimento von
proceder contra elle Ramo* ; c como cbama-
rei eu ao meu escravo dono que o sou, eo
herdei por falescimento de meus Pais como
consta por um Inventario e partillis juigada
por senlenga, fique o Snr. Manoel Joze de
liastos certo que esta venda do meu escravo
foi feita assim como a caza que pertencia a
Manoel Rodrigues da Silva foi vendida pelo
Snr. Francisco Antonio Ramos a Julio da
Silva Portella e que ficou sem ella por
urna Senlenga ; por quinto v. o que tenho a
responder ao seu annuncio e protestar desde
ja por dias de servigo do meu escravo, de que
j dei principio emjuizo ; e tenho pravas, e
testemunhas do que cima relato.
tsr Acobranja da subscripgo da Echo da
Religio edo Imperio passa a ser feita pelo
Sur. Jote Gonualves da Porcimicula em to-
dos os tres baii ros desta Cidade por impe-
dimento do Snr. Santo.
O Redactor
W O agente da Provincia das Alsgas ,
mudou-se para o a. andar da quinta caza
da ra de Apollo, lado do nascente.
VST O abaxo assignado Secretario da Ir-
mandade de N. S. da Conceigo dos Milita-
res, faz cenle aos Irmos da mesma tanto Mi-
litares como psizanos que em viitude do ti-
tulo 5. artigo o. do Cuiupioiiiso ,se
hale proceder a Elleico do novo Presidente
que hade servir no anno de 1841 para cujp
um convida aos meemos Irados para no da b
Santos.
Quem precisar de nm pequeo portu-
guez, de idade de ia a i3 annos, para loje da
tascadas ou de miadezat, do qae tem bastan-
te pratica ; annuncie, ou dirija-se defroalO
do Theatro venda da esquina.
ssr Antonio Gonyalves Marti ns Tarrozo
dexou de ser caxeiro do Snr. Joze Thomas
de Campos Quaresma no dia vinte nove da
Novembro.
tsr A parda forra que annuncion no Dia-
rio de outem querer ser ama de caza de pe-
quea familia, e q* sabe engomar, e conzinhar;
dirija-se a rea da Trempe caza N. ai,
deronta da fabrica de rap.
tsr Candido Emigido Pereira Lobo, fac
scienle por este annuncio aos Surs. Joo
Francisco dos Santos Siqueira, e Manoel do
Nascimento da Costa Monteiro que se sumi
o bilhele N. 710 da rifa qae oprimeiro
Snr. faz das suas propriedades e que corre
no da i4 do correte evitando por esta
meio qnalquer duvida que possa haver, sen-
do que este bilhele o annnnciante comprou ao
Sur. Lodi, qae se de mister for ha teste-
munhas.
tssr Precisa-se alagar otn andar de ana
sobrado ou casa terrea que tenba soto,
e co-nmodo para familia e que o seu aluguer
nao exceda de 10 a n mil res annuncie, 94
dirija-se a ra da penha no fnndo do Li-
vramenlo, terceiro sobrado, no 3. andar.
tsr Da-se nm canto de res ajaros de dois
por cento ao mes ; com boas firmas ua ra
da Praia, armazem de Manoel de Souza Gai-,
maraes.
tss- Urna mulher livre e capaz se offe-
rece para ama de ama caza de pouc familia ,
para engomar e conzinhar com prompto ,
e aceio ; quem se quizer utilizar de sea pres-
umo, dirija-se a ra do Livramenlo, O. ai.
fST" Aluga-se em urna das melhores rqas
da Boa-visu urna casa com trez qa:rto* k
cozinha fora, quintal amarado cacimba a
estribara ; quem a perteader diri^a-st aa
altarro da ttoarsU loje da Saletio,


DfAftlO DE PER NA MU C O
wmtm
%ST Urna mora de huns rostnmesse oiTere- las e por is*o a precos commodos scxla
re para ser ama de qualqner asa de lioroem | leira 4 do crlenle a lo horda da manhi em
"polleirooii de pouca familia engomma e co-l poni no seu arma/.em da ra da Cruz D-
se perfeitamenle e coziuha o diario de urna
asa ; quera a pretender dinja-se so assoil-
|ue francez defronle da cadeia.
l&~ llyiliieco-se o ptimos escravos pela
quanlia de 800,000, dando-se para puli-
mento do premio desla qujiilia o servico de
dous ditos que canillo jo por dia qnem
vera a ser 4 por cenlu de premio ao mez ;
qnem quiser dar annuoCte.
