Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04106


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Full Text
Anno de 1840. Segunda Fera.
tes
Tudoagorafdepende de nos mesmos; da nois 'prudencia, moHera-
Cao e eoergia : continuemos como principiamos, e seremos aponlados
com admiraco entre as IVaces mais cultas.
Prccliitnarlo da Asserablea Geral do Brasil.
'*>'
Sabscreve-e Vara esl* fo|,,a a 3?00 P""" qrtel pagos diants'os
nesla Ty( ograa ra das C.uzcs D 3, e na Praga Ha' Independen-
cia n. 37, e 58, onde se recet>ein correspondencias' legalizadas e an-
niiDcios, insiri lo-e- cites gratis sendo dos proprios assinantes e
viudo assgnados.
PARTIDAS DOS COP.RKIOS TERRESTRES.
Cidade da Parahiba e Villas de sua pretenco.......\
Dit do Ro (ironde do Norte, e Villas dem.......f
Dita da Fortaleza e Villas dem.............., beS' e SexU^fei:aJ.
Cidade de (joianna....................\)
Cidade d> linda......................To Villa deS. Antno......................Quintas feras.
Dita detxarannuns e Povoaco do Honito.........lo, e a* de cada met
Ditas do Cano, Serinliaem, Kio Formozo, e Porto Calvo. 1, n, e a! dao dlt0
Cidade das Alngoas, e de Maceio............dem dem
Vill- de Papau de Flores.....................l.jem 13 dito dito
Todos os Carreoi pnretn ao mein dia.
7 de Setembro. Nuvf. 19i
CA MUIOS, Sktembru 5.
Londres......o. l|9 d. por 1*000 ced.
Lisboa ......80 a 85 p o\n premio por metal "fle"c 1
Franca...... Sao re por banco.
Rio de Janeiro ao par. Corop. Venias
ORO--*o*d de fyfaoo reij, ..!, ,tfi, ..<.- .,
I'i'a*
novas :
PHASES DA LA NO MEZ DE SETEMB.
Q'iart. crege. a 3 as 3 h. e 17 m. da tard.
Lna Cheia a 11-as 5 li. e 17 m. da ta'd.
Qnart tning. a X- as 5 b. id m. da tard.
La Nova al5-as 7 h. e 6 Alare cheia para o dia 7 de Setembroi
As 1 horas 6 minutos da mu >!".'
As 1 hora* e >o minutos da tarde.
Ditas dr s000 re -,
Pl! AT\ Pal .ene- laSlieilOf --...
Pe,.1 V.a imnanos-----------ifci'io dio
DiUs Mexicanos----------itffilo ijjb.o
,, Miuria. ------------ ----------iJTs4o-
Descont de Inllictes da Alfandega 1 i|8pir loja>max.
I.I'.mti de letras 1 114 a t >p por boas firmas ullerec.uo.
ftloeda de cobre 1 por ioo de disc.
DAS da SEMANA.
7 Segunda S. Joa M. ~ [llclac'io e Audiencia do Juiz de Dir.iito da a
vara.
8 Teres >f< Nativid.ide de N. S.
9 Quarta S. Sergio P. tuitencia do .uit de Direito da 3. vara.
10 (Quinta S. Nicolao de Toleatiuo. Audiencia do Juiz de Dueilo da
i vara.
11 Sexta S. Tli-odora Penitente. Audiencia 'do Juiz de Direito da
1. vara
11 Sahbalo S. AuU V. M. RelseSo e Audiencia do Juiz de Direito da
3. van.
i3 n*mingn O SS. Noine de Maria.
nos e a. nova revoluco d ; Roma un epo-
cha mais feliz. O desvario d'um pi incipe de-
IlNDEPE\nE\XIA, OLUIORTeI
Ha na vida dos imperios cerias pochas ,
que zomba da huida fouce do lempo e que
mais honran a os Hadaos que para ella coo-
peraras que quantos ttulos caronchosos por
ventura Ibes possa oflerecer a altiva aristocra-
cia*
Os Romanos por exemplo, os Romanos,
senhores do mundo, esquecia-se de todas as
suas victorias alcancadas contra tantas e to
poderosas naces quando seu pensamento ia
agradavelmente descancar sobre sua pequea
cidade cujos muros se elevara a despeino da
poLreza de seus habitantes e do ciume de
seus visinhos : a edifieaeao de Roma a pri-
nieira epocha dos Romanos Correm os an-
b a. not
lis feliz,
bochado fecha para sempre as portas de Roma
a sen pae a elle e a todos os seus. Epo-
cha memoraverde liorna epocha de sua li-
berdade e de sua grandeza !
Mas quanto nobre e sancta a primeira
epocha do Brazil, a epechn de sua Ikdlpfh-
demcia I Ella nao oeffelo do crime e do
dehoche mas da virtnde e do patriotismo. O
Brazil nao fecha suas portas a seu rei, e a seu
successor pelo contrario ella mais exalta a
D. Joto VI na pessoa de Pedro 1. O Princi-
pe do Brazil avesso ao principe de Boma ,
que se pe Irente dos Brazileirns e os a-
conselha a preferirem a motle honrosa a a
vida verponhosa, azendo-se independenles
da metropole e constituindo-se um povo li-
vre a tomatcm assento a par das grandes na-
ces do mundo.
A extenso de nosso terreno, os nossos co-
nhecimentos mais de trez secutas de colonis-
mo tudo nos instigara a esse acto terda-
deiramente grande e s digno das almas no-
bles ; roas quem se poiia a frente desla revo-
luco? Os Brazikiros, serapre amantes de
seus soberanos nao quervndo ver manthada
com sangue a mais sublime de suas epochus ,
nao queiendo por esta mesma raso ver correr
o sangue do* honrados Portugueses que com
nosco viviaem amizade e com quena esla-
vumus ligados por fortes lacos de consanguini-
dade de afhnidade e de commercio esprei-
tava a occasio opportuna em que s cor- i
lassiin os lacos polilicqs que tiniao o Brazil
Portugal: 01 no meto dessas cogilaces :
dessesdeseji;s, e desses planos, que a m?o
da Providencia por um miiagre poltico j
nos deu um chefe [todeo^o e que tinha todos j
os prestigios coridurenies ao iim a .que aspi-
ra va todo o Brazil, a Ikdepehdencia Pedro
i. tsse novo Codro pela IBDBPEIDBXGIA do
Brazil se entrega todo san ha do partido fac- j
cioso da cnslituinle de Portugal que nos 1
despieza, a nos, e a elle, a quem por di-|
leilo deveria respeitar
Pait. que rememorar os desvarios desse,
partidoante-hrasileiro para me lembrar fa-
dos, que tanto deshonra a a assen bUa ,
cuja faeco proclamando a liberdade foija-
va-nos em seus anlios as mais pezadas e as
ir.'uis vtrgnnhosaH radeias da estravido ? O
Ikazil poreno que nao dorma apruvetlan-
do-sedasLravaias dos gneos desse capitolio
porluguet, di Nao queremn mais ea raiar songeiras espranos. O Ftlho vem
iNHEr-ENDENciA foi feita. afjora acabar a grande obra, por seu Pae piin-
Talvez nao a;rade oque vamos a di?er;
mas longe de nos o espirito de partido I)-
zemos a verdade e fallamos a lingoa-rem. di
verdadeiro escriptor ede mais ;i Pedro I
nem pode ouvir a casta lingoaopm da verda-
de nem ser contaminado pelo bafo peslifero
da lisonja. Se Pedro I, nao fosse talvez ,
no meio da lula sanguinosa dos partidos res-
pirando vingancas emorles, nao ronlasso-
mos como boje ipannosde Indepenoinci;
e, em vez d'um pariido com que se luta ,
quantos nao seria os partidos ,1 dcbellar ?
Dia 7 de Setemhro nos te saudamos To-
do o Brazil te adora Todo o mundo te ad-
ripiada. Providencia, consenfe, q;ie por
inslanles a nossa iraca mo possa sem ser
sacrilega levantar um pouco o denso e ta-
parlo veo que encobre os leus sublimes arca-
nos. Pedro II tilli ol por ttia omnipoten-
te mo par 1 dar a paz a o Bra/.il lodo.
