Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04114


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Full Text
i
NNODK 1840. OINT FkIRA
^ ludo agora depende de nos roesmos ; da nossa prudencia, modera-
cao c energa : continnrm-s como principiamoi, e seremos apontados
cota admiraco entre as Aseos mais cultas.
rrcclamaco da Assemblea Geral do Brasil.

PARTIDAS DOS COMIEIOS TERRESTRES;
[Seg. escitas fe.'tas.
Cidadeda Parahiba e\illas desua pretenco
Dita do !">io Grande do Norte", e ,
Dita da Fortaleza e Villas dem.......
Cid.ide de Goiarma.....................J .
Cii.-.de de Olinda..................., Todos os dias;
Villa dcS. Anto......................Qj
Dita de Garanbuna e PovoacSo do 15011119.........lo, e -4 .o ida mei
Ditas do Cabo, Serinhaem, Kio Formozo, e Porto Calvo. 1, u, e -n dito d.to
das Alagoas, c du Haceid............dem .'
Cidade
Villa de Paia de Flores. .
* Tdflas os Corrcioi partera aomeio dia.
dem 13, dito dito
ES DA I
Qnart. creso, a 3 ai 5 h. c 17 m da tard.
Loa ; da tard.
Quart.n
iva ...... h, e 6m. d 1
Man th atu 'etembro.
As 10 horas e
As 10 1 1 5o
I TdeSetem n iio. N^f. 20:5,
CAMBIOS. Setemboi6,
Londres......29 in d. por ifooo ced.
Lisboa ......8* a I 5 p ir o|o premio por metal ofTereeido/
1' ranea ....
Comp. Vendas
OUUO-
Di ij de I ooo ejfoM
' i'.V Pataci iros 1 11 ,1
os Columnarios------------ ,;.;,, .Jo
,l Uiti Me ....... ,mio ,
Miuda. -----------..... iff*4o 1J460
Descont d I 1 |
Ideindeleti 11 n a 1 \\i por boasGrnu ,io.
Itoeda de cobre 3 a apor roo el 1 di .
DAS DA semana. .
4 Segunda Exal! 1980 vara
i5 Terca S. Domingos em Soriano. -- Ri l.o'o r aud. do J. .le I), da 1. r.
tfi Qu 1 S. 1 1 rio lili* de Dircito da 3. vara.
:- Quii ... Pedro de Arbues M. Audiencia do Juis de Dircito da
iS Se deCupertino F. -- A idiencja 1. vara.
'anuario B. M.-- Relaco e \ idiencia do Juiz de Direito da
. .
20 D01 ngu Festa das Doras de N.

RIGD'HJANEI
*
Cmaras DOS srS. SANADORES.
Sesso de 8 de agosto do 1840.
Presidencia do Sur. marquez de Paranagu
Approvada a arta, elido o expediente en-
tra-se na ordem do da,
lie approvada em lercera discussao a lei
da Rxacfio das fon aa de Ierra
Entra em discussao a resoluco declarando
da de gala nacional 0 dia i$ de ttlho.
O Snr. Vasconcellos. manda a ase-
gunde emenda em vez das patavras foi
clamarlo, diga-se principiou a exercer a
sua autoridade.
He apoiada.
O Sur Alencar entend que aacclaroa
ljeoacto peloqual 1 rador principia a
exercer as funeioes de imperador, e que
do assim volar para que se conserv a re-
dactan do projecto por ser mais conforme
constituidlo.
O Snr. Alves Branco concorda rom a rodic-
cao da emenda por quanto' entende que a
palavra acclaiacao vai introducir em o nosso
direito pul lico hum principio que pod
prejudicial. O nobre orador nota que lie
hum lilao em poltica morreo o re, vi-
va orei e que nssim se fez em 7 de abril,
o imperador al icou viva o imperador (a-
poiados). Sendo assim nao liavia necessi
dadede huma nova acclamacao para a maio-
lidade. Mo hedaquelles que pensSo qu
deveelogiar anbclo quetriumpha: elle
as detesta por qe.e lie amigo da liberdade
O Snr Alencar r..o pensa assim ; julga
que be digno de elogio a revolucSo qu de-
tlarou o Brasil independente, e a que I
garito a3 de Jull.o, que ser hum dia degl 1-
ria para o Brasil, Entende que ni pode
duvidar de que no dia adjulho oi o Sr.
I). Pedro acclamadomaior, e por iasoacha
que esse facto deve ser coi na le-
gislaco. 3Nao s;ibc qne a lo Snr. D.
l'edro II, seja to horrorosa, to revolm
naiia que nao mereja ser consignada na le-
gislaco.
O Snr. Alves Branro :-Era regra geral
o imperador he-acclamado e presta ojura-
mento us mos do presidente do sen
masque no cato espeti.l, para nao haverin-
terrupeo na pessoa do imperador S M.
ioi acclamado em 7 de abril e nSo l
tou juramento porque nao pedia fozel-O.
Dir tamLem que nunca seentendeu em
politica que o que approva i,urna consecuen-
cia, deva approvar os in< ios l.lle orador re-
cebe a consecuencia com toda a sua intel-
ligencia nao pudendo nunca coucordar em
que o meio de que se lancou mo fosse hom.
Apesar de enunciar huma proposieio ge-
ral que detesta as icvoluits nao se tegue
que nao se conoimc a coosequencia de huma
dellas e nao approve, por eseraplo, a que
produzio a independencia do paiz,
Reconhece o laclo da revolueSo de a3 de
julho toda a naco o aceita porque S
JM. sempretinha de reinar sobre ella, mas
nunca poder approvur a maneia porque se
consigui este tacto.
tica adiada a discussao por se adiar na ca-
sa o Snr. ministro da justica.
S. Ex, he reebido com as formalidades do
regiment.
t.ontinua a discussio adiada do projeclo -
O artigo 15,;
O Sur. Vasconcellos nota que a
funda- v em que o imperador n 3 > 1 fide
dir a qnalquer Qagello que afflija qual
parledo imperio ficaudo inhibido |
de soccorrer a seus su I
sar a emenda, n lera pro s-
sidades das |.i is, c 10 aconl
.,.!) h..';v a de se ere ir bu
tica em 1
i. nJar pela 1
nobre
lance mo que preces dirija ao co, para
rjui o nobre minisli 1 cmara de S M. d stta opini
sas reformas que 1 iam -i leisde; e, e
que acbao coma;'. 1 pjr jurad
Posto muito r> leile
.' '
nao Ibedar- seu voto, ; tem ne-
nhuma confianza em o nobre ministro como
bomem poltico. F. nem \)cv tsso far opposi -
r.To ecintosa comoodeclarou o nobre sena-
dor pelo Maranhao 5 nao tem feito discu
de nove hoc lam pouco esparvjaJo o
tempq do senado cora a narracSo dos r
dos de D. Camarilha e suas secundaras.
Nao far opposi ao ao 11% tro por
ser ministro, se bem que declare que por tal
1 nao quisera o poder. eos o li
Observa que nao he v)-.n palavras -
1 ei io los are ii. ndados que i g
na naces mas co
dos.
O nol >r tra-
ma da ;i
cerca da legi 1 do
I presentar huma regra de hermenuti
por todos. Nenhuma explica
.1 phrase simplificaco na fiscalisa So
que nao sabe o <:' ia
disse o mii i rio quer a co >p
i 1 das cmaras <: ao me m 1 ti.. 1 .
",!' rasil rne ni 1
1 no paii ; he 1
1 1
(uc o no do ira rio nu-
tra espiril ismo tal, que ul -
Pau'i 1 lie ludo, o II1 orad ir a-
' I 1 estas ideas muil 1 <- prciudi-
paiz.
n e que a iso amni lia .
:, tns-
1 de h-.ni J
i,
1 das atribu 5es do > > > m 1
idqr enten le que o gabinete qu r fl
roex rricio das atiribuicea do monareba
prel di quer
dar os a sua 1 la, cons-
to) directorio, a outinuaco das
n ; 1.
1 nos icios do iverno hu n que se
ja legal : quurendo perpetuar-se no poder,
fez d nlrario a constituigao i'.
tranha muitn que os ministros nao t"1
empregos queservio; mas seo ministerio
, he p rque nao tinhSo a
,-.,,:. 10 e observa une esse
, 1 de s T iuvo 'i lo pelo n >Vt
lando leu rasao p ir pie 'o nittio
o command int sup ri ir da guarda na donal
i Pouso .:
1 que nunri cesurou as carairas
tes de provin ;. ts se nlo depois de te-
.. ; 1 1 des asura. Esta
a id i lo de q 1 o p id tnl 1 i im 1 l > para
ira de Vlinas Geraes ha dedesempe-
erno, e mo)trar-se ao pac
, o (11 civilisacio di pro-
vi.,.:i 1, Na 1 enl udende | 11 o protest > fri-
to pelo noLire senador esteja n a estillos parla-
menta
Quunloa nomeaco de camarista acha que
;i quest 1 > deve ser muito considerada, pois hi
leis posteriores a respeito ; q' na lei da regen-
cia de 1 \ de Junho ilo S1 ,determinava-se q' a
regencia nao podesse conceder tits. edestme-
., na lei de tutela, que o tutor possa no-
mear creados 4a casa ira periil. Destas duasi
id '
s i^-o se o gab
tue transaeco i. limo de
.
