Diario de Pernambuco

tic diversas qualidade cozulia O diario da
una COAS lava de sabao e bi relia e boj.
hum heihsM.no, vanado, e nao vulgar ex- *W"i de vigsimo no alle.ro da boa-
peclaculo da maueira seguinte: I VllU iu du b'- h*lWM. "d,nia Ua l'ad
Primcira parle. ~ Mr. lioliert principiar I lu* U miudeaas e as <
com encllente Variedades de sortes l'ni-
tiei
vellidas -
Segunda parte.-Me. Uobert execular -
lindos, e dificulto* exercicios depois dos tssVdeini: a pessoa que perleuder dinja-se
O Arsenal de Guerra compra prauchoens Punes, Mr. Roberl execular -Us equili- ," ra por detra* do ttoapilal do i aniso ca
de ainarello e sola : quem perlender forne- bros dos dois trompos A Boneca que Valsa M* ,ulM* I"* T*r* P*r* *";*. **** Jt_
cer estes gneros com pai ecanesla Reparlico concluindo suas provas com o dipcultOSO xu* d*>urW8VtaS que la adiara coui quem
das y as 1 da tarde. extraordinario, e arriscado Eqailtbrio das I fcaanaatanr
Arsenal de Guerra 2i) de Maio de 1840, cinco Espingardas lodas de haionela callada;
apoiaudo lodo o pezo da principal baioneta ,
O Lireclor, Coellio. son re um denle.
A Compauliia dos Actor?* terminar oex-
No se leudo boje concluido o li clmenlo peclaculo com a graciosa Peca- em dois aclos -,>
de huma Emba cacao que couduza diversos composico do grande Amonio Xavier de-
objecios a Liba de Hernando como se baria nominada -
aiiuuiiciado por inconvenientes que occor- | O Marido Mandrio ,
rerao. O lllm. Sur. inspector em conse-
lueucia manda fazer publico que tal Irela-
meiilo Qca transiendo para o da 1. do prxi-
mo incide Juiho as oiue loius da uianha .
ou
OZeloso por elleilo da preguica.
J3 --gp
lf O Collector da Dcima, e mais impos-
tos do Municipio de Oliuda manda iazer pu-
blico a iodos os aeus CoUeelados que uo muz
de unlio vindo.no, se ha de arrendar na
casada Cmara respectiva todas a.. lOiposi-
ces a seu cargo (passi va mente) ; e lineo dno
mez se proceder execulivameiile contra o
omissOs conlorme a Le ; e para 40a cUejuj
a noticia a lodos, mandn fazer ^ resee.
l_ollecloria do Muuicipio de 01 Ua
Maio de 16.40. rivo
Joao Goncalyst Rvdrifiut 1 uica.


DIARIO D R
PERNAMBCO
fcsaBRj'
i^S (iom quanlo o nnuncio ncerido no Sr., baja diario de Itonicm previnese ao respeitavel morada
publico, que nenhuma pestoa fitesse 1rwn- | *&" Para a loja do Bandeira na roa do Ca-
sacoes rom ra? Amonio da Cunta lenden- bufl chegaro agora charutos da Ha vana de
l< urna aiicoqtie move pelo cirlorio do <<- mui superior qualidadeem eai.xas de loo e de
rrivo Reg todava declara-se qit o dito a5o por um preco extraordinario ; assim co-
SST" Dous escravo* de nado de idade de < annos engomma be*n liso, cosecha, coai-
18 a ao annos de boas figura*, e ptimos nha o diario de urna eaoutra de idade de
para qualquer ser vico um escrava de ida- | st annos lavadesabao, e be hoa quitan-'
Sr, Brat pouco ou nada tpm a recober dw-
M-accao a inda mesmo no caso de ser ronfir-
a senlenca na Pellaco; pnrqtie tem de
ha ver encontr ou eonipensarn do letras c
ordena que a muito Ibro sedida* e trespasss-
das a L, A. GonsaUes.
*T OSr. Henrique Marques Lins pro-
f ietario do engenho Matapirema sito na
iicgutsia da Eacada que annuncion ler ap-
parectdo um molrque creoulo sendo secco
do rorpo bem fallante, muito ladino, olbos
vivo. cora a mao direita deffeitiiosa pro-
Icdo rrdegar do iioiiih Anas-
o foi comprado nesta praca ao Sr. Jna-
tn Jos de Oliveira que o ouve por rom-
pa das partes de Maevi ; roga-M encare-
ndamenle aoSr. Lins queira por obsequio
manda-lo eonduair a paasagem da Magdale-
na passando a ponte por cima da venda
mo dos que ja leve em caixas de a 5o por dez
mil res e a relall.o 40 ris, alem dos Hara-
burguezes e Amerrcahoi ba oulros da
Crchoeira que sao da mrlnor qualidaJe das
lubricax a Baha por juoo a eaixa.
JL c i I a o
t> Que fazem Lullkens & Companbia ,
por inlervencao do Correlor Oliveira e por
liquidaco enconsequencia da prxima retira-
rada do Sr Lullkens para a Europa, Terca
feira a de Junho as :o horas da manila no
seu armazem da ra da Cruz das seguintes
la/eiulas ; lencos de seda I'.rendas de seda
e algodo para mieles lencos blancos e de
cores para algibeira ditos d* cassa bordados,
vestidos de cassas eassas de quadros ditas
pintadas cautbr.iias sargas (itai de dilie-
.0 Sr. Machado ', a entregar a Francisco de i rentes gostos, chitas etc. ele
Araujo Cesar que.pagar Inda a dfspeza,! ^ Me. Calmont & Compnnhia troni-
que o ni es m o Sr. ouver feito, ou enlo quei-
ra annunciar e tara bem se faz negocio com
u dito
tT Arrenda-se um silio om muito boas
baixas tanto na frente romo na retaguarda ,
eem hoa Ierra de plaulacao arvoredos de
iiucto, Icin lniin paslo para seis vacias de
leite eom casa de vivenda de taipa no hi-
par da boa viagem silio denominado da
1 ruz por preco commodo ; quem o preten-
der dirija-se ao uito da Malriz de S. Antonio
casa D. 7.
XI3~ Guilherme Uardinann com sua fami-
lia relira-se para flamburgo.
fercm o seu Icil.ii) annuneindo para /(> de
Mato para o dia Quarla feira i de Junho ,
em consecuencia da cltttva nao ter dado lugar
a que sabisbem da tilfaudega multas fazendas
que para tal fia se despacharo.
Compras
S?y Carneiros, todos os das ; no assougue
I ranee/, delronte da cadeia.
C9* Ouro \cilio em obras ; na ra das
Cruzes l). 4*
. tST Um diccionario de Moraes quarta
cilicio niais acreceniada e que esteja em
lioni u/. ; na ra do Chu-imado loja de fer-
iar rehppe Furby comprou por ordeni e ragetis D. 7.
de de iS annos, ptimas para mubandaa por
ser recolbida um dita de o annos en-
gotnma bem e cv.inba com perfeicao duas
ditas de 'o a 2 an ns, mui robustas ; na rui
de a^oas verdes I). H-
ly Um taxo grande e um fuga o de ferro
com seis fornalbas por preco commodo ; na
ra de igoas verdes f) 8.
tsr Urna negrinha creonla de ro para 11
annos de idade sem vicio nem achaque, en-
lende alguma cotiza de cozinba e costura ,
be bastante gil para o servico de urna casa,
e mu i loca ruinosa para cuidar em criane.is: no
fin da ra Augusta sobrado da quina que tem
oilo para o viveiro do Mus.
\ST Una casa terrea na ra dos (^uarteis
D. 6 nina dita na'ra do cotovelo n. 3*7 ,
urna dita no atierro dos affogados feita a mo-
derna com o fundo de 4oo palmos e mais
70 palmos de terreno com o mesmo Tundo an-
nexos a mesma 5 a tratar na ra dos Quartcis
D. 9.
tsr Meios Rilhetes da Lotera do tbeatro ,
que corre mprelemelmente no dia primeiro
de Junho por preco raoael ; na ra do
Crespo indo para o arco de S. Antonio loja
D. 5 do lado direito pa ra do Queimado
loja de (azendas confronte do beco do peixe
deira a fianca-se a boa conducta e da-se
a contento ; na ra d'ueila L). ju iado do L-
vra inenlo.
Bilhetes e meios ditos da loleria do
theatro ; na pracinha do Livramento loja
Dcima at de Mauoel Florencio A Ivs do
Moraes
!tsy Meios bilhetes de lotera do theatro ;
no largo de N. do Terco venda D. q.
ISF Meios Bilhetes da lotera do Tbeatro ;
na ra do calinga loja do Sr. Bandeira.
lisera vos Futidos
\3T Tendo desaparecido um escravo de
nome Clemente no dia 16 do crtente do po-
der do Sr Belarmino de Arruda Cmara com
quem o liavia. negociado a tres (lias o qual
escravo se achava no (Ji-jui pasturando uns
cavados do mesmo Sr. offerecc a quem o
pegar 5o,000 levando na ru de Agoas verdes
I). 38 : o mesmo tem os signaes seguintes ,
boa estatura cor fulla com os denles da
frente limados, olbos grandes barbado ,
cabeludo pelos pebos levou calcas e cami-
sa de brim braiico chapeo de couro ja ve
Mo e foi vendido do serlo de pesqueira.
