Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04141


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Full Text


Anno DR 1840. Qarta Feira
""----------~-------!------!--------------------! -1 ,,'________j-
l '-peade de no mej:no< ; Ha nos* prudencia, modera-
**^_ '''' ft ilio ie:n h co;ii.i principiamos, B seremos ai OBladoS
c*m ku ,.\cr.r. entra as Vace* man cultas.
Prociainacao da Asseinblea Ge.al do Brasil.
S.'.b-zrrvt'SS para esta f lba a 3?oji par qurt.-l p..,, adiaitali
esta I ypografi i ruada* Cuses I).), anabaes i i I ,c i,,,."
e 53, onde se receuen lencaa* le^ali alai
u ..
e an-

u.ioiw, iiisin "> isteagrau, sendo joj pr/p. u* aM-gruatei e


t id* assnados.
PARTIDAS DOS CORRBtOS TERRESTRES.
SI drOutbro. N(J*f. 30.
CAMRMS. OTOBto v.
Londres. <,.. 30 rl. por 1 i soo Cid.
Lisnoa ......Jo a 81 p ir 010 fini por incid "flerec'da
tranca ... .. S11 re por lrauc.
'.'. le l.in'r ao par.
OCRO-- woedadehfoo reis, vethaa
i Hilas ,. ,, novas
,, Ditas de i#000 res.
Pt'.ATA Patacde* HraaUeitoa iflMo -
PeiO inlunina'iii ---._. ir,o_
Ditos Mezieaaos --------- ;jfrji0-
, VI.ola. -------.......fofa .
Descont de btlbetes da \!..i>de;- 1 pn looaomet.
i. em de letra I i| i a 1 ijs por hoa< firsaas arecido.
Meeeia de oob're 5 a '4 por laode disc.
Ci-iop. Venda
I4#0oo 1 $- >>

SU*
i/jorio
l|3o
.fUo
C>iededa Parahiba e Villas de sua preteneio
fit do Rio Grande do .Norte, e Vuiaa U n .
Dita ra Fortalesa e \ iliai dem.........;
Cid-de de Goianna.................
Ciclada d- Uiinda..................
Vilia de .-. AntSo..................
Dita de Garaiirt'uw e PovoacSo do Bonita......
ia do Cario, Seriaba*, Rio Pornsoio, e Po.-to Caivo." V,' 1 a ,
lidadc das Alaeoaa, e de Maceo............|d#IB f 1e,n
\ tita de Pap le Plore....................ilJeM |5 dito ditQ.
J oai'. os VorreuM parltm nn meh dia
>Se$. e Serlas fe-'tas.j
Todos o din.
(lamn letras.
'>, e i\ ,ib c.da'met
FRASES Da LUA\0 ME2 DB ODTOP.
Quart. crrsc a 3 as 3 tu e 17 ra. da lrd.
La Mein a 11 as (h I ii '<> ta man,
tiuait msng a as q fo. e 07 m da tard.
La Nova a u- a; Oh, ( 5Sm d.< man.
Mure tht a para a da al As 1 hora ifl mnntot da 1
As b
'11 i tardta
DAS da SEMANA.
19 Se;**.d S. PeJro de Alea-iiara Audiencia do Juiz de Oireito da i:
va: a.
ao Terca .^. JuSa Cancio. lie! ic'.o e auiiiencia do Juii de Oireito da
1. vara,
ot QtiarU S Lnni V. M. Nui enca lo luii de Oireito da 3 vara.
?>. ^'iin'.i S. Maiia Sa!c:n'i. Audirncia ilti lti\i de I-)., cito dan
vara.
a5 Sexta S. Ro na.B. iudieteia doJwa le tl:re;toda 1 tara
i{ Sabia 10 S. Rafael A rea jij Re -c-io a Audiencia do Juis d
la >. va. i
a5 Dninlnt; S Crypini a Cfyspininno Ir Mrn.
RIO DRJASEl&O.
, O vvr. VasconreMoa nio $'6 iii-Ih oh conlri^uirio pira rfee*iioN,nMiit.i I m
mini-i'o iJa matinh < vio opp >*i > po* que t"tiei;cia i|Ue) a eseuta o Joven kioiHi-
'----------- fila anda noapp.irrceo ne r n* cinvi it- n- cit \
SASEVIBLEA GER/tL LEGISLATIVA poni'rian*ni no mnado Ob^ervi que no O Sor Va*ce?hPl!o. pnende> iUe, vUti
p ll'OS c.,' pilles (icus.i COtri O illini'lf'i 1. que. ifn C c r. dtCU<^O 0 Irn 'ii BUDinlSlr-t^l
ningapin be idus mi i^i'M.li.ti tiun elle ". iraoor a S l obrig*>S.i Je e divert'indo arrcnao em priobil shmih I irios I Nota que o parapraiihodeveria ser redimido.
OSnr Andruda Mdi'hadti oltserva -| i li- neaeaso -t Ai'niiislraoio (tilia p-w li:r. dar
mais conforme i rasii destruir qual qoef du- huma iirora de recanieciment ios me-tre-
vida que possa pxi'lir fiendo-se hu.n re- )' S VI, di inaneira seguir; -- V.is
conheriment'o em forma uta que o f.ieto que forio mes tres, etc etc. iYjta >jie aea-
desenlo ler (I .ido aliment l ao presen- ohim uo l.-i-io.i hu-na omisio pjrpia o
a res- nio pijdia faser, poisao govern.compele dir
Depois de f.iar ex'et.s.'i'men.e anhra : ia-!peto Enlende que > pode liaver lerrao de p.....V-> Deseja se d aoi mesre hum,
comparado enlre o casa em que e arha i ppivi dereoiilieciiieiii, m s njide senliora 0 Erauesca ea augu>tj prineesi de 1* que olfen la a diiiiJade da coroa que a
quese-lrata ; porqu^nlo cerca desta nao se embicie.
neceiia de vetifior acto de nasctmeiito vis- OSnr Vlonteiro d llarm* 01 m i toen
Cmara nos srs. senadores.
5e-sio de -9 de Aosto de i8Jo.
Presidencia do Snr. Marque/ de Paranagu.
Apprnvadn a art 1 e li,|0 o expediente, en-
tra- e na ordem do di i
Fniracn, ilinn ,- __. j 11 ue se :ia; ler ti ido nlimenl s nie ao pr
r nira c rti (iisriis>To o pro pelo de medidas .. '
de seeuranoa publica, irii&ii5 le indica que estensamene snlire a ma-
teria o Snr. Costa Ferreira, a dsousso fira
scdiuia pela hura
O Sur rr. ini>tro do imperio lie recebido no
salfororh aasolemnidades do liplmenlo
OSnr ministro do imperio observa que
o* que opinarn contra a emenda nao co'm-
balertio a maleria dando a entender que a
rnaiitia porque se queiin reronlierer 09 di-
reiios dasenbora I) Maria Amelia nao era
digna da alta i;erarrliia da prinre.*a Rrasileira
eda naciq O m bre orador coTbate os ar-
gumentos apresenlados em contrario, mos-
trando que alimentos nn sao penses, que
existe dmida na materia, lauto assim que
8s adn initiaies pascadas leudo huma roa o
lia (oin 1 acia decidida e brasileia nao
piopiw rao o reCcnhecimeHto da augusta
princesa, e nao admira qne o ministerio ac-
tual anda o nao baja feito. Declara <|ue a-
inda nao mud.'u de principios, que h de
ser como ministro o o mesmo que loi na epo-
cba da independencia e quando deputado,
I;< lerindo-e ;> nomeaces de presidentes, ob-
serva que o presidente de S. Paulo havia
futo grande desservico ; provincia, e nao
devia faser leu lu;',ar de deseruuaiyador na
presidencia de S Paulo.
U Sur Calmen nota que lento de passar
bss can aras at por acolamat;o o rerooliec'
nasem se anieuUi p>lava. Concorda eal
|tieo senad n is le opi'ov idas na cmara I is depnta I h,
masniodeseja quedeixem do serdi's'uiili
P lis na oriniio delH orador o mis a oro.
veita milis com asdiscusses do que con o-
projectos, e emendas Estando pro* i nasa*
eleices, o ministerio deve e-npeubir seos
di-iiiso para mostrar ao p u a superioril
ilade dos seus tale.it 3% e lesn oolttici. No-
li que. i'.iiod ministro, iror >,<** i nci-
itiarii ite ou'u'iro, e so fi a vista d ;,"a,i-
de nuoiero de ileputa J 11 |Ut sn reiirtrio 111-
pedio, nio pie se deixasso de discutir, rUici
ni se e nen i isse
Entran lo n i materia 4 i oaragrapho, o no-
breoridor nota que o ministro pie fii cba-
' i.i i n i r viriiei i j ,
ni i lo di ^n Ioc
loque o Sr D Pedro eslava uu brasil quau- bu na emenda piraqne le.iJia di |iUvra iai.eo i. j:ooo(J dereis', eo actual mi-
do eiia nasreo mes tres diga-se--'que loro.
Q iinto ;i nao sancc'io da Lei do han o de il apoiada,
S l'aui.j. nota que tod is as observaves leitas Anda limo parte na diicinso os Sur
peo nobre senad r por Vlinas ac-rc d-ssa Mello e Vistos, Verg-a-'irj V/ismiimIos
lei lo-o apresentadas na assemblea pr ivinci* Caruer i du Cmp is, \ id rada vlicliada, Li
al, e qne loro combat las uta quea i- pes iJama, e \! es Irtnea
deia que a motivou foi a uecessididcr de dar OS ir. Lopes Ga mi man l a me-a bu ni se pedio huma quantia un o archivo ().
destino aoscapitaes deposiljaon nacaixi ti eme-ida piraque sp s.ip i.nn as pl.i.;i> -- blico na estenio nrompufioa lo o efiloio e iiisiro chamado dis e^onimis pe; ...
t.(i.io oo iU d- reis pduco mais on men n.
l-iei i'iiu>e lldespeSis di secretaria a>i\
que nd lempo dimmi-.tr disipid > or.-avi (
pir i i cintos menos do que asonni i i. I.
| pelo ministro das econ nias Obssrv i>ig
pioviiKia. uirj sent nao pensar cu no o
iiub e. senador a erca di inteligencia do p e-
sideuledeS Paulo O uobre senadjr tum
Seus principios lisioiiomicos e spplicaudoos
ao nobre ex-presidite, nio pode deixirde
reconh celo como inepto, e ineptisaino
i\a idade em que esta, ve milito lempo para consultar a exp rieu-
continuui I |ierc<:
11- i .i.i.i i i
o S.u lioitteiro da Bar >s reii.-a a suae-
Bend i.
