Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04102


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Full Text
Anno de 1840. Quarta Feira
TuHo.snmdtppn^e tic n mesmni ; ra mws prudencia. moH>
5o 6 oerK 4 CoilliaiMtonS como principiamos, e seremos ap,mudos
com iuir&cio entie as Kaccs niais cultas.
Prcclamac.*.o da Asje'mblea Geral do Brasil.
icra-
Sub-cn-ve-se par -stn follia a 3*oop por q.iartel paqos arliantsrloj
nr-s'a Tyiografia rjlf das Cuzcs I).-, e na Praca- da' Independen-
ca n. 07, e 38, onde s rcehem correspondencias' Ifoali adas e an-
nin.cios, insiri lo se cites gratis sendo Jos propuos assichantes e
vindo ssgnados. a
i
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Cidadeda Parabiba e Villas de sua pretenco.......i
Dita do b.o Grande do Norte, e Villas dem ....
Dita d Fortaleza e Villas dem...........
Cid,de de (oianna..................
Cinade de Olinda..................
ViiladeS.AnlSo..................
Dita deGaranbuM e f'ovoaro do Bonito.........lo, e 14 de cada met
Dnado Lao, nnliaein, luo Fonnozo, e Porto Calvo, i, M) e at dito d.to
Cidade das AI:.Koas, e de Macci............Irlem [den
Tilla de Paja de Flores. .... ..... .......ldera j; dU(> dj(o
leaos os Ci rre>os partera ao meto da.
2 oe Setenir^o, Nu\r. 191;
r\ M :f ,s __ Skti:mbr t.
Lruv!-e*..... aq '>,) i.ir 1' io red.
'-' i ......8o a 83 p o > iraimo por metal ofliireeioo
rranea ...... 3jo rei por banco.
Ra de Janeiro ao par, Cniop. Ven las
OLI'.O i neda d i fjoo res, velh ii i ., ,. i tf-..,
.) Diai ,, ., tk 4..s 14R00 lfooj
Sitas de ftfooo res, x/Hooo 8i.>o
>-Pataces ht-asileiios -- i|6
PenoColimnanos-----------if'i'io i(-irio
l):t.s Mexicanos ------- t*'2 ljlj.
*. ...........i>*4< -
Descont de bdliates da ilfanriaga 1 iflHb I no a > mea.
dem de letras 1 i|( a i i|i por boas Rfmas offerecido.
Mueda de cobre .'i por too de disc.
PK'ATA
>
t
?Seg. e Sextasjfeiai.
Todos os das;
. Quintas lenas.
PHASES DA LOA f HEZ DE SETEMB.
Quart. cresc. a 3 as 3 (i. e 17 m. ci> tard.
La Cheia a 11-as 5b.e 17 m. riatard.
Quartrang.a :8-as 5h.eiom da tard
La Nova a 16- as 7 li. e lim datad.
Mare ehcia para o da ? de Sctembro
As 10 horas e 6 minutos d manila.
As 10 tiorase 3, laiouiot da tarde.
DAS da SEMANA.
5i Segunda S. Raymando Nonato Cjrd. Audiaocia doJusde Direito da i
vara
1 Terca .S. Bgvdio M. Helarlo e Audiencia do Juit de Direito
la 1. vara.
1 Quarta S Est-vio Re. -- Audienau .(< Juta de Dreito da 3. far'a
3 Quinfas. Eufemia V. \\. Audiencia do luu de rjaraito da j vara.
4 Sexta S. R .a de Viterbo V. Audiencia do Juiz de Duelo da
1. rara.
5 Sabbado S \tonino. Retaco e Audiencia do Juiz de Direito da
V Vil.
6 Doraing \. S da Pe iba.
1UQ HE o A NKf IIO.
CMARA DOSSRS DEPOTAOS.
SeIo.dc 3ocejullio de !84o.
Presidencia do Snr. Marcelino de. Rrito.
A's to lior*s e me i a faz-se a rbamada ; e,
reunido numero sulhcienle de Surs. epti-
tados abre-se a seso,
lie lida e approvu cedente
O Sur, primeiro secretario d cotila do se-
guinte
Expediente.
Ilum oflcio do presidente do senado com-
municaiiHu que o mesmo senado adoptan e
vai dirigir ; saneca imperial quairo resolu-
coes buma declaiaudo o Sold que compet-
te ao coronel Antonio Luiz de ISoronba e
Silva e tres npprovando as tencas concedidas1
aos coronis Joaquim da Silva Diniz. Iom d l
Moraes e Abreo eaonrjjor Jos] .t\n Josfa
Ribeiro >aiato : f:ca a cmara inteirada.
Outro, enviando huma proposiolo do se-
nado creando humacadeira de direito admi-
nistrativo em cada lium dos cursos jurdicos;
de Sao Paulo e Olinda A imprimir.
Outro. devolvendo a resoluco acercados!
arremallanli's to imposto dos dizimos da pro-1
rintia da l'abiu nos annos de 1820 a 18a3
com as emendas feitas pelo mesmo si nado : a
imprimir.
Otilio, communicando que o mesmo sena-
do approva e ter de dirigir sanelo impe-
rial a resoluco que approva a tenca conce-
dida ao coronel Callos Jo--e de Mello, se aj
cmara dos Sis depulados consentir na subs-
litciio das [ alavraa do torrente anuo '
pelasde '.C07 a cmara conven.
Huma represenUco ia cmara municipal
da villa de Aicains pedindo a divisao do ter-
ritorio : commisso de eslalistica.
Hum requenmento de Antonio Jos Lis-
boa, continuo eesciivo do cofre da relacol
da Dabia queixando-se de ler sido esbulha-|
do deseos empiezos e pedindo a reintegra-':
ca,.delles; commiaso de juslica cri-
minal.
A demonstraco das operaces do preparo
assignalura e subsliluigo do papel moeda na
corte e provincia do llio de Janeiro "le o dia
4 do corrate ; commisso do orcamento
da lazen Ja.
OltDEM do da.
Entra em di^cusso o adiamento sobre o
pagamento de Guilberma Youug, e Cjnlinua
1 Gcar adiada pela bota.
Aiiiiuiicia-se a ebegada do Snr. ministro
do imperio, que be ntroduzido com a& lor-
roalidadts do eslyllo, e conliua a discus:o
do orcamento do imperio.
Le-se e beapoiada a scguiule euinnda.
Empregatios de visita de saude i.os portos
iuaritimos Bcando desde j elevado a 8ooU
teis o ordenado do profeasor de 6aude do porto
de Pernambuco. Maciel Monleiro Car-
valho de Mendonca iNunes Madiado Re-
g Monteiro.
O Sur Paula Candido relira a prinuia
paite da emenda q"ue efl'ereceo honteni para
a subsli'uir pela seguiule :
Ao 27 Com o inslilulo vaccinieo,
veceudo desde j o director t'ocUooo icis
cad bum dos ti es ciiuigies jouL'ooo ieia u
secielario 101 Cuuo res c^pedieulo' ooUouo is.
on.ma a jboo(J rtis.
Esta emenda foi apoiada bena como a se-
':ninie
14 O ordenado dos profes^ores da Aca-
demia das Bellas Arles ftca elevad.1 a oouU
rs. e o dossubslitulos a dos tercos do dos
professores .1. J re ()!i\eira.
OSnr Andrada Mac'iado (ministro do im-
perio) observa que oorcamenlo foifeitopelo
Snr Galvio, cuja probidade be tal que
er nao se arriscar etn concordar com elle.
Declara que em parte n*o duvida concor-
dar com a emenda da commitsio pelo que res-
peita a redcelo na des pesa oread t pira a se -
creUria sem que todava possa fazer muir
economa dj que u de redtizir a vinte sete con-
tos essa despesa,
Sabr obras publicas enlende que ncnbu-
ma rediici-ai be po>-ivel. excepeto se a cma-
ra qui-er se nao faca alguma das obras, do
que tracta o orcimerilo ; p que a desieza
fui oreada com a maior exaclidlo pelo ins-
pector das obras publicas ol-al rnuilo
hbil e loavarel
A Sanca, quecoberente era seu< principi-
os nunca passara sobras de coiisigiiaclo pa-
ra outra ; e t|ue. s as bou ver caro in-
tactas, protestando desde j.i a confianza do corpa legislativo, no fucturo
orcamento dar conta exacta do (ue sobrar.
Cr que em todos os precedentes Je sua vida
lia plena gaiautia de que nao (alta ao que
promelte.
O Snr. Rodrigues Torres persuade se que
aommisso concede maior somuja do que a
pedida pelo nobre ministro, pois que d ib
conios, quando allius S'. Ex se contenta com <
i"] para as despesas da secretaria INota
porem que a comuiissao oreando i coutos,
leve'em vista que nesta soma enlrasse a des-
peza iKcessaiia para a creaclo do archivo.
