Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04154


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Full Text
I
A mo de 1840. Seyta. Fkira
-J.LI" '
/Fodoag9ra depende de nos MMM ; da nos prudencia, modera-
** 5ner?,a continuemos como principiamos, e seremos ar onlados
osa admiraco entre as Naces mais cultas.
PrdclamacSo da Assemblea Geral do Brasil.
-**-?-
k
Snbsereww P"" /^ha a 3f por .artel pago, ndiaritado,
resta lypogrjha .ua da* Crues O. 3 e n, Praca L* Independen-
cu u. 37, e 38, onde se lecei.em correspondencias leealiiada/ c an-
'St'Jpr' *""' Se"dodMP-F- gantes,.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES,'
Cidade da Parahiba e Villas de sua preterirlo .... \
tita do Mi Grande do Korte, e Villas dem !**"*!*)
Dita da Fortaleza e Villas dem......., J (Seg e Sellas fehai.
Cidade de Goianna................."."*
CWade de linda................
* tila deb. Anuo.................
Dita deGaranbuns ePovoaco do Bonita......
Ditas do Calx, Serinhaem, (lio Konnozo, e Porto* Garro'
Cidade das Aiagoas, e d Mace...........
Villa de Paiau de Flores........... ,......
Todos os Correioi partem ao meio dia. '


Todo os diasj
. (uinlas fe i ras.
io, e a4 de cada me*
, 11, e ai dito dito
dem dem
dem 13, dito dito!
PHASES DA LA KO MEZ DE] NOVP.1
Quart. cresc. a 2 as o h. e 43 m. da tard.
Lua Ctieia a q as 3 h. e 41 m. da man.
Quart. ming. a :6- as 6 h. e 20 in. da tard.
Lua Nova a a3 as 11 h. e 5? m. da man.
Man ehcia para o da 6 de Novcmbro.
As 3 hor.is e 5'i minutos da roarhv
As 3 horas e 18 minutos da tarde.
6 pe YovEMBfto. Nu\r. 943.
CAMBIOS, NovEacnao 5
Londres......81 d. por iffloo csd.
Lisba ......8o a 8 > por ojo iiretnio por mo'.nl olirecida'
Franca......3a5 reis por franco.
!,i0iofJanCr a0,):,r' Coiop. Vendas
(JURO Mocda de (i.^oo rcij, vcllia, l<^oo :5.VniO
I'.'18* >., novas 144600 JjfSoo
t,", m as Ae ^ono reis' Hjffloo S^-oo
PKATA -- Pataces Hrasileirot 1610 ii&iQ
Pezos Golumnarios-----------i|64o Ijjffjrao
Dstos Mexicanos ---._._ iwfoo l#6'30
Miurla. .......---------I#44o itio
Dssconto de bilbetcs da Alfandeg 1 1 por 00 ao mcz.
i lem de letras l i| a 1 ija por boas firmas offorecido.
Moda da cobra 3 por loodc diie.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda Co-nmemorar.'o dos Defunts. Audiencia do Juiz de Direito
la 2. vara.
3 Terca S. Rfalaquias B. Relac'o c audiencia do Juiz de Direito da
I. vara.
4 Qaarta S. Cirios Rirroneo B. Cir.l. Ain. do J. de D. da 3. vara.
5 Quinta S. Zacaras eS. Izabel. Audiencia do Juiz de Direito da "a,
vara.
6 Sexta S. Severo B. M. Audiencia do Juiz de Direito da I, vara.
7 babbado S. Florencio B. -- RelacSo e Audiencia do Juiz de Direito
ra 3. vara.
8 Domingo S. Severiano eseus Comp. Da,
PEliNAMBUCO.

GOVERN'O DA PR0VINC1 A.
Expediente do dia 14 do mez passado.
^ Illm. Sr. Ton do entrado hoje na admi-
nistracao da Provincia, por impedimento do
Fxm. Presidente, e por nao se adiar na Ci-
dade o Vice-Presidente mais volado, secun-
do me partecipou a Cmara Municipal' em
officio desta data ; assim o communico a V. S;
para que nesta intelligencia rae dirija a eor-
resiondencia official,
DeosGuntdea V. S. Palacio do Governo
re Pemambuco 14 de Outubro de 1840--
9 Thoroaz Antonio Maciel Monteiro__Sur.
Teen le Coronel Com mandante das Armas
Antonio Pedro de S Barrete.
-- Igual communicacSo foi dirigida as de-
mais autoridades da Provincia Chefes das
Reparces publicas.
DteAo Cummandante das Armas, en-
viando-lhe urna copia autentica do decreto de
8 de Agosto deste anno pelo qual S. AI.
o Imperador Iiouve per Lem perdoar as pe-
nas em que posso ter occorrido os Guardas
IN'arionaes, que chamados a destacar para au-
xiliar o exercito se subtrairo ao cumpri-
tiiento deste dever; a fin d que Itie faca dar
vxecuco na parte que Ihe locar, e que possa de estado dos negocios da fasenda
ser epplicavel a esla Provincia,
Dito Ao tcesmo conmunicando-lhe
que S. M. o Imperador conceden passagem
para o quarto Esquadro de Cavallaria de
primara Linlia ao pnmeiro Cadete d) pri-
roeiro Regiment de Cavallaiia Li-eir? nha' Partecipando-llie que tendo S. M. o
Francisco de Sousa Reg Monteiro Picando *,Perador Determinado, afira de por termo
todava addido ao dito'Regimenlo ero quan- aos nc?nvenienJeste que teta trasido o uso de
to (requemar os estudos na escolla Mili se admi"'r na equipagens dos navios da Ar-
lar da Corte, imada Nacional e Imperial escravos cora
Dito Ao mesmo communicaiido-lhe nrf?*s de M"nhero9, Grumetes, Moco, ott
queS. Td. o Imperador, Iiouve por bem de-. debaix de outra qualquer denominaca-0 e
terminar, que por esta Provincia se abone" qu8,,dde de servico que cessisse de urna
ao Procurador do Capitao do sexto Batalbo ve.z c'ostl,me e faruldade de semelbantead-
de Cacadores Joo Atonio de Noronlia a mi.sss5 ncando rigorosamente responsaveis
quanlia menaal de 3oUooo reis para ser e
trege a sua iimilia sendo-ibe descon
nos seus vencimenlos.
Dito Ao Inspector da Tbesoura,. uc .
Fasenda cotnmunicando-ihe o conteudo no
precedente olbcio.
Dito Ao mesmo significando-lbe que enconados Navios, conforme foi ludo com-
iendo o Major do Estado Maior Joze Mara raunicado I residencia em Aviso de a5 de
Idelonso Jecome da Veiga Pessoa, reque- Aosl. des!e
*ido id. M. o Imperador, pagamento dos de estado dos negocios UIWttM, cump..
que taca observar esla imperial determma-
Manoel Mara do Amaral Lente do Cursa
Jurdico de Olinda.
Dito --- Ao Exm. Rispo Resignataro e Di-
rector intirino do Curso Jurdico, com mu-
r.icando-lhe alicenja de que trata o prece-
dente officio.
Dito Ao Inspector da TJiosouraria de
Fasenda, scenlificando-o de que S. M, o
Imperador por decreta de i4 de Agosto deste
anno iiouve por bem sanecionar a resoluco
da Assemblea Geral Legislativa que appro-
vou a Aposentadoria com o ordenado de
600U000 res concedida por decreto de iodo
Dezembro do anno passado ao Padre Miguel
do Sacramento Lopes Gama Professor' de
Rhetorica do Collecio das Artes do Curso Ju-
rdico de Olinda.
Dito Ao Director interino do Curso Ju-
rdico, comrnunicando-Ihe o conteudo no an-
rior officio.
Dito -- Ao Cidado Francisco Xavier Pe-
reira de rito, signficando-lbe que S. M o
Imperador nao acceitou a generosa ollera
qUe Ihe fizera do? seus vencimentos de segun-
do Medico do exlnclo Hospital Militar para
as despesas da Guerra durante as dissencoes
as Provincias o que nao obstante manda
agradecer-lhe esta prova de patriotismo e ad-
heso a Sua Augusta Pessoa ; o que foi con-
municado a presidencia em Aviso de 18 de
Setembro ultimo expedido pela Secretaria
TIEZOL'RARIA DA FAZEXDA.
Expediente do dia ag de Oulubroi
Portara Ao Tliesourero da Fasenda
para passar a Joao Paulo de Barros huma le-
tra ala meses precisos da quanlU de 1 (i,ooS .
res, importancia proveniente dos veucimen-} corren'.e armo, nos dias 6 a 3 a-is Enprega-
tos de fard amento, que s ihe (icario a dever dos que neo tiverem emolumentos, e tos
anleriomente ao anuo de 1817 como praca da dis 10 a 1 j aos que liverem
dado pela Provincia da Para iba em os me-
tes de Agosto c Setembro de corrente anno.
TI1ES0URAIUA PROVINCIAL.
A TI>e3ouraria Provincial paga os orde-
nados vencidos ale* o Km de Setembro do
primeira Companbia do quinto Corpa de Ar-
tiiberia de posicao de prirneira linba.
Dita Ao mesmo p.tra passar outra letra
a Manoel Crispm lambem a doze meses
daqoaotia de 4tU57 reis impartanca de
guaes vencimentos a elle devidas no mesmo
lempo, como praca do dito corpo.
Dita Ao mesmo para passar ditas letras
a Jos Mauricio de Souza senda huma da
quantia de i44U6i reis a dous mezes, e
oulra da de i44U'j6o res a vinte e quatro
meses, dos vencimentos militares
Thesouraria Provincial do Pernambnco em
5 de Kovembro de li^o,
Evaristo Mendei ra Cunlia Azevedo;
Fiel da Thesouraria,
Diversas icpartiydes
CURSO JUHIDICO.