CT Jos Antonio Pires Falco morador
IIIMI l; Klf.l-IKIilM IDUUIIIK U" IICVU UU IJITIAC 1/1 T I
c r / i j t- .. i no engenho tiuerra em Ipoiuca u.i 00,000 a
luto 1). 4 na pracinha do Livramento loja u '
.. i r, r, quem penar e entregar-la um seu escravo com
II A nnr h.'livn i\n I nncn li rauco o nfl i U _. W
lapateiro com acondicao de ser para u mu uc
' l j queixadas alguma couza altas secco do cor-
Janeiro ou para outra orovincia das mais '.
1 f ,-, 1 po tem al>uinas sicatrizes pelas costas e 11a-
remotas ; na ra da cadeia n 16 em casa de ', ., '.. ,
,,,., degas de assoiles de outras fgidas que tem
Bento Jos Alves f i1
- t iii t icilo urna sicalriz grande em urna das cur-
ts&~ fcapatos de hurracba para bomem e se-
vas das pernas que se julg-i ler sido de logo
em sua trra he pouco ladino e est f-
gido desde o dia 1a de Novemliro p. p l\u
nbora : na ra do Rangel O. q sobrado que
oon.a do Sr. Anlon.o b rancisco de (ti.vera da ^ (Je.n colberes de prata para cb sen- tem um retabolo de velas pintado na varanda em saa ,er,a '- he l,0,KO- Ud,n0 e esla lu~
arolulia, um bilhele 11. .U56 da segunda do feil-as e.n Lisboa ou Porto; na ra es-
parte da segunda loleria a favor das obras do trita do Rotario no tercei
ihelro. |,a 99f
%3T Aluga-se oterceiro andar da casa dsL HT Um compendiode
Quareama na radcadeia do U.cilc ; etbicde Escolo em q
1 110 segundo andar do mesmo. ver annunuie.
br A
por atacauo com g.
aercaixeirodosSr. Uuler Robei4o Com- Lotera (lO i IlCatrO : IieS- abatirhento charutos da Havana dasuperi-
|Kinliia (ffcsdeo da -y do crlenle.
r Aluga-se o 1 andar do sobrado da
rumia Cuu a t-aiar na lo^i nova que fica
DU largo do arco de S. Antonio.
is*" Piecisa-se de um l'eiior para um sitio
pe lo da praca queentenda deortalice esai-
14 tiaialhar em piauaci-s, e de conbeci-
nieiito de ua conducs na loja nova do lar-
go do ai cu de S. A r Ionio.
i-/" A pessoa que precisa de um cotilo de
ris a premio t clmpi-w a esta Tjpografia ,
que se du;!.
Slf Sabe-se com certera que Tbereza Ma-
noelia-de Jess be fallecida eque cu (tlho
Jos Antonio Pessoa mora na freguezia de S"
5. da Gloria doGoilj 110 lugar du Salgado.
ijr iNo da ji do (oncnlc desapaieceo
urna cabra bixo coi de tulla com manchas cima 14..
NAVIOS ENTROS NO DA 18
LIV1A ; ('5dias, Barca Ingleza Kobert W-
heleway de 3oo tonel Cap Ricardo Bai-
len equipr 15 carga cobre ; a Smilh
& C. passageiros 9 inglezesj ven refres-
car e segu para Liverpool.
T'nir rr^I0u/lroca-seuraa veda no largo da AMSTARUA.1- o dias, Calila Hollan-
elojOio Jerco_L) ^ por outra queseja na praca da rfeM ,,,sl de l58
I ripvn/%rr.l] or e bemeonhecida aualidade La Fama, e
'" J-j |O_, I llia urna armaco completa com caixilho* de vi-
VT Caulellasda Socicdade Fortuna Ty- drassa propria para loja de miudezas pela
pografica divididas de bilhetes da presente metade de seu valor; na ra da cadeia velha
loleria do Tbeatro a preco de 45o cada urna; {), 1, Casa de J. O. Elster.
nesta Typografia na praca da Independencia
II 90 na ra do Collegio loja de r
brancas eom doua cabritos a leona toda
Inaiicj e <; macho blanco com piulas pelas;
quem as acliru leve a ra do lio/ario da Boa
vista junto a telippe Bandeira que ser re-
compensado
\*' Antonio Alves da I'onseea Jnior nao
tem nlsria mas siui &eu put do mesmo uouie
morador na ra das Cruzes n. ia no 1. andar,
sr Quem precisar de um eaixeiro poitu-
gue/ ue idade de .6 anuos para lomar ronta
de uma leuda por halamo dirija-sc ao lar-
go de iN. S>. do Terco loja de coins D 5.
tSS~ lievine-.se pelo pre>enle annuncioao
Sr. Tbesoureiro da loleria pura que nao
pague a alguem que nao Seje, ao abiuo as-
ignado, cazo saio premiados ilous bilhele-,
da segunda parle da kegUuda lott-iia do ll.ea-
iro pioxima a correr viato teieni stodeeeu-
caniinliudub do poder do abaixo assiguadu e
sooos bilhetes de na. u8io e a8u*.-Manoel
Gomes Llas Crnque.
ity- buApaciiao-^e navios liro-se pussa-
purlrs u guias de cstravos com brevidade,
t por preco cummodo-, na ra do \ igario ven-
da i). 9 s di 1 a.
\f Aluga-ae una escrava moca cozinha,
lava e lie hoa arranjadeira de urna casa -,
liuia-5t> no armazem da ra nova jj. j.
vr A petsoaque ani.ttciou no diario de
j do conunic dM quw uu Ki.^uniio iVlalapi
reina heguezia *l MlCculo que uio qut-i duei o U0UM d seu
e na ra larga do Rb/ario loja de miudezas yoa vista ; a tratar na mesma.
" 7# tsy Meios bilhetes da Loleria do Theatro;
t=> Meios bilhetes da loleria do tbeatro ; a praca da Independencia loja de encader-
na praca da Independencia loja de Jos" Auto- nador n. 2t.
nio da Silva e na ra nova loja franceza fgp Meios bilhetes da lotera do Theatro ;
9 defronle da Matri Da ra larga do Rozarlo loja de miudezas Ue-
12?* Un Mlio com urna hoa casa e varias cia j.
arvoresde Inicio cm Ierras pertencentes a es-Bilhetes e meios ditos da Loleria do
propriedade do Pe*ea encostada ao engenho Theatro ; na pracinha do Livramenlo Deci-
do bclioa; na ra larga do Rosario venda De- na 5
y Meios bilhetes da loleria do Theatro ;
Cff Urna e.sciava de naci de bonita fi- na praca da Independencia loja 11. ao.
guia, propria para qualquer servico ; nn>ta jj^- Urna prela de bonita figure,, do ida-
Ij'pugralw de de 27 annos cozinha cngoinma, faz do-
IZ1T A vendada praca da boa risia que foi res ensahoa muito bem ; na rui direita so-
de Pedro Ignacio Baptista com poneos luii- brado U. lo defronle do lampiio.
dos ou aquel les que o comprador quiser : a lT A 4- parle do sitio da Cruz do jang ,
tratar na uiesnia. que devide pelo sul com le ras que foro do
%ST Um moleque creoulo de bonita figura, fallecido Joao C-.rlos-, e vende-se pelo mes-
com principios de sapa te i 10 ; na ra de Ma- mo preco porque fot arrematada em i88 ; a
noel coco venda [j. y. tratar na ra do (ueimado loja U 3.
Sr Dous escravos de idade de 2o a ai i *iT Pecas com 10 varas de cscellente bre-
annos letorcados, v de bouttas figuras am- tanha de rollo a a^oo madapolo para forro
Los de nacao e proprios para lodo o servico; a ito a vara loalhas e giiardanapos de pan-
no de liuho adamascado de diversos lama-
nhos por nuilo commodo preco ; na ra do
crespo luja de Antonio da Cuuha Soares Gui-
niaraes. t
ter* Urna casaca nova de panno cor de vi-
nho para menino de 10 a n anuos, por
d 1 eco commodo ; na ra direita lujado cou-
ria l. 18.
-y lima escrava de angola moca e com
varias habelidadas ; na ra do Aaragao D-
cima 7
8^ Urna carteira de campanba ja uzada ,
por pieco commodo ; na ra do Rangel D.
18 no 1. anual.
I3j*" Lu moiiiho de milbo com todos os se-
us perlcnces por precu coinmodo e troca-
se alguus linagciis : na ra velha casa junto a
le:.da de marcineiro
K9" Dua esclavas, urna de idade de i5
ea ra nova 1). lo.
XST Para lora da provincia urna escrava
htm parecida com idade de 18 annos, muito
sadia ptima cosureir porque sabe cor-
lar e dar promplo um vestido de qualquer
moda que se lhe oilertca corla ed prouipla
una camisa lisa DU de pregas conforme o gus-
to de cada um e locia a .mais coslura que se
oliereva be eiigumniadeia de prolicu com
muilo asseioe limpeza na ra de agoas ver-
des ij.
dr Mui cxcellenles limoeiros, larangei-
ras pinbeiras e cruasss ludo da meilior
i|ualidade eem estado de se mudarem para
cercas de sitios e os mais pata arraujo de
pomares j na estrada dos afilelos em o sexto
sitio passando a cpela e no correr desla.
tu- Urna carteira feita com todo o asseio ,
[na ra do Qutimado L). it.
las,
Dgen de ii8 tonel., Caplito .