O Sur. Anteada Machado (ministro do im-
perio) declara que, a querrer a ca tiara que
se crie o archivo, no que elle orador concor-
da indispensavel ser a quantta oreada pe-
la commisso e que do contrario ser possi-
vel faser-se a despesa com menos dinheiro ,
maiscm qualquerdos casos protesta que Im-n
s seilil que bija de suba nao ser appileado
a rubrica diversa
U Snr. Montesuma na> julga mnveniente
o melbodo seguido al aqu na discusso do
orcamento e Ibe parece que he prefervel
o discutirem-se somente as emendas ou al-
let.icOes aos orcamenlos anteriores por a at-
ktiuiD as&B] dividida, e applicada a tantos e
to diveisos objeclos complica & discusso,
e mesmo obsta a que os miislros possao dar
de momento exactas infjrtnaces. Nao pro-
poe, que se faca j esta i uno vacio fe so-
mente lem em vista chamar a alinelo da c-
mara sobre esle ponto ,
Observa que poda faser algum.is r< flexes
contra as censuras que se Ibes tem feito por
algumas expresses do discursos que como
orador da deputaco apresentara ao tbrono;
mas nao a laz, em primeiro lugar porque
ninguem tem querido explicar quaes sio as
axpiessoes censuradas ; e, em segund lugar
porque nao deseja demorar a importante dis-
cusso do orcamento e raesclala com objeclos
heterogneos a ella.
Mo concebe <|ue esquecimento do pasta-
d he esse que se dezeja e em que se lem
tallado. Se he o esquecimento de todos o>
erros, pri'varicacoes, e faltas administrati-
vas nao sabe nesse caso para que se esluda a
historia nena cerno se possa conciliar esse
esquecimento cono o progreso e melhiramen-
li> que deve desojar-se Entend qn as pre-
varicacoes dos denositarios da aul tri 11 le pu-
blica, o despreso dos dreitos do hornera so-
cial, e as tyrantas nunca sedevena esquecer;
e portante nao admit? esse olvido qualquer <|*
ejlo as anlhipathias quede seu modo de
pensar posslo provir-llie porq ie laei autipa-
tbiaao alo poderoacobardar.
Se porem o esqupcimento exprime perdi,
be o primeiro a concordar nesseolvido.
O Sur M. Monteiro sustentas su i emen-
da: que eleva a 800U res O ortlen l fessor de saude do port > de Pernambnco ; beni
lxim'> a do Snr Reg Monleiro elevando a tU
reis diarios o ordena dos guardas dessa re-
parliclo ; e depois de mostrar que lie de jus-
tici e-si- sugmenio, observa iu*: o accrescimj
be mnito insignificante e que portando nao
avultaa despe i.
O Snr A. Custodio motiva e maula a me-
sa a seguinte emi-trl >, q ie he apoiada.
-tS. lia gualadoij uiiKiiudu drir>-
fessor di lingua inglesa ao do prolessor do
francei. Angelo CuHtOnio*
O Snr VI. do \m iral declara que prest o
seu apoio ao ministerio nao s por ser o pri-
meiro nomeado por S \l. 1 como pela con-
fianca que Ibe merecem lodos os m mbros do
gabinete especial nenie o Snr, Molan ii Ca-
vancanli seo aotigo ami ;o e co npanbeiro
Gre es na despesa oreada para obras publicas ,
porque tralando-se fomente de conccrtOS e
reparos, cuten le que deven ser feito custa
da muuicipilidadc, cu jas rendas suppe e-
rem avulladas
l.e-se e be apoiada a seguinte emenda :
Reproduza-seoi6 do artigo da lei do
orcau.ulo de 5 de maio do trrenle auno .
que coneedeo roooUooo rs. para manutenclo
do lustincto Histrico e Geogrfico Draseiro.
sendo obrigada a di recelo a dir conta ao go-
vciuo do emprego desta quantia -- Muura
Magalbles -Silva Pontea
OSnr Vianna, se o Snr. Amaral est re-
solvido a dotar a cmara municipal com os
rditos precisos nao duwdar auunir a que
fique a caigo da municipdid 'de a desposa
coin as obras publicas do municipio \ mas
COO renda actual entcule que nao p ale a
camari ocorrer a ou tras despesas diversas das
que jy pesio sobre ellas.
Motiva e manda a mesa as seguintes e-
mendas, que sio apoi idas.
Com a S ciedade de ^'e-
Captal do inipeiio ,
2,oooUreis. Vianna
ti o %ccrescente-se incluidla quintia de
7 booreis |>ara a desapropriacJo dos edifi-
cios qu he uecessario comprar para a aber-
tura da ra deiYonte da academia das Helias
Arles at a de S Francisco de Paula Vi*
aiuu.
O Snr. M. .Magalhles chama a attencao do
nobre ministro soaie a eioola de medicina da
Babia, que entende estar b.".n ser-i la de pro-
fesores mas uecessitada de muitos objeclos,
que se nao poderlo consentir sem que seja
augmentada a conai^nacia
Eolia timben, di ad.ninistraclo dos crrel-
os nota que os empreados nado vlaraniiao
lea mu res vencimeulos que os da labia es-
ueid que o nobre aiiaijrfxe oihe coa ^ a maior
alten ao para esle ioi portanie mu>u do ser vi-
to publico.
Sobre a emenda, que augmenta o ordeuadJ
Ai lijo addilivb
dicina estabeletfida na
aos e nprega >s da instituid i v tr i. : i, qui-
sera tu,'o nobreauHr da emenda a elgin-
se segundo o pai cerda terceira commisslida
I a /i' 11 la.
Pin lmente motiva a seguinte emenda, que
he a-oi ni i.
Ao \i di artigo i accresceute-se fi-
cantlo elevad i desde a *onrT rs o ordena lo
doPorti-ir) que serve de bibliotecario di es-
colla de medicina da 'alna. Vio tira Mag i-
Ihaes
O Snr. P.arneiro di Cunha fiz diversas re-<
lexes sobre as encola; apresen tula*, Q
manda a mesa as segutntes que sio apaia-
dis.
Ao artigo i() Para conserlo e mohilia do
pitarlo do govemo (i.oioL res C.irn iro di Cunhi.
Ao artigo ig sobre capaes, poites. e eslra-
d is -.'raes Para bu oensitoe min -ipio da
estrada geral da provincia da Parahyha do
norte. 8: ioU rer. Carueiro da Cunha.
O Snr S>um Franco eoM mimbro da
commisso, explica as n/.oes em que elli se
l'nodira pira propor diversis reJuc.-es ao or-
cameuto.
Respondendo ao Sur. Montesunia, deseja
que explique oque quer diser o perd j d
que falla; e hi falta de-expliclo de-
presar essi phrase, convencido como est
de (ue a optnio do nobre deputa lo he siu-
gular, he somente dalle nobre depula lo
Declara qae presta o seu apoio ao g nerno ,
e que srj o retirar no caso de apparecerm ac-
t s contrarios aos principios manifestados pelo
mesmo goverrift.
OSnr. Barrete Pedroso mostra quinto be
interessante o canal da Pavuna, e concorda
com o nobre ministro em que mesno.uj ca-
so de nao ser pissivel de pronto con uir
essa obra, se devj I tara despesa necessaria
para conservar o que esta feito, epirlauto
vola contra a redcelo proposu fela nobre
commisso, e manda a mesa a sequile eineu-
dt que lie apoiada
Ao '9 accrescente-se comprehendidos
a4iOOO rs para mellioramttlO do canil da
Pavuna Brrelo Pedros.
O Snr Andrada >1 ich id > (ministra do im-
perio) entreoutras obserracoes que nao ou-
virnos, declara que coocord i com o precedente
orador na ulilidada di canal da i'avuti, e
protesta applicar us meios uecessirios pira
que se|a cousepvado.
A respeilo dos cjrreios, reconbece que sao
mal administrados e quanlo esteja ao seu
alcance prouiette fazer para mellurar essa
ramo do servico publico.
Aceita o apoio do ujbre deputado o Si Souza
Franco, e julga que era desnecessario a con-
diccooom que o presta porque desde que
o govemo nocumpreo maudalo, se llip ae-
ve retirar o apoio.
Sem (|ue des;:onheca a utilidadedealg imas
emendas apresc-nladas pondera que o estado
fiuauceiro do piiz exi;e a .naior ecanomia ;
e dolara que dentro em poucos diu se con-
vencer a cainaia desta vordaue em vista do
que Ihe le o de exp r o nobre ministro di 11-
zentla. que entraiid.) para o tbesuuro achou
apenas cea tontos de reis teodo d pa^w
$>o e'que poriaso se ^> obrigado, p*ra
oveorrer a'deapezas urgentes a. -iiupor
empresiimo o dinheiro iu lispeneavel que l.ie
fui ulereeide pm quiuse da,sem premio ai-
gum, pordivanoi negocimtjs Brasileiro-i eii
iuglezcs.


!,
DIARIO D FERNAMHUCO

a
Em ahono.de sua franqueza declara ao no-
bre diputado que boniem o interpellara so-
bre mndanr;ai de empregados que lioje fo-
ra assignadas as cartas impeiiaes de presi-
dentes par* as provincias de S. Paulo e Mi-
nas.
O Sr. Fernandes da Silveira motiva a se-
guinte envenda que he apniada.
" Ao a4 Onde diz hibliotheca publica
8.6 i4U rs. accrescente-se inclusive 800LJ
rs. para augmento tos ordenados dos 4 ^~
ciaes ajudanles do amanuense e da gratificaco
ao guarda que sero divididos proporcio-
nalmente na raso de seus ordenados Fer-
nandes da Silveira. ,,
O Sr. Paula Candido sustenta as emendas
que dizem respeito .'academia de medicina,
instituto histrico e embregados vaccinieos.
A discussso fica adiada pela hora.
