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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/04123
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, September 30, 1840
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:04123

Full Text
Annode1840. Qcjabta Pwba
Proclamaco da Asserablea Geral do Brasil;

<
----- aii j
Snbscreve-se para esta folba a 3ooo por miartpl . j-
esta Typografia ra das Ouzes D. 3 a taRLaa LS I d^dM
* .. 37, e 38, onde Se receben, corres'pnndenc letaliidr
Erogar e4tes3raUs-sendodos XSrtto:
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES*
Cidade da Parahiba e Villa de su pretenco <
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem *
Dita da Fortaleza e Villas dem .
Cidade de Goianna.............
vil 5 i" ? m-d"..............
Vi la deb. Antao . ...........
Dita de (aranhuns e PovoacSo do Bonito .
Seg. Sextas fea as;
PHASES DA LA NO MEZ DE SETEMP.
Todoa os das;
Dita deGaranhuns e PovoacSo do Bonito .* .".".....&"'"1", f!in,s\
Ditas do Cabo, Serinhaem, Kio Formozo, t Porto Cairo' o", jf T.*
Cdade dasAlagoas, e de H%F. !.T..?!?.' IdVi'l ** ^
Villa de Paja de Flores. .

oao* o* Correioi partem ao meio dia.
dem 13, dito dito
Quart. rete, a 3 as
La Cheia a 11 as
Quart. rainp. a 8- as
La Nova a a5- a*
3 h. e 17 m.d* tard.
5 h. e 17 tu. da tard.
3 h. 10 m. da tard.
7 h. a 6m. da taid.
Man thcia para o dia 3o de Setembro,
8 horas t 3o minutos da manfla.
8 horas e 54 minutos da tarde.
SO DE Sct&VBRO. IftW. tI3,v
^------------------------------ 1 mu *
CAMRIOS. Setemmk>8.
Londres......SO d. por Jfooo ced.
ytbo.......80 a 83 por ojo premio por metal offerecidoj
Franca...... 3a5 rei por franco.
?,n^J,neiro " t"""*. ConP- Vendas
UUKO-- Moi-da de fj^oo reis, velhas MJSoo 5foo
Ditas nova Hg6oo ia^ooo
Ditas de igooo reis, KJooo 8*700.
PKATA Palacetes Rrxsileiros - - 1630 i#6{o
Pezos Columnarios......if6o 1J640
Ditos Mejicanos ------- 1*600 tfbio
Miuda.------------------------ i|<4o 1I460
Descont de bilhetes da Alfandega 1 por looao mes.
dem de letras 1 i|( a i i|? por boas tirinas oOerecidos
Moeda da cobre 3 a U por 100 de dlsc.
DAS DA SEMANA;
a8 Segunda S. Wenceslao Duque. Rolaeo e audiencia do Jais de Direita
da 1. vara*
I9 Terca >f< S. Miguel Arcanjo.
3o Quarta vS. Jernimo Dout. Aun" enra do Juit de Direito da 3. vara."
1 Quinta S. Virissimo, Mximo e Julia Irs. -- Audiencia do Juis de Direito
da 3. vara
1 Setta Os Anjos da Guarda. Audiencia do Juis de Direito da 1. vara.
3 SabbadoS. Candida M. Relaco e Audiencia do Juis de Direito da
3. vara.
U Domingo O SS; Rozarlo de N. S.
Sal
PERNAMBCO,
THEZOURARIA DA FAZENDA
Expediente do dia 34 do corrente.
Officio Ao Exm. Presidente da Provin-
cia dando a informaco, que exigi por officio
dea de Agesto prximo findo a respeito
do pagamento da terceira parte do sold aos
orhciaes, que fuero a companhia de Paueilas
e Jacuipe.
Dito Aomesmo Exm. Presidente, in-
formando o requerimento do Alferes de pri-
meira linha Lourenco Jos Romo pedindo o
pagamento do que se Ihe deve de gratifica-
ces e forragens vencidas quando empregado
asordensdo Governo desta Provincia.
Dito Ao Inspector da Alfandega dizen-
do-lhcem respusta ao seu officio do 1. de
Junho prximo passado, que sendo nesta Pro-
vincia o lastro de pedra das embarcacGes hum
artigo, que se vende; nenliumaduvida deve
ter em exigir do sea valor os respectivos di-
reitos.
dem do dia a 5.
Officio Ao Exm. Presidente do Tri-
bunal do Thesouro Publico Nacional infor-
mando o requerimeuto de Henrique, e Joo
Woon & Compon bia, pe-lindo a restitu-
cao da multa imposta pela Alfandega
o Maranbo, ao Commandanie da Barca In-
gleza Thomat Mellors. por nao haver apre-
sentado conforme exige o artigo 158 do re-
gulamento e ceitificado da Alfandega desta
Provincia de que a misma Embarcaco hia em
lastro
Dito Ao mesmo Exm. Pre/idente envi-
ando com a letra de o 000U de reis, do sa-
que da Thezouraria a 8 djp sobre a caixa de
moitisaco, importancia de tres mil notas
de 10U reis, substituidas pela Caixa das Ren-
das Geraes do exerticio findo por outras de
diversos alores a reUago econheiimen-
todas mesmas notas remettidas ao mesmo
Tliesuuro em huma lata de folha dentro de
hum caixote sellado com as armas do Imperio,
e golpeadas e marcadas com o Carinbo de
Inuutiliaada ptlo brigue de Guerra
Nicthercy Commandanie o Capito Tenente
Antonio Conrado Si bino.
Dito Ao Administrador da Mesa do Con-
sulado disendo-lhe, que, no caso do Briue
Ingles Uretich Qucen, querer receber maior
quantidade de 1 o Brasil, do que os 1:000
quintaes que havia contratado, consentisse
00 seu embarque.
Porlai a Mandando abonar ao Thesou-
soureiro da Fasenda, na conta dos hendi-
senlos Geraes do Exercirio findo a quanlia
de JojoooU dv reis recebidos na mesma data
pelo Capito lente e Commandanie do
tingue de Guerra Nacional Niclheroy An-
tonio Conrado Sabino em notas de 10U rs.
para entregar no Hio de Janeiro ao Thesou-
ro Publico Nacional
Dita Mandando debitar ao mesmo The-
zoureiro na conta do rendimenlo de um por
cento de Arniazenag*m addicional do exer-
cicio findo a quanlia de 5 o7'j820 res ,
mandada abonar ao mesmo por pon. da mes-
toa data na couia da receila Geral do mesmo
txercicio por conta da Thesouraria da Pro-
vincia do Para, importancia do dito rendi-
mento por ella arrecadado no segundo semes-
tre do referido exereino.
Dita Ao mesmo Tbesoureiro para passar
do coffre das rendas Geraes do exercicio pr-
ximo findo por conta da Thesouraria da Fa-
zendada Provincia do Para para o de ren-
dimento deura por rento de Armazenagen
addicional lambem do exercicio findo a quan-
lia de que trata a precedente portara.
Edital.
Perante a Thezouraria de Fazenda da
Provincia t se ha de por em hasta publica
nos dias 10, i3 e 17 de Novembro prxi-
mo vindouro para ser arrematado, a quera
por menos fizer, o servigo da Capatasia da
Alfandega desta Cidade pelo tempo, que
decorrerdo 1. de Janeiro de 1841, ao ul-
timo de Junho de i83.
As Pessoas que pertenderem licitar de-
vem comparecer nos referidos dias, na Salla
das Sesses da mesma Thesouraria, onde se-
ro apresentadas as respectivas condieces ;
habilitadas na forma da Le
Secreta-ia da Thesouraria de Fazenda de
Pernamhuco ai de Setembro de 1840. Joa-
quina Francisco Bastos Official Maior.
Diversas Reparticoes
TRIBUNAL DA RELLACAO'.
Sessao' Do da a8 do corkemte.
Os Embargos de Jo3e Francisco Pereira da
Silva contra Jos Al ves de Castro na Appel-
lacao civel desta Cidade Escrivo Posthumo,
forao des presados mandando-se cumprir o
accordao embargado.
Na Appelago civel do Juizo de Direito des-
ta Cidade Appellante Thomazia Barbosa Co-
imbra AppeladoJose de Carvalho Raposo,
Escrivao Posthumo ; foi confirmada k senten-
ja de que se appdlou.
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do preco corrente do assucar algodo ,
e mais gneros do Paiz que se despacho
na Meza do Consulado de Pernamhuco na
semana de 28 de Setembro 4 do mez de
Outubro.
Assucar B. novo 1. S. ar. atoo)
aooo) aooo 1. Q.
3. *' 1900)
800 4. 175o;
5. itoo)if6oo a. d,
6. 1450)
DitoM. novo 1. S. ijoo) , ,
800 a. < laoo)1^001 d
Algodao em pluma 1. Sorte 7000
a tiooo
3,
Jos Afibnso Ferreira.
Antonio Bento Froes.
Feitores e Conferentes
5ooo
PREFEITURA.
Parle do dia %} de Setembro de 1840.
Illm. e Exm. Snr Foro hontem pre-
sos pelo Sub-Prefeito desla Freguesia An-
na Rufina de S Jos, branca, por ter empor-
ra I hado a porta da casa de outra na ra das
Cruzes ; foi remettida para a Cadeia : por
um Sargento da Guarda Nacional o pardo
Antonio Jos de Carvalho e Manoel Jos
Ferreira Coelho branco por briga, deque
resultou. o ferimentod'aquelle tivero igual
destino: pelo Sub-Prefeito da Freguesia
da Boa-vista o preto Anselmo, escravo An
Padre Joo Francisca Feitosa por ter do a
urna casa brigarcom um escravo do dono da
mesma ; foi solt : e pela primeira patrulha
do destricto da Santa Cruz Jos Gonsalves
Pereira, branco, por estar em desordera com
urna roulher ; leve o mesmo destino*
Das partes hoje recebidas consta que nao
occorreo mais novi lade.