ExmePim.Snr. Tendo Sua Magestada
O Imperador Aeolhido benignamente os sen-
"! se! timentosde re?peto, eleaidade, que pu-
DiloAo Inspector da Thesouraria de
Fasenda, comtnunicando Ihe o conteudo no
officio precedente.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
lhe Picsro a dever do lempo que servia no
extinto liataltiao de Cacadores de prirneira
linba numero l3, anteriores ao aano de
1817.
dem do dia 3l.
Dita Mandando debitar ao ransmo Tiie-
soureiro na conta da Receita Geral da ex-jr -
cicio Pind pela quantia de ilqUaoo reis do
saldo do conliecimen'o da divida publica nu-
mera l que Ihe baria sida laucada em cr-
dito pelo artigo numero 384 quanda o de-
va ser da con ta do exrcicio corrente,
Dita -- Mandando abonar ao mesmo na
canta da Receita Geral da exercicio corrente a
quantia de que trata a precedente portara.
dem do dia 1 do corrente,
I ttoelho que se demola novamenle se pro-
paem a dita venda que se dever eliectuar
1 ------v 1 r
blicamenle mauifestarao os Lentes dd Cursa
Jurdico da (^idsde de Olinda por occ.isiao
de (laver o Mesmo Augusto Sr. assumido a
plenitude de Seus Direitos e Prorogativas
Constituciames : Assm o communico a V.
Exa. ; para que o faca constar aos referidos
Lentes
Deas Guarde a V. Ex Rma. Palacio do
Ro de Janeiro em 3 de Outubro de ib*4o.
Antonia Carlos Ribeiro de And rada Machado
e Silva.Sr. Director itrterino do Curso
Jurdico de Olinda.
OBRAS PUBLICAS.
Nao se tendo anda podido verificar a vend
das madeiras liradas da Capel la do silio da
Officio Ao Exm, Vice Prezidentc da
Provincia nfarmaudo o requerimento de An-
tonioManoel Estvo pedina nova provisio
para continuar a servir o emorego de escriva
do Almoxarifado da Uha de Femando,
Dito Ao Inspector di Thesouraria da
Fasenda da Provincia daParaiba parlecipan-
do-lhe que em consecuencia da sua com-
municacaaem cfficio de 17 do mez ultimo
pela transgressao desta desposico, os Com- 1 mu,uc'
-ontadl mandantes dos referidos Navios, es respec- de ,l?ver u ren.t,|,pnent0 dct 1^ cento ar-
0nlada: tivos olficiaes de detalhe e \feslres em ge- r(*ad:ul0 Pe a A'fandega da mesma provincia
ra de ral e bem assm em particular lodos aquel- n0S ,meSf ^.f.f5'0' e Selta,bro &
"! .. les, que forera argidos de serem infracto- P^ "'J' ,b349^ res passou-se d, Caire
I directos na introducto de escravos nos!da R>d-l para o d
neinna.l.w Nato, ^fnrma fn ,.,J----------! t0 3 lta q"nlia a Pial (
o mesmo rendimen-
quanlia a lim de em lempo opor-
tuno ser remeltida para Londres levando-se
aconta dcsupprimento para as despeias da
Companbia provisoria.
DitoAo mesmo, aignificando*lbe eui
resposta ao seu officio de 17 de Outubro ulli-
no, sabendo se existe al^uma duvida para
gosto desle anno, e dos 5 de 17 de Jullio ul- bargador da mesma Relaco Francisco de
timo, expedidos pela Secretaria de Estado Paula Almeida e nlbuquerque para resi-
dos negocios da Guerra nos quaes se exige a dir na Corte do Rio de Janeiro durante o
len.essj dos orcamentos das despesas d'aquel- intervallo da sesso da Assemblea Geral Le-
a promptaexecuso dos Avisos de 5i de A- Houve por bem conceder licence
gosto desle anno, e dos 5 de 17 de Jullio ul- bargador da mesma Relaco F
timo
dos
remessa dos orcamentos das despesas d'aq_
le Ministerio organisado-. das Tabellas cons- gislativa com todos os seus vencimentos,
tanles da relaco que Ihe envin e bem que Ihe sero pagos pelo Tbesouro Publico
ssim da renta das despesas pagas no anno fi- Nacional, conforme a partecipaco feita em
nanceiro (indo c no trimestre de Julho a se- Aviso de 2 de Setembro ultimo expedido
tembro do corrente anno. pela secretaria de Estado dos negocios da
DitoAo mesmo. partecipando-lhe, que Justica.
S. M o Imperador concedeo por portara de Dito Ao Inspector da Thesouraia da
g de Setembro ultimo, quatro meses de li- Fasenda, communicando-lhe a licenca de
cenca com cj respectivos \eacMDtoa so Dr. rjue tracta o precedeato ofteic.
lendo o Majcr do Estado Maior Jos Mara raunicado a I residencia em Aviso de a5 de
Idelonso Jecome da Veiga Pessoa, reque- Agosto deste anno expedido pela Secretaria
rido S. M. o Imperador, pagamento dos de estado dos negocios da Mannha cumpre
sidos atrasados que se Ihe devem : ordena 'Iliaca observar eala imperial determma-
^ mesmo Augusto benhor, que o mesmo Ma- V^o communicando-a as pessoas a quera c-
,,. ,., ,ni,i 1 1-1 ic : peltir cdauuo parte deiiuies querinlorma- --.....- ,-----
jor seja contemplado na relagao dos olficiaes J I 0 pagamento dos vencimenlo do Juiz de Direi-
compiehendidos na resolu?So de l3 de Se- ?oes 1ue Por venlura aPPare?a0 lQ Comarca do Pombal da mesma Provin-
lemhrode 18Ji, Dilo Ao Presidente Intirino da relaco, cia que as ordens expedidas para a eUeclivi-
D110 Ao nresmo, recommendando Ihe partecipando-lhe, queS. M o Imperador-y. dade do dito pagamento nunca oro suspen-
5a ao Desetn- sas, e q' se elle se acha em atraso he porq'
devendo ser feito pelo cofre das Rendas pro-
vinciaes da mesma Provincia nesta arree ida-
dos, tem sucedido continuamente nao haver
no mesmo cotfre fundos bastantes.
Dito Ao Inspector da Alfaodega para
remelter huma relaco das multas que oro
recoihidas ao Cofre da Thesouraria e.n o mez
UC JUiii p. p.
Portara Ao Thesoureiro da Fasenda
para passar do cofre da Renda Geral do ejer-
cicio corrente para o do rendimento de 1 por
cento de armjsenagem addicional a quantia
de_i85U4ga do mesmo rendimeulo, arreca-
na Reparlico das Obras Publicas em os diis
12, 13 e 16.
Inspeceo das Obras Publicas ,\ de Novem-
bro de 1840. Moraes Ancora.
Para a obra da ponte da Boa-Vista sao ne-
cessarios Pedreirose Cnteos ; e par este sao
convidados a trabalhar na dita obra os olfici-
aes destes dois officios que ualla quiierem
ser empregados sendo livres.
Inspeceo das Obras Publicas 4 de Novern-
brodeib4o, Moraes Ancora.
P R E F E I T U R A.
Parte da dia 5 de Novembro.
Illm. e Exm. Sr-----Fora hornero presos
pelo Sub-Prefeitoda Freguexia do liecife An-
tonio Dantas de Vasconcelos Lranco, por
denuncia de querer vender cama escravo o
pardo ivre menor Jacinto de Lima que
conduzia en urna canoa o qual foi entregue
ao procurador de sua rai; foi detenlo noca-
lahouco ; e a preta Lusia escrava de Lean-
dro Jos Ribeiro, por ter alirado cora um ta-
boleiro sobre um soldado do corpo Policial ;
foi entregue a seu Senlior : pelo Sub-Ptefeito
desta Freguezia o portuguez menor Albino
Francisco Montairo por ler causado a queda
deum prelo ; foi solt, eo pardo Antonia
1 le. )
por ser radio; reraetttdo a Sala para
ser destinado a Escola de Marinba : e pelo
Sub-Preteitode Cidade de Olinda ocreoulo
Joaquina, Francisco de Sania Anua ,
mesmo motivo ; leve igual destino.
Das partes boje recebida consta que nlo
occoiruo mais nuvidade.
Carcter das opjosic.es.
Sos Uoremos represeotaUroi be quiii es-
V

o-


DIARIO f>E PEBNAMBCO
ariaI e tililissima a existencia de opposices eegue tioje na opposico que faz ao Go?er-
jMilatDentaresque mui poderosamente con- no de S. M. o Imperador os principios que
ribuean para conseivar era equilibrio a ac- altamente condemnou O Redactor do Ypi-
u do* Poderes pcliticos do qual depende rang quando escreveo o artigo a que nos re-
uecessariaroeme obom, e exato desempenho ferirnos, certamente nao liuha ainda recebi-
desuas respectivas funccoes, e por come- 'do cartas dos seus amigos nesta Corte nem
pulirte l felicidade do Paia, cuja prosperida-, lido o peridico Biasil depois porem ,
Leis adaptadas as suas circunstancias peculh- i medio se nao rondar de opinio e laucar-se
res do religioso equasi fantico respeito a tamban no caminho dos excessus ; nao teraeo
sua Cons'.ituioo ou pacto fundamental ; re- carrejar com a ignominiosa pecha de ali-
alisando-se ueste caso orcesmoque na ordertt j patritico, infenso ordem e verdacieira-
physica se observa ," otile do jugo constante mente inimig do Paix ; nao, ludo isto he
de varias rodas que reciprocamente seencoa- menos deshonroso antes carregar oro todas
tro, as veses un oppostas dirccSo, provm estas accusacoes do que desobedecer ao
dado de hura chele astuto e prfido.
man*
regularidade a pcreico do maravilho-
b e complicado machi,,sino.
