Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04110


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Full Text
Anno de 1840. Sabbado
mTodo agora depende de nos mesmos ; da nossa prudencia, modera-
do e energa : continuemos como principiamos, c seremos aponlados
com admiracao entre as Kaces mais cultas.
Prcclamaco da Asserablea Geral do Brasil.
'
Snbscreve-se para esta folha a 3?ooo por quartel paeo* adiantndov
nesta Typogwlja ra das Cruces D. 3 e na Praca da Independen-
ca n. 37, e 38, onde se recehem correspondencias lealisadas e an
nuncios, nsirmdo-se estes gratis sendo dos proprios assicnantts c
?indo ossgnados. 3 '
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
Ciriade da Parahiba e Villas de sua pretenso.......\
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas idra ...... I,.
Dita da Fortalea e Villas Jdem............\ '}$'% e;Sertas fe-tas;
Cidade de Gnianna...............,.....I
Cidade de Olinda................... / Tod
Villa deS. Antao.................. Oi't r
Dita de Garanhuns e Povoaco do Bonito '. 4 "i Vi j'rM'j
Ditas do Cabo, Serinl.aem, Rio Formozo, t Porto Caw.' \,' \ '^t "
Cidade das Alagoas, e de Macci.......... dem dem ^
Villa de Paia de Flores............, ? ,,eiV, ...
./ i .,........* .......Irtem J3, d:to dito
Todos os Correoi partem ao meio dia.
PHASES DA LOA K MEZ DE SETSMB.
Quart. cresc. a 3 as 5 h. e 17 m. di tard.
La Cheia a 11 as 5 li. e 17 111. da tafd.
Quart. ming. a :8- as 3 h. e 10 m. da tard.
La Nova aaS-as 7 h. e 6m. da tard.
Alare chcia para o din 11 U Setembro.
As (5 horas a 6 minutos da manh.'
As 6 boras e 3n minutos da Urde.
18 DE SRTEMBftO. NSf. !&},
' I --------------L------------r_ I......., ..
CA VI ROS. Sr-Tr.MBRO 11.
Londres......q i|i d. por J^ooo ce.l.
J;5boa ......80 a 83 pur 0|o premio por metal oOerecido/
rranea......3io res por banco.
Hio de Janeiro 10 par. r._ .. .
ruux i. j Y tf ,, tnroP- > encas
UUKO-- Mocda de t-#4oo res, vell.as i4#3.,0 14.7.10
" T. D2*? - PKATA -- PataCdw Brasdeiroi K ?t>!if>
'e/os(;olu.nnarios......,)($/, ^
Ditos Mexicanos.......,,y2o ,
. Muida.............iftao -
Descont de bilbetcs da Alfandega 1 i|< por Ion ao mei.
dem de letras 1 i|i a 1 ip por boasiirinaj otlerecito."
ftloeda de cobre 4 por 100 de disc.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda 8. Jclo M.-- Relelo e AuJiencia do Juiz de Direito o*
vara.
8 Terca >)< Natividade de N. S.
9 Ruarla S. Sergio P. Audienoti do Jufl de Direito da 3. vara.'
10 (^uintaS. Nicolao de Tolentino. -Audiencia do Juu de Direito da
j vara.
11 Sexta S. ThTodora Penitente. Audiencia do Juiz de Direito da
1. vara.
19 Sahbado S. Aula V. M. Relajo e Audiencia do Juiz de Direito da
3. vara.
3 Domingu O SS. Nome de Miria.
RIO BE .JANEIRO.
O Sor. Almeida e Albuqucrque nota que
a Irnilirain;.! de suppresso nao he. das mais
le i/es, o. faz outra* consideracoes que nao po-
demos ouvir.
O Snr. Vasconcellos declara que nao que r
faser opposicao ao govemo : o que s dse ja
beque oh ministros cumpraosuas palavras
Sequisesse f.iser oposieo iria estucaros
dicursos do nobre senador, a fim de profe-
ril-os na casa.
ola que quando os agentes ou amibos
do governoespalhavo o principio de que se
nao devia fa/er oposicao ao primeiro minis-
terio do imperador, elle orador Uvera o pra-
zer de desmenlil-os.
Jul;a que. se o nobre ministro ti ves-e de
preterir os narunaes aos estrangeiros, e nao
de aceita l-os como el les forem apparecendo,
ver-se-ha em grande? embaracos- Muito es-
tima que o nobre ministro tenha idea* to
pbilanlropicasa respeito dos Indios ; mas pe-
de-Ibes que os nao arrede dos lugares em que
e|les esto, embora os leve aos mais importan-
tes empregos pblicos.
O Sor. Hollanda Cavalcanti nj mudou
suas opinies ; mas ola que, para combatel-
as, (limpio attender a dtversidade das cir-
cunstancias.
Nao obstante deixa ao nobre senador a es-
if,norarem que se e.xtremao as funeges das collia dessas suas opinies para Cuer com el-
companhias d imperiaes marinbeiros das u:i- las opposicao.

CMARAS DOS SRS. SENADORES.
Sesso de 5 de agosto de 1840.
Presidencia do Snr. marque* de Paranapu.
Approvada acta, e lido o expediente en-
tra-se na ordem do dia.
Entra em discusso a resolucao approvando
a tenca concedida ao bri^adeiro reformado
Antonio Constantino de Olive ira.
Fallo sobre a materia os Snrs. Saturni-
no e Conde de Lapes.
A disiusso fica adiada por se achar na ca-
sa O Sor. ministro da marinia.
Entra em discusso a lei da fixaco das Cor-
eas de trra*
Approva-se sem debateos artigos 1. 2.
e'i.
Entra em discusso o artigo 4
O Snr. Vasconcellos desejara que o nobre
ministro da marinha Ibe explicasse as func-
ces dascompanliias dos imperiaes marinbei-
ros.
O Snr. Hollanda Cavalcanti (ministro da
marinba ) julga que esta instituidlo be mui-
to vantajosa marinba, e observa que o nobre
senador, cujas OfiiniOes combate, nao pode
lbe nao faltassem argumentos de homens po-
sitivos talvez a anatoma comparada depo-
*psse contra a assercao do nobre sen ador pe-
la Baha O nobre senador faz outras consi-
deraces em abono da sua opinSo,
O Snr. Costa Ferreira dizque nao lia ques-
ta'o sobre a dtversidade da raca mis da es-
pecie. Sabe que os Indios que nao morren
pela mudanca de clima, lauto as*im que
as tribus do Rio de Janeiro qae fugirao para
Vlaranho nao morrero, antes l sopor-
tarlo com muito valor no lempo da conquista
Observa que os deputado* que diss'ro
que nao convinba fazer opposicao ao primei-
ro ministerio do Imperador pertencio a mai-
oria e bum delles he o Senbor Souza
Franco.
IIeaoprovadooartigo8.com a emenda e
bem assim 09artigos9 10, 11, i,e ii, com
as emendas rindas da outra cmara.
Continua a discusso da resollueo adiada
pela ebegada do Sur ministro
Fallo sobre a materia os Snrs. Vergueiro,
Saturnino Almeida Albuquerque.
He approvada para passar a segunda dis-
cusso
Suscita-se huma questo de ordem sobre
se se deve convidar o ministro da justica pa-
ra discutir a lei das medidas de seguran-
za publica, ou das reformas do cdigo do
e le-
processo.
Quanto aos Indios, muito se apraz com O senado .lecide qne se convido para a dis-
a denominaco de pbilantropo, aqualjulga ciisso da lei das reformas do Cdigo,
muito diversa da de visionario. L'cseja inui-j O Sur. presidente d a ordem dodi
o artigo 4* e hem assim to que se elles tornem felizes e sejao civili- 1 yanta a sesso.
sados ; que para conseguir essem, be ne-! ,m
cessano ensinal-os nos lugares em que ha-
bitu e por pessoas da n:esma raca, as quaes
nao podem aprender sem sahircm lora do
clima em que babito.
O Snr. Vasconcellos nolta que o nobre
ministro cada vez se vai approximando mais
as suas opinies, de modo que por fim n o
ha ver differenca alguma.
P E 11 N A M 15 C O.
ces da artillieiii da marinha propriamente
dita. O nobre ministro mostra em que con-
siste esta diflerenca.
He approvado
sem debate, com as emendas os ailigos 5 ,
6. e 7.
Entra em discusso o artigo 8.
O Snr. Vasconcellos pede ao no'ire minis-
tro a suppresso da parte que se refere yo re-
ciutamento o que elle 01 ador nao pode fazer,
poiquanlo a lei ra por elle iniciada. Dese-
jara que ofJ'erecendo-sH a ocasio de o nobre
ministro cumplir huma pron essa, elle a cum-
prisse.
O Snr. Hollanda Cavalcanti (ministro da
rnai inli.i) principiar ugiadecendo ao nobre
senador o intnc.se que toma pela prosperida-
dedopaiz, epede ao nobre senador a per
misso de responder a algumas de suas pro-
posico proferidas em outra occasio na dis-
cusso das forcas de tena.
Referindo-se a essas proposices, observa
queogoverno respeita muito a opposicao, e condemnaJos morte. Nota que grande nu- rmonial do Cortejo q
nao quer, romo se disse, acobertar-se com o mero de Indios tem sido transportados para es- Erige de S. t. o Imperador, em o Palacio
nome de S \L porquanlo aceita toda a la corte, e noenlanto muilo poucos delles se doOoverno.
respousabelidade dus seus aclos.