Dos Guarde a V. Ex. etc.
Parte do dia a3.
Illm. e Exm Sr. Foro hontem presos
pelo Suh-prefeito desta Freguesia Joo Ja-
cinto de Carvalho, Jos BaptisU Adans o
preto Joaquina, escravo de Maria da l'aixo,
e Luiz Nunes de Couto por serera encon-
trados a meii rioite delraz do muro da Pe-
nha junto urna taberna, e deitarem cor-
rer disendo chufas; foro detentos no Cil-
labouco; e os pardos Joaquina Pereira Gui-
raares, e Nivaldo Gaudino da Trindade ,
por estar ament da Guirda em desordera
com um preto e fallar ao respeito ao mes-
mo Sub-Prefeito , foi remettido para a Ca-
deia ; e Joaquina Pereira Guimares ; por se
querer ingerir na prizo daquelle ; foi solt :
pelo Sub-prereilo da Freguesia da Boi-vista
os pretos Simo. escravo de Maria dos Santos,
por dirigir insultos ao Coramissarto da Po-
licia do Yfanguinho e Francisco escravo de
Antonio da Cimba por estar fgido ; foro
remettidos seus respectivos Snrs. : e pela
primeira Patrulha do dNtncto da Siuta Cruz
Jos Joaquim do Nascimento branco por
desordem com outro : foi solt.
E' o que consta das parles Luje recebidas
nesta Secretaria.
Dos Guarde V. Ex. etec
Administrado do Patrimonio dos Orfos.
Perante a Aministraco do Patrimonio dos
Orfos se ho-se arrematar a quera mais der,
no dia 3o do corrente mez. as rendas das ca-
sas numero 4 no largo do Hospital do Paraso,
loe 11 na ra de S. Gonsalo do Bairro da
Boa-vista ; o sitio de Parnaraeirim em que
mora Jos Fidelles Barroso, e o da matta da
Miroeira em que mora Antonio Jos dos San-
tos : as pessoas que se proposerern a arrema-
tas podero comparecer no indicado da na
casa di mesma adrainistraco as qustro ho-
ras da tarde com seus fiadores.
Salla das sess-s da Adrainistraco do P,i-
tiiraonio dos Oriios a de Setembro de
1840.
J. M. da Cruz.
Esciipturario.
Adrainistraco dos Estabelleciraenlos de
Caridade.
Perante a Adrainistraco dos Estabeleci-
mento de Caridade se ho-se arreraattar a
quera raais der no dia a do fucturo mez as
rendas dsscasas D. a, 3,e 4 na ruada Roda, 8
lojas da cisa da Roda, D. 1 e 10 na ra a-
traz do Calabougo : as pessoas que se propo-
serern a arreraa'.al-las podero comparecer no
Indicado dia no Grande Hospital desta Cida-
de as qualro horas da tarde com os seus fi-
adores.
Salla das sesses da Admidistraco dos Es-
tabelleciraenlos de Caridade 26 de Setembro
de 1840.
J. M da Crus.
Kscriptarsrio.
Communicado.
Fervet opus.
Cabala-se. (l).
E' assaz vergonhos para os que alardef 3
deconstitucionaes, a porca, e indigna cabala,
que ferve ahi por esses clubs E um tal pro
pedimento ser digno do epteto da constitu-
cional ? por ventura manda a cmstitucio ,
que se faco ajuntamentos era diversas casas.'
e que o raais sagaz djs reunidos prop mlia os
candidatos, que se devem enserr as listas)
para Eleitores, com proraessa de que se Ihes
pagar na mesma moeda ; e militas veses (o
que he anda mais indigno que esta trausac-
co) se nao cumpre esta mesma proraessa ?
Por ventura manda a constituico que um
cidado transija cura outro de inclu!-o era
sua lista para eleilor cora a condieco porent
de que. este Eleitor hade votar para Deputado
naquelles, que Ihe forera apresenlados ? Nao
somos nos obrigados de ee^er segundo nos
dilar a nossa consciencia ? Nao conneceremos
bera os que porsuas virtudes, por suas ac-
edes obradas a favor da patria, e por seus
conhecimeneos se torno dignos da sublimo
dignidade de Eleitores que no meu humil-
de pensar, tem depositada em sitas raaos a
sorte do Brasil ? v/erece ser Eleitor o ver-
dadeiro constitucional ou o hornera d'ura
partido? E por sto que elle do raeupir-
tdo segu se, que tem as qualdades, que sa
fazera indispensaveis para o fi-n, que se deso-
ja alcancar ? Tem elle carcter, scencia a
constitucionalidade, ou o meu pirtido tem
a virlude do sacramento que torna puro ao
impuro ? Al quando seremos nos Iludi-
dos e illuiiremos a patria l E' vergonzo-
so para qualquer associacio o recolher em seu
gremio homens justamente abominando*,
e criminoso dar a estes entes despresiveisem-
pregos s di;;nos do mrito e da virtude.
li' necessario, que sej-imos circunspectos;
O lempo das illusoes j passado ; a lebra
dos partidos j deve de estar evtiiuta cam
tanto sangue que esses mesmos partidos nos
tem leito desperdigar ; e as escuras nuvens
que nos oceultavo os raios do luminoso sol
o da juslica j se dissiparo pelo favonio
que sopro a raso e a experiencia Oeixe-
mos, que os cidados usera de sua liberdade
legal na escolha de seus Eleitores. Nos que
blasonamos de tsntos padecimiento* por termos
tirado os ferros dos rouxos pulsos dos cidados
nao queiramos de novo manielal-os, que bem
que por ditlerente modo. A escravido sem-
pre dura ou as algemas nos sejo impos-
tas pelos despotas ou pelos demagogos.
Ou os nossos candidatos, sao ou nao; digno!
da alta dignidade de Eleitores ; se nao de
nossa honra, e de ver nao i m pirraos sobre a
patria mais este elemento de desorganisaco .
e de males, ese o, ento deiveraos, que
elles sejo elleitos por livre arbitrio de seus
concidados. Um \oto s. nao sendo pedido,
deve de honrar mais ao cidado, que olera,
que mil votos, alcancados pela sempre porca,
e sempre delestavel caballa.
Nao se pense que eu prega para ser acre-
ditado e seguido d >s que nao sio da meu
partido nao certameule : hoje nao pertencj
a eutra classe que nao seja a honrosa a
quase divina classe em que estio incluidas
os que amo de coracio a telicidade da patria.*
amo a todo o hornera qua, mais firra*,
----------v
(1) Traduc* livr*.


DIARIO HE PER N A M BUCO
m
r;x?fzi
tana
msamkaai
^jue ama roci i, por principios e par can-
vire 5o acrrimo sectario desta ou daquel-
la qualidade de governo assim como aliomi-
Bo com toas as forcas de tninha alma ao ente
desprtcivel e abominando que se muda
com o vento que sopra da athmosphera po-
ltica. Amo, torno a repetir a felicicidade
de rr ir.ha patria ; e como esta depende em
'parte das loas leis estas dos Deputados e
estes dos Elleitores desejava que a pala-
bra cabala losse eternamente iluminada
dos diccionarios polticos.
Talvez [ qu evidente], que algum ca-
lalisla ao ltr este meu artigo de quatro
gargalhadas e mi a chamc-me tollo im-
postor impoltico e &c &c Paciencia To-
do o 1 otn cidadao um rcarty r da patria : e ,
assim como os mrtires de cliristo, ao soSre-
rem os potros e as fogueiras dizio fce-
ja Deus louvado eu no meio dos despre-
xos e da satyra direi serapre Viv. a pa-
tria E quando se mudaren os lempos ,
lembrarei a eies cegos cabalistas se eu ti-
nha, ou nao, raso de clamar contra as caba-
las, O TfiBpo pinta-se com duas azas mas
o uosso lempo poltico pintar-se devia como
corpo todo alado ltenla a veloeidade com
que voa. IIuntem I.omcns quesaouvir
o non e de rei senliao os cabellos ourieados ,
a vez preza na garganta os olhos em alvo, e
I i io sor do corpo Ibes corra ,
boje (raefis a raiviuba de uo terem ganha-
do no negocio ) a mesma palavra re os faz
estirar de goslo de modo que ,
Se sobre a trra es ps ellos colloco,
as alias nuvens as cabecas 'oco.
Vas dir alguem a que vin isto para
eltices Api ovar ainda o mal que nos
la/ero as cabalas, respondo eu. que por
conveniencia e nao por cunvieco muda
i: p< liiiiin.ente de republicano para realista
d'uhi abrir e lidiar de olhus, muda de realis-
ta para republicano, e, se tver prestigio va-
lor e talentos constituir-se- chefe d um
partido ; e o povo naturalmente voluvel ,
\endo que o sistema que nos rege nao tem
cumprido as lisongeiras piomessas com que
ees persuadi sem refleclir que odefleito
vio provem da rousa mas do abuso que
della se faz eil-o para o lado opposlo ,
eil-o nos sanguentos bracos da mareba eil-o
dtsgracado. O povo ama esse ou aquel-
lo governo, quando condece, qne dellt
provem a sin fekicidade ; mas se se comidera
engaado, vae buscar um governo peior ,
com tanto que faca urna nova experiencia.