O Sr, presidente d; para ordem do dia a
mesma e mais as resoluces ns. 65, 68,
tip, 99, e 38 deste anuo.
Levantarse a se t sao s a ii-j hora;.
fallamos que os cidados de cada urna del- tar a tempo.e fora de tempo.rogar e adraoestar
las sao chamados a tomar parte, e defacto com toda a paciencia e dontrina Knjquantoao
discutem e re*olvem acerca dos interesses ira- mais a graca de N, S. Jess Christo, a cari-
mediatos das mesmas Provincias E pelo que dade de Deo* e a communicacao do Espirito
respeita felidade ver-vos-hieis cortamente Santo seja coto todos vo. Amen. 043)
que eu devia ter era seni duvida esse que ti-
ve de o por era liberdade conformando-me
cora os Artigos i3i 3 e i3J do Col. da
Proc. que assira mando proceder quvido he
preso em flagrante o Cidadio Brasileiro ; e o
" do Tratado cora a Franca que sa
embaracados se tivesseis de responder es-, E para que chegue noticia de todos Artigo 6
quisitos: Foi-vos impossve! quando Mandamos que os Reverendos Parochos refere ao Tratado coro Iglaterra os quaes
concedem aos Subditos b ranceze e Ingie-
res a cerca de suas pessoas e bens as mesraas
e formulas que tem direito os
ros.
te quisitos: hoi-vos impossive quanao Mandamos, que os Keverenaos rarociius,
sujeitos mai Patria em fraternidad* cora logo que esta nossa Carta Pastoral receberem,
asoulras Provincias sombra da monarchia a publiquen! Estaco da Missa nos Dornin-
regimen gos e dias festivos registando-a depois no h- garantas e tor
>os, fa- vrocompetente, do que enviara'5 certido a Subditos Brasilei
Concluso da Pastoral do Exm. e Reveren-
dissimo Bispo Capello Mor do Rio de Ja-
neiro.
A guerra um estado, que menos se com-
padece com o espirito do Christianismo : um
dever que a alma da Religiao o dever de
os amarmos uns aos outros aquelle mes-
mu, <,ue especialmente se nao compadece com
um ctado qual o da guerra, onde os bomens
se <-iF< ndem reciprocamente. Os i,tereses ,
que se agila e decidera por meio das armas.
Iodos terrestres e mundano^ nao sao certa-
mente os que mais dtvem fixar as vistas de
quem como o Christo nao tem neste mun-
que de ordinario seemprega, o engao, a
mentira, acilada, sao taes que a Moral ja-
mis peder approvar alm do inceudio da
devastaco, edamorle, que raras vezes se
podem exultar. O resultado que de ordi-
nario se tira, a sujeico de um povo a
perda de sua liberdade ed'outros bens ; que
elle mais aprecia ; entretanto que os grandes
principios da Moral Christa oesquecimen-
to e o peido das injurias o mor dos ini-
roiflos, aequidtde, amoderaco, a justica ,
tudo isio i posto de parte ou antes atrozmen-
te vinlado no lempo da guerra. K ser isto
coinpoiM-1 -com o rspirilu do Chiistianismo ?
Tem el)e sem duvida, muito contribuido lempo de attentar por tantos males, que ten-
para alienuar os effetos desle lerrivel flagel- des chamado sobre as vossas cabecas e par-
lo ; dtve-se-lhe como diz um grande oli- Ibes um termo. Deponde as armas e tudo
tico, 4 um certo direito das tientes na guer- conseguiris, assim como tudo perdestes ,
ra que a nalureza humana nunca poder de- quando as tomasles. D ponde-as que a es -
vidamente agradecer. Mas anda assim a te acto se seguir o perdo o esqueci ment
guerra tem muito de repugnante ao carcter e de tudoquauto ha pascado que vosasspgura
constitucional edasleis que neste
sao feitas foi-vos impossivel, dizemos ta- vro competente,
zerdes a vossa felicidade ? Est j demonstra- Secretaria deste Rispado na forma do estilo.
do, que a felicidade dos povos depende es- Dada no Palacio Episcopal da ConceLo do
sencialmente da forma dos governos e que Rio de laneiro aos 4 de Vlaio de 1840.
aquella, que tendes adoptado, cabalmente L. S.
satisfaz esta conlicao da vida social, ou se! MANOEL BISPO C VPELLAO MOR.
atienda aos factos, ou ao mesmo raciocinio?, O Secretario do Bispado Padre J. Antonio
O que tem sido o Rio Grande do Sul depois da da Silva Chaves.
sua separado e consequente adop.o da no-j Carta Pastoral de Saudaco e de Exhorta-
va forma de governo comparado cora o que co que V. Ex. R^verendissima Houve por
foi nos dias dasuaunio? Dgad-nfl esses bem Mandar expedir para todas as lgrejas
campos outr'ora lo florecentes e boje tala- desta Diocese. t
dos por bastes fratricidas ; essas familiss, que j Para Vossa Ex. Reverendsima ver
nao ha muito vivia no remanso da paz, e assignar.
goznra de (odas as vantagens de urna vida ^#
commoda agora foragidas alimentando-se
do pao do desterro e quij do da indigencia.
Diga-no esses cidadios que tem visto in-
sultadas as suas casas devastadas as sua fa-
zendas morios os seus filhos prenles e a-
migos essesangue. que tem purpureado as
verdes campias do Rio Grande do Sul e
que clama vinganca contra os autores de tao
nefandos crimes Diga-no todas essas sce-
nas de horror e de morle que se tem repre-
sentado na Provincia ; que sao ellas os pregj-
eiros da felicidade que irouxe aos seos filhos
e de envolta a todos os seos irmos das outras cordao.
Provincias, o infausto dia 20 de setembto de ALFANDECA DAS FAZENDAS.
i8J5, e que tem de durar, era quanto nao I
for abandonada a obra desse dia
E verdaderamente lastimoso o vosso actual
estado caros Rio Grandenses Tolos os vos- f)re(0S de -5 p. c.
sos interesses se arruina com to crua e j Dtos (Je ^ ,(J p (Je bebi_
to prolongada lucta o vosso commercio a j jas pSpjrtUOsas
vossa industria a vossa fortuna o vosso so- D,os je 50 ,, c. ja plvora
ceg, a vida dos vossos cidados tudo tu.to i)itos de 5l) p c> 0 C^
se va i perdendo e se nao v o termo de tan- Rpexportaco p c.
Ofactode haver Mr. Bretn chamado a V.
S. perante o Juiso de Paz da Freguesia de S.
Antonio para que llie pagassse certa quautia,
que V. S. Ihe devja, a requizicao que pri-
meira vez fizera V. S. a esta lrefeitura por
officio de para que Bretn fosse preso a sua
dispozicao e que nao fora satisfeita por aves-
sa ao Tratado a outra requizico que V. S.
tambem fi/era ao Ex Bretn fosse expulso da Provincia estes pre-
cedentes que manifesto a rixa que traz ura
com o outro se nao a inirai*ade que V. S.
Ihe consagra exiguo que eu fosse bera escru-
puloso ero o caso que nos oceupa : nao me sa-
,' gq tisfiz com nao ter V S. exhibido a prova tes-
r Pj IV 'iM A. 1*1 O \J 'O W temunhal, ou ao menos ofHciado referin lo o
facto e suas circunstancias nao me satisz
DIVERSAS REPARTICOENS. com o interrogatorio de Bretn por que como
, _. s. inculpado suas exprecoens se me autholharo
TRIBUNAL DA RLLLACAO. maisu menos suspeilas cha.nei duas tesle-
Sesso do dia I. de Setembro de 184o. munhas os Francezes Gadult, e Bez ambos
Os Embarcos de Diniz Antonio de Vloraes estabeldos n'e*ta Cidade e que me assegu-
Silva ao Aecorda a favor de Antonio de Pan- raro ter sido piesencias a scena que houvera
la Sonta Leo na Cansa de Appellaco Civel j lugar na Chancellaria e hura e outro decla-
de ta Cidade Escrivo Ferreira ; forao des- | rarao sub juramento que *lr. Bretn estivera
prezados, mandando-se cumprir o dito Ac- na Chancellara sempre taciturno e impas-
Rendimento da Alfandega de Pernambuco no
mez de Agosto prximo passado.
91:5 nU 468
tos males. A vossa propria conscienna a
vossa f e costumes nao tem certamente es-
capado do naufragio em que vos ides sub
mergindo todos E' tempode abrir os olhos ,
e encarar o abysmo que cada vez mais se a-
funda e no qual prestes estis a baquear E*
pmfisso do Christo e tmente ? toleravel,
quando se ernprehende como um meio dt con-
seguir a paz segundo S. Ago-linho (1 o) a
paz sim esse dom do Ceo que o Redem^-
tor veio liazer aos bon;ens como lora an-
nuuciado no seu nascimenlo e que Ibes dei-
xou em enhor do seo amor quando toltou
zomo to Eterno Pai.
