Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04108


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Full Text
A nno de 1840. Quinta Feir
Tudo'agorafdepende de) nos mesmos; da nossa prudencia, modera-
rao e energa -. continuemos como principiamos, e seremos anonlados
cok admiracao entre as JVaees mais cultas.
Proclamaco da Assemblea Geral do Brasil.
iei'
Sahscreve-se para esta (olba a 3?ooo por quartel pagos adiantado^
nesta Typografia ra das Cruaes l> 3 e na Praca da Independen-
cia n. 7, e 38, onde se lecclicm correspondencias fe^a usadas can-
nuncios, insirindo-se estes gratis sendo dos proprios assuoaates e
Vindo assgnados. '
PARTIDAS DOS COr. REOS TERRESTRES;
Cdadeda Parahiba e Villas de sua pretencSol.......1
Dita do Hio Grnd's 80 Norte, e Villas '.m ', \ ', *j
Dita dfi Fortaleza 1 Viltu dem........ .
Cidade de Gotanna..............'.'.'.'.'.
Cidade de Olinda ............ .P ,
Villa deS. AiUSo......................n* Mrdm:
Dita deGaranhutts e PovoacSo do Bonito *. .* .* .*.....{J""l", rVn\
Dtadt tota Serraba.*, lio Formozo, e Porto Cal;.' ,,' ?*> f. Zl
Cidade das Alagoas e de Mace .......... 1, ,,. \j" l0
Villa de Paja de Flores........... .......} lt?n ... ,.
it .................. Juem la. dito ilitn
Todos os Correoi partera aomeio dio. uno uno
Seg. e|SeUs lefias.
PHASK DA LUACNO MEZ DE SETEMB.
Qaart. cresc. a 3 as 3 h. e 17 m. d tard.
La Cbeia ait-as 5 h. e 17 m. da taid.
Ouart. rning. a :8- as 3 b. e 10 m. ila tard.
La Nova ai5-as 7 b. e 6m. da taid.
Marc tht.'a para o da 10 de Setembro.
As 4 lioms e 'lo inutos da manila.'
As 4 borasc 5'i ifinutof da tarde.
10 de Setembro. N^. 197,
CAMINOS. Si-tembiio 9. *
Londres...... 19 ip d. por lffooo ced.
Lisboa ......80 a 83 por o|o premio por metal oflerecdof
Franca...... Oo rei por franco.
Rinde Janeiro ao par. Corop. Venda
OUR Moeda de bf{oo rab, velbas hJl.o 14*700
', Hilas novas 14*3oo tgSoo
Ditas de aooo res. Htfooo 8*100
PllATA Patacoes Kraseiros i#(iio igtitia
|>eM .'olumnarios......l'i'io i#<>rio
Ditos Mexicanos.......ifrW- i#o4o
Mu.la............igUp
Dssconto de billietes da nltandega 1 l|8 p.ir looao mex.
dem de letras 1 i|J a 1 i|-a por beaslirmus oUereoido.
Moeda de cobre U por 100 de dbCi
DAS da semana.
y Segunda S J3o M -- Relac-o e Audiencia daJuide Dire'to ais
vara.
8 Tere > Nativid nde de S. S.
9 (Ruarla .S. Sergio P. Audiencia do Juix de Direito da 3. varad
10 Quinta S. .Nicolao de Tolenlino. Audiencia do Juiz de Direito da
1 vara
11 Sexta S. Tb'odora Penitente. -- Audiencia [do Juiz de Direito da
I. vara.
12 Sibbado 8. Anta V. M.-- RelacSo e Audiencia do Juiz de Direito da
3. vara.
i3 Dnming.i O SS; Nome de AI ni,
^^^^s^
1^
1IIODK JANEIRO.
CMARAS DOS SRS SENADORES.
Sesso de 4 de agosto de 1840.
Presidencia do Sur. marque/, deParanagu.
Approvada a arla, e lido o expediente en-
tra-se na ordem do da.
Approvu-se em primeira e segunda disctls-
cusso a resolu o concedendo a penso con-
cedida a Guiiberme Lix.
Suspende-se a sesso at a chegada doSnr.
ministro da Justina.
S. Ex he recebido no salo com as for-
malidades do regiment
Entra em discussao o projecto O arti-
go 155. Examinar se as cmaras muniei-
paes tem providenciado sobre os objeclos de
polica que por le se acho a seo cargo re-
presentando-Ibes por meio de ulicios civis ,
as medidas que entenderem conveniente que
se converto em pos.uras e usando do recur-
so doartgo iJ da lei do .. de outubro dertedade<
jH 'ti, quando no Ion 111 allendidos.
ra ao que elle apnsenlara e juntamente o
nobre ministro da justica sobre o acto addicio-
nal que depois das emendas que Ibe foro
lilas em ve? de laco de uniao tornou-se
pomo de discordia. O nobre orador nao te-
ve tencode olender ao nobre ministro da
jnatigfl qnandofallou em rene,",aco de prin-
cipios por tanto somente recela que alguem
os baja renegado. Tomando lices do no-
bre ministro da justica que anda ha pouco
lizera lar;as obsevaces sobre a combinaco
de gabinetes, admira-se de que sem trausac-
cot-s sem renfegaca'o d principios, possa ha-
ver solidaricd.ide entre o nobre mifistro do
imperio e dos eslrangeiros entre este e oda
justica, entre oda justica e oda fazenda, com
o qual elle, nobre orodor combalera conlra o
nobre ministro da justica O nobre orador
buscar nos discursos dos membros do gabi-
nete factos e observaces com que a respeito
possa enriquecer seus dicursos. Nota o que
dissera o nobre ministro do imperio contra o
Sur Torres, e o Sur Salvador Jos Maciel 5
e conclue que itnpossivel he que exista so-
tal modo
senador estava equivocado. I brar odisposlono regiment, que noentin-
Observa que nao t5 a primeira vez que sobe to o nobre senador, se quiser po le faltar
joverno que est. acostu nado com a.op- O Sur Vasconcellos dar algumasaxplica-
O Sur. Vasconcellos (pela ordem) enten-
de que o projecto sobre medidas de seguran-
ca publica be muito mais importante por-
quanto trata do julgamento dos reos por cri-
mes politicos. Pede ao vSnr. presidente con-
vide o nubT ministro a dar sua opiuio so-
bre qual dos dous projeclos he mais impor-
tante por quanlo elle 01 ador, sempre in-
clinado a sustentar o governo desejava
snbscrever as ideas do nobre ministro, seja
qualquer que for a renegaco de seus prin-
cipios e sentiu.enlos depois que e parle do
governo.
O &nr. Limpo (ministro da justica) uota
qne lora convidado pelo senado para discu-
tir o projecto de reformas do cdigo e ob-
serva que a consieucia delle ministro nao o
aecusa de haver lenegado principio algum ,
tfndo apenas lalvez o coohecirnerilo dos ne-
gocios pblicos e as circ nslauciai do paiz ,
produzido alguma modificaco. O nobre mi-
nistro durante o lempo que se conservar no
ministerio, ter occasiio de mostrar que
continua a seguir os meamos principios que
apresentara na cmara dos depulados.
He appiovado o 5.
Entra em discussao o paragrapbo 6, : Ins-
peccionar os theatros pblicos, hospitaes e
casas de caridade fat-alisando a execusao de
seus respectivos regimentos e podendo de-
legar esta inspeceo, no caso de impossibeli-
dade de se exercereni por si mesmo na
torma dos respectivos reglamentos s au-
toridades judiciarias ou adminislrali/as dos
lugares. .
Depois de algumas observacoes eitas pelo
Sur. Cosa l erreira. o Sor. Vergueiro man-
da a meza depois de motivad* a seguinte e-
menda.
^o paragrapbo 6. suppnma-se bospitaese
Cisas de caridade.
He apoiada.
O Snr. Vasconcellos sent que o nobre mi-
nistro da justica nao tenbaapitsentadosua10-
pinio sobre o pai ag apho e as m ondas. De-
clara que o pi ojelo por elle a presen lado he
uniloimeemsuas parles, e que boje te oBe-
recem emendas que altero a essencia do pro-
ieclo tendo-se asseverado na casa que o go-
erno geral neuhuma influencia deve ler sobre
a saude publica. Recei que aconieca ao
uroiecto que se dvscule o mesmo que.acouUce- I Uada uiaia *eta uo que BOStfar qu
seexprimiro sem graves sacrificios.
Refrindo-se ao que dissera o nobre minis-
tro acerca do acto addicional observa que a
seguir o sentido literal da lei nao he posst -
ve adoptar a inlerpretaco do acto addicio-
nal. Desejaria que o nobre ministro apre-
sentasse a sua poltica e nao a que ora a-
presenlada pelo nobre ministro do imperio,
a qual nao era de esperar de seus apregoa-
dos talentos ede seu conhecimento do mun-
do. O nobre orador analysa o programma
do nobre ministro do imperio e deseja que
Ibe diga o que quer diser simplificaco 11a fis-
calisaco das rendas publicas ; ola que m S-
Paulo nao se tem reunido juntas de paz, e
conclue que o nobre ministro do imperio he
mais animoso que reflexivo.