C0V1MAND0 DAS ARMAS.
Expediente do dia 27 do p.
Oilicio Ao Exm. Presidente, sugeitando
Prefere a idea a sua deliberaco a reaposta do Capito F. X.
do artigo por ser mais governativa da emen- C Lins, que recusava entrar pra o Arsenal
da, e nao sabe como quem procede asaim po- de Guerra com os objtctos quedomesmo re-
de ser lido poropposionista.
cebeo, e oue dei\ou de recolber, allegando' .
1 '. .... ._._...:,!.. !..... do
Dito^Ao mesmo Exm. Snr. communi-
cando-lbe achar-se podre a parle do mastro da
bndeira la F do 15 que estava embebida
no terrapleno, e pelindo-lbe bouvesse de pas-
sar suas ordens para o elTeilo de ser o mas-
tro arrrancido corlado, e novameute finca-
do, ebem assim para que mandisse forne-
cer a mesn Porta lesa urna escaJa de de-
terminada dimeaco, para com ella se faxi-
nar as muralbas anteriores,
Dito Ao mesmo Exaa Snr transmit-
tindo-lhe o re.'iuerimento do Alfares de pri-
meira lin'ia Reformado AntoatoClemente Es-
ves de Larras, que suppUcara a S. M o Im-
perador a (iraca de levantar-lbe a reforma
que se lbe deo em t8de Julho de 18$4^ siderando-o, Ajulante do Bsquadrio numero
4 de Cavallaria Ligeira de Linlia, ou ofici-
al de urna das Compinhias do mesmo, atten-
dendo que nelle actual nenie servia que e-
ra anda moco e que estava perleramente
bom das enfermidades, que padecia quaudo
foi reformado.
Dito Ao Exm. Commandante das Armas
da Provincia do Par., coraunicanlo-lbe que
continuara a serem abonadas por esta Pro-
vincia, as consignaces que em socorro de su-
as familias dexaro quando marchars para
aquella o Teen te Coronel Manoel VJunic
'Pavares Capito Pedro IVo Velloso da Sil-.,
veira, eCirurgides mores Francisco Jos Nu-"
nes, e francisco de Paula Cavbante de Al-
buquerque.
Dito Ao Inspector da Thcsouraria, coro-
municando-llie que o Capito Antonio Ma-
noel de Aloraes de Vlesquita Pimentel tiuha
de entrar para o Cofre com a naanlta de
<){Ui7ore3, importanc|a das tres salvas de
21 tiros, que a sua custa se o (Fe rece 1 a dar
na Fortale/ado Brum sob sea interino Cota-
mando, no dia aode Agoto eai applauso a
ter S iM. O Imperador assumidu o Gorerno do
Imperio.
Dito Ao Capito A. M. de I. da M. Pi-
mentel SCentiQcando-0 do exposto no prece-
dente olcio.
Dito Ao Teen te Coronel Comm andante
Entrando em materia nota que suas opi-
Tiits acerca do recrutamento sotlrem alloma
addido al que regresse a seo destino.
Dito Ao C mu) indanie interino do ter-
ceiro Batalho de Artilheria mandando co-
brar os vencimentos atrasados do primeiro
encoutro boje. No roeamo sentido se officiou ao Coronel
Sent que nao fossem respondidas suas ob- Francisco Jos Martina.
,, .. __1 ,, 1 Cadete autillo Joao .VJauoet de Moura.
Portara Ao Coinmandante interino do ... ., ., ,
UitoAos Coinmandantes do Esquadro
e Batalho de Arti-
servacoes acerca da ixaco das torcas, as quaes Portara Ao Coinmandante interino
inodificaso 110 tocante marinha. No'qui- lez com lodo o acalamento mas que uj obs- terceiro Batalho de Ailillien, mandando je ^vallaririit^meio' i"
sera forrar ninguem ; em sua opinio lodos tante se d por satisfeito. excluir com guia depassigem pura o depo- : acerca dos venci.nent .s
esses servicos devio ser contratados e se o O Snr Carneiro de Campos fara algumas >ilo ao soldado Joaqun. Jos de i>anta An- elio J^ uue llae foro leneltiias
corpo legislativo i-oder consignar o diulieiro observaces sobre oque se uisse acerca dos na. Icom portara le do torrente
netessano, elle mador nao Jorcar ninguem. Indios. Desconfa muilo desse plano que Dita Ao lente Coronel Commandante i>rtariaAoMajor Command inte do Es-
quadro numero 4 de Liulia maudando dar
baixa d' ordem da Presidencia cou-i.nunicada
em olHco de 4 do corren le aosoldaJj Joa-
quim Ferreira de .Moura.
dem do dia 29.
Omcio Ao Pnente Coronel Iirspector
das obras publicas, etiglndo a plantada .0-
xia que se liana da fazer no quirlel dj Hj-'
picio a im de se dar principio a o jca.
dem do dia i 1.
Oficio Ao Exm. Presidente, para que
por seo intermedio solicitaste da tioversjfc
Nota a habilidade que tem os indios para o consiste em nao tiral os dos lugares em que do Deposito, aiitborisaudo-o a receber com
servico da marinba e desejara nao s em- habitu, por quanlo nenbuma utilidade ha- qassagem o soldado mencionado na precedente
pregal-os nesse servico como eleval-os a ver continuando os Indios no mesmo estado, portaua.
outra ierarchia educando-cs, fazendo com tendo a mesma vida nmade que at hoje vi- dem do da-28.
que elles apprendo em escolas de pilotagem, vem. Muilo folgou aoouvii as opinies pro- OlBcio-Ao Exm. Presidente pedindo-lhe
elc# e[C feridas pelo nobre ministro eesliinar que el- a expedicio da suas ordens, ao Coinmandan-
o'ncbre ministro observa que preferir las se ponbo em pralilica por quedo sys- ledo Vapor que acabara do obegar do Rio de
semprecs nacionaesaosestrangeuos noservi- tema seguido at boje uenliuma vantagem Janeiro, a fim de receber, e conduzr a serem
co de sua repartico, embora seja por mais se tem colbido. entregues ao Exm. Presidente do tjaraoho,
dinheiio. Depois de varias outras conside- O Snr. VascoBcellos nao acha a ocasio op- varios objectos d armamento, equipimeulo
raptes, termina declarando que est promp- porluna para eutrar na questo de saber se e fardaiiiei.to, que perlencerao ao sol-
t a dar lodasa$ejulicaces que a casajul- a raca dos Indios lie a mesma do bomem ci- dado Francisco de faua que lesceo nesta
gar ntcessarias, I >lisado. Se entrasse nesla questo talvez Provincia.


DIARIO 1>E PERNAMBCO
9

Imperial a rivalidaco-do Decmto de 3e de recessario o sobrado do roesmo Patrimonio,
Majo dr 1831 acerca da punico dos deserto- sito no largo do Collegio que se havia re-
quisitado para ser nelle collocada a Repartico
Tes de primeira e segunl deserco simples,
motivando esta exigencia em resto de conve-
niencia do ervco e i!a disciplina
Lito Ao Capito A. M. de M Pimen-
tel a{:radecend-lhp em nome da Presiden-
ti ooflererimento que fez de dar no da ao
do torrente a sua cui la as tres salvas de Arti-
Iheria'deai tiros, e de lazer a illuminaco
da Fortaleza nosdius 19 ao eai.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do ia 3i de Agosto pp
Officio Ao Exm. Presidente da Provin-
cia informando o requerimento de Joo Jo:
Ferreia da Costa.
Dito Informando o requerimento do Co-
ronel Francisco Jos Martins pedindo o paga-
mento da gralificacao de 3oU rs. mensaes pe-
lo lempo que esteve de Commandante da
llha de Fernando de Noronha.
Dito Ao Contador da Thesouraria das
Unidas Provinciaes dando-lhe os esclareci-
nsenlos que pedio em sen officio ile 7 de Ju-
llio findo a resucito do Proessor Publico de
Primeiras Letras do bairro de Sanio Antonio,
Manoel Antonio Monteiro de Andrade.
dem dodia i'do rorrente.
Portara Ao Collector de Diversas Ren-
das do Municipio do Brejo prevenindo-o de
quedevia enviar logo a importancia da guia
que remetteo com o seo officio de rdeJullio
ultimo ou o recibo do Prefeito da Comarca
ti quem a entregou com os livros e mais
papis relativos a fim de seren liquidadas as
suascontas, dando lo;;o aulorisaio a qual-
quer pessoa para tomar conta dos Livros per-
tencentes ao torrente auno financeiro pois
3ue quando pelo estado da sua saude nao po-
esse vir pessoa 1 me rite ludo islo noadmit-
tia maior demora.
dem do dia 3.