I odtriamos amados filhos terminar a
qui as nossas nfli-xes, e deixar s vossas pro-
piius conscienciiis la/er a applicaio dos prin-
cipios que acabamos de lembrar. com a vos-
sa conducta ha mais de quatro armes ; prin-
cipios que iit-nhuma preveuco ou paixo
ijualqucr dequelalvez eslejaes possuidos,
nunca tera tal (ciemos nos), que vol-os laca
deeconbecercomo aiheios do Evangellio eda
srasq. Voslendesdesobedecido Aulor-
ilade suprema do Esludo o que estaveis liga-
dos e a i,ua. por sohnnes juramentos pro-
meitestes respeitar, lendo-vos reoiiado con-
tra a SHgiada Jtssoa do Seubor D. PEDKO
II ; eempunbando as armas perlendi-is se-
parar-vos da giaude familia Biasilena e
uro novo povo, e novo governo. E por que
um tal empei.bo ? Porque um semelhasite at-
ttnlado ? Para adquirirdes uiua n.aior somma
de liberdade ? Paia gozaides o prazer do
i aiidi e da fcdi j'i udi ik ia
ltlizes "
a id iianimidade da Naco. Deponde as ar-
mas eos Brasileiros todos vos saudai se
congracuro com vosco e muito s applaudi-
roda vossa volta aoseioda familia a qual
sempre honrastes rom o vosso brio como
vosso valoi e com a vessa fidelidade. I)e-
sivel mesmo quando V- S prororapeo era in-
sultos contra elle e desabridamente o des,edio:
sendo que tomando elle o chapeo para sabir
V. S se Iheopputea ao encontr Ihe le-
chara a porta gritara era altas vozes que el-
le o eslava insultando e ento mandara pro-
curar o soceorro da Polica. Sao falsas estas
testerounhas ? V. S. assim diz e bera pode
ser que sejo mas a falcidade se nao presu-
!j"00 me he de mister que se prove. Como pois
t ro'" devia eur proceder ? deixar de moo inlerro-
j it c Sator' e testemunlias para louvar-rae na
I0.-3 J9715 S(i paiavra de y. S. ? Nao Ihe parece duris-
Armazenagemde i|4 p. c aomez ,.UVr6 8im0) eV S. parte olFendida fosse si-
Dita addicional de 3 I ,a p. c. a3: i95U8o8 multaaeamente aecuzador, testemunlia, "tes-
Premio dos asignados de ip por Jtemuha*'. e Juiz Admira-se V. S. deque
ceutoaomez M 36(1076 eu foiSe juiz mTe um Fraace2 e 0 Consuldo
Multas calculadas nos Despachos O9U0J0 Re Alair a mi(l,ia a(liniraqo quail(J(J ma
""""""" vejo por V. S. col locada na li'.ongeira pozi-
*4o:i95Uo/')i Ca de ser o proteolor de ura Cidado Frao-
Emolumentos de certidoes 5U110 cez conlra as violencias de seu Cnsul a qnerr.
essencialmenle incumbe a proleco e defdza de
Expediente de 1 pp.''.
l48:5iU.gl
Alfanfandega 1. de Setembro de >84o.
O Escrivo d'Alfandega
Jacome Gerardo Mana Lomada de Mello.
PREFEITURA.
Parle do dia 31 do p. p.
seos direito*.
A admiraco de V. S. nasce do falso
presuposlo que enuuciou em o seu officio
anogaudo-se a invnuniddde que s compete
aos iViiuistros dasquairo ulasses Ueploraaticis,
e a independencia da jurisdicSo dos Tribuna-
es do i'aiz, independencia que nao altribuera
aos Cnsules os roesrao Puulicilas que llie
Illm. Exm. Snr. Fora hontera pre- !'
ponde as armas dai lugar nos vossos cora-'70S pela primeira Patrulha do districto da : consedem o carcter eplomalico e concide-
cfis senlimentos de paz de fratemidade Madre de Dos o preto Jos Olegario da Sil | ra9> ue Jimstrus Pblicos,
e de amor aos vossos concidada'os : de piedal' va 1 Jos<* Francisco Cabial por brja j fo- Fundado ;ia aulhondade dos Illustres Con-
de, de temor, ede arrei.endimento perante I rao soltos ; pelo Sub-Prefeito desta Fregu- terraneos de V S entre el les, \lr. Cbabrol
christos e a paz a abundancia as rique
zas loanai a entrar para a vossa querida pa-
tria da qual a batiio o esquecimeuio e
fraece de lodos estes deveres. Ab !
lo-
se nos
ca de Oiveira cor ter ferido a outra
foi recolhida cadeia.
E* o que consta
nesta Secretaria,
fosedado ver realisados todos os nossos dese-
jos e ardentes votos que fazeroos ao Ceo
Illm. Snr Cumpre-me responder ao of-
ficiu que V. S roe enderessou em 3o de Ju -
TtlT T ''^"^^"h^^voslho prximo passado nao para desforrar-me
visemos, aroad..shlhos reunidos brevemen- |ou retribuir s
india :'^aizes em que residera resulto dos Tracla
j dos e dos uzos e he segundo os TracUdos
das partes hoje recebidas ; clue V S. naogosa d'independencia de jurMi-
go dos Pribunaes doPaiz contra os quaes
nao prevalecera j mais o costuuie q.iando
tal costume huuvessa o que contesto.
Diz o Tractado coaa a branea era o Artigo 4
referindo-se aos Cnsules ..'. Elles gozaro
tea grande bamilia Brasileira em pa, todas V" s" uo"i 7e' nT^a ^^ ^ ^ I em 1,um ^"o Pa.z Unte para suas pessoas
as Frov,nc,il8do Imperio, unidas ao^eo cen \IllLZ!!!!!.*-**.*? CnteStar alSUmi,S Pa"a o exercico do seo^
tro e debaixo do s rgimen do nosso muito
amado Imperador o Senbor D PEDliO II ,
se tusemos o reino de Leos prosperar r;o meio
denos, inexplicavel seria o nosso conteota-
Paia serdes mai* ment e por to assignulado beneficio com
por
propozcoe/is, que aventurou errneas ero o
meo pensar.
He para extranhar que V. S. em huma j didos aos Cnsules de'.Naco a maisTav'o'pi-
questao loda pozliva dtuxasse de mo os Tra-
eraprego e pro-
teceo que devem aos seos compatriotas dos
mestnos previlegios que sao ou forera conce-
das lal o systema poltico deste Im- o Leal Profeta louvariamos o Seuhor
j-eno que iodos temos adoptado e jurado toda a nossa vida e o Deludiramos em quan-
,ariier, que e.Ie nos | eriuitie o maior gozo to existissimos [ 141 ]. Dos de Bondade ,
possiveldehbeidade, u menos que se nao que tantas piovas da vossa especial piotecco
quena coiier apoz de utopias ou precipitar- haieisdadoa este Imperio concedei-lbe mais
re nos vrticeu auaicbia. A iudependeor esla fazei que elle volva aos dias de paz e
ca a que aspiraes por meio das tratas vos de temor ao vosso .Santo jNome que outr'ora,
a tendea 1,0 oietmti syrtema em tanto, quao- por vossa Clemencia vos Ibe outorgastes:
iv e i-.io lompalivel com a unia que quem Innova res noslro-. sicut a principio [143)
nos ua vida entio uo Estado, cousiderato e '1 emus concluido esta JNossa Carla Pastoral.
icaUKtioixa dtile, tees sao os foros e ga- ; Tornamos a peJir-vos, amados tilbos, que
xiilisia l loviiiuas, no Sjatemo de que desculpeis onossozelo, se em adunia cousa
--------------' ~----------- se exudeo, como vos prevenimos aopiiiici-
k4J
Adilebi. i. >.'\. I pi, do no^so dever pregar a palavia ins-
laieui habere deiiel voluntas bel- ----------------------------------- ,___________
. 1:111 ueA'Ssiias...
uiiaiur. (hput. .)
lielluro geritnr, ut pas a c-
(.141) Psalm. 10. i.
vi4aJ Isa 1 uit. v. ai.
lados e Aulhoridades, que Ihe corapria invo-
car para e*cudar-se em a sua raso que pos-
to esclarecida se resente d<* indignacode que
V. S. est lomado contra Mr. Bretn. Quan-
do Mr Bretn sem previo convite de V. S
mas por sua deliberarlo comparecesse na
Chancellara deste facto simplesmenle se
nao presumir j mais que elle levasse animo
hostil quando alias a Chancellara lugar
publico, que Ibes devia de ser franco como
subdito Francez para ahi procurar o seu di-
reito a interferencia de V. S. em algum
negocio do seu nobrt Cargo. Fosse como los-
se nao leudo V S. piovado com lestemu-
ubas que o comparecimento de Bretn fora
de pensado para injuriar a V. S., qUe com
elleilo elle o injuria va o procedirueulo legai
(43) a.adCoriutli, I i. ii.
da Qual a Aato mais favorecida pelo Ura-
zil ? Certo que a Inglaterra em elijo Tratado
V. S. ver a seguate dispoztcio Art a. "
Em todas as causas assim Civeis tomo crimes
elles [ Cousules J sero sugueitos as mesmas
Leis do Paiz, em que residera cora seusCom-
patriolas e gozaro tambem da plena e iutei
ra proteceo das Leis em quautu a ellas obe-
dececerem. Aonde poisesl a independencia
que V. S. se arroga dejurisdico dos Trihu-
naes do Brazil ?