S5ST aluga-se para o servico de padaria ,
rom acondicao le t<> crner e dormir un es
cravo moco fiel e seni vicios pelo prer .
que se convencionar ; Da ra de agas ver-
des por cima do assougue,
I> Aluga-se ura pequeo sitio no lugar
da trempe indo para a>odade con casa (le
suficientes commodos para nma familia co
cima 4
C o id j) r a s
caap de Jacaranda novo ; na roa da* laran-
jeiras no "prmeiro andar da casadefroute do
nincho.
barricas p.ir preco commodo ; atraz da casa
da onera armazem de i portas junio ao sobra-
do do.Sr. Manoel Antonio de Jess a fallar
iy 4 pesos de duas arrobas cada um, jun-
ios, OO cada um de per si na ra direila pa-
daria I). 5,
BT" Vicia duzia'de radeiras de conduru
com asiento de palhinha, ein bom uzj; queu
l i ver annuncie.
Vendas
sy Um preto para todo o servico, sapa-1 cora Jnaqtiim Lopes de Almeida caixero do
los brancospara hornera ditos de selim i-jSr, Joao Malheus.
marello para senhora ditos de marro<|um K* Urna negrinha de angola anda bucal,
Heos finos ile 3 a 4 dedos de largara retro
lo Porto de difieren tes cores e o atrs1 mili-
tas rou/s ; na ra nova toja de quarlinbas ao
p da ponte.
%2T Ura escravo de naci angola por
preco coto modo ; ni ra nova ') ir>.
^iST Os seguiptes livros ein bom uzo, Mil-
ln paraiso perdido Tilo Livio nova Me- verdes D. 3;.
mas que ja fu todo o servico de urna casa ,
cora principio de engomraadeira e eosiureira ,
de rauito bonita figura sen vicio nem acha-
ques ; na ra di Florentina lado do muro da
S. FrancUco casa ao p da fabrica de oaoelo.
&3T Um cavado de bom ta mar. lio rauito
novo e com bous andares 5 na ra de a joas
tiy FOLHILVI \S de Algibira Porta,
e Padre mprestas nesta Typograia e bem
conhecidas pelaexactid io do calculo ; na pra-
ca da Independencia Ijja de livros n- 3? e 54,
xeira para carro estribara, uma grande ca-1 na ra do abug loja do >r. Bandeira ni
cimba cun boa a;oa e tanque, cano bom som- i ra da cadeia do bairo do ecife lj i que loi
brioem virlude de um parreiral que ten ein do^' Quafesm* na ruada Madre de leos
loisa Faublas Natchez cartas de Cicero,
Horario, Igoer de Castro, corografa. Par-
ense, e georafia por Saturnino; na ruado
do Rangel D. 3l no primuiro andar.
csr Veas de carnauba que pela sua'al-
ey Urna inolatinba de idade de 8 annos
be recolni.la e de linda figura a molecas
de idade de l j anuos dous lindos mole .pies
de idade de 11 a 1 i anuos, 4 esclavas mo-
ca engorara a o e cozinhao um es.?ravo do
10 revalisaocom asde sperma- dade de -40 anuos, ptimo canoeiro um
cele j na ra de S. Rita nova D. ib na car- j bonito raoleque de idade de lli anuos euau
reir de fronte da greja. l-ra- de"bo conducta prxima aparr ; U4
?j- Um .-sciaT'.Mle idade de aa annos, ra de rapas verdes 38.