Sim educado por mestres snbioe virtuo-
sos F. I le ser virluosn e sabio: instruido
pela experiencia dopissado. Elle dir tM
Este en-anou a met Pae aquello f i infiel
constiiuicSo que urou ; aquelloutro tecia a
met Pae mil elogios quando elle Ibe prodi-
galisava as grecas ; mas loo que nao as
m;iis virulentas satyras fora a jtitga de tantos
mira! Ser possivel, que nao assnmes no i beneficios recebid.is cada a sila do pico
horizonte to radiante e to bello como no
principio de lna carreira ?
* Um genio fogoso e emprehendedor com
que nos Jotou a natureza n s ha desviado
sera um quadro onde a sua tantazia pintar-
lhe- a vida civil e domestica de seu augusto
Pae 5 e saber por sua grande capacidade
mental descernir as acees memoraveis que
um pouco da estrada segura, que nos moslrou j merecia o applausn dos virtuosos daquel-
a claridade deste dia. O coraco humano las que, sendo filhas da fraqueza humana ,
quee um pelago immensuravel que nunca niereceraarensuradosbonsBrazileiros.Quau-
se enebe, seja tjual for a porco de felirida- Ido Pedro II subir os degraos do elevarlo thro-
de, de que goza nos tera levado em i car- j no, em que boje se senta.lembrar-se que es-
reira precipitada e multas vezes opposta aos te foi dado a seu Pae pelo amor dos Brazilei-
nossoS inleresses politicos A Ihuependencia ros ; que oscoraces dos subditos sao as mais
foi pouco para alguns Brazileiros elles qui- fortes columnas para sustentaren! os tlironos ,
zera ser independenles da constituido que e entao recordar-se- daquellas sabias pala-
juramos, do govemo que nos rege, e vras que Fenelon poz na boca de Mentor :
proclamando oulra escecie de govrrno tem E' feliz o rei, que sabe conter os povos li-
aberrado do camiuho que todo o Brazil deve gando os com lacos mais fortes que os do
seguir, e eil-os engolfados em um pelago de temor, que sao os lacos do amor. ,, A vista
males; ein vez de independenles se tem con- do 1 piran';? e lo campo de S. Anni que
stituidoescravos de suas paixes A bydra diil'ei entes sensaces nao causar n alma terna
revolucionaria levantou suas hediondas cabe- e pura de nosso amado Imperador U 11 faz -
cas e disse O Biazil meu e cha- lbe recordar a grandeza de seu Pae, a estabi-
mando II seu auxilio a intriga e a ambico, a lidade do ihrono, a Independencia de sua
guerra e a morle vi de um a outro ngulo patria o feliz dia de Setembro ; o oulro o
pela trra da Santa Cruz -, ecom sua venenosa 7 de Abril em que liverao toda a parte al
baba tem contaminado a alguns ambiciosos. guns ulicos que o cercava no lpiranga
A Indepekdencia d'um povo nao consiste s anda reflecte o echo dos altanados vivas que
na separaco da metropole : a verdadeira In- os filhos do Brasil repetira transportados de
dependencia aquella que d a philoso- jubilo pela 1i)ei'en'.)encia ; ocampodeSan-
pbia ( 1 ) eta nao lira ao homem todas as ta Anna esse campo que lem visto tantas
suas cadeias pois lbe deixa todas as que lbe metar.oi pboses politicasv j sendo o campo da
impozera as mos da rasao mesma Ella i.o acclamaio j sendo o campo da honra (que
o torna absolutamente independente mise!- chamaramos da ingraljdlo) Lhe avivara a
la o faz depender de seus deveres. (Juta i- record a o da mobilidyide das cousis humanas,
gual IndepindenciA nao pode sor.perigosa. a e (le que desgracas sao cercados os reis que
si'r independente nao consiste em que- atlendem as seductoras palavras dos palacia-
brar os lacoa sagrados que, pelo no^so mais nos Eoi fim a qualid ide de Brazileiro nato
solemne juramento nos ligai ao Imperador mais a raso e a raso fortissima para
e Cousliluico AIndependenci.v nao fe re cremos, que lodos os Brasileiros reunidos
a obediencia que devenios as Icis que nos em tomo do ibrono augusto em que esta sen-
regem ; a iNDErENDFNctA nao oQende a reli- tido sea Patricio seur Amigo, seu Impera-
gio santa que prolessamos. O ser inde-,dor nao sessara de repetir :
PEDRO II E INDEPENDENCIA OU
MORTE.
pendente nao ser malvado e faccioso ser
justo virtuoso emiim ser verdadeiramen-
telivre; eo coraco onde impera a verdadei-
ra liberdade nao d accesso ao crime e a fac-
ces. Que vergonln para nos se nao mos-
tiarmos a os Porlnguezes eao mundo todo ,
que quizenos ser independenles .porque o
sabamos ier ; e que o govemo que boje te-
mos melbor que o que tinhamos naquelle
lempo. Ah Brazileiros, e que copia temos
dado do nosso carcter ; de nossa sabedoria ?
Brazileiros, necessario parar na carreira
criminosa quc&lgus denos levamos en
dcsdouio do Brasil lodo.
Felizmente para elle quera Providencia,
que adespeilo de tantos erros vejamos anda
( 1 ) Este peiwament lemos no Dicciona-
rio de Trivuux.
RIO DE JANEIRO.
CAMA RAS DOS SRS SENAOlES.
Sesjo de 3. de agosto de |8<{0
Presidencia do Snr. marquez de Paranagu.
Approvada a acia, e lido o expediente en-
ira-se na ordem, do dia.
He approvada em primeira e segundt dis-
cusso a resolucao creando dia de gala o dia
2i de Jullio.
lie approvada em primeira e segunda dis-
cusso a resoiucu restabeieceucij a uug
guarda de honra*
Entra em disciltso a lei de fixaco das for-
5 is de Ierra.
O Sor. VasconceMos ententen le quf nao se
pole dizer que se filio as forras iem se de-
clarar o numero de postos eodos gene-
raes. N.ioacceita o decreto de i de feverei-
ro no que diz resoeito ao nu-nero mis no
que se refere < class-s. Observa que nin-.
gueoa que entenda di arle da guerra p>le
convir em que haja proporciono niimuro do
generaes estaelecH s por esse decret >, por
quanto o nnbre ministro enleule que devii
havertantosexercits, quimas as brigada*
e divises. Pede perd) por fallar e:n mi-
teria em que nao lie prolisionil mis deso-
ja que se discuta a materia para se Uncir so-
bre ell alo/, deque que necessita. Desoja
queso fi-a huma verlaleira or anisico da
exenio comprehen leudo to lis as forcas afim
de que possa defen Ir opiis das a; jresses
externas e. das eommocoes internas. Nota
que deve-se conservar o hum raareclial da
exercito para a primeira claaae, dous len-
les generaes pira a segunda classe, quitro
marechaes decampo para a terceiri classe,
qualorze brigadeiros para a qnarta classe. J
disse em oulra circunstancia que o ministr
do imperio devera ter hum conselho de ins-
trueco publica, de modo que o ministro do
Imperio, horneo poltico podesse cjm as iu-
foiniac s desse conseliio dar diivcjj a ins-
iruccio publica, Assim tambem deseja que
baja hum conselho do ministro da guerra ,
huma com > repir tico central que sirva da
dar todiis os esidarecimentos precisos para
bom andamento dos ne,; iciocios at para
regular as prornoces ali.n de nao serem to
maldicoadas, como boje o sao. O nobre o-
rador nota que marca o nu n-ero das pracas
de prete e nao obst.nte nada se diz acere
do numero d >s nnViaes generaes Deaeja que
o nobre ministro da guerra aprsente sua o-
pinio sobre o decreto de J de fevereiro, e
que declare se ap'prova ou regeiti.
