Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04099


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Full Text
Anno dr 180. 9kxt\ FkirA
Tudo fora drncnde de nos racsmos; da nossa prudencia, modera-
e"o, a enertfi i continuemos como principiamos e seremos apuntados
cora admirado entre as JNaces mas cultas.
Proclamaco da Assernblea Geral do frazil,
ni S-<$-0-:".~-..tii i
SuhscreverM para esta folba a ,,
rosta.' rafia, ru i das Cruzas i). 5, ,;. .. ,
di .:. e onde e receben ce .,s-
insirinde-aa estes gratis, sendo dos| ,..,.
e; hados.
Partidas dos Gorreios Terrestres.
CWaddn Parahiha e Villas de sua pretenco................
Dita do Rio (irand do Norte, c Villas Idero................
Dita d* Fortaleza e Villas dem. .*........................
Villa de Goianna..................................)
29 0B'MaI0 NMRR0 il).
CAMBIOS. Maiol >!
Londres...... 3o d. per i f ooo ce-'.
Lisboa....... 70 a 7 pnr 0/0 premio, por nsetalfl?ereetdo'i
l'r.n rn....... Viijic;-. por franco,
l>io i'.t Janeiro a.> t>ar.
UliO Moedasde 6,?4oo rs Velhas
Ditas ,, Wow
,, Ditas de <''' >' rs.,
PlATA Patacdet Brazileircf------- -
>!?7

Pesos Columnarios ----------
'00 a
10 a
I 'MI A
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i63o a
.'/'bit a
!$?{<> a
M#f)00
Dos Mexicanos-------------------
Mluda -..............
Descont de Mil he tes d \i tidega < 1/8 pni too ao mes:.
dem de Letras ij', por boas intias olfercido.
Bioeda de cobre 3 a $ oor 100.de disc*;
Das da Semana*

1
1
.
(^i'ij
:)
Segundas e Serlas Fciras.
I idade de O
Vi!la deS. Anlo
l)'i de(iaranhin
P/,..f,aS^ '-> R
...............Todos os dias.
..............Quilllaj 11.1..
..........Das 1, e /.% iiec.n Diiasdo Cabo, serinnaem, H10 formozo, e Porto Cairo............dem 1 11, / ai dito ditoJ
Cidade das Alaeoas, e Villa de Uai 0.........................|dsm dem
V'ilrt de Pajati de Plores...............................itiem g ,|lo (!0-
i5 Segunda -
18 i erca -
17 Quart.------
2,S Quinta------
ao. Sexta-------
!vi Sabbado -
Ji U01H. -
S. Gregorio 7. Papa. -
S. Eieuterio >i.----------------
Jejum S. Jom P. -------
>J< AscensSo do Sr.- ------
S. Itfatimino 'i. ----------------
S. Feruaudo Hei. -------
b. Pctrouilla.
11 I. lo J. de O. dai. v.
' i. > i r. doC. de m.
Sessioda rhez, eaud.do J. Je D. da J. v.
Ses. d 1 riiez. c bu I. do J. le D. da 1. v.
Kel. e ""i- do .1 ,! ,.
I ua tova i*4 h. m.
Todos os Correibi partem ao meto dia
filare chela para o tila 29 de Maicj
As 2 horas e 45 minutos da tarde As 5 horas e 18 minutes da man!?.' \
-------S9SS
<&^'^%&j
1 fea t
'*? '"Bt& ^sVis^' lawMiy n5S-v> ^2r*'-"
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
REK I \0' DE AMBAS AS CAMAIIAS.
Scssioem a 'lo Abril de i8jo,
Coiilinuado O Snr Snuza Franco rontinunndo o SPit
discurso. En entendn me embrua nnr'i >
idnticos sSo seus rerdadeiroa inleresses o seus
fins, que terdem ;i prosperidade do pa'iz se
todos elles sao bem representados pela asserfi-
blea ;pral ([!ie promove igualmente estes in-
teresses. As opinies, os meios lie, qde
seo lew que Ibes nao qun:lrem ou exp'car
asna legislaran por otitras que a dTerenca
das cirtinstincias torna improprias para
isso
O nobrn depulndo anda recorren ao quale
eaoqnantnm eexdamou dsco'herta
E porque nunca encontrn esta distinccocni
seus livros nao a adopta. Note o nohro deptl-
todo, que fivmdo o fjUale o campo da discus-
sao no imposti) sobro o cafe', por exemplo,
ceder deste direito era ceder da iniciativa, e
sio diversos porque bu'fts proctrSo pros-! que nao csl.i o quantum na mesma razan- O
peridade na repblica, outros as monarebi-i riobre depuiado funda todo seo argumento
as temperadas luinS as absolutas, O alffns I em que a iniciativa va i alem do comee >. e
so olbao para as pesSOasr: estas opini.Vs he i sendo esle o campo do combate, en sahirei
que en til;;o represenladaS as pro^ressivas do meo reducto, e procurarei rombatel-o ser-
jiela cmara dos depttlados as conservadoras j vinlo- me de sur. propria definicao.
peladura, o que a-lgumag veses varia por | Diz o nobre Reputado que a iniciativa desi-
mornelos e cxcCpco. Kepresentao os tresigna fixai-ao de principios da oWtmSo. o
coraos anaefio inteira, e nao cada um urna i campo dellaj bem. Ora, a fixacSo dos prn-
I vwcQaoou porcao dalla e a llieoria contraria { cipios da discusslo deve ser to restricta que
; vista daconslituitSose pode chamar deseo-'o cenado to possa se nio repet'r os pensa-
'empos e a pnuen diversidad? que por sua j ja pois merlo que ella se nullifiquo. Eoqne
mesma natureza ofiferecera os actos civeis em be que valle na pratic odireito da iniciis
todos os seclos enacoes. Na legislaco po-
litic porem, tem mais forcH as Circunstancias
peculiares dos povos ; e sem sacrificio de seus
rostumes impossivel he transplahtfir pira sen
berta do nobre deputado. (O -Snr. Andrada
I\Jicl>ado t i-se.)
O Snr. Souza Franco- Pode rir-sco no-
bre deputado; mas eu o quererei ver combater
estes principios. Alctinbou o nobre deputa-
do dedtscoberla o principio de que na cons-
tituirlo osartigos posteriores devem slibordi-
>iar-seaos anteriores, e ser explicados por
tdles, Eu vuu-lbe mostrar a verdade da*
mentes e palavras da nutra cmara ? Tal se
nao pode sustentar poique seria materia-
lisar muito estp corpo respeitavel ; e qnan^o
o senado tiver empenbado suas forcas ua dis-
CS! To desenvolvido e esclarecido a materia,
e adquirido a conviccO de que maior deve
ser o imposto laucado no genero em ques-
lao dever por ventura vol ir contra essa sita
velar contra a sua conviecn pelo que i\ou a
onlra ? Mas, dir-se-l 1 ; fica-lbe o arbitrio
de diminuir. Singular expediente em rer-
dade que, para evitar hum mal, nos -i
conviccao r i*, para que aiSCUSsao, se o se-
p-uelle principio.- Bem como em qualquerj nado fica limitado pela volacSo da oulra >a-
{;>'; fio be mistei quesejo mu sol- mora? Dever elle, como hum automato,
do oaiirerce, eque bem idas pedras sir
vo de tal sor le de base asoulras, eas sns-
tcn.trm de tal modo que o edificio (i ue se-
guro essim em boma romtituirao Sarita
di vi m ser tamb ni < rn ai 01 adi 1,
1 ioret sirvo de be n-
iio esti 1 1 illat ios dd 1. lies i e como lo
devem explicar una pelos iieri-
oies devtm ser explicados pelos anteri
de serte que se evilein as contradieces ai-
dea de que hum artigo p-sterior veio desl u
ir a regra ixada pelo anterior, E quero no-
bre deputado burra autoridade para al
principio :' i u Iba rl iu be o nobre senadoi
I ela pr vincia a 1 Alag ; sci-
em ias, e mi smo em literatura, en
superior ao nobre deputado. Ue couvii
nanita, disiulpe-me o nobre 'i. "..,-
A lerceir desi ol erta he 1
va r be: o ministro corita cem a maiona
as cmaras trha qual deltas tiver estedi-
reito iitinca lhe hade fallar din hei ro
e rn -
Se ni o tem Dl'oria ei-lo qnecaht
da llieapproveili qner a iniciativa per-
lenca cunara electiva, naer 1 ambos ^s cor-
nos
O nobre deputado, a qu'em rifo ngridon
a miaba idei de que d sena lo era modera-
dor, augmentando as despesas em cer tos ca-
sos, edimimiindo-ns em outros, r0-se da
diz hum nobre deputado di ai
pira esta contrihuico p 1 le
nato. ., A concluso seria que o senado > >
!"V" ;^r parte na lej rio orcamei lo.
n i 1 ; e, '!! lirecta be sin-
nimo de imposto (oque 1 ,
se toda a contribuico directa he imptoio ,
nem lodo o Imposto he contribuidlo di-
recta), e neste casi) ficiva o artigo sa-
geito ; excepeo t!) artigo '(> e
temos maislium argumento pava mostrar a
competencia 1I0 senado em materia de imn >- -
tos; ou nio he synonimode imposto, een-

da de moderar augmentando; e fallando Ijfo nao teni forca o argumento. Eu entn
do que esta disposico he imitada dos Esta
dos-Unidos, onde, porque o governo rjerai
iiaotinha meias de renda exigi par su 1
sustentacao huma quota de cada provincia,
e tal artigo nao tem nrJHcaclo entre ng por
em quanto porque a renda provincial nio
sobra e a geral pertence ao thesouro geral.