Sero porem esseuciaes, sero utcis todas e
quaesqutr opposices? Nao. Para que a
opposico seja til ara que possa conseguir
que 0 equilibrio se msntenha entre os pode-
es polticos, cumpie tomar por divisa a leal
dade a franqueza a honestidade *, I-e ne
cecesario (ue pondo ero olvido consideraces
pessoas nao affei tadas de srdida e destnar-
cavel anbito, seja animada donobre fbgo
do patriotismo, possua-se do fervoroso e
louvavel desejo de felicitar opa:/.
Exigir dos ministres miudas e detallms in-
lormates acerca de seus actos esmerhar
os planos geraes de poltica mostrar o erro
de suas opinies accusal-os com denodo por
arbitrariedades e invaseo do l'oder paten-
tear suas nialversacces e abusos Gsclisai
que os diulieiros pblicos sejc curialmeule
despendidos, impedir, noseiodusCmaras,
que se detrelem Leis prejudiciaes ao Estado,
obstar aolevAatamenlo deexcessivos ou des*
necessario imposto! sustar os salios de mat-
oiias ligadas ao ministerio e mauler a Cons-
tituio e as publicas liberdades, eis o bri-
Ibaijle pregramroa das opposigoes legitimas,
dessas que merecera respeito, elogios, c agra-
decimeulog da naco.
As opposices porem formadas eom sinis-
Jras visias, que, antcpoiulo principios poli-
lieos lucto apenas com o pessoal da ad-
iiiiuisliaio ; que insultando o governo, a-
bao uiaos todos os ministros j que em vez de
}l mai tui rasooveis censuras queixas lun-
anieuladas, t procuran doesta-loscom sar-
casmos apodos e rediculaiias ; -que sem a-
1 ik-sciiiaiiiu qual quer medida til ao esta
uo sem proporem o niais insignificante pro-
jet lo de Lei-, oceupo-se nicamente em des-
nanlelar tudo quanto llie cahe-debaixo das
lijaos asendo gostode impugnar todas as i-
lieias do Governo, reputando pessimo tuJu
v que inicia enfeude ou execuia a admt-
islraco, como se por entura entre mutuas
CCUSua ms apparecer nao deva ao menos al-
i;uma que Loa seja hitamente declarndo-
te contra todas s leis propostas pelo l a Jo Mi-
nisterial, taes oppositoes to ante patriticas,
ofensas ordem, e verdadciraaeule ininii-
as do paiz,
Depois de tirarem ao governo os mais insi-
gnificantes recursos, depois de Iranstoniatcm
com lev iandde todos as suas medidas admi-
nistrativas, depois de se esforcarem para que
jio teja investida dos meios indispensaveis ao
l,om e rompido desempenho de seus de veres ,
le anda argido o Governo por taes opposi-
ces por nao baver leito miUgies, tomo se
por untura devesse le forca sobrenatural ,
con.o se be possivel sobre a ierra xjuerer-se o
l.m sem applicar-se meros convenientes
Em nosso entendei huma opposivo justa e
conscieuciosa deve bem vees ir adiaute das
j itttntCts do Governo dtve approvar ero
toda a pleuilude tuaa proposias conceder-lbe
as tortas exigidas dar-lbeo eredito necessi
lio, oUertar-ltie a.esmo todos os recursos.
dieposiiodo Coijio Legislativo ; ussira com-
j oilando-se u oppositao fica coro a consclencia
lianquilla mostia-se devolada ao bem do
l'ai, salva sui repulacSo e grandiosos pro-
%choadabi lesoliao ...
Depois de termos lido os seis periodos a-
lima transen pos de lium artigo publicado
nolpiranga JS. ai, suppozemos que oseu
(Do Correio Oficial.)
5es de carcter diverso observar as conven- bum bomem dependente por sua educaco a-
oes sociaes dirif ir interesses lamenos em poucada por seu es'ado e posicao social j
arrogancia de bum fatuo ceg do espen-
x
?oe
reciproca concili.ico
e harmonii ; he -bum
onus de tanta nobreza e sublimidade quanla
ditticuldade e cusi. Aquellos que, desii-*
nados ao cargo honroso de administrar -
dor caduco de hum desmesurado orgulho a
estupidez aii>da mais perigosa quando se
veste do fumo presumpeoso do saber. Aind^
tica devem'sobiesibir em equidade inhiba- mais se exaspera a paciencia dehurn ntelii,
(piando seu> direitos eslo adecizo de Imia
bomem sem pionidade de hura homem,
A JI'STIj'A.
nefine-eea Justipa aquella virtude,que
resneita o direito de cada indivfduo ; que da
cada bum o que lie seu, e llie pertence ;
que conserva Ilesa a propriedade allieta, ca-
sbase de todas as Sociedades ; que obra de
conformtdade :s Leis e ao direito ; que .
emim prescre*e 3 conducta que se deve
observar e seguir na conservaco do meu e
leu e na manutenco dos mais direitos que
iros impoem o pacto social.
Daqiii se pode inferir mui faril e prom-
ptamente, q'*e be bum rigoroso dever do
homem social o ser justo que be o mestoo
qae respeitar os direitos afheios ,' para que ,
pela Lei da reciproeidade s.-ja os seus tm-
bam respetados ; que be o mesmo que obri- o -igradecimeiito do publico cujas vistas ras-
garos mais a que nao perturben! e nem em- peiUveis lem ohri.j.cao d completamente en-
UBC3 o 010 de uossa propriedade; absten- eber. Hum magistrado digno'Xtsie nome ,
tocado de ielo pelo be n goal, desembaraga-
dodetencoes roaliguas, e desempedido de
lavel em perfeita inlegriilade abioluta
probidade profundo conbeciiusnlo illibida
conducta costumes puros e limpos de toda
mancha, penetra'co, julio, boa t ada-
bilidade mo-lerac > zelo e sincerid .de ,
devem mais seguir particularmente a verdade,
e por'distinctas qualidades lornar-ae digno de
bem desempenhar asobrigacoes inherentes a
luna \lini-terio dclicilissimo.
O Magistrado he orgo da Lei ; e por tal
cifeumstancia, deve ser o defensor dofraco,
oreugiodo pobre. ocousoUdor dosinfeli-
zes o protector da viu va di 01 fio o con -
serrador da innocencia o fiagello dos mos ,
o terror dos culpados lium cisleilo forlissi-
mo e inexpuguavel aos tiros do soborno da
eorrupco da venahdade, do favor, edas
indignidades. Huma Auloridado fundada
neitas bases cor.la huma duraco eterna, e
permanente no*reconheciment geral ; pre-
enche os filis de sua nobre funecao, e consoli-
da a associaco humana aaegurando a cadi
membrodella a* tantagens precisas pira sua
couservatao e felicidade. Foilemenle lga-
lo jusliti, respeilador do juizo dos mais
liomens elle deve sacrificar todas as conside-
races particulares, todas as frioleiras e
incertezas pWa adquirir t estima o respeito ,
do-nos de violentar a sua 5 (ue be, iiuai -
mente o mesmo que estabelecor huma in-
ariavel e intransgredivel obri;;aco de Bus-
que nao duvida sueilar sua consciencia
ijualquer respeito criminoso Se 1 taes dis-
posicoens infames accresce hum animo incli-
nado ao despotismo e tyraunia entao n
torca e o poder absoluto expugnas ludo a-
quillo que escapa i perversidade d'alma.
'l'amhem corre eminente perigo a administra-.
cao di Justica em mos manchadas pa tor-
peza de huma -vida de-bochada e irregular.
l^ueiD lem de regrar costumes nao pode fe-
zer se os nao lem bous : e nem a estes poda
proteger, quem del lei carece. Vistas ambi-
ciosas o (Slumo tarob ero sem excepeo es-
curecer a verdade ; podem inhabilitar o
bomem apresenlando-lhe o inleresse sem-
ine preerivel ao dever de restituir o seu seu
dono.
60 a administrarn da Justica chega q
ser entie;ue ao homem que desconhece a
independencia, e que so vive salisfeito,
quando bijula ; quan.lo tem sua crealura a-
doravel ; quando automato recebe inspira-
coeua malignas quando vendiito ao favor e-
nccessivel ao menor aceno lauca vistas indil-
fereutes censervacao ou i:surpacao da pro-
priedade do individuo he ento esse o mais
nfimo' gio da degiadayo e d* miseria : he
essa a arma mais lemivel que ere de mono
a vital conveniencia Iiuoimii.
Traba I he o administrador da Justica-
para arred^.r de si os perigesissimos eutr.tves,
tentar mutuamente felicidade geral nico
fil, e causa 1U0IJ2 da niao da especie bu- inos dissidentes dar ao cumplimento
mana.
ulerease particular, lar sem duvida a deii- qe P01* "entura seoppozerem ao boro des-
da do genero humano, barmonisar os mes- empenho de sua misso : faca por seguir
reclidao Mremedaudo o mais prximamente
dos
deveres de cada individuo lo lorie impaiso ,
N5o pode contar com a seguranca de seu quff poTSl so nenie ae Sstem m
irabalbo, com a sua propriedade, aqielle continuo ; e SbceSsivo equifbrio.
que Ibr possivel a primitiva simplicidad^, o
immutavttis em pureza da J nsiiya -, j que nao he dado ve-
l.i para a seguir no todo : cene os ouvidos aos
a propriedade a- "X Mylhologia amiga 'reprsenlo a Jos- pessiau conselheiros inseparaveis de huma I
Iheia, pois que da reciproca observancia dos tica em figura de moca coro osoibos ven- alma aby,mada a corrupcao: seja justo ou
direitos de cada hun he que nasce o spu mais dados balunc da igual fiel na mo esquer-
efhcfcz garante. E, se o hornero discorde des- da, espada na dextra sentid embumape-
dra quadraia syrobolus allusivosa igualda
ta obrigaco e rebelde ao cumpnroento deste
principal dever social esquecido de susieu- 4de e modo porque ella deveria proceder.
lar o equilibrio do edificio cuja pedia angu- Mas ou porque coroo filb do Ceo nao qui-
ireeucba os fins da as.ociato civil que Le -
d-.r o seu seu dono que na estima de seus.
concidados na satisfacao que resulta sem-
pre de huma conscicncia limpa e pura de toda
a inanclia cncunimiVi |jWn rcoi)!;oCin?ci>
lo recompensas mui preciosas quem nao
lemocoraco captivo o vicio e eivado na.
itumorlidade.