Quanto o .arrio dei
pila existe he hum servico 1 .,.,-
quanto nao 1 ha re I
t. iui : 1.
.
, qo entende porquanto
i e que se hu gabin e fallou
1 mtia ogen :. tea, dous o elogiaro.
nobre senador nao entende que onde ha
'maioria e minora vencidos e venced
ex3l Je, hu ttade nica, hum
por todos, e todo; por hura.
Se fizesse opposico co o a que fez ao-.
ministros '.i regenera notara na proclama-
roaosi. do llio Grande a palavra
imperador do Brazil notaria a a
forca he a rainha do universo nobre o-
raquese os ministros das re
i,.r.s palavras dir-se-ia
'querio a soberana do ccete Parece que
a providencia auxiliava os esforcos das re-
eencias, -por que no meio de todos os e
ws com que lutaro soube austaolar a inlfs-
(jridadedo imperio.
Em sua opinio, era a? de julho nao hou-
kc vencidos nem vencedores, por que ti
quenao governo mooarcliii > 1 cumpre que
;os ministros bao qut-iro para ;i gloria
' lius nao cabe.
i Enteode quea paUvra o
patricioue huma ano 1 contra
[ nobre ministro da ju,sttea, hum al^rsoe (ler-
nas pens, ''i 111
do a expresa m int qu os mi -
I fslado passo reieber O'itroi s tbsi-
ministro e consell i 1 de es- |
Foi 1 1 hura co nm
or.--.
O Snr Ferreira de Mello dizque l )i de-
'urn ministro era razai de huma
vinganca haixa qual a praticada pelo no-
. !or
O Snr Vasconcellos continua a fallar sobre
' .:; 11 [tie este individuo h
mina disendu mo o nobre minis-
tro d 1 marechal I? irrel 1 es-
t 1 ivilisa o d i provincia de \lin
ella sen le se | tbliq te : jornal da
1 I 1 Minas pro-
a 1 1 '_: 1 do n >bre mi
O inistro di justic ), de-
11 adraini 1 ob-
elle nada si ni ica, ;. ira que o
ue se ttaca e 1 p ;ra ama,
. untes huma censura se
, que na 1 ro 1 -
. he a rainha do
lo.
Foi lapso de [in
1 o nobie ministr^ j imperi) quem o
Snr. Lirapo (ministro dajustica) le a
prscl mado declare se nel-
II j ache a expresso a forca he a rainha
do nundo. Entende que todos os demaisar-
QixVt d isle : de 1 jara que
... tos cuino e
acoale era 1, q'no in 1
o 111 proclama-
t io. S ibre 1 te ponto, portanto, i1; 1 desne-
outra respasta.
Ouanti a palavra patricioapplicada
ao imperador, nota que :i na anterior sesso
ral enten-
deu que ha empregos lionoriilcM que noes-
to ;:i aleada dotioverno conceder. Obser-
va due isto serve pira mostrar quoaquesto
nSo lie lo simples como sesuppoe, eque
0 governo ade examinar a rjueJflo a fira de
1 ..:'. ir huma ique n 1 ol adna cons-
tituico, nem as pi rogativas do monarcha.
Acerca da questo da referenda nos actos do
, entdc qne p de haver
duvida acerca da referen I -1 mas nao quanto
; responsabelidade Nao v na constitui^io
hura artigo que determine nao se referendem
osactos do poder moderador*, pelo cpntra-
. io, observa que os estilos do lempo d > Sr. D
Pedrolabono o principio de que osactos
do poder moderador devem ser referendados
pelos ministros.
Concor ; 1 em que no dia 2?. de julho nao
houve venc lores nem vencidos, mas nio era
que o ministerio actual considere con > hura
paitidq vencido amelle que noapoirao '-*
de jiiiiio Ubse va qui a demissio do presi-
dente d I Paulo foi determinada por liu na
1 especialissiroa, qual a de elle ser de-
aembArgador de huma relaco onde ha falta
de seus membros. Nota que 0S0 aceitar
discussao sobre objectos que sao da privativa
competencia tos ministros e que s a aceita-
r quando os runecionarios puhlicos nomea-
dos tiverera pelos seos actos dado motivo a
cen luras,
(Quanto ao que lei dito acerca do general
Anurea, nota que o ubre senador a querfl se
refere censurara acremente o general An-
drea e no entretanto nao so o conservara na
presidencia do Para, quando ministro cono
it o empregra eraoutraa commissoes. Nao
censura esse proceder porquanto pode o d-
pul ido opposicionista,quando censura,nio let
as informacoes de que pude dispor o miuis-
tro para seu ;overuo. Observa que elle mi-
nislro, quando depulado elogiara tanto o
general Andreas que o comparara ao gene-
mostrara 1 via ras;io porque se na" 1 de- ral Clauzel.
larasse a palavra patricio Como o nobre] Declara que seo fausto acontecimenUw do
leador nao juslilicau seus receto*, nao sabedia .-.; de julho nao produ ir noftioUranda
aoueJeveti bra (tue nao he <> 1 que ui ra, o fjovemo nao
differon:a de 1 .'o que hade din-
do ministerio actual, mas
.- I
deixar de era pregar toda a forca de qoe
1 p ira acabar c >ma reb di io,
,resen- raudo na materia o nobre orador en-
(M tendo que a questio deve ser posta em 00-
paraot I tros termos, isto be, o coovam dar ao$ che-
>


*
DIARIO DE PERNAMBUC'O
tes de polica a faculdadn de inspeccionar aos
Jicsritai s e casas de cr.ridade ou 3 oulras
autoridades. Observa que tendo-se suppri-
roido do C 4> as p-'davras saude e comrhudi-
dade publica, deve o senado np (5. adoptar
a emenda que manda suppimir is patarras
ho cheles de polica sejio os mais aptos, os que
tenhocpuhecimetilos precisos a im de ins
pecionarem os hospitaes e casas publicas.
Enfeude que aos cheles de poln deve com-
petir tudo qa;into or necessario para a pre-
venco dos delictos tudo quanto teudesso a
collegir os documentos precisos, a fun de se
lser effectiva a punico dos criminosos.
O Snr. ministro se retira com as mesmas
formalidades coin que fora rebido.
He approvada a emenda.
O Sur. presidente d ordem do da e
levanta a sesso.
PBRNAMBCO.
fcTHEZOURARIA PROVINCIAL.
Expediente do dia 5 do correr.te.
Officio ao Exm. Presidente do Tribunal do
Thesouro Publico Nacional enriando com
os Balancos da Receila e Despeza Geral
desta ProGncia dome/, de Junho ultimo, e
do 2. semestre do anuo inanceiro prximo
(indo os das Pendas applicadas ao resgale ilo
papel, e os do Rendimeuto de liuin por cent o
de Armasenagem adtlicional appiicado ao pa-
gamento da rvda Externa pertencentes ao
mesmo mez e ao referido semestre*
Dito Ao Exm. Presidente informando o lequerimcnto do Cirurgib mor
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquer-
que pedindo o pagamento de di verses ven-
cimenios do tempo era que servio ua Pro-
vincia do Para.
Dito Ao Agente da Thesouraria Pro-
vincial das Alagoas, ratisfazendo-lbe a SUB
requisiyao feita era cumprirnento asrdeos do
Exm. Presidente daquella Provincia remet-
lendo-lhe o mappa enviado pelo Admintltra-
dor da Meza do Consulado dos volme* de
Assucar e saccas de Algodo da rele ida
Provincia imporiados nesla acompanhados
de Guias e despachados por exportoslo des-
de o i. de Julho de iSdti al 3o de Junho de
1840.
dem do dia o*
Officio Ao Exm, Presidente da Proviu-
JS.\
valor da Nota a ella inclusa de >oUooo
N. jr.iit, 1. serie, que acompmhou a or-
dem do Tribunal do Thesouro de as de A-
gesto prximo fin do cora declaracao de ser
punido com as penas da Le. Estrophe 3.