O Snr. Paula Cavalcan (ministro da guer-
ra) alga fora di ordem a discusso por
quanto 11O se Irata da organisacodj exercito,
mas da fixicn dis (breas e quando se i>so
discutir apresentar asuaopinij
(JSnr Vascoucellosnota qana fixi^o de
forcas entra necessariameote o uum. das pee-
soisnella einpreg las ; julg que s assi.u
se poder preiieu 11er o prectto cjusiilucio-
nal, par (juinto do contrario poJen resultar
gravisssi.mos dimnos. Nao pode desenvolver
a sua idea solire os dainos que pode.o de-
rivar de nao se fixir o numero das odijies
generaes sen dizer duas palavras sobre a lei
que cr^ou o quadro do exercilo Nota que se
consideasse a idoueidade dos oficiaes sobo
sen estado de saude bom procedimento e ro-
bustez devendo ser seformados os que nd
esttverem en taes circuaslsncias. Sendo as-
si m ica -se redundo a triste necessidula ou
de nlo haver olBciae, ou dehavel-os pouco
idneos que vo lser mal ao exercito rela-
xando a disciplina. Nota que ela le foi ej-
ecutada reiormando-seotticiaes idomw* cou-
servando-se os que onoero, e lase.iio-sa
entrar noquair alguns que foro reforma-
dos. Neslis circunstancie, vio sereu.udas
para o estado roaior numero de pessoas pouco
habelit.das, aujmentaodo-se desl'arle a des
peza com damuo do paiz Pensa que o no-
bre ministro da guerra nao tem razodadei-
sar ds responder :< nergunlas delle orador,
que as uao fa*. 88 uo com o intuito da pprew


D'TA'RIO DE PRUNA M BUCO
sentarsuas ideas, rumprinco os seus deveres ) He approvado o a. artigo com as emen-
de re presenta ules do pare. das.
Pastar parte do artigo que se refere ao Entra em discasslo o artigo 3.
corpo de enper lieiros. A pesar da relucan- O Sur. Vaseonrellos deseja saber a opiniSo
cia (pie tem tido o no! re ministro em rcspon- do noKie ministro sobre os cacadores de mon-
der as ,-uas perguntas, desejaria lhe dissesse fanha pois lhe parece que nSo tem sido bem
qual o o numero dos olrkiaes de engenheiros romprehendida asna organisaro. entende
e a relatan em que estn as suas clanes e; que elles nao trm bum centro de acco ,
pede .10 Sur. presidente convide a S. Ex. para bum chele Observa que bavia a carta de
responder-lhe. I foi de i3 (le mato de 1818 que dava huma
O Sr. Paula Cavalmiti (ministro da guer-im'lhor organisacSo a esta forca. Deseja
PE RNAMB'JO.
THEZOURAR1A DA. FAZENDA.
Edital.
membros ou huma testemunha verefica s
o individuo que vem votar tem os 'predicado*
exigidos na Lei : para essa verificaco ist
be a verificaco pessoal, he que existe a
lista do arrolamento, he que se faz a chama-
tas falsas dos valores de aoU e 5oU rs., sen-
do as primeiras assignadas por D' Jos de
Mello, e as segundas por Francisco Joa* Ro-
drigues ; o Exm..Sr. Presidente desta Pro-
vincia manda fam pnblico para cinhecimcn-
ra) responde que o numeroesl ixado na or- que S. Fx. diga se acceita a orghnisaco que to geral os resultados dos exames a que se
ganisacao. existe. proceder na mesma cidade dos quaes con
' OSnr. Va$concellos conc'.ue desta respns- O Snr. Ministro aceita a organisaco como sla os signaes por onde ditas Notas se di re-
ta que S. Ex. adopta a organisacao como est, est, s a experiencia lhe poder mostrar as renca das verdadetras. Secretaria dalhe-
O notie orador, refere circunstancia lamen- atteracoes quecoriVem fazer. zouraiia da l'azend.i de Pernambuco 4 de.
le o numero do corpo edas classcs, e infere] OSnr. Vaseoncol los nota que o nobre mi-
que o numero dos superiores he igual no81 niftro deve appellar para a experiencia que
dos infnriores Qnisera faser a'/jumas ob-! tem havido Deseja que os ministros do
servaces, sobre despachos, mas tomir-se- chefc augusto do estado nao vo adquerir
Tendo apparecido na Cidade da Baha No- I da. Depois da entrega das sedulas na occa-
i'iao da apuraco como verificar se tal lista he
j. re 1 __1 ..: ..____.
ia muito Jonso o seo discurso, e por isso pas-
sar ao segundo artigo.
INo pode adoptar a Gxaco de forcas or-
dinarias do sentido do artigo, porquantose
essa hxacaoquer diser marcar forca para lem-
po de paz e forca para o lempo de guerra be
absurdo; porquanto be necessario saber ojial
a naci com quem se rombater, e por isso
nao se sabendo qual o fhiroigo que se deve
ter nao be possivel marta a forca que se lhe
deve oppor. Entendendo que, pelos prin-
cipios de hermenutica nao be possivel dar
a lei huma inteligencia deque resulte absur-
do, por issodeu-lhe outro sentido, rnten-
do que a forca extraordinaria nao deve ser
considerada tean como huma forca comple-
mentar. O nobre senador lolga muito de no-
lar que vio fsta sua opinio sustentada por
bum dos raais Ilustrados omciaes do nosso
exercito o Snr. Joaquina deOliveira Alva-
res. Dezeja que u nobre ministro da guer-
ra diga sejulga necessaiias as I'3,000 pra-
cas para o lempo de paz e 16000 para-o de
guerra. Pede.ao Snr. presidente convide'o
nobre ministro adaralgum esclarecimento a
respeito.
OSnr. ministro : ulgonecessario.
tembrode i84o.
No impedimento do Official Maior
Ignacio dos Santos da Fonseca.
no ministerio a experiencia^ formar nelle su-
as con v incoes.
lie approvado artigo 3.
Entra em discussao o artigo 4. com a e-
monda da cunara dos deputados he ap-
provado sem discussao e bem asira o arti-
go 6.
Entra em discussao o artigo 7.
O Sr. Vasroneelos deseja saber a opinio do
governo acerca do recrulamento. Nota que
os rrembros doactual ministerio tem sempre
combatido a lei vigente do recrulamento, que
a tem su posto apta para promover abnzos c
principalmente para servir* de machina elei-
i>i vrTSJis Itermrticoeus
TRIBUNAL DA RlSLLACA.
Sesso de 5.de Setembro correne.
Na Appellaco Civel do Juizo de Pi^eilo
da (Comarca da Alago* Appellantes o Capi-
to .Toaquim Jos de Mello e sua mulher .
e Appellados o Wajor Sebaslio Correa da
Motta e sua mulher, Eserivo Ferreira :
foi julgada pela reforma dasentenca recorri-
da.
Na Appellaco Civel do Tuizo desta Cidade,
Appellanle Joaquim Coelho Cintra e Ap-
loral ,interessado na reputaeao do actual ga- pP||a,]o Stiro Clementino Coelho Catanho ,
bnete, deseja elle orador aber se adopta a ler ^ Escrivfio Chaves ; foi julgada pola coninni-
adual do recrulamento e quaes as pt0- co da sentenca appellada.
dencias que tem de ja machina eleitoral. Deseja que o nobre mi- Arsenal de Marinha tem de comprar a-
nistro di{;a se prefere o ti nao a conscripeo ,zeite doce Para fornecimento do respectivo
lei vi^enie. jarmazem
O Snr. ministro observa que seria muito { O llm. Sr. Inspector convida as pessoas
conveniente se existisse huma lei proprN de rrcrutimenlos ; mis que a nao havendo, a- comparecer com a respectiva amostra no dia
dolar a que existe, notando todava que o Q do corrente pelas 11 horas di manir na
ministerio actual nao inlervirnas elei- Secretaria rl.i Inspecao do niesmo Arsenal.