Othcio Ao Inspector da Tliezouraria das
Pendas Provinciaes para dar as suas ordens
^ ao Tbesoureiro da mesma Repartico para vir
recebar no dia seguinte a prestacio de
la:5coU rs. perteuceute aororrente mez
Dito Aolnsjeclor das Obras Publicas
significando-lhe que constando do termo de
echada enviado pelo Fiscal da Freguezia da
Poa-Visla ao Procurador Fiscal da Thesoura-
ria que a Capella do sitio dos Coelhos ,
proprio Nacional se acba arruinada e a-
xneacando estrago, e acbando-se por isso com-
prebendida na Posturas da Cmara Al un ci-
pa I que determina em t.es termos a demo-
lico do edificio e tendo-se para isso maree-
do no mesmo termo o praso de i das llie
pedia para que se cncarregasst de mandar li-
sera referida demolicao e juntamente da
do Correio.
Portara Mandando abonar ao Tbesou-
reiro da Fasmda na conta do exeretcio do
correte armo financeiro a quanlia de -o:oooU
de reis em Notas remettida pela Barca de
Vapor Paraense a Thesouraria da Fazenda da
Provincia do Maranlio.
DitaAo Encarregado da Contabjdade
Militar participando-lbe que tendo sido or-
denado ao Collector do Municipio de Goianna
que entregsse por conta dos rendimeutos a
seu cargo as quantias que Ihe pedisse o res-
pe livo Prefeito para pagamento do Destaca-
mento de Guardas Nacionues exigiudo reci-
bo para Ihe ser loado em conta na entrada
dos inesraos rendimeutos para o cofre e ha-
vendo o mesmo Collector feito a entrega da
a naco Portuguesa nao recuar nlTrontar, pe-
la sua liberdade, o despotismo ignobil de meia
duzia de homens a quemchamt aventurei-
ros ; e queja mais Mana II ser rain lia ab-
soluta de Portugal.
Segundo o mesmo Nacional havia-se de- j
signado o dia a5 de Agosto para o addiamen- ] ze
todas Cortes e a suspenso das girantias.
Havia boatos de que os Ministros tinhao
conferencias quase continuas e que se no-
lava grande movimento entre os seus apani-
guados ; que se eslava redi;:ndo um Decreto
fiara a suspenso da liberdade de imprensa
ogo que se fechassem as Cortes ; e que as
listas de proscripeo estavad preparadas.
Em um arraial de Selubal no dia 16 de Ju-
llio tinha-se dado vivas a Bair.lu absoluta.
O Visconde da Carreira encarregado de
negocios da Bamba havia chegado Boma e
entregue uas credeneiaes ao Cardeal Lam-
aredirm e estas se retiraram logo que as"
em debito ao mesmo Prefeito.
quantii de4'5Ui5o reis, fizesse carregala bruschini secretario de Estado ; eesperava-
se que ficando a Corle de Boma de accordo
com a de Lisboa sobre assumptos religiosos .
seria logo U. Mar a reconbecida por ella como
ii linha legitima de Portugal.
Do artigo donde tiramos este trecho le-
mos que o Infante D, Sebastin era esperado
na capital de Roma procedente de aples,
Diversas Reparticocs
CORREIO.
O Paquete Inglez Magnet recebe as malas
para a Babia e Rio de Janeiro hoje (la) pelas com tencao de embarcar-se para Barcelona:
como tambem que o Papa se rchava bastan-
te (lente.
Era Portugal conlinuava a apparecer de
?inda de materiaes, enviando a Tiiesouraria a
conta das despezas que se fizessem para por
alia ser paga.
Portara Ao Tbesoureiro da Fazenda
para entregar ao Tbesoureiro da Thesouraria
das Rendas Provinciaes por conta da consig-
naco de i5o 000U de reis marcada na Le do
orcamento actualmente em execuco, a quan-
tia de la 000U de reis da prestacfo do crren-
te mez.
dem do dia 4.
Officio Ao Exm. Presidente da Provin-
cia aecusando a recepcao do seu officio de 22
de Agosto prximo passado que acompanbou
OB Actos Legislativos Gemes deN. 97 a 108 ,
collecco das Decisoes do Governo de N.
187 a io5 f e os Leemos e Regulamenlus
do mesmo Goverr.o n. 38 a 4o e de 4a a 4y.
todos publicadas no correte anuo e as De-
cisoes do Governo de n. 17a a 1&4 publica-
dos em o anuo passado.
Dito Ao Inspector da Thesouraria da
Fasenda da Provincia do Maranlio commu-
nicando-lhe a remessa de 'jorooo de reis em
Notas do JNovo Padro pala Barca de Vapor
Paraense, para occorrer as despezas da mesma
'Cbesouraria.
Dito Ao Administrador da Meza do Con-
sulado dizendo-lhe que mandando o reg-
lamento Provincial de 3i do mez p. p inclu-
so por copia ao mesmo officio, que o Imposto
de 40 res por libra de tabaco fabricado, de
4oo reis por arroba do nao fabricado e de
.100 reis por milheiro de charutos deconsum-
mo, seja arrecadado porta d'Alfandega ,
iazendo-se entrada de todos os ditos gneros
qne se importaren, e nao forem da produc-
ido, e fabrico da Provincia, cumpre que
d ora un diente considere os meamos gneros
iomo perlencenles y lelenda AI bodega en-
5 horas da tarde.
PREFEITRA.
Parte do dia 11 de Setembro de 1840.
Illm. e Exm. Snr. Partecipo a V. Ex.
que das partes hoje recebidas consta que hon-
tcm nao occorreo novidade.
Edita 1..
Rento de Barros Falcfo de Lacerb Fiscal
do bairro da Boa-Vista em virtude da
Lei etc.
Faz saber a quem convier que da data
r]pte em diante o leite ser vendido ao Pu-
blico do m.'smo bairro ondes^mpre foi cos-
tme vender-se | e para evitar os continuados
abusos de falsificacao que lia no mesmo leite ,
e possa com mais nctividade Fiscalizar as fal-
sificacSes dos infractores das Posturas Mu-
nicipaes previne aos Srs. qne manda com-
prar leite por seus escravos que os
irohihaG de hirem compral-o as estradas do
^Maogninho, e Soledade, como presente-
mente praticaS por isso que o leite tem dei-
xado de ser vendido no lugar a cima mencio-
nado por terem sido os infractores multa-
dos pois, que com mais impunico falsifi-
c*5 as estradas, para escaparen das pesqui-
sas aonde cora mais facilidade o fazein.
novo as guerrilbas.
Successos ue Macao.
Pelas folhasda India ltimamente recebidas
viemos no conliecim-ut de occorrencias im-
portantes de Macao que se denrebendem di
correspondencia entre o Governador daquello
Estaheilecimento Adri Accacio daSilveira
Pinto e o Inglez II. '?milh comman.Unte das
toreas navaes Britannicas nos mares da Chi-
na.
Os fados de Abril de 1H0 sao emtudosi-
milliantes aos de Setembro de 1808. Nesta
epocba apresentou-se o Almirante Drury de-
fronte de Vlac;o com ordens de Lord Minto
(Govemador de Bengala) ara introdu'.ir tro-
pas Ingle/as dentro da cid ule a pretexto de
defender o nosso estaheilecimento contra so-
nbidas aggressoes dos Franoezes com os quaes
ento estavamosem guerra mis com o ver-
dadeiro (im de se apoderarem dessa rica feito-
ria e arvoraram o estandarte dos Leopardos
no logar das Lusitanas quinas.
O Govemador que ento se acbay 1 em Ma-
cao por nome Bernardo Aleixo siislenton a
honra e a dignidade da rucio Portuguesa com
a maior energa >- e muit > fblgamofl em dar
Toda aquella pessoa que nao almocar por Iag0ra os devidos elogios ao Govemador Acca-
o Vite estar falsificado nao se queixe do Fis- c0 e ao leal e nobre senado de iVlac.io que
cal, esim de seus escravos. E para queiche- llantos ttulos adquirirara ao recon'necimento
gue a noticia a lodos e nao alleguem igno- da patria faceodo sahir do Porto m manila de
5 de l'evt-reiro a Corveta Ingle/.a Hyaciulh ,
aulhoridades Portuguezas aflian-aram achar-
se habilitadas para concluir o negocio livre-
mer.te e segundo os preceitos da justica e
da raso.
Esta contemplaco para com os Portngue-
zes por parte de um povo que alcunham de
brbaro contrasta singularmente com a inso-
lencia e a perversidade dos Ministros Britan-
nicos que se ineuleam eminentemente civilisa-
doj. Da parte do Governo celestial encon-
tram os Porluguezes circumspecco deferen-
cia e equidade e'no gabinete deS. James
tem um iuimigo sanbudo: iaiplacavet e des-
leal.
Oxal que o Govemador e o leal Senado
continuem a encontrar forcas para debellar
e*ses attaques que lera por fim expulsar-nos
da China. Em |6>2 tendo Vlacao apenas oi-
lenta Portuguezes ealguns cafres foi attacado
por 800 Hollandezes e a historia diz que
estes deixaram estn lidos 5oo morios e 100
priioneiros fugindo o resto que deixou em
nosso poder 8 bandeiras armas e bagagens.