J. Uyk equip. 8 carga varios gneros ;
a N O. Bieber.
MONTEVIDEO ; 23 dias Galera Ameri-
canaAurora de a8j tonel. Cipito Miguel
Dole, equip. 10, carga lastro; ao dito
Capilo e est 110 lameiio.
ILllA NOVA ; 74 dias, Galera Americana
Thr.uia/.Welbam* de i.\o tonel., Capilo
P lloll ( equip. jj cargr azeile; ao Cn-
sul veio refrescar e segu para a Auie-
lici.
SAHIDOS NO MESMO DIA.
LISBOA ; Brigue Portugus S. Domingues
Capilo AlaiioeKlonsalves da Silva. c..r-
gaassucr, passageiros 1 portugueses.
MaRANUAO' ; ngue Escuna Nao. Laura ,
Capilo Lu/. Ferreira da Silva santos ,
carga lazendas e mais gneros passageiros
um porluguezconi a lamilia e um escra-
vo a entregar.
ENUV A ; lirigue Sardo I'ilades e Oresles ,
Capilo Antonio Curables carga assucac.
ENTRADA NO DIA ay.
RIO DE JANEIRO ; ut dias brigue Es-
cuna Nac, S. Jos de ,148 tonel Capital
Ricardo da Silva Neves equip. 13 car-
ga varios gneros ; a Dellino Gousalves
r'ercira Lima.
SAHIDOS NO MES VIO DIA
MARAN11 AO $ Patacho Nac. Lea Idade ,
Cap Joo Ltuz da Silva carga vaiios g-
neros passageiros a.
OiiSiiRVACOENS
Fez-se de vella do Lameiio o Brigue Inglez
Grixen para o seu destino
-----Declaramos, que o requeiimeulo pu-
blicado a pedido no Diario de quarta feira vj
do correte ; foi-uos entregue em publica for-
ma e nesta publiciicao nao inlerveio ordeui
alguma da Cmara Municipal
______________________________Os RR.
KtUFENA iyP.DEM, F. DE F. 184X


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04100


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Full Text
.4nno dr 1840. Sabbado

TuHo ora depende He nos mismos; da nosaa prudencia, m:xf*ra
c*o, a energa: continuemos como principiamos e seremos aponudos '
cora adimracMO entre as Nares mas cultas.
Proclamaco da Assemblett Geral do fratil.
Suhsereve-se para esta folha a 3?ooo por miarte! pat;os ndianfadmi
nt-sta Typo^rafia, ra das Cruzes D. 3, e na Prara d Independencia
ns. 37 e 38J onde se receben) correspondencias lec;alisads, eannuucios,
insirindo-ne estes gratis, sendo dos propnos assignantes, c viudosassig-
gnados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Pa rali i ha e Villas de sua pretendi...................
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem....................
Dita da Fortaleza e Villas dem.......................... Segundas e Setas Feras.
Villa de Goianna. ,
Cidade dr Ulmda..................................Todo* os dias.
Villa deS. Antao..................................Quintas feras.
Dita de Garanhtins e PdvoaCHO do Bonito.....................|)l(ts \lt e ^ decada mes.?
Ditas \\o Cal, Serinhaeni, Rio Forrnozo, Porto Calvo........*t .dem 1 11, e li dito diu
Cida.de das Alagoas, e Villa de MaceiO ....................... dem dem
Villa de Paja de Flores .................................ldem 13, dito dito.
Todos os Correioi partem ao meio da.
"
mkm j\ a*
**V- (-J5K V"M \?M (12 (i!--li G. K*
SO de Maio. Numero 120.
CAMRIOS. Maio aj>
Londres......30 d. por ifooo cec>.
Lista........ -o a 73 por o/o premio, por metaloSerecido]
Fr.-n.'ca....... *iip re:i por franco.
hio d Janeiro ao par.
OUii'J Moedastie 6#ton is Velhas i^jhoo a l.fooo
Ditas ii Novas ijoo a tigjon
,i Ditas de ifooo- rs., -oo a 8fro
PRATA Pataces Hrazileiros.......#<> *G
Pezos Columnarics-----------------I63 a l^fi
Ditos Mexicanos---------------------.'#6*0 a l#65 Miuda.....-------------------------i/r^o #46
Descont He llhitesd'Alandega t 1/8 p <>o ao me*.
dem de Letras m por b>ws firmas oTercido.
Moeda de cobre 3 a 4 uor "00. de disc.,
Das da Semana.

a5 Segunda -
jf> Terca -
17 Qua'rt.
aS Quinta -
91) .Sevta------
:u Sahhado -
3i Uoia. -
S. Gregorio 7. Papa. -
S. Kleulerio M.------- -
Jejurn S. J0S0 P. ------
Jff. Asceuso do Sr.- --
j. Matiinmo H. -------
O. Feruando Rei. -
S. Petronilla. ..
SeisSo rf* Tiiei. e and. do i. de da-i. v.
Bsi., e auil. 1I0 .1. da I. v. do C de ni.
Sesso da Thet. eaad. do J. de D. da 3. v".
Sei. da Thez. e aud. dj, de L>. da 1. v.
Re. e uH. do J. .le D da \ v.
La nova n{li. e 4 ra. da m.
A/are Aera fHOTt o As 3 horas e 4 minutos da tarde As 4 horas fl minutos da manh.
ibbbVbbP^ luaal KsW laiaB ^
------utiaaL-iiMji
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
REUNIAO' DE AMBAS AS CMARAS.
Sessoem a8 re Abril de 1840.
Continunrlo do numero antecedente.
O Sur. Andrada Machado Sur. presi-
dente, tinlia feilo tenco de nao fallar rnais
sobre a materia, porem forca he queeu mos-
tr ao nobte deputado que nao o agredi 'y e
por mais que elle queira masrarar a falta de
delicadesa e urhanidade eom que procedeo a
meu respeilo. a casa fot testemtinba do con-
trario. Dizer a hum velho encanecido nos
estudos que elle nao entendia o que tinlia
escripto cerlo be gentilesa com que eu nao
poda contar; elle sabe muilo bem que eu
desde manca nao tenbo tido outra vida que
a dos estados ; ebum velho queaquillo que
o nobre depulado hoje pode ler tem j lido
e conlinuou a leT, rrsse -velho cuida tereslu-
dadocomalgumaprovcitameiito-, nao tal vez
tanto como o nobre deputado ...
O Snr. Souza Franco Com mais.
O Snr. Andrada Machado. .. mas ao
menos nunca seria delicado diser-se a hum
horoem que tem pasto a maior parte da sua
vida em procurar discriminar as suas ideas,
e vestilas com os termos proprios e a quem
as tbeorias da melbanbysica ideologa,
grammatica e critica pbilosophica sao trio co-
nicsiiilias comoojantar ; diser-se a hum bo-
iiH'tn tal que nao sabia o que escte.via he
couza que nao tem dcsculpa, lie realmente
huma gentilesa he huma delicadesa do Pa-
ra mas delicadesa que se nao aprende no
meo paiz nem nos da Europa por onde eu
andei .
O Snr. Souza Franco 'O Para he Ierra
de selvagens,
OSnr. Andrada Machado Como o dis-
curso to nobre depulado nao foi seguido le-
11I10 dedar-llieu minha resposta por tiradas,
e por isso itei por paragraphos.
Disse o nobre depulado que eu avsmcara
nao faser caso da dcciso da casa, e que Ta-
lara sobre a questao embora votada el-
la estivesse. i .11 disse que nao eslava decidida
a questao pela votaco, porque ella nao assen-
tarasobre aquestoconsliluuonal. prejudicava
implesinente a emenda e nunca a raso por
que eu a pretenda regeitar ; que eslava a-
inda abet U a diacusso e que porisso entra-
va nella.
Eu nao posso fallar nunca contra o ven-
cido o que sini posso diser he que foi in-
justamente vencido.
Disse mais o illustre deputado que uset de
ademans e gestos escarnecedores. Snr, pre-
sidente na alta classe em que nasci e a
que perleiuo nao ha isto a que o
nobre deputado chama ademans ; eu nunca
frequenle nem bancos nem mostradores, e
porisso nao posso ler adquerido semelhantes
hbitos Peinilla o nobre deputado que the
diga que nao sei que elle seja huma grande
1 t'iitidatie e o paiz que nos conhece nos fa-
r juslica ; o lugar em que o nobre deputa-
do et enllocado taz com que sobre elle es leja
fixo o juiso do publico o qual nos conhece
ambos (puiado), e tem direito de julgar a
mim e a todos nos.