( Do C C. )
. ( Coireio (Jlliiial. )
Causas que podem occasionar huma sub-
merao nosso globo,
Todas as cbservacoes geolgicas mostro al
com evidencia a impoiLante parte, que as
lar he a' justica eslorva o livie gozo dos "di- zesse habitar na trra, ou porque eneon'fas-
reilos proprios dequalquer pde-se consi- se pouco acoluimanlo e sequilo emre os bu-
derar o quebranUOor dos lacos que uemos muios, ella durou pouco entre nos i e at
homens entre si o invasor das mais sagradas : subia to irritada a manso Clesle onde li-
garantias. o perturbador da harmona, e da nha sua origem que os syril;o!o> que repre-
conformidade dos bomem entre si. ssntava se trocrafi para sentido contrario.
Para obstar pois, at> desmanche que'sbf- j a venda que indica va a impafeialidade paa-
freria a conveniencia e ordum geral como snu a servir para desconhecer-se o justo e o
abuso, e inobservancia da justica, cera a 1 licito ; e deuar ao acaso e outraacircums-
lrausgressio dos deveres relativos manuten-I taucias re|irolas o direito alheio. A balau-
co la propriedade alheia ^ para limitar, pois, ; ta destinada para pesar as rases eos lacios ,
a tiberade de obrar de bum modo conforme | icou servindo para pesar a condescendencia ,! aguas tero lido na contextura do nosso globo
ao-bem, e utilidade de todos; para assegu- I o patronato o lavor oempen'10, e o io- lEuconlro-se os vestigios de sua longa pre-
rar t.da bum igualmente as vantagen.. ne- I Icresse maior. A espada que era para dividir seoca desde a u mida de das mais altas monla-
cessarias, e provenientes do pacto social; pa- o justo do injusto e certa cortar sem contera- olas al as mais profundas cavidades que o
rac:-n feivel direito 5 para ob.tar a qualquer espe- i:iiquid.*,passou golpear a parte sempre ma-ii! que involvea ierra. Por luda aprtese en-
cie de violencia aotrabdio, e pertencas do fracase desprevenida. A qaadndove^da-pedra, jcoulio ruinas de bum mundo anterior ; por
individuo para regrar ai accSes do bomem svmbolo da reeiido ficou sendo o symb do 'da paite lestemuuhoa e urna tatatrophe
e fundn a Autoridade islo be- bum da ignora uci a. E desden lempo destaespan-j espantes. que sem duvida barulbou a su-
despenseiro imparcial das Rarautias bum I losa metamorpboee ainda ninguem app.ire- perfieie do globo para fazer delle bum mon-
director constante do corpo geral buiu con- ceo, (ue se ufanasse de te;r visto acara ila -
servador dos direitos dos homens hum re- Justina naquella forma, e belle/a de su 1
pressor das accOes coutiarias commum feh- primitiva crea^o. Rarissimas vetea longi-
cidade dependente da conserva.-o ca j.ro- qius ai remedos se pstentead aqui ou all;
priedade do sagrado meu e leu. porem lo grossas nuvens os cercan de mo-
Esse despenseiro da justica pois, esi na ment, que sbito desapparecem sem dei-J P0"" >eu turno, em urna revoluoSo,
mais restricta obrirac&o de preencher o im de ; \n mnimas pisados ou levisaimos indicios de
sua importante, nobre, bizuda, e ardua ,
novas iime/as
lo informe de mateiias incoherentes que nao
ollerecem mais do que o aspecto de hura ca-
bos sobre o qual huma nalureza mo;a veio
fsta'oi-ieeo o seu novo imperio ostentar
destinadas lalvez a perecer
de que
nasterao nova ordem e novas bellezas
Ivo quizera poder explicar este auligo cala
Tem de conservar a lodos impertur- Potse qual fosse o motivo da retirada da ljsmo, e essj reoova^o futura, que me
bavel o direito de propriedade ; lem de im- -Jusiica-5 retirada, que trouie ao mundo j parece poder predizer. Ora, este duplo pen-
pedir os ataques e violencia ao aiiitio ; lem |a iunestaconsequeuciadadestgusldada o in- smenlo repouaa emivuma vetUade Oe lado ^
e em huoit ubservacu quolidiana qus cad*
fjual pode laer.
Loro eeito a jiosico da trra em relaco
ao >ol e sua inchnavo pie faz que ella
tiie ajireseule su cessivunenle os ponto* do
circulo ttianiado eclptica he o resultado de
circunstancias constantes e taes, que a ler-
de chamar os homens igualdade, de que uslica nos somos inculpados e como taes
alguiuas vcv.es os desvian as tucis considera- jnao deveriamos sollier os lerriieis ele tos ,
res de huma superioridad'e esiranba natu-jque leraos experimentado ; ell'eitos que a-
reza ; lem de defender os Iracos e misera reis liopellavaoa huroanidade calcava a i tun-
da prepotencia dos mais poderosos; lem de cenca utucava a virtude, ex pugna va6 a
siiboidinar as acedes humanas ao inleresse Casllddde, roubavao-nos linalineule as vau-
Iledactor, reprovanda a (ondu^ta Uoaoppo- commum tem de soccorier acuelles, que IUeus da assoiacoa Guardando as devidas
biconllias ao Governo de 5. Al o emperador sob as vislas de huma segua protet.jao de- exceptes desses ra issimos appareci.neul ,s dea
stiia s ais hum sueuuo defensor cia actual { posiU os seus mais sagrados direitos as
14 de m de ecusas mas, infeluniente, ioro I mos tlaquetle a quero fielmente obedecero ,
1,ludidas as nossas bem fundadas esperances* para obier vantageus pessoaeSj lera de eni-
O htdaclor do ^ piraitga lec-Jlibece que As pregar todos os meios conducentes a mauler os
upppaiyoeus formadas com siuistraa \islas i subjrdn.ados nos limites daquelle proced-
que, buteponde principios |>oiiiico, lucto i memo ineUspensavei boaordeui, e utiu- ... --------------------,------. .
i. ti.us oiu o pessoal da Admiiiistia^e; que, dadegeral; lem emfim a Autoridad* ex- 1 vertendoa inteireza J n venaiidade (orcendo!sobre ella de u.na maneira que eu chama
ibeuitanoo o Governo 1 achao maoa lodosos teuaiss moa de veres de que aben ando torna as Leis: as transaccoea o'eudeudj adelica- re cquiiioranle ; islo be, que be preciso qu
anemedos ua Justica -o que temos visto
multas vezes? A prepotencia proferindo sen
tencas : a ignorancia ai raneando o direito dos
miseraveis : o lavor iIuscau mquidade suppiaulando a equidade : o u-
leresse do manilo aa decsoes : ama J per-
eusudos, ijue tm vez ue fermaiem rasoa-,o calado aucial peior, e mais perigoso anda
is i.i.st.1,; qoeixas ouaamenudaa, b do que aquelie ero que se. piuiaia os 1.0-
| rutitio coesta-lu taai aarcasn-.os, apodos, mens primitivos
iidicuitii** uc sao auti-palrioiicas I beterea de tanta transcendencia e magui-
i.tiisa a ciLitiii e Htadeiramenle inimi- 'lude oemandao bombroa rubusios, que
jjj: do f j iL ai czar \. ludo uto duti \ suatciiteai stu grafiuioib peto, tyepiouiir pai-
'ie/.a publica u estrategia regendo e oceu-
panuo ludo sem opposico em profundo si-
lencio. Lslas miserias se reprodu/.ero quando
a auniiuistrat > di justica h-- confia 1.1 a inex-
periencia : ao poaeiio das paixoes dominantes
rj continuara a mover-se nesta ordem era
quanto exialirem etas circuuistaocias<
bem investigar as caucas da gravilaco he
claro que ella entra como parte essential no
esia io actual das COUSas e he tal/ez a ,sua
causa nica j ora para que a lena nelle per-
it'Vere he preciso quu esta forga se exeica
cbaroa-
e
os dou> homspUerios tslejaj coi equilibrio %
vii reLfcao ao ceulru ue ceo desu lorca.
'os ijac a giavii 1 ta era oseu etleilo, era
raxao d.is massas e da densidade he eviden-
te que so iiu.ii dos iieinisjtieiis vier
ebumaidade oiulo verde j raquaaa de, luifir uia deusidade, a atlracjo aera ow



I) I A 1 I O DR
11 ui.namimmmsmaamm
Ior deste la lo e a Ierra obe lec?n lo e ta
potencia, lomara huma posie > nova ho-
|roa inclinaco differeute em rlacio ao seu
i-enlro de gravlaco ; por conseqiienri* hum
dos polos se voltaria para o sol; hu ti dos pon-
tos entre este polo e o equldar se fa-a polo ,
a eclptica tambem se mudara e tojos os
crculos passariio peto masmo destilo.