cima; trata-sena ra nova da trempe com i na venda da quina defronte da greja, na i muilobom caiiubeiro bolieiro ; n l na da: *&" Ura negro de naco nagou hora co-
Bernardino Jos Monteiro. Boa vista defronle da Matriz botica do Sor. I Cruz 11. 1 secundo andar. ; z,n,.'.e,ro ? e crreador de cadeira ; na ra
d
pa
co
S O novo administrador do botequim j Moreira, e ora Oihida botica da ra do Am- j tr Cautellas da loierii do Thealro, sub-[do Vigarto n. 7.
a cova da onca, continua apromplar jan tares paro. | divididas de hilhetes da mesma em dcima VT Urna venda cora poucos fundos com
ara fora iom toda a prfeicio e asseio; aspira ; isr CAUTELLAS da Sociedade Fortuna e vigjsimv-parte ganhando estas na sorte de hommodos para pequea familia e o aluguel
imo precisa contratar tima porco de leite Tipogrfica, da Lotera da THEATRO ga- J6:ooo 000 .toa.oo, e aquellas 600,000; na j muito barato 5 era lora de portas no largo do
;m mistura at ti horas da uiuiln. nhando a vicsima parte dos premios, cubando ioiasdosSrs. Lopes Jnior, ra di Cruz, pilar.
tem mistura at ti horas da manh. nhando a vigsima parte dos premios* cabando lloias dos Sra-- Copes Jnior, ra di Cruz,
tsy Aluga-se um sobrad i nho na ra do 111 sorte de ti 000,000 reis tresenlos rail ris, a I Pitomba Baltar,' &>nta Pinto, Thomac ,
Aleorimn. 9; a tratar na ra do Queimado preco de 46o 5 nesia Typografia na praca ejMoraes ra da cadeia velha Brega junta
1>.'i3. i da Independencia n. a o na ra !ar;a do (ao arco de S. Antonio. Jos Antonio da Silva,
CT (^uem precisar de um r.aixeiro por- lozario lo|a de miudeas I). 7 na ra do 1 Jos favares da Gama e Qaaresma na pra-
i9~ Vellas de carnauba mu alvas a bem
citas a |oo rs. a libra ; na ra direia l), ao
lado do Livraineul'j no segundo andar.
Iscravos Futidos
SST Fugio um prelo de nome Benedicto,
de idade de 4o annos pouo mis ou menos ,
VU* SapatOS de bezerro francs de duas e 'das esquinas cera casi do caisa e assignata- j estatura regular cheio do e irpo barbado ,
Bf Aluga-se urna boa casa na ra da es- urna sola para homem a aooo e a aj'oo, ditos rio das mermas amada cadeia, onde ha- c0a suissas olios pequeos, vestido com
lancia cora quintal e cacimba plauladode decouro de lustro para senhora a sooo ou- ver sempre bom sorlmento de nmeros c*lcASue brim brauco e camisa de^algodo,
capia, cora estribara para um cavado; a tros muitos objecios par puco commodo; na daudo-se duas cautellas gratis ao comprador [evuva quanJo fugio urna gamela de eaj no
tugues paia quilquer ocupaeo como para Coi legio loja de relojoeiro, e no largo do Li-f lea da tudependeucia ; ra dos Quarteis lo-
veoda do que tem bastante pratica dirija-se cremento loja do Sur. Gabriel que tica no ja de raiudeza n. a, Claudio, ra do Calm-
eo atierro da boa vista loja de sapaleiro ps- | principio do beco do Padre. ;;, nos '\ cmlos da Boa vista as duis ven-
an atierro Ja l>oa vista lo]
vundo o tanque de agoa.
tratar no beco do Veras na casa de pasto.
i5T Qnem precisar de um feitor porlu-
puez queeotende le plantaces de orla e
o mais servico de um sitio dirija-se a ra
cstreita do Rosario I), ao'no ten tiro andar.
tST Aluga-se urna casa terrea na soleda
de, com bastantes commodos, ecom quintal
de 5o '4 a< de cera,
dia 11 don p. ; quemo pegar leve a casada
de-io er Seis miradas de casas de pedraecal MajorMayer no sitio do corredor do Bispo
ira e na Cidade de Goianna urna de sobrado e 5 (,U(J ser jjem recompensado.