II |ulga lo discutid > o arti ;j
i que elle deve ser collocii, iVio o -r .
eineilias, pjrqoe nao ne possivei esperar
qUese,o ip.ro'.id is usti ha ver a .i>*.*m-
blea aido prro.; 11 sd-rf-nte pi tr-s Un,
j' O Si- Addnda daclu.i i (-oiiiistro lo im-
o .- ouiu > tira-S'i n asformili- perioj observa qua ad nioiatra:ii uo re-
dades o.n \vt i recn ii> ;i mas aceiti a disrusst} tolavli obser-
11,: .,p|( ivadj o pirajraoii-1 i scnl rejel- va que ascirduiistaiiciis actdies sj huioes-
cia e f..er as sua ideias aa modiicavtiei ue- tada a emenda do Sur. VaaCJoCeliios por ifi pecites, por quindo osdeputados vi-sa in-
cessaH^s. votos contra 5. doa fjrmbji Irala-se d fI-i -oes e, toioi
OSnc Lopes Gama nio euleiide que hun Hort^ro^aJj o ptragraphd 4, sendo rejei- qer'eul 11 p ir*, as soris provincial piiem se-
miuisiro Ijjo qu larg a ptsta se deva tada a emenda lo Sur. LooesGaina. lusamigos em campos, porque querem ser
passar paia aoppoiuo que a emenda nao OSnr presidente d a ordem do dia e reeleito Wot qce goveruj nio tem po-
l iu p 1 Gm boaltliaar o Goveuo ; nem e discute a Lei do orcameutu pata so dar ~-----------~
Sessio em ji de agosto<
ir
Presidencia do Sur. ntarquei de Paramuna.
Approvada a acta e I ido o expediente,
approva-ss em segunda disussio o 1
de. para agarrar os de,/laJos e poi-os na
cadea para uo se irera em'iora ; nao ub<-
lante observa que o gjverno prorogarda 1^-
sembla por mais algunS dis, se Ijr oces
Bario
Qoantoasso'nmas pedid is no orgamento
aiti.jo
SUpperiores a los unios anterures ubserv
a entender que su pretende (Je.nora-la olas
le'nlo da augusu" pi1nce"/.7"cecvinhVdwi l" '^ 'i"* graw que I l ^citada na ca-
ja consignar no orcamento qudntia necessa- IM Onohre orador nao en leude que, e.u
11a pata o pagamei.lo de alimentos. O no- lUM,a" desta naluresa as ca caras nao pos-
bie senador observa que n.d s as ideias iem:9disiuiir sem lija.a propo.ta .i> ,;,v -,.i. ,
suaa epocbas 'e que nao era no lempo da P0,sj" l" eslaeleuio hum precedente e.u da reSolucio ceu-tundo di relio de cididao que aauiiiuiracao nau pedio ; que nao tez
tnenoridade, quando o imi erador eslava ob IlUlri"io approtaudo-se em ambas as cama- brasiieiro aos cjmpiebeuidos na proclama- mais do que alJptar o o-cament d seu >-
humaiutela, Jue se devia chamar discos- rM pro.eclo suore u consorcio de S A l cao de 7 de janeiro Ifeess^r nobralaainistrafa. dislrioa.cid
sao osdiieitcs de buma piiocesa A admi- \^oaL9 tomo ,e -.leva lser i.um princesa* OSnr. Almera e Albuque^ue manda da son na nial la 6 mosira que a.anoi
nMiato re eiou, nao que e.sts direilos dei- em v",,lie xassemdeserrtronhecdos, mas .que aopo- I' <' ,a=u (l" ''** Observa que A discusso lica adiada. ouobre senador a qiienjse refere*siou me-
bitao Untando mi da quesiio a tralasse | ac,do uascimeiilo lam be ti tem lu0ar acer- Nir. ministro do inperio he recebido no as, quaiu.
de
dad
huma naoeirapouco conveniente d.gni- cadM Pnncfs,ls ,",Sl,(ldS po Ur*w* U uubr* s-,a CU,D "3 "-''d-"" ^ estyle.
ie tletoalta i.ei>ona-cm Lembra a dis- dor aualysando u LoustiUiuao muaii* os Loiitiuua da discusso do orcauuulo para-
do desaerad-vel que 'bou.e na cmara dirajilo. d* aeubora ^aii* Auielu a ger-r- graplio 3, coai a emenda da cmara dos
cus-ao cesa5rau..vel q
tc.j iorana, porque lorio consignadas duas
r.uiai' :s na falla do trono e que em laes
CirtUnstanrias coiiMiiba nao apresentar la, CUllll
thf.oMa(ile qOeslifl O nubre senador nao
to ootitopolque'Onsi{jnaudo-se alimentos
no oitiiiteiiio lis duas augustas princesas, nao I
te consigne a princesa que pansa a existir na
fai todo o possivei piraohler o mes no re-
lultado } pir quinto disui se:r tuii /.u.ia
samrao diiiiieiros p>ra aeinuci) e oolras
cha de princesa biasileiia Uepu lados I caula idnticas Noa jue lia de tuec o sor-
Luiia em diacuanao o 3 ; he juluaalo dis- O Sur. Helio e Mallos declara que nao vico con ojue deree nal leuo se daremi
eota pela suppresso coiitiuuaudo a volar I poilco bem teito se dorein o sudicenle.
Entra em discusso o paragrapbo 4i q pelo paragrapio
lida dos uidenadesdos deslee S. .11. lu- ll- julgado discutido, e bem assim o para-
grapbo o.
Entra em discusso o paragrapbo 7.
O Sur. Vas micelios nao Sabe conciliar
iCOm O decoro Ueudo .. S M. que; fol i.co-
1 nheiido osior, a da cousiguacau de ordena- faa suasobserva/iea a resalto doorcameuto, as.sj.nmis dtcrea lis -rij superiores m ue-
O 3iir. Vaicou ellos uio be se o recel n qu !
>nr. Holanda CavaIcante noli que a
quejido que te ventila nao he.piopvia da lei dos a s.us Mimj puii|
quaulo nao pode porque lem sido el*siieidas de o posi^o, e
O Snr VastOiictUos nao argmo o minis-
ieno poder viudo o oi^ameiio larde pra
o senado, uem to pouco de haver pelilo
muilo dttineiro. O.iierva que4o ministrj as-
sialio a discusso e poda ter doclaiaJj que
tiu OMHuentO que a opourjo tetende demo i ooceber Co;
se pode possa Unor a opp .5uo acuita.a iMio pdd deiXar de li-
a oungaco de esiudir, t> 1- a evi^uidada da prorogao porquauli,
..r.d.scu^.^,,.-,,..^,..,^^-;;.i;t"'..- ;a:B.o,,......; *<~**. :.,..^ a-_-^.
que ella pretaule dar aos mestie nue laute se deve valar em maleria de Uuu imporuu-
cessi laoes do servico puoiico.
l^.uuto a nao seie.ii as circunstancial di
do idnticas as do noje, observa que a ac-
tuaes sao uaulo me.dores, vista terogov
iij o diiiilo dedisiolver as ca 11 .ras a o pres-
tigia jue l.l.ivd aos seusauiscessores
i\ota que a proiojica pac tres dias he hu-
ma eoacv'j IndiracU ao seaiJo, para .jae elti
uo ,'Ossj discutir o oreamouio, seudo q 1.-
ucsa a.niu ne ^ae a coiisiiluijo repula e* -
ulir mais uiustracae, mai ouuaciuieuio a,.

-



MARIO T> f, ? K R..N A M B 0 C O
*
horneas e das romas. O nobre orador anda
faz oelras nthervacoei acerca do archivo e ne-
cessidadc de o goverao ui) evitar asdiscus-
ses.
O Sr. Andrsda (miniv'ro do imperio] in-
sista so pagamento (Vito de Lumi gralitcacao
a lium official de secretaria e nos inconveni-
eeles que podtm resultar da organisacao ac-
tual do senado Observa que a cifra do orca-
tnenlo asta presente e que para diminuil-a
lie preciso demillir alguem a que elle ora-
dor nao lata porquanto s demitlir hum
empiegado quando a su inwpeia ou prevari-
cjuo seja patente a lodus as lures. Mota
que nao he esse grande excesso na despesa
visto que comprebende o archivo publico e
que se noquuema archito publico, nao
se far
Insiste em que as rrcnmslancias do pai/
Jo milito diversas das da 1.J, que Witfio
coni attencesera postvel demorar os debuta-
dos; mus que iioje o inieres-e das eleices
gtiti muiloallo quequasi todo os deputa-
dos j pagarad ssu.s pass?gens e que o u-
ieo tueiodademorii-os seria talve expaear
apartida da barca Mota que deigraceda-
niei.le no ljia*il os debutados nao sao a ex-
piesko da vonlade do povo mas das rabal-
as e que elle* trata de cuidar ddS suas ree-
lcicoes porque be lotn ser depulado.