J nessa epocha os nossos fiis alliados di (ir
Bretanha possuiam ossentimentos que actual-
mente os animara os Hollandezes pedir n ,
antes de desembarcar auxilio a dous navios
Inglezes surtos na baha estes nao duvida-
vim mis pediam o fructo de todo o saque
Esta exigencia foi rejeitada como excessia e
por isso deixaram os Hollandezes de ser re-
forcados Os Porlugue/.es d 18 \o podem i-
gualar os seus gloriosos antepasados --o he-
rosmo dos Alcoforado e a constancia dos Ar-
riaga bao de estmular-lhe os bros e for
lalecel-os jio combate contra os oppressore
do unirerno. Os Guias nao sero expecta-
dores ociosos de nossas gentilezas elles voa-
r; em nosso soccorro e unidos com esses ai-
liados conseguiremos conservar Macao a des-
peito de todos os exi'orcos dos Inglezes.
Outroqudlquer Ministerio que nao fosse o
de S de ovembro apprajBar-se-ia em ga-
lardoar o Governador e o Senado que to ben
se houveram n'uma crise de tanta magnitude.
E" natural comtud que depois de consultado
o orculo Detector o Governidor Accacio sej
demittido e o Senado speramente repre-
hendido por ter ousado levantar a fronte eui
presenc* dos Inglezes quando no continen-
te Europeu os Ministros Portuguezes e seus
commissirios do parlamento se prostram ante
elles com j seus humildes escravjs -- a lal es-
tado nos vemos reduzidos ?
rancia mande publicar o presente pelo pre-
lo. Bairro da Boa-Vista 10 de Setembro de
1840.
Bento de Barros Falcao de Lacerda,
Administraco do Patrimonio dos Oifos.
Pcran'e a Administraco do Patrimonio dos
que all havia entrado sem licenca.
A mesma perfidia a mesma m f com que
o Almir >n(e Drury fundamentava as suas pre-
tencesse nota as expressoes do Ingle/. Smith
Sem atlender ao compromettimento em que
incorreu agovemanca de Maco sustentando
Orlaos se ho de arremaltar a quem rnas der I strica neutralidade n'uma guerra contra a
nos das, 12,16 e 19 do correte mez as rendas nossa antiga e fiel alliada a naco Chine/a,
das cazas nmeros 4 no largo do Hospital do que desde o auno de 1557 nos distingui com
Paraso, 10 elina ra de S. Cunalo do i.vores e privilegios nao concedidos a naco
bairro da Boavisla 5o na ra do Codorniz alguma sem ponderar os resultados da sin
do bairro do Recife, 55 e 5o na ra do A- (contravengan aos arranjos existentes ntreos
monm 57 58 $g (io, 61 e 64 na Portugueses de Maco e as autlmndades do
ra do Azeite de Pexe 66 e 67 na ra da celestial Imperio pretenda fazer entrar na
Cacimba (8 etp na ra do Burgos 72 na ienieada de Vlaco um navio de guerra da sua
lo Vi-"- "
fiadores.
Salla das Sesses da Administtraco do
Patrimonio dos Orlaos lodeSetemoro i?40-
J M. da Cruz,
Escri plorarlo*
nio dos Orlaos paiinn-ando-lhe nao ser mus se"u'"^ D [*\ das astuadas contra o que a-
margaoieiite clama o JNacional di/endo que
que lauavain as suas promesa
K7 e fe8 na ra da Cruz 91, 92, oi e 94 em j Os poneos Inglezes residentes em Maco
bore portas : as pessoas que se propuserem a I seriara recolhidos bordo da corveta que se
arremattal-as podero comparecer nos indi-Taiia ao largo e cinco mil subditos Portu-
ados das as 4 horas da tarde na casa das guezes seriara abandonados como OS emigra-
Sesses da me.ma Administraco craseos dos de Quiberon ao justo resenlimenlo "ios
Mandarina. Felizmente a providencia dispoz
de outra sorle. A decso e firraesa dos habi-
tantes de Macao resolvidos a defender a inte-
gridade do seu territorio con'.ra urna aggre^so
iniqua atemoiisou o commandante ngiez e o
conyenceu da inutilidade de sua tentativa.
Retiiou-se pois e pelo em quanto podemos
alliancar que a bandeira Portugueza anda
trmula nos muros dessa cidade nossa edific-
da nos confins do mundo.
Quem examinar os documentos que em lo-
gar competente vo transcriptos nao deixara
ue reconliecer a par da indignidade do com-
portainenlo do actual Govern j inglez a boa
l e mignanimidade com que os Chinas pro-
cedern! para com os seus liis Portu"ueze
nesta melindrosa cnse. Forcas impertaes
e acliavain em marcha para o nosso estable-
cimenlo e outras j estavam postadas junto do
Payode da Barra porera aquellas uopro-
Noticias Estrarigeiras.
PORTUGAL.
Recebemos o Nacional al 8 do pp. Ajtos-
d
e dee vemos que Portugal nao goza
5a paz duradoura ; ijos os partidos coat-
mero as
Correspondencia entre o Governo e Leal
Senado de Maco e o Comra nielante
dos Navios de S. M. na China.
Primeiro officio da Commandante di Fragata
de S. VI, Britanuica Volag-----ao Illus-
trissirao Governador desia CiJe.
A bordo do Navio de S. M. Volage
Rada de Maco 4 de Fevereiro de 1840.
Senlior. Nao me exforcarei de oceultar a
V Exc que o Edicto atroz, ltimamente pro-
mulgado pelas aulhoriiaJes Cliiuezas e
poslado pelas muralhas de Maco lera cau-
sado sjnsideravel anciedade e susto com-
munidade Brilannica residindo ali e como
vos estis bem cerlo que eu estou era gran-
des responsabilidades sobre a prolecco das
vi Jas e propriedades .Jos subiitos brilanui-
cos tenho julgido necessario d.i minlii par-
le nesta crise inoraentosa de m >ver um dos
navios de S M. pira dentro do l'orto. Urna
psico que nao s dar iuteiri prolecco a
elles, mas um logtf de relugio no caso de
necessilide. Co'iio o navio de S. \l. entra
no porto com neuhumas intences hoslis es-
tou psrsuadido ijue esta medid i reforcar as
mos de V. Exc. pira mauler stricta neutra-
lidade a qual estou persuadido que vos que-
ris conservar.
Tenho a honra de ser com todo o rspeito
De V. Exc o mais obediente e li.imide ser-
vo Assignado H Sinit'.i, Cipito Con-
mandante dos Naviosde S. >1. na China. --
Na maigein esquerda. AS. Exc. o Sr. A-
d io Accacio da Silveira Pinto etc etc. etc.
Resposta ao 1. ofidio do Comraandanle.
Illm. Sr. Em quanto eu uo convoc- o
Senado que conjunctamente coraigo a Au-
tlioridade legal para decidir sobre objeclos po-
lticos declaro a V. S. que nao poderei
deixar de tomar como um acto de declarada
hostilidade contra o Governo de S. Magosta-
de Fidelissiraa a entrada da Corveta Uebai-
xo do seu commando uo Parto desta Cidade ,
por isso que tal enirada tem sido sempre pro-
hibida e V. S. nao tem inslrucjes do seu
governo para atacar direitos anti luissnnos ,
bem conhecidos delle sendo que em lempo
algum nem no lempo do Almirante Drury ,
navio algum de Guerra enlrou no Porto de
Maco. Protesto por tinto contra V. S. pelos
1 csultados que se bao de seguir desle psssoda-x


i
n T a R I O DE PRRNAMRCCO
un
do por V. S. sem justificado motivo sendo
que em dias de Novembro passado V. S. pen-
sava .hem dilTerenlemente como bei-defa-
ser conhecer ao governo da Gra-Bretanha e
ao de S. Magestade Fidelissima.
Dos gnarde a V. S. Maco 4 de Fevereiro
de 184o.Illm. Sr. H. Smith, Comman-
dante das Forgas Martimas de S. M B. nes-
tes mares. ( Assignado ) Adrio Accacio da
5ilveira Pinto.
Segundo oficiodo mesmo Commandante.
O Navio de S. Al. Volage Rada de
Maco 4 de Fevereiro de 1840. Senhor.
Tenho a honra de accusar o recebimento da
Tossa carta desta data e peco licenca para
Serguntara V, Exe. se estis inclinado para
ar proteccao aos subditos de S. M. B. ago-
ra residentes sob a Bandeira de Portugal ou
se vos permillireis que elles sejam incommo-
dados do modo como o tem sido neses ulti-
inos seis me/es Se V. Exc, quer ter a bon-
dade de dizer de prompto que nao podis
dar a uecessaria proteccao e desejais que a
Communidade Britanniea- se retire de Maco ,
o navio de S. M. B. immediatamente saldr
do Porto e nao perderei lempo em fazer os
vossos senlimentos conhecidos aos meu- com-
patriotas
Tenho a honra de ser com todo o respeito.
De V. Exc. o mais obediente e humilde ser-
vo. ( Assignado ) H. Sm th Capito Com-
manilante dos Navios deS. M. ua China ,
na margem esquerda.AS. Exc. o Sr. A-
drio Accacio da Silveira Pinto.
Resposta aei. offieio do commandante
Illm. Sr. Com a clareza que deve res-
ponder um Representante do Governo de
S. M. Fidelissima ne.le Paiz respondo aos
quesitos do segundo officio de V. S. nesta
data.
Este Estabeleciroento hem differentede to-
das as outras Possessoes de S Magestade Fi-
delissima so em casos particulares pode con-
sentir no sen seio estrangeitos e urna simples
tolerancia nao pode servir de arg.imenlo a S.