V
ra diretta loja U. a j.
WS" Urna escrava da costa de idade
anuos, hoa cozinheira eogommadei
ebocelesra, e he urna e.scrava de figura mui terreas as raethores ras; os prelendentes | ^y ,\uja ^5 ,\0 ,. p. a* Ave Maria des-
elegaote; na ma da praia por detrae do dirijo-se a U a noel de Almeida Per reir na ; appdreceo vindoda obra de palacioi velbo um
Fagundrs sobrado de Antonio Annes. [ mesma Cidade de Goiauna pira as indicar e | eS(;ritVO je IiaLi baca reforcado do corpo ,
car Batatas iugletas, presunto*, quei- para o o juste das ditas dirjo-seao Recife 0;deidadede 8 anuos, bem preto, barba a
cacimba; na ra do Crespo D. 7 lado do jos londrinos conservas, carros de ma pa- 'eu proprietario no sobrado 1). ai junto a mja 0 qUeiS0 crecida Camisa de brnn com
sul. ra condutir atterro ; napnca do commercio torre da greja do Livraraento, por cima da Hl5 ulHUgls |ll:,ta3 e curtas Calcas de algodo-
CSr l'recisa-se de dous portuguezes nm' armazem de Joio Carroll & Filho. botica do Brandao. linno trencado chapeo de pal'ha novo, tem
de idade de.10 a la anuos e outro de maior: cs^ Umaescrava de idade de 16 anuos, csr Chapeo da mais superior quahdade ^^iuo8, ulbtnhoa as macies do rosto cara
niade para sorem empregados distante des-'com bonita figura engomma cotiuha bem de castor branoe^reio^ ditos braneos e pre- re"nija t de nome Miguel, e rauito bucal,
ta praca uma legoa com lano que sejio dos o diario de urna casa e lava rotip-l e ontra los sem pello ditos de seda muito fina lo- 0 pegar leve a ni da Couceico da lio*
chegados agora ; na praca da Independencia dita de naci esbinda rom as mesmas ha-jdosde forma franceza do meltior gosto 'l'los vista D. o detronte loj a de ouri vean, i & belidades, urouiolequede idade da lilan- petos e brauco sem pello com copa redonda (.(ni,eii:,a(]j,
OT Arrenda-seannnulmente uma morada no* muito ladino e ptimo para qu\|qoer propios para a (esta e montara ditos pre-1 ^5- i\0 da 26 do p. p. fu'io uma ne^ri-
de casa ler rea a barracada, onde reside o lm olhcu ; na ruadireita ao lado do Lirra- 10. i.1 anese pardos de castor para meninos nn> cre;)U|a e nome Benedicta bem con be-
Sr. Bispo l>. Thomasde Noronha na ra ment. um grande sortimeuto de chapeos de massa de d(la alcutlho de ,)oUca f muilo baiMdo
qu0 val da estrada da soledade para a do man-1 3* Uma rama ora de angioo com ar- dill.renlcs cures para homem ludo por pre- _.__* boca e neitos grandes nariz ct:atO
guiriho e com repartimento segundo o gusto moco, esergoes colxio e travisseird de! S commodo j na ra ds Cadeia loja de cha- e r0>J0 ^ ps grandes, levou'vestido de chi'
moderno, com salla de vesila forrada, oito marroquiu ludo novo- na ra da Glbra peos n 4a. ta rouaa'. e uma baeta azul: quera a pegar
quarios boa salla de jantar cozinha lua sobrado da desti laclo que loi do francez. tar Urna escrava do naco benguela boa jeve a rua (jo Colle-'o I) botica de Cvpri-
com assentamento de fogo inglec boa ca- tsar Uma preta ; e uma mo'ala moca, com para o arraiijo de uma casa, e quilandeira 5 ao0 Lujj a pai-ue ser recompensado.
