Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04167


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Full Text

Anndr184(L SabiUiv
"Sudo age* depende de nos mesmos ; da nosa prudencia, moder-
is* r e euergia : continuemos cerno principiamos, e seremos aponUdoe
daniracSo entre as Fia cues mais cultas.
Proclamarlo da Assemblea Gertl do Brasil.'

Snbscreve-ee Pra es| folha a 3fooo por qu artel pago* adiantadotf
esta Typografia ra das Cruces D.3, e na Praca da' Independen-
a u. 07, e 38, onde se recebem correspondencias lesjalisadas e an-
uueios, insiriudo-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes
?iudo augnadoe.
PARTIDAS DOS GORRRIOS TERRESTRES;
2 i Ofi jJdVBMO.,
It-41
85J!
----------~a>
[Stg. e Sexta feria*;
Cidade da Parahiba c Villas de sua preterteo .'. .
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem ....
Dte da Fortalece e Villas dem...........
Cidade de Goianna..................
Cidado de Olinda.........?......,
Villa de S. Anto......................Quinlas feiras.
Dita de Garanhuns e Poyoacao do Bonito.........f0 e ,, de *\
Dita do Cabo, Serinliaem, Rio Formozo, e Porto Calvo. 1 '11 e 11 di
Cidade das Mnw e de Macei............I(Jeiu ',d
Villa de Pajau de flores..........,,.........jd du d .
Todos os Correoi partem ao meio dia. J
CAMBIOS. Novembro ao,
Londres......Si d. por 1,?qcd ccd.
Lisboa...... So a 83 por 0(0 premio por metal oiltrecii*'
Franra......3a5 rei* por franco.
Rio de Janeiro ao par. Consp. Venda!
DURO Moeda de 6jjT4oo rei, vclhas 14^900 i5;"ooo
> Di' ., novas /rb'oo i,h^oa
Ditas de 4fooo reis, BlOO 8#aoo
PKATA PaUcdes Brasileiro e 1JB49 tritio
Pezos Columnarios-----------tijo infrio
Ditos Mejicanos -------------i^'fiao i#o
Miu.la. ......-----------'> i?***
Descont de nilhetei da Alfadega 1 i\?> |wr loo ao mcz.
Jdem de letras l i\ a 1 ip por hoas urinas olfcrecido.
tfeeda de cobre 3 por 100 de bc.
das da SEMANA.
. Todos os diasj
. Quintas feiras.
a mee
ito dito
PHASCS DA LA O MEZ DEJ KOVP. 16 Segando S. Cnsalo de Lages- Audiencia de Juiz de OireFto de 7;
Quart. rese* a a as 10 h. e <3 m. da tard.
Lua Clteia a Q-as .h.ei m. rfiman.
Quart. ming. a :6- as 6 h. e 10 m. da tard.
Lua Nova a ?5-as 11 h. e 5? m. da man.
Mare ehela para o dia ai de Noembroi
As a boras 54 minutos da arda
As 3 llorase 18 minutos da tarde.
vara.
17 Terca S. Gregario Tau;natur.;i ff, Heladio e audiencia do Juiz de
Direito da 1. rara.
18 Quar'.a 8. Rom'o M. AuJ. do T. de D. da 3. vara.
19 Quinta S. Izal>? Rainlta F. Audiencia do Juiz de Direito de >W
vera.
20 Sexta S. Uctav'o M. Andionria do Jurz de Direito da 1. vara.
21 SabbadoS. Apresenlaco da N.Ueaco e Audiencia do Juiz de D.'
da 5. vara.
s2 Domingo S. Cecilia V. M.
ERUMBUCO
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente Officio Ao Inspector da Thesouraria de
Fasenda, transroillindo-lhea ordem do Tri-
l'unal do Thesouro publico Nacional sob n-
moro 97, recorumemlaiulo a restricta ob-
servancia da ordem de a3 de Maio deste an-
uo que prohibe o descontos de bilheles da
Alfadega.
Dito Ao mosrao para mandar salisfazer
aos Afenstes da Companliia dos paquetes de
*apor, a quantia de i^ol1 res pela passa-
gera de cinco pracas invalidas viudas da Pro-
vincia do Maranho no Vapor Vlaranhense.
Dito Aos Agentes da Coropanhia dos
Paquetes de Vapor, communicando-lhe a ex-
pediecoda oidem supra.
Portara Nomeandoo Capito Reforma-
do de primeira linha Manoul Soares de Sou-
7a para Instructor parcial do srgundo la-
olda" GU"da Kadnal d Wundp0 de 3oI
Dito Ao Coronel Chefe da Lepiao da
Guarda Nacional de Olinda, communicando-
lhe a nomeaco supra,
dem do dia 18.
Officio Ao Inspector da Thesouraria de
Fasenda, approvando a deiiberaco que to-
aou demandar despachar eentregar a or-
dem do Director do Arsenal de Guerra os ar-
tigos encommendados para Londres e che-
gados a esta Poviocia na liarca Ingleza He-
rona.
Dito Ao Inspector da Thosouraria das
Rendas ProvncUes, para faser abomr pelo
Core especial da Coropanhia de encajados ao
Comnaandanteda mesma Companhia a quan-
tia de 44,^700 rci*.
Dito Ao* Commandanle da Companhia! joserle^Cast
de Operarios engajados, commumcando-lhe
a expedico da oralem supra.
DitoAo Commandante Superior da
Guarda Nacional do Rente, para oidenar
que os Corjios da primeira e secunda Lep.i-
es da mesma Guarda Nacional, se postem
as 3 boras da terde do dia aa do corrente na
ra nova afim de acompanhaiem a Procisso
do Corpo de Dos.
OfficioAo Commandante das Armas,
communicando-lhe oconteudo no precedente
ftio, e ordenando-lhe que expeca as suas
ordens para que no dia 2a do corrente a
<; communicando-lhe a expediccao da ordem
supra.
Dito AoEngenheiro A. Hersting sig-
nificando-lhe, que convindo dessolver as du-
ndas que se tpm suscitado ntreos Paro-
clios das Freguesias dos Afogados e de Jabo-
ato acerca dos seus respectivos limites ; cum-
pre que a vista da I.ei Provincial numero 38
de que se Ihe remette uro cxemplar proceda
a demarcar os ditos limites de tira modo claro,
e dentro do roais breve espaco de tempo.
Dito A Cmara Municipal do Recite,
significando-lhe em resposta ao seo oTicio de
g do corrente que a Presidencia (ero. desig-
nado a Casa da Assemblea Legislativa Pro-
vincial, para reunio do Colle*io Eleitoral,
que tero de eleger os Dcputados Geraes e Pro-
v incites.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 19 do corrente.
Officio Ao Exm. Presidente com-
municanrlo-lhe. que no dia 16 se tinblo a-
presem&do n% Secretaria Militar dous Cibos,
desta Provincia regressa-
dos do Maranho por invlidos, os qnaes fo-
ro nesse mesmo dia mandados addir ao De-
posito ; e que suas guias hario sido recela-
das ; assira como a do soldado Anuncio Pe-
reira Cosa que se nao apresentou e igno-
ra-se qual fosse o seu destino.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. procuran-
do soIucdo do Officio do primeiro de Outu-
bro, qce aeompanhara urna requisico de 3o
lampees para o Forte Pao-Amarello, que a-
t agora nao lo i despachada.
Circular Aos Exm. Brigadeiros Jos Jo-
aquim Coelho Aleixo Joe de Oliveira, e
Antonio Rodrigues de Almeida Coronis
Jos Bernardo Salgueiro, Luiz Eller Jos
de Barros Falcio de Lcenla Joo Francis-
co de Cliaby ; Tenenles Coronis Mano;'!
Dito Ao Major Coaim-indante interino em desord^m ; foi sollo ;
doterceiro i'atalbo de Arheria dndo-ie
os esclarorimentos que pedir por officio de
4 do corrente acerca do ajuste de contas de
fardamento do Soldado Joio Francisco Ve-
rao.
DitoAo mesmo, procurando saber, se
os soldados invlidos viudos do Maranho ,
Jos Jernimo de Oliveira *> Miguel Ferei-
ra dos Anjos jnlgados pela junta de Saude
absolutamente incapazes do servico que-
riao demisso, ou se preferio ser reforma-
dos.
Dito Ao Major Commandante interino
do Esquadrio,disendo-lhe ero resposta ao scu
officio de aa do crrante que o Director in-
terino do Arsenal de Guerra tinha ordem pa-
ra salisfaser ao Quarlel Meslre a importan-
cia das i5 brides, que comprara.
Portara Ao mesmo. mandaudad'ordem
da Presidencia comrnunicatla em despacho da
hontem datado dar demiiso ao soldado
Francisco Rodrigues fiamos, por nao estar
as circunstancias de seivir no excrcito,
ANNUNCIO.
O Commandante das Armas convida aoi
Ofnciaes de Linba Reformados, e aos da ex-
tinta segunda linha, i acoropanharem a Pro-
cisso do Corpide Dos, no dia aa do tor-
rente devendo os mesmos Snrs. officiacs
coraparecerem na Igreja matriz de Santo An-
tonio pelas 4 horas da tarde.
c o pardo Manoel
Ferreira Crespo, para recruta de primeira
Lin I
1a ; (icn detento ote dar as suas provas :
pelo Sub-Prefeito da Freguszia do Recite
Manoel Lopes de Araujo, branca por spr
atravessador de gneros de primeira necessi-
dade cora atropello do povo ; oi reroellido
para a Cadcia : por um soldada do Corpo
Policial o prelo MiUto escravo de Joaautm
Rodrigues de Freitas pedido do seo Senhor,
por esta* fgido ; foi detento no Callabauco:
e pelo Sub-Preteito da Freguezia dos Alfo-
gados Franei*co de Souta Kego para recruta
de primeira Liaba : fas detento no Callabo;i-
co ; e o pardo Jos Dionizio ; por Ihe ser
apprehendida urna faca de ponta ; foi rtmet-
tido para a C-uleia.
E'o que constt das pirtcs boje recebida3
nes'a Secretaria.
TRIBUNAL DO JURY DO RGCIFB,
Sesso de iq de SovembrOa
Jury de Sentonca.
Denuncia do Ioutor Promotor, cintra o
r-rtncttt Itapo'.co Gabriel Pcd,, por crirr.3
de estelionato : foi condemnado eci\ selle me-
ses de prisio simples, sooUooo rch de tulta,
e na indemnisaco.
Diversas ReparttOes
ALFADEGA DAS FAZENDAS.