Posto Uto foreros observar que toda as
materias brutas e inanimadas tena hum peso
^specifii'0 matof do (jue as aguas logo se es-
tas agas vierera a ser .Destituidas por estas
^materias roudir-se-ia a relaco de peso dos
[diversos pontos do globo.
Cumpre observar que muitos agentes co-
opero pan precipitaren! das alturas Ja trra
i'ts cavidades do ocano esias material que
)be arrastio continuamente os ribeiros e os
os
Todava, esta afluencia diaria cuja som-
ma espantara a nossa imaginacio he bena
pouca cousa se a comparamos com a massa
do globo. Entretanto nao desprezemos a no-
la de que ornar leiri mudado as sujs praias
em muitos pontos e que Cidades ha que
tem cessado de ser portos, quando outras es-
to boje coberlas pelas ondas.
Admiltamos entretanto a importancia desta
mu lauca (leste aterro diario annud se-
cular Mas os seculos nccumulo-se e
vom elles este trauspor e este desloca ment
lento, e insensivel durante a vida do ho-
nifci; e se a perseveranea da gol la d'agua
cava o rocbedo mais duro que nao produci-
r a constancia da natureza em minar o que
existe para fazer surgir huma creaco ul-
terior ?
Quem ousiria aflirmar que este espantoso
rntaclysmo referido pela Escriniura couhe-
cido por Lodos os povos, atlestado por seus
vestigios universaes nao fosse pelo eleito
dest'i causa de que o Creador se servio de-
pois de esgotada a sua longauimidade como
se. expresM o Gnesis ?
Seute-se que ento ludo devera ser pertur-
Lado; tal parle cubera por aguas ha secu-
los ficen descuherla tal outra ornada
*com as galas da vegetago foi submergida ,
o suas riquezas engolidas. Em ln as osci-
laces de huma esphera que acabando de
receber hum impulso iiicomnoensuravel, pro-
cura tomar huma posicio propria equili-
lirar-se, as mais altas monlanbas tefi>> sido
roberas pelo fluxo c reluxo das vagas agita-
das, procurando repouso. Notar se tambera
que as altas monlanltas, que nao sao, lalvez,
outra cousa mais do que o esqueleto do Mi-
tigo mundo, nao o'erecem esses leslemu-
nbos de alluvioes depostas pouco e pouco pela
claricaco, mas somente medalhas da velha
nalureza laucadas como ventura e re-
colbidas pelo acaso.
Quem poderia alFirmar d'ora avante que
liunu igual destine nao aguarde o orbe que
habitemos quando a somma dos seculos li-
xer rurhido as bacas dosdous mares bastan*
teniente, para mudara densidade compara -
tiva dos pontos, que compoem ese immenso
Planeta, que forma hum lo pequeo ponto
no espaco i'
Eu deixo aos sabios o cuidado le por as
liypoiheses e de calcular as probabilidades
hem duvida serdinacil determinar que gol-
to sei cheio primeiro em f|ue lugar se a-
jnontoaio os restos das nossas montanhas os
ii .ojos dos nossos C&mpOS quando cliegau
o lempo n que o equilibrio se romper, e
que et-ito produzir a nova uprumaco,
Eu serei contente se liver podido dar ma-
teria hum novo poni de vista e encelar
liuma questo propria para excitar o inieres-
re d^s pessoas convidadas a meditar sobre laes
Jujeilos ,,
UAutbcrda hypolhese, que acabamos de
rxpor esqueceo-se e filiar de huma d/is
causas mais activas que pode oceusionar al-
|uni (lia a mudenca do eixo da ierra e
per consequeneia fater o nosso globo sotTrer
iiunia nova subuierso. Esta Caus tbra com
muito maior potencia e releridade o que o
poden* fater os ros, que precipito iodos os
unos sobre as praias do ocano os despojos
Cas. nossas plan ices e montanhas Queremos
tallar dos bancos de ostras ou de ouiras con-
chas, que descera cada da edas conslruc-
cea que os Poiypos lorino couliiiuamenie
para sua u orada e (pie elevando-se iiisensi-
>< hlente do tundo dos mares os mais profun-
dos, tena lonuar libas a sua superficie desde
amis peqcena t a ntaiordiuneusii, eaca-
huro, piissijos seculos, por dar siascimento
i xis'.os continentes.
As ostias propago-se pelas ovas que de-
|.oem no fluido do mar, sobie os roquedos ,
ronchas, e outros corpos que se bies apre-
mu "O. Ellas se multiplicara umi rpidamen-
te uc maucira a lormai' aucoj coutueraveit
em bem curto espaco dt lempo, Como Helo e mu la pelas aguas pelo* despojo* las ter -
immoveis sobre o corpo que adberein ras e dos rochedos que rolarlo do eqtudor
huma nova geraco rem logo crescer sobre a- j aos polos em huma direceo inversi as que
quolla que Ihe lem dado existencia. Haas- tem j segu.lo. Montanhas, que dominio
sim que as ostras cujos individuos sao in- hoja s^ibrc o nosso globo, montes e valai
calculaveis augmento, e elevao de hum submettidos a-j imperio do hornera lem si-
modo espantoso os bancos em que nascem.'do formadas noutros tempos debaixo dasa-
Ellasse achao em quasi lodos os mires, e por [ guas do mar como o proras as conchas e
toda a parle augm6nto mais ou manos ac- outros despojis de animies marinhos de
livamente a massa solida do nosso globo, .que sao con posios em grande pirle ou em
Assim enconlio-se em muitos mares bancos lotalidade. Alas aqu enlraro alguno dii
de ostras do muitas legu is de ext-mso que | pira eeterem o lu ar s que de novo lenta-
soliera insensivel mente di fundo do mar sua mente se proluzeu ni seio dos mires ; ese
superficie. Hum grande numero di outros coorrfo por su vei dis vegetaes e animaes ,
animaes de conchas concorrem se n interrup-1 que por ventura nio orem aniiiquillidos por
cao augmentar estes hincos, ou formar i este espantisocataclys.no.
novos depondo debatan das aguas as liabi-
taedes em que tem vivido ; e he bem uata-
vel que huma ostra de grossa especie deixe a-
pssi, ou no flu de alguna seculos, res-
tos mais sensivois do que os de certis ho-
raens cuja ambuo a orgultio tem eito
tinta bulla, e occasonado tauloi males sua
especie.
illas o genero de animis que muito mais
concorru encher os mares formar ilbas ,
e at meimo coulinenles he o dos Poiypos
As especies s5o prodigiosamente numerosas i
acbo-sequasj exclusivamente na soua trri-
da e porconsequencia leude m se m,o re ; mu-
dar a relaco das massas ponderantes do nosso
globo, a desarranjar o eixo da trra, ea
produiir assim em alguno dia huma invasSo
geral das aguas sobre os continentes ond : o
bomein se echa buje posto com os animaes e as
plantas que forrado o ornato e a riqueza do
solo.
Os naturalistas distingue classes di Po-
iypos; os que lem o corpo n e seto casca so-
lida e que por consequeucu nio cooperio
pira a formaco das massas so'idis de que
hilamos ; os que lem o corpo de que Ir in-
suda huma materia calcara solida em que
esl constantemente poto. Esta materia he
humas vetes completamente pedregosa; como
nos Poiypos, que se cliama.i madreporas ,
tuiiporax &c. oulr s vezes meii pedre-
gosa ou cornea, como oos iss e coraes.
Em lim a terceira classe comprehende os bro-
ciooes e nao tem a faculdade productiva da
segunda classe,
Folypo cujo corpo he huma especie de
saeco membranoso munido em sui abertura
de lenlacalus ou bracos que tem a faculdade
de se alongarem ou de se conlrahirem sobre
si mesmos he o animal o mais simples da na-
ti'reza ; he falto de cerebro de sangue de
coraco ; parece nao ler outro orgo mais do
que hum canal alimentar ponto este em que
ha grande analoga com alguns individuos do
animal que se chama hornera
Alguns Poiypos taes como os madrepo-
ras em raso do seu numero prodigioso e
de sua espantosa propagaco, formio por
hum Irabalho insensivel porem multiplica-
do infinitamente massas de materias que
transudao de seus corpos, e que ao mesrao
lempo Ibes servem le habitaco. A nature-
za que privara estes animaes de orgias de ge-
raco lem com tudo providenciado a sua re '
nroducco por meios mais simplces. Tu-
brculos ou especies de bo'Des nascera as
diferenles partes de seu corpo, ebegio a esta-
do de rrescimento necessario existensia de
novos animaes que se destaeio da sua mae .
edrio, por este meio, nascimento ahuma
numeross geraii, que a seu turno sen pro-
paga com huma tal rapidez que muitos nas-
cera no espaco de hum s dia desoiteque
neste curio perodo de lempo hum (lio lor-
na-se. pe, eav de numerosa familia, Iao
espanta que esta prodigiosa multiplicedlo ,
que se observa principalmente na linlia, pos*1
sa com 111:01 trabillio constante e nao iu
(UtAiU. di I:il, Nao. N. I9.)
( Do Crrelo Ol.ial.;
LOTRIA D\ iiOV-VISTv.
A Meza regedora da Irmidide do Suilis-
simo Sacramento da oa-visla tem determi-
nado que as ro 1 is ia i." parle di Lo-
lera conce lida a favor das obras da mesraa
I <* re a oorrio i m preter velmente no dia ao
do corren le mez de Novembro ; para o .ue
con video aos amantes das Loteras bajo de
comprarem os bilbetes que se acb-j a venda
nos lu:'.ires do coslume.
LOTtRtA DO LIViU'vINTJ.