Secretaria da Inspecco do Arsenal de Ma-
rinha de Pernambuco de Setembro de 1840.
Alexandre Rodrigues dos Arijos
Se o nohre senador que o preceder a-
O Sr.r Vaseoorellcs, continuando,'diz que
o actual ministerio, a pesar de solidario P^^ar huma emenda que se conforme com
falbaassuas promessas. Observa que bo e ao "^ de,e *,nwro' elle a adoptara,
quandoas circunstancias nao mudaro se nao S.nr' Vasc?nce,,0
dar mclhor, quandoos nobres ministros tem
a sua disposico o cofre das gracas e o presti-
gio imperial que valle bum exercr'to adop-
tao a mesrea lona que jtilgarao superfluaa
dous mtzes. O nobre sanador l hum di-cur-
revojrara a obra de
suas maos, mandando huma emenda que re-
voque a lei existente. Tenlo-">e clamado
tanto contra essi lei, dizendo-se era gravosa
ao paiz serindo a penas de machina elei-
toral, cenvinha que o minislerio procurasse
Secretario.
PREFEITRA.
Parle do dia 5 de Setembro de r84o.
film, e Rxm. Snr. Pasparles hoje re-
revogal-a pois contra ella sa cliamou todo o cebidas fomente consta que forao hontem pre-
so (JO Dlir. /MlilIiKid VfaCliaO. mtlllllailo O r. 1 1? 1 11 < n r .
j- j rancor dona z. sos pelo Snb-"refeito desta Fre-uezia o pardo
discurso dos puxos (pede permissao ao senado lamu, ""I""'-
para usar de expreso lo trivial) onde mos-
tra que o nobre ministro do imperio se oposera
(< o (Jejutado fixn.,o de 16 mil pragas.
^otm prsenle o discurso do nobre minis-
tro da justica, mais como elle orador leve o
cuidado de ler todas essas preciosidades dii
alguma couza de cor. O nobre orador cita
bum trecho ao discurso do Sur. Limpo de
Abreu, afim de provar sua nsserco.
O nobre senador observa que nao pode ser
adoptada pelo pas a mxima poltica de que
o ministro nao deve seguir as opinies pro-
feridas [icio deputado. JNo sabe como em
huna i pessoa caibao lanas entidades de-
putado por S. Paulo miiii:tro do imperio,
e Andrada, tres pessoas disiinclas em bum s
corpo verdadeiro e alm disto Luiz Xll
que perdoa as injurias ferias aodujjut deOr-
leans. O nohre orador dar seu Iraro voto
ao ministerio n aso que noquer be que se
tire a palavra a sua forca, dando-se a enten -
der que o ministro nao deva stguir as opi-
nioes do deputado, que o paiz nao deve acre-
ditar na oppoaicu.
Tornando a malcra doartio, anda faz
algumas obeivatots, e conc.uedisendoque
niocoutinua |or ertai bum poucoenirauue-
cido mas que se anda poder tallar, fara ai-
gomas obtervacoes na mesma sesso sobre os
aiseoes, asylo de invlidos, e collegiodo Jm-
perador.
Julga-s; discutido o 1. artigo, e be appro-
vado.
Entra em discussao o a. artigo.
I Jlo Francisco Re^is, por ser de m conduc-
ta e estar as circunstancias de ser recru'a-
do ; foi remetlido salla ; e pelo Porteiro do
'orreio desta Cidade outro pardo de nome
Francisco Joan Diis por estar ebrio e cor-
rendo cavallo pelo Largo do Collegio de
que resullou deilar por trra o mesrao Portei-
He approvado o artigo 6.
Entra em discussao o artigo 7. additivo e be
approvado sem debates e bem aassim o ar-
tigo 8. additivo.
Entra em discsso o artigo 9.
OSnr. Vasconcelos dizque hesabi lo que r foi remeltido ao respectivo Fiscal para
o gabinete de 9 de setembro de 18 'j alean- proceder na forma das Pos i a m Municipaes,
con do corpo legislativo huma lei para remu- j a dministracao do Patrimonio dos Orfaos.
nerai servicos relevantes e que essa le loi
julgada fatal ao exercito pelos membros das Peranle a Administraro do Patrimonio dos
cmaras que sao boje ministros. ola que Orlaos se bao de arremattar a quem oais der
sendo ebegada a occasiao opporluna, o nobre nos ^WS, 9, i2 e 16do corrente mes as rendas
ministro da tierra deve aceitar a emenda qiie das casas nmeros 4 no largo do Hospital do
vai lser eile orador em benelicio lo governo, ParaiiO, 10 e li na ra de S. Goncalo do
afim de ser revogada a lei que autoriss o go- bairro da Iioavisla ij na ra do Torres,
verno a remunerar ser vicos relevantes Mas 4o, na rita da Lapa, 4* na ra do Codorniz ,
romo nSo quer impor leis ao governo, pede 45, 4(>, e 47 na ra da Moeda, 48, 49 5o,
o, 62, 5.'., 55 e 5 na ra do Amonen ,
5~ 5J ';) (>o 61 e t>'j na ra do A-
ix te de Peixe 66 e 67 na ra da Cacimba ,
C8 ttty na 111,1 do Hurgo. 7i na ra do Vi-
to
as
ao nobre ministro aprsenle a sua opinio ,
a ver se se conforma c un a delle orador
OSnr. ministro observa que nada ixiste
em oi cussso, que n*o v na mesa emenda
alguma e que por isso nao sabe sobre o que gario > 7 7-^ e ;(j na ra do Encanlamen
da de responder. 7^ 81 e 8a na ra da Sen;ala'Velba :
OSnr. Vasioncelios Id a lei que autbo- pessoaaque se propuserem a arremaltal-as
risa o governo a premiar servicos relevantes poderao comparecer nos indicados di.is as 4
Rolla que ter maioiia na casa para a revo- horas da tarde na casa das Si-sses da me^ma
gatn da lei porquanto muitos membros da Adminislraco com seos fiadores
casa professinaes na materia oposero-se com Salla da Sessoes da Administtraco do
tobs as forcas approvaco da dita lei. A- Patrimonio dos Orlaos 2 de Setembro i^4o
inda acompanhar os clamores dosqueixosos
contra-os a buzos praticados com a concess
de poslOS per servicos relevantes. O nobre
O Sin. Vasconcelos nao sabe porque se ac- scl,a,,or n0,a a >"jU:>tica auese fea deixando-
crescenlo os eorpos de pontomiros esapa-se ^t-promover o bngadeiro graduado iilippe
tlores, ecomo l que delle nao traa o drere- !iw7 '^^nudo-se ao que dissera em oui.a
to de J2 de leveie.ro, dezejaia.que o nobre!occa8,l ministro da guerra be desSe algumas explica-
coes acerca da malcra, para convencer ao paiz
de suts Ultlidade.
OSnr ministro O nobre senador falla
sobre os pontuiieiros i
3. M. da Cruz,
Escriplurario,
E' o que consta das partes boje receLi-
d as
OOi*re&ptHliH:iJClct.
acerca ca marciade Caldern.
l'eseja que o nobre ministro diga se appro-
va ; cacao dos asvlos de i n va i icios. U no-
bre senador faz algumas observaces sobre o
decreto que creuu esse asylo e o collegio do
Snrs. Redaclore:
O Snr. \ as,..... tilos Sobre os eorpos de | "nPerdor-
sapadorese pontoueiros,
O Snr. mii.istio da guerra
todos os exlorcos para oigsnisar esses cor-
t os que uj ieui sido orgauisados por talla del O Snr. presidented a ordem dodia e le-
mestres, l vanta a stssau.
lie approvada o artigo 7. e o projecto para
diz que fin passar a lerceira discu>sao.
Pesso venia. Nao fui conforme a resposta
o V. Ss. se digiidto dar ao meu 4- qui-
silo : se r o nos li permitido difinir oude a
lei Silo djfiue nao sei em <|ual llairio V.