O liebre orador referindo-se a proclama-
cao ltimamente publicada diz que posto dei-
xe de parteoeno da imprensa que nella se
nota, enfeude que ella nao be mais do que a
justificacoda rebellio. Nota que essa pro-
clamatjo falla de queixumes talrez justos e
quisera que o nobre ministro Ibe pretendesse
justificar esse talvez justo. Entende que os
rebelde bao de ser subjugados, e piraconse-
guillo nao be jireciso que o tbrono laqagenu-
flexes. Nao sabe com que fim se pietende
laucar o stigma sobre as admintraces anle-
riores, Notar tambem a expressoo Im-
perador vosso patricio. e nao sabe para que
fazendo-se cortezia a esse
ao
posico poisajulga necesaria para guiar O
poder. Tambero fui membro da opposicao e
piocurou sempre fazer huma oppnsicao cons-
titucional, com a que fuera o 11 >bre senador
cujo mrito e boas intences sempre reconbe-
ceu, quando fasta parte dogibinetede 19 de
setembro.
Quanto a organisacao do gabinete actual,
nota que desejara se esquecesse o passado ,
e que ninguem est menos babelitado para
opor-sBcom taes principios ao gabinete, do
que, o nobre senador ; porquanto na organi-
sacao do gabinete de 19 de setembro forio
comprehendidas pessoas que dantes se haviJo
guerreado. Observa que esto facto podera fa-
zer com que o nobre senador comprelien lesse
a possibelidade de haver unidido de pensi-
mento em humminiterio cranoslo de pessoas
que dantes estivessena era lados oppostos
Quanto a nao haver tomado a iniciativa ni
discussao do paragrapbo entende que cabia
tomar a inrcUtiva aquelles que a nao appro-
vassern. ,
Acerca de interpretaco do acto addicional,
nota que no seu discurso proferido na ou-
tra cmara se referir nao ao acto addieio-
na
I, mas nlerpreaco, pois o ministerio t homens.
coes Nota que o argumento liradodiorga
nisaefio do gabinete de 19 d-setembro oio ca-
bia nibica do nobre ministro que nunca
reronbeeera esse gabinete cuno solidario. Ob-
serva que o programma da adminUtracfo
consta de huma regra de hermenutica sabida
poi todo o mundo, de huma expressio fitt
coma he simpliflcacSo na fuali-ui > e da
Imm lugar commum muito batido, muito se-
dico economia as desperas, e que nada quer
dizer porque, nenbura ministro pndediser
que lia do ser prodigo. A vi,ta deUe progra-
ma, julgara que fora mclbor guardar silencio,
do que apresen! ir taes principios ante a re-
presen'.aco nacional,
Quanlo a inlerpretaco do acto addicional,
observa que o nobre ministro da ju-itica ,
quando deputa lo entender que interpre-
tapio do acto addicional usurpara as lber
dades provinciea e que apenas subir ao
poder quer que continu essa uzurpaco.
Mas como no ha de ser assirn se o r.obre mi-
nistro d j imperio di/, que o ministro nada tem
com o deputa Jo de S Paulo ? O nore ora-
dor s pede aos nobres ministros nao faco
com que se perca a confian:a as palavrjsdos
esta determinado a exocutal-a cjmo lei do es-
tado.
Refcrindo-se a proclamacao pede aos la-
chfgraphos nio publiquem a (irle do dis-
O nobre
KpirSra'Jr; ao' ^V^e o sentido que Ibe d o nobre mini.ro. Qaanto
senado proferir Oque diz a proclamacao 6 phrase -o imperador vosso p.tr, -no-
beque OS queUe, pidiO ser justos antes ta que, acndi esse.laclo s dudo de lo I ,s nao
de L bave? recorrido ao meio da foro ; m quisera losse a loquenc ministerial embi-
rue apenas foi elle empregado, deixara de ciada por esse pleouasmj
mlS l consideracao "do'governo. Quau- Para ve- que existe na provincia espirito
loapaavra o imperado? vosso patricio debamismo, basta allender a que os lega-
observa que nclla nao'se conlem cousa que nao listas cbamao aos rebe.des farra pos, e como
te '.alistas nao njscero 110
Rio
For
azedar os nimos t^..u-.,^ ---------- ..
spirilo de bairrisrno que lavra no Rio! pois quer dizer que esvi liscalisacao (
.:ill feita com o menor dispendio possivel.
Quanto aos despachos, observa que o nobre
lor citou somente huma lei em que
sei
el
lomis sero
esi
Grande.
ftiuilo folga com as noraeaces ltimamente
feitas principalmente por ser sellas
contemplado o nobre ministro da justica : mas se diz que os diplomas
emende que o ministerio calcou aos ps a secretaria de estado dos
conslituico e as lela, por quanto ao poder
execulivo compete conceder litulos c hon-
ras e condecoradles e da lei de 20 de ou-
tubro de 182, queroandou por em execus-
so leis da assemblea constituidle, se ve que
os diplomas de ci iados da casa devem ser ex -
pedidos pela secretaria dos negocios do im-
perio.
O Snr. Limpo (ministro da justica) prin-
cipiar por dizer ao nobre senador que muito
se admira de que o uobre senador nolasse o
haver elle ministro so agaslado pur se bave
Nao sabe como be que a procla- muitos dos
mat-ea hura, cortesa feita ao bairrisrno Grande os rebelde os ehamio g a legos
p^r l.o o nobre ae.i.d ir nio demonstro,, ocsiao de fallar ueste assumpto dese,a ouvir
a su Troisk vis^o que nio mostrou facto a opiniio d O nobre ministro sobre a couwrv-
llZJTZeL porln le o prove. Na o- cao do general Andrea de que duse o depu-
pSdelfminK nao exist e,se b,irr,s- lado por S. Paulo t.nba horror ao cbeiroda
Z^ eXrvaquibemacolhido lem.ido plvora; quisera que o nobre m..atru reali-
doem ti a provincia o cuele das .oreas ira- Use esse gen-cal, a quera o paiz tanto
' deve, a sua reputacao.
pC'A .( hamiaaii.1 Olanlo aos despachos ltimamente leilo,
(lo mo ni nro"ramma, nao sae riue ou- v" ', ... 1 r
tras exp oes deve dar s bre elle Cr os julga contrarios a conslituico e as leis. O
dar awpresao-impaca- obre senador insiste nos seus pnrae.ros ar-
Wdas publicas gumantos a respeilo ; por quanto nada se
deve ser disse sobre elles.
O Sur. Limpo (ministro da justica) quan-
do lallou no gabinete de 19 de setembro, foi
que be muito
cao na fiscalisaco
ei
negocios
em
passados
do imp-
lela
pira mostrar a possibillidade de unidade de
punsamento, exisliudo em hum gabinete pes i
SOaS que
... outro ponto.
d antes discordar em hura ou
O Snr presidente observa que a queslao Quanto ao programma observa que anda
t;i lora da ordem e para elle presidente ^^ |wvido modA[o d(
de programma: de-
muito cusa chamar humsenador a oruem. sejar.,sabt.r se 0 a presentado pelo gabinete de
O Snr Vasconcellos observa que he estylo ,9 de setembro era mais explcito. >&<"*
lala, quando apparece hura minis.ro pela que o programma deve canter a phcacodo
primeira ve/.
discutir a
1 sua poltica ; que pensamento do governo sobre as questoes man
ma-o por veses os se- graves do paiz O nobre orador analysa o
desse indulto latK Jrogramm. do gabinete actual para provar
as
mas
do
dir.
-oh--, collegas que ero da oppusicao ;
, B .merque elle ora- que elle prebenche seu lira.
X uclcbs p^raelle, nada Responden* aos argumentos apresentados
' .ldlie' e *-**&** Unir, a maneira de o overnoentender o a-
"oSnr presidente nota que tem serapre'cto addicional, observa que S.r RooertPeel,
O snr. pres.ae M nue lera- leudo sido cm i6J* censurado par sabir *
uaua uois utetauo que aosiUi que o iiOv siao irap-.-- ,
I


DIARIO D B
P'EENAMSdCO
l
poder tendo-se opposto lei sobre a reforma | la foi appresenlada ao Recebedor Jos Vicen- hypothecas me obriza a levar ao cotihecimento
lancia das Authoi idades competentes e a do
Sr. l)r. Promotor, a quera o negocio toca,
pois o Sr. Jos Aiexandre pela ufania rom
que escreveo aquella sua correspondencia in-
culca que a sua vontade he livre neste caso ,
deira acharan que aquella he disse- b3ra longo est de mereeer esse norne antes .e que elle pode obrar sobra o mesmo como
;l liante esta pela desigualdade de papel 1 pelo contrario Coi justamente mandarlo inserir he parecer noque multo se engaa j por
que he de cor encarnada muito amortecida e por mim. He osle o caso. O Sr. Jos Ale-
por Ihe faltara legenda Thesouro Publico xandre como Tabello dashypot'iens lvala
Nacional e bordado axamalotado em le-
tras d'agoa que as verdadeiras existe.