Fullou o nobre deputado do alto lugar e
das circunstancias, em que me acho coloca-
do, Pens (airee que isto he irona j por-
que eu nao me julgo collocado neste alio lu-
gar; mas tenho nome de liomem de letras,
nao s neste paiz, como fora del le : se isto me
he disputado pelo nobre deputado. nao tenlio
nada adiser-lhe seuo que o nobre deputa-
do, que tanto ambeciona os altos lugares,
trabalhe por se lser apto para elles pos
sao tantos os lugares, no circulo das sciencien-
clas que pode ser que I he caiba algum nas,
por em quanto acho eu que he mpossivel
ainda be muilo cedo (Hilaridade)
Disse o nobre" deputado, como por mofa,
que eu era huma grande notabelidade. Nao
i sei se sou notabelidade immensa ou nao em
* scienca : sei qu estou cima de algumas pes-
soas ; mas parceeme que a phrase sahida da
boca do nobre deputado he irrisoria. Nao sei
'com que bulla se appresenla o nobre depu-
tado para julgar do mrito literario que os
outros tem adquerido he necessaro que ejle
prove que he juiz Compeienle para istu ; pelo
que tem fallado nao o tem mostrado Foi-
me inculcada a infalibelidade quaudo eu sou o
prtmeiro que reconhrco que o maior literato
he ugeito a mil erros e engaos. He dote
da humanidade errar O nobre deputado
com huma tal proposicao nao fez mais que sol-
tar suas setas asquaes partiro de hum lu-
gar muito buixo para poderem ebegar ao e-
levado a que se dirigirao
O nobre deputado talloil na palavra osnet-
ra como pronunciada por mim Eu me res-
peilo muilo a mim respeito muilo a
casa para uzar de termos giosseiros ,
de que s a gentalha malcriada usa. Por
acaso, podio sabir da minha boca as p'.irases
que o nobre deputado me quiz inculcar ?
Fazer censuras ou insultar sao cotizas mui-
tos ditersas eu me exprimo sempre com de-
licadeza ; esta phrase nao cabe na minha
boca.
Veio at o Snr. deputado lancar odio sobre
o juiso que eu lato dos doutrinai os ; eu os
compare! aos economistas sabios respetta-
veis mais que a traslados por huma llieoria
inllexivel, cuegaro de consequencia em con-
Kquencia a acbar que a perlei^.) do gover-
no era o da China onde se do bastonadas ;
dis'.:npi.:ii) de hum mandarn} ; governo que
elles ajielidciro palet nal.
O nobre deputado chegot quasi a querer
acaimar-me a boca porque disse qua eu li-
nha insultado o presidente do l ear: se he
seu amigo defentla-o ; mas permita dizer-
Ihe que seus actos nao abonao a sua coud uc-
ta segundo o que tenbo otivido ; porque ,
llevado de fin* particulares, determinou que
ios se m all xa dos os editaes no da a 6 de mar-
co, para teten) lugar as el le i cues no da 3i,
' a lim de que os eleilores legaes fossem subs-
\ liluidos pelos supplentes, t|ue havio de dar
o voto mais ao goslo do governo.
Eu, Snr. presidente nao l'alei sem cau-
sa ; depulados do Ceai que para mim ao
menos tem lauto pezo como o nobre depula-
do....
O Snr. Franco Eu chamarei em meu a-
bono oulros.
O Sur. Andradi Machado Se acaso me
enganaro esles Snr. depulados resta a
de lesa do que avance.
No collegio doCascavel seapresentou huma
grande fot va de rao permanentes e guarda
uacionaes armados com hacamarles e al
com facas de ponas.
iNo collegio de S. Bernarda se reuniro
qualru, eleLlores chainaro-se os su^pleutes,
teudo lido lujar a conVocaco. no d,ta %i.,..
O Snr. Franco -- O nome do tabelio que
reconbeceo essas firmas ?
OSnr. Andrada MachadoSao imfor-
roaces de depulados e he quanto basta; e
para mim tem tanta autoridade como o Sr.
deputado.
No Aracaty ainda al a5 de marco se nao
tiubo convocado, oseleitores, fe-indo asslm
mpossibelitados de votar. Se nois essCsse-
nbores depulados me Cn,q;anarao sobre
elles recaio o odioso mais fique cerlo o Snr.
deputado de qiid eu tenho direito
de apresentar perante a assemblea aquellas
informaces qUe me sao prestadas porque
a minha opino como nao he sentenca de-
finitiva nem a sensura fica sem ser esme-
rilbada. nenhum perigo corre o atacado.
A qualquer outro deputado fica o direito de
xaminar a verdade.
Pretenda d nobre deputado tornar-me o-
dioso para com a assemblea geral, e depois
para com o presidente doCe&r, que eu nao
sel verdaderamente quem he ; para com a
assemblea peral perdeo seo tempa, as prder! para com o presidente O nobre de-
putado fe esta illuso por eu ter repetido al-
gumas e&presses que hum nobre artigo meu
baria enunciado se o fz foi convencido
da verdade enunciada por meo nobre ami-
go, e,pelo desejo quetinha de nao ver me-
noscabado o seu carcter ; era do meo dever
azel-o, assim como elle piatic&ria a meo res-
peilo.
Disse tambero o illustre deputado que eu
pretenda como rcsponsabclisir o imperante;
mas nao se disse tal conz mente sobre o cazo da declaracode demencia
que be tolerada pela consliluco e o me-
Ihor meio de o,ue se pode laucar mo para
evitar a insurreico a mo armada ; e eu in-
sisto ainda nestn idea.
Te ve o nobre deputado a bondade de faser
comparages entro mira e elle Sur. eu
snlo muito ler de entrar em tal materia : o
egosmo he sempre mo mais as veses forca
he entrar nellc ; e ueste caso, rp rcmedioba ?
Eu disse riue o nobre depulado niose ti-
nha feilo conhecer por rtlgiun talento extra-
ordinario ou obra literaria. Eu nao Me nc-
>ro mcrilo literario, oque nojuei foi que es-
te mrito Ibe desse tal r?alce pie fosse juiz.
comt'elente para julgar dos outros.
Mas, disse o nobre deputado ; em queme
bavia eu feito deslindo
Oa Senhores ; pos o nobre deputado
nem ao menos leo osjornaes do congresso
porluguez, e nao vio que ludo que ahi hade
legislaco respectiva ao lirasil foi este velho
que o fez? Nao vio o respeito que se me con-
sagrou ? (Apoiados) Nao vio o livroda his-
toria do lempo em que tivero abombde de
me considerar como primero orador daquel-
le congresso entretanto que me achava co-
locado entre as grandes notabelidade portu-
guesas que no mesmo congresso linho assen-
lo ? I.u eslou em que isto foi civiltdade ; mas
se isto fesse com algum hornera vaidoso tai-
ves aljuma raso livesse para com isto me u-
lauar O nobre depulado nao tem lalvcrz
conbecimenlo do pouco que fez este velho
nessa assemblea constituiule. Nao labe que o
piojelo de constituico brasileira he obra
dessa velho inerte, e lalvez ignorante ? Algu-
ma cousa ha nella novo, que nao vinha no
projeelo ; maso lodo he obra mmlia.
O Sr. Sou/a Franco parece dar a en tender
q* era compilaco o pcojeclol'de constituico
Q Sr, AudrwU iU*lik i 35 Ui, 9r.
deputado e acban alguma cousa de novo.
Mas demos que compilaco s fosse ; acha ser*
pouco coordenar as materias, subordina-las
humas <1s nutras deduzir das mais geraes a
que o 3o menos tirar consequencias e corol-
laros dos princ pios e chegar por huma en-
riada del les a esgolar a materia que se queria
tratar ? Faca outro lano Sr. deputado, >*
o p'xle e passar por literato.
Disse mais o Sr. deputado (que nao honre
at agora ninguem que se lembrasse de mim
para o menor emprego. O nobre deputado
parece-me estar no mundo da la Ser ri-
diculo emprego o lug ir da legacao de Londres,
para que fui despachado pelo Sr. ministro
Carneiro de Campos, acompauhando o despi-
cho a carta a mais honrosa e lisongeira, em no-
me da regencia ? Demais nao sabe o Sr.
depulado que as adrainislraces passadas tive-
rao a bondade de rae convidar por muitas ve-
zas para altos erapregus ? Parece-me que nin-
guem o ignora,
Desappareci Como hura relmpago. A isto
s responder! que dosappareci como campead
das liberdades publicas, como defensor da di-
gnidade nacional; e eu ereio que o Sr. deputa,
do nao ha de desaparecer como eu dosapareci-
Appareci outra vez, nas porque ? porque ba-
via quem cidava que honrava a sua chapa
com o meu nome ; e como ? sem cala lar, sem
intrigar, sem pedir; porq'. ninguem de dizer
q. cabalei para ser eieilo; mas o q.' he Arto ha
que hmeos que segueiu minha opiuiao, ou
que juerio segui-ia, se servan do meu nomo
nara conseguirem seus fins; lisso nao duvido,
mas que cabalasse nao, porque nao he proprio
do meu carcter nem do carcter do meu hon-
rado irmo nem tam pouco de minha fami-
lia Principio fixo he meu que sou eu quem
ohaequeio, e nao quem recebe favor quando
sirvo ao meu paiz.
O nobre deputado para me fazer odioso .
traduzio a palavra descoberta por necedade?
eu apenas disse quu elle tinha feito descoberlu
e desconectes, podem traduzir-se por novida
des e nao necedades. Verdade he que pelo fin
da discttsso poda bem verificarse que a dei
coberla pertendia era. huma verdadeira nece
lade. en portim nao o disse. He ao nobre de
pillado que s compete dar-lhe o sentido ver-
dadero, pois conhece melhor que ninguem as
suas invencoes.