. E' necessari pois, que as nossas institut-
ces sejo religiosamente observadas que os
ziossos actos constitucionaes se'o respetosa-
mente execulados, q' delles fujo todo o dulo e
xcalicia que a le nao seja letra mora e
que o povo uml.\a que nao vive engaado ,
* que sao reaes as piomessas que Ibe tem
sido feilas.
mediata relacio que tem os Trtalos de Phi- lidio dos arrola ment do? Vigano e a final
sica, sobre a theoria das orcas com aedifi- conclaiu das informales que pule obter ,
cacao de um caes a beira de um rio morto qne a inexacldo dos arrlamelos era sem-
Sao tudo isto bens, que j produziu pubii- prepramenos", j por pie moitos chefe* de
cacao das minhas Memorias, e eu me lison- familia deixam desearrolir, persut lu lo-
>eio de tanto mais ganhar, a proporcao que sequedesta sorte livra n os filnos dorecruta-
suhraisso for aproveitando as licSes de um ment ; j porque em gran le parte dessas
Mestre que tem tanto de instructivo quan- matas chamadas dos abmos existe urna
to de urbano, e delicado. Todava o desejo populacho numerosissima que nnnri se den
deconbtcerdemaisperto a nolabilidade lil- a arrolamenlo algum e com a qual os dl-
teraiia, que to delicadamente eivetou a dis- versos Vigarios a que ella pertance n;tnci
cusao, me impoi a lei de nao Ibe responder contara* (porque un U nio pler,am) pin
outia vez sem que primtiro publique o seu calcular os fojos de suas respectivas l< regue-
Nome: eu por tinto respondo ao Sr. Curioso zas ; e j porque finalmente oj nosios V;i-
somente por esta ultima e nica ve* e si ros sobre mineira molestos e escrupulosos,
S. Me. continuar com peguntas, ou cousa ocaso de duvtds prefereat apraienUr me-
que o valha, sem que as firme com seu pro- nos fogos, do que um numero superior a.a-
prio Nome, ha-de-me permetir, que me des- qn?lle que relmeme ten : e um i prova .-
vie do campo, onde estando eu desruberto cnteslavel desta ver.lale me parece que b-
pede ebe-ar al-uem que me atire de urna em- vemente vai appareer n esli L ipital 5 pi
a _..... i.deseii.snliir coro a ex- Gmstituicao do Imperio, e esbalbados dos
re. Mas ninguem se persuada (pie me rao- Parochos qoeren l
lestaum acisado iuizo critico sobre a miuha acldo quflIbes he pecuhw a tirela qUJa
Obra; pelo contraro, convencido dos seus Lei Ibesencarregoa as eleieoetw, denu-s;
del'eilos, eu apreciara sempre as lices dos ao irabalho de examinar oscadastros tl*po-
literatos, que se dignarem emendar os raeus pulaao e acharam que as suas b re^eias
erros, com aquella dijnidade proj.ria do bo-. davemdar muite autor numero de fcleiw
mem bem educado que, respeilando os ou-'do que lem d ilo. ...
tros adnuie indispulavel direito para sed Si nao meiesse em linbr de canta estas con-
G. Si suppa-a'ia que a Asse-nb'ca f oi gui -
sada peb impio pliilosiphisn) quando
oompdi tl acto e si tambem quem o san-
cionou ?
Resposta. No he para o estreito esoacD
das columnas de um lornal o des>iivolvirnen-
to da questi) que fas o objecto das perguntas ;
todava na> as deixarei absolutampnte sen
respista. Si o imoio philosopbismai queeu-J
janguefttou, e esl sangrando a Europa;!
que tem caberlo de luto o .Mundo Chrislao ,J
que tem saneado o Sratil que ainda ofe-p/
e (pie o levara ao abismo, si a Misericordia
Divina nao Se \piedisse dos lirazileiros, nao
tivesse p>r nossos grandes pecados, Influida
na eompesicla de algumas Leisnossas, em
verdide os Padres da Madre de Deus que
cram t> proprietaiios de seus bens comj
oulco qiulquer Gidado o be ou. como outra
[jualquer SocieUdj nao serian exceptuados
respeitado.
OJuizoquero. de quem com juzo ,
Mas sem paixio me lei a.
sideracoens, eu leria dado pira cada fo'o
setle pessoas: Marido, Mulher quilro 11-
bens qa lejitimamente alquiriram, e pos-
suiam.
D.ilo mas nunc concedida queaiuel-
les PadTO fos n uoi prolijos, e que arrni-
nasteiQ peh su 1 pro li ;ili la 1; as fjrtuiits que
pissuim, podi sin a \itluri la le P.ri 11
dar-ThS um rutpf o na pob/dn- u o;i;ro
qualquer proli;; mis esbulhal-is l;s-:is
bens, a prptexto de beneficiar Ornas [e quan-
II.OS. e um aggregado; porque ..o i'.ims.I lo, ,.., Or;ao, .gua haenle pir 1 np >-a u i,
iras seIII pn\ n me irm. i-iu, ^ -io j i i
Eu passo pois a responder ao Sr. Curioso deve se altentar nos clculos da popbalo li-
vre para o vacuo que as (amilias os escra-
........ L" . . l.,> .'.mi ._
por esta nica e ultima vez.
Perguita Si os escra vos est o em ra-
r esu iiiin.1 c iiiiii".i tc*. ni. (>
|. Pergunta. Si apopulaclo de Per- vos preencliem eque ua burop heocsupi-
nambuco be de 8oS,ooo abitantes livres | do por pes-oisdivrt
quantos deve ter a de todo o Hr.*il ?
Resposta. Eu nao ararmei positivamente
que a popalagfo de Pernambuco era essa e
persuado-me (ue ninguem est habilitado
para fazer urna tal afirmativa ; cilculei sim ,
eapreeritei o calculo que fiz da maneira se-
guinle a pagina % do meu Ensaio Topogra-
pbico
A popnlagao de Pernambuco monta a
beneficio!] he Direita que a fo.Ma Pablica
leve, pirque o exerceu ; mis he Direiio lo
mais forte no qual parece -me que o Sur.
Curiosa nocaavira muko ltenlos os prin-
cipias sociaes, que seensina u en O indi. E
hcl'. aos -bis ter.:os ou mlis da populado tanto foi injusto o esbulti_) quesolr-ni a Con-
livre como be que destribuo esses.escravas ,| areagi> dea. Fetippe Jferr. que a mssi
vistoso dar aosn.;eiih.iselavr.idji-s ..1.1,0? OrthoJoxi Assemblea Pr.ovincial Ibe lefia
Resposta -- Eu nao (bis, e exclusiva-
mente esse numero deescravos aos engentias .
nindado restituir os bens si elli se a pro
sentasse para recebel-os assim comorestm-
menleesse nu iiciu . "------------------------1 -
por-iue si esse fora o meu pensaineuio eu me rou a Lon nu.iiii i: 'Ijs ileligiosos UirOili-
exprimiria de outr.a sorte para meenteulo- !ios e Ibe mandn entregar o que pela
rern Eu dice sim a pagina 3 do Eu aio, que mes na Lei ipie esbulno 1 ni i'.i lres Ja aii-
A popu aco de Pernambuco moma a rem. r.u une s.m .. r----------------
de numero de eslranp.eiros que a<|ui habita)
regulando-me n'ete calculo pelo numero
de Eleilores da ReprezenWVo Nacional ,
que sao 8oto eleilos na rasan de um por
cera fogos dando a cada um fogo dez pes-
soas ; porem a populaco avanlaja-se muilo
a este calculo porque a maior parte ou
talvez todos os arrobimentos etc. etc
'esteealculo se conclue, que com duas
palavras posso responder a pergunta ; isto
"alcuJava os escravos ciu|c;j.-. . .--...._------,..._-.
da canna, en i.i-o, divididos pelos 00 j I j. Pergunta. Coma defin eu a palavra
ei.penl.os que a Provincia tem, diudoacadi genio, para o Sr. Cun-so smer si a todM a
engenho 60 escravos, que lie o mesma que si | quem eu don a honra de terera genio a mere-
eu", exprimiado-me em pbraze vulgir, di-eera. ... ,
cesse- ealelo para cada engenho o enebs- Kesposta. No ensaio use desta palavra na
das. D'aaui se v que nao inclu 11 este cal- accepeo figurada. Os Gentos cnamavam
culo os eserrvos empregados no servico dones- j Genios aos espralos ou qu .si Deidades a
tico dos mesmos engullios 5 os que ahi sao o- quem elles a.r.bu.am .a creado ou lullua.i-
liciaes mecbanicos, carreiros &c. se empregam na lavoura da mandioca dos Letra G
* +
Hesposla s perguntas que o Sr. Curioso fez
em o Diaiio numero 307 de 24 do crreme
SetimLro, sobre as Memorias Histricas de
Pernamluco.
Persuadido que algum servico prestava ao
D eu Pas dtiao pelo as Memorias Histri-
cas de Pernambuco ; e se bem que primei
ro do que todos reconbecesse os deleitos da
Clbia com tudo nao me passou pela idea ,
que urna tal empreza, ^quepor ser minba,pa-
jece ae que neo deixa de ser til) na qual
l.stiinits uoites rcubei ao somno e alga
despeza fiz(fo 1. Yolume excede 800U)
dtii.iii.sse o ogastamento dos meus desafectos
inti fiantes ; felizmente porem um contraste
>ic fua\izar o dtgoslo que naturalmente
De i-tvia bL-jaltar. Ao mesmo passo que ,
tcntia toda a lasoavel presompco alguem
ce apo.-u-c <,u com a Obra pelo autbor ella
cbu.T.ou a tu uno um Literato cujos vastos
conhecimentos asoroando-se em perguntas
pelo Liario nosdo a lisongeira e bem fon-
.da esperarca de que brevemente leremos al-
ga produrjo Uosublime, que arrede da
JKepuLlka as Letras al o proprio Longino !