O Brigue
Sueco Frihetem vindo de
Slockbolm, entrado em 19 do corrente Ca-
piiao G. Brunckinan consignado a N. O,
ro, Manoel Jos Martins, Firmi-, Bieber & Corap.
no llercuhno de Moraes Ancora, Trajano j Manifostou O seguinte.
Cesar Burlamarque e Jos da Cunha Mo-j 1420 barras de terro, 397 dasias de taboas
reir, e Major Manoel do Nascimento da'depinho, laao pedras paca ladrilho, t cai-
k
Linlia, e para que a Foilalesa do Brura d u-
rr.a salva na occasiio em que a Procisso do
Corpo de Dos transitar pela ra de S. Fran-
cisco.
DitoAo Exm. Bispo Diocesano, com-
tnunicando-lhe a expedico das ordens su-
pras.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Ca-
to, ordenando-lhe em resposta ao seu officio
de 7 do corrente, que nomeie interinamente
quena substitua o Cidado Manoel do llego
Barros, no Cargo de Sub-Prefeito da Fre-
guesia do Cabo visto ter-se elle escuado de
continuar a servir este Eroprego.
Dito Ao Sub-Prefeito d*s Freguesias
de Olinda, para dar ao Engenheiro L, L
Wi.uthier urna pessoa capaz de o guiar as
pesquisas que elle tena de lser acerca do cur-
so do Uie Beberibe.
Dilo '- o Fngenbeiro L. L. Wautbier,
Costa .Vlonteiro, convidando-os a acoro pa-
nhar a Procisso de Corpus Christi no dia a a
do corrente devendo estarem presentes na
Igreja Matriz de Santo Antonio pelas 4 horas
da larde.
Dito Ao Inspector Geral das Obras pu-
blicas para que a bem do P. S. Ihe viesse
fallar na Secretaria Militar as 10 horas da
manlia do dia a 1 do corrente.
Dito Ao Tenente Coronel Commandan-
te do Deposito communicando-lhe que o des-
xas com papel, 5 vergontas.
Fora do manifest,
a antlienas, a berris coro alcalro, 3 pe-
dras para ladrillaos, 5 toneladas de pedra pa-
ra lastro, 1 commoda com roupa.
OBRAS PUBLICAS.
Eos observancia o oralens da Presidencia
da Provincia lena de ser arrematado separada-
mente o fornecimeiilo dos materiales de carp
na a de Pedreiro assim como os servicoi
tacamento da Comarca de Santo Anto des-' de serventes necessarios para a obra da renova-
de Outubro prximo passado, havia dimi-'cao do caes da entrada do Norte da ponte dos
nuido de 13 pra$as que se achavo em ser- Carvalbos.
vico no Grvala, as quaes foro despensa-j As pessoas a qnem taes contractos convie-
das. i rem sao convidadas a comparecer, devidas
Dito Ao mesmo mandando excluir do" mente habilitadas de fiadorps idneos, no-
Deposito, com guia para o Batalbio sexto de dias 1 a e 5 do prximo vindouro mez de
Caladores de Linha a que perlence o Cade- j Dezembro a dar os seus leos na Repra-
te Jos Xavier Pereira de Brilo que par- cao pas Obras Publicas, aonde se acba pa-
lia par a Provincia do Rio Grande do ; lentes as respectivas condicoes todos os dias
Sul. atis*
DitoAo Exm. Presidente da Provincial Inspecco das Obras] Publicas 13 de Na-
do Rio Grande do Sul remettendo-lhe a j venabro de 1840.
guia do segundo Cadele Jos Xavier Pereira
de Brilo, que lendo assentado praca com o
patritico iai de ajudar seus compaubeiros d!
armas a debellar a rebelda do Rio Grande,
seguia nesla occasia a incorporar-se ao Ba-
Koraes Ancora.
PREFEIT.RA.
Parte do dia ao de Novensbro.
Illm. e Exm. Sr. Forao hontem presos
taihao sexto de Cacadores de liuba a que ptr- pelo Sub-Prefeito desta Freguezia o porlu-
tenr# i guez Manoel Francisco dos Santos por estar
OCARAPUCEIRO NA CORTE.
DRVERES DOS CASADOS.'
Paraseconbeterem os de veres do hornero,
em qualquer eslado da vida basta examinar
a nilureza do mesmo estado, e o fiai a qu
este se dirige. O matrimonio he huro con-
tracto pelo qual o hom< o e a miiher auto-
risadss pela lei, se obrigao a viver jantos ,
afim de ler filhos de sua legitima unio de
os educar, de sedar reciproco soccorro as
precisCiese trabalhos da vida. Ojuando dous
individuos se associa nao o fajero senlo pa-
ra adquirir bum bem de que seriad privados
se vivessem separadamente : seus empenhos
sao iguaes pois nenbura pode obrigar a 011-
tro sera seobrigara si mesmo com igual vin-
culo. Toda a sociedade para ser estavel e
feliz; deve regular-se pelas leis da equidade,
e esta he a que repara a desigualdade que a
natureza ha pesto ntreos associados.
O hornero em ledaf as naces, empre oi
recoiihecido como chefe da sociedade coniu-
gal attribuindo-se-lbe loda a auloridode so-
bre a roulher. O supremo autor da naturaza
loi quem deo tal jurisdieco ao hornero ; pois i
prescindindo doqne uos'attesta os livros sa-
grados hasta observar que a supeiioridade
do bomem he fundada em a sua mesma natu-
reza. Em yerdade o homem he mais ro-
busto mais corajoso e mais industrioso dr
que a mullier e deve poi tanto ser seu sus-
tentculo seu protector e prescrever-lbe a *
subordinaco. A auloridade matrimonial nao-
se funda seao sobre as vantagens que o ea^
poso deve proporcionar aquella com quero es-V
ta ligada a sua sorle. Se leis injustas se u^>
sos pouco rasoaveis entre alguna povos teoi-
attnbuido a maridos hum poder illimiado so-
bre suas mu Hieres ou se lies mesmos o tetn
arrogado a moral c a tifio natural condem-
na esses usos essas leis e annuncia aoi
esposos que a auloridade conterida ao lioaiein
pela nainreza beiu longe. de oaulorisara
maltratar sua esposa c tezer dalla soa escrjva ,
pelo contrario q obriga a ama-la a detende-
la a preserva-la dos perigps a que por ven-
tura possa succurub- eo* .coqsequencia da s
fraquezdj


'*"-,-
n ? a r i o n p. r KRiV a m bico
.wt.*-'*",r-"i'-V!y>4i mu aHiainiiiii_~!',
A mes na na tti fezn ha pesia os limites do do, ao qual pelo contrario corre obriga -taresenca do propro mar'ub ( que he pira el-; Orto infeliz dasmtilheres matonees eimpu-.
tievt-res anexos sociedad conjugal: a pro-
tercio, a vigilancia, os trabaiios mais pe-
rosos para sustentar a mulber e a familia sao
sem (uvida deveres do ir;:!ido. Km troco, a
rr.uiher be obffgada a ter para coro o marido
huma terna amizade huma justa condescen-
dencia toda a solicitud-: cap/, de estrellar ca-
da vez mais a sua unio. A le natural pois
impe aos esposos deveres recprocos, sema
observancia dos quaes lornar-s-hia duroe
losupporlavel d v-.iy que. formara para sua mu-
tua eiieidaco,
Alm disto cumpre re!-. tir que nSo basta
eo '
be
de
co de conter a *spo-,-i com o proprio exem-
plo com sua auloridade e vigilancia. Seo
marido nao (ora de lio
raa* manhas fe se
lentes. S a virtnde d dircitos impresenp
ti veis ; estima de outrern c tal podero e au-
lorirlade quenada podo destruir. O reino
da virlude dura por loda a vida o lempo da
l).!lf/a lie curio; poim os bons Custumea ea
aa bum mero criado grava ) cok taa*a alacri-
dade e desf'as'io .como se referase o numero
de seus vestidos, de anas joia* > ele ele
nio tornara odioso por seos vicios e grossarias, Em toes pessoas tudo he estudado todo Bn -
rarissimamente huma esposa honesta e bem gida e contraeilo. As palavras sao medidas
educada chegarja aexcessos que a devsm ro-j pesadas nao se consent; expressio que nao rectdo do coraco forroo huma bel ezi >eirt-
brir de oppiobro por isso, l>e.m como a seja superfinamente honesta ; mas, iras ae- pre vivaz e nova qne f.xa a ternura e o amor
publica opraiio faz o pai respqusavei pelas de-1 ces no procedimeeto particular, toda a de bum esposo sensato, e em loda h dade
surdena dos 61 los, assim a mesma opinio soltura possivl
Multo rereio que esso progresso da gente
fashipnablede Pariz, queesse apuro decivi-
i uva i se transmita nossa corto porque ,
torna responsavei o mu ido des delicies de sin
muiher.
O cerlo be qua a infidelidade conjugal lie
capta a adiniraca e respe i tos da sociedade
Mo grado porm as opinies abragadas por
gente que se diz civlisada mas cuentona
seno corrompida n moral nunca censar de
possaO % ir a ser bons cidados, eoope
do bem a familia e sustentculo da
d seus progenitores. Daqui a ncressidade que
tem o marido de sua companbeira para
jirfibos na infancia, para amemeila-los,
tido em objecto, qnando multo de g rae i sos Ira ros; e desenganem-se as bellas Flu-
iras a bum delicio que deslfe a fe- mnenses, queeertas liberdades que esses j-
licidade domestica a concordia, aeslin lanicios, essa coquelere de Pariz, e que
a reciproca ternura entre os conso tes Ain- nffo falla quem os desteje Iransplantar para e ,
!.i sup onda que estes meemos se ajustaras e i se encontrio na ;entd corrompida erabo-
pensa-lo* faxer-lbes os carinbosoa criamen- se nio estorvarem mutuamente em seus des- ra se diga ou seja roa I mente da, primira sanijdade do vinculo que liga os esposos. O
tosden.i, e plantar em seus tenros coraces regramei.tos sempre seria verdado que ajordem. O justo e o honesto sao ..immuta veis, marido que tyrannisa sua mulber lie bum
a semenles de ternura de gratido e respei-
jiie petante o publico se no pejera deste a
mor, que os for estunaveis aos oios das pes*
soas sensatas, cujaopimio be cei lamente prr-
ferivel da turba de liberiinot que nenhu-
ma idea ein nem da importancia-, nem da
10 para com os autores de ua existencia e
rerto nao poderia obter laes vantagens, se ;
xztzneira dos brutos em tal nao penstiSsc que
cm satisfazer a nclinago ti i natureza.