O Sr. deputado fique cerlo que se elle
com os seus 54 annos se acha to adi&ntado
nas sciencias sociaes, eu tenho ao menos todo
o cuidado de conservar-me na ordem do dia
das sciencias que cultivo; e como infelizmenta-
entrei na maromba politic-i, tambem procuro
conservar-me na ordem do dia da raesraa po-
ltica.
Procurando atacar o raeus priocipios, dis-
se que a minha des-oberla nao era melhor por
ter classificado os interesses sociaes em quatro
ou cinco classes ; quiz dizer que s havia
urna classe de verdadeiros interesses socia-
es, e que era assim nao possivel classifica-lo
em lanas classes. O nobre deputado nao quUr
recoiihecer que he necessaro ser ludo classifi-
cado, seno impossivel seria a existencia da
ciencia. A scienca suppe systema, e o
syslema he lho de classificaciies. Ora, hum
hornera to illustrado como o Sr. deputado
nao deve contestar a necessidade que ha da
ajudar a- memoria he necessaro acudir a
iutelligencia ; seno na immensidade das in-
dividualidades que inlelligencia qua ms
mona poderia recurda-la* ?
Lite h hum daqudlM saset da qaa il


o subdito que obedece ; sin retacan aos inte- j que a sua conservaco he por si mesma da na- acaso a cmara resses geraes das grandes poreoens terrilori- jtureza ; mas nao sao s elles que deven velar] sao par-
al* que juntas compe a naci \ em reda- j na guarda ta constiluico*, igual obrgacao Sis sen ai
,0 por fin aos interesses idviddaes das Memos nos os deputados
piofssoes que juntas formo o lodo da na- Nao me admiro de que o nobro dVputado
gao ihteira ; e isto se acha bem explicado pelo queira defender a sua dessohcrla : elle tinha
Snr. SilvestrePinhero no seu direito pu- ditoqne sempreos lucres posteriores deven
Mico, c lijos principios merecen meu ussenli- i ser entendidos pelos anteriores; e se estes
ment : lie cerlo que ellfs nao sao em ludo o- | forero mata escuroi quem os ha de explicar ?
Ira sua mus tambera do Sqf. La place que Eu disse que era dps~ohcrla e disse lien ,
lu o priroeiro que na assembla, lranceza os porque toJos os bermeneulicos a ipnorro ,
projz porlhe parecer que era deleituosaje O nobre deputado be injusto para conoiffo ,
* representar.o do numero. Igulela a o- renunciando ai mrito de huma descobe'rta
piino to conde de Liverpool.
iam hem no Ediiiburg-leven se chavao
estas ideas e.he impossivei que o nobre de-
putado nao ti nba lido esta obra e abi ver
moa ideas expendidas e explanadas.
Julgoque luda a rrpresculaijo na sncieda-
de m< derna est falsificada e que a buse da
tepresenlftca por numero nao ba represeu-
tu$o da illustraco. Jnlclismeiite porem vlegid ao s accidente porque fi enllocada
a nossa representaco est calculada sobre o hum'a proposicffo adiante de oulra he n
que be toda sua.
Segundo para-se o peso o valor das pabivns os dif-
ferentes lugares liuiiS cora os outros o* an-
tecedentes com os consequenles e assim a ex-
plicaco do lu;ar duvidoso deduz-se tiesta
confroutaco mas dizer que s se tiende .10
lugar anterior, e dar ste mtravtlbnso nri -
Mocad
autige modo.
tu disse pois que nessa classifieacao bavia
necessidade de baver tres grandes represen-
tante de interesses nacionaes ; o > lie das re-
laces da naco para com as unirs mices e
das retacees do peder rom os subditos ; e este
representante lie no syslema representativo o
monaicha ou o ebefe do poder quer seja he-
reditario quer vitalicio, quer temporario;
o i" das grandes massas territoriaes que
onjunctarocule lormaa naco ; eeste repre-
sentante outro nao pode ser seno huma cama-
ma de pares, ou hum senado ; porque o
cumplimento de seus deveres exige conbe-
cimentos que s poden possuir os bomens que
ten estado na adminisliaco e cu jos espirito
nao sao aranbados por interesses particulares
poP individualidades, Sao estes osdevetes
proprios da cmara dos Sis. senadores, sao os
que ella deve ler. O 3o representante emirn ,
o qut representa os interesses individuaes de
luda profifuao do estado be a cmara dos Sis.
debutados que sendo composta dos eleilos
de cada canto melbor conbece os seus in-
tu esses e melhor os representar.
Ltis-aqui cmoe divid 03 interesses na-
eionaes ecomo classifiquci os que os repre-
ulio. Eu disse por ventura que na nossa
tonsliluico eslava isto marcado ? JNo. Dis-
se aira que islo he da essentia da ndole do
gterno representativo....
O Snr. Souia FrancoExplicon a consti-
luico por isso..*.
O'Snr. Anillada Machado ; La iremos.
Heeonsequencia do syslema representativo,
nossa constiluico he'de lu ualureza ; e ,
como representativa concorda com todas as
regr.isdo frysiema em ^cral com hum ou
ouiro des io apenas.
Liss* o iiul te deputkilo 1 querenlo apre-
verdade desoberta nova que ttSO lhe nega-
ren
Igualmente .pilguei que era descoberta o
dizer o nobre deputado que a proposico es-
pecial devia ser gevernada pela gral pnis
que entenda eu que a proposico geral era li-
mitada pela menos gral e ainda estou nisso,
porque be ella quem nos marca alonle ehc-
ga a genralidade ; so fosse universal ou-
lra cousa seria.
Eu nao sel quedistineco fez o nobre de-
putado entre legislaco particular e consti-
tucional: eu julfio que todas ris legislaeoens
a cor.s >HiIur;<; piecisa do voto dos
dores Onde est o complemento ?
Onde tsi 1 burla > Isto be hum verdadeiro
sophsnia ; fiordtn na) he calculado pa,ra este
hDrisohte ; a assemblea geral nao se leva por
sopbismas est habituada a ou ir rases
I)issc mais o illustre deputado (fue de (al
modo a iniciativa he huma dectso definitiva
Ah Srs Huma iniciativa que nao pode ter
effeilo decisivo sem a interveuoao da oulra c-
mara, enlende-se que iuinoria boma deciso?
Isto be hum caes- de especie nova nislo Tu-
que eu sou vellio Eu nao acbo huma exp-
caco tal na lin;oa portu^ue/i liugoa r|ii<-
aprend 'desde moco ; nao cuten lo laes intel-
lig-mcia* ; poder-se-iue-ha di/er que papa-
gaio elbo nao tjma lingoi
.Meu nobro ii in.io lu quarn emiltio o argu-
mento de q-cas.) a losse a cmara dos deputado*
fosse piivfida do jirivilegio da iniciativa feri-
ase a cotistituicio, que piescrevea liarnuniae
equilibrio dos poJres ; clin moslrou as van-
tagiMis r]ue a cmara dos Srs senadores tem
sobre a cmara dos Srs. deputados e disse que
esta s vantagein da iniciativa he que a entor-
tara de ser inteirnmente annullad 1.
Eu nao conhco hnm corpo mais forte no
estailo do que o senado Se elle bumdi.iie-
counecesse bem seus direilos (apoiados) e ver-
dadeiros iuleresses que Ilie d.i a constiluico
enlo ella goveruaria por aisiin dizer o Brasil ;
e se eu foss senador nao se se o senido se
nao convtMteria em oliganltia vene/ian.
O que foi engracadii. be o como o iiabre de-
putado retorceo o meo discurso a resneitp do
sao entendidas pea mesma maneira e que, poder moderador e da cmara dos bnls Elle
em caso de duvida o que resta he consultar loi mal tomul > nao lorao bem exprimidas as '
as fon tes donde ellas einanrj afim de ob- minlias ideias, eu direi de novo.
ter-se o sentido de legislador quando este
se nao pode conseguir pelas regias da her-
menutica.
O caso porem he muito serio. Todo o
il disse que nao eulenia como o nobre de-
putado cbamaa ao senado senado modera-
dor por isso que pela constiluico ha hum
poder a quem pertence o exercicio das unces
mundo sabe que a c institu o lo lirasil be moderadoras ; vista da letra da constiluico,
luda ella huma manta de relalbos ponpie n,0 se p le considerar tal o senade
he
Imtn elemento qup nao exista ? Foi oque
eu disse ; m is o seuhor deputailo oCcunou es-
ta casa com congas qijeeu au havia dito: te-
ve a hoiid ide mais d emprestar-ine huma
contradtceo, dizendn qne eu recusavae pres-
umo do senado em fazer isto Eu nunca nr
guci esse prestimo eu disse que nao poda
exercer isto e tirei a razo da sua creaco
poique a cmara dos iords-linliaexistido an-
tes que a> communs fuerera parle do boverno
in;;lez e par isso nao era po-siel que ella
molerssse os outros elementos e que livesse
um prtitimn muito dermis da Buacreacffo
prestimo q lbe dra u e>st;iHa Eucone&ei
ao senado este piestirno. e s laaienlei que no
bouvess remedio cintra os desvarios possive-
is do senado Kealmeute tolos os poderes do
estado siilior presidente tendera a ensan-
char as raas das suas attribaicoss e Trio du-
liddo na la .de allcrs-las at o ponto de inva-
lidar o poder da lei. (O nobre deputado passa
a fazer algumas outnis consideraces q'o lacby-
grapbo nao pode comer e continua dizendo )
Fallou o nobre depuladu em CutrTbuc5ea
directas. E\amine.mos o grande raciocinio
rfue apresen tou o nobre deputado-, queiraV.