O Thesonreiro da Lotera faz sciente ao
respeitavel publico [que cobo vai a vendados
bilbetes com grande afluencia] qus lesej que
os amantes deste joge concorro pira a com-
pra para o mais breve anuunciar o impre-
terivel dia.
SOCIDADE H VRMONICO-THEATRAL
Estando a chegir a esla Cida'ie, viuda da
Parahiba ; madeira necessara para a co-
berli do Theatro particular de Apollo e fa-
sendo-se por sso preciso pagar a sua impor-
tancia assm como outras despezas inheren-
tes t a Commisso Administrativa por esle
avisa aos Snrs. Socios para que mpreteri-
velmenle no praso de Jodias, contados da
dala deste na forma do art. &. da propos-
ta approvada se dignem entregar ao The-
zoureiro Manoel Joio d'Aiuoria na ra da
cada velha n. a quirla prestaco de ao por
cento das quintias que generosa, e volunta-
riamente sobscreveram para a ediicaco do
oesmo Theatro,
Ilecfe 2y de Outubro de 1840.
t
V\iw* t#ivr8os
terrompido, de alguns milhaies de annos ,
prcidu/ir ilbas, montanhas 1 e especies de
coiilinenles. A creaco destas novas massas I nova matricula aclia-se aberla desde o i. do
cr OS ADVHNSTRVOORIi casado
falesiido Joiquim Antonio Ferreira de Vas-
concellos convidio os credores da mesma ca-
sa para cor.pirecerem no seu lodo boje
6 do correle Novembro pelis 11 horas
da manba no Escriptorio do mesmo laleci-
do alli.11 de tratar de.Iinitiv-;m '.ile sobre os
negocios da mesma casa.
K?y Precisi-se de ce n mil rs. a jures de
dois por cento com pinhores de ouroj quera
quiser dir annttncie
tr jNa noile de Jo para Si do mez passa-
do foi lurtado ou fgido i negro musam-
b ue por notue Jo/.e com urna marca na testa,
meia lu pouca barba rosto alegre levou
calca ou siloura e camisa d'algodao -i baietas,
meio bucal ; recomeoda-se aos Snrs, Sub-
Prefeilos Comissarioay e Capaes de cam-
po de o prenderen!; dito negro pertence a
fabrica deNivarre no apipuco que sero
bem recompensad.is.
OT O Professor de i'llosopbia do Col-
legio das Arles contina a dar li.es de
Philosophia no Collegio l'ernambucano: a
solidas he lo rpida que o navegante Cook
refere nao ler podido passar por estreitos,
pelos quaes passara aem llljuidada alguns
anuos antes.
,, Quem acreditara ( lirada o hbil Na-
turalista L-imank ) (ue sao estes pequeos
seres, que, em individuos, sao os mais nu-
merosos di natureza ? Quera acreditara
que he entre elles que se acllio os animaes,
que mais influencia lem para consliluir-se a
crusta Citerior do globo terrestre no estado ,
em que o venios i Era lira quera acredi-
tara que ludo se reune para pro va r que
estes meamos animaes sao os mais amigos da
ualureza i',,
Esle pequeos animaes gozo com eifei-
lo no SVhlesaa do nosso globo de huu.a
setividadu como a do mesmo lio i em dolado
de tao ana inteligencia. Vira Uia em que
l u especie Loifiaaa espantada se vera eneolida^l nuem tratar,
Para
a n-.-Lt.-s:ii ia ins-
dirigir-se ao mesmo Collegio u
correte JNovembro.
cripcio ,
qualquer ora.
tsar Esla om praca desde o dia 26 lo mez
passado para se vender um cilio com cen-
loecincotnla pabilos de trra propria casa
nova para grande familia otaria e duas
easinhas delroule da Igreja do hemeilio ;
quem pretender dirij^-se a praca no dia da
arrematado,
%ST C>oem aouunciou no Diario de quin-
ta tetra o do crrenle me/., precisar de um
molalo all.iiiie para comprar Jinj 1 se a ra
do crespo U. 11 para isajustar -t e ver um
molato que se vende com iiiada de t annos.
s_T A pessoa que aununciou precisar de
um prdessor para entinar Francs e Cieo-
melria a um menino j duiji-se u ruadoiar-
Uiui casado aicsmo noaic que aciai com
S73" Allu;a-se urna morada de casas de i
i andares e solio co 11 arm isem laceado da
. cnnstrueclo moderna, e com os melhore
COmmodos possiveis, propria pira juilpror
i Negociante estrangeiro pelo him armiseni.
e ter grades ile ferro nis janellas da sill* d
* tras da i. andir ; ratiilo frese 1 ecini vista.
para o mir; cita no Forte do Vlattis in ra
le Jos di Costa : que.n a pretender dirja-
se rae da Cruz n. ti.
"O" Arrenda-se por trez meses de festa ,
un muito bom sitio porto da praca com
muito bja casa de viseada com tres sallas
seisquartos, casa pira estribara e bastan-
tes pe> de fructeiras e outras plantaces ; o*
perteridenles dirijo-se a estancia adiante d
Cirurgiio Texeira, sitio que raorou o fales
cido lleigadis,
XTjTX pessoa que annunriou querer comprar
im realejo: dirija-se a rua do Rangel a-
ci.na 1 J.
if^P Compra-se um braco de h llanca gran -
de com seus perteuces e pesos de ferro an-
uuncie.
- Precisa-se alugar urna casa para pav-
sir-se a festa por dous ou tres metes sen-
do nos lugares de Ponte da (Jelioa Casa
Porte, Monteiro Peo da Panella lCal-
dereiro : quera tver annuncie para ser
procurado.
tSToie Francisco do Sacra nento Peixoto,
avisa a quellas pessoas (pie tiverem relos ,
ou oulr qualquer pessoa que bebendo con-
tinuadamente bebidas espirituosas e nao
quiser mais beber, elle sa atreve con una
pequea dase de os fuer aborrecer di iu be-
bidas ; quera quiser se utilissr de seu presu-
mo dirija-se a lora de portas junio a venda da
Jo/e Bernardo.
5^" Una pessoa se propSe.n a engomircom
grande perfeiyo e aceio, toda e qualquer qua*
lidide de roupi por preco conmjdo( e tal vez
como ninguem o tenha feito,) as pessoas q'so
quiserem utilisar de seu prest no dtriiio -se h
rua das Aguas verdei quem vai dis 5 po 1-
tas lado esquerdo nis loias que icao ddfron-
I te de urna casado Sur. Joo Peixe que tera
I vidracas nas rotulas quo achara com quera.
I tratar.
12J" Da-se dinheiro a juros era piquetas
quiuliis, sobre pinhores de 011ro ou prata ,
Com piqueos uros q uen [irecis ir dirija-j0
a esla Typogralia
\tA. pessoa que annuuciou 110 Diario di
quinta lena 5 do correnle querer alugar urna
casa para passar a festa quereutlo urna na,
casa lorte com cooimodo para familia pir
preco canmodo ; dirija-se a rua de S Iiti
Nova, I). 18 lado do iinscente.
-----O Portuguez de 1 5 ou 16 anuos que
se oilereco para caixeiro; dirija-se a rui Direi-
la D. 34 la(l do poenle das a horas do
dia al as 4 da larde
-----Precisa-se alugar um sobraditiho no
blitro de Santo Antonio (1. 011 a andar)
nao sendo em rua que fi ue muilo distante do
gremio do mesmo han ro e nao excedeudo o
seu uluguel mensal ouze mil res : quera o
liver dirija-se aestaTyp.
-----C^uem quiser comprar um cao raui
grande bom pira gado e valenle para outro,
e com mais habilidades dirija-se a R. da
Santa Rita Nova, l). 18, lado do nasceute.
-----CJuem quiser comprar um negro de
naro Angola anda moco robusto e propro
pira todo o servico saliendo cozinliar o dia-
rio de urna casa dirija-se a rua Nova fabri-
ca de chapeos i.
-----Methodo de tingir os cabellos La
vem-se bem os cabellos com agoa morna e
depois esfreguem-os bem com ura ovo bati-
do e depois tornera a laval-os cora agoa
morna e estando* enxulos, mol bem urna es-
covinha na agoa do vidro mesmo fra e d-
se nos cabello*, tendo o cuidado de nao dei-
xar pingar na rnupa e quando estirerem
em motilados dcixem enxugar e saia para
a rua. Esla agoa d;i-se urna vez por da ,
e mu poucas vezes precisa de mal de quatro
dias. Adverte-se que a lavagera cora o orco
basta s na primeira vez : esle melhodo he o
mais simples e o seo resultado heo melhor
que al agora tem apparecdo. No fim de
ios ou lies mezes ser necessiriu dar urna
nova applicacio. Vende-se na rua Nosa leja
de chapeos do Sr. Joaquim Jo- Perrra U.
as. >eo jirego he dos vidros grandes a
uU-oo odos pequeos a Uauo rs.
ti^~ Engomase com toda a perfticao, e
eucaiega-se de mandar lavar 110 rio, cora a
maior brevidade possivel ludo por preco
commodo j na rua do LivrameiiluJ. andar
por cima da loja de cera.