Apenas bou ve huma especie de ensaio ine-
ficaz naordempela qual o thesouro marcoii
huma quantia com que certas provincias de-
mios ilo monarcha. Quererla en saber como I "tSo concorrer paiao pigainento di divida
sendo o poder moderador hum verdadeiro publica.
poder (pois que havendo na sociedade quem | O nobre deputado tamhcm nao disse huma
legisle, quem execue quem julgu'e, he'verdade financeira quando afirmott que a
mster ha ver quem faca actos que nao s-Io le- despesa devia subordiiiar- se ; receta. O
principio contrario he dogma em economa
poltica e ha entre o estado e o individuo a
diilerenca deque este regula sua despesa pela
receitrf porem nao aquello.
Se o estado precisa de 10 para existir, ha de
anear i m pos tos como 10 ou entao ha de
das attribuicdes moderadoras do seado 'li -
se lautas couzas diversas, que eu :io piule
concluir qual era sua opiniao. Disse que o
senado nihe poder moderador, eqtiosup-
posto tenba attribuiccs moderadoras, nao ad-
miti estas reunidas, nio admitlio na conslt-
tiluicfio (que dil ier feito ) este poder 1
Valerhl a pena ouvr as rases poique em
huma monarqua nao devem as principies at-
trib'uices do peder moderador se reunir as
quem laca actos q
gislar que nao sao executar nem julgar ,
quem traga ; ordem os poderes divergentes),
quera saber digo como explcava o no-
bre depnMdo o se ter esquecido deste poder
na coiistittticao.
Estranhou o nObre dptuado qiie eu disses-
se qtfe o senado gosa liealtribuices propriaa deixlsr de ser estado; porem, se pode passar
de lium poder moderador ; mas note que/a-1 *em 10, deve fazel-0 c nao mdtir liuin s'>
lei do con trapero que fas elle entre o gover- *e'Ul hlemdo que precisa para vi ver U
ib, ea cmara electiva. E como exrce es -' nobre deputado se j foi mestre tiestas mn
te contrapeso ? Moderndoos excessos de am- 'erias, permita que lhe diga queja' o nao bu
bos aquel les poderes; se bomas veses mode- noje.
ra diminuindo) de acord con a cmara e'-j O nobro deputado tamben nio p de sus-
eciiva as despesas que o governo quer ex- tenlar que nao tem o mesmo eUeilo a propo-
1 rons quenria
opinu o no nomo
deputado sera de que) tal lei nao fosse sub-
ler eu dito que .>
ex lenlua-11 hiba proj o;ie;ioem duus palavras e
digo que, se a excepeo nao Ibr entendida
de soiic (]ue nao destina a regra geral, hu-
ma oiiiia sedesti uiro ; c a constituico se-
na inepta se o legislador destruisse a despo-
sii-o de hum artigo com a <:^ outro.
A quaria dtscoberta he ter eo declarado' a
couipttencia das referencias ; nao a declino
:io iodo mas s a admhio para interpretar
artigos obscuros, e nao para contrariar uifigos
claros. U legislador tiuba dreito de se apar-
tar do que su faz em paizes estrsnhos, e de-
via tazel-0 sempre que circunstancias diversas
pediro disposices diversas, Eu direi ao
nobre deputado que Cacodistineco entre ma-
teria civeis, em que os legisladores copiaro
e seguuo as segus ludo iiiianto (izerao os
liouiaiios, e sao por ai;uns censurados, ten-
ida a di libera ao lose ido
i litados tem sustentado
|ue a i. :: onia e 1 quilibi io dos poderes po-
I i lieos fienria annuladosese negasse acama-
ra dos sen botes deputados a iniciativa como
n 1 nti.. li m e eu sustento o contrario.
Aban orfa ou equilibrio que quer a cons-
titu, o s pode ser sustentado pela eonser
\ dos do.us corpos, e nao pela nollihca-
to de hum del les ; ese para se ella man-
it 1 se estabeleceo esta segtinda camra queco-
da entreo'sdousoutios poderes amor
lece os tiros que hum a outra deSfecho e
previne que irenre a frente cmara popular
1. realesa se combati e se destruao como
he que se quer fase desaparecer esta segun-
da cmara, ese prohibe que Ofervenlia no
acto mais i n porta ote por cuja occasio se
lepetem todos os anuos ascontendasi entre o
poder que tende a pedir muito e a Cmara 6-
ectiva que (ende a dar punco '
Eu nao entendo qm: acamara electiva G-
que aunullada com esta prerogaliva se o
hcasse era erro \ constituico, eoreofe-
las atttibuieocs, resta-lhe ai populandade res-
ta-lbe o direitu de q tem gosado de marcar ao
governo o poltica que ha de seguir, resta-lhe
do, todava per UescuJpa a ignorancia dos a vanlagem do numero anWaSeti ^ao Jia-
pois explicado o como modera augmentando, I attriouices ao senado. Taes distiuecoes
proposico que tanto expanto caozofi aos mostrao afrajjnesa dos principios edacau-
dous dignos irmSos deputados por S Pau- SJ em cuja sustentacao seemprego.
lo. Nao foi pois hjso huma descoberta ou' ne- Permita ainda o nobre deputado que lhe
ceasidfl observe que, quando se procura a razio de
AlgunS nobles deputados lerri querido i- huma instituicaj, niosedve ir buscarnos
char argumento contra aminha opiniSo rb liversas parios e lempos
artigo da constituico que da ao governo o mas sim as verdadeiras
direilo de conceder pensoes, e disem ; se irra. ,r por exear-
paraconseivar intacto ao governo estechreito huma repblica pelo mo-
a cmara temdecidido nio de ver augmentar iehrraou a rom m. Era abo-
asj.ensoes, do mesn.o modo, para. coo-'B(l trouxe
servar intacta a iniciativa da cmara electiva, o uobi 1 ra df. itistitu uda
he preciso que o senado nao augmente as des- cmara d is lords em Inglaterra que, appli-
pesas; Porem, nao ha entre estes dous casos cada aolirasil, ii,> f^su mulla honra aos
paiidade al;tima Note-SO que no artigo uossos act 11 Jes senadores. O Vobre deputad
sobre panadea se trata de hum acto que, huma don, talvezsem o pensar, arasaoda
ve/.feito, fica logo completo; e q* se a cainna mstiiuicio e vem a ser que ella modera a
uugmentasse a pensao epncederia urna nova engeraco dos butros do.n poderes, Esti
pesao equivalente aoaug'mtmto'd'a qua'ntiaoq,| he a principal vantagem que a experieneia
b perfeuce ao governo A iniciativa po- Uem m,.!r.e.ii oro ver d.^si cimari, efho u
re 11 ue be slmplesmente iiiiin acto par- que se leu emvisti <;;iii seadootj UJ
cial, e que precisa, de outros actos para con- !,s goveruos constitu ionae*.
nao fica, por consequeucia ^ "' presidente, eu leo;) de pedir de no*
seatguem tem parte nesses actos *o descutpaa -a geral; seaigiimaex-
at a concluso Jaquella, e tl-1 presse de excesso me escapou no calor da
discussao '.loco, nio muitu conhecida aio
da, eu nao possoimitar <>s homens de repa
i.n-.io 11 form ida, que confi iud 1 rros seas >rc-
cedentes nao fasem caso de irapui i'c > s ae-
reas fui qualineado de ignonute clsu da lei n 10
al
pbstei iores
1 a sem :e el!-t.
Tambem na I 1 fof 1 argumento tirado
do '.n p do dual compele desi nada nenie .1 as-
sernblea {eral a Gxflco da contribuicao di-
rccia, A' cspeciolidaJo desft disposivao ,


lt
DIARIO D B
PERNAMBUCO
i
i
to ede
de sustentar
<*e de todos ; Jorca era pois quo eu ruede-,
tendease.
Continua.
incapaz de falar em huma nssemhlea ; I unta ao mesmo renuerimento llie for*m dp- iam.;..'!./!.^ i ^^^,^,^",""l',,"",^^l^^
tentar queslocs que esto ao alean- idos a fin, de ser dX3em, dos SS" m -T-f' ^ notas da se-( LeI inlerpr,taliva do Ado Addcio
)dos; Torca era pis que eu me de- ser de.les .ndemnr>ados. ^fedade^ ,e en ao ua tal, .ferenca so se expli- ndepe.-Klencia do Poder Legislativo
Ca como 1U fhssmne nrr mnm An *:. i
Diversas
PERNAM.BUCO.
COMRIANDO I AS ARMAS.
Expediente Judia xydo corrale.
l'lmcioAo ExtO Director interino do Ar-
senal de Guerra para que houvesse de cu
tremaras Jrragens do porto e portado Cal-
laboucoda Fortaleza de Il;i maraca ao solda-
do Luiz Gonsaga que devia seguir na mes-
illa canda que o Arsenal fretase para con-
duce io de lae* ubjeetos.
DitoAo Major Joo Paulo Ferreira,
communicando-ine que as pocas compe-
tentes mandasse receberdo Capilo Joaquim
Joae Carneiro Monteiro, Comniandanie du
Companhiadestacada tiesta Capital, a im-
portancia dos vencimentos das un. o pracas .
que estavo empreadas no servco dorecru-
tamenlo.
DitoAo Commandante da Companliia de
uuaraas Nacionaes destacada, remetteudu-lbe
a relaco das cinco pracas do i. Bntlho de
Olinda que se acbavao empreadas no ser-
vico do recrulamento para que as conside-
raste addidas a Companhia e ordenndo-
le, que os vencimentos le les oraras de.o
r entregues ao .Major Juo Paulo Ferreira ,
quando elle bou veste d'os mandar buscar.