O Sr, asconcellos nota que nao era pro
prio da geneosidade de bum Audiada de-
nunciar a elle orador estando ausente. A
pressar -e-ha a iridiar o principio de que os
representantes do fSrasil nao sao filhos di voli-
tada do paiz que nao exprimem seus inte -
resses sendo nucto de pura cabala. O no
bre orador enteude que nao ha representante
da nacoque nao haja sido legtimamente e-
leito i que nao ciprina os i ule resses do paiz ,
que o contrario poder acontecer, mas era ou -
tros paizes ondate se coirompera publica-
mente as eleices.
He discutido o ; e entra em discusso o
S 8.
O Sr \asconccllos faz algumas observa-
ntes sobre a sonma decretad* para njuda de
luslo e lepa i os dos palacios dos presidentes.
Depois de mais aiguu.as observares di)
noLie ministro do Sr. Vasconcelles e do Sr
inello e Mattos he julgado discutido o 8.
Taubem sao discutido! os ^ g o 11 .
11, l coiii a emenda da toiiwra dos deputa-
dos }
Entra em discusso o i5. Museo
4.004 Joco*
O Sr. Vasconcellos pouco dir porque c
ort amento lera de ser approvado em tres das
Mola que se applirad ordenados pnra era pre-
gados publicas drtneressario*. Observa que
o ^useo de que mais carece he de bum esta-
beU'cin.ente porque o edificio actual I e in-
competente e no enlielanlo nao se d di-
nl.eiio para se apeileicoar o edificio mas
para se daieni oidenados. >ota que quando
n.inislroestudaia estas necesidades n.as re-
cnia nos meius de saii-laiel-a atlerdendo
t circunstancias d.i paiz. Desejara que
quanlia consignada fosse despendida em re-
paiar oediln 10.
O Sr. Andada (ministro do imperio) en-
tende que por nao se poder la/er ludo u se
drif dtiui f l'rtzt r alguma cousa Mota que
0 inspector si nao 1 de classificar lutlos os ob
recles que difpi ndei cotn o edificio odiuuei-
10 i.; u 1odei dispeusara
Sr. Soluii.ino nota que taubem rumpie
all ntei a. es. I que no iu;3ieio nao a-
iatr bu.1 iveiitirio dos pro ra en todas a. uas descripioe wienlincns
OW'iva que be de primeir* mcssiude <
existencia de bum l.onem I.amblado para h-
nr aa c)asaiucf des piceisas, que, amua que
o tdihcio nao e.-ieja compiti tumpre apio-
^il-i o que exisie.
Aiiia loui paite na discusso os Sis. Va>-
coiiceiks e saluinino.
lie ji;ij-, do discutido e bt-m assini os ^
l5 lt>e ipcuit cu.ti,da, iH rom a emen-
da 19 so e Si u-a con, inunu de sup-
pieMsao e ai
I.i.lia tiu discusso o j$,
(j Sr \asiumellos uepois de fazer alu
n as ui sei *a oes mosliando que inda o au-
1 n.ti.o dj deuCaa Lacom o pessoal e sotfie
iaikiioilti i.iLuoii.i'Lo publica, le mina di-
zenuo que nao ede a paUvid senu pafu quei-
>ai-se visio t|Ue uisiussu be impossltel
i.epois de outias rouaidera^ea uu uoore
iuiiiUli' e do bt, VaScooecUOS, hedido pur
disc lido ^4
1'Uiiaeui aiscusso oa sobre ojardim
aotaiiuo
U Sr. Vascouoe'.ios nota que o legenie em
ncii.r do imperador m ndo elle 01-tor mim-
atl ne*iu nuil.- ecci e aginuiluia | ra-
tica no tuuu LoUuoKO i uesejaia jua o no-
idia-
. bre ministro Ibe -dissesse se quer por este Por falta de casa nao se vota .abre o a
^^.^*TJ^J;2^S "Sr Presidente dp^oHe. do dia a
esees'ara "esclvido apagar as ues.ie/n qu vi ....
el e fizer pela verba Mpmu --uaes. mesma e m.i. f^^SdlK
OSr.Andrada Macb.idoOninis.ro do im- eedeiid, loler...s a santa casa de c.r.dade do
,rio) declara que adopta idea, e que pela Rio (rade do Suh
lerb.das desi^eventuaes lara face a slSu- L.vanta-.e asessao a hu
ima hora.
P E St S A 31 ICO,
THEZOCRARIV DA FAZEXDA.
Expediente do dia 16 de Outubro
OnSeifi \o Exm. Vire-Prczidente da
mas despezas que necesitar essa escola, ten*-
dotemSo de pedir noorcamento f.iluro al-
;um.i s tu n.i destinada a esse (im-
He julgado-discutido e bem assim os
*1 '* 1
Entra em discute o 23 com a amenila
da cmara dos deputedoa cooslgn*ndJ a
quanlias neceearias para as obras publicas.
OSr V'HSConcellos nota que a s -oviia de- prnvineii nit as cintas dasdesnerai dos Ml-
cretada he contra as leis, porqu- uclue obras Qiterns do Imoerio di lustija novas, sendo que ellas na. pode^n ser decre- nj,aed* Guerra, feitas por ela Provincia
ladas sem que seus planos e ..rcanent is lejaS nos me^esda Julho Agosto e S-'e nbn do
presentad" aocorpo legislativo Nota que rorrmi'e a.,no cim aeparae) diqueper-
exisle Iluda .ibrica de ferro em Ypmerai e tence ao eercieio proninio 'inl e ao cor-
ororpo legislativo ignore o que ella lie e rento, a fim de se di^nar da Ibes o destino ,
qual a sua utilidade Nota que se faicn tu- que julgar inveniente
bosde chumbo, sendo que ouvira as pessoas Dito \o mesnai Rxm Vice Presidente ,
entendidas que as agoas psssadas por es-es ca- enviando-lha com sennos por dn diedi ,
nos pode.ra envneiiarem nos pri .neiros tem da despees do Ministerio da Guerra feita por
pososqueas bel^rem quindo. se fosse:ii de esta Prpvineia nos roezes de Maio e JuiihoHa
ferro, essestubos podiaS prestar anda outn corren te ai. ni, exigidas or S Ex em ehVio
a.,laera. porquanto as aguas que por elles do dia antecedente para S3tifi*er aolmperial
passassem f-riaS hum bem s molestias ei- I Aviti da R de Selembro olti no a^ contas
Hanles na capital. '' J^pem dos Mimst-r is d I npeno di
O Sr. Andrada Machado Cministro do til- Ju^tica edi llarinha pertenceotes a os raes
periol nota que esses tubos fora mand-dos raos meses a fim de se dieisr dar-Ui
vir pe'o seu antecessor a e^l persuidido de
ine nao dara esse passo sen ler uuvi lo a opi -
mentas de Csridade resol vida faaer na dm
primeiro do fucturo mez a revista feral dos
expostos ; manda (aser publico afim de qn,
ledas as pessoas enrarregadas dos namoa
expostos compareci com elles na resptcliv
casa no indicado dia asoito horas da manea.
Sallo das Sesses da Administraco dos
estabelecimeatos de Caridade 17 de Uutabro
de 1 a/10.
J. M. da Cruz
Escripturario.
Administraco dos Patrimoaia dos Orfos.
Peraute a administraco dos orla is se bao-
de arremaltar a quein mais der as rendas da
casa nmero 4 no largo do Hospital do f'arai-
zo ; e as do cilio da Mata da MirOeira era que
mora Antapio lose das Santos : ss 1 essoas que
se propcSTem a ai rematar-las |odei com-
pareeernodia 2i do 'crrante mez asqualra
lio'.i da larde na casa das SesaSes da uwsioa
Administraco com sea* fiadores.
5,i la das Sesses da Administraco do Pa-
trimonio do* orlaos 17 de Outubro de iS jo.
J. i\ia da Cruz.
Escripfurario.
Corresponiencts.
desiini, q-i* fir eon-eniente.
Dito Va msmo Exm. Vire ^residente
Snis. Redactores.
Lendo os ltimos nmeros d seo l)i.rii ,
depnei com os aiuiuii ios <1 >s Snrs Amonio
Re'rnardiuo dos Santos, e 4nloniii d Coste
\i-ciim. leclarando que nao pudendo
fectuai n'esta Cid de a vend de u na liuiada,
ministro e do Sr. Araujo Vi*un. os ^ ioe cretari. de Estad dos Negocios da Guerra de publica., vem d ,l,;u na sorie su. visar ,,s ma-
5 J 14 de Setembro ultimo, para se contemplar les, que soirre o povo desta Capital rom os
Sr ministro reti.a-se com as formilida- ao Majar do Estado Uaior do rx-rn o Jos exorbitantes precos dos genera de pr.meira
des com que lora recebido.
Sao approvads t'dos os ^ discutidos,
com as emendas d cm >ri d is depuli los
O Sr. Presidente da'oidem do dia e l-
vanla a SCSSe.
Mara Ildelonco Jacome da Veiga Pessoa na neces-ldade tomo por exemplo : o bacallao
rea das officiaes comprehen ti los na R-so 3*o rs a libra a carne do Ceara a 5no
lucio de it deSetenbro -I- Ji para ser a arroba [ e contra oque mugue 01 grita ] e
pago dos seus sidos atrazados. Carna fresca des e doze paUcas Uia a-
ilite -Ao Contador da Tbesouraru par- migo porm ante ^aemeufwia esta exclama-
ticipand Ihna liceura de quatro roerescom cao me disse V mered esta engaado, a o
CAMARV DOSSRS. DF.PTVDOS.
SRS8\8 DE 3; DK AC'TO
Presidencia do Snr M. de BritO.