A al'moYal be absolutamente entrara n
easas mximas lubricas e eminentemente de-
les!a\eis, que pretenden! justificar a infideli-
dade*conjugal ou ao menos atenuar-lheo
horror. Se laes princlpii s i accordo
com oscostumes depravados de is a-
pees, sao, nao obstante, evidentemente re-
pr-ovados pela a.esma nacureza do matrimonio,
cuja felicidade dependo da amizade do amor
ta estima reciproca dos espesos.
De quaiquer parte pois que secoasroetlea
infidelidade no matrimonio, ella he i,
mente condeitmavel e horrivel. I'ois, por-
que o marido be tais forle edquire o direito
de ser injusto para cora aquella a quera ba
promettido exclusivamente o sen amor e to-
dos os seus disveles ? ie aos olbos do publico
tica deshonrada a mu'.her quando viola as rc-
gras do pudor porque ha de o marido culpa-
do do teesmo delicio Irazer o tpele levantado,
e, por vuura, blasonar de sua infidelida-
confianca e amizade nao podem deixarde ser] O amor entre os dous sexos he huma pai-1 infame, le bumbarbaro, cuj ferocidade
iii!ciran:cntc estranha a esposos capa/es de j x^o natural, excitada pelo temperamento eldevAra aer punida pelas le*.
abracar semelhante eousa. Fra disto, porJ nutrida pela imaginacao. A belleza do corpo A mulber que, por meioda infidelidade,
ventura, o mo procedimiento do pai c la! de ordinario despena repentinamente esta pai- se viiija das ultrajes e infidelidades de seis
mii nao influe de bum modo deplorarel nosjxo, e a fi ura da mulber be por via de re- esposo he segurameate menos culpada (Jo que
coslumes doafilhos ? Sei i depaislgra, a primira qualidade que determina taes
viciosos, qua como s invejas se detestad e se esco! has Nao ha duvida que o botnem que
baratead os maiores insultos, nao \ re pretende tomar mulber nao deve olbar cun
aique priaieiro Ihe desafia as ras eociurce
co;n bum proeedimente desregrado Todafia ,
pecca gravissimamente contra as regras di rao-
ceber seno huma cao deleitada h i indiderenca para os dotes docorpo. O sujei- ral e contra os seus proprios inleresses, por-
educayfo imperfeita,< bem rapaz de'os ineli- loque, i ipelo srdido inleresse se liga a 1ue n^ l'az mata do que augmentar as di'scor-
! r toda a vida, Eque cidad mJ .; Iima mulliei que elle con hece s*r hum dra-j das domesticas e prtvar-se lrc diito da
g5o esses que caso com loda e qualqueres-lWJnsideraco e respeito do publico', oqua|f
deserpente, de mono de alimaa I nao obstante a geral corrup^o dos costones ,
com lano que seja bem herdada ohro m- aempfe quer ecomrazfio, que a virtudes
prudentemente parque basta o habito de ver, pudicicia da mulber se guardem constantes no
era
dar ao estado esposos que vivem em disi
e que <6 esto em harmona a respeic* de S9US
desregramentos recprocos ?
Em geral, todo o humera be mais ou me-
nos cioso, querendo possuir sem diviso essas loria para os atediar e nunca saborea- meio de todas as provas. A forra e grand
aqudlo que Ihe pertence. Os espoi i, porj rem asdocurasdo hymeneo ; e ate* porgue a r- d'alnaa lio qualidadea tao necessarias que
tanto, que consentem era suas n^Jelidades risco-se a ficar mal assombrados, ou cou-1 desejimos enronlra-las a i oda no sexo mais
reciprocas, claramente annuncia que nellesj verterem-se em lubishomeus. Iraco ; ecemquanto primira vista psrert'
j nio ha a menor sentelha de afieico a V.m, a experiencia nos demonstre que o injusto este ser/ti m en lo todava be mudo
(ao necessaria ao seu estado eque huma hor-1 amor be huma paixo pouco duradoura que Ju,to e bem fundado porque be rauitode
rivel antipatbia ha delido em leus coraces os presto se desvanece com a posse diulurua do suppr que huma sen hora bem educada deva
sentiaientosde amor e de ternura, Esta in- i>nje d i Hertica eslemutu desprezo tem de es-
teiuler-se aos fiihos em os quaes muitodeve
de temer o marido o nao ver srnao os frucios
," m-----------------------------------------------" *-^ .,...-.. kj i.x.i.iw ^j itm* fti fll.u UJ ii*v>^.i t, .,*, tf'it ^rii. iiicm< uill" i!, V i...w.i u .in..) ..-- -v...wv. uu4ili *r.c IUL U IliUlIJCI Lile
de ? \ue le extravagante poder jamis dar I da infidelidade de sua mulber. F. era ver- formosa senbora era pouco lempo toma-se Ga a transpr essa barreira commumente si
ao marido a hberdade de commelter impune-j dade orno ba de lber alisar os disvelos e! huma mulber commura aos olbos do marido ci nao ha ver outra capas de a conter assin
soenle lojustigas que eie quer sejaO severa-, icrnura Ji-rrMS cura entes nue suppoem | que a principio a adorava ; e os Ueii.u.ii.ca nos devaraa da pudUtieia romo em ludo u
mpnl. nimiri,.---------------------..: i .......- .- _. .... ,, ,, _:_... ..,.1 ... .
que o? que desejo casar busfuem antes de dor no qual desde a Infancia Ihe insinro,
tu lo os dotes do espirito. A belleza he como I conaistie a sua honra e scu principa! mrito,
a flor qiieera brete mureba e acaba ; a maisj ^", *erdade huma vez que a mulber ebe-
se
mi
lo 1 lie pertcncem ?
Debaixo de qualquer aspetto que so encare
a coquelere ,de huma muthei, nao pode ser
ulpada quanto mais applaudida pila boa
moral. Ella demonstra na mulber huma ri-
dicula vaidde e I um desejo de excitar tos ho-
mens s mais fogosas paixoes. Daqui, o
.i.i;o proloquio: A mulber muito louc dar-
se quer ; vida vi : demonstra buma voulade
permanente de perturbar a paz deoulrem ,
nnla niiiuW m*% -.-
. i...............^ ..rem Tur sua
mulber? /.'-o a fraqueza desla djfd a seu
lyranno o dirrilo exclusivo de roubar- Ibe o
edracao e de violar a ( que Ibe b jurado?
Ninguem crtdlar em tai extravagancia ,
antes fcil iota demonstrar que as infidelida-
des 110 hornera sao mais i;: \ mulber j.eis que ne.'Ie se deve suppor na
forca mais rasao e maior prudencia, o Ma-
ridos ha diz Plutarco.., tao injustos nue ao
passo iue exigen) de suas molheres barra
escruputesa fidelidade io es primeiros que
a violc a cai-a momento; semelbautes i a-
quelles generaes que fugindo cobardemente
diaule do in migo queiem lodavia que o
seus soldados naoarredem pe e se conseivem
iirr.es
liorna doloresa experiencia tem sobejamen-
te rrcslrado que as fraquezas das mutheres
devem de ordinaiio atlribuir-se so injusto
proceder dos maridos ;i sua fraseara sua
vida desregradt, nao menos que s suas ms
Btaneiras. Emverdade,, extraordinaria for-
ja e rara magnanimidade caba que lenha hu-
aaan.ulber, para ter sempre sorda aos dis-
cursos e labiosas insnuaces de seductores que
\e Ibe mosiiao tanto mais submiasos respei-
\osos e coro placen les quanlo a misera se \
BaU despiezada e maltratada Mum tyranno nao tede calivar o corago de
buma mulber ; e, quando o marido leva a
outrasMcaricias, asdogurns, oalpdo que
deve a sua mulber nao parece que Ibe in-
sina a que si;a o seu exempio ? Huma ir.ite
senbora, acabiuidiada de cor.lir.uos descos-
tes banhada mu tas vezes em lagrimas per
causa da infidelidade e desprezus de s< u ma-
lido ha teister extraordinaria viitude para
se nao deslizar dos proprios dc%eres e lazer
retraen conslanlemenle das seduccSes daquel-
Jes que pncurao assenliorear-se de seu cora-
cao. E anda liivei senhura tao injusta out
di{;a que o Carajmceiro trata de deprimir e ; nbora s eutitlida em d
as.sacar baldas ao bello sexo ?
Vemos, em qoasi lodos es paizes, que a
opinio publica aprime nos maridos buma
eatecie Oe vergonha e de ridiculo pelas nfide-
li']* prin eir vista ti.l inedo de peosar paicc, in-
justo e omitas vezes o seja todava, pode
lr lundamento raxcave*^ por quanto os des-
da
rri-i ou pel nenos ee que por nehum tila-" Ttem que a betlesa be semelhante aos cheiros,
Hija forca pouco dura e quera a ellos se a-
veza j os nio senie. Scrates lle chamava
f* lyritinia de poneos asmes. "
Os .matrimonios que nao liverao ontros mo-
ves spoSo a belleza e bum ara r ceg, de <"-
dnario rem .'inra xito infeliz porque
acendendo nos coraces fogos erimint sos ella coraco as gracas do espirito a doeura do
annuncia finalmente, I urna ieviandade temperamento easensibilidade sao disposi-
huma corrupeo era materia de summa in-! cues mai; sol lase permanentes, deque nun-
porlancia queda nao s ao marido, senio case dsaboreio' os esposos: pelo que taes do-
ao publico iodo o motivo de formar asmis in-' les devem preferir-se formosura lio epbe-
fatres suspeilftS. A mulber loureira, que mera esiiquezas, que nio podem nego-
arroa ao f,a!anleio de lodo o mundo anda ciar verdadeira elicidade aos consortes.
suppondo-a decoraeio puro lera de certooi '" He cousa mu rata ( diz Jureutd ) a
ospirito gasto e corrompido* A senbora sen- belleza e o pudor devido junios no mes rao
sata e honesta s se apraz do agradar a seu obj oto." As perfeices da figura que por
marido ella sdesejaconservar a plena poa natural effeilodesiumbro e s,i'> prendem aos
se do coraco de scu espeso alimentando pa i que as considerao lolbem militas vezes a hu-
ra com elle aqnclles sentimenlos de eslima .] ma senbora de adquirir e cultivar as disposi-
de fidelidade e reciproca confianza, sem os i res mais necessarias felicidade conjugal,
(uaes t.o pode haver entre os m sn eapo-] Huma menina formosa logo atina com a iorca
sos huma unio deconcoidia e de paz dura- qut os us en exercem sbreos amado-
doura. Este pcnsamenlo a torna v } e cuino :.r
D'aqui nio cenclua algucra que en queira siado de si mesma de fado nio
reduzir a monjas as senboras casadas < que cura da felicidade de uii- ninguem, Ella a-
se segreguem inteiramente do mundo. JSio.lma a si mesma com preferencia a qualquer
nao 3011 to rgido ne.c lio intolerante. Ceu- outroobjeito ; querexerctar sbreos r:
cedo de boto grado s casadas o ataviar-sel *eu i
mais que pe-lencera as virtudes moraes ecivis.