E para que o referido conste e cesse a con-1 Ha quasi lustros quatro domi nava
tinuacao do abuso de apparecerem pequeas
taras em algumas caixas e fexos d'assucar,
dis roubadas do Thesouro e pertencer a re- e falta de marcas ardenles no topo das raes-
mess.i daqui feila em 15 de Julho pelo Vapor j mas e a falsificacio desle genero edoal-
S. Salvador, reenviaste a Mesa da mesma godo, e se possa fazer com acilidade a qua-
Thesouraria a mesma Nota bo caso de a- KBcacao e apuraca'o do pezo e nao seja
char que se deve proceder contra o apresen-
taiile. i -
Dita Ao mesmo para assigaar a Antonio
Leocadio Paes Brrelo duas Letras sendo
luima de 5i4"5o rs. coro o praso de 1a mezes,
eoutrade igual qumtia com o de 2j meses,
importancia proveniente de parte da raaioria
do sold de aoCooo rs. para o de aftfcJooo rs.
mensaes que por despacho de a do correte
se Ihe mandn pagar por I he competir em
qualidade de Tenen'e Ajudante do a. Ltnha ,
desacreditados nos Paizes Estrangeiros, e se
eviten) as providencias cima expendidas, e
das determinadas na citada Lei da Inspeceo :
alixou se o presente que vai sellado com as
Armas Nacin es e publicado pela Impren-
sa. Meza do Consulado de Pernambuco la
de Setembro de lS|o
Miguel Arcanjo Monleiro de A'nJrade.
Adminislraco dos Estabelecimentos de Ca-
ridade.
Pera 11 te a Adminislraco dos Estabeleci-
l8^ at o hu de Julho ultimo.
relormado no posto de Capitao com o sold
1, r .j 5 o ...____, j mentes de Lnndjde se hade arrematar a quera
daquelle posto, vencida de ao de Marco de 0 1 .
; mais der no da 10 do crrente mez as renuas
da casa l) 15, na ra Oireita 1 i i 4 5,
. i( e >_;) na ra do Padre Florianno 3 ,
110 becco da Carvalha e 16 na ruado Fa-
guudes : as pessois que se propo>erem a ar.
rematal-as poderlo comparecer no indicado
dia no Grande Hospital desta Cidade as 4 ho-
ra;- da tarde com seus (adores. v
Salla das Sesses d'Administraco dos Es-
tabelecimentos de Caridade i5 de Setembro
de 1840.
J. M. da Cruz.
Escripturario*
i versas He partices
TRIBUNAL DA RELLACA.
Sessao' Do da i 5 do corrate.
Na Appollacao Civel desta Cidade, Appef-
lante Jos Joaquim da Costa L i te Appr-lla-
do Gervasio Paes liarreto Escrvio Eerreira:
se ulgou pela conirmacao da sentenca ap-
pcl!.%da.
Na Appcllaco Ci/el do Juizo de Direilo I'ditAl
desta Cidade Appellnnte Joao Sezisnando
Perette, Appelladp Joo Paulo Xavier de I A Cmara Municipal da Cidade de Olinda e
Salles, Escrivao Chaves: se julgou pela
confirraacio da sentenca recorrida.
MEZA DO CONSULADO.
EuitAl.
O Administrador da Meza do Consulado
desta Provincia posto que ja por vezes fizes-
se constar pelos Peridicos Pblicos da raemia
aos Srs de Engaito fabricantes de assucar ,
lercbcdores armazenarios prensarlos e
lavradores de aigodaj o que determinad os
Regulamentosde arj de Marco de |833 a jo
de Setembro de 18 56 eLei deadeJunho
do mesmo auno sobre a (alsificacSo. do reoe-
10 e seren obrigados os mesmos Sis, a man-
dar por no topo das Caixas, fechos, e mais
volumesde assucar com marca de foj; a tr:,
que el les lem o nomedo Engenho cm oue
ora fabricados e a marca do r. de Enge-
significando-ihe que tendo o Fiscal do nho como prescreve a Lei de r5 de Deze;n-
brode 16H7 ede aa de Fevereiro dn 178S ,
sob pena de nao serrm admittidos ; despacho .
observando-se o mesmo nos Trapiches e ar-
mazens, que costumao embarcar e encaixar
assucar, e cotitinuando ,. apezar dessas pu-
apparecef nao poucas caixas e
ca
Bairro da Boavista rmetttdo ao Procurador
Fiseal da Thesouraria o termo da vistura a
que se havia procedido na Capella do sitio dos
(Jcelhos proprio Nacional. pelo qual sede-
cla^ava a necessidatle de ser demolida a fun
de evitar-se 'oum estrago aos Edificios que
Ihe Gco contiguos passou-se a pedir ao
Inspector das Obras Publicas, que incumbisse
a rele ida demolico e venda dos materiaes
a alguma pessoa de sna conlianca enviando
a Thesouraria a conla das despesas para ser
por ella pega por se inlgar nada ter seme-
lhanle negocio com a Repaituao das mismas
Obras Publicas mas como o referido Ins-
pector cntrasse em duvida a este respeito ;
rogava a S. Ex. se dignasse exj edir-lhe a au-
tonsaco que pedia.
Dito Iulbrmando o rpquerimento de Jo-
ze Lopes Roza 2. Escriptufario da Conta-
doria da Thesouraria pedindo a S. M. o I
Mande pagarrlhe huma gratifica gao corres-
pondente u cslabelc'jida noAlvar de S de
Junlio de ifco8 pelo teinjio ira que seem-
pregou nesla Provincia na liquidaco da Di-
vida Activa coutrahida Ate o anuo de rfat.
Dito Ao Conunaodante das Armas,
signihciindo-lhe que a vista do que pouderou
cm teu officio de \ do crtente sobre os re-
querinieutos de Amaro Jos Prudente e So-
tero iviauoel, que Lbe i.av o sido enviados
pela Thesouraria em oficio de 2li de Agosto ,
se dignasse devolver os rr.esmos requerimen-
tos; visto fuc & com despacho nelles proCs
ridos he que se podero baver os esclarec-
uientos necesanos.
Dito Ao Inspector da Alfandcga re-i
mctlendo-lhe .a copia do Regulamento de ao
de Dezen.bio de iboj que pedio em seu ot-
icio de 4 do correnle mez,
Liilo Ao Inspector do Arsenal da Mari-
nba pedjntio-lhe para enviar com toda a
bfevidade as conts das despesas do n.
Arsenal do nez de Agosto pioximo tindo a
hni de te poderem urgauisar que ttm de serem enviados para a Corte.
iguai toi txpidido ao Director do Arsenal
de Guerra.
sea Termo em virlude da Lei &c.
Faz saber que em $esso Ordiniria de 1 4
do correnle a mesma deliberoti e mircouos
diasaa, e 2J do andante Setembro para a-
puraco geral das Actas dos Collegios Paro-
cliiaes, conforme determina a Li, E para
que chegue a noticia de todos maiu irnos pu-
blicar o presente pela mprensa. Oliiida r5
deSetemhiode iSjo. Alauoel Antonio dos
Passos eS., P. Presidente, Joo Paulo Fer-
reira Secretario*
VICE-CONSULADO DE S. M. CATHO-
LICA E\i PERiVAVlBUCO.
Los Subditos Espaoles en esta reciden tes
o teogam noticia de D. Eelix Luarte natu-
ral de Alicante que se dice babjer-se esta-
bule; ido en esla Cuilid y Probiucia y lia-
bier morido en ella ; son por este Vice Con-
sulado convidados^ comparecieren a darem
las ilustraciones.
Nuno Ma'ria Seixas
Vice-Consul.
hlicaces
Ao Exm, Sr. Francisco do llego Barros, Pre-
sidente desta Provincia.
ODE PIN DARO A.
leixos sem que no topo das meslas appare
essas indispensaveis indicaces, motivando
nao poneos embaracos no peso, e ulteriores! Estrophe i.*0
conferencias, e ao mesmo tempo falsifcaces A Lisonja bilinge, vil, infame,
de tara ; loivoso se faz que o mesmo Admi- Ko proslitae meu Plectro ;
nisjrador de novo recommende aos referidos Se,fil)re oJie prfido dctame
Srs de Engenho fabricantes de assucar rece-
bedores, armazenarios, e lavradores de al-
godo visto aproximar-se 1 safra que alcm
do determinado nos citados Regulamentos e
Leis, existem .1 semelhante respeito as des-
posiedes determinadas nos Arts. i'og e aoo do
Desse hediondo multiforme Espectro
S dolo adorado
Daquelles que Ambico tem procreado.
Antistrupht) 1.*
Mas quem sube estrellrseos appeliles ,
Rindo da Sorle avara ,
actual Regulamento desta Adminislraco de jo Apruraaudo-se serapre nos limites ,
deMaiodei836; e desejando vedar qual- Q"ea Sabia Providencia Ihe plantara ,
quer acontecimenlo e demora no processo do Podo sem desabono
pezo despacho e embarque em prejuizo dos bomem celebrar mesmo noThrono.