As 10 horas e nni 1 fac-se a rbamada .
ipaudo ni'- a liceura ae q.
ps respectivos veacimeif.os comedida ao Or j titulo de Filntropo, queda a etes dous
Manee! Mara do A man, Lente do Curso Snrs. be .merecido 5 ou .1 o que Ihe vou
jurdica da Cidadede U inda contar, que be'a pura verdade \ eentio me
Diio A< mesmo participindo-lbe em dir se se tieixou ou nao illu iir da* a,iaran-
vUladoofficio doExm. Vice Presidente dt cas e bellas paUvrasdessesannuncioi. S-
Pioviuciade lidocorjente. ier-se S M O I ha que esses dous Sur com ouicautes, e
reunido numero suficiente de Snrs. depOU- Diado S-nrrionar por IJe.ie.o de 14 de nais uutros ^~**" % |
djs abre se a sesso Agosto do crreme ono ellesilucij da ki- ha em Pcdrus da Fugo de aira^vasS4d 'Le-seeapprva-se aaeta da euio anta- "ble* Ger-I .egUUt.va que aprpovou doogado, S vU. aquel. < le.raeo.ue!-
ce(jriile '' Aposeoladona com o ordenado d.-o-'s ra les sao os nicos (|ue ali urao nesie uego-
O Sur. primeiro secietario d conta da se- ro'8 nnuaes conce
dida por Uecre o de o d
(jume expediente
Huma lelicitace daramra munieipa
Diversas Ke|jartiv't>e$
l'ezembro doanuo pissadi a Padre vi i jju =j 1
| ,|a do Sacramento Lo,ies Gama, Professo de
villa de S. I'ento de Tamand"ao corpo le- Khelwica doColle io Jai Artes da academia
gulativo pela e'evaco de S M I ao tro- da Cidade d Oliiida.________________________
no le.ebida con. es|ecial ordo
Ouiia da c..mar La i va* poi igual u.olivo : leiebida coa es-
pecial sgmdo
Hum remicrimento do roe ;n pncuradir
do cabido meltepolitane, p"dindo que *e
exija d.s rumn i-e* de asseir-bleis pioin-
ti e> e negwil ercleaslic3 o seu parecer a
respt ilo
Lulo; s commiases a que es t i. Recto este
eco io
i se centra emdscus*lo arelaecioda Ifi
scb'e u cr. dito.e d- pois de I rwe debate,em j'
lumiu pule o> bnis \ unna i oMeiuma e
Lsiio e ."silva lie approvidi redactj r.-
(;t-itniido-se as en.end*s olleiecidas pelo dr.
\ idiii.a.
hulla em } discusso e he sem debite
aprovddo o projecto sobre a dol-cio do S. A
1. luil) ts emendas teiliS e Sppruvada na SC
gundrt dicuso.
blti'a en. disi usso o projecto que concede
quatio luirnos para COiicluio da obra da
lgie,a matriz de Mos>a Senliora do lesieno
ut Cuipo Grande e be nppiovado e reii.et-
lidoa commissao de redacvo ciiu as segutu-
te emendas i.unbe.u a prvidas :
Huma, ila or. oura Magalhes ren-
ndei.uo huma luteria a iavor da Igreja de
a.-nu Autauo do* Cobres
trulla, dos os i'onegps Pieitas e \t
Vivir coniadeiid huma .oieua a favor da
ij.M-ja ueMussi Seubuia da Apreaeotaiode
lla|tt.
Uutia, liii-lmeite do S. Al-.^cr ,
tonctueiiuj ,uaiio lultiia a livor da l^reja
man i\ Uu Lataia.
Lmiaocui diu'uisau o* artigo* a i ::i; os o-
P R EF El 1 V R A.
Parts do da ao do coi rente.
Im. c Exm Sur. Pariecpo V
F.\ que das Parles hoje recibidn cont<
rnenle que lora liontem pteo pele Sub-
re(|N-itouelium rcjuriiiuenloilo measao ca- pit.(Mll) ,, j.-,,.,,,. m j lioa-Vis-a opret.
IV'ux LouesGalva 1. por eslar ebrio e ler
iniuiiado ao respectivo Commissario de Poli
tiu ; toi drlentJ no > allihou o
CAVIXRA V.NKJ ALDEOLINA.
7BRCEISA >E>SA"| I RniNARIA EM Dli 5E-
TF.MDft )
Piesidenri do anr Guedes.
Dresn'es 05
PlS<.8 Mi-
L-age Jnior lh.udj com
lllr u p.^.w.-cto oc Uuuiitnue
OUlli-S blNcl Ol< >o cal.. .0
V.u.
c liC
J O UaineilwUa cuuua piaua Oadla-
Foi aberta Sesso estand
S^s Vareadores Padie ereia
riel Monteiro
caus os mais Si s.
Lida a Aria da antecedente foi aporovada.
O Secretario d-ndo coiila diexpediente
menciouou bum otbrio do Exm Pretideate
.t Provincia acompanhade .la eoliecv'o das
Lea I ro mi a'es de uu 1 t-ro r># a Hj que fu-
r..6 pron.ulgadas no coi renta anuo 5 a Cma-
ra Ihou iuleirada.
Forau aura/.enUdas as contas do Procura-
dor do tercei o semestre do anua fiuaneeiro
o Si Pieidnie neneou para reer as ditas
coutas, os Sr, Veread Cardim e Paitos
11 UW.T..6 requeiimeiiioi de p>>rtes reda-
da .. Lora u 5; Hrezi lente levaotoe a Seaio ,
.:, bue I preseuie Acta e... au a*sigua-
la Eu Joo Paulo le rvira oe ttano a
iscirv Guedvs P-sso, llaviei .vlontei-
ru Padre Perene Laage Jualur,
Adminiliacao dos tUUUeleciioeulol d Ca-
11 .ir.
'lavlo, qua u a^oiajw e Mira a uucu*ao. t haveudo a Aauiiuutfayai do EiiabaUti-
CO sucede que os gado, que multi vc-
res erio vendidos nal p irteiras dos cu. ra.--, p ,r
seus propnoi do:.os este^ alravessado es ,
que la 03 io comprar a 10U I U e iU
is. por o .da rabees e cu n i-dn les praso. ;
che^avo rs. ( mus porco sei eu que loi COiOjradj a
1 jU rs, e veio para a jui a i'U rs 1 !! ) os
coinercianlesd'esle genero nesia Hraca sabeu-
do deltasexpelesas e venda qu.* a despeno
tuesinu dos altos piejos porque ocio obrigidos
.i van ler js cunes so,lilao grandes pre,ui-
/os e mais sollrerio se o^ couros, que ten
d.ido seuipre bous piceos 110 meie.do les nao
Uease para minorar es>e* prejuisos \ resjlve-
iiu nax muid ir uomprar mais adj 1 fera a
esperar si.ues ou Os i-.ead.iies u.i Ves, que a
aqueles Ia>l4-se o apou das im>1oas dos de cj )
0 nessem aqu vender para eniaoco npraren
Ipoi ii.co que loes i/.esse cotila, e cortar
d esta a le o escandaloso monopolio que co o
esse genero de pi.imeira uecessidade publica
lu.iaj esieaduri a uue:U V me. eco u.n_ t"i-
Ia 11 tropos. Ur.i laliaudo-lues a 01 compra
doies, uu por OUoTU nao indo da tui ( que
lie pura oade se vende a malar porco) alu .ni
1 icii.i (.ompralo claro que enes! a-
\ia.> de ver emua raidos coui o que uveue.a
ciu ser e procurar dar-llie suii ia e.u co.i
e |UeuCla desceao co n o gido para a Prafa ,
e piucuiarao pri.ueiraineule veudal-o pora-
latado, iius nao cii.mdo- uuaffl o (iuie>sa
comprar, porque avia o uectnsario para a
iiiiiiii.-.i sem.iual, de.ibeao eutaj a pic*i-J
nosldlnos; e comoao liooie pe ui io i_ ritao
auligol lodo o negocio lis cania s ...a>: r
glande demora, a le ai do prejuUJ CcrW ua.
.i.o laudade causadt por o itat trale e a a
kesii.s dos ns fiscal Meutca c Veujr
m.ui.i .a. vender a car.ifl mais o*r*l* pe -
suadi ,^s ^nii^iu.u no cjs.ij que lasiao graude
mal au>..uiioj; laioa mais qtie uu* .1 esjes
dura, .louu.ictjiiicj perieucia se e que uaj
peilepce amua uu^ij Uus duas oeidadif
.e a.ju coaierceau ueste geueio eanira a*
uuaes lauto e uta porqu* uiuuciu ti da a
lJ


*
**
DTARI H PRUAMBDCf
trebaltto derndagar, e roesm de examinar chaan, de Milln e Lisien, rgrie-s e esta rr-ronhere hdm imperador e'ordns dis- humi constituido desla" mlurtsa wu hu*
com seas proor ios olhos pois 86 pode moa- tomou ala sob a eloqupnte perilla de J. J I ii,,ctas o imperador e estas orden* divnelas l tratado syualigmatico entro o principe eos
co
tra
sentos
t a quem quizar ver os balaneos, e as- llousseau. $6 Contracto social he que os de- rom toda, as -.uis prrogitiva., to prte iu- subditos.
itos d'ellas para se conheeer os grandes !u- j m.g.igos modernos tero ido beber esie dogma legrantes, sao partes esseuciaes e principaes A' excepcio de a urnas, democracia tur-
eree que Itrio do escandaloso monopolio funda mental da ciencia revolucionaria vas, f da nac o blenla*, que todas tem sido presas da tf-
["omo be chama o Guarda do Povo] e que a | quio horrorisado (carta o cidado de Gene- Se imaginar mol que huma necio inteira ramos domsticos ou de conquistad .re es-
lem da qualidade de Socio tinlia semanal-, bra se Ihe fjsse dado o prever as funestas
mente -juU r< pelas compras que fa/.ia na
Feira e nao obstante consenta ou toleruva,
ou i i de meias no que en chamo verdadeiro
monopolio da guerrilha dos atravessadores ,
contra o seu proprio interes.se e dos seus as-
Sociados e o que mais he contra os principios
de Filantrotiia que V merc ihe atribue
Aqu findou o meu amigo e cu Sque estu-
pefacto cometa narracio com a qual combi-
nando a Correspondencia da Sur G dj Po-
vo quer me parecer, que anda abi dedo de
alguai nteressado na tal guerrilha atravessa-
djia, epor ronsegiiiiite intriga c iuis intriga,
consequencias do seu syslema poltico elle ,
que nos diz en lium de seus escriptoi que
por demasiado cara teria a revolucio que cus-
tasse huma s gota de singue a seus seme-
Ihantes Seja por n quil fr o juizo que
se faca do sen carcter e mtenedes a pjsie-
ridada jamis pronunciar o seu nome sem
q ie o assoce aos crimea Je huma revolucio
de que ella lora de certo modo o legislador ;
e a sua memoria sera eternamente infamada
pelo decreto que o condenan a ser quiuhoeiro
com Mar.il as honras do Pantheoii
Segundo o autor do Contracto social de-
porq' me nao | oSsSO capacitar, q' tod >S as pos- ve-so distinguir o soberano do governo. So-
anas q* aqut se dedicio a este negocio sejo de
to b-.ix >s seutimentos > orno Ities quer atribu-
ir O Sr 1 orresj oi.denle. tem q' a nossa Ca.