Dera raro he certamente quo a mulber
que renunciou as leis da honeatidade e do pu-
dor conserve ao mesmo passo as mais virtudes
sociaes : por isso vemos que tues mulberes ,
destituidas de sinceridode adquirem o babi-
lo da mentira da traicio e da falsdade o
rs paixdes violentas duro pouco, especial I s se oceupio em urdir engaos nio baven-
m en Ib quando os esposos aellas se entregio do consa menos segura do que o commerco de
cegamente e sio logo seguidas deenojo e de huma coquele cuja vida consis'e era buma
is'.o. Pelo contrario as qualidades do impostura continua. Toda a conducta que ha
msler oecuhar-so pede huma vigilancia ,
buma at.ii.ne.) eassiduos divelos para sub
irahir-se a censura de outrem. Assim,a mu-
lber tjue se ntrega liberlin igem u : es-
t obrigada a bigodear aquel les de quera rece-
be homenagens geoj que, tomo he cor-
rompida iieoceie a eorrupcaodos miii.
A todas estas terriveis disposicdes a>cres-
esm as extravagancias a que de continuse v
ari aslrada a mulber que se deo vida de Ion
reir. Toda ooccupcfo til Ibe parece odi-
osa a 'asa se Ihe torna insupporiavel ; nio
quer senio bailes soires tbeatros esiec-
laculos precisa em summa de una dissipa-
pao perpetua para mitigar os pungentes acu-
le" da eonsciencia j em quinto esta nao Cale-
jaje dislrahr-se dos desprasere domesticse
Su is loucas espesas multipliclo-se ; delaxa-
sa inteirumente dos fiihos equvocos que d
a seu nurilo; eos riobre^inios rara ment
goso das caricias e temas colicitud js dehu-
mperio, quer aer cortejada e adorada, rna mi dhsipada (; alias por seu, vicios
honestamente, segundo as suas posses o j esta sua balda bem de pressa encentra indi- sera imcapaz -de ibes dar a deviJa.educaco.
gozar de cerlos divertimentos lcitos etc. etc. v id uosimmoraese corrompidos, que, cons- Uotn effeito logo que o> esposos vivera
Mas o que quer dizer buma re de familia j piraudo contra o seu coraco a tina! deslru- desunidos por carcter ou em consequetici*
quesciida era adornar-se e espiaicar-se ,| **m nelle toda a .sement de honesiidade e de de suas infidelidades uo podem dar elu-
cunsultando todos os das os figurines fingidos pudor. He bem raro que buma enhora de cacioda prole aquelle acardo e leliz barmo-
e reaes que nos vera de ParLt ;' liorna senbora extraordinaria belleza se nio considere dispen-
sada demostrar a seu marido toda a afieicio
que ibe deve e que eniprejue para cora elle
casada que nao perde baile no perde soite,
nao perde theairo? Os -os a cborarera a
asa revelia ludo em desorden e a se >. disvelds e altences que le prescreve
eiu atlrabir os sen esiudu.
oios dos amanteticos .' i esta especie do predominio, que lan
Entrelattto ougo dizer qy ba muito dis-: lu sonjeia a vaidade das senboras ordiuari-
90 na grande e sumptuosa ctte chamada Pa-j BiutiiUi um p r paradeiro o desprezo total da-
ra ; que ..l.i gente do grande lom segurquelhss mesmos por quera fizero os maiores
outros principios de moral, que nao h do j sacrificios j e inda mais deploravel.se torna a
Evangetbo ; que-arli, no sentido de taes pes-1 saa sotte, quando, lanada a sua belleza j
J intrigas amatorias al propria uo podem encontrar adoradores na saciedado
tde conjugal, reputao-se cousai* eu i Eulio abandonadasde seus amantes entre-
na deasentimenIo e de preceitos indspensa
veis para que possio ser uteis. Se hura dos
progenitores be virtuoso as itpruJeo
cas, o mo humor e us pessimos fcxennhs
do outro ven a mutilisir as suas licSes.
Estas consequeucias iufelizes djs ma-
trimonios derivo multas vezes da impruden-
cia e Ieviandade com que muilas vezes se con-
trahem. Ernas grandes cidades, on Jo im-
pera o luxo e nao meos prejuios raras
reces o puro amor regula os casamento*, lio u
inleresse srdido a vaidadedo nascimento
iaisas idjs ii<; conveniencia sao la I vez OS Ulll-
gostos e mt df huaes da muilier sao qu lien otes, ou toun .'a.muitos passatem- e0"** ahuma negra melancola naesio cosobiectos queseconsulUo Os taleutos, o
sempre hiie a ronsequencia dodeleixo, dus,| lade ; que uumadesaa Ues casa- seus argos das no esquecimenla e des-!costumes a conlermidade de genioe leca-
dcsHg lam-mu do noj nUM vicios do man- ua Huta > >lu3 luialS j mmmara-os ..;. I pjtzo de loOas as almas honestas. Tal he a l tacler a boa educacao a do. ora d lcrop-:
S

ILE6IVEL


b a i f o r> s peim n c 3 _^___
Vamrnto o bom sr-nso eiilro no calculo fistilioso, pal haver mainr unji di quoo- t?y O Snr. Francisco Antonio Pereira de I e Carmo, par onde lem de inmolar a Prem.
wLM>^w^KHg.gijataiaag^niiB^lMiii1lilllll r-rj
*rz<'5 huma menina penas tirada do col-I mostras de multo espirito, sem se recor Ja- tonar cora de mm venda p>r batanea ou sio transite li*;e de:enfems.its. Reeil'j
lego, sem experiencia alguma do mondo,Treno d trivial proverbio, que di/. : -O va-'pare algn armazera, oqual d couheciiten-%i8 deoverahrode i8o.
n verdadeiraraente sera juito lio loo entre- so qnanrovasio, fax mais rumor que cheio to da soa conduta; dirija-se a ruadoRna- R |M .. iin--|4
gue a bam esposa que por ventura nunca vio, Quan tas sentaras, alias formosas, ven a. rio etreita N. ->?. Houotio Joio uarata ae Aimoiua.
e de quem multas veaes seus proprios pas nao lomar-se insuportaveis pela sus garrutilada t&- Troca-se ll:n O-atorio proprio para se
sabem senao o nome e qtianin p.issue. Mui habitual metem-so em todas as conversa- diter Missa com as saus competentes Iraa-
dificil ser que lenho taes easainentos eon-
sequencias fe liaes porque, esposos queas-
bim se acbio ligados sem previamente se co-
hhecerem, de ordinario despreso-se logo q'so
n-onhecem e no c*bo ven udur-se e fugir-se
reciprocamente,
A estas razSes j;i miis que muito stifici-
entes par. nfelirttar taes casamentas, aceres-
ce a idade mui ovenil, a experiencia e pon- I ra a nossa instruccao e divertimentos. 8u-
gdes, porfio, teimo opiuj sobre tuda ;,'ns por preco coramrlo a tratar na raa
e quer em ser tilias em forj de sabichonas ;i Velhada Boa-vista D. .
ma* ordinariamente lorno-se preciosas ri-
diculas.
Seo objecto da conversa (So he instruir e
deleitar, pode fallar aquella que sabe lera de
KSy Na ruad penba no fund do Lrra-
raento no 3. a sobrado 3. andar ha urna
Snra. que se propoem a tomar chancas cotn
ama para se criar com leite, tambem rece-
sa reflexa daquelles que ordinariamente con-
irahero. Huma legistacoo sabia devora por
obstculo a esses matrimonios precoces; im-
eitos ha que deixao que outrem cante a sua
liistoria pro luzasua renexa, etc., por
pie a cada passo o iuterrompem, a cada pas-
pedindo que se uniesen) feJelbos que ainda se Ihecorloo fio do discurso com assumploi
uo esio bem formados neni noeorpo, ne.u estranhos, de maneira que parece qnesel-
De taes liga^5?s inennsidera-
no espirito
das ou dictadas smente por hum vil iute-
resse, nao se devera esperar seno desorden ,
imprudencias | devaneinse huma descenden-
cia sem vigor. Mas, que blasfemia profer
no conceito da mor parle dos senhores ? Des-
ta f;ia incorrro no geral desagrado do bello
ronseguir esses fin* \ mas compre naoesque-: be-seas que nao livere-n ama pira se acabar
cer que os atis tambem poden contribuir p- de criarera com lodo mi no e amor,
csr Os Administradores ; casi do falfecido
Joaquina Antonio Ferreira de Vascoucellos ,
convidan os Snr*. credores da mesma casi
a'armavem no ( Escrip'.orio d'Administra; i
ra da Cruz n. 16 ) o convenio feilo em
do rorrente afim de evitar futuras duvi lis.