I"iaon.e jeisuadiem verdade que os meus
biiictrcs desejos de ser ulil nossa Palria em
\t de memeirm alga indulgencia, fossem
usa triir.e imj.erdoatel; mas enganei-me!
Itdavia n'isto mesmo eu continuo a dar pa-
letciis ninfa loiluua ja a publicaco das
lremoiiasproduzio um beua e urna destn-
icita imponanle que por tantos Seculos se
em conservado envolta no veo dos possiveis*
lium Ltm poique ella incitou ao br. Cu-
iiiwn iliusliar o Publico, com *un< crudias
perguntas das quats inhro que nao Urdai
ero ibiir sob teu proprio ISorne urna ple-
na e luminosa discussao dos mais essenuaes
pontos Hisioikos, que to apoucadamenle
slsenvulvi uas minhas Memorias 5 e urna iiu-
poriaul descube ra, quando U. id.i d* m-
pa avras posso responder a pergunta; sio se empregam na idvouu u..u.nu. . r m- ,|~irii
be: Q. e a populaco do Brasil est" pira a legumes, do Algo II, em cuja cultura Anda que oSr. Curioso, com a des ooerta
lot.lid.de dPe eus' Eleilores ; assim como a hl'azendas que occup.im m.is de urna cente- da iheor, 1 das (oreas para a costruc,.ao do es,
' .' ,. _______i .....ni, ;. n rpnii o 11 a croador em Scienci.is V iscas.
ha lazeiuias que oceupam mais ue ------ -.....----- 1 t; l-
Pernambuco esta para a dos seus. |a de escravos; os empregados em ma.s d e ja o reputo um crdor em bcieacia. h.s.cas.
Mas dir o Sr. Cu ioso : o clenlo de dez cem engenbocas de fabricar rapadura, que ha com tu Jo para nao fer ir .1 mole,i.1d 3.
pessoas para cada fogo be excesivo. E ,U entao no Sert'ao OS que planta para fornecer es- le. nao o cb.me UentO quando alie, em
11 e direi que este calculo be apadrinba jo ,as enenhocs ; o grande numero que se e n- descuberta. Quetra por su i binlade des.ul-
iamemoiamenofalba pela notavel o- prgala. Cid.de, e Villas e em OUarus ; p,r-me ,, ai acunad, de ma.s
Linio do sabio Portugus o Sr. Silvestre P- : e 6alme..te tambem nao inclu os escr.vos do 8. Pergunta. b. pe .s f.^adura pos a-
n beira em urna das suas Obras, que lenho servico domestico de cada familia no quil vahar a opu eacia de um, L... iada S. par pe
Kdo e que,,io fui en oprmeir que delle servico, calculando mui ba.x,mente do.s es- um ou oulro pirnoul.r tinlia eu.duris de
.seserviu O Reverendo Manuel Ayes do cravos para tres familias oafiSgos, vem so pr.U posso dizer que Ollud era opulenta /
Cazal, na sua Corograpbia e o Auilior da este mui baixo calculo a montar em mais de. 9- * u fito a m.n ,a opm.ao para
Noticia Topograpbica de Pernambuco que o,ooo escravos. estribu. p is o Sur. Cu- on le se pisso i lal OpUleuou visto serem a-
anuisempr.miuemiag, e que correo tu- rioso os escravos por estes servaos e si acfaar qui as riquezas Uo lumUdas eestare.uen-
,olume, sem que apparecessem Curiosos excesso ou dimintiico mttriM-fM qe. Ir lio pjttcas maos t
serviram-se Pualmente desle calculo. Eis a mu dcil sou para me convencer e confe,- Resposta. &*sim como or i.uinam ;..te se
copia do Artigo da ISoticia Topograpl.ica a SJr o meu erro. avalla a nquesa dos particulares, pelo laus.o
que me redro~ a- Pergunta Si com elTeito a ponte do com que se trac tarta ass.m se pode ava.iar a
u O Poder Eleitoral Pernambucano com- Recife he urna excepeo das puntes de madei- riqueta de urna Udaie pela sumptuosidade
pe-se de loCollegios, os quaes contem ra por isso que tem 1 arcos depedra, ou .si de seus ed.l, ,os ; comilo eu nao du-e que
para mais de 780 Eleilores na raso de um os quatro arcos abrangem toda a ponte e si Olin la era opuieuU |) .r ter h.xidura, de
por cem fo-ps na forma das lnstruccoes : com eileilo a dita ponte be bella t I prala hr.ni-i a omle.cu no Gon neren ,
respectivas", e contando ^ dez pessoas em I Resposta Em quinto a pr.mera p.rte UM producfoeos na exportado ele. etc. co-
cada lo ^S secundo o calculo do Autbor dcst pergunta, respondo que nao lenho cal- **; <-* MaraliOattW je tera vi,-
da Corographia lrasilica vem Pernambu- Ipa de nu ter o Sur. Curioso querido enlenier <> as miohas Memorias Uvro 1. Gip. l
10 a ter 7to,ooo habitantes a serem exactos ; o que sobre as pontea dice em duas liabas do Pag- |2|, eaia civra 1 Gi|. 1 p 1 ,i.u U-
osarrol.meniosdosVigrios Ensaio 5 devia eu por Unto uo responder a nofinsaio ropographica porem, que raen
Ora esta ISoticia Topograpiuca aqui se m- cssa pergunta mas para que. quem uo tiver \ redegl, senao para dar a couheeer ao leilor a
primiuemiq e um grande numero de jas MemoriM couheca a urbauidwle do mui il-j.psicao das lugares o.n que os radas aceoute-
exemplares com o Kalendario desse anuo ,'lustrado Snr Curioso perguutador eu vou jeeram he que per accidens to.piei as lei-
sevendeu como me afirma o Sr. proprietario copiar essas duas linbas. une se leem em urna xaduras de prala refartudo e.u um, Bata
da oficina e nena um Curioso appareceu , nota da pagina 8 do Ensato e sirva isso de ; om laclo, em abono da existencia de
desliendo esse e'iro imperdoavel ; logo d'a-, resposta.' Eis a ola. - 1S-
qui liro eu urna de duas concluses ; ou que ,, As poutes sao todas de madeira a ex-
be exacto o calculo ou enlo que o Sr Cu-! cepeo da que une o liecife a S, Antonio ,
rioso so o achou exacto em quanlo foi ex- I que tem quatro arcos de pedra. ,,
___ I..... ....a ... miiT1.!?.,, ........... ., l,,ll..... ,1 ,, ,.,!..
Em quanto ao lugar para onde se passiram
as riquesas d'Oliuda queira o Sur. Curioso
ier oulr.i vez as Vlemorias c achara no Livra
rioso so o achou exacto em quamu mi c*- q.,c tciii quauu ai tos ue peuia. ,, r"-- ---------j .....,^-nrin
costo por outro ; masque, logo que eu me ^.n quanto a belleza da ponte, como isso l.*Cip.J. paguiMiO, e g UiOtes o^D.
serv delle, perdeu a sua exaciidao Com he de goslo pode um adiar lhe belleza e que levaram qua.i io las essas nqu^s pulo
eUeito be multa intolerancia Pois nem ao cutio nao. En acbo-a bella ; e para melhor das quaes cah.u eu poder da* ***
. _.______ ^_..... .t.......k. <> nuiitiix ......i.i.Mri i.idn mia.ii hp ilp iWnaiiihucn Ecia lamben o bnr Gunoso uo u,,vi.i i.
menos em urna cousa to estranba as opuiioes
J'olilicas que se ventilaram merece quarlel
o Redactor do Papuele do Norte ? He into -
' Icraucia de mais !
Eu calculei dez pessoas livres para cada fo-
______....... i .... 11
me explicar: lado quanto lie de Pernambuco
be bello a meus olhos, isto se ludo aqll
que o bomem honesto pode adiar bello.
4. Pergunta. Si eu supponho que foi
iqipio o acoda Assembla Legislativa quando
pn
cu cdicuiei uez pessoas imw p----------- "tf -.- ---------------0- -,
nSn por (".1" me utasse cegamente pela imandou tomar o Convento dos Congregados
Noticia que cito, e nena pela Corographia
j lirasilica ; mas sim poique desejando dar
] urna idea, a mais aproximada possivel da
i nossa populaco e quereudo guiar-nie pelo
1 numerados Eleilores dei-me ao Irabalho
i de examinar qual eia esa Uo lallada inexac-
de S. Eelippe Neri ?
5. Si jamis eu encontrei em parte algu-
na que Jcsu Chrislo Cuete da Keligiao ,
cbamasse impio o acto que duniuue as lar-
guezas de uaeia duza para com isso i azur o
bem de urna Cidade '
Leia lamben o Sur Curioso no Livro i
Cip. bpuginas |5 e verqae Oundi loi in-
cendiada e redunda a sums e assim sabe-
c para onde passarun as s.ias rijuezis.
10. Pergunta Se com eileilo supponho que
em l'ern.mbura seencontram quasi todo^ os
commodos que eaistem ua Euiopa sobre
ludo prazeres.