Ma
Epodo 1,
ancha os Hroes uru Vatje lisougeiro j
Porem lucra a Virlude
I
dircitos dos mestnos Sis., e o grande tran-
S'orno mora e prejuizo que causa a bal-
deaio d'assucarde qualquer caixa, ou fecho,
para veriGcacio da tara, mormente nao exi- ^*,a Gloria a pleniiude,\
lindo o mais pequeo arm izera Capataz^ e Vuani' a decanta uin Vale verdadeiro :
propon o alguma para semelhante im de- Su as .vjusas Ihe do eterno Nome ,
vendo ser esta operaco feita as ras em ex- i x!Ut ^ t,npo nao carcome. '
taco invernosa, e no meio da. cunfuzao pel Estrophe a.*
affluencia da safra e ao mesmo tempo pan Hum tributo pagar a lieroicidade
facilitar as transacooes commerciaes leva a i,au lle su 11,n da Lyra :
luii.-ideraco dos meamos Srs. cm resumo as Protectores gerar da liuiiunidid
desposict-s dos duus ltimos citados Arts le o supremo bem por jua suspira :
fira de que nao abandonem os seus encaixa- Louvaudo os tiemleitores ,
raen tos acaixeiros, eappliquem todo oes- Ella a latra dar Imitadores.
cropulo sobre este objeclo de que lhes re- Antisiroptie a. a
suhai o melbor conceilo e maia vantajoso "e Por IS0 inttresse por isso que os compradores certos O Joven Presidente,
ti.; exaetido das taras se animar a oe- honra e gloria do espinhoso Emprgo ,
tecer maior preco no mercado. Nao se per- Vue ttm desesperado tanta gente !
miltici embarcar para exportaco nem ser.io '. '" .Compatriotas Ciros,
inspectados os volumes de assucar que nao $$ nao desconiteceia seos fcilos raros.
O leu raio Discordia !
A Ifctri.'i em mar de pranto fluntuava, j
Seos Pilotos dormiaO na soco rd i a !
Qual Santelmo, vem Reg j
E a Patria goza Anglico socpgo !
Aotistropbe 5. "
Deve o Brazil sua presidencia
Do Imperio a integridade ,
Da Babia acamando a dissideucia
Com a sua usual celeridade !
A vida nos pon pava :
Sem elle aoui a mina arrebentava.
Epodo 3.
Sem elle aqu Malvados sobejava ,
Que a Tropa illaqueassem ,
E o soccorro frustrassem .
Que 03 Bahianos fiis tanto almejivao.
Conagrada 1 Provincia <\i Baha.
O Imperio todo ardia.
Estrophe 4 *
Quantocustou seos Antecessores
Mandar forcas pequeas
Contra os vis, e crueis devastadores
Das nossas regies puras amenas ?
De Reg qualquer plano
He Lei ao Militar Pernambiicano.
Antistophe j."
Seos acenos se cumprem com presteza ,
Sem temer prepotencia !
De carcter mistura a gran firmeza
Com a mais popular benevolencia !
Assim no Presidente .
O Cidado nao vi:, mais que um prente!
Epodo 4
Qual carinhoso Pai todos a faga :
O bem pedido opera ;
E si i usto nao era ,
He to brando o seu -Nao- que a dor apaga:
Qual Tito si bondades nao fazia ,
Julga perdido o dia.
Estrophe 5. *
Mirrada Fome as garras amolando ,
A Pobreza devora :
O Chefe da Provincia solucando ,
O soccorro da Corte logo implora.
O pao he repartido
Pelo preco que o Gore tem supprido.
Antistrophe 5.a
Sua Alma adeja na Provincia inteira ,
Velando a paz dourada .
E si a torva Anarqua audaz arteira ,
Ousa ostentar a coma reroltada j
Cem leguas os Guerreiros
Em defeza da Lei rorrem li;;eiros.
Epodo 5.
O arol dassciencias alimenta ,
Reformando os Estudos ,
Que l'a/ein d'homens rudos
Moral populacho que a paz cimenta ,
Que Direilo e Deveres reconbece ,
1'. a utopia aborrece.
Estrophe 6. *
Unindo o b>:llo ao til, formosa
A Capital que o nauta
Paraizo d'America nornea ,
Dos dous da Natureza rica e lauta :
E a vitrea sobraqcelha
O Recife nos i ios doisespelha,
Antistrophe t. "
Nem tu Religio divino atilho ,
Que os homens amalgama ,
Podias esquecer ao Nobre Filho
Do fresco e claro e lindo Pirapama :
Missiouanos revoca ;
Para o Selvage erguer da escura loca.
Epodo (i.
Claro Reg convero que eu arremate
Meu cinta dissdrante;
Tcu Governo brilbante
Mereca de Mantua o nobre -V ate :
Tcu Encomio nao lie proprio da Lyra :
S a Tuba o inspira.
FlM.
Correspondencias
liverem marca de logo do Engenho e de pe-
Epodo
Poitaria Ao Tfoesdureiro d
pora que Uidcmiu.-ando o Cofre ^ Rendd Ge- j taras esto falsificadOb sefifl apre
zo. elfira, c ::u h.ia da do Engenho a iio "'oum gozo podengo em vo alta
, fin consignatario que fiara resson- Estpidos latidos :
ivel 1 elas fraudes que aellas appare^au, e A u:u cao nao prests ouvidos
se se recoubeesr que o genero, pe/u, e Cynlhid,quaudo em seo Carfo os Ceos pasv i.
shunddo A:i w desarmar polea Virlude
ral doExmiuo nido da -qtutntia de de mil \precedendo-ae contra o falsificador parvser 1 G ti'je ucio uide
* Snrs. Redactores.
AiuJi insisto no que alirmei na niinha
correspondencia de 5 do correte. O Snr.
Manoel Antonio Coelho de Oliveira nao ap-
prezentou na sua corresoondencia inserta 110
Diario de lo decizo alguma do Exm. Pre-
sidente da Provincia que me julgasse in-
competente passar Escripturas de disuado de
hypotecas antes os seus despachos imporlo
urna opmiao meu favor ; porque o simples
laclo de mandar S. E\. proceder criminalmen-
te contra o Tabelliio Regs por baver elle
lavrado urna Escriptura de distiyeto de hy po-
teca prova a convineco em que se acli ava,
du que aoo. uu o competente para- lavrar taes
lEscriplurai ; e si S, E.\. nao iusisiiu coa o


DIARIO 1> E PRRNMRVCO
5
SDoutor Promotor ,. fazendo-lhe ver toda fra-
*io, foi porque a urhanidade para cora o Dou-
tor Promotor era bem toleravel neste cazo em
que eu como parle queixoza podia mar do
mesmo procedimento criminal que me
remelteu e o que nao equivale a um indefe-
rimento.
O Snr. Coelbo de Oliveira tem apenas
seu favor a opiniodo Doutor Promotor cu-
jo otHcio transcreveu cm dita correspondencia;
mas cese officio caiece de fundamento por
q' nao era de mister, q'a lei q' criou o Cartorio
privativo das bypotecas dissesse que all
se passaria tanto as Escripturas de tracto co-
mo de distracto das bypotecas por que sao
ellas da mesmissiina nalureza e as segundas
necessaria consequencia das primeiras : para
que pois podesse prevalicer a opinio do Dou-
tor Promotor seria precizo que elle ou al-
guem por elle me provasse que as Escriptu-
ras de distracto das hypotecas nao dizem res-
peilo ;s mesinas hypolecAS mas si como
evidente que laes Escripturas verso to so-
mente sobre iiypotecas e del las lazem urna
parle bem claro que tenlio meu favor
nao s o espirito como a Jerminanle letra da
Lei Provincial n. 4 e por isso jamis cede-
rei deste meu direito.
To inlundJo o citado ouacio do Doutor
Promotor que para fazer vader sua opinio
avanca inexacla propozicao de que a Lei
Provincial n. 4o havia criado Tabellio pri-
vativo para as Escripturas de bypotecas, que-
rendo inculcar coro isto que as Escripturas
de distracto est ivo fora do preceito da Lei ,
quando a citada Le rilo falla em Escripturas
mas to somonte em bypotecas e consequen-
temente em todas as Escripturas que llie dis-
serem respeito. I\o po le o Doutor Promo-
tor deixar de admiltir inconveniente em se
lavrarem Escripturas de dislraeto das bypote-
cas em oulro Cartortorio mas nao ba ahi su
inconveniente, ba nerfeita nullidade da l,ei ,
que criou o Cartorio privativo das bypotecas ;
porq' de q' serve, q' desse Cartorio conslem as
iyputecas que se tem passado quando des-
se mesmo Cartorio se nao pode saber si ta-
es bypotecas esto ou nao destrartadas? A Lei
nao podia mandar T como nao mandn serai-
Ihante absurdo ; por que assim admiitiu'd as
inesmas fraudes que quiz evitar : e to con-
vencido eslava deste absurdo o Juiz interine
da i. Vara do Civel, que mandn revistar no
meu Cartorio urna Escriptura de dislraeto de
bypoteca como iz ver na niinha primeira Cor-
respondencia ;mas q' Lei .q' obriza as parles ;i
registarem em um Cartorio urna Escriptura la
vrada em oulro? Islo alem de arbitrario redi-
culo e as parles que quizerem obrar com se-
guranza e boa f as suas transaeces nao
devem de dar assenso tal desvario neni se
submetterem innulil despendi Em tim
Snrs. Recdactores tenbo > meu favor a cla-
ra e exulecila determinac.u Ja Lei e nao re-
ceio por isso as bravatas do Sur. Manuel An-
tonio Coelbo de Oliveira.