ara Municipal, e mais Aucloiidades eslejao
promptas a transigir com elles u Com-
mercio das ca nes verdes he como outro qual I geBerno nao heseuo ministro e delegado do
berano he a vontade 'jera! i>lo he o povo
de quem essei.cialmeuliz dimana lo lo o noder ;
ec roo quer que si nao possa li,;ar irrevoga
velmeute conserva sempre odireilo dea-
e instituir novas. O
brogar
s leis antigs
quer livre e os que a elle se dedican empre-
ando cap'lal e trabaiboanhelo luiar e
nao perder ; nao podem e nem tem meios
soherauo. O povo reserva para si o poder le-
gislativo, que perteuce vontade gira l ; un~
etn assembla legitima con v n de acord i
com o monarcha em reformtr osen gober-
n f tal naci usidehum direito que se Ihe
nao pode contestar. Mas propriamenle
fallando, este direito nao he a soberana ,
porque a ids de soberana encerra a idea di
sujtelo, eomesmipivo nao pode ser su i
e o lem respecta subdito e soberano N i
se pode chamar soberano a hum povo senio
relativamente a outro ovo a quem i upu-
zesse a lei Por isso Virgilio chama pivo rei
ao povo romano popuiuu late regen ^ r
neste sentido poderla o povo francei intitular-
se povo soberana a respeto dess*s fantasmas
de repblicas que creou na llalanla na
Italia e na Suissa t pira as ter constante-
mente debaixd di sua dependencia.
Em que sentido, pois pretenden os revolu-
cionarias que a soberana resida no povo ?
Primeiramente he porque m lastituicio
loi govem >s lodi a aulo la le emana da mul-
lid o ; em segundo lugar poique depoisda
instiluico de hum governo a mnl'ido ~o.i-
serva perenemente o direito de o abolir e
como nao possa exer.tr por si u.estno o exe-
para vedat que utios nelle se empreguem culivo por que este so consiste em actos .1 eiear outro. Vas, em verdade a sobera-
na s poie pertencer ao j>oo, qu p.rser
Ueixemos de I me ir o odioso Sobre ninguent ticulares que, nao pode-ido Ser obj 1
para o que nio temos diieito e vamos a pro- rvoutade geral, nao esto na aleada da Ir-i ,
?citando o ensejo favora*el para comprar-mos I ntt,n con iegu intrnente do soberano, cujos
carne mais Iimmu ; sssm a ou/.a dure o actos nao podem ser Seno legislativos; esta-
que eu dutido a vista da expozico do meo a- brlece por huma lei sempre revogtvl ;i geu
miso 5 s.ilvo se os laes alravessadores na > ti- | 'bitrio hum ou mais magistrado] so!) o llo-
rando luiros na sua nova especulado derem me de rei ou Ue senadores a quem con'ii' a
de nao lambem a primeira deixando livreo execu;Iodasleisea manutencoda liberdade,
passo aos creadores de gados para os viten qoer civil qver poli ti
vender a Feira ou Praca ou mesroo mi-i To 00 goveno legitimo be necessarirmen-
lal-o c pical-o como mellior Ibesaprouver |le republicano por i53o qne he sempre gu
fassim le amos sempre aba stecimento deste I ad P*w vonladegewl .v realeza nao hese-
genero de primeira ne-.--il.de. | nao buma commisso hum empregoqueo
uero .^enhores Redactores publicar no soberano islo lie o povo ; p le lunitir .
srnDaiio estas linbas rom asquaesenten- modScar e ate reasumir quando bem Ihe
do lser uro servuo no Publico pondo-o de parecer. As assemhlas do iovo devem por-
pretencao contra fulos palanfroros d aniiun- Uuio ahnr-ae sempre por duas proposioes,
cios, queso tem de real o quererem seus auc- qoe nunca podem ser supprimidas : a pri-
toics eludir-nos. metra, bese apraz ao povo conservar a pre-
Seu Constante leitor ( sent .ai m dt governo \ a segn ia se spra<
(J iiia-m.isc.iras u "-t-smo povo deix.ir fta administraco aos
que eslo dola actualmente encarre -..dos
Srs. Redactores. Leudo oannumio pu- jor esta succinla nalysedqContMclq social
Muado nos.... Diario W. aa4 inniOU mea hva sc v ,,ue ,oJo Q te ^ RoUMeiU
ler oeulro avizo publicado no Diario M ai. vnsj wbre 0 (>limi {J di Mj!)t;ruhia do
Jsesle pedia-, a todos os Irmaos I rofesos da as$iin COlIIO (udj 0 ni d( ft ;
Veneravel Ordem i de JN Sonhora dotar- : ( :,,,...,.
mu para conipatecerem no da 14 dt crlente
cara eflectuar-se a eleicaode novo 1 rior O-
ra nd estarci eu bastante enfarinliado nos
hnm direito natural, ou p>r ser da essenea
do contracto social ou porque forma hnma
das clausulas dcste contracto. Examinemos
BStes pontos
.Nao pode a soberana ser hum direito na-
tural pirque neste CiSO seria inherente ;i
qualidade de homem Sim ; que no estado
Iraiigeiros,, nenbuma constituico deixou
mullidio o direito Ilimitado dereformiron
le abolir o governo esltbelecido. A natorea
las coasas le te-iste e he de primeira in-
mioa que 9 pjvj |,e essencialmento ncpaz
le governtr. Ja nao dio so neote que nio
piss 1 exereer as funecoes do soverno o-j o
poder etecutivo ( na qj eonvem o mesmo
iljus^eiuj seniJ que he incapaz de toda a ai-
ini.itstr.ieao poltica e por couse piencia ,
de todo o exercicio di poder soberano.
[Cjulllil.J
VARIEOADE,
As novas cabeets nazarena,'
Multas pessoas estranbao as novas cabeei-
uhas ebegadas ltimamente de l'aris, e p-
reeem ignorar a rasao sulKciente de indirem
agora certosjovens com os cabellos taes e quaes
trasiio S Joaquim S. Jo Mico l nos a
at Jesu Cliristo, salvador do mundo; se
bem que atguus ha que de ;OHo OMs apura-
do arranjaa a catatas de gita que apresen-
lo tal e qual a forma de hum sino. Eu po-
tim t que tetibo toda a propenso praju;-
gar s:mpre bem de meu prximo tm.gme
que tal moda tem por motivo huini louvanel
piedada Parece-iue pois que hnma njra
sociedade de bous chfialaos se creou ea Pa-
rs os quaes al nos eabelloi nazarena qas-.
re u mostrar que sao em tudo e por tuda M-
utdare> do Divino Ueslre menos talves as
d'a jui
a meu
homem heisencialm.,ie d-a,)ui M 8M.pauiuM ,... degolldas q.e s
ledade per le a Uberd.ie a|) ,roXinij a turnes. He prenso p.tUnt.
da naturezaos homens nascem livrw eigua- privcOes e no> tormentos
es e por consegiunte independentes, mas v
nao soberanos I
soci ivel e na sos
. r" .-, ;--~ approjumaj a inuicis. lie prenso p
natural perdeessa tal ou qualI independen- aaeiBOtio respeitemososSra. fta*areos. sao
a T para s conservar a lib.rdsde e iguaUU- | (|U40t0 lBllll ] cmcolt de bjin
de civ.s A liberdade e ignaldade polticas.geQlfl queuu$ ret0da a morl- 9 tli< m
nascem do pacto social, enao pertencem aj ; liedeiu lur# r
homem se nao em sociedade : lojo nao sao
direitos natnraes impreacriptiveis e inahe-
ntveis1, que, se asaimfossem perteueerilo
a todos os homens em geral aOS esirangeiros,
TIIEATRQ.