Desrobrira mais que na apprehendida nao
existe o nome do fabricante e o logar onde
Ib i fabricada que existem sobre a tarja in-
das mais hydropica vontade quer ch ..n ir pa a
o seu Cartorio as Escripturas de dealracto das
bypotbecas com o pretexto (diz elle) de que
sendo o Tabellio das hvpothecas deve ser lo
bem das Escripturas de lestracto. Esta con-
eleitoral, responder que sendo ella lei do I te da Silva Freir por Joao Monteiro de Go- j do Publico albura 13 reflexes que nao tem ou-
estado, hum ministro da coroa nao devera vea para pagamento de direitos provincines J tro fim seiul) mostrar ao mesmo Publico que
por amor disso deixar de prestar seus serviros; procedern anxame ordenado, e confron- aquelle annuncio por min feito e que pelo
aopaiz. Wota todava que as circunstancias! tando a cdula appresenlada com oulra ver-! Sr. Jos Aiexandre laxado foi de estulto,
na que estava aquelle estadista e as em qut I da
se acha elle orador sao muito diversas ; por melhante a esta pela desigualaras ae papen pelo contrario foi just
que Peel havia ;feito decidida e enrgica op-
posico aquella lei em quanto elle orailor
iiaofizera mais que manifestar suas convieces
ujeitando-M interpretadlo do actoaddi-
ional, logo que foi considerada como lei do
estado.
lnsisteem que a proclamarlo nao se presta
ao sentido dado pelo nobre senador; que a
palavra patricio nao fora empreada pa-
ra se fazer cortezia ao espirito de. bairristno ;
que se tiver argumentos mais fortes para mo-
strar que nao existe esse barrtamo nao deve
submettel-os aos argumentos tirados das par-
lirpaedes das autoridades do Rio Grande Nao
enlendeque asdenominacoes presentadas 11-
diquem esse espirito de bainismo porque
entre os rebeldes existem peasoas nascidaa nao
t fra da provincia, como do imperio.
Tanto nao quizo ministerio favotecer esse
espirito de bairrismo que Simia seconserva o
presidente noroeado pelo gabinete de 19 de
maio. Uesejaria que qaudo se referissem
palavrasde algum membro do actual gabinete
se referissem as de outrus membros. iNola
que se o nobre ministro do imperio expender
que esse general tinlia horror ao clieiro da
plvora dous outros membros lecera-lhe e-
logios. Kola que o nolue senador nao so de-
ve admirar do procecmento do gabinete ac-
tual porque aquelle de que elle fes parle
proredeu da niesma mantira acerca do general
Andrea.
Nao lhe parecem valiosos os argumentos a-
presentados acerca dos despartios porquanlo
o que diz a lei he que os diplomas sero ex-
pedidos pela secretaiia do impelid e queso
seria coucludente a censura quando se dei-
xasse de proceder assun.
O Sr. Vasconcellos l a constituico ?
A discnatlo tica adiada pela hora.
O Sr. ministro dajustiea retira-se cora as
formalidades com que lora receido.
O Sr presidente da a ordeui do dia e le-
vanta a sejs&o.
PERNAMBUCO.
THEZORARIA DA FAZENDA.
g Edital.
Tendo apparecido na Cidade da Babia No-
tas falsas dos valores de acU rs. e de 5oU rs.,
sendo as prime-iras assgnadas por Duarle Jos*
de Mello e as segundas por Francisco Jos
Rodrigues; o Exm. Snr. Presidente desta
Provincia manda fazer publico para conheci-
menlo geral, os resultados dos exames a que
se procedern jna niesma Cidade dos quaes
constan os signaes por onde ditas Notas se dif-
lerracad das verdadeiras. Secretaia da The-
zouraria da Fazenda de Pernambuco 5 de Se-
tembro de 1840.
Ko impedimento do Oficial Maior,
Ignacio dus Santos da Fonseca.
Resultado do ex 10 e da Neta de vinte mil rs-
A Nota de ao reis da 3. S., N (j42*
he falsa porque com quanto esteja muito a-
proximada as verdadeiras or ser exacta a co-
pia linear de todo o ornato tarjas, emble-
mas, algarismo'. &c., tem grande dillerenca
na gravura sendo a das verdadeiras de um
buril mais fino, desorte que bem secouhece
independente de microscopio. Alm disso,
no dstico Imperio do Brasil cujas Pro-
vincias designadas no claro de cada urna
letra, saogrosseiramente representadas e o
mesmo acontece na laxa onde esto gravadas as
rior das verdadeiras, em pequenissimos ca- gequencia que lie fita nicamente do prin-
racteres. Alero disto notaran mais, que al ci|io emitido pelo Sr. Jos Aiexandre no
faixa que atravessa ns cdulas verdadeiras ,' achou ainda apoio senao na sua descomedida
de urna outra margem formada por infi- ambicio mas elle desconhecendo ou poml>
nidadede valores da cdula em typos quasi de parte isto apresentou ajuella sua corres-
imperceptiveis he formado na apprehendida pondeitcia inculeando-se assistid-) de direilo
por po.ilos desi^uaes ; vicio, que tambera quando nao < tem. Quinto ao Despacha do
existe na denominadlo das Provincias, que Sr Uoutor Juiz do Civel da primeira Vara
liana legenda Imperio do Brasil as que elle fes transerever na sua corresponden-
verdadeiras. Finalmente observaran que cia nao faz pro va a sea favor antes pelo cou-
em geral o tarjado e desenho da cdula trario d occaso a nuslrar que o Sr. Jos
apprehendida, torna-se notavel ao primairo Aiexandre nao he Tabellio competente para
exame pela sua imperfeiclo liahia i de lavrar Escripturas de destracto de liypothecis ,
Agosto Ge i84o. Jos Joaquim de Mello pos bem condecida he a diferencia que vai
acheco, Jos Francisco de Souta. Con- de urna a outra cousa e admirando q ie o
forme. No impedimento do Secretario o
OlEcial maior Mauoel da Silva Barana.
Ui versas fteoartiooei
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do preco correnle do assucar algodao ,
e mais gneros do Paiz que se despachao
na Meza do Consulado de Pernambuco na
semana de 5l de Agosto pp. (j do corrate
me/.
Assucar B. novo 1. S. ar.
n. h '
3. i
;oo 4* " <<
5. ce
6. t
Dito M. novo 1. S. ((
700 a. 1
Algodao em pluma I.
a*
3.
Q.
2000)
1900) 19001
1800J
i65o)
i5oo)t$'5oo a. d,
135o)
'2C0 1 d
1 '00) .,
nooj1*3
Sorte 6800
58oo
4800
Joao Francisco Duarte.
Jos Alaria Cezar do Amaral.
Feitores e Conl'erentes
CORREIO.
O Brigue Nacional Hoza de que capilo
Joaquim Vlartins dos Santos sae para o Ma-
ranho no dia 12 do correnle.
PREFE1 TURA.
Parte do dia 6 de Setembro de :84o.
Illm. e Exm. Snr. Parteripo a V. Ex.
que das parles boje recebidas consta somente
que fora hontem presos pelo Sub-Prefeito
da Fregueia do Recif'e o prelo Jorge escravo
de Francisco Manuel, requerimento deseo
Sr. j ficou detento no calabouoo e pelo Sub-
Piefeilo d'esta Freguezia Jos de Souza i'i-
mentel branco por ter espancado a urna
Diull er dentro de sua casa e insultado ; Pa-
tiulba : fui reniellido para a cadeia.
ELLEigAO' DEJUJZES DE PAZ.
CID.Anli no BEC1FE
Freguezia da boa Vista.
Juiz de Paz Antonio Carueiro Machado
Ros.
Supplente Francisco Ignacio de Athahyde.
Freguezia do SS. Sacramento.
Juiz de Paz Joaquim Bernardo de Figuei-
redo
Supplenle Domingos Alfonso Nery Fer-
reira.
Freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves.
letras ou valores representativos vinte [ Juiz de Paz Francisco Cavalcauti de Mello.
mil res de maneira que ao primeiro gol- Supplenle Antonio Aunes Jacome Pires.
CIDiDK DE 01IAUA.
Fregue/iade !. Pedro Martyr
Sr. Jos Aiexandre nao con beca esta verdide,
maior dnairaco causa quando ^o moitra ,
que tendo tido este caso o necessario desenvol-
viraento elle se aprseme ainda aiirmando
o que se vio daquelU sua correspondencia es-
tando elle j certificado e convencido do
contrario. O Sr. Jos Aiexandre por tero
meu Companheiro Joo Francisco Regs leito
urna Escriptura de destracto de bypotheca
|ue temoi Lei c Authoridades para fazer
conter a cada um nos limites, do seu dever.
QueiraS Srs, Redactores fazer o favor de
inserir a presente correspondeijia em seu Di-
ario para que o Publico 'conheca o nenhum
direito que assiste ao Sr. Jo* Aiexandre ,
pelo que Mies ser obrigado
O seu ltenlo venerador
Manoel Antonio Coellio de Oliveira,
Continuico das correspondencias encontradas
as can asirs do Netio.
Amigo e Sr. Brrelo Cassipiva 18 de
setembro de 1^39.
Iloje foi por mira vista sua caria que pos-
to no vir datada a suponlio escripia logo de-
pois da sua ebegada ah! Adinira-me.n ver-
dade que teirlo-se tanto decretado tantas
providencias tomado durante miaba ausencia t
sera eu ser ouvido conl'un lind.i-se o traba-
Iho do expediente da repartilo com a sua ad-
ministraeo ou dando-se hum elasticidade
espantosa as atlribuices de hun encarregaJa
do expediente de liurai secretaria. t
Admira digo que viesse encontrar humi
inBniddde de officios do general e de per-
teaces do exercito ja iulonna las &c. 6c.\
por despachar Porera com 1 lia-de ser ?