Exe. maudur-me a constiluico para eu ver
O artigo a que se referi o nobre deputado.
Di/ esse arli;o Tod is as eonlribuioes direc-
tas exeepeo daqueilii ce. ( le o artigo
I71 ) Vaoseique raciocinio tiroa 1 daqui o
nobre depuladu : a iniciativa do imposto h
nreaco d coniibiicaj directa eslorva por
ventura que seja a despez innualmente fixa-
do pe assembla geral? Parecia-me qe
nao ; j disse que fi\a-se luima despea'quan-
do se decide a despeza que nos iniciamos n o
Pica decidida sera o asseuso do senado ; logo,
o que importa que seja contribuico
directa ou que seja indirecta ? O -arligo
que eu li diz que as despezas que en-
volvem todas as cint nu.ilmente polo corita legislativo ^ e nao sendo
assim a naco nao tem obrigaco de pagar,
oh 1
porque ( ( Q nobre orador concilla 1 a ler o arligo ) O
composta de diversas partes das const.tu- a constiluico d.z .,u he da privativa atlri- Dual deste arligo he huma anomala ao syste-
coes queja exist.o, e por isso quando bou- buieo do poder moderador o exercer laes e ma de fa/enda ; o que be de fa/.enda hean-
verbura ponto que admita duvida, deve- l;ij.s luccoes Nole-se que esta parte da cons- | nUal mas a conl.ibuic directa nao. Ora
mos recorrer consl.tuicoes estrau;;e.ras. O ,iUlil,Iu he hu,ra addico los Srs conselheiros slo na-0 he conveniente ; porem o que tem
nobre deputado jiorem disse que isto nao vi- de eslfdo % pri,ue H p,-0jCclo dcila nao linba l s(o com a quetUo de que se trata ? Esta fi-
r.ha a ello 5 mas a mesma ratffo a 1 espeito das CllCebido tal idea Pareceo-me mais conve- xacSo de despesa fe i la pelos Srs. depulados,
leg.sh.coes particulares milita para com a nienle adoptar a marcha que tinba seguido precisa ouno da adlteso dos Srs senador*?
constiluico. ^ 1 (Qdosps paizes reprezntalivos : eu tinha dei-
Oulra descoberta do nobre deputado foi xad aos diUerenles ramos algumas fuucies
que nao va no pouco que tinlia lido a difTe- j moderadoras porem os Srs. conselheiros de
renca que se nota va entre materia de ropos- estado crera hum poder separado deixan-
tos. Se he verdadeira a descoberta he sua. | (j0 porem aos oulros ,)0deres funccJes que phi-
nioadeve a escrijitor ueubum. A questo. |es0pbicarnenle nao poden deixar de cbamar-
lednheseella he ou nao verdadeira. Eu fce nwderadbras quaes as func^esda assera^
disse que nao podia de newhum modo *-Io ]J|ea Rerai ,los &n 9e,,adores etc.
poique o qaleeo qutftitum era to coririexos,
que se nao podia'5 disidir hum do outro ; e
ue se h tuvesse a possibihdarf de poder-se
sentar huma grande obieceo que o um-1 conceder os Si senadores a alteraco podia
ntiiioe sgiiiultiiasao proGssdes diversas *j I antes justificar-ffe qu n.s ru no mcu syslema uuitera que todas
;t SsiociavCi's tiveisem numero eerto de r-
i'MsrutuuUs cqueus npii-Miituntts iosseai
tirados de lais e tais das jes.
OSr. Sou/a Franco :-Esse syslema ^ rclho.
O Snf. Andrada Machado : Ue de La-
pluie cuc ti 1 o primeiro que o apresenlou
kendo mel horado pelo lundede Liverpool, e
ajciliiicailo pi!oSnr. Silvestre Pinl.eiro.
Eu (i/, hnn; argumento em regra, segundo a
ndole da constiluico n.as o Snr. diputado
puiccc-nic nao ter-me entendido, e permit-
la-nie ilizii-llie que fez hum apuntado de ru-
dilbas, ipiiido me (espondeo con a obieceo
deque a constiluico nao o di/ia ; sujeiva-
ama oi a sua observaco pode lia eu u-
nlia-ic, de pcoco aliento; mas declaro ao
iiiilue deputado que me nao qiiero tingar,
*:Miilpo-o iiifcsico ; -ei que na discusso nao
se pode fazer huma uisscitaio esccUstica ;
t 'i csti.u liizci.do aqu o que me lembra e o
ni us meus stuuos vethos me recordo nao
c pcdfinconnniriar por isto porque nunca
icnlio piepaido para (albir ; uigoqueo lu-
?,aT dt deputado me obliga a duer o que en-
ando nao sou obligado a arranjar-lo ; as
pula vas que me ociorrem proj.rias ou
inipiupiias sao aquellas que me vera boca,
a que tu jnlgo que devo preferir lia cusa.
I ara. isso he que a nuco me coliocuu aqui ,
juiudutr aqiiillo que ler melhor a pro! iel-
.'a c 1 01 i:;ao nao lenlio lesponsali.idude
Auiescentcu mais o nobre Ocpulado que
e< lia i itciso que as opinies i'ossen repiesin-
-t^os : a fallar a \eidade, sao iuleresses e nao
MMM de que u naco s ura.
J li u laaKmcm srnsdo o senado:
ge"
Entretanto cuido que tal di.cusso lie in-
icuamente aerea e creio que para mira co-
mo publicista ecomo literato (perdoe-me 11
mbre depuudo lomar qualidades que eu sera-
letpeno do quantum He putem iorpostivel
vista do privilegio da iniciativa, que os pu-
blici.-tas tiveraserapre muito cuidado dedis-
linguir da ncobuva ; o que o Sr deputado
nao o fez, confundindo completamente huma
comoutra. Se cuida que amias exprimen a
mesma idea podem ler raso mas contra a
opinio dos escriplores todos de direito publi-
co O que dij-,o be que osa iniciativa marca
a escala dos sons c quando se sabe ra da
escala, desafina-stt; entielanio que, quem
na escala ubaixa nao desafina est dentro
dclla : assim (piando a cmara dos Ms. de-
pulados marca cuino do/e e a dos Srs. sena-
dores como oito nao se lere a iniciativa por
que os oito estava6 iniciados pela outra cma-
ra j mas, quando o senado, era ve/, ds assim
proceder, eleva o numeio de doze a vinte e
quatio lere a iniciativa porque eutao o se-
nado sabe fofa da escala.
Uemais suppouha-se que se impSe sobre
hum ramo de iwporlaco : o senado diz que
nao acha o ramo que se pretende iropr com
loicas de sustentar a iinposico e recusa o
seu voto mas, entretanto quero inicou a
iii.pjiicao nao admitte a rejei.o ; ou raesmo
que o senado subslilua um ramo de imposico
|oii)iiuo, nesse caso se pode entender que o
.-in.do nao feria a constiluico; nao quero
com isto di/er que esta seja a melhor iheoria,
porque melhor lora que iosse proposto por a-
qutlle a quem compete propor.
henhoies o que o noljie deputada cuida q
eu dri como dehnkao de inrciava loi an
les huma desciipco do que delinico. Eu
dase que na iniciativa se icalringia o campo da
di.iu;:aOj Inas u ixOtttC deputado qui tena!
ure me dou), he pura questo de nom Quem estahelcer a cohtribuijSo indirecta? <^ual
pr
Precisa ; o que quer dizer esta a lheso da c-
mara do senado ixaco das des pesas ? Ouer
dizer que para completar a lei he necesa-
ria a aprovaco do senado o mais chama-se
armar bi gas alterna.
Tamben o uobrer deputado fez huma oulra
nova descoberta quando se entra nocamiuho
das descoberlas nao se para Disse elle :
Calvez que a contiituico livesse eu vista o
que G/erao os Eslados-Unidos da America.
Pois, Srs., pricisava-uios de ir buscar exem-
plos aos Estados-Unidos da America., para
lie o senadoi das Alagoas ." I le algua lite, alo
de nomo ?
D.
O Sr. Souza Franco : He o Sr,
Nuno.
0 Sr Andrada Machado: --OSr. .
Nuno Sou seo amigo mas n?o o posso
reconhecer como literato cima de mim por-
que be s uosso rpre tenho aljuma vqidide
( hilaridade ). He natural Sr prestdeute .
que quem gjstou huma vida de tii annos
queimando as pestaas dos cribos nada saba ,
nada aproveitasse e que o Sr. deputado pai-
sa regenlea-lo. Eu nao disputo os talentos de
muguen mas defeudo o meu campo ; posso
dizer como Duguesclin quando mudou Uen-
rioKO de Trastamare pura Cima de Pedio 1 ,
quando antes eslava debaixo. No tiro ni
pongo rey pero sirvo a mi sennor. Nao ti-
ro uera dou repulacoes e poriso reiro-me a
mim proprio
1 i^sc eu que talvez o senhor deputado cha-
masse. ao senado poder moderador pela opini-
o de alguns publicistas que, nao sabendo ex-
plicar a cama da creaco de huma Segunda c-
mara fyro buscar o scu presumo como ori-
gero de sua existencia.