O Director do Theatro agradece aos sauf
cj f anceza Mds
Estatuios d 1 Ordem recorr a elles obrigado
das laucadas do Sr. Derrele cera e na ver-
dade nos E latutos l io enconirei artigo que
ulhorasseoutra tuna de avisar os lerce-
Ro.isseau sempre pre-
'' suppe estH principio lund imenUl, se n uuu-
' ca sedal a tarel, de o provur ; nem elle diz
em parte alguma o que en leude por povo ;
como este \ocabulo lie sUsceptivel de innume-
raa signiHcavdes rui di tfTen tes, o Contracto
soiiai escupi ion numa Cr de metllodo ,
.ulhorasseoutra toriraue avisar os s erees- c 49vdrxilt B8 |eaor su(.e.iici.i ,6oi-
ros para as Ftinccoes da Ordem, senio peti feie a ,filor aUeii(() ;iS3eiv6es de y rf
foro., determinada no Cap .9 paiagrapbo ff WUitM vezes,c...l.-adicloria^ equis;
Ib." Masulo have.,doHomesmo tsUiuto, MU1|>re fuua-das em hum e.,u,vo H ,
Capitulo, ou lemos de vizita, que manue que se deve entender por povo ? Gis to- o vive unidos pelo de*em co.nmum de ler Idos Dramas Louvo/es agradec menias
expulsar da Ordem o IrmaO que /er hum da a questo Sera por ventura huma mu. hum governo. Em quanto cida hum anda Imbua o iiifrl escripto, a huus eodiros;
annunciodetalnatoreza, eusem ler deque udio que vive sem chele, sem leis sem con- gozada leba sua iudepeudeucia ede toda a eosal que sempie asstm seja conservado o
s mulheres e at s enancas o que seria bonsamigos, o obzejuiodoseu iieueiiei, u*
absurJo. Eiitretaulo parece-me que nao .di 18 do crtenle e mais que ludo a aiten-
h. meo, Ou a tihtureza oulorgou a sobera- cao que pl esta rio ao ExpecUculo gozando o
uia a todos os lemeos ou nenhum ; em- Theatro nesla noute aqu.-lle silencio to
lio essa pretend la soberana nao polere-.nl- eommnm "^s Tlieattos de primeira Urdem ,
lar senio do acto social 11? lora deduv- e a tanto lempo fugitivo do de Pernambaco ,
da que elli | ie entrar em hmidas clausu- !que parece as mais das vezes Pracas de foi-
las deste contracto ; mas se.a da su 1 essencia? ios do que eicola de Moral. O Sur. Ga-
-N i; poler haVer eoiifliloicad sea que o ma represeniou o seu papel [ como se npre J
povo se i a soberano ? A isto se reduz toda a digno de tolo o louvor o Snr. Lo/ie lacn
qnests.
Se remontarmo poca da creacio de hu-
ma sociedade adiaremos nao hum povo ou
huma navio seno huma imssa contusa de
homens independente* que fatigados da
l.u-a esta lo en que lodo o mundo lie seunor
o iidlural da acejo a ponto de erran ar la-
grimas de mu 1 tus assisteules ; finalmenle co-
dos os mas Adores, parece que a portia se
esmerarlo no desemoctiho de seus paocis; o
que prova nao ser das poucas fot.a* dos Ac-
tores mas da aiteiicj qae ll.es prest o u-
eninguemohe; aspirioa sabir da anarcliu, blico que oepende a ba ou ma execupla
Hada do 1 em cora nio Vt,1|UJC.s ^ eUes,,uaes se su.rne os homens 1
no estado da r> dureza ?
pesso deixar de approvar e agradecer a
n,o que te- o asitc de con,OCai.io, persua-
dido .que o avizo tinha por im neutralizara
Cil.-a impedir a tlei.ie de outro Prior que
toutsse an .z du >ecreUrio t5acrislio pata
osrurzir (elles taoonega)
Wesle sen ido o j.o\o
ser independen te mis nao soberano ,.or-
11' nio existe nem se concebe soberami senit
desde o momento em q' seda hum estado* hum
governo, ''imaginar em tal poso huma soba-
rania que j; be i.u oa es|>t) 'ie do govoruo he
sehj'Uverem cutios zeladores cu lambem
sabiiei de zthdor dos Captulos n 14 3 i. ,
para o que vender-se-na al o a!fio. t de pei-
lo sem ser piecisO a p:ov d-j pao ua Otdem.
Souelc.
O l'ira-mascara.
natural ou moral a quem seja cundido
poder supremo. Deste modo parece-me po-
der-se-ha di/.er em lium sentido verdadeiro
gue a soberana procede orIgUltmente da
niultido porque no conceuso desla beque
jue Data govemo Cm semelbanie es- I se acua a causa e a i\ido suicieule da exis-
tao bem louge de sei o povo sooerano nem teucia da soberauia.
.Mas anda a ser ver.1 tde C.UO a soberanii
jiei
coucorre coa o seo I decoro do fuealro pira gloria e proreuo
voto par.. formaclo do corpo poltico para 1 dos artigas recreio e itistt-ucjo do rei^e.-
a msliluicio do governo e escolua a^t pessoa
x------- iuiii.i iiuc i.i 11c n na es 111; ir uu f.JiJi uu nt"
Sis lili e-Uidu/e be so corresiiondencia ,. ~ .. 1
ors. nn esia u >; 1 j- 1Z 0 {,,rtllde ii0suel J e-labelecer governo
o xeho de sua cridado o Derrele era ro-s ||||e, ,_, t,a Ml0eiha,,ie es-
lavel Publico.
O Beneficiado agradecido.
povo inesino se lleve coa mar. Unde lodos s)
ludepandeules nao ha soberano porgue este lere a sua origem na votil.ide tacita ouexpres-
domiua deuireilo, eetu tal bvpoihese nao sa da uiul.ilaj dala sendo co iclue que a
existe o diieila de douiinar. 1 muitidao ou o povo possuiss-; jamis a sobe-
Ojieiem que por povo se entend huma lama por isso que esta so co nejou a exisiii
oacao cf.ilisida sob elides e hum governo re- no lUOiueulo en que o principe o seiudo ,
rouhecid 1 ? Aesii in ; co poltica o voca- ou a asseinbia dos ijadaos loa ni vellido das-
bulo povo co.npteheiiUe j nacao inteira a la aiir.hu ao. A tobetMilia pois uu.ua quj-
qual iu.propiumeniedamos.e nome do povo lidade u.o.al, uuiua reanlo lor.uadi pelo a-
ier .0 mea propram- porcompra elasse mais numerosa do iiies.uo cordo das/ouiades : o povo ulo a coufono
ma The o..Uvra parlamentar J aluoi. vez, povo ou da socieU.ae. xN.. anlia U>- co 1,0 huma uoua qua aa trauamilte de .nao
adeus iralarei d* uialeria u:i o o*o de liorna nao ara o povo em uuo: a neceasidade lu que a cte.u. An-
i.iiia .,ue |ir t.a u ..^ ^ ^ ^ ^ pois nao rumano, e e.aie o3 Fraucexe o ler- les do paclj .-o.iai que de* naseimeuto i aj-
lCV "uer-me eiu camisas de'ouse yj- iciiy estado uao era a naci f.auceza. bcranu povo nao era sooerano, eraa
arena Francisco de Frailas Gamboa.
SOCIEDADE EUrERPlNA.
Hoje s lele horas da noite ha sessio dt
Commissio Administradora.
.
VvistH livrsM
OCARAPCEIRO ^A CORTE
a soasnanii,, dj pjvo
las, 1 coi deiejodescer
senio da polica geral desaes pimup
luUtesqucsiivao de lra,,a steiienosa llie-
oiiasnue Unios males lem causado as associa-
tes humanas. Si o ho,e apreseularel a
meua benignos leilercs o q'ieue.....is acerta-
do e mais juno itabo coihido de reapeiuveis
publiciaUl, nosinceros amigcs da tiuitaau-
lade; atarea do lu allado pnucipieda so-
i;eina di ove
. a uiasaas o povo a u-cao sao perlcii uen- cessidade oi ., deaou de ser iudependeate,
te svuuui.iiOs Ueslu'ie, em iavor de nu.u e- e co.u.uuio-:. suOJiio,
quivwco e por manilealo abuso de palavras E esiabclecuio que seja o governo cou-
ic.n-sc irauspoilauu paia huma ,.aiie adeuo- srvala ppovo uecessariaoieule o por lium
minaco eus Uiieiloa do lodo eassuaaena direito natural luaiieuatel*, opoderdejul-
operada em Franca e ,.e.u uuiuerso a com- garo.uioiiitca. deo deoiulir mudara inr-
j.id.. uissoluso tu suciid .de poiqu,- esta s ma uo go < .o ? io por dtretio natural e
subsiste em vu'iuue tlaa lelatjaa que acous- itulie^avel porque mo s- Irata de hu.u yo-
UlMivIo esiabeiete eulie os Uitataua awmures vaina limitado por numa constituida. Ul,
inosiaz-]uo eatado Hum povo nao h poro teuaa que a*presaiienm aslaiua'oa c-^o em que o
leauHaeem'*^^ lem buei, c.nslilu.Vao poiit c* ; SH uuaup. incorri na pe.a d. dcansizo ; p,i
ta ttf
VJT Precisa- de urna pessoa deqnalquer
id.i,le e sexo nacional OH extrangeira qu.
csieja sa n abrigo mas que sirva para todo o
sei vico de urna casa de pouca familia, isto
be, comprar, vender, cozuhar varrare
lavar a cata : ta->e o sustento a o mais qua
seajuslat, dando pessuas da probidad qua
atiesten sua boa conduca : quem esliver Des-
las enemista netas dirtja-se a ra d'AfOaS*
vmd.es cata u ij. pw cima da venda na
esquinado beco. Advrle-sc que nosa quer
por pouco lempa e se lor pessoa idosa uie-
luor.
tst- Peideo-se do beco do Parauo indo
pela ra do c^luatle al a ra Noa 11 m a-
uelo de ouro ; quem o acbou qncieudu res-
uiuu-o dirua-aaa ra daaCtutea D 10,
no segundo andar que .i re.ompcns do.
l_r Ai renda-se pelo tenpo da lesla urna
Caa OO adro da Igieja da Lasa-forte, co 1
noa salla, lies quaiios airatij. pata um
avallo, e multo fresca l quem a jreteadtr4
duija-sa a eu l'yp.
>


DIARIO BR PER NA M BUCO
X&T A pessoa que se qucr em pregar era
qualqurr OCCtipatpSo nesta braca 011 Pora dal-
la dirija-se a praca da Independencia loja
de mirivps n '6-
tsy Quem quser fretar urna barcarca de
>i raixas mu i lo boa de vella para qual-
) mer porto do norte ou snl filia co 11 o mes-
reem lora de portas ou na ra Ja praia ser-
rara do CardiaL
isr Quera f ir dono de oro e-rravo que se
ada Pujido de*de > Petra de Passa 'le 18 -7 .
mil. vestido coto calcas e camisa de estooa
aliando meia lingoa cor folla estatura
re dirtia-M a 5 ponas I) 51.
Avisos Martimos.