Prescnduido dos Tractados quando mesmo
fosse devida a V. 6. a immunidade de .ti-
nislro Lepiomatico e a independencia da
jurisdico do Paiz estt prenlegio nao seria
extensivo a Mr. Bretou de cujo crime, e jul-
gameuto se tracla. deudo o enme cororoeiudo
n este Paiz,aiudaq'contra um Francez por outro
Frcez deve de ser julgado e puuido pela-.
nossas Leis : se V. S. nao ctesta este principio


que ou livesse V. S. immunidade ou nao remorsos do seu procedimento contra Mr.
oti fosse ou nao independente de jurisdico do Bretn ver esta disposico La deuonciation
Paiz, as formulas judiciae que as nossas Leis, ; seule ne constitue pas une presoraption sulfi-
e'os Tratados roando guardar para punico sante pour de cerner cette ordonnance contre
dosdelinquentfshavio de preencher-se para un individu ayant domicile isto Snr.
com Mr. Bretn, por que estas formulas nao
vario com ser o oflendido maisou senos e-
levado, sao sempre as mesmas e por tanto para
que elle fosse preso V. S. havia d'appresen-
tar lestemunhas.
Devo ainda declarar a V. S. que quando
mesmo provado osse que Mr. Bretn o inju-
riara elle ja mais podia ser recolhido a priso
por que sendo o crime que se lhe allribue d
injuiias verbaes e punido pelo Cod Crim.
Art. a37 e *i8 com a pena de 4 mezes
e roeio de priso elle poda livrar-se solt por
que lambem lie esta huma dos garantas do
Subdito Brasileiro.
Finalmente declaro ainda que nao fui Juiz,
do Crime que se imputa a Bretn porem to
smente da validade de sua priso : V. S pos-
to que eu o nao predesse pode ou queixar-se
perante os Tribunaes contra elle ou quando
por si mesmo >.e nao queira appresenlar com o
Subdito de sua Naro : representar ao Pro-
motor Publico para que este denuncie olfe-
recendo-llie V. S. lestemunhas ein cujos de-
poimentos funde a sua ao-usaco.
Mas nao este procedimento consentaneo
com as Leis do Paiz e Tratados nao apraz a
V S- que s qucr arbitrariamente que Bre-
tn seja preso por a.'j horas sua disposico :
prottesto que jamis V S. cousiguir de raim
esta violencia : V. S. deve'saber que a juris-
dico dos Cnsules sobre os Subditos de sua
Naco nao he discncionaria, e carece da con-
vento do Governo do Paiz aonde residem ;
que a extenco dos poderes dos Cousules re-
sultados Tratados que o nosso Tratado com
a Franca he expresso e nelle bem definida a
authoridade de V S. em a qual se nao com-
prebende a menor particubvr de jurisdico
Criminal sobre tiles era o direito de requisi-
ta r arbitrariamente a sua priso por quanto
este poder resiste o direito que tem cada um
d'elles s mesmis garantas e formulas que
competem ao Subdito Urasileiru. Eu desafio
- a V. S. para que me appresente o texto de u-
ma Le Franceza que o revista d esse puder
que pretende contra ou alem do que est
estipulado nos Tratados t huma Le tal
quando houvesse ou preexistente ou posterior
ao Tratado jamis pudia obrigar n'este Paiz
Sobre-leva que nao pudendo os Cnsules do
Brasil requisitar em Franca a priso d'algum
Brasileiro se nao era os casos difinidos em o
Regulamenlo do Governo Imperial de i4 de
Abril de 1854 ,ue sa" os mesmos casos pre-
vistos pelo Tratado por igual V. S n> pod
requisitar no Brasil a priso de um Subdito
Francez seno nos preditos casos porque de-
ve V. S. saber se nao sabe que a reciprocidad
a baze dos Tratados, e <|ue no Tratado di
Inglaterra ao qual o da Franca he reroessivo,
se estipula que era um e oulro Paiz devede
haver jara com os Cnsules a mais perfeiti
igualdide.
Quizera que V. S. meexplicasse como se
procedera em Franca contra Mr. Bretn se hi
ste Francez o injuriasse ? Seria preso por
a4 horas como V. S. aqu pretende ? Nao
Cnsul nos crimes que por sua naturesa ar-
rastro urna pena afflictiva ao infamante !
Se assira be que devia proceder-se em Fr-
ca contra Mr Bretn em urna pena correccio-
nal concedendo a V. S. que se verificaro
os dous caracteres de gravidade e puhlicida-
de e presuppondo que a injuria leitaconti-
vpra um facto determinado, eque a Chan-
cellara he lugar publico diga-me agora V.
S. como cahera proceder-se contra VI r. Bre-
tn considarando-ae incurso em urna pena
de simples polica em a q mi s mente pode
considerar-se incurso altendend >-se que
as circunstancias que aggrava5 um delicto co-
mo sao osdois sobreditos caracteres de gravi-
dade e publicidade nao se presumen) mas
que diz e- i reguos que
le o publico- est exposto no caminho que ( e dizem bem ) -- O Presidente nao tarda
por ali far. para Olinda. ser mudado e nos voltarrtos antiga. So
O Snr. Correspondente figura hum peri-
go eminente hum perico (pie o publico
est forzosamente exoosto, e tai perico nao
existe poc que elle suppe, que h um s ca-
minho o enterrompido pelo vallado e h
outro. Se o Snr. Correspondente se ato-
lou naquelle, foi talvez por ignorar este : nao
tenha pois ruedo de que o re-oeitavel publico
caa no mesmo por que todo mundo sabe ,
e sabe-o mu bem a Ulna. Cmara de Olinda
( que nao merece censuras ) que alera do ca-
minho tortuoso hoje cortado dos vallados ,
h urna estrada mais breve mais com moda ,
muito antiga e marcada pelas Cmaras de
Olinda. Esta estrada fica pelo lado do Nor-
te e acha -se mais larga por haver o ditto
Carvalho cedido mais alguns palmos do seu
terreno. Ande-se por esta estrada e j nao
baver risco algum. Por tanto nio he neces-
derem de ser pro vados ? Elle poderia jamis sar, que os vallados sejo entupidos sal-
ser preso sem que fosse condemnado pelo Tr- vo se fosse de justica desapreciar a proprieda-
Ibrmulas es- ue do Cidado sem raaior utilidude publici.
bunal de Polica precedendo as fo
senciaeseslabelecidasnos Arls i45 ii, e
i47, e seguintes do Cdigo de Instrucco
Criminal Francez ? Se V. S lesse estes Ar-
lgos e principalmente os Arts 146 e |5J
com tanta altivez nao exigira que em 5 mi-
nutos a despeito de todas as lomudas losse
Mr. Bretn condemnado a pena de 2 | horas
Assim o entende. Hura que por l sempre
passa e que nunca se atolou.
Srs Redactores.
Em adictamento correspondencia d'hum
queja lase atolou aserta no seu Jornal n.
sbt do corrente anuo tenho acreseentar que,
de priso, se V S. lesse o Cdigo daIns-;no he so no lugar da Pacagera que al-
trueco Criminal de sua Naco veria que o {'ut'm toma para si o terreno e tranzilo pu-
meo procedimento foi anlogo ao que terial*,"a*i se_m que a Musir Cmara de Olinda
qualquer authoridade Franceza se sua pre- acuda a isso : certamente pirque o Fiscal se
senca fosse conduzido preso Mr. Bretn pelo
crime de injurias verbaes.
Se Mr. Bretn gozara em Franca de lantas
garantas quando ou livesse commetlido una
n"o executar-mos suas orditns poded temos
de o soffrer os Suceessorcs de ordinario go-
verno em sentido contrario. ,, Conserve-se.
pois o Snr. Miranda para desengaar d'dma
vez esses piquenos Baxs que tem-se at ho-
je Conservad) era nnaccXo nara o bem do Pa-
iz, so curando de seus interesses e incul-
cando como irapossiveis todas as medidas da
melhoranaento. Ao principio resistirn co-
mo costralo ao depois tem de ceder. Con -
cordo que o Brasil tenha em seu seio 100
horacns mais habis que o Si* Miran U po-
rem o Para j caucado de 9offrer nao quer
fazer experien-ias e contenta-se com a con-
servaco do Sur. Miranda. E se hoje que o
Snr. Miranda, que para bem dizer ainda
nao comecou a colher as saborosas fructas das
suas l'adi ;is e otferecsl-as aos Paraeases ,
j mereje tantas beuses, e tantos votos pela
sua coiiservaco : que ser daqui mais algn*
das quando virrajs realisados tolos os seuc
planos ?
Nao he s dos jornaes daquella Proviuaa
que se sabe da boa Adrainislrac,o do Sr. Mi-
randa : todos que de l vem o atiesta o : nio
se recebe urna carta do Para que nio aben"
coe to sabia Adraiuistraco Nao tenho a
fortuna de conhecer o S.ir Miranda nen
esperanzas de com elleencontrar-me no Para:
o que digo he em obcequio verdade e pjr
que desejo a felicidade de raiuha Patria*
,, O Para vai ptimamente com o governo
do Snr. Miranda ( diz urna carta pouco re-
celada ) gozamos muito soceg) e pelos im-
no d ao trabalho de" participar-lhe [como
geralmente se diz ] seja como em verdade for. I pressos', que lhe remello ver a sua activi-
Na campia confronte aos Arrombados se v dade.