Sou seu criado e assinante.
Jos Alexande Ferreira.
Snrs. Redactores.
Balancada minha conciencia e reputacao
com a leitura da resposla dada pelo Sur. FlS-
cal de lguarass a minha correspondencia ;
incerta (lila esposta no Diario n ibti. de 27,
do passado torno por segunda e ultima vez a
encoinroodel-os. JNo se pode ouvir a sangue
fri o recbiado de palavras impoladas e
Latinas de que ousou o Snr. Fiscal queien-
dod'est'arte juslilicar-se pura com o publico ;
roormenle quando diz que eu so Uve era vistas
rabiscar para o Diario e que para dlMOOto
da dosse consolaco que tive comoescreviulia-
dor hera de ter publicamente dismentiao.
Para isso succeder Snr. Fiscal era preciso
que S S. aprestntasse bum documento, pelo
qual mostra-se a falsidade da ranina corres-
pondencia o que llie nao foi possivel e so se
fundn em bypotbese como se ve de sua re-
cl.eada arenga pois suposlo nao losse aquel-
la adubada com os temperos do seu razeado ;
he clara e verdadeira por se lemitar em do.s
principios soliidos, I. se tendo licencas eu (
roo do Secretario da Cmara despachadas em
dada de de Abril pod.a ser multado por
falta dellas a ai de Junho 2. se nao estando
eu em casa poderia ser multado pelo bar. fis-
cal principalmente nao tendo Loja enera
Taberna eis o espirito da propon incerta ni
mesma correspondencia : o que assim succe-
dendo fui multado em ausencia ommitlindo
S. S. declarar em sua resposla que me mu.tou
riela forma dita, quero dteer em dusui.nu
,oro o maior escndalo s-m as iodispentoveis
de declaracao saltou o dito Snr. Fiscal cmo I rpida Tiente pela cidade os nimos se exal- I Nos nutrs eslamos ao ale mee ptn cal -
gato por brazas. E ,q.ue ser isto em boa Lo-!taram, lecharuro-se as portas caffs, e tvlis leu lar as funesta 1 canseduencie* di inijuii le
gica be que faltara verdade isto be que be cirreram s armas prenarando-se para urna d os ajunramentos da lei eleit iril e dd militas
mentir, isto be que he inbustes e utar de noite desastrosa, quando a intervenco dos outras queso ten Mam a entivgar-nos nes mS-
subterfugios com o que quer S. S. Iludir ao bravos "de Lucbana e as onlens do duque vie- I os do abs ilulismo e muito nos apraz ver qn)
publico, e nao a minba proposta incerta na ram acalmar em grande parte a just 1 irrito- tanto o Daqu 1 rom > o brioso evercit > que o n-
minha correspondencia ; pois nao estando eu
presente como queria S. S. que llie apresentas-
se as ditas 1,cencas como me multara sem
ser eu ouvido porS.s. Quanto di/er o dito
Sr. Fiscal que iz gemer o publico com aren-
gas e outras iutt-ressantes pessas de. minbas
canastras preta velba e de meo cilio et de
reliqua e parvoisses: tenho a responder que
os Snrs Redactores Ibes nao {icario por isso
obrigados buma vez que se conhecem serem
sinceros, e por isso desgosto de toda e qual
quer adulacao ; o publico menos pois nao
era muito de infastiar a correspondencia que
subserevi no Diario n c4f de 6 de Julho por
conbecerem que era a mesma filha da bonra ,
e singeleza de bum Camponez opprimido.
Eu agradeeo a S. S. a adverlencia que di/,
por caridade me faz ou ao meu mentor a-
conselbando-me que quando ouver de saii da
toca para aparecer em publico censurando
os actos de qualquer funecinnario me deva
revestir de loda a senceridade inda a nao
tendo por costume. Alem do agradec meu lo
que Ibedou respondo que se o S ir Fiscal li-
vesse bum pouco de raciocinio me nao anto-
lhava o ler eu menlor na toca por nada fazer
menos que S. S., e nos nos conbecemos pois
nal cousas mais treviaes nao dispensa bum si-
rino qual nao foi niui sincero quando n-
derecou tal arenga co.u o nome de resposla ,
pela falta da declaracao cima indicada ; pelo
quu tem o mesm < bum 1 boa parte no seu con-
clho; qual apesar de tenias ladinas emprc-
gandodias, nobles, semanas, e quase dois
mezes llie nao foi possivel aprcsenUr buma
coisa que o relevasse da censura pulilica e-
ja-se miaba correspondencia e resposla de
S. S.
Adeos Snrs. Redactores protesto nao vol-
lar buma vez que existe profado o fado da
minba correspondencia ja com a paga da mul-
ta no i. dia e j cora a resposta de bum Sr.
Advogudo abil transcripta e:n dita corres-
pondencia ; e Sofiz para ver sea lllustrissi-
ma Cmara Municipal inteirada da verdade ,
providenciava o factur o queja vai apa-
recendo menos na restituicao dos mcus dois
mil reis que Ibe supph juei embora diga
o dito Snr. Fiscal que eu falto a verdade ja
vai providenciando ou nao. Responda Snr.
\lanoel Joaquina Pereira ficando certo que
quem por si se me julga a mina me nao olleii-
de.
Qu.eiro os Snrs. Redactores dar bum ulti-
mo canto de suafolba para a inserco destas
mal trassadas linbascom o que mais obligado
llie serO seu Venerador.
Amaro da Costa Sous.
cao dos liberaes entrptant > nao se p "id evi-
tar que o povo indignado contra o n diz 1 I-
vngado o qual vendo malogrado seu pl in^ se
tinba suicidado arrojasse seu cadaves pelas
janellas fra,
Foram prezos algn cbef's da reaccSo e
sr Ibes vai instaurar pr.vesso. Oduqueile-
ciaron a cidade em estado de sitio probibiu
ns vivas e toda a voz que tendesse a procla-
mar ou injuriar pessois 011 cousas, s^a qual
foro objecto a que se dirijam ; prohibid o uso
de toda a classe de ar as a lo los os que nao
perteneam ;s fileiras do exercilo permanente ;
probibiu tambero os grupos e reunies en-
prgando-se a forca armidi no caso de insis-
tencia ; finalmente ordenon que os contraven-
tores fieariam sujeitos a t ido o rigor da lei
marcial de 17 abril de iSn
O Duque 110 prembulo deste bando diz
que como Capit i general segundo a orde-
nanca Ib? Compete o colimando superior almas e eai conformi lade com a autliorisa-
co que Ibe conferida por una real ordem ,
manda, svmpailnsa oro nissos priOClploi j
nossas conviegoes e que fir-neero seos jaira-
atentos sustenta cono vigor a constitnicio da
3;. i com el! is to lis ai nossas garantas.
N.Io pbsso concluir sen que llif o iii'iirjue
que o General Uiih cuja divisSl acibido
entrar aqu em apoio d > ministerio traisacto ,
acba-se metido em processo e pedida a su 1
demisso pelo tribunal especial diiuerrae
Marinha, em conseqiencia d> liorrivel alten-
lado de baver mandado aquella verdugo mi-
litar fusilar urna c.ri inpa de qualri aunas e
meio e so taes as circunstancias crueis que
acompanhano este horrlvel fact, que cabe-a
peona da mao ao Janea-las no pt pal! !
D.) que for occorrjnd:), irci suc.essivamjn-
le dando parle.
Noticiis doCorreio de ll-spanba
Alcancam as folhas e Carlas de Madrid ate*
S* do passado.
S) de milito interesse as noticias qtienot
tra/.eui confirmando-sena maior parle todo
(
res
elle proceda daquella maneira, a fim de pre- quanto publicamos em nos^o numei '. .1 < 1-
venir que de novo se commeitaro l.aes alienta- i tem e que nosco los castigando-se coro mo forteseus auto- dente particular de Cdiz.
Enviamos u is is leitores para o extracto la
nossa correspon leu a particular, reservando-
nos i>ara dar em m-sis nmeros -eg 1 tes ex-
liados do que o joruaes tra/.em ic mais iaie-
resse.
[ Do Nacional de \ de Agosto. 1
Noticias fistrangeiras.
C5
O nosso correspondente particular de Madrid
em data de 28 do corrente nos coramuni-
ca o seguinte.