-----Quem quiser comprar urna boa fliuta
de ebauu de quatro chai es por preco
muito cmodo ou trocar po r oulra da mes
ma madeira porem de urna, i thavc au.-
pujicie,


F"*"",*-.'<*T-TK
isy* Precisa-sa ninger um wibradhrfio m
hrrrode S. Antoni >ou nm > ou se-
D I A R O- ftR PERNAMB D C O _____ _______
cr Um saln de montara fie senhora 11 D* 2o no ^?0 qu.iab..na loa vis,a D. 6.
nMiLHHiiiiiaBiiBBiwjj.im-.gywt:
BJ_~ Arrcnda-se um ido para se passar -, __,- _, ai-,, (u ummi m xmatnai
festa em Olinda na ra do iog da bi!n com | rom milito pouco u/e ; no sabrado D. l que
/miSo nocUr et boa.roa, para urna ami- mpin Replanta e asums arvorea de fni- fa/. quina tiara a rua rlosQariei*.
lia
liando-- para o singue} cte; a tratar no rr.esnio cena Lourtneo Auto-
ron tanto qoe adrada a cta e Idealidade niode Albuquerque Moli.
dando-se um quarlel ediantado ou Redo*, %sr Aluga-se casas terreas liles na ruada
; no atierro di Boa vista casi de Fran-
res ;i vontodo : quem livor aunnncie.
tsy O Secretario da Sociedade Pnente
.visa a todos os Srs, Socios para se rennirem
boje 6 do Crrente pelas 5 horas da larde a iin
dse tratar de objeclos tendentes a tnesma
Sociedide,
tar Recebe-se d nis aprendices para ofi-
ciodemarcineiro; a tratar na nu do Quei-
mado D. 8.
tsr Troca-se um segando andar por um
sobrado de um andar un cata Ierre i que
tenha quintal e cacii>la que nao exceda d
12,000 mensaes ; queni quiser annunrie.
C'- O Sur. Manuel Antonio Ferreira da
Silva Mota ; queira anounciar a sua morad)
para se llie entregar urna caria rinda prxi-
mamente de portugal.
S2W Aluga-seuma neta para todo o ser-
vico de urna casa ; quema precisas dirija-se
as 5 p >nt.*s casa sonde se afere medidas.
. *^ Permuta-s por casas i.csla pnea din
sitio no principio da estrada dos afilelos rom
trompa
cisco Antonio de Olivpira,
t^r A pessoa que quer comprar urna bar-
retina querendo urna para olfieial de arli-
liieria dirija-se a ra de agoas verdes Deci-
mr 36
IST- Quem quiser arrendar um sitio bas-
tante grande, com trras tanto para plantar
com para ler urea prelo de vaccas de leite ,
pois tena muito bom pasto, agoa correle,
amito boa casa de pedrae cal com grandes,
ommodos e dito* pera escravo*. estribara,
comroqueiros cajweiras, manguairas den-
deseiros muito perto da naca, e tem em-
barque, dirija-se e ra da florentina sobra-
do novo ao pe' da nar.
Avisos Martimos,
PARA O ASSU' o Hiele Flor d Laran-
geira sabe impretervelmenle at o dia 9 do
corrente; quem quiser carrejar 011 ir de
casa de vivenda ; na pracinliedo Livremenlo paesagem dirija-se a bordo do mesmo dafron-
O 2.9* ^ i le do trapiche novo a {'aliar com o Me.ue ou
tsr Precisa-se de io->, 030 a juros por es- i ua rus da cadeia loja n. ij,
paco de metes, bypjtheeando-se um es- PaTIA OASSU'eTouros a Sumaca Pe-
orare pare seguranca do mesmo dioireiro j no rola, sai mpreterivelmente no dia t do
alleiio uos eflbgados casa doi'ronle da fabrica correnie ; quem quiser carregar ou ir de pu-
de Rep. ij-cm diiija-se a Manoel Joaquim I edro da
pa
da
s<
1'loriando I). 1.) Udodo nascente.
tar* O Snr. Manol Francisco Rodrigues
dirija-se a ra do Padre Fiorieno I). t& a
necociodeseu inleresse, u es8 horas da
lianli.
Ir Precisa-sede um bam trabalhador de
masst-ira orro ou captivo ; Iia ra direila
i auana de i sobrados l) 1 5,
IST Manoel da Silva Mola f srPnle no
respeitavel publico, une o esa d,: sobrado
de a andares -tapeta D. a s(a na rua do
i udre Honano llie est hypottrecado 8 para
que ninguem se abane a ignorancia az o
presente annuucio.
1 ve! ni en te.
i e i a o
rar Que lazem Jolmsion Pater & C. ,
por nterVe'nco do Crrelor Oiiveira sexta
leira 6 do correle as 10 horas da manba em
ponto no seu armarem da rua da Madre de
Dos de um pereilo sorlimenlo de fazendas
ingle/as de mui prompta exlraco pelas suas
encllenles qualidadoa ajuntaodo a taj boas
circunstancias a de deferem vender-se para
liquidaco de algumas conlas > em conformi-*
-ulti Jo que se praticou no seu ultimo leilo ,
V SST Heqnissimos lencos de seda da india
do melbor goito possivel para grvalas, ditos
pintados da mel'nor qualidade di seda e ex-
pelientes cores cbapeos de castor branco e
prelos de massa da melhor qualidade e ultima
moda exrelleutes sedas de cores para coletea.
Iirim trancado branco e pardo do melbor que
se podedesejar, meiea prelas de seda me
ri pannos de todas os cores e qnalidades ,
casimiras pret^s da roelhorqualid&de posvel,
chitas de muito bom goslo carobraias do
grande tom e outras militas fa;endas a pre-
cocommodo; na rua do Queimado loja de
Manoel Joaquim Sitveira O. I9.
XST Oi'.o sacadas de pedra de Lisboa! na
rua do Queimado loja de Antonio da Silva
Gusmao.
2S'" Potassa Russiana em barris nequenos,
por precocomuodo ; na rua do Viga ra n.
15 escrintorio do Coronal Menezes.
135" Excellenle arinba de trigo America-
na com um pequeo toque de nvaria ; no
armazem de Joaquim Lopes de Almeida por
delraz do theatro.
t7" Urna casa terrea de urna porta e jar.e-
la sita na rua de S Jos 0 5: a tratar na
rua da praia armnzem ao p do vapor.
vS2?- Cartas de Cicero em latina com notas,
diccionario de partculas da onceo latina por
Costa e S;i compendio de geografa de Tor-
rero rursode philosophia por Antonio Sr
guy j em linda na ladeira da Misericordia
n .7.
cy* Os genuino* nos anti-biliosos p pur-
gantivos de Manoel Lopes chegados do Rio
dedaneiro bandas finas de rede ingleza ,
talins choraens massas para chapeos for-
ros parr chapeos Snos.tranga para farda,
boloens, aparclhos para cavallaria, ditos sol-
los bandas de la para sargento chapeos de
seda fina para hornero., ditos para meninos,
tudo par preco tommodo 5 na praja da Inde-
pendencia n 11 e aa.
sjr Duas pretas de dade de ao anuos de
no beco de !oao Francisco I). 10 : a tratar n>
urenca de Frauciaeo Ribeiro de Hrito.
t3S~ Um bonito escravo de nacf de JaJ
dede 2o annos proprio para toda o serviee
na rus da Paz I). 5.
s7* Fijlos de alvenaria poslo no pon0
mais immediato da obra por preco muilu]
em conta a visla da sua qualidade ; na piaca
da Independencia I). 10.
flK3* Suspensorias de burracha de seda
meias de seda lisas e bordadas luvas de sel
da pretas calcas, c misas, e jaquelas pj-
ra prelcs ; na rua do Queimado L). 11.
OF Duas pretas de idade de 11 a 15 an-
uo ; na rua do Queimado O 7.
S2S- Uilheles da grande Lotera de Vienna
de Austria que corte irrevogavelmente no
dia a6 de Novembro do corrente anno cons-
tando de 5 grandes .palacios com jardins
campos bosques e prados sendo o maior
premio de um niilho 54114a francos alem de
aiiioz premios avultados que lem e melhor
e informaro a vista do pUno ; na rua do
Crespo L). 6 lado do sul.
8=3> Um sobrado de 3 andares e solao sito
na rua da Cruz 8 coro os fundos para a
rua dos Tanueirus con: ab" palmos de fren-
te, e 81 ditos de fundo e chaos proprios
a tratar no mesmo.
ty- I3rim de Hambnrgo; em casa de Her-
mano Mehrlens rua da Cruz a5
Uuia preta moca do genlio de angola
para lora da provincia ; na rua larga do Rj-
taiio D. Si no primeiro andar.
tr A venda da quina da rua do encanta- _
ment n. 3 coo poucos lundos ; a tratar I
na na mesma.
%&" Em casa de lypolito Lavenue conser-
tador e afinador de pianiio na ra nova me-
ihodo de pianno ferrinhos de afinar cor-
das chaves e lodosos mais perlences para
os mesmos,
Sy Urna escrava da costa sena vicios nem
achaques ; na rua larga do Rozario D. 4 na
segundo andar.
iw Barris pequeos de Salmao chega-
tpr I)eseja-se (aliar rom o Sur. Jos Frrrn- l'-0 'i113' (l'ac se annuncie be conlinuacao.