Anselmo Jos Ferreira levantando grandes I Para 3 de /VrosIo de 180. Este he o
delicto, ou urna conlravencao como lie que : va"u(lS e constiluindo hum sitio: cortou a Them de todas asearlas que ver.i daquella
rio Brazil ellas d va 5 de ser substituidas pelo I nova eslratla de Luiz do Reg que por all dietosa Providcia. Concluo dizendo que o Sr,
1 vem demircada a find
s capricho de V. S. que pretende exercer I *" uemircaaa a tinclar ni quina do muro
contraes Subditos de Franca aqu residenles !uo ^egiodos Orlaos: tapou humaantigus-
o ofiicio de Juiz aecusador e testemunha ? Mma. c"muji que a immomuravelr lempo ali
Sinto dizer que V. S. d mostras de nenhum "lslla e se >nunicaa com a de Santa
patriotismo quando insta e pede asauthorida- 1 7 ,",' e. 1 'St """i :nuis cliros e l'mI)l'
des Eslrangeiras .me posterguem todas as for- df/ dlas .lal am,3 dl que tem Ululo d
muas para um seo Compatriota que sem re- T, am*"l..defse tcrre" pwsmio pela actual
lates e desconhecido devera encontrar em Lamartt d ol,I,(,a i mas cusa muito a crer aue
Mii.md i he digno Succes-ior do Snr. S nm
Franco cujo elogio tem sido (eilo por outras
pennas mais habis que a minha.
Oulro Paraense em Peruambuco;
V. S o seu protector.
Csnr-luirei asegurando a V. S. que a Le
e osTractadosheque protegen) a Mr, Bretn
e nao a rao occulla que V S alindo sen-
do certo que estas expresses de que V. S. u-
zou sao tanto maisdesculpaveis quanto V. S.
d provas de ignorar os Tratados e as regras Pe,ias Para taes '""sgressores. >ou dos Sur.
seguidas por todas as Naces, V. S. queja exi- R "' MuUo Atiento Servo. Cidadao.
LOTERA 51)0 StMINiRIO.
O Reitor do Seminario de Olinda convida
os aman:es de Loteras a compraren! os bi-
assini se menospreze a serventa e commdo Hieles da primeira parte da 17. Lotera do
publico, mormente olhando se ao augmento mesmo Seminario, (cujas rolas anda impre-
com que vai a dita nova estrada. Portento terivelmente no da r2 de8brJque se acha a
des)crle a Illustre Camara e v em pessoas venda no Bairro d Recife, ru da Cideia, na
olliar (uanlo se lhe denuncia e a serventa loja de cambio do Sr. Vieira ; em S. Antonio
publica ser garantida pois- que as Leis ; m ru 1 do Cabug, loja do Sr. Bandeira ; na
seg
gioa de/mrtacode Mr. Betn ; V. S queja
porescriplo mandou ordem ao Carcereiro da
Cadeia desta Cidade para soltar um maruju
Francez que ali eslora recluso:
Mra. Sr Barrer Cnsul de Franca.
O Prefeito da Cura marca Francisco An-
tonio de S Brrelo.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
Jurv de Sen'enca Da vg do p. p.
Denuncia do r Promotor de Nazareth ,
contra Manoel Joaqum pelo assassino em
Manuel Axioly : foi ali condemnado em ai
annos e 4 mezes de pri/o ; prolestou pelo jul-
por certo pois que dado que a injuria fosse gamenlo desta Cidade e foi condemnado em
revestida dos caracteres de gravidade e pu- y annos de priso simples ; appellou.
blicdade difluidos no Art 375 do Cdigo Pe- AdmnstracIo o palrmonio dos 0rfo.
nal r rancez e ao du Le de 17 de Maio de Peraii(e a Admil|iltracao do palrimon dos
18,9, e se considerasse Mr Bretn incurso 0rfSo8 se h|o de arremaltar uem maU dep
na pena do Ait. 18 da pred-.ta Le. por ser V. oos djas e q do futuro mez as rendas
S. luiicc.onario Publico ou Agente Diploma- s cazJs numeros ^ ig c%
tico como se inculca he de evidencia que na rua da Cadea Q Bajrro do Uecfe ^
sendo a pena co.recior.ale nao amiclivaouin- ^ 27,8,8o, 3o, i, 8, 38, i. 3i,
famante contorne a terminalogia do^ ArU. o ,
PARA'.
Senhores Redactores.
Les louanges sout le prix des bellesactions ;
Roa-Vista delronte da Matriz botica do Sr.
Joaquina Jos Moreira.
LOTERA. DO THEATRO.
Os Bilhetes da 1, parte da \, Lotera
; leurdouce rose les verts croissent, com- cujas rodas andio impreterivelmente no diaj
7.8. e 9 do Cdigo enal, e Mr Bretn
domiciliario e nao vagabundo ou j casti-
ume les plantes la rose du cil.
%% de Selembro prximo futuro acho-sa
Barth. voydeAnach. desde j a venda as Lojas dos Snrs. Manoel
Vou louvar hum hornera que de vista nao Goncalvez da SiUa e Vieira Cambista em
conbeco ; cora quena nunca lve nem tenho a rua da Cadea no Bairro do Recife ^ no
relaces; e com quem talvez nunca me en- j de Santo Antonio as dos Snrs. Basto e Cos-'
contre ; mas hum homem que merece es ta na Pracinhado Livramento o Manoel Al-
louvnres de todos os homens de bem e espe-
cialmente dos Par tenses. O met fim esl-
mulal-o a perseverar no bem combinado pla-
no com que tem felicitado o meu Paiz natal
Insitou-me esta doce tarefa urna nota que
li no seu Diario n 186, escripia por um
ves Guerra na rua Nova.
ASSOCIACAO' COdMERCIAL DE PER-
NAMI3UC0.
No dia i do correte h reunioda Associ-
aco Commercial em Assemblea Gerdl ao
Paraense em Peruambuco; eu me uno aos vo- i meio dia na Salla de suas Sesses para cujo
los deste meu Comprovinciano, que to do fim sao convocados os Snrs. Socios pelo pre-
; 3ti na rua da Madre de Dos ; .ij e JJ
na rua do Torres, 4o ,na ruada Lapa, .1
na rua do Codorniz, 4^> 4< e 47 "' rur' da
a
gado pela Jusuca ( rep.is de juslice) quando ^j^ f 4^ 4 5o, 5 mesmo preso fosse em flagrante nao poda hcar jdo AmorinJ as as se propuserein
delido seno em quanto se proceda ao seu 111- r arrema|lai_as poderao comparecer nos in-
terrogUorio ; oois que de um lado os Arligos JicadS dM aJ ^ hora;t da Urde na casa das
4o 45 49 e 0 do CLodl6 de ,,'5lruccao Sessoes da mesma Adraiuistraco com seos fia-
Criminal b raiicez nao aulhorisao ao Procura- Jorgs
dor do Re, e a seus auxilia.es para deter sob Sulja das Sessoes da Administtraco do
Mandado de arnener aquelle que tora a- palriaiomo dS Orlaos 29 de Agosto 1840.
J M da Cruz.
Escriplurario.
nao
Correspondencias^
diado ou preso em flagrante se o d.dicto
he susceplivel de uiua pena afflicliva ou in- j
amante, e por oulro Udo o Artigo 01 do
mesrao Cdigo nao exigein que o Juiz de Iris- (
trueco expessa ou decrete um laudado de -
amtiier mas de comparuion coutra um
Cidadao domiciliario prevenido de um simples
de'"i" ou incurso era urna pena correccional
Dentis paia que aqueile que he preso era Inder com o pretexto de bem publico te-
flagrante em Franca seja retido sob Mandado ^ oo a eondade de facer ineerir era seu Dia-
Por amor da iustca
Snrs Redactor.es.
que se uo de ve of-
peito ama o Paiz que o vio nascer
O Snr. Miranda se o Governo Central
chegou ja commiserar-se dos Paraenses ,
deveser conservado na Presidencia do Para :
nao s pelo bom governo, que tem feilo; seno
liobeo porque de to bons principios sao
inialliveis os bons resultados : e se hoje que o
Snr A.'i rauda [permitta-se-me aexpresso]
caminhando quasi s cgas guiado somente
pela bondade do seu cora cao e por desejos
de bem desempenhara importante comrauso,
que lhe foi con liada tem merecido louvores
de todos os Haraenses honrados que nao de-
vemos es, erar daqui em diante e quando j
mais bem informado do extenso territorio e
dos homens com quem lda ? Agora he que
elle vai abrindo os olhos sobre aquella vasta e
rica Provincia ; ja vo apparecendo os bons
resultados de suas sabias combinacoes. Ue
vastissimo o territorio do Para Km menos
de 3 anuos uo se pode occorrer s necessida-
des de lodos os longicuos pontos desta Provin-
cia, da qual dice o Sr. Dcputado Sousa Fran-
co na Assemblea Geral ** Que sendo Pre-
sidente 110 Para quasi um anuo era ao
menos chegou 1 ler respoau de seus primeiros
sent annuncio, na conformidad^ do Art 4
do Cap.
aco.
0 dos Estatutos da mesma Associ-
Joze Jernimo Monleiro.
Secretario.
Avisos Diversos
iy Perdeo-se desde a caza da Sociedad
Natalense, rua do Rangel, rua do Quemi-
do at a praca da Unio urna castannola da
bano com cordo e berlota verde, enlran-
cado com fio de puro : a pessoa que a achar ,
quereudo restiiuil-a dirija -se a becodo pei-
xe frito sobrado D. 3 primeiro andar con-
fronte a mesma praca que ser recompensa-
do.
t^* Quem qiser imprar urna rede ds
pescar de fio nova pronta de ludo, com dee
bracas de largura, e mais de urna e meia do
altura, por preeo coramodo, dirija-se a rua
Direita loja de fazendas D 35.