Jo
V9" Alu.'a-sc segunda andar Jla quinta
casa do lado direitoda ra do Apilo ni par-
to das cannas com suficientes commodos pa-
ra familia), muiti arelada, e com coiiulit
fura ; a tratar no terceito andar da mesmaa
sajr Quem liver pua alugar um pianno
para por elle se aprender annunrie,
i"i~ Troca-se uma morada (!: cas !er>-et
sita na ru > d< lortas desta C;.i le por o.i-
tra mais pequea ; quem quiser dirij-se a
ra de S. Tnen*aa i), -x {.
v&~ Precisa-se de um homem forro, e que
lej i bom cotinbeira e queeoteuda do massi
pera bordo da Barca Flor do Tejo ; quem e-
tiver tiestas circunstancias annuncie*
KZT- O .Secretario da ordem terceira do Car-
mo em nome da Mesa Resedoura avisa a
tolo o irmj.u pan compare-rrem Dominga)
te das conversicies he que lar to frequentes
a maledicencia e a calumnia poia quem nao
sexo. Diser que nao con vera casen as sen ho-I sabe fallar dascouzas fcilmente desee a tal
ras em idade mui ovenil, que absurdo que llar das pessoas
erro, (jie imperdoavel heresia I ljje eral Agrande arte de fallar consiste era saber
onosso.Braril, ( taive em consequeucia doIdiseroqu se quer seraol'ender, sem de-
progresso daslu-aes) a menina* mo mente Ipjimir o prximo ; emdiscorer smente sobre
das cidades, apenas sent os primeiros asso- uquilio quese sabe, em enlreter os mais com nln a bondade mandar entregar no Escriplo I outro portio grande cocheira, casa para
mosda nobilidada, j;i comeca a espinicar-sa asaumploa que honestamente os delnitem ou do Snr. Vlanoel oaquim Ramos e Silva as pretea, eeesinba; pojo d'a *fui de ba-
com estado; tomacerlo ar de desdim o inleressem. Esta arte que todos crem pos- encouimendas que que trouxe do Para con- ber-se, e tanque para banhoj na ra do muro
ja se julga suicieuteraente casadeira ; o, se suir be todava mui rara. As companhias I forme a recommendacao q* se Ibe fes naquella da renha sobrado I>. 18 das (i as 8 horas
nao tasa para logo, nao por (alta de bous de- abundao de pessoasl que!, >"/.ir de toma- ^i bule. da manha e das J di tarde em diante*
les sao dotados do dora da palavra. Nao po- ; Bita Mana d Gonceipo, B. Lasserre.
de haver mais solemne malcria^ao, A re- te Jernimo Monteiro,
gra pomo heescutar e callar toda a re! c*" O abm i assignado ro;;a ao 5nr, T. M. \ do corrente as duis horia di tarda na su
que seno tem couxa aluma a transmitir que | S. oobesequio de vir tirar o penhor que den Igreja para acona pin harem a IVooissi da
seja til ou igradarel. Ovasiodanior pr- porseguranca daquantia aiUJio i parle d*l- Coi pide l)e>s,
jueis de casa e execussoeita a'\1. di l* par |sf" Arrenda-so un sitio pevueno muito
vi. de ditos allugueis e nao sendo tirulo di- peno por ser logo ao sabir d i Soledade par
lo penhor no praso d 8 ilias contados d d!- o Vlanguinbo com nao poucoi arvoredos do
t,-> desle ser publicad) osen nome por es- fructo, etios proprios, com grande, e de-
tenso. Vicente Ferreira Vlarinho, cenle casa de sobrado toda en vi j recada, cjt\-
SSjr> O Snr. Joxe Eliasde VIendonca, che- lendo quatorae quartos, um algrete ni fren-
jado ltimamente no vapor Vlaranhense ; te- te com dois portes de ferro enofundci
i

ejos he muitas veces porque nao jibe appa- rara certo arde importancia, enojo pela sua
roo quem con quauto nos biiles e partidas fofa va idade que o in I u apirolir em tu-
2'r O Snr. que ha tarde do da 13 do cor c^" Aiuga-se para se pasear a fes la une*
rente iillugou na estalaje de M.moel do as- caz no lugar do Laldeireiro a liante da Po-
n5o I j liem preceptores que Ibegabem os en-do, nao tendo pleno conhecimeuto decoua cimento Per eir Dutra em Olinda um ca- co daPanelia com quatro guarios, duaa
rantes, e Ihe digo que merecequanto antes alguma e hum destesjulgi queaquiltoque vallo arriado para t:ir ao r*>cifoe na mesma aellas: cozinha fra e quintal sofrivel; n
hum bom esposo. enche oseu acanhado cerebro deveser desu- larde voltar baja de vir entregar pois fasevn Forte do Mattos a fallar com Antonio Joaquina
Mas, ten ho paciencia as senhoras pois ma importancia para todo o mundo. B diasque nao be aparecido cujocavallo ru- de Oveira Baduem des nove horas da ma-
LOTERIA D.V BOA-VISTA,
co cardo com algumas pintas de pedrs na 0B* c'npo da tarde.
cabrea com ferro. a^S* Nodiaai do corrente fpelo Juio do
t~V A pesssoa que annunciou no Diartode Givel da segunda Vara se hade arrematar
sexta feira -jo do corrente querer iliei- da e0B. PraS* publica a quena mais dar, um mo-
nao (evo lisonjea-las a ponto de Ibes encobi ir
a verdade e huma verdade que he toda pare
seu bem Ess-s casamenlos premulnros ar-
raslo deordiuaro tns'.es eoncequencias Hu-
ta
rn
d
|:U C y tKJn ui.-lU IIVTIU UHIUO Kua*U uv UU'MU I
fortuna tal que possa chegar para a edurayo I *[>"'** ^rra0 nprelerive.meule no da uo ^y. Qwm qllser a > p,ra f ., j jvy Qualquer mulber j de idade ou mes -
ananio de huma prole numerosa; por isso, ao ."ou w mex '' ^ov-mbro ; para o que f,,l, nma casa grande sita na roa do Vfathi- 0 ,noea 1U* i i i /. : couviuao eos amantes das Loteras b nao de o \i- i
nieudo pue iieiihuma seuhora ntrenos, .. '" """ *"" aJw,' as ferreira era Olinda : na mesini casa l).
e
enieudo pue
tleve esposar-se antes dos vinte anuos eo
hornera depois dos vinte cinco, Mas se con
sto tenho de incorrer no enathema das mi-
iibas esiimaxeii patricias os senhoras Flu-
minense! o dito por nao dito casem quan.lo
comprarem os bilbetes qu s achia a vtadu
nos lugares do costume.
1HEATR0
Domingo aa do corrente beneficio da J>-
e como poderem e quiserem que o Carapu- ; ven Julia. Se representar a linda peca no-
pequena famili para servir de companhia ,
lii
reiro de certo Ibes nao sahir aos impedimen-
tos* Muitas mais rcQexes me jecorrem so-
breo capitulo ds casados; porm', Rcarq
para ou ti a occasiao, pois ni
na pecha de uiacista*.
ao que ach ir rom quem tratar. dando-ae o sustento a vestuan i irija-se
%ST Alluga-se o 2. andar da casa na ru travessa tU> Rosario para o (uetaaifo no pri-
moeda ; de | andares com bous cmodos os meiro audaf do sobrado aon le mora o Sr#
prelendentes dirijo-se a ra do Vigario 'Serafira.
j). i t7* Na ru dasTrincheiras D. j. pri-
*r JozeHigino de Miranda reepeitosi- meiro andar, la va-iee engoma -se com mui-
id desejo incorrer
va intitulada A MUCIUADS E 1EN- te roga a hxlts ai amberiJadea policiata lo asseio e perl'eic.io roupa tanto de homem ,
B1L)E 5.
Henrique 5. um dos mais poderosos e
e^ta praei e lora delta que l'n'oio todo o
cuidado sobre um seu escravo de nome Mano-
mancebo ; elle se encentra va muitas vezes
ptlas 1 diern.s, entre a-. Chuamas da plebe,
bebendo e paluscaudo com os mais extrava-
gantes deboxados; ello nao duvidava por res-
peilo de ajualqurr moca pie llie agradace ,
Todo nos demonstra a importancia ee ne-!efor-aeao3aiorea riscos, tbe quese vio
rttaidade en que estamos de por freie a nosa ; (oreado na faberua do ex Capillo Covpe a
VAR1EADE,
O Commcdimenlo no fallar.
temidos Monarcbas de Inglaterra foi na sua al de naci cassange idade 17 anuos ( esta-
mocidade o mais extravagante e dissoluto I tura mais que regular cara lisa cabe;:a e
rosto piqueuo muito pouca barba deutes
lingoa pois temos de viver eiu litara mundo
a*sa* abundante de calaceiroi, de curiosos
e maligno! Mee a pesar de lo manifesta ne-
re?sidade mui cresdo he o iiumero dos I do de ver um pehnor de tanta valia na mi
deixaroseu rico relogio em penhor do muito
vinbo que era uma noite tinbo bebido os se-
us consocios paluscosj o dono da cas admira- se vender a dita armacao por pieco muito ra-
lle um pobre Marinheiro ( pois era o traje em
que o Principe hi.t para as patuscadas ) o lez
prender em uma casa para bir dar parte
policia ; oa* nease eolrevallo o Principe
palieiros, e ftvledoree indiscretos e nesta
paite (ptrdoe-me o devoto sexo) levo-nos as
senhoras is lampee, porque a que d para
grrula pode-se diser que padece huma he-
morrogia depalattas. Ele deleito, muiuslsaltou (, com grande risco) pela janella e
veses terrivel em suas ceosequencias nemjcotreo |ara o Palacio ; chegou a tropa, e
authoridade competente^e coubecendo-se <|ue
o relogio era da casa ite.il o le'arao a Palacio,
seoapre proceile de ai;'tu corayao, posto que
em muitos csaos produza elleitos to crois
como a propria peivtisidude produz. tile para o entregar julgando-se que estara furta-
baice mullas vetes de eslouvamento, de le- uo esta ten ivetliceo que sotfreo o .Principe,
viaodade ede huma tola va idade que nos foi o meiode o chamar seus deveres ; elle
corno de mulber e la ..be j livao-se e engo-
ma-se com toda a pericia Galeas de ganga ,
dando se-lhes cor.
A curador dos herdeiros do l^lecido olanoel Jo
ipu.n dos Santos da Cidade de Lisboa ; a-
viza a quem quizer comprar quatro cazas ter-
reas na ra do Mundo Novo I). 35 3j .
33 3 aa do correle aporta dii Sr. I)r. Juitdd
Civel da primeira \/d.i na rua da Aurora
as 4 horas da tarde.
Precise-se de uma ama parda ou pre
ta e de meia idade para cuna para servir
soavel 5 a (juera convier dirija-w a rua da I e urna casa de pequea familia, sujeitan-
eadeia ai masera de chaptos, L), 14 t ou do-se a faaer alguma* compras: a que quizer ,
annuncie*
-----Tendo-se emprestado ha lempos m
( ompromisso da Irmandade do Sr. S. Bona
limados lera a perna direila meia torta e
mais roca que a outra pez a pal helados, he
serrador e canoeiro ; levou vestido camisa de
riscadoazul calcas de outro riscado mais cla-
ro, e outra de llgodam da Ierra por baixo l
o ha toda probalidade em como foi furtado.
tsr" Traapassasse uma loj.a rom armacio
envridacada na iraressa do Rosario ou mes-
na rua do Vigario, 35.