Resposta Eu nao dice que em Pernam-
buco seencontram quasi lodos os commodos
que exislem ni Europa ; eu dice sim a pagi-
na ta do Eos lia ropjgiaphicoos'uiate, qu
o.


ftlARlO E PERNAMBUCO
5
alfero muito do .|e o Snr. Curise quer en-
U j rj"a SUa PerS,,ot* Eu dice P>* lac-
lando da nossa Capital : Fabricas de Rap,
ct
fundicao de ferro grandes estabelecimen- .
^ ios de .Marcenen e outtos mu tos que se- Resposta. Em quanto a esta ultima per-
i"",*"? ^-i i J",rn 0,Jerecem aos'""i- gunta i5, parece-me que olla enrorra co-
ainda digo que para Pernambuco vierrm cri-
minosos, e prostitutas.
i5. Si he d'essas virtudes que proven
uossos descendentes ?
m
tantes da C.dade do Recife quasi todos os mo a |3, alguna descuberta, e pelo geita
commodos e prazeres que se encontrara t3" que o cazo leva jutgo que tambera be de
andes Cidades da | Physica. Ora as Virtudes sio entes nortes ,
sao
de carne e sso e por tanto palpaveis ; logo
aqu tenias descuberta e be le Physica ,
lojjo eu, que daSr-iencia nada entendo, nao
tenbo oulro remedio se na contestar a mnha
inopia. N> entendo Ilustrado Sur. Curio-
so & sua pergunta i5 p ir tanto perd w me
ficar sem resposta e con tanta mais raijo
peco perdo,quanla, poroue pergunte de boje
cm diante o Snr. Curioso o que perguntar ,
eu a nada Ihe responder! sem declarar o
seuiNome, que sem duvtda be de pessoa com
a quil eu nao corarei por entrar con ella era
lica : j< ve que lamben nSo responderoi si
apparecer algn testa de Ierro cono soe
chamar-se os que se aprezentara sobescre-
vendo actos que nio sao seus, ou que se co-
nbece nao poderem st*r.
Agora vou responder a Pergunta 14 vis-
to que eu na resposta d estas duas perguntas
mu.lei a lesta di columna permita que eu
me sirva d'esta plir/.o Militar*
So!;re a pergunta i j dira siguen que
nio ii/esse a ideia ventajosa que eu faco du
um gosto apurado goste da praa cono esta- Sur. Curioso, que n'ella se descobre una
va : si assiin be, que lite eide eu fazer ?
Si no pedestal que la se acha consiste a bel-
" en abundancia
Europa." Ora isto, nao ne dizer, que em ;e impalpaveis os nossos descendentes sf
i ernambuco se encontram quasi todos os com-
modos e prazeres que ha na Europa. Vem a
Europa s". compoem so de Cidades nem lu-
do quanto a Europa tem est as Cidades e
hem a Cidade do Recife he a Provincia de
Pernambuco e nem a P.ovincia he a Ci-
dade do Recife,
II. i erguida, Si eu fallo sinceramente
quando digo quoo passeio do caes he elegan-
te e si o he em que consiste si no pedes-
tal que l se acha ?
Resposta Mu sinceramente cliamei ele-
gante o caes ; e si en me recordasse quando
escrevi o Ensaio da inunda praia que antes
da edeficacaodo mesmo caes se ulfereci i vis-
ta de quem passava ; si eu me recoid.isse do
nauzianle cheiro que eulectava a ra do Col-
eu nao o chamara sonedle elegante,
ilissimo. Porem como nem to-
dos anl'olhamos os qbjeclos peto mesmo pria-
ma ealemdisso os gosto* sao relativos $ tal
vez que eu por que leudo mau goito goste
do caes como est e o Sur Curioso, por ler
legio ,
Ipzi ? Sin esti tuiubem a belleza do passei-i
n'esse pedestal, onde mau grado de cerlos in-
gratos se \ o iioine d'uquelle que tem emhe-
lecido sua P&trh que subte ludo tem neutra-
lismo ai paixoens que tem sido estranho a
partidos, e peante o qual o merec ment be
tudo e a intriga he nada. O nome d esse
Peruanbucano bonrado e tolerante que
salvii a Babia (jue livrou o Maranho de
ser presa de urna ord i du bandidos que tem
garantido a ps em Pernambuco, e ciijos ser -
vicos em suma i Hosleridade pe ten e avahar,
e i.o a pequininos e ingratos intrigantes ; o
nonie finalmente d'essa parte das aceitada uo-
meacoeus do tanto patritico e illustrado ,
quamo estigmatizado Gabinete de ijadeSe*
tembro.
li. Pergunta. Si posso provarque Mr. Boy-
er Ibsse Engenbeiro si o conheci em seu Pa-
iz natal ?
Resposta. Que .Mr. I'oyer he ercenheiro ,
nao me cuslar provar, Antes dfl vir para
Pernambuco reeollieu elle i Secretaria de
Estado dos Negocios de Marinhs quarldoera
Ministro o Ex tu. Snr. Torres, os i nulos que
ncontestavelnente pro vara m ser elle Enge-
nbeiro e en consequencia d'esses ttulos, e
lamben do desembarazo, eacert conque
falln sobie a Sciencia quando se Ihe olfere-
teram quesioens ; o Exn. Snr. Torres, cu-
jos ((inheiimenios e perspicacia h0 eutr.im
en. duvida o mandn pura Pernambuco a
fin de ser cmpregaclo no melboiamento do
porto. As plantas (|ue elie aqu trrou e que |
ainda existen j a Memoria que escreveu sobre
o ir.t'lhoiamento do DOSSO porto, bastante a-
bonam a sua babilidade,
J.*ii quanto .. eu conhecel-o em sen Paz
natal, no tendo eu nunca hido a Franca ,
est claro que la nao o podia conliecer ; mas
a qiii: Miilia eu ionliecel-o eu Franca cazo
l livesse ludo quando elle estudava ,' Wo
cobheco eu aqu tanta gente que estev*-. 5
anuos em Olmda e poso eu por ventura ,
poique OS vi entrar paia as Aulas saber s>
todos sahetu Diieilo ? vo cei lamente.
ij. Pergunta Si eu concedo itnbili-
dai
a i.l.i
obi
Res
duzu fie aquelle m^-m pivo que tio
ho&pitaleiramentea hosoAitra st v;i obri-
gado a traetal-a como nimi^a e a de.:la-
rar-lhe guerra. R com eCfeito nem um *o
escapara de ser devorad,, si a ebegaaa do
Cbristevom Jaque?, e a Forticis> e
Feitoria que estaheli'ra ni) Ihes serviste del
guarida: ainda assim mu ponaos polen n
ganhar este asilo porqua a imior parte foi
victimado sua m"sni imprulencit, oiliin-
do empiler do Li lix antropo ;ifo<.
Os Corsiriw Francezes, quo anlivim
ni Costa, e que tinbam sabido gmbir a
afeic.io dos Indi mas, aproveitaram -so des
ta9 circunstancias e, om o auxilio di-
quelles mesmos Indi >, que a pou/M tem.io
to benignamente baviam recebid-a o Por-
tuguezes, atacaran o estabelecimento da
Jaques, e aHoil apoieraran-se delle pri-
sin m 111> los que o defendin,
N'este estado esta va m os neg icios, .quan'd i
instruido El Ri I). Jjao.., .deque e ameno pai oCfereca proporcoens pira fun-
dir un Imperio, deliberou proval-o, e nel-
le propagar a fe Christan ; tifo cono at eo-
lio se tinha feito com a remessa de crimin -
sbs infames, a le nulheres depravadas;
mas sin isr de familiis Ilustres e abis-
pagos os premios siilnniet!nciiJi i.a
parta da 4- Loteru d i Hieatro das de lo-
ras da ni ui'i T i as 'luis di tarde no Consistori >
da Igrcji da Conceiclo dos \IiIitnr.M pel
rhezoureiro >s: Pires Per reir rontinuan-
do o dito pagamento regularmente nos das i.
e a do proxim ) Futuro mez e d'abi en dian-
te as quirtis e sabbados de todas as se nana.
O liillie es di i, a P.irte di f. " Lotera.
cujas rohs andin imperterivelmaole no dia 3
de Vovembro proxiin> TntoUro, ao:iio-sea
venda no Bairra dolle-ile; en as Lojes d
San. VietraCambista e \fanoel GmmiIv.;
di Silvi, e node Si-it Vntpnio, nisdjsSnrs.
Bastse Costa na Pfacinba do Livramento
e Mnnoel Vives Guerra ra J>fova.
rilEVTRO DEOLINDA.
Ultima Recita dia do ponto, 5.< fera
l. deOutubro, a lieneQcio Oerat d) Cvo-
pinliia de actores : Peen a lieroim de Pole-
lo--Parca O Par de Franca Entre-
ratos -- Sh In^lez, e Caxuxi! Os Cama-
rotes serS i repart los pelas principie! famili is
da Cidade.
de uez : ou ma te ou ignorancia ou levi-
andade. M l si o Sur. Curioso leu a m-
nha Obra, e aentendeu, e depois 1 be em-
presta o que ella nao conten ; ignorancia si
S Me. i leu, e a nao entendeu e leviandade
si lea superficialmente eapresentou-se ir-
reflectidamente fazendo perguntas sem cri-
terio, Vas julguem os outros o que nuize-
rem d'esta pergunta eu vou responder sem
attender para estes juizos
Sendo o objecto di Obra que publique! a
Historia de Pernambuco, necessarianente
devia eu remontar-me a origem io nosso Po-
dei pois no i, Cap. urna hr
SOCIEOAOE EfERPJW.