G3" Quem tiTpr nmt hurrinha 9 quei-
Ta alugsr para dar leite no raso de P9t^r pa-
rida falle a Domingos Antunes Villaga na
ra nova
W Prerisa-se de dous pretos para ven -
derem farendas forros ou captivos que se-
jSo fies ; nesta Tipografa.
t^ 3co Varia Seve ob'eve pelo Juino
da terreira vara dota Cidade mandado de
piereito contra Antonio Machado Das, por
a quanlia de S:428na6 de principal uros,
e costas p mandando requerer a casa de su-
tnoradi nn lnoar de S Amaro, fora acla-
rado ao official que lnha bid 1 pira o ser tifo ;
bSnr. fachado 1 Mas nao be s Jevedor 10
annuneiante claque-la quanlia e mais juros
que vao decorrendo orno tambem da qnan-
tia de 10 000.000 que anda nao se acha em
execucio e por quanloesta informado que o
seu devedor nao foi para osertao e sim se
conserva occnlto em risa de sua residencia em
S. Amaro o que sendo o cmstitue deveJor
der os seos bens ou or rontrartos legitimoa ,
ou simulados para evitar questoes e pleitos
ju'iciaes rom terreiras pessoas faz o pre-
sente annuni'io para nue nbguem contrate
com o sen devedor o Sr Macbudos Dias so-
bre alienaco de seus. bens, movis, ou de
Taiz.
B5T Aluga-se a coxeira junto a Ifjreja da
Soledade propria para se rer. dher ou 6 car-
ros por ser 1> stanie grande ; quera preten-
der dirija-se ao mesmo logar a fallar com o
Tbesoureiroda Irmandade.
tar Precisa-se de urna mulber de meia
idade que qoeira ser ama de nina casa de um
hornera Bolteiro na passegem da Magdalena,
a qi.al dpve salirr eotllhar lavar, engom-
mar e d fiador a sua conducta b asi m cerno
tambem se precisa de un. i.omera de boa con- ''or *" dellaa ler lato cessio a seus ere-
dores ; quinta letra 2i Jo crreme as 10 bo-
^ t3T Bretanbas de r nono madapoln fino para camisa de 36 10 a
PARA O VfARANHVO' segoe vhg-m
impreterivelmente al 5 de Nove nbro por
lera maior narie de sua carga encajada, o
Uem conbeciilo Bri<;ue BsCQna Laura ; quem
quier carrejar ou ir de passa^em p ira o que
otieiece ptimos comm-idos diri|a-se a ra
di moeda I) 1 ji a Fumino Jos Feli da
llosa ou ao Capito Luiz Ferr ira da Silva
Santos.
PARA MONTEVIDEO o Brigue Ameri-
cano Olm.la sihii breve ; quem quser car-
regar diri|a-se aos mus consigaaUrios L. (
F. & Mansield.
radfii velba loja bt viuva Costa airio nu-
mero 5a
v^oo al.mdozinbo de r>.l jardas a Son y^f IJma porc? de pombos batidores,
cambr*as linas linas a iooo. riscedos eitf cas- do-se a nvteoi; na roa da -oda 11
sis de qunlros e listras de ror a ir>> o rova-j Todo me' de un stf'-a e urna -mo-
do chitas finas a itioa too rs. rliio, alem f nda orison'al a Pallar eon a lv* Fcr-
leslas nutras muitas Patendis ; ni ra do
Crespo viudo di ra do Queimado tcreeira
loja
* CT No afeTo da Boa vista loia 0 16 cal
aloja annuoda lo ,elo preco c > nmo I >, s-
nalos de lustro pira senbora dito de mar-
roquim a la^o ditos de setim a 1760 dito
de duraaue chpgados ltimamente obra mui
bem feita e de muilo bonl 11 Pofts a 1 :*io .
e taoo ditos de marroqun a 5io ditos
trelos a coo de cores a 84e dilos pira me-
ninas ditos para It'jmem .'jo. dilos i)io,
ditos de bezcrro de urna sola 9*4 ditos de
1 sol as a >. joo snalos en braneos maios
botina, e bolins obn mui bem feita.
S2^ Cara is de vento a .aoreis, milito
lieru fritas; na ra da Florentina em caza de
J. lleranger.
K?7*(Jma Venda com poneos fundos, e com-
modos pira familia na ra velha da Boa
j e i 1 o
t?- Que por intervencio do Corretor O-
liveia fazem L. A. Dubourcn Dangla A-
ro p| A. Baudou* como administra-
dores dos bens de Joan Si/.enaiido l'ireli de
todas as Pazendas (|ue leu a loja d'e-te na ra
nova e de raius dividas que se vendern
duela, <|ue tambem d fiador a sua Couducta ,
para o servi o de criado: na praiu da tioa vis-
ta em casa de Francisco Ignacio de Atliabvile.
3?" Precisa-se de um leilor pira pr:genlio;
na atierro da Boa vita era casa de Jjo Pi-
res Fer reir.
C^ Ollerece-sa um rapaz brasileiro para
raixeiro de qualquer casa de negocio d;
fiador a sua conducta escreve bem e marca
poiseatlevede caixeiro bastante tempo em urna
r-s da niinli em poulo.
vista a dinheiro ou a praso com l>o is firmas,
e urna po'co de ps .le sapuiy; da dual e \
fjlbas ; a (rilar n > atierro da Boa vista com
Manoel Francisco Lagoa
t?5" Solidis mutJ lien fritos viudos da
Babia, para Conegos, Vigaiios e Padres
Mestres na ra do Quemado loja do Cario
ca t.l.
t V Dous escravos de naci bcnguella de
idade de itfaaoannos, oplimo's para lodo o
servido 5 na ra direita venda que Ib i de Josa
Luurenco I). 3o
S2ST utellas da Lotera do Tbeatro sob-
divi.iilas dos orginaes Bilbetes en decmi,
e Igeiima parle ga 11 bando estas na sorte de
ti 000 000 Joo.ooo e aquellas iioo.no >; as
lo
reir na roa dis Trinclieiras
*W Urna cmoi nova propria para fami-
lia, urna dita que peg eos .>>) lijlos, i
ditas do carreira e travejamentos de todos os
comprime i'os t.ud > |> r preeo com odo o. sn
qnere'liqui Jar e-i negocio $ a fallar com
Luiz Jn- 'arques
x.~3~ Uti sitio que se principio!] a fizer em
S. Amaro com lio pal nos de frente e qoo
e tantos de fundo com duas casas de laipa ,
e poco de ag
vista I) 91.
K" Urna rede de p libado Para, que ser-,
ve pa< 1 lipoia ou para se dormir 5 na ra
i) ) <] ille ;io ntica D. i.
*. .7- Urna escrava de nacaS angola da
idade de 10 anuos hbil para to o vr-.
vico; atrai d iHospitil do Paraso casi di
quina que vo'ta para a ra Je S lo:n lesui
das Creon'as
E,*" Umimolatade idade de "o an^n<
c~ozinba en omma cose e faa tod 1
raojo re u na casa por 400,000 j 11
S Jos U t
K5r Urna olarii a mirge-n do rio ca
ribe rom terreno de o bracas de I
So de fundos compostode barro par
quer material, tena oinia 'O palmos
comprimen o e rio de largura d >us t ir .os
cada um leva gmilheiros de lijlos di *lv-
naria core eo:n pouca lenha e admiravel-
mente urna casa dentro de assislencia .
outra dita de fcilor aloerces PeiloSfl atiera-
dos pura urna casa com madeiras promptas
inra a 1:1 sm 1 100 al |ueires de cal ,\ mi-
heiros de telbas cocid s, Jo a 40 mnueirus
is dos Sis Lopes Jnior, ra da Cruz I de lijlos de al venara una planta d- cana ,
Pilotaba, Batallar, e Souta ra da cadeia roca macaxeira e quiabeiros todo i-u
velra Braga, junto ao arco de S Antonio, em bono estado estacas, varas, e cipo* pa-
je Antonio da Silva praca da Independen- ra sena e lodo os r..is uleuciiios uerlenceu-
:.^..L. 7 Cmp0UCaSrun'b,;quem Claudio ra do Cabus KredercoCha- tes a meama ; a ;,l ropneta-
C o ni p r a s
tiver atuiuncie
VBT A obra de anatoma de S Lelo ; na
ves 1 na
botica de bailbolumeo & Bam ^s^- A obra de Saint Clair das libas, ou
pre.ua-, quemo precisar diri,a-ieao beco do J> desterrados na Ilha da Barra-, na ra do
:_____,_i 1 iBozario l). i5.
laar Colire vellio carimbado ou de toda
qualidaje em qnalqner pnrcao ; na ra da
sarapatel 8.
K3f A pessoa que annunciou no diario de
jq do corienle precisar de um Caxeiro dirja-
la a ra da roda casa I). *o.
isy Pieri?a-se alugar urna ca no lugar
da Capunga ponte de U. hoa eda hi para
cima rom sitio ou quintal, e que lenha com-
i odos para familia: nma do> Tunes De-
cima 117.