S. para expr o mesmo Estabelecimeuto s
horrorosas eonsequeneias queo ameacara; nao
tem os subditos Ingiezes em as diversas occa-
sies d'apuro em que se tem visto por si mes-
mo largado o ''ais pira bordo dos leus Na-
vios e isto nao obstante a decidida protecgo
que todas viam eu .uva deliberado a pres-
tar-lhe conforme as nimbas (breas? E cer-
to e nem um que seja Cavalbeiro ousar ri-
galo ; mas porque o i'.eram ? E at em urna
occasio por insinuaco do (Superintendente
do Commercio Britannico na China e em
Por ultimo assevero a V. S. que o passoio* amanes de Loteras a compraren o* h- grande caz. pelasui localidale eimmcn.
a que alludo dado por V. S. lo hostil aos Hieles da primeira parte da i/.* Lotera do so terreno que p.xsue ; os x os sao pioprios ,
Porluguezes como aos Ingiezes. I mesmo Seminario, (cujas rodas anlao impre- a quem convter aiind.ine.
Dos guarde a V. S. Alacio Casa da Ca- terivelmente nodia r2 de8bi*)que se acha a ssr Quem annunciou (querer comprar du-
mara 4 de Fevereiro de l84o. Illm. Sr. H. venda no Bairrodi Reoife, ra da Cideaa, na as a quatro libras de tartaruga para pentes -,
Samitb Commandante dos Navios de S. M. loja de cambio do Sr. Vieira ; em S. Antonia dirija-se a ra da Madre de Deus Loje do
B. ne>te mar.O Governador Adrio Acca-
cio da Silveira Pinto.
Protesto.
O Governador, e o Leal Senado surpreen-
didos pelo Cacto, pouco praticado, pelo Ca-
pito Smith Commandante da Fragata
Vollage deS. M. Brit.tnuica em fazer eu-
trar dentro deste Porto de Maco, a Crve-
la Hyacinth nao ignorando e devendo
saber que tal entrada vedada a todas as Em-
barcacoes que nao sejam do commercio Por-
tuguez, ou hespanhol de Manilla por virtu-
de dos regulameulos peculiares desle Estabe-
lacimenlo regulados por anlijuissimos tra-
ctados com o Imperador da China ; entrada
esta, que accarreta o compromettimenlo desta
Cidade e que mesmo quando a Inglaterra es-
tivesse em guerra aberta com a China nao
podia tal fazer ; rpzultando d'ahi que o dilo
Commandante obrou tal acto por proprio ar-
bitrio o que j mais pode ser do agrado de
S. M. B. intima aliada de Sua Magestade
Fidelissima; possuid portanlo a Govemanea
desta Cidade do raaior sentimento julga do
seu dever, e para manter a dignidade, eodi-
reito da Naqo Portugueza nesle Paiz e af-
fastaras responsabilidades, que urna tal en-
trada accarreta se acaso se consentir que el-
la se conservo no Porto protestar como por
este sollemneraenle protesta por lodos os re-
sultados, que d tal procedimento pode seguir-
se pelos compromt-llimentos em que poe
aos Portugueses cota o Governo China pe-
la suspenco do commercio e dos vveres com
prejuizo dos Nacionae?, e dos Estrangeiros, e
dos mesmos Ingiezes nao prescriptos que a-
qui se acliain debaixo da proteccao d; Gover-
no l'orlugutz ; e por torios os mais tristes re-
sultados que se podem prover. E nao poden-
do um tal comportuinento do dito Comman-
dante olbar-se, seno como um comporta--
ment hostil, e dirigido contra o bem-estar
dos Porluguezes na China ; procedimento .
que mesmo sob o litulo de proteccao qual
que se apparenlou ser a de 1818, uo pode ser
colinda; procedimento tendente pelos seus
efTeilo* a perturbar a neutrilidide, quo a Go-
vernaiiea leiu querido manter por todos estes
motivos protesta a Governan?a em nome de
Sua Magestade Fidellissima solemnemente
contra o referido procedimento do dito Cm-
outra pela propria insinuaco de S. S. ? Foi / mandante e contra lodos os resultados pre-
sem duvida pelo conhecimento exacto de pe- sen tes, e futuros; damno-, perda* e preiui-
cuharidade do Estabeleciment, aoude tudo
quanto. vvente pereceria seos Chinas nos
lirassem os meios de subsistencia e isto sem
fallar anda as concordatas havidas entre o
Governo Chine/., e o de Sua Magestade Fide-
lissima concordatas bein conhecidas do Go-
verno Britannico e tanto que Navio algum
da sua Naci j mais entrou no r'orlo que
nao tosse pui uecessidade reconhecida de re-
paro.
Exijo eu como Representante do Governo
deSua Msgestade nesle Pais que V. >. faca
logo sabir do Porto a Coverta IIyacinth de-
baixo do seu commando e sem deigar de as-
segurar que darei a proteccao que estiver ao
meu alcance aos subditos de S. M. Britanni-
ea nao insistir! que elles fiqnem nesta Ci-
dade, se nao a julgarem t naciente (_o que alias)
seria muito necessai 10 para socego du Cidade ,
por quantu nao e consentido que se violem os
tratados que nos ligam ao Imperio da Ctiina
queeu bei-de susleutar aslrita neutralidade ,
que V. S falla em o primeiro oiiicto. As
circunstancias sao melindrosas sobre V. 6.
recahira o peso da tuoime responsabilidade
que tem accarretado pelo passo precipitado por
V. S. dado em opposico s Leis que regem
esle Eslabelecimenlo.
Esta escripia no Leal Senado aonde me
acho reunido com os Membros que o compe,
para juntos deliberarmos. V. S. apona os
incommodos que lem suflrido os poucos sub-
ditos Britannico aqui residentes e nao pon-
dera as graves perdas e grand s soflrimentos
que lem pesado sobre cinco mil habitantes
Porluguezes para sustentar a amisade que os
liga aos Ingle.ea:' O commercio completamen-
te stagnado depois da rolla do Superienlen-
dente e o trabalbo que lem pesado sobre os
soldados 1 ortuguezes para velar pelo bem
estar dos Ingiezes dsveriam merecer a V. S.
aiguma contemptaco se que j se nao le-
coida das txpressoes (ue a verdade lem ieito
produzir. Esta Goveauauca i'ai plenle ao
mundo inteiro ludo quanto se lem passado
nesles ltimos nove mezes e eai segura de
que o mundo uUuro itie la.ru a uiicu que
prej
zos pblicos e particulares e por tudo o
mais ,' a que directa e indirectamente um tal
facto arbitrario e impoltico tiver dado mo-
tivo, e causa; e finalmente protesta contra to-
dos que para tal laclo tiverem concorrido
E para que este Protesto possj produzir os de-
vdos eiieitos, ser intimado, coumonicand-o
olli ialmente tanto ao dilo Commandante ,
eono ao Superiteudeute do Commercio Bri-
tannico na China:
Feilo e expendido* em Sesso do Leal Se-
nado do Santo Socne de Dos de Maco sob
o sello d. mesmo, aos 4 de Fevereiro de i 14
Eu Jos Joaquim Barros Escrivo da Cunara
e Fazenda que o fiz escrever e sobserevi
( assignados ) O Governador Adrio Accacio
da Silveira Pinto Mauoel Goncalves da
SilvaJoo Jos Vieira Jos Bernardo
Guiarle Francisco Antonio Seabra ---
Fraucisco Jos de faina Jos Viceule Jorge.
Edilal.
O Leal Senado nao pode deixar de fazer
publico para conhecimento de lodos os habi-
tantes de Maco que leudo entrado no Por-
to desta Cidaile a Crvela de S M Britanniea
11 y icintli sem consentimeuto desta Governan-
ica; o Governador e o mesmo Leal Senado tem
proiedido sobre um to inaudito caso como a
poltica e o dever exijiam e esperando que as
medidas adoptadas produziram o necessario
efTeilo, convida a lodos os habitantes a ton -
:servarem-se pacficos e que Ihe pieslem to-
da a sua couhaaca na certeza de que hade
proceder em tal caso como a honra Nacional ,
e o seu dever requererem. O que pira ciie-
gar noticia de todos se allixa o presente. Ma-
co em Sesso de 4 de Fevereiro de 184o. Eu
Jos Joaqntm Barros h^criro da Cmara e
Fazenda que o fiz escrever e sobserevi.
Silveira Pinto Silva Vieira Guiarle
Seabra Paita Jorge.
No seu terxeiro offi io o Commanuaute In-
gles declarou que >i> nandar retirara corveta
na mauha de 3 de Feveieiro.
[Do Nacional de a7 da Julho.J
LOTERA DO SCMLN'aIO.
O Rettor do Seminario d linda conviJa
loj
na ra do Cabug, loja do Sr. Bandeira ; na Cunha.
Boa-Vista defronte da Matriz, botica do Sr.
Joaquim Jos Moreira.
LOTERA du tiieytro.
Os Bilhetes da i,*8 parte da 4' Lotera.
cujas rodas and lo imprelerivelmente no dia,
i do corrente acho-se avenda as Lojas dos
Snrs. Manoel GoncaUez da Sl Cambista em a ra da Cadea no Bairro do
Iv'eife e no de Santo Antonio as dos Snrs.