Quer meu mo fado que eu seja o ministro
das commissoes das digresses das euvia-
turas e por consegu ola teuha se.npre de
queixou-se S Ex. o Sr. Presidente da Pro- me ver embiragadi, e na dura coliso da en
rinda, eS Ex. ordenou ao Sr. Doutor Fro- approva tcitamente actas com que me nao
rector para proceder contra aquelle meu conformo, oudeexpjr-me ao ressentiraauto
Companlipiro e o que fez o Sr. Dr Promo-
tor ? respondeo o que agora se segu Illm.
e Exm Sr Recebi o Olicio de V. Ex. de
7deJulho do correnle sab o qual incluso
me remelteo um requerimento e Documento 'cao da guerra seria eu o priineiro a elogula.
de Jos Aiexandre Feneira Escrivo jri\a- Nao o posso porera fazer. ^
do amor proprio otfendiJo.
Nao sou cioso de miulus attribuices, e
se em miulii consciencia olgasse acertali a
marcha do meu collega e n respeito repara-
tivo das bypolhecas em que sequeixa contra
Joio francisco Regs, Tabellio Publico de
olas desta Cidade por se haver esle ingerido
nasallribuieOesdeseu cargo, contra o dis-
posto na Lei Provincial 11.40 que criou um
Cartorio privativo de bypolhecas j a fim de
eu proceder contra o dito Tabellio no caso de
se elle achar culpado. He de meu dever de-
volvendo o soliredilo requerimento e docu -
ment participar a V. Ex. que nao procedo
sim
pe de vista secouhece a imperfeieo a.*
comoem ludo mais pela differenca da gravu-
ra. O papel he inferior ao da-> verdadeiras,
e por isso as letras d'agoa ,o differentes das
Wotas verdadeias, de trm que sao vistas
em ser preciso por a Nota con lia a luz co-
mo aaontece com as verdadeiras, tambera he
imperfita a firma do aulhor da chapa.
O Thesuureiro da Fazenda ,
A.anoel Jos de Almeida Couto.
1
I
Resultado do exame da i\ ota de cincuenta mil
res da nova estampa.
Os offriats da Contadoria da Caixa Provin- i
cial abaixo easignaiioa encarregados pelo Sr.
Inspector da L.esma (.aixa por Portara de^ta ,
dtta para examinan ni a cdula de n. 47i-W>
f do valor fh* 5oU
Juiz de Paz Dr. Loureuco Trigo de Lou-
reno.
Supplenle Jos Joaquim de Almeida Gue-
des.
Freguezia di S.
Juiz de FazSilvestre Antonio da Laage
Jnior.
Supplenle Felippe Manoel de Christo.
correspondencia
Srs. Redactores.
A correspondencia inserida no Diario de 5
correnie amanada peio Sr. ju^ Aiexandre
dapor Fiantisco ioa Rodfigues, tuja cedu-l Ferreia, mu digno e polido labelliao de

- I I flf\
' 'o'"*
contra o mesmo T,.bellio ; porque me parece
infundada a queixa do Supplicante para dar
lugar a aeco criminal > porquanlo a Lei Pro -
vincial numero 4oque creou Tabellio pri-
vi o para as Escripturas de bypotbecas nao
l!e deo explicitamente a atlribuico exclu-
siva que se elle arroga de lavrar as Escriptu-
ras de deslrac'.os das hypotbecas, e nao llie a
dando explicitamente a predita Lei he visto
que os Tabelliaes aos quaes ellas compelan
podem e devera continuar a zel-as e que
o Supplicante excede os limites proplios do
seo em prego se as izer porquanlo torre de
plano que em materia de c inapetencias e cn-
niinaes be tudo stricli juris e inadmissiveis
asamplificaces sendo certo que se o fin e
espii iio da Lei, foi prevenir as fraudes de al-
guns devedores que mu tas ve/es maliciosa-
mente fazia varias bypolhecas da niesniu ca-
sa ou vendan beus j sujeitos a hypulinjcas,
com serem as Esciipluras de destractos por
oulros Carinos se nao contraran aquelle tira
e espirito se alias em um s Cartorio cous-
ta todas as bypotbecas tanto mais que
qualquer que seja o inconveniente que se des-
cubra em nao serem urnas, e o'ilras Escriplu-
ras privativas nao he licito irrogar Lei
suprnduaquillo que ella nao conten. Dos
Guarde a V. Ex. Rea fe ai de Juihode ic"3o,
illm. e Exm. Sr. Francisco do liego liar-
los Presidente desta Provincia. Jos
Tliornai Nabuco de Araujo Jnior Promo-
tor Publico desta Comarca.
JepuisdaquelIcuthciodoSr. Dr- Promotor
leve o requerimento do Sr. Jos Aleaaiidre ,
o Despactio seguinte --Se o Supplicante se
julga offendido em seo direiio recorra aos
meiosjurdicos ceusando quem culpado lor. -
^ Nao era ludo isto mais que bastante para o
Sr Jos Aiexandre estar ja convencido de que
lie nao lie lubellio compleme para Escri-
pturas de destracto ? ecunio se anima elle a
.turnar u que afim.uu naqudla sua corres-
pondencia r1 O Sr. Jos Aiexandre deve con-
>ence.-se de que e.u quanto nao houver urna
medida Legislativa que permita o que elle
quer nao pode elle fazer Escripturas de des-
iraito de bypolhecas e se as fixer inenrre .
pena criminal ,ior exceder os .limites de suas
attnbuuues, sobre oque eu reclamo a yigl-
Oque ajuisar denos os que soubereai
que o Sr. presidente, do Algrete, ouie
estava assiguou decretos em Cassapava ? !
que tendo a seu lado o ministro da guerra pa-
ra referendar os aclos do governo pela sua
repartico aparecen! estes reforendados pelo
ministro da fazenda ? Huma das duas : ou
que S. Ex. deixou carta branca ao seu mi -
nsifo na capital ou que eu rae recuse! a
referendar esses aclos.
A prraera he bam pouco favoravel a V,
Ex. ; asegunda posto que me seja honrosa ,
nao o he todava ao governo cuja boa intel-
ligencia armona e unidad de aeco se
torna indispensavel. lia purera etsa indis-
pensevel unidadede accao governaliva ? Que
o digo os ciiefes geraes de policia e os co-
ronis Joo Antonio e Agoslintio que se vi-
ro bracos sera saberem a quem obedecer se
ao ministro da guerra, se ao eucarregado
em sua ausencia do expediente dessa secreta-
ria.
E o que diro das escolladas pessas inseri-
das no jornal poltico lilierario e .Minis-
terial??!!!. .
Conlieco agora os meus amigis com quan-
ta raso me recusava eu a empaulanar-ine ,
ou empaslar-me segunda vez ; eu sabia
que .... Era lira assim marchamos .... Tem
sido mui regularmente massado e nao lau-
to como desejava por que a pressa do porta-
dor me nao da lugar a mais. Recoiumende-
me ao amigo Netto e ao Antuues. aos quues
nao escrevo agora por me ser absolutamente
impossivel.
Deseja-lhe saude e tranpiilidade de es-
pirito o Seu amigo e patricio
J^ M. de Mallos.
Illm, e Exm. Sr. Junto envi a V. Ex.
o requerimento do 2. lente do corpo de
carabineiros Antonio da Silva Cidade no 1
qual pede demissio do servico.
Cuinpre-me informar a V. Ex. que nao
me parece justa sua pertenco especialmente
quando a maior purle dos olbciaes n exerci-
to uporto idnticas faltas. Dos guarde a
V. Ex. (v)uariel general na vilia seplembrina
29 de maio de itf.40.Ao cidadao general
liento Gonsalvet da Silva coramandanie era
ebefu do exercito
Illm. e Exm. Sr.-Levo smaos de V
Ex. o requerimento do i. sai genio do
batalho Jos Clirispiniano de -auleiros e
com quanto juigue fundada era justicasui
perlenio todava me parece inadraissivel ,
visto termos na infauCcia os corpos de cacado-
res e ter o peticionario as qualidade ds-
criptas pelocomiiiauda:ite da brigada em saa
iiiioi maca o. Dos guarde a V. t,x. Quartei
general m vilia Septembrina a.j denuide
ib*4o.-- Ao tidada'o general Beato GoumIvm


*
DTARIO DR P P. R N A M R ti C O
B.'J'.*'- '**
o requerimento de Antonio dos Santos, furriel
do l. corpa de cavaaria de I. linha em que
pede ser dispensado do servico, por se achar
invalido em consequencia do ferimento
recebido era huma embuscada do inimigo ,
e posto sen rommandante certifica a ver u-id-
de de quanto diga com tudo me parece pre-
ciso ser o peticionario inspeccionado antes de
seu deferimento. Heos guarde a V. F,x
Quarlel general na Villa Septembrina a6 de
roaio de i84o Ao cidado general Bento
Gonctd\es da Silva commandante em chele
to exercito.