Publicistas liouve que airmro o que a se-
gunda cmara represenlava a nobreza oulros
d grande rii|ucza os nobres e oulros em Um
(ue era moderador impediudo a tendencia
do poder real para o despotismo e do poder
popular para a democracia.
Agora atacando eu oulra opinio ( advir-
la-rti que em these que eu uo fallo do *e-
nado brasiluiro ; no que enlo faliava nao me
dirigia ao senado biasileiro ). disse que estes a* e que o senado luzeudo-as tutela 1-
he o eslado da Eurup-t que a nao tem ? \
belleza he que sejo poucas, como acontece na
Inglaterra ; na Irania s. muilas, e isto nao
be das mentores cousas para a nnco Para
que limos buscir nos i'-t.dos-Unidos ole
exemplo ? M-s. na assembla constrtuiule
Itouve hum projectu para (ue as provincias
nxassem us suas despezus u queao depoiss
Hiiaudassein o rusto .aia a iui ', e agora o quj
he 1.0 o he que a co istiluicao peruiilte f ua-
seuiblas proiuciues o diteito de mi.'.
nobre depuwdo conliiii sempre con-
fundir ludo uo sei que drago nc para eliu
a palaxra iniciativa, que a loi ce de quaulos
modos lhe parece.
Agora disse elle que iniciar nunca quiz di-
zer complemento ; e qumn lhe disse que que-
ra dizer Uso ? Se a iniciativa dd cmara dos
deputados fosse complemento de hu.ua le ,
nao viulia ella ao senado
Meu nobre rino isse pie assombrava-se
de ou\ir di/er que acunara dos senadores po-
de augmentar despezas quando nao augmen-
ta va as penses pelo principio de que a ini-
ciativa cuiiiiietia ao gqveruo. Nao sei como o
nobre depulado coudiuleo esla proposico ,
crtio que nao se quiz fazer carg dclla.
Disse o nobre depulado que deste modo an-
uu.ido icava o senado : nao 6ca tul se ticasse
lia muito lempo nao liavia cmara de pares na
Inglaterra : cntrelaulo essa cmara lein muily
q' fazer e ninguein lhe disputa a sua utilidad?.
Disse mais o nobre depulado que o senado
pude fazer leis : quem lhe nega isso ? Mas
disse que essas bis podem liazer certas despe-
I


/
DIARIO k> K I R I* V A M P. ti C <
pmalmenle as dewezas. Sp. deputado, bu d izer o mesmo cmo terft parecido a alguna
na cousa he iniciar lium imposto indirecta e Ilustres deputados : declara que a palavra-
incidentemente ; c outra cousa he inicia-la
directa e sem ser incidentemeate : eu nunca
disputei ao senado o direito de fazer huma
lei queenvolva alpuina despeza \ mas nole-se
que se trata da lei do budjet. Nao entro na
ouira questao se acaso a despeja deve ser re-
culada |)cla receba ou a receita pela despe-
iniciar quer dizer que o objecto pertence ex-
clusivamente catn-ira dos Srs. deputados ,
definico esta dada por lodosos publicistas que
lem tratado da materia. Aprsenla lambem em
apoiodeseus argumentos o arlijjo 17a da cous-
tiluivo (|ue determina que o ministro de
oslado de fazenda havendo recebido dos ou-
Declarn ao nobre deputado (|ue c-nn esses tros niinislios os oreamenlos relativos ;s des-
sus principios arruinara o estado. Eu jul- | peras das suas reparlic&eS, apresentar na
go pie ogoverno est no caso de lium pai de j chinara dos deputados auuu lmenle logo que
familia que sendo prodigo e improvidente ,
pussa muilo alm dos'rloA que possue phr
fazer as suas despezas ; assim laml>pmju;o
hum governo improvidenfe, dc&assdo ini-
Bligoda crdem publica e que acarrala a rui-
na sobre o pai?. quando elle pssa a fazer
desperas sem atleuder receita.
Ano quero dizer com islo qin nunca se
possa fazer desperas al:n da receita ; o caso
beque islo se deve fazer muilo poPcaS \ekes .
com muita clrcunisiiecco e su quando eja
de absoluta necessidad : tambera o pat de fa-
milia deve fazer despezas al o da sua receita .
por exemplo quando v grande inleresseem
hum eslabeleeinientn de huma fabrica : enio
toma dinbeiro emprestado para a eslabelecer ,
com o Fin de pagar com os reddilos da mesma.
(la re-
do anuo
e igualmente o ur amento geral
Inspeccio do Arsenal dolMariuha de l'ur-
nambuco ai) de \laio de iH >.
Alexandie Rodrigues dos Anj i.
Secretario.
O mr-smo Arsenal continua a cMnprar fu-
idla de mandioca.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
Sessododia a 5 de Maio de l^o.
Jury de Sentuu.:u.
SOCIRADK PAM'OKIL.
A ComtnNsio Adaiiftisimtiva da Sociedad*
Pastoril convida un* socio. d.\ Mim para la
i riMinirom in> di .G do corrente \\< na la*
! Crujes caza D, 5 para sosss axlraordiuarih
as 4 hora* da larvl .
Avisos >; versos.
Denuncia do l)r. Promotor contra Theraza
de .le/.us parda por ler in >rt com huma
lacada a Maxim ano da Cst foi contfeul-
0!
Da 6.
x ofRcio contra o prelu Cypri-
tST Quem t ver achado'n mil res etn se
lid...-, a saber, urna de vinte duasdedois,
e urna de mil res, as suples (orad perdidas
de Palacio at a ra das ruze edesta ai<
i na .\i)fi podo din.'ir-sea esta Typ. que
ser.i generosamente gratificado,
*,.> h'ranciscu Antonio Cordfefro nio ha
iiJI CutVCilo do .i:jji a > .i~ i,|| i .'
Joan Rufino Ramos.
i..-'" Quem iniiser comprar o holcquin
invoiveui augmento de depe/.a sem eulr.i
na raso de Ma conveniencia, e nor esse nu-
ca/a de pasto do pateado Hospital do Paraso
dirija-sc ao inesuio para tratar do ajuste,
U5f" O ahaixo assi^nado fax publh'O ipift
pessua alguna laca tracto ou negocio cota <>
o Sr. Joao Francisco da Costa sobre a caita
di pateo de Santa viril/. na loa \ isla I) ii ,
Klqutto ahaixo asStgnado deslinde com el 11
Oulro lano acontece com o governo ; e dizer- livo vola contra a metida em dUcusaao.
seque a so re dos eslados lie ditierentes da
sorle das familias, he 0 dogma' mais funesto
assolad. pela base loioosyslema representa-
tivo. O povo Srs paga os impostos em
quanto pode ; esc mi aperla muito com elle ,
faz como o.camello que sobrecarregad, ta -se e nao marcha os contribuintes examt-
no tandif-m quid Le aulilidadeda despea
para que se inijioe quando he al.n da re-
ceita ...
Mas Srs. islo ludo he foca da questao
tal Ib i o campo ; que me chamou o nobre d-
putado. A questao Srs. he o augmento
de consignaco na repartico dos negocios da
guerra e eu continuo a votar contra islo ,
porque eslou persuadido que o nobre minis-
tro nao tnlia direito algum na lei para fazer
a alteracao no estabelecimento para que ajo-
ra pede dinbeiro.
O Sr Saturnino (senador) sustenta o direi-
to que lem o senado de votar sobre artigos re-
lativos a despezas publicas emendando tanto
para mais como para muios e combate os
argumentos que se produzira e que laxaran
de abuzo os precedentes que lem havido a res-
pelo, demonstrando que laes precedentes fon-
ge de seren um abuso sao antes o resultado
de quatorze sesses successivas em que o sena-
do lem usado do direito que o nobre Reputa-
do o Sr. Andraila Machado, Ihe quer ne-
gar. Responde outras obseivacoes expendi-
das por esle mesmo illuslre deputado e con-
clue volando a favor da emenda em uiscussao
visto nao se ler demonstrado q* ella prejudi-
cial e por elle orador entender que he ulil ,
e neressaria.
O Sr. conde de Lages (ministro da guerra)
justifica a necessidad de se aprovar a emenda
demonstrando que ogoveruo Gzera urna re-
forma ua escola militar e que em consequen
ca d'essa relorma lora ollerecida umii emen-
da fiara que o corpo legislativo desso mais
sci COutOS de res para este estabelecimento ,
que um para niau de duzeulos alumno
inostra a necessidad que bouye de baver um
ulbcial superior iue os eoanuandasse e oa
dicipliuasse ; moalia que estavao na possedi
peicalieii'iu um pequeo sold inostra hual-
nieiile que sao necessarias iei tas dsjieza com
u compra de iivio>, e duirosob,eetos pfeitou-
cenles ao eslabeleciment u.c Coiiciue o no-
ble orador deca raudu que I be parece queu
u'ssemblea geral nao podur deixar de api-ovar
u emeuda em discussao
O Sr. Machado, depulado pelo Cear, fal-
la sobie as eleieoea que se liaera n aquella
provincia para o logar de senador .(talln
to buikU ut pou.o ou quaai nada podemos
ouvir do seu discurso )
Sr 'eireir de Castro ol>te do a plvra
pelaoidem, pede ao Sr presidente que nao
deixe prugredir a questao sobre as elei^oes do
Ceara urque nao agora a ocasiao pro-
piid de se Halar a esla materia itservando-se
elle deputado para em lempo opportuuo mos-
tiai a catiura as violencias platicadas por or-
den do presidente do Ce*r, o bi. 5ouza
Mai lins, relativamente s cleLOes.