Ss. se estribo na sua opinio de deverem as
listas seren regisladas { permitan a expresso)
por lodos os membros das mezas Parocbiaes
U co de recoubecimanlo tle que fllalo as inf-
le F.,.. isto he impossivel,e ocioso ; por que
pelo arto da entrega da sedula j o Juiz, e a
meza, tem verificado, que F. que estava as
circunstancias de volar votou : Tanto isto
he exacto que as inslrucces rccommenda ,
que venha reconhecidas as listas daquelles
(lidados, que nao poderera comparecer em
pessoa : ora se he attribuico. da meza como
V, Ss. quprem o exame da assignatura das li-
stas para que precisava ellas viren reco-
nhecidas ? Se a meza deve fazer esse exame ,
porque raso pralicamente (e nao sei se pelas
instruece) se separa as listas dos a uzeles,
para depois no escrutinio verificar a meza ,
nao de quem era a lista mas se estava reco-
nhecida ; por isso que a meza a nao deva ter
recehido sem intei rar-se ou do portador ,
ou de testemunhas presentes de quem ella era.
ei*e ess individuo pode votar. Logo se o
Juiz Prezidente se os membros da meza nao
.o labe'lies como podem elles verificar se
nao pessoal ou nominalmente de qu.fni sao as
lisias ? Para que he que a Lei manda que as
sedulas seji feicbadas ? Para que be a as-
signatura no verso se nao para por em tola
a segurarica e segredo a librdade do voto ?
Se V, Ss. me concedem (o que n'o poiera
deixar de fazer) que por caus tlu-6 exime
ad libitum como se pretende pode haver
alguma co.cco ou contemplace na lber
dade t|o voto deve vigorar o meu raciojinio ,
porque elle he corrente com o espirito lo Le-
gislador que resumbra em todas essas pre-
venedes, que eu tenho apontado. Logo o
exame indistinctamentc he lium abuzo por
que se nao for sempre prejulioial he occio-
so. Estou ainda firme, /pie as attribui?6es
da meza sao outras que sao outros os ufaze-
res do Juiz Prezidente : ser erro mis erros
desculpaveis de bum
Curioso.
Sem que nos demos ao honroso trabalho de
analyzar por partes a correspondencia supra ,
pois nao nos sobra hoje o lempo pira Unto ,
tornaremos a repetir a 4. a pei\;uuta do nos-
so Ilustre correspondente para quetonheija
o respeilavel publico da simplicid ide della e
do nosso humilde parecer. Diz a pergunti
. : ? Se permillido a o Juiz Presidenie
verificar hidistinctamenle e a seu bel prazer
todas as assignaturas das sedults alelando
desta arte a liberdade da votaco. '
Res posta.
" Toda a mesa e nao um s de seus mem-
bros quem deve verificar a sedula : a razio
assim o dita e quanto se concille das paU-
vasdoart. n. das citadas Instruccoes
Igualmente sero rejeitadas as listas
daquelles que apezar de dizerem que
tem seus nomes na lisia geral nao foreui
couhecidos peTos membros da meza como os
proprios Daqui seconclue que o exame
das sedulas deve ser feito por lodos e nao pe-
lo Presidente s '*
Entendemos, que o votante dev? entregar
a sua lista ao 're dente este deve abril-a
em presenca de toda a meza o Parocho( que
para isto roembro d'elle ) reconliece se seu
(reguez e todos reconhecem se elle votante
tem as circunstancia.que a Lei exige; pois des-
le modo evitar-se- todo o dolo, que possa
haver ; ao menos deslizo6 todas as suspei-
ta que por ventura a ambico dos partidoi
possa accarrelar contra os Presidentes di
mesa.
Os Redactores.
LOTERA DO THEATRO.
Os BilUetes da 1,* parte da 4. "3 Loleria,
cujas rodas ando imprelerivelmcnle 110 dia,
aa de Selembro prximo futuro acho-se
desde a venda as Lojas dos Snrs. vlanoel
Goncalve da Silva e Vieira Cambista em
a ra da Cadea no Hairro do Recile e no
de Sanio Antonio as dos Snrs. Basto e Cos-
ta na Pracinba do Livrameuto e Manoei Al-
ves Guena na ra JNora.
LOTERA DO SEMINARIO.
O Reitor do Seminario de Olinda convida
os aman.es de Loteras a compraren) os hi-
Ileles da primeira parte da 17. -Lotciia do
niesmo Seminario, (cujas rodas andan impre-
terivelmente no dia 12 de 8br)que se acha a
venda no UatrrO do Recile, ra da Cadeia, na
laja do cambio do Sr. Vieira ; em S. Antonio
irucoen* veiinca-te Sri. R. K. pela entrega ,,a ra du Cabug, luja do Sr. Bandera : nA
da bsta i na occasiao tlessa entrega boa-Vista t delronte da ftlalr buca doSr.
be qus a meza, ou o Presidente ou algmn dos Joaquim Jos Moreire.


fe
n
I) A R I O D R PRRNAMRMCO
*
THEATRO-
Programa
sr:
prietaria nao pode vender sera Szer as mes- em meio uzo; na rna Nova D. aq.
mas declaraces ao comprador e para que isy Um caral de caxorrns de filia ou a-
ningunm se chame a ignorancia faz este an- travesados sendo baos e flavos quem li-
Cansada Hespanha das muitas vexaces dos nuncio para nao haver negocio sera o dito ser Iver annuncie.
Romanos, tomarlo as armas para sacudir o sabedor. Domingos Ferreira Jorge. cy Urna flauta a
jugo do Imperio, Os Setliberos Segeda- ^ O Fiscal do bairro da boa-vista preci-
Calecos c LufOl foro vencidos mu- 7a e Psrravos alugados ou forros que quei-1
nos
tas vezes .
URO
Ve
es. eoulras tantas tentaro sacudir o rao trahalhar na Valla que tem de abrir por
de ferro que os oprima a morte de firtro n s.0 de s. Exa. Reverendsima
mato cortou todas as espejeas dostes Po- t|, 0 do Fomnil| para espedissao das agoas que
vos que ficarao por fu sugerios ao Imperio :; mpe(lem o tramito publico da estrada; quem
Uuicamente os Puimantinos, sos, e dezRin.' pretencer alugar os ditos escravos dirija-se ao
parados dosseus Conterrneos luctaro tl.e o mpsm fisca| na caza ,le sua residencia no be-
final extremo ; pela sua cara Liberdade : a I co .Jas Rarreiras e to bem preciza-se de urna
fome osobr.gou a anear serles pirase sus- pessoa ra (etorizar 0 servs0 lie tem de
tentarem com os cadveres 'de seus Cancida- faze-
d5es sorteados athe que tend-lbes Scipia-o ^ Manoei Elias de Monra lendo em o
ferio envenenar as agoas. e recu/ando-se nS Dar0 de 3 do rorrente Edita!, pelo qual
Romanes a huma batalha decima os bravos a Tmara Municipal de Olinda poem em ar-
Numai.linos decidirlo matarem-se huns ooa
oiilios incendiarem sua Cidade e o ulti-
mo langa-se voluntario s chamas ; prefe-
iindo a sim asmis horrivel morle ao raptivei-
ro, proclamando anda no meio das chamas ,
estas heroicas palavras Antes morte que
ferros Eis a insigue peca que boje se re-
prezenta no Theatro.
Avisos iliversos
ts* Prciza-se de un caxeiro que tenha
bastante pratica de renda e d fiadora sua
conducta ; no beco do peixe frito venda D-
cima \.
ts&* A pessoa que tiver e qni/.er allugar
uma preta ou moleque pagando-se men-
salraenle dez mil rs. e dando-se o sustento ,
e vestuario; asseverando-se o bom trata mea-
to : dirijase a rna Augusta; caza Decima
la ou annuncie a sua morada para ser
procurada.