(Do Commercio )
11 DI.lC\CAO LII I ERARA
3
& Suva commandante em chefe do exercito (que alcanca as delicadezas da moda e sobre- do tal prigrirama, a ni > *er pin 1 >sb\ri( ir
Illm. eExra Sr.Junto envi a V. Ex. ludo ser-lhe-h dado descortinaros myste- o precioso tempo e guerrear a adminstraco. O.3 Volum dai l'oeztaa do Bichare!
rios do grande tora sem se expr a esquerde- Todava em Franca e Inglaterra exige-se Formado loio de Barros Paleto d'AI'raquer- .
ar e sem que toque muito de pastrano ? o programla do joverno eheqinuti basta que Maranho, acba-se vend no Piteo de
Todava, oque vira ne-te caso a contecer- para fa'.ermos o me;ma ; porque n6i Braai- S. Pelri, loin re enraderoacio pelo p^ejo
me? Sefralguma vez lo desmtisico que piros temos assentado de serpalhacos do es-e de 3,000 res O aulor das ditas Poezias enrar-
lesagrade :s delicadas e superfinas nrelhas, Irangeiro : nao imitamos o que esi pois i" i I rega-se de mandar levar casados Snrs. As-*
uesagraae as aelicioas e
das pessoas entendidas na materia ter-me-
ho quando muito em loro de roceiro e
neste caso negando luta quando me chamem
a terreiro apenas confess.irei a inri ha ino-
pia por deseaptivar-me da pecha de birrento
A respeilo de locucao cm quanto seja moda
fallar e escrever huma gerinconca eonsarcin a-
da de termos e phrases francesas eu prossa-
guirei no empenlio de tomar por meus mes-
Ires aos Ferreiras aos Lucelias aos 15ritos ,
aos Souzas aos Arias, aos lleitores Pintos, aos
Cambes aos Vieiras antes do que doixar-
me atoar da nojenta escola gallici-p.rla q ;e
tem desfigurado a rica e lormosissima lingua
Portuguesa por tal geito que a tornarn Ira-
retalhos. Por mais que por isso me trombe-
jem certos joyens alindados envasados na
sna algaravia gallo-africo-lusa conlinuarc
amarear-me no rumo dos classicos em
quem encontr thesouros preciosos de pura
linguagem. Antes imitar a hura filinto E-
lisio a hum Tolentino a lium Manoel de
Sou/.a ao sublimo (inri do que a quan-
los francelhos por ah fillo e escrevem em
lingua hordaleng, em pbraaseologia mosque-
a'a Ressu sas, massacres, recortes, desmenti-
do [ substantivo ] estar ao facto e outras
que|ndaa maravathas porcamenle lirad.is
de madera francesa nao enlraro^ ma foi)
em obra de ninha composici.
Caqui nao couciua alguem que sou hum
servo humilissimo de quinlientislas e seiscen-
tislas., seguindo-os servilmente pela treila ;
que til exquisilice o niesmo lua que preieo-
As pessoas que tem litio o Despertador ,
desde o comeco de sua pubiieacao t.r.o vis-
to quanto por entre difficuldades quasi insu-
peraveis e com contiuuados esforcos se tem le-
vado a sua redaeco ao ponto em que se acha ,
e que nos lisongeamos satisfar a todas as
classes de leilores. Porm o nossso proposito
enossos esforcos nao tem por termo essa sulfi-
ciencia que se ha alcanzado sempre que reste
alpumramo a que possamos dar maior inte-
resse procui aremos laz-lo embora nos
custe novas diligencias e dispendios Por es-
te iucessante er.penho de aperleicoamentos .
acabamos de conseguir hum de onegayel im-
portancia ecuja communcacao taremos com
particular prazer aos nossos asi;nantes,
O Illm. e llmv. Sur. Miguel do Sacra-
mento Lopes Gama depulsdo assemblca
peral legislativa e Iliterato dislinclo o La-
bruyere do Brasil em huma palavra o
egregio escriplor do Carapuceiro passa es-
crever d'oraem dianle para a nossa publica-
cao, especialmente em artigos de mural 110
sentido e no eslylo dos que lem ate aqu dado
luz sob o mencionado titulo O Carapu-
ceiro-*-, cuja pubiieacao em qualquer outra
folha e oflicina cessa em quanto duiar o con-
tracto celebrado entre nos e o dito senhor.
Os artigos principaes ser publicados se-
gundo o perniittir a urgencia das materias
indispensaveis, na razu de dous por sema-
na com o titulo Carapuceiro da t orle. As
ou iras com posices menos importantes da pea-
na do roesmo eximio escriptor sero pnblica-
das em seguimento, com ttulos especiaos que
designem a sua origem.
O conceilo geral de que goza o aulordo Ca-
rapuceiro u conhecimenlo da influencia que
para a emenda dos defeitOS boje lo com-
muiis naexpresso oral e nos escriptos po-
dem ter o e.stylo pruprio c elegante e a dieco
pura e classica deste illustre escriptor o ser.-
timenlo dus vicios c futilidades das vellias na-
coes ja entranhados nos costuinea da nossa
sociedude nascente ; finalmente os efleitos
salutares que os artigos do Carapuceiro tero
produzido para a emenda desses niesmos vici-
os, e o debite q'a geueralidude o. leitores sen-
t ctm e-ssese ripios, em que a moial se ins-
ua pelo sal do rediculo e da irona ; ludo
islo nos convence de que nossos assignanles e
o publico tcio esta adquisico em cunta de
lium importante servico.
A imprensa peridica entre nos tem infe-
lizmente ale agora servido muito pura difl'uu-
dir a discordia a anarchia, a calumnia e a
immoralidade; e pouco se tem feito para
neutralisar cita fatal tendencia para a corrup-
to. Apenas, de espaco em opaco as
folhadiarias, e as e maior periodo, tem
auparecido ou outro artiga de sis dou trinas .
e de huma critica grave e sem personalida-
des: Carapuceiro lem sido o uuico peridi-
co destinado especialmente a esle genero de
tomposico eos b>us cuslumes nao podero
deixar de ganhar com a sua inserco em hum
diario, que, sem duvda alguma heoi|ue
tem boje uiuior circulacio com especialida-
denas.rovincias. O artigo que se segu be quem ha alii em o OOSSO brasil que resista
a introduccoq'assiguala esta mudenca ama-1 constantemente lentavo de tnumphar era
nena de apparecex lo inleressaote rublicavo. poltica, vendo que sobre tal objecto boje dis-
liom ; o que seria de muito acerlo ; porem ,
sim macaqueamos tudo sem o devido descont
localidade aos lempas aos nossos usse
costumes e a outras muilas circunstancias
Forcoso be pois que vamos com as turbas ( ou
com as" massas que be termo predilecto
em phraseologia periodiqeira e al parla-
mentar). E qual ser o met programma gs-
tetal ? O mes no (pie sempre sustentei : a
monarchia constitucional representativa. Nao
sou monarebista de improviso nio sou mo-
narchista por tctica ; sim por convieco e por
principios. Sempre considerei o Brazil mi-
nba patria, impropriissimo para nellevin-
jar o rgimen democrtico ; pelo que de lia
ma pobre pedile cnvolta em huma manta de muito tenbo os nossos-republiqueiros por
utopistas oblitera los alguns e todos os mais
por buns grandissimos pslmtras, que procu-
ro locupletar se e sabir da ana nativa nulli-
dade isongeando as paixes do povo inex-
perto e arvorando o pendi da turbulenta
demagogia. Republiqneiro emsummahe.
e tem sido sempre a iniulia espiaba de S
lirz. Tal lem sido a minha linguagem des-
di 8ai. A prova irrecusavel desta verdade
est nos meus escripk pblicos. Verba vo-
lant, scripta manent,
Eis-me na grande capi-al do imperio do
asil Sendo a primeira vez que vejo o Rio
de Janeiro logo a entrada de seu porto me
suprenendeo pela sua grandeza e magestade
Nao olferece certamente o risonho painel do
porto de Peruambuco ; pois que all a capital
parece surgir do seio das ondas mas be o
quadro do borrivel sublime. A entrada .1.*
signantes os seus exemplarcs.
Brasil
der que hoje Irajassem as sen horas como a Pernambnco deve agradar mais aos Francezes
celebre padeira de AljUbarrote e os homens e libanos a do Rio aos Ingleses.
pe o theor de Pero Lopo ou de Joao das Re-
gias,se bem q'vejo por ah tanto cabello e bar-
bas Nazarena, lauto senhor dos Passos ,de ca-
saquinba degollada, que me parece que as
mojas levo aeilo de transmontar-nos aos
primitivos lempos da monarchia porlugueza.
As palavras, diz o meslre Aora^io sao as
fulhas das rvores :
" Multa renasecntur quoe jam cecider
cada entquesi volet usus ...
CJuein penes arbilrium est el normalo-
quendi. "
U progesso das sciencias e arles, os deseo-
Manlia he ja conlieci la e sdica da mor
parle dos provincianos u menoscabaren! a cor-
te ; e a lal poni ebega a miseria a este res-
peno que alguna ousao fazer confrontares
entre esta e as suas pobres cidades que piu-
co disido de aldeas. Nao serei eu l > ceg e
encaprichado que por amor do ninhoem que
nasa laca relr.iCo das muilas cousas boas que
aqu. vejo e despeje ocaminboda verdade ,
brimentos de outros pases o incremento do j em communiJade ; o iir.isil be de lodos nos,
commercio e da industria forzosamente nos e nada de rivalidades de provincias 5 porque
trouxero novas ideas, que para serem ex- j lal sentiroento alm de mesquinho e ridi-
.1 midas bao misler vooabulo desconhecidos rulo, so serve de prejudicar a todos. O I5ra-
d'antip.nidade ; e ..ssim couio a as nacoea |>er- 1 s| unido be a!;;ma cousa e po lera vir a
muto generosda sua industria do ses- ser muito mas o brasil dividido e fracturado
rao modo devem multas ve/es mercadejar em 0 Mria nada
COLLEGIO DA BOA-VISTA.