Julja-se discutida a emenda e pasta a vo-
tse api ovada por 4a contra g,
A discussao das outras emendas fica a liada
pela hora e o Sr presidente levanta a sessao
pelas dua> horas e meia da tarde.
PERlSAiM RUCO.
TIIKZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia 2i.
dos livios da Iruiand ule deque era f.scnvo
o Jury liSoactiou materia para accasaco.
esla esliver reun 11 um
ceita e despera do tezouro nacional
aulecedi ule
de lodas as despezad publicas do ann ) futuro nada em sele anuos de pris.o simple
eda importancia de lodas as contribliicoes
rendas publicas; deduiindb d'esle artigo que Sumario
a coiisliluio do imperio quer i|de emnece o ">" escravo de Rus^el MeHors & (Ionio
exame il estas ni.derias islo no (|ue diz I'1"'ci ime de rouboj.-^foi absolvido o Dotltor
respeito a despezas publicas 11.1 cmara doi Promotor tfppellU.
deputados. Eulendu pois o nobre orador,! Dito dito contra o preto Joao, oscrar de
<|ue o senado pode i'-j-eilar ou aprovar mas; MallOl Joze dos Sanios ; por furto 5 fui ab-
uuncailleiar espea queco ai o lempo a ca-1 solvidu.
mar do deputados ha de conbecer melbor! DSa'o^, Accusaco
upaos sao scus dneiios a esle respeilo. Deca-' Denuncia de Praneisco Lopes Lima > rop-
ra-ae contra lodaa as emendas do senado que Ira f usiaq-.iio Lretico Rodrigues Pe rifa ,
por crinn: de finio e viciar a esciipturacao'ete uranio.
Uernardino d'Almeida l'crreira.
Vende-se coninuamrnte taboadode pi-
Dila dila de dilo contra o dito por crime [ nho da Soecia de muito boa qualidade du
de luilo de du.is ()p,is da mesma irinanilade: meia polcada ate i de grossura ; e tainbe.n '
oJuty nao atluu materia para uecusacao. Americano, e por mdico preco : (juein o
pretender 'comprar dirija-M alraz do l'hea-
Iro da parle da me.
Vendo-se u: barretina, e corrame
O ahaixo assignado faz s;enle aos Proprie- de lustro proprio ta Guarda Nacional ,
larios de Predios dos IJairros de S. Antonio e ludo em booi uso, .....o minoJo : no
herife l!oa-\isla e Allomaos, que do dia j Atierro da rata ) 5j.
1. do mez de Junho prximo viudouro deve-! 130* ( ,- ir;aprao
:iao comparecer na ^ eza de Rendas l'iviucia-; 1101.o :ii I -se a fu .. Cadeia d >
aes para salislazerenra l'eeima que esliverem a Re 1 r-so
devar a I raza lo j e u t. suneslre do auno fi-, iV A nda ,iu v. ti ni morada
iiiauceirod i'iig i8io;ssim to bem que de caza terrea abarracada m ra que
OfficioAo Exm. Presidpnte da ProTin- fmdos os 'o das que sao desi;;uados na Lui va da es'.:ada da S >ie ia-J 1 Manguinbo,
cia informando a respeito do Fxm Presidente pan a arrecadaco se proceder exeeutivaineu- repartida seguudo o gosti moderno t tundo
da Parabib re.|Usilando a quaulia db vinle te conlra os ommissos. seu corredor lavado salla -e visita forrada
coulos de reis para poder ler cumprimento a Meza de Rendas Provinciaes a5 de Maio de com \a palmos em quadro 'res janeilas de
184o peiloril uuvidracadas ; olio 1 irlos boa sal-
No Impedimento do Escrivo ,e Adminis- la de piular, cozinlia lora com assenlo de
i fugu ingiez contendo seis fornalhas e seu
Joze Guedes Salgueiro.
ANN UNCI.
Ordera do Tribunal do Tbezouro Publico
Nacional, que mandou abrir a substiluico
das Notas de 0U000 rs
Dilo Ao Inspector do Arsenal de Mari -
nha pedindo-lhe para se incumbir de mandar
fazer a compra de 1 000 Mecas de familia de
mandioca a lim de serem remettidas em
consequencia de ordem do Exm Presidente
da Provincia a liba de Fernando de Nomnha.
respectivo torno quintal murado com -ca-
Kimba de af.oa de beber sanzalla pa-
ra seis escravos, estribara para dous cavalios,
com seo porto para a frente da ra indo-
pendente da porta principal e tudo muito
No dia ai de Jiinbo correm impreterivel- bem pintado e suicieulementc aseado: os
LOTERA DO LIVRAMENTO.
DitoAo Parodio da I-reguezia da Inga- mente as rodas da Loleria a favor das Obras pretendentes eniendao-se com o Escrivo Al-
jeira partecipando-lhe.ter sido na mesma data da Igreja de JN S do Livrameuto e naa*ca incida que tem poderes para fazer dilo ar-
expedida a convenieule ordem ao Collector de 8as onde esto venda bilheles, Irocad-se os das rendamentj ou com Francisco Das Ferrei-
ra em seo armazn dcli'onte do caes d'.vl-
faudega.
V O Arrematante da Ln postea o Provin-
cial de 40 '"s. por caada de bebidas espiritu-
osas em vista do eairaono descuido doal-
Divsrsas Rendas do Municipio de I''lores pira outras Loteras,
receber o imposto do sello dos Livros deque
trutou em seu nllicio de i de Abril p p.
TIIEATRO.
l'oi lari.t Ao Collrclur de Florea a res-
peito do que traa o precedente oilicio.
Joao Tose Lopes Alvit acha-so encarregado guna donos de arma/ens, he precisado a ro-
_-___-~-----------__------- .......--------------pelo Si. Antonio Lopes Ribairo, durante a perlii-llies que a lorceiri coudico do res-
doeuca do Emprezario para dislribuir os bi- peotivo contracto 08 obrigi a dar mensamenla
Hieles e Camarotes do Expeclaculo de Mr lio- conla do genera que livor i>ido expor(ado ,
Iwrl; e para a boa (icahsaco (leste empreo ou vendido para consumnio e do saldu quo
mandou fazer um novo modello de bilbeles devem pagar logo, o que lein deixado*de la-
para os Camarotes licando por tanto inulili- zerpelodecuisodemei.es. iio mesmo modo
sados e de neulium elleilo os Rilheles velbos. adverleque a coudico quai'ta COucidera co-
I>ivera.s lteparti^oeiis
ALFANDEGA DAS l AZENDAS.
EDITA L.
Vicente Thomaz Pires
de Fi"ueircdo Ci- Os Sis. que ja pagarao os se; Camarones mo consumida: e por saosujeitaa ao inime-
nrarg
lioje s.ibbiuo Jo
luspectcr d Aliundega, laz saber que
do correule se hade ar-
reinatar ei hasta publica, e na porta da mes-
ma to meia dia*, hum cuslureifo grande no
valor de itojl rs., e cito fogos de porta pao
3os'is., impugnado pelo Feilor conlerenle
O Sr. ftioura Mugalhes responde ao dis-
curso proferido pulo nobre senador o Sr. Sa-
turnino e apoiaudo-se na ndole da consli-
tuico do imperio declara que i:o competa
o senado alterar para mais as emendas ua
camu a dos depulados sobre despezas .Mostra
o orador que a palana iniciar inuuo di-
klenlc da palavra coaiecar -_. 'l1*^ u9 quer
Joze Machado freir 'ereira ,i Silda no
Despacito por Factura de Nuuu \laria de Sei-
xes
ment dos Direiios.
Alande.;;a-2u de Maio de iBJo.
Vicente Thoma/. Pires de l'igueiredo Carnario
queira vir trocal-os cellos de que os Hur- dialo |>agaiueplo as bebidas removidas de un
tunos jamis dara as chaves, sellan pelos para oulros armaons sem previa audiencia do
iiovos iiiliieles. Anemalanle.
_ m__________ lap* O Sr &ranoel Preira di- Maraes quei-
ia dirigir<4e a 1 na da Cadeia do Recita N ij,
a lia. de ii ilar cello negocio de h iutaMSiM
^jr O accionista dai Laulellas de toda as
' .niguas aviza a os apaisiooaitos desta |u^o qua
e adiada venda as .lilas Intuidlas tlu .4 da
Amani 3l do correnU llavera a oilava
representacao de Mr. e Me. Kobert, Estes
dais artistas pflnhorados do grande amor o be-
nevolencia con qua leu sido recebido pelos
elido o A.rcinalaine su(;eilo ao paa- bahilsntes desli Culado ihe vao ipieseulat
MIZA DO CONSULADO.
-A Paula ha a mesma do N. 112.
ijy A pessoa iuo qui/.er comprar linma
o* riYausVomiaoes' di- l,Kl" B,Va '"^u ,Muw Sj1)j Ui
Full Text
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