cneo do Reg Barros para negocio de seu ii- 6:;^ A Comminso administrativa da So-
lere&se por ssoancraracio sua morada. ciedade Apolnea far venda publica, por in-
t&~ Quem annuncioii vaeca e bezerros 1
rua nova i'J dirija-se a prsca da Hoa visla ra a do corrente as 10 horas da 1
lerrencodo Correlor Olivetra Quera fei-
I
>
t- Adro Jos dos Santos com poderes 8e{U*es arligos 5 um lindo e magnifico p
baatenlea de Bernardo Jod Fernandes da Ci- B|j"o 'lace de Lisboa como tutor de dons ierdei- Potleifa > 'ancas douradas ainda nao uzad
-'- \n f-. 1i^...:j^ v 1.. 1 t ., ..... _.:.._.____ 1 11 1*
pono no palacete da misma sociedade dos
um lindo e magnifico pi-
le
-_as
proprias para cortinados dejanellas, umlin-
dissimo lustro de vido para oilo luzes com
mangas bordadas andafellas de lalSo para
sala com mangas de video para tres lazescada
urna, linternas de ca*quinha com mangas de
vhio pintadas, lavradas e lisas, espedios
rses c&dciras de Jacaranda para sala ,
quasi novas dilas de muas outras qualida-
---------- ., des, carcajes, banquiuhas para |gO, de
I I ha Irempe c.sa n. 6 engomma-se, faz- jscarand ditai pequeas, ditas de amare-
restidos, chapeos, e locas para sen hora o pata jantar ditas de louro pan cozinha ,
ludo com perfeico. e iim btelo, loucadores de senhora e lava-
asr- Aiuga-se urna cauca a berta, que car- lorio de Jacaranda ealgunsde outras madei-
n ,a loee lijlos; airas dos Martirios casa rss com jarros e bacta, estantes para musi-
1 o rotlas fardes 1 ca garrafa e copos lira neos de varios pa-
*~r Aluga-se urna casa para passar a les- ice salvas lavradas de casquinha porta
la, que ttm commodos pera uros [icqiiena licores, jarrse quarlinhas para aeoa. ca-
deiras de patente para guardar interior, es-
: lo tallecido Uanoel Joa.-juim dos Sanios
pee om praca por venda 4 moradas de casas
erreas siUs ;;a na rua do man lo novo ns. ,
i(j, ot, e3-) pela primeira varado Civel.
lar Aluga-se o sino denominado manga-
beua lendo urna grande casa de sobrado,
sito era Olinda contante ao jardn botnico,
per .-.mo ou por (esta ; tiata-ie na rua Urea
do Rozaiia botica D lo.
jmilia no pocoda panella derronle'do no;
i.atai na rua do Queimado botica i). 8,
SST 'l'roca-se um oratorio proprio para se
teiraa americanas pu/a sala, travisseiros de
veludo encarnado caixinhas de costara, vi-
----- -----------< uioiun' i'iwjii; liara se -". >-i.\iuiius ue custuro, vi-
dizerniissa, com suas coipeienies Ituagens ros para" chairo gluhos de vidro grandes,
na rua vt-lha D. ai. caiiides para chapeos roupa para criados,
boas figuras, boas engommadeiras, cozinhei- dus a"ora de L,SDoa na rua da cadeia uu-i
ras, lavadeiras, e de muito boa conduela j mero i'
umamolatade idade de ao anuos de bonita *^" Um moleque creoulo de idade de 18
figura com as mesmas habelidades urna annos di la de idade de 4o annos, ptima para ama Sera 5 na pracajdo Commercio 11. 1.
de casa engomla e cozinha muilo bem i'-----------------------------5-------r~--------------
dous moleques de idade de la annos muito iliSCPilVOS V llg'lOS
ladinos, um preto velho por 15o 000, bom "" ]------------------------------------------
para botar sentido a um silio, e um preto CT" No dia 3o de Julho do corrente fugio
bom cozinheiro e oflicial de sapateiro na a ^l,lz '^"uoel da Rocha da Cidide da Rabia
rua de agoas verdes casa terrea D. ij. um escravo de nome Geraldo de nayao an-
Sjy Vinhosdechampagnhe medoc St, "'a baixo corpo proporcionado cor fu-
Julien, chaleau, lalfelte margeuax lalour 'a cabeca redonda olhos pequeos boca
larose, chamberlin, bourgogne tinto e branco' frande beicos finos, dentes desiguaes e ses,
saulerne, barsac, neuchatel mlaga, cher- be alegre falla muito exprecado le.n prin-
ry, porto, cognac, kirsch, ahsenthe, do rbe-, C'P' de Pat'e'ro, Iwon vestido Camisa de
no, licores de todas as qualidades conser- a'oJo de minas calcas de brim colele de
vas deervilhas sardinha, e 011 tros cha- seda a ""do cor de cinza chapeo de paiha,,
rulos da Baha e Manilha azeite doce ern susPta-se ter viudo para esta provincia;
tai.\ is de 1 a garrafas, copos de cristal apa- 9tteni pegar lere ao escriptorio de Manoel
relhos de porcelana branca para cha fri- J0,1quina Ramos e Silva que ser recompen-
nhude legumes para sopa, ludo de muito. sada* "
boa qualidade e por preco commodo na rua : *" Fcf o do cngenbo do Meio da Varzea,
da cadeia U. 17 casa de A. Hosch. ;propriedde de Thomaz de Carvalho Paz de
2^ Qualquerroullier de idade ou mesmo t *ros ulenciiics, e finalmente se vender o
mofa que queira star esa aa casa d, |)e- cercada 000 oitates de obras novas de prau ,
cuino sejo caslicaes, apaielbos pata cb e
para servir de companhi
dan-
uo-8esomnle o sustento e vUtuario dirija-
ese a Irawess 1 do Rozat io no primeiro anda 1 o
. brade soda mora o Sr garafim.
sar Ptrame a Mesa da Irmandsde do SS.
Sacramento 00 airrd de S. Airtnio se hs da
csntcaean mipreterlveimente na tarde do
obre
mesa oce.
Vendas
&rUiua casa por acabar no lugar do man-
guinho, aquel lie edificada sore pilares,
. em muito bom lugar e bem construida ,
o curenle sobre a arii.aeao da Igreja para com todas asmadeiras promptas de iuIo boas
tmne l rocissaa de Corpo de L'e.s, que na qualidades assim como portas iaoeilas
le/dolliaaappeleudefazer o lixm. e m. Seibas eo mais uecessario a tratar uo bec
r. sapo Uioctano .pretenden tes dererlo da bomba i). 4.
mj arecer para que a vista das condigoens rar Urna canoa de amarello muilo boa pa-
, BMesa ua 1 r, cunea a quem por menos ra se abrir com 4 palmos e urna cabra
ter 11- eonlermidadedo Cetoprmisso ou bicho boa rara criar meninos: na rua da paz
..ce fe u-nles deliberara rfcspeiloo venda da quina D. 1.
iUsvoMJw <,.:... ter a lrmaudade. : j^ jjuas escraws de naca'o de bonitas fi-
1&- A pessoa quentiunouquerer alagar guras, cosinbfio, cngcmmo liso, e saola-
.naetsr.., 5io,es para |as5ar a reata vadeiras, ambas se do a conten : na rua
ut,i 1 idefeiro com a salas, direiu lado do LivraoseoVo 1>. ao
>a>tsaeonba iot dif.ja-.-ea rua de Ala- i^" Porquinhoa da Juna mui galantes: na
' ll coco L), i.
acceda n. iit,
-------, [>or preco commodo pur ---- >. >>. |.vu.
que o vendedor retira-se para fora da pr<>- n,a's ou menos, mas nao reprsenla tan!) a
vincia i na rua da florentina venda da. qui- 'ddde ?UJ? Sgnaes sao os seguintes 5 esta-
a ouanuuncie. tura ordinaria olhos antes grandes que pe-
Wr Urna morada de casa terrea em chaos MueilJS > Baria chato boca grande rosto
proprios com suficientes commodos para pa- cB>prdo pernea delgadas, p seceos e
dara ou oulro qualquer negocio sita na rua CU!1,,r'dos tor bem preta, e para maior si-
de S. Miguel nos adujados ; a tratar na rua 5r,:i' le,u u'n* lstala na veriltiadireila levou
do Caldereiro 1) 40. j em sua comp.inhia oulio seu parceiro de no-
IW 5 J varas de panno de algodo da ter- me ''iqi'n de naijj congo, estilura ai-
ra ; ua rua do Queimado D. 11. |ta 1 Bem feito de corpo, e peinas roslo bem
WT Osresumes dos bilhetes da grande lo- ; parecido caletre, denles aherlos na frente,
lena de Vienna de Austria ijue corie irre- con, uzasua naco lem urna orelha furada
yogavelmeuta no dia do corrente couteudo [ "*** sem brinco ; quem os pegar leve aodito
grandes pal nios com jardins, campos, hos- engenlio que ser recompensado,
qius e prados sendo o maior premio de um 6^' No dia 2 j do p. p. da povoac,ao de
iniliio -ji l^a francos alem de 290* premi- ^'anar Ireguesia de S Jos dos ezerros ,
os .avistado plano ja Iraduaulo ; ua rua da moleque creoulo de nome lzidoro de
cadeia loja de Cambio do Sr. Vieira.
l~J- l'ara lora da provincia uiu escravo mo-
latode idade de ao anuos sadio e com bous
pitcipiosdo oibeio de carp ua e ptimo pa-
ra pagem ; quem quiser annuncie.
-y- 15o toios de angico j 110 atierro dos
allogados pad.ria ij.
SST Urna negrade naco de bonita figura ,
de todo o servico 5 na rua da cadeia do fte-
cile 11. 1.
t^- Un: moleque de dade de ta annos,
de bonita figura ; ua rua da cadeia velha
U. i-j
idade de i anuos secco do corpo canela
nua roslo comprido beicos grossos cor
ulla ; quemo pegar leve a rua do Queima-
do loja de Novas & Basto e naquella po-
voato a Jos Bernardo Simoens que gralifi-
cari.
tST No dia 3 do corrente desapareceo de
Olinda um moleijue creonlo cor fulla de
idade de 19 anuos baixo as pernas meias
arquiadas e ps apalhetados lo*ou calcas
de bria branco camisa de algedo e cha-
peo de castor branco ; quem o pegar leve as
atierro da Boa vista 65 .uescra recuinpeu-
tc- As casar terreas seguintes no beco d 1 :>ado'
bomba JJ i ua soiedude delronte da Igreja l iU'Xit'C WA TP tM. F. .jD V,, 4"
V


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