Madrid 28. Em minha nltimadocor-
reio passr.do informei a Vmc. de todo o oc-
corrido em Harcelona, que deu motivo ao Du-
que de la Victoria a pedir a sua demisso a
exercendo as leis o se 1 imperio evit m-
do-se que seja de novo alterada a tranquilli-
dade j publica
Os Ires ex-ministros P de Castro, Soleb ,
cCleonard depon de seterem ncondido p>r
algumas horas em casa d i (2 insal francet se
embarcaram a bordo do navio franco/. Pheni
cien e ba noticias de torem arribado a Porl-
vendres.
A cidade de Barcelona gosa socego c Ican-
aniliidade e alli se esneram com ancia os
lotera djsemi.vmuo
O Reitor doSeminamo de 01 inda convida
os amantes de Loteras a compraren m bi-
Ibeles da primeira parle da 17. "" L dd
novos ministros. Julga-scomo medida necea- mesmo Seminario, (cujas rodasanla impre-
cara a dissolujo das Cortes, e agor mesmo terivelmente no dra i2de8br)quese acha a
medizem que acalia de chegar o decreto para venda no Bairrodo Recife, ra da Cadeia, na
esse fim entretanto j se poden considerar loja de cambio do Sr. Vieira ; ero S. Antonio
addiadas, pois que aolerera se no Congresso na ra do Cabug, toja do Sr. Bandeira ; na
e Senado os decretos de nomeaco de novos Boa-Vista, defroute da .Matriz botica do Sr.
ministros declaratam os respectivos presiden-1 Joaquim Jos Moreira.
tes que ficavam asse>ses suspnusis, at que ------------
os novos ministros podessem assislir aellas1 LOTERA D'O rilE\Tl0.
principalmente agora que se eslava na discus- Os'BillieteJ da 1, fl parle da \ "Lotera,
sao dos orcamenlos ; alem de que muito dos cujas rodas andr imprelervelmente no da
raembros se lem ausentado fatigados com as 12 do corrente aelio- se a venda as Lijas dos
trelas parlamentares- Snrs. Manuel Goucalvez da Sil'i e Vieira
1',' porem de notar que a gazeta de i5 nada Cambista em a ra di Cadea no Bairro do
tenlia dito das occorrencias de Barcelona Recife e no de Sanio Antonio as dos Snrs.
nem seqoer desse cunta ao publico do estado Basto e Cbsta na Pracinha do Livrameoto e
de SS. MM. !
Por urna carta particular consta que a Im -
prensada G. Nacional peridico publicado
em
liercelona foi incendiada
nos primetros
momentos de efervescencia e ti'nbsm sido
prezos tre homens que eslava ni laucando Ib-
Manuel .Uves Guerra na ra Nora.
Avsqs til versos
rjr
Perdeo-se bonlem 16 di correntb
UlvtUJ M ^ lili l.l ii.-i (IUC ^3Hl*li 1..1 .ni i iy- _, f IT
11 i m i- / tSIJooo rs emseduas, sendo uroi de ao ti),
'O anua labrica de vapor. INu da j a 4,"'""'
. 1 1 .-. 1 nutra do ioU ouira de oju e o restante
eslava harcelona restituida a maior Iraniiui- "lul" *"- ,UC,VJ "* .11 .
i-1 i 1 __ 1. i- _' 1 de 1U000 1 uou nao sj podenuo dir o valor
lidade leudo havido parada nesse da por ser .
... j. o | r de cada huma por nao naver certeza a qual
o uaiaiico uo J, ..1. .... 1- 1 1 1 11
As tropas que o minUtro transacto tinba qoantta foi perdida desde o .. andar da casa
feito aproximar dcsta capital com o fim de ,ri,a i|ue fax esquina no Porto, ras
prev,,.!-alemas desordens due por ventura ?oa, Cabuga Praca da U nao Graspo,
Ponte do Recife, Cax de Alfaudeg*, Madre
le Dos albe a prenea do Sur Francisco de
prevenir aignmus uesoruens que po
podessem ter logar ao publicar-se a lei dos
aiuntamenlos leal com eifeito entrado ii'-->U, ,
J r 1 1 1 rito nanuilauem a acbou qnerendo tazer
e apesar dosexforcos e seducoes dos inri- """' ""I" I 1 .
' .. 1. 1 .. 11 acto de caridade se poier.i din,;ir e all
.<;antes lovenalislis, ou ullta-mouarcliitas, na "
". 1 1 1 1 cu!.cando as sedulas sera ;; n \os 1 mente re-
da lem podid. conseguir destes bravos cida- c'"'v"u" ___
1 ,. ; tx J n ., 1 comneiicado alero do re.oii lecimenlo eterno
1Ue nao fosse aceta e que trouxe abnal em | daos so dados O Sr. h.erens acaba de ser ,,e lributar! J4e Carlos de SouM
resultado a nomeaco de um novo ministerio nomeado (.invernador poltico e militar desti f t^
capital, em substituicao do Sr, Entrena -- Os
" e se vo-
obslante ninguem fez caso daquelle acnleci
ment.
ao sentido do progresso ficando aquella ci-
dade apparerttemente tranquilla; entretanto ex- Ministros que aqu se achavain
isacliinava-se urna tentativa reacionaria por latisaram. *
parte dos ultra-monarcbilis para o que. o
dub Jovenalico dirigido pelo advogado ad-
mar niandou avisar por circular aos seus com-
pirsas que se rennissem na praca d Consti-
tuio na tarde de al. Eli'ectivau:eute bo-
raindicada nenhum allou e quando SS.
UM. sairam > passeio um grupo delles ro-
dero o coche, soltando gritos de abaixo o
novo ministerio viva oleonard -- viva a re-
geicia neta e absoluta eoulros gnlos mais
umenos subversivos : acompauliaram o CO-
ciM al as portas do mar instigando S. M.
a ue revogasse os decretos do da anterior ,
dizmdo-the que os progressistas a engaa vam
ele e oulras colisas de igual jaez.
So excesso de seu furor cliegaram mesmo
a ssobiar e insultar a duqueza de Victoria
solando gritos de morra Espai tero. "
\este COttHktO ja nao era possivei conler o
pot) desejoso de punirecastigar oj periur-
badnes do .e;o publico.
Lobo.
OT l'reci/a-se de 100,000 reis a premio ,
de dois por ceuto ao me/., sobre pinhores d
ouro ; dirir*a->ea ra Nova D Si,
Loi consequencia de alguns mal mtencio- "v? .. _!i-
1 .. ." .. : cy (Juen tiver urna escrava coro mtulo
nados sj te. ero dirigido a redacao do Correio .^ .
i j 1 __'ebomlfie, e a quetra ahumar para ciur: di-
Nacianal1. e laucando mao de alguns irarac-;eUU',' ., '
,- 1 c ,,;... 1 nia-se a i^amboi do Marino,L). o,
rosoi loraui queimar apollodoaol, e re:eian-, J .-, ,
. 7 11 i 1 li ,,.,,__ SE7" rrela-se pira quilquer mercado da
do-seque a tranquilliddde puoliea se alteras-1 1 '
* 11 -n Europa, a r^cun a Sueca Jo 1 i.uu t_.i,ntaj
se. Be mandaran) dobrar as patrullias ; nao ^ .11 1
1 1 1 .iia .ni; ,N reman, forrada de cobre, e di primeira
r. wiai.io i.ini'iii'iii I'/ i'.iso (l.iiiuelle acontec '
\.
limera 11 algu-
baslantes feridos Bmuitissimos
consos e de certo qe se io siram bem
os nuiigos do duque u da libeulide,
;;risr:;;x;;r;.:,'^^^^^^ ......"**
classe ; tratar coro o consiguilario ,
Ouarelo eu dl'go que ninguem fez caso Siiiramm.
necisaoqueaeentenda que em referencia ^eo-se desde a ra da Gru do R
ao comeco de algum alvoroto mas nunca a '
similhaiile pyocedei que encontrn a reprova-
co de lulo os tiomens sensatos.
Para provara V. que os nimos dos povos
estavam bastante predisposlo a urna reac-
co, baitaizer-lbe que em quasi todas as
represenlici'S dirigidas a felicitar o Duque
de \ ktOrB se faz expreSM mcnslo de qiae a
1 .uudanent.il do Estado a COlistiluico de
al a ra* Direitt no dia ti de cor-
rente mez a quantia d 5oUooo rs. ero sda-
las embruthadas enhuro papel escripto
queduia rendd da casa de A F. de S. ,\ <;
junto coro as mesmas sdalas um recibo: a
pessoa que asacbou querenio reslituil-a$..
dirija-so ama dosTanneiros casa d quiqa
detronte do Trapiche no 1.andar* quesew
recompensado con aquantitdeaol km
-- Na da 10 do corrate lugio um ppa-'
6-j eslava de oontiuuu a ser referida e violada
lauto [uo goveroo como pelo proprio Con-
gresso nie leis inoiquas, barbaras e i
laiiimaoiair o povo bespanhoi roubando-llie |jj.raa casa do
deatatort a liberdade cmprala casta de Picwf., Manwl iVsiro do inuia, qu,ie-

( do Palacete : T-'' livn' I'-"
IIMio re 1, leve-a a m.-s-
j. Co 11.0.0 Uule do C>rpj
muiiciai.i.