DitoAo Capilo Commandante do Forte
do Buraco, oideuando-lhe er* resposta ao
seo officio de 4 <^ crrenle que organisasse
urna relaco de lodos os objectos arruinados
MEZA DO CONSULADO.
A Paula be a niesma do N. i la.
CORREIO.
O Rrijue Escuna Laura recebe a malla
para o MaranliSo no dia 28 do corre&te as
11 e horas da manha.
ca como ja dissemos por meio do maior ,
e do menor do mais e do menos Ilustrado;
\V ]i' ------------------------ do baldo da preciza capacidade para tractar
] d u questo lo espinhoza; ao menos espera-
mos que se nao deixe de supor mui boa f
tanto em nossas ideas como na maneira de
as exprimir.
Contra as reflexes que temos produzido a
respeito dos Accordaos tran-criplos no Diario
numero 111 formou o nosso illuslre conten -
dor o seo antemural de duas razes i. o po-
der ter-mos amanb u decizo em sentido
icional, e da
io Provinci-
al, o arrmenlo de que as Leg partidas
d este Poder tem a orea de obrigar no seo
tanto como onlra qmlquer Lei e que, nao
tendo alguem odireito de as comentar des-
truir
e revocar, si nao a
O BriguaImportador recebe a mala para -
o i orto no da H) do crreme as qualro horas contrario i. e. confirmando processo em
ua tarde. hp tn|,n r,___~a~ .. t_,. .- t ._
-------------- _-_ | .. .. ^ ^
que tenho figurado Preeito e Notario
e a. o deverem ter as Deis Provinciaes todo
o Vigor fui quaiiiu nao forem revocadas pelo
Poder competente. Seja-uos permitido dizer
que nem u d'estas razoes conclue oque se
,..^.ui.a w i CII1.IUUO em ten- pretende: por quanto devendo ser o fin
sequ enca de nao ter apparecido boje mais de Mellas provar que ca desarmonia das Lepis-
que bum concorrente O Illm. 6,,,-. Inspe- lardes (kral, eProvincial reconbecida pelo
Ficando transferido para hoje %$ do cor-
rente pelas onze horas da manh o freta-
mento de orna Embarcaras que ctmduza di-
versos ob;.cios a llha de Fernando em cen-
[e
ctor convida notamente aus Sur. Prpprieta-
riosou Consignatarios a quera semclhante
1 relamento posst convir a comparecieren em
dito dia e hora munidos das propostas
em cartas fechadas.
Jnspeeyao do Arsenal de Marinha de Per-
naaibuco a5 de Maio de ifijo.
Alcxandre Rodrigues dos Aojos
Secretario.
nueis ao servco do Forte que podiao
ainda alguna applicacio no Arsenal de
erra > a ha de se promover o rccolhimento
c* eoutrados ijuenenhuma applicaco
podiao ter para os [mandar dar em consu-
mo.
Ao Commandante interino da For-
> < Jtamarac communicando-llie a re-
>a cus ferragens do porlo e porta do
..ai.ouco e authorisando-o a dar em con-
si.miuo as trez planchadas de chumbo e a
rarregar no mappa n. 6. o macho de calcar
trra de que tractava o seo officio de 3 do
corrente.
PortaraAo Tencnte Coronel Comman-
dante do Deposito mandando excluir con guia
de pas&ageni para a Compauhia d'Artfices o
Corneta Francisco Comes da Silva.
DitaAo Exm. Director interino do Arse-
nal de Guerra para receber tom passagem o
Corneta mencionado na precedente Portara.
DitaAo Tenenle Coionel Commandante
do Deposito mandando em virtude d'ordem
da Presidencia dar baixa o recruta Joze
Florencio ilho de Florencio Alves, por nao
estarnas circunstancias de servir na i. Li-
uha.
THEZORARIA DA FAZENDA.
"itxjiedieule do dia iS do torrente*
PortaraAo Col lector de Diversas !it ndas
do Municipio do Jlio FomiOaO ilniaiaiido-
Ihe em vista do sen ofiicio em quepili-
rpouter, emviitude da Potiaiiaue 'it de
Outubio do anuo passado appeiladoda Sen-
tenca do Juieo de Direilo do < ivel da Comar-
ca*, proferida uo Libello Civil de Carlos Jo-
ze Cavalcanti centra a Fascnda Publica para
P R E F E I T U R A
Parle do dia a de MlO do i8o.
Illm. e Exm. Snr. Forao b/)n(cm presos
pelo Sub-Prelilo do Rucife o Alemo Uer-
nhard Kcmpernam requsico de seo respe-
ctivo Cnsul por desobediencia se"s offi-
ciaes; foi remettido para a Cadeia al ser pelo
mesmo Cnsul requisitada a sua soltura: pelo
Sub-Prefeilo deste Bairro 1-raiicist. lere-
ra da Silva branco por furto de um escra-
vo e Bernardino de Sena 5 leve igual desti-
no para passar ; disposico da jusliya e pelo
Sub-Prefeilo da Boa-vista o preto Elias Al-
ves da Silva, Corneta do i. liatalho de (i.
N. por ler espancado a oulro Corneta e a
urna preta escraya e querer ferir com um
estoque de que tslava armado as pesoas ,
que o pertendio prender; leve o mesmo
destino.
Nada mais consta.
ED1TAL.
Francisco Antonio de S; Harrelo Prcfcito
d'esta Comarca por S. M. o imperador,
a quem Dos Guarde &c.
Supremo Tribunal deJuslica, nSoreaulto
empecimenios edesinteresan pblicos, ao
contrario s deixao entrever na esperanca des-
tituida de probabildade. Nao procede a pii-
nieira porque opodermos ler amanb u
deciso em sentido con Ira rio nao passa d'ua
possibilidade, que ja mais. pode destruir o
lelo contrario que e eerto e permante : nao
procede a segunda porque ja damos como
provado que o Supremo Tribunal de Jus-
Uca nao est strictamenle obligado cqmprir
Les Provinciaes com pretericpo de Leis Ge-
raes que go/o de todo o seo vigor.
E com eleilo si o nosso Ilustre contendor
julga poder apadrinhar asuaopinio com ua
mera possibilidade, o que diremos a respeito
da nossa que se funda j no rigor/.o e.xame
da obediencia que cumpre prestar ;s Leis
contrarias feitas por diferentes Poderes e j;
na cathegoriCi decizo dada pelo Tribunal de
Suprema e ultima Instancia, einquem se deve
supor uniformidade em seos julgamenios ? Na
execucao da Lei de i\ d'Ab'ril e das demais
Leis Geiaes, vemos esse Tribunal em ua
perfeila colizo de deveres e neste estado o
que fuer ? Ninguem dir que elle deva des-
prezar estas e cumplir aquella. Mas dir-
se-uos- que nao estando revogada pelo Po-
der competente a L Provincial, presume-se
I
vigor e por isso deve aquelle Tribuna
;uta-la. E' verdade que nos pensamo
Relaco desla Provincia de que
termo em dala de i5 de Novenibro ultimo,
saliendo por ultimo se deve seguir com a ap-
peltacajS e por conia de quen deve facer a
neussaria despees -, que nada mais leni a
lser a este respeito, por que nao podendo
as, sentencas contra u Fazenda serem exequi-
veis sen serem confirmadas (tas helacoeus ,
be as partes interestadas a quem incumbe se-
guir os termos dus Appellaces j dekendo es-
]>erar quauto as Commisses a que se jul-a
com direilo pela sentenca final, e sua exe-
cucao para euto se decidir o que for de
justica.
dem do dia jg.
PortaraAo Tbezoureiro da Fazenda para
pagara Antonio Fclis Augusto ild ..i
tonla do supprimcnto mandando Caser a i e-
rouraria da Fascnda da l'rovincia do Rio
Glande do NoMe a quanlia de oos' reis ini-
porlaiuia de lumia letra sacada pelo Thesou-
reiro da cleiida Tiiezuuraiia a ordem do
Tbczcuieiro da Tbezouraiia Provincial da
mama Poviucia e que por diversosindosses
vcio a pe temer ao dito SoIiU,
dem do uia j.o.
OfficioAo Coiimiaiidaiite das Ai mas tom
o iLqufiimento de ftiauoel Francisco Rcdri-
. uto | ala scdi^ii-: insudar tirar pila lonna
Faz publico que Cadeia d'tsta Cidade foi
boje recolhido o preto de nome Cosr^e que
diz ser escravo do proprietario do Engenbo
liambuiral o qual tendo sido furlado e
vendido, foi depois pelo comprador appre-
sentado n*eslu Secretaria por desconfiar do
vendedor 5 fim de que o Sur. do uito esora-
\o um Iribta dias contados da data d'esle o
vciiba reclamar competentemente habililad'o.
Pieleilura du Comarca do Reci a de
Maio de .c u.
Su* Brrelo.
Administraco dos Eslabelccimentos de
lidaue.
Cu-
Tendo a Administraco dos Estabeleci-
mento de Caridade de mandar concertar com
toda a brevidade a aniiga cusa o expostos ,
em cumprimeutoasordens doExm Sr, Ire-
zidenteda Provincia; pelo prsenle se convi-
da aos Mestre pedreros t e C%rpina que
quise!em faser por empreitada cutos concil-
les, a eoniparecerem no da agdo corienle
mes as j horas da tarde no Grande HospiU
dista Cidade airu de se tractar do ajuste.