FUNDAD) F. D1R1U1D)
Por D. Anglica Faustinade Siqueira Wy ilt.
A Directora tendo residido alguna anuos
em Franca e Inglaterra tem estahelescido
nesta Cidade, segundo o system Europeo,
lnm Collegio para nstruceio de meninas ,
as seguinles sciencias, Ler. Escrever, A-
rithmetica Geosraphia, aGrammatioa Por-
luguea, a lingos Francesa e Ingle/a Co-
zer Bardar Marcar iSc.
O Collegio admite Pensionistas, raeaj
Peisionisi is e Dis pulas extern is
O Collegio tem Professores de Muzica, De-
zenlioe Dauca.
O mez de cada Allumna urna vez come-
cado be sempre devido inda que seja reti-
rada do Collegio,
As Pensionistasa podero sahir do Colle-
gio nos Domingos e Diis Santos por pedido
de seus Pas ou Tutores e extraordinaria-
mente com licenca da Directora en recom-
pensa de -!i aplicacio e b^a conducta.
Fora dos Domingos e Das Santos a Di-
rector 1 nao conce le Ferias.
A lavagem e engomado da roupa das Pen-
sionistas ser feitaem suas cazas j igualmente
se lar no mesmo Collegio conveiicionanJo
com a Directora,
Para maior informaces dirija-se ao i.
andar das casas do Sur. Jo > Baptista Na-
varro ; coafronte a Matriz da Boa-vista.
LOTERA DO SEMINARIO.
O Rcitor do Seminario de Olinda convida
os amanes de Loteras a compraren os bi-
Ihelesda primeira parte da 17." Lotera do
mesmo Seminario, (cujas rodas andr impre-
terivelmente no da 1 i de 8br) que se achao
venda no Bairro d ) Recife, ra da Cideia, na
loia de cambio do Sr Vieira emS.Aatonio
u 1 raa do Cabug, loja do Sr. Bandeira u*
B01 -Vista, delronte >Ja Matriz, botica do Sr.
Joaquim Jos Moreira.
por salislazer a inepta paixo de provincia-
nismo ate porque, sendo eu Braaileiro ,
considero a capital ou outra qualquer Ierra
do i isil como min'ia patria : nos vivemos
LOTERA Di) T1IEATRO.
Os Bilhetes da 1. parte da \. Lotera,
cujas rodas andan mpreterifelmenw no dia,
vi' do corrente ac: ~ > se avend 1 Das Lejas do
Snrs. VlanoelGonc ves da Silva, e Vieira
Cambista ena a roadaCadea no Bairro do
palavras; nem sou eutao aferrado a antigua- jf4la corte jase pode viver com as com- Recife e no de Sanio Antonio as dos Snrs
Ibas quereprove expressSes significativas de motldades e reg los da vida j aqu nada fa l- Basto e C'ina Pracinha do Livrameato e
(Ultras linguas homologas huma vez que nao ta a (Jliein (ern'dinbeiro 5 aqu o commercio | Manoel AI ves Guerra na ra Nova.
as tenhamos equivalentes de nossa lavra. bu- esl;; emgrandedesenvolrimenlo eactividade ,
ijui a riqueza e abundancia recumao por to-
das as partes O tbeatro de S, Pedro de Al-
as trujemos portuguesa mas adoptar alio cantara est a par, se nao excede aodeS.
B malo vocabuioa de huma lingua extranba Carlos de Lisboa. O campo de .Santa Auna ,
ma vez que sejao Behundo o couselbodo ci-
tado meslre sumpta prudenter e que
quando os temos tanto 011 m.ds eu,(bonicos ,
Uni ou mais significativos e estbetbicos em a
nossa macaquear phrase inteiras e iropos ,
que ^ asseno bem em o seu nativo idioma ,
dar graciosa enrgica lingua de Canicies
a Vieii o andamento monoiouo o torneio
compassadj da lingua francesa ; tal palhai^a-
ria nao abracar jamis o Carapuceiro."
Este seguir sempre o juslo meio nao acei-
tando neologismos nem cabrado tno extremo de grande im
opposlo jdus arebaismos.
CHianio poltica ^materia he esta de que
mais prudente fra laucarroe visto ser lium
mar tempestuoso e de dilbcil navegaco ; mas
Brasil
ipo
ou da Accl.imacao be espacoso e bello A
i vi ios Uverso.-i
S25" Da-se 400 00 ,c's a|uros dando-se
para seguranca penb iros de ouro lambem
da-se em piquenas quantias ; quem q
uizer
ibeagradavel ebemsituadoi o iardlm ptal. que se dir quem da.
nco ife bello e muito deve aos .losvellos I HT Precisa-te de urna negra com muito ,
ieu digno director A casa de corroccSo ,! e bnm le.le ; quem a t.ver e qjoiw allugar;
? [Do Despertador.]
O CARAPUCEIRO NA CORTE.
. iHTnODur'A
Com seus laivos de proemio.
OCarapueeiro na tdrte Parece que: dcvC<
curso largamente barbeiros e sapateiros i
Huma vez por oulra pois apresentare [ com o
devido respeitO J o ,meu trecho de poltica.
Mas ja me parece ouvir de toaos as parles .
Qual be o seu projramma i A presen-
te-nos o seu programma c. Ero bun
paiz to populoso como be a 1-'ranea, cujo nu-
mero de diputados passa d'oo quasisem-
o o pcixe n'agoa. eawgriinae j ^ conhecidos buns dos outros j em lugla-
, tbeatro nunca fallece cabeda para r ^ ^ iuldu pela duas graudea parciali-
toda laia de carapucas de barretes de tou- d;idt.s(le y,^ eTorys ou arada entre us
bonese l.cirs. Aqu atada can o e n(W Wm eUKUlu^t hum negocio nao
e como que a ma0 Ue.h<'7 ordinario e comesiubo =cao embaracosoe
dubio tenbo por con veuieule cjusioquese
exija o programma gcvernamenlal: ihs na
estar com
uia;nifico
da 1
cas Dones e
a cada monienlo ,
Ncsle grande e.
mear, encontra o Carapuceiro materia puma
de sohejo para torilmente da sua fabrica. Mas
oque poder dizer de acertado e bom um ^-^ ^^ "casumam as cousas nao bu vendo
pobre provinciano, bum quasi roceiro na ocCu|1|(j0 0i,jea extraordinario e de^dimcil
corle? t'odei eiie penetrar com mterio ^^y 1Jau ^iijaidduc sirro acxtjjeaciaj
...........u knm iom ? Podera lser rosto de
bibliolheca publica he hum grande edificio ,
e be para desejar uue a respeito de livros ,
1 1 o goveiio a provea de maior numero de o- dinja-se a ra ua wrwi 1
> 1 u 1 ,\ l bras novas e bem escomidas, pisseopu- de jo i%i
bl ico
bota
do seu 1 ,,
pororacomecada promelte ser bum edificio dmja-se a camboa doCarmo, U. 8
orlan(!ia ur Para pigamerlo de urna divida, ven-
us Fluminenses sao'em gcral mu hospita- de-s oh desoaers la a divida 9***T
leiros, airaveis o obsequiosos. Nesta crie w urna grande propried.de de m neaU
. r\ ;.:. Praca oniiina para sobre ella se edm?ar unvi
(gracas ao progresso da civilisacao 1 a se ex- l Cii'd Kb-- ,. i 1 .u ..;. rrandeci/a lie a sui batida le e imnfcii-
i>erim<'nlao os doces elloitos di tolerancia, gu""-1 "- 1 >- j
U ,, ..... 11 ^ 1 terreno une t' issue ; os xaos sao nioprios ,
Er.ibora os cidadaos abracem esle ouaquelle so terreno que | 1 r 1
partido, emboradesconformem eraoptmes, aqoem convieranouucia.
nao be isto parte para que se separen/da con- fcf Pergunta-sea >!eza da Irmandade de
vivencia social e faltem ao ceremonial e N. S. do L.vramenio | te as tres demandas ,
etiqueta d.i cortesana. Aqu muilas veses qne trasera com alguns [raaos, sobro espi-
dous senadores ou deputados acabio de guer- rilo de Partido de servir esta ou aquela Me-
rear-se calorosamente na tribuna, e ja bem 5, se as despegaiso fetas a cousa da Mesa,
pode ser que .le se baratear doestos e passe- > *>&? da Irmandade ; porque os Ir-
ao embravados e amigos como d antes. I ^ de fora aze.n toda a despesa a ua
As -horas alo garbosas e dotadas de mui- coste j pors com a resposta se perguotera.
tas amab.l.dade pelo que ha de esperar, sejo ""tras rouitascoisaj que muito agradar. o
benignas para 11. os reparos que baja de la- respeitavel publico. O dezejoza de saber,
zer o Carapuceiro quaudo .reaeatar T Precisa- de ollugar urna escrava
suas humildes relexoes a repello dos bailes para o servico de urna casa de pequema U-
.oi.ecs", partidas; &C. t< : Fia ,|_ ro.lia que saiba comprar cosinnir en-
mele o' -Ur-puct-iro.- dir francamen- boar e engomar pagando^ dote ml rs.
te o que enteudei couibater os vicios ridi- mensaes .ua das llores caza 8, ou an-
'1
culos ; respcitando sempre as pessoas pro-
gramma quj tem belmente seguido.
arcanos do bom tom ? Podeii
nuncie para ser procurado.
tsr O Portugus que anuanciou querer
arraujar-se; dinja-sea Praca daladepan-
ec
Lr
N, 1.