AgyPreciza-sede um cont de reis por es-
paco de um anno rom o premio detnra por
rento pagando-se os juros radicalmente, e
dando-se firmas a contento; quem quizer dar
annuncie.
cy O Snr. que annuncio qurrer comprar
loo a 200 milbeiros de lijlos alvenaria bom
barro e bom cosimento boa marca, que-
rendo do barro do monleiro ha quem o snpra
de loo albe 3oo milbeiros, somente com a
condicao de pagar o rete de cda milheiro
que ior recebendo e o principal de 5o a 5o
milheiro* quando recebidus queremto an-
nuncie sua morada para ser procurado.
8^g> Troca-se a pelas inlciramente bu-
caes por negrinhas ou moleques para lora
da trra ; que teuho de io a ili anuos : os
pretendentes derijo-se a Fernando Jos dra-
gues ao p do arco da conceico que elle dir
com quem deven: Iractur ou annuncie para ser
procurado.
SSF" Offeresse-se uma mulher para ser ama
ds homem solleiro para servir 'de portas para
dentro; que.n precizar dirija-se a ra do Pi-
res caza D. 4
S2T Dezeja-se fallar ao Snr. Manoel Joa-
quim Alexondiino d'Andrade acadmico de
Olinda negocio deseo iniereise; na ra do
VigarioD. 14 i. andar.
SST Na ra do Chieimado caza D. n. allu-
ga-se um pelo paraqualquer servio.
5S*~ Areuda-se um cilio pequeo noaflb-
gadocom dois viveirosealguna alvoredos, por
preco cmodo ijuem o pretender dirija-se a
esquina do beco do serigado loja de Gemini-
anuo Jn?c de Oiiveira Mello.
&*r yut'iii aiiiiunciou no Diario de a6 do
p.p. us querer a prelas para \ender a/.eile
de carrapato pagando 80 rs. de cada pataca de
veudagem anauucie a stja morada para ser
procurado
SSr- CJuem precisar de uma ama para ho-
mem solleiro ou caza de Sra. de pouca fami-
lia, dirija-se acan.ho docarmo D, 9
SS&- Participa o pioprielario da caza de 3
andares cita na ra nova D ati; a todas as pes-
soas queiout^rar ou arematar em hasta pu-
blica o terreno tilo na ra nova (.esta cida-
de ja principiado a edificar que a propri-
etaria do mesmo lerieno so tem posse do
terreno e esle mesmo terreno lie loreiro a
Cmara da Cidade de Olinda e a mesina
pal ue '. Jiiiid.i poe
remataeo o imposto sohre as bataneas de pe-
zar assucar em quatro Trapiches desta cidade .
nao pode deixar de declarar quem convier .
que o anr\unciante arrematou por este corrente
anno financeiro que tem de (indar no ultimo
deste mesmo me/, nao o imposto sobre as ba-
Inncas de quatro Trapiches. mas de todos el-
le* como se pode ver do Termo de arremata-
cao e se ve do F.dital da mesma Cmara no
Diario de i3 de Selembro do anno passado
Nao pode alem dislo o annuneiante rom-
prehender camo sendo cinco os Trapiches
desta Cidade fez a Cmara de Olinda men-
cao lio somente de quatro : de crer que te-
nha sido isto sem equivoco da Cmara ; e nes-
te'raso concern que ella se retracte ou se
explique mesmo para salvar seu decoro.
tlW O ahaixo assignado em qualidade de
procurador dos erdeiros dos finidos Manoel
Pereira Bastos e do Reverendo Manoel
Francisco Pereira Bastos faz vtrao respei-
tavcl publico que nao comprem e nem fa -
cao negocio alf>um com os erdeiros dos finados
Miguel Ferreira de Mello que sao l'au-
lino da Silva lYlendelo e Antonio Jos de
Castro sobre a propriedsde de sobrado cita
na rna do livramento U. a de dous anda-
res e um sotao ; cuja propriedade est liti-
giosa e j ali de contestado por aquelles
erdeiros assim o aviso para que seno cha-
mem a ignorancia.
Jos Francisco Pereira Bastos.
marella em uzo ; quem
tiver annuncie.
^.cy A colleccao di Panorama dos annos de
87 18'sS e I9.I9, 'ssioicomoo Thea-
tro de Voltaire : ni ra do Qucimado loje .
11 : ou annaneie:
Vendas
Avisos Martimos.
PARA O MARAIVHAO segu viagem
imperterivelmente nodia 10 do corrente o
Brigue Brazileirn Roza anda recebe alguma
carga miuda a frete : nssim como passageiros
para o que tem magnificos commodos ; a tra-
(ar na ra da Mcda D. 14 com Firmiano
Jos Felis da Roza ou cora o Capilo a bordo.
L e i I 3, o
CT Quarta feira nove do" correle pelas
as 10 horas da manhS em ponto, os credo-
res encarregados da liquidaco da casa de
Franciso Nuues Correia ; Adour & C. Le-
noir Puget & C. e Thomaz de Aquino Fon-
eca continuaro fazer a venda publica ,
por intervenco do Corretor Oliveira e de
abordo como dito Correia de todas as fa-
zendas da loja d'esle consistindo o sortimen-
to em fitas estreit.is e largas superiores esco-
milhas chapeos de sol, peifumarias agoa
de colonia, e ontras, snspeusorios lavas
de t das 15 qualidades meias de seda pira
senhora e homem leque finos peales 11-
dispensaveis grande variedade de sapitcs e
botina para senhora, homens -e mininos,
mantas e lencos de garca vestidos requissi-
mos de selim lencos de ramhraia bicos de
linhoe algoda'o (lores lindissimas challes
de seda pistolas espingardas selins com
seus arreios, bandeja*-, gnalas e copos para
vinho e para agoa de crNtal, estojos de cos-
tura para senhora escrivaninhas aparelhos
de porcelana para cha mangas de vidro pin-
todaseiisas, lampioes de bropze bijolerias,
i]na Iros carteira para escriptorio bande-
jas finas franjas de algodo e infinidades
de outros ohjectos de bom gosto.-
X&~ Que lazem James Cotkshptt & Com-
panhia por iulervencao do Corretor Oliveira ,
woprietana tambe: .tem posse na fenle de : quin,a teira.l0 do corrente, as 10 horas d
dame e na de detrai e na pequea amea- 1 man,,a f n0 se armaiem da ra do trapiche
cao da banda do oito do ferreiru e i.o tem :
posse alguma 110 oito da caza de sobrado U
20 ; desde o principio de seus alicerces ale
a empea do mesmo oiio. Enera no muro
do quintal nern em cotiza alguma pectn- i
cenle o mesmo oilo pois o niesmu proprie- 1
tario ja aunuociou por esla lolia qnando a !
mesma proprietaria uuiz vender o mesmo ter-
novo, de um completo sorliinento de fazen-
das inglezas e mais uma porco de plvora
de muito boa qualidade era lotes de a a bar-
riz.
C o 111 p r a s
Uma morada de rasa de dous ou tres
reno duendo que era junto o sobrado aoude andares no Forte do Mallos prenca de Carnei-
esU-ve o CosuiOiama. E assim o mesmo, faz ro Monleiro se dir,
cierne ao respeitavel publico, que a dita pro- *& Uma carteira de huma lace piqueo*
tsy Cautellas da Socielade Fortuna Ty-
no"rafica, da Lotera do Theatro Publico ga-
nhando a vigsima parte dos premios, cabendo
na sorle de fi 000 000 reis tresentos mil ris a
preco de \^n ; nesta Typografica na praca
da Independencia u- ao e na ra larga do
Rozario loja de miudezas D. 7, e na ra do
Collegio lojade reloiociro
%W Urna escrava de naci cora bonita fi-
gura nova na trra bastante del gente das-
se a contente ao comprador sendo pe^so co-
ntienda na ra direila D. ao lado do Li-
vramento.
GT Uma pardinha de 10a 18 annos, sa-
bndo com perfeicao engomar e cozer e fa-
zer todo o mais servico de uma caza uma
preta com uma cria de oito rae/es propria
para ama uma ditta quitindera queda
48o reis diarios e faz todo o servico d'uma
caza urna dita muito boa lavandeira de Var-
ela, um moleque e uma negrinha de 11 a
13 anuos ; na ra do Fogo ao p do Rozario
D a5.
ts^ Uma caza de sobrado de dois an ires
na ladeirndo varadouro em Olinda N i4
pira pagamento de uma hypoteca que ha na
mesma propriedade quem a pertender ; di-
rija-se a fora de portas em caza de Francisco
Kuzehio de Faria, que achara com quera
tratar.