Salla das Sessoes d Administrado dos Es-
tahelccinienloh de Caridade j de Maio de
tt>4o. J. M. da Cruz.
Anda quando a final o nosso Ilustre con-
tendor nes obrigasse a confessar-nos vencido ,
nem por isso nos caberla menor gloria por
termos competido um Jurisconsulto oceu-
par-se de nossas Iracas reflexoes ao tepipo
que e derrama luz un um chaos que parece
abranger todos os interesses d'u Provincia ,
a de Pernambuco. L' mais que verdade, que
a maneira porque se olbo us cousas infle
poderosamente no seo-julgamenlo, epor
issoque, nuilas \ezcs, a questo que um
i,"' --------" ------- I ---- "luv > ".." .v^^j u ijuiaiau i|uc uiii
ou/aUi' ifaa ta Mi.uiJ < ni.s qi t ida ^uiu .ccutidcia ionio insigui&caule, apicscnlt-ie
em
executa-ia. ry verdae que nos pensamos
que essa Lei anda seaxa com toda a sua vir-
tude entre nos ; porem nao devenios to bem
dexar de dizer que contrapondo-se suas
dispozces sdispoziioes das Leis Geraes e
nao podendo ser todas cumplidas sem xoque
e absurdo o Supremo Tribunal n esta
Gollizno tem obrado com todo acert e
prudencia en> se regular por estas, em des-
piezo das determinucoes d'aquella.
Sem pie firmado en.sua razo de possibili-
dade dis o nosso contendor E' assim que
temos visto ronfirmarem-se processos em que
se juntao pessas impressas e annullarem-se
ouiros por trazerem termos impressos Per-
doe-nos o illuslre autor da aflirmativa : est
inleramente engaado ; e llie rogamos de
reparar bem no Accordo pronunciado pela
Relaco do Rio de Janeiro. Ah, assmcomo
uo Accordo que coi.cedeo a Revista depois
dse cxpendeieni os dous fundamentos, pelos
quaes julgaonullo o Processo, e depois de
pronunciado o Decreto de nullidad que
maudo que se responsahilize o Escrivo
por nao ter escrito todo esse Processo como
llie cumpla juntando termos impressos e
oJuis por aver consentido; donde milito
her se que nao foi esse laclo olhado como
uuullidade, e em virtude del le annuilado
o Processo porem sim como u falta da pai te
do Escrivo c do Juis que, provando inc-
xaco n cumplimento de deveres, nao poda,
todava influir na nullidade, ou vaiidade
do (cito.
Consinta aicida o nosso contendor que lhe
gamos, (ue este seo argumento nfioso
ce de base solida porem anda compre-
tnde ua injus'.ca para com esse veneraudo
Tribunal. Carece de baze solida porque
supe lerem vido julgamenlos em Jeitos i-
denlicamente processados, i. e. com termos
impressos sem se- averem annuilado e decre-
tado a responsabilidade do Escrivo e Juis
mas na realidade islo anda nos uo constou
apezar de avermos seriamente indagado e
nem o nosso illuslre contendor se di'noua-
presenlar um s exemplo : compreende in-
justica para com o Tribunal, porque irro-
ga-se-lhe u censuia firmada em um lalso
Uposto e tanto mais grave quanto se allri-
bue incoherencia en deczoes que sao tomadas
em vii lude de Leis permanentes.
Lctluiiido o uosso tcspeilavtl aonlendor da
Asemblea
Geral, o Supremo Tribunal d<> Justi-
ca cometi u nerfeila invazo nao se re-
rulando por ellas o que im orla ui
revogacao lhe pediremos qu'i nos atien-
da por um pouco. Ate; oe anda nao apareceo
em nosso animo a menor duvida a respailo de
quem seia o competente para r vo;ar as<
Les Provinciaes ; mas a temos tido sunore a
respeito de quem seja nbrigad > a Cumpri-las ,
entrando n'esnfl duvida a prAen lda o'iedi-
encia do Sun Trh de Just. .I, concordou
mmnosco o nosso contendor que a ordem do
Processo de Direi'o Pu')li<*' e pie r> >r is<>
nao pode ser alterada prr JLeis Broviucaes i
ora sendo isto exacto e senda o nosso sis-
tema o da uniio / claro qu" ludo quinto ten-
der a destruir as Leis Geraes t|Ue re :u!o essa
ordem. exorbitante e millo ; e por isso ex-
orbitantes toilas as Leis de quaesquer Pro-
vincias que transpon h> as suas btli/.us fe-
rirem esise sistema de uniaO. Estabelescido
este principio, eattendendo a que u das
tunedes nrncipaes do Sup T'ib, inanter
esia regularidade que deve reinar em lodos os
Processos. e qual s po le levar modifica-
ces o Poder Legislativo Geral ede r'oroza
consequenci.i que elle nio deve prestar obe-
diencia uS Lei Provincial qu, o o pon lo-
se a reguladora geral da orden do Processo ,
desata esse laco que o liga ; seo Regiment ,
e aos demais Tribunas* eJuizos do Impe-
rio Para aqu anda ven a questo de nao
estara Le de i4 de Abril competentemen-
te rovogada : mas isto responderemos com
as proprias palavras do nosso Ilustrado con-
tendor< essa Lei obriga no seo tanto e
essa tanto de maneira algu pode compre-
endero Sup. Trh. o qual, com esta isen-
co nao a revoga como se pretende e
nem invade o Poder que a produuo porem
nao se cuije :s suas delerminaces ( embora
se xame islo direilo ) pela obrigaco que lem
de enmprir u Lei mais forle que se lhe 0-
pe. Si, ao contrario, o Sup Trh des-
prezando todas estas consideraces fosseiul-
gando validos os feitos processados em dife-
rentes Provincias em virtude de Les diferen-
tes como quer. o nosso illuslre contendor,
nao seria ento um erdadeiro crime, come-
tido co.itra as Leis Geraes ? ou ( para me ser-
vir de guaes expresses) nao importara islo
tojiem, u manifesla revogacao do Cod.
do Proc : e das rdenaces em vigor ? Nin-
guem o negar } porque n'esses julgamenros
consagrava-se o inaudito principio de pode-
rem as Assemblcas Provinciaes legislar con-
tra as Leis Geraes ; e ento logo que um
Acto Provincial prejudicasse os mpostos Ge-
raes, os Tratados &c. logo que u Assem-
bla pela tendencia natural que tem a exor-
bilar cacasse um l'unconaro Geral u al-
ti ibuico Importante axaudo um Prezdenle
que accedesse ;s suas pieteiiyOes seguir-se-
ia que em quanto nao fosse competentemen-
te revogado o Supremo Trh eslava lo bem
obligado a prestar-lhe obediencia embora
irausloruasse o sistema geral. Por tanto re-
pelimos d aqu se ve que aquelle Trib. nao
se arroga um direilo porem satisfaz deveres
ligorozos.
Nos., de muto boa mente concordamos
em que o i'oder Legislativo das Ass. Provin-
ciaes independenle dos oulros Poderes 5 mas
julgainos q esta independencias se verifica,
quando U8 \>. se conten em eos imites le-
ga es porque ua vet.ultrapassados estes desa-
la rece a independencia, e manilsta-se a
suboidiuaco em que as colloco os seos ex-
travos e eis a razo da ueceasidade da san-
cao, eda laculdade reservada AsseinWa
Geral de rever os seos actos. Concedida essa
Ilimitada independencia ao Poder Legislativo
Provincial, e o principio de serem absoluta-
mente ezequireis os seos actos, em quanto
nao forem expressamente revogados succe-
dera que aggravaudo ulgum d'essn Pode-
res u ou cuta pena slatuida peio Cod.
Cnm., viria o cidado a sofrer um (brmal
despotismo e u perfeila iuiquidada si re-
coriendo aos Tribunaes nao axasse ah um
dique pela cega obediencia de\da a esse ac-
to de revogacao
Dis, finalmente o nosso respeitavel con-
tendor que enlendendo-se pelo poder de
annullar os Processos, a atli ibuico de ins-
pecionar si esles esto organisados conforme
as Leis en vigor. e nao o direilo de re-
vogar esia ou aquella Lei que altera a
01 dem do Processo.....o Sup. Tr. lano tem
reconbecido esles principios, que luiu conSc


DIARIO DK PRRNAMHUCO
nado lodos os processados as Commarcas pe-i
los Jtmesdo Civel entidades creada's em lugar I
lotera, do livramento.
dos Juizes Alunicipaes... Si se concede que1 No d!a a* de Jnnho correm tnpreterivel-
as regias do Proeesso mo devem ser altera- menlc as rodas da Lotera' a favor das Obras
lias, porserem de DireilO Publico, e que da Igreja de N S filas devem ser uniformes em lodo u Imperio; sas onde esta'o venda bilbeles. lrocao-se es das
m seconcedcqueo poder de annullar 08 Pro- oulras Loteras.
cessos, consiste na altribui ao de nspecionar
sientes foroorganisados conforme as Leis vi-
gentes, tomo negar a eonsequencia necessa-
iia que resulta de todas estas concecoes ?
orno negar ao Sup. Tnb essa faculdade de
GABINETE LITTERARIO.