%T Prerix-W de um feitor para rim sitio
para traballtar no mesmo, que seja casado solleiro na rus ora teronro andar O. ato.


PRRNAMBCO
*
tsr rranriscoComp<:deOliveira [o Cor-
etor ] aliif>a a sua excelente e muilo rommo-
pequeo sitio na pnvoacio <
Ha
casa
HtfKMBBClMiaRm
experiencia verifiearo a verdade do presente
do presente annuncio.
t^" Aluga-se um armazem grtele todo
Poco da na,.ella pelo lempo d prxima fes- ladn'.hado de pedra ptimo para socar as-
la ou animalmente os prr 'endentes din- aucar ou para outra qualquer coma e tem
jao-seao mesmo em sua casa na rua da Con- um bello embarque ; quem o pretender di-
ceicao no Recife n. 3j.
CT Quem quiser arrendar um sitio perio
da orne com casa de vvenda de pedra e cal
muito fresca cnm bastante lerrcno para le
urna dnzia de vaccas que par > isl" t''0'
IDUto bom pasto como para pianlaa cnm
p-rlo de embarque com agoa permanente ,
cnm cnquciros.e mantueiras, e nutras multas
aivnres ; 'rudo dirija-se a ra di Floren-
tina snbn lo novo <> pe da mar.
tsr Getrudes Francisca das Charas, como
tutor* da menor mu rilha Loia Umb.lina
deAguiar. nica herdeira do fallecido Re-
verendo Vanoel A Ivs de A guiar que ten-
do-se de feixar o inventario do mesmo falle-
cido edar-se narlillia a dita herdeira co-
mo lambem .'eparar-se bens para pagamento
dos credores do fallecido cujos bens devem
ser arrematados em pra a publica com foi
determinado pelo Sr Juiz doCivelda lercei-
ra uara e como mais de dous tercos dos
mesmos credores nao tenho concorrido a
legalisar no mesmo inventario mas contas
justificando-as legalroenle para serem alten -
didos na pariilha em grave iiiejuiso da me-
rija-se ao sobrado de Joaquim Pereira de
Mendonca na rua d& praia, do la lo da mar.
SS~ Jos Pinto da Fonseca e Silva faz
scienle ao publico que comprou por conla do
Sr. Joo Antonio "rando morador em Que-
xil, dous roeios billietes da primeira parte
quarta Ipteria dn thatro. n. o.je >70 e do
Sr. rancis'0 de Almeida Braga do mesmo
lugar um bilhele inleiro da mesma loleiia n
1 096.
t3T A-pessoa-, que por este Diario pu-
licou que iMiha um pianno para alugar ,
dirija-se ao primeiro andar da casa do Snr
Antonio Annes lia runda praia da rilieira
ou na ludeira da S eru casa do Conego Car
neiro para tratar-se sobre esse negocio.
tCP A Commissu Administrativa da So-
ciedade Terpsicora avisa aos socios da mes-
ma que boje ha sesso.
Avisos Martimos.
afronte do trapiche novo em casa de Joaquim
lose* de Vmorint!
Sur Dra misial em meio u annuncie. .
tsr Urna barcaca que pegue para nrns n>
10 caixas e que seja bem construida ; na
ra docollegio'D. 7 no segundo andar.
Vendas
PARA O Pi>RTO o Brigue Portuguez
Mafia Feliz Capjlo Antonio Luis Gomes ,
Bal) ir al a O de Setena bl O por ler a maior
nororf; a anunciantecomo lutorad ~mes-J P"da Mra .lruml,,i' 5 quem 'joiser car-
ma ropa aos ditos Sius. credores qu no
prasode dez dias satisfacao osquisitos a cima
declarados, protestando a annunciante nao
levar em con'a os acrecidos |uros -lepois da
dada do presente annuncio que p<>sso oc -
correr pela omiso dos mesrops Senhores.
regar ou hir de passagem enlenda-se com o
dito Capitn na prac'a 011 com o consignata-
rio Antonio Joaquim de S u/a Ribeiro.
PARA O AIUCATY 1 muito veleiraSu-
maca Felicidad* MestreJos Rodrigues i-
nbe 10 siliir no lia 8 de Setpmhru por
tsr Camellas da Sociedade Fortuna Tv-
ppgrafiea, da Lotera do Tbeatro Publico ga-
nbando a vigsima parle dos premios, cabendo
en sorte de 6 000.000 reis tresentos mil ris a
preco de 45o ; pesta Tjpografica na praca
da Independencia n. 'o e na ra larga do
Roza rio loja de miudezas D. 7, e na ra do
Colle(;io loja de relojoeiro.
^gr Urna colxa de damasco encarnado ,
pfopra p ira cama de noiva bordada de re-
tro* de muio bom goslo, pelo mdico preco de
i5o,o.*n; qu'm quiser annuncie.
t&" Tres prelos mocos mu robustos e
um deiles cozinha o diario de urna cas a
prelas urna del las de Hade de 5o annos, por
3^o,ooo, cozinha elavaroupa com muda
perfeico, um moleque e urna ncgrinba d
idade de '2 annos 5 na ra de agoas verdes
casa terrea D 3t.
tsr Urna casa terrea na ra Augusta T). aa
com 4 quarlos tinas salas cozinha fora ,
quintal murado cacimba e com portao pa-
ra a ra fio cal lereiro ; na menna ra ulti-
ma casa de 3 janell is e urna noria.
t-S" Para fora da provincia uina preta de
, 1 1 1 1 ,0 1 e dor de pedr;r por 3Sio a duza e a 400 ca-
angola de idade de 38 annos boa eogoii-l" ,. .
madeira cozinha o diario de urna casa : na
he terrea com grande qni ntal com cacimba,
tem terreno de ambos os lados com fronteirs
para se edificar sita em Dunda j a fallar na
mesma Cidade na ra de Malinas Per reir na
quina que sobe para a S.
tsr Urna negra de angola de idade de
16 annos ; as 5 ponas I) 3?.
tzr Urna negra moca para fora da pro-
vincia ,' ou para engenho engomma com
nprfeico lava e cozinha ; na ra nova
D. 16*
S^- Taboado de pinho a 4o o p esco-
liido de todas as larguras ; atraz do theatro
a fallar com Joaquim Lopes de Almeida cai-
xeirodoSr. Joo Vlatheus.
tSs* Um escravo de nacao benguela de
idade de 18 anuos muito robusto e de bo-
nita figura ; na ra direita venda que foi de
Jos Lourenco n 3o.~
tT Potassa de prineira sorte caixas com
vellas do Rio de Janeiro no armazem de A.
F. dos Sanios Rraga na ruada moeda n >4<.
3^. U:na barcaca mui bem construida ,
boa de vella de lote de 16 caixas ; defronte
do corpo Santo 110 armjzem de cabos de Joao
Leile de Azevedo
E/y Boas bichas wuilo grandes;*na ra
estrella do Rozara venda da quina da ra das
larangeiras i). i(i
tW Superiores charutos ao gosto do paiz ,
e chegados ltimamente; no paleo, do culle-
gio D 10.
t^" Slotins ae Lisboa muilo bem feitos a
doze patacas o par, aglaias e velas elsticas
de todas as trossuras para curar carnosidades
CT- Ero peni, o-se pinbores de euro ou ler maior parte de sua carga prompta; quem
prata em pequeas quanlias e com peque- quiser carrejar ou ir de passager entenda-M
no uros; na ra direita D 20 lado do Li- c"ai d,t0 IeSl,e llC0in m0 Anlonu.
viamento. Jo,u.m de Soiwa Ri^ro
S23r 'l^raspassa-se o arrendamenlo de urna
Ribei- -Nacional Laureniina Brasileira fornido de co a vista
ra direita di fronte do beco di penha I) 8.
W Vellas de sebo em caixa queijos do
sertao ancoreras varas, e peixe secco ; na
ra da Cruz Dcima D. 38.
___ T, 1 i 1 -i 1 .1 ./ pirfos de cabo ele marnm a tsooo a duza
CT Um mo eque creou o de idade ce >
da una meias de liuho brancas e cruis para,
liofnem e de algodo pira meninos, bicos de
todas as larguras os verdadeiros purgantes
e vomitorios de le roy ru icass perula e
olio
agoa aromtica pita
denles
acas e
e
das casas que tem o Snr. Francisco
cima 7.