cimba com ago do beber, sensata para 6 babelidades, dous pretos ptimos para lodo! o ai ierro da Boa vista confronte a casa do ^^ j0 al* iixt> aUi nliio e de sua zeu-
escravos estribara para dous cavullos e o trabalbo dous moieques de idade de i2 Coronel Brederodes,
pelo preco de ito,ooo aiiuual ; os pretenden- bous para o .ervico de uma casa j na ra de i tar Uma cadeira da Baha e uma duzia
tes dirijo-se a ra de Moras sobrado 1). ^o. agoas verdes casa terrea 17. 'de cadeiras de conduru com duas bancas da
lar 0> Srs. L'r. Juli 10 d.i Cruz, natural' 131* Ji pracinba do Livrameoto loja l). mesma madeira, ludo em bom uzo e muilo
de Coimbra e Gregorio l*ernandes quei- 34 lacas e garlos de cabo de marfim ditas de ; bacalo j ao p da cadeia loja de marcmeiro.
rao annunciar auas moradas que ^s Ibes de- osso finas imitando a marhai, ditas entre t^- Uma escrava do gento de angela de
seja fallar. finas. oiias para laca, polvarinos parafidadede 19 anuos, cose .'eng anime liso e
4S7" Quera precisar de nm hornera portu- caca do ultimo gosto lisouras finas para icoziiihao diario de uvna casi; na placa da
guex para feitor de um aitio dirija-e ao ater- uuba e costura bandeqas grandes e peque- ludependencis n..a.
roda boa vista L). 14. ns finase entre finas ; compassos para de^- V*8*" Umeacelleatee moderno atlas de geo-
' MMiho, oni seus pertenres e otitras muilfis 'gratja por Andfiveau Goujuu em grande
AVISOS ^ - i.j- Uma cama de vento, de madeira de
PARA O HAVRE sabe impreterivelmenle j Jacaranda feila a moderna ; no beco do ca-
no dia oito do corrate mez a Barca l4'ran- labouce por aetraz da ra nova D. 2o.
ceza Casemir Delavigne de superior mar- i#" uma negra de naco angola bos co-
che, tem a maior jiiite de seu ta:ie;;i- zinheira assa ue forra
lolio e o resumo da historia umveaa
da da Macarabira termo di \ iila do Pesouei-
ro comarca do Brejo da Madre de Ueos fu
io em das de brlemi>ro p. p, o escravo Joa-
qun] cieoulo filho do roesrao "erlo, o qual
o bou se por heranoade sen sogro o finado Jo-
s tioideiro Vluniz Kalco, os(s,;uaes do es-
cravo aao 04 BegUnteS ; alto cheio (io corpo,
cor bem pela, perufta basUuteineute grossas,
falla algum tanto ruuca lera o vicio ue em-
nnaguez ne bastante pratico uas estradas do
serto, poisera outras fgidas lera-se din*-
,. u '.ulo lina os serloeus da rarahibi haiuidi-
liossuel ; na ra :10.a i), ab no iirimeiro au- *' ,,alfc,"u,
1 tos i. e ler procurado esta Lid id, e estar
T Tresexceenles casas terreas acaba- eeoitado j qualquer pessoafi,e o|^reo-
dasa moderna sendj u.na na roa da praia er e ,e?ar at,err' d!,!**." l
a ass. ue form, laz toda a q,i itida- o laguude com o luudo para a mar, cora j 5o,ooooe gratificace. Francisco Xavier
neo to prora pto ; quera quiser carregar ou ir I de de doces i refiua assucar e engomma liso, grande caes de pedra quintal murado com! er* I1 *
de passagesn para o que tem escelleutes rom- um negro moco de bonita figura a uaslame cacimba rom commodos para familia e um
iudos dirija-se a seu consigoatai io B. Los-!allo ; na ra de lionas D. 66, sobradinho airas e duas na ra de S. Hila
serr C Co jipan hia na ra da senzala velha 13* Lmu escrava m- naco anjola lie tambera com grande quintal murado ecacim I
i). 4. j idade de ibaunos, para hua da provincia ,iiba com bastantes commodos, u'ii negra!