O aliaixo assignado fai publico em
examinar s oro ou nao cumplidas essas re- pimiento a disposico do art. 5 dos Estatutos
jiras Genes ina Itera Veis, nos Processos que do Gabinete Litterario de Pernwmbuco que o
Ihe sao aumentados? como, depois de ver IUm. Sr. Jacome Gerardo Mara Lumacbi de
que nao foro guardadas, contesta
direito dejulga-lus millos? Est be
loro guardadas coniestar-lhe o Mello Socio do mesmo Gabinete em de-
m claro monstrncio de seu iiiteresse pelo progresso do
pois, que. nesse julgamento exerceelle Estabel tai ment offereceu iua Biblioltieu
n iaculdaue que sh Ihe nao disputa e por osseguinles livros:
ikO iiqo uza do direito de annullar Leis, o- Uiverlimento erudito
mi e pretende, [note sebero que sr-por Paeheeo- .
ventura :i nullidade d'um 1'
valeSse a nullidade da Le
ni ro

qual se oiganizou enlo j teriamos de ver
boje prostradd a Le de 4 'Abril, pelo relo
upareterem os Aicordos jeque se lem
por Fr. Joan
si por racnecu ......,( V
ce-so equi- Systema dos Reglmentos 1
em virtude da -----------------
9 V in fol.
Recife 27 de Main de 1840
Luis da Costa l'oi locarreiro
1, Sccrclai .
COLLEGIO PERNAMBUCANO.
Avisos i diversos
d(
triicta do; mas.a subsistencii dasus disposi-
$es prova mullo bem que tal nullidade n.io
existe.
lN'em anda prova da parte do Sup. Trib ,1
incoherencia ou reconhecinienlo das altera- j
edes feilas por essa Jet Provincial, o ficto O Collegio Pernambucano fot trasladado da
de nao averem sido annullados os Procesaos, roa I ormosa par.* o Aterro da Boa-Vista e-
em que lem figurado osJuizes do Civel das dificio ti ti.
Comarcas ; porque na creaco d elles nada o- E.le encerra em sen plano todos os prepara-
brouaAss l'iovincial de exorbitante, poS toiios que a le exige para as Academias de
estuvaemsuas allribuicSescrear, ou deixar Pkeilo e de Bedeeina do Imperio assim co-
da cieai-Juizes do Civel, conforme Ihe pane- mo para os alumnos que se1 destinara aoGom-
cessemais, ou menos necetserio, e o nosso niercio
respeitavel contendor nos nao mostrar u dis- Os piolessores das diversa Aulas sao do um
posico Legislativa Geral que tal proibi, en- mrito reconbecido.
.reanlo que o art. jg daslnst. ao Cod. do Os Estatutos sao francos ao publica a qual-
Proc. Ciim. reconbece a existencia Peste ar- qner hora.
Litiio, que leve o Presidente em CoaSelboJ
cque passou para as Assemblas Provinciaes j
Ora si islo verdade e si pelo art. 1S da
Disp. Prov. as Commarcas onde Juizes
do Civel, cessa as allribuieoes civeis dos
Juizes .Municipaes evidente que n'esla 2?* Qualquer pessoa que ti ver carga pira o
jarle, eslo observadas as L eis Gerees ten- porto de Santos, dirija-se a ra da Cadeia do
denles ordem do Procesan. Recife D. ai para tralar-se
Parece-nos estar ouviiido dizer-se que islo *&" Antonio Lopes Ribeiro faz sciente ao
s lem applieacao aos Jeitos Civeis ; porem respeilaveL Publico que por estar mui pro-
to bem diien.os, que eslamos persuadidode *ima a cobranca do seu beninVio nao pode en-
que. logo que o Sup Trib. conheecr que -"rregar-se mais da destribuico dos Cama-
um Juis do Civel, ou um Juis interino supre rotes e Bilbeles de Mr Rohert: por tanto
a falla do Juis de Direito do Crime ade sal- os pretendenles se entenders com o Sr. Joo
?ando seos rectos principios, julgar nullo o Jos Lopes Al vil. >
Piocessoem que essas entidades aparecerem : *^" Joo Jos Lopes Alvit Liper parle-
e assim vamos pensando em quanlo se nos nao CIP* resoejtavel Publico que pela doenca
mostrar o contrario doEmptetario, se acba encarregado pelo 1
Lo que temos dito parece, que podemos, "tor O Sr. Antonio Lopes Ribeiro da destri-
cm segrame (irar por COnsequencas .* que ',l,'eo ""os Camarotes e bilbeles dos Kxpecta-
o Sup. T. le rigorosamente cumplido com culos de Mr lioberl. os Srs que os pretnde-
os seos deveres, emboia fosse de desejar que ri'm <1' '.jo-si' a sua caza dasoilo as 10 da mi-
se nao livesse apressado lauto cm manifestar "^ e ^9 as *> ^a ta,'dc na do Calabou-
os808 principios, os quaespodia para di- Vo'-*
ante ser muito bem consiliados pelo Po- ^^ Arrenda-se annualmenle urna morada
der Le{5i^lativoGelal : que a possibilidade de de ,a'a terrea abarracada, sita na ra que
tsr A Commissao Administrativa da So-
ciedade Terpsicbore, convida aos socios ; reu-
nio sexta letra aq do correte pelas seis ho-
ras da tarde para eleicao de nova adminis-
traco.
V-j" Oerece-se urna miilhcr parda com
muito bom leile para ama de crear 5 na na do
Amorim a fallar com o mcslre ferrmro Ceta-
no Jos Cnelbo
cj- Adverte-se a um caito Sr. EscrivSo do
Juizo de Paz cpie de duas urna como grita-
va o Leigo : ou nunca, 011 senipre. Isto he ,
OH nunca Escrivo (el nunc), ou sempre no
Ca torio (etsempVr) Equercndo com todo
sabir a ra aos seos negocios pede-so- Ihe
por vida de Ma Mui e de seos b'ios que
deixe o Ca'rtoriu abeito com o seo competente
io aiidaruin as
Kserevcnle, para n.io audarum a> Parles a
panel dansaudo o sai rain beque Trill ,
Inici .de nianh est dorm udo '. mais
larde esl. na fu !
Ue quem deseja ver as rodas no seo eixo.
VT Iranciieo Th i moteo da Fonceca faz
scieute ao respeitavl Publico que Francisca
deS Goncallo, e9ua Filha Caula For-
nndes Moudim Ihe bypotbecara urna caza
tenca confente ao tanque d'agoa Jj Sr.Cato,
1110 logar da ponte vllia da Uoa-VUta, em
[ Oi/embro do auno pasaado como consta de
urna escriptura publica, passada uoCartorto
de Jos Atexandre Ferreira haz-se o pr-
senle a fim de que pessoa a I juma faca neg
co com a dita caza sem com elle primeiramen-
le se entend?r.
tSf Veude-se urna canoa com de boca e Iriuta de comprido ; na senaria
de Jos Luis de Souia.
fcLT Quem quier dar 3oo'ojo rs. a premio
dando boas Brillas ; contento j annuncie
ai" Joaquimdt Silva Lopes melindroso em
sua reputaca posto que em causa de pe-
quena monta, todava nao pqude deixar de fa-
cer sentir a essa pessoa delirante que leve a
animosidadede dizer que o annuuciaute ti-
nbaderi;;ido una carta a urna preta de nomc
Mara de Campos, com o pretexto de calamen-
to be obrigado a declarar que o mesmo se
nao ba comportado com aquella sinceridade e
boa f pos o anunciante declara que desde
que est nesta praca nunca deriftio carta pc-
dindo senboras brancas como pedera urna
negra da Costa de Lestes se lia quera prove o
contrario declare por esta folba, o q'jul{;a nao
apparecer a excepeo do >r. aplista Ribei-
ro de Faria pos s este Ihe puderia urdir
semelliante calumnia.
tT- Aluga-se um sitio mui grande na
campia da Casa Forte, mui proprio para
grandes plautaces e se d por urna renda
muito mdica ; a tractar na ra do Vigario D
12 ; e onde igualmente se liada o allu>;uel
annual do J. andar da casa da ra da Uoeda ,
que recenlemenle Ibi reedificada.
S^J" Constando pelo anuuucio do Diario 11
jGachar-se no enjjenho Bamburral uniescra-
vo fgido roga-se por tanto aoSr. proprie-
lario do dito cugenho de mandar examinar se
o dito escravo tem os signaes seguintesi na-
ci Rebollo de nome Miguel representa le
adverle que a condico quarta concdera co-
mo consumidas e por isso sujeitas aoimme-
diato pagamento as bebidas removidas de un.
para outros arma/.eus sem previa audiencia d
Arrematante.