C^ Uma negra de naco de bonita figu-
ra de idade de ao annos sera vicio algum ,
coinha o diario le um 1 caza coze e engoma
sofr.ivelmente faz todo o servico que se llie
oTerere ; na ra da Conceico da Boa-vista
D 36 ao comprador se dir o motivo porque
se vende
tsr O bem contiendo sitio de Francisco
Manoel da Silva Tavares ; na estrada dos A-
flitos, a dinheiro ou a prazo vende-se ou ar-
renda-se outrodito n beco do Fsoinlieiro ,
e vende-se finalmente duas bandeijas grandes
de prata ; no Forte do Mallos prenca de Car-
neiro Monleiro.
t^. Uma mulalinha d idade i { annos ,
com algumas habilidades propria para todo
o servido de portas dentro ; na ra do Viga-
rio D 14 primeiro andar.
S2^- Si patos de bizerro franzez e de cou-
ro de lustro para homem e menino bolins
de Lisboa muito bem (eitos ludo pelo me-
nor preco ; na rna do Queimado Loge D. 13 ,
e na P*aca do Livr.imenlo D. a5.
8^5?. Um moleque crioulo de idada de i3
a l4 annos, profiri para aprender qual quer
officio avista do comprador se dir o moti-
vo ; na ra de S Gonsalo a fallar cora Ma-
noel Klns de Moura.
%yf Uma porco decaibro; na obrada
ra nova na esquina do beco da caraboa do
Carino.
t_r Tres pianos de aprovado autor mui-
to bem construido, e de superiores vozes ,
chegados modernamente ; em caza do Rosas ;
Braga Se lladfields.
\y Duas moradas de caza de pedra e
cal no Airo ido por preco acommodado ,
quem as pietender annuncie.
CS* Una couoa nova propria para levar
familias jura sitios cuja cinega 16 a ao
pessoas duas ditas mais piquenas que
servem para o mesmo fim quem quizer ;
dirija-se a rna do Rangel venda U. 41.
t?- superior arios brinco em siccas al-
queires e a retalho por preco commo ra do Bangel na esquina |Ue volla para o
trem venda U. 4 :
KS&" Um cavallo novo cora os andares e
de bom lamautio ; na ra do CJueimado loge
. 7.
ssr JNos affogados o sitio que foi do finado
l t3~ Sele sacca las e tiez portadas de p
dra do cantara de Lisboa ; na ra das Cruzes
0. 9.
^ E9" Rap de Liebi muito suoeriorche-
gado ltimamente em libras e meias libra f
e oitavas. Setim preto de Maco muito supe-
rior veos de fil de linho braucos chapeos
de sol de seda agua de colonia multo supe-
rior e um grande sortimento de lazendas fi-
nas e ordinarias por preco muito barato;
na loje do Silva no principio do aterro da
Boa-vista por baixo do sobrado do Snr. Ma-
jor Jos Carlos Teixeiri.
t&" Um grande sitio distante de Olinda
um quai to de legua pouro mais ou menos f
111 estrada de fragozo com urna grande caza
de taipa nova estribara para dois valos,
caza le ranxo para matulos Corno para coter
louca da Ierra ; lem perto de 15o pez de cou-
queiros e oulra arvores de fructo como
sejo aqueiras mangueiras cijueiros e
dendezeiros ; uma grande balsa para capira ,
pasto para 8 a locabecas de gado, e trras
snIHrientes para plantacoes, tambera se ven-
de a prazo dando a comprador firmas a con-
tento ou qualquer outra seguranca assim
como se far oulro qualquer negocio indepen-
dente de venda a quem convier ; dirija-s
ao largo de N. S. do JTerco caza D. 1 ,
a. and ir.
C?" Farinha de feijocns ervilhas nan-
tilhas lavas e batatas pelo mdico pre-
co de ( ,o a libra pequenaj bandejas da
charo viudas da indi 1 um jigo de bagatela,
um nequeno hilhar u n globo terrestre, um
melhodo de (lauta um dito de rebeca um
dilo de fagote e um sortimento de livros
franceses; na ra nova U. 6primeiro andar
casa do Snr. Dnlocq.
iKscravos Fuiridos
ts^ Fugio lium pretn de nome Manoel do
gento de Angolla o qual fugi em Jnnho de
18W o qual lem os signaes seguintes he
bastante ladino Cozinlieiro e Alfaiate bai-
xo cheio do corpo cr alguma couza fulla
muito barbado e bastantes cobellos nos pei
tos e pellos bragas a fila he discancada su-
priem-se ter embarcado para fora da Provin-
cia ou ento foi para o serlSo ; por tanto rj
ga-se atodas as authoridades policiaes ou ca
pitaes de camp ou outra qual jiit pessoa qua
dellc souber o peue e o traga ou remeti
para esla Cidade do Recife a intregar a s u
Senhor Joaquim Pereira d'Mendoncj que se
pagar todas as dispezits, que se fizerera alem
do que se dar mais 5o,000.
ty No da 2 I do mez passadu, fugio um
negro de nome Menedicto ( criculo ) idade
aa annos estatura regular olho< espanta-
dos cor fulla com principio de frieldade .
e por SM audava calcado com meias azuis
mariscadas e sapatos debrunados cora fita
preta calca no azul, chapeo preto de pello com oficio
de carniceiro custumi dizer que forro, e
foi nagem do Fngeuheiro lioyer quem o a-
preliender leve-o ao segundo and.tr da caza
N. 1 ; na ra da Cruz junio ao arco do Rom
Jezus que sera generosamente gratificado.
Vfoviiiieiito do Porto
NAVIO SAIOO NO DA 4.
ASSU' o Hrigue Nacional Feliz destino Ca-
pilo Luis Gomes de Figueredo, equip, i
Ion ao7 carga lastro consiliario o mesmo
Capitn.
KNTRADOS NO MESMO DIA
I.IVERPOOLL a Rarca Inglesa Columbus
Ca ilam Daniel Greon equip. 17 car-
1.teniente Jos Ferreira da Costa todo amu-
rado pela fenle cora 700 palmos de muro ,
um alegre caza de vivenda con commo-
dos para grande familia capel la seis cazas
piquenas para hospedes puntar de espuriio ,
COdueiroS a excellenles pocos de agua ; na
ra da Florentina N a 16 ou na ra nova
armazem de lo.icu fina.
Sur Ho paleo de iN. S. do Tergo D. .
oleo eseiohiiu/.o e.u viilros, c as O.aa culo
oleo he etica/ remedio para alporcas es
tem reoouhejido a sua viriude nesta Cidade,
no Rio de Janeiro e lilna.-
ga fazendas tonelladas 3og consignata-
rio o mesmo Cap passagiro o Padre In-
gles Frederico Julio.
SABIDOS NO DI A 5.
PARAHIA, Uarca Ingleza Nectingale Ca-
pitam Thomaz Aunter equip. 1 \ to-
nelladas a74 carga assucar e algodo ,
consignatario Henric.^ b'oster e C.
ASbU', Brigue N. S. Maria da B01 sorte ,
Capitana Jos Joaquim Dias dos Prazeres,"
equip. 16 tonelladas a u carga lastro ,*
consignatario Joze Gonunlvez Casco, Jozfe
Ra/ilio da Barca passageiro.
RIO DE J ANRIR co e,cal pela babu *
Escuna de Guerra Americana Entreprize
Coramandante L. M. GaldsGorough
S. MIGUEL DAS ALAGOAS Sumaca N.
Livraraento, Capitam Leandro Joaquina
Cardozo equip. 8 louelUddS 6 vano
gneros.