Hojeas 7 horas da norte, b sesslo da Cim-
misso Administradora. Os Snrs, taos pie
pretenderen cartoens de coavile p*ra a
Partida do dia lo de O at abro, queirlodiri-
gir as propostas de seus candilos.
talas COJOS cheles leudo servido O Estado
com distmcci, e honra receberiam en pre-
mio de seus servico; um certo nu nero de le-
goas ..
" Duarle Coelho Pereira, qus servir na
India .... leve a Capitana de Pernambu-
co etc. etc.
D'estepedaco poisque aqu copio, e do
mais que acabo de dizer se v que nem urna lem retratos i Faze,
cnntradicclo seencontra as Memorias, e'
Avsh lt
V -."! I
se mo
p r acabar r
e algu
it; ren I sra mus isto do iue por-se a
que pelo contrario eu n.no-. qua tenh alisar bancos pelas casas da ra i
extmguido-se aquella gente, que pnmeiro bcoda 'ole, e praca da indeoa
vei > a I em un buco
/untes ,
ia fi-
veioaiernanouco, comeeou a nossa popu- 111Mia os,u l(>, d| 110 ,,ot ;l (b
lacoemDuarteCoelbo, e na gente que o Snr. Brando as horas dacilna, suba:
aconpanhou. Lea o Sr. Curioso todo o Cap. de al impar os pratos? E visto a prudencia
7 quechegaatfolhas59,eentaonaopo- desteSnr., .,.13 natura, que coasente ass
deradeixardeconfessarquenao se encontra testemunha de vista no interior doseuesta-
a menor contrad.ccao, e que-refnndo euos beleciment be provavel que o Sur Retra-
s segundo as epochas, nSo poda deixar lista nao se retracte desta folia que Ihe ro-
era dizer qual he o clima de Pernambuco ferra/e, que emenda alguma couza ax
tivamente ao ihermomelro ? I ra daCadeiado Recife ). i,
4'
iJT" Quem precisar de un ami pin tol
servico de urna caza de pouea ii
noticia da Naco lortugue/a faco urna di- dcerii dizer
gresso e reliro a descuberta da America rea
porColombo, as Viagens de America Ves- ,- Sitambem nodeveria dizer que fa-
prno, adescuberta que fez Vlartim Beben Qilias de vegei.es produz Pernambuco ?
de Pernambuco mui.oan.es de Golombo, Resposta. Si eu escrevesse una Obra'ou de'homem solteiro
des-uber.aquas.^no.ada, de que os Heiio-!rom(,|cu desle genero, estou convencido que de aguas verdes casa
nadoies nao trataram ecuja noticia se de ve '
a urna Sociedade de Literatos Francezes, e
finalmente a historia da descuberta do Brasil
por Pedro Alves Cabra 1. leudo tractado de
todos tstes pontos em tres Captulos, no 5.
ainda continuo com a digresso e quando
trato das pri nenas investigaces (jue por
ordem de El Re L). .Manoel se fizaram no Bra-
11 niln
dirj i-sea
ova de du
is
rus
por-<
de vera observar o tbermonetro, e dar urna tas, defro. nte djoita"o da I "re i a d S
idea di temperatura atmospherica do Paii Pedro. u '
uuedescrevesse; mas escrevendo eu um En- 12- O Snr. Adiade Oliveira ds Carvalho
queira ter a bondade de decidir serio usn.-i '
ve
saio bendescupavel hee^ti o:nii>;Io as-
sim como a da noticia detodos os vegetaes,visto antes de etfectuar a su 1 retira Ji "quj'ul
ij' apenas refer algtins que o Serto produz. O lbe sirva de crdito para o luturo.
Si- Curioso porem d-ne licoes, apresen- i&" Preciza-se alu'ir um molpiu Aa ..
ordem de f.ue, u. ,ianoe. se u.e.am no lira- lecorj, melhor doqUfl 0inea pobrssimo En- a ,5 anuos de id ule ," par, cono ,, r*u "
sil, digo que .pesar do Coverno Portu- M0 Topograpbico, que me dar muito gos- c que seja fiel, na ra das Flores cal. Da*
guez naodarentao importancia a descuberta l0 e a^PirnlimbUca fsr uotavel servico. se dir quem precisa, f1""* caza . d,
de Cabral porque toda h sua atteucao eslava l ,a. pt.-gouta. Si fallando d Serlo ,
empregada nos negocios da India, com nido e Sll,s moilunhas n> deveria eu dizer
8^ Arrenda-se u na caza para se pissar
) a fesla com qualro qu.irlos, duis sallas, co-
alguus aventrenos v.e.a.n voluntariamente menos OS nones das principies ? I zinba lora, estribar.'p.ra um cavallo ai
squibsbitar, e o mesmo Gororno de tempes RMpo9ta. Quera Oor. Curioso por oc- tal, cacimba, ortalioe e con algn E
em lempos pa.a ca mandou algunas mulbe- -^^ $ e ver a paginas 5; do Eosaio os no- de flores nacanpna da caw Forte Z
res mco.ng.veis, e eg reguos. Mas no- mes das Sertas prHicpaeS isto be da Ou- preco de 80,000 mil rs. e perto do binh.
te-se que en, loda esta d.gressao eu anda nao s Caxorros Jacaread. etc. etc. quem a pretender diriia-se a ra de S flil
entro na Historia do uosso Povo vou pe-i Tenho respondido s mui urbanas pergun- ta noa D, 18.
as relerindo os tsetos aateriores o comeco ]laa do Ilustrado Sr. Curioso; e espero que ^- Aluga-se un sobrado de dois and tres
da popuiaeao de Pernambuco. Estas mu- 0 n...ieitavel Publico attentando para a
Iheres edegredados poilando-se nal com
-----,,_-------. -" uc ujis na jares,
ni ra do Coxo da Cidade de Olnda com
(jiies ; numero este que logo loi pre-ioneiro
dos Franceses, i/epois d'esia digressao na
qual inclu a noticia dosCOStUttv* e carc-
ter dos ludiginas de Pernaniouco digresso
que
em Silencias exactas e em tudo leconl.eco
que mu menis do que urna lorunga a lista
do Sor. Lu loso lesj.oneiia a a. m. 1 que
lina cuiluar o caes, tanto preiizava Mr.
boy
Ca
u> Sur. Curioso, e por lauto a publica-:o cano da maneira seguinte.
Os degredados e as mulheres de quem
Portugal navia descarlado-se, por mu pou-
LOTEhTA SEVIRVARK).
O Reitor do Seminario de Oiinda convida
os amantes de Loteras a compraren os bi-
Qjer kr algn d cuses tratados, como o mui necessana para se poder melhor enlen-; |hetes*da primeira parle da 17." Lotera do
ai los Maguo ou a vida da i'inceza Man- der as Memorias comeco enlo no Capitulo mesmo Seminario, (cujas rodas andaimprete-
loua j ruashoje que, giacas s pergui.tas 7. a pagina 00 a Historia do povo Pernaubu- rivelmenle no da ri de Outubrojque se acbao
djf {tlemoi is Histricas estou escapo d'este
erro respondo que nao leudo tido relafdes
liequeules tooi Mr. littjer nao sel
leu ou nao aleun d'esses Tratados.
j
\h. Pergunta Cono combino dizer na .
pagina, 6 que os Poituguezes filustres que^
te tinh-ru assignalado peio exeicicio de gran- j
des firllldei Hivicas, 6 Religiosas loiam os,
que pOVQtfam Pcrnambuio quando na pa- ;
giua o ui0o que especuladores aventrenos j
>ieram povoar Pernambuco, e mais aaixo.
co le-Uipo cunservaram para com os Indios
que tao hem os reicberam a prudencia que
tanto Ibes conviuba guardar. Aquella
gi nte tao longe de sua i'aliia coiidumua-
nada a vivercotie um Povo brbaro que
pur lelicidade alaveliuentc a acolnea em
vez de portar-se com este povo (le u.ua ma-
neira que nao o desgosusse pele contrario
tao ailiva su mosiruu e de tai torta s* voa-
a venda no Hairro do Recife, ra da Cadeia, ni
loja de cambio do Sr. Vieira } em S. Antonio
na ra do Cabug, loja do&V. Bandeira ; na
Boa-V isla delronte da Matriz botica do Sr.
Joaquina Jos Uoreira em Uliuda venia de
Jzoe Manoel dos Santos nos qualro cantos.
jNos mesmos lugares, trocao-se bilbeles da
Lotera do i'lieairo, o de OUtras qtte, saliido
leuha premiados,
LOTERA UO TtlEATBO.
11 'je o lo san unta nsz principias a ter
tar, Aluga-se um sotacon bastantes con-
modos p ira pouea familia na ru 1 do Jar-
dim U. 11 ; quem o pretender, diria-saa
mesma caza.
i> Jos Forjas de Lacerda subdito Brazi-^
leiro relra-se pira os portas d'Africa,
X3T Hoje do do crrenle continuo os Sfi-
sOes ordinarias di Cmara Miiaicipil desea
Cidade.
Kf- Quem precizar de urna parda mossa .
de ptima conduela para .ma de caza, su;e-
lanJj-se nicamente ao servico do portas a-
dentro ; dirija sea ra fia Mnzaila nova, no
sobradd de dois audires D. -aJ que achara
com quenj tratar.
tsr Aluga-se um casa terrea quj sen pre-
co mensal nao exceda de oito mil res no
bairrodeS. Antonio, da-sa ^ador: gi,
roa nava renda O. Jo.