_ cobre perlende sabir com brevidade por ler n;' IUI de S
lo comprador so dir o motivo ;
Gonsalo a fallar com Manoel
puiteci)
pagar urna
letra
PARA O A^SU' e receb carga para Ton- "o lado da Llvramento
ros e Caissara o Driue Escuna Rainiia'dos i"^. tsr Ricos meios lencos de toquim hor-
CIUC rt mu ihiviu na iiu miu v*-< i' 1 t"/w *' 111 ll _1 .* 1
,' 1 1 c .__1 I ..__ Anin* niem ciuiser carie ar desde 'a de i>etembro 00 correle auno, e o ""J5 ? 'I1'11" quis'-i luhl^ui umj.i .c u r
- c 1, -, J a- j:.. es-riotorio da Viuva Ferreira e l'illios ou ao vrados pira vestidos de seniora e coleles len-
naq larendo no praso qe 00 das sera o sen |ut"lu ua "'"itocimt inius, uu au t ,',,.,. 1
_..ii:__1 -i ^'i.. n 1 mesue a bordo. icos de seda da india para al-ibeira mens
iiome publicado. )oao L.ailos rereira de 'uliei"l,lluu "
Burpos Ponce de Leo. P .RA O ASSU'o Brigue Brasile'uo Santa 'para meninos e menin .s de 2 a la anuos, cni-
J.F. R. G. J que va
L2T Uma prlla moca d^ boa figura per-
feita quitandeira e faz lodo o sen ico de
uma casa uma negrihba e um moleque
de Idade de 1 i auno. urna nolalinha de ida-
de de 6 anuos, cose, eng innaa e ptima
pira mub'aiida ; na ua do logo ao p do Ro-
zado ). 5.
i2r No Recife ra da Cruz escriptorio de
Jos Antonio Gomes Jnior D. 1 barri-
cas com semeas.
i
4^5 Um realejo irrmitando a pianno pa-
queuo (>or a4,ooo ; na cambo. do Carmo Ue-
amplitude para qualquer estabelecimento,
conioomcinademarcineiro, dita de cbapc- 12T Que fawm B Lasserre S Companbia r sobrado do Vi .una.
leiro armazem de trastes vinbo vendas P<>r iulervenco do Cor.vtor Oliveira de un Urna canoa que carrega oo lijlos de
Escravos Futidos
i3 Uma preta nova de bonita figura de
eoutros nara u que uKerece grandes comroo- bom sortimento de lleudas ingieras fa- I venara g-ossa ; no principio do atierro dos I3T Uma preta nova de bonita figura de
dos- a Halar na ra do'Oucimado loja de Pa=*e avariadas 5 quarla leira a de Setembro Bogados em casa de Silvestre Joaq-nm do loa altura cnea do corno, cara redonda,
feria-tmsL) 7. J as 10 horas da m.in!.,.no seu aimaami d Nasijimeoto ienle, l-.-ix-dos e iguaes, pe. grossas loin
12F- Precisa-se singar um sitio na esirada IU1 senzala vellia. OT Um escravo molato de bonita figura, bma marca 00 peito esquerdo da sua Ierra, do
doar.-aial, Rozarinho, Belem agoa fiia dev^ Ou na esexta feira*3e 4 do corenle ptimo para pagem-, na ra larga do Rozrio home liara J
OHuda, que tenha bastante terreno, e ar- as 10 bflras da manli em ponto, os credo- > &
voredos inda sendo a ca^a pequea e que o "'s encarregados da liquida So da casa
feualuguel nao exceda de i5o,ooo quem
tiver annuncie.
tsy O Snr. Coronel Jos de Brlo Inglez ,
queira mandar receber na ra do Queimado
i), a uma caria eduas pequeas uucomeu-
dasviudas da Cidade de Lisboa.
IS" Arrenda-ae as maltas denominadas
Estivas no lu;ar da Ibura para se ti ra
mensaimentu lenba de feixe e cargas de dita
curia assiin comolanpbera se vende madeira
de
Francisca Mines Crrela ; Adour & C. Le-
noir l'ugi't & C. e l'homa/. de Aquino Fon-
seca continuarlo a fizer a venda publica ,
por iulervenco do Corretor Oliveira e do
a*:ordorom o dito Curreia de todas as la-
tosa fugio do engenho Pagam,
ua seu hora fazeiq mezes; (juera
leve a Onda defronte de ^. i'edro
em cusa do adre \Je.ilre Miguel do Sa-
bia niubandi de casa sabe vistir e amarrar
lo em filas estreitase lugas Superiores, esto- cabello, corla vestidos e cese com per'eico ,
nu'has, chapeos de sol, peilumaiias agoa engomma, faz doces refina assocar, cozi-
de colunia, e uulias, snspensurius luvas nba e be muilo fiel ; na ra por detraz dos
de todas as qualidades nicias de seda pira Martirios aa,
Um selim com seus perlence9 um
icndas ila loja d este consistindo o sorlimeti-
de coiatruiju } quem pretender dirija-se ao senbora e bo'mm leque finos, pentes,.in- ^* Um selim com seus perlences ur
oito da Matriz de S. Antonio 1) 7. dispensaveis grande variedadede sap.ios e alim com paita. eeptda lima canana um
tr Quem precisar de um babil adminis- bolins pra Cnhora bumens e mininos jbarretina e um bonet ludo para cavalieri
Irador para en,;eniio dirija-se ao armazem
de Joo Antunes Guimaies ou na ra da
Cruz venda U ,;.
.137- Yeiider-se-ha l5 dias depois do pr-
senle aviso a porta da allamlega por coi-
la do fabricante em Jersey uuiu ponao de
rap princea e se ada mui bem acondicio-
nado mas pela loriga demora te lem torna-
do secco ; as pessoas que queiro dille uzar ,
ou expeculador que quena azer inlcresse ,
o fabricante declara misturando am 64 bole
ou arrutes, um arraltl de sal ammoniaco moi-
do ou o que he o mesmo, duas oitavas de
e,al anuiioniaco em cada um bote dearralel e
depois roolhondo com agoa limpa de lcali
com i a 4 oncasdepeso d esta agoa e estre-
gando nio ou puasando-o pOi peneira de
rame ou leiro de 6 a c liu. em polegada
guaiiindo tapado em breve* dias se acha-
la superior i ew leceita alem de td'erdesen-
volvti a suo boa qualidude e aug.i.enta a
IST Urna canoa aberta nova, ptima pa- f pegar
ra conducir, familia e uma nqgrr.ha de ida kiovden
de de la anuos propria para muband por icmnento l-opes Gama quesera recompensa-
ser recolbidd ; na ua atraz dos liarlirios ca- do com generosidade.
sa de 5 rotulas verdes. I ta?"_jNo dii ib do mes passado, fugio uma
S?" Urna escrava crcoula de benita figura, nejra de nome Thereza naco cabiuda de
meia idade magra testa en rugada e com
algn* siguaes da naco vendedeira de do-
ces, lekou vestido de cbib o pinno da cos-
ta i 1 u/.ado ; quem a pegar leve a ra do
Hospicio casa junio ao sitio de Jos Carlos,
que ser recompensado.
tsr Mi da a5 do passado fugio uma es-
prava de naco de nome Joseft est dura
recular cor fulla cheia do corpo, cara al-
guina couza cliala u-presenta ler de idade
00 a 40 anuos, falla descansado; quem a
pegar leve a 'linda ra do Amparo 11 67 ,
mantas e lencos de garca vellidos requissi-' da G. JN. ; na ra do Crespo D. 7 lado de
mos de salino lencos de cambraia btcos de ;nprle.
lihoe algodo llores I indissimas challes tsr Um temo de medidas para sal, por
de seda, pistolas, espingardas, salina con 2000 ; na rua da praia armazem O 9.
seus aneios ; bvutejaa gnalas e copos para i 5~ ^ o malo um moleque muito gil j que ser recosnpensido
vinbo e pura agoa de cristal, eslojos de ios- que sabe Irabailiar de cuchada e tratar de e naco angola, bdixo, e delgado, cor preta,
tura pura senbora escrivaninh ..sI, apartliios c* valles j as 5 pintas venda O, a3 onde tem falla bem, Uticos gros>os, roslo sobre o com-
de porcelana para cha mangas de vidrb piu- ,lampiio. Iprdoj quem o pegar leve a* rua da Cruz a
tadase lisas, lampioes ue bioiize bijoleiios, SST Ferro quadrado redondo e chato casada viuva de G Ferreira o Filos que
quadros caneira para escriptorio, b.nde- de tudas as grossuras, feixes de arco para pi-
jas finas (ranjasde algodo, e infinidades pe de teda a largura, escrivanmhas de la-
wc'lns de lioui .roslo. ^ "'"' ''U ticoes publicas eoutras muitas miudezaa c
j 9 **
de oulros objtclos de bom golo
C o m v, y a s
1 i na
quina
lerigciis ; na rua nova i).
cdinljoi du Carmo.
13" Um escravo moco para o servico de
campo equeeejJ bom atrepador de cuquei-
ro ; em S A na io estrada de Belem a lailur terrado e prompio para se edihear, no lu-j
com Joo Bautista Claudio Tresse ; assiui co- g" Jo Cattoo el.o ; na rua nova 1). ve o^ \c dia 3c nao entrarlo nenisahiro embarca-
e de
ser recompensado.
lUuviiiieftlO'Cio aborto
NAVIO SAIllO NO OA 3i DO P.
r Um le reno com b7 palmos de frente, pAL klUTH ^^^ Lilci Delylhj Com-
fuudo paramis de >oo palmos, ja al- mandante Lient Lons.
0 va, ua ua da Concordia ai inazem de madeiras d\
tr Escravos de ambos es sexos, de ida- Lomingos Jos Rodrigues de Azevedo.
ffuapUdjjIc j iqttf al l**?*> imnm a de de 1 a 4 anuos, rom cilicios ou sem ellosj tsr Uma casa nova grande com 4 facesj KXAVt, i> A TO'. Ub Ai. F. K F. lbo
roes.


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