Basto e Costa ni Pracinha do Livrameuto e
Manoel Alves Guerra na ra Nova.
COLLEGIO DA. BOA-VISTA.
ri'.MiiDn k Dimr.ino
Por D. Anglica Fuaslini de Siqueira Wyatt.
A Directora tenda residido alguns annos
em Franca e Inglaterra tem estabeleseido
nesta Cidade segundo o systema Europeo ,
lium Collegio para instruceo de meninas ,
as seguintes ciencias Ler Escrever A-
rithmetica Geographia. a Gnmmalica Ppr-
luguer.a a liogoa Francesa e Inglesa Co-
ser Bordar, Marcar &c.
O Collegio admite Pensionistas, meias
Pensionistas e Discipulas externas
O Collegio tem Prol'essores do Aluzica, De-
zcnlio e D'iim.
O mez de cada Allumna umi vez come-
cdo he sempre devido inda que seja reti-
rad i do Collegio.
As Pensionistas s podero sabir do Colle-
gio nos Domingos e Jis Santos por pedido
de seos Fais ou Tutores e extraordinaria-.
mente com licenca di Directora em recom-
pensa de SU9 aplicaco e b >a conducta.
Fora dos Domingos e Dias Santos a Di-
rectora nao concede Ferias,
A lavagem e engomado da roupa das Pen-
sionistas ser feita em su as cazas ; igualmente
se Tara no mesmo Collegio convencionado
com a Directora. A Directora espera da Eu-
ropa com hrevi bule huma Senbora de aba-
lizados conbeciinentOS para coadjuvala nos
trabalhos do Collegio.
Para maior informadles dirija-se ao i.
andar das cazas do S ir. Joo Baptista Na-
varro ; confronte a Matriz da Boa-vista.
THEATRO.
Domingo 13 do orrente, a Beneficio de
Jos Francisco de Almeida muzico do mes-
mo Theatro. Depois que prol'essores di or-
chestra tiverem dezempeuliado a overtura de-
nominada G vZ\ LADilA. Dar prin-
ci()io o divi rtimento com a reprezeutapo da
mnilo sublime Peca nov?i intitulada MA-
RA USADA MANTE, OU A GUERBE1-
BA INVENCIVEL. No fim do sacto o
Sur. Antonio francisco de S. Tiago : Muzi-
co do i. liatalbio de Guardas Nacionaes ,
em obzequio ao beneficiado contar huma lin-
da Cavatina da Opera de Elizia Claudo,
No fim CAXUXA -- Rematando todo o diverti-
mento com a muito aplaudida farpa A RA-
TOEIRA DE AMOR -- A peca ser ornada
com Banda de Msica Militar, e toques de
Ciarim. E' este o divertiraento que lem es-
collado o Beneficiado para aprezentar a huin
publicoo benigno e generozo : aquem por
mais de huma vez o tem prodigalizido.
ESTABELECIMEN TO DE CAR1DADE.
Aroanhitrese do corrente mez celebra-se o
anniversario do Grande Hospital da Car ida-
t^> Na ra Jda Penha no fundo do livra-
mento ha urna senliora que se propoem a to-
mar Criancas om Jamt para se criir com.
leile e tambem areceba os que nao tiverem
ama para se acabar de criar com lodo mimo ,
e amor.
saT Arrenda-se o sitio da capelinhi do
Mondego com grande casa de vivenda bs-
tanle arvores de fruco e plantacao de capim}
a tratar no mesmo at to horas da manha.
S2J" Na ra das cruzes venda 0. ) existe
urna caria para o Illm. Sor. Doulor Jos"
Eustaquio (Jomes e outra para o Sur. Jos
Joaquim de Brito.
X3T A lirma commercial de Jones & EJ-
Wards foi extinta e.n 5o de Junlio ultimo,
e suas transacoes conlinui do i. de Julho
em diante debaixo da firma de Jones Patn
& C.
isr Aluga-sc oi. andir'di5. casa
do lalo direito da rui d'Apollo ,no porto das
canoas com suficientes com no 1 is p ira fami-
lia muito arejada COtinha fra quem
apsetender dirija-se ao 3. andar do raesmi
sobrado.
S2y Da-se quatro oentos mil reis a pre-
mio de dois por cento ao mez com hypoteoa
em um caza quem a pretender ; dinja-sea
ra V'elhi D 5a.
t3F" Olferece-se para caieiro de venda, ou.
laja, um Portugus de dade i6a 18 an-
nos ; quem o pretender annuucie.
SS^ Da-se apieauo um cont de reis por
umauuo com las firmas ou ipotlieca-seem
casas 11 11 Cidide : na ra estrella do Rosa-
rio l> a.
iy Um ra >as portugus se olTorece para
caixeirode ra ou dearmizem deassilcar;
presta fiador a sua conducta : quem precisar
annuncie.
tgr O abaixo assignado esolarece ao Sr.
Jos Alfonso Rigueira que a caza de que
trata o annuncio do Diario de 4 do corrente
junto a oliria dentro da proprieiade oude
mora o Sr. Ignacio Alves da Silva Santos e
nao na ra cono o mesmo Sr. entendeo e
que esta caza perlence dos beus Inventariados
da Testadora Franci^ci da Rocn Beserra ,
de (|uem o mencionad! Silva Suitos Testa-
ment'-iro e Inveut triante e o aununciantd
bastante Procurador de diversos coherdeirot,
e a vista pois do expendido julga o innuuci-
ante nao poder jamis cinl'un lir-se tal pre-
dio com o que de posse e dominio doSr.
Rigueira.
Joaquim Manoel de Cistro.
tSf Quem quiser comprar a casa de sobra-
do no beca d 3 > ilel D 6 falle a JoSo V.
de Azevedo n > ru i Direita D. 4 i: e tama mi
se bypJtliec por um cont de reis a premio la
um e meio por cento oque tambem sti trtU
com o mesmo sujeito.
S2T OlFerecesse bu ni m lber para ama de
casa de borne n solteiro ou vinvo servindj
de portas para dentro ; quem da mesma par-
cisar quena irigir-se a rui de S. Jos casi
. 99.
S39" Quem quizer comprar urna preta do
idade de i 1 a ai anuos, com bonita figura ,
dirija-se a ra estreita do R u irio i 1 no
primeiro andar que se dir o motivo pirqu1;
e vende.
-----Cjuera tiver empenhado em seo poder
um relogiode algibeira pela mi do fallecido
Capito Manoel Francisco da Costa Lobo ,
dirij.i-sea ruado Arago D. J7, qne ah re-
cebera oque tiver dado pela tno da fiuva do
dito fallecido.
ur Um Portugus seolferece para caitei-
ro 'te loja de lerragem ou miudfsaj, pois
de. Todo o dia e a noite a entrada be franca, tem disso bastante pratici ; quem do mesmo
precisar annuncie a sua moraiia por esta fo-
A.VHOS llVttlV)U>.T>
Abaixo assignado deixou de ser
caxeiro de Joa Cadozo Dures desde o dia
io ile Setembro de'irt(o.
Jos Antonio Lopes da Silva.
tSt' OiTerece-se um rapas Portugus de
iS annos de idade, para caxeiro de ra, ou
armazem e sendo em caza a onde possa ap-
|)licar-se a eseripturaca tanto milhor ; o qual
d fiador a sua eondueti quem o pretender .
annuncie para ser procurado
t3T Pretisa-se de urna uegra com muito ,
e b'im leile ; quem a tiver e quiter allug ir;
dirija-se a camboa do Carmo D. 8.
mr Para pigamento de urna divida ven
de-se ou ilc-ijii'ji j.11 a divida permuta-
se urna grande propn;lacle de caza nesta
Praca ptima pata sobre ella 1* eiifi:ar am 1
Iba
-----Na ra do Queimado casa D. 7 ,
vendem-se duas negrinUas de idade dedose
a quatorze annos assiua como dois moleuuc*
da mesma idade.
-----Um rapaz brasileiro d boa conducta
e com pralica de caiieiro de ra bastante*
desembarazado e saliendo bem ler escrever"
econtar, ofterece-se para a mesma occupi-
co a qualquer Senhor que delle precisar ,
annunciando por esta sua ci.u para
ser procurado
- Precisa-se alugar urna casa terrea :
quem a tiver annuncie.
-----T1asji.1ss.1-se a chave de urna lojasiti
na ra Im-uu co nprando-se a armaco qtle1
nella existo qual vende-se por preco v.n->
modo ; os perteu lentes dinjad-se a roa &}* i
lejadfrrrageis D. ti.


DIARIO DE PERNAM&UCO
5sy Precisa-e de um cont de reis a pre-
mio, por espaco 'le un auno, dan bv potinca predios j quem quiser dar aii-
uuncie.
t9" Prrcisa-sp de uma imt pira todo o
servico de tima casa de familia; no hpco da
viraco sobrado de varanda de ferro defronle-
das catacumbas de S. Pedro.
ts&" Precisa-se de urna casa terrea ou um
indar eie sobrado em qualquer ra do bairro
de S. Antonio que o seu aluguel nao exceda
de ii.ooo-, na camboa do Carmo D. lo ou
annuncie.