13?" Precisa-se de urna
que se valeo o nosso erudito contendor nao po- v;" da Wtrada da Soledade para o Manguinbo, ,0 anuos alguna cabellos'na pona do quei-
de destruir um laclo constante permanente, repartida segundo o gosto moderno, leudo X0, e fundado em Lei. e finalmente que, vida seu corredor invado salla ue viziu forrada quandoaiiiia be de vagar, e com a cabeca
lu Lci de 14 d'Abril nao pude importara coni $? peinaos em quadr tres anellas de
morle das Leis Geraes mxime nosTiibu- peiloril euidracadaa^ ojtoquartos boasal-
ii..es por virtude das quaes subsistema eem ldejanlar, coziulia lora com asseulo de
vil t'ude das quaes devem obrar, e por isso '0gO Ulglcz conlcndo seis fornalbas e seu
aiudu iiosjuIgttUiosaulborisado para aflirmar respectivo torno, quintal murado, com ,ca-
limba de agoa ue beber sam-alla pa-
j.ic naouesdparecem osuossos recelos, sem
que, lodavia, nos entreguemos o lacrimoso raseisescravos, estribaiia para douscavallos,
/delirio da Heraclilo. 1 com seo porto para a frente da ra inde-
1 pendente da porta principal o ludo muito
._____,_____________________________________ bem pintado e suficientemente aseado : os
preleiideutes eulendao-aecom oEcrivo Al-
tueida, que lem poderes para fazer dito ar-
reudameuto, ou com Francisco Lias Ferrei-
ra em seu armazem delronle do caes d'-il-
l'andeea.
i'- L111 rapa/, brazib-iro solleiro, le e
Coirespoiidcncia
Sis Redactores. Leudo oseo Lia lio de
hoje(n. 1 i^J bia peideiidoacoragem, e im-
passibilidade quando deparei com huin of*J cscieve Bofrivelmenle u com bastante [iralu-a
litio, que ao Presidente do Jury, dirigi bum da agricultura, ({uerendo cm prega r-.-e para
Sr Juizde Faci. Esta peya confirma alta- loradaCdade, ou mesmo para turada Pru-
11:1 me o que |.oudcrci em n.inba ultima cor- viucia otlerwe >eo pouco prestidlo a qual-
risfiondeneia (qce sabio com nao pomos er- quer proprielario que delle se queira apro-
us, ou pela pressa comque loi escripia ou licitar auuuuciaudo o logar onde deve ser
pea coro que loi mpussa). Mas ciiei almaprocurado j e sendo preciso da couhecliueulo
nova leudo a'mui sabia deeiso do Jury que' de sua pessoa.
uoestele pela escusa que, fiadoua decisoI ajf- Arrenda-se um engeubo de fazer as
do Supremo Tribunal, apreseulou o ditoSr.; sucar woeute coireule com semenlesde ca-
Juiz de Fado IM1 louvoies uo intrpido ehias para planta sito uo suburbio da Cidade
juudcnie Jury do liccile por nao se 1 solver a de Lioiana denominado Manuua com uma
dar iiiciemento ao pingoso sebisma que nos
ju.deioui1.11 apa/, de que vamos gozando, e
|>or amor a qual, euo por-espiito de iiar-
iido me acbo oceupandoos seustypos, lista
qutslao Sis. JUdaCloics, pe Unce u lodos.
'lomera os Sis. paite n'cllu j ebclareca-nos.
O Impas&ivel.
legua pouco mais, ou menos de vaizeas onde
se plantad canas cercado pela naluieza pelo
110 e Hez legous de malas virgens, e as Ier-
ras de muito boa piuducco liara toda a lavou-
iu ; quem o perleuder annuncie, ou dirija-se
a iua das Cin/.es sobrado l). t no siyundo
andar puta tratar du aiieudaiueulo.
baixa loi vestido de carniza d'algodoziubo .
ealsa (le estonpa colele preto e barrete en-
carnado : sendo o rcesmo pede-se por obse-
quio ao dito Si. proprielario o mande entregar
com seguianca na ra da t enha lado di l.i-
vramento casa de um so andar que se pa-
gara toda a desfleca que bouver.
M" O Sr. Amonio Alves da Fonceca J-
nior que tem olaria queira derigir-se a ra
da Penlia sobrado d(r um s andar do lado
do i.ivlamento a negocio que o dito Sr. nao
ignora.
i & Quem quiser comprar uma escrava de
naci com idide de 'ao anuos con princi-
pio de coz in ha laiadesabo, etem boiiita
figura, dirija-se a ra' do Fagundes IX i,
oj" Urna parda de assento e de bous cos-
lunies, ollerece-se para ama de casi de bo-
mem solleiro ou viuvo sem (ilhos, anual he
inicuamente instruida de, ludo quanto bt
concerncnle aos airan jos de urna casa,
^r' Uma seubora porlugueza se oflerace
para ama de casa de liomem solleiro ou viu-
vo com pouca familia ; dirija-se a ra Uireila
D. J6.
t^f O Arrematante da Imposico Provin-
cial de 40 rs. por caada de bebidas espritu-
osas cm vista do ealraubo descuido de al-
guus donos de arma/ens he precisado a re-
peilir-llics que a lerceira condico do res-
pcctivo (onlracloos obliga a dar inensalmente
conta do genero, que tiver sido exportado,
ou vendido para cousuamo, e do saldo (iue
devem pagar logo o que Um deix ide de a-
inullier de bous
COStumes para ama de uma casa de familia .
que se encarregoo do Ira< lamento da naeninos ,
que teja de mea idade dando fiador su.
conducta ou que se refra a pessoa lidefiigiia
de sen conbecimenlo de quem se UOSSa sajier
de seu compoitamento ; a fallar no primeiru
sobrado de un andar esqueeda, eulrauln
n 1 ro do Rangel prximo a pracinha do Li
vramento. queacbarcom quera traeUr.
V-j~ Quem annunciou i|uerer alugar uma
caso terrea ou um primeiro andar, em ra
qu.e passe procissuo dando quireuta mil reis
de 1 uvas dirija-se a ra do .mmenlo l).
confronte as catacumbas di mesma Igrej 1
das G as B horas da auha j quoi Ihe dir.iij
com quem deve tratar.
tJ*" A pessoa que anuuneiou no Diario d
7 do crrente querer comprar u 11 cava I lo ,
dirija-se a ra le S. Goncallo i). 11 que se
vende um muito bol,
tST Manoi'l Ignacio de Lima morador ni
15 ura do Assii tem para ven ler no dito lu-
gar sal, que car regu qualquer embarcaco ,
a precoNj qwinlientos ieis o alqueire : qanii
o preten ler poJer derigir-se aodilo p irlo.
UP" J\a ra das Cruzes L) ,7 existe pes-
soa que tem carga para lastrar qualquer barca
par.1 o Ass.
S-.'" Modia al do concille roez desappare-
ceo urna cabra bixu cor de lelha cu 11 man-
sas brancas, com dois cabritos a feraeu toda
branca e o 111 no branca com piulas pretaa ;
quem acliou-a querendo restitil-a diri-
ja-se a ra do Rosario da Bojvisla mato .. i
Felippe li inicua, qiies.'i'a recompensado de
seo irabalho.
ty Preciza-se alugar huma preta cativa
de meia idade > que esta suba tratar d'luiiu
doenie e tambera comprar m ra oneceisa-
rio d'u:a caza ; q11e.11 livor anuani;ie.
ty Preciza-se de um cont de reis .,-
ro dando peudores de ouro ; quem quizar
annuncie para ser procurado.
S2^" Preciza-se de um aprend; de
te; quem estiver as circunsia irha-
se ao largo de Palacio por sima u. ioj t ba-
us primeiro andar.
t&" Alluga-se um 3. audar de um so-
brado na ra do Queimado as pessoas que
o pretenderen! ; dirija-se a ma do Crespa
loja I) 7 lado do sul.
Manuel Elias de Moura como bstan-
lo Procurador de Miguel Joiquim Machado
Frtflre avisa a quem convier e rauitu es-
peeialmente aos labellies desta Provincia ,
e da Provincia do Cear; que lemlo-seseu
dito Constiluirto bahellilado pelo Juizo da
Provedoria desta Cidade desde o anuo de
18 i 1 legitimo Administrador dos beus vin-
culados da '.apella de iV. Sen hora do Li vra-
mento da Comarca do Sobral Provincia d>
Ciar, e leudo chamado a conciliaco e'ao
foro contencioso pela J. \ ara do Civel desta
mesiii. (..idade ao intruso Administrador ,
desees bens Wanoel Machado Fie^ede Sou-r
za ora residente em Portugal, para uma
Acco de Heivindicaco dos mesmos beus a-
cho-se ditos bens litigiosos aleai de viilcu-
lados. O anuncianle leudo bem fundadas
SUSpeitOS de que o 2>r, Bcnlo JosJ Alves,
ou Viuva Costa & Filhos caso a Procuia-
co seja dada a toda essa casa como bstan-
le
rocu
ador
1 zer pclu dccuiso de iuvzj, Uu lucsrao m
do mencionado Manuel Ma-
chad) Freir de Souza pretende vender
es es bens pessoas do Ce.ua ja einbir-
jou a respectiva Etcriptura de venia em mo
dos labellies desta Cidade ; e protesta tin-
\er todos os prejuizos do seu Couslituiule (ic-
ios bens do compiadoi de taes bens do ven-
dedor, do Procurador, pela scieucia que
j lem de sciem os ditos bens vinculados e le-
tigiosns, e de qualquer Tabellio que aL>-
cnplura pasiir por crio de odicio.
l_j- Arrenda-sc um sitio grande com duas
baixts urna na lente c OUlia na retaguar-
da com arvoredos de Inicio, com lugar
suficiente para vacos de le te e boas lenas
para plaulaco de capim no lugar da oa-
viageni, denominado sitio da Gru com e.\-
Celleilte banlio de agua doce dentro do niesmu
sitio por preeo commodo: quera o pretender
dirija-se ao oilao da U.uri/. de Santo Anloni 1
casa D j que ahi acoaia cora quem tractai.
N eude-se urna negiiuhu de idade j an-
uos na ra de S Jos lado dj uasccute ,
peuullima casa li. ib ao entrar no largo d t
lgrcja : assim como a pessoa que aiinunciou
110 Diario desla semana querer eomprai uui
inolcque de idade 14 a 10 anuos, jucreudo
euipcnli.il UU| multo hora pin seis iuczC ;
odo I annuucic
, ou dn ipi'c a casa cima*


4
!> A N I o n P.