DIARIO DB PER NA M BUCO
tar Na ra do Arooiim no Recife defron-
te do nincho de N. S. da Piedade onde tem
na loja tenda de pulieiro engomma-se com
perfeicao e cose-se todas as qualidades de
costuras por muito menos precos de que em
outra qualquer parte ; assim eomn aluga-se
uma escrata pagando-se 3ao para vender na
fu*.
tsr Manoelde Soma GuimarSes avisa a
todosas pessoas que tem pinhores de ouro os
tIo tirar no praso de oito dias contados da
data deste do contrario se venderlo.
^ Quem precisar de um offieial de pe-
drero dirija-sea ruada cadeia do Recife
loja de Joaquim los da Silva BairSo.
W Precisa-se de um homem de idade
madura que lenha pralica de venda, e dando
fiador a sua conducta entrando com algum
dinheiro para ter sociedad* na tnesma venda,
quem esliver nestas circunstancias dirija-se
ao atterro da Roa vista D. 54;
3>0 Sr. Justino Gomes Vilar, queira an-
nunciar a sua morada para se tratar negocio
deseu inteiesse.
tsr Jos* Rrando da Rocha ropja a quem
por engao tirasse uma earta vinda dos Portos
do norle na ultima barca de vapor queira
entregar na ra do Cabug loja defronte da
Matrii.
Da-se 100,000 a juros de s por eento
grande, e com a casa ratificada de novo ;
a tratar na ra do Vgario n. 7.
tsr A parda que se oflerece para ser ama
de uma casa dirija-se a ra da cadeia velha
n. 6t.
tsr Precisa-se de uma ama de leite, na ra
das Cruzes no segundo andar do sobrado D-
cima 7.
Avisos Martimos.
PARA LOAND.l o Brigue Portuguez O-
lveira at 5 de Outubro p-oximo por ter
a maior parte de sua carga prompta 5 quem
quiser carregar nu ir de passagem, para o que
tem bons commodos dirija-so a Mendes & O-
liveira na ra rio Vigario - i5.
PARA O ARACATY com brevidade a
Sumaca Conceico Flor do Mar ; quem qui-
ser carregar a frete commodo ou ir de pas-
sagem dirija-sea Antonio Rodrigues Li-
ma na prac< do Corpo Santo ou ao Mes-
tre Antonio Jos Vianna a bordo da mesma
Sumaca fundiada defronte do trapiche novo.
C o 111 p r a s
XST Um braco grande de batanea e que
seja muito xato quem o tiver ; dirija-se a
ra da Aurora a falar com Joo Francisco
ao mei sobre pinhores de ou'o ; em fora de Sa,,los de Siqueira de machia at as 8 ho-
por!as defronte do beco largo n. *, 1 ras e alar(,e ddS 3 uoras em diante.
C?" Joo Barbosa dos Santos mora na ra
da cadeia do Recife D, 4?.
tsr Arrendo-se os terrenos dos engenhos
Regalado e Pitanga que a mullos annos se
Vendas
tsr CAUTELLAS da Sociedade Fortuna
J---------------------------- ..-fi".... ||l| Cl|f. I|ll> UD J I U 1
goa de Ararpe ao Tenente Coronel Henri- da Independencia n. ao na ra larga do
que Pope Giro e nesta Cidade a Joo Xa- Rozario loja de miudezas 1). 7 na ra do
Tier Carneiro de Cunha na ra da praia.
A abaixo asslgnada testamenteira de
>eu finado marido Pedio Mannel DuatteGon-
dim tendo assrntado de brevemente inven-
tariar os bens deixados pelo mesmo, por isso
adverte as pessoas que se julgarem credores a
Collegio loja de relojoero, na ra eslreita do
Rozario loja de trastes . 3a.
Umcavalio com bons andares; na ra na de S Anua, oraeo de N. S do' monte
Serrate cartas de Echo a Narciso novo
SST Uma escrava boa lavadeira e moca ;
na ra do Fagundes em casa de Antonio Jo-
s de Figueiredo a fallar com Jos Luiz de
Mello Barreto.
tsr Urna cabra moca com bonita figuia ,
cose engomma coznha o diario de uma
casa faz todas as qualidades de doces, e lava
desabo, e he recolhida por preciso ; na
ra direita D. 17 loja de couros.
tsr f'anno de linho muito superior a 600 a
vara lencos de seda preto e de cores a aooo,
massos de meias de linho a 45oo canarios de
Imperio a 1000 ; na ra do Fagundes D. 5.
SST Uma escrava sem achaques coz-
nha o lava de sabo ; na ra de agoa ver-
des O 19.
13T Terrenos com arvores de fructo e
perto do embarque na cambo 1 da pontesinha
da passagem da Magdalena tambem se afo-
ra perpetuamente ; a fallar com o seu pro-
pietario Jos Joaquim Bezerra Cavalcante.
^tsr Na loja de livros n. 7 na travessa do
Rozario as seguintes obras; Constituico do
Imperio, colleco de leis provinciaes di-
versos regulamentos e nstruccoes sobre as
mesmas, regimiento da justica cdigo cri-
minal e do processo curiua por M. d Estael,
glosario por Fr. Luiz elementos de moral ,
enlremezde Manoel Mendes, do escanarello
e do duuior suvina ollecio de leis decre-
tos e resoluvjes sobre a guarda nacional, ho-
ras Mariana thesouro de meninos primei-
ros conhecimentos para nzodas escollas ex-
posico da lei natural ou cathecismo do cida-
do colleco dos melhores escriptos de Ben
jamin Franklin fon te da verdade adver-
tencia ao chrstao cathecismo de doutrina
christ resumo das noces preliminares de
arithmelica por Cardim para 11/0 das escollas,
o boa homem uicardo resumo de mylholo-
gia, cartas de silabas, diversas taboadas
unidades e algaris nos oraces ulilissimas
dignas de um verdadeiro christo, officio e
novena de N. S. do Monte do Carmo nove-
nova D 10
tsr ptima sement de coentro da toceira compadre Matizas novo livro de sort, jo-
a 1000 a garrafa ; no pateo do Carmo Ten- I go de voltarele testamento de Manoel Braz ,
casa [ posto que nao os baja], que compa- da D. 3. ^ pnesias ternas e amorosas oll'erecidas as ga-
pare^fo pentro de 5 dias era cesa de residen- tsf" ^al do Assu a bordo do Patacho 4 de menbas de bom gosto o herosmo das senho-
cia da inventariante com sens documentos Mao fuudiado defronte do trapiche novo ; a ras, Claudiua novella saboyarda Leocadia
legalisados para serem attendidos sol pena de llar a Iwrdu do mesmo com u Capito. ou a innocente victima do crime Celestina
perderem o que legalmenle exigirem.-D. t9~ Urna preta creoula de idade de 2o an- novella hespanhola Isaura ou o premio do
Mara Joaquina de Miranda Henrique. nos cozinha refina assucar faz dores, amor e da virtude ledro novella a Ierra .
tsr Ahtgj-separa pissar a festa ou an- engomina, e cose ; na ra estrella do Roza- Carlota ou imantes esposos o amor ofend-
nualmente uma casa terrea com solio, bons rio nja de allaiate do e vingado, Janny Lilleou os amantes des-
con modos para grande familia quintal mu- ssr" ^uas molatas mocas com boas habe- gracados Laureniooua forca de uma pai-
rado, cacimba quarlo para eicravos dentro l'dades uma dellas he perita costuieira xo o eegano fatal Zaira ou um caio ex-
do mesmo quintal, estrbaiia para um ou a eugommadeira e tem 2 filho3 nolalnhos de traordinaro Selico novela africana, Wer
cavailos banbo no rio capibaribe junio a dade e a a anuos eum preto para o servi- ner ou as consequencias de uma conducta
ponte grande na passagem da Magdalena; a vo de campo; na ra de agoas verdes casa desregrada gnlatea novella pastoril Cami-
tialarcomo seu proprietaiio Jo^ Joaquim terrea . 37 T ^ n0vella ameiicana, o casamento por
Bezerra Cavalcante no mesmo lugar. T'^" ^ l,r'rre'ro e egundo tomo do rama- vingama a forca da amisade diccionario
tsr O abaixoassignado avisa pelo presen- '',ele eo 5. do recreo jornal das familias portuguei fr
teannuncioaos moradoiesda propriedadede- Vonj algum uzo ; na ra 00 Crespo loja De- Constancio,
nominada curral de S Miguel freguesia de cima ,2- merio, Tele:
francez e francez portuguez por
, Grammatica frauceza por Ho-
...maco em francez, diccionario por-
l|0juca, termo do Cabo, que venho ou S33r Panno de algodo da trra em por- tuguez porttil por I dnseca novo melliodo
iiil por 10
ica I-tina ,
inandem pagar os foros de seus sitios onde mo- ?ro a a/l rs. a vara ; na ra do (ueimado de grammatica latina compendio de figuras
rao no prasode 4 dias, visto ja se achar fin- 'ja L). a nt quina do beco do peixe frito latinas e das principaes regras da sintaxe na-
do d<-sde o dia 4 do rorrele, alias os far ^ 1, e na ru lo Crespo U 12. tural moral universal pulo aro de Hol-
pagar judicialmente. Jos Mara di Vascon- ^^ Um pequeo sitio plantado no lug.r bac apudaclas, cartas de enterro, procu- nuVnos"*-
etilos Pereira. do caldereiro com boa casa de sobra.lo nova, racoens bastantes bilhetes para vinho s lico- andel
tST Arrenda-ae para pasear 0 festa uma Mlnbaria para i cavailos casa para pretos res llieatro e kc. papel pintado lacre
excettente casa defronte de S. Jos do man- boa carimba com agoa de beber tanque para papel para desenho e cieo, peanas lapis,
guinho com duas salas, dous copiae, 4 banlio ; a tratar no mesi,o por isso que se papel de msica dito de holanda e meia di'
quarlcs grandes couxeia para canintio, co- nao pode contratar negocio algum sem pri- la, e ptimos melhodos de violoencadern-i-
Itoha estribara para mais de 6 cavailos meiramente ver-se os objecto*. dos.
cacimba com boa agoa e porlo de ferro na S" Lima casa terrea com chaos propros CT Rap de Lisboa ltimamente chegado.