PARA O y\l ACA'S Y sahii no da 6 dofao comprador se dir o motivo'3 na ra velha amca Uva engomma, e cozinha o diario de |
-orrente o Patacho Mara Luiza, deque be a fallar com o Padre bacal bao. urna casa uma canoa aberta que carrega um ASSU' ; 12 dias Hate Nac Flor da La-
Ire Ignacio Marques pondendo anda re- csr Vasos de no*a iuven^io para lampa-i mitheiro de lijlos de alveu aria ; na ra do! rangeira de 5d'tonel >j J i Ivs le
rinhas muito proprias para as casaa de la- (ueimado loja de leiragens 5. $0iUi e ul y M, ldS
milla, tamo pelo sea asseio como pela sua ; ar Um cavallo ru?o pombo de bonita G-\ Jo-iquira iJomin"ucsdeSuu/a.
Movimeiito do iJiirb
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 5o DO P.
.tberabjunaa carga raiuda, o pasageiros ,
raoijuetem bous commodo*; os preten-
ules euiendao-se com o lito nic.lie un commodidade por preco rauito commodo j gura carrega meio4* icdea sulla e lera ura
n o seu du.10 Antonio Jua>|uuu de Souza '. na pracinba do JLivramt-nlo lo^a de uzendas galope multo macio bom estradeiro selladJ
';ciro.
U. .0.
e cuneado; na Carabea do Caraio L). y.
- liheuo.
i'AKA OCEARA'a Sumaca Felicidade pf Oito bracas de panno de rede de pes- if Uma morada de casa ten ea 110 passo do 1
Jos Rodrigoea l'iuheiio quei quise [Car, ile liu ue algodo, iic malha iniuda ; e |Caalilbano 11a Cidade de Uimda, com opai-
egar ( ou ir U* patssgemeutiidaose com >iu.is roiutas novas paia porla ; na 1 ua duei- moa de Urgura cora um grande quintal,
r> meslre ou com zliit0UI9 Jouqiiim uc I te U. o. que extrema pelos luudS o muro do Carino,
car Lin lencol de breunha de franca, desvies e iei^euibaraasd'ias ; na praciuha uo
duas varas e nicia de compiimunto c unas lLivramnlo U. i
de largura bordado do susto loda a roda c*r Um negro moco de bonita figura, opti-
com o noruado a iaigura de dous palmos e mu paia o servico ue campo vaqueiro, e bom
lodo guarnecido a roda de bico de palmo e]pera tratar ie Cdvallos pelos saber bein en-
melo ue largo novo em folha ; delioule da I ainar e OMMuar ; na ruado Vigario L), ja.
cadeia D. 5 110 segundo andar. aaV J -bu..do da buecia Ue coatade COS-
OT Um jogo de bancas e olio, ura ca- | tadiuho assoalbo lorio e para tunlos de
JLC I J a O
(J dicto G. A. iirandez a Brandis ,
ttivenco do Corretel Oliveira de um
sol lmenlo de ierragciis e niiudezus ,
.'ji-duo para iiquiuacao decenal con-
AaGULI;; aa { das Brigue Portuguez
Couceico de Mana de aoi tonel., Lap.
Jos Felppeda Costa eijuij). 17 carga
cera u.uc c esteiras ; a proprietaru 5
passsageiros o Kxm. e lira. Bispo libuidez
di India, a propnetaria do navio cora Sua
iamilia, 4 jiorluguezes, 1 brasileiro, e du-
as pelas libertas, lodos para 19 iiio de
Janeiro, e para esta provincia Antouio
iUuit-ira da uva com sua hiha.
No dia 39 nao eutraro era sahiro embar-
cacoens.
, IvCll NA i ?, DE M. k\ UE F. ie'4


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