PF,RN A M RUCO

BfpMBKona uNuiafl

.'.iMHUBtaA^r^'.aDB'TK^ia
mi mu i i
sana**
tST Mnpn-se a rasa Je (loas indares e so- i] e giKe plantar e tratar de larangeras dir- jcozinha engoma lava de vnelU be boa i sapillos de'couro de |ustro part sejihora a i ooj
tio no Ueri'c na rna < da n. itionde nio- nadoFogo !'. ->\ casa de 3 porta*, j beceteira e faz todo o servico de huma casa, ditos de selim a i7':o, ditos de cordavo !a'
ron o fallecido i'omiojwis do Pasw, o has- r Precisi-se de urna ama para dafleile, a vista do comprador se dir o mntivoporque l44o ditos decores a >4 ditos de du_
tnt,i(.s nnimoilix para < Iqur-r 'imili* ; a s I irra ou captiva 5 na pcaciiihado/Li- se vender na na dp Collegio Lulo do Fasso- raque o n2o, dlos de marroqum para roe-
loa vista n. j5 piii r< nto I). ''. I) 9 no segundo andar. nina* a 1000, sapatos de sola grosaa france-
aiidar 1 O Sr. Candido de Snza Riheird Cou- cr* Uma negrnha creoola de 10 para 11 zes a >55o, dos de urna sol a a 00, alen
1 -,-- rinom tup.is.-ir di mandar t>e 1(1:1 do Lvrmeiito ja I> >a5 on annun-
1
1 m ira 1.
Q '..,) annunrou qncrer comprar
,'iasliea por lert dirija-se a
nadouroem Dunda na segunda
subir dita ladeira.
e i \ '\ o
. > 1
O leni !.(--ar demandar feeer p
liba cni caoVt<-as e canXpt dirij
v ta na ra vplhn ras 1 n. 2 >
v/ '1 en ':.i emb-in ''' ;-; ] '
Manoel Antnni de '. kSuua ,
natural da \ illa da Fa'oa reino dep >i 11 [al
a oais de 3o minos e como d > 1 muil 1
tenha tdo noticias del le gnratido-se
he vivo, caso soja muijo se precisa fallis**-
!he soiire neg de inb re oti
procurador, ou pessoa eucari ;. n-
: is de sup casu c sendo que 1 I He id >.
11 -. .. berdeir ; a pe d?r n i '-
rde urnaou mitro forra 1 na ra di Cruz
a 1", 18 a Rodrigue da Costa Can il le
j recomp ns lo.
\ ; i 1 que pn lende coniprar 1
laxo que refina duas arrobas de assiir
ndo um que admite maior poi o dijija-si
,io ati rrq dos al los na ca rer 1 das cas
... PavSo na ultim < que lem I impa I ro a riso pa*a as indicadas despezas j requis-
an Rufino liuiz Henriques, relra-se pa- Uimos chales de toqui m bordados e eslum- btm parecida, com idadede 18 anuos, muito
Fa lora da provincia. i pedos, mantas da china mu lindas, lencos ndr3 ptima costureira porque sabe cur-
iar Ha-se a juros .{oo.ooo a doiis por cen- de seda de muitns cores, diver?idades de tareder prompto iim vestido <\c qualquer
loa'omez, rom pinbores ou boas tiraias re- sedas para vestidos, mosqueleiros para ur- moda que se Ihe oTerect, corla d prompta
1 1 I), '.' :.
O Sr. Candido de Suza Ribciro Cou-
: (ucira fazer n l'jivor de dingir-se a f>ra- anuos de dade sem vicio nem achaque, en-
leude al.;uma couzi de cozinb'a, e CJStura .
Se bascante gil para o servico de urai casa.
e. mulloCa/inhosa para cuidar rm (riinc'>-, no
fim d 1 ra Augusta sobrado 1! 1 [juina que lem
oito para o viveiro do Muniz,
^ Urna porcao de sacos vastos novos ;
pm casa ile (Iermunu SJehrteas ra da Cruz
), ii,
C3" Dous pardos, um sapateiro de idadfl
de 10 annns ebutro alfaiate do idadede >'
anuos, e um moleque cozinheiro de idade de
16 anuos; m ra do Vicario 1-
x :/ Urna prela de bonita figura, de ida-
d de 37 annos, cozinha engomma, faz do-
res ensalioa nmiloben ; na rui dircia so-
brado !). 1 > defronte do lampiSo.
tar IJm boteem muito bom u/o com i
uer navio : na roa
5jy fine faz Nono Mara de Sewas por
inlervencao lo CoriP*tnr Oliveira na sin
da na .. rrenle as dez horas .1 1 anb das merca*
dorias abaixo mencionadas dep mharcadas de
1 do Urigue .1 se" Francisco para occor-
rer a os gastos e cos >dom no ueste por-
to onde loi forcail i a ai rihar na sua viagem de
inilha < liatavia, mm de ti; < paraSantan- remos propro para qualq
der, e por nao ter sido possivel lomar dinhei- da Gloria I). \ .
1I7* Para fura da provincia uma cscrava
ivbendo-se os juros lodna es mezes; na ra
r|a 1 ndeia 1 ;' por Iwixodo se dir.
S2T A ressoa nue se ofe.rece para ama de
rasa de um lioniem solteiro, on uvo di-
iia-se a ra da alfandi ga veb 1 u 7.
-w Quem afihnnciou tuierer comprar
sde Lop.arilhmos dinja-se a iu > 1
i). '2 no segu.ido andar.
r Constando ao abaixoassignado "
pretende vender um sitio de ierras den mi-
nado Pimenta, no luj;ar la Borra rfanci n
detrazda Igrcjadc N. S. da Gu lio
disto sapatos de duraque ob a italiana a 1 4,s,,,
c demarcoquim preto para seuhora a Boj, t
sapatos pr 1 'i ios pira o invern.
i5barmde mel de j era pipa; no
alterr 1 dos afogq los s ibra/lo da viuva do fal-
lecido Jos1 de Umeida Lima.
^ ty : ilheles e meios ditos da Loteria d >
rheatro 5 napracinha do juramento Dci-
ma a 5*
t r Meios biiheles da loteria (b Tiieatro ;
na pa a da Independencia loja n 9.0.
\.r Umacscrava creoula cpzinba o da-
ro de umac sa engonma.'e faz todoomais
servico de uma casa, ou troc-se por outra
quetenha as mesmas habelidades: ni na
(! 1 cartera vellia r :.
- Duas creoulas mocas e recolhidas, uma
de idade de l 1 annoi ea o'ulra de sem bemj no atorro dos >tfogadoj sitio do
viveico.
macoens ile camas, ciixinas de costuras uma camisa lisa nu de pregas conforme o gos-
paia scnii' 11 .-, caixas para cha e para taba (o de cada nm, e toda a mata costura que se
code tarlarujja e de marfim porla-garra- oHVreca he eoRommadeitade proieo com'
jrv- Vlelosblhetesda Loteria do Theatro;
na praca uu independencia loja de encader-
nador n. -2f.
isr Meios biiheles da lotera do Theatro
na ra larga do Rozara loja de miudezas .;'
ca 7.
37* Charflpagnbe vnbo de coa raboten
erres, Porto, liordeaux de todas as qua-
lidades muito superiores em caixas de d
garrafis, g
icbra de
O/.H
Hollunda verdadeira ,
ralas, prulos bandejas, copos, e 'bacas de muito asseioe liuipe/.a na ra de agoas ver-
lavar rosto de sarao fixas de madreperola ,|,.s ) $j,
jogos du damas eqnesde ladea as qnalida- ^-j- R|]ietese meios ditos da loteria do
des tnlos finos como mais inlerioies enclus- theatro; na pracinlia do LivramntO venda
ve alguus de piala nentes de tartaruga e de jj^ ,5
marfim, livros com lindas pinturas linas, cgr Meios Ri I beles da lotera do Theatro ;
pannos de canto muito superiores para ca- na ra do cabug loja de relojoeiro junto do' covado, casinetas para coletes a a80 o co-
misas e lencos figuras de barro dos cteles Sr. Ihndeira. vado, bretanhas durob com 10 varas a aoo
chiner.es vestidos de sedaras mesas de xaro, ^ ^|netea (ja loteria do Tiieatro-, na ra challes da cambra i a bordadas 7 excellenlel
uma rita e linda casa de campo de cristal, do Cabug loja de miudezas junto a bolica. riscados ncorpados a 160 o covado, eussas
t?r RJeios biiheles da lotera do theatro, pintadas a 160 a ido o covado, chitas finase
58o; 110 atierro da Roa vista 1). 10. modernas a (Jo 180, e aoo cortes de
azeilo dore em caxa conserva biscout
copos para agoa eoutras couzas ; na ra di
cadea I). 17 u primeiro andar
.- 'anuos lino, de todas as cores a 3oooo
pertence amuito tempoaoca< ros, cbaruteiras canaslras para roupa su ja e
L-nacio t'ereira Freir, e si Ca oulros muitos objeclos roagnilicos do mais a
lharina Vieira de Mello., ja a apurado g isto ludo da China e do Japo ,
apurado gislO ludo da China e do Jano jt^- Uma jireta de naeao de idade de j3 vestidos bordados com babados u 9a$0 e de
, orno cabera de sua muherlgnacia I al de Braga, pra saldar tontas, algn* ubje- ra velha U* 10. sedas, sarjas pretas e de cores lisas e. lavradss
da Porrnncula declara que lie nn o los de bejouteiias franeeras quenquilbertas i^r Uma morada de casa pequea sita na ( de 4oo a 800 leos de seda de cores para
contratato que se fi/er ubre o 1.. i-i^ens, ecarlss para jogir l'orluguezas,. ra doRozario da Boa-vista livre e desem-'sehora a 720 golas da cambraias para mej
inda mesmo corfi o lundamenio dt p > yue fazem Luttkeus & Cbmpauhia, barassada; no beco do sarapatel sobrado De- juinas a 3 jo, e para senhorat a Boo, briis
me'.ad iseu fallecido cunhado \iiuniu de por inlervencao do Correlor Oliveira e |>or t.n, ,, | lisos de liuho a, uao a vara; algodo Iranca-
1 una Freir > visla queesle inqrn..... .. liquidaco pncoiisejuencia da prxima retira- %gf Urna casa terrea no alieno das 5 pon- do eiiso emeorpados cobertores proprios a
} e quando icasse^ devendo qualquei 1 1 Sr Lultkens paraa Europa, rrc tas cotn frente pira o nascenle, propriarpaT ra estravatut'a, laaos de fil de lnhoa i2]o
. ; nao corojieli-nte ao redor en : J 10 as o horas da niaubS, no ra sobrado, anda est em rmazem ; na ra malina de cores para vestidos a .00 ris, e
m< ido sitio sem se faret enio a 11 izem da ruada Cruz, das seguntes direila 5i. I outras muas taaendas modernos e de ho.11
1 na parle que 1 seda fazendas da seda B7* A historia geral de portngal por La gosto por preoos mdicos,' na ruado Crespo
11 ru icio como o ... es. lencos blancos e de clede, dita universal pelo Abhad loja de Antonia da Cunha Suares Guimares
landiem credor. ,. : eoit-s 1 Igil d i los df. cassa bordados, dita Kcclesastiea ,^dita de 1) Quxote, dita i), 0.