S3f* Precisase de nma pessoa capaz que
saia a vender com urna preta do meio dia
para a larde ; a quem lhe convier dirija-se a
rua das Trinxeires, n.2i.
t^r Precisa-se allugar uma casa terrea
que ten ha solio quintal cacimba ecom-
modo para grande familia sendo no Bairro
Jezusdas Portas, para por elle so fazer outro
de outra Gonfraria ; eno tendo easa pessea,
que o pedio, eslituilo (talvez por esiueci-
mentoj : o actual Ibesoureiro morador na
na di Cruz n 39, '*o,;a a essa pessoa 1:1
de S. Antonio ; dando-se 1 a mil rs. mensaes; [cujo poder o mesrao Cora iro.nisso bajado
iuUut a considerar por mrito o notrir u
curiosdade deuuticm. O bonem indiiere-
lo de liugoa be to lulto de nllixaa que ai-
guroas Veses publica o seo propio segredo, e
com a sua aciliuadc compromele-ae a si
mesmo e tos mais, Ordinariamente fraco e
se Sem carcter nao tena forca para guardar
o egredo que imprudenlemeitte lhe confia-
se emenou, e loi o mais circunspecto, e
respeilavel Soberano e o lerror de seus con-
trarios : invadi a Franca e enire oulros t-
tulos que llie couberao loi o de lenrique o
Conquistador aquelle por que foi condeci-
do na histOlia.
iNo Ira da pe^a havei intervalo de danc,a ,
quem liver dirija-se a rua da Penda, no l\m-
o do Livraraento no lereeiro sobrado, ler-
ceiro andar.
XS" Manoel Francisco Lagoa com venda no
atierro da Loa-vista est encarregado a ven-
der uma venda na rua velha da Boa-vista, a
qual lem poneos fundos ecoinmodos para fa-
milia o qual vende a dinheiroou a prazo
remtandocom a jocosa i-arca --O BARBEl- I'*-" oda negocioem raUo do dono querer
io r"d"do que wm id lacrimo seja algumaa IllO E U POETA A PALMATOlUA HE m retirar 5 quera pretender dirijo-te ao
vetea lan nociva como a veruadeira traico, A PAA UA ftAVIORA^AO*. 1 mesmo Lagoa.
tonavia he udo em COIla de leve dtfeito e.u----------------------------------------------------------WT U l cal do Ha.rro de Santo Antonio,
l.uru anuido frivolo, ocioso e q ue superaban-
Ua de (joule curiosa.
Cuno* be mui difcil que falle bem aquelle
'\yiSO ii Vtrso. abaixo assignado, previne aos moradores das
_______________________________mas doCabuge, Cruces, Cadeia, Collegio,
k;^* Uucm tiver para alugar um t'iauoI Pracinba e Livrameulo ireita, S. Pedro,
iiu;e a lali.muii. E pode haver nade man iproprio parapoi rlU o> apraodej auouocia. I Etrita#a larga do Rosario,' pateo da Mttru, Unnuncie
existir o obsequio do entregar ao meucio-
nadoThesoureiro visioser um Titulo quer
deve existir 110 arquivo (ia Irmauide e qut
s |ior confidencia se empreslou.
\^f Precitase de huma ama seca pira ser-
r de porta dcuiro no arrauj > de hura
casa de pouca familia, e que seiba engomar,
quem estiver as circunstancias dirija-se a
esta Tipografa que se uu a pessoa, que pre-
cisa.
X3~ Precisa-se de quatro a sin0*nero!
para o servi jo do campo fora de-.li praca >
legoaa : quem quiser allugar aunun.ie jui _
morada.
v-r Alluga-se unaa negra } quera quise
f
>


i
m
MA' "A PRftAMnCCO
!t?*; O'aBnixo azsignado na qualidade de
Irmo procurador peral e niembro da mesa
rr^piloura da Venrate! Ordem Terceira de
N. S. do Caimo nao encontrando no estatu-
to da mesma orden artigo ou alguna que
prohiba aos irmos de fazerem annuncios pe-
las olhas publicas de tudooque ulgaram in-
teresante a rnesma ordem, declara que o
annuncio abaixo transcripto ja publicado no-
diarios de 19 e ao do corrente be por elle
fetoe assignado Um Mesan-, e ro;;a a
todo e qualquer dos irmos que ulgur que o
abaixo assignado arrogo a si urna atribu-o
que peri.encia aoutrera haiao de lbo declarar
por esta folha qual os arligos ou $ dos es-
tatutos ou termo devitita que a isto autbo-
rise e se assim u nao fueren deixcm de in-
culcar alribniccens que competen a todos os
irmos poi ja la loi o teinj o (]ae os raos
ignoravio qual eran anas obrgaeoens e por
isso como procuradores ou tbesoureiro da cera
as.ignavao de Cruz ludo aquilo que o irmo
raais esperto quena e como eslou resolvi-
lo a nao obrar assim mas o fazer pelo con-
tra rio tudo aquilb que julgar de interesse
mesma Yeueiavel Orden por aso inande
publicar o icleiirlo aununcio. Caelaao Tin-
to de Veras,
CV Tendo pedido demsso do logar de
Saciisto da Vcneravcl Ordem terceira de N.
8. r]o (.armo, o Irmo da mesma Ordem o Sr.
Joao Rodrigues Cardoso e acbando-se vago
este emprtgo convida-se aos irmos da mes-
ma Ordem que se ucharera indigentes ou a
outra qualquer pcssoa que queira ejercer, ha-
jo de se entender com o irmo MCMttro da
mesjBa o Sr. Manotl Joaqun de Sotua Ro-
drigues na ra do Queimado loja de ferra-
sens 7 a fim de verem as condicoens a que
poracSo tao virtuosa como em todos os tem-
pos serapre respeitada. Um Franciscano
relozc da honra da sua eorporaco
Avisos Martimos.
PARAOCEARA'a Sumaca Felicidade,
Vlestre Jos Rodrigues Pinho ; quem quiser
carregar entenda-se eom o dito Mestre ou com
Antonio Joaquim de Souza Riheiro.
PARA O ARACATY sahir breve o bem
eonbecido Patacho Nacional Maria Luiza, M
Ignacio Marques ; quem quiser carregar ou
ir de passa/;cra drija-se ao dito Mestre ou a
seu dono Antonio Joaquina de Sousa Hibeiro.
Leila o
Que fazem Gaskell Johnson & Com-
panbia por intervencao do Corretor Olvei-
ra de bom e variado sorlmento de fazendas
inglezas de prrmpta extraeco e de precos
cemmodos por se venderem para feixarcon-
tis antes da prxima testa ; terca feira 4 d
eorrenteas ;o toras da manh no seu ar-
vi>U
ur Casaes de pombos entre os quaes ha
oito eseolhidoS, da-se por menea tomando
todos ; na ra da roda D. ai.
isy Un carro de las rodas t?m bom es-
tado e por preco conimodo, na ra ora na
coxeira d>Augusto.
tT i oo pedras de marmore para ladri-
llio chegado ltimamente da Suecia ; em
casado N. O. Bieber & Companhia na ra da
Cruz n. 63
^tar Urna casaca de abas largas, Com a bo-
tuadnra araarel lo ; na ra eslreita do Rozario
luja de alfaiate 1). 22.
W Um terreno com 5o palmos de frente e
todo o fund i n ra Augusta desta Cidade ; a
tratar na ra de S. Tberesa D. a.L
SST Excellentes charutos de lavana rel-
ias de composigao superior as de spermacete ,
piannos e msicas para os ditos ; na ra do
Vig.ro D. 35.
SSW Cautellas da vigsima parte da Lote-
ra da Boa vista gnnhando na sorte de 4
mnzem da ra da Cruz.
C3T Que faz o Corretor Olveira de <)Q. ca- eontos de reis Soo.ooo ; as lojas dos Srs. Lo-
nudos de salsa parrillia muito nova, vinda do ,,e, Jnior ra da Onz Pilomba Baltar,
Para pelo ultimo Vador d'alichegaJo o M-, Souza Pinto e Themaz ra da cad*ia ve-
fc> Umaearroca nova para cavsllo com j hurgogne tinto e branco chambertira v<
os seus arreos ; a fallar com Luiz da Costa I nlio do rljeno, hoekheimer, lielfrauenmilcl^
leite, na ra nova unto a ponte da 15o* I Porto cherez njajaga, licores de todas a8
qualidades cognac absinlhe, kirsch, anir
sette de bordeaux azeile doce em caixa de i a
;;arrafas farinhade guies para sopa, con*
servaa.deervilhas sardinhas eoutras, mus-
tarda Iranceza charutos da Babia da fabrica
de Groz ditos de roanilha chocolate milito"
Gno copos do cristal de muito bom gosto ,
aparelhos de procelana para cha ludo por
prego muito era conta ; na ra da cadeia casi
de A. Hoscl D. 17 no primeiro andar.
tsr Telhas e lijlos de alvenaria posto 119
portomais inmediato da obra, por preco como-
do visto a sua qualidade ; na praca da Inde-
pendencia loja D 10 para tratar do preco
ver a qualidade do mesmj.
ur Potassa.Russiana em barris pequeos,
por preep commodo ; na ra do jVigario n.
15 primeiro andar escriptorio do Coronel
Menezes.
%ST Potaba de primeira sorte em barris
pequeos ^ no armazena de A. F. dos Santo
Braga na ra da Moeda n. i4
ur BataUs as arrobas ; no arraazem do
Bragucz ao p do arco da Conceico.
rlbense- Quorla feira a5 do eorrenteas 10
horas da maui-. em ponto, no armasem do
Se. Vianna trapiche da alfandega velha ,
ondeos Srs. pretendenles podera hirexaminar
a ptima qualidade da dita salsa.
Compras
O terceiro tomo ou toda obra de Saint
Clair das Ibas ou os desterrados na Iba da
ra
larga
' Barra, que sea imnrrsso ni lypografii de
seilevem su;:eitar para que nos stus re.iue- .... ,, \ 'n. ; ,
1 ',, -.- Silva Porto no ru de Janeiro ; na
rmenlos ueclarem que a ellas suneitao-se c ,. r. e
1 r 1 do Rozarlo U. 15.
qual sao os seus dadores para que a vista da
c.ipacidade do piKendunle edoiteidade do fia-
dor a mesa re.^edoura decida qual delies de-
ve str preferido tendo a preferencia os ir-
mos da ruesma ordem que (verem as boas
qualidades deoutro qualquer pretendente.