DIARIO DK PR.NAMBCO
JOZE MARGUES DA COSTA SO ARES, \ por preco commodo assim como tambem se
i oualidade de Liquidalario do casal do Tal- vendem madeiras de construccSo demutlo.bo-
naqualidarie e i.iqu
lerido Sr. Antonio Marques da Costa Soares ;
convida os Herdeiros e credorcs do roesrao
aasal a rfunirem-se no escriptorio da liquida-
cao na roa da Alfandega velha n. 7 sexta feira
II do corrento pelas 11 horas da mana.
*ET Ha vendo quera ten ha algumas ombrei.-
ras quebradas de pedia de cantara, com tan-
to que lenhu os pedacos tele ptlmos de cum-
primento e pottao servir para marcos, quei-
ra declarar por este n>esnv> diario para se uern
ver 011 dirijase a soledade casa de sobra-
do (te seis janellas onde se compro al doze
pedras
f3T Aluga-se nm sobrado na ra do sebo .
com quintal grande com fructeiras, ecoquei-
ros que pega do canto do sobiado e vai
defronte das barreiras com poco e tanque
de lijlo e cal ao p ; como Umbem se ven le
terrenos para fuzer casas milito em conta, lau-
to na ra nova doslimoeirns defronte do lado
do sitio de Joaua dos Pa380S e di ra nova
do porto do dito sobrado a sahT defronte das
balrefras, rom a Trente do muro da ra do
cotovello ; quem pretender pode tratar cora
o Brigadeiro Antonio Rodrigues de Alraeida
quem tem os neressarios poderes.
S3T Aluga-se para pausara Testa ou mes-
roo animalmente um ptimo sobrado em O-
linda na ra de S. BentO com grandes
commodos tendo sala e alcova Torrada, e com
agradavel vista pala o mar quem O preten-
iler dirija-se a ra vellia da Boa vista casa
D. 33 ,' a Tallar ao Tenenle Coronel Jos da
Cunta Morcira.
ssy Quem annuiiciou querer alugar urna
escrava hbil para o airanjode urna casa, pa-
as qualidades : quem pretender dinja-se ao
oito da Matriz de S. Antonio csa I) 7.
C3- Preeisa-se alugar urna casa terrea em
qualquer das ras do bairro de S. Antonio .
ate d-se algumas luvas a quem quiser reder
a chave de alguna ou inculcar a pessoa que
a tiver 5 nesta Typografia se dir.
tS" recisa se de nm rettor para um
sitio perlo da praca que entend 'le p an-
tapSes e tambem Irahalbe J na ra da Cruz
n. 61.
,,.-. or Dre- de chumbo sortido espingardas lasarinas, T
I2T Um palanqu m em hora uzo, por pre ^ JJ^ de ferra_,
co commoao ; no pateo da a. ^ruz u nu*
Avisos Martimas.
gando-se
0,000 mensaes dirija-se a ra da
cadeia na venda que lera con fronte ao arma-
zemde vid ros.
ssy Vendo o abaixo assignado <, o annun-
ciu frito por o procurador bastante dos her- 'eiro Rosa com
PARA O \RACATY sahir no di nove
i) > correte a Sumaca Felicidade Mestre Jo-
s Rodrigues Pinheiro, pudendo anda rece
her alguma carga miuila e passageiros para
o que tem expelientes commodis ; os prelen-
denles entendo-8e rom o dito Vleslre ou
com Antonio Joaquim le Souza Ribeiro na
ra da cadeia velha.
PARA LIVERPOOL o bem conhecido
Brigve Balfour, Capitio Foiter para frete
"ii passageiros dirijao-se aos consignatarios
Harrisona Lathaua & Hibbrl ra da AI
fandega velha n PARA O AltACATl o bem ronhei ido e
vel Ierro Patacho Nacional Laurentina Brasi-
leiro forrado de obre pretende sabir 101-
Dreterirelmente at o dia ao do correte, por mero
marcineiro.
CT 3 bulhocns visios para graixa por
preco comraodo ; na ra de agoas verdes D-
cima 36.
tty Um diccionario Magnotn Laxicum;
quem quiser annuncie
tsr A Sumaca Concei o nova de se-
gunda viagem construirla de milito boas
madeiras de si-opira com 6l palmos de qui-
Iha riirte boca as madeiras sao todas do-
bradas a qual Macha fundUda defronte do
trapiche novo aonde podero ir examinar :
a tratar na mesma oucom Manoel Joaquim
Pedro di Costa, na ra da cadeia.
BT" Urna carraca nova bem construida ,
com os competentes arreios para um ou dous
cayallos; na ponle vellu junto ao tanque do
Sr. Clao,
tsr Uma pardinha de idade de 18 annos
engomma com perfeieao cose, e faz todo o
mais servio de uma esa uma preta de ida-
de de 11 anuos ptima para todo o servico ,
ou troca-se por um negro, uma preta quitin-
deira um moteque e uma negrinha de ida-
de de 3 annos ; na ra do logo ao p do Ro-
zario D. 25.
*^> Potassa de primeira sorte em barris
pequeos caixai com relias de rea bem -sor-
tijas do Rio de Janeiro ; no armazem de
A F. dos Santos Braga ra da moeda nu-
4. -
ja se acharara a inaior parte de sea carrega- kt Uma escrava de naco com bonita fi-
meiitu proranlo anda recebe raiga miada gura nova na trra bastante deligente das-
quem quiser carregar dirija-se ao seu pro- se a contente ao comprador sendo pessoa co-
prielario Lourenco Jos das Nev, ra da nhecida na ra direiu D. 20, lado do Li-
Cruz n. 3 ou com o Capitio do mesino Au- vn monto.
tonio Germano uas Noves a bordo confron- W Dua camas boas e com os seus cra-
te ao trapiche novo. plenles cohenes ; quem quiser annuncie.
PARA O MAHANlAO sai impreterivel- $^* Uma casa terrea na ra dos Martirios
mente 110 dia lado corrate o Brigae Brasi- r.r.m os seguintcs commo-ios boas salas de
gensde inglaterra Alema,'e Porto ; na ra
do Vigario D. la
^ t9" Pecas de bretanba de 10 varas a iPoo,
cobertores de algodo a 6 de -ao jardas a acioo e a 2*00 ditas de cassas
de listras e quadros aSoo ,' chitas que nao
desbotao a 160 e 200 rs. riscados ditos a 160
macedonia para calcas a 640 o covado cam-
braia lisa de 8 varas 2000 a peca e 280 a
vara, sarja de algodo para coleles 4^o o co-
vado panno de linho aberlo propria para
guarnico de lencoes bons de rairino ve-
ludo e cabello para raenimo ,' bolins fran~
cezesa 6joo ditos de Lisboa a 3520 sa-
patcs inglezes muito (orles ditos de Lisboa e
Francezes para senhora e outras muitas fa-
zendas por preco comraodo -, na ra da cadeia
do Recile 11 55.
^S3&" Ricos meios lencos de toquim borda-
dos de cores manlilhas e mantas de garca do
ultimo gosto pescocinhos de fil de linho de
superior qu.didude selira de mica'o branco t
e preto sedas e setins lavrados para vesti-
do de senhora e colotes de homem franja
de algodo de diversas qualidades bicos e
rendas de linh l feitas de bilros superiores
Tusloes para coleles lencos de seda paia al-
gibeira maulas de seda para pescoco de ho-
mem raeias para meninos e meninas de 2 a
12 annos curtas e compridas aherias e li-
sas, exrelleute bretanba de rolo de 6 varas,
plalilbas de linho puro e um sortiraento de
tatendas inglesas de hora gosto e por preco
comraodo ; na loja de Ylanoel Jos Gonsal-
ves Rrga junto ao arco de S. Antonio.
Escravos Fgidos
carga que se achar, os boa largura para levantar sodrado 3 quar-
os co-
L e i i o
deirosdos finados Manoel Pendra Basto, e Srs que no mesmd tem carga dirijo
Padre Manoel Francisco Pereira Basto, que nhecimentos para se assignarem
diz pessoa aIguraa Taca negocio com Paulino
da Silva Veudello, e Antonio Jos de Castro
como adminislrailores de suas menores filhas
do finado Miguel Ferreira de Mello, sobre
lima casa que aos ditos tocou de dous andares
e soto D. 2 na ra larga do Livramento, que
eslava letigiosa e ja a lide contestada o
o abaixo assignado como procurador bastante
da Senhora Thereza .\iana de Jess faz
certoaos ditos herdeiros, e a quem oonvier
que ninilo antes du questo dos mesmos Toi
legalcente bypothecuda a parle da meaco
pertencente ao dito Antonio Jos de (.'astro ,
com o premio de -2 por cento que no dito
cartorio das hypothecas se ver como tam-
bem os ditos herdeiros s tero de receber dos
ditos a uuantia de no 000 quanto leve de
patrimonio o Tallecido Padre liasto. Jos
Bibeiro da Cunha.
EJ" Quem lem empenbado em seu poder
um relogiode algiheiru pela man do falleci-
do Capitao Manoel Francisco da Costa Lobo ,
dirija-sea ra do Aragao L). ;ij que ah re-
Cebera o que liver dado pela mo da viuva do
dito Tallecido.