EN TRADOS NO MESMN DI 1
kC 1 y 'uu Ecuaa de Querr N.
t .Neteroy Comandante o Capitam Te-
nenle Antonio Conrado Sabino ; tras 53
reerutas: teudo eolrado hontem a notle


4
DIARIO DB PERNAMBCCO
......nMc1
PRECOS CORREN TES

i; ENEROS.

*COrfe VilSo.............
co rnr................. <
. K-aiHci.ie ">5. cr.........
Alcalio Si:cCO.............
a I fnzc ma ........
1 Ipisla.....................
Al vaiade...................
< tiisiihs rie ferro conf. Slias v.
imendos docecom casca mole
Ancoras e anete'es..........
A maceas...................
v ruine de ferro.............
,, de fallo..........
\ ico"; de le' ro. ........
\ i roz j>ila Azeite dece i!o Mediterrneo ..
,, de Portugal.......
HACAIIIAI! ...............
Hacas le lalao..............
Ha: ren vasias cm pe........
,, ,, tdialtdas.......
''.talas.....'
rlezt-rios Franceses..........
Bren.......................
Ilritn ii ti a HiHocaO.,,,
Rola xa fina................,
ordinaria.............
rtolaxinha..................
CABOS de liiiho dz patente.,
,, Ir.plcs......>
,, (!:. l'liGsia
,, ce Cs?io.. io#
Calle ......'....
Carnetreca vio I'io-gtcriie...
m n de fi'onievidco...
de viveen salgada......,
,, de Poraj............
Camelias Frer.eevas de Cures
Ca rv"'C de pedr*............
Cera omarell d'Ai'gola......
branca...............
Cll H5S0D...............c
% ptiola...............
Cerveja i>i a nea............
pela...............
'Chumbo emrint..i.......
em lecieol..,......
da nwnicSo.......
Cobra para caldertii o,......
,, ,, fot roe piegcs....
ECHADAS...............
Kmolie cu. anudo..........
pingardas lata I inas........
J- siripa.....................
L"r\ a-doce..............
t'.ttauho....................
FARIMJA Amer. nova......
vell a.......
Fianceza....
Tiieste......
batuco......
Ftijo.....................
* ultiw de Faudes...........
de Ierro I ugles.........
Fouces de roca..............
,, de meia roca...........
I luilmliii.................
Porrete............
,, de Sapaleiro.......
n io ingltz un lianas......
,, ,, da Suecia......
JRTICLSS
ftltel Mnn............
Spint o1 Ui'pentme.....
I Riandy ai". e..........
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Car.arv Seed..........
WliUt Iratl............
Cables-chai" ace. tnsi'e.
Swcet ahnnds Anchen and prapnels..
Cie#urllat.............
Itcn I* he assoiUd.....
Hiass i, ,,...........
i on hooptt,,_...........
Hice white............
OH olive .............
Portugal...........
Codfish...............
Brass basim...........
Flota Barris..........
15 shooks.........
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Ca. / st. ins, Frtneh.....
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Ravent duek Hastian..
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Bread piiel...........
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Cmekert..............
Cordage Paent........
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Loucaordinaria ingleza...
MAMTEIG Inglesa.....
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Machados do Porto........
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OLEO de iinhaea em cascos
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Patino de linliouc toloens..
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Papel de peso coroioba.....
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Plvora..................
Poiassa d'Auerica.........
,, da I^ttssia.........
Prego 5 eaibrar...........
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,, ripar do Reino....
,, da letra.........
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PteznnlDS do Porta......,
,, de oulras parles....,
Paios de Lisboa. ..........
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,, de Lisboa..........
Metros...................
SADAO' arnareHo.........
do Medilerrano...
Salitre retinado .-..........
Sal Estrangciro alq. vclho...
Salea pa ir i Iba.............
TAIACO maependim......
'I'ali.iadi. de pinito.........
Toucinho de Santos.......
de Lisboa.........
Vinagre de Portugal ...v...
,, do Mediten aneo...
Viubo de Lisboa tinto PiUl.
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,, Otilios auioies tinto
,, Malaga >ecco b.p. P.
,, Celle tinto.......
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Vidro p. v. ile c. de 100 pes.
Vellasde Speiuiaceie......
,, de cebo.............
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Rollles black........
Dami-iohis.........
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,, in jars .........
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,, Kn%iish narrow .
Fartlienware ........
Butter Snglfsh neiv..
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Franca........ 400 e 10 por centoCamb. 160 R. por 1 t.
lngltarra....... 1 d. por libra i 10 poro/o
Barcelona...... 5oo Rs. por Ar. e loporcaato, Camb. 800 Rs. o pezu
Inglaterra...... t. 4 por Ton. de 70 Ar.e 5 por cento.
Franca........ 200 Reis cada um e 10 por cento Canil), lo R. p. I. F.
Estados-Unidos.
Nomina
11
N ouii na
O B S K V A G O K W S
Todas as mercadorias eslrangeiras pag?io 15 por cento de dircilos a excepcao do c ha e plvora
uc cacao cincotnl por cento, sobre as avliacoent da paula geral do Imperto; e alguns sobre o
'valor dado pe.a parte. Aleiu denles direitos pago mais 5 por cento de anuaseuagem addcioual i
xpedienie. Alas as cambiaias de lir.ho rentlasde fil, de seda e-liuuo, obras na ouro e pi
t, pedias preciosas, e caudillo de prata e ouro sao iscntas da annazrnagem addcional, e so pa-
1 ln p. c de eX|-eoie>rte Sao isentas de dntilos as maquinas anida nao uzailas 110 tugar; poreni pa><
* os i> por cento de expediente e ariuazeuagemadcional.
Concedem-se 4 mezes.le aimaMnaMm bvie as aseadas stecas, aos gteros de est.va 00 das, e aos
1 quides cominos eiu caacoe 10 .na, e indo elies pagao pela derouia que Uvereui na AlfdUdega na razuo
e itU por cento a o m. ,."
rei'os de 5o por cento sobre as avaliacoens, iuciuuido se uestes >/U por cento de expediente. Fagfu
mais 3 IJ2 de arroazetia^tiu aJIcioiial.
Tonas as bebida espint. ozas pgao de consumo na Provincia 4o ris por caada excepto agoa-ar-
deiite de fabrico uac.ona que paga s 20 por cento sobre o valor.
Paiaalteslos quebr ooCedesn-ae a os despachos de I,uidos o* seguintts abatimentos; a saber:
de 5 cento em ssrnifa; daApOceBtoemLotq, de 2 por cento em ras.... e guralocns.
O Carvio de podra be iteuipCoxJe dir los, e spagaS po. canto de expeliente, e armazenagen.
ns direiioa daaxpurucao pagu-ac obra a avatiaco u urna pauta seinanal na raaio eg.mte As-
Ur jo rcente, a lgci'.ac, Ule, eFumo U pr cento; Agoa--rdenie couros, c todos os mais
gneros 7 por cento. Alem destes direitos pagio-ee as taxas de Irio ris em cada caixa de 40
fecho de jo reisem cada barrica ousaco de assucar ; ede 4 reis era cada saca de algod.o.^
Couros, e odos os mais gneros sao liviesde ducitos paia os po. to do Imperto a excepcao
go.l.ib Assucar, Cal, e lamo que pg5o i por ceuto e as taxas por volume.
Osmetaespreciosos, uacionaesou esiraugeiros, em baira oaainoeJados eo ouro em po
por cenlo sobre o valor Coi rent no mercado.
*:cravos exportados pagao jmj por cada um.
res em
do Al-
pago
EEflSTA C0x>1j1EKCIAL
CAMBIOSen transacoens e he njminal a 29 ira.
ALGOUAO' Poucas vendas a (itjfyoo
ASSUCAR Tem havido poucas transaccoens a 700 sebre o (erro
COUROS Contiuuo a ser procurados a 140 por libra.
Nao tem havido entrada de lannha nem de bacalltoesla semana.
RECIKP NA TYP0iR4,FU DE M ZT" F1GUEIR0A D FARIA >84


Full Text
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