Yenda
Iba Braga junto ao a>-co de S. Antonio, Jos
Antonio da Silva e Jos Tavarrs da Gama ,
praca da Independencia Claudio ra do
Ese ra vos Im i rulos
tsj- Nodia 14 do corrente fugio um mo-
lequede naco de nome Antonio, com 18 a
Cabula, Chaves, ra nova nos 4 cantos da i 20 annos deidade estatura haixa o*ba-*
Boavista as duas vendas da quina e em ca- ; ta ps curtos ; levou vestido cicas de liria ,
sa do caixa da tociedade e assignatanos das j e carniza do meimo : quem aprender leve a
mesmasnaru* da cadeia velha n. 54 onde i ra eslreita do Rozario loja de trastes I).
tem alem de diversos numeros collecoens de j 5 que ser generosamente recompensado i:
5o nmeros seguirlos para quera os desojar, seu trabalho.
dando-se, duas caulellas gratis ao comprador.
83> ic sobrado de um andar e soto I).
isjr Fugio no da primeiro de Outufbro dr-
p. p. da casa de Jos Alexaudre Ferreira, i
t&- CATF.I.LAS da Sociedad Fortuna
Tipogrfica, da Lotera da BOA VISTA ga- 'engomrna cozinha la
nlaiuo a vigsima parle dos premios, cabeudo dita de tdadfl *5 annos ,
Um .Viesario.
Preeisa-scdeuma ama d. leite ; na na sorte de 4.000,000 reis d senlos mil ris a belidadei ambas se dio a contento; na ra branca chapeo de seda preto i quem
losobrado De- j preco de 30o 5 nesta Tipografa na praca direita I), ao lado do Livramento. | gar lera ao pateo do ierco u. i q
ra da Cruz no segundo andar de
cima ;.
t3T Quem precisar de urna mulher capaz
para ama de urna casa de hornera soiteiro ou
para tratar de algum doenle dirija-se a ra
lo fego D 91.
tsar" Declara- preco
da Independencia n. ao na ra larga do
Rozario loja de miudezas I). 7 na rui do
Collegio loja de relojoeiro, e no largo do Li-
vramento loja do Sur. Gabriel que fica no
principio do beco do Padre*.
VBT Pecas de brelanhas de lovaraaa 1800,
i i na ra da rola pertcncenle a Antonio ( escravo de nome Marlinlio, creoulo car.
Francisco Cabral residente na liba de S. Mi,eiro, alto, cor bastante prela puuea bai
guel ; a tratar com Joao Jos do Monte as ba reforcado do corpo quetldo nda tem
5 pon tas ou com Nicolao Rodrigues da Cu- [ geito no p por cauza de ter trillndo ; quem
nba- I P^gar lve a ra larga do Rozario 7 qi
vr Urna esrrava de dada de 16 annos,! ser recompensado.
cozinha lava de sabio e urna X3T No dia lo do corrente fugio um negr,-
com as raesmas ha- de Boa altura com c*l?as, camisa, e jaqueta
o p
que st
A venda da quina da ra do encanta-, recomdensado.
mentn. 3 ; a tratar na mesma. OT" Roga-se as authorrades psliciaes
VT Um moleqne creoulo de idade de 18 pessoas particulares ca pitaes decampo ap
anuos, cozinheiro e cora principio de alfaialej prclienciodom .n4c^c qU, fugr ""'*
nesta Typografia se dir. do dia 11 do corrente eom os siguaes se-
ra selim de montara de senhora ,' gunles ; creoulo de nome Jacin'o de da-
la hoje maores, Maiiana e Paula, ou ao! c^ooo tassas de quadroa 6 lialras a a8oo cem penco 1110 $ no sobrado de Ja'o Moreira de de 16 annos, baixo do corpo nariz gran-
Sr. eu Tutor anda nn desonerado que nao! peca.de algodoinho de al varas 3ooo di- Marque, que (aa quina para a ra dos Quar- de echato ps grandese apalheiadoi % com
admira baja duvida sobre a ma'ernidade tas de chila de 3i cova.l#s a lao o covado tes no primeiro andar.
quando a queslo versa sobre urna ex posta ,
ou em outros casos scaielhantea que por pu-
ditus de madapolo Jaoo, 3Soo, 448o e 5ooo,
diales de mirin do ultimo gosto a 18000, 1
Ejr Urna negra creoula de idade de a8 an- ; vestido camisa e serola de algodo da
s, engommudeira, ptima coziubeira, eos-'a seroula be comprida a mitacio de
falta de cbelos na coroa da caneca levou
twra ,
calcas ,
que nenluima fe^se a favor das Senhoi.s an-' 240 casemiras de cores 710 o covado pan- na na direita l). 5c,. ,,.,,, ^" Fui5.,1 n0,d,a '' d, cor/e^ um Pre'
nuniai.tee sendo por conseguate falca e no da costa de oito palmos de largo 480 o co- T Um esrravo creoulo de idade de 16 an- to de nome Benedicto cheio do corpo esta-
ralumniosoa os annui.cios ensralos nos dia-t vado riscados trancados jodii, dito 1- nos, de bonita figura; na ra de Manoel tura regular barbado, de suissas olhos
rios de 16 e 20 do correte. so largo a 180 proprios para vestidos e jaque- coco I). 4- I Pe lue,,i vesl'do de calcas de bnm branco ,
%sr O procurador aetual da Irmandade do: t.s por naodesboUrem chapeos de sol de se- *ST Um excellente methodode rebeca com camisa de algodaoznbo leva va urna gamela
SS. Sacramento da Boa vista roga a todos osldaaoo, camisas de la a 800 rs. brim muito boas msicas e por preco commodo ; 'de cijs ; quenvo pegar l%ve aowtK do Ma-
ii -.-naos di mesma Irmandade tan bao a bou- trancado escuro 48o a vara e outrai muitas na ra da Cru/. loja de trastes 3i. ^ jor Mayer no corredor do Bspo que sera
idedecomparecerem na mesma Matriz no1 fazendas assim como calcados franceses e trr Ou troca-se um molato moco proprio graliticjdo.
JJomingeaa de crente pelas 3 horas e meia inglezas e portugnezes para homem o se- paia todo o ser ico ; na ruada cadeia do Re-j K3T Uesapareceo de bordo do Brigue E-
fla tarde para acorapanbarem a Procissao de
Ccrpo da Ueos a que todos sao obrigudo.
visto serem da mesma ronfraria,
B5- Pede-se encarecidamente ao correa-
dla ar> de Noveml
c
do Livrameato luja defazeudas 23.
Mr A Mesa Regedoura da Irmandade do
Sb. S.irran.ento da /egueoia de S. Fr. Pe-
uro Goucajjre convida a todos os Irmos da
resma, para no dia % do correte pias 3
h da moma Matriz paiuo lira de acompanba-
jem a solemne Procissao de Corpo de Daos,
que o Lxob. Bispo Diocesano pretende ne^se
riia laitl y e liga a to as suas capa. ( aquelies que as liverem je de
nao (altareis a umacloto bnihanteda nossa
itlitiao.
t-if lioga-se encarecidamenle as Illms.
.cei,horas Lonas Mariana e Paula filaas -
.{it:.iis da laikeida ignacia Joaquina de Mcl-
o a hije n;io menores cuja pnlernidade
.rcit >.i--o no ioio deaculida e cuja materia*
,m;e ^ va i itniiscauo devasso poderia in-
vtt.tr tcnbu a bondadede declarar o no-
ii e i ose i-liri.iiscano devano ahra de que
r Lubliro uo lacajuizos temeraria sobra este
u amuele FiancicDO que nao merece esse
no "tepitheto, que generivamenie apph-
g n> .1 lau9-r o ouioxo e o *l fcobxe umcor-
nhora na ra da cadeia n. 55. cite u. 4"' eu"a ("asca no dia i5 do corrente um escra-
tir Biihetes da grande Lotera de Vienua C7" Um raoleque creoulo de idade de 1. vo ladino de nome Jos, de naco mocam-
de Austria, que corre rrevogavelmente no annos, na ra direita no escriptorio de Ala- bique estatura regular, corpo'ento tem
mbro do corrente auno cons- noel Buarque de Macedo de manlia das 6 as na cabeca mis cantos grandes quem o pegr
leve a bordo do mesmo ou na ra da cadeia
a Aoiorim Irmo que gratificar.
S3T* Da-se 100,000 tle graliicacio a qual-
quer pessoa desta provincia como de ouiras ,
que pegar e entregar o escravo de nome Jo-
ao de naco mocambique, bem ladino, bai-
xo grosso do corpo representa lerdeida-
pondenle de Antonio Concia de Melle snr. do'lando de 5 grandes palacios com jardins 8 horas, eda. 3 as 5 datarde.
tngenho Aerlente, baja de annunciar sua campos, bosques, c prados, sendo o maior j 9Z&> Papel para msica, de superior qua-
moiada para se tratar de negocio de uiuio premio de um milho 541 i^a francos alem de iidade na praca da Independencia n, a.
interesse 1 ou dirija-se por favor a pracinha; a j^oz premios avultados que tem, e melhor &r Um terreno na capunga cora no
70
se.utformarao a vista do plano; na ra do palmos de frente distante do rio cem passos,
Crespo L>. (i lado do sul. lera urna casa de taipa que nao est acabeda ,
SSf~ Um preto moco bom coznbeiro ; nes-ia alguns aivoredos ; na ra kda moeda no
ta Typ. se dir quem vende.
hrj" Potassa americana em cata de lienr>: I iesandre.
Forster &C. 5 na ra do Trapiche novo W,I UT Sal da Lisboa muiti claro 1 bordo do
\n, navio Sueco luudiado delronte do forte do
tST Fsforos de pente de boa qualidade a Maltos em porcoeus grandes a pequeas,
60 reis o massinbo, resmas de papel almaco pdo puco de i/joo o alqueiie da medida ve-
azul ditas de pezo, masaos de cartas de jo- Iba a tralar na ra nova com eom Manoel
gar portuguezas bnas ditas francezas mi- Ferreira Lima.
Sal do Assu a bordo do Brigue Escu-
ibeiros de penuas de escrever facas de cabo
de marGm para meza e para sobreme/a peo-
ra S. Jos fundiado defronte da lingoeta, e
tes de alizar de marlim ditos de tirar po- um excellente carrnho de duas rodas forra-
iims liavessas de tartaruga para marraias;
na pr..ca da Independencia 11. .,,).