W Quem precisar de um menino de ida-
de 14 para i5 anuos para caixeiro de padara
ou para outra qualquer couza menos para
venda ou Inja por nc faber le dirija-e a
ra de S. Thereza I) 5
isy Quem precisar de um cont de reis .
dando para seguranca hvpolheca em predios ,
dirija-se a ra da cadeia velha L). I9 no pri-
aaeiro andar se dir
tsy l'recisa-sealogar urna eanoa qiiecar-
regue 5oo a joo lijlos ; quem tirer annuncie.
fS7~ Aluga-se duas nejjrinbas proprias pa-
ra se admelirem a todo o servico decasa e ra;
a tratar qo atierro do Giqui casi ele Tiofdu
de Souza Jar.iim
tST" Desaparereo da casa do Dezembarga-
dor Jos Lihanio de Souza, um gito mallhez,
einzento e capado ; quem o levar casi do
ffliMic na ra da Aurora ser bem recom-
pensauo
BT" Aparcceo na olaria de Francisco Igua
ci pouco antes de c.hegar o engenho doGi-
preco de seis vintn*, e tambem se eucader-
nao livros por preco commodo.
tST Prccisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva sem filho, paga-se bem-, na ra
do Ara'') O ^p.
OT Troca-se 3co pataces brasileiros e
hespanes por Mexicanos ; quem os pre-
tender dirija-se a ra nova D. 9 lado da Ma-
triz
Avisos Martimos.
PAR\ LIVERPOOL o bem conbecido
Rrigue Ralfour Capito Foster para frpte
ou passageiros
di
rijao-sp aos consignatarios
Harrisons Lathain k lbhert, ra da Al
fandega velha n, q.
PARAoARACATY o bem conbecido e
velleiro Patacho Nacional Laurentina Rrasi-
leiro 1 forrado de cobre pretende sabir im-
nreteriielmente al o dia 70 do correte, por
a se adiar com a maior parte de sen rarrega-
mento promplo ainda recebe carga miuda ;
quem quiser carregar dirija-se ao seu pro-
pietario Lourcnro Jote das iVeves ra da
Cruz n. 3i ou con o Capito do mesmo An-
tonio Germano eias .Neves a bordo coufion-
te ao trapiche novo.
PARA LISBOA sahir no dia ao do cor-
'fnlemei olanles se o lempo permitir o
Rrigue Triumpbo Amcrictno Capilo Ale-
jandre Jote AI ves tero bou: com modos para
passageiros e ainda recebe urna pequea
poi cao de carga; quem pretender carregar ou
ir de passagem falle a Jos Antonio Gomes
ro de lustro e botins de Lisboa mui bem fei-
tos ; na ra do Queimado O. l3 e na pra-
cinba do .ivramento D. a5.
03" Rilhetes da lotera do Theatro ; na
ra do Queimado D. i3.
$sy Urna meza de angico para meio de sal-
la em milito bom tizo ; na pr. vista na enlrada da ra do arago loja de mar-
cineiro.
ET Urna secretaria nova um berco de
angico com douscolxoens e dous cortinados de
cassa novos um oratorio de madeira com a
competente mesa que serve para se celebrar
missa ; na ra da Florentina sobrado novo ao
guia urna negra que nao sabe dizer quem
be seu Sr. ; a quem pretencer dirija-se ao
dito lugar.
tar Aluga-se urna casa lerrea no bairro do
Recife ptima para armaztm de ussucar ou
con ros por ser no forte do mallos ; a tratar
na ra do figo D 7
tST A petaca que annunciou querer urna
preta por 4 meze-s pura servir a urna casa, (fi-
nja-se a pra.ada Roa vista I). 4-
Jnior no Recife ra da Cruz 11. u ou ao
mesmo Capito.
L e i 1 o
5T" Que fazem Me. Calmont iS Compa-
nbia por inlervencao do Corretor Oliveira
de grande sortimento de fazendas Inglezas
limpa? e algumas araadas terca fe ira 15.
) do correte as 10 horas da mauh impreteri-
vel mente no seu nrmizem na ra da cadeia.
Compras
pe da mar*.
CJ" Urna canoa nova sem defp'to mui
limpa com R3 palmos de cumprido pro-
pria para abrir, 011 fazer-se urna grande b:>r-
caca ; na ra da praia a fallar com Constan-
tino Jos Raposo ou na ra d" Livramento
armaz.em delouca de Luiz. Antonio Gonsal-
ves.
ts^" Urna casa terrea muito boa sita na
ra dos Martirios tem boas salas, 3 quar-
los, co/inlia fora, boa cacimba, ptimo quin-
tal com proporcoens para se edificar urna
outra casa com frente para a ra do caldereiro;
*s&" Ou iroca.se a casa onde se vende sor-
vete na ra do arago a dinbeiro ou a pra-
so e se tira alguma couza que nao convier
ao comprador; a tratar nos \ cantos n. ai4
cy Dous pretos mui rubustos e ptimos
para todo o servico urna preta ele idade de
o annos cozinha engomma e lava roupa ,
urna molatinha de idade de it annos, cose,
e engomma ; na ra de agoas verdes casi
terrea D 3y.
t^ 3 escravos de angola de boas figurase
proprios para o servico de agricultura ; na
ra da praia no primeiro andar do sobrado
que foi do Marroquim.
tSF" Cautellas da primeira parte da qnar-
ta lotera do theatro sbdivididas de bilheles
da mesma Lotera em decima e vigsima par-
le ; junto ao arco de S. Antonio loja do Snr
Braga. praca da independencia lojas D. 8 ,
I, e 24 ra do Cabug lojas dos Srs. Clan-
dio e Randeira ra nova D. 5 loja do Snr.
1 Chaves e atierro ela Roa vista L>. ib loja de
Urna morada de casa ele um andar ou Antonio da Silva Guimares.
Urna escrava crioiila de idade de 17
annos, com algumas habelidades ; na ponte
velha segunda casa terrea a esquerda entran-
1 do pelo pateo da S Cruz.
^ Um cavallo mellado novo em boas
i carnes carrega baixo e esquipa e dous car-
; nenos capados; na ra do Peixoto das 5 pon-
Os Snrs Domingos Francisco Das da
SiUaRaearo, Malhias Jone Gomes de Amo-
rim Mb.1 el de Aievedo Rairo e Antonio
Jos Ferrande* de Carvalho queir&o apare-j
cer na quii a da pracinhu do Livramento loja
D. 1 a 6in e receberem urnas cartas viudas mmo terrea sendo dentro do Recife ; quem
ultimairer e do Porto tiver annuncie.
ey Pitcisa-sesdher onde mora a pessoa *ar Cah\lho% para alrova varanda e
que lem anuuncado tirar qualquer nodoa do jane"Mja uzadoj ; quem lver annuncie.
Lztnda. ; r '
tSW Para todo o servico de urna casa a ex-, 6 II U a S
cepeo de comprar na ra se oerece urna par- -------------
dnaruadaS. Cruz D. 21. & Caalellasda Sociedade Fortuna Ty- i,as Podara D -7.
tST Havendo quem lenha algumas ombrei- pografie:a, da Lotera do Theatro l'ublico ga-' Sr Um mole-jiie de idade de 17 annos,
ras quebradas de pedia ele cantara, cem tan- nbando a vigsima parle dos premios, cabendo com principio decanoeiro ; na ra de agoas
toque lenha os pedatos sete palmos ele eum- na sorte de ) 000 000 reis tresente>s mil ris a vt,tJe3 Di 17.
primento e posso servir para marcos, quti- preco de 45o ; nesta Typografica na praca t29~ ^ma canra de idade de a5 annos de
ra declarar por esle mesmo diario para se iiem da Independencia n 70 e na ra larga elo DOa ''gura, he recoMda, cozinha, cose,
ver, ou dirija-se a soltdade casa de sobra- Rozario loja de miudezas D. ;, e na ra do e iil Vil"as qualidades de doces ou troca-se
do de seis jantllas onde se compio al doze Collegio loja derelojoeiro por urna negra ; na ra dreita loja de cou-
pedras. -^tsy Na praca da Independencia loja n. 1- ros U* ?
tssr Aluga-se um escravo moco para qual- de Jos Ta vares da Gama, calcado francez cy" Dous diccionarios Magnum Lexicum,
quer servico, e urna cieoulnha de idade de de duraque etim couro de lustro, e mar- e0lili0 porlu^ue/. e latino por Pedro Jos da
jopara 11 annos, muito cuidadosa para o riquim dito de durnnue de Lisboa, bor- b'onseca na ra elo Rozario loja 7,
servico interno de una casa ; na ra nova ar- zeguins decores para senhora calcado de be- s^" Dous cabrinbas mui lindos, um de
mazeui D. 34. ierro francez de lustro para bomem sapatos "'^dc de la annos, c o outro de i3, ooti-
XSW Quuiquer pessoa que se ju'gar ere- finos ditos de duas solas a botinados bo- ms para pagem ; na ra elireita D. JO lado
dor da casa leriea do alieno das .5 puntas D. tins t borieguiis de duraque preto e de brim do Livramenlo.