3T Precisa-se de um rapaz para vender
pao com um ou dous pretos e mesmo para
ai;;um servicode padaria na ra das Cruzes
Dscima 9.
isy O abaixo asaignado faz scientn ao res-
nova Uuimjtes atierro da Boa ros Manuel de Albuquerque Bmtos Caval-
vista, nos 4 cantos da sesma as duas ven-'cauli, e Jos Bizerra de arroa Cavalcanti,
das da quina eem casa do caixa di -o. ie- na ruu da Gloria casa pegada a fabrica.
dado e aasignatario das mesmas na ra da ca-i ----------------------'
deiavelbaii 54 onde tiavera seinpre boin ; SCHlVOS r lli*IUO>
soriimento de neimeos para uuein deseiir----------~ 1 r~-----------T'~t----'
. "*j c^- Paulo de uacao uiosambi.iue deidi
poicao dando-se em coma alj'uina couza. 11 1 1
r v._ ., dede 17 unos eara larga ^ nariz 'rando o
KsJ~ i\i ra da L.ruz aruia/em de assuear 1 u 1 1
. de carne junto a oera que se da casa ,,. t um palanqun, a moderna, ?T\ 7 u ** ,
r ^ nariz, denles l irgos beuos fliossos cbeio
co o minio pouco uzo e u-n apart-liio de 1 11 1
. c .. i\ ,u,; do coriio ,es um tantos apilbetadus no
ci a de louca muilo hna e ab barris com do- 11 1
meio di calteca urna coroa de corregir peso ,
, leuou vestido camisa de cluli azul e cal.au
urna de 11 na- 1
de raim : quem o pegar leve a ra da praia
esla lazendo
ii>r L>uas cazullasoue lenho as 4 cores
propriai para celebrar missa, com os psr-
len.fse n bom estado ; quem lver annuucie
Vi" Cemoita.asde ouro sendo em obras
Velbas ; na ra do v abu^ l>ija l). %t
cea de vana qualidades.
S2r Duas caimas de aoa
taras outra de o" urna u la alierta
Vendas
p.n pire.; coiu.iioJo na ua a Guia nu-
mero 1
tST Urna maquina de nova invencSo para
. 1 arma;em I). i3, 011 m ma (.ol!e-.ii 50-
ea um mi.litno de lijlos do uiveuarn e.iuSa 1 1 1 ai.
Z ______ _______,_ J ._,. lirado ao pe da vend .o 3nr SebiStlo Jos
Gomes quesera recompensado*
tJ" No da i do i-oriente desajiareceo um
negro de nome Domingos de uacao cacang
por apeiido alio I rente tem barba* loma
muilo tabaco alta, dedos dos ps eompri-
dos e das mos tem mudos Cabe 11 >s as
rnos, ievuii .alcas e camisa de algodo; qum
. o pegar leve ao beej da lingojla a an >ei Pe-
aeira Ues que gratifcala
13" No dia 14 do c>rreute fugio urna es-
crava de no.ne Mara da naco benguella ,
cor pela Umos di-ules ralos um signa)
no beico de cima eoutro na testa, basl u-
te alia levou vestido de cliila e panno di
coila tem de iiia.ie 4o anuos ; quem a pe-
fugo um mole|ue de no ne
CT CAUTELLAS da Socedade "Fortuna descaossar algudao ojara multo inlerssau-
neilavel poblico quecomprou um muleque Typograica, da Lotera do TI1..A "ft(.) ;.i- le para o* agricultores do mesmo, por lia-
reoula de nome Innoreucio Je idide de 17 nhando a vigsima parte dos premios, cabendo belhar com multa rapidez e as^eio clieg.da
aunos, olbcial de alDiate e lando o dito na sorie.de000,000 res tresentoa mil rea, a ltimamente da imericu j em casa de vta-
nioleque desaparecido no dia 17 do coirenle, prejo de .(Go-, nesta Typograhoa na praca Uieus Ausiin & Compantiia ua ra do l'r-
pieviae-se para que ningaem laca negocio da independencia n. o na ra lar;a do piclie novo 11 ia.
com o mesmo piotestando ao mesmo lempo Kozano loja de miude/as D. 7 na ra do *-*~ Wau de meia lagrima muilo novo,
eonlra qualquer fiessoa que o tenlia occullo e Collegio luja de relujoeiro, e no lar.jo do Li- cauade it>e Ja librea, por preso com-
para que seuo dame a ignorancia se faz o vrenieulo loja do Sur abriel que tica no niodo -, na ra da moeda i), in uuescriplo-
prrseiiteanuuncio --l'omingos Jos de Lima principio do beco do Padre. no ue i irmiuo Jos Felisda Rosa.
i> Qutm precisar de um caxero ou Ot -Liu.a escrava de idade da itiannoscom *-^ Lu pelo uiarujj ue govemo de ido-
admintrador de eiigenlia ou mesmo para bonita bgui a engomma, cuse coainha taz de de 14 anuos; na ra da moeda D 41.
feitor de sitio dirija-se a ra de iljtiaiDe- rendaa j na ra direita o. ao lado do Livra- ^^ 'tata da Mussiaein barris pequeos,
tima 24. menio ehegada ltimamente 5 na ua da Crur u. bi ''"' """^'f' r
tsr OSnr. Joo Jos dos Santos Lacerda *sr Urna escrava sem acha.jues rozinba, ca5a a* ^' {J> Bieher, L lv
queira aniuinciar a sua morada liara se Halar e ensaboa -, na ra de agoas verdes i>. 10 ^r Kiaeadoahoos a be 7 vintens o cova- ?*}U,' creou, desdada de 1 a aflno ves-
Toegociodeseuinleiesse. | s^r li*. da grande Doleri- de Vienoa 0 cintas linas de Una, as cores a ,1,00 co- 9"e *"***.* d:'n, ** ttMd* *
is> Apessaaque annunciou em das de de Austria, que corie irieog ivelmenle no Tall eaaea para b-bados a coiliaadosa joo c'J'id'^v-'i:"y)'lj",d'1 a'1'1'' c Mrrapito ,
Seiembro pasudo ler para vender casaes dia 40 de Kovembro do con en le anuo e;.,is- e alora., carabria* lisasa ato a vara cae- e*'e mo,*(lue '':' t8M ,,Ud' "[ar71 viMvel,
de .aves annuncie sua morada. Undo de o grandes palacios com jardms Ms Ge corea a aoo ra ,e paunos 6uos de lo- c 1,,! u l'"'' ''',, HM ? quem O pegar l-
OT A otssoa que levou por engao da campos, bosques e prados Mudo o maior d.s.scoies-, na ua direila U Q loia daran-' Ve" fU UeJS "* 3I t*Ue Str*
; r!Com|)ensado
BT Fugio no dia 19 do crtente do sitio*
do pixinbo uo p do porto da madetra um
negro de aome ilauoel, por ape.idio Canta
galo, do gento de angola mutir laJtao ,
de idade de j anuos- leui tlOM graml- Ve*
lida <|Be Ihe toma lodo olhu le urna siee-
triz na tesla muio fresca:, e ibeio do coipo v
quem O pegar leve a ra da i..re;',eria >.
ou no inesmo sitio.
K*r io dia a de Setembro Pojjio arrt es-
cravo de nome Joo crfoulo-d- idade de i
anuos, bstanle alto, peinas riua, pea 0
l.e9oa bastantes graudet, foieserevo do 'il-
lecido lleverendo VJanoel Jos de S Tugo o
qual lu capeiio por algOra lempo em Apij.u-
CoS e boje o lito escro-vo be de Antonio Jo-
s do l'.^piiito Sanio iiarala BOVadof n> L.i-
liade de Oiinda apessoa.queu p^ga' *'*
recompeoaado
ifeCIF^A4T^i ai, K, !*.& -jktt?.
Malii/deS. Antonio, no da sexta leira pieuno de um uullio o^t 1 ra tramos alea de i do buco da peniia.
um i>iipeo de roa,sa tricado, baja de o ir ais02 premios avullaUos que tem e inedior l*~ 1 ijolo de alvenaria grossa e lodas as
destrocar na j.rocuiha do i.ivrameulo D. a5. *JIUWrmarioa vista do plano 5 na ra do mala qualulaUea, e lelbas todo por ureeo
tjr A pessoa queaunuuiiuu qui-ier com- Crespo b lado do sul. commudo pO*looas obras ou partos me-
prar um leaieju de superior qu.iii.ia.ie, com tf Ou aluga-se urna casa com commodos diaUi com a mata brevidade posaival a lal-
4 selindrosde pecas muderiis dirija-se a |>ai a grande lamilla no lugar da Capunga 'ai con Manuel Ignacio A villa f UA ra do
praca da Independencia loja do bnr .Meroz. com a lenle para o rio capioanbe, com co- Collegio U. 4 uo segundo andar.
j^# Piei-iaa-sade o a pretoa Iraballia- xeua eslrtUarid seu zal para pelos, ca- *^ (Jilo esclavos urna pila moca, boa
dores de embada mesmo sendo forros, para cimba cuoerla e pane do sitio murado de *ngomi.adeiru, Coautieira, a lavadeira urna
um sim perlo da praca; a tralar cora Ala- pedia e Cal, e com Ierras proprias para plan- ulU de lOade de auno com as mea-
noel Amonio da >il*a iVlolla na ra da ca- la.oes ; os preleudrules lail ui na ra da va- Haa iMbalidades d moleuuea de 10 a la
dtia n. O da de leos cem CaeU uo da :ilva Azevedu. anuos, iadinoe livies de becuiaaa dous
lir Cjuem precisar de urna ama deleite, isr Faeas e garlo de cabo de nuriui, di- unos daidaue ue t>s a ao aauos Ouumo> pa-
diiija-eeaia abogado* ua do rootocolumL las deossobnaa- entre Hims, bandejas gran* r* todu o serviee, um preto vtlno por aoo ouo
- i4 dea c pequeas, buateeatienaa loluasde |mu pata o seivico de urna casa ou bo-
l*. Arrenda-se osilio que foi do Cirur- Leas, btuurai linas para cosluias caima- lai Benuuoa un silto ka ra de a oa ver-
iao f ii.xuto no principio da eslrada dos Alih- les utius para panua caSiicaea de casquiniie, **cata lafre* t 7.
co loi muilo Loa c.sa toxina e seu- ditos de uiao to.&passus imu tita iiiiiims c
Catees de porquinbos di india raui
im yai pelos e umjaidim cuiu bastdu- aueUa para deanuo e nutras muius anude- lindos ; na ru da meada u. 01
ts ivoicuws 1 quem pretender dinje-ae a ** "a pracinba do Livrau.cni io^a Daci- a^r Lina vaaoa de carreira, e um escra-
iwa uo ciayo D, 11. 4 34* \ MMIm moyo, de uaciio vengo na ra da


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