Ut~ Potassa Americana branca era bar-
ris pequeas de superior qualidade e bar-
ricas cora Trelo muito novo ludo chega-
do ltimamente da America ; am casado Ala-
theu Auiliu ik. Companhia ruado trapiebe
novo n. lia,
ajr* L roa canoa aberla uzada para carre-
gar eululio por preco muito em conta j a
[ ra de a^oaa verdes por ci:ua do assouguc
1 priuifeiro andar do sobrado junto a venda do de 3o anuos, com alguns signaes de sua naco
no rosto fugio ou furlaro no dia 23 de JuJ
lbo de 18J8 e passou na Villa de Pao de
Albo em um comboio de cargas de agoa r-
deme cujo dono do dito comboio se chama
Pedro Chaves, alem da grutificaco a cima se
pagar toda a despeza que se izer ; na ra da
Cruz ao p de S. Bom Jess das Portas nu-
mero 90. _
Moviaicato o iJoito
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 19.
VILLA NOVA ; 35 ds> Brigue inglex
Carrib de 2aa tonel., Cap. Robert Ha-
milton Carling equip. 10, carga sal j *
Jos Ramos di Olveira
OBSERVA(,:OENS
A Crvela Ingleza que borde** no lameira*
seguio para a parte do Oriente*
do e pintado de novo cora arrvos e cavailo
muito bom ; na ra nova aa a fallar com
DellnoGonsalves Pereira Lima.
12?* Na praca da Independencia n. ao e
na ra dos Quarteis U. 3 bicos de linho de
dedo e meio a dous em pecas e varas e fi-
las de garca de modelo novo.
lar Cbampagnhe bordeaux tinto me-
llo- St. Julien chateaux latlilte latour ,
garose margeaux bordeaux branco sau-
terne barsac Uauk brei^iro mu lo velbo WCtb'i UA 'PtV.mt- b M* -**?
ILEGIVEL
i


Hn
d
C
t
Sm
Sensores Redactores.
Para desengao Jo Sr. inculcado Tutor Joaquina
Joz Amando e xclaieciu uto do reapeitavel Pu-
blico qoeiri'i publicar oh documentos untos, a
vista dos quaes fica evidente -er rtlutuo-o u anuncio
i n.-ti ido no diario n. a5o de 16 do crrente, ni
o (|ue afiriiiou setem pro prieta lias da morada le
Ceta cita no Peco tais menores de idade do -!\ e 38 annoa pois que
do Sito documento e v mu clarimento que a ni-
ca Propririaria he Ubaldina miuha mutuer e o
respeitavil Publico sai endo de-prear calumnias, co-
mo esta nasuda nicamente pata desalalo na* dei
xai de concorrera estraco do resto do bilhetea,
visto que serl o rifa efectuada impretrrivelmento
no dia a5 do corrtnle niez. Sou S"tibores Redactores
S n Venerador.
Manocl Joze de S. Arma e Araujo,
Diz Antonio Pei-eir I cp'S tutor da menor Ubal-
dina liili de Iguaria Joaquina de Mello, qus
entren* beua inventariados pe lncenle a me*ma
nienor de (iuem o Suplicante he Tutor existen duas
morad im di- rasas tenia* de petlra e cal citas na riM
d Siudedo Poc da Panilla, huma acabada que ca-
rease de concert e outra que rs' por acabar ,
e por que s-ja do intereste di menor acabar-st a li-
ta casa c concertar se a oulra : repier o Suppli
cante a V. S. Ibe conceda para e-se firh a precisa
facililla le para qoeafinal a* Ihe leve em cotila a
desposa que ti.-er: pr t.-nij P.. ao Sr. Doutor Juii
d' Pora e Olaos que Ihe defia romo requer E
jict'bcra M ic Informe o Curador e Escrivio.
Recife i de lulho da |3%5 Fcrreira Illm.
Sr. Doutor Juiz d loa e Orftos He errto o que
a'ega o Supplicante, Recle 14 de lulho de i8i5 -
OEscrivSode Hilaos Francisco Joaquim Pereira
de Caivallio. Illm. Sr. Doutor Juiz de F< ra e
derfios- Convenlio no que requero Supplicante
por er interessante a menor e do dever do Tulella,
"V. S. mandar O que melhor entender e for justo,
Recie 14 deJnlbode iii5 O Curador Caeta-
no JniieSouza Antunes Na formada i .posta
do Curador e inloruiaco d Bse i4o laca a obra ne-
cesaria to someule. Recite i5 de Julno de l8a5-
Ferreira.
3.
Illm. e Exm. Snr. Diz Jet Alexandrc Fer-
reira, heje Tutor da menor Ubaldina que pira
bem de *eu direito Ihe cumpre que o E?criio Ca-
>..lcanti a vista dos Autos de Inventario que se pro-
cedeu dos bens da falescida Iguacia Joaquina de Mel-
lo que foro por Appellaco ; Ihe passe por Cer-
tido otiii'ordaiSentencaipioferidas noJuizo inferior
a favor da dita menor e os Accordios da RelacSo ;
e a-i finalmente bouve interposcSo de Revista, e
dtlla desisti ; e por tanto P. a V. Exc. seja
se-vi>lo maridar pa>sar tita Cei lidio. E. R. M,
Tas i. do que constar. Recife ii de Marco de i83i -
Fieitas. Jo Cavalcanti de Albuquerqne, Facri-
vo d li'.mi dos (Juicios de Aggravos e AppeliacVs
Ci im s e Civil, e da Receita e Despeta da Relaco
d* Cidade do Hecife de Pe nambuco por S. M. I.
C. e Defensor Perpetuo do Imperio do Brazil que
JJvotGuarde &c. Certifico que revendo os Autos
de Inventario a que se procedeo dos bens <|ue fica-
rio por fale-cimento de Ignacia loaquina de Mello ,
* que vieifo do Juisode O: fias deata Cidade por Ap-
pellaco para o Tribuna1 S ipt emo da Relaco entre
partes Appeilante* Paula Joaquina d- Mello e Ap-
pelUdo Aotonio Pereira Lopes, Tutor da menor

3
Ubaldina nelle achei a Scntrnca a fl. ^7 S.'ntm-
ca a fl. j8 v. e Accordo ti e <) qian t-a'a.a
Petico icctro que de ludo o seu theor he da fauna;
e maneira seguinte Sentenca Nio recebo o*
Embargos fl, 17 vistos os Autos por quanto sendo t
piclerco da Embaigan'e que e rontempleni r ino
herdeiroa no presente Inventario Marianna Joiupii-
ua de Mello, Paulina Joaquina le M-ll, e Ubal-
dina loaquina de Mello com > fundamento d <|uu
toda trea r5o filbas (U Llcsrida In.tc;a Joaquina de
Mello, o on'rario aparate nos Amos onde pela
Ceti'IS > do Bjptismu II. >5 a^>, e :"] ..e provu
que soineni-. s Ubaldina he lillia daquila lalescida e
nioasouiras toas, sendo aquellaC rlidiVa as pro-
va Iegaea para taes ojo>, e en io esta pcova cintra
a embargante fica eata cou venc !*, o fici co 1-
vcncidos de nao verdadeiros s os Ltubargos, leu-
do tornado Oanlos depuis de juntas aquellas Cer
tiJ5 s ao Advogado la Rmbargarite, nadadtsse neu
inustrou e ncm p ovoa que oonvencea^e aquellas
meemas CertidSe ques U' aldna a favor de queni > ach 1 'o bem a rp posta
do Doutor Curador a fl. 35, e como tstau Jo aasim
provada a verdade ^o sea justo que e tire o i ie
hesomente daqoella menor UbatJrna fiil idalaJ .-.-
cila para darse as nitia. que nao >.> B'bax, e me-
nos que se oatejo ifitieiido pus oes injoatas ion
demora d;* factura do Inventarioprocesso Sutuai s-
simo : pir tanto e tois dos Au'ns desaten -or
ditos Embargos, mu lo que >e piosa ga >>, tencoj
do Inventario com a luesma Ubaldina tmente, ("i-
ti'iiiandu; ao T.tor a vista iequ.ii a c 11 .-
di a II. 20 para allegar o que Iba coovier a bre 4
'tutora concedida a Embargante Paula Jaaijuiu da
Mello e pague a Embargante as custat l',- il o
de Outubro de io> JoaqUim E-l. '-i- U'> >.< S'
va Gusntio S-ntenja Sem Embargo do* Em-
bargse fl. 70 que nao tecebo porsua malcriado
alia indagacio, e j)elo |ue dos Aul"S seco'dn-CO
subsista a SenltncJ Embargada e pague a I mb i-
g.-nte as acresci :as. Recde 8 de Juuho de 162;
Fraueisoo Mara de Freitase Atbuquerque Ar
cordl<> >s do Desembargo &c. l'ein julgado I i n-!
Jais de Oilaos desta('idade em sua Selltei c a fl .8
v., qus confim por alguos dos seus fundamen-
tos pelo mais dos Autos, c ponderad") as l nciVs
vencedoras pagauda a Aupebante as cust -s Recde
21 deM.rco de 1829 BorjoMonteiro Re!mon-
te Accord > Os do Desembargo dtc. Que eui
embargo dos Embargos os quaes por sua materia
nao recehem o Accordio embargado se cump a e
pague a Embargarle ascus'as llecif jo de Junbu
de 1829 Silva MooteiiO BeJmonle .\ada
naais se continha e ncm decljrava em ditas Sentn*
<;ai r AecorJos aqu transcripto que eu Escrivlo do
principio desta declarado e al)ai*o a.s-signado bem o
fielmeote lis pasaar a presente Certido extrahida
dos proprios autas ; aos quaes me reporto. Certifi-
co mais que dos mesmos autoa consta t>.'- a Appellau-
tePaula Joaquina de Mello, ioterposto recurso de
revista para o Supremo Tribunal de Justina, e con-
tinua ndo-se-lbe os autos com vista por va Jo a- u
Procurador para vir com as suas rasos viera o
me~nio rom a cola desist indo do referido recuo, e
6s passar a presente por bem do D-spacho do Exm.
Snr. Chanceller e Comelheiro Francisco Jote* de
Freitas, por mira subscrita e assigoada conferida
e concertada uesta Cidade de S. Antonio do Recife
aos i4 de Marcas do Auno doNascimente de N. S,
JezusChristo de i83i De-imo da InJepeudeocia
e do Imperio, lis escrever e attgoei em fe de verdade,
e concertada Joo Cavilcant do Atbuquerque*
Pe/v, na Tjp. ae AL F, de Forja. M\ot


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