1, pertencente aos berdeiros de Manoel Vi- sapatos nglezes a botinados, chapeos pretos t9" Urn negro de bonita figura de naco
eente Ferreira annuncie no j.iso de oilo dias. para homem ditos do sol, riilos pretos e anHt>'a > de idade de jq annos, o motivo da
tW Prccisa-se alugar por lempo de 1 a brancos para meninos, ditos de palhinha tam- Te"da se dir ao comprador ; na ra da Cruz
mezes para lamilla peijuena urna negra ea- bem pira menino e bomem ditos armados ar,,,i,1n> Rolli i Chavanes Freres ou na
ruu da moeda em casa de Joo Ferreira dos
Santos no lerceiro andar.
kss- Tabeado de pinho da sueca ele mui-
loboa qualidade, de meia polegada Jt-; trez
ele grossura no armazem da parta da uiar
atraz do theatro.
" Dina casa terrea no bairro da Roa vs-
SS7" Urna meia agoa sita no beco confronte
a fortaleza das 5 ponas ; a tratar na ra de
agoas verdps D. 11*
X*W Lona3 da Russia de primara qualda-
de ; em casa de Hermano Mehrtens ra da
Cruz D. >3.
tsy* Riehas pretas de superior qualidade,
.hegadas prximamente ; no atierro da Boa
vista D. til
f^> Urna escrava de naco de idade de
ao annos cose com perfeico engomma ,
coiinha e borda ', urna dita de idade de i5
annos de naco mucambique com habelida-
des duas molers de idade de i3 annos do-
us mo'eques de idade de i4 a 18 annos, urna
escrava de naci benguella ele idade de 'i5 an-
nos cozinha e engomma com perfeico ;
na ra de agoas verdes D <8.
tST" Mongalvy Analyse do cdigo do co-
mercio Gaultier geogra6a historia uni-
versal por Rossuet, e provas selectas; no at-
terro da Roa vista D. 16.
cy Duas canoas de amarello por prego
commodo encalbadas no porto do trem ; na
oja da quina jnnto ao arco de S. Antonio.
tsy Um prelo moco de muito linda figura,
perfeitocoziiheiro de fo>noe fogo e orfici-
cial da alfaiate urna pardinha ele idade do
18annos, engommadeira e costureira urna
preta quitandeira um raoleque e urna ne-
grinha de idade de 1 i annos ; na ra do lo-
go ao p do Rozario D. a5.
Vtsy Uia Diccionario portuguez por Cons-
tancio um dito latino por Fonseca dito
potico arilhmetica algebra geometra ,
irignmetria por Laeroix Honelle ensaio
sobre alguns sinnimos portuguezes por Fr.
Francisco de S. Luiz. oraio de Cicero em
portuguez e Horacio tradu/ido por Opino
urience e Jonathas ; no beco do pexe fri-
to D. 4.
Escravos Fgidos
pliva lozinbeira paia cujo servico endo que para bailes calcado de bezerro e marrorjuim
agrade nao se duv ida de pagar bem; quema para meninos, e borzequins de: duraque,
tiverannuucie. tudo de supeiior qualidade, e por prerocom-
XST Francisco de S Peixolo subdito bra- modo, igualmente na ra nova leja D. i(>
sikiro relira-se para Lounda quem tiver Um! em do dito oj segu 11 tes objeclos fran-
eontas com odilo, queira-as apreseular al o ce/es ; r.cas llores de veludoede panno para
d;a 18 docoirenle. chapeo e ca beca de sen hora chapeos de m-
#t$. Aluga-se um sobrado na ra do sebo da e de setim e de paulina dilos prelos pa ,a com quatroquartos duas salas cozinna
eom quintal glande com trucleiras, e coquei- ra homem ditos de palinba para meninos, fura, e quintal murado; a tralar da Boa
roa, que pega do cauto do sobiado e vai luvas cuitas de seda sem dedos, pret..s e de v'sla D. ib'
defronle -.i barreiras com poco e Unque core*, agoa de colonia de superior qualida- I ^^ Um molequede idade de 10 annos e
de lijlo e cal ao p ; como Uir.bem se vende de, sapalos de lustro ditos de marroquim uma 'oleca de idade de 12a J annos; na ra
terrenos para fazer casas muito em coala, tan- duraque e selim dilos de duraque de Lis- ^ Livramento D. 19.
lona ra nova dos limoeiros defronle do lado boa para sen hora dilos de tudas as qualida- &&" Uma negrinba de idade de la annos
do sitio de Joaua dos Passos e da iua nova des para meninos e menina sapatos de lus- com principio de costura ; no beco do sarapa-
do porlo do dito sobrado a sabir defronle das tro e de bezerro de uma sola e de duas solas, lt' ^ 7 no primeiao andar
baireiras, com a frente do muro da ra do para lioraem bandejas de muito gosto e *i*r Superiores charutos ao gosto do paiz ,
cotovello ; quem pretender pode tratar com mui finas proprias para cha e muito em e chegados ullimaonerite: no pateo do colle-
o brigadtiro Antonio Rodrigues de Aluieida conta superiores fitas de todas as qualidades, giob. ;o.
quem lem os necessarios poderes. biros e rendas de linbo estovas para cabello i^r Um macaco de angola ; na ruado
tST Aluga-se para panera fesla ou mes- e outrosmuilos objeclos franceses ; adverle- i V gario U. 3.
mo animalmente um ptimo sobrado em J- se qu ludo be vendido o mata em conta que I *** Calgado Francez e de Lisboa de todas
Jinda, na ra de S. Bento coro grandes DtepOMTel, como seja sapalos de duraque a as qualidades Unto para bomem como para
eom modos leudo sala ealcova forrada, e com 1000 ditos de setim a 1400, e 1*80, dilos menino e seuhora, ludo por preco commodo ;
gradavtl visla paia o mar quem o preleu- de marro-iuiiu a 90 brozeguius de dura- no atierro da Boa vista 9.
tr dirija-se a ra velha da Boa visla casa que a j,ooo e bro/e-uin de brim para bo- *&"" O roteiro de Pimentel direito mer-
L>. jo a fallar ao Tenenle Coronel Jos du uem a 4800 e ^2oo. cantil por Jos da Silva Lisboa um relo-
Cuuba .Vioieia fcs*" Um molatp de boa figura com ofHcio ,'lu sa bonete de praia, ingiez com segundos
-> JNi* ra de Hurlas D. 29 reetbe-se de carpiaa. I mu bom regulador ; na ra da cadeia ve!ba
leamas de pa^tl para m aparar pelo diminuto j *r Cpalos d beierro frantez e de con- jarmazem de luulbado de Jos Alves Xavier.
Fugio um molalode nome Francisco ,
de idade de 2a annos estatura regular, sec-
codo corpo pouca barba cabellos cabidos ,
com lalta de um dente na frente ; quem o pe-
gar leve a ra da Cruz casa de Jos Antonio
Ferreira de Vasconcellos que ser recom-
pensado.
*sr Na noite do dia 8 do correte fugio
uma preta de nome Joanna creoula bem
parecida, baixa secca do corppo peitos e
ps pequeos, olhos grandei nariz chato,
tendo no beico debaixo resto de uma ferida
que tee a pouco lev011 vestido saia e pan-
no prelo e vestido de chita amarela tem
sido vista com outras pelas ras desta Cidade,
quem a pegar leve ao sitio grande do Mon-
dego que ser recompensadlo.
tsw Roga-se a telas as authoridades poli
ciaes e pessoas particulares a aprehenco da
um escravo com os signaes seguintes ; Anto-
nio de naco congo de idade de 5o annos ,
secco do corpo estatura regular com bas-
tantes cabellos brancos e barba com sem-
blante ainda moco com a mo direita lo-
veira e a esquerda principiando e com
uma sicatriz na perna direita fugio no dia
* a de .Ylaiodo correte auno ; quemo pegar
leve a ra da Guia em casa de Joo da Costa
Lima Jnior.
fW Doengenho Camaragibe em Serinba-
em no fim de iJezembro do anuo passado fu-
gio um escravo do abaixo assignaelo o qual
lem os signaes seguinles ; de idade de 16 an-
uos ; meio fuiio ladino de naco mucam-
bique ollios alguma couza apertados tem
em urna das peinas marca de epieimadura ,
lem um pequeo geito no andar que parece
ter uma peina mais curta e de nome Serillo;
quem o pegar leve ao dilo engenbo ou no
Recife ao jr Jos dos Santos Neves que se-
r generosamente recompensado. Jos Eu-
genio da Silva Ramos.
S3F" iNa trente do silio do Snr. Dr. Maciel
Monteiro no lugar do Hospicio existe por
a lorar- se 5 [t palmos de terreno com
seu competente i mido na forma dos ouiros fo-
reiros no mesmo terreno os prelendeutes di-
rijo-se a ra de liarlas sobrado de um an-
dar D. 70. _________^^
"erratTs
Mais essencias ; no diario de bontem no
artigocommunicado sobo tiiulo Parala-
ba do. iN orle lin. 3o ara leia-se era, araa-
'lliama leia-se amalgama lin. 57 e 58 io-
flaeocias leia-se influencia, lin. 84 aplidou
leia-se apelidou; na colum. J. lin. a5 e ati el-
liminacao leia-se illuminaio ; na 4 colum.
na dala do mesmo communicado 183o leia-se
1840.
Sis pag. ,, coluro, <. Un. 5o e 5i cj feHe-
cimentos leia-se os lalliineulos.
RECIFE A 1YP. DE F. Ufi M. F. i8o


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