OS'" Precisa se alugar por lempo de 4 me-
tes urna preta captiva para cozinhar para
uma pequea familia ; quem liver annuncie.
tlf Perdeo-se na tarde do dia 7 do cor-
rente um alinete de peito o qual deveria
necesariamente ser adiado etde o sobrado cadeirinlia : na ra da Morentma sobrados gando andar.
tos bons boa cacimba quintal murado ,
bastante grande, e nelle se pode edificar uma
OUtra rasa com Trente para a ra do calderei-
10, na rus das Trinche iras casa terrea ao p
de uma venda.
B*~ Fugio do engenho Conceicao do abai-
xoassignado na freguesin de Ipojuca era
o dia 24 do p. p. um escravo creoulo de no-
me Joo e por antonomizia monjope por
ter sido escravo daquelle engenho, de iduda
de 4o e tantos annos estatura regular cor
a vermelhada rosto alguma cousa escamado,
nao muito barbudo por nao ter suissas, fal-
la blanda, olhos nao grandes uma peque-.
Sjsr Sexta feira bonifi do corren te pelas t^- Ou troca-se'uma negra que sabe co- na marca de lalhoem uma buxeixa falta-lbe
as 10 horas da manbS em ponto, os credo- zinhar ensahoar e boa quilandeira por alguus denles muito velhaco, e dissimula-
res enrai regados da liquidacao da casa.de outra que tenha leite ; na camboa do Carmo do, peinas nao grossas os ps feios ede-
FfanciscoNuuesCorreia? Adour & C. Le- Dcima 8. dos dos mesmos carcomidos, creio que de
noir Puget & C. e Thomaz de Aquiuo Fon- cr Um quarlo passeiro e novo, que ser- cambado que linba sido com vestigios de
sica fizem a venda publica para conclu- ve para carga e sella ; ua praca da inde- calos ou reladuris nos regeitos proveniente
7.3o de algnns arligos por iutervenco do pendencia loja n. -6. de ferro com sicatrizes de chicote pelas cos-
Corretor Oiiveira e de acord com o ditoV tsr As duas obras seguintes ; Alexina ou tas, e algumas mui recentes fugio levando
Correia. a torre velha do castello de Holdheim e a no p uma crrenle e poc isso nao deixar
^- Que fazem James Corkshott & Com- chimica devenida; na ra do Livramento De- de mostrar alguns vestigios da mesma foi
panhia por inlervencao do Corretor Oliveira cima 2. escravo do :r Francisco Antonio de Oliveira,
quinta feira o do correte, as 10 horas da %&- Uma padaria em muito boa ra, com morador no atierro da Roa vista, a quemo
manba no seu armstem da ra do trapiche muilos commodos e lem o torno com distan- abaixo assignado comprou costuma quando
novo, de um completo sorlimenlo de lazen- cia de mais de cem palmos, livre da mesma foge mudar de nome e iutitular-se lorro ,
das inglesas, e mais urna porcao de plvora propnedade. em que est colocada, e para desconfa-se que o Jilo escravo se acha nesta
de muito boa quaiidadf em lotes de *3 bar- mais de i?o livre de todas as casas da visi- praca ou ter seguido para o norte de onde
nbaca nesta freguesia nao se eucontra outra apouco foi preso e remellido ao abaixo as-
com mais distancia ; quem quiser annuncie signado pelo,Sub-Prefeito da VilU de Gora-
829- Uma escrava de naro de idade de bira ; quem o pegar leve ao dito engenho ou
nnos engomma cozinba cose laz na ra do Queimado loja d3 Snr. Joaquim
nz.
C o m p r 1 s
JT Pennas de cmma
ra do \ icario n. 7.
StT Las pretas quesaibo engommar e
cozinhar, e dous nioleiues de dude de la
29
ou avertru?. ; na pode l e lie boceieira ; na ra da Cruz Claudio Mouleiro que se pagar toda a des-
urmaxem asquear n 58.
t-jr Uma molatinha de idade de 10 annos ,
com principio de cosluru ; ua ra do Noguei -
a aa annos na roa do logo ao j do Rozaiio ra L>. 8.
D. a 5. ss?" Um bonito cordao de bom ouro, e sera
nr Um cnixo que sirva para guardar uma feitio ; na ra das Triucbeiras D.' aa uo se- grandes, peruasgrosgas ps curise largos,
e sem unh.js nos dedos, lera os denles da Iren-
pesa e se gratificar. Jos Francisco Perei-
i& da Silva
tST No dia a do p- p. fugio um escravo
de nome Cosme creoulo de idade de oJ
annos, testa pequea nariz chato, peitos
da ra das trncheiras que lem a frente pa-
ra a do Rozaiio estreita al a ra do Cole-
gio a pessoa que o tiver adiado querendo;1
restituir, como se deve esperar, dirija-se a
ruadas tiim.heiras sobrado confronte urna
do Rozaii estreita que tem lampio na porta ,
quesera recompensado.
c^* O collegio dos o'rfaos em Olinda preci-
sa de nuera saibe follear formigueiros e
paga-se cou satlafacao ; irata-se no niesmo
colligio com o Director.
IB?* Mr. K.issel reloioeiro no alieno da
novos ao p da mar .
com Manoel Antonio da Silva Mola ou an-
nuncie
ft^- Um negro moco eslivador e caira- te lodos perleilos sope-se que aula nesta
eo da Santa
tera na loja
Si^ On troca-se um sitio na Cidade de tendd de carpina que sera recompensado.
Oliuda 110 atierro do varadouro com uma
nr Dous caxor ros de pegar gado, c um eiro e serve para lodo o servico ; na ra da praca; quem o pegar leva ao pai
e blha verdadeiro; na ra da cadeia a tratar Guia O. aS Can/sobrado de um andar que
da de carpina que sera
Jivmitiio lio 4'irio
Vendas
grande rasa para uma grande familia es-
colente li uilii um grande parren al um >
__________________________------------------l)om viveiro com maltas arvores de fructa ,
C7- Caatellasda Sociedade Fortuna Ty- comago*crrante, e terreno suficiente paral
pografica, da Lotera do Theatro 1 ublico g- cpim j na ra dis Cruzes D. b SERANSEA a4 dia
nhando a vigsima parte dos premios, caliendo IW Uma cabra bicho ainda com leite e cede J44 tonel., Cap James Weskue^,
MAVOS ENTRADOS NO DIA 8.
Brigue Infflez Cri-
na surle de o 000,000 reis licsentos mil rcis, a com uma ciia 5 na ra do Aragao 6-].
Boa vista compra relogio de algibeira em j preco de 45o ; nesta TypograBca na praca Um molequede boa conducta 5 e n
e.juip. 1 1 ,
Com panhia.
carga
carvo : a Cabtree &
praca 5 quem precisar dinu-se a ra eatreita
do Ri/zai 10 U, a j.
tmr O abaixo assignado pailecipa a Senho-
ra D. Angela que mora nos allegados ca-
banga ou seus suburius que ae acha em
seu poder urna suu escrava que declara
achar-se fgida por isso queira dirigir-te a
ra larga do Kozano D. t ou em seu sitio em
b. Amaro. Jiauuundo Jos i'eieuu bello.
t*y Aluga-se a loja de unta casa na ma
nova proprio par* quuluuer etUbeleciineulo )
na iua da Cbdciu \elna loja ue lateadas U. J4.
lar AiienUa-se ns mallas uenoininaua es-
tiva para se Ulu luil.a ccnipnUu e cu-tas,
bem construido e lorte cornos seu- com- de vai relia e sabao ; na ra das tiincheiis para a Paiahiba um iuglez e outro para
potentes arreios ; a tratar na ra da Aurora casa terrea junto a venda. esta provincia.
com Jofio Francisco Santos de Siqueira de sy Uma por. o de sal de Lisboa muito HAVRE; 46 dias Brigue Francez^Amori-
inanli al as 6 oras e a tarde das em |a'vo 5 na ra nova venda o i.
vaille }* t^s- lomos de breviarios encadernados.
UT Dous pretos mui robustos, e ptimos I de novo, mestre francas, primeiroe seguo-
para todo o servico ama preta de idade de do tomo de Telemaco, diccionario ranceze
engomma e lava ruupa ,
uma molatinha de idade de 16 anuos, cose ,
e engomma ; na iua de
agoas
terrea D. "]
fc- Lm escrava boa cozinheira ,
1a e engomma soinvei ; ueu i ypogratn
cluu,
verdes casa
lavadei-
se
portugus, e porluguez e trances, a volu-
mes e rhetorna de Quiuliliano tudo por
preco coiumodo ; no paleo de S. Pedro loja
de livios.
bjv V'inbo da Figueira em barris de um
qudito eot pipa oro liuuaca em barriz e
botijoens Ierro de varaud sortido, harria
quede 128 tonel. Cap. Pedro RenouT ,
equip. 12 carga Tazendas ; a Duburcq ,
passageiros i fraiicezes.
ENTRADOS NO DIA 9.
LISBOA j 9dias Brigue Porluguez Oli-
veira dea\i tonel., Cap. Paulo Antonio
da Rocha, equip. ao carga vanos gent-
os ; a Meides& Oliveira.
UI C l F !: N A t Y P. DI F. DEM.F. 8*


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