-


'
i
DIARIO DE PE RNA.MBUCO
Mrrr** TTrmiiiin.....-"n-v^: i ?i
C Thom Pereira Legos cnrarregado do
recebimenra das dividas da (imda casa de
Frautaco Nunes Correia pela edminislrac&o
da mesa a isa a iodos os de ved o es da dita
cas* queso he pessoa competente para re-
cfl ment das ditas pois que em seu pode'
existen i s li ros do cantas correntes e letras ,
pcrtenccntes ao mesmo, por este- motivo s
devem pagar ditas o essoa por elle en-
carregado com recibo passa lo por elle Lagos ,
rom pouca di moi i a im deque se possa con
I r< ridade liquidar ditas contas si !k penna de
se proceder judicialmente que para isso es-
to aulhorisado.
OP" Na Irenledo sitio do Snr. Ir Maciel
Monleiro no lugar do Hospicio, existe poi
n iar- se 5 S\ t dn de tei ren i com
' seu corn| i lente Cundo na forn di u ros o-
r< i'i s i" mesmo le reno os |
.t rita de ;i irlas sobrado de um Bn-
aX D. 70.
.j" Aluga-se um pianno, e na falta dos-
te um cravo, ou manicordc em bom esl
quem tver annu .
I f O Tenente Coronel Vareio preci 1
3 oH le 1 haruteiros se< lis e e
do com pouca familia com multo boa letra,
e pratica de negocio para caixeiroou admi-
nistrador de qualquer negocio ; quera pre-
cisar annuncie.
S2P* Alupa-se o segundo andar do sobra-
do D. li na ra nova quem pretender di-
ra-se ao mesmo sobrado, ou na ra do\
Ojieimado D. 4
tSW Precisa -se de um caixeiro para tomar
conta de urna venda por ba'anco e que d
fiador a suaconducta ; nnuuncie.
W Da-*se3oo a 00,000 a juros pobre pi-
nhores ou bypolbeca ; quem quiser annun-
cie.
tW Alnga-se por proco commodo um so-
bral! >dares na ra direita (uasi con-
frontado beco do serigado leudo cada um
doa andares commodos suficientes para fa-
.. ia a urna mi pessoa prestan lo Ranea id-
nea; os prelendentes dirjo-se ao seu pro-
prietario na roa do Hospicio ultimo sobrado a
direita
OBT Precisaa-sesde urna senhora ja de ida-
de ou mesmo moca para urna casa de pou-
Cale moido da melbor qu.lid.de pos- de Bolli & Charennes.Freres, on na ra do
ca famili
ta vtltia D 2!
Preci um feitor par*, trabalhar
trangeiros meihqr 4 que trabalhem eiTecvo em um >l perlada praca; na la da ca-
iT-.- A pessoa que lnge roupa I iic casan. 8.
dosmorana tua de S. Bila nova tSS" umeaixeiro qued fia-
i). i5, loa-a u. conduela ; na piara da 3oa vista
tS5* Qualquer mulher de meia de idade sen
que seja fiel, e capaz que queiraseivr a u isa-se de um pratico para o As-
senbora viuva sem familia p ere vestir a tratar com A. F. dos Sanios Braga na
P!
a-si: a ra da moeda n i5i.
%jt Perdeo-se no dia 11 do corrente daj
ra do Rpzario al a da praia ama carteira
contendo 5o,ooo em sedulas e urna letra
ni 1 da moeda i. i4a.
sivel e milito em conta por ser tornado a
vender a retalbo adverlindo que be torrado
e moido na ra do ttntte de peixe na padaria
de Manoel gpacio da Silva Teixeira.
. tsr Dous diccionarios Magnum Lexicum ,
eoulro lal.no e portugus por Pedro Jos da
Fonseca j na travesa do Roaario lojo Deci-
d- Sette sacadas e 3 portadas de pedra de
cantara de Lisboa y na ra das Cruzes D-
cima a J 1
Bilbetes inteiros da Lotera da thea-
miu-
Cf
A\ ISOS
[arenaos.
vencida da quantia de 32o 000 sacada por An VA RA O ASSU' a Smmaca Brasileira pon
loni eir de Castro da Cid..- 1, da qi 1 Ignacio da Fon-
Parahiba, acceila por Antonio da osla San- -. .: rques nde sabir com brevidade;
liago 5 quem acbou queiendo restituir diri- quem |usei r, ou ir de passagem ,
ja-se a^ua do Livramento n. i3 que ter d< 1 ....-- so mi mo Capito, on ao seu pro-
gralificacSo i5,ooo priej rioJ uzana praca dCom-
tgr ta-se 100,000 a premio sobre pinho- mercio
resdeouro >u piala-, na 1 1 caUea do PARA O ASSU' segu viagem em poneos
Recifen. 19 no priineiro andar, 1, q Patacho Brasileiro Temerario, C..-
tar Quem quiser eutulho de pedacos de pilo Autonio Rodrigue; Gai :ia, pe 1 carga
lijlos e de pedra pude mandar buscar gra- e pasjsageiros irata-secom o consignatario A. '
lis na ra das flores
tro a pooo ; na roa do Cabug loja de
de/as juntoa botica.
^ O Corretor Oliveira acha-se autbo-
risadoparaeffectnara vendado bello e bem
situado sitio no pogoda panella ( ootro ora de
Mr. Stewart ), qualalemde terportSode
(erro a moderna ser sercado de limao e ter
bastante terreno para planta?o e recreio ,
possue urna betissima casa dfl campo no sen
centro e lugar mais elevado para gesar da
vistamaisagradaval. eaprasivel viracio li-
vre da poera d 1 estrada, por (Pella esUr edi-
ficada a alguma distancia ; trata-se com o
mesmo Corretor ou com Jones Patn & C. na
roa do Tra debe novoa
p 4 breviarios, mes:re francs, Te-
lemaco diccionario francez portuguex, e
tugueie francez'por C io dous.to-
mosdeQuintiliano em lalim 5 no pateo do
S. Pedro loja de livios.
ar* Urna morada de sobrado com chaos
pronrios sitio na ra do fogoD. 13 j a tra-
tar no mesmo.
S-3" Urna canoa meian em estado de se
fazer urna boa canoa de atierro com um pe-
queo concert por proco uiui lo em conta,
quem quiser annuncie.
i;- Dous negros mocos de bonitas figu-
ras e de lodo o ser vico; na ra doQueima-
do loja I). 2,
SSf" Urna negra de dade de iS anuos, eos,
engomma e faz renda ; na ra direita U.
55 junto a Igreja do Terco.
5 luloso em vidros 1 e as on
.,:., ( ujo (lio be eficaa remedio para alporcas
Amorim casa de Joo Ferreira dos Santos no
3- andar.
- Taboado de pinho americano de todas
as grossuras e larguras dito da Sueeia de
urna a tres polegadas de grossura dito do
forro proprio para fundos de barris de meia
polegada 3(4 de grossura ludo de superior
quahdadee por prego commodo; no fortedo
malto arma/ero do Vanna
%Siy Chapeos de palhinha pira senhora ,
do muito bom gosto e heurfeitos por pre-
CO coininodo ; na roa nova loja de aliaiatc
D. 3.
t:7- Pao de l bonhos de todas as qua-
lidades pelo miado e em porcao por pre?o
commodo ; na ra da Cru U. 25 no segun-
do andar.
Sr?" Ou arrenda-se urna casa de pedra e
cal no lugar do caiderciro entre o poco eo
monleiro ; com 3 portas de frente duas sa-
las cozinba lora ; e muilo perto do banho ,
e com quintal suftivel ; a tratar na ra de
Manocl coco -t.
&jj- Cha bisson e imperial de superior
qua!dad-em caixas de (3 e 13 libras ; na ra
do trapii i. novo em caio do Malheus Auslin
3c Companhia.
Escravos l^ufidos
r O Sr. Joo Antonio, que era 1
romprou um sitio de trra; junio a capeta da
Estancia ao Sargento mor illanoei Gomes dos
bunios e se elle he fallecido os seusherdeiros
F. dos Santos Braga ruada moeda n. i\ 1. e se tem reconhecido a soa virtude nesta Ci-
MSf Fogio um scravo de nome Miguel ,
de nacSo Muange cor preta sem barba ,
groco do corpo baixo ps apalhetados de
idadedea5 anuos marinheiro do Patacho
Temerario, fugio no dia i4 do correle:
quem o pegar leve a casi de Antonio Fran-
cisco dos Santos Braga na ra da moeda nu-
mi ro 1 j?..