(rente; a lallar com Mariana Theresa de Je- com portas com vidrassas, corredor ao lado, em libras meias ditas e as oilavas a jo e
sus Siqueira, no mesmo lugar. e muilo iresca iridoda trempe para o mon- 4o rs. ditosda outras qualidades, e muito
tvr A q-iem Ihe faltar uma canoa propria- dejo lado F.squerdo U. 6 ; na ra nova loja
mente de entulho ; annuncie. de louca fina li a8,
ts#- Precisa-se de urna ama para o serv- tsy Lm preto ladino sem vicio a vita do
co.e umacesa de pequea familia : no at comprador se dir o motivo, na ra do Pa-
teno des allo;aiios lado direito n. 8. dre Floriano sobrado da quina do beco das
tar A luga se uma morada de casa terrea Ca vainas.
sitLada na ra da S Cruz da Boa vista, a S3S" A posse de um terreno na ordem ter-
qul p:eiisa de algunscoucertos: quem a qui- ce,rd do Carao com do palmos de frente e
ser alugar obrigando-se a fazel-os dirija-se 20 de fundo com a frente para o nascente 5
a tratar na pra.a da boa vista venda da
a esta i yoograa que se dii.
tsr A prssoa que no dia ao do eorrenle
ocliou na ladeira da >\ iserirordia em Olinda ,
um embrulbo lacrado sendo quena entre-
gar mesmo estando aberto pois o dito em-
brulhoi seive ao seu dono dirija-se ao
Seminario cubculo n 10, ou em casa do
Sr. Teen te Jos Pedro da Silva ra do
Bom SuresiO para quem diriia-se dito em-
brulbo.
tar Piecisi-sede uma de leite forra ou
captiva mas que tenha bom leite ; no prin-
cipio do atterro da Boa vista na loja de fa-
zendas do Sila ou no forte do m .tos no se-
gundo andar por cima da loja de lauueiro de
ftiunoei t.iieves
Iv Aluga-se um sitio na soledade, n-
eo palacio do Bispo a i'ombal muito
quina
do boto do Veras n. 44.
tar Urn rooleque creoulo de idade de
lo annos com principio de sapateiro ; na
passagem da Magdalena antes de chegar a
ponte sobrado de um andar.
~i Urou canoa bruta de amarelo vinhal-
co com 44 palmos muito sa e ptima pa-
ra abrir ; na ra da Florentina sobrado novo
ao p da ruar.
"^ Camisas de meia muito boa proprias
para escravas e por preco muito commodo ;
na ma do Crespo I) 8
"^tsr Bnm de Hamburgo ; emeasa de Her-
mano Mehileus ra da Cruz L>. 2j.
S*r lm uicto iniiiul.eiio de governo de
bonita figura de idade de 4 aunog ; na ra
da noceda 1>, 141^
bom sortimento de filas de garca e a seii-
nada e cartas francezas e porluguezas finas ;
na ra do Cabug loja do Bandeia.
ur Um moleqge de idade de -22 annos,
creoulo; na pracada Boa vista vendada qui-
na do beco do Veras.
SST Pesos de duas arrobas at 10 com
balanca ; na ra da Cruz n. 7.
tT Uma escrava creoula de idade de
16 anuos de bonita figura cozinha o dia-
110 de uma casa ; .no pateo do Carmo venda
ssr Uma psrelho de cavailos mellado age-
mado arregacados caudas e cimas brancas,
propros para carros na ruado Cabug loja
delronte da Matriz.
isr Um negro moco, canoeiro ; na praca
da Boa vista sodrado junto ao do Sr. Gusmo.
tsr Um relo-,io de patente, de repitico ,
e sabonele de prata |ior barato preco ; na
rttt do (ueimado loja U. 1 J.
V12T ixa ra nova loja O. 6 de Jos Tava-
vares da Gama ricas flores de veludo e de
panno para cliapeo e cabeca chapeos de seda
c de paitiiuoa para senhora ditos pretos da
ultima moda para homem ditos de palhi-
dedos e de cores agoa de colonia 'de su-
perior qualidade em frascos grandes sapa-
tos de lustro, setim duraque, e marroquirn
para senhora borzeguins de. duraque de
listras de cores com as ponas de lustro imi-
tando a seda para senhora ditos de marro-
Iuim preto e cores ditos de duraque para
homem calcados de Lisboa de duraque
para senhora e meninas ditos francezes ,
de marroquirn para meninos e meninas bo-
tins e meios ditos de bezerro sapatos de di-
to e de lustro bandejas finas de lindos pa-
droes suspensorios de superior qualidade ,
ditos mais ordinarios fitas de setim lavrado
e de seda de todas as larguras, bicos e ren-
das de linho largas e estreno* frocos de to-
das as cores para enfeites de vestidos, fil l-
zo e lavrado de linho fitas de veludo estrel-
las para tes:a marroquins de todas as cores
sapatos de setim a ioo de duraque a 960 ,
de marroquirn a 5o e 800 ditos para me-
ninos a 5to.
S39" Queijos londrinos frescaes, presun-
tos inglezes carne salgada de fumeiro latas
com salmo ceibas com dito latas com di-
versas carnes de conserva azeile doce de flj-
renca frascos com conservas ditos com
mostarda barrs com lingoas salgadas ditos
de vinagre caixas com charutos 0io de
linhaca em botijas resmas deJpapel pardo,
camisas de biela e riscado cha imperial, ti-
jolos de limpar facas ajoi ardente de fran-
sa dotes em garrafas philtradores para
agoa latas com tinta verde e branca lou-
cinho fumo americano cdxas de Sellitz
bones para raarujo sil refinado chapej de
palha tudo por preco esm-nodo ; na ruad*
Alfandega velha arma/.e.u n 7.
tsr i resunlos inglezes queijos lodnnos,
gigos com batatas conservas de todas as qua-
lidades latas com sardinha salrnao em la-
tas vnho engarrafado de todas as qualida-
des genebra agoa ardente de franca, tin-
ta de todas as cores, olio de liuhaca', cha
vellas desper.nacete e de sebo, lona, carne
de vacca e poico salgada escovas para sa-
patos vassouras de cabello para varrer salas;
na ra da alfandega velha n. i.
___Escravos Fgidos
tsr Fugio no dia \ 011 4 do correte uma
escrava de norne Mara da naco cabinda ,
levou vestido de chita preta desdentada ,
velha cem os dedos dos ps junto aos mni-
mos mais curtos que o natural e cavalgados
sobro estes; quem a pegar leve a ra do Kan-
gel a entregar ao c'apitio Anacleto Lopes de
S. Anna.
tsr No dia 10 do correte fugio um es-
cravo de nome Joo creoulo grosso do
corpo, falto de denles na frente, ps apa-
llietados bem fallante este preto desapa-
receo Viudo de Ti.ipi para esta praca jui -
ga-se que o dito preto como tem connecimenlo
no bairrodo Recife, supe-se que alii esteja
occullo ; quem o pegar leve a ra do Bangel
U. i* que ser bem recompensado
tsy No dia 19 do correle fugio uma es-
crava de nome Rita baixa cheia do corpo ,
cor fulla zarolha do olno direito ps pe-
; levou vestido branco com palmas
grandes rouxas, panno da costa novo e urna
saia de meiim vellia tem por coslume quan-
do foge ir tender agoa pelas 5 ponas, e o
lugar de a encontrar he alraz dos Martirios ;
quem a pegar leve a ra do Queimado L). 5 ,
que ser recompensado.
tsr Pelas 7 horas da noile desapareceo um
preto bucal alio seco hombros levanta-
dos pouco barba levou vestido camisa de
algodosinho nova e calcas pardas; quemo
pegar leve a serrara de Joao Antonio liaplista
Munu junio a ribeira que ser recompen-
sado.
tfoviiiieuto do aborto
l oha para memioi, lUvas curias pretal itrq i CIFifiNA iP,c; M. V. UK P.- ^-
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 27.
LIVERPOOL; Jodias Brigue Inglez Ma-
rijuinede -j4 tonel., Capilj Kilbiy ,
e-juip. i3 carga diversos gneros ; a Cra-
blreei C.
ANGOLA ; f\i dias Barca Nac, Andorinha
de j5i tonel. Cap. Joo Dias Cardoso,
equip. 19 carga lastro ; a Angelo Fran-
cisco Carneiro.
ARACATY} 9 dias, Patacho Nac. 4 de
Maio de i5 tonel. Capito Jos Ignacio
Pimenta cquip. 10 carga sal, passagei"
ros3.
SAHIDO NO MESMO DIA
LIVERPOOL; Barca Ingleza Izabella, Cap.
Thomaz Roymer carga assucar.
GENOVA} Lugre sardo Proteo, CapitaS
Nicolao Raggio carga assucar.