ts- i, vii -i--.-, 10 : .. : .. jiublcn 'issas da quadros, ditas do gabinete preto'dc Napoleao Corn lio -- Um relujo d'algibeira fabrica frauce-*
niiigui !< faca l 1 lg
r, Uraz Antoi 1 ndeti
u um 1 11 iJ goa ei
'.' favor 1 :1 .;
; rre e j.( > Jui/o 1! 1. \ ara -
. canil sarjas fitas d dille- Fbulas, Eulropio Salustio io e ja, e ur preco commodo: nesla Tjuo
ei etc. etc. Horacio 5 ns roa da cadea loja de Jos A11- pbia sa dir queio vende.
r. CoBOpanliia trans- Ionio Vieira de S:>uza. .-------------,--------------------------------------._____
ferem o < u I do anniinciodo para 26 de W Q generoso vinho de caj ; na venda i !SCl*itVOS li:>'li(IS
Mao i ra o (a Ouaita feira 3 de Juubo de Juo Jos de Moura'na ra do Livrameif- _______,
tiavoP.ego is.ui Sur. liraz em cosequenca da chava nao ler dado lugar lo I). -2.1. adverle-se que loi comprado era $j- A onze mezes que do Engeiibo Rur.4-
:;.. ,_ a quesahissem da aliandega mutai fazendas porcSos seu verdadeira autor o Sr. V. F. G. rema em Sernhaem i'ugo um negro d augu-
1 a i r que para lal lira se de serdejiosilada Lribii tal i 1
i 1 v.
s (! ei idam
1 iao J 1 ui,|u lrq es :.
r 1 1 um 1
no raso jj i
<,.- lo no Dial io du^i ,
le os signa f,
'. 08 pOUCO S (ill
nos ulh( s muito liam .
-
.....dos para lioi la suaiera \
tu lallador lem ocoslua r n
me e a cata c 1 :.i tugid 1 .i sua
uro j>. p. \ f.:i 1 em o fazer rom
.seguraucacondu/ira casa da ida Praa >
6 onde nao s o al ulo salsfai to-
das as despezar como ficar muito ag
eido. Jouu Xavier Car 11 eiro da Cunha,
ST O Secretario a ., edade Apolnea
convida a os Socios para se leuuirero no da
i. u'a feira a dcJunho pioximo, j:r!.; ho-
ras da tai de para e tratar de arraiiu.
. .; casa da toeiedade e estatuios. Etican cidi-
nieute roga a os mesroosSrs. attendo a ur-
gencia dosubjcloa a fim ue ua daixarem de
uiaijuiuii.
tr i'icrisa-se fallar, cun a Sr. Jos Ma-
1 iu tia Silva Luna, natural ''i Lidaue do 1 ui -
10 a negocio oe ieu iuieresse ou roga-se
a j esea (,ue utiie lei.ha noticias de pailsci-
pur ao ubaixo as^ignado na ma da IWueds 11
iji Finiino ao: .'clis da liosa.
fgf (^ucn uuhuneiou querer cmnprar a
Ilisturia cclt siastica por uciti, diriju-sa .1
1 na iin 1"'lorenlma vc-iiu lado Uo mino de a.
|.jan(.isco esa junto a labnca de |>aoei 1
jgp t^ucni pracisar da im feiior para sitio
V o m a r 1 s
t> Uma carleira grande de duas faces, deslrto de S. Aulao*a titulo de forro,' le.n
qnazi nova, damareilo, por preco comino- os seguntes siguaes: he baixo e grossd du
- Uma eserva civilsada tem defeto o i no atierro da Bo-msla n S5 110 prmei- corpo, cara hoxexuda em huma 1.
ni
10 andar. huma sicslris heavermalhado, muito ca-
C L Roy do verdadei 1, vindo pro-' xaceito i maicas de jiexiga pelo rosto huma
xmiameutede Irn a; na ra Sirga do Uo- : ats junto <;e bulo aiicio, oulm e.a
lirio loja de miud zas y. Iium braco junio do cotovello salido de bu 1
'*--' Um 61 Vii 1 lo bom < regador, e esqu- Uro que llie aira vessou huma bala o n.:;s'
pador j na ra direila l). 4. (juem o apresentar no iecie a M.r.n, 1 j.,,-.-
lif lialaUs em airohas; no armazem de talvesda Silva, ou a seu Sur. 110 dito1. C11-
j ,. j'.. 1 m toisalves Vieira Guimares deron- ;i ,IJ < receber 5otooo res sendo pie'zO nos
ledocaeds llfand ga, >liilos Ho lormozo, >. Anido >, e
li^" Uma loja com era lamhem se tras- doianua e sondo mais emota a uta prizo,
stafs leu ib 'na'iu.i.loC.d)!.,;. io- pasa asacaves ; na ra das Criizea gratificar mas conforma a tiestancia.
.,, idii-ues di Cruz *--'' tJ.uas P^oas de naco, uma de Joan- Consiou estar prezo na Cajiea drsta Cid ule
aineios todos, os das j no sssouguc ;",:'' cozinha, lava, engomm 1 e. cose il- nao se acnou elle nega str captivo^
de 1'1 figura e que saiba eozinhar sofruel,
1 amar ; na rUS din il 1 i). '> no 1,
,. 5 ma varea que sejaboa de leit.', e al-
unase Im i na ra de S. iiita ora ludo
..... i). 8
. ma carroca era bom u/o, a um bo
sanie para a metjna j quera tiver
t i janno ingles 'm bom nzo e
a.c;il guia cotiza a unir anda he um tanto bu- e lodo lempo que elle aparecer qumoliver
Ouro velhu em obras; na ra das''.^1, ie ijl.ole de ao anuos, e com principio em seu ['.r.-1' ii-ai.i sujeilo a ludo rigor da
111 1 >>. .j.
->
e ; (1 fi s
Loteria (io Tiieatro: nes-
ta Tipografa
Culelkisda Spciedada Fortuna Ty-
pografica divididas de bilbeles da piasanii
ioiciii do Theatro a preco de 45ocada urna;
j [)i grafia na piaca da Independencia
11 20. na ra to Ceilegio loja de relojoeiro,
ena ra larga do lio/ario loja de miudezas
<~> Meios blhelCB da lotera do theatro 5
na pr*ca da Independencia luja de Jos Anto-
nio da Silva e na uta nova loja liancezu U.
delimite da Matriz.
a>-^> Urna escra\a de bonita, figura,nacao
de costura ; na ra do Coilegio I). 3-.
*" MeiosLikieles de lolena do theatro;
no largo de i\. 3 du i'eico venda i). <).
a_v- Um sitio na vjagdaleua com excellen-
le casa de vtvenda de soma.lo com scrvenlia
1 ira o rio capibaribe ; no beco do theatro ca-
sa oe nev.
W-j~ Duas pretas mocas de bouiUs figu-
ras, per Has engommadeiras, cosiuieiras e
co/lnln iias e .5 cscravos de n u a> do bous fi
oras, eoplimos jiara lodo o.servico; na ru
11c Agoaa verdes casa terrea i). ,ij.
ia-/" L/Uas esclavas urna de iiladu de 5
anuo, cugoinma beut liso, cose en cozi-
nha o diario de uma e a outra de idade de
a anuos, lavadesabo, e he boa quilan-
deira a fianca-se a boa conducta e da-se
a contento j na ra diieila U. io lado do Li-
vramenlo.
t^^ No atierro da Uoa vista loja i ,
L,v.
oviniento (io l*irio
KAVIOS BNTRDQ9 NO IAX %?.
SEDEN El 5 19 das, Brgue1 nglez Grixeq
de a\i tune!. Capilo {{icliards equip.
i> carga azeile; .o dito Capilo j veio
refrescar e segu para Londres.
LlvfcUPOOL; '$, dias, Barca Inglea
Colhmbes de io tonel Capito lh Ckrin
euup 1^ earga varios gneros ; a :Mc.
Cal moni t\ Companhia.
ObSEKVACOENS
Foi para o lameirdo h liana Inglesa Esk j
Cap, Aiidmissone para seguir o seu des-
tino.
Kr'CIF&aA iVl\ubrt, #. VksB, tt'j


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