ST7" No dia a do corrente fugio um scra-
vo creoulo, de nome Jo:io de dade de 3o
annos, bastante alto, pernas finas, ps, e
beicos bastantes grandes foi escravo do Re-
verendo Vlanoel Jos de Santiago, fai capelo
poralgum lempo em Apipucos e boje he
escravo lie Antonio o do Espirito Santo
Barata morador na Cidade do Olinda quem
o pegar leve ao dito Sr., que recompensa-
r o Irabalho.
.Idade no lio de Janeiro e Bahia ; no na- *f" Fuio a dous.annos um prc-lo de no-
teo do Terco D. A. meJoao, com os signaes seguintes ; altura
i^SST Chapeo de sol de seda para scnbora "!BUr magro, de uladc de 4o annos para
cr Que faro Corretor Oliveira de urna e bomem; sapatos franceses de bwerro e cou- s' dena?ao 1 imbique, tem no rosto
JL e 1 a O
Qtll nPaler.& Compa- em harris pequeo, caixas eom vel las de ce- '>^> rebollo cara comprda, macas do ros-
I ir inlervenco do Correlor Oliveira, Ira bem sortida* do Rio de Janeiro } no ar- ~*SJ ,cra "a f^ uaw P:U,na sigoal da
1 sorlimento de fa- mazemdeA. F. dos Santos Braga, na ra' fu lerra P rabia pd cam-
quaes se bao de vender da moeda. Dados altura regular, e quasi sem urdas
por motivo de irem difl>ren es coritas, ; S3ST Cautellas daprimeira parle da qoar- no dedos dos ps j quem a pegar leve a ra

leira ras da ma- ta lotera do theatro subdivididas de biliietes de 1J,,a,s il-
tW Fugio uma'negra de nome Catharina
nb iroprtl rivelmente 110 seu armazeai da da mesma Lotera em dcima e vigsima par- ru610 >*ma negra de nome Catharina
Beos. le : unto ao arco de S. Antonio lo^a do Sur. j ue na(^ ocambque de idade de ao an-
Braga, .na da independencia lojas D. 8 "os ,0|"U figura, com alguna lolbos as
C O 111 \) 1' i\ S U 24 ra do Cabug lojas dos Sis. Clan- 0,llos e na "'s''' 1 com um foro no beico 11-
dioe Bandeira na nova l). y loja o Snr. cno'", rosto compiido algum tinto som-
Chaves e atierro da Boa vista D. ib loja ue br, quando falla ; quem a pegar leve a casa
Antonio da Silva Cuimai ie Antonio Jos da MagalhSes i>asto no pa-
ma dutia de cadeiras com assento de .leo do ^"egio sobiado amarello
tsr Da-se 100 000 b uros de dous 1 r ren-
to ao mez sobre pinhore as 5 1
i..s venda l> 10 se dir.
tsr Precisa-se de ui a rasa que lenba
grandes commod is ou um sitio na p
ta Vlagdiden 1 manguii
quem liver annuui ie
try" Precisa se de nm hornera velho por-
ruguez para fuilor de um sitio j no I eco do.
Lobato l>. .>a
_j- Arrenda-se para passar a fpsta duas
moradasd. no poco da panella, urna ^ Urna cria molalinna que inda mame }
grande eoutra menor; quem pnvtender di- Bento Gonstlsea. -
riia-se a ra da penha sobrado de um ani 11 Uns corazes azues de braco com al-
.j' no beco do porto das canoas venda palmha luda en bom uzo", urna marqueza I ^" -^U(Ja 14 uo corrente ragirao duas
! O. 4. com o mesmo assento, duas camas com seus tsl-r"^!S, urna do nome Celestina, crcoola ,
Caffen 1 sendo da Ierra eFe- colxeseiravesseiros ; quem quiser annun deidadedeao e tantos annos, baixa ebeia
send.) de boa ce. | do como cara redonda nariz, curto e cha-
to, com falla de dous denles na frente, de-
baixo do queixoesquerdo tem urna fstula a
sicatrisada de um denle que tirn a outra
de nome Joaquina dogantiode angola, de
boa estatura cara redonda nuiz bstanle
chato, venias arrejacadas ,.macas do rosto
altas, otbos espantados e na testa entre as
I sombranceiras tem una pequea costura de
um lalho, ambas levarlo vestido de chita in-
ar leve-as no se-
eita da primeira casa
(_^> Aluga-se um rooleque de idade
14 anuos, upiimo para lodo o ser i odeuma
casa e perfere-se para cusa qualquer porco, sendo de boa c.e, ......
o pretender dirija-se a ra de S Rita nova rl na ruado azeile do peixe pada- 53- Urna pardinba de idadede i8annos
1, .jjdol Ma. riade noel lg n .Silva '<;\eu'a. I perfeita engommadeif a e costureira e muib
i^r i) abaixo ussignado fai si ii res-
1 itavel pi buco que para berd de sen ne-
gocio se Ue faz preciso lazer urna viagem >
. rtugal por isa roga a tojas its pessoasque
lorem sencredores <-> li-1-1 api sentar suas
contas para stiem iagi s e lodi s que forera
V o ti ti a s
carinhosa para crianuas urna preta com uraa
cria de s mezes muito limpa a preta teja
ileite, urna dita qoitandeira de muito
i / Camellas da Sociedade Fortuna 'Tv- linda figura um moleque e urna negriula
jk gi tfica, da Lotera o Theatro ub ico de idade de anuos 5 na ra do logo ao p
nhando b a 1 parle do* premios, esbendo do Rozario D a5.
devedoresao aununciaule 1 m pinho- na surte de 000,000 reis tresen tos rail ris., a j HT Tres escravo ptimos p.tra o serveo u,n Ulh0 an* levarlo 1
reshajodeosirrimir no praso de Jo das proco de 45o ; ne.la rypograhca, na praca decampo, um desles hecenoeiro, duas piB- S,e"escu[a q1018 ^8
contados desladaU ..... es. da Independencia n. ao e na ra larga do las quefasem todo oservicode urna casa, una u'l iudezasD. j,e na ra do molatioha de idade de 14 annos, cose e ui- PL'5adu a Ijjrcja do Livramento que ser re-
tgr 'la^..'a^^a se o aiugul de uom loja Rozario loja de mi
a quem comprar a arraacocom utencilios e Collegio loja do relojoeiro ; nma, e um molatinho ptimo para pagua,
viida no beco da l'ol ; a tratar no sobrado aa preta da costa de idade de ao na ruadoagoas verdes casa terreaL). 3;.
da .minada ruadas Ciuies junio a piata da annos, sem vicios nein achaques boa bo-| lar B Hieles da lotera do theatro ; a/ua
Independencia no primeiro andar. ceteira coziuha engomma, i..v, bem, do-Qu-dmado loja do Carioca I). u\
gj^r Precisa-se saber a moradia das Senho- avisiado con se dir o nwjtivq 5 na is*" Um moiulio novo, na ra do sebo au-
ras irmis do Snr.' Luiz Cons*ives Rodiigues ra da Aurm em casa de Joo Bajtista Pe- mero 15.
Franca residente no liio de Janeiro, a ne- reia Lobo-tfuiiu .1. Urna escrava cozinheira doceii
toiiuiesfu iuleresse ou manden na casa ^* l a loja de fazendas do largouo Livr- engommadeira ; na roa direita sobrado Ue
ue A. V, do dantos Braga na ruada niuLda menlo D.*j panno de linlra inuitd supeiior vm andar L). 16 defronte do nincho
ebegauu uiiiniJiL'iiit.' uo l'of lo <'> pecas de *" Um preta creoulo robusto, e pn-
' -*' Precisa-sede 4.a 6 negras on mole- iai8 varaa6,o a vara, lencoj de seda pao para o servico de campo; na ruada
auca pan tenderen atfite ragaudo-se 20 prelos e de cores a afoco ineias delliuUo de lilona labrica de distilagio n. do.
iV uor caad; emfora de ponas 11. 10. p [jrandea4 000. ar Vaiaudasde erro em bom uzo;na
lL- a-eae 100,000 a :000,00o a juros sj-> Una canoa nova propria pira con- roa do colegio sobrado que se est fazpndo
cura ornas a comento; nesta 'iyjagraa au di .....aqu I u| la de bonita G^
t ra atlas do Alar lirios casa de 5 1 ofti las ver- o 'e de ao annos, o motivo da vendase
.- iiLn,s,iimhMleiiin;(Ko e casa- defc lor; naruadaCriH arnam
compensado.
ar |wece-e um boaiem
iVloviiiiuiito do furto
NAVIO SAI1ID0 NO DIA i5.
BIO GRANDE DU SL ; Patacho. Novo
Triunfante, Cap. Elias Francisco de A-
raujo carga sal passageiro Antonio Ala-
lia da Silva.
ENTRADA DO DIA 15.
RIO GRANDE DO S\JL ; as dias, Paque-
te de Peniainbuco de uy tonel., Capito
Leopoldo Jos da Costa Araujo equipa
16, carga carne secca j ao dito Capito.
... aFENATYFai!. W. F